Artigo da ‘Aborto’ Categoria

* 6ª Marcha Nacional da Cidadania Pela Vida em Brasilia. Reserve esse dia!

segunda-feira, maio 20th, 2013

Entrevista à presidente Nacional, Drª Lenise Garcia

Por Thácio Lincon Soares de Siqueira

Uma grande Marcha Nacional da Cidadania pela Vida vai acontecer na Capital do Brasil no próximo dia 4 de Junho, com o tema “Quero Viver! Você me ajuda?”.

A 6ª Marcha Nacional da Cidadania Pela Vida é organizada pelo Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil Sem Aborto –  movimento “supra-partidário e supra-religioso”, disse em entrevista à ZENIT a Dra. Lenise Garcia, presidente do Movimento.

O objetivo dessa atividade é chamar a atenção para posições contrárias em andamento no Congresso Nacional, como por exemplo, o Projeto de Lei nº 236/2012 que propõe a legalização do aborto até a 12ª Semana de Gestação e o Projeto de Lei nº 478/2007 (Estatuto do Nascituro) que defende os direitos da criança por nascer, à semelhança do que determinam o Estatuto da Criança e do Adolescente, o Estatuto do Idoso e o projeto do Estatuto da Juventude.

A concentração se fará no dia 4 de junho às 15h no gramado, atrás da Torre de TV, na cidade de Brasília. Outras informações no site: www.brasilsemaborto.com.br

Publicamos a seguir a entrevista que a presidente do Movimento Nacional da Cidadania Pela Vida – Brasil Sem Aborto, Lenise Garcia, concedeu à ZENIT.

***

Por que uma sexta Marcha pela Vida? Quais são os temas a serem exigidos nesse ano?

Lenise Garcia: As marchas têm um motivo de fundo, que é a promoção e defesa da vida desde a concepção, tendo em conta as pressões que ocorrem em todo o mundo, e também no Brasil, para que se desrespeite a vida em seu início. Por isso pretendemos manter uma manifestação anual, no início de junho. Naturalmente, a cada vez há temas que estão mais candentes. Neste ano, destacamos a reforma do Código Penal, que tramita no Senado com uma proposta que abre amplas possibilidades para o aborto. Além disso, queremos a aprovação do Estatuto do Nascituro, que tramita na Câmara. Há outros projetos de nosso interesse, mas que não se encontram de momento no foco dos parlamentares.

Essas marchas ajudam realmente na mudança da cultura da morte para uma cultura da vida?

Lenise Garcia: Diz a experiência que sim. Por exemplo, nos Estados Unidos já são 40 anos de manifestações populares, cada vez maiores, e a percepção da população em relação ao aborto tem mudado bastante. Apesar de o aborto ser permitido lá em praticamente qualquer caso, alguns Estados estão fazendo leis mais restritivas, e atualmente a maior parte da população é pró-vida. Os primeiros a se conscientizarem mais para a importância do tema são os próprios participantes, e depois aqueles que presenciam ou recebem informações sobre a marcha.

Sabemos que essas decisões tramitam mais no governo, no Senado, no Congresso… então, por que uma mobilização popular?

Lenise Garcia: Os parlamentares, deputados e senadores, são nossos representantes, e naturalmente bastante sensíveis às manifestações do eleitor. Além disso, embora a legalização do aborto dependa do Congresso, a decisão de fazer um aborto é algo individual. Já tivemos depoimentos de várias mães ou pais que desistiram de um aborto ao ver o nosso material de divulgação da marcha e refletir melhor a respeito.

Com qual espírito as pessoas deveriam unir-se a esse projeto?

Lenise Garcia: Com vontade de exercer a sua cidadania, saindo da acomodação de quem pensa que já há “alguém” cuidando da preservação dos valores da cultura da vida. É importante que todos nos posicionemos. Também com espírito pacífico. Não buscamos o confronto com quem discorda de nós, mas mostrar a beleza da vida, que por si mesma conquista o apoio de quem compreende toda a sua dignidade.

Qual é o principal grupo no Brasil de hoje, que luta no movimento Brasil sem Aborto, em prol da Vida?

Lenise Garcia: Há muitos grupos. O Movimento Brasil sem Aborto procura justamente articular todos os que queiram unir-se nesse ideal. Há um grande pluralismo, em uma perspectiva supra-partidária e supra-religiosa.

O Estatuto do Nascituro, se aprovado, poderá realmente frear a implantação do aborto no Brasil? Por quê? Ouvem-se certas críticas ao texto atual do Estatuto. Onde pode-se encontrar uma resposta?

Lenise Garcia: O PL 478/2007 (Estatuto do Nascituro) explicita uma série de direitos da criança ainda não nascida. Traz também propostas de soluções concretas para casos específicos.

Vou dar um exemplo, com o caso da criança que seja fruto de um estupro. Claro que uma violação é um ato horrível, mas a mulher estuprada não é o estupro, e a criança eventualmente gerada também não pode ser identificada com o estupro, como se fosse tão horrível quanto este. Por questões jurídicas e de tramitação, o substitutivo do PL 478/2007 não toca no aspecto penal, e não modifica as regras atuais que isentam de punição os envolvidos em um aborto em caso de estupro. Alguns não se conformam com essa ausência, como se significasse uma concessão. Entretanto, ao destacar o valor intrínseco da vida, e ao trazer mecanismos de auxílio à mulher que passa por essa situação de uma gravidez decorrente de estupro, o Estatuto do Nascituro favorece que não se veja o aborto como a principal alternativa de solução para essa situação tão dramática, mesmo porque o aborto nunca é de fato solução.

Melhor do que a punição dos culpados é conseguir que não haja culpa, porque o aborto não se realiza. O foco é mais preventivo do que punitivo. São aspectos que se complementam, mas não precisam estar necessariamente na mesma lei. Para quem quiser mais informações e reflexões, temos regularmente atualizado sobre o conteúdo e a tramitação do PL 478/2007 no site do Brasil sem Aborto www.brasilsemaborto.com.br

Na sua opinião, como é que o Movimento Pro Vida no Brasil poderia unificar mais as forças nas estratégias de trabalho?

Lenise Garcia: É necessário sempre muito diálogo, e a compreensão de que não precisamos pensar igualmente em todos os aspectos.   É natural que haja divergências quanto ao que se considera a melhor estratégia, mas não se pode impor o próprio ponto de vista como se fosse o único modo de abordar o assunto. Como comentei, o Brasil sem Aborto é supra-partidário e supra-religioso, e isso naturalmente implica um grande pluralismo interno. Também por isso focamos na promoção e defesa da vida desde a concepção, não abarcando outras pautas, em si importantes, mas que podem fugir ao consenso. Unidade não é uniformidade, e nem sempre a divergência é problema. Pelo contrário, penso que a divergência em pontos não essenciais é fundamental para o amadurecimento democrático. O pluralismo é também manifestação da riqueza e beleza da vida.

* Ex-abortista convertida em líder pró-vida questiona aqueles que pedem a pena de morte para Gosnell.

sexta-feira, maio 17th, 2013

ACI

Abby Johnson, quem faz poucos anos deixou seu trabalho como diretora de uma clínica abortista para converter-se em líder pró-vida, criticou a “hostilidade” daqueles que pedem a pena de morte para o médico abortista Kermit Gosnell.

“O que é o que eu mereço?”, questionou Johnson em uma coluna publicada na sua página Web depois do veredicto do jurado que encontrou Gosnell culpado por ter assassinado três bebês nascidos vivos depois de um aborto fracassado. Gosnell lhes cortou a coluna vertebral.

Johnson recordou que ao abraçar a fé católica, escolheu Maria Madalena como sua santa para o sacramento da Crisma, pois sentiu “uma conexão imediata com ela. Ela tinha pecado muito… e foi perdoada em proporções ainda maiores”.

“Ela sabia que não merecia o perdão… mas o recebeu de todas as formas. E devido a isto, ela se agarrou a Cristo. Ela sabia que não era nada sem Ele”.

