A Cabana, Parte III- Final

VI. IGREJA E “MÁQUINA RELIGIOSA” – PURIFICAÇÃO DA CRIAÇÃO – AFIRMAÇÕES TÍPICAS DA MENTALIDADE ANARQUISTA DA NOVA ERA MISTURADAS COM VERDADES DE FÉ

As afirmações das passagens a seguir são tão absurdas que dispensariam comentários. Entretanto, como é possível que alguém tenha lido e não tenha reparado, vamos colocá-las em negrito.

Jesus diz a Mack:

“- Bom, Mack, nosso destino final não é a imagem do Céu que você tem na cabeça. Você sabe, a imagem de portões adornados e ruas de ouro. O céu é uma nova purificação do universo, de modo que vai se parecer bastante com isso aqui. (Esta afirmação é de cunho espírita e totalmente contrária à fé cristã católica e à Palavra)

- Então que história é essa de portões adornados e ruas de ouro? (veja que ele fala da Palavra não como a verdade, mas como algo que pode ou não pode ser verdadeiro).

- Esta, irmão – começou Jesus, deitando-se no cais e fechando os olhos por causa do calor e da claridade do dia -, é uma imagem de mim e da mulher por quem sou apaixonado. (…) É uma imagem da minha noiva, a Igreja: indivíduos que juntos formam uma cidade espiritual com um rio vivo fluindo no meio e nas duas margens árvores crescendo com frutos que curam as feridas e os sofrimentos das nações. Essa cidade está sempre aberta e cada portão que dá acesso a ela é feito de uma única pérola (…) Isso sou eu! (…) Pérolas, Mack. A única pedra preciosa feita de dor, sofrimento e, finalmente, morte. (alguém precisa informar ao autor que a pérola não é uma pedra preciosa. Entretanto, pode ter sido erro de tradução do “gem” em inglês. Em todo caso, aqui temos outro clichê tipicamente evangélico e por vezes útil para o primeiro anúncio).

- Entendi. Você é a entrada, mas… Você está falando da Igreja como essa mulher por quem está apaixonado. Tenho quase certeza de que não conheço essa Igreja (…) Não é certamente o lugar aonde eu vou aos domingos. (…)

-Mack, isso é porque você só está vendo a instituição que é um sistema feito pelo ser humano. (Jesus fundou, sim, a Igreja como instituição e também como hierarquia ao nomear Pedro chefe da Igreja em Mt 16) Não foi isso que eu vim construir. O que vejo são as pessoas e suas vidas, uma comunidade que vive e respira, feita de todos que me amam e não de prédios, regras e programas. (não parece uma alusão clara ao Vaticano, às paróquias e aos programas pastorais das Igrejas Evangélicas?)

“Mack ficou meio abalado ouvindo Jesus falar de ‘igreja” desse modo, mas isso não chegou a surpreendê-lo. De fato, foi um alívio.

- Então como posso fazer parte dessa Igreja? Dessa mulher pela qual você parece estar tão apaixonado?

- É simples, Mack. Tudo tem a ver com os relacionamentos e com o fato de compartilhar a vida. (…) Minha Igreja tem a ver com as pessoas e a vida tem a ver com os relacionamentos. Você pode construí-la É meu trabalho e, na verdade, sou bastante bom nisso – disse Jesus com um risinho. (Em outras palavras, o “Imagine” relativista de John Lennon. Novamente, verdade e inverdade se misturam e enganam os menos atentos)

Para Mack essas palavras foram como um sopro de ar puro! Simples. Não um monte de rituais exaustivos e uma longa lista de exigências, nada de reuniões intermináveis com pessoas desconhecidas. Simplesmente compartilhar a vida. (todo amor à Igreja, toda doação de vida, todo sacrifício, ficam, assim, destruídos)

(…) Quer dizer, acho que o modo como vocês (a “trindade”) são é muito diferente de todo o negócio religioso em que fui criado e com o qual me acostumei. ( o “negócio religioso”chamado Igreja é arcaico a ponto de toda a sociedade “se acostumar”com ela. É isso o que ele insinua? Pois o “negócio” religioso (provavelmente foi utilizada a palavra “stuff”, que quer dizer “falação sem conteúdo”, mas não tenho o original inglês) , vai agora virar uma “máquina”, veja abaixo)

- Por mais bem-intencionada que seja, você sabe que a máquina religiosa é capaz de engolir as pessoas! – disse Jesus, num tom meio cortante. – Uma quantidade enorme das coisas que são feitas em meu nome não têm nada a ver comigo. E frequentemente são muito contrárias aos meus propósitos. (A Igreja é uma dessas coisas? É isso o que parece insinuar)

- Você não gosta muito de religião e de instituições? – perguntou Mack sem saber se estava fazendo uma pergunta ou uma afirmação.

- Eu não crio instituições. Nunca criei, nunca criarei (!!!!)

- E a instituição do casamento? (Mack tem razão de perguntar, pois no ritual do casamento é dito explicitamente que ele é a única instituição criada por Deus antes do pecado original e que sobreviveu a ele! Como resposta, “Jesus” vai mais uma vez contrapor instituição a relacionamento, em uma afirmação muito típica do caos pregado pela Nova Era).

- O casamento não é uma instituição. É um relacionamento (…) Como eu disse, não crio instituições. Essa é uma ocupação dos que querem brincar de Deus. Portanto, não, não gosto muito de religiões e também não gosto de política nem de economia. (Impressionante a capacidade do autor de não aprofundar nenhum assunto mas, pelo contrário, criar sofismas que, unidos a verdades bíblicas, confundem as pessoas, como neste caso, a partir do qual se pode afirmar: acabou-se o relacionamento, acabou-se o casamento, o Papa, os bispos e padres estão criando instituições e brincando de Deus. Não falam em nome Dele e tudo o que fazem faz parte da “máquina religiosa”, inclusive a liturgia, os sacramentos, a pregação.)

