Artigo da ‘Muçulmanos’ Categoria

* Papa fez gesto sem precedentes ao lavar os pés de dois muçulmanos na Quinta-feira Santa.

terça-feira, abril 2nd, 2013

Jean-Louis DE LA VAISSIERE

O papa Franciso voltou a inovar, ao lavar os pés de dois jovens muçulmanos, na Quinta-feira Santa, valorizando a fraternidade e rejeitando a discriminação, asseguram os vaticanistas.

“Não é uma ruptura, também não é uma contradição com a doutrina. Francisco não desrespeitou uma regra, já que o lava-pés é um rito que não tem valor sacramental. Teria sido diferente se tivesse dado a comunhão a algum desses jovens”, comentou à AFP o vaticanista Sandro Magister, lembrando que as celebrações nas igrejas “são abertas a todos”.

O papa argentino reproduz um gesto de Cristo com os apóstolos. Na prisão de menores “Casal del Marmo” com jovens de diferentes condições, nacionalidades e origens, simplesmente quis mostrar que o amor de Cristo não tem fronteiras, acrescentou.

“Esse gesto não tem um significado religioso. Poderiam ser jovens budistas o sikhs. Lavou seus pés porque são jovens isolados, não quis diferenciar”, afirmou o vaticanista Marco Tosatti.

Para o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, esses dois jovens “são um componente importante da comunidade” da prisão de menores. “Seria estranho se não tivessem feito parte do grupo”, considerou ele nesta sexta-feira em uma entrevista coletiva à imprensa.

As imagens captadas pelas câmeras do Vaticano, as únicas autorizadas a entrar na penitenciária, mostram apenas os pés dos jovens.

De qualquer formas, ninguém os obrigou a participar da cerimônia, que deixou a todos emocionados no local, o que chegou a fazer com que um dos jovens que ia fazer parte da cerimônia tivesse que ser substituído na última hora.

Embora considerem Cristo um profeta, nem todos os muçulmanos podem ter apreciado o gesto do Papa. Os imãs são contra qualquer tentativa dos cristãos de cooptar muçulmanos para a sua religião. A apostasia continua sendo anátema no Islã.

O ex-cardeal e arcebispo de Buenos Aires Jorge Bergoglio já deixou clara a importância que concede às relações respeitosas com o Islã na homilia que pronunciou em sua missa de entronização.

As autoridades muçulmanas, sobretudo a universidade sunita Al-Azhar do Cairo, receberam favoravelmente a renúncia de Bento XVI e a escolha do papa argentino, considerando que os problemas se devem às más relações com o “papa alemão”.

Mas a delegação muçulmana foi bastante reduzida na missa de inauguração do papado de Francisco, com personalidades de segundo escalão.

Depois dessas declarações, Bento XVI multiplicou os gestos para demonstrar seu respeito pelo Islã, chegando inclusive a rezar em uma mesquita de Istambul.

Em setembro, durante uma viagem ao Líbano, exortou cristãos e muçulmanos do Oriente Médio a coexistirem pacificamente sem tentar impor sua hegemonia sobre o outro.

Mas as relações com o Islã são tensas em diversos países do mundo, devido ao crescimento do islamismo. Bento XVI condenou todos os fundamentalismos religiosos, sejam cristãos ou muçulmanos e estendeu a mão ao Islã moderado, pedindo que esclarecesse sua associação às vezes ambígua com o Islã radical e violento.

* Igreja cristã divide templo com muçulmanos.

quarta-feira, março 20th, 2013

A Igreja Episcopal de São João, na cidade de Aberdeen, Escócia, recebe centenas de muçulmanos que entram por suas portas para fazer suas orações cinco vezes ao dia.  O responsável pela igreja, pastor Isaac Poobalan, entregou parte da nave do templo ao imã Ahmed Megharbi.

Como a mesquita usada por eles ficou pequena, muitos eram forçados a ficar do lado de fora, muitas vezes fazendo suas cinco rezas diárias expostos ao vento, chuva e até neve.

Poobalan disse “Eu sabia que não podia permitir isso, pois estaria ignorando o que a Bíblia nos ensina sobre como devemos amar ao próximo. Quando falei com as pessoas da igreja sobre a situação, a maioria não achou que isso seria um problema”.

Ele conta que certa vez passou pela mesquita, que fica próxima à sua igreja e “Eles estavam do lado de fora orando e caiu a primeira neve deste inverno, foi muito difícil apenas assistir. Eu me senti mal, principalmente porque nossa Igreja está bem ao lado, é um edifício grande e permanece vazia durante as sextas-feiras, o dia que eles precisam de mais lugares”.

Como a sexta é o dia sagrado para os muçulmanos, é difícil não estranhar dezenas deles entrando numa igreja evangélica para orar várias vezes durante o dia.

Poobalan acredita que sua atitude servirá para ajudar a construir pontes entre os cristãos e os muçulmanos, mesmo que algumas pessoas de sua congregação tenham se oposto.  ”A divisão religiosa não deveria nos dividir como pessoas. No início foi estranho e novo. Havia alguma ansiedade natural. Mas depois os membros perceberam que há muito em comum entre nós [cristãos e muçulmanos]. Quando falei com o imã houve alguma hesitação por parte deles também, pois isso nunca fora feito antes. Contudo, eles aceitaram nosso convite e tem sido uma relação positiva.”

Essa é a primeira vez que cristãos e muçulmanos dividem oficialmente um templo no Reino Unido. Iniciativas parecidas já ocorreram nos Estados Unidos.

O xeque Ahmed Megharbi, líder espiritual da mesquita disse: “O que acontece aqui é algo especial e não vejo nenhum problema se isso se repetir em todo o país. Nossa relação é amigável e respeitosa.”

O bispo de Aberdeen e Orkney, Robert Gillies, disse que essa relação pode marcar o início de uma mudança na dinâmica entre as duas religiões. “Seria bom pensar que podemos mudar o mundo. Mas, às vezes, alguém percebe que podemos fazer algo de importância global em uma escala local”.

Para Gillies, os ‘olhos do mundo’ foram voltados para a maneira pacifica que as duas religiões convivem naquela comunidade. Embora lembre que a igreja cristã considera Jesus como filho de Deus, ressalta que a fé muçulmana o vê apenas com um profeta.

Com informações Daily Mail.

* Número global de muçulmanos deve aumentar cerca de 35% nos próximos 20 anos, passando dos atuais 1,6 bilhões para 2,2 bilhões até 2030.

quarta-feira, março 20th, 2013
O número global de muçulmanos deve aumentar cerca de 35% nos próximos 20 anos, passando dos atuais 1,6 bilhões para 2,2 bilhões até 2030. As projeções são do instituto de pesquisas norte-americano Pew Research Center.

Segundo relatório divulgado, no mesmo período, a população muçulmana no mundo deverá crescer cerca de duas vezes mais que a das outras religiões, atingindo uma taxa média de crescimento anual de 1,5%, em comparação com 0,7% para os não-muçulmanos.