Johnson assinalou que ela também fez sua “parte de pecado. E também fui perdoada muito mais do que mereço”.

“Não sou melhor que Kermit Gosnell”, escreveu a agora líder pró-vida.

“Abusei e traí mulheres da pior forma possível. Convenci-as de matar seus filhos. Cortei o pescoço das crianças depois que nasceram? Não. Mas fui uma cúmplice no assassinato”.

Johnson recordou que ela também abortou em duas ocasiões, “não foi porque fui coagida. Não foi por não ter mais informação. Mas sim porque pensei que as crianças seriam um inconveniente para meu estilo de vida. Eu sou responsável pelas suas mortes, ninguém mais”.

“Assim quando alguém fala sobre Gosnell e diz coisas como ‘os assassinos e as pessoas como ele não merecem respirar o mesmo ar que eu’ ou ‘espero que se queime no inferno’, fere um pouco. Porque essa fui eu. Mas ainda estou aqui… respirando o mesmo ar… e tentando passar o resto de minha vida corrigindo meus erros”.

E essas palavras não ferem somente a ele, assinalou, pois “ferem outros como eu, também. Pessoas que deixaram a indústria do aborto e que trabalharão cada dia para recuperar-se de seus pecados. Pessoas que ainda estão na indústria e pensam que serão rejeitadas pelo movimento pró-vida… provavelmente eles iriam nos procurar se soubessem que os aceitaríamos”.

“Sempre tenho medo de que os trabalhadores das clínicas vejam algumas das palavras dos pró-vida. Vários ex-trabalhadores me falaram que nunca virão diretamente a nós com suas histórias porque estão tão atemorizados com como serão tratados por nós… por nós… o suposto movimento ‘cristão’”.

“Sei que alguns dirão ‘mas você se arrependeu, aí está a diferença’. Mas, o que teria acontecido se não o tivesse feito… não ainda? O que teria sido se ainda estivesse dentro da indústria do aborto? O que teria sido se ainda fosse uma cúmplice do assassinato? O que aconteceria se levasse mais tempo para me dar conta da verdade? Mereço morrer?”, questionou.

“As pessoas as que me dirigi me aceitaram, com tudo o que levava. Eles sabiam que era uma pessoa destroçada, e me amaram de igual maneira”.

“Foi Cristo quem mudou a minha vida. Foram as palavras misericordiosas e compassivas de Suas pessoas. Não foi a condenação. Não foram as orações para que eu arda no inferno. Não foram aqueles que me gritavam e me insultavam”, assinalou.

A líder pró-vida advertiu que “o ódio vem do inferno”, enquanto que “a misericórdia vem de Cristo”. “Quando odiamos, não somos melhores que aqueles que matam”, assinalou e assegurou que espera “ansiosamente o dia quando possa chamar Kermit Gosnell de um ex e arrependido abortista”.

“Que vitória tão celestial será essa! Poderá acontecer? Se me disserem que não, então vocês não conhecem o Deus que eu conheço”.

Abby assegurou que “meu Deus está no negócio dos milagres. E meu Deus não quer que ninguém sofra no inferno. Ele quer que todos seus filhos venham a Ele… sim, inclusive aqueles de nós ‘monstros’ que estão ou estiveram na indústria do aborto”.

* Brasil Sem Aborto está promovendo em Brasília a 6ª Marcha Nacional da Cidadania pela vida contra o aborto.

sexta-feira, maio 17th, 2013

O Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil Sem Aborto está promovendo em Brasília a 6ª Marcha Nacional da Cidadania pela vida contra o aborto.6MarchaNacional_Folder.jpg

O evento ocorrerá no dia 4 de junho e tem por objetivo impedir que o projeto de lei nº 236/2012, que tramita no Senado Federal e que propõe a legalização do aborto até a 12ª Semana de Gestação, seja aprovado pelo Congresso Nacional.

Além da marcha, está sendo feito um abaixo-assinado, pela aprovação do Estatuto do Nascituro, que tem por fim defender os direitos da criança por nascer.

Segundo os organizadores da Marcha, a aprovação do Estatuto impedirá definitivamente que o aborto seja legalizado no Brasil.

A marcha será iniciada às 15h no gramado atrás da Torre de TV, no Eixo Monumental. Mais informações podem ser colhidas através do endereço web: www.brasilsemaborto.com.br. (EPC)

Com informações da CNBB.

* Mais casos de infanticídio na indústria abortista dos EUA.

sexta-feira, maio 17th, 2013

Nem bem o médico-monstro Kermit Gosnell – Foto-  ( veja reportagem no link abaixo)

http://contra-o-aborto.blogspot.com.br/2013/04/dr.html começa a passar o resto de sua vida na cadeia, mais um caso sobre infanticídio surge nos EUA. O acusado agora é o médico Douglas Karpen, proprietário de três clínicas abortistas no estado do Texas.

Ex-funcionárias de uma das clínicas vieram a público contar o que acontece por lá. Os detalhes podem ser lidos no site da Operation Rescue, mas fica o aviso que as imagens no documento disponível na página não são fáceis de serem vistas, mesmo para quem tem estômago forte.

Estas novas denúncias confirmam o que muitos grupos pró-vida norte-americanos já diziam ao comentar sobre o caso do dr. Kermit Gosnell: suas práticas hediondas não são incomuns. A recente condenação daquele médico talvez tenha criado o terreno necessário para que mais denúncias deste tipo venham a público, como vem sendo já trazido pelos integrantes do grupo Live Action, que com sua série de vídeos “Inhuman” vem mostrando a verdadeira perversão que é a indústria do aborto nos EUA, principalmente entre os médicos que lidam com abortos em gestação já avançada.

O que tais fatos vão mostrando, aos que querem ver, é que mesmo em países onde a força policial e o sistema judiciário funciona razoavelmente não falta gente para burlar os tais limites legais ao aborto, e é por isto que sequer permitir o aborto a partir de determinado número de semanas não apenas vai contra o fato de que já existe uma vida humana, isto mostra-se também inútil para uma indústria que se alimenta do desespero dos pais e da morte de seres humanos inocentes e indefesos. Legalizar o aborto é abrir uma Caixa de Pandora de onde com certeza sairá até mesmo o infanticídio puro e simples, como estes casos vêm demonstrando.

Imagine-se agora um Brasil com o aborto legalizado como querem o governo, o PT, seus partidos aliados e muita gente que se diz “progressista”, imagine-se o que aconteceria por aqui. Aqui não se consegue nem mesmo colocar gente já condenada pelo Supremo Tribunal Federal na cadeia… Não está totalmente errado quem pense que um dr. Gosnell entre nós estaria ainda retalhando a coluna vertebral de recém-nascidos enquanto seria aplaudido por um monte de gene boa.

* Espanha: Socialistas usam imagem de “mulher crucificada” para promover o aborto.

terça-feira, maio 14th, 2013

ACI

As Juventudes Socialistas da Galicia (Espanha) lançaram uma campanha para evitar que se reforme a lei do aborto -tal como exigem os pró-vidas ao Governo-, e para isso não duvidaram em usar a imagem de uma mulher crucificada com o rosto tapado com o lema “Tens direito à vida, tens direito a decidir”.

Conforme informou a Europa Press, a campanha será lançada pelas redes sociais. Para o secretário geral de Juventudes Socialistas, Aitor Bouza, a reforma da lei do aborto é “um retrocesso próprio de tempos franquistas” porque tira “o direito de decidir às mulheres”.

Por isso se mostrou a favor de manter a lei do aborto aprovada pelo PSOE em 2010, que modificou a legislação de 1985.

A lei de 2010 liberalizou o aborto até a 14ª semana de gestação e até a 22ª semana para quando há “graves riscos para a vida ou a saúde da mãe ou do feto”, e em adiante quando há má formação do feto.

Segundo Bouza, a proposta para reverter esta legislação a favor dos nascituros responde “a razões ideológicas, lideradas pela Igreja Católica” e supõe “voltar para épocas passadas de manipulação e doutrinação”.