A expressão de Jesus ficou notavelmente sombria.

- E por que deveria gostar? É a trindade de terrores criada pelo ser humano que assola a Terra e engana aqueles de quem eu gosto. Quantos tormentos e ansiedades relacionados a cada uma dessas três coisas as pessoas enfrentam? ( “Jesus” coloca no mesmo plano, em um plano trinitário, isto é onde os 3 são iguais mas diferentes, a economia, a política e a religião !!!!! e as chama de “trindade de terrores” que trazem tormentos e ansiedades às pessoas!!!!!! A Igreja não é mais instrumento de salvação, a política e economia não são mais maneiras de implantar a justiça e amor divinos!!! É a anarquia geral da geração de 68 atacando de Nova Era, de relativismo, de hedonismo, é o caos!)

(…)

- Falando de modo simples, religião, política e economia são ferramentas terríveis que muitos usam para sustentar suas ilusões de segurança e controle. As pessoas têm medo da incerteza, do futuro. Essas instituições, essas estruturas e ideologias são um esforço inútil de criar algum sentimento de certeza e segurança onde nada disso existe. É tudo falso! Os sistemas não podem oferecer segurança, só eu posso. (novamente, uma verdade – “só eu posso”- misturada a um monte de inverdades contrárias ao Evangelho, à história da Igreja, à noção de santidade e ao papel transformador do cristão no mundo. Além, claro, da falsa idéia de liberdade que perpassa o livro inteiro e que chega ao seu cume na conversa com Sofia, onde se misturam idéias muito boas sobre julgamento e perdão com idéias absurdas sobre liberdade, reforçando a idéia de liberdade que o Pai coloca no início do livro).

A liturgia não fica fora das críticas de “deus”:

“- Nada é um ritual, Mack.”(p. 194)

“- Nada é um ritual, Mackeinze.” (p. 204), além de várias outras afirmativas que criticam o rito e o ritual e a oração que os segue. Infelizmente, não os anotei todos.

VII. A INEXISTENCIA DE REGRAS E A NECESSIDADE DE ENTENDER PARA ACREDITAR (ANARQUISMO – NOVA ERA + ILUMINISMO – ESPIRITISMO) – ECO DO “IMAGINE’ DE JOHN LENNON?”

O horror a instituições e sistemas, da autoridade e obediência, leva também à afirmação de que regras são desnecessárias, ainda que estejam na Bíblia!

Em companhia do Espírito Santo (Sarayu), Mack ouve dele as seguintes palavras:

“- Mackenzie! Seu tom era de censura, as palavras voando com afeto – a Bíclia não lhe diz para seguir regras. (Qual é mesmo a Bíblia dela???) Ela é uma imagem de Jesus (?? – é isso o que diz a Dei Verbum, o último Sínodo da Palavra, o Catecismo? A Palavra não é imagem de Jesus. Ela É Jesus. Acontece, como veremos depois, que o livro trará todo um discurso de meta-linguística onde toda a “trindade” se autodenomina verbo!!!!!! São João Evangelista nos acuda!)

(…)

- É verdade que os relacionamentos são muito mais complicados do que as regras, mas as regras nunca vão lhe dar as respostas para as questões profundas do coração. E nunca irão amar você. ( Eis uma pérola de anarquismo, de egoísmo, de centralização em si, de anti-Evangelho)

(Na seqüência da conversa, “a” Espírito Santo nos presenteia com mais uma pérola da arte de sofismar)

- Mackenzie, a religião tem a ver com respostas certas e algumas dessas respostas são de fato certas. Mas eu tenho a ver com o processo que leva você à resposta viva e só ele é capaz de mudá-lo por dentro. Há muitas pessoas inteligentes que dizem um monte de coisas certas a partir do cérebro porque aprenderam com alguém quais são as respostas certas. Mas essas pessoas não me conhecem. Assim, na verdade, como as respostas delas podem ser certas, mesmo que estejam certas? - Ela sorriu.- Ficou confuso? Mas pode ter certeza: mesmo que possam estar certas, elas estão erradas. (Vê-se aqui, a total separação entre o poder do Espírito Santo e a Igreja. Ele não é a alma da Igreja, cujos “chefes” e “teólogos” dão respostas certas sem conhecer o Espírito Santo, o que torna todas as suas respostas erradas! Que sofisma admirável! A religião não tem nada a ver com a verdade!!! O Espírito não guia a Igreja, que é guiada por homens inteligentes que, por não o conhecerem, se tornam erradas em toda busca da verdade! Vejam a resposta de Mack e pasmem)

- Entendo o que você está dizendo. Eu fiz isso durante anos, depois da escola dominical (catecismo). Tinha as respostas certas, algumas vezes, mas não conhecia vocês (!!!!!!!)

(…)

- Então verei você de novo? – perguntou Mack, hesitando.

- Claro. Você pode me ver numa obra de arte, na música, no silêncio, nas pessoas, na Criação, mesmo na sua alegria e na sua tristeza. (…) E você irá me ouvir e me ver na Bíblia de modos novos. Simplesmente não procure regras e princípios. Procure o relacionamento. Um modo de estar conosco.