Segundo o instituto, se as tendências atuais continuarem, os muçulmanos serão 26,4% da população mundial projetada de 8,3 bilhões em 2030. Em 2010, são 23,4% de 6,9 bilhões. No entanto, esse crescimento é menor do que o que aconteceu nos últimos 20 anos: de 1990 a 2010, a taxa de crescimento do número de muçulmanos no mundo foi de 2,2%.

Outros números da pesquisa revelam que, no continente americano, a projeção é de haver um aumento do número de religiosos islâmicos dos atuais 5,2 milhões para aproximadamente 11 milhões daqui a 20 anos.

No Brasil, o aumento é moderado, de 204 para 227 mil, cerca de 0,1 % da população. O país está entre o grupo de 105 países do mundo com menos de 1% da população professando a fé islâmica. No outro extremo, há 32 países em que mais de 90% da população é muçulmana. Em 2030, serão 33. Na lista, Marrocos lidera com 99,9%, seguido de perto por Afeganistão e Tunísia, com 99,8%. Territórios Palestinos tem 97,5% de seus moradores desta religião.

O estudo é parte do projeto The Pew-Templeton Global Religious Futures (o futuro das religiões globais) que analisa as transformações por que passam as religiões e o impacto destas mudanças sobre as sociedades ao redor do mundo. A metodologia utilizada inclui técnicas de ciências sociais como pesquisas de opinião, análises demográficas e políticas.
Fonte:Soma

* Egito: família presa por converter-se ao cristianismo.

segunda-feira, janeiro 14th, 2013

A Corte Penal de Beni Suef – 115 km ao sul do Cairo -, condenou à prisão toda uma família por ter se convertido ao cristianismo.

Nadia Mohamed Ali e seus filhos Mohab, Maged, Sherif, Amira, Amir, e Nancy Ahmed Mohamed abdel-Wahab, foram condenados a 15 anos de prisão. Outras sete pessoas envolvidas no caso pegaram penas de cinco anos.

O caso de Nadia Mohamed teve início em 2004 quando, após sua conversão, ela e seus filhos decidiram trocar os nomes muçulmanos por nomes cristãos, com a ajuda de 7 funcionários do Escritório de Identificação, além de mudar de residência.

Nascida cristã, Nadia mudou de religião devido ao seu casamento. Com a morte do marido em 1991, decidiu retornar à religião de origem, incentivando seus 7 filhos a fazerem o mesmo. Em 2006 ela foi levada a um centro de informações da cidade, onde, após longo interrogatório, confessou a sua conversão e a mudança de nome. Foi então presa, junto com seus filhos e os 7 funcionários, responsáveis pela mudança no documento.

Na carteira de identidade egípcia é indicada a religião. Os cristãos convertidos ao islamismo e que posteriormente tentam retornar às suas religiões de origem, encontram enormes dificuldades para alterar seus nomes nos documentos, muitas vezes com ameaças de prisão. Já o processo inverso, isto é, passar do cristianismo ao Islã, não encontra nenhum obstáculo. (JE)

http://www.asianews.it/news-en/Egypt,-15-years-in-prison-for-mother-and-seven-children,-converts-to-Christianity-26860.html

* Líder encarcerado e deportado por LER livros cristãos nas Maldivas.

domingo, dezembro 9th, 2012

Se estiver de viagem às ilhas Maldivas (arquipélago ao sudoeste do Sri Lanka e da Índia constituído por 1.196 ilhas, veja foto acima) saiba que você não encontrará igreja alguma onde rezar pois só está permitida a religião muçulmana, e não considere levar na bagagem livro cristão algum pois você pode ser preso e deportado.

No dia 27 de setembro Jathish Biswas, o dirigente da Way of Life Trust -uma organização cristã com fins sociais -, foi detido no aeroporto de Malé (Maldivas) por levar consigo livros de temática cristã no idioma local do país.

“As autoridades me perguntaram se queria destruir seu país por levar livros cristãos”, e “os policiais me fizeram pergunta depois de pergunta e me negaram uma refeição adequada”, explicou Biswas ao jornal Morning Star News.

Biswas, natural de Bangladeh esteve preso por 23 dias e foi libertado e expulso do país no último 19 de outubro. Junto a ele, um cidadão cristão de nacionalidade norte-americana cuja identidade não foi revelada por razões de segurança, também foi preso por estar relacionado com o caso, embora Biswas assegure de que jamais o conheceu nem sabia de sua prisão.

Este não é o único caso de discriminação religiosa, no ano passado Shijo Kokkattu, um professor da Índia, foi denunciado por um colega de trabalho por descarregar uma imagem da Virgem e alguns cantos marianos no computador de uma escola do país.

As ilhas Maldivas são o único país do mundo junto com a Arábia Saudita onde o governo assegura ter uma população 100 por cento muçulmana. Não existe a liberdade religiosa e a lei proíbe falar de outras religiões que não seja a muçulmana, tampouco estão permitidas as igrejas ou lugares de culto assim como a oração em público e a importação ou distribuição de material de caráter cristão, como por exemplo uma Bíblia.

Conforme informou o jornal italiano Avvenire, depois de 1998 todos os missionários do país foram expulsos e os visitantes só podem praticar sua fé de maneira privada e individual.

A mínima suspeita sobre a introdução de identidades religiosas distintas à muçulmana leva automaticamente à expulsão e à prisã

* Papa Bento XVI batiza o eurodeputado convertido do islã Cristino Magdi.

domingo, outubro 28th, 2012




Publicamos abaixo a íntegra da carta do eurodeputado Cristiano Magdi Allan direcionada ao Papa Bento XVI suplicando que a Igreja acolha os muçulmanos que, como ele, se converteram ao catolicismo.

A missiva foi publicada no jornal Il Giornale.

“Caro Papa, acolhei no Vaticano os muçulmanos convertidos a Jesus”

“Peço ao Papa que teve a coragem de conceder-me o batismo, vencendo o medo da vingança islâmica e a resistência interna da Igreja, de acolher-me junto com uma delegação de muçulmanos convertidos ao cristianismo na Europa e no mundo.

A ideia, que eu aceitei imediatamente com entusiasmo, é de Mohammed Christophe Bilek, franco-argelino que fundou a associação Notre Dame de Kabyla.

Através do site www.notredamedekabylie.net, ele promove uma missão para a conversão dos muçulmanos ao cristianismo por meio de um diálogo baseado na certeza da nossa fé e na exortação constante de Jesus: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15-18).
Embora o fenômeno esteja envolto na discrição, tornando, portanto, difícil dizê-lo com certeza, pode-se afirmar a partir de diversas fontes que seriam muitíssimos os muçulmanos que abraçam a fé de Jesus Cristo.