Nesse sentido, para a secretária de Igualdade dos jovens socialistas, Anabel Rey, reformar a lei tal como propõem os pró-vida, supõe situar-se “ao nível de países como a Polônia, Irlanda e Malta”, onde o aborto é restringido. No caso de Malta, o aborto não é legal em nenhum caso.

Defesa da vida

Como se recorda, a organização Derecho a Vivir anunciou recentemente que em 14 de maio apresentará a campanha “Apaga o Aborto”, com a qual procura reforçar seu pedido ao Governo de conseguir o “aborto zero”.

A campanha prevê encher as ruas da Espanha com publicidades pedindo o desaparecimento do aborto no país e será reforçada também com anúncios em internet, rádio e televisão.

A porta-voz, Gádor Jóia, disse que não queremos 300 abortos ao dia na Espanha, nem 120 mil anuais, mas o “aborto zero”.

* Uruguai e Colômbia reagem a aborto através de participação maciça de sua população.

sexta-feira, maio 3rd, 2013

Terra

A Corte Eleitoral do Uruguai divulgou nesta sexta-feira que será realizada no dia 23 de junho uma consulta popular com voto não obrigatório para saber se a população aprova a realização de um segundo referendo sobre a lei que permite o aborto. Nessa primeira consulta pelo menos 25% dos eleitores precisam aprovar uma votação obrigatória sobre a lei aprovada em outubro passado.

A chamada Lei de Saúde Sexual e Reprodutiva dividiu partidos políticos e organizações civis no país. Setores descontentes reuniram assinaturas e entregaram à Corte Eleitoral o pedido para que a população seja consultada. O abaixo-assinado teve 67 mil assinaturas. No referendo do próximo dia 23 de junho, 654 mil eleitores de um total de 2,6 milhões precisam votar para que, posteriormente, seja realizada a consulta com voto obrigatório.

A lei foi aprovada em outubro de 2012 e começou a ser aplicada no início deste ano. Ela permite que mulheres interrompam a gravidez dentro das 12 primeiras semanas de gestação. Esse período é ampliado para 14 semanas em casos de estupros ou problemas de saúde que coloquem em risco a vida da mãe ou do bebê.

Com informações do jornal El País.

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O site ACIDIGITAL (30 de abril de 2013) que na Colômbia foram apresentadas à Procuradoria Geral um número de assinaturas maior do que o dobro requerido pela lei, para inscrever o comitê promotor do referendo que busca a total proibição do aborto; somando 320 mil assinaturas.

Segundo a notícia, uma vez aprovadas as assinaturas pelo órgão eleitor, o passo seguinte da iniciativa, liderada pelo Senador José Darío Salazar, do Partido Conservador Colombiano (PCC), será apresentar um milhão e meio de assinaturas para que o Congresso aprove uma lei que convoque o referendo. Este Senador se opôs tanto ao aborto como, em recente votação, à aprovação do mal chamado “matrimônio” homossexual na Colômbia. Para o Senador colombiano, a despenalização do aborto no país foi uma “extrapolação” da Corte Constitucional, o que deve ser corrigido pelos cidadãos.

Em declarações recolhidas pelo jornal El Tiempo, o senador do PCC assegurou que com o referendo “buscamos acabar com o genocídio que está ocorrendo na Colômbia com as figuras que se abriram para o aborto; por isso queremos colocar esta decisão nas mãos das famílias colombianas”.

Outra política que apoia a luta contra o aborto na Colômbia é a Senadora Claudia Wilches, quem defende a vida “desde o momento da concepção até a morte natural”.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=25333

* Uruguaios mais perto de reverter lei que aprovou aborto no País.

quarta-feira, maio 1st, 2013

Os uruguaios deram um importante passo rumo à reversão da lei que legalizou o aborto no país, aprovada pelo congresso em setembro do ano passado. Conforme informam as agências internacionais, grupos descontentes com a descriminalização da prática conseguiram 67 mil assinaturas para dar início aos trâmites necessários à realização de um referendo que pode anular a legislação, vigente desde dezembro. O siteHazteOir destaca que o número de adesões foi, inclusive, muito maior do que a obrigatória por lei, que era a de 52 mil assinaturas.

Agora, a Corte Eleitoral tem 45 dias para convocar uma primeira votação na qual ao menos 25% do total de eleitores devem comparecer voluntariamente às urnas para dizer se querem ou não que ocorra o referendo. Se o “sim” vencer, em até quatro meses a população será enfim convidada a dizer se querem ou não que a liberação do aborto seja anulada.

A conquista, portanto, é inicial, mas já mostra a força de reação do povo uruguaio ao ser ignorado pelos parlamentares numa votação apertadíssima, que rachou a classe política. O aborto foi liberado no Uruguai pela diferença de 50 a 49 votos.

Logo que a lei foi aprovada, médicos, políticos e manifestantes pró-vida já haviam adiantado que fariam tudo que estivesse ao seu alcance para revertê-la, conforme contou o vice-presidente do Movimento Brasil Sem Aborto, Jaime Ferreira Lopes, em artigo publicado na Gazeta do Povo em 28 de outubro de 2012. Na ocasião ele destacou ainda que “o movimento revisionista de leis liberalizantes da prática do aborto torna-se cada vez mais forte em diversos países, como nos Estados Unidos, na Espanha e em Portugal”.

A campanha pela reversão da lei no Uruguai conta com o importante apoio de centenas de ginecologistas que protestaram nas ruas em janeiro, devido às pressões do governo para limitar a objeção de consciência, obrigando-os a fazer abortos.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/blog/blog-da-vida/?id=1368192&tit=uruguaios-mais-perto-de-reverter-lei-que-liberou-o-aborto-no-pais

* 336 milhões de seres humanos foram exterminados na China pelo aborto entre 1971 e 2010.

quarta-feira, maio 1st, 2013

Luis Dufaur

336 milhões de seres humanos foram exterminados na China pelo aborto entre 1971 e 2010, segundo números do Ministério da Saúde. O total equivale a mais de uma vez e meia toda a população brasileira, noticiou o jornal “Financial Times”, de Londres.

O referido Ministério – que mais adequadamente deveria chamar-se Ministério da Morte – divulgou em janeiro suas sinistras estatísticas sobre esterilizações e abortos.

Também anunciou que faria uma fusão com a Comissão Nacional da População e de Planejamento Familiar para melhor continuar sua cruel tarefa.

Alguns analistas ingênuos ou simpatizantes do regime interpretaram a reorganização como o início de uma flexibilização do número de nascimentos permitidos. Mas não foi isso o que explicaram altos funcionários do governo socialista. Antes, afirmaram justamente o contrário.

“O planejamento familiar será reforçado, e não enfraquecido”, declarou Wang Feng, diretor adjunto da agência de reforma do setor público.

“Depois da reforma, a China seguirá com sua política de planejamento familiar”, ou de extermínio de crianças inocentes, confirmou o secretário-geral do governo, Ma Kai.

Desde o início dos anos 1980, vigora a inumana política do filho único para os residentes nas cidades.

Pequim comemorou como vitória seus múltiplos crimes: a realização de 336 milhões de abortos, mais de 196 milhões de esterilizações, e a inserção de 403 milhões de dispositivos intra-uterinos impedindo que pelo menos 400 milhões de bebês fossem concebidos ou nascessem.

Um número que supera em mais de 400% as ferozes chacinas e od extermínios praticados pela utopia socialista na China, segundo o Livro Negro do Comunismo – uma obra de referência sobre os morticínios socialistas.

A “política do filho único” estimulou a eliminação seletiva de embriões e fetos femininos, desequilibrando em muitas dezenas de milhões a proporção entre homens e mulheres.

Essa desproporção estimulou fenômenos morais e sociais degradantes, como a venda de mulheres em idade de casar, impossibilidade de casamento para os mais pobres e as mais perversas aberrações sexuais.

