* “O Prato do Peregrino” na Jornada Mundial da juventude.

maio 22nd, 2013

Rádio Vaticano

Durante os dias da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, os peregrinos poderão escolher os restaurantes onde vão almoçar e jantar com o cartão recarregável da Rede Ticket. (veja modelo usado em Madri na foto acima) Para facilitar a escolha e garantir uma refeição completa com direito a uma bebida e uma sobremesa, restaurantes credenciados oferecerão o ‘Prato Peregrino’.

Na última Jornada, em Madri, na Espanha, os estabelecimentos ficaram lotados. As empresas credenciadas ao evento faturaram, em cinco dias de evento, mais do que em cinco meses de trabalho.

Os estabelecimentos que se credenciarem vão receber R$ 15 pela refeição. Segundo o coordenador da alimentação da JMJ Rio2013, Nelson Mamede, o valor é uma média do que é cobrado na cidade. “É um equilíbrio, uma média dos valores que um prato pode custar em cada canto da cidade”, disse.

O objetivo é também receber bem os peregrinos. “A ideia é garantir que os jovens vão ficar bem alimentados e que possam se programar quanto aos seus gastos. O Rio precisa ir se preparando para eventos grandes como esse, precisa receber bem esses peregrinos que vem para cá. Até agora, mais de 25% dos hotéis, bares e restaurantes já aderiram a ideia”, disse Nelson Mamede.

O “Prato Peregrino” vai ser oferecido por restaurantes que se cadastrarem no site oficial da Jornada. O espaço exclusivo será a porta de entrada dos empresários que se firmarem parceiros do evento.

“É uma oportunidade de mostrar a culinária típica brasileira e fazer história nesse evento. Queremos encher o Rio de Janeiro de jovens e pratos peregrinos. Eu tenho certeza que os empresários também querem participar dessa Jornada”, destacou.

Mamede motivou os empresários ainda a analisar os benefícios que terão no pós-jornada. “Além de colaborar com a Jornada e com os jovens do mundo inteiro, é uma oportunidade da empresa cativar clientes e dar continuidade a seu trabalho na pós-jornada. O desafio está lançado”, ressaltou.

O convite para oferecer o Kit peregrino será estendido a empresas que não estiverem associadas ao cartão alimentação da Rede Ticket.

Entretanto, assim como acontece na Praça São Pedro, no Vaticano, o Papa também vai fazer a oração do Angelus durante sua estada no Rio de Janeiro, na Jornada Mundial da Juventude, que acontece de 22 a 28 de julho. A tradicional benção está prevista para acontecer no sábado, 26 de julho, ao meio-dia, na sacada do Palácio São Joaquim, na Glória, residência do Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta.

O Palácio São Joaquim, localizado na Rua da Glória 446, na Zona Sul da cidade, foi construído em 1918 para ser a residência do 1º cardeal-arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Joaquim Arcoverde Cavalcanti de Albuquerque. O palácio é uma obra do arquiteto Morales de los Rios.

“Vai ser a primeira vez que um Papa vai visitar o Palácio São Joaquim. No palácio, o Papa almoçará com dois jovens de cada continente, incluindo dois do Brasil”, explicou Dom Orani.

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* Alemanha reconhece legalmente: os bebês em gestação são pessoas!

maio 22nd, 2013

Zenit

Na Alemanha, agora é possível dar legalmente um nome, e, portanto, uma identidade jurídica e um sepultamento oficial aos bebês nascidos mortos, mesmo que ainda com peso inferior a 500 gramas.

Até agora, na Alemanha, eram chamados Sternenkinder, filhos das estrelas. O nome deles era de fato escrito apenas no céu, nenhum vestígio sobre a terra. Hoje, esses pequenos nascidos mortos podem ser registrados civilmente pelos pais que desejarem e podem ter um enterro apropriado. Estabelecida por Bundestag a lei entrou em vigor na quarta-feira.

Os nascituros, embora mortos durante a gravidez, são, então, oficialmente incluídos no “mundo” dos seres humanos.

O ser humano é sempre um ser humano: desde o primeiro momento, quando começa a aparecer no mundo da existência, quando o chamamos embrião ou feto, já é um de nós. A lei alemã indica um caminho, mas há ainda um longo caminho pela frente, para chegar a afirmação de que o homem é sempre portador de uma igualdade e de uma dignidade que é um valor supremo, e deve ser sempre respeitado.

É o caminho seguido por UnoDiNoi. A coincidência com a lei alemã reforça a campanha para recolher assinaturas e pressionar as instituições europeias a assumirem o caso da dignidade do embrião que a iniciativa propõe.

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* Vaticano lembra ataque contra Pietà, de Michelangelo, há 41 anos.

maio 22nd, 2013

Quarenta e um anos atrás, um enlouquecido húngaro chamado Laszlo Toth pulou um grade altar na Basílica de São Pedro e deu 12 golpes de martelo na escultura Pietà, de Michelangelo, danificando severamente a obra-prima do Renascimento.

Para marcar o ataque de 21 de maio de 1972, o Museu do Vaticano realizou um seminário de um dia nesta terça-feira sobre a estátua, o incidente, e o que, posteriormente, se tornou uma das restaurações de arte mais delicadas e controversas da história.

Em seu ataque contra a obra, que retrata a Virgem Maria segurando o corpo de Jesus morto minutos depois de ter sido tirado da cruz, o geólogo desempregado derrubou o braço e a mão esquerda da estátua.

Toth, que alternadamente disse que era Jesus Cristo ou Michelangelo, também quebrou o nariz em três partes e deixou cerca de 100 outros fragmentos, incluindo lascas da parte de trás da cabeça, sobre o chão da capela onde estava em exposição.

Na época, os historiadores de arte ficaram divididos sobre como proceder com a restauração da obra-prima.

Após o ataque, alguns historiadores de arte e restauradores queriam que a estátua ficasse danificada como um sinal dos tempos violentos. Outros disseram que deveria ser restaurada, mas com marcas claras que delimitassem as partes avariadas, como um testemunho histórico.

No entanto, o Vaticano decidiu pelo que é conhecido como uma “restauração integral”, um processo que não deixa qualquer vestígio da intervenção visível a olho nu.

“Com qualquer outra estátua, deixar as feridas (do ataque) visíveis, por mais doloroso que fosse, poderia ter sido tolerado”, afirmou o diretor dos Museus do Vaticano, Antonio Paolucci.

“Mas não com a Pietà, não com esse milagre da arte”, disse.

