A Cabana.De qual deus fala o livro?

Já ouviu falar do Livro ” A Cabana”?
Pois é, recebi uma análise bem interessante do livro de alguém que leu e percebeu muita coisa contraria à fé católica.Como esse livro tem sido muito comentado e muita gente boa tem lido,estamos publicando a análise para nos ajudar a:
- Perceber nas entrelinhas do livro,ou em outros que venhamos a ler,a ideologia de esvaziamento de pontos essenciais de nossa fé católica;
- Ajudar-nos a perceber nossa atitude diante daquilo que lemos, principalmente em obras de cunho religioso ou “auto ajuda”, que adentram na dimensão espiritual/espiritualista que interessam a nós católicos;
- Ajudar-nos a despertar o senso critico – não neurótico, mas atento – para filtrar à luz de nossa fé aquilo que vale a pena ler ou não. A oferta hoje é tamanha que exige de nós critérios para não perder tempo,nem dinheiro, com aquilo que nada acrescenta de consistente à nossa fé ou a nossa vida;
Ás vezes impressiona a Incapacidade que muitos tem de não perceber, dentro daquilo que estão lendo, onde tem verdade ou não.Alguns não conseguem ver nada errado onde qualquer olhar mais atento percebe tudo!
Estará em cor o diálogo de análise e questionamento com algumas colocações feitas no livro.
A proposta não é analisar todo o livro mas apenas algumas partes na esperança que possa despertar naqueles que ainda vão ler,se tiverem “estômago”, uma nova percepção e naqueles que já leram uma confirmação daquilo que provavelmente haviam percebido.
Desnecessário se faz dizer que a análise foi feita a partir da fé católica, o que poderá tornar algumas colocações não muito claras para quem não está razoavelmente por dentro da doutrina básica de nossa fé.
De qualquer forma ,é bem interessante..
Pelo tamanho,iremos postar aos poucos..
***
” A cabana”- análise do livro sob ótica católica.
- O livro é muito bem escrito e atraente no seu enredo simples, no assunto e no estilo. A linguagem, porém, com algumas citações bíblicas feitas de formas indiretas, traz uma profusão de sofismas capaz de iludir o leitor menos atento. (lembro que a “metodologia” do sofisma, muito utilizado na filosofia grega antiga, consiste em tomar uma verdade ou duas verdades e combiná-la com uma ou mais inverdade de formas que tudo pareça verdadeiro ou que tudo pareça falso, de acordo com o objetivo de quem sofisma). O livro traz em seu próprio enredo incoerências entre a trama e o que é dito pelas “pessoas” da “trindade”.
- a editora do mesmo (e isso é muito importante ao comprar ou ler um livro dedica-se a livros de auto-ajuda ou assuntos não comprovados nem pelo próprio livro nem pela ciência, teologia e, por vezes, o bom-senso). É bastante ler a lista dos seus “clássicos”, na ultima página do livro. A exceção é O Monge e o Executivo.
O livro conta a história de um homem que, em um acampamento nas montanhas com os filhos tem sua caçula seqüestrada e morta enquanto está sob a água, tentando salvar um outro filho, que se afogava sob um bote. Após quatro anos de tristeza e desilusão, recebe uma carta de Deus, que se apresenta como Papai convidando-o a voltar à cabana onde o crime contra sua filha havia sido cometido. Relutante, aceitou.
Até aqui, nada anormal. A ficção, afinal, dá direito a todo tipo de imaginação. O inadequado começa quando este homem, Mack, encontra a “trindade” na cabana. Naturalmente, como autor, Young goza o direito de utilizar sua imaginação, sua bela linguagem, suas descrições do Pai como uma senhora negra que cozinha, o Filho como um judeu cujo nariz enorme o deixa feio e o Espírito como uma moça asiática feita de luz.
Ele tem o direito, sim, de imaginar a trindade como um autor leigo ignorante da boa teologia e eclesiologia e influenciado pela Nova Era, pelo Espiritismo e pelo Relativismo. Nós é que temos o dever de distinguir o que é bom do que não é. A narrativa é tão envolvente, que os deslizes de Young quanto à fé, a eclesiologia e a moral podem passar desapercebidos para a pessoa mais bem formada. Vejamos alguns:
I. O PAI
- O Papai é apresentado como uma mulher (Young parece decidido a quebrar todos os paradigmas) e chamado de papai durante todo o livro, tanto pelo Filho e pelo Espírito, quanto por Mack. Sabemos que João Paulo II afirma que Deus é Pai e Mãe quanto ao cuidado, ao coração misericordioso, as entranhas de misericórdia, tão típicas de uma mãe. Entretanto, o Deus que Jesus nos veio revelar é o Deus que é Pai, ainda que afirme em Mt 5 que Ele tem entranhas de mãe. A justificativa do “pai” para apresentar-se como mulher é o fato de Mack ter rejeição ao seu pai biológico (p. 83). Esta mulher, entretanto, não é mãe, mas pai. Seus afazeres são, segundo ela mesma, de cozinheira e governanta. Este pai mulher traz as cicatrizes de Jesus, como se o Pai não fosse puro espírito, mas tivesse um corpo de homem, isso é, de mulher.
