Artigo da ‘Crianças’ Categoria

* Enquanto isso, na Holanda, crianças cantam seus “dois pais”.

terça-feira, agosto 24th, 2010

O vídeo abaixo é  a gravação de um programa da televisão holandesa, para crianças.

A música é cantada por um pré adolescente que fala de ter em sua casa dois pais. A melodia é bem marcada e boa de se ouvir, com as crianças acompanhando o refrão, a letra é que é “instigante!”

Chamou-me atenção, no início, que a apresentadora pergunte a todos: “quem veio para cá com sua mamãe?  a resposta tem poucas adesões visíveis de mãos erguidas..algo estranho, mas …

Depois pergunta: “quem veio com seu papai” com mais adesões visíveis e finalmente pergunta: “quem aqui tem dois pais”? com quase nenhuma criança levantando as mãos.

Depois ela apresenta o jovem cantor que canta a música.

Percebe-se  que até na Holanda a coisa é delicada; mesmo com forte adesão ideologica de apoio por parte dos adultos,  as crianças – no fundo-  querem ter um pai e uma mãe. A letra traduz esse desejo, mesmo quando fala dos dois pais amorosos que possui , já que no final a música aponta para a parte que falta: a Mãe!

A Igreja tem se manifestado sobre esse assunto: respeita-se as opções que as pessoas tenham em suas vidas, mas as crianças, nesta questão de adoção, devem ter um pai e uma mãe – como todos tem , inclusive os que são a favor deste tipo particular de adoção.

* Psicologia afirma: crianças necessitam um lar heterossexual e não homossexual.

quinta-feira, agosto 12th, 2010

ACI

O presidente do Instituto Mexicano de Orientação Sexual (IMOS), Oscar Rivas, reiterou os riscos de dar menores aos casais homossexuais e recordou que todas as correntes psicológicas afirmam que as crianças  necessitam a imagem paterna e materna “para desenvolver seu melhor nível intelectual, emocional e físico”.

“Falou-se muito sobre a adoção mas principalmente omitiu-se dizer que o direito de adoção é um direito da criança órfã, uma criança que perdeu um pai e uma mãe, uma criança que está abandonada e que justamente o estado merece restituir o que ela perdeu, um pai e uma mãe”, declarou Rivas à mídia local.

Nesse sentido, recordou que estudos em nível mundial advertem sobre os riscos existentes entre casais homossexuais e como estes podem afetar as crianças.

“Trinta por cento das crianças criadas em ambientes homossexuais são mais suscetíveis a sofrer algum tipo de abuso tanto físico como sexual, comparado com um dado de 7 por cento em famílias heterossexuais. Quarenta e cinco por cento das crianças têm mais grau de estresse comparado com 15 por cento criados em famílias heterossexuais; este é um dado da APA (Associação de Psiquiatria Americana)”, afirmou.

Rivas acrescentou que instituições como o Colégio Americano de Pediatria, a Cadeia Americana de Pediatria se pronunciaram contra a adoção por parte de homossexuais. No México, indicou, a Associação Mexicana de Pediatria também assinala que “o menino necessita um modelo de mãe e pai para seu melhor desenvolvimento”.

Nesse sentido, esclareceu que embora se diga que os casais do mesmo sexo possam dar amor às crianças, estas requerem muito mais que isso para serem educados. O menor, indicou, “requer toda uma série de componentes e processos”.

O presidente do IMOS assinalou que portanto, o Estado “deve regular qual é o melhor ambiente” para a educação das crianças.

* Igreja Católica nos EUA lança programa para prevenir abuso de crianças.

quarta-feira, agosto 11th, 2010

ACI

Ante o início de um novo ano escolar, a Diretora Associada do Secretariado para o Amparo de crianças e Jovens da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB, em inglês), Mary Jane Doerr, deu a conhecer uma lista com as mensagens que as crianças aprenderão em diversos programas de cuidado dos menores para acautelar qualquer tipo de abuso e promover seu desenvolvimento em ambientes seguros.

No comunicado de dez pontos divulgado hoje se destaca entre outras coisas que um abuso “nunca é culpa da criança” e recorda que “Deus sempre ama as crianças e deseja que vivam vidas felizes e santas. Se uma criança for abusada, esse criança aprende que de qualquer maneira ele ou ela são inocentes e que Deus e suas famílias ainda os amam”.

Seguidamente ressalta que qualquer abuso deve sempre ser reportado e que “os pais podem ajudar os seus filhos a que aprendam em quem podem confiar assinalando-lhes adultos que consideram dignos de confiança”.

“Você pode reconhecer um abuso quando ele acontece”, expõe o quarto ponto do comunicado e recorda logo que “há formas de detectar um processo de aproximação indevida” já que “os possíveis abusadores estão dispostos a passar uma grande quantidade de tempo fazendo-se amigos da Familia e inclusive da comunidade para ser visto como amigo de confiança desta família”.

Depois de insistir aos pais e outros adultos de confiança a falarem sobre o assunto, o texto afirma que é necessário estabelecer barreiras pessoais para proteger uma criança e saber que estas barreiras existem para reforçar o ensinamento de escutar os próprios instintos.

“As crianças podem defender-se a si mesmas. Os crianças devem ser respeitosas e obedecer, mas ao mesmo tempo precisam saber que há ocasiões quando está bem dizer ‘não’ a um adulto. As crianças aprendem quando é apropriado que digam: ‘Não, deixe de fazer isso’. Por exemplo, escutam que podem dizer não a alguém que os faz sentir incômodos, mostra-lhes pornografia ou oferecer-lhes álcool”.

Finalmente o comunicado precisa que “existem formas de explicar um comportamento inapropriado. As crianças aprendem a descrever o que está acontecendo quando alguém está fazendo algo que parece ‘algo estranho’ embora é possível que isto não pareça incorreto.

A capacidade de articular o que lhe aconteceu, permite à criança confiar mais facilmente aos seus pais ou a um adulto de confiança. Isto pode alertar o adulto de uma situação potencialmente perigosa para que esta possa ser evitada. Ultimadamente, este é o objetivo da educação para ambientes seguros”.

Para ler o comunicado completo, ingresse em: http://www.usccb.org/comm/archives/2010/10-147sp.shtml

* Denúncia de um pai: É o fim da Infância?

sábado, agosto 7th, 2010

Emílio Carlos

O fim da infância foi decretrado por aqueles que não são mais crianças. Por aqueles que se esqueceram de como é ver o mundo pelos olhos de uma criança. Por aqueles que só adoram um deus: o dinheiro.

