* Carta de um ex homossexual aos jovens. Imperdível!

Michael Glatze, americano, 35 anos, ex-diretor de uma importante revista LGBT dos E.U.A. e ex-homossexual, para a juventude:
A homossexualidade me veio fácil, pois eu já era fraco.
Minha mãe morreu quando eu tinha 19 anos. Meu pai morreu quando eu tinha 13. Bem novo, eu já estava confuso sobre quem eu era e como eu me sentia acerca dos outros.
Minha confusão sobre “desejo” e o fato de que eu percebia que me sentia “atraído” aos rapazes fez com que eu me colocasse na categoria “gay” com a idade de 14. Com 20 anos, saí do armário diante de todos ao redor de mim.
Com 22, me tornei editor da primeira revista dirigida ao público gay jovem. Seu conteúdo fotográfico era quase pornográfico, mas eu imaginava que eu poderia usá-la como plataforma para coisas maiores e melhores.
Em seguida, nasceu a revista Young Gay America(América Gay Jovem). Seu objetivo era preencher a lacuna que a outra revista (para a qual eu havia trabalhado) havia criado — isto é, qualquer coisa não tão pornográfica, dirigida à população de americanos gays jovens. A revista Young Gay America decolou.
Os gays reagiram com alegria à revistaYoung Gay America, que recebeu prêmios, reconhecimento, respeitabilidade e grandes honras, inclusive o Prêmio Nacional Papel Modelo da grande organização gay Equality Forum (Fórum da Igualdade) — que foi dado ao Primeiro Ministro do Canadá Jean Chrétien um ano depois — e muitas oportunidades para aparecer nos meios de comunicação, do canal da TV pública até a capa da revista Time.
Produzi, com a assistência da TV pública e do Fórum Igualdade, o primeiro filme documentário a lidar com a questão do suicídio entre adolescentes gays, “Jim In Bold”, que viajou o mundo e foi premiado em muitos festivais.
Young Gay America criou uma exposição de fotos e estórias de jovens gays da América do Norte, que foi levada em viagem pela Europa, Canadá e partes dos Estados Unidos.
Young Gay America lançou a Revista YGA em 2004, para fingir ser um complemento puro para as revistas de bancas dirigidas aos jovens gays. Eu digo “fingir” porque a verdade era, YGA era tão prejudicial como todas as outras revistas do tipo no mercado, mas era mais “respeitada”, porque não era explicitamente pornográfica.
Levou quase 16 anos para eu descobrir que o homossexualismo em si não é exatamente uma “virtude”. Era difícil eu explicar meus sentimentos acerca da questão, considerando que minha vida estava muito envolvida no homossexualismo.
O homossexualismo, apresentado às mentes jovens, é por sua própria natureza pornográfico. Destrói mentes facilmente influenciáveis e confunde sua sexualidade em desenvolvimento, porém só vim a reconhecer isso quando eu tinha 30 anos.
A Revista YGA esgotou a venda da sua primeira edição em várias cidades da América do Norte. Havia apoio extremo, de todos os lado, para a Revista YGA; escolas, grupos de pais, bibliotecas, associações governamentais, todo o mundo parecia querer a revista. Atingiu em cheio a tendência de “aceitar e promover” o homossexualismo, e eu era considerado líder. Fui convidado para dar palestra no prestigioso Fórum JFK Jr. na Faculdade Kennedy de Governo da Universidade de Harvard em 2005.
Foi depois de ver minhas palavras numa fita de vídeo dessa atuação que comecei a ter dúvidas sérias quanto ao que eu estava fazendo com minha vida e influência.
Não conhecendo ninguém de quem eu poderia me aproximar com meus questionamentos e dúvidas, voltei-me para Deus. Desenvolvi um relacionamento crescente com Deus, graças a uma crise debilitante de dores intestinais provocadas pelas condutas em que eu estava envolvido.
Logo, comecei a entender coisas que eu jamais tinha sabido que poderiam ser reais, tais como ofato de que eu estava liderando um movimento de pecado e perversão, e minha descoberta não foi baseada em dogmas religiosos.
Cheguei a essa conclusão por mim mesmo.
Ficou claro para mim, enquanto eu pensava sobre isso — e realmente orava sobre isso — que o homossexualismo nos impede de achar nossa verdadeira personalidade. Quando estamos na cegueira do homossexualismo, não conseguimos ver a verdade.

Michael Glatze, à esquerda
Cremos, sob a influência do homossexualismo, que a cobiça sexual não só é admissível, mas também que é uma virtude. Contudo, não existe nem um só desejo homossexual que seja desligado dessa cobiça sexual.
A fim de negar esse fato, eu havia lutado para apagar tal verdade custasse o que custasse. Eu me atirava às tentações da cobiça sexual e outras condutas usando as muitas desculpas populares que alegam que não somos responsáveis pelo que fazemos, mas somos vítimas de situações, ou nascemos assim, etc. Eu tinha plena convicção — graças ao clima social e aos líderes mundiais — de que eu estava fazendo a coisa certa.
Movido a buscar a verdade, pelo fato de que nada me fazia sentir bem, busquei dentro de mim mesmo.
O que eu descobri — o que aprendi — sobre o homossexualismo é estupendo. Minha “descoberta” inicial dos desejos homossexuais ocorreu no colégio, quando reparei que eu olhava para os outros rapazes. Minha cura ocorreu quando ficou decididamente claro que eu deveria — a fim de não arriscar prejudicar mais pessoas — prestar atenção a mim mesmo.
Toda vez que sentia a tentação de cobiçar outros homens, eu pegava a tentação e lidava com ela. Eu a chamava pelo seu nome, e então simplesmente a deixava sumir por si mesma. Existe uma diferença imensa e vital entre admiração artificial — de nós mesmos ou de outros — e admiração total. Ao nos amar completamente, não mais precisamos de nada do mundo “de fora” com seus desejos e cobiças sexuais, reconhecimento dos outros ou satisfação física. Nossos impulsos se tornam intrínsecos à nossa própria essência, sem os impedimentos provocados por nossas distrações obsessivas.
O homossexualismo permite que evitemos nos aprofundar em nós mesmos. Ficamos na superficialidade e atrações inspiradas por cobiças sexuais — pelo menos, enquanto a lei “aceita” o homossexualismo. Como conseqüência, um número grande de homossexuais não consegue achar sua personalidade mais real, sua personalidade em Cristo que é presente de Deus.
O homossexualismo, para mim, começou aos 13 anos e terminou logo que eu me isolei das influências externas e me concentrei intensamente na verdade interna — quando eu descobri, com a idade de 30, as profundezas da personalidade que Deus me deu.
Muitos que se encontram aprisionados ao homossexualismo ou a outras condutas lascivas vêem Deus como inimigo, pois Ele os faz lembrar quem e o que eles foram realmente criados para ser. Gente apanhada no ato de seu pecado preferiria permanecer numa “ignorância feliz” e silenciar a verdade e os que a falam, por meio de antagonismo, condenação e aplicando-lhes termos como “racista”, “insensível”, “perverso” e “discriminador”.
Não é fácil se curar das feridas que a homossexualidade provoca — obviamente, há pouco apoio para quem busca ajuda. O pouco de apoio que existe é debochado, ridicularizado e silenciado pela retórica ou criminalizado pela deturpação das leis. A fim de achar apoio, tive de investigar meu próprio estado de vergonha e as vozes “condenadoras” de todos os que eu havia conhecido. Parte da agenda homossexual é fazer com que as pessoas achem que nem vale a pena pensar em conversão — e muito menos pensar que a conversão funciona.
Em minha experiência, “sair do armário” da influência da mentalidade homossexual foi a coisa mais libertadora, bela e estupenda que já experimentei na minha vida inteira.
A cobiça sexual nos tira de nosso corpo, “ligando” nossa mente à forma física de outra pessoa. É por isso que jamais dá para se satisfazer o sexo homossexual — e todas as outras relações sexuais com base na cobiça sexual: É uma rotina de obsessão, não tendo nada de natural e normal. Normal é normal — e se chama normal por uma boa razão.
Anormal significa “aquilo que nos machuca, machuca o que é normal”. A homossexualidade nos tira de nosso estado normal, de nosso estado de união perfeita em todas as coisas, e nos divide, fazendo com que fiquemos eternamente obcecados por um objeto físico externo que jamais conseguimos possuir. Os indivíduos homossexuais — como todas as pessoas — anseiam o verdadeiro amor imaginário, que realmente não existe. O problema com o homossexualismo é que o verdadeiro amor só chega quando não há nada nos impedindo de deixá-lo brilhar do nosso interior. Não conseguimos ser nós mesmos quando nossas mentes estão presas num ciclo de mentalidade grupal de cobiça sexual sancionada, protegida e celebrada.
Deus me visitou quando eu estava confuso e perdido, sozinho, com medo e angustiado. Ele me disse — por meio da oração — que eu não tinha absolutamente nada a temer, e que eu estava “em casa”; tudo o que eu precisava era fazer uma limpeza geral em minha mente.
Creio que todas as pessoas, intrinsecamente, conhecem a verdade. Creio que é por isso que o Cristianismo deixa as pessoas tão assustadas — por fazê-las lembrar de sua consciência, que todos possuímos.
A consciência nos ajuda a fazer uma diferença entre certo e errado e é uma orientadora por meio da qual podemos crescer e nos tornar seres humanos mais fortes e livres. Ser curado do pecado e da ignorância é sempre possível, mas a primeira coisa que alguém deve fazer é sair das mentalidades que dividem e conquistam nossa essência humana.
Dá para se achar a verdade sexual, contanto que estejamos dispostos e motivados a aceitar que a sociedade em que vivemos permite condutas que prejudicam a vida. Não se deve deixar que o sentimento de culpa seja desculpa para evitar as perguntas difíceis.
O homossexualismo roubou quase 16 anos da minha vida e os comprometeu com uma mentira ou outra, perpetuada por meio dos meios de comunicação nacionais dirigidos às crianças. Nos países europeus, o homossexualismo é considerado tão normal que as crianças do primeiro grau estão recebendo livros sobre crianças “gays” como leitura obrigatória nas escolas públicas.
A Polônia, um país que conhece muito bem a experiência da destruição de seu próprio povo por forças externas, está corajosamente tentando impedir a União Européia de doutrinar suas crianças com a propaganda homossexual. Em resposta, a União Européia chamou o primeiro ministro da Polônia de “repugnante”.
Por muito tempo, eu era repugnante. Eu ainda lido com toda a culpa que sinto por esse estilo de vida.
Como um dos líderes do movimento homossexual nos Estados Unidos, tive a oportunidade de me dirigir ao público muitas vezes. Se eu pudesse desfazer algumas das coisas que eu disse, eu desfaria.
Agora sei que a homossexualidade tem tudo a ver com a cobiça sexual e a pornografia. É um pacote completo. Por isso, jamais deixarei que alguém tente me convencer do contrário, não importa que suas estórias sejam doces ou tristes. Tenho experiência própria. Conheço a verdade.
Deus nos deu a verdade por um motivo. A verdade existe para que possamos ser nós mesmos. Existe para que possamos ter parte na nossa própria personalidade individual no mundo, para aperfeiçoar o mundo. Isso não é trama irreal ou ideal estranho — isso é a Verdade.
A nossa cura dos pecados do mundo não acontecerá num instante. Mas acontecerá — se não deixarmos que o orgulho a bloqueie. E, caso você não saiba, no final quem vence é Deus.
Postado em: http://carloslopesshalom.wordpress.com/
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Tags: homossexualidade, Testemunho

















Show de bola!
Caro Carmadélio:
Nosso irmão Michael foi alcançado pela misericórdia de Deus, com os dons da cura e da libertação espiritual. A graça divina veio atuallizar em sua vida o que Jesus diz em Jo 8,32:
“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”
Ivan
Muito bom!
Primeiro artigo que leio sobre o tema que não é preconceituoso!
Parabéns!
Ridiculamente ridículo.
Apagou meu comentário por que covarde?
Gente, isso é um tapa na cara da sociedade! Para os que não creêm na conversão dos homossexuais, para os que não acreditam que é possível viver com o hossexualismo não sendo escravo dele… eis uma excelente leitura!
Shalom!
Sr. Neto, o seu comentário ridículo bem merecia ser apagado pelo Carmadélio, pois você não acrescentou nada a discussão com argumentos inteligíveis, a não ser essa redundância tola…
CARÍSSIMO NETO,
O espaço está aberto para suas ponderações e argumentações.
Você teve a falsa impressão de que eu havia apagado, na verdade eu nem o havia visto para publicá-lo.Chegaram os dois comentários ao mesmo tempo e os “liberei” para visibilidade pública juntos.Nada além disso.