Ainda sobre regras e comportamento:

Após dar uma adequada explicação da gratuidade do amor de Deus, Jesus novamente coloca no contexto uma idéia inadequada: “Isso deve trazer um grande alívio porque elimina qualquer exigência de comportamento. (e também de gratidão, de amor gratuito e agradecido a Deus, de louvor, de amor como prova de amor, de amor como conseqüência da fé e da esperança!)

Em seguimento à mentalidade anarquista e relativista contrária a regras, o “espírito santo” nos presenteia com um outro sofisma que sabe Deus de onde vem:

- Por que você acha que criamos os Dez Mandamentos?

(…) – Acho, pelo menos foi o que me ensinaram, que é um conjunto de regras que vocês esperavam que os humanos obedecessem para viver com retidão e em estado de graça perante vocês.

- Se isso fosse verdade, e não é – respondeu Sarayu -, quantos você acha que  viveram com retidão suficiente para entrar em nossas boas graças?

A partir daqui o “espírito santo” começa a despedaçar a doutrina paulina sobre a Lei e a graça:

- Na verdade, só um conseguiu: Jesus. Ele obedeceu a letra da lei e realizou completamente o espírito dela. Mas entenda, Mackenzie, para fazer isso, ele teve de confiar totalmente em mim e depender totalmente de mim.

- Então por que vocês nos deram esses mandamentos?

- Na verdade, queríamos que vocês desistissem de tentar ser justos sozinhos. Era um espelho para revelar como o rosto fica imundo quando se vive com independência. (esse foi, de fato, aproximadamente, um dos efeitos da Lei, como diz o próprio Paulo, em Romanos. Entretanto, não foi por esta razão que nos foram dados os 10 mandamentos, como bem sabemos)

- Mas tenho certeza de que vocês sabem que há muitos que acham que se tornam justos seguindo as regras.

- Mas é possível limpar o rosto com o mesmo espelho que mostra como você está sujo? Não há misericórdia nem graça nas regras, nem mesmo para um erro. Por isso Jesus realizou todas elas por vocês para que elas não tivessem mais poder sobre vocês. (Senhor, tem piedade de nós e consola São Paulo).

(…) – Está dizendo que não preciso seguir as regras?

- Sim. Em Jesus você não está sob nenhuma lei. Todas as coisas são legítimas. (E a lei do amor que Jesus veio trazer? Se faz todas as coisas legítimas, não é amor!!! Aqui, Romanos é contradito de forma apavorante)

- Não pode estar falando sério! – gemeu Mack.

- Criança – interrompeu papai -, você ainda não ouviu nada.

- Mackeinzie – continuou Sarayu-, só tem medo da liberdade os que não podem confiar que nós vivemos neles. Tentar manter a lei é na verdade uma declaração de independência, um modo de manter o controle. (repare, que noção errônea de liberdade!)

-É por isso que gostamos tanto da lei? Para nos dar algum controle? – perguntou Mack.

- É muito pior do que isso – retomou Sarayu. – Ela dá o poder de julgar os outros e de se sentir superior a eles. Vocês acreditam que estão vivendo num padrão mais elevado do que aqueles a quem vocês julgam. Aplicar regras, sobretudo em suas expressões mais sutis, como responsabilidade e expectativa, é uma tentativa inútil de criar a certeza a partir da incerteza. E, ao contrário do que você possa pensar, eu gosto demais da incerteza. As regras não podem trazer a liberdade. Elas têm o poder de acusar. ( o “espírito santo” conseguiu transformar a Lei de Moisés em um conjunto de regras. Talvez ele ignore o que diz o profeta, que Deus nos daria um coração de carne e meteria Seu Espírito em nós para que cumpríssemos suas leis com a facilidade dos que O amam! Como se não bastasse, denomina como “regras sutis” a responsabilidade e expectativa. Aproximando-se ainda mais do absurdo, diz que gosta demais da incerteza. Ora, pelo que a Bíblia nos ensina, o Salvador foi prometido desde o pecado original, veio no “tempo oportuno, ou propício”, virá no final dos tempos e nos deixou também no Novo Testamento, uma série de promessas,orientações de responsabilidade quanto à salvação de nossas almas e da humanidade inteira. Por séculos os judeus profetizaram com grande expectativa a vinda do Messias e a esperaram intensamente. O absurdo chega ao cume quando afirma que as regras não podem trazer a liberdade (oposto do que nos ensina a Igreja e a Palavra) e que têm o poder de acusar, quando São Paulo, ao falar no assunto, dizem que elas têm a finalidade de nos fazer ver o mal)

- Uau! De repente Mack percebeu o que Sarayu haivia dito. – Está dizendo que a responsabilidade e a expectativa são apenas outra forma de regras? Ouvi direito?

Em seguida, “a trindade” entra em uma conversa que tem relação sofismática intensa com a noção cristã de Verbo (que aplica às 3 pessoas) e de substantivo. Tal sofisma remete às religiões orientais, assim como a neuro e meta- lingüística

Em um ataque de fundamentalismo, o “espírito santo” afirma:

“por isso, você não encontrará a palavra responsabilidade nas Escrituras” (!!!) (…) A religião usa a lei para ganhar força e controlar as pessoas de que precisa para sobreviver. Eu, ao contrário, (desta vez, é o “espíritosanto” quem se opõe à religião) dou a capacidade de reagir e sua reação é estar livre para amar e servir em todas as situações. (parece lindo? Veja o que vem a seguir neste jogo sofismático de verdade/mentira/verdade/mentira) (…) Como sou sua capacidade de reagir livremente (novo nome do Espírito Santo????? “espírito santo à la Nova Era?), tenho de estar presente em vocês. Se eu simplesmente lhes desse uma responsabilidade, não teria de estar com vocês. A responsabilidade seria uma tarefa a realizar, uma obrigação a cumprir, algo para vencer ou fracassar.