A infância sofre uma erotização precoce e desnecessária cada vez maior através dos meios de comunicação: danças vulgares na TV, músicas com palavrões e letras chulas, material pornográfico exposto em bancas para quem quiser ver, para não falar da internet.

Dia desses entrei com meu filho para comprar gibis em uma banca de jornal. Os gibis estavam em meio a revistas de mulheres nuas…

A mídia ensina sexo às crianças da pior maneira possível: de forma preconceituosa, errada, precoce demais. E diz que isso é sinal dos tempos.

Aqueles que se esqueceram que foram crianças um dia dizem que “hoje em dia toda criança sabe o que é sexo”. Se enganam – as crianças não sabem.

Nas histórias de cada um de nós tudo teve o momento certo: engatinhar, andar, falar, ler, e assim por diante. O amor também tem um tempo certo. Só que a mídia põe o carro na frente dos bois, suprime o amor – e tudo que resta é a relação física entre homens e mulheres.

Os grandes poetas, os grandes compositores que tanto falaram de amor de repente estão errados? Falam de uma coisa que não existe? Deviam ter falado só de sexo?

Sexo é bom com a pessoa certa e na hora certa. E essa hora com toda certeza não é na infância. Quanto mais se erotiza a infância mais casos de pedofilia assistimos, mais meninas grávidas precocemente, mais DSTs dissiminadas, sem falar da AIDS.

Estamos beirando a Sodoma, sem moral (palavra que a mídia fez virar palavrão), sem censura (outra palavra que a mídia adora desgastar porque é contra seus interesses econômicos), sem valores familiares. Tudo é sexo e apenas sexo. Sexo vende – e amor não (acham erroneamente os adoradores do dinheiro).

Estamos deixando que dêem informações erradas e deformadas para nossos filhos. E nem percebemos mais isso. A mídia conseguiu nos insensibilizar para os roubos dos políticos, para a violência urbana e para o estupro da infância promovido pelos meios de comunicação – com tantas luzes, cores e sensação que até esquecemos… que é um estupro.

A consciência que a mídia formou em nós é: “hoje em dia toda criança já sabe dessas coisas”. E com esse argumento invadem a infância com coisas próprias dos mundos adolescente e adulto. Matam a infância e esticam a adolescência expandido seus limites. Se antes eu era criança até os 12, adolescente até os 17 e adulto a partir dos 18, vem a mídia e muda tudo: a adolescência vai dos 10 aos 22 anos – ou quando o sujeito terminar a faculdade. De repente a adolescência começa com 8, ou 7, ou 6 ou 3 anos…

As novelas mostram padrões de comportamento que não são os da maioria. Dizem que a arte imita a vida – mas vem a mídia e consegue o contrário: de tanto ver a “arte” a vida termina imitando-a (se é que posemos chamar o que vemos na programação de “arte”…).

Por outro lado o que vemos é a arte de acabar com a infância. A criança pode (e deve!) acreditar em papai Noel até o máximo que der. Isso dá lucro! Mas tem que saber na mais tenra idade tudo sobre o ato sexual, da maneira mais distorcida possível.

Como ninguém nasceu sabendo, e como muitos pais tem dificuldades em falar de sexo com seus filhos, quem está ensinando essas crianças senão a própria mídia – que depois nos diz que “hoje em dia toda criança já sabe dessas coisas…”?

O efeito disso é óbvio: o SUS gasta cada vez mais com a gravidez precoce das adolescentes. Governos não gostam de gastar.

Temos duas pontas do problema: a mídia e a criança. O óbvio seria conter a mídia. Mas não: vamos violentar ainda mais a infância.

Então não bastassem os meios de comunicação agora várias apostilas de escola abordam o tema sexo. Virou moda falar de sexo para crianças de 10 anos.

Não há uma educação sexual consistente, permanente, que prepare a criança aos poucos – de acordo com seu nível de maturidade. Não: é tudo abrupto e bruto. Num dia ela está estudando sobre os seres vivos e plantando sementinhas de feijão – no outro pênis e vaginas desfilam nas apostilas de quarta série (agora quinto ano) com explicações técnicas sobre reprodução. Assim: sem preparo nem nada.

Não bastasse isso ainda tem apostila que ensina às crianças de 10 anos: a partir do momento em que o menino ejacular e a menina menstruar eles já estarão prontos para a relação sexual. E ensina que só depende deles decidirem a hora certa para isso…

Hã? Como é que é? Só um adulto sabe – ou deveria saber – as implicações de uma gravidez, os riscos da AIDS e das DSTs. Não uma criança de 10 anos!

Puseram o carro na frente dos bois, comeram os bois e chutaram o carro. Cadê a explicação de “onde você veio”? A boa explicação de que primeiro vem o amor, depois a família e então a gravidez?

Fomos direto às conseqüências sem passar pela causa. Primeiro vem o amor, o romance, o relacionamento. Sexo vem depois.

Mas… a mídia vem nos catequizando com a libertinagem faz tempo a ponto de acharmos… normal.

Será que você se lembra de quando você era criança? Quando soube a primeira coisa sobre sexo? Se lembra da sua reação? E quando soube como sua mãe engravidou? Qual foi sua reação?

Para muitos adolescentes isso foi traumático. Hoje apostilas resolveram traumatizar as crianças de 10 anos.

Isso não é mais educação sexual – é violência sexual contra a infância! Meu filho sofreu essa violência. Apesar do diálogo aberto que tenho com ele sobre educação sexual uma apostila passou por cima dele como um caminhão. Atropelado por uma apostila que mais parece apostila do ensino médio (detalhe: ele só tem 10 anos) ele ficou confuso e traumatizado com o assunto. Passou a ter um sono intranqüilo, cheio de pesadelos, a achar sexo uma coisa suja.

Fomos procurar livros sobre educação sexual para tentar remediar o problema. E daí mais escândalo: livros teoricamente feitos para crianças mostrando – em desenhos – uma cópula com corte transversal onde é possível ver tudo. (“Foi assim que você nasceu”).

Quando você era criança tinha livros assim? Não, não é mesmo.

Virou moda – e um grande negócio – expor sexo para as crianças. A moça da loja me disse que naquele mês muitos pais estavam procurando livros de educação sexual para seus filhos. Exatamente o mês que a tal apostila violentou a infância das crianças com informações descabidas e distorcidas.

Os adultos estão insensíveis – o comércio percebeu isso. E daí todos lucram: mídia, comércio, etc – e só a infância perde.