Não tenho nenhum problema com seu comentário, reforço apenas que aqui discutimos idéias e não pessoas.
Em outro lugar seu comentário seria desprezado,mas quero que vc tenha a oportunidade de argumentar e dizer porque achou ridículo o testemunho de uma pessoa que descobriu outra forma de lidar com essa dificuldade.Apresente idéias, Neto, para que todos nós aprendamos com suas argumentações ou reforcemos nossa posição cristã sobre esse tema.
Você sempre será bem vindo e pode comentar a vontade, agora, sem agressões, amigo.
Quem quer respeito, deve respeitar.
Muito bonito o testemunho! Se vc tanto cobiça o outro é porque não tem coragem para ser vc mesmo, em Cristo. Abs.
O artigo é lúcido e tem sentido. Trata-se simplesmente de alguém que se descobriu. Não se pode negar que foi uma grande graça de Deus, graça esta, que, é bom recordar, está disponível para todos. grande abraço!
Olá!!
Este testemunho alcança não somente aos que lutam solitariamente para libertação desta inclinação, mas, a todos os Cristãos, que ao lerem esta mensagem devem se perguntar: O que eu estou fazendo para ajudar o meu irmão??? Assim como existem pessoas que apoiam tais ações homosexuais, existem outras que não exercitam o amor para com o próximo,negando não somente a mão, mas a vida. Precismaos amar, pois só o amor pode curar. paz
Caros, mas como é impressionante a intolerância e a agressividade demonstrada por certas pessoas quando o assunto diz respeito à ex-homossexuais. De outro lado, as mesmas pessoas até aplaudem quando um hétero “sai do armário”.
Mas, sem dúvida, ridiculamente ridículo, com toda a rídicula redundância como mostrou o Júnior, foi o comentário absolutamente oco de argumentos do Neto. Vemos, nele, a reação típica de defensores intransigentes do homossexualismo quando confrontados com exemplos significativos como o da carta aqui reproduzida. Ou seja: não passam das palavras de ordem, da gritaria, da agressão gratuita. Imaginem se essaa PLC 122 passar … Deus nos livre!
Cada um deve viver de acordo que achar melhor. Deus é misericordioso e conhece cada coração. Nao acredito que todos que sao gays estao propagando uma doutrina para viver na promiscuidade. Ser gay não é só pensar em sexo e o orgias. Ser gay é ser uma pessoa normal que trabalha, estuda e ate forma uma “familia” é ter caracter é ser humano. Porque achar que é pecado uma pessoa se relacionar com alguem do mesmo sexo? sera que não é mais pecado uma pessoa que fala que é hetero e ao mesmo tempo nao ama sua familia que bate nos filhos que tem atitude nao cristã? A igreja é o local aonde habita mais gays. Quantos padres, seminarista que faz esta escolha para fugir do que realmente é? O bom seria todos viverem pacificamente e parar de se importar com a vida do proximo e procurar viver o que Jesus nos ensinou. Amar Deus sobre todas as coisas e ao teu irmao como a ti mesmo.
Vejo uma grande graça na experiência vivida por este jovem que ao fazer a perguntas fundamentais: Quem sou eu? Para que estou neste mundo? O que estou fazendo com a minha vida? Encontrou a resposta dentro de si mesmo, porque teve a coragem de ouvir a resposta e sobretudo ouvir a voz de Deus, que não nos acusa de nada, apenas nos mostra o caminho. A todo que buscar a verdade ela se deixará encontrar porque a verdade é uma Pessoa e essa Pessoal é fiel: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á…Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?Mt7,7-12
Engraçado que o responsável só deixa a opinião de quem é favor dessa matéria. Quem pensa contrario ele deleta e olha q nao usei nem uma palavra de baixas. Presta atenção meu irmão vc está sendo um verdadeiro fariseu.
Carmadélio,
Porque você não coloca testemunhos de jovens que se machuracaram de tanto lutar contra e acabaram encontrando a paz e a alegria se aceitando e vivendo a sexualidade com respeito, mas amando alguém do mesmo sexo? Se não podemos negar a realidade da cura, também não podemos negar a realidade de que alguns não vão conseguir e mesmo assim serão felizes!
Acho que o título leva a cair no erro… Ele não é um ex-homossexual, ele ainda continua sendo um, mas, por escolha, não vive mais a prátida da homossexalidade. Acho que essa é uma diferença relevante.
Abraços.
Achei o testemunho extraordinário. Uma verdadeira profecia para os nossos dias. O Espírito Santo tem trabalhado fortemente fora dos holofotes da grande mídia. Parabéns ao Carmadélio. A história é real, isenta de qualquer manipulação e inspiradora. Esse blog tem sido um espaço de discussão e visão com base na doutrina cristã. A verdade continua a incomodar tantas pessoas.
Gostaria de sugerir outro artigo, infelizmente, está em Inglês, minha meta é traduzi-lo em breve, mas por enquanto aos que falam ou entendem Inglês segue:
http://youngandcatholic.net/2011/07/catholic-and-gay/
CARÍSSIMO NAT,
Ele talvez continue a ter a inclinação, como deixa entender no artigo quando fala das tentações.
O impulso sexual é algo natural que todos nós possuímos e provavelmente ele tenha desejo sexual, como uma pessoa normal.Os heterossexuais também tem esse impulso e com certeza, se cristãos e solteiros, também administram isso e evitam “cair”. Os homens casados também e buscam suas esposas sem problema algum e vivem de forma natural e cristã essa realidade humana. Alguns, infelizmente, levados apenas por isso, sem exercerem a liberdade e a responsabilidade, traem suas esposas, mas por escolha e não por condicionamento determinista ( se for, constitui um transtorno que precisa de acompanhamento terapêutico)
O rapaz em questão ESCOLHEU COMO HOMEM LIVRE, não mais se identificar como gay nem ter comportamento comprometedor nessa área, e isso é muito importante. Muitos jovens cristãos de inclinação homossexual sofrem exatamente aqui porque gostariam de não ter mais impulso sexual e não “sentir” desejo, como se fosse uma roupa que se muda. Isso não acontece.O impulso sexual é algo bom, dado por Deus, porém precisa ser vivido de forma verdadeiramente humana, e dentro do formato que a natureza sugere em milhares de espécies, inclusive entre nós, homens: Uma relação macho e fêmea, homem e mulher.
A grande questão, a meu ver, é que a grande maioria dos homens de inclinação homossexual tem na vivência sexual genital um dos pontos essenciais de sua própria identidade e perder isso é não se ter; é alta a taxa de promiscuidade entre homossexuais ( a promiscuidade é errada tanto na sua versão homo como hétero por razões óbvias e não necessariamente religiosas), muitos querem sim, sair ,mas não conseguem se ver sem isso, como se isso os desumanizasse e lhes retirasse um direito.
O testemunho do jovem é muito inspirador porque fala de uma DECISÃO tomada, consciente, livre! Ele não se via mais vivendo assim, ele escolheu viver diferente.Ele mostrou que se pode ter outras escolhas na vida, mesmo trazendo dentro de si algo que ele não tem “culpa” de ter e que o fez viver um estilo de vida que ele hoje avalia como nocivo para ele a partir do que ele experimentou.Ele não é um teórico mas viveu o mesmo que muitos de nossos irmãos de condição homossexual AINDA vivem.
Seu testemunho deve ser respeitado por ser fruto de uma escolha, a mesma escolha que os irmãos de condição homossexual defendem para viver como vivem.
Não entendo porque alguns se sentem tão ofendidos com testemunhos como esse.Embora não se possa afirmar que essa configuração de superação se aplique a todos, é revigorante saber que MUITOS conseguem, sem tanta publicidade, discretamente, no silêncio de seu coração, mas com igual beleza e vigor.
Os homens heterossexuais fiéis a Deus,solteiros ou casados, também ESCOLHEM não se deixar levar pelo impulso natural,embora eventualmente sejam tentados. Esse impulso precisa da mediação da razão e da vontade, do sentido, exatamente aquilo que o torna plenamente humano e o diferencia do impulso animal, guiado por sinais químicos do cio como é natural entre os animais.
”Não são santos os que cometem menos pecados, mas os mais corajosos, mais generosos, os que mais amam; os que fazem maiores esforços sobre si mesmos e não tem medo de escorregar, cair e ate manchar-se um pouco, contanto que avancem” (S. Francisco de Sales).
Gostaria de sugerir a publicação da foto dele depois de sua descoberta, encontro com Deus…seria interessante ver sua nova feição em Deus…Ele que tudo transforma!
Sr. Hélio Silva,não é possível ser feliz no pecado. Aliás, a felicidade plena não se alcançará nesta terra mesmo sendo santo, só no céu. E nesta terra, a verdadeira forma de duas pessoas do mesmo sexo se amarem é através da amizade pura e desinteressada. Tenho amigos de ambos os sexos, mas a peculiaridade da amizade com os homens é que só com eles vc consegue falar de “coisas que geralmente interessam aos homens”. Por isso, na comunidade em que participo, há uma tradicional e espontânea “convivência dos homens”, em que marcamos um dia específico para jogar conversa fora e partilharmos nossas realidades. E olha: a galera vai mesmo! Isso é uma coisa que, com certeza, falta a muitos que se enveredam por práticas homossexuais, e não raro, rejeitariam essas convivências sadias.
“Porque achar que é pecado uma pessoa se relacionar com alguem do mesmo sexo?”
Simples, porque É. Donde vem o conceito de pecado? Não somos nós que criamos ou abolimos pecados, apenas a aceitação das “prerrogativas” de um Deus que nos criou (justiça, amor, verdade, etc.) nos leva a entender que o pecado não é o que consideramos errado ou não em relação ao outro, mas sim o que Deus assim nos revelou. Mas como bem relatado no artigo, não apenas porque assim está escrito em algum lugar, mas porque está inscrito em nosso intimo um latente conhecimento do certo e errado diante de Deus:
“Creio que todas as pessoas, intrinsecamente, conhecem a verdade. Creio que é por isso que o Cristianismo deixa as pessoas tão assustadas — por fazê-las lembrar de sua consciência, que todos possuímos.”
“…sera que não é mais pecado uma pessoa que fala que é hetero e ao mesmo tempo nao ama sua familia que bate nos filhos que tem atitude nao cristã?”
Me desculpem a expressão (pensando bem, não preciso pedir isso), “mais pecado”? Esse é o tipo de discurso mais repugnante porque invariávelmente será utilizado como justificativa em relação à outro pecado, isto é, um pecado sempre poderá ser “atenuado” não pela graça, conversão, misericórdia, mas por existir outro ainda pior, isso não é Cristão irmãos! Por mais que ocorram genocídios pelo mundo, “roubar uma caneta” continua sendo pecado, por mais que não se coloque em pé de igualdade quem comete ambos os crimes, a natureza do ato e responsabilidade de cada um continuarão as mesmas.
“Porque você não coloca testemunhos de jovens que se machuracaram de tanto lutar contra e acabaram encontrando a paz e a alegria se aceitando e vivendo a sexualidade com respeito, mas amando alguém do mesmo sexo? Se não podemos negar a realidade da cura, também não podemos negar a realidade de que alguns não vão conseguir e mesmo assim serão felizes!”
Também simples, primeiro porque dentro da perspectiva Cristã, isso não teria nenhuma utilidade, (na verdade traria mesmo era prejuízo). Segundo que dentro da mesma perspectiva Cristã, não se pode conciliar pecado com virtude, e mesmo que qualquer destes possa levar uma vida integra nos demais aspectos, jamais estarão desfrutando da felicidade plena desejada por Deus para os mesmos.
Há quem se salve e quem se condene, mas apenas os exemplos dos “santos” são edificantes.
Vinde Senhor Jesus!
Carmadélio acho que vc não desmentiu a minha afirmação, só explicou melhor… rs
E não me senti ofendida com o artigo, acho até de uma virtude surpreendente a decisão desse rapaz de não mais viver de acordo com seus “impulsos sexuais” como vc diz.
E acho ótimo vc falar que “o impulso sexual é algo natural que TODOS nós possuímos e provavelmente ele tenha desejo sexual, como uma pessoa normal”, pois o que deve mais perturbar as pessoas de inclinação homossexual é exatamente esse sentimento de gostar do que aparentemente não se deve gostar.
O impulso sexual não desaparece, ás vezes é forte e outras vezes não,mas irá permanecer. Acho que o caminho é saber conviver com isso, saber que isso é algo natural e espontâneo de uma pessoa, e que não está condenado para toda a vida só pq tem essas inclinações.
Acredito que o prejudicial seria abafar esses sentimentos, ignorá-los como se não importassem, e chegaria uma hora que a pessoa não aguentaria, pois o elefante branco na sala já não dava mais para ser ignorado. Por isso o importante é trabalhar esses sentimentos, impulsos… enfrentá-los, reconhecê-los e dar nomes a eles, do contrário serão sempre o seu calcanhar de aquiles. E alguém ser infeliz por causa de sua sexualidade é algo triste.