- Em um esforço de fazer “deus mais perto de nós”, o autor acaba por esbarrar no grotesco. Além da descrição do Pai como uma enorme negra que se auto-intitula governanta-cozinheira e traz cicatrizes no corpo (???), destacam-se algumas situações especiais. Perguntado por Mack sobre que música estava ouvindo, respondeu:
” Um barato da Costa Oeste. É um disco que ainda nem foi lançado, chamado Viagens do Coração, tocado por uma banda chamada Diatribe . Na verdade – ela piscou para Mack – esses garotos ainda nem nasceram.
- É mesmo, reagiu Mack bastante incrédulo. – Um barato da Costa Oeste, hein? Não parece muito religioso.
- Ah, acredite: não é. É mais tipo funk e blues eurasiano com uma mensagem fantástica. – Ela veio bamboleando na direção de Mack, como se estivesse dançando, e bateu palmas. Mack recuou. (!!!)
- Então Deus ouve funk?
- Ora, veja bem, Mackenzie. Você não precisa ficar me rotulando. Eu ouço tudo e não somente a musica propriamente dita, mas os corações que estão por trás delas.”(p. 81) ( os rótulos são especialmente detestados na nova era e no relativismo)
- O “pai” dá uma explicação completamente esdrúxula para ter-se revelado como pai e não como mãe:
“…assim que a Criação se degradou, nós soubemos que a verdadeira paternidade faria muito mais falta do que a maternidade. Não me entenda mal, as duas coisas são necessárias, mas é essencial uma ênfase na paternidade por causa da enormidade das conseqüências da função paterna”(p. 84). Creio que tal absurdo dispensa comentários. O autor não leva em conta o que a Bíblia e a Igreja dizem da missão do homem, do pai, da mulher e do homem na criação, na família, na sociedade. Aliás, esta é uma das características do livro. Não lhe importa o que diz a Palavra ou a Igreja e esta, como todas as instituições, são desprezíveis aos olhos da “trindade”, que orienta Mack a desprezá-las.
- Ao definir o que Ele é, desautoriza o que os homens pensam e definem dele (embora não cite diretamente a Igreja e os teólogos, fica implícito pelas palavras que usa). No final, felizmente diz que é “acima e além de tudo o que você possa perguntar ou pensar.”(p. 88)
- Na página 89, o pai faz uma afirmação capaz de fazer tremer os céus: “Quando nós três penetramos na existência humana sob a forma do Filho de Deus, nos tornamos totalmente humanos. Também optamos por abraçar todas as limitações que isso implicava. Mesmo que tenhamos estado sempre presentes nesse universo criado, então nos tornamos carne e sangue. Seria como se este pássaro, cuja natureza é voar, optasse somente por andar e permanecer no chão. Ele não deixa de ser pássaro, mas isso altera significativamente sua experiência de vida.” E continua a confusão teológica sobre 3 Pessoas em um só Deus dizendo: “Ainda que por natureza Jesus seja totalmente Deus, ele é totalmente humano e vive como tal (!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!) Ainda que jamais tenha perdido sua capacidade inata de voar, ele opta, momento a momento, por ficar no chão. Por isso (!!!!!!) seu nome é Emanuel, Deus conosco, ou Deus com vocês, para ser mais exata.” De uma tacada só, além de destruir o dogma da Santíssima Trindade, (somente o Filho se faz homem e, embora as outras duas pessoas estejam com ele e nele, não se pode dizer que os três se fizeram homem) atinge a união hipostática e a profecia de Isaías. A impressão que dá é que o autor “ouviu o galo cantar, mas não sabe onde”. Por mais que se queira justificar tais afirmações com o fato da intenção do autor não ser teológica, ele insiste, como outros autores de livros metade cristãos-metade autoajuda, em colocar o Evangelho, a Palavra e a Igreja a serviço de sua idéia e objetivo e não o contrário.