Cerca de 10 meses após o ataque, a Pietà foi exibida novamente na capela que leva seu nome, desta vez atrás de um painel de vidro à prova de balas, onde é vista por milhões de pessoas a cada ano.

Reportagem de Philip Pullella- Reuters

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* A epidemia da AIDS e sua ‘cara’, hoje.

maio 22nd, 2013

Trinta anos se passaram desde que uma equipe de pesquisadores franceses liderados por Luc Montagnier publicou um artigo identificando o vírus responsável pela recém-descoberta síndrome da imunodeficiência adquirida.

De sentença de morte, a aids evoluiu para uma doença controlável por medicamento, adquirindo status de crônica. Até casos de cura funcional já foram registrados, mas três décadas após o isolamento do HIV (quando ele ainda nem tinha esse nome, em 20 de maio de 1983), a doença segue trazendo desafios para a saúde pública.

Essa é a opinião de infectologistas brasileiros que investigam os rumos da epidemia. Uma velha tendência, por exemplo, que se julgava minimizada entre o fim da década de 1900 até o início dos anos 2000, está preocupando novamente. “A cara da epidemia mudou, as pessoas não morrem mais, mas a principal população a ser afetada voltou a ser a de homens que fazem sexo com homens”, diz o infectologista Alexandre Naime Barbosa, pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Botucatu.

Não é mais uma questão de se falar em grupo de risco - como ocorreu no começo da epidemia e criou estigmas até hoje dolorosos -, mas entender quem está mais vulnerável, explica. Segundo Barbosa, após o início brutal da epidemia entre a população homossexual – em São Francisco, Estados Unidos, por exemplo, eles eram 80% dos infectados, o que fez a doença ser chamada de câncer gay -, a incidência entre os heterossexuais se ampliou e chegou a ser maioria dos casos. Em meados dos anos 2000, porém, o quadro sofreu uma reversão.

Citando dados do Ministério da Saúde, Barbosa lembra que em 2005, entre homens de 15 a 24 anos infectados, 32% tinham sido contaminados em relações heterossexuais e 23,4% em homossexuais. Em 2009, as relações heteros e homos respondiam, cada uma, por 24,3% dos casos. Já em 2010, eram, respectivamente, 21,5% e 26,9%.

Nos dados mais recentes do Ministério da Saúde, de 2012, homens que fazem sexo com homens aparecem como de maior vulnerabilidade: 10,5% estão infectados. Na população em geral, a incidência é de menos de 0,5%.

Para Barbosa, como se avançou muito no controle da doença nos últimos anos, a ponto de que uma pessoa que tome rigorosamente sua medicação tenha uma expectativa de vida semelhante a de quem não tem HIV, houve uma certa redução da percepção do risco, deixando principalmente os jovens menos cautelosos.

Fora da agenda.

Outro efeito colateral desse avanço no tratamento, opina o infectologista Ricardo Diaz, pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), é o risco de que a aids saia da agenda. “Mas não deveria, porque o problema ainda existe. A taxa de novos casos se mantém constante”, afirma. No Brasil, na última década, a incidência tem sido, em média, de 37 mil casos por ano.

Para Diaz, é preciso focar também nas mulheres. “A distribuição da doença entre os gêneros está quase igual”, diz. Se no início da epidemia chegou a ser de 28 homens para cada mulher, hoje, a cada 1,5 homem infectado, uma mulher também está. Outra recomendação é o teste universal. “Quanto mais gente for testada, mais gente será colocada em tratamento. Só assim a transmissão vai diminuir.”

Fonte: http://www.dcomercio.com.br/index.php/geral/sub-menu-geral/109816-hiv-ainda-desafia-saude-publica

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* Igreja Católica lança novo aplicativo para celulares e smatphones: «Missio»

maio 21st, 2013

O Vaticano anunciou o lançamento do aplicativo Missio para celulares e smatphones do papa Francisco. Criado pela Pontifícias Obras Missionárias (PMS), nos Estados Unidos, o aplicativo irá divulgar notícias e vídeos do mundo católico

“O aplicativo é uma forma de a igreja e nosso Santo Padre alcançarem o número cada vez maior de pessoas que têm acesso a dispositivos móveis – uma forma de conectar como um único Corpo de Cristo”, disse o padre Andrew Small, diretor da PMS.

“Estamos animados que o Santo Padre irá ‘destravar’ o novo aplicativo. Que grande maneira de usar as Chaves de São Pedro!”, disse o padre em nota à imprensa.

O aplicativo já está disponível para download para dispositivos Android e iOS e foi destravado no lançamento oficial, que aconteceu no dia 17 em audiência do papa com os diretores da PMS. No evento Francisco apertou um botão de nome “Evangelizantur” (“Eles foram evangelizados”, em latim) e destravou o aplicativo.

“Dispositivos móveis e smartphones estão crescendo e democratizando a informação, com a capacidade de dar mais poder aos pobres”, disse padre Andrew. “De fato, até o fim de 2013, existirão mais celulares no mundo do que pessoas. Smartphones já são mais de um bilhão e os números crescem cerca de 40% ao ano, especialmente em algumas das áreas mais pobres do mundo”, completou.

Padre Andrew afirmou que a resposta de Francisco ao Twitter foi um “fenômeno” e, por isso, o interesse em fazer crescer seu número de seguidores e tocar a vida das pessoas. “Sua mensagem de união e comunhão serão expressadas nesse evento e o papa irá colocar o evangelho nos bolsos de milhões de pessoas, jovens e velhas, ricas e pobres, crentes e curiosas”, disse o padre.

O Missio está disponível em inglês, português, espanhol, italiano, alemão, francês, mandarim e árabe. As fontes que irão alimentar as informações são a FIDES, agência internacional de notícias da PMS, a Catholic News Service e a Vatican News Agency (News.va).

Para baixar o aplicativo para Android clique aqui, e para iOS clique aqui.

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* Vaticano desmente suposto exorcismo do Papa Francisco.

maio 21st, 2013

A polêmica chegou ao Vaticano, suscitada com um vídeo, onde o Papa Francisco aparenta exorcizar um rapaz com deficiência, na Praça de São Pedro.

Da Santa Sé surge um desmentido categórico, garantindo que o Papa estava orando pelo jovem.

O vídeo mostra o Papa a dirigir-se a um grupo de pessoas com deficiência, na Praça de São Pedro, logo a seguir à missa de Pentecostes, que ocorreu no passado domingo.

Num dos rapazes, Papa Francisco coloca as mãos na testa, suscitando uma reação estranha, que se assemelha a quem reage a atos de exorcismo. O vídeo foi parar à Internet e depressa surgiram acusações da prática de exorcismo por parte do Papa no Vaticano.