Em 2006, entrevistado pela [televisão] Al-Jazeera, o xeque Ahmad al-Qataani deu estes números: “A cada hora, 667 muçulmanos se convertem ao cristianismo. A cada dia, 16 mil muçulmanos se convertem ao cristianismo. A cada ano, 6 milhões de muçulmanos se convertem ao cristianismo”.

Até na Arábia Saudita, berço do Islã e reduto dos dois principais lugares de culto islâmicos, haveria 120.000 muçulmanos convertidos ao cristianismo.

Os dados de 2008 indicam que os muçulmanos convertidos somavam 5 milhões no Sudão, 250 mil na Malásia, mais de 50 mil no Egito, de 25 a 40 mil no Marrocos, 50 mil no Irã, 5 mil no Iraque, 10 mil na Índia, 10 mil no Afeganistão, 15 mil no Cazaquistão e 30 mil no Uzbequistão


* Um muçulmano abraça a Igreja atraído pela beleza da verdade!

sexta-feira, agosto 3rd, 2012

Salvatore Cernuzio

Existem muitos muçulmanos que gostariam de renunciar ao islã para abraçar o cristianismo. Entretanto, na maioria dos casos, o medo da perseguição os impede de se converter. Mesmo assim, existem aqueles que têm a coragem de fazer essa escolha não só na intimidade do coração, mas afirmando-a publicamente no site do jornal National Catholic Register.

É o caso de Ilyas Khan, filantropo britânico, nascido de pais muçulmanos, crescido na Grã-Bretanha, banqueiro de formação, dono do clube de futebol Accrington Stanley e presidente do Leonard Cheshire Disability, a maior organização mundial de assistência às pessoas com necessidades especiais.

“A minha fé conta com a grande contribuição da educação que eu recebi até os meus 4 anos”, revela Ilyas ao entrevistador, que lhe pergunta o que o levou à fé católica. “A minha mãe estava muito doente. Quem me criou naqueles primeiros anos foi a minha avó, que era profundamente católica. Eu não tinha como não me considerar cristão”.

Dos 4 aos 17 anos, porém, Ilyas foi criado e educado como muçulmano. Ele conta: “Na faculdade, a divina providência interveio novamente. Eu fui morar na Netherhall House, que é uma casa de estudantes do Opus Dei”.

O tempo que passou naquela casa de estudantes o aproximou da espiritualidade e da fé católica. Ele mesmo afirma: “Eu não posso dizer que fui induzido à fé inconscientemente. Pelo contrário. Lá pelos 18 ou 19 anos, eu descobriu pessoas como Hans Urs von Balthasar, e comecei a ler muito os textos da biblioteca. Fiquei interessado na teologia, em Santo Agostinho e Orígenes”.

Essas leituras provocaram no jovem Ilyas um movimento interior que já então o empurrava a proclamar as próprias crenças abertamente, mas o medo de causar uma dor profunda nos pais, ainda vivos, o sufocava.

A virada decisiva, lembra Khan, foi um “grau maior de consciência de toda a minha vida e das minhas bases morais”. “O desejo de abandonar o islã era profundo, mas foi o impulso de Cristo que me levou à decisão”.

A contribuição fundamental veio da rotina de “viver a vida da Igreja” durante uma estadia em Hong Kong, aos 25 anos. A igreja chinesa de São José “foi o lugar onde eu descobri o catolicismo tradicional. Dos 25 anos em diante, eu não tive mais nenhuma dúvida: eu era católico”.

Mas houve um momento em particular que marcou indelevelmente a fé de Ilyas: uma “visão” durante uma visita à basílica de São Pedro. “Eu estava caminhando pela basílica e me lembro de ter sido ‘arrebatado’ ao ver a Pietá de Michelangelo. Me vieram mil perguntas enquanto eu olhava para aquele rosto de Maria que contempla o seu Filho. E eu disse para mim mesmo: ‘Este é Deus! Não pode não ser Deus’. Para o islã, dizer que Deus se fez homem é uma heresia. Foi ali que me caíram por terra todas as dúvidas. A beleza e a atmosfera em torno daquele espetáculo foram a grande virada”.

O testemunho de Ilyas Khan, por um lado, serve como estímulo para todos aqueles que ainda têm dúvidas ou medos quanto às próprias crenças. Por outro lado, no entranto, a conversão despertou reações negativas, traduzidas em demonstrações de ódio e em ameaças diretas de morte.

Ilyas não tem medo de expressar a sua fé nem de proclamar publicamente a sua beleza. Ele é considerado hoje, na Grã-Bretanha, como “o mais importante neo-converso ao catolicismo”.

* Canal Cristão atinge 7 milhões de Muçulmanos no oriente médio.

sábado, julho 7th, 2012

Zenit

A emissora cristã Sat7 foi criada há dezesseis anos para o público da Turquia, do Irã e do mundo árabe. “Temos certeza de que a ignorância leva ao preconceito e à difusão dos conflitos, e que só a informação honesta pode frear este processo”, declara Kurt Johansen, diretor do escritório europeu da Sat7, sediado em Christiansfeld, Dinamarca, em conversa com a Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).

Naturalmente, as dificuldades são muitas para um pequeno canal voltado a uma minoria, que, além de tudo, está em constante diminuição, como é a dos cristãos no Oriente Médio e no norte da África. “Os cristãos representam hoje cerca de 4% da população do Oriente Médio”, continua o jornalista. “O resto dos habitantes conhece muito pouco dos cristãos e da religião cristã. O cristianismo ainda é associado frequentemente ao Ocidente, do qual, no geral, os arabes desconfiam”.

A missão do pequeno canal por satélite, cuja sede mundial fica em Nicósia, no Chipre,é atingir o público islâmico e difundir os valores da fé cristã. “É uma tarefa difícil numa região vasta e de maioria muçulmana, onde vivem mais de 200 milhões de pessoas e onde já existem outros 300 canais. Até agora, o nosso esforço está dando certo”.

Os telespectadores habituais da Sat7 são cerca de 7 milhões. O número está crescendo. Os responsáveis pela emissora são as igrejas cristãs do Oriente Médio e do norte da África, que levantam em média 12 milhões de dólares por ano em donativos. A AIS mantém regularmente o canal desde 1999.

A programação vai ao ar durante 24 horas diárias em quatro canais nos idiomas árabe e farsi, e durante quatro horas no canal em turco. A grade inclui talkshows sobre assuntos cotidianos e religiosos, aprofundados por especialistas em cada matéria. Mas o ponto forte da programação são os filmes e documentários inspirados em episódios da bíblia. “No Oriente Médio, a tradição de contar histórias é muito antiga e valorizada”.

Em 2007,  foi criado um canal infantil, o Sat7 Kids, com programas de cultura geral e reportagens do mundo árabe. “Nunca entramos em temáticas políticas, nem nas questões internas do mundo árabe”, explica Johansen. “Quando temos que abordar assuntos polêmicos, como o papel da mulher, ficamos bem atentos para não ferir a sensibilidade dos telespectadores”.