Que tipos de governos permitem a erotização da programação em horários em que as crianças ainda estão acordadas? Que tipo de gente permite que no meio dos desenhos animados se passe comerciais de novelas com cenas de sexo? Que tipo de “pessoas” promovem as famosas “dancinhas” que se sucedem no vídeo vulgarizando o corpo, o sexo e violentando ainda mais a infância?

A TV jogou para os pais a responsabilidade de censurar o conteúdo que ela expõe – e eu joguei a antena de TV fora há três anos atrás. Mas não pense que meus filhos não vêem TV. Muito ao contrário: assistem desenhos na hora que querem, pois locamos dvds com todo cuidado de escolher o conteúdo.

Como pai dou educação religiosa e familiar aos meus filhos desde sempre. Minha esposa – que também é católica – faz o mesmo.

Como pai abri há tempos um canal de diálogo franco e progressivo com meu filho. Educo-o sexualmente de acordo com sua idade, maturidade, fase de vida.

Daí vem a apostila, fria, impressa, escrita sei-lá-por-quem, sem levar em conta as diferenças individuais (um crime contra a educação) e massacra meu filho com informações e desinformações de ensino médio.

Como pai eu fiz a minha parte: paguei um colégio católico para garantir educação de boa qualidade a meu filho, compatível com minha religião. E recebi tudo que a Igreja mais condena em troca.

Então como pai, professor e catequista eu pergunto: quem socorrerá nossas crianças? Quem protegerá a infância?

PS – A propaganda do governo diz que “criança não trabalha – criança dá trabalho”. É verdade. E até parece que estão querendo proteger a infância. Se esqueceram que “criança não transa – criança brinca!”. Porque criança… é criança. É bom ser criança – uma fase dourada da vida que a mídia e essas apostilas estão jogando na lama.

Por isso: deixem nossas crianças em paz! Deixem as crianças serem crianças! Deixem que elas tenham infância como vocês tiveram! Protejam as crianças! Protejam a infância!

* Jornal vaticano elogia Toy Story 3 e sua lição de amizade verdadeira.

segunda-feira, julho 12th, 2010

O jornal vaticano L’Osservatore Romano elogiou a nova produção de Disney-Pixar Toy Story 3, por oferecer aos espectadores uma profunda reflexão sobre temas humanos transcendentais e dar uma lição sobre a amizade verdadeira, através da experiência dos brinquedos protagonistas.

Nesta terceira entrega, os íntimos Woody o vaqueiro e Buzz Lightyear junto com seus amigos devem enfrentar seu destino. Andy, seu dono, deixou de brincar com eles, já tem 17 anos, irá à universidade e deve decidir entre enviá-los como doação a uma creche ou desprezá-los.

No artigo titulado “Como se faz um belo filme”, o autor Gaetano Vallini considera que Toy Story 3 é “um filme com F maiúscula” e lamenta as críticas de certas feministas americanas que “teriam visto em alguns personagens tendências sexistas e homofóbicas”.

“Provavelmente se esqueceram que quando eram meninas os brinquedos eram apenas objetos através dos quais alguém podia divertir-se e sonhar, duas coisas que esta produção também propõe e se é que não chegar a ser considerada uma obra mestra, pois pouco lhe falta”, acrescenta Vallini.

O autor elogia a técnica e a qualidade da produção que superou “o severo juízo das crianças e agrada inclusive os adultos”, colocando-se ao nível de outros filmes da Pixar que nos últimos anos ressaltaram os valores humanos como “Wall-E”, que promove a defesa da vida, e “Up”, que em seus primeiros minutos mostra o valor do Matimônio.

Segundo Vallini, Toy Story 3 revela que “a amizade é o verdadeiro vínculo deste improvável mas afiançado grupo de brinquedos” e permite que o espectador reflita sobre “temas importantes, como o valor da amizade e a solidariedade, o medo a sentir-se só ou rechaçado, o iniludível de fazer-se grande e a força que surge ao sentir-se parte de uma familia..

Trata-se, acrescenta de “outro belíssimo filme: uma aventura de grande intensidade emotiva, em que as vivências dos brinquedos, graças à sua capacidade de atuar e pensar como humanos ao puro estilo Disney, convertem-se em uma metáfora útil para falar de sentimentos verdadeiros” sob a famosa frase “Há um amigo em mim”, da canção que acompanha Toy Story desde seu primeiro episódio.

* Bíblia da Turma da Mônica terá Cebolinha como Jesus.

quinta-feira, julho 8th, 2010

O projeto “Minha Primeira Biblia  com a Turma da Mônica” terá a famosa turma dos gibis infantis interpretando as histórias da Bíblia.

A idéia da Turma da Mônica falar sobre religião foi do criador e desenhista Maurício de Sousa com o Padre Luís Erlin. A Bíblia da Turma da Mônica será distribuida pela editora  Ave-Maria.


Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica GospelO Livro “Minha Primeira Bíblia com a Turma da Mônica” terá histórias mais conhecidas da Bíblia, entre elas a de Adão e Eva, Noé, Abraão, Davi, dos 12 apóstolos, Jesus, entre outras. Cebolinha será Jesus das ilustrações de Maurício de Sousa.

Todos os personagens principais e vários secundários da Turma da Mônica participaram do projeto.

Fonte: Gospel +

* V congresso Europeu de Famílias Numerosas.

sexta-feira, junho 25th, 2010

Sob o lema “Famílias Numerosas: Esperança para a Europa” e com um logotipo muito feliz (parabéns, Itália!), vai realizar-se, de 31 de Julho a 2 de Agosto, em Rimini, o V Congresso Europeu de Famílias Numerosas, com famílias de todo o continente, designadamente algumas (muito poucas…) portuguesas.

Mais informação sobre este importante evento poderá ser encontrada no site da ELFAC-European Large Families Confederationhttp://sites.google.com/site/webelfac/). (

Recorda-se que o I Congresso Europeu realizou-se em 2002, em Madrid, onde foi lançado o desafio de se criar uma Confederação Europeia, desafio esse que foi concretizado durante o II Congresso, em Lisboa, em 2004. Desde essa data, a ELFAC tem realizado o seu Congresso Europeu de dois em dois anos, organizados pelas diferentes associações ou federações nacionais (Budapeste, Barcelona e, agora, Rimini).