Abraços.
CARÍSSIMA NAT,
É exatamente isso!
CARÍSSIMO RICARDO, PONDERO SEU COMENTÁRIO EM CAIXA ALTA
Eu acho que cada um deve viver como achar melhor, desde que não faça mal aos outros diretamente.
Se ele encontrou a “paz” matando seus desejos, que seja! Cada um com seus gostos rsrsr.
O DESEJO, NO CASO AQUI, É UMA EXPRESSÃO HUMANA. EXATAMENTE POR ISSO, PRECISA ESTÁ SUBORDINADA A RAZÃO E AO BOM SENSO. UMA PESSOA QUE SEGUE, SEM CRITÉRIO, SEUS DESEJOS, ALGUNS BEM COMPROMETEDORES, CORRE O RISCO DE SER UMA PESSOA INFANTIL E NUNCA AMADURECER AFETIVAMENTE E SEXUALMENTE.O HOMEM É LIMITADO E O EGOÍSMO MUITAS VEZES DÁ A PALAVRA FINAL NA BUSCA DESORDENADA DO PRAZER, “FACHADA” PARA A BUSCA DE SI MESMO NO OUTRO.
Eu não acho possível alguém deixar de ser gay, mesmo porque já conheci vários evangélicos que eram gays e foram “curados” quando o pastor expulsou a “pombagira” da vida deles. Aí se casaram, tiveram filhos… e passaram a trair a mulher com homens… Lembranças do meu tempo de fé rssr.
Enfim, se o cara quiser viver sem desfrutar sua sexualidade devidamente, que viva.
O CONCEITO CRISTÃO DE SEXUALIDADE É MAIS AMPLO DO QUE O USO DA GENITALIDADE.VIVER DEVIDAMENTE A SEXUALIDADE SIGNIFICA RESPEITÁ-LA EM SEUS PARÂMETROS NATURAIS.
QUANTO AOS “EX”, O FATO DE TEREM TIDO ALGUMA RECAÍDA APENAS SINALIZA COMO É DESAFIANTE MAS NÃO SIGNIFICA DERROTA DEFINITIVA. ISSO É UM PROCESSO E SABEMOS QUE O CAMINHO NÃO É FÁCIL, PESSOAS QUE NÃO SE SENTEM FELIZES SENDO GAYS TEM TODO O DIREITO DE LUTAREM POR SUA LIBERDADE, MESMO QUE NESSE PROCESSO CAIAM. A QUEDA FAZ PARTE DA LUTA PELA LIBERDADE! QUALQUER LUTA TEM QUEDAS, OU NÃO?
ESSA É A QUESTÃO: MUITOS HOMOSSEXUAIS JULGAM SEUS PARES A PARTIR DE SI E ACHAM QUE SE NÃO CONSEGUEM OU NÃO QUEREM, NINGUÉM PODE QUERER OU CONSEGUIR.É ESTRANHO, JÁ QUE SE OS HOMOSSEXUAIS PUDESSEM ESCOLHER,NÃO SERIAM HOMOSSEXUAIS.A INCLINAÇÃO HOMOSSEXUAL É MUITÍSSIMO COMPLEXA E NÃO SE PODE ENQUADRAR CADA PESSOA DENTRO DE UMA FORMA UNICA.
Interessante é mostrar que o inverso também acontece e alguns ex-gays assam a ser ex-ex-gays, admitindo a farsa da vida que tentavam levar. Em nome da democracia, segue o link:
http://novaconsciencia.multiply.com/journal/item/331
LI O TESTEMUNHO DO LINK, JÁ O CONHECIA..NÃO CONCORDO COM A PROPOSTA DE “REVERSÃO”. DE FATO, DEPENDENDO DO NÍVEL DE COMPROMETIMENTO E DE IDENTIFICAÇÃO DE SÍ COMO GAY, ESSE PROCESSO PODE SER MAIS DIFÍCIL.POR ISSO,CADA CASO É UM CASO, COM VARIÁVEIS DIFERENTES.O PRÓPRIO IRMÃO DO LINK ACIMA RECONHECE CASOS DE SUCESSO E VITÓRIA,EMBORA PARA ELE NÃO TENHA SIDO POSSÍVEL.
FICO APENAS PENSANDO SE PODEMOS TER SEGURANÇA EM SUAS PALAVRAS ATUAIS.UM DIA ELE PREGAVA EXATAMENTE O CONTRÁRIO.
TAMBÉM NÃO SEI COMO ELE CONSEGUIU CONCILIAR SUA FÉ (SIC) COM A VIVÊNCIA GAY. É POSSÍVEL CONCILIAR A INCLINAÇÃO COM A FÉ,DESDE QUE NÃO SE TRADUZA EM ESCOLHAS E ATOS HOMOSSEXUAIS, MAS COM A VIVÊNCIA NÃO É COERENTE.
O cara acima encontrou a paz vivendo sua sexualidade. Deixo claro que, ao meu ver, ele deveria ir mais além e deixar a fé cristã também ou pelo menos dizer que não acredita que a bíblia é inspirada.
De certo modo, acho bom quando grupos cristãos demonstram tolerância e respeito aos gays e afins mas, ao mesmo tempo, acho absurdo quando gays fundam igrejas “cristãs”…
O ser humano e suas incoerências. Até tento entender…
Sei que muitos gays, no processo de descoberta, não se aceitam e fazem de tudo pra mudarem.
Tenho um primo gay que me contou que a pior dificuldade que teve pra se aceitar foi que não conseguia viver no “mundo gay”, que ele descreveu como muito promíscuo e no qual havia muita gente fútil que via os outros como pedaços de carne(nem todos eram assim, obviamente). Entendi que o problema dele não era exatamente “ser gay”, mas sim o “viver como a sociedade e a cultura gay dizem que um gay deve viver”, que é, em resumo, uma vida de devassidão.
Na época eu não soube ajudá-lo, apenas ouvi. Mas um tempo depois chegou às minhas mãos o livro “O Banquete”, do Platão (recomendo a leitura… ou pelo menos vejam a página da Wikipédia, no caso em que a preguiça mental for maior). Nesse livro, o Platão comenta bastante sobre relacionamentos de homens com homens, só que é de uma forma absurdamente diferente do que o que se entende hoje em dia. É uma forma muito pura e até bela, pois ele entendia que as relações sexuais faziam parte do crescimento humano e filosófico do indivíduo, algo que não vejo nem em casais heterossexuais.
PLATÃO ERA PAGÃO E SUA PERSPECTIVA É CARENTE DA CONTRIBUIÇÃO QUE O CRISTIANISMO OFERECEU A CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL.ESTAMOS FALANDO DE CENTENAS DE ANOS ATRÁS, DENTRO DE UMA COSMOVISÃO CULTURAL ESPECIFICA E NÃO GENERALIZANTE, NEM MESMO DENTRO DESSA MESMA CULTURA QUE OFERECIA TOLERÂNCIA PARA CERTAS VIVÊNCIAS PRÓXIMAS A HOMOSSEXUALIDADE.
Resumo: meu primo leu o livro e encontrou ali a forma de amor que ele queria, mas não via no mundo gay. Não quis viver uma vida devassa e acabou sendo excluído por muitos dos “amigos gays”, restando poucos. Mas depois acabou encontrando um cara que cursava Artes na universidade dele e que pensava de forma semelhante e agora estão namorando.
O que quero dizer com isso: nem todos se enquandram no “mundo gay”. O cara desse artigo resolveu não viver sua sexualidade. Nem vou dizer que ele está errado, pois talvez ele também não quisesse viver uma vida fútil. Mas acho que o caminho que meu primo seguiu foi melhor: vive sua sexualidade da forma que acha correta, não cedeu às pressões do grupo pra viver como uma coelha no cio.
RESPEITAMOS AS ESCOLHAS, MAS EXATAMENTE POR ISSO CREMOS EM OUTRAS, DIFERENTES DESSA.
Que nenhum gay se ofenda, pois não estou dizendo que todos os gays são fúteis. Muitos são, assim como uma bela parte da humanidade ao meu ver.
Se o seu Deus Joga os gays para a tortura por toda eternidade num reino de Fogo , ele ão merece a sua fé .Se seu Deus Faz isso ,ele não é melhor do que o Diabo!
CARÍSSIMO ROBERTO,
O Deus cristão não se enquadra no formato citado por você.
Eu gosto muito de debater idéias, acho que isso nos faz crescer muito e descobrir novas idéias e pensamentos.
Agora, temos que admitir uma coisa, a sexualidade humana é bem complexa e gera muita polêmica quando se entra em alguns assuntos. Ainda mais quando a Questão de Fé está no meio.
Agora percebam o quanto as coisas estão mudando: Em um periodo bem distante, a homossexulidade era digna de morte, Depois passou a ser doença que afastava as pessoas do convivio social, depois passou a ser doença que se curava em clinicas, depois passou a ser doenças que se curava com psicólogos, depois passou a deixar de ser doença, depois passou a considerar que pessoas podem viver um relacionamento com pessoas do mesmo sexo… Depois, Depois…. E agora as pessoas já não mandam os gays nem para clinicas, nem muito menos os tratam como doentes e já se fala em conviver com a inclinação e se aceitar dentro da Igreja vivendo a Castidade
Desejos: Todo mundo tem, seja por alguém do mesmo sexo, seja por alguém do sexo oposto. Tem e vão continuar tendo até os 120 anos de idade(Expectativa de vida do Carmadélio)
VITOR: você está muito enganado, é possivel sim ter uma convivência sadia, tenho amigos de fé, que jogo futebol com eles, saimos pra pizzaria, festas, clubes e convivemos super bem. Alguns tem namorada, outros são solteiros, mas convivo super bem com todos.
SEXO:Um grande tabu a ser quebrado. Carmadélio, pra mim, homossexualidade não se resume e não é sexo, homossexualidade é um amontoado de afetos, atitudes, comportamentos, emoções, sentimentos que acabam desembocando em uma convivência “sadia” chamada relacionamento estável.
O que precisa mudar neste pais não é o posicionamento de alguns grupos, mas é o estabelecimento de um diálogo respeitoso e honesto entre esses grupos(Tem 3 anos que falo isso aki). As pessoas precisam entender que nem tudo será do jeito que elas sonham, que pessoas fazem outras escolhas, que a vida é muita complexa pra se resumir em deixar ou não de fazer sexo, “o buraco é bem mais embaixo”. As pessoas tem que entender que alguns darão conta, outras não, e não é porque eu sou mais forte ou mais fraco do que você e sim porque cada um sabe onde o sapato aperta.
Carmadelio mesmo é uma pessoa que sabe, que alguns lutaram, lutaram e acabaram desisitindo, e tanto ele sabe, como convive com essas pessoas sempre. Tenho certeza que ele ama e compreende essas pessoas, mas nem por isso, ele deixa de ter seu posicionamento.
Todo mundo quer mudar o mundo, mas ninguém fala em mudar a si mesmo. É do jeito que a gente olha pro mundo que ele nos responde.
Prezados, será que existe alguém, em sã consciência, que acredite na existência de um ex-gay??? Gostei muito do artigo, dei ótimas risadas.
CARÍSSIMO LAMARCA,
O testemunho é focado no abandono da identificação e da vivência gay.Quer dizer que isso não é possível? ele viveu anos de sua vida nisso, claro que não desaparece por encanto, mas sua firmeza de posição e de lucidez existencial reforça algo bem construído, mesmo em meio a lutas..
Seria a inclinação homossexual algo tão profundamente enraizado que a pessoa, contrariando sua dignidade e liberdade, seria “escrava” para sempre do impulso sexual, não podendo nunca deixá-lo? Seria então um transtorno? algo “imutável” para sempre? Isso não esvazia nossa liberdade e racionalidade, nossa vontade e inteligencia, nos tornando vitimas eternas de nossas feridas? não é possível, então, nunca recomeçar?
“Agora percebam o quanto as coisas estão mudando: Em um periodo bem distante, a homossexulidade era digna de morte, Depois passou a ser doença que afastava as pessoas do convivio social, depois passou a ser doença que se curava em clinicas, depois passou a ser doenças que se curava com psicólogos, depois passou a deixar de ser doença, depois passou a considerar que pessoas podem viver um relacionamento com pessoas do mesmo sexo… Depois, Depois…. E agora as pessoas já não mandam os gays nem para clinicas, nem muito menos os tratam como doentes e já se fala em conviver com a inclinação e se aceitar dentro da Igreja vivendo a Castidade.”
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Helio, a vida humana e o resgate da mesma é superior a questão temporal, em quarenta anos de caminhada cristã católica nunca vi um só homossexual ser incomodado pela Igreja, e quando se afastam é por decisão própria. A prática da homossexialidade continua a ser condenada como a dois mil anos atrás, e assim será até o fim dos tempos.