Caso você queira encontrar outro raciocínio sofismático fantástico para “provar” o erro, leia o que diz o “espírito santo” sobre a amizade, a prontidão, a responsabilidade, a liberdade, o relacionamento, o julgamento, as expectativas dos outros sobre você, que terminam com uma afirmação aparentemente correta do “pai:”

“- Querido, eu nunca tive expectativas com relação a você nem a ninguém.(e o “sede santos”, que vem desde o AT e é repetido por Jesus, acrescentando uma medida imensa: “sede santos como o Pai é santo“???) A idéia por trás disso exige que alguém não saiba o futuro ou o resultado e esteja tentando controlar o comportamento do outro para chegar ao resultado desejado.(por vezes, penso que Young tem uma neurose sobre controle e sobre liberdade, o que o leva a dizer absurdos com relação ao que a Igreja e a Palavra dizem sobre elas) Os humanos tentam esse controle principalmente por meio das expectativas. Eu o conheço e sei tudo sobre você. Por que teria uma expectativa diferente daquilo que já sei? (como bom relativista e iluminista, coloca o conhecimento acima de tudo, o experimental como base do conhecimento) Seria idiotice. E, além disso, como não a tenho, vocês nunca me desapontam. (Pecado??? O que é isso???)

A conclusão mais simples é que o livro não é adequado para ninguém, pelo menos não para cristãos que amem a Deus e levem a sério a Palavra, a Igreja, o mistério da Trindade.

Além do que foi escrito acima, o livro prima pela dessacralização da Trindade e da liturgia. Desautoriza igualmente o Magistério, a Igreja, os Sacramentos e a ordem social.

Segundo a contracapa e a introdução, tem por objetivo mostrar o sentido da vida e ajudar a passar por momentos de tristeza e angústia. É de admirar, pois além de não fazê-lo, usa a maior parte de seus capítulos para a descrição da “trindade” e seus “pensamentos”.

A versão, amplamente divulgada e com cara de marketing, de que Mack relata uma experiência de Deus não é, nem um pouco verdadeira e torna-se, mesmo, anacrônica quando colocada frente a frente com o que diz a Palavra, os santos, os doutores da Igreja.

Acrescento o comentário de duas conhecidas minhas sobre o livro:

- Não agüentei ler todo. Fez uma confusão enorme em minha cabeça.

- Li por ler. O livro não me acrescentou nada.

Ambas as senhoras têm cerca de 45 anos, são cristãs não engajadas e “apenas” vão à missa aos domingos.

………………………………………………………………………..
Trechos anteriores deste artigo (análise, comentários, explicações e críticas sobre o livro A CABANA):

  1. Sobre o livro A Cabana
  2. Sobre o livro A Cabana – parte II
  3. Sobre o livro A Cabana – parte III

Cabana

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27 comentários para “A Cabana, Parte III- Final”

  1. Arnaldo (obra Shalom Recife) disse:

    hehehhh esse último post foi, com certeza, o mais engraçado!!
    quase não me aguentei de rir com os comentários!! xDD
    apesar de no começo ter percebido uma certa implicancia do comentarista com o autor… vcs peceberam?
    bem q ele podia ser mais misericordioso no entendimento dos textos, neh?! aff, o livro já se mostrou repulsivo o bastante pra mim…
    mas tipo, o que eu fiquei mais impressionado foi com o relativismo discarado (não acho que ele tentou disfarçar mesmo) me comoveu!!
    fico pensando nas pessos que ingeriram tudo isso… é sério! é impressionante!! Penso em quantas pessoas num saíram totalmente anti-evangelizadas desse jeito!! Se um dia já tinham ouvido falar de Deus, agora esqueceram foi é tudo!!
    e num é que eu fiquei me perguntando qual seria o final desse livro!!
    pois bem que não ficaria muito espantado se no final o Mack não fosse um suicida!! xD
    (brincadeiras à parte…)
    Shalom!! até!

  2. Luciana (Vocacionada Shalom Florianópolis) disse:

    Como eu disse, o que sei do livro conheci aqui, pelos trechos apresentados e comentários feitos a cerca dos mesmos.
    Bom, com relação a regras, Jesus, quando se fêz homem, nos ensinou muitas coisas. Existe ensino, sem regras? Eu desconheço educação sem regras.
    O que Jesus nos ensinou, sobre tudo foi a amar.
    Nos ensinou a perdoar. E nos ensinou a evitar o erro.
    Ele disse sempre. Vá e não peque mais. Teus pecados estão perdoados.

    Não vejo como esse livro possa ser encarado como de auto-ajuda. Ele na verdade cria uma tremenda confusão na cabeça de todo mundo! Alguém que realmente viva o que prega, ou seja, o católico praticante, o espírita praticante, o evangélico praticante, o espiritualista praticante, o seguidor de seita praticante, vai aloprar com a miscelânea que esse moço criou!

    Ele conseguiu a proeza de criar uma fusão geral de tudo, que não se encaixa em absolutamente nada! (Isso analisando os trechos descritos e comentários, não posso afirmar com propriedade, pois não li o livro).

    Os livros de auto-ajuda, no geral, tem o propósito de auxiliar a pessoa a se organizar, e iniciar um caminho no qual a pessoa irá rumo a solução de um problema.

    Quem lê o livro, se o livro realmente for o que está descrito nestes posts, faz o contrário.

    É um livro de literatura na verdade. Embarca na ficção quem quer. Interpreta não uma realidade, mas uma idéia de que o autor tem da vida, e do sobre natural.