A ELFAC (e a APFN, a que pertence) espera que a realização de mais este Congresso, desta vez organizado pela dinâmica, jovem e imaginativa ANFN (a associação italiana) contribua para acordar os políticos europeus para a realidade bem ilustrada no logo deste Congresso e que a ELFAC, a nível europeu, e os seus membros ao nível nacional, não se cansam de alertar: as famílias numerosas, objeto de um fortíssimo ataque por parte de vários estados, não só não são um problema, como, na realidade, são a solução para o cada vez mais rigoroso Inverno Demográfico que vai assolar, em força, na Europa.

* Você é casado ou pretende casar? Catequese básica sobre a procriação na ótica da fé católica.

domingo, maio 16th, 2010

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

1. Para que serve a união sexual?

Para exprimir o amor entre os cônjuges e para transmitir a vida humana.

2. Toda relação sexual tem que gerar filhos?

Não necessariamente. Mas ela deve estar sempre aberta à procriação. Senão ela deixa de ser um ato de amor para ser um ato de egoísmo a dois.

3. Uma mulher depois da menopausa não pode mais ter filhos. Ela pode continuar a ter relações sexuais com seu marido?

Pode. Pois não foi ela quem pôs obstáculos à procriação. Foi a própria natureza que a tornou infecunda.

4. Um homem que tenha o sêmen estéril não pode ter filhos. Mesmo assim ele pode ter relação sexual com sua esposa?

Pode. Pois não foi ele quem pôs obstáculos à procriação. Foi a própria natureza que o tornou infecundo.

5. E se o homem ou a mulher decidem por vontade própria impedir que a relação sexual produza filhos?

Neste caso eles estarão pecando contra a natureza. Pois é antinatural separar a união da procriação.

6. Quais são os meios usados para separar a união da procriação?

Há vários meios todos eles pecaminosos:

a) o onanismo ou coito interrompido: consiste em interromper a relação sexual antes da ejaculação (ver Gn 38,6-10)

b) os métodos de barreira, como o preservativo masculino (condom ou “camisinha de Vênus”), o diafragma e o preservativo feminino.

c) as pílulas e injeções anticoncepcionais, que são substâncias tomadas pela mulher para impedir a ovulação.

7. Como é que a pílula anticoncepcional funciona?

A pílula anticoncepcional é um conjunto de dois hormônios – o estrógeno e a progesterona - que a mulher toma para enganar a hipófise (uma glândula situada dentro do crânio) e impedir que ela produza o hormônio FSH, que faz amadurecer um óvulo. A mulher que toma pílula deixa de ovular, pois a hipófise está sempre recebendo a mensagem falsa de que ela está grávida.

8. A pílula é um remédio para não ter filhos?

Você não chamaria de remédio a um comprimido que alguém tomasse para fazer o coração parar de bater ou para fazer o pulmão deixar de respirar. O que a pílula faz é que o ovário (que está funcionando bem) deixe de funcionar.

Logo ela não é um remédio, mas um veneno.

9. Quais são os efeitos desse veneno?

Além de fechar o ato sexual a uma nova vida, a pílula – conforme estudos realizados – expõe a mulher a graves conseqüências para a sua saúde. Eis algumas delas:

– ·         doenças circulatórias: varizes, tromboses cerebrais e pulmonares, tromboflebites, trombose da veia hepática, enfarto do miocárdio;

– ·         aumento da pressão arterial;

– ·         tumores no fígado;

– ·         câncer de mama;

– ·         problemas psicológicos, como depressão e frigidez;

– ·         obesidade;

– ·         manchas de pele;

– ·         cefaléias (dores de cabeça);

– ·         certos distúrbios de visão;

– ·         aparecimento de caracteres secundários masculinos;

– ·         envelhecimento precoce.

(Cf. GASPAR, Maria do Carmo; GÓES, Arion Manente. Amor conjugal e paternidade responsável. 2. ed. Vargem Grande Paulista: Cidade Nova, 1984, p. 50-51.)

10. É verdade que as pílulas de hoje têm menos efeitos colaterais do que as de antigamente?

É verdade. Para reduzir os efeitos colaterais, os fabricantes diminuíram a dose de estrógeno e progesterona presentes na pílula. Isto significa que cada vez menos a pílula é capaz de impedir a ovulação.

11. Assim as mulheres de hoje que usam pílula podem ovular?

Podem. E, caso tenham relação sexual, podem conceber. Mas quando a criança concebida na trompa chegar ao útero, não encontrará um revestimento preparado para acolhê-la. O resultado será um aborto.

12. Então a pílula anticoncepcional é também abortiva?

Sim. Este é um dos seus mecanismos de ação: impedir a implantação da criança no útero. Isto está escrito, por exemplo, na bula de anticoncepcionais como Evanor e Nordette: “mudanças no endométrio (revestimento do útero) que reduzem a probabilidade de implantação (da criança)”. A bula de Microvlar diz: “Além disso, a membrana uterina não está preparada para a nidação do ovo (a criança)”.

13. Em resumo, quais são os mecanismos de ação das pílulas ou injeções anticoncepcionais?

a) inibir a ovulação;

b) aumentar a viscosidade do muco cervical, dificultando a penetração dos espermatozóides;

c) impedir a implantação da criança concebida (aborto).

14. Existem dias em que a mulher não é fértil. Nesses dias o casal pode ter relação sexual?

Pode. Pois ao fazer isso eles não colocam nenhum obstáculo à procriação. A própria natureza é que não é fértil naqueles dias.

15. O casal pode procurar voluntariamente ter relações sexuais somente nos dias que não são férteis, a fim de impedir uma nova gravidez?

Pode, mas deve ter razões sérias para isso. Pois em princípio um filho não deve ser “evitado”, mas desejado e recebido com amor. Uma família numerosa sempre foi considerada uma bênção de Deus (Cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 2373).

16. Como se chama a abstinência de atos conjugais nos dias férteis?

Chama-se continência periódica. É popularmente conhecida como “método natural” de regulação da procriação. Não se deve falar em “planejamento familiar”, pois esse termo foi criado pelos defensores do aborto, da esterilização e da anticoncepção. Os documentos oficiais da Igreja nunca usam a expressão “planejamento familiar”. Ao contrário, usam paternidade responsável ou procriação responsável.

17. Que diz a Igreja sobre a paternidade responsável?

“Em relação às condições físicas, econômicas, psicológicas e sociais, a paternidade responsável exerce-se tanto com a deliberação ponderada e generosa de fazer crescer uma família numerosa, como com a decisão, tomada por motivos graves e com respeito à lei moral, de evitar temporariamente, ou mesmo por tempo indeterminado, um novo nascimento” (Paulo VI, Encíclica Humanae Vitae, nº. 10).