- Depois, infelizmente, vem algo ainda pior, que fazemos questão de transcrever:
“- Mas, e todos os milagres? As curas? Ressuscitar os mortos? Isso não prova que Jesus era Deus… você sabe, mais que humano?
- Não, isso prova que Jesus é realmente humano.
- O que?
- Mackenzie, eu posso voar, mas os humanos, não. Jesus é totalmente humano. Apesar de ele ser também totalmente Deus, nunca aproveitou sua natureza divina para fazer nada. Apenas viver seu relacionamento comigo do modo como eu desejo que cada ser humano viva. Ele foi simplesmente o primeiro a levar isso até as últimas instâncias: o primeiro a colocar minha vida dentro dele (??) o primeiro a acreditar (??) no meu amor e na minha bondade, sem considerar aparências nem conseqüências. (Tal comentário, além de dizer que Jesus precisava da virtude TEOLOGAL da fé, deixa de fora todos os profetas, todos os patriarcas, João Batista, José e Maria. Desclassifica tudo o que Jesus fez, não somente os milagres, mas o milagre maior do amor de total entrega na Cruz e na Eucaristia).
- E quando curava os cegos?
- Fez isso como um ser humano dependente e limitado que confia na minha vida e no meu poder de trabalhar com ele e através dele. Jesus, como ser humano, não tinha poder para curar ninguém.” (p. 90). Este é mais um golpe inacreditável na união hipostática, mas consegue piorar no parágrafo seguinte:
“- Só quando ele repousava em seu relacionamento comigo e em nossa comunhão, nossa comum-união, ele se tornava capaz de expressar meu coração e minha vontade em qualquer circunstância determinada. Assim, quando você olha para Jesus e parece que ele está voando, na verdade ele está… voando. Mas o que você realmente esta vendo sou eu, minha vida nele. É assim que ele vive e age como um verdadeiro ser humano, como cada humano está destinado a viver: a partir de minha vida“(p. 90). Este é um dos sofismas mais disfarçados e sutis do livro, o que torna a afirmação aparentemente verdadeira para os mais distraídos, mas totalmente absurda para alguém mais atento: uma verdade – cada ser humano é chamado (não destinado!) e várias inverdades, a partir da primeira linha (então quer dizer que Jesus ora “repousava em seu relacionamento com Deus e Sua vontade, ora não??? Este raciocínio mentiroso é coroado com uma ultima inverdade: Jesus vive e age como verdadeiro ser humano. NÃO É ISSO o que Jesus quis dizer quando afirma que faz o que vê o Pai fazer, que aprendeu tudo do Pai, que Ele e o Pai são um! Jesus É totalmente homem e totalmente Deus e é um com o Pai, gerado, não criado, Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus Verdadeiro.
Em um dado momento, o mesmo Pai, que nos pede para não chamar o irmão de “Racca”, sob pena do fogo do inferno (Mt 5), diz:
“- Homens! algumas vezes são tão idiotas!”
Ele não podia acreditar.
_ Ouvi Deus me chamar de idiota? – gritou pela porta de tela.
Viu-a (”ela” é Deus) dar de ombros antes de desaparecer na virada do corredor. Depois ela (o “pai”) gritou em sua direção:
- Se a carapuça serve, querido. Sim, senhor, se a carapuça serve…”
CONTINUA, próximos posts…………………………………………..
Continuação destes artigos (análise, comentários, explicações e críticas sobre o livro A CABANA):
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gente to besta com o livro nao tinha lindo nada a respeito so vi uma vez uma moça lendo e fiquei curioso pra ler mais ja passou a vontade…muita blasfêmia …
Deus seja louvado…
o Irmão Glorificado…
e o Inimigo acorrentado!!
Que abssurdo!!!
Realmente quem não conhece a doutrina da Igrja católica e seus mistérios “cai” e acredita em abobrinha…Não sei como existe pessoas que preferem ler esses tipos de livros que se de “autoajuda” do que ler a Palavra de Deus que não volta em quanto produzir seus frutos.
Jesu converte o coração desse homem (Young)
Abrç.
Veio a calhar o ensaio de reflexao sobre este livro.
Fui presenteado com ele 3 vezes . A primeira achei ,intuitivamente, que nao deveria ler.
Das outras duas vezes , duas pessoas que sao muito maduras espiritualmente ( uma delas a priora do carmelo de fortaleza) me recomendaram vivamente o livro apesar das minhas objecoes.
Ainda nao tenho uma opiniao formada e portanto gostaria muito de escutar e ler uma reflexao serena e amadurecida sobre o assunto.