Mas a sensibilidade não é a única razão do reconhecimento que a emissora conseguiu das autoridades locais. Mais de dois terços dos funcionários da Sat7 são da região e cerca de 80% dos programas são produzidos no Oriente Médio, em especial no Egito e no Líbano. “Mas nem isto nos garante segurança absoluta. Para muitos, uma TV cristã continua sendo um espinho no pé. Principalmente se ela tem milhões de telespectadores”.

* Ex-líder Muçulmano converte-se ao cristianismo e questiona suposto “sucesso” islâmico na Inglaterra.

quinta-feira, junho 14th, 2012


Este líder muçulmano era encarregado de converter ingleses à fé maometana. Ele foi treinado para isso em vários países árabes, é muito bem informado e sabe perfeitamente a realidade sobre as taxas de conversão ao islã e o fracasso do islã na Inglaterra.

Nós estamos falando em Londres, com um novo ortodoxo cristão que hoje foi batizado com o nome de Daniel. Daniel não é um nome muçulmano, longe disso [na verdade, ele existe como um nome muçulmano, mas é muito raro]. Embora as informações sobre sua conversão, inevitavelmente, circulem entre os muçulmanos de Londres, por razões de segurança nós deliberadamente não daremos detalhes sobre esse assunto porque existem muitos casos de ameaças e violência, e às vezes até mesmo assassinatos perpetrados por fanáticos. Dito isto, a experiência de Daniel é muito preciosa para os ortodoxos. Fr. Nicholas Savtchenko, reitor interino da Igreja da Dormição (Ortodoxa) em Londres, fala com ele.

P: Daniel, por favor, diga-nos sobre si mesmo.

Daniel: Por muitos anos eu era um muçulmano zeloso, como era minha esposa e filhos. Eu nasci no Reino Unido, mas durante a minha vida eu tenho viajado muito aos países muçulmanos. Eu conhecia tanto a cultura britânica como a muçulmana. Eu vivi na Arábia Saudita, onde estudei teologia e contribuí para a missão entre os muçulmanos trabalhadores estrangeiros. Eu também passei um tempo no Afeganistão sob o regime do Talibã, no Paquistão, e na parte paquistanesa da Caxemira. Eu também passei um tempo na Bósnia. Nos últimos anos, tenho vivido com minha família em Londres, onde, há algum tempo atrás, eu me tornei o representante muçulmano em uma conhecida organização interreligiosa dedicada à paz. Nos últimos dois anos, eu era um conselheiro sobre o Islã ao Arcebispo de Canterbury. Dois dias atrás, liguei para ele para dizer-lhe que eu estava entrando na Igreja Ortodoxa Russa.

P: Qual foi sua atitude?

Daniel: Ah … O Arcebispo de Canterbury estava muito feliz. Certa vez, ele me disse que, recentemente, dois de seus funcionários no departamento pessoal da Igreja Anglicana foram recebidos nas igrejas ortodoxas: ele respeita as suas escolhas e eles vão continuar o seu trabalho na administração da Igreja Anglicana.

P: O que o levou a Cristo?

Daniel: A primeira vez que eu tive o desejo de estudar o Novo Testamento em detalhe foi quando eu estava em frente à Caaba, em Meca – eu morei por um tempo em Meca. Literatura cristã é estritamente proibida na Arábia Saudita e muitos sites são bloqueados mesmo, mas com o desenvolvimento das comunicações modernas, não é difícil para aqueles que estão procurando encontrar a Palavra de Deus. Depois de um tempo, eu tentei convencer um americano que estava trabalhando na capital saudita para se converter ao Islão. Quando falei com ele, ele respondeu com muita coragem e convicção. Fiquei surpreso com sua coragem, porque, na Arábia Saudita, um homem que prega o cristianismo pode ser morto facilmente. As conversas com os cristãos na Arábia Saudita foram muito importantes para mim. Como alguém associado com a Missão Islâmica na Arábia, eu encontrei muitos estrangeiros. Eu sempre observei que, na maioria dos casos, as pessoas se convertiam ao Islão não porque era a sua livre escolha, mas para continuar a trabalhar na Arábia Saudita e para obter uma liberação do impostos incidentes sobre os não-muçulmanos. O fato é que os salários dos não-muçulmanos são inferiores aos dos muçulmanos por causa da necessidade de pagar um imposto especial, instituído por Maomé (o imposto Jizya, prática medieval, discrimininatória, racista e atrasada ainda continua nos países muçulmanos colocando os cidadãos não muçulmanos em situação inferior aos muçulmanos). Os salários dos cristãos na Arábia Saudita são bastante baixos, e alguns se convertem ao Islão para ganhar mais dinheiro. A maioria dos filipinos que voltam para casa imediatamente renunciam ao Islão. Comecei a explorar ainda mais o cristianismo e, pouco a pouco, senti sua superioridade sobre o Islã. Eu primeiro conscientemente encontrei a ortodoxia em Sarajevo, capital da Bósnia. Infelizmente, os sacerdotes em Sarajevo não falavam Inglês e eu não conseguia expressar o que eu realmente queria. Depois de esperar por um grupo de imams passar, fui para a Igreja Sérvia e senti o olhar espantado do padre sérvio quando eu fiz o sinal da cruz na forma ortodoxa e eu fiz uma prostração no chão. Então eu sabia que a ortodoxia era, de todas as confissões cristãs, a mais próxima de mim. Estudei Cristianismo Ortodoxo ainda mais, lendo livros e assistindo filmes. Eu também gostei do filme Ostrov (A Ilha). Lentamente, eu decidi pedir para o batismo na Igreja Ortodoxa Russa.

P: Nós ouvimos relatos de crescimento da propagação das missões cristãs em países muçulmanos. É considerável nestes países?

Daniel: Eu concordo que há muitos cristãos secretos na Arábia Saudita. Várias vezes eu me encontrei pessoas que provavelmente eram cristãos secretos. Precisamos entender que, na Arábia Saudita e nos outros países, talvez a maioria dos muçulmanos vão à mesquita não porque a sua fé os encoraja a isso, mas porque eles são obrigados a fazê-lo sob a pressão das leis e costumes. Visitar a mesquita torna-se um fardo. Os muçulmanos de hoje são bem menos religiosos do que as pessoas no mundo cristão acreditam. Nos países muçulmanos, há muitas mesquitas e eles fazem orações cinco vezes por dia lá, mas além de sexta-feira ninguém vai à mesquita. Fora da sexta-feira, em qualquer mesquita no momento da oração, você não verá mais do que cinco homens, apesar de existirem muitas casas habitadas por muçulmanos em torno dela. A maioria dos muçulmanos não vão à mesquita nem na sexta-feira. Alguns começam a ir durante o Ramadão, mas depois  do jejum eles desaparecem até o próximo ano. Na mesquita, uma vez por semana durante o Ramadão, há talvez uma centena de pessoas, apesar de que poderia haver milhares, e após o Ramadão não haverá mais de cinco pessoas. Nos países muçulmanos, muitas pessoas procuram pela verdade e é por isso que a missão cristã vai crescer. A maioria promove o cristianismo entre amigos, e recentemente tem havido as redes de televisão e muitos mais sites da Internet dedicados à missão entre os muçulmanos. Em geral, muitos muçulmanos se distanciam do Islão e isso é especialmente visível em países ocidentais. Na Grã-Bretanha, muitos muçulmanos se converteram ao cristianismo. Na Igreja Anglicana, os muçulmanos que adotaram o cristianismo são estimados em cem mil pessoas. Muitos deles são paquistaneses. Eles têm as suas próprias igrejas cristãs e são obrigados a se esconder por causa do perigo de represálias dos (outros) muçulmanos. Há também convertidos árabes e bengalis ao cristianismo. Muitos se convertem por causa dos casamentos mistos.

