Pudor no vestir,você o tem?

O sentido do pudor
Se o corpo é expressão da alma, a educação do corpo levará a apresentá-lo como manifestação adequada do ser espiritual da pessoa. A intimidade pessoal tem também um reflexo na intimidade corporal. (…) O pudor é o aspecto da educação que nos leva a apresentar-nos, sempre como pessoas com alma e corpo. É a defesa do aspecto pessoal do corpo, é evitar que apareça como simples objeto sexual. Uma vez que essa experiência do corpo como simples objecto apetitoso está dentro das possibilidades normais de qualquer pessoa, quando nos apresentamos junto dos outros procuramos evitar-lhes que caiam numa consideração meramente animal do nosso próprio corpo. E assim evitamos ser considerados como animais. Porque o nosso corpo é parte da nossa pessoa.
O pudor consiste em apresentar o caráter pessoal do corpo. O impudor consiste em apresentar-se como objeto sexual, em destacar o estritamente sexual, de maneira que chame a atenção do outro de maneira imediata.
As leis do pudor
Para saber o que é o pudor e o impudor no homem e na mulher, cada um deles deve ter em conta a diferença natural de percepção do outro. O homem reage naturalmente, de modo automático, perante os valores meramente carnais do sexo feminino, enquanto que a mulher não sente habitualmente essa mesma atração imediata perante o corpo do homem.
Por outro lado, o que é pudico ou impudico depende da situação em que nos encontramos e da função que tem que cumprir o vestuário.
Não é o mesmo estar a tomar banho que estar numa festa. O que é perfeitamente apresentável como fato de banho, é totalmente inadequado como fato de festa. Aparecer numa festa de sociedade em fato de banho, é apresentar-se de modo impudico, destacar o estritamente sexual. E assim o sentirão todos os presentes.
O pudor não se pode reduzir, portanto, a centímetros de roupa. Depende de um conjunto de fatores que influem na percepção que os outros têm de nós. Depende das diversas situações e da função do vestuário e depende também dos costumes no modo de vestir.
Se, numa sociedade em que todas as mulheres andassem com as saias até ao tornozelo, uma se apresentasse com a saia a meio da perna, chamaria a atenção. E a atenção recairia sobre aspectos significativamente sexuais.
Por outro lado, as mesmas mulheres que andavam com as saias até ao tornozelo, quando chegava a hora de ir trabalhar para a horta, não tinham nenhuma dúvida em recolher as saias, pois a situação assim o exigia, para não estragar a pouca roupa que tinham. E ninguém considerava que aquilo fosse impudico. Se todas as mulheres andam com a saia a meia perna, isso não chamará a atenção, nem provocará uma consideração basicamente sexual do corpo.
Mas nem tudo é uma questão de costume.
Há certas leis características da percepção que reclamam a atenção sobre um ou outro aspecto do corpo. Determinados tipos de decotes ou mini-saias, roupas cingidas, etc., não podem deixar de chamar a atenção sobre os aspectos provocativamente sexuais do corpo feminino. E não é questão de mais ou menos roupa. Pode ter mais roupa e menos pudor. Podemos ver isso, nalguns casos, na nossa sociedade.
Isto é também o caso de certas tribos sem cultura nem técnica, que habitam em zonas úmidas e quentes. As circunstâncias de ambiente e a sua falta de técnica tornam impossível a roupa adequada, pelo que andam quase nus. O pudor costuma expressar-se dissimulando o estritamente sexual, mediante uma simples faixa. Mas quando uma mulher quer chamar a atenção do homem, o que faz é precisamente cobrir o peito. As leis da percepção fazem que isso chame mais a atenção, uma vez que nunca anda coberta. E o que não se vê, mas se imagina, é mais provocativo que o que se vê normalmente, porque as circunstâncias fazem que esse modo elementar de vestir seja o único possível e, portanto, que seja pudico. Nessas circunstâncias, a percepção do conjunto da sociedade está habituada a expressar o pudor e o impudor sempre da mesma maneira.
O natural para o homem depende da sua formação cultural, pois essa formação altera a sua constituição neuronal e estabelece modos naturais de percepção, dificilmente alteráveis. O fenómeno contemporâneo da perda do pudor e do nudismo é algo totalmente diferente da nudez habitual e constante dos “bons selvagens”.
A intimidade corporal e a entrega
Uma vez que as condições ambientais, técnicas, culturais, podem tambem estabelecer leis próprias do pudor, define-se espontaneamente a fronteira entre o pudico e o impudico. E estabelece-se o limite natural da intimidade pessoal. O vestuário tem a função de personalizar o corpo, de expressar a própria personalidade. Por isso tem a função de estabelecer o grau de relação com uma determinada pessoa. Quando as leis do pudor estabeleceram o que define a intimidade corporal, estabelece-se uma união entre a intimidade pessoal e a intimidade corporal. As duas caminham a par, porque a pessoa é ao mesmo tempo corpo e espírito. Quando se entrega o corpo, entrega-se a própria pessoa. E quando se abre a intimidade corporal, abre-se a intimidade pessoal. Separar esses dois fatores produz uma ruptura interior da pessoa.