O primeiro que ganhei queimei, como outrora aprendi com um grande professor que tive de formacao basica ( numa piroresca noite que ele chutando o cesto de lixo da sala a caixa de giz do quadro negro veio abaixo, por cima da cara dele ehehehehehehe. Inesquecivel! Antologico!).
Espero ansioso a continuacao da analise nos posts seguintes.
Importante divulgar principalmente entre os jovens, tão atacados por absurdos deste tipo!!! A falsa imagem de Deus distorce todo relacionamento e experiência autêntica com a pessoa de Deus.
É isso aí Carmadélio, como vc sabe também li este livro, que com uma sutileza e astúcia impressionante, vai nos envolvendo lentamente, onde sem percebermos nos vemos cercados em verdadeiros embaraços, que esbarram em nossa fé católica. Além de todos estas heresias, é triste ver como a dita “trindade” (com “t” minúsculo mesmo), banaliza a Igreja, como se a Instituição esclesiástica e as normas (aqui entram os valores, os preceitos, e porque não as virtudes) fossem criações puramente humanas. Isso é um absurdo!!! Fico ansioso pelos novos posts para podermos ajudar as pessoas que inocentes, se deixam contaminar com leituras cativantes e destruidoras.
Obrigado pelo ensaio, Carmadélio, comentários seguros à luz da nossa fé. Vi uma jovem protestante lendo, a qual me incentivou muito a fazê-lo, mas, também intuitivamente, o fato de ela está gostando me deixou “com um pé atrás”! Agora digo que meus pés estão bem pra frente para “correr desta leitura” e espalhar que não precisamos ler para seguirmos Deus que tem em nós seu Templo e não cabana.
Estava acabano de fechar a compra desse livro, quando resolvir procurar o que alguns católicos comentavam sobre o mesmo,assim que acabei a pesquisa, lir essa materia vcs não acreditam,fique extremamnete chocado, pois o livro é uma inlusão mesmo onde eu estava caindo nas mãos do inimigo,agradeço a esse blog, que sob a luz do ESPÍRITO SANTO inluminou a minha mente.
Graças a Deus tive a curiosidade de ver esse comentario sobre esse livros que já esta em mãos para mim ler. E agora sabendo do do comentario do livro sobre o Católicismo não vou ler e nem passar para outra pessoa ler. Shalom.
Bom gente, alguém tem que esclarecer que o livro é uma Ficção, em nenhum momento tem pretensão de ser base para que se conheça a Trindade.
O importante na minha opinião é trazer todos próximos a Trindade, pois é claro que depois desta leitura as pessoas vão se interessar mais sobre a Trindade.
Não adianta querer aproximar através do conceito errado.
Se o que importasse é trazer para perto não teria ocorrido as dezenas de concílios (a começar pelo concílio de Jerusalém em Atos dos Apóstolos) condenando veementemente os conceitos errados.
Importa sim aproximar da Trindade, mas tendo consciência da verdade.
Como diz Bento XVI na sua nova encíclia Caritas in Veritate(n. 3): “Só na verdade é que a caridade refulge e pode ser autenticamente vivida”
Shalom
Rapaz… você já leu o “guardador de rebanhos” do Fernando Pessoa?
Já viu as pinturas misticas de santa Hildegarda von Bingen?
Já ouviu falar que o “castelo interior” de santa Tereza foi considerado suspeito, assim como os escritos do “Doutor Angélico”??? Você sabia que até o Evangelho de são João já foi considerado apócrifo por não ser igual aos sinóticos??? Chega de Index! chega de fogueiras de livros ou de pessoas! Eu acredito que Jesus se utiliza da Virtude TEOLOGAL da fé, sim! Pois ele tem Fé nas pessoas! Antes mesmo de termos fé nele… Muita paz, Muito amor!!!
Ampliando o debate à luz do comentário do Alexandre:
A Doutrina Católica é muito consistente e muito bem fundamentada, a partir dela pode-se (e deve-se) com tranquilidade e firmeza julgar qualquer obra,de ficção ou não,que entre dentro da área especifica que lhe compete(no caso a fé Católica) o Autor da obra usa imagens e conceitos da fé católica,deformando-as e colocando-as em confronto com a fé em seus pressupostos básicos,além de em alguns casos simplesmente negá-la.
A Análise do livro no blog se propõe a despertar o senso critico dos leitores,católicos em sua grande maioria e dá sua contribuição a nosso público.Não existe pretensão nenhuma de proibir (não é por aí..daí não ter sentido a referência á INDEX) mesmo porque não temos força para isso e mesmo que tivessemos não o faríamos)
As pessoas são livres para lerem o quiserem! e livres também julgarem algo como bom ou não segundo seus critérios.No nosso caso, lemos,não gostamos e partilhamos nossas impressões.Respeitamos quem pensa diferente,mas nos reservamos no direito de continuar a ter sérias restrições ao conteúdo do livro,não apenas baseados em nossa opinião subjetiva mas em nossa fé e naquilo que cremos!