O número de abortos – muitas vezes forçados com violência contra as mães – foi superior a 10 milhões por ano entre 1982 e 1992, com picos de mais de 14 milhões em 1983 e 1991 – destacou com sádica frieza o Ministério da Saúde.

Em junho do ano passado, causou grande escândalo o caso de uma mulher grávida de sete meses que foi obrigada a abortar. Sua repercussão levou as autoridades chinesas a pedir desculpas. Confira.

Analistas ocidentais com senso da realidade inferior ao senso humano de que dão provas, acreditam que a China será obrigada em médio prazo a flexibilizar o controle da natalidade.

As causas seriam o envelhecimento demográfico e a redução da população ativa, que já estão produzindo graves problemas econômicos e produtivos, além de desestruturar o que resta da família e induzir a motins populares.

Porém, os raciocínios humanitários não resistem ao fanatismo ideológico anti-humano que o comunismo exige e inocula em seus seguidores.

* Comissão médica derruba pretexto para legalizar aborto na Irlanda.

domingo, abril 28th, 2013

Jônatas Dias Lima, Blog da Vida

Desde o fim de 2012 a Irlanda enfrenta pressões tremendas para legalizar o aborto. O lobby da descriminalização instrumentalizou o caso de Savita Halappanavar, uma dentista indiana que morreu devido, supostamente, a complicações na gestação.

Enfatizo o “supostamente”, porque esse foi o mote das pressões abortistas que tomaram a hipótese como fato. Foi assim pelo menos até a semana passada, quando uma comissão médica, responsável por investigar as causas da morte de Savita, concluiu que o motivo era uma septicemia (infecção generalizada) agravada por erro médico.

O site espanhol Aceprensa fez um bom resumo da história. No ano passado, a dentista de 31 anos estava grávida de 17 semanas quando foi informada pelos médicos que seu filho provavelmente não sobreviveria até o fim da gestação. Ela pediu para fazer um aborto, mas os médicos concluíram que o caso não era de “grave e sustancial perigo” para a vida da mãe, única situação em que o aborto é permitido.

Poucos dias depois o bebê morreu de forma natural e seu corpo foi retirado do útero de Savita. Logo após a cirurgia, a dentista é internada com fortes dores, não resiste e morre depois de cinco dias.

Alguns veículos de comunicação passaram a se referir ao caso como se a morte de Savita tivesse ocorrido por lhe negarem o aborto, ingnorando a existência de qualquer evidência médica que confirmasse o palpite. Grupos internacionais vinculados às redes de clínicas de aborto aproveitaram bem a brecha para pressões de todo tipo, inclusive na comissão delegada por uma juíza para investigar o caso.

Os médicos designados para a tarefa, felizmente, não cederam e apresentaram no relatório aquilo que constataram: a morte não teve nada a ver com o feto. Foi um balde de água fria naqueles que queriam aproveitar a oportunidade a qualquer custo para ver um dos países mais pró-vida da Europa abrir mão da proteção jurídica dada aos nascituros.

A Irlanda, na verdade, é muito inconveniente para o discurso do aborto como redutor da mortalidade materna, porque se trata de um dos países mais seguros do mundo para uma mulher ser mãe, mesmo mantendo o aborto ilegal.

Conforme estudo do doutor Elard Koch, professor da Universidade do Chile e doutor em Ciências Bomédicas, em 2010 o país registrou três mortes maternas em cerca de 75 mil gestações. O baixo índice de mortalidade infantil no parto também impressiona com uma média de quatro óbitos para cada 100 mil nascimentos.

Para quem quer saber mais sobre o caso de Savita e o movimento pró-vida no país, o blog Keep Ireland Pro-Life é um bom agregador de conteúdo.

* URGENTE — “Estatuto do Nascituro” será votado nessa Quarta.

terça-feira, abril 23rd, 2013

É urgente que manifestemos nosso total apoio aos deputados para que este projeto de lei seja APROVADO e a vida humana preservada desde a concepção.

Esta é uma batalha da vida contra a morte da qual você pode participar sem sair da sua casa.

Copie e Cole a mensagem abaixo no corpo do seu e-mail e enviepara todos os deputados da Comissão de Finanças e Tributação, quevotarão a aprovação do Estatuto do nascituro na próxima quarta-feira. A lista com o nome o e-mail dos deputados desta comissão estão no fim desta mensagem.

Senhor Deputado, solicito seu voto pela aprovação do Parecer do Deputado Eduardo Cunha-PMDB/RJ ao Projeto de Lei 478/2007 denominado de ESTATUTO DO NASCITURO, que estabelece os DIREITOS DA CRIANÇA POR NASCER. A Vida é um bem jurídico indisponível conforme determina o artº 5º da Constituição Brasileira que garante “… a inviolabilidade do direito à vida” e, nesse sentido, o direito à vida desde a fecundação é o primeiro e o mais fundamental de todos os direitos humanos. O Substitutivo deste Projeto de Lei em análise na Comissão de Finanças e Tributação NÃO MODIFICA o Código Penal Brasileiro no que se refere à EXCLUDENTE DE PUNIBILIDADE quando a gravidez resultante de violência sexual (estupro). Em relação a esta questão o Estatuto do Nascituro não revoga, portanto, o que está disposto no artº 128 do Código Penal Brasileiro. Apenas possibilita à mulher, vítima de estupro, que optar em levar a gravidez adiante e não tiver condições econômicas de criar o filho ou filha, a proteção do Estado conforme o que está disposto no artº 13 do Substitutivo aprovado na Comissão de Seguridade Social e Familia:
“Art. 13. O nascituro concebido em decorrência de estupro terá assegurado os seguintes direitos, ressalvados o disposto no Art. 128 do Código Penal Brasileiro:
I – direito à assistência pré-natal, com acompanhamento psicológico da mãe;
II – direito de ser encaminhado à adoção, caso a mãe assim o deseje.
§ 1º Identificado o genitor do nascituro ou da criança já nascida, será este responsável por pensão alimentícia nos termos da lei.
§ 2º Na hipótese de a mãe vítima de estupro não dispor de meios econômicos suficientes para cuidar da vida, da saúde do desenvolvimento e da educação da criança, o Estado arcará com os custos respectivos até que venha a ser identificado e responsabilizado por pensão o genitor ou venha a ser adotada a criança, se assim for da vontade da mãe.”
Isto posto, Senhor Deputado, reafirmo minha solicitação como cidadão (ã) brasileiro(a) que VOTE FAVORAVELMENTE AO ESTATUTO DO NASCITURO acompanhando o PARECER PELA ADEQUAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA NOS TERMOS DA EMENDA APRESENTADA PELO RELATOR DESTA MATÉRIA, Deputado Federal Eduardo Cunha.
Assim sendo, estará Vossa Excelência resguardando o direito constitucional à VIDA desde a concepção. Isso é o que esperamos de Vossa Excelência como membro da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados.