P: Recentemente na imprensa tem havido relatos sobre o forte crescimento do Islã nos países ocidentais e têm mesmo a afirmar que o número de fiéis muçulmanos em breve ultrapassará o número de fiéis nas igrejas cristãs. Parece estranho que a imprensa tenha mencionado o número de muçulmanos, dos fiéis nas mesquitas, muitas vezes maior do que a capacidade das mesquitas! Mas isso não é mencionado na imprensa. Qual é a verdade?

Daniel: A presença de mesquitas no Reino Unido é muito fraca. A maioria dos muçulmanos nunca vai a uma mesquita. Os jovens efetivamente deixaram o Islão, embora muitos digam que ainda são muçulmanos. Nas mesquitas eles não encontram uma linguagem comum com os imams do Paquistão ou Bangladesh. Os jovens mal podem falar Urdu ou Bengali, mas somente o inglês. Muitos estão envergonhados do Islão por causa do terrorismo. Nosso Conselho Interreligioso (muçulmano) investigou o comparecimento à mesquita e sabemos que a figura é real e é especialmente preocupante para o Islão, mas é para a vantagem de determinadas pessoas apresentar o Islão como uma força imensa. Se alguém tomar a lista de mesquitas em publicações muçulmanas, por exemplo, em West London, veremos que há vinte mesquitas e muito espaço livre em cada uma dessas mesquitas, embora o número de pessoas de origem muçulmana em Londres é tal que precisaria de ainda mais mesquitas se a maioria fosse. Em uma grande mesquita em Londres pode haver três centenas de pessoas para as orações da sexta-feira. Muitas mesquitas são apenas pequenas salas que são usadas apenas na sexta-feira. Em geral, os crentes são muito raros em mesquitas e a maioria são crianças que trazem os seus pais. Quando eles crescem, desaparecem. O cristianismo oferece uma escolha livre e, portanto, é muito melhor adaptado à vida em um clima de tolerância, e o Islão é incapaz de passar este teste.

P: A mídia fala sobre a adoção do Islão por muitos britânicos. Muçulmanos fazem uma imagem quase triunfal do Islão no Ocidente. No entanto, o número real de britânicos na população muçulmana é muito pequeno, apenas cerca de 1200 pessoas. Como você entende essa contradição?

Daniel: Não é uma questão simples. Eu era uma parte da missão islâmica para os britânicos, e posso dizer que o número de convertidos é mínimo. Nas orações de sexta-feira no centro de Londres, o número de britânicos muçulmanos na mesquita é talvez um por cento. Fora de Londres, eles nem sequer chegam a esse número. Todos os muçulmanos sabem o número real dos convertidos ao Islão. Há aqueles que aceitam o Islão por causa do casamento com os muçulmanos. Estes britânicos nunca irão às mesquitas e sua aceitação do Islão é uma formalidade. Muitas vezes, eles permanecem cristãos na prática. A maioria dos que aceitam o Islão por causa do casamento são mulheres. Além disso, muitos descendentes de imigrantes muçulmanos na Grã-Bretanha se consideram britânicos, mas não podiam ser considerados “muçulmanos britânicos” no sentido pleno. Eu falei com um monte de mulheres que se divorciaram de seus maridos muçulmanos, e posso dizer da memória que em Londres há talvez 25 mulheres que permaneceram muçulmanas depois de se divorciar do marido muçulmano. Mas, como regra geral, casamentos mistos levam a um distanciamento do Islão. A missão islâmica no Ocidente não foi bem sucedida. Em Londres, existe uma organização de missionários dedicados à pregação do Islão. Eles são, na sua maioria, jovens. Entretanto, eles percebem a sua missão entre os imigrantes muçulmanos, porque é muito mais eficaz, e os britânicos não se convertem ao Islão. Quando alguns muçulmanos dizem que o Islão é a religião que mais cresce no mundo, imams de Londres dizem que esse crescimento é principalmente por causa da taxa de fertilidade, mas não há uma verdadeira missão. Não tenho dúvidas de que o cristianismo é muito mais forte em termos de missão.

P: Há muitos muçulmanos que se convertem ao cristianismo na Grã-Bretanha?

Daniel: Por um lado, há muitos. Isto acontece sem qualquer publicidade. Com efeito, de acordo com a maioria das escolas do Islão, um apóstata do Islã deve ser executado, mesmo que os imams das principais mesquitas de Londres (mintam) dizendo que eles não podem ser executados por apostasia do Islão.

No entanto, por outro lado, podemos dizer que há muito poucos, já que muitos muçulmanos simplesmente abandonam sua fé e tornam-se incrédulos. A descrença é uma doença comum a todos. Certos muçulmanos tentam apresentar o ateísmo e a ausência de religião como características da civilização cristã, mas os próprios muçulmanos, ainda mais do que os cristãos, perdem a fé (muçulmana) no mundo ocidental. No entanto, há o bom exemplo da Rússia e outros países ortodoxos onde a Igreja está crescendo, mesmo com liberdade de escolha. Espero um dia ir à Rússia, mas, enquanto isso, eu preciso reconstruir a minha vida como um cristão ortodoxo.

Fonte: AOI  – American Orthodox Institute

* Cristofobia: Perseguição contra cristãos em países islâmicos é destaque na Revista Época.

sábado, junho 9th, 2012

A Revista Época publicou uma matéria na qual destaca a perseguição sofrida por cristãos em países de maioria islâmica como na África Ocidental, no Oriente Médio, no Sul da Ásia e também na Oceania.

O texto foi assinado pela pesquisadora Ayaan Hirsi Ali, nascida na Somália, e que hoje vive na Holanda. Hirsi Ali falou em seu texto sobre a situação vivida pelos cristãos em lugares onde a liberdade religiosa é combatida com armas, bombas e muita violência, e lembrou os diversos ataques sofridos por cristãos em países como a Nigéria, onde o grupo extremista Boko Haram já matou dezenas de pessoas desde o começo desse ano.

Além da Nigéria, foram destacados também problemas do Sudão onde, governados pelo regime autoritário do norte, muçulmanos sunitas atormentam as minorias cristãs e animistas do sul do país.