PARABÉNS PELA INICIATIVA DE ESCREVER ESTE ARTIGO SOBRE O ESSE BENDITO LIVRO, PORQUE TEM MUITO IRMÃOZINHOAI ENGANADO, INCLUSIVE OS SHALOMITAS! EU NÃO CHEGUEI ALER O LIVRO, MINHA GERENTE LEU E ASSIM QUE COMENTOU SOBRE A TRINTADE PERCEBI A MALÍCIA QUERENDO DESFIGURAR O QUE HÁ DE MAIS SAGRADO! OBRIGADA CARMADÉLIO PELA SUA AJUDA, TÃO NECESSÁRIA! NO SHALOM DO PAI, MAURA
Louvo e bendigo a Deus pela vida de pessoas que não se intimidam em defender a fé e a Igreja Católica, alertando os irmãos sobre certos tipos de leituras, que não tem henhum cunho formativo e que a maioria das vezes tem como objetivo gerar dúvidas.O que as vezes me causa até risos é que só atacam a Igreja Católica.É isso aí Carmadélio, continue sendo esse guardião fiel da nossa Doutrina.Deus te abençõe!!!
Deus seja Louvado!
Entrei numa discussão com um site de venda católico por eles estarem divulgando esse livro.Surpresa fiquei qdo me disseram que quem indicou o livro foi uma cantora da nossa musica católica.
Parabéns Carmadelio…Seja sempre assim, dirigido pelo Espírito Santo, para defender nossa Igreja.
Fraterno abraço
Confesso que gosto muito de debater idéias novas nos mais diferentes âmbitos, mas, nesse caso, é bem esquisito. Até porque mexe com o mistério da Santíssima Trindade. Como é um mistério, não convém a nós, seres humanos, CRIARMOS idéias acerca do mesmo. Afinal, somos seres limitados e, muitas vezes, esses limites influenciam bastante em nossa imaginação. É preciso que estejamos, pois, muito firmados, para não deixarmos que a imaginação (a louca da casa, como diz Santa Teresa de Jesus), domine aquilo que temos de mais precioso – A VERDADE. Deus abençoe a todos!
Olá, eu li o livro a Cabana, e gostei muito do que li. Este livro, como foi dito, me ajudou a buscar mais sobre a fé na Trindade. E não esqueçamos que Deus salva, não pela religião, mas pelo coração. Sou católica e não tenho porque buscar outro caminho, pois me sinto muito bem orientada, mas não esqueçamos, a Igreja Católica já errou muito, já afastou muitas pessoas, e nós não somos os donos da verdade. E se as pessoas orassem mais na “Lectio divina”, não precisariamos destes comentários, que mais parecem uma brigas de religiões do que busca da pureza de coração. Espero que os católicos de hoje não sejam os fariseus da época de Jesus.
ola pessoal na verdade eu num entendi muito o que essa matéria quer nos mostrar, estou muito curioso e aberto a novos comentários se voce estiver algo que possa me ajudar a compreender mais a respeito desse assunto. muito obrigado que Deus os abençoei
esse é meu e-mail: emanuellucas_rsantos@hotmail.com
Quando li o livro achei incrivel, realmente me deixei levar pela hostória triste.
Isso foi bem esclarecedor.
Que deus abençoe
O livro “A Cabana” é de fato muito interessante e tem muitos pontos incríveis dos quais creio que jamais paramos para pensar.
Em primeiro lugar não mostra Deus como o “Senhor Durão e Vingativo” que muitos tem em relação a imagem de Nosso Criador!
Deus de fato é Amor e Justiça e isso não tem nada a ver com vingança e autoritarismo.
O livro também aborda um ponto verdadeiro: Deus não criou e de forma alguma criaria a religião!
Discordar disso chega ser herético!
Deus não criou a Igreja Católica ou qualquer outra Igreja que exista na Terra.
A Igreja a qual ele se refere somos nós, os seus filhos! A Bíblia mesmo diz que nosso corpo é o templo do Espírito Santo. Ora, é claro então que é nele que reside a adoração e culto ao senhor!
Deus odeia a religião!