No entanto, o responsável pelo gabinete de Imprensa da Santa Sé, Federico Lombardi, garante que Francisco estava apenas a abençoar as pessoas que se encontravam no local.

Na verdade, aquele jovem recebe um tratamento diferente de todos os outros. Acresce que o Papa recebe indicações de um homem, no momento em que se aproxima do jovem com deficiência, que teve um tratamento diferente, em comparação com todos os outros, como se pode ver nas imagens.

No entanto, o Federico Lombardi garantiu aos jornalistas que o Papa “não fez qualquer exorcismo” e que apenas procedeu à bênção de um jovem numa cadeira de rodas, na Praça de São Pedro. “O Papa Francisco limitou-se a rezar por uma pessoa que está em sofrimento. E é costume fazê-lo, pelos doentes que sofrem”, sustentou o padre Lombardi.

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* Presidente da Rio Eventos: JMJ é “o evento da imprevisibilidade” e representa desafio maior que a Copa e Olimpíada!

maio 21st, 2013

Revista Veja

Com um calendário recheado de eventos de grandes proporções e visibilidade, como a Copa do Mundo, a Olimpíada e o Rock in Rio, o Rio de Janeiro tem, em julho, o seu principal desafio, em matéria de organização: a Jornada Mundial da Juventude, o maior encontro católico do mundo, que trará o papa Francisco ao Brasil entre os dias 23 e 28.

Os organizadores trabalham com alguns complicadores, como a dificuldade de estimar o número de participantes. O tipo de hospedagem, de forma geral vagas em casas de voluntários ou em espaços emprestados pelo poder público, e a inscrição, normalmente feita de última hora, são dois fatores que tornam a JMJ um evento “imprevisível”, nas palavras do presidente da Rio Eventos, Leonardo Maciel, responsável por cuidar do planejamento do município para a série de competições e grandes concentrações de pessoas que estão por vir.

Maciel falou sobre a JMJ em entrevista ao site de VEJA:

A Jornada Mundial da Juventude é o evento mais complexo que o Rio vai sediar?

Sim. Costumo dizer que é o evento da imprevisibilidade. É preciso considerar dois fatores: a Jornada atrai a curiosidade das pessoas e, ao mesmo tempo, nem sempre o participante está inscrito pela Igreja para acompanhar os atos com o papa. Ou seja, é difícil mensurar a vinda dos católicos para o Rio. No caso da jornada deste ano, há também os temperos que foram sendo agregados no meio do caminho. Na segunda de carnaval, o papa Bento XVI renunciou. Era um pontífice com limitação de agenda por causa da saúde, o que tornava o evento menos complicado de ser controlado pelos agentes públicos. O sucessor escolhido foi um papa latino-americano, carismático, sem limitações de saúde e disposto a ter mais eventos públicos.

O que muda na organização da prefeitura para receber o novo papa?

É um impacto muito maior para a operação da cidade. Com o papa Francisco, trabalhamos com a possiblidade de quebra de protocolo, o que nos obriga a estar muito mais atentos às operações realizadas nos lugares onde ele estará. Em tese, na terça e na quarta-feira, o papa terá agendas internas e uma ida a Aparecida. Mas, se a Igreja mudar os planos, teremos que sentar todos na mesa novamente, com todas as forças de segurança, e reavaliar a operação da cidade.

O baixo uso da rede hoteleira na JMJ é um complicador para organizar a cidade?

É um complicador até mesmo para identificar os sintomas de ocupação da rede hoteleira. Quando começa a ter muita reserva, nós da prefeitura passamos a ter uma expectativa do número de turistas que virá, o que é muito útil no momento de montar a operação da cidade para o evento. Na JMJ, isso não existe. A maior parte fica em hospedagem domiciliar (casas de voluntários) ou em locais disponibilizados pela prefeitura e pelo governo, como escolas e ginásios. O nosso descontrole é na medida do desconhecimento da informação. Se há alguém vindo para ficar na casa de parente para ver o papa, nós não temos como saber.

O Rio está preparado para ter aproximadamente 1,5 milhão de pessoas dependentes do transporte público?

É sempre uma preocupação. O transporte é o nosso grande desafio. Na verdade, em um evento em qualquer cidade, o é sempre o transporte público. O Rio de Janeiro tem um complicador nessa questão e nós temos feito inovações no transporte de alta capacidade para corrigir os erros que existem na cidade. Para a Jornada, trabalharemos em regime especial: identificaremos a necessidade de cada evento com o papa para adaptar as linhas de ônibus, metrô e trem na tentativa de não haver impacto negativo para os turistas na cidade.

No dia 21 de abril de 2010, um evento evangélico com um milhão de pessoas, na Enseada de Botafogo, parou o trânsito na Zona Sul e nos acessos à Zona Norte. Qual foi o aprendizado para a prefeitura?

Isso fica de lição para sabermos que algumas informações são imprevisíveis. Agora, por exemplo, superestimamos o número de ônibus fretados que chegarão à cidade. Trabalhamos com a chance de chegarem 20 mil desses coletivos. Planejamos para o máximo possível de ônibus, e assim evitamos problemas.

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* Fundadores do Shalom em Roma com o Papa Francisco. Veja imagens!

maio 21st, 2013

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* 6ª Marcha Nacional da Cidadania Pela Vida em Brasilia. Reserve esse dia!

maio 20th, 2013

Entrevista à presidente Nacional, Drª Lenise Garcia

Por Thácio Lincon Soares de Siqueira

Uma grande Marcha Nacional da Cidadania pela Vida vai acontecer na Capital do Brasil no próximo dia 4 de Junho, com o tema “Quero Viver! Você me ajuda?”.

A 6ª Marcha Nacional da Cidadania Pela Vida é organizada pelo Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil Sem Aborto –  movimento “supra-partidário e supra-religioso”, disse em entrevista à ZENIT a Dra. Lenise Garcia, presidente do Movimento.

O objetivo dessa atividade é chamar a atenção para posições contrárias em andamento no Congresso Nacional, como por exemplo, o Projeto de Lei nº 236/2012 que propõe a legalização do aborto até a 12ª Semana de Gestação e o Projeto de Lei nº 478/2007 (Estatuto do Nascituro) que defende os direitos da criança por nascer, à semelhança do que determinam o Estatuto da Criança e do Adolescente, o Estatuto do Idoso e o projeto do Estatuto da Juventude.