Segundo a revista, os extremistas usam as leis contra a blasfêmia como pretexto para empregar a violência contra minorias religiosas, valendo-se de assassinatos brutais, bombardeios, mutilações e incêndios em lugares sagrados.

A pesquisadora cita em seu texto o fato de que a mídia local desses países não divulga os casos de cristofobia, e afirma que a influência de grupos de lobby como a Organização da Cooperação Islâmica é uma das várias origens do problema que faz com que a constante matança de cristãos não seja divulgada.

Veja infográfico que retrata o mapa da violência contra os cristãos nesses países:

* Pais muçulmanos assassinam filha adolescente por ser “muito ocidental”.

terça-feira, maio 29th, 2012

ACI

Shafilea Ahmed, uma jovem de 16 anos de origem paquistanesa que radicava em Warrington, Grã-Bretanha, foi assassinada por seus pais muçulmanos porque consideraram que sua filha  era “muito ocidental”.

Conforme informou o jornal italiano Avvenire, Alesha Ahmed, a irmã mais nova de Shafilea, revelou esta semana às autoridades que seus pais assassinaram Shafilea asfixiando-a com uma bolsa de plástico.

Os fatos ocorreram em 2003. Os pais declararam o desaparecimento da jovem e seus restos apareceram um ano depois.

Alesha assegurou que seus pais mataram sua irmã por “temor à vergonha que cairia sobre a honra da família, por causa de um comportamento “ocidentalizado” da jovem.

Shafilea sonhava com poder ir à universidade e conhecer outros jovens. Os pais decidiram enviá-la ao Paquistão para obrigá-la a casar-se com um desconhecido através de um matrimônio arranjado. Neste lugar, a adolescente tentou suicidar-se e foi enviada de volta à Inglaterra, onde seus pais a mataram.

* Real Madrid cede ante o mercado muçulmano e elimina a cruz do seu escudo. Lamentável.

sexta-feira, março 30th, 2012

O jornal esportivo Marca confirmou que o Real Madrid aceitou eliminar a pequena cruz (Veja acima com a cruz e o escudo sem a cruz) que desde 1920 o clube de futebol exibe em seu escudo para evitar conflitos na multimilionária construção de um complexo turístico-esportivo na ilha de Ras Al Khaimah, uma das sete que formam os Emirados Árabes Unidos, onde o Islã é a religião oficial.

A alteração –que afetará sua imagem exclusivamente nos países muçulmanos– foi confirmada ontem quinta-feira 29 de março no ato de apresentação do resort de luxo que custará uns um bilhão de dólares e abrirá suas portas em janeiro de 2015.

Conforme informa o diário Marca, as autoridades do clube cuidaram que “todos os detalhes” e decidiram “prescindir da cruz que há na coroa do escudo para evitar desta forma qualquer tipo de confusão ou más interpretações em uma zona onde a grande maioria de população professa a religião muçulmana”.

A isto, o jornal El Economista acrescenta em sua edição de hoje que “todas e cada uma das imagens do escudo “merengue” apareciam modificadas: a cruz pertencente à coroa real espanhola havia sido apagada. Não é uma casualidade, é uma estratégia comercial”.

“Alegam, além disso, que a cruz não pertence a seu escudo institucional, mas à coroa da Casa Real que outorga ao clube o título do mesmo nome e que foi outorgado por Alfonso XIII a princípios do século XX”, acrescenta El Economist.

A decisão do Real Madrid despertou polêmica entre seguidores e rivais. Nas redes sociais abundam os comentários contra a medida. Os usuários lamentam que o clube tenha cedido à pressão do mercado árabe e recordam que na Espanha os muçulmanos têm plena liberdade para usar e exibir seus símbolos religiosos. Alguns inclusive ironizam perguntando se o clube ia mudar de nome suas estrelas Cristiano (que em português significa Cristão) Ronaldo e Angel (Anjo em português) Di María.

* O relato dilacerante de uma inocente condenada à morte por blasfêmia no Paquistão.

quarta-feira, março 14th, 2012

Foi apresentado na Espanha no último dia 6 o livro “Tirem-me daqui”, dramático relato do cativeiro da cristã paquistanesa Asia Bibi, condenada à morte por uma blasfêmia que ela não pronunciou.

No lançamento, a jornalista francesa Anne Isabele Tollet, co-autora junto com a própria Bibi, anunciou que a França dará asilo político tanto a Asia como a toda a sua família, caso ela seja libertada do presídio onde espera pela execução.

Anne Isabele Tollet chamou a atenção para o fato de que essa eventual saída do país teria que ser imediata: da prisão direto para o aeroporto e dali para a França. Motivo: a vida de Asia Bibi corre menos perigo dentro da cadeia do que fora dela, onde muitos fanáticos estão dispostos a executá-la, como já executaram um governador e um ministro que se pronunciaram em sua defesa.

Na apresentação do livro, publicado pela editora Libroslibres em colaboração com a fundação Ajuda à Igreja que Sofre, a jornalista explicou como foi o processo que tornou a obra possível. Ela acompanhava Ashiq, o marido de Asia, em sua visita semanal ao presídio. Ashiq repetia para Asia as perguntas da escritora e lhe trazia as respostas. Tollet anotava imediatamente o relato, já que nem Ashiq nem Asia poderiam fazê-lo. Eles não sabem escrever.

O relato da vida de Asia Bibi é o de uma mulher do campo, simples, analfabeta, que nunca teria imaginado o pesadelo que está enfrentando.

Acusada injustamente de blasfêmia contra o profeta Maomé por algumas mulheres muçulmanas, ela foi condenada à morte e se consome à espera da execução, por enforcamento.

A jornalista usa as palavras de Asia Bibi para relatar os fatos que a levaram à condenação e descreve o ódio que ela suscita em fanáticos islâmicos, que, mediante uma sentença claramente política, a transformaram na bandeira da lei anti-blasfêmia. O livro também conta como ela passa os dias na cadeia esperando um possível indulto presidencial que nunca chega.

Muitas personalidades se pronunciaram em favor de Asia, incluindo a secretária de estado norte-americana Hillary Clinton e o papa Bento XVI. Além disso, duas pessoas já pagaram com a vida por terem-na defendido: o governador Salman Taseer e o ministro para as minorias Shabaz Batti, assassinados por fanáticos.

O livro relata a grande surpresa de Asia quando soube que o papa tinha falado em sua defesa. Disseram-lhe: “O papa Bento XVI falou de você na praça de São Pedro, em Roma”.

Bento XVI afirmou: “Penso em Asia Bibi e na sua família e peço que a sua liberdade seja devolvida o quanto antes”. O papa pediu ainda pelo conjunto dos cristãos do Paquistão, frequentemente vítimas da violência e da discriminação.