Eu li e amei o livro!!! Nele fala de como o nosso relacionamento deve ser com o nosso Papai. Nós humanos que criamos paradigmas, conceitos de como deve ser o relacionamento com Deus, quando na verdade Ele quer que tenhamos cada vez mais intimidade com Ele. Deus se manifesta de diversas formas (lembrem-se, o Espírito Santo tem a sua multi-forme graça)podendo ser como um desconhecido, um amigo, de maneira que possamos o entender e Ele nos ajudar. Quanto aos milagres de Jesus, realmente creio que Jesus quando veio à terra Ele era totalmente homem, Ele mostrou que somos capazes de fazer tudo o que Ele fez e muito mais, só depende da nossa fé, e relacionamento com o Pai.A cada dia busco ter um relacionamento como Jesus, Moisés tiveram com Deus, Moisés por exemplo, falava com Deus como um amigo fala com o outro amigo,mas Ele queria mais e mais, queria ver a Sua face… recomendo á todos lerem : Os caçadores de Deus / Os descobridores de Deus; os dois do autor Tommy Tenney. Nele fala de como Deus anseia por pessoas que o buscam de todo o coração, buscam não as Sua mãos mas a Sua face, O buscam não só de ouvir falar, mas de com Ele andar.
Irmãos, cuidado com as heresias! A Santa Igreja Católica Apostólica Romana foi sim fundada por nosso Senhor Jesus Cristo! E a Igreja é sim detendora da verdade! Por mais que isso nos pareça estranho a primeira vista, porém basta um pouco mais de profundidade nos documentos da Igreja e isso se torna claro.
A paz.
Pessoal, sinceramente estes dias fui a um show do regis danese e ele foi questionado sobre sua musica estar tocando em rádio e locais onde frequentavam pessoas não cristas, a resposta dele foi que Deus havia lhe dado uma mensagem, que não importava o ambiente e as pessoas e sim que o mais importante é que ali elas estavam falando de Deus.
Tenho visto muitas conversas sobre o livro a Cabana e sinceramente grnade parte delas é unilateral assoiciada a um pensamento ou uma doutrina.
Eu entendo que olivro não é perfeito, o que é obvio, outro ponto é umlivro de ficcção, então não adianta ficar colocando restrições a personificação de Deus, o ponto principal e que deve ser avaliado com sabedoria, humildade e entendimento é que ele tem levado muitas pessoas a pensar em Deus e acreditar em Deus.
O livro tem muitas coisas boas, não dá pra ficar levantando situações contrárias.
Ouvi dizer maravilhas do livro, li os comentários de leitores, comprei e… decepção total. Se você espera um historinha “aguinha com açúcar” sobre um tema religioso, este é seu livro, mas se você, como eu, esperava um embate filosófico, questionador, com algumas doses de niilismo esqueça esse livro que, em alguns momentos parece ter sido escrito para criancinhas em início de catequese! Chega a dar náusea do diálogo altamente infantilóide entre o personagem e as entidades religiosas. Aquele lance de o personagem chamar deus de papai chega a dar gastura de tanta pieguice… Arrrrggg
Eu li o livro,fui iludida pelo relacionamento que mack conseguiu ter com a “trindade”, apesar de ter me sentido incomodada com a forma que “deus” falava da Igreja. Serviu para eu perceber o quanto o mundo prega peças com aqueles que estao despreparados. Acho que a comunidade poderia escrever um livro que confrontasse todos esses livros e suas ideologias renunciáveis.
Não faço parte de nenhuma estrutura religiosa de massa dominante. E eu não creio, não por ser criança, muito pelo contrário, porque sou adulto e como adulto me recuso a acreditar no improvável, no subjetivo, no exoterismo superficial vigente. Isso seria um atentado a minha condição de ser humano, pensante, racional. Comprei o livro na expectativa de que o autor seguiria essa linha de pensamento racional, questionadora das “loucuras” e “esquizofrenias” religiosas, mas é lógico que o autor, para ter seu livro nas estantes dos Best Seller, teria que escrever um texto que deixa a “massa” babando confortável em seu próprio fanatismo religioso.
cara to chocado eu ja tinha ouvida falar
mas nao sabia que contavam tantas mentiras
quem nao conhece a doutrina
com certeza é enfluenciado
esse livro e totalmente anti-cristão… minha mãe tava querendo ler ele, mais meu coordenador de ministerio disse que tinha visto uma pessoa comentando sobre este livro.. merece ser queimado … foi inspirado nas artes obuscuras.. merece vou tar pra lá..