18. Dê exemplos de motivos graves que seriam válidos para se limitar ou espaçar os nascimentos através da continência periódica.

Nas palavras de Dom Rafael Llano Cifuentes, “já que o matrimônio se ordena, por sua própria natureza, aos filhos, esta decisão [de praticar a continência periódica] só se justifica em circunstâncias graves, de ordem médica, psicológica, econômica ou social”.

As razões médicas poderiam reduzir-se a duas:

1º) perigo real e certo de que uma nova gravidez poria em risco a saúde da mãe;

2º) perigo real e certo de transmitir aos filhos doenças hereditárias.

“As razões psicológicas estão constituídas por determinados estados de angústia ou ansiedade anômalas ou patológicas da mãe diante da possibilidade de uma nova gravidez”.

“As razões econômicas e sociais são aquelas situações problemáticas nas quais os cônjuges não podem suportar a carga econômica de um novo filho; a falta de moradia adequada ou a sua reduzida dimensão, etc.”

“Estas razões são difíceis de avaliar, porque o padrão mental é muito variado e porque se introduzem também no julgamento outros motivos como o comodismo, a mentalidade consumista, a visão hipertrofiada dos próprios problemas, o egoísmo, etc.” (CIFUENTES, Rafael Llano. 274 perguntas e respostas sobre sexo e amor. 2. ed. Rio de Janeiro: Marques Saraiva, 1993. p. 141.)

19. Um casal poderia utilizar a continência periódica sem ter nenhum motivo sério para espaçar ou limitar o número de filhos?

Não. Se fizesse isso estaria frustrando o plano de Deus, que disse: “Crescei e multiplicai-vos” (Gn 1,22). Para evitar que o casal decida valer-se da continência periódica por motivos egoísticos, a Igreja dá aos confessores a seguinte orientação: “… será conveniente [para o confessor] averiguar a solidez dos motivos que se têm para a limitação da paternidade ou maternidade e a liceidade dos métodos escolhidos para distanciar e evitar uma nova concepção” (PONTIFÍCIO CONSELHO PARA A FAMÍLIA, Vade-mécum para os confessores sobre alguns temas de moral relacionados com a vida conjugal, 1997, nº. 12).

20. É mais fácil educar um só filho do que muitos?

O Papa João Paulo II, quando ainda era cardeal de Cracóvia, escreveu: “A família é na realidade uma instituição educadora, portanto é necessário que ela conte se for possível, vários filhos, porque para que o novo homem forme sua personalidade é muito importante que não seja único, mas que esteja inserido numa sociedade natural. Às vezes fala-se que é ‘mais fácil educar muitos filhos do que um filho único’. Também diz-se que ‘dois não são ainda uma sociedade; eles são dois filhos únicos’”(WOJTYLA, Karol. Amor e responsabilidade: estudo ético. São Paulo: Loyola, 1982. p. 216.)

De fato, o filho único está arriscado a ser uma criança problema. Recebe toda a atenção dos pais e não está acostumado a dividir. Poderá ter dificuldade no futuro ao ingressar na sociedade civil. Já um filho com muitos irmãos acostuma-se desde pequeno às regras do convívio social. Os irmãos maiores ajudam a cuidar dos menores, e todos crescem juntos.

21. Quantos métodos naturais existem para regulação da procriação?

Existem vários métodos usados para se identificar os dias férteis da mulher, a fim de que o casal possa praticar a continência periódica.

a) o método Ogino-Knauss, ou método da tabela. É o mais antigo de todos e tem pouca eficácia. Hoje seu uso está abandonado.

b) o método da temperatura. Baseia-se na observação da temperatura da mulher, que varia quando ocorre ovulação. O aparelho Mini-Sophia é uma versão eletrônica e computadorizada do uso deste método.

c) o método Billings, que se baseia na observação do muco cervical, que se torna fluido e úmido nos dias férteis, e seco nos dias inférteis. Não exige que o ciclo menstrual seja regular. Pode ser usado pelos casais mais pobres e mais incultos.

22. É verdade que o método Billings “não funciona”?

“Não funciona” para os fabricantes de anticoncepcionais, que não querem perder seus lucros. Mas a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou que a eficiência do método é de 98,5 %. Ele foi testado em diversos países como Filipinas, Índia, Nova Zelândia, Irlanda e El Salvador.

23. Mas não é muito mais cômodo tomar a pílula anticoncepcional do que abster-se de relações sexuais em certos dias?

Sem dúvida é mais cômodo. Mas o verdadeiro amor se prova pelo sacrifício.

24. E se a mulher engravidar apesar de praticar a continência periódica?

O filho deve ser recebido com amor e alegria. Aliás, o casal já deveria estar contando com esta possibilidade. A atitude de abertura à vida é

* STJ admite registro de criança por pais gays. Menores adotados por mulheres em Bagé terão no documento o nome das 2 mães.

quarta-feira, abril 28th, 2010
Rafael Moraes Moura – O Estado de S.Paulo

Em uma decisão inédita, a 4.ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu ontem por unanimidade a legalidade da adoção de crianças por um casal homossexual de Bagé (RS). O Tribunal de Justiça gaúcho havia considerado a união homoafetiva como uma família e autorizado que as duas crianças adotadas fossem registradas com os nomes das duas mães. O MP do Estado, porém, recorreu, levando o caso ao STJ, em 2006.

“Não se pode supor que o fato de os adotantes serem duas mulheres possa causar algum dano (à formação das crianças). Dano ao menor seria a não adoção”, disse o ministro João Otávio de Noronha, presidente da 4.ª Turma. Ao criticar o MP, ele afirmou que a entidade devia ter considerado o interesse dos adotados.

O centro da decisão é permitir que as crianças tenham os sobrenomes das duas mães adotivas e, com isso, usufruam de todos os direitos patrimoniais e de segurança familiar que a lei lhes garante. Antes da sentença, se a mãe adotiva original falecesse, os irmãos, se menores, seriam retirados da “segunda” mãe e internados em um orfanato estadual.

Noronha destacou o fato de esta ser a primeira vez que o STJ julga um recurso sobre adoção por casal homossexual. “Há de se entender que o interesse é sempre do menor, e o interesse dos menores (…) é a adoção.” Na opinião do ministro Luis Felipe Salomão, relator do processo, o julgamento foi muito importante para “dar dignidade ao ser humano, ao casal e às crianças”. O voto dele foi seguido pelos outros três ministros da 4.ª Turma.

