Tatuagem.Cristão pode?

Andei fazendo uma pesquisa sobre o assunto.Partilho o que descobri.
De onde veio a palavra tatuagem?
A palavra tatuagem tem origem da palavra tattoo utilizada por primeira vez por James Cook, explorador inglês do pacifico e “descobridor” da Austrália, que escreveu em seu diário a palavra tattow, em referência ao som feito durante a execução da mesma pelos nativos entre sí.
Qual a origem da tatuagem?
Tatuagem surgiu originalmente como expressão de uma religião e tem sua força motriz na crença. E isso se deu especialmente entre os povos egípcios, nas tribos indígenas, grupos sociais originários africanos e asiáticos, como expressão de sua fé e vivência religiosa-social, por cujo grafismo corporal, simbolismo, procuravam guardar e perpetuar suas tradições nos cultos, festas, trabalhos e batalhas.
Pode-se entender a tatuagem como arte?
Tatuar-se hoje é moda, mas o fato de ser moda não a perfila como obra de arte ou efetiva expressão da mesma, pois não convém confundir a obra de arte com qualquer modismo que se utilize de técnica artística.
A arte tem a vocação de revelar um aspecto do ser e de causar comumente no expectador que a contemple, a felicidade pela descoberta da revelação da verdade do ser sob o prisma do belo.
Não é difícil encontrar corpos tatuados que causam o contrário… Inclusive mal estar em quem os vê… uma sensação de desordem por não sabermos o que significa e de não saber onde começa e onde termina tal mensagem. Outras, no entanto,que exprimem certa beleza.
Portanto, não é qualquer técnica ou expressão artística que define a arte enquanto expressão do belo.
Mas o valor afetivo que as tatuagens possuem para quem se tatua, não tem importância?
Não se duvida do valor sentimental, do sentido e do significado que algumas tatuagens guardam para a pessoa que as possui… Seja ele bom ou mal, pois há quem tatue no corpo o número de homicídios cometidos, crimes praticados ou o número de vidas salvas, do filho amado… Não há dúvidas que é o sentimento o norteador de tal atitude.
O homem do século XXI, apesar de toda fama de tecnocêntrico e racional revela-se sentimental, dado com facilidade às paixões, levado, muitas vezes, para onde leva e aponta o vento dos sentimentos e das vaidades…
As paixões não são boas nem más em si mesmas, mas o seu uso e a intenção que as movem podem torná-las boas ou más. Embora as paixões sejam expressões da alma, é o corpo que as manifestam. Por isso, nos últimos anos o corpo tem sido a sede e o lugar comum de uma crescente afirmação da subjetividade sentimental e do relativismo da expressão corporal, seja por um sentimento de revolta, de prazer ou de crise de identidade.
É possível se tatuar na busca de uma afirmação de identidade?
Alguns se tatuam na expectativa de alguma mudança para melhorar a vida,por moda,necessidade de aceitação pelo grupo ou por motivo de fuga, na medida em que isso lhes possa proporcionar algum benefício, promessa de conquistas, sentimentos, diferenciação, domínio, sofrimento, depressão, estresse, poder, fama, afirmação… subjacente a tudo, está muitas vezes a necessidade de afirmar a própria identidade.
O filme, “Amnésia”, por exemplo, conta a história de um homem que por padecer de amnésia após sofrer um acidente, vale-se da tatuagem como memória e identidade, por cuja razão, na trama, o personagem tatua todo o seu corpo para não se esquecer dos últimos fatos que aconteciam em sua vida.
A ilusão é a aparência, não é a realidade. As ilusões passam, mas a realidade não. Se a realidade é um pesadelo, pior é iludir-se com doces sonhos, pois estes passam e ao despertar encontra uma realidade amarga.
Então o que fazer? Se a realidade é um pesadelo procure-se conhecer as razões e os motivos que a torne menos pesada e descobrindo-os já terás dado um passo muito importante para torná-la mais branda. Mas lembre-se: é inatingível uma realidade de puro e doce sonho.
Uma questão fundamental: a tatuagem é um mal?