Pax et Bonum
Repito cada palavra do Mauro Carvalho:
“A vida humana e o resgate da mesma é superior a questão temporal.” “Nunca vi um só homossexual ser incomodado pela Igreja, e quando se afastam é por decisão própria”.
“A prática da homossexualidade continua a ser condenada como a dois mil anos atrás, e assim será até o fim dos tempos”.
Mauro Carvalho e Graça Nogueira(Você é parente da Emir Nogueira? kkkk)
Não disse a vocês que a doutrina de Fé deve mudar, o que tem que mudar é o olhar imaturo de algumas pessoas sobre determinados grupos, e isso serve tanto para a Igreja, como para o movimento Gay.
Penso que devemos crescer e muito, e entender que da Palavra de Deus não muda, mas o comportamento das pessoas diante de determinadas situações é passivel de mudança sim.
Antigamente, a mulher que se separava do marido, por qualquer motivo, era condenada e excluida severamente da sociedade.
Antes também, os negros viviam como escravos, e inclusive, haviam escravos dentro das paróquias que serviam o Clero.
Outra coisa também destaco, é que a moça já era prometida ao homem, não tinha essa história da Namorar, de conhecer, era promessa e pronto
Assim como tudo isso mudou, porque as pessoas não podem respeitar o outro, sem deixar de ter posição contrária a certas práticas?
Ora, você tem todo direito de não concordar com o comportamento de certas pessoas, mas não tem o direito de por causa do comportamento excluir as pessoas do seu convivio. E isso não parte da lei humana, isso é lei de Deus. Jesus Cristo, andava com prostitutas, homossexuais, ladrões, assassinos, hipocritas. E tem gente da família da gente, que tem vergonha de andar com a gente, quando nós estamos acompanhado de alguém.
Carlos Lamarca, além da resposta do Carmadélio, gostaria de lhe perguntar se você acredita em EX-HETERO.
Imagine um homem que namorou, noivou, casou, teve filhos, os quais criou até entrar na vida adulta e, então, o sujeito reverte e se torna gay … Este é precisamente um caso que conheço.
O que não entendo, pois, é essa insinuação de impossibilidade quando se trata do inverso – homossexuais revertendo para heterossexuais, numa sugestão velada de que o homossexualismo seria tão perfeito e completaria o indivíduo que se tornaria impossível abandoná-lo.
Sr. Helio Silva disse: “VITOR: você está muito enganado, é possivel sim ter uma convivência sadia, tenho amigos de fé, que jogo futebol com eles, saimos pra pizzaria, festas, clubes e convivemos super bem. Alguns tem namorada, outros são solteiros, mas convivo super bem com todos”.
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Eu disse “não raro”. Isso não significa “sempre”. E isso é um bom sinal de não-fechamento em um “mundinho próprio”. Por outro lado, vc compara certas posturas com relação à mulher e os negros com os homossexuais. Infelizmente essa comparação tem sido muito comum por aí. O que a Igreja condena é a PRÁTICA, veja: a PRÁTICA do homossexualismo. E isso já herdamos do judaísmo. Basta procurar no Antigo Testamento. Sem excluir pessoas, sempre na caridade, a Igreja nunca calará a verdade! É exatamente porque não calamos a verdade de que uma pessoa pode mudar, E FREQUENTEMENTE MUDAM (é muito mais comum do que se pensa), que oferecemos às pessoas a ESPERANÇA de mudar. Se a igreja do Michael Glatze dissesse a ele que ele não pode mudar, ou ficasse indiferente à situação dele, como seria? E o objetivo desse artigo, creio eu, é justamente oferecer uma esperança aos que querem mudar, não “provocar a sensibilidade” dos que não querem. Deixo aqui uma frase de Santo Agostinho que tem me tocado muito esses dias: “Deus se tornou homem para que o homem pudesse se tornar Deus” (não na natureza divina, mas na dignidade). Ser como Deus é é a mais alta vocação do ser humano. Abs.
Prezados,
Há testemunhos de pessoas que foram ajudadas por esses livros, os quais passo a indicar:
* A Batalha pela normalidade sexual – Gerard J. M. Van Den Aardweg (Editora Santuário);
* Restaurando a identidade – Bob Davies e Lori Rentzel (Editora Mundo Cristão);
* Imagens partidas: restaurando a integridade pessoal por meio da oração – Leanne Payne (Editora Palavra).
Parecem ser interessantes. Abs.
Helio Silva,
Eu não sou parente da Dona Emmir Nogueira. Ela não me conhece, e eu a conheço através de videos e do site da Shalom, e admiro a sua sabedoria e fé. Eu gostaria MUITO, mesmo, de ser sua parente; para mim seria um ORGULHO.
Mudando de assunto:
Me desculpe, Helio, mas acompanho as suas colocações e percebo que você tenta “mascarar” o que está abertamente declarado na Bíblia, com relação a alguns assuntos. A interpretação da Bíblia nunca será mudada, passem os anos que se passarem, venha a modernidade que vier. As palavras da Bíblia não poderão ser mudadas, pois são as palavras de Deus, e não as palavras dos homens.
Você disse:-”Jesus Cristo andava com prostitutas, homossexuais, ladrões, assassinos, hipócritas”…
É verdade, Jesus não os excluia, mas Jesus lhes pedia a sua conversão. Ele não dizia às pessoas:- Vá, e tornes a pecar! Ele dizia:-Vá, e não tornes a pecar! (Veja bem a diferença!)
Suas colocações me põem a pensar no problema das pessoas homossexuais. Eu fico imaginando as dificuldades emocionais, afetivas, familiares e outras com as quais o homossexual tem que conviver, e gostaria de encontrar uma saída para esses problemas.
Mas à luz da fé não tem como aceitar o ato homossexual. (veja bem: eu não falei “a pessoa homossexual”, eu falei “o ato homossexual”.
Eu percebo que você é um rapaz de fé e procura viver a sua vida corretamente, então eu peço a Deus muita luz, sabedoria e força para você resolver tudo o que possa dificultar a sua vida.
Fique com Deus!
Eduardo Araújo, no caso, acredito que esse cara nunca foi hétero. Já era um gay mas, por pressão própria ou da sociedade preferiu viver essa farsa de relacionamento.
Não acho que tenha se tornado gay, apenas assumido (finalmente) o que já era.
É uma situação muito triste e lamentável para a família,a ainda mais para a esposa. Por isso acredito que devemos ajudar os gays para que se aceitem e não causem essa dor para outras pessoas, enquanto enganam a si mesmos.
Eduardo Araújo me perdoe, mas não existe isso de “o sujeito reverte e se torna gay”! O sujeito já tinha inclinação homossexual bem antes de casar e ter filhos, mas foi relmente partir pra prática depois…
Não existe esse negoço de ex-hetero e nem ex-gay, se a orientação sexual por pessoas do mesmo sexo for realmente algo enraizado, ou seja, algo que vai ALÉM de uma infancia de ausencia dos pais (ou daqueles q teriam q exercer tais modelos de homem e mulher) ou qq outra situação que lhe privou de ter um relaciomaneto sadio com o sexo oposto (violencia sexual etc…), pq ai sim talvez possa ser revertido,do contrário, não existe essa “transitação de sexualidade”!!
E não se trata de a homossexualidade ser perfeita ou completar o individuo, simplesmente é algo que ele tem, é sua orientação, ele gosta de pessoas do mesmo sexo, isso é tao natural para ele qto vc gostar de mulheres, sabe pq?? Pq é algo que SEMPRE sentiu, é algo que ele conhece, é espontaneo, não é nada complicado nem forçado nem sofrido (as consequencias podem ser mas o fato de sentir não).
Fala-se na carta de DECISÃO, ESCOLHA e não de MUDAR a orientação sexual!!
Abraços.
Caro Juliano, pode ser que sim (não se pode afirmar de pronto nada a respeito, ainda mais considerando que por todo esse tempo ele não deu o menor indício de ser gay nem, tampouco, infeliz com sua condição hétero).
De todo modo, também não poderíamos cogitar a mesma explicação para alguém que foi homossexual, mas descobriu estar se enganando e resolveu assumir finalmente o que era – um hétero?
QUANDO CITEI ALGUMAS SITUAÇÕES DO PASSADO, EU NÃO QUIZ INSINUAR OU DIZER QUE A IGREJA CATÓLICA VAI ACEITAR A PRÁTICA HOMOSSEXUAL. MAS QUIS DIZER QUE O MELHOR JEITO DA GENTE COMPREENDER ALGO QUE A GENTE NÃO COMPREENDE, É O TEMPO. O TEMPO NOS ENSINA MUITA COISA. E UM DIA, VOCÊS VÃO ENTENDER MUITO BEM O QUE DIGO.
Vitor,
Dos 8 amigos de Caminhada que conheci, nenhum conseguiu mudar. Eu lutei 5 anos, tenho um amigo que tentou 12. Se ai tiver dando certo, eu quero que a Comunidade Católica faça um estudo para poder também implantar isso em outros lugares. Não é que eu duvido da Graça de Deus.
Graça Nogueira,
Em nenhum momento eu quis dizer algo que lhe ofendesse a respeito de seu sobrenome parecer com o de Emmir. Eu também a admiro.
Não acho que mascaro a verdade, pelo contrário, eu sempre digo aos meus amigos que o que eu faço não está correto, e que o caminhho não é este, e sempre afirmei isso aqui também. O que eu tenho tentado mostrar é que tem muita gente que tem vontade de buscar a Deus e sente-se excluido devido a forma como os ajuntamentos religiosos colocam as coisas.
Afirmar a verdade do Evangelho tem também que afirmar a verdade da Misericórdia e da Compreensão de Deus. Se Deus perdoa casais em segunda União, porque ele num vai perdoar um homossexual que depois de tanto lutar, acabou por escolhendo viver uma relação monogâmica? Ou a Graça de Deus é só para os Heteros?
Nunca vi um rapaz acordar de manhã, olhar na Janela e dizer:
A PARTIR DE AGORA VOU GOSTAR DE HOMEM.
Na verdade, a gente tenta, tenta, tenta, chora, implora, pedi, ora, reza, comunga, celebra, luta, luta, entra em depressão, namora com alguém do sexo oposto e depois de muito tempo desiste.
Alguns sofrimentos que nos sucedem, são capazes de matar nossa alma e a nossa vontade de viver. Acho que não sou o primeiro nem o último que já tentou tomar remédio pra morrer, de tanto medo do juizo de Deus e da vergonha de ser quem sou.
Sabe qual é a melhor saida?
Partilha, Vivência, Oração. Sair por ai espalhando a vontade de Deus e pregando o Evangelho é muito Fácil. Dificil é lidar com os complexos da vida. É cômodo demais a gente falar daquilo que a gente não sabe. Um cunhado meu disse uma vez que isso é safadeza. Mas dois meses depois, minha irmã apareceu grávida dele. Eles não eram casados. Quer dizer: Por filho no mundo sem assumir compromisso pode, agora ser gay não.
Minha fé,
Eu tenho fé sim, esperança, e tento sim viver minha vida dentro daquilo que Jesus ensinou como Caráter. Mas digo pra ele sempre, que não sou capaz de amá-lo a ponto de viver a Castidade (Celibato no caso).
Eu busco a Deus, e vou continuar buscando, talvez um dia a gente consiga fazer a vontade dEle, mas hoje eu assumo que não dou conta. E ele com certeza me compreende, o que infelizmente não acontece com as pessoas.
Preconceito, Homofobia, Exclusão é tudo palhaçada. E eu garanto, que tem homossexual ai, que é bem mais macho do que alguns que tiram onda só porque conseguem namorar uma mulher.
SEXUALIDADE NÃO DEFINE CARÁTER!
Acho que o que falta no mundo é sinceridade para consigo mesmo. Se a gente não dá conta e isso está nos impedindo de caminhar e viver em paz, Vamos ser sinceros conoscos mesmos e com Deus. Nós sabemos dos nossos limites. E onde termina o nosso limite, começa a Misericórdia de Deus.
Tem muito adolescente ai, filho de Pregador da RCC, que já não sabe o que faz mais com os seus conflitos, pois tem medo de se aceitar porque aprendeu que Deus não gosta disso. Tem jovens em Depressão, em angustia, em sofrimento, e isso me corta o coração, pois sei o que é tudo isso.
“QUEM CONHECE A REALIDADE DO SOFRIMENTO, SABERÁ QUE A VIDA NÃO POSSUI SOLUÇÕES MÁGICAS PARA PROBLEMAS COMPLEXOS”.
E POR ÚLTIMO
“É FÁCIL TER SOLUÇÃO PARA OS PROBLEMAS DOS OUTROS, DIFICIL É TER RESPOSTAS PARA OS NOSSO PROBLEMAS”.