Louvado eja o Nosso Senhor Jesus Cristo! Para semper Seja Louvado!
ola carmadelio eu ja tinha ouvido uma pragaçao sua la no encontro de jovens shalom.voce esta totalmente certo esse livro a cabana fere muito nossa fe .esse livro deveria ser qeimado como disse um dos qe comentaram.qe pena qe ha muitos jovens qe aderem a esse tipo de literatura..
fika com deus qe ele pela intercessao da virgem mariate cubra de bençaos………
Glória a Deus que consegui ver este blog, pois meu padrinho que é ministro de eucaristia me recomendou este livro e fiquei curiosa e ao mesmo tempo com medo de ler!Dei ate de presente este livro. me arrependo e vou pedir para a pesso a queimar.
não li, mais percebo que não acrescenta em nada, tambem precisamos ter cuidado, pois ja estamos vivendo a nova era como a anos atras mosenhor Jonas profetisava. uma mentalidade sorrateira de homosexualismo,feminismo e dsvalorização da igreja.Não indico a niguem.Obrigado Shalow,vocês são sinal para nós.
Esse Carmadélio se garante!!!!!Uma colega minha,que por ventura é espírita e detesta o shalom,disse que me daria o livro de presente se eu passasse no vestibular.Direi a ela que não precisarei dele.Obrigada pela sua presença constante.Continue sempre abrindo os olhos daqueles que buscam a DEUS!!!!!!!
Carmadélio, quero dizer, da importância deste blog, com tanta formação maravilhosa, que antecipa o que é bom, o que é belo. O que constroe e nos forma. Ja tinha ouvido comentários sobre esse livro. Despertei interesse, porém não cheguei a ler. Agora não preciso mais.
Deus abençõe sua vocação, seu ministério. Estarei rezando por toda a Obra Shalom.
Shalom!!
A principio resisti à leitura deste livro, não pelos comentários, mas pelo inicio da leitura que achei bastante maçante… Cheguei a ganhar três exemplares de presente, comprei dois e presenteei alguns e por fim resolvi ir até o fim da leitura…
Então pude concluir que o autor, tenta apresenta aos leitores o Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo de uma forma simples até mesmo imaginaria, pois Deus é invisível por escolha própria, e desta forma ele apresenta a Trindade… Inicia com uma historia trágica e infelizmente natural ao dias de hoje, tirando uma grande lição de toda essa dor fazendo-nos enxergar o que faria Jesus… Melhor dizendo… O QUE FARIA NÓS NO LUGAR DE JESUS… Diante de todo mal que vivemos e fazemos hoje… Afinal, nós somos o Bem ou Mal e por falta de conhecer verdadeiramente o Bem que está disponível a cada um de nós… Muitas vezes escolhemos fazer o Mal que procede do deus desse século e sabemos bem quem ele é…
Entender a Lição que o autor quer nos mostrar é para muito poucos… Pois existem verdades simples, porem reveladas somente pelo Espírito Santo de Deus… E Deus nesses Últimos dias tem tentado nos alertar para as coisas simples porem Importantes que O revela…
Poderia dizer que nesses Últimos dias, Deus tem feito a MULA falar… Assim como foi com Balaão. E para fazer desse meu comentário final, concluo com Apocalipse 3:13 que nos diz: Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
Parabéns ao autor por tentar revelar a simplicidade de Deus Pai, Filho e Espírito Santo.
A literatura so autor é fantástica, mas, teologicamente, no que diz respeito a Deus ele brinca muito, aqui Deus é apresentado de forma grotesca, caricatural…
1) Realmente Deus pai se manifesta sob a forma de uma mulher negra e enorme de gorda com o propósito de facilitar a aceitação de Mack, que fora sistematicamente agredido por seu pai na infância e não conceguia conceber a idéia de um pai amável, principalmente Deus, a quem Mack culpava por não tê-la protegida da morte por um psicopata. As marcas nas mãos das três entidades que se manifestaram, são de um Deus que ao mesmo tempo é três. O autor dividiu Deus em 3 para ao longo do livro tentar explicar a santíssima trindade, que não é nada fácil de se entender.
2) Funk foi somente ilustrativo, podia se sertanejo ou polka. Na história, Deus ainda justifica: “…eu ouço tudo e não somente música propriamente dita…”. Deus ouve louvores, lamentos, desabafos, ira, tudo! É lógico, Ele é onisciente caramba! E estou partindo do princípio que eu não precise explicar a diferença entre escutar e ouvir.
3) Deus ter se revelado como pai e não como mãe: quando li, também achei esdrúxulo. Aí sim, achei o autor sofismático (uma palavra bonita para “embromêichon”). O mesmo para o comentário da página 89. CUMA??