“De volta à minha cela, não consigo voltar a mim. O papa em pessoa pensa em mim e reza por mim! Eu me pergunto se mereço tanta honra e atenção. Por que eu? Não passo de uma pobre agricultora, e no mundo existem outras pessoas que sofrem como eu e que precisam mais ainda. Pela primeira vez, durmo na minha cela com o coração sossegado”, relata a autora.

Mas Bibi teve na prisão outras notícias, nada agradáveis. Um dia, o carcereiro muçulmano lhe disse: “O seu anjo da guarda acaba de ser assassinado por culpa sua. O seu amado governador Salman Taseer, esse traidor dos muçulmanos, já foi banhado em sangue. Levou vinte e cinco tiros em Islamabad porque defendeu você”.

“Meu coração treme e se encolhe, e os meus olhos se enchem de lágrimas. Imploro a Deus. Por quê?”, reage Asia Bibi.

A prisioneira se questiona ainda sobre a impossível situação dos cristãos no Paquistão: “O que eles podem e devem responder se um muçulmano lhes pergunta se eles acreditam em Alá e em Maomé, seu profeta? Eu fui educada na fé de Cristo, da Virgem Maria e da Santíssima Trindade. Eu respeito o islã e a fé dos muçulmanos, mas o que posso responder diante dessa pergunta? Se eu digo que não acredito em Alá, mas em Deus e em Cristo, sou considerada blasfema. Se digo que acredito, sou considerada traidora, como São Pedro, que negou Jesus três vezes. Coisas como estas eu nunca me perguntei antes…”.

“Eu lamento tanto ter sido transformada no emblema da lei da blasfêmia! As manifestações são contra mim, mas o que eles querem, na verdade, é manter esta lei que se tornou intocável, parece, desde a morte do governador”.

Outra notícia terrível ainda encheria Asia Bibi de amargura: “Shahbaz Bhatti foi morto. Foi assassinado há três dias”. “Nesse momento”, relata Asia, “eu sinto um aperto muito forte no coração. Fico petrificada, as pernas me abandonam, me escondo no travesseiro, a respiração me treme. Vejo as paredes da minha prisão racharem e se derrubarem sobre mim.Tenho a impressão de viver um pesadelo acordada, há tempo demais, e o último resquício de esperança que fazia o meu coração bater acaba de se apagar com a morte de Shahbaz Bhatti. O ministro sabia que estava sendo ameaçado, os jornais diziam que ele se arriscava a morrer, como o governador (…) Estou fulminada, destruída pela injustiça da morte do ministro (…) Ele morreu mártir”.

A coragem e a resistência desta aparentemente frágil mulher é assombrosa. Ela poderia ter evitado tudo isto se, quando pressionada, tivesse se convertido ao islã para evitar a condenação.

“Enquanto eu tiver reflexo para respirar, vou continuar lutando para que Salman Taseer e Shahbaz Bhatti não tenham dado a vida à toa. Quero que o governo saiba que, mesmo se me trancar numa tumba, eu continuarei fazendo a minha voz ser ouvida enquanto o meu coração bater”.

No final do seu relato dilacerante, Asia Bibi faz um apelo aos leitores: “Vocês leram a minha história (…) Agora que vocês me conhecem, contem o que me aconteceu para todos à sua volta. Divulguem. Acredito que é a única oportunidade que eu tenho de não morrer no fundo desta masmorra. Preciso de vocês! Salvem-me!”.

* “Primavera Árabe” está levando “terror” aos cristãos que vivem em países muçulmanos.

quinta-feira, fevereiro 23rd, 2012


A “Primavera Árabe” é um movimento político e religioso que está substituindo governos muçulmanos moderados, e até mesmo radicais, por islâmicos ultrarradicais, ligados ao terrorismo. Esses grupos ultrarradicais estão ganhando espaço no Oriente Médio, e agora estão levando perigo também aos cristãos de Israel.

O parlamentar libanês Samy Gemayel disse ao WND que teme “pelos cristãos do Oriente Médio, pois a situação para eles é ruim”. Gemayel, que descende de uma histórica família cristã libanesa, também está vivendo em constante terror por causa de ameaças a sua segurança.

Gemayel é membro sênior do partido falange, e contou à reportagem que recebeu na última semana informações sobre um plano para assassiná-lo: “Acabei de receber as informações do chefe de segurança, e ele me pediu para não ir a um lugar específico, pois ele tinha informações de que algo iria acontecer lá”, afirmou, sem dar informações específicas sobre a ameaça de atentado.

Outros membros da família Gemayel chegaram a ser assassinados, entre eles seu irmão, Pierre, que era deputado e ministro do governo e foi assassinado em 21 de novembro de 2006, e seu tio, o ex-presidente Bashir Gemayel, também foi assassinado.

Historicamente os cristãos têm sido, há décadas, minoria nos países do Oriente Médio, onde sofrem com perseguições e maus tratos. Porém, no ano passado, essas tensões aumentaram devido à Primavera Árabe, que fez aumentar os ataques a cristãos nesses países. No Egito, na Líbia e na Tunísia os islâmicos radicais já tomaram o poder, enquanto a Jordânia, Marrocos, Síria, Iêmen e outros países lidam com possibilidades similares, com o grupo aliado à Irmandade Islâmica.

Ayaan Hirsi Ali, em um artigo da Newsweek intitulado The Global War on Christians in the Muslim World (A Guerra Mundial contra os Cristãos no Mundo Árabe), alertou que “os cristãos estão sendo assassinados no mundo árabe devido à sua religião”. Ele afirmou que “isso é a ascensão de um genocídio que precisa gerar um alerta mundial”.

Ele completou afirmando que nos últimos anos “a violenta repressão de minorias cristãs se tornou a norma nos países de maioria muçulmana, que vão do leste da África e Oriente Médio ao sul da Ásia e Oceania”.

* Revista Newsweek: Genocídio contra cristãos, em ascensão, deveria provocar alarme global.

terça-feira, fevereiro 14th, 2012

Ouvimos tantas vezes sobre muçulmanos como vítimas de abuso no Ocidente e combatentes na Primavera árabe ’s luta contra a tirania. Mas, na verdade, um tipo totalmente diferente de guerra está em curso uma batalha, não reconhecido custando milhares de vidas. Os cristãos estão sendo mortos no mundo islâmico por causa de sua religião. É um genocídio em ascensão que deve provocar alarme global.

O retrato de muçulmanos como vítimas ou heróis é na melhor das hipóteses parcialmente precisas.Nos últimos anos a opressão violenta das minorias cristãs se tornou a norma em países de maioria muçulmana que se estende desde a África Ocidental e do Oriente Médio para o Sul da Ásia e Oceania. Em alguns países são os governos e seus agentes que queimaram igrejas e preso paroquianos. Em outros, grupos rebeldes e vigilantes tomaram matérias em suas próprias mãos, assassinando cristãos e levá-los a partir de regiões onde as suas raízes vão séculos.