*As frasar são minhas viu gente. rs
CARÍSSIMOS AMIGOS,
É chavão, mas é verdade: A VIDA É FEITA DE ESCOLHAS!
Prezado Eduardo Araújo, concordo com o que disse o Sr. Juliano. Esse cidadão que você falou como sendo um ex-hétero, nunca foi hétero, sempre foi gay a enganar as pessoas e, principalmente, enganando a si mesmo, reprimindo sua sexualidade, que faz parte da condição humana.
Sou hétero, casado há quase 30 anos, mas também sou um defensor intransigente da liberdade sexual das pessoas, para que elas possam viver suas vidas com dignidade, independente da orientação sexual de cada uma.
Jesus veio para TODOS, indepedente de qualquer tipo de rótulo. Pensem nisso.
A todos nós,só existe uma resposta a vida e ao pecado de cada um….”A MISERICÓRDIA DE DEUS”, PELOS FILHOS AMADOS QUE POR IGNORANCIA OU ESCOLHAS BUSCAM A VERDADE, A JUSTIÇA E A CARIDADE.
CARÍSSIMOS AMIGOS,
A inclinação homossexual é algo que “chega” a pessoa. Ninguém quer ser gay.
A pessoa não nasce gay, descobre-se assim e se não for orientada tenderá a identificar-se como homossexual, especialmente nos dias de hoje onde isso é apresentado como “virtude”
Uma experiência homossexual eventual, embora moralmente errada na ótica de nossa fé, não torna a pessoa definitivamente homossexual. Claro que essa eventualidade pode ser o ponto de partida para quem já tem um contexto familiar que favoreça essa inclinação. Não se diz aqui que é “aceitável” o pecado, mas não se pode negar que a experiência reforça o que a pessoa sente dentro de si.
Um pecado porém é UM pecado, UMA ESCOLHA DE VIDA E UMA IDENTIFICAÇÃO FORMAL COM UM ESTILO DE VIDA MORALMENTE COMPROMETIDO É OUTRA COISA. Normalmente a identificação pessoal vivida dessa forma levará a pessoa a ambientes, amizades, experiências e..a pecados! isso funciona com qualquer pessoa que use mal suas escolhas e identificações.
Precisa-se diferenciar inclinação homossexual de ato homossexual;
identificação com a homossexualidade com vivência homosexual;
diferenciar gay de homossexual;
diferenciar tentação de pecado;
diferenciar posição moral religiosa de posição cientifica e sua relação;
diferenciar discordância do comportamento da homofobia,
diferenciar transexualidade de homossexualidade;
diferenciar construção cultural de natureza humana..etc..
São tantas as variáveis que não podemos condenar A PESSOA, cada um sabe de si e de suas dores, porém não podemos evocar situações particulares e pessoais para JUSTIFICAR o que é discordante com o padrão natural da criação macho e fêmea, presente de forma inconteste na natureza.Mesmo supostos exemplos do reino animal de “vivência gay”,( expressão absolutamente estranha ao mundo animal feita de instintos e condicionamentos e não de ESCOLHAS LIVRES) nada acrescenta ao padrão.
A grande questão de nossos dias é que isso é apresentado como algo “bom” ( se fosse bom, porque é que os que estão dentro querem sair? evidentemente a conclusão de que é algo “bom”mas se deseja sair por causa da pressão social e do preconceito REAL que muitos de nossos irmãos de condição homossexual passam não é determinante) todo gay já quis deixar de sê-lo, um dia! e MUITOS querem e por não entenderem bem a gênese do desafio, desistem de lutar e se “assumem”.
A não”bondade” aqui vai além do viés “moralista e cristão”, mas vai de encontro a identidade mais profunda que cada um de nós tem, como homem ou mulher, com corpo e tudo aquilo que nos torna diferentes e complementares, assim criados por Deus.No fundo é uma questão de natureza antropológica e diz respeito ao ser humano, é mais do que apenas “comportamento pecaminoso”,(reprovável em sua versão hétero ou homo) diz respeito a verdade daquilo que REALMENTE SOMOS e COMO FOMOS PENSADOS PELO NOSSO CRIADOR.
Sr. Helio Silva disse:
Vitor, dos 8 amigos de Caminhada que conheci, nenhum conseguiu mudar. Eu lutei 5 anos, tenho um amigo que tentou 12. Se ai tiver dando certo, eu quero que a Comunidade Católica faça um estudo para poder também implantar isso em outros lugares. Não é que eu duvido da Graça de Deus.
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Caro, o que vc entende por “mudar” e “lutar”? Mudar começa por um simples passo: abandonar o pecado. Esse passo Michael Glatze deu.
Tudo começa por esse passo. Porém, tentações sempre existirão (Michael Glatze adimite que as tentações permaneceram, nada foi instantâneo e fácil). Agora, há pessoas que só querem amar, sem um mínimo de luta. Mas há também pessoas que só querem lutar, e não conseguem abrir o coração para deixar Deus curar suas feridas.
Jesus foi tentado, porque todos os homens são tentados. Porém, deixando-se amar por Deus em TODOS os momentos, com o louvor SEMPRE nos lábios, com o autoconhecimento, com uma profunda revisão da história de vida à luz de Deus em oração, deixar-se amar pelos irmãos, perdoando sempre, envolvendo-se na vida comunitária com seus desafios, na liturgia da Santa Missa, servindo aos irmãos, com Nossa Senhora, quem sabe uma boa terapia (obs: terapia não é “coisa para doidos”) gradativamente certas dores que antes pareciam uma “montanha” passam a ser uma “pedrinha no sapato”.
O Catecismo da Igreja mesmo diz que a conversão é um processo gradativo, e até admite que haja quedas nesse processo. Mas é preciso querer trilhar esse caminho. É importante tentar descobrir a gênese disso tudo.
Por exemplo, falando da homossexualidade masculina. Às vezes, desejos homossexuais aparecem em um rapaz que, por exemplo, não teve referenciais masculinos na infância, foi criado apenas entre mulheres e o universo masculino acaba lhe parecendo algo hostil, distante da sua realidade. Ou então teve um pai severo demais, machista, que deturpou a imagem do que é “ser homem”. Ou, por exemplo, se sentiu rejeitado por alguma ou várias meninas na adolescência, e passa a rejeitar o sexo oposto, através de um processo inconsciente. Ou, por exemplo, se sente um “fraco”, um “inferior” entre seus colegas de escola, de rua porque “não se dá bem” com as mulheres, ou por outros motivos. Enfim, são muitas variantes. Daí, passam a se projetar sobre outros homens, querendo “avidamente” essas características que pensam não ter, rejeitando também a si próprios.
Há uma palestra do Pe. Paulo Ricardo sobre celibato para os sacerdotes da sua diocese (está no site dele) em que ele diz que nem sempre os homens tem a manha de entender que quando as mulheres dizem “não”, esse “não” pode ser paradoxalmente um “sim”. Mas o menino não entende isso, e enquanto isso, pode aparecer um outro rapaz, e aí, bem, já sabemos a história…
É preciso buscar o autoconhecimento. Sem ele, não há conversão. Viver só de “lutas” não é uma maneira inteligente, mas até orgulhosa de lidar com as tentações. Abs.
A misericórdia de Deus é infinita, porém Ele pede a nossa conversão . Ele perdoa TODOS os nossos pecados, mas pede a nossa conversão e que deixemos de pecar.
Ele vai nos perdoando após cada queda e após cada arrependimento nosso, até que um dia morremos no pecado, sem termos tido o tempo para pedir o Seu perdão; e aí? Como ficará a nossa alma, a partir de então?
Bom pessoal, também realizei a leitura desse rapaz, e posso confirmar que diante desse “ESTADO” homossexual podemos dizer que realmente é um caso muito sério. Visto que infelizmente nossa sociedade deseja infiltrar em nós um desejo que corrompe nossa DIGNIDADE DE FILHOS DE DEUS.
Não quero relatar muito aqui sobre esse assunto porque abrange muitos pontos. Mas quero deixar CLARO QUE TAMBÉM EU, FAÇO A OPÇÃO DE NÃO VIVER A PRÁTICA DA HOMOSSEXUALIDADE.A gente se suja muito por pouco. Porque DEUS NOS DÁ A DIGNIDADE e a deixamos cair no buraco. Testemunho que a 1 ano e 9 meses estou firme. Assim como os ALCOOLICOS ANÔNIMOS, vamos vivenciando isso, dia após dia enfrentamos essa parte da nossa vida.
E carrego com TODO MEU CORAÇÃO ISSO NA MINHA VIDA, E ASSUMO QUEM EU SOU: FILHO AMADO DE DEUS. O que tenho que enfrentar nada mais é do que ACREDITAR QUE É POSSÍVEL VIVER O DIFERENTE sem aceitar o que QUEREM QUE VIVAMOS.
DEUS CONTINUE A MANIFESTANDO SEMPRE SUA COMPAIXÃO, AMOR, E MISERICÓRDIA ENTRE NÓS.
SHALOM!!!
Também eu quero deixar o meu testemunho aqui, como o irmão anonimo acima deixou o dele. Quero fazer alguns comentários a guisa de reflexão e quero deixar uma pergunta ao Carmadélio, porque tenho uma dúvida é algo que me incomoda e queria saber o que ele pensa, haja vista que o que tenho acompanhado deste blog, ele me parece ser uma pessoa bastante lúcida para me responder tal questão.
Posso dizer que estou nessa luta a um considerável período de tempo. Procuro viver exatamente aquilo que ensina a Igreja, sei que sou um filho amado de Deus e por isso vivo a minha dignidade de filho de Deus vivendo em continência perfeita pelo Reino dos Céus (ou castidade, não faço uso da palavra celibato porque a mim parece que ela está mais adequada aos consagrados do Senhor e eu sou um simples leigo).De fato a luta é aguerrida e dificil. Não vou concordar em momento algum com modo de pensar do Hélio Silva ou de outras pessoas que aqui comentam e são a favor da valorização do pecado, mas também gostaria de comentar algumas coisas.
Primeiro, propor metodos de cura é facílimo para quem não luta com essa tendência. Como o Hélio, tive conhecidos que debandaram da luta (e que são infelizmente a maioria). Qualquer metodo de tentar fazer com que a pessoa se torne novamente heterossuxual é massacrante, não pelas práticas e métodos, mas pelo resultado que ao longo do tempo para a maioria da pessoas que possui atração pelo mesmo sexo (doravante, AMS) é pífio e mediocre. Digo isso porque, por exemplo, para quem se esforça para ganhar uma recompensa de 10 mil reais, ganhar apenas 100 reais como recompensa é frustrante, apesar deste valor ser um lucro alcançado, não é?
Posso testemunhar que muitos irmãos adotam essas práticas que o Victor propõe, incluindo eu mesmo. Conheci irmãos que sinceramente se lançaram na busca da cura da sua AMS através de uma intensa vida de oração e ascese, alguns chegam a fazer terapia com terapeutas católicos e ao longo dos anos, passam longe do seu objetivo que é alcançar a plena heterossexualidade. Por isso, acredito que lançar formulas para a questão é controverso demais e sofrido demais para quem alem dessa cruz, tambem carrega outras em sua vida, assim como vocês, então fica aqui um alerta: Formulas funcionam para a matemática, mas quase sempre falham quando se trata de problemas humanos.
Porém, continuando, me lancei sinceramente na vida de oração e ascese: missa diária, confissão frequente, visita frequente a Jesus Eucaristico, terço diário, jejum, convivência fraterna com os irmãos e as irmãs em sadia convivência e amizade desinteressada, autoterapia(de acordo com as orientações de alguns livros católicos que falam sobre o assunto). Ao longo desse tempo, grande parte do tempo que já venho lutando contra a AMS, procurei e desejei retomar a minha heterossexualidade, ao contrário de encontrar paz interior, me defrontava com uma grande aflição e frustração porque nada disso adiantava, eu continuava exatamente igual no que tangia a minha AMS. Pensei sinceramente em desistir de tudo, como os outros que vi debandarem, mas o meu amor por Jesus era maior do que a fraqueza e a frustração do meu coração.
Lendo o Catecismo (CIC) e aquele documento sobre o cuidado de pessoas AMS da Cogregação da Doutrina da Fé encontrei uma luz. O CIC afirma: “Estas pessoas (que possuem AMS) são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição” (CIC, § 2358). Decidi então focar essa questão somente em obedecer a voz da Igreja e viver em continência perfeita (ou castidade, ou celibato, como preferirem chamar). Não abandonei nenhuma das práticas anteriores, ou seja, continuo tendo vida de oração e ascese, vivendo aquelas práticas de piedade anteriormente citadas dentro das diretrizes dadas pelo meu diretor espiritual, tendo uma vida comunitária que alegra o meu coração e me dedicado a viver a caridade para com os mais necessitados.