    Realmente não é o tipo de livro que eu curto.

  3. Mafra disse:

    Ainda não li o livro inteiro, e nem cheguei na parte que você tanto critica e compara com “coisas” que vemos em nosso mundo.
    Acredito realmente que religião, política e economia são uma trindade de terrores que assolam e afastam as pessoas de Deus.
    Você, que parece conhecer toda a Bíblia, já leu Ato dos Apóstolos?
    Lá precisavam de algum destes pilares? Não, apenas o testemunho dos milagres de Jesus enquanto esteve aqui e o testemunho de fé dos apóstolos já era o bastante para viverem como irmãos em uma grande família/comunidade.
    Não havia nenhuma relação de Poder de uns sobre os outros. Isso começou a surgir, e deu origem a política, economia e até religião quando alguém se preocupou em ter mais do que precisava, e precisava se justificar para num primeiro momento tomar posse do excedente, e mais tarde dominar os que buscavam somente o bem comum para si e para os outros.
    A Igreja, na época dos feudos, não tinha 2/3 das terras? Ela vendia o perdão e “terrenos no céu”… Foi graças à essa postura da Igreja que surgiu a Reforma Protestante, pois a Igreja considerava pecado acumular riquezas, e era o que os burgueses queriam e com a criação do Protestantismo, estariam liberados para aumentar mais e mais suas fortunas. E isso se estende até hoje… A religião que o Kaká frequenta: recebe o dízimo dele, os fundadores estavam presos nos EUA tentando entrar com dólares não declarados, e o prédio em SP desmoronou e matou vários. O que fazer? O Kaká tem alguma culpa? Claro que não, mas sim os que “fundam religiões no fundo do quintal”, de acordo com os interesses das pessoas, e logo ganham inúmeros adeptos simpatizantes.

    Claro que respeito todos os Sacramentos, a Palavra e tudo o que cultuamos e que nasceu do sangue derramado do lado de Jesus, mas este livro tem como ponto positivo levar as pessoas à reflexão: quem é Deus, este Deus que não está lá longe no céu, mas junto conosco sempre, e a Santíssima Trindade é esta relação de amor para que Todos sejam um.

  4. Diego Ribeiro disse:

    Olá!

    Engraçado como hoje estamos cheio de falsas ideologias, realmente é um perigo quando se tem falta de instrução, certos conceitos passam despercebidos.

    O livro é uma falcatrua, aparentemente, ele se aparenta maravilhoso, cheio de boas intenções, mas na realidade, quem deposita crédito ao que está escrito acaba se afundando. De início, eu o havia considerado interessante, com uma perspectiva diferente da Trindade, mas vi que quando questionou-se sobre a existência da Igreja, da Insituição, resolvi pesquisar e acabei encontrando esta resenha sobre o livro. Não recomendo, não passem adiante, antes de gastar o seu dinheiro trabalhado com esta porcaria em capa bonita, compre um 1kg de arroz ou um prato de comida e dê a um mendigo, certamente seu dinheiro será muito mais bem aproveitado!

    Um grande abraço,
    A Paz do Jesus Verdadeiro e Vivo estejam com vocês, não este “deus” que a Nova Era que vender. “Sede sóbrios e vigiai.” (I São Pedro 5,8)

  5. Maria Elisa disse:

    Ja conhecia alguns comentarios de pessoas catolicas que o livro era bom,entao resolvi comprar.Fui a uma grande livraria procurei por ele e perguntei ao vendedor sobre o livro, o qual me disse que era bom e que muitas pessoas espiritas compravam o livro. Achei estranho e sai sem compra-lo,agradeço a Deus por me poupar de gastar meu tempo lendo uma coisa contraria a minha fe.

    A paz de Jesus a todos!!!

    JESUS EU CONFIO EM VOS!!!!

  6. Danielle Farias disse:

    Deus seja louvado que alguém tenha escrito uma boa crítica desse livro. Não aguentava mais que ninguém não conseguisse ver o que eu vi: a propaganda descarada em favor do anarquismo!
    Cheguei até a pensar que o problema fosse comigo. Que talvez estivesse vendo coisas onde não existiam.

    Ganhei o livro de presente de uma amiga protestante; e como dizem que cavalo dado não se olha os dentes. Aceitei com certo receio. Pensei que não teria mesmo nada a perder. Ledo engano! Perdi meu tempo e nem terminei de ler o tal livro. O pior é que nem sei o que fazer com ele. Deus me livre de dá-lo a alguém! Uma pena que Fogueira de São João só no ano que vem…

    A paz.

  7. Cristina disse:

    Sou católica, apostólica, romana, praticante, devota da Virgem e engajada com profundo amor pela riqueza da minha fé. Li o livro e não me confundiu em nada. Não sou teóloga, mas ao me propor a ler o livro “A Cabana”, o fiz com uma visão crítica, sabendo, inclusive, que o autor é protestante, logo, a essência do livro não é católica e quem leu o livro esperando um resumo do catecismo se decepcionou.
    Além disso, não creio que precisamos deixar de ler obras literárias porque são diferentes do que cremos. É uma questão de maturidade. Não estamos na idade média. É claro que se não temos visão crítica, é melhor apenas lermos o que não precisa de reflexão e filtros.
    Que bom que temos ótimos cristãos, preocupados com nossa formação. No entanto, a curiosidade seria bem menor se instigássemos a leitura crítica e não a inércia.
    Cristina.

