* A “Lógica da morte” que “tenta” justificar o aborto dos anencéfalos. INACEITÁVEL!

QUALQUER ARGUMENTO QUE SE DIGA A FAVOR DA MORTE DOS INOCENTES CAI DIANTE DA INVIOLABILIDADE DO DOM SAGRADO DA VIDA!
***
“A doença é incompatível com a vida e há riscos para a mãe”
“É preciso entender que a anencefalia é uma anomalia congênita grave e incurável na qual os fetos morrem dias ou semanas após o parto”, escreve Thomaz Gollop, livre docente em genética médica pela USP e coordenador do Grupo de Estudos sobre Aborto, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 10-04-2012.
Eis o artigo.
A Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental 54 (ADPF 54 – Anencefalia), que será julgada no STF (Supremo Tribunal Federal), trata de decidir se obrigar uma mulher a manter uma gravidez de feto anencefálico é ou não submete-la a tratamento desumano e tortura.
É preciso entender que a anencefalia é uma anomalia congênita grave e incurável na qual os fetos morrem dias ou semanas após o parto.
Segundo o Conselho Federal de Medicina, o feto anencefálico é um natimorto cerebral. É importante salientar que desde 1989 os juízes de primeira instância autorizam, na maioria das vezes, a interrupção da gravidez.
Nestes 23 anos foram concedidas mais de 10 mil autorizações para interrupção dessas gestações. Ocorre que são decisões caso a caso, que podem não ser concedidas e demorarem até 15 dias.
Vale salientar que a Organização Mundial de Saúde recomenda a não realização de manobras de ressuscitação cardiorrespiratórias em anencéfalos, pois a anomalia é incompatível com a vida.
O diagnóstico ultrassonográfico de anencefalia é 100% seguro e já pode ser realizado a partir da 12ª semana de gravidez.
Há riscos para a mulher: em 50% dos casos há excesso de líquido amniótico com consequente hiperdistenção do útero, o que pode levar a hemorragias; 25% dos fetos anencefálicos estão em posição anormal, causando dificuldades no parto, a placenta pode descolar-se da parede uterina condicionando graves complicações.
Há sofrimento psicológico das gestantes nessa situação. Logo, a decisão favorável do STF possibilitará a adequada assistência médico-hospitalar das mulheres que desejarem interromper a gravidez e aquelas que optarem por mantê-la serão acolhidas no serviço de saúde.
***
Uma resposta!!
A anencefalia não é equivalente à morte encefálica: as crianças podem ter uma parte do encéfalo posterior, médio e resíduos do anterior”, escreve Rodolfo Acatauassú Nunes, médico e professor da Fac. de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 10-04-2012.
Eis o artigo.
A tese da chamada ADPF 54 é de que na anencefalia não se trataria de “aborto”, pois inexistiria a possibilidade de vida extrauterina e, por isto, se situaria à margem da legislação atual.
Na realidade, esta tese não tem respaldo na literatura médica, pois, embora a anencefalia seja uma afecção extremamente grave, com a maior parte das crianças falecendo nas primeiras 24 horas após o parto, tem sido destacada a possibilidade de vida extrauterina.
A anencefalia não é equivalente à morte encefálica: as crianças podem ter uma parte do encéfalo posterior, médio e resíduos do anterior.
Isso faz com que um pequeno percentual delas, em função do grau de comprometimento, possa ter alta hospitalar, chorando, movimentando-se, respirando espontaneamente e viver semanas, meses ou, excepcionalmente, mais de um ano.
Recentemente, faleceu uma criança brasileira de anencefalia com 1 ano e 8 meses, que, segundo sua mãe, reconhecia e acalmava-se com a sua voz, mas não com a de estranhos, o que sugere um certo nível de consciência primitiva, explicada por neuroplasticidade.
Toda prudência é necessária, pois, hipoteticamente, a adição obrigatória de ácido fólico às farinhas, tornada obrigatória pela Anvisa a partir de 2004, pode, além de diminuir a incidência da doença, atenuar sua apresentação clínica e permitir maiores sobrevidas.
Pode ser o caso da criança Vitória, que permanece viva após dois anos do diagnóstico neonatal de anencefalia. A área de saúde pode oferecer cuidados paliativos cada vez de melhor qualidade e apoio psicológico aos seus pais.
(Tentar abreviar o sofrimento trazido por uma doença grave eliminando alguém porque não se pôde curá-lo ?)
Relacionados:
________________________________________
Tags: Anencefalia

















teria sido muito bom se a campanha da fraternidade desde ano fosse em defesa da vida das crianças ainda não nascidas, nao que essa não seja otima mas a pressao a respeito deste assunto está um absurdo,porque tanto interesse em matar crianças inocentes?esta vergonha me faz lembrar aquele dia que herodes mandou matar as crianças por sentir-se ameaçado por uma delas.
Meu Deus porque esse desejo move o coração de certas pessoas?Para que matar seres humanos, irmãos, nossos semelhantes?Não permita meu Deus,vinde Senhor Jesus!!!
Gostei muito desta resposta pois não sabia e não conseguia explicar direito aqui no meu trabalho que o feto anecenfálico não quer dizer totalmente desprovido de encéfalo e com possibilidade de vida.