A concentração se fará no dia 4 de junho às 15h no gramado, atrás da Torre de TV, na cidade de Brasília. Outras informações no site: www.brasilsemaborto.com.br

Publicamos a seguir a entrevista que a presidente do Movimento Nacional da Cidadania Pela Vida – Brasil Sem Aborto, Lenise Garcia, concedeu à ZENIT.

***

Por que uma sexta Marcha pela Vida? Quais são os temas a serem exigidos nesse ano?

Lenise Garcia: As marchas têm um motivo de fundo, que é a promoção e defesa da vida desde a concepção, tendo em conta as pressões que ocorrem em todo o mundo, e também no Brasil, para que se desrespeite a vida em seu início. Por isso pretendemos manter uma manifestação anual, no início de junho. Naturalmente, a cada vez há temas que estão mais candentes. Neste ano, destacamos a reforma do Código Penal, que tramita no Senado com uma proposta que abre amplas possibilidades para o aborto. Além disso, queremos a aprovação do Estatuto do Nascituro, que tramita na Câmara. Há outros projetos de nosso interesse, mas que não se encontram de momento no foco dos parlamentares.

Essas marchas ajudam realmente na mudança da cultura da morte para uma cultura da vida?

Lenise Garcia: Diz a experiência que sim. Por exemplo, nos Estados Unidos já são 40 anos de manifestações populares, cada vez maiores, e a percepção da população em relação ao aborto tem mudado bastante. Apesar de o aborto ser permitido lá em praticamente qualquer caso, alguns Estados estão fazendo leis mais restritivas, e atualmente a maior parte da população é pró-vida. Os primeiros a se conscientizarem mais para a importância do tema são os próprios participantes, e depois aqueles que presenciam ou recebem informações sobre a marcha.

Sabemos que essas decisões tramitam mais no governo, no Senado, no Congresso… então, por que uma mobilização popular?

Lenise Garcia: Os parlamentares, deputados e senadores, são nossos representantes, e naturalmente bastante sensíveis às manifestações do eleitor. Além disso, embora a legalização do aborto dependa do Congresso, a decisão de fazer um aborto é algo individual. Já tivemos depoimentos de várias mães ou pais que desistiram de um aborto ao ver o nosso material de divulgação da marcha e refletir melhor a respeito.

Com qual espírito as pessoas deveriam unir-se a esse projeto?

Lenise Garcia: Com vontade de exercer a sua cidadania, saindo da acomodação de quem pensa que já há “alguém” cuidando da preservação dos valores da cultura da vida. É importante que todos nos posicionemos. Também com espírito pacífico. Não buscamos o confronto com quem discorda de nós, mas mostrar a beleza da vida, que por si mesma conquista o apoio de quem compreende toda a sua dignidade.

Qual é o principal grupo no Brasil de hoje, que luta no movimento Brasil sem Aborto, em prol da Vida?

Lenise Garcia: Há muitos grupos. O Movimento Brasil sem Aborto procura justamente articular todos os que queiram unir-se nesse ideal. Há um grande pluralismo, em uma perspectiva supra-partidária e supra-religiosa.

O Estatuto do Nascituro, se aprovado, poderá realmente frear a implantação do aborto no Brasil? Por quê? Ouvem-se certas críticas ao texto atual do Estatuto. Onde pode-se encontrar uma resposta?

Lenise Garcia: O PL 478/2007 (Estatuto do Nascituro) explicita uma série de direitos da criança ainda não nascida. Traz também propostas de soluções concretas para casos específicos.

Vou dar um exemplo, com o caso da criança que seja fruto de um estupro. Claro que uma violação é um ato horrível, mas a mulher estuprada não é o estupro, e a criança eventualmente gerada também não pode ser identificada com o estupro, como se fosse tão horrível quanto este. Por questões jurídicas e de tramitação, o substitutivo do PL 478/2007 não toca no aspecto penal, e não modifica as regras atuais que isentam de punição os envolvidos em um aborto em caso de estupro. Alguns não se conformam com essa ausência, como se significasse uma concessão. Entretanto, ao destacar o valor intrínseco da vida, e ao trazer mecanismos de auxílio à mulher que passa por essa situação de uma gravidez decorrente de estupro, o Estatuto do Nascituro favorece que não se veja o aborto como a principal alternativa de solução para essa situação tão dramática, mesmo porque o aborto nunca é de fato solução.

Melhor do que a punição dos culpados é conseguir que não haja culpa, porque o aborto não se realiza. O foco é mais preventivo do que punitivo. São aspectos que se complementam, mas não precisam estar necessariamente na mesma lei. Para quem quiser mais informações e reflexões, temos regularmente atualizado sobre o conteúdo e a tramitação do PL 478/2007 no site do Brasil sem Aborto www.brasilsemaborto.com.br

Na sua opinião, como é que o Movimento Pro Vida no Brasil poderia unificar mais as forças nas estratégias de trabalho?

Lenise Garcia: É necessário sempre muito diálogo, e a compreensão de que não precisamos pensar igualmente em todos os aspectos.   É natural que haja divergências quanto ao que se considera a melhor estratégia, mas não se pode impor o próprio ponto de vista como se fosse o único modo de abordar o assunto. Como comentei, o Brasil sem Aborto é supra-partidário e supra-religioso, e isso naturalmente implica um grande pluralismo interno. Também por isso focamos na promoção e defesa da vida desde a concepção, não abarcando outras pautas, em si importantes, mas que podem fugir ao consenso. Unidade não é uniformidade, e nem sempre a divergência é problema. Pelo contrário, penso que a divergência em pontos não essenciais é fundamental para o amadurecimento democrático. O pluralismo é também manifestação da riqueza e beleza da vida.

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* Células-tronco EMBRIONÁRIAS: muita publicidade, nenhuma ética e fracasso monumental em resultados concretos.

maio 20th, 2013

Zenit

Em face das recentes informações publicadas em uma revista norte-americana sobre a obtenção de embriões humanos mediante clonagem no Estado do Oregon para fins “terapêuticos” , a associação espanhola Profissionais pela Ética divulgou um comunicado em que afirma que os ensaios clínicos feitos até agora com células-tronco embrionárias não deram resultado algum.

O comunicado afirma que, “independentemente da maneira de obtê-las, o fato é que, depois de mais de uma década de pesquisas com células-tronco embrionárias, elas não conseguiram atingir nenhum resultado terapêutico.

Na via contrária, as células-tronco adultas e as células IPs colhem sucessos terapêuticos constantemente. Por esse motivo, no mundo, existem apenas 24 ensaios clínicos com células-tronco embrionárias, contra 4.099 com células-tronco adultas”.