Posso dizer que a partir do momento que parei de buscar restaurar a heterossexualidade na minha vida e abracei a cruz com alegria, vivendo a vontade de Deus como ela é expressa pela voz da Igreja: que é a castidade (expressa na continencia perfeita pelo Reino dos Céus para as pessoas com AMS) experimentei a liberdade dos filhos de Deus. A luta continua sendo dificil, mas, hoje vivo em castidade e abandonado à vontade de Deus para a minha vida, seja ela retomar a minha heterossexualidade ou continuar lutando contra a AMS até o fim dos meus dias, mas sem esse apego a desejar retomar a heterossexualidade. A presença de Jesus Eucaristico na minha vida tornou-se fundamental. Como Santa Teresa d’Ávila, encontrei nEle “um amigo a quem falar de noite e de dia”. A única coisa que mudou e, considero eu a mais importante, é que eu reconquistei a minha paz interior.
Diante de tudo que vi, ouvi e compartilhei, principalmente da luta dos irmãos que sinceramente buscaram durante muitos anos uma busca para retomar sua heterossexualidade eu tenho uma dúvida que ninguem ainda soube sanar.
Carmadélio e outros irmãos: de fato é a vontade de Deus que os irmãos que tem AMS retomem a sua heterossexualidade? A Biblia afirma: “A vontade de Deus é a vossa santificação, que cada um de vós saiba possuir o seu corpo santa e honestamente sem se deixar levar pelas paixões desregradas, como os pagãos que não conhecem a Deus. Pois Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade.” (I Ts 4,3-5.7) e o Magistério da Igreja insiste em afirmar em todos os seus documentos que as pessoas que tem AMS devem “realizar a vontade de Deus na sua vida e unirem suas dificuldades ao sacrifício de Cristo na cruz” (cf. CIC, § 2358 e os outros documentos do Magistério que afirmam coisas semelhantes). Se a voz da Igreja orienta isso, e sabemos que a voz da Igreja é voz de Cristo “quem vos ouve, a mim me ouve” (Lc 10,16) afirma isso, seria a Vontade de Deus para todas as pessoas com AMS retomarem essa heterossexualidade? E se de fato é essa a vontade de Deus para todos, porque o Magistério não o afirma claramente, já que ele é o porta-voz da Vontade de Deus?
Eu dou todo apoio a quem deseja tentar retomar a sua heterossexualidade e incentivo que busquem ajuda para isso, já ouvi falar que algumas pessoas conseguiram e acredito no poder e na misericórdia de Deus, mas me questiono se, de fato, a retomada da heterossexualidade é a vontade de Deus para todos. De fato tudo que acontece conosco acontece com a permissão divina. Será que alguns (e talvez muitos), não devem abraçar essa cruz e unir o seu sacrificio ao da Cristo na cruz para desagravar o Coração de Jesus tão ferido pelos pecados da humanidade que “errou acerca do conhecimento de Deus” (Sb 14,22) através da vivência da castidade, da vida de oração e da vida ascética?
Gostaria muito de saber o que vocês pensam sobre isso, principalmente você, Carmadélio, que tem mostrado ter um parecer lúcido e uma solida formação na doutrina da Igreja em todo o tempo que venho acessando o seu blog e lendo os artigos aqui veiculados.
CARÍSSIMO CRISTÃO,
Seu testemunho é muito edificante e confortador, mostra a luta de uma pessoa que tem conseguido vencer, a despeito das dificuldades. Mostra alguém que tem sido capaz pela graça de Deus de DECIDIR viver segundo a vontade de Deus e de perceber que a vivência dessa inclinação não seria capaz de lhe realizar como pessoa e como cristã.
Sua pergunta é bem interessante e, confesso, nunca havia pensado nisso.
Talvez alguns, pela profundidade de suas feridas e envolvimento, nunca consigam viver de FORMA PLENA ALGUNS aspectos específicos de sua heterossexualidade (de forma transitória ou definitiva)
É importante, como inicio, nivelar o conceito de heterossexualidade, dando-lhe a amplitude de abrangência que nos permita perceber que uma dificuldade especifica é exatamente isso, ESPECIFICA, e que ela não tem a força determinante de fechar questão em cima de uma realidade tão rica, complexa e ampla.
A Heterossexualidade masculina,sabemos, vai além da vivência genital, diz respeito a uma forma de vivência dialogante com a mulher,enquanto “outro”; diz respeito a percepção do mistério da feminilidade e da necessidade de complementação e enriquecimento pessoal nessa relação humana; diz respeito a amar sua própria identidade masculina de forma profunda e plena, perceber-se como homem, agir como homem, viver como homem. (Homem aqui no sentido cristão, como Jesus, O HOMEM!)
Para o homem se dar, ele precisa se ter, especialmente na relação com a mulher, onde isso se faz absolutamente necessário (para si) e é “pedido” pela mulher que -como nós- precisa da alteridade para ser e para se ter, podendo assim se dar, por que se tem!
A atração positiva pelo sexo “oposto” é uma característica natural da heterossexualidade, e é essa atração natural, sem os estereótipos mundanos, que nos leva a busca pela união e pelo desejo natural de constituir uma família, com filhos. (Atração aqui entendida além da sexual, mas que a inclui) atração e percepção de que somos incompletos e que Deus nos criou para o outro e para o amor.
Talvez alguns irmãos que possuam esse desafio em suas vidas tenham dificuldade nessa natural atração heterossexual que os bloqueia e esmague sua auto estima e sua segurança masculina, que os faz achar que a masculinidade se esgota e se limita apenas a isso. Acredito que muitos tem esse bloqueio e, por isso, se acham incapazes de amar uma mulher, como mulher, e viver uma relação saudável e casta, dentro do matrimônio, se for o caso da vocação especifica da pessoa.
Penso que retornar a heterossexualidade como principio geral é o desejo de Deus para todos, já que a homossexualidade não faz parte da vontade positiva de Deus.Ser heterossexual, na verdade, não é uma escolha, mas o natural.O que é “escolha” é o comportamento e a vivência.A inclinação homossexual foi quem “apareceu” depois e deve ser encarada como estranha, não integradora, e sem neurose, trabalhada, não alimentada, não desejada.
Esse retorno, em um processo gradativo, pode, para alguns se revestir de certas dificuldades particulares como “a não atração sexual natural” pelo sexo “oposto” ou uma segurança masculina firmemente estabelecida, porem, como falamos, o conceito de heterossexualidade vai além, bem além, da vivencia sexual. Essas dificuldades precisam ser trabalhadas dentro da perspectiva natural da heterossexualidade, deste lado, e não do lado da homossexualidade. Devem ser encaradas como dificuldades especificas e não dar a elas a abrangência de definir o TODO, ou de achar que uma dificuldade seja a CONFIRMAÇÃO de uma impossibilidade definitiva de retorno ou de reencontro com a identidade masculina “perdida” ou ” comprometida”.
Ter algumas dificuldades nesse retorno é compreensível, e não é “per si” razão determinante para a pessoa não se perceber heterossexual. Por exemplo, Um pai, com dificuldades de paternidade, será sempre um pai, mesmo que não seja pleno! não se deixa de ser homem porque existem dificuldades de vivência, nem se deixa de ser homem porque se desiste de sê-lo! Sendo algo natural e não produto da cultura, posso e devo “batalhar” para recuperar o terreno perdido, olhando para mim como homem e pedindo a graça de Deus para me reconstruir como homem, dia a dia, luta a luta, matando um leão por dia, no rumo da verdade de Deus
Alguns talvez não tenham os 10 mil, mas terão mil.Outros 5 mil, e acredite, nem mesmo os “resolvidos” tem os 10 mil. todos nós estamos em batalha na busca da vivência plena nos variados aspectos de nossa vida, da profissional a cristã, da estudantil a familiar, da vocacional a cidadã.
Os heterossexuais cristãos também são feridos, de forma diferente, mas igualmente fragmentadora. Ninguém tá pronto,estamos todos na luta, com o testemunho de Deus que nos acompanha com seu olhar e nos sustenta com sua graça.
Sendo assim creio que todos são chamados a estar dentro do “redil”, embora nem todos estejam no mesmo lugar dentro dele! Penso que pertence a Deus e a sua sabedoria lidar com cada pessoa, dentro do mistério da unicidade pessoal.
A nós, nos cabe a confiança inabalável em seu amor e a convicção de que a luta vale a pena seja qual for o lugar que estejamos DENTRO do redil.
Como nos diz São Paulo, o “importante é que mantenhamos o rumo” e façamos a nossa parte com lutas, como é próprio de quem é pecador, mas, como nos diz a propaganda: Sou brasileiro e não desisto nunca. No caso aqui, NASCI HOMEM, SOU HOMEM E NÃO DESISTO NUNCA! Vou até o fim.
Apreciei muito o testemunho do “cristão” e suas colocações, bem como a resposta do Carmadélio; essa dimensão da oferta (para um cristão) na luta diária contra o pecado jamais deve ser esquecida.
Meu caro irmão Cristão,
A coisa mais bonita da vida, é sabermos de nossos limites, e termos coragem de reconhece-los perante a outras pessoas.
Não preciso que concorde comigo. Cada um sabe realmente até onde vai e vejo que você sabe perfeitamente disso.
Que o senhor te abençoe e continue dando forças para que você vença as batalhas do dia a dia. A respeito da sua pergunta, eu gostaria de dizer, que a resposta é sim: Deus quer que todos os que tem inclinação homossexual sejam heteros.
Mas ele sabe dos limites, ele sabe que alguns não vão dar conta. Assim como nem todos dão conta de amar o próximo, como nem todos conseguem perdoar, como nem todos conseguiram ser feliz no casamento, como nem todos conseguiram viver uma vida sem feridas. Enfim, faz parte da vida.
Um forte abraço
Blog Carmadélio,
Parabéns pela inciativa, divulgação do texto, mas principalmente pela moderação sábia que tem feito dos comentários.
É uma pena que alguns precipitados partam para o ataque. Pelo que vi esses mesmos que atacam por terdes apagado os comentários deles, são comentários que logo acima eu vejo e que diversamente não foram apagados. Cada comentário contribui muito, mesmo os que tem opinião diversa sobre como tratar do tema. Enriquecedor o blog e a moderação feita com amor zeloso pelo próximo!
abraços
homossexual
ho.mos.se.xu.al
pessoa que tem afinidade sexual somente para indivíduos do mesmo sexo.
eu sou cristão encontro Jesus todos os dias no amor vencerá e nas minha orações,da minha orientão sexual homo Deus nunca vai mudar porque ele ja me transformou por inteiro me curo da masturbação pornografia,falta de perdão e do ficar e de tudo e eu sinto meu coração ferver quando encontro com Deus mas minha orientação sexual continua,não acredito em ex-homossexual,ex-deficiente mental nem ex sindrome de down,essa condição sexual não está atrelada a pornografia me senti desrespeitado,shalom não quero ouvir esse nome nunca mais.
Oii, a todos que dizem que não existe ex-homossexuais, olha só é muito simples. Se a pessoa quer, está disposta a lutar contra a homossexualidade e for perseverante ela pode sim ser heterossexual. Acredito que nenhum de vocês chegaram pra um ex-homossexual e perguntaram como ele se sente, tbm acredito que esse fato de existir ex-homossexuais ou não é um assunto particular de cada um, quem sou pra chegar e dizer: “Ei, você não é ex-homossexual, isso nem existe!”. A é escolha daquela pessoa, a forma de que ela está seguindo a sua vida, se acredita na capacidade dela mesma de mudar sua vida, só ela vai saber!
E podem sim deixar de sentir atração pelo mesmo sexo, pois, da mesma forma que você gosta, ama, adora certo objeto ou pessoa e você passa a não sentir mais interesse pelo mesmo, você deixou de gostar do que gostava. Por exemplo: Eu gosto muito de tal coisa e de repente chega um tempo que não sinto mais admiração pelo mesmo, vou certamente, procurar algo que me faça realmente feliz.
Olha só, acredito que ninguém tem o direito de dizer que ex-homossexuais não existem se não sabem o que sentem. Você só pode falar por outra pessoa se tem a plena certeza de que realmente sabe o que ela está passando. Você não pode dizer que eu não gosto de chocolate sem saber se eu gosto ou não.
E se existe supostos ex-homossexuais que deixam a pratica da homossexualidade e se casam com uma mulher mas continua traido-a com outros homens é porque ele não lutou e perseverou contra a atração pelo mesmo sexo, pensou que podia amar uma mulher sem ter o minimo esforço de lutar contra a homossexualidade!
