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Artigo publicado em em sexta-feira, junho 22nd, 2012 em 15:33 e arquivado em Negro, Racismo. Leia todos os comentários a este artigo assinando o RSS 2.0 feed. Você pode deixar uma resposta, ou trackback a partir do seu próprio site.
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CONSCIENCIA …não tem cor!!!!….Consciencia…tem…a m o r !!!!
AMAR é o que todos precisam saber e ter na consciencia!!!!seja de que cor for a tal “consciencia”….!!!! Mr.Freeman estou com voce,neste assunto. Concordo com voce!!!!
E,digo mais: todos precisamos ter é DEUS no coração…e, aí, sim, as consciencias ficarão i l u m i n a d a s !!!! ALELUIA!!!!
VIVA O DIA DA “CONSCIENCIA ILUMINADA”!!!
Mírian. 22.06.12
Concordo plenamente com Morgan Freeman, pois esse termo “consciência negra” já nasceu racista e cheio de ressentimentos com o passado.
TOMA-LHE!!!
Muito bem!
Concordo, claro!! Existem pessoas que vivem procurando coisas onde muitas vezes não existe. Existe sim pessoas que falam tanto do assunto que acabam não deixando ninguém esquecer que, infelizmente ainda existam alguns racistas perdidos por aí. Quando se parar de falar tanto desse assunto, o racismo por si só vai ficando no esquecimento e acabando enfim. Vamos dar mais voz e vez ao amor que é o que realmente importa.
Concordo principalmente com a solução que ele apresenta para o problema: basta não lembrarmos da cor.
E não sob o pretexto de “reparação” potencializarmos o preconceito de um outro ângulo.
Vamos falar a verdade: racismo ou preconceito ou seja lá o que queiram denominar sempre vai existir, até depois do juízo final vai existir. Os negros estavam quietos na África, os Índios quietos aqui na América, Os Brancos poderiam ficar quietos lá na Europa, sem falar dos Asiáticos ficarem quietos lá na Ásia, se esses povos se contentassem em ficar nos seus próprios continentes essa desgraça nunca teria acontecido, e ponto final.
CARÍSSIMO ALAN,
Tudo foi apenas “desgraça”?
Se nada tivesse ocorrido, provavelmente você não citaria nesse comentário o “Juízo Final”.
Discordo momentaneamente. Em uma sociedade que não discrimine seus membros, certamente seria desnecessário que um grupo declarasse ter orgulho de ser o que é. Ser negro não é escolha: não é merito e nem vergonha. Orgulho de quê, então?
Claro, o pensamento acima só será válido mesmo quando a sociedade sair desse estado de barbárie em que nos encontramos, se é que um dia sairemos dele antes da volta do Salvador.
Agora considerando a história da humanidade, sabemos que por centenas de anos negros foram escravizados e após terem sido “libertos”, permaneceram excluídos da sociedade, muitas vezes por meio de leis discriminatórias!
Se hoje em dia um negro tem o direito de estudar na mesma escola que um branco (ou qualquer outro), sentar-se ao lado de um branco, casar-se com um branco, ser chefe de um branco etc, é porque muitos negros lutaram, foram presos, perseguidos e assassinados simplesmente por terem a “ousadia” de dizer que um negro de modo algum é inferior a um branco; que um negro é tão humano quanto um branco e não de uma raça menos evoluída; e tantas outras coisas que nos são evidentes!
Ora, considero bom e justo honrar a memória de tais pessoas que lutaram pra tirar nossa raça da sua brutalidade. Pessoas que lutaram para que hoje enxergássemos o óbvio! Claro, não foram só negros que lutaram pela igualdade, certamente houve brancos que os apoiaram também nessa luta.
Recomendo que conheçam Rosa Parks, uma negra que se recusou a ceder seu lugar a um branco no ônibus e foi presa:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u88928.shtml
Do mesmo modo, faz sentido comemorarmos o dia da Mulher, poisa também sabemos o quanto as mulheres foram oprimidas ao longo dos séculos e obrigadas a se limitarem a afazeres domésticos, por vezes proibidas de frequentar escolas, universidades, direito a voto etc.
Muitas mulheres foram perseguidas para que as mulheres de hoje possam gozar dos mesmos direitos que os homens.
Que a memória desses negros, mulheres e outros grupos que têm sido oprimidos ao longo dos séculos jamais seja esquecida pela humanidade! Que nos sintamos envergonhados perante a coragem deles quando tememos lutar por um mundo melhor! Que nossa consciência não fique em paz até fazermos algo que preste nesse mundo tenebroso! E que Deus abra nossos olhos para nos enxergarmos além desses meros detalhes.
Ressalto, pois sempre há quem não entende: por enquanto, acho justo e louvável que se diga “orgulho de ser negro”, “orgulho de ser mulher” etc, tendo sempre em vista que na verdade tal orgulho é por ter a coragem de se afirmar negro, mulher etc num mundo em que, ainda hoje, há discriminação.
Se a humanidade der um passo pra frente, não haverá mais motivo para se ter orgulho e nem vergonha de tais coisas.
Só Deus pra ter paciência com o ser humano mesmo…
Tenho algumas perguntas pra fazer: De onde? Porque razão? Quando? surgiu o “racismo”? O que quero dizer é que quando a primeira criatura de cor próxima a preta e a primeira criatura de cor próxima a branca se encontraram, o que será que aconteceu? Isso explicaria muita coisa, não?