A associação também destaca que, “independentemente do seu objetivo, a clonagem ou transferência nuclear aplicada a seres humanos é expressamente proibida pelo Protocolo Adicional ao Convênio Europeu sobre os Direitos Humanos e a Biomedicina, vigente e aplicável na Espanha.

Especificamente, proíbe-se toda prática que tenha por finalidade criar um ser humano geneticamente idêntico a outro ser humano, vivo ou morto”.

Para Teresa García-Noblejas, secretária geral dos Profissionais pela Ética, “não faz nenhum sentido apostar em células estaminais embrionárias, que não são rentáveis do ponto de vista da eficiência, não dão resultados terapêuticos e envolvem a destruição de embriões humanos transformados em cobaias de laboratório para satisfazer a vaidade de alguns cientistas e levantar fundos públicos de financiamento.

Se juntarmos a isto o fato de que estas células-tronco são obtidas mediante clonagem humana, nos vemos diante de uma grave vulneração da dignidade do ser humano, que em nenhum caso deve ser produzido em laboratório, nem, muito menos, utilizado”.

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* ‘O pó das vidas adormecidas’.. O Papa e as frases que sacodem a consciência dos fiéis!

maio 20th, 2013

Rádio Vaticano

Papa Francisco cunhou nesta semana mais algumas frases que sacodem a consciência dos fiéis: “Não aos cristãos de salão” e “o dinheiro deve servir e não governar a vida”.

A primeira frase o Santo Padre disse durante a Santa Missa na Capela da Casa Santa Marta, no Vaticano, lançando o seu não aos cristãos somente educados, sem fervor apostólico. E foi mais longe pedindo ao Espírito Santo que nos dê a graça de sacudir as coisas que estão muito tranquilas na Igreja, a graça de ir avante em direção das “periferias existenciais”. Uma exortação a todos os fiéis para que não se acomodem em suas “vidas tranquilas” como se tudo estivesse pronto, tudo fosse perfeito.

Exemplo do contrário disso foi São Paulo um homem capaz de incomodar, de sacudir a poeira do tempo com suas palavras e pregações, com suas atitudes, suas ações. Não media esforços para anunciar o homem que o “derrubou do cavalo” que transformou a sua vida de perseguidor em perseguido. De fato Paulo viveu a sua vida cotidiana após o encontro com o Mestre, perseguido, odiado, não mais amado. Paulo nos ajuda a entender que devemos viver não jogados em um “salão de comodidades”, em uma vida tranquila, mas sim no compromisso do verdadeiro cristão, do anúncio do Evangelho.

Papa Francisco falou de “Zelo apostólico”, recordando que não é entusiasmo pelo poder, de possuir, mas sim do conhecimento de Jesus, “do nosso encontro pessoal com ele”, e para isso devemos ser loucos, numa loucura espiritual, como Paulo. Não devemos ser frios mornos mas pessoas comprometidas, agitadas, sedentas. Francisco diz ainda que devemos incomodar as coisas tranquilas na Igreja, questionar, e se perturbarmos, bendito seja o Senhor.

A segunda frase “o dinheiro deve servir e não governar a vida” foi dita em outro contexto falando a 4 novos embaixadores recebidos no Vaticano para a apresentação de suas cartas credenciais. O Papa não condenou o rico, disse que ama a todos, ricos e pobres, mas o dever de quem tem posses é ajudar aqueles que têm menos, respeitando os últimos.

O dinheiro tornou-se para muitos um ídolo e ideologias promovem a autonomia absoluta do mesmo. O Papa cita a especulação dos mercados financeiros afirmando, sem meias palavras, que existe uma “tirania invisível”, às vezes virtual, das leis do mercado. Hoje vivemos uma crise financeira que atinge muitos países em todo o mundo, antes seguros de sua força econômica, e que hoje balançando na corda de um futuro incerto, muitas vezes esquecem que na crise financeira teve um papel fundamental “a vontade de poder e de posse”, uma vontade sem limites.

O Papa Francisco de modo sintético enfatiza que por detrás desse comportamento se esconde a rejeição à ética, ao próprio Deus. Precisamente como a solidariedade, a ética incomoda. O aumento da pobreza no mundo tem suas causas precisamente na falta de solidariedade. Francisco encorajou os homens das finanças e os governantes a refletirem sobre as palavras de São João Crisóstomo: “Não compartilhar com os pobres os próprios bens é roubar deles e tirar-lhes a vida. Os bens que possuímos não são nossos, mas deles”.

A Igreja não possui receitas para acabar com crises financeiras, com situações criadas pela corrida desenfreada do homem passando sobre o homem, mas indica a direção a ser tomada agindo sempre para o desenvolvimento integral de cada pessoa. Encoraja a estarem a serviço do bem comum. Papa Francisco através das suas frases voltou a mexer com os brios de fiéis que se sentem fiéis justos, mas passivos, e daqueles que vêem só no dinheiro, o poder transformador da sociedade.

Francisco sacudiu e sacode as consciências. Ele nos encoraja a tirarmos o pó das nossas vidas adormecidas e sem sentido, a mudar de vida. frases que sacodem a consciência dos fiéis.

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* Polêmico “Kit Gay” – vetado pela presidência em 2011 – continua “vivo”!

maio 20th, 2013

Terra

O Ministério da Educação (MEC) vai debater com especialistas o futuro do material educativo que seria distribuído em escolas públicas para combater a homofobia.

O projeto batizado de “kit gay” foi vetado pela presidente Dilma Rousseff em 2011 depois que as bancadas Católica e Evangélica pressionaram o governo.

A informação sobre o futuro do kit gay foi dada pelo portal Terra em uma reportagem feita com dados da assessoria do MEC. A nota afirma que será feito uma parceria com entidades para analisar o material.

“O Ministério da Educação firmou uma parceria com o Fórum de Entidades Nacionais da Psicologia (Fenp) e dez universidades federais para debater e analisar todos os materiais educativos que abordem preconceitos, violência nas escolas e qualquer tipo de discriminação, entre eles, os materiais referentes ao Programa Escola sem Homofobia”, diz nota da pasta.

O kit com cartilhas, livros e vídeos educativos foi elaborado por diversas entidades com parceria do MEC. A ala mais “conservadora” não aprovou o material por considerar que ele ensinava a homossexualidade no lugar de combater todos os tipos de discriminação que existe no Brasil.

Entre os parlamentares que são contra a distribuição desse material nas escolas está o deputado João Campos (PSDB-GO) que diz que a questão sexual diz respeito à vida provada e não cabe a escola estimular uma orientação sexual.