Terrivel, abominavel as pessoas que pensam que não existem ex-homossexuais, essas pessoas deveriam parar, pensar e se colocar no lugar de tal pessoa.
sabe a Deus a gloria o poder pelo seculos dos seculos…acredito q Deus pode curar toda sitaçaõ difil de nossa vida e ele nus cura por completo lembro quando eu bebia n/ao conseguia ficar muitos dias sem beber e hoje Deus min curou de uma forma q noa tenho mas prazer na bebida..com certeza todo açaõ tem uma reação e quando vamos ns contaminando com as coisas erradas vai se tornando difil pra gente ser curado de nos mesmo,mas saiba q pra Deus nada e´difile quando passamos a crer como coração Deus vai trasformando e naquele vazio cai colocando o seu amor obrigado pela oportunidade Shalom
Ninguém se torna um ex-gay.
Ou ele é, ou não.
A pessoa só se torna um “ex-gay” quando a sua religião recrimina tal coisa.
CARÍSSIMA MARIE,
Leia o testemunho e os comentários que você compreenderá.
Cristão
externo a minha admiração do seu amor incondicional pelo Nosso Senhor Jesus Cristo.
As minhas orações pessoas a você e a todos que particularmente lutam quase que sozinhos. Tenha a certeza de que a Igreja e todos nós comunidades, grupos e pastorais vós amamos.
Paz e Bem
Então, tá.
Não existe ex-gay porque a Marie e outros pré-determinaram que não existe ex-gay.
O que eu sinceramente gostaria muito é que esse pessoal PROVASSE a impossibilidade de um homossexual deixar de ser homossexual.
Chega a ser engraçada a presunção de sapiência. No caso que reportei acima – de um senhor casado, com filhos já em idade adulta e que de uma hora para outra ESTAVA gay (vamos colocar nestes termos).
Pois bem, logo, logo, alguns comentaristas – sem o completo conhecimento da pessoa, das circunstâncias e do contexto de sua vida – adiantaram, sem a menor cerimônia, que o sujeito já era gay. Mesmo?!? Como é que sabem disso? Eu mesmo até posso admitir essa hipótese, o que não dá é para ser arrogante ao ponto de fechar a questão em favor de uma tese, fazendo uma afirmação convicta sem verificar o caso mais detida e racionalmente.
Retiro estas frases do testemunho:
“Não se deve deixar que o sentimento de culpa seja desculpa para evitar as perguntas difíceis.”
“A nossa cura dos pecados do mundo não acontecerá num instante. Mas acontecerá — se não deixarmos que o orgulho a bloqueie. E, caso você não saiba, no final quem vence é Deus.”
Primeiramente, este jovem buscou o princípio da Filosofia: buscar a verdade.
Segundo, a pessoa orgulhosa sempre procura bloquear a busca pela verdade. Neste jovem, vemos o contrário.
Enfim, este jovem é um verdadeiro cristão. Como assim? Nos quatro Evangelhos, todos aqueles que buscavam a cura, libertação de suas doenças e pecados, deixaram o orgulho de lado e foram para a arena da sua própria mente e depois da sociedade, enfim, disseram: eu sou filho(a) de Deus, e ELE é perfeito, foi o pecado que mim destruiu, eu quero ser o que Deus sempre sonhou para mim. Fizeram o quê? Correram atrás Daquele que poderiam lhe restituir esta dignidade de filhos(as) de Deus: Nosso Senhor Jesus Cristo.
Ter esta coragem e ousadia nos dias de hoje, eis o desafio para a geração atual. Temos muitas informações e no entanto, será que estamos fazendo a pergunta certa ou temos medo da verdade sobre determinado assunto? O jovem deste belíssimo testemunho não hesitou e correu atrás em seu próprio interior, Deus habita no nosso interior, portanto, devemos ter a coragem de perguntar ao nosso Pai do Céu que habita em nós por meio da oração, e a certeza de quem busca a verdade a encontrará.
O Papa Bento XVI tem exortado os jovens a buscarem e a se entregarem a Deus por meio da oração. Sigamos este conselho, o jovem buscou a verdade sobre ele, e nós, quais defeitos nossos que temos e não conseguimos entender o porque destes defeitos? Desafio vertical, a começar por mim.
Vale a pena ler estes dois artigos:
http://www.presbiteros.com.br/site/homossexualidade-e-esperanca http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/28597-ideologia-de-genero-neototalitarismo-e-a-morte-da-familia-entenda-e-divulgue
Shalom!
Para mim, feliz é aquele que encherga além dos seus condicionamentos, além dos seus vícios, além daquilo que muitos chamam de tentações da carne.
Entendo que se prevalecesse coragem e franqueza, a questão do homossexualismo, de certo, alcançaria a maioria dos seres humanos, pois é mais um aspecto de um conflito criado por nossa cultura em épocas muito remotas, onde a capacidade reprodutiva das pessoas, a força física e impetusiosidade masculina eram condições vitais para a sobrevivência dos povos. Vivemos até hoje confundindo tres sentimentos: amor; desejo de contato físico produzido por amor; e desejo sexual produzido por instinto de reprodução.
Concordo quando a igreja defende a posição de dever e ser o sexo manifestação exclusiva do instinto de reprodção. Contudo, creio que contribuiu pouco quando não enchergou o desejo de contato físico, entre pessoas do mesmo sexo, produzido por amor, principalmente amor derivado de admiração e/ou gratidão, quando intenso e intempestivo _ lembremos do discípulo debruçando a cabeça sobre o ombro do mestre. Acredito que à nossa cultura entender a natural dignidade desse comportamento, mesmo quando esse desejo possa levar a fortes abraços, troca de calor, beijos e qualquer manifestação onde ele não esteja sendo confundido com desejo sexual.
joão victor
Posso ter entendido equivocadamente(assim espero) alguns pontos de seu comentário, mas tenho que discordar, primeiro porque para a Igreja não é apenas reprovável a relação homossexual no sentido de sexo, mas a homossexualidade como forma de comportamento, que desvirtua a realização plena do ser humano de acordo com seu gênero(que não precisa ser necessariamente o casamento), o que também não pode ser confundido com “impeto, propensão, inclinação” ou outra forma como se definem, não relativos à uma escolha pessoal, em outras palavras, uma manifestação.
Da mesma forma não há para a Igreja qualquer restrição à manifestações “produzidas por amor, principalmente amor derivado de admiração e/ou gratidão”, mas em todas as culturas existem parâmetros de aceitação diferenciados para determinados gestos, há povos onde é comum beijo entre pessoas sem nenhuma conotação afetiva intima, ou onde homens andam pelas ruas de mãos dadas, a Igreja não se detém nessa superficialidade, assim pode-se facilmente entender o gesto do discípulo amado, ou do traidor.
No entanto isso jamais pode ser usado como justificativa para aceitação, não de gestos, mas da homossexualidade que pode ou não expressar-se por manifestações não somente sexuais, e como bem mencionou, feliz é quem consegue conhecer-se e comedir-se além de seus condicionamentos, mesmo que seja a um contato físico “desvirtuado”.
Vinde Senhor Jesus!
lucas
Apesar de não ser crente na total fidelidade da bíblia aos fundamentos do cristianismo, tenho este como um dos principais livros de cabeceira. Não entendo e não encontro em toda a bíblia, relativo á nossa temática, qualquer condenação ao comportamento contrário ao gênero do indivíduo, exceto o ato de “efeminar ou se deixar efeminar” (sexo contrário à natureza, manifestação da vontade de atentar contra a criação, seja machucando o próximo ou machucando a si mesmo). O comportamento desviado em forma de cinismo, leviandade, mentira, promiscuidade etc, não é causa, mas consequência da natureza agredida, não apneas nessa situação.
Aquele que, para obter prazer, força a natureza sua ou de outro, seja através do sexo exagerado ou por vias indevidas, seja por gula, seja até por uma simples coceira viciosa, está num estado semi-consciente e, dificlmente, reverte sozinho. Acredito que, para esse, o evangelho é remédio divino quando transmitido na tonalidade do Mestre.
O apóstolo foi sábio quando abominou a causa, alertando para as consequências. Embora não seja estudioso da bíblia, como já disse, arrisco aqui um versículo: “Deus ama o pecador, mas abomina o pecado”.
Alego a ausência ou incapacidade da igreja cristã em interpretar o amor de Jesus Cristo como sentimento único, sem subdivisões, deixando margens para a sobrevivência de engoldos como “amor eros”. Esse, que é tão remoto, sem querer ser especialistas, arrisco dizer que é elemento chave para a confusão entre desejo de contato físico manifesto por amor, mesmos os mais íntimos, e desejo de sexo manifesto por instinto de reprodução. Para mim, é fundamental entendermos que contatos físicos motivados por amor podem ser intensos a ponto até de provocar uma simples ereção que, não fosse desvirtuada, por si só nunca conduziria a um ato sexual; mas parece a ereção de um pequeno aos contatos da mãe; talvez um fogo de palha seca.
O amor, na ótica da nossa cultura, é mais assustador do que parece. O medo de expressá-lo e ser interpretado como sexualidade invertida, leva muitos indivíduos a expressar comportamentos opostos como agressividade, inveja, competição, marchismo, homofobia, timidez etc.
Lembrando que a palavra dele não é a de todos os homossexuais.
P E R F E I T O
PERFEITO
PERFEITO
O ARTIGO MAIS PERFEITO QUE EU JA LI SOBRE ISSO
E JÁ LI MUITOS!!
E O Q MAIS MARCO:
“E, CASO VOCE NAO SAIBA, NO FINAL QUEM VENCE É DEUS.”
AS PESSOAS PODEM DIZER O Q QUISER, PODEM DIZER “ISSO” “AQUILO” MAS A PALAVRA DE DEUS NO FIM, VAI REINAR! GLÓRIA A DEUS
será que eu perdi tudo q eu digitei??? tive apoio espiritual…
Lamentável reduzir a homossexualidade à pornografia e à promiscuidade, coisas que também existem entre os heterossexuais, numa dimensão muito maior, diga-se de passagem. Dezesseis anos como gay e não aprendeu a respeitar a diversidade humana e as escolhas de vida de cada um? Lamentável. Por que reparas no cisco do olho do teu irmão e não vês o tronco enterrado no teu?
Lamentável é a ingnorância da imensa desproporção nas quantidades de heterossexuais e homossexuais. Claro que o primeiro grupo é muito mais numeroso, então é possível que a pornografia e a promiscuidade sejam quantitativamente maiores nesse grupo.
O que não dá para aceitar é a falácia de que por ser assim, não se pode criticar o homossexualismo. Depois, acham ruim quando se fala de uma ditadura gayzista.
Ah, mas achincalhar os cristãos, como os gays fazem nas suas passeatas, aí pode, certo? É o “respeito à diversidade” de quem pretende impor na base da truculência e do delito de opinião o seu modo de vida.
Exelente testemunho de vida! Ótimo chamado a conversão de muitas pessoas nessa situação hoje ..não posso deixar de repassar!
Concordo plenamente com tudo que lhi na sua carta meu caro amigo. Também sou um ex-homossexual, curado graças a Deus. Minha cura veio quando percebi que não existe amor entre as pessoas do mesmo sexo, mas somente o desejo sexual, que ao longo do tempo nos destrói espiritualmente ao ponto de nos distanciarmos tanto de Deus que não conceguimos mais enchergar a verdade nem reconhecermos nós mesmo. Mas Deus nunca nos abandona e sempre esta lutando por nós. Pois assim, também sou mais um resgate de Deus dessa vida de perdição e destruição. Hoje sou um homem muito feliz e realizado, casado com uma linda mulher que me ama, me respeite e vida na graça de Deus como eu.
Abraço e Deus continue te abençoando.
Se um famoso jornalista se assumisse gay, essa fatídica notícia estaria estampado em, no mínimo, 50% dos jornais mundiais . Mas como é o contrário, só poucos tem acesso… E viva a influência da mídia! =(
Mas confiamos em Deus, e Ele nunca precisou de mídias para anunciar o seu Reino, pois é o que É! Deus! Contudo, obrigada Shalom por ser instrumento de Deus, até nas mídias sociais, com mais esse lindo testemunho!
Incrível !
Incrivel mesmo como poucos são capazes de compreender o que acontece na vida de alguém que luta contra a homossexualidade, ou dizendo melhor contra
essa inclinação ao pecado.
Uns tem fórmulas mágicas, outros levantam a bandeira da fé independente de qualquer coisa, outros defendem que é isso mesmo, que não adianta lutar. As coisas não são simples sob nenhum ponto de vista.
O ser humano é um conjunto complexo.
A Deus cabe o julgamento.
Se um se diz ex-gay, ótimo!
Só Deus conhece o seu coração.
Se um diz que é feliz assim, ótimo.
Só Deus conhece o seu coração.
Se você não aceita isso sob hipótese nenhuma e deseja a fogueira santa pra todo esse povo, ótimo.