Veja aqui o Estatuto do nascituro na íntegra


Nome Parlamentar Partido UF Correio Eletrônico
AELTON FREITAS PR MG dep.aeltonfreitas@camara.leg.br
AFONSO FLORENCE PT BA dep.afonsoflorence@camara.leg.br
AKIRA OTUSUBO PMDB MS dep.akiraotusubo@camara.leg.br
ALEXANDRE LEITE DEM SP dep.alexandreleite@camara.leg.br
ALFREDO KAEFER PSDB PR dep.alfredokaefer@camara.leg.br
AMAURI TEIXEIRA PT BA dep.amauriteixeira@camara.leg.br
ANDRÉ FIGUEIREDO PDT CE dep.andrefigueiredo@camara.leg.br
ANTONIO BALHMANN PSB CE dep.antoniobalhmann@camara.leg.br
ANTONIO C. MENDES THAME PSDB SP dep.antoniocarlosmendesthame@camara.leg.br
ARNALDO JARDIM PPS SP dep.arnaldojardim@camara.leg.br
ARTHUR OLIVEIRA MAIA PMDB BA dep.arthuroliveiramaia@camara.leg.br
ASSIS CARVALHO PT PI dep.assiscarvalho@camara.leg.br
CLÁUDIO PUTY PT PA dep.claudioputy@camara.leg.br
CLEBER VERDE PRB MA dep.cleberverde@camara.leg.br
DAVI ALCOLUMBRE DEM AP dep.davialcolumbre@camara.leg.br
DEVANIR RIBEIRO PT SP dep.devanirribeiro@camara.leg.br
DIEGO ANDRADE PSD MG dep.diegoandrade@camara.leg.br
DR. UBIALI PSB SP dep.dr.ubiali@camara.leg.br
EDUARDO CUNHA PMDB RJ dep.eduardocunha@camara.leg.br
ERIVELTON SANTANA PSC BA dep.eriveltonsantana@camara.leg.br
GENECIAS NORONHA PMDB CE dep.geneciasnoronha@camara.leg.br
GIOVANI CHERINI PDT RS dep.giovanicherini@camara.leg.br
GUILHERME CAMPOS PSD SP dep.guilhermecampos@camara.leg.br
HERMES PARCIANELLO PMDB PR dep.hermesparcianello@camara.leg.br
IRAJÁ ABREU PSD TO dep.irajaabreu@camara.leg.br
JAIRO ATAÍDE DEM MG dep.jairoataide@camara.leg.br
JERÔNIMO GOERGEN PP RS dep.jeronimogoergen@camara.leg.br
JOÃO DADO PDT SP dep.joaodado@camara.leg.br
JOÃO LYRA PSD AL dep.joaolyra@camara.leg.br
JOÃO MAGALHÃES PMDB MG dep.joaomagalhaes@camara.leg.br
JOÃO MAIA PR RN dep.joaomaia@camara.leg.br
JOÃO PAULO CUNHA PT SP dep.joaopaulocunha@camara.leg.br
JOSÉ GUIMARÃES PT CE dep.joseguimaraes@camara.leg.br
JOSÉ HUMBERTO PHS MG dep.josehumberto@camara.leg.br
JOSÉ MENTOR PT SP dep.josementor@camara.leg.br
JOSÉ OTÁVIO GERMANO PP RS dep.joseotaviogermano@camara.leg.br
JOSÉ PRIANTE PMDB PA dep.josepriante@camara.leg.br
JÚLIO CESAR PSD PI dep.juliocesar@camara.leg.br
LEONARDO GADELHA PSC PB dep.leonardogadelha@camara.leg.br
LUCIANO CASTRO PR RR dep.lucianocastro@camara.leg.br
LUCIO VIEIRA LIMA PMDB BA dep.luciovieiralima@camara.leg.br
LUIS CARLOS HEINZE PP RS dep.luiscarlosheinze@camara.leg.br
LUIZ PITIMAN PMDB DF dep.luizpitiman@camara.leg.br
MANOEL JUNIOR PMDB PB dep.manoeljunior@camara.leg.br
MARCUS PESTANA PSDB MG dep.marcuspestana@camara.leg.br
MÁRIO FEITOZA PMDB CE dep.mariofeitoza@camara.leg.br
MENDONÇA FILHO DEM PE dep.mendoncafilho@camara.leg.br
NELSON MARCHEZAN JR PSDB RS dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br
OSMAR JÚNIOR PCdoB PI dep.osmarjunior@camara.leg.br
PAULO MALUF PP SP dep.paulomaluf@camara.leg.br
PEDRO EUGÊNIO PT PE dep.pedroeugenio@camara.leg.br
PEDRO NOVAIS PMDB MA dep.pedronovais@camara.leg.br
PEDRO UCZAI PT SC dep.pedrouczai@camara.leg.br
RAUL LIMA PSD RR dep.raullima@camara.leg.br
REGINALDO LOPES PT MG dep.reginaldolopes@camara.leg.br
RICARDO ARRUDA PSC PR dep.ricardoarruda@camara.leg.br
RICARDO BERZOINI PT SP dep.ricardoberzoini@camara.leg.br
RODRIGO MAIA DEM RJ dep.rodrigomaia@camara.leg.br
ROGÉRIO CARVALHO PT SE dep.rogeriocarvalho@camara.leg.br
SERGIO GUERRA PSDB PE dep.sergioguerra@camara.leg.br
SILAS BRASILEIRO PMDB MG dep.silasbrasileiro@camara.leg.br
TONINHO PINHEIRO PP MG dep.toninhopinheiro@camara.leg.br
VALDIVINO DE OLIVEIRA PSDB GO dep.valdivinodeoliveira@camara.leg.br
VAZ DE LIMA PSDB SP dep.vazdelima@camara.leg.br
ZECA DIRCEU PT PR dep.zecadirceu@camara.leg.br

Este projeto de lei é uma esperança para nós, brasileiros, que defendemos a vida humana.

Pois, enquanto uma minoria escandalosa e assassina quer que crianças sejam covardemente açoitadas no ventre de suas mães, uma maioria silenciosa começa a reagir a estes ataques e a mostrar que o povo brasileiro defende a vida humana desde a concepção e se preocupa com as milhares de crianças ainda não-nascidas que precisam de proteção.

Não deixe para depois, a votação é essa semana!

* Católicos e evangélicos juntos a favor da vida, contra o Aborto, na Câmara.

terça-feira, abril 23rd, 2013

Embora divirjam na teologia, parece que deputados evangélicos e católicos conseguem andar unidos quando se faz necessário. A Chamada Bancada Religiosa da Câmara pediu nesta semana a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre aborto. Além disso, querem aprovar o chamado “Estatuto do Nascituro”, que legisla sobre os direitos do feto desde sua concepção.

O deputado João Campos (PSDB-GO), presidente da bancada evangélica, explica que essas duas propostas são uma resposta às mudanças sugeridas pelo Senado durante os estudos para a reforma do Código Penal. “Nós queremos apurar com essa CPI, o financiamento do aborto no Brasil, tanto por instituições internacionais, quanto pelo governo da presidente Dilma Rousseff. Além disso, vamos investigar o comércio de produtos abortivos e as clínicas que fazem aborto”, justificou.

Com a assinatura de mais de 200 deputados, o pedido de CPI já foi entregue ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Hoje, terça (23), os evangélicos terão uma reunião com Alves para debater os dois assuntos.

O Estatuto do Nascituro foi apresentado na legislatura passada por Luiz Bassuma (PV-BA), que é espírita. Como ele não foi reeleito, a proposta foi arquivada. Retomado pelos religiosos, o projeto atualmente está na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, que deve analisar se a proposta é viável do ponto de vista financeiro.

Em seguida, segue para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, posteriormente, para o Plenário da Câmara. “Para nós e para os católicos, a vida começa na concepção e por isso vamos lutar juntos por esse direito”, explica o deputado Campos, comemorando que recebeu o apoio da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil.
Evangélicos e católicos também se uniram na tentativa de garantir às igrejas a competência de contestar a constitucionalidade de leis junto ao Supremo Tribunal Federal.

“Acredito que o legislador, por distração, não incluiu as representações religiosas nessa lista de entidades e por isso queremos corrigir esse erro para que as igrejas também possam entrar com Adins (Arguição de inconstitucionalidade) no Supremo. Essa também é nossa prioridade”, explica Campos.

A luta contra o aborto já uniu todos os deputados cristãos antes. Ano passado o líder católico, deputado Salvador Zimbaldi (PDT-SP), trabalhou com João Campos e Roberto de Lucena (PV-SP) pastor da igreja O Brasil para Cristo, na tentativa de barrar os efeitos da decisão do STF que permite o aborto de crianças anencéfalas.

Zimbaldi já se manifestou contrário ao casamento entre homossexuais e os projetos que criminalizam a homofobia. Ele apresentou, juntamente com vários outros deputados religiosos, um projeto de lei que garante às igrejas o “exercício de atos litúrgicos em estrita conformidade com os respectivos ordenamentos religiosos”.