“Essa questão de orientação sexual é algo que diz respeito à vida privada, não à escola. Quem faz a opção, a gente respeita, mas agora o poder público financiar um programa que vai estimular os adolescentes a serem homossexuais é errado”, disse Campos em entrevista ao Terra.

Ao se posicionar contra o projeto, o deputado deixa claro que não é a favor da homofobia, mas sim do conteúdo exposto nas cartilhas e vídeos. “Nós não somos homofóbicos. Somos contra qualquer forma de preconceito e nos causa estranheza o governo se preocupar tanto com um programa que busca reduzir o preconceito somente nesta área. Por que não busca um programa para diminuir a discriminação como um todo, inclusive religiosa, contra deficientes físicos, indígenas e quilombolas?”, questionou.

Material financiado com dinheiro público

Não só João Campos como muitos outros parlamentares entenderam que a ideia do kit era mostrar a homossexualidade como algo muito bom. “O poder público não tem esse papel de incentivar um tipo de comportamento”, disse o deputado.

O MEC recebeu um requerimento assinado pelo deputado do PSDB pedindo informações sobre a prestação de contas do programa “Escola Sem Homofobia”. Campos acredita que um valor significativo foi entregue à entidades para elaborar esse material.

“Ao que nos parece, as entidades contratadas para fazer o kit receberam um dinheiro significativo e até hoje não prestaram contas. Queremos saber o que foi feito com esse dinheiro e, se for comprovada a falta de prestação de contas, que medidas o governo tomou”.

O MEC ainda não respondeu ao pedido do deputado.

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* 960 emissoras de rádio brasileiras transmitirão a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro de 16 a 28 de julho.

maio 20th, 2013


Centralizadas na Rádio Catedral Fm do Rio de Janeiro que será a geradora de conteúdos e  programação da JMJ, a Rede Católica de Rádio, RCR,  formarão  um sistema de comunicação de transmissão, ao vivo, da programação exclusiva da Jornada Mundial da Juventude para o Brasil durante os dias 16 a 20, Semana Missionária; de 23 a 28 de julho a Jornada Mundial da Juventude.

Serão cerca de 40 jornalistas de emissoras das bases geradoras Rede Sul de Rádios, Rádio Canção Nova, Rádio Difusora de Goiânia, Rádio Milícia da Imaculada, Rádio Aparecida, Rádio Evangelizar é Preciso  e emissoras da RCR, que prestarão serviço ao ouvinte, atualizando e informando passo a passo da JMJRio2013.

Desde a chegada oficial dos peregrinos; Missa de Abertura, em Copacabana; Festival da Juventude em vários pontos da cidade; Catequeses com Bispos presentes em vários idiomas; Acolhida do Papa Francisco em Copacabana; Via Sacra também em Copacabana; Peregrinação dos jovens para Campus Fidei; Atividades Culturais; Vigília dos jovens com o Papa, em Campus Fidei; Missa de Envio presidida pelo Papa Francisco e o Anúncio da sede da próxima Jornada Mundial, a equipe de jornalistas da RCR e Rádio Catedral estarão de plantão 24 horas, dando cobertura completa dos principais acontecimentos da JMJ.

Para o diretor Geral Fundação Rádio Catedral, Padre Marcos Willian Bernardo, “o objetivo da transmissão é de manter o ouvinte atualizado e integrado no evento de tudo aquilo que o Santo Padre vai fazer. Além de a informação ser dada ao ouvinte, nós queremos externar esta unidade entre os meios de comunicação da Igreja católica. Nós formamos um grande sistema de comunicação, por isso, optamos por esta parceira com a RCR e as demais emissoras afiliadas, juntamente com a Rádio Catedral. Nós não queremos ficar sozinhos diante deste evento, queremos despertar aos demais meios de comunicação e de outros locais, para que se mantenha este espirito de unidade a respeito de comunicação da Igreja”. Continua Pe. Marcos, “a JMJ, para nós, já começou com o Bote Fé, esta sendo um sucesso maravilhoso e parabéns a CNBB e aos bispos que souberam fazer o acolhimento dos símbolos da Jornada Mundial”.

O presidente da RCR, Frei João Carlos Romanini; Padre Marcos Willian Bernardo, diretor Geral Fundação Rádio Catedral; Padre Brito Terceiro, diretor Adjunto e Diretor de Programação; Fátima Lima, coordenadora do Pool, reuniram-se, no Rio de Janeiro, na quarta-feira, 16, para acertar os detalhes do sistema de comunicação, com as cerca de 960 emissoras coligadas e a programação da transmissão durante a JMJ.

A Rádio Catedral, será a rádio geradora da JMJ e a RCR,  em parcerias com as redes de rádio regional  estarão coligadas com cerca de 960 emissoras de todo o Brasil, na transmissão 24 horas da programação da Semana Missionária, de 16 a 20 de julho e a Jornada Mundial da Juventude, de 23 a 28 de julho. A Rádio Catedral FM (106,7), a partir do dia 16 de julho, terá uma nova programação exclusiva em função da Jornada Mundial da Juventude.

A coordenadora do pool das emissoras de Rádio Fátima Lima diz que, “o objetivo da transmissão é integrar, de estarmos todos juntos transmitindo este evento que vai acontecer no Rio de Janeiro. `Um só coração e uma só alma`, é uma passagem bíblica que esta em meu coração e é o que representa muito bem o que nós vamos fazer nesta transmissão, todos com o mesmo objetivo, de transmitir para o nosso Brasil o que vai estar acontecendo no Rio de Janeiro. Vamos estar juntos nesta transmissão RCR , com o apoio de Signis Brasil e Rádio Catedral neste grande evento da Jornada Mundial da Juventude”, explica Fátima.

A Rede Católica de Rádio com o apoio de Signis Brasil, marcará presença com estande na Expo Católica Rio – Bote Fé Brasil, de 19 a 26 de julho, no Centro de Exposições Rio centro.

Para o presidente da Rede Católica de Rádio, Frei João Carlos Romanini, “é um momento Impar para a igreja e a comunicação  do Brasil,  estamos trabalhando e mostrando que é possível construir  comunhão entre os muitos meios, fazer convergência de conteúdos. Neste trabalho da RCR  durante a JMJ, queremos mostrar que somos e estamos sim em unidade com as diversidades de  expressão e manifestações de nossa da igreja e das distâncias geográficas. E mostrar que é possível construirmos conteúdos e transmitir conteúdos por uma causa comum”. Continua Romanini, “também vamos contar  com um  infraestrutura de  mobilidade,  pois as rádios já estão na internet, e em aplicativos, portanto, seremos uma rede  de rádio Multi plataforma, sabendo que teremos conteúdos sob demanda no  site (www.rcr.org.br)”.