4) Ainda falta 1/4 do livro para ler. Acho um romance gostoso e envolvente, mas sem dúvida, não acho que lhe deva ser cobrada a responsabilidade de uma bíblia. O problema, certamente, é a interpretação dos leitores.
Sou Cristão e fico triste porque assim como os evangélicos(como eu) criticam tudo que não pertence sua corrente cristã, da mesma forma percebi essa análise de A Cabana. Primeiro não podemos esquecer de que se trata de uma ficção, não se trata de um livro teológico. Concordo mas que se pareça um livro infantil, água com açucar, mas que tinha pretenção de desmerecer a Santa Igreja, ou a Trindade… tenha santa paciência… é querer catá piolho em cabeça de prego!. Abraço
Sou catolica e comecei ler o livro A cabana por curiosidade, por estar na relaçao dos mais lidos, bla,bla bla!
No inicio achei o livro bem envolvente e confesso que me emocionei em alguns momentos….
Mas quando o livro começa a descrever a saga do Mack com a santissima trindade…. pronto!
Achei totalmente sem nexo, E Deus se apresentando como uma mulher? (sem citar outro monte de contradiçoes que percebi!)
Mas como o ESPIRITO santo ( o vrdadeiro) sopra e age onde quer, Ele me deu maior discernimento na continuidade da leitura do livro.
Continuei a le-lo sob a ótica da fé catolica e realmente o que pude perceber foi um verdadeiro festival de heresias e sofismos.
Amei esta materia, carmadelio!
Ela so veio reforçar minha opiniao sobre este livro.
Temos sim que denunciar o aue fpr contra nossa convicçao religiosa.
Que Deus, continue agindo em voce!
olá Carmadélio…
recentemente fui em umas das maiores lojas de artigos e livros católicos, as Paulinas e lá está vendendo como destaque o livro A CABANA. E ai? Até mesmo no nosso meio Católico o livro está sendo intensamente indicado. Andei conversando com algumas pessoas q leram este livro e todos vieram falar q este livro é excelente pra quem não consegui perdoar…enfim este livro está sendo um grande desafio em nosso meio!!!
Shalom…
É muito sério msm. A minha professora de Religião(na qual é catequista), chegou na sala de aula e disse que nós católicos somos POLITEISTAS.Eu fiquei assustada e falei que não , nós somos monoteistas, ou seja , adoramos um só Deus(a santíssima trindade).No outro dia ela me mostrou o livro e disse que se espressou mal. Isso é muito sério precisamos rezar para não cairmos nessas ciladas!
Sinceramente… Vamos voltar aos tempos das Cruzadas!!! Daí pra gente começar a se matar, falta muito pouco!!!
Cruzadas?
No fundo estamos desacostumados com a clareza de posição e nos chocamos quando as coisas são apresentadas com segurança.Isso não quer dizer necessariamente que estejamos absolutamente certos, mas sinaliza segurança de posição e convicção, atitudes que nosso mundo “geléia” rejeita frontalmente.
Na Sociedade em que vivemos a mentalidade relativista nos deixa com a falsa sensação de culpa de parecer radical ou intransigente, como se ter opinião formada e defender essa posição revelasse um “chiita” ou fundamentalista..Ou um conservador, como se isso fosse ruim e negativo.
Quem foi que disse que conservadorismo e fechamento intelctual são sinônimos? quem foi disse que não é possível observar tudo e ficar com o que é bom, como nos diz São Paulo?
Em nome do politicamente correto (Conceito marxista que tenta nivelar os comportamentos e atitudes dentro de uma neutralidade e de uma aceitação social que não manifesta as naturais diferenças que existem no mundo, que rejeita opinão diferente da maioria e sugere, em nome desta “correção”, sacrificar a verdade.) MUITAS VEZES passa-se por cima de coisas que são conceitualmente erradas.
A critica ao Livro é nesta direção.Tem coisa boa e MUITA coisa ruim..
Pessoal, pra quê buscar conhecer em fontes duvidosas o que a Igreja já ensina com tanta clareza? Existem tantos Santos que escreveram sobre a Trindade, místicos como Elisabeth da Trindade, por exemplo, que falaram de maneira clara e bela sobre seu relacionamento com a Trindade, sem recorrer a alegorias grotescas, mais frutos da carne do que de um entendimento espiritual, como se vê em tantas “obras literárias” hoje. Tem também o Catecismo, de linguagem acessível a todos, que relaciona doutrina com as passagens bíblicas a que se refere. Tantas fontes ricas e fazemos questão, infelizmente, de nos conformar com as migalhas e, ainda pior, brigar por elas…