Embora a tatuagem não seja em si mesma nem um bem nem um mal, pode ser sinal ou expressar a perda de um bem.
Neste caso não a tatuagem, mas o que leva à tatuagem pode ser a expressão de um bem ou de um mal. E nisso há valor moral: por exemplo, há intenção moral má quando se tatua com cruzes na medida em que estas sinalizam o número de mortes que já se cometeu; quando se tatua com os nomes de mulheres enquanto sinalizam a posse sexual das mesmas.
Mas há também intenção moral boa: quando se tatua o nome de um ente querido em sinal de memória; de um sinal religioso em sinal de fé; o nome da esposa em sinal de fidelidade. Mas a tatuagem, nestes últimos casos, não é amuleto e não dá garantia nenhuma da memória do ente querido, da fidelidade conjugal, da proteção pela fé; por isso, embora a tatuagem neste caso não se revista de valor imoral, ela mesma não revela senão um sentimento acerca de pessoas, coisas e fatos sem sentido algum se não responde à intenção original; e com a possibilidade do arrependimento de se haver tatuado.
Não raro também uma tatuagem segue ou expressa um modelo de comportamento, mesmo quando feita como provocação do próprio comportamento. Em geral quando se reverte em comportamento é porque a tatuagem representa uma filosofia de vida, ou uma conseqüência de viver um determinado tipo de vida: por que alguém tatuaria uma arma no braço? Uma caveira? Uma mulher nua? Um demônio?
É evidente que a tatuagem, de um modo geral, revela uma situação, conduta e intenção de vida que se traduz em comportamento. Isso não significa que não existam exceções a regra.
Se analisada pelo binômio custo-benefício a tatuagem não traz nenhuma vantagem, pois além de trazer riscos para a saúde psico-somática, gera perda de tempo, dinheiro, além de deixar registrado no corpo o sinal de uma paixão, de um sentimento que, como toda paixão, em sua efemeridade, tem tempo certo para terminar,
Portanto, pode passar com o tempo e tornar-se vencida ou mal querida na maturidade ou na superação da paixão; e isso ocorre muito freqüentemente, quando, chegando na maturidade, se procura desfazer-se da tatuagem que um dia foi expressão de um sentimento e da moda do seu tempo.
Mas o sentimento e a moda passam e, ainda que não para sempre, o corpo fica e com ele a pessoa que se é. Da idéia da vantagem de ser diferente e de ser original seguem-se as desvantagens: dor risco de infecções, custo para tatuar e do alto custo para tirar, arrependimento… e muitos outros!
E quando os pais já são tatuados ou sofrem pressão dos filhos para permitirem se tatuarem?
Não raro se vêem os pais com vergonha ou medo de dizerem não ou ensinar a verdade aos filhos, uma vez que o exemplo partiu do próprio pai; mas os pais não podem amedrontarem-se para ensinar a verdade aos filhos: que a tatuagem dói, representa risco e muitas outras desvantagens.
Há tatuagens que depõem claramente não só contra a fé, mas também contra a dignidade da própria pessoa.
E o que dizer àqueles cristãos que pensam na tatuagem como forma de exprimir sua fé?
As tatuagens em nossa cultura servem mais para contrariar a fé do que para manifestá-la. Embora sejam comuns, não serão as tatuagens de cruzes, de Cristo ou de santos que darão conta da fé que se tem, mas a coerência da vida!
A tatuagem e vida profissional. O que dizer?
Muitas empresas não vêem com bons olhos as tatuagens. E isso não só em função da aparência que pode contrariar a imagem ou o produto que represente a empresa, mas também do risco à saúde. Não raro funcionários tatuados escondem-nas dos patrões, pois conhecem bem o risco se revelá-las, exceto o caso de empresas que delas se valham para vender o produto.
Ter algo que dificulte a vida profissional ou social é algo que deve ser pensado na hora de tatuar-se.
Será isso preconceito? Neste caso, claro que não, preconceito é opinião favorável ou desfavorável concebido sem exame crítico ou sem conhecimento, coisa que não ocorre quando uma empresa avalia alguém para ocupar um cargo em seus departamentos.