Se você prefere não dizer nada para não pecar contra a caridade, sem problemas.
Só não se esqueçam da misericórdia…
E antes que alguém pergunte, eu não prego o homossexualismo.
Eu mesmo tenho lutado contra as minhas inclinações e só eu, e mais ninguém, sabe o quanto essa luta é desigual.
Nem mesmo outro irmão que sofre do mesmo dilema, sabe o que isso é pra mim e vice-versa.
Palavras bonitas, cheias de calor e citação de escrituras e falsos moralismos não adiantam.
Ninguém vai convencer ninguém. Seja sob um ponto de vista ou outro.
Só tenham cuidado pra não banalizar algo tão complexo, quando a alma humana e esse assunto tão doloroso.
Afinal, de tudo, o que me vem a cabeça é o mandamento maior: amai-vos uns aos outros.
CARÍSSIMO ” APENAS UM RAPAZ”
De fato, não nos cabe julgar as intenções de nenhuma pessoa. Sabemos da imensa luta que essa questão é para muitos e abraçamos com o manto da misericórdia todos os que sofrem com essa e outras questões.
O acolhemos em nome de Jesus em sua batalha e o animamos a buscar a verdade a cerca de vc mesmo!
Respeitamos o mistério que se esconde por detrás de cada pessoa, com sua história de vida, suas dores, alegrias e sofrimentos.
O testemunho citado acima confirma a possibilidade de outra escolha na vida, de que é possível!
Não somos eternas vítimas de nossa história, somos livres e se não o somos, Jesus pode nos ajudar na reconquista dessa liberdade perdida!
É um belo testemunho de quem viveu e não quer mais isso para si, algo que deve ser profundamente respeitado.
Não concordamos com algumas afirmações citadas acima como essa: “Se você não aceita isso sob hipótese nenhuma e deseja a fogueira santa pra todo esse povo, ótimo”. Não, não é ótimo! Respeitamos a opinião de todos, mas percebemos também que algumas posturas de confusão do pecado com o pecador gera posições inaceitáveis sob o olhar da caridade de Cristo que deve sempre nortear nossas decisões e posturas.
A Igreja tem posição firme sobre o comportamento homossexual quando imoral, como também tem com o comportamento heterossexual quando igualmente imoral, mas AMA a todos e a todos deseja levar à verdade querida por Deus.
Não desista de si, amigo, só vc sabe de sua luta. Não sabemos como vc sabe, mas conhecemos quem SABE TUDO, que o ama e que NUNCA DESISTIRÁ de te amar, como o faz com todos nós pecadores.
A alma humana é complexa, mas acredite, somente a verdade tem a força de nos libertar e salvar! Ela tem um nome: JESUS !
Injusto generalizar a homossexualidade com a pornografia. De fato, esse Michael nunca foi homossexual. Me surpreende como as pessoas enxergam a verdade somente naquilo que as agrada. Se não as agrada, na certa é mentira. Que liberdade mais presa!
Não esqueça Italo, de que seu discurso pode e é perfeitamente aplicado à você mesmo:
” Me surpreende como as pessoas enxergam a verdade somente naquilo que as agrada. Se não as agrada, na certa é mentira.”
É mais agradável para muitos simplesmente ignorar que o jovem viveu por 16 anos agindo como homossexual e gostando do que fazia e simplesmente inventar um critério subjetivo (que resume-se simplesmente em negar a legitimidade de seu testemunho) para dizer que ele nunca foi homossexual.
Isso é que é prisão…
Vinde Senhor Jesus!
Meu caro Lucas B. Não é simplesmente negar seu testemunho. Creio que você não é, portanto não fala daquilo que sabe. Eu queria ter nascido hétero, mas não o nasci. Tem algo a se fazer? NÃO! Já vi muitas réplicas fervorosas suas aqui nesse blog. Acredito que se você saísse um pouco da teoria e partisse um pouco pra prática, teria muito mais frutos. Não adianta falar do amor de um Deus que eu não conheço e nunca experimentei. NÃO ADIANTA! E nada vai adiantar. Não é querendo ser fechado a opções, mas não existe outras opções rs. Do mesmo jeito que não existe pra um hétero. É muito fácil julgar sem conhecer, fácil até demais. Não encaro minha sexualidade como uma doença, fardo ou cruz. É apenas mais um detalhe de mim. Tantas coisas boas a serem feitas, não acredito que esse Deus de vocês seja injustos como nós somos.
A igreja tem uma didática muito errada com os homossexuais. Já perceberam que os posts mais comentados daqui, são relacionados a esses temas? Pensem na quantidade de gays que existem por ai, e estão dando as costas a igreja nesse momento. Se a igreja é tão preocupada assim com os seus fieis e o bem comum universal, porque não ir atrás deles de uma maneira diferente? Não estou querendo que ela os aceite, mas algo podia ser mudado.
Concordo com o Lucas B. e destaco várias falácias na réplica do Ítalo:
1º – Diz o Ítalo:
“você não é, portanto não fala daquilo que sabe”
Falácia. Fossem as discussões orientarem-se segundo esse critério ninguém poderia falar nada além da sua área de atuação. Mas vai dizer isso aos gayzistas que vem aqui esculhambar com os católicos e a Igreja Católica. Ué, eles não são, mas falam daquilo que não sabem. Aí, pode, né???
De todo modo, ninguém precisa ser algo para poder discorrer sobre assuntos relacionados a isso. Essa falácia é, inclusive, amiúde usada por abortistas na tentativa de censurar a opinião masculina (em primeiro) sobre o aborto, para depois censurar a de mulheres cristãs, valendo, nessa estúpida segregação de opiniões, somente a de quem é a favor do aborto.
2º – Ítalo, de novo:
“Eu queria ter nascido hétero, mas não o nasci. Tem algo a se fazer? NÃO!”
Falácia. Não se pode generalizar a partir de uma experiência pessoal ou de um grupo apenas. O fato do Ítalo e de seus conhecidos não desejarem e/ou não conseguirem deixar de ser homossexuais não implica que TODO E QUALQUER outro indivíduo não o possa desejar e/ou conseguir.
3º – Ítalo:
“Não é querendo ser fechado a opções, mas não existe outras opções rs”
Falácia de petição de princípio. As opções não deixam de existir porque o Ítalo erige, por princípio, que elas não existem.
4º – Mais:
“É muito fácil julgar sem conhecer, fácil até demais”
Aqui já chega à vitimização comum “tolerantes” que não toleram a divergência. Assim, qualquer um que discorde estará, na concepção deles, julgando. Aplicando esse “raciocínio” contra o próprio comentarista, poderíamos dizer, também, que ele está nos julgando, acusando-nos de ignorância (”não fala daquilo que sabe”, “se você saísse um pouco da teoria”, “sem conhecer”).
5º – E haja falácia:
“Já perceberam que os posts mais comentados daqui, são relacionados a esses temas? Pensem na quantidade de gays que existem por ai, e estão dando as costas a igreja nesse momento”
A quantidade de comentários em postagens relativas ao tema de homossexualismo não indicar, forçosamente, que há muitos gays “que existem por aí”, mas tão-somente que há muitos intolerantes vagando pela internet em busca de qualquer ponto de vista contrário à supervalorização dos homossexuais.
Quanto à Igreja, ela é, de fato, preocupada com os seus fiéis, no que tange à qualidade, não à quantidade. A Igreja não é um supermercado que oferece produtos para diversos gostos e se preocupa em atrair mais e mais clientes. Interessa, ao contrário, católicos que tenham fidelidade ao Catecismo e vivam na busca da santidade.
Apresentadas as falácias, me resta pouco(talvez nem tanto) a acrescentar:
“Creio que você não é, portanto não fala daquilo que sabe.”
Não preciso ser gay para fazer uma constatação, e foi o que fiz no meu terceiro comentário(77), a saber a repito: é sem propriedade que você ou qualquer um pode dizer que não existem “ex-gays”, é a isso que chamo de simplesmente negar o testemunho do jovem, pois aqui mostra-se também que você fala do que não sabe (da experiência dele ou da minha).
Você acreditar que o testemunho dele não se aplique à sua realidade é algo perfeitamente compreensível, mas é completamente inadmissível que você faça unicamente da sua própria experiência o critério da realidade dos outros, nem você nem ninguém pode negar que há opções e esse testemunho é uma demostração disso.
Há gays completamente convictos da escolha de vida que fazem, para quem este testemunho pouco representa, pois não querem viver de outra forma, e isso deve ser respeitado, mesmo que não aceito por determinadas concepções de vida como a Cristã, que também deve ter suas convicções respeitadas.
Há outros que vivem tal experiência de forma conflitante, e o referido testemunho é muitas vezes a direção no caminho que procuram, de viver de uma outra forma, isso não lhes pode ser negado.
Mas por fim, há aqueles que se enganam, incapazes de admitir para si próprios a livre decisão dos primeiros, procuram eximir-se do conflito dos segundos sustentando a idéia da condição irremediável.
Para esses, tal testemunho é um risco para a “construção” subjetiva de impotência diante da condição, que fazem a si mesmos, pois ela mostra que ela não existe, então não lhes restaria alternativa a não ser admitir que vivem assim porque querem, ou que estiveram equivocados o tempo todo levando tal vivência.
E o que combato é justamente isso, o fato de alguns desejarem (para sustentar suas próprias farsas), que outros tenham o conhecimento de outras experiências, que apontam para outras opções.
A Igreja visa justamente isso, oferecer uma outra possibilidade para aqueles que assim desejarem, bem como aqueles que não a desejam, são livres para assim prosseguir, e isso não apenas para a sexualidade, mas para todos os aspectos da vida.
A opção da Igreja, não é como (errôneamente) apresentam em algumas concepções, ditas mesmo cristãs, de uma “cura miraculosa”, que amanhã, você estará gostando de mulheres, casando e tendo filhos; é antes uma batalha, onde vencer não significa “não cair”, mas simplesmente “não desistir”, não porque do contrário você será lançado “num inferno ardente”, antes porque essa é a sua vontade: uma vida diferente. Ou por amor a um Deus que antes o amou.
Mas não julgue que estou tentando lhe falar do amor de Deus, certamente que não sou o mais indicado para isso, há outros que o fazem mais e melhor, prefiro ser o “tapa” que a muitos irrita e a alguns faz despertar, não sou ainda tão virtuoso a esse ponto, não dou a mínima para a opção que fizeres ou que permaneça cego ao fato de que fazes opção. Só não posso admitir que as impeça aos outros.
“Eu queria ter nascido hétero, mas não o nasci.”
Pois deixe-me revelar algo que provavelmente desconheces:
Não sou hetero, porque nasci hetero, porque minha inclinação natural tende a heterossexualidade, mas sim PORQUE QUERO ser hetero. É isso que nos diferencia dos animais, não somos (ou pelo menos não devemos ser) subjulgados por instintos primais.
Amor entre pessoas do mesmo sexo existe? SIM.
É algo reprovável? JAMAIS.
Mas o amor verdadeiro prescinde de sexo.
Se a Igreja possui uma didática errada, se algo nela precisa mudar a esse respeito, convém compartilhar o “quê”, ampliar esse horizonte de comunicação, desde que ele não se resuma a mudar aquilo que nela é essência. A Igreja pode e deve falar de outras formas ao homossexual, o que ela não pode é falar de outra forma do homossexualismo.
Vinde Senhor Jesus!
Caríssimos, não julguem para não serem julgados…eu não usaria preto se a minha cor preferida é azul..entendeu…Vamos fazer boas ações,sermos melhores filhos, amigos,aprender a ter respeito com os outros…Vamos ser felizes, a vida é muito curta pra esses tipos de questões que apenas poderão aumentar o ódio e magoar aqueles que muitas vezes chegam a situações extremas por não COMPREENDEREM E NÃO SEREM COMPREENDIDOS…Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Enfim só a Deus pertence o julgamento.
Angela, muito engraçada essa sua postura. Por ela, ninguém discutiria coisa alguma”para não serem julgados”. Enquanto isso, nossa religião é agredida estupidamente, tenta-se impor um modelo de comportamento na base da truculência e da criminalização da discordância, e, segundo você temos que ficar é caladinhos, pois que ao abrimos a boca para manifestar nossos pontos de vista, nossos princípios e valores católicos, estaríamos, simplesmente, “julgando”. Assim, nem os apóstolos escapariam. Imagine São Paulo predicando contra os maus costumes dos romanos e aí viria uma cristã água com acúcar ao invés de unir-se a ele, repreenderia-o por estar “julgando” …
Inclusive, também é muito interessante. Por que só nós, ao defendermos nossos princípios e valores católicos, estaríamos julgando, mas os defensores intransigentes do homossexualismo podem externar suas opiniões, muitas vezes desrespeitosas conosco, sem que ninguém os acuse de estarem fazendo um julgamento?