Fonte: G prime

* COMUNICADO URGENTE SOBRE O PROJETO DE LEI 478/2007 – ESTATUTO DO NASCITURO.

sábado, abril 20th, 2013

Projeto de Lei 478/2007 denominado de ESTATUTO DO NASCITURO cujo objetivo é garantir os direitos da criança por nascer ou seja garantir os direitos do nascituro. Veja link abaixo do teor do Substitutivo deste Projeto aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados.

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=770928&filename=Tramitacao-PL+478/2007

O Estatuto do Nascituro está agora tramitando na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados e o relator continua sendo o Deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ) que apresentou parecer pela adequação financeira e orçamentária do Substitutivo aprovado na CSSF. Veja link abaixo do parecer do Deputado Eduardo Cunha:

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=995289&filename=Tramitacao-PL+478/2007

Precisamos garantir a aprovação do Estatuto do Nascituro na Comissão de Finanças e Tributação, pois significa dar mais um passo na direção da afirmação do direito à vida, regulamentando assim o artº 5º da Constituição Brasileira, que garante aINVIOLABILIDADE DO DIREITO À VIDA. Se aprovado nesta Comissão, o Estatuto do Nascituro será encaminhado para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados que é a última Comissão onde será apreciado na Câmara dos Deputados.

Nesta quarta-feira, dia 17 de abril de 2013, o Estatuto do Nascituro foi pautado e o relator fez a leitura do seu parecer que é, insistimos, pela aprovação do mesmo. Logo após, o deputado Afonso Florence-PT/BA pediu a retirada de pauta do projeto para impedir a discussão e votação logo em seguida, que, nos garantiria a aprovação. Como não houve consenso pela retirada de pauta do projeto houve pedido de verificação do quórum (que é um procedimento regimental para verificar se o quórum está estabelecido). O resultado foi a inexistência de quórum por APENAS UM VOTO (tinha 16 deputados presentes quando deveria ter 17) o que resultou na queda da sessão da Comissão, ou seja, os trabalhos foram encerrados.

Agora vem o mais importante:o Estatuto do Nascituro volta à pauta na próxima quarta-feira, dia 24 de abril, para discussão e votação.Chegou a hora da mobilização.

Vamos pressionar os parlamentares da Comissão de Finanças e Tributação para que VOTEM COM O RELATOR Deputado Eduardo Cunha-PMDB/RJ, enviando a seguinte mensagem abaixo, em negrito, apenas copiando e colando no corpo do seu email:

Senhor Deputado, solicito seu voto pela aprovação do Parecer do Deputado Eduardo Cunha-PMDB/RJ ao Projeto de Lei 478/2007 denominado de ESTATUTO DO NASCITURO, que estabelece os DIREITOS DA CRIANÇA POR NASCER. A Vida é um bem jurídico indisponível conforme determina o artº 5º da Constituição Brasileira que garante “… a inviolabilidade do direito à vida” e, nesse sentido, o direito à vida desde a fecundação é o primeiro e o mais fundamental de todos os direitos humanos. O Substitutivo deste Projeto de Lei em análise na Comissão de Finanças e Tributação NÃO MODIFICA o Código Penal Brasileiro no que se refere à EXCLUDENTE DE PUNIBILIDADE quando a gravidez resultante de violência sexual (estupro). Em relação a esta questão o Estatuto do Nascituro não revoga, portanto, o que está disposto no artº 128 do Código Penal Brasileiro. Apenas possibilita à mulher, vítima de estupro, que optar em levar a gravidez adiante e não tiver condições econômicas de criar o filho ou filha, a proteção do Estado conforme o que está disposto no artº 13 do Substitutivo aprovado na Comissão de Seguridade Social e Familia:

“Art. 13. O nascituro concebido em decorrência de estupro terá assegurado os seguintes direitos, ressalvados o disposto no Art. 128 do Código Penal Brasileiro:

I – direito à assistência pré-natal, com acompanhamento psicológico da mãe;

II – direito de ser encaminhado à adoção, caso a mãe assim o deseje.

§ 1º Identificado o genitor do nascituro ou da criança já nascida, será este responsável por pensão alimentícia nos termos da lei.

§ 2º Na hipótese de a mãe vítima de estupro não dispor de meios econômicos suficientes para cuidar da vida, da saúde do desenvolvimento e da educação da criança, o Estado arcará com os custos respectivos até que venha a ser identificado e responsabilizado por pensão o genitor ou venha a ser adotada a criança, se assim for da vontade da mãe.”

Isto posto, Senhor Deputado, reafirmo minha solicitação como cidadão (ã) brasileiro(a) que VOTE FAVORAVELMENTE AO ESTATUTO DO NASCITURO acompanhando o PARECER PELA ADEQUAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA NOS TERMOS DA EMENDA APRESENTADA PELO RELATOR DESTA MATÉRIA, Deputado Federal Eduardo Cunha-PMDB/RJ.

Assim sendo, estará Vossa Excelência garantindo o direito constitucional à VIDA desde a concepção. Isso é o que esperamos de Vossa Excelência como membro da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados.

______________________________________________________________________________________________________

Relação dos Deputados membros da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados:

Nome Parlamentar

Partido

UF

Correio Eletrônico

AELTON FREITAS PR MG dep.aeltonfreitas@camara.leg.br
AFONSO FLORENCE PT BA dep.afonsoflorence@camara.leg.br
AKIRA OTUSUBO PMDB MS dep.akiraotusubo@camara.leg.br
ALEXANDRE LEITE DEM SP dep.alexandreleite@camara.leg.br
ALFREDO KAEFER PSDB PR dep.alfredokaefer@camara.leg.br
AMAURI TEIXEIRA PT BA dep.amauriteixeira@camara.leg.br
ANDRÉ FIGUEIREDO PDT CE dep.andrefigueiredo@camara.leg.br
ANTONIO BALHMANN PSB CE dep.antoniobalhmann@camara.leg.br
ANTONIO C. MENDES THAME PSDB SP dep.antoniocarlosmendesthame@camara.leg.br
ARNALDO JARDIM PPS SP dep.arnaldojardim@camara.leg.br
ARTHUR OLIVEIRA MAIA PMDB BA dep.arthuroliveiramaia@camara.leg.br
ASSIS CARVALHO PT PI dep.assiscarvalho@camara.leg.br
CLÁUDIO PUTY PT PA dep.claudioputy@camara.leg.br
CLEBER VERDE PRB MA dep.cleberverde@camara.leg.br
DAVI ALCOLUMBRE DEM AP dep.davialcolumbre@camara.leg.br
DEVANIR RIBEIRO PT SP dep.devanirribeiro@camara.leg.br
DIEGO ANDRADE PSD MG dep.diegoandrade@camara.leg.br
DR. UBIALI PSB SP dep.dr.ubiali@camara.leg.br
EDUARDO CUNHA PMDB RJ dep.eduardocunha@camara.leg.br
ERIVELTON SANTANA PSC BA dep.eriveltonsantana@camara.leg.br
GENECIAS NORONHA PMDB CE dep.geneciasnoronha@camara.leg.br
GIOVANI CHERINI PDT RS dep.giovanicherini@camara.leg.br
GUILHERME CAMPOS PSD SP dep.guilhermecampos@camara.leg.br
HERMES PARCIANELLO PMDB PR dep.hermesparcianello@camara.leg.br
IRAJÁ ABREU PSD TO dep.irajaabreu@camara.leg.br
JAIRO ATAÍDE DEM MG dep.jairoataide@camara.leg.br
JERÔNIMO GOERGEN PP RS dep.jeronimogoergen@camara.leg.br
JOÃO DADO PDT SP dep.joaodado@camara.leg.br
JOÃO LYRA PSD AL dep.joaolyra@camara.leg.br
JOÃO MAGALHÃES PMDB MG dep.joaomagalhaes@camara.leg.br
JOÃO MAIA PR RN dep.joaomaia@camara.leg.br
JOÃO PAULO CUNHA PT SP dep.joaopaulocunha@camara.leg.br
JOSÉ GUIMARÃES PT CE dep.joseguimaraes@camara.leg.br
JOSÉ HUMBERTO PHS MG dep.josehumberto@camara.leg.br
JOSÉ MENTOR PT SP dep.josementor@camara.leg.br
JOSÉ OTÁVIO GERMANO PP RS dep.joseotaviogermano@camara.leg.br
JOSÉ PRIANTE PMDB PA dep.josepriante@camara.leg.br
JÚLIO CESAR PSD PI dep.juliocesar@camara.leg.br
LEONARDO GADELHA PSC PB dep.leonardogadelha@camara.leg.br
LUCIANO CASTRO PR RR dep.lucianocastro@camara.leg.br
LUCIO VIEIRA LIMA PMDB BA dep.luciovieiralima@camara.leg.br
LUIS CARLOS HEINZE PP RS dep.luiscarlosheinze@camara.leg.br
LUIZ PITIMAN PMDB DF dep.luizpitiman@camara.leg.br
MANOEL JUNIOR PMDB PB dep.manoeljunior@camara.leg.br
MARCUS PESTANA PSDB MG dep.marcuspestana@camara.leg.br
MÁRIO FEITOZA PMDB CE dep.mariofeitoza@camara.leg.br
MENDONÇA FILHO DEM PE dep.mendoncafilho@camara.leg.br
NELSON MARCHEZAN JR PSDB RS dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br
OSMAR JÚNIOR PCdoB PI dep.osmarjunior@camara.leg.br
PAULO MALUF PP SP dep.paulomaluf@camara.leg.br
PEDRO EUGÊNIO PT PE dep.pedroeugenio@camara.leg.br
PEDRO NOVAIS PMDB MA dep.pedronovais@camara.leg.br
PEDRO UCZAI PT SC dep.pedrouczai@camara.leg.br
RAUL LIMA PSD RR dep.raullima@camara.leg.br
REGINALDO LOPES PT MG dep.reginaldolopes@camara.leg.br
RICARDO ARRUDA PSC PR dep.ricardoarruda@camara.leg.br
RICARDO BERZOINI PT