Além do mais não adianta dar tom natural ao que efetivamente não o é, pois assim é a tatuagem, queira ou não na atualidade, pois se é moda, não é natural, já que natural diz-se do que não passa. E se fosse natural não haveria quem não a tivesse… E porque há uma maioria que não a possuiu não é correto sustentar que é uma minoria preconceituosa, pois como já dissemos não se trata de preconceito.
Conclusão
Embora as raízes históricas e religiosas da tatuagem não representam em nossos dias o que na antiguidade representou, no entanto, hoje, a tatuagem revela uma moda, sinal de um tempo em que as pessoas estão em crise e em conflito consigo mesmas e com os demais.
Esta crise é de ordem moral, avança no campo emocional e abala os alicerces da identidade pessoal. É moral porque atinge plenamente o eixo da livre ação humana: a liberdade. É emocional em razão do descontrole em que se vive numa vida de paixões, sem limites, seja por razão de fuga do real ou por hábito na busca de prazer, reconhecimento…
Existe hoje em muitas pessoas certo medo de “ser comum”, corriqueiro e igual, quando na verdade nada há de corriqueiro, comum e igual entre uma pessoa e outra, pois cada qual na semelhança que apresenta é original e única. E nisso reside a descoberta da identidade: tornar-se o que se é. Uma tatuagem não me torna essencialmente diferente dos outros, talvez apenas excêntrico.
O cultivo constante do conhecimento de si, o que cada um é em si, deve ser ideal de vida; e é isso que dá sentido à vida. Isso supõe necessariamente o cultivo de virtudes morais como a temperança e a fortaleza e de virtudes intelectuais, como o estudo e a prudência, que nos capacitam para o discernimento e análise do que pode parecer-nos bom e eterno, do que é ruim e efêmero
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O Levítico fala sobre tatuagem: “Não fareis incisões na vossa carne por um morto, nem fareis figura alguma no vosso corpo. Eu sou o Senhor.” (Lev 19, 28)
Isso é apenas mais uma das coisas que o “mundo” quer impor a nós, como normal, tratando as verdades que aprendemos e cultivamos como retrógradas e ultrapassadas. É assim que querem nos impor o aborto, o homossexualismo, o sexo sem compromisso, as drogas, o divórcio entre tantas outras coisas.
Uma tatoo de henna, que é uma coisa que não permanece na pele, é algo que eu faria, sem problemas.
Mas uma tatoo definitiva, aquela com agulha, e tinta, eu não faço, mas nem amarrada! Em primeiro lugar porque é praticamente um procedimento cirúrgico, ou seja, que exige assepsia (ausênsia de infecção)e isso até se encontra em ateliers de tatoo. Mas quem garante 100% assepsia?
Além do mais, existem empregos em que é proibido tatoo visível, como o serviço público por exemplo, que é disparado a preferência nacional de colocação profissional.
Fora isso, vai que a pessoa se arrepende, ou mesmo enjoa da arte? Aí colega, você vai ter que pagar para tirarem isso do seu corpo, e esse procedimento, além de ser doloroso, pode não resolver 100% e você pode ficar com alguma lembrança (marca) da dita cuja.
Por tudo isto, eu não faço, nem recomendo a tatoo definitiva.
Quer fazer arte no corpo? Acha bacana, maneiro? Então faz a tatoo de hena, só pra curtir. É mais barata, não dói e você não não vai ficar enjoado de ver a mesma figura o tempo todo. Sem falar que a definitiva, de tempos em tempos ainda tem que retocar. (E já me disseram que dói horrores!)
Ou então não usa tatoo nenhuma.
Shalom!
PARABÉNS PELO O ARTIGO!
É REALMENTE MUITO ESCLARECEDOR, ESPECIALMENTE PARA OS JOVENS NOS DIAS DE HOJE QUE INFLUENCIADOS PELO O MODISMO MUITAS VEZES ACABAM CAINDO NA ONDA DAS TATOOOS!
Obrigada, Carmadélio, pelo seu empenho em pesquisar, interpretar e trazer argumentos que nos orientem acerca de desafios da realidade atual.