As emissoras interessadas em fazer parte da transmissão podem entrar em contato com o escritório da Rede Católica de Rádio, rcr@rcr.org.br.

Fonte: RCR/Signis Brasil

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* O Diabo NÃO É UM MITO, reafirma Papa Francisco em suas pregações.

maio 20th, 2013

Fonte: Chiesa.it

Na pregação do Papa Francisco há um tema que aparece com uma frequência surpreendente: o diabo.

O mesmo tema se repete com uma frequência similar no Novo Testamento. Mesmo tendo isso presente, a surpresa permanece. Talvez seja porque, com suas contínuas referências ao diabo, o Papa Jorge Mario Bergoglio se afasta da pregação de certos setores da Igreja que: ou cala sobre o tema ou o “reduz à metáfora.

Mais, a minimização do diabo está tão difundida que esta projeta sua sombra sobre as próprias palavras do Papa. Até agora, a opinião pública, tanto católica como laica, mostrou despreocupação diante da sua insistência sobre o diabo ou, no máximo, indulgente curiosidade.

Ora, uma coisa é certa. Para o Papa Bergoglio o diabo não é um mito: é uma pessoa real. Em uma de suas homilias matutinas na capela da Domus Sanctae Marthae disse que não há apenas ódio no mundo em relação a Jesus e à Igreja, mas que por trás deste espírito do mundo está “o príncipe deste mundo”:

“Com sua morte e ressurreição Jesus nos resgatou do poder do mundo, do poder do diabo, do poder do príncipe deste mundo. A origem do ódio é esta: estamos salvos e esse príncipe do mundo, que não quer que sejamos salvos, nos odeia e faz nascer a perseguição, que começou nos primeiros tempos de Jesus e que continua até hoje”.

É preciso reagir diante desse diabo – disse o Papa – como fez Jesus, que “respondeu com a palavra de Deus. Não podemos dialogar com o príncipe deste mundo. O diálogo entre nós é necessário; é necessário para a paz, é uma atitude que devemos ter entre nós para nos escutarmos, para nos entendermos. E deve permanentemente ser mantido. O diálogo nasce da caridade, do amor. Mas não podemos dialogar com este príncipe; podemos somente responder com a palavra de Deus que nos defende”.

Francisco fala do diabo demonstrando que tem muito claro em sua mente seus fundamentos bíblicos e teológicos.

E precisamente para refrescar a mente sobre estes fundamentos interveio, no L’Osservatore Romano, de 04 de maio, o teólogo Inos Biffi, com um artigo que recapitula a presença e o papel do diabo no Antigo e no Novo Testamento, tanto no que foi revelado e manifesto, como no que ainda pertence a um “panorama escondido” e, em definitiva, aos “caminhos impenetráveis” de Deus.

Reproduzimos este artigo na sequência, que termina com uma crítica à ideologia corrente que banaliza a pessoa do diabo. Ideologia contra a qual Bergoglio quer fazer um apelo de todos à realidade.

Como as Escrituras falam do demônio, de Inos Biffi.

Após o surgimento do homem, obra do sexto dia da criação, eis que se manifesta a presença de um ser misterioso e inquietante, a serpente. Assombra e desconcerta o que esta inicia com os progenitores, e o que destes quer obter: insinuar neles a suspeita em relação a Deus, isto é, persuadi-los de que as proibições por ele colocadas provêm de seu zelo, de seu temor de que eles queiram equiparar-se a ele. A serpente encarna, precisamente no princípio do mundo e de sua história, a presença de um ser invejoso: “Pela inveja do diabo, entrou no mundo a morte” (Sb 2, 24).

No Novo Testamento esta serpente é mencionada com frequência. Jesus declara que o diabo é “assassino desde o começo”; nele “não há verdade”; “quando ele fala mentira, fala do que é dele, porque ele é mentiroso e pai da mentira” (Jo 8, 44). E Jesus o define como “príncipe deste mundo” (Jo 12, 31; 16, 11).

Paulo afirma que “a serpente, com sua astúcia, seduziu Eva” (2 Cor 11, 3) e menciona a quem se perde “indo atrás de Satanás” (1 Tm 5, 15). O mesmo apóstolo fala do viver mundano com o qual se segue o “príncipe do poder do ar, o Espírito que agora age nos homens desobedientes” (Ef 2, 2); menciona as “manobras do diabo” e nossa batalha “contra os principados e as autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra os espíritos do mal” (Ef 6, 12).

A primeira carta de Pedro nomeia o “inimigo”, “o diabo” ou o “acusador”, que “ronda como leão que ruge, procurando a quem devorar” (5, 8). E nas cartas de João se recorda o “anticristo” que deve vir (1 Jo 2, 18); o “mentiroso” que nega que Jesus é o Cristo; o “anticristo” que “nega o Pai e o Filho” (2, 22). No Apocalipse está escrito: “Aconteceu então uma batalha no céu: Miguel e seus Anjos guerrearam contra o Dragão. O Dragão batalhou juntamente com os seus Anjos, mas foi derrotado, e no céu não houve mais lugar para eles. Esse grande Dragão é a antiga Serpente, é o chamado Diabo ou Satanás. É aquele que seduz todos os habitantes da terra. O Dragão foi expulso para a terra, e os Anjos do Dragão foram expulsos com ele” (12, 7-9).

* * *

Entre estes textos e a exegese de Jesus sobre o diabo, assassino e mentiroso desde o começo, o acordo é perfeito: trata-se de um ser hostil a Deus, que quer destruir sua Palavra e, ao mesmo tempo, hostil ao homem, ao qual quer seduzir, induzindo-o a rebelar-se contra o projeto divino. É o maligno. Em especial, o acordo exegético refere-se àquele a quem o diabo reserva sua aversão, a saber: Jesus Cristo.

O demônio não tolera Jesus Cristo e tenta obstaculizar de todas as maneiras possíveis o eterno plano divino concebido para ele. É isso que acontece no deserto.

Mas Jesus se proclama vencedor deste príncipe: “Já não tenho muito tempo para falar com vocês, pois o príncipe deste mundo está chegando. Ele não tem poder sobre mim” (Jo 14, 30); é precisamente quando chega a hora de Jesus, a da sua elevação na cruz e à direita do Pai, quando esse príncipe é derrotado: “Quem é o condenado? É o príncipe deste mundo, que já foi condenado” (Jo 16, 11). Paulo ressalta, sobretudo, o domínio do Ressuscitado: nele o Pai “nos arrancou do poder das trevas” (Cl 1, 13) e “destituiu os principados e autoridades, oferecendo-os em espetáculo público, após triunfar sobre eles por meio de Cristo” (2, 15).