  8. Daniela Barbosa disse:

    Boa Tarde Carmadelio,
    Primeiro queria lhe parabenizar pela maravilhosa palestra do dia 19 do Congresso dos Jovens Shalom, foi muito instrutivo e esclarecedor para mim. Quanto ao livro “A Cabana”, não sou de questionar muito não, se ele fala desse ou daquele assunto, não me interessa na verdade. Quando sei que não condiz com a minha religião, e com a minha vida Cristão, simplesmente não compro, não leio, não comento nada a respeito. Obedeço a minha Igreja, se ela diz que não é uma boa leitura, é assim que eu farei. Nossa tem tantas obras magníficas que nós temos a nosso alcance, então pra que eu vou perder meu tempo com uma que sei que não vai acrescentar nada em mim! Bem é isso, respeito quem lê, cada pessoa tem o livre arbítrio, eu que não vou ler e muito menos incentivar a outros que leiam.

    Abraços a todos e fiquem com Deus!

  9. Wolgrand disse:

    Boa Tarde !Eu me preocupei bastante, pois adquiri o livro pois muitos falavam sobre ele, que era interessante espiritulamente, mas quando comecei a ler e me deparei com a apresentação da SANTISSIMA TRINDADE fiquei com a puga atrás da orelha, e comecei a buscar na net formações católicas a respeito do livro, pois a exemplo do codigo da Vinci, mentiras bem elaboradas, podem parecer verdades e essa informação nas mãos de pessoas leigas, sem perseverança na caminhada ou engajamento nenhum na igreja, são facilmente acometidas ao relativismo, infelizmente nem todos temos a maturidade para uma leitura crítica, independente de idade pois tenho apenas 20,e que esse livro é uma arma a favor da anti-evangelização, devemos como bons cristão divulgar esses posts do Carmadelio.

  10. andré disse:

    ola, gostaria de parabenizar pela publicação a respeito deste livro, pois minha afilhada leu e disse que era bom, mas ela pediu pra eu pesquisar pra ela sobre o livro e vi que ele era totalmente contratitorio, é preciso que seja dvulgado mais a respeito deste assunto pois tem muita gente usando de meios cristãos para deturpar a fé pura a transformando maleavél e adaptavel ao modo de vida moderno erroneo, eu não li este livro e nem pretendo ler, respeito o autor pois não sou digno de desrespeitar alguém que é também imagem de Deus, sei que talvez ele não teve intenção mas acho que com fé não se brinca, nem se deturpa Deus abençõe e se tiver errado ore por mim, se não tiver ore também porfavor!!!

  11. Larissa disse:

    Bom, em primeiro lugar desejo a todos a Paz de Cristo!
    Com relaçao ao livro eu o tenho, e ao começar a ler me interessei bastante, pois gosto muito de literatura, infelizmente no decorrer da historia me descepcionei pois sou católica e fiel a Doutrina cristã que a Santa Igreja de Cristo nos ensina.
    Li o livro todo e infelizmente não tive uma visao tao pronfunda sobre as mentiras contadas no mesmo, apenas pude perceber uma certa “discriminaçao” da parte do autor, pois ele faz duras criticas a igreja.
    Também pude perceber a ideia erronea de que Jesus deu a vida por nós para que nos pudessemos fazer uso da vida de foma exagerada e desregrada, porque no livro o pecado nao habita mais em nosso meio, O que é um absurdo pois o pecado continua entre nos e o próprio Cristo nos alerta na Palavra que oremos sem sessar para que nao caiemos em tentaçao.
    Acredito que o autor foi muito ousado ao escrever um livro onde ele teria a voz de Deus de Jesus e do Espirito Santo.
    Agradeço ao Carmadelio por esclarescer varios pontos do livro que eu nao havia percebido que leva o leitor a uma visao de Nova Era que totalmente contra aos meus principios cristaos.

    Tenhamos todos muito cuidado com esse tipo de livro pois pode nos confundir e ate mesmo nos desviar do caminho certo.
    Obrigada Carmadelio.
    Paz e Bem!

  12. Érica disse:

    Ganhei este livro, agora no mês de dezembro, e ao começar le-lo fiquei intrigada com várias citações do livro, inclusive tudo o que esta escrito no blog, e ainda neste final de semana comentei com meus familiares que eu acreditava que este não é um livro católico, pois a forma como cita a santíssima trindade, como se refere a Jesus é uma forma violenta contra os preceitos cristãos.Bem resolvi pesquisar e encontrei o blog que veio de encontro com o que ja vinha pensando a respeito deste livro, um livro sem unção que por este motivo não prende o leitor que acredita em Deus, naquilo que a santa doutrina católica nos ensina desde pequenos.
    Por este motivo ja havia parado de le-lo e estou retirando da minha biblioteca, pois na minha casa só entra obras que edificam a mim e a minha família e não um material que não acrescenta nada em nossa vida.

    Obrigada Carmadelio.
    Paz e bem.

  13. Tauat disse:

    Fiquei muito feliz em ter achado uma crítica como esta do livro, já que o havia lido há cerca de um ano e sempre que me perguntavam acerca do livro, dizia que o mesmo contava uma história que para os mais sensíveis (e sem senso crítico) seria emocionante. Contudo, que eu havia notado as críticas ao Catolicismo Romano. E hoje, encontro de forma detalhada e melhor explicada, tudo aquilo que eu percebi ao ler o livro.
    Parabéns pelo trabalho, ficou muito bom. Uma boa síntese…

    Fique com Deus (O Verdadeiro e não o que Young construiu neste livro infeliz… hahaha)

  14. Andreza Gomes disse:

    Irmãos, a paz de Cristo !