A propósito, como convencer meu filho de 15 anos a não colocar um piercing?
E ainda, convém ou não que os meninos façam judô?
Shalom!
Cada passo que damos para ajudar de forma precisa àqueles que necessitam do nosso sair de si para irmos além, buscando informações que muitos no intimo necessitam, mas a capa do mundo encobre, fará o Evangelho vivo reinar sobre a terra.
Parabéns Carmadélio!
SOU CATOLICA MAS ULTIMAMENTE ESTOU PENSANDO MUITO EM FAZER UMA TATOO,MAS TENHO MEDO DE ESTAR PECANDO CONTRA MEU CORPO PERANTE A DEUS ME DEM UMA RESPOSTA POR FAVOR.TENHO UMA CICATRIZ NAS COSTAS(PARTE DA BACI)DEVIDO UMA CIRURGIA QUE FIZ EU ACHO QUE O MEDICOS ERRAM POR ELA PARECE ESTAR ABRINDO OS PONTOS(JA SARADOS)MAS ME ENCOMODA MUITO POIS SEMPRE AS PESSOAS FICAM ME PERGUNTATO SOBRE ELA SE MINHA BLUSA LEVANDO UM POUQUINHO JA DAR PRA VER O QUE EU FACO!
Olá Carmadélio!
Parabéns pela iniciativa do blog! É, realmente, muito bom ver que nossa comunidade está cada vez mais avançando sobre novos campos de evangelização.
Recordo-me que recentemente o Pe. Reginaldo Manzotti abordou o tema tatuagem em seus programas (de rádio e na TV). Assim como vc, ele ressaltou que ela, em si, não é boa nem má, o que vai depender das intenções de seu uso e de sua significância. Vejo isso com bons olhos sobre a atualização de questões intrigantes que nossa Igreja faz com relação aos COSTUMES de seu povo (e não sobre a FÉ, a qual é inquestionável).
Inclusive, assim como comentaram aqui no seu blog, o padre citou as passagens bÃblicas que falam sobre a proibição de tatuagens. E, inclusive, fez a comparação com outras passagens das escrituras que também fazem proibições de cunho prático (não comer carne de porco, não casar com estrangeiros, a mulher não cortar os cabelos…). Por isso importa – e muito – que haja um reto esclarecimento sobre a validade histórica dos costumes de acordo com o ensino do Magistério da Igreja, e não conforme certas crenças populares já datadas ou que, simplesmente, se firmam numa leitura fundamentalista da Palavra de Deus.
De qualquer forma, apesar de considerar que foste um pouquinho tendencioso no arremate final de seu texto (quando falas que o tatuado é, em geral, uma pessoa conflituosa, abalada emocionalmente e excêntrica…), estás de parabéns pela amplitude da discussão que propiciaste no seu blog, enfocando também um resgate histórico sobre o tema, a questão profissional e a relação com a moda e a atualidade.
Grande abraço, irmão!
Shalom!!!
Caro Carmadélio,
Achei fantástico esse assunto abordado, porque já me questionava qual resposta daria quando fosse evangelizar alguém que perguntasse qualquer coisa sobre tatuagem. Agora já sei!
Tatuagem, independente de ser de hena ou não, hoje, uma questão de moda, da busca pela própria identidade, portanto, para nós cristãos não precisa porque devemos ser firmados em Jesus Cristo Ressuscitado que passou pela cruz e é nele que nos conhecemos, descobrindo a nossa verdadeira identidade.
Shalom!
Gostei muito do tema abordado.Estou com um amigo querendo tatuar uma frase para a mãe…vou mandar pra ele essa formação,queria muito que adiantasse.
Shalom,Deus abençoe!!!
cara muito bom o artigo mas nao deichou claro sua opiniao, consequentemente nao ajudando muito, li e nao me ajudou muito. uma opiniao, ou vc faz sobre uma condiçao historica ou religiosa.