* Medicina da MORTE.

terça-feira, abril 16th, 2013
Carlos Alberto Di Franco *
Título forte, polêmico? Não, caro leitor. É a expressão concreta do sentimento de milhões de brasileiros diante de recente proposta feita pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para a liberação do aborto até a 12.ª semana de gestação.

O presidente do CFM, Roberto D’Ávila, na defesa de uma decisão que está em rota de colisão com a ética médica, esgrime argumentos que não param em pé: “Vivemos em um Estado laico. Seria ótimo que as decisões fossem adotadas de acordo com o que a sociedade quer e não como o que alguns grupos permitem”. A estratégia de empurrar os defensores da vida para o córner do fundamentalismo religioso já não cola.

Um embrião e um feto (e querem promover o aborto no terceiro mês da gravidez) são também pessoas, tanto do ponto de vista científico como filosófico. É falsa a afirmação de que o feto faz parte do corpo da mãe e que a mãe pode abortar por ter direito sobre o seu próprio corpo.
Na verdade, a mãe é a hospedeira, protetora e nutriz de um novo ser diferente dela, um outro indivíduo. Biologicamente, o ser que está aconchegado no seio da mãe é idêntico ao que estará sentado no seu colo com 3 meses ou à mesa com ela quando tiver 15, 20 ou 50 anos de idade. O embrião é distinto de qualquer célula do pai ou da mãe; em sua estrutura genética, é “humano”, não um simples amontoado de células caóticas; e é um organismo completo, ainda que imaturo, que – se for protegido maternalmente de doenças e violência – se desenvolverá até o estágio maduro de um ser humano.

Aprovar a autorização legal para abortar, como bem comentam os filósofos Robert P. George e Christopher Tollefsen em seu livro Embryo: a Defense of Human Life, é dar licença para matar uma certa classe de seres humanos como meio de beneficiar outros. Defender os direitos de um feto é a mesma coisa que defender uma pessoa contra uma injusta discriminação – a discriminação dos que pensam que há alguns seres humanos que devem ser sacrificados por um bem maior. Aí está exatamente o cerne da questão, que nada tem que ver com princípios religiosos nem com a eventual crença na existência da alma.

Hoje o que está sendo questionado não é tanto a realidade biológica, inegável, a que acabo de me referir, é coisa muito mais séria: o próprio conceito de “humano” ou de “pessoa”. Trata-se, portanto, de uma pergunta de caráter filosófico e jurídico: quando se pode afirmar de um embrião ou de um feto que é propriamente humano e, portanto, detentor de direitos, a começar pelo direito à vida?

O desencontro das respostas científicas – evidente – acaba deixando a questão sem um inequívoco suporte da ciência. Fala-se de tantos dias, de tantos meses de gravidez… E se chega até a afirmar, como já foi feito entre nós, que só somos seres humanos quando temos autoconsciência. Antes disso, só material descartável ou útil para laboratório. Mas será que um bebê de 2 meses ou de 2 anos tem “autoconsciência”?

Perante essa perplexidade, é lógico que se acabe optando pelo juridicismo. Cada vez mais, cientistas e juristas vêm afirmando que quem deve decidir o momento em que começamos a ser humanos e, em consequência, a ter direito inviolável à vida é a lei de cada país. E é isto que querem fazer: embutir o aborto na reforma do Código Penal. Ora, essas leis, por pouca informação que se tenha, variam de um país para outro e dependem apenas – única e exclusivamente – de acordos, do consenso a que chegarem os legisladores. Em muitos casos, mais que uma questão de princípios, decidir-se-á por uma questão de pressões, ou por complexos comparativos, isto é, pelo argumento de que não podemos ficar atrás dos critérios legais seguidos pelos países desenvolvidos. Mas nem pressões nem complexos parecem valores válidos para decidir sobre vidas humanas.

Quanto ao “consenso por interesse”, é útil recordar que fruto dele foi a legislação que durante séculos definiu uma raça ou um povo como legalmente infra-humanos e, portanto, podendo ser espoliados de direitos e tratados como “coisas”, também para benéficas experiências científicas: caso do apartheid dos negros na África do Sul e dos judeus aviltados e trucidados pela soberania “democrática” nazista.

O juridicismo, hoje prevalente, equivale a prescindir de qualquer enfoque filosófico e naufragar nas águas sempre mutáveis do relativismo. Nada tem um valor consistente, tudo depende do “consenso” dos detentores do poder, movidos a pressões de interesses. Mas se é para falar de consenso democrático, todas as pesquisas, sem exceção, têm sido uma ducha de água fria na estratégia pró-aborto. O brasileiro é contra o aborto. Não se trata apenas de uma opinião, mas de um fato medido em sucessivas pesquisas de opinião. O CFM, representando uma minoria, está promovendo uma ação nitidamente antidemocrática.

Não obstante a força do marketing emocional que apoia as campanhas pró-aborto, é preocupante o veneno antidemocrático que está no fundo dos slogans abortistas. Não se compreende de que modo obteremos uma sociedade mais justa e digna para seres humanos (os adultos) com a morte de outros (as crianças não nascidas).

Além disso, não sei como o Conselho Federal de Medicina consegue articular sua proposta pró-aborto com o juramento hipocrático. A posição da atual diretoria desse conselho, tal como amplamente veiculada pelos meios de comunicação, não parece condizer com o compromisso sobre o qual todos os médicos, velhos ou novos, algum dia juraram. Não creio que o CFM represente o pensamento daqueles que, um dia, prometeram solenemente empenhar sua profissão, seu saber e sua ciência na defesa da vida.