As duas crianças foram adotadas ainda bebês por uma das mulheres. A outra companheira queria participar da adoção por ter melhor condição de vida, o que possibilitaria a inclusão dos menores em planos de saúde e pensão, caso houvesse separação ou falecimento. A assistente social que acompanha as crianças de Bagé foi consultada pelo STJ. Informou que as mulheres permaneciam juntas e tentavam agora adotar outra criança.

No julgamento, o ministro Salomão citou estudos internacionais que mostram não haver inconveniência para que crianças sejam adotadas por homossexuais, sendo fundamental o afeto no ambiente familiar, independentemente da orientação sexual dos responsáveis.

Legislação. A lei permite a adoção por maiores de 18 anos. No caso da adoção conjunta, “é indispensável que os adotantes sejam casados civilmente ou mantenham união estável, comprovada a estabilidade da família”. O MP gaúcho havia sustentado que a situação só seria permitida para pessoas de sexos distintos. Alegou que a união entre as duas mulheres não configuraria uma entidade familiar. O MP do RS ainda pode recorrer da decisão.

* Livro paradidático distribuido em Recife causa perplexidade e preocupa pais.

quarta-feira, abril 28th, 2010

Um livro paradidático distribuído pela rede municipal de educação do Recife promete gerar muita polêmica.

O vereador André Ferreira (PMDB), denunciou no plenário da Câmara a distribuição de uma obra cujo teor tem causando controvérsias entre os pernambucanos.

No material distribuído para alunos do primeiro e segundo ciclo dos colégios, crianças com idade entre 6 e 8 anos, há diálogos fortes e inadequados para as crianças.

As ilustrações que acompanham os textos mostram, por exemplo, meninas e meninos se masturbando.

“A verdade é que essa brincadeira não causa nenhum problema”, “Mas não se esqueça: essa brincadeira, que dá uma cosquinha muito boa, não é para ser feita em qualquer lugar. É bom que você esteja num canto, sem ninguém por perto”.

O vereador André Ferreira, que é evangélico, disse ter sido procurado em seu gabinete por cerca de dez pais revoltados com a distribuição da obra e resolveu levar ao conhecimento dos seus pares na segunda-feira (26).

“É um absurdo. Isso não pode ser feito pelo poder público sem ser discutido antes com os pais. Vamos convocar o secretário de Educação, Ministério Público, conselho tutelar, psicólogos e a associação de pais de alunos para saber como esse assunto pode ser abordado em sala de aula”, avaliou o parlamentar.

André Ferreira pediu a suspensão imediata da distribuição do livro que integra o kit escolar das escolas municipais. De acordo com o vereador de oposição, ele ganhou o respaldo até dos governistas que concordaram se tratar de uma obra muito “agressiva” para crianças desta idade.

“Não queremos que o assunto deixe de ser tratado, mas não achamos coerente ser desta maneira”, avaliou o peemedebista.

Diante da denúncia, a Secretária de Educação do Recife determinou o recolhimento dos 20 mil exemplares distribuídos pela rede escolar e orientou professores e diretores das escolas a pedir aos alunos a devolução dos livros.

Terra

***

No yuotube tem o livro.

Ví e as imagens são absolutamente inadequadas, especialmente se pensarmos no público alvo do mesmo.

Cito comentário feito sobre o livro em um blog católico:

Pais e mães não são obrigados a aceitar que agentes do Estado venham dizer a seus filhos o que é “a verdade” em matéria de moral. A Convenção Americana de Direitos Humanos — que, no Brasil, tem hierarquia superior à própria lei ordinária — prevê expressamente que “Os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.”

O Estado brasileiro, em qualquer de suas esferas, não pode impedir ou inviabilizar o exercício desse direito.

* Santa Sé: a Igreja não descansa em sua luta contra o abuso de menores.

sexta-feira, março 12th, 2010
Dom Silvano Tomasi, Observador Permanente da Santa Sé perante a ONU em Genebra

O Observador Permanente da Santa Sé ante a ONU em Genebra, Dom Silvano Tomasi, ressaltou ontem que a Igreja Católica não descansa em sua luta contra os abusos sexuais de menores em todo mundo e que este tema é de vital importância na agenda eclesiástica.

Em sua intervenção titulada “a luta contra a violência sexual contra as crianças”, pronunciada ontem na 13° sessão do Conselho de Direitos humanos que trata o tema dos direitos das crianças, o Núncio recordou que “o abuso sexual de menores sempre é um crime execrável”.

“A esta inequívoca condenação da violência sexual contra crianças e jovens, o Santo Padre  acrescentou a dimensão religiosa, precisando que isto também é ‘um grave pecado’ que ofende a Deus e a dignidade humana. A integridade física e psicológica é violada com conseqüências destrutivas” que com freqüência “estigmatizam os pequeninos pelo resta da vida”.

Depois de afirmar que alguns membros do clero também cometeram estes crimes, o Arcebispo recordou que “não existe desculpa para esta conduta, que é uma grave traição à confiança”. Deste modo explicou que “o amparo das agressões sexuais segue sendo uma prioridade na agenda de todas as instituições da Igreja enquanto lutam com este delicado problema” assegurando às vítimas e às suas famílias a assistência devida.

Seguidamente explicou que a Igreja é inflexível com quem comete este tipo de abusos e ressaltou que “a prevenção é o melhor remédio, e este começa com a educação e a promoção de uma cultura de respeito dos direitos humanos e da dignidade de todo menino, especialmente através da implementação de métodos eficientes para o recrutamento do pessoal das escolas”.

* Suíça: Diante do aumento de DST´s entre crianças, estado responde- não com educação- mas com preservativos “para crianças”.

segunda-feira, março 8th, 2010

- Um estudo que demonstra o alarmante incremento entre crianças de entre 10 e 14 anos levou o governo suíço a responder… com o lançamento de preservativos “extra small”.

Um estudo levado a cabo pela Comissão Federal para a Infância e a Juventude do governo suíço tem descoberto um crescimento significativo na percentagem de menores de entre a um total de 1 480 pessoas de 10 a 20 anos e comprovou que uma maior porcentagem de menores de entre 10 e 14 anos mantém relações sexuais “com freqüência”, em comparação com as estatísticas dos anos noventa.

Como “resposta”, o governo decidiu não só lançar os preservativos de menor longitude e diâmetro, mas sim decidiu dar-lhes o nome apelante de Hotshot.