O cristão passou a ser partícipe do domínio de Jesus sobre o demônio: “deu-nos a vida juntamente com Cristo, quando estávamos mortos por causa de nossas faltas. (…) Na pessoa de Jesus Cristo, Deus nos ressuscitou e nos fez sentar no céu” (Ef 2, 5-6).

Embora tenha sido definitivamente derrotado pelo Senhor, o demônio segue insidiando o homem redimido, para fazê-lo cair. Por este motivo, é preciso estar alerta. Pedro falava de seu rugido e de sua vontade ainda não aplacada de prejudicar; Paulo nos exorta a tomar o escudo da fé com o qual podemos apagar as “flechas inflamadas do Maligno” (Ef 6, 16). E o próprio Jesus havia ensinado a rezar pedindo ao Pai que nos livrasse do maligno (Mt 5, 13).

* * *

As múltiplas exegeses sobre a serpente que aparecem nas origens nos levam a fazer algumas considerações.

primeira é sobre a “história” consumada e decidida antes da criação do homem, e que consiste no estouro de uma “grande guerra no céu” (Ap 12, 7), ou seja, em uma aceitação ou em uma rebelião no mundo dos anjos: uma aceitação ou uma rebelião não genéricas, mas cujo objetivo é o concreto e eterno projeto divino personificado em Jesus Cristo.

O objeto da orgulhosa intolerância dos anjos rebeldes é Jesus, aquele que “prevalece sobre todas as coisas” e que, portanto, prevalece também sobre eles. Entende-se, então, como a vida de Jesus esteve obstaculizada pela presença e pelas maquinações do diabo; e que, por outro lado, desde o anúncio de seu nascimento até a ascensão, esteve acompanhada, servida e consolada pela presença dos anjos, que se alegram com ele, e com ele são vencedores do grande dragão e de seus satélites, expulsos do céu e precipitados, com afirmava o Apocalipse. O próprio Jesus afirmava ter visto “Satanás cair do céu como um raio” (Lc 10) e falava do “fogo eterno preparado para o Diabo e seus anjos” (Mt 25, 41).

Falamos da história que precede a história visível do homem: o que sabemos é que ela aflora como de um panorama escondido, que nos ultrapassa e nos escapa, e que agora só podemos presumir e intuir.

* * *

segunda consideração refere-se ao poder impressionante de Satanás: tão forte e tenaz que só a força do Filho de Deus pode dobrá-lo e desbaratá-lo; ou melhor dito, a força do Filho de Deus derrotado na cruz e, portanto, em uma condição de extrema debilidade humana converte-se, paradoxalmente e sem esforço, em potência absoluta. O diabo consegue arrastar tudo e a todos, mas diante de Jesus sucumbe totalmente. O Crucificado ressuscitado recria uma humanidade vencedora, afastada da influência perversa do maligno. A força de atração do domínio é substituída pela força de atração de Cristo, que declara: “Quando eu for levantado da terra, atrairei todos a mim” (Jo 12, 32). Só compartilhando a força do Jesus morto e glorioso é que conseguimos nos opor às adulações da serpente das origens.

Contudo, poderia ficar uma pergunta: sem dúvida, a queda do anjo e do homem dependem unicamente da livre vontade da criatura. Não apenas isso: o perdão do homem estava incluído no amor misericordioso do Pai, que predestinou o seu Filho Jesus ao papel de redentor. Então, por que a ordem concreta escolhida por Deus inclui essa queda e, portanto, a realidade do pecado? Não estamos em condições de responder a esta questão: pertence ao “pensamento do Senhor”, aos seus “insondáveis desígnios” e aos seus “inescrutáveis caminhos” (Rm 11, 32-34).

* * *

Uma terceira consideração é para manifestar surpresa diante da ausência na pregação e na catequese da verdade relativa ao demônio. Para não falar destes teólogos que, por um lado, aplaudem o fato de que o Vaticano II tenha declarado que a Escritura é “alma da Sagrada Teologia” (Dei Verbum, 24), mas que, por outro lado, não hesitam tanto em decidir sua inexistência – como fazem com os anjos – como em considerar marginal um dado muito claro e amplamente dado por certo na própria Escritura como é aquele que faz referência ao demônio, considerando-o a personificação de uma obscura e primitiva ideia do mal, agora já desmistificada e inaceitável.

Uma concepção como esta é uma obra-prima de ideologia e equivale, sobretudo, a banalizar a obra mesma de Cristo e seu papel de redentor.

É por isto que as referências ao demônio que observamos nos discursos do Papa Francisco não nos parecem secundárias.

Fonte: http://chiesa.espresso.repubblica.it/articolo/1350517?sp

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* Satanistas Profanam e roubam hóstias consagradas em igreja Católica de Naintré, França.

maio 19th, 2013

Dia 5 de maio de 2013, a igreja da cidade de Naintré, no sudoeste da França foi arrombada e roubada. Nada foi levado exceto dois pequenos estojos com hóstias grandes consagradas, e alguns raios do ostensório. As hóstias pequenas que estavam no tabernáculo foram espalhadas pelo chão.

Segundo o pároco responsável, Padre Thierry Delumeau, não foi por acaso que a sua igreja foi escolhida para essa profanação, mas sim pelo fato de haver adoração do Santíssimo Sacramento duas vezes por semana, a adoração noturna na Quinta Feira Santa e a Missa  uma vez por mês “a qual, por seus ritos e preces acentua particularmente o culto e a adoração da divina presença real do Senhor”.

Por outras palavras, ainda segundo o padre, “nessa igreja o Senhor é adorado e honrado e os ladrões-sacrílegos sabiam que poderiam encontrar o que buscavam”.De fato, as hóstias grandes são usadas de preferência nos cultos satânicos, assim como os raios do ostensório, que ao invés de honrar a Presença Real de Nosso Senhor, são usados como facas para agredir as Espécies Consagradas.

O crescimento do satanismo na França acompanha naturalmente a monstruosa política de destruição da família e da infância pela “educação de gênero”, pois ambos se dedicam a perverter a imagem de Deus no homem, afirma o Padre Delumeau.

http://www.christianophobie.fr/communique/profanation-de-naintre-remerciements-et-commentaires-de-labbe-thierry-delumeau

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