Deus abençoe.
o texto é ótimo, você expõe sua visão de uma maneira muito peculiar, mas pecou quando disse que tatuagem é uma moda, porque seria uma moda se ela existe a milhares de anos? Além do fato que cada um pode crer em determinadas forças que para outro não existe, o fato de se tatuar figuras cristãs por exemplo, além de uma forma de culto é a energia da figura em seu corpo. Até mesmo pessoas que gostam de realmente adornar o corpo com belas figuras. Eu acredito nisso e tenho tatuagens como talismãs e de figuras energeticamente positivas, como um trevo de 4 folhas ou um coração sagrado de Jesus. Não sou católico e abomino qualquer tipo de religião, e mesmo assim tenho um coração sagrado de Jesus, pois para mim Jesus não queria que construísse templos em seu nome nem todo o resto, ele queria que todos tivessem o amor e o respeito pelo próximo apesar de suas escolhas, fora o querido fato de Deus nos ter dado o livre arbítrio para isso. Quanto a bíblia não consigo acreditar em um texto que foi modificado pela igreja, além de ter segregado varios textos nos quais estes homens não achavam adequados. Então é realmente complicado juntar essas coisas.
Acho realmente as pessoas tem preconceitos com pessoas tatuadas, pois os tatuados são como todos os seres humanos, erram, acertam e escolhem o que acham melhor para si. Acho fácil dizer que é uma moda, é cômodo pensar desse jeito, é facil segregar alguém simplesmente pela aparência, ao invês de tentar achar igualdades nas diferenças.
E se tatuagem é ou não arte eu te pergunto “o que é arte?”
um abraço e fique com Deus
e lembre a tatuagem é muito mais antiga do que o catolicismo, e essa cultura ja é muito bem enraizada no mundo!
Caro Amigo Breno,
Quando o texto afirma que é moda, não se refere às origens mas ao fato de que ,HOJE,todos os jovens quererem se tatuar.
O texto tb afirma que a tatuagem é anterior ao Catolicismo, o que não muda nada.
De qualquer forma,o texto objetiva nos ajudar a refletir.
Deus o abençõe e lembre-se: Jesus te ama!
Muitos apelam para o fato de ser belo tatuagens no corpo. É um fato que cada um tem uma noção de beleza ou um gosto estético. Mas também é um fato que a noção de beleza, hoje principalmente, foi tragada pelo furacão do relativismo. Existe uma beleza objetiva nas coisas e nas pessoas, que não está sujeita a concepções individuais. A objetividade da beleza está condensada numa frase simples: O que é belo expressa a Verdade. Verdade e Beleza se supõem.
Será que a tatuagem que resolvi fazer no meu corpo expressa o que há de mais verdadeiro em mim? Aquilo para o qual meu corpo existe e me foi dado? Será que, de fato, eu considero a tatuagem um valor para mim, ou estou me deixando levar pelo que a maioria faz, ou por um desejo de autoafirmar-me?
Pessoalmente, acho a tatuagem esteticamente feia e pobre. Principalmente quando o corpo está coberto por elas, expressa uma imagem de caos e desordem.
Estava procurando material na internet sobre tatuagem e me deparei com vários fóruns de debates, onde uns querem ser mais letrados na matéria que outros, uns demonstrando um profundo conhecimento da palavra de Deus e outros totalmente leigos. Uns questinando sobre moda,comida e etc e outros sobre a vontade de Deus, alguns até parecem saber mais da vontade de Deus do que ele próprio.Nós nos esquecemos do mais importante que é olhar para nossa própria vida, e antes de falar sobre qualquer assunto orar e pedir orientação divina.O que formos fazer em relação ao nosso corpo, a nossa alma e ao nosso espirito devemos sempre perguntar ao maior interessado que é Deus.Se vc tem intimidade com o Espírito Santo ele vai colocar em seu coração se vc deve ou não fazer uma tatuagem, porque se buscarmos argumentos para justificar o fazer e o não fazer essa celeuma vai se tornar infinitamente longa. Então queridos pergunte a Deus o que ele quer para vc. não só em relação a tatuagem mas a todos os outros aspectos de sua vida, e deixe o Espirito dele falar ao seu coração o que é certo ou errado.