Frente aos críticos que assinalam que deveria empreender uma campanha para acautelar a iniciação sexual precoce, o governo suíço se defendeu citando um estudo da Universidade de Basiléia (Basel) que assinala que os menores estão mais expostos às enfermidades de transmissão sexual porque utilizam mal o preservativo

Os críticos, entretanto, insistem que a reportagem da Universidade também diagnostica que “os menores não têm uma informação sexual adequada e não compreendem as conseqüências do que estão fazendo”; e que este problema não se solucionará com preservativos de menor tamanho e sim com uma mudança de conduta.

ACI

***

Cadê os pais ?

* As razões da insustentabilidade do divórcio e as vantagens do casamento em uma perspectiva sociológica.

quarta-feira, março 3rd, 2010
Por Pe. John Flynn, L.C.
A organização Relationships Foundation publicou dois relatórios sobre o matrimônio.

A 9 de fevereiro foi publicado Counting the Cost of Family Failure (Avaliando os custos dos rompimentos familiares) e, no dia seguinte, Why Does Marriage Matter? (Por que o matrimônio é importante?).

No primeiro documento, a fundação coloca em 41,7 milhões de libras (64,5 milhões de dólares) o custo anual dos relacionamentos rompidos. Isso equivale a 1.350 libras (2.088 dólares) por cada contribuinte do Reino Unido. É necessário que os responsáveis políticos levem em conta essa pesada carga econômica e adotem as medidas apropriadas para assegurar que as relações sejam mais estáveis, pedia o relatório.

“É uma verdade impopular que as decisões têm consequências e custos, e esses nem sempre são suportados por quem toma as decisões”, comentava o relatório.

A fundação afirmava também que o progresso das famílias é a chave para a vida social e a transmissão de conhecimentos e habilidades. O relatório assinalava em 73 milhões de libras (112 milhões de dólares) por ano o montante pago pelas famílias através de seu apoio aos membros familiares e os cuidados sociais que proporcionam.

O relatório observava que os gastos familiares implicam custos que não são simplesmente econômicos. Fazia referência a estudos que mostram uma maior incidência de problemas de saúde entre os adultos divorciados e seus filhos.

Além disso, os traumas emocionais, a solidão e a ruptura das relações têm um impacto significativo. A educação dos filhos também sofre danos, posto que pais divorciados têm menos tempo para ajudá-los em seus deveres e incentivá-los a aprender.

“Os representantes da Conferência Anual da Associação de Professores de 2008 afirmaram que as vidas caóticas no lar e a pobreza tornam as crianças incapazes de aprender”, observava o relatório.

A fundação admitia que não há solução fácil ou de curto prazo para o problema da instabilidade na vida familiar, mas a carga da desintegração familiar é insustentável para a sociedade, concluía.

Vantagens

O segundo relatório de Relationships Foundation considerava o outro lado da moeda e examinava as vantagens do matrimônio. Em Why Does Marriage Matter? é explicado que, ainda que quase toda relação tenha seus benefícios, as vantagens são maiores para os casais casados.

O relatório observava que alguns argumentam que esses assuntos deveriam ser decisão privada entre duas pessoas e, portanto, não convêm às autoridades públicas.

“Mas o matrimônio não afeta só dois adultos que dão seu consentimento, mas também qualquer criança envolvida, as famílias em amplo sentido e a sociedade como conjunto”, afirmava o documento.

“Ao apoiar o matrimônio, a política está reconhecendo que é benéfico ver as relações como instituições públicas, não só como eleições privadas”, continuava a fundação.

Daí a necessidade de julgar algo que não é um mito, que as relações privadas deveriam gozar das mesmas proteções legais e sociais que apoiam o matrimônio, assegurou o documento.

O relatório reunia a investigação de numerosos estudos para respaldar a afirmação de que o matrimônio é benéfico para as famílias e a sociedade em geral.

Entre os benefícios para o casal estão os seguintes:

–Os homens casados investem de 10% a 40% mais que os solteiros em educação;

–Os casais casados geram maiores finanças que outros casais similares, solteiros ou que moram juntos, inclusive aqueles com rendas similares;

–O matrimônio está associado a uma redução significativa da depressão;

–O estado matrimonial contém o avanço do Alzheimer na terceira idade;

–É mais provável que as pessoas casadas sobrevivam ao câncer;

–As pessoas casadas têm um menor risco de suicídio que as pessoas não casadas, um efeito protetor que se mantém nos últimos 25 anos;

–O matrimônio faz das pessoas mais sadias e felizes, e as pessoas casadas vivem mais.

O casamento também beneficia os filhos:

–Os bebês nascidos de pais casados têm um índice menor de mortalidade infantil. Em média, o risco de mortalidade infantil aumenta entre 25-30% se a mãe forma parte de um casal de fato, e de 45%-68% se a mãe for solteira;

–Os pais casados passam mais tempo com seus filhos, proporcionam-lhes mais recursos materiais, trabalham mais próximos da mãe de seus filhos e estão mais comprometidos, emocional e moralmente, em contribuir com o futuro de seus filhos;

–70% das crianças nascidas em 1997, de pais casados, podem esperar passar toda sua infância com ambos pais naturais, em comparação com 35% dos filhos de casais de fato.

–Levando em conta fatores como raça, educação da mãe, qualidade do bairro e habilidades cognitivas, as crianças criadas com somente um progenitor correm maior risco de acabar na prisão até os 30 anos;

–As crianças que vivem com mães solteiras, padrastos, ou namorados de sua mãe são mais propícias a serem vítimas de abusos, e as crianças que vivem somente com sua mãe tem um índice mais alto de mortes por lesões intencionadas;

–Crianças cujos pais se casam e permanecem casados têm mais probabilidade de ter no futuro um casamento estável e tendem a esperar o matrimônio para terem filhos.

Os casais de fato, que hoje se costumam apresentar como uma alternativa aceitável ao casamento, simplesmente não possuem os mesmos benefícios do casamento, conclui o relatório.

Viver Juntos

O relatório explicava que os casais não casados, em média, têm um nível inferior de satisfação em sua relação, mais conflitos, mais violência e um menor nível de compromisso. No geral, a falta de benefícios para os casais de fato em comparação com os matrimônios vem do fato de que as pessoas que escolhem viver juntas e tendem a se comprometer menos em um relacionamento para a vida.

O relatório comentava ainda que alguns opinam que a relação entre famílias sólidas e as vantagens que derivam delas é devido a um efeito de seleção, o que significa que apenas pessoas “casáveis” se comprometem com o matrimônio e todos os benefícios se devem ao tipo de pessoa que o escolhe.

O documento respondia que esse argumento não é válido. Em primeiro lugar, ignora o resultado positivo de tomar uma decisão clara e um compromisso, que tem lugar quando nós nos casamos.

