* O Papa insta os sacerdotes a se libertar da “ditadura” dos meios de comunicação.
Agência Efe.
Papa Bento XVI lamentou nesta quinta-feira a existência de uma crescente “dependência das opiniões do mundo e da ditadura dos meios de comunicação” e instou a não ceder a estas, em um encontro que aconteceu no Vaticano com párocos e clero da diocese de Roma.
Em uma intervenção improvisada, centrada no capítulo 4 da carta de São Paulo aos Efésios, lamentou que tenha crescido a “dependência das ondas do mundo, das opiniões do mundo, da ditadura dos meios de comunicação, da opinião que todos pensam e querem”.
O Pontífice destacou, assim, a necessidade de emancipar-se dessa ditadura, ao mesmo tempo que acentuou a importância da “humildade”.
Bento XVI indicou que “a ausência de humildade destrói a unidade”, segundo informou a Rádio Vaticana.
“A humildade é uma virtude fundamental da unidade e somente deste modo cresce a unidade do Corpo de Cristo: unamo-nos de verdade e recebamos a riqueza e a beleza da unidade”, acrescentou.
Além disso, referiu-se a outro grande problema que a Igreja enfrenta na atualidade, a falta de conhecimento da fé, que o pontífice denominou como “analfabetismo religioso”.
“Com este analfabetismo não podemos crescer, não pode crescer a unidade. Por este motivo, nós mesmos, devemos nos apropriar novamente deste conteúdo como riqueza da unidade e não como um pacote de dogmas e de mandamentos, mas como uma realidade única que se revela em sua profundidade e beleza”, explicou.
Durante o encontro, o Papa abordou ainda o chamado ao sacerdócio e asseverou que “o grande sofrimento da Igreja atual na Europa e no Ocidente é a falta de vocações sacerdotais, mas o Senhor chama sempre, falta apenas ouvir”.
Durante o encontro, Joseph Ratzinger entregou aos párocos o texto intitulado “Escolhido por Deus para os homens”, publicado pela Editora Paulinas e que inclui uma apresentação do cardeal Agostino Valini.
Um texto definido por um cardeal como “uma regra de vida” fruto do Ano Sacerdotal e que o Pontífice ofereceu a todos os sacerdotes romanos para que “cresçam na alegria da vocação comum e na unidade do sacerdócio”.
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Graças à Deus!
Tive dois problemas sérios com essas duas questões: uma o padre numca estava disponível para uma confissão, sendo eu nova numa cidade e vinda de situação bastante delicada: o sacerdote estava no computador!!
Orei por ele e depois de dois anos, veio me perdão. Fique imuito feliz que ele se consientizou.
Outra situação , um sacerdpte que só repete o texto e não ensina muita coisa, e na ‘escola’ que oferece cursos, é trtado com textos mais de pscicolohgia, ’sem’ acompanhamento psicológico. Cabeças mais confusas ainda. Orei por ele, e espero que mude também!
Precisamos orar sempre pelos sacerdotes: precisam de muita oração e ter sabedoria para tratar de assuntos que se complicam com falta de informação adequada.
P.S. Os dois sacerdotes também tem excelentes qualidades, exemplos que nos ensinam muito!
Que o Senhor e Maria os inundem de graças para seus ministérios.
Jesus ama você e a todos nós! A Paz!