Como a pessoa é indissociavelmente corporal, para criar um espaço de intimidade espiritual, de riqueza interior pessoal, tem de se criar um espaço de intimidade corporal. Todos os torturadores sabem que a nudez corporal é um modo muito eficaz de rebaixar e destruir a dignidade e a resistência interna das pessoas. Quando uma pessoa não defende a sua própria intimidade corporal, isso significa que não tem uma intimidade pessoal a salvar.
A prostituição destrói o mais íntimo das pessoas, por isso provoca tanta pena ou tanta repugnância. Quem entrega o corpo sem entregar a alma, prostitui-se. Quem entrega a intimidade corporal sem entregar a intimidade pessoal, prostitui-se.
Por isso, a nudez, a abertura da intimidade corporal, deve estar sempre ligada à entrega mútua e total da própria pessoa, que se realiza no matrimónio. A nudez é sinal de abandono e entrega plena, por isso tem de haver uma entrega mútua e para sempre; doutra forma, haveria prostituição por parte de um ou de outro. Se a nudez não é expressão de uma entrega pessoal, então é porque essa pessoa se está apresentando perante os outros como simples objecto, com o seu inevitável valor sexual em primeiro plano.
Mikel Gotzon Santamaría Garai













Castidade é atitude.
Aliás aquele anel da virgindade, por exemplo, acho nada casto.
Se analisarmos bem é algo extritamente sexual.
Seria uma coisa tipo: “virgem – comprovado pelo INMETRO”.
Sinceramente…uma pessoa que não seja mais virgem pode perfeitamente usar o anel.
E virgindade, é sinônimo de castidade???
Não. a casos de mulheres que recontituem cirurgicamente o hímem. Pra que? Para ter novamente a “primeira vez”.
Sendo virgem, ou não, castidade significa não corromper sua sexualidade. Significa não ser libertino(a).
Significa não focar extritamente o sexo. É por isso que é possível ser casto no casamento. Meu amor, meu amado, é aquele a quem me desvelo em cuidados, em zelo, em proteção, e não um objeto sexual. É aquele a quem quero bem, e por quem sou capaz de me sacrificar pelo seu bem. Ainda que eu não o toque, eu o amo, e faço tudo pelo seu bem.
E, neste contexto, não significa que não haja sexo, mas siginifica que na intimidade do casal há mais do que atração, desejo, prazer. Há uma comunhão de amor.
Isso pra mim é o verdadeiro siginificado de castidade.
Pudor é o vestir-se discretamente para que as outras pessoas não sejam levadas a pecar; o falar com prudência… O pudor preserva a intimidade da pessoa. É não mostrar aquilo que deve ficar escondido. Está ordenado para a castidade, exprimindo sua delicadeza. O pudor é modéstia. Mantém o silêncio ou certa reserva quando se entrevê o risco de uma curiosidade que não faz bem.
Shalom!!!!!!!!!!!!!!!!
Castidade não é impossivel, pois Deus não quer nada que não possamos fazer. Dificil? Sim. Mas não impossivel.
Deus é mais e conosco Ele esta!
Castidade.Deus quer. NÓS, conseguiremos.
É bastante interessante refletir a cerca desta verdade: “Quem entrega o corpo, sem entregar a alma, prostitui-se”. Muitas vezes, quando não temos dimensão de que somos formados, enquanto seres humanos, por uma unicidade de corpo, alma e espírito,vivemos separando as coisas. É como se não conseguíssemos ver que Deus nos faz completos para nos entregarmos de maneira completa. É importante também refletirmos sobre o corpo e a alma: às vezes, não nos damos conte de que banalizando o corpo, banalizamos também a nossa alma.
QUE O SENHOR NOS DÊ A GRAÇA DE UM CORAÇÃO INDIVISO, E ASSIM COMO MARIA, DE AMARMOS A DEUS SEM TANTAS RAZÕES, ACREDITANDO QUE O SENHOR NOS AMA, FORMA E NOS SALVA DE FORMA COMPLETA.
DEUS ABENÇOE A TODOS!
SHALOM!!!
Esse materialismo de q fala Amanda eh moda…passa! Estamos vivendo na Era da Ciencia,na qual as pessoas pensam q podem dissociar Dele…mas nao podemos esquecer: Deus, nao passa nunca!
O homem nao converte ninguem So Deus, o Espirito Santo pra conseguir tal fato.Rezemos sempre por cada uma dessas pessoas q por um motivo ou outro( muitas vezes por faltas nooossas)nao tiveram o seu momento singular c “aquele q É, q FOI e SERÁ”.
Sabemos da fé que vivemos!
Não travemos lutas contra palavras vazias de pessoas que nao conheceram o Amor…
Facamos da nossa compreensao( o minimo q podemos ter) um agradecimento ao Senhor…
Deus esteja conosco!
“…Isto é também o caso de certas tribos sem cultura nem técnica, que habitam em zonas úmidas e quentes.” Meu Deus… em que livro européu o autor desta frase se baseou? Onde ele pode imaginar que exista um povo sem cultura nem técnica? Talvez não tenham alma também, pois já houve época que se imaginava que índios e negros não a tinham.