    Agradeço ao Senhor por ter encontrado esta página para esclarecer o real sentido do livro A CABANA. Após os comentários detalhados chego a conclusão de que esta é uma obra originalmente sustentada pelas idéias da NOVA ERA. Compartilho com vocês meu testemunho sobre este livro. No meu cotidiano tenho todo um cuidado em comprar livros, filmes ou músicas que entendo que sejam mascaradas e que configuram uma doutrina da nova era. Fui a uma livraria e encontrei o livro A CABANA, quando li o prefácio resolvi comprar. Comecei a ler o livro e algumas partes foram até interessantes, porém, ao me aprofundar na leitura fui percebendo uma série de questões que foram apontadas neste artigo. Mas a primeira coisa que me deixou intrigada foi o nome dado ao Espírito Santo : SARAYU. Fui procurar na Internet o significado desta palavra e pasmem vocês, este nome está ligado a NUMEROLOGIA E AO TAROT, significando ainda os chamados ARCANOS DO TAROT. Vejam meus irmãos, resolvi pesquisar mais sobre este livro, pois li até o final e as últimas páginas me deixaram muito inquieta. Acreditem, passei uma noite inteira sem dormir, como se Deus estivesse me falando alguma coisa com aquela leitura. Sem dúvida, minha inquietação ao terminar de ler o livro me levou a pesquisar e eu agradeço ao Senhor porque me levou a esta pesquisa.
    Ao contrário do que o livro pede no final, no chamado “PROJETO MISSY”de que devemos divulgar a leitura deste livro, convido todos a alertar nossos irmãos sobre as mensagens subliminares existentes no conteúdo de A CABANA. Não desejo que ninguém entre nesta CABANA com o Sr. Mack, pois o que encontrarão, com certeza será uma gama de mensagens de cunho ESPÍRITA. Termino minha mensagem, recomendando que tenhamos cuidado com o que compramos e levamos para dentro de nossas casas. Rogo a Deus: SENHOR, LIVRAI-NOS DO MAL !

  15. Andrade Sousa disse:

    Parabéns! Nunca vi uma interpretação, que de diz verdadeira e única, que tivesse tanta ideologia tendenciosa. Mais um livro para o INDEX…

  16. Carmadelio disse:

    Respondendo : A proposta do artigo sobre o livro é oferecer uma análise sob a perspectiva da fé católica, o livro não é nem está e nem estará proibido. Quem quer ler, leia! nossa proposta é oferecer informações que permitam uma leitura menos ingênua e acritica desta obra.

    O index pertence a História e a um outro tempo histórico e deve ser interpretado segundo os conceitos e valores da época sob o risco de anacronismo e injustiça com a verdade,verdade essa que foi esmagada pelas interpretações relativistas do autor do livro.

  17. Gezo disse:

    gostaria de alertar que da forma como foi colocado o texto e o comentário sobre o livro dá impressão de que o autor se referiu claramente contra a Instituição Católica. Também lembrar que a história é construída com uma família americana e com todas as características protestantes, por isso o autor quando fala contra as estruras religiosas se refere principalmente as do mundo protestante ou evangélico. Então me parece injusto dizer que o autor disse algo que não disse. Porém acho relevante esse debate sobre o livro, e desde já parabenizar os responsáveis pelo blog por terem a honestidade de permitir todos os comentários inependente se estão a favor ou contra.

  18. Fábio disse:

    Eu sou católico, fiz o catecismo quando mais novo…
    Atualmente não sou praticante da minha religião como deveria ser, um amigo me emprestou esse livro me dizendo que havia lhe feito bem.
    Me considero leigo nessas questões de doutrina, passagens biblicas e etc.
    Então vou dar a minha visão do livro embasado no pouco que tenho de conhecimento sobre os ensinamentos…
    Admito que gostei do livro, gostei de imaginar um Deus ama incondicionalmente e que me quer bem a todo o momento, gostei da sensação de ter um Deus mais presente aos olhos, um Deus com que eu possa conversar, perguntar e dialogar.
    Gostei de imaginar a ss-doutrina como foi descrita no livro, muito incomum mas bem interessante.
    Só que também não concordo com muita coisa que foi escrita nesse livro, principalmente de não haver mais pecado!!! Como assim??? Passou a entender que depois que Cristo morreu para salvar a humanidade de seus pecados, ele então extinguiu os pecados da face da terra! Explicando melhor… então assim, o ser humano pode pecar a vontade e a sua redenção e perdão estará garantida??? e também não gostei da descaracterização da igreja e seus ensinamentos. Ficou bem caracterizado um Deus que favorece a anarquia, a total liberação… (Faça o que quiser que não te repreenderei e não punerei).
    Finalizando…
    O livro me ajudou a reforçar o amor grandioso de Deus por nós e a necessidade de perdoar.
    E aprendi com esse fórum e outros que li a respeito desse livro que devemos filtrar o máximo possível o que lemos.
    Muitas coisas podem entrar na nossa mente deturpar os nossos valores éticos e religiosos. Senti a periculosidade desse livro, mas não o rejeito… ele acrescentou mais conhecimento a mim, se não fosse esse livro hoje não estaria aqui lendo essas postagens tão cheias de informações e pontos de vistas tão distintos referentes a religião em si.
    Obrigado a todos!

  19. Ericka disse:

    Fiquei muito satisfeita e feliz em ver uma análise crítica a luz da fé católica. Um amigo me emprestou o livro para ler e de início, me encantei com muitas situações apresentadas, mas quando o autor partiu para a temática religião, ligando-a a economia e política, algo no meu coração me dizia que tinha alguma coisa errada ali. Procurei então pesquisar o que pessoas mais bem formadas de minha religião perceberam sobre essa obra e graças a Deus achei esses comentários.
    Deus o abençoe, agora posso dialogar com mais propriedade sobre o que o meu coração reclamava sobre determinadas insunuações desse livro.
    Paz e bem!!!