Em segundo lugar, o aumento de nascimentos fora do matrimônio é resultado de uma dramática mudança nas últimas décadas, que tem natureza social e não é o resultado de uma espécie de alteração genética que faz com que as pessoas sejam menos “casáveis”.

Casais

Estes dois relatórios não são mais que a última amostra de uma “inundação” de documentação que comprova o quanto o matrimônio é importante para a sociedade. Em outubro de 2009, outra organização do Reino Unido especializada em relacionamentos, One Plus One, publicou um estudo com o nome de When Couples Part: Understanding the Consequences for Adults and Children (Quando os casais rompem: Entendendo as Consequências para Adultos e Crianças).

Após a leitura dos dados da pesquisa, o relatório concluiu que, embora as evidências do impacto das separações matrimoniais sejam muito complexas, “a conclusão predominante é sua associação com as desvantagens de adultos e crianças”.

Essa ligação ainda é forte, apesar do fato de que o divórcio e a separação são difundidos na sociedade de hoje. A pesquisa mostra que os impactos negativos não diminuiram com o passar do tempo , acrescentou o relatório.

“Daí a urgente necessidade de reconhecimento político para que promovam o desenvolvimento familiar e a estabilidade”, concluía.

Crianças

Bento XVI falava recentemente dos benefícios do matrimônio, no dia 8 de fevereiro, aos participantes da assembleia plenária do Pontíficio Conselho para a Família. Fazendo referência à necessidade de proteger as crianças, o Papa comentava: “precisamente a família, fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher, é a maior ajuda que se pode dar às crianças”.

“Elas querem ser amadas por uma mãe e um pai que se amam, e necessitam crescer e viver junto com ambos pais, porque as figuras materna e paterna são complementares na educação dos filhos e na construção da sua personalidade e de sua identidade”, acrescentou.

“Portanto, é importante fazer todo o possível para ajudá-las a crescer em uma família unida e estável”, recomendava o Papa.

Seja uma perspectiva sociológica ou religiosa, parece ter sentido apoiar e proteger o casamento.

Zenit

* Tendências suicidas e estresse: Mais comuns em crianças adotadas por homossexuais.

sábado, fevereiro 20th, 2010

Um estudo apresentado no Simpósio “Adoção Homossexual. O que a Ciência Descobriu” realizado no México, revelou que a maioria das crianças

O Simpósio foi organizado pelo Instituto Mexicano de Orientação Sexual, “Renascer”, com o fim de prover informação científica sobre a homossexualidade, as adoções homoparentais e seus impactos no desenvolvimento infantil.

Neste sentido se apresentou o estudo “Investigação Relativa à Paternidade e Adoção Homossexual” do professor da Neuropsiquiatria e Ciências do Comportamento na Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Sul (EE.UU), George A. Rekers, que expõe que “as meninas e meninos adotados por casais de lésbicas e homossexuais registram um maior nível de estresse ao qual já de por si gera neles sua condição de órfãos ou abandonados por seus pais biológicos” e que tal situação “provoca nos menores diversos traumas e transtornos do comportamento que chegam inclusive a tendências e tentativas suicidas”.

“De acordo com diversos estudos que contêm testemunhos de filhos de pais homossexuais, a maioria destes reconheceu ter padecido fortes emoções, tais como medos, ansiedade, apreensão, vergonha e irritação ao tratar de esconder, ante seus companheiros e familiares, a homossexualidade de seu pai ou mãe”, adiciona.

Sistemas de Adoção

Do mesmo modo, ao referir-se aos “matrimônios” homossexuais, o estudo assinala que “são significativa e substancialmente menos estáveis e mais curtos em média, comparados ao matrimônio entre homem e uma mulher” por isso “os lares com um adulto homossexual contribuem indevidamente a um índice substancialmente maior de mudanças nos lares de adoção”.

“Devido à alta incidência de transtornos psicológicos das crianças que entram em sistema de cuidados adotivos estas crianças são especialmente vulneráveis a um dano psicológico e a uma crescente desadaptação quando se impõe a elas um estresse significativamente maior pela presença de um adulto com práticas homossexuais no lar adotivo”, acrescenta.

Por sua parte, Oscar Rivas, presidente de Renascer, sublinhou que “de acordo à experiência internacional e apoiados com diversos estudos e investigações, conclui-se que em matéria de adoções o que deve prevalecer é o direito dos meninos ou meninas com possibilidade de ser adotado, não o dos pais”.

O Simpósio se realizou logo depois de que os Deputados da Assembléia Legislativa do Distrito Federal aprovaram reformas sobre a adoção homossexual, sem considerar a posição de diversos setores envoltos no tema. O estudo do professor George A. Rekers serve de apoio para proibir a adoção de casais do mesmo sexo na Florida, logo depois de um litígio na Corte desse Estado. adotadas por casais formados por pessoas do mesmo sexo registram “um maior nível de estresse”, chegam a “tendências e tentativas suicidas” e além disso mostram “vergonha e raiva ao tratar de esconder, dos seus companheiros e familiares, a homossexualidade do seu pai ou sua mãe”.

ACI

* Gerar um filho é um fato não só profundamente humano mas também profundamente religioso.

sexta-feira, fevereiro 12th, 2010


João Paulo II, Evangelium Vitae,43b

“Ao falar de « uma participação especial » do homem e da mulher na « obra criadora » de Deus, o Concílio pretende pôr em relevo como a geração do filho é um fato não só profundamente humano mas também altamente religioso, enquanto implica os cônjuges, que formam « uma só carne » (Gn 2, 24), e simultaneamente o próprio Deus que Se faz presente.

Como escrevi na Carta às Famílias, « quando da união conjugal dos dois nasce um novo homem, este traz consigo ao mundo uma particular imagem e semelhança do próprio Deus: na biologia da geração está inscrita a genealogia da pessoa.

Ao afirmarmos que os cônjuges, enquanto pais, são colaboradores de Deus Criador na concepção e geração de um novo ser humano, não nos referimos apenas às leis da biologia; pretendemos sobretudo sublinhar que, na paternidade e maternidade humana, o próprio Deus está presente de um modo diverso do que se verifica em qualquer outra geração “sobre a terra”.

Efetivamente, só de Deus pode provir aquela “imagem e semelhança” que é própria do ser humano, tal como aconteceu na criação. A geração é a continuação da criação ».”

Formando personalidades cristãs maduras, conscientes de sua identidade batismal e de sua missão evangelizadora na Igreja e no mundo.
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