* Carlos Alberto Di Franco é doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, diretor do departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS). E-mail: difranco@iics.org.br

* Presidente do CRM-CEARÁ esclarece que não votou a favor do aborto e decide consultar categoria.

sábado, abril 13th, 2013
Em meio à polêmica que repercute no País o presidente do Conselho Regional de Medicina do Ceará (Cremec), Ivan Moura Fé , afirmou nesta quinta-feira (11), que será realizada consulta aos médicos cearenses registrados à entidade sobre a decisão do Conselho Federal de Medicina de encaminhar, à comissão do Senado Federal, que discute a reforma no Código Penal, proposta favorável à legalização do aborto até 12ª semana da gestação.
A decisão do CFM, expressa na Circular 46/2013, foi uma das deliberações dos representantes das entidades médicas que participaram do I Encontro Nacional de Conselhos de Medicina 2013, realizado de 6 a 8 de março, em Belém (PA).  A medida gerou controvérsias não só entre os movimentos pró-vida, como também entre associações médicas por todo o País.

O Presidente do Cremec, Ivan Moura Fé, admitiu que, no Encontro, votou a favor do aborto apenas nos casos já previstos pela legislação brasileira – em caso de estupro, diante do risco iminente de vida da mãe e de constatada anencefalia do bebê. Mas, acrescenta ele, “o Cremec não tinha debatido de modo conclusivo sobre a liberação do aborto até a 12ª semana, por isso eu não poderia votar”.

Em Fortaleza, no último sábado (6), a Academia Cearense de Medicina (ACM), Associação Médica Cearense (AMC), afiliada à Associação Médica Brasileira (AMB), e a Sociedade Médica São Lucas SMSL), emitiram nota manifestando “a mais profunda indignação pela forma intempestiva e extemporânea com que esse documento [Circular 46/2013 do CFM] foi aprovado por um órgão ao qual compete zelar pelo bom exercício profissional da Medicina , pautado em príncípios basilares da Bioética e da Ética Médica”.

A nota diz também que “é uma falácia do CFM, assim como qualquer associação médica, dizer-se interlocutora dos mais de 400 mil médicos brasileiros, em assunto de tamanha gravidade, sem a devida ausculta pública”. As três entidades signatárias, conclamam ainda seus associados a “fazerem coro a essa nota , no intuito de que o Conselho Federal de Medicina desconsidere o inditoso parecer”.

A Circular do CFM, por sua vez, afirma que “os Conselhos de Medicina concordaram que a Reforma do Código Penal, que ainda aguarda votação, deve afastar a ilicitude da interrupção da gestação em uma das seguintes situações:
a) quando “houver risco à vida ou à saúde da gestante”;
b) se “a gravidez resultar de violação da dignidade sexual, ou do emprego não consentido de técnica de reprodução assistida”;
c) se for “comprovada a anencefalia ou quando o feto padecer de graves e incuráveis anomalias que inviabilizem a vida independente, em ambos os casos atestado por dois médicos”; e d) se “por vontade da gestante até a 12ª semana da gestação”. E acrescenta: “Somente nas situações previstas no projeto em tramitação no Congresso a interrupção da gestação não configurará crime. Atos praticados fora desse escopo deverão ser penalizados”.
Sem consenso

Com a repercussão da Circular do CFM, Ivan Moura Fé reconhece que o assunto é extremamente polêmico por isso, o mais adequado é fazer uma pesquisa com todos os médicos do Estado, “metodologicamente bem feita para ser aferida e divulgada a posição do conjunto dos médicos sobre o tema”. Ele ressalta que no I Encontro Nacional de Conselhos de Medicina 2013 foram debatidas diversas questões além da proposta de descriminalização da mulher que praticar aborto até a 12ª semana de gestação.

Quanto à realização da pesquisa no Ceará, o 1º Secretário do Cremec, Dalgimar Bezerra de Menezes, diz que ainda não há data prevista para ser iniciada. Ele estima que estão inscritos no Conselho 14.500 médicos, destes estão na ativa cerca de 10 mil. Segundo ele, a ideia da consulta foi “levantada hoje (11)para ser discutida e proposta “. Ele deixa claro que o Cremec ao tratar da reforma do Código Penal no que toca o aborto, não está interessado em “promover o aborto” e sim tratar o assunto como questão de saúde pública.
Fonte: Agência da Boa Notícia

* Diferente do CFM do Brasil, Organização Médica Irlandesa REJEITA aborto: ” Fomos formados para SALVAR vidas!”

sábado, abril 13th, 2013

No dia 5 deste mês a Conferência da Organização Médica Irlandesa rejeitou três propostas para aprovar a legalização do aborto na Irlanda. O resultado reflete a opinião da maioria dos médicos profissionais do país.

“Nos treinam para salvar vidas”, declarou o médico psiquiatra Seán O´Domhnaill do “Life Institute”. “A maioria dos médicos irlandeses querem continuar com a prática de proteger tanto a mãe como o bebê durante a gravidez”, ressaltou.

Segundo o Dr. Domhnaill, as prioridades devem ser “ajudar as mães, dar assistência àquelas que sofrem depois de um aborto, prover melhores alternativas em defesa da vida” e não uma legislação a favor do aborto.

Durante o debate foram ouvidos os testemunhos de médicos que conheceram mães que se suicidaram após cometer aborto e médicos que afirmaram nunca precisar acabar com a vida do bebê para salvar a mãe. Estas considerações levaram a Organização médica a considerar que as propostas apresentadas pelo grupo “Doctors for choice” respondiam a interesses ideológicos e não médicos.

Apesar dessa vitória pró vida, a Irlanda corre o risco de em julho ter a aprovação de uma lei favorável ao aborto. Para os médicos do país este seria um erro grave, pois a Irlanda possui uma das taxas de mortalidade materna mais baixas no mundo. (EPC)

Com informações da Infocatólica.

A Igreja não é autora da verdade humana, sujeita às revisões de cada tempo, mas depositária da VERDADE revelada por Deus, em Cristo Jesus.
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Comentários
  • •Digno de aplausos....
    em * Polêmico “Kit Gay”
  • •MEU DEUS QUE TANTA MALDADE QUE OCORRE NA CONSCIÊNCIA QUE FAZEM TIPO DE ATO, NÃO DEUS NO CORAÇÃO POR FATO DE NÃO ACREDITAR E AINDA O PIOR SER CONDUZIDO POR ESSAS ONDAS DA...
    em * Satanistas Profanam e roubam
  • •Graças ao Senhor. Amém, o Senhor seja louvado!...
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  • •Blasfemia, aborto. Ô serpente perseguidora,derrotada, desesperada. Somente Tu Senhor, tens palavra de vida eterna....
    em * Espanha: Socialistas usam imagem
  • •CARÍSSIMA MONALISA, As crianças dos abrigos seriam "penalizadas" pela segunda vez ao não terem direito a um pai e a uma mãe. Caso pudessem escolher, sem dúvida...
    em * Comunicado da “Federação
  • •mas sera que muitas crianças nao preferem ser adotadas por casais gays do que continuarem em abrigos?...
    em * Comunicado da “Federação
  • •Obrigada pela presteza,Carmadélio.Para quem entende de ciências é sempre bom analisar as pesquisas em si e o modo como os dados foram obtidos e estatisticamente tratados.Talvez...
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  • •Neste artigo dá para entender bem a diferença: http://www.deuslovult.org/2013/05/02/pedofilos-nao-sao-excomungados-mas-eu-fui/...
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  • •Qual é a diferença entre EXCOMUNHÃO, e expulsão do estado clerical???? Gostaria que alguem me explicasse isso....
    em * Sacerdote culpado de abusos no
  • •Como posso falar do meu direito enquanto mulher se não respeito o primeiro direito do outro que é o direito a vida, todos temos direito de nascer mesmo se não fomos concebido em...
    em * Espanha: Socialistas usam imagem
  • •Que essa "ministra" diga isso para a sua descendência porque o coração duro ainda continua nas pessoas, como disse na carta de divórcio admitida por Moisés.Que ela leia o...
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  • •esse livro so fala de heresias, e quem e catolico de verdade nao leria este livro horrivel...
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