  20. Flaviane disse:

    Não achei o livro ruim,é simplesmente uma obra de ficção,que pode ser interpretada de varias maneiras,dependendo do ponto de vista de cada leitor,gostei de ler o livro e o indicaria para varias pessoas,a senção de conhecer Deus mais de perto foi muito boa.

  21. Maria Célia disse:

    Gostei do livro, entendo que a intenção do autor é separar o apego as religiões, e focar mais no relacionamento com Deus e a trindade e ao próximo, eu acredito que as religiões estão afastando as pessoas de Deus, as religiões em nome de Deus já cometeram muitas atrocidades, o protestantismo a proposta inicial era boa, mas atualmente estão deixando de pregar o evangelho puro e simples, os homens abrem igrejas como se fosse comercios meios de ganhar dinheiro, estão envergonhando o nome de cristão… creio que Jesus está longe desse cristianismo que não pratica o amor ao próximo. La na eternidade não não haverá nomes de nenhuma instituição, se é cristão católigo ou protestante, isso é coisa de homens e terrena. Na parábola do bom Samaritano quem fez a vontade de Deus? Logo um samaritano que os Judeus nem faziam nenhum caso deles, eram até inimigos de Samaria. Quem tiver apego a religiões, a doutrinas de homens e não praticar o amor a Deus e ao próximo não está em Deus. Serão salvos aqueles que são lavados e remidos no sangue de Jesus, e faz a vontade de Deus.
    Se as pessoas ficarem preocupados em seguir ensinamentos de homens doutrinas de homens, práticas pagãs. Na verdade o cristianismo é muito dividido, cada um quer defender a doutrina de sua igreja. E esqueceram o amor.Os fariseus eram homens extramamente religiosos, e o que fizeram com o nosso Salvador Jesus Cristo. O amor foi o que o Senhor Jesus ensinou e ensina nos evangelhos o tempo todo e o livro revela o amor de Deus, através do Filho e do Espírito Santo.

  22. Carmadelio disse:

    Caríssima,

    Essa é a questão do livro, ele defende a religião individualista, relativista, e tenta afirmar um cristianismo incoerente com Jesus Cristo que fundou a Igreja Católica.

  23. Thais disse:

    Irmão, meu comentário é não quanto ao livro ou crítica, pois o livro é obra de ficção e a crítica ótima para que tenhamos um olhar atento a esta obra. No entanto, penso que certos comentários irônicos não são muito apropriados, pois acaba-se por julgar o outro (o autor) e nega-se a caridade que devemos ter. Mas, se bem entendi os comentários não são seus, certo? De toda forma fica a observação, acho que um pouco mais de cuidado nestes comentários faria muita diferença!
    Paz e Bem.

  24. Marisia M. Nascimento disse:

    Agradeço pelos comentários feitos sobre o livro. Comecei a ler, porém não consegui terminar, pois mesmo gostando muito de ler a leitura não me prendeu e especialmente quando a religião é criticada. Amo a igreja católica e acredito nela. É por meio dela que recebo os sacramentos e torno-me mais de Deus. Penso que as regras não nos aprisionam, mas nos tornam verdadeiramentes livres, pois nos mostram a direção certa.O verdadeiro profeta é aquele que denuncia e tem compromisso com a verdade.
    Um abraço, fique com Deus!

  25. Karla disse:

    Não li o livro pq não acredito muito em livros que se tornam febre na sociedade, e mais se são de auto-ajuda, a maioria dos livros de auto-ajuda são infelizmente relativistas ou tem formulas mágicas e muito fictícias. Aos ingênuos que leram e disseram que é so apenas ficção pois é um livro, as pessoas não são ingênuas qto parecem e pelo que pude ler nas críticas, nas heresias e na ideia de Nova Era que o livro praticamente defende se vê claramente que o autor quis colocar o seu modo de pensar no livro e como a maioria das pessoas são ignorantes em relação a fé cristã podem sim ter sido enganadas pelo autor provavelmente influenciado pelo Maligno ao colocar tanta blasfêmia e ainda tem gente que perde tempo lendo o livro e o defendendo.

    Não teria estômago pra perder tempo lendo um livro tão simplório e com uma mentalidade tão hipócrita de querer chamar o mal de bem. Há muitos outros autores que com certeza os brasileiros não conhecem e que são realmente livros ou autores pra se tomar em conta como por ex. Gustavo Adolfo Becker, Rubén Dario, Juan Valera, José Zorrilla etc…

    Procurem literatura de autores realmente que valham a pena ao invés de perder tempo com livros mediocres que querem transformar uma mentira em verdade. Sejam mais críticos em escolher o que vão ler.

    Parabéns Carmadélio!

  26. Dani disse:

    Queridos, SE VOSSA FÉ É CRISTO JESUS, tendo a bíblia com a única verdade.. tanto os católicos como protestantes devem recusar-se a aceitar a “teologia” desse livro. Total profanação à palavra do Senhor. Só aceita o conteúdo da A Cabana quem não conhece a Bíblia. Infelizmente, os “cristãos” estão se acomodando e esquecendo de conhecer verdadeiramente o Livro da Vida, se isso acontecesse não seriam enganados.
    E sou evangélica.

  27. Dani disse:

    Sou evangélica e não é PLACA de igreja que vai me salvar.. vai ser JESUS CRISTO, concordam? Fiquem na Paz do Senhor.

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