Reticência da mídia sobre o assunto, sem dúvida, tem várias fontes. Pode ser o medo da violência adicional provocante. Outra é mais provável que a influência dos grupos de lobby, como a Organização de Cooperação Islâmica, uma espécie de Nações Unidas do Islã centrada na Arábia Saudita e ao Conselho sobre Relações Americano-Islâmicas. Durante a última década, grupos estes e outros têm sido notavelmente bem sucedido em convencer os principais figuras públicas e jornalistas no Ocidente a pensar em todos e cada um exemplo de discriminação percebida anti-muçulmano como uma expressão de um desarranjo sistemático e sinistra chamada “islamofobia” – um termo que é utilizado para provocar a desaprovação moral mesmo como xenofobia ou homofobia.

Mas uma avaliação imparcial dos acontecimentos recentes e tendências leva à conclusão de que a dimensão ea gravidade da islamofobia empalidece em comparação com a cristofobia sangrenta atualmente correndo em países de maioria muçulmana de um lado do globo para o outro. A conspiração do silêncio em torno desta expressão violenta da intolerância religiosa tem que parar. Nada menos do que o destino do cristianismo e, em última análise de todas as minorias religiosas no mundo islâmico está em jogo.

Egito cristãos coptas

Pelo menos 24 cristãos coptas foram mortos no Cairo durante confrontos com o Exército egípcio em 9 de outubro., Thomas Hartwell / Redux

De leis de blasfêmia para assassinatos brutais atentados a mutilações e da queima de locais sagrados, os cristãos de tantas nações vivem com medo. Na Nigéria, muitas sofreram todas essas formas de perseguição. A nação possui o maior minoria cristã (40 por cento) na proporção de sua população (160 milhões) de qualquer país de maioria muçulmana. Durante anos, os muçulmanos e cristãos na Nigéria ter vivido à beira da guerra civil. Radicais islâmicos provocam muita tensão. A mais recente dessas organizações é um equipamento que se chama Boko Haram, que significa “educação ocidental é um sacrilégio.” Seu objetivo é estabelecer a Sharia na Nigéria. Para este fim, declarou que vai matar todos os cristãos no país.

No mês de janeiro 2012 sozinha, Boko Haram foi responsável por 54 mortes.Em 2011, seus membros mataram pelo menos 510 pessoas e queimaram ou destruíram mais de 350 igrejas em 10 estados do norte. Eles usam armas, bombas de gasolina, e até facões, gritando “Allahu akbar” (”Deus é grande”), enquanto o lançamento de ataques contra cidadãos inocentes. Eles atacaram igrejas, uma reunião no dia de Natal (matando 42 católicos), salões de cerveja, uma prefeitura, salões de beleza e bancos. Eles têm-se centrado em matar os clérigos cristãos, políticos, estudantes, policiais e soldados, assim como os clérigos muçulmanos que condenam o seu caos. Enquanto eles começaram usando métodos rudimentares, como assassinatos hit-and-run da parte traseira de motos em 2009, os últimos relatórios AP indicam que os ataques recentes do grupo mostram um novo nível de potência e sofisticação.

O cristofobia que tem atormentado o Sudão há anos toma uma forma muito diferente. O governo autoritário do muçulmano sunita no norte do país há décadas minorias cristãs e animistas atormentados no sul. O que tem sido muitas vezes descrita como uma guerra civil é, na prática perseguição sustentado do governo sudanês de minorias religiosas. Esta perseguição culminou no genocídio infame em Darfur, que começou em 2003. Mesmo que o presidente muçulmano do Sudão, Omar al-Bashir, foi indiciado pelo Tribunal Penal Internacional em Haia, que o acusou de três acusações de genocídio, e apesar da euforia que saudou a independência semi-ele grant-ed para o Sul do Sudão em julho do ano passado, a violência não terminou. Em Kordofan Sul, os cristãos ainda estão sujeitos a bombardeios aéreos, assassinatos seletivos, o seqüestro de crianças, e outras atrocidades. Relatórios da Organização das Nações Unidas indicam que entre 53.000 e 75.000 civis inocentes foram deslocadas de suas resi-dences e que casas e edifícios foram saqueados e destruídos.

Ambos os tipos de perseguição, realizadas por grupos extragovernmental, bem como por agentes do Estado se reuniram no Egito, no rescaldo da Primavera árabe. Em 9 de outubro do ano passado na área de Maspero Cairo, cristãos coptas (que representam cerca de 11 por cento da população do Egito de 81 milhões) marcharam em protesto contra uma onda de ataques islâmicos, incluindo os incêndios em igrejas, estupros, mutilações, e assassinatos, que se seguiu à derrubada da ditadura de Hosni Mubarak. Durante o protesto, as forças de segurança egípcias levou seus caminhões no meio da multidão e atirou contra os manifestantes, esmagando e matando pelo menos 24 e ferindo mais de 300 pessoas. Até o final do ano mais de 200.000 coptas fugiram de suas casas em antecipação a mais ataques. Com islâmicos prontos para ganhar o poder muito maior, na sequência das recentes eleições, os seus medos parecem ser justificados.

Egito não é o único país árabe que parece determinado a exterminar a minoria cristã. Desde 2003 mais de 900 cristãos iraquianos, a maioria deles assírios) foram mortos pela violência terrorista em Bagdá, e 70 igrejas foram queimadas, de acordo com a Assíria Internacional News Agency (AINA). Milhares de cristãos iraquianos fugiram como resultado da violência dirigida especificamente a eles, reduzindo o número de cristãos no país a menos de meio milhão de pouco mais de um milhão de antes de 2003. AINA compreensivelmente descreve-o como um “genocídio incipiente ou limpeza étnica dos assírios no Iraque.”

Os 2,8 milhões de cristãos que vivem no Paquistão representam apenas cerca de 1,6 por cento da população de mais de 170 milhões. Como membros de uma minoria tão ínfima, que vivem no medo perpétuo não só dos terroristas islâmicos, mas também de leis draconianas de blasfêmia do Paquistão. Há, por exemplo, o conhecido caso de uma mulher cristã que foi condenado à morte por supostamente insultar o profeta Maomé. Quando a pressão internacional convenceu o governador do Punjab Salman Taseer para explorar formas de libertá-la, ele foi morto por seu guarda-costas. O guarda-costas foi então celebrado por importantes clérigos muçulmanos como um herói e que ele foi condenado à morte no ano passado, o juiz que impôs a sentença agora vive na clandestinidade, temendo por sua vida.

Tais casos não são incomuns no Paquistão. As leis da nação blasfêmia são rotineiramente usados ​​por criminosos e intolerantes muçulmanos paquistaneses para intimidar as minorias religiosas. Basta declarar a crença na Trindade cristã é considerada uma blasfêmia, uma vez que contradiz a fé muçulmanos.Quando um grupo cristão é suspeito de transgredir as leis da blasfêmia, as conseqüências podem ser brutal. Basta perguntar aos membros da cristã World Vision ajuda do grupo.Seus escritórios foram atacados na primavera de 2010 por 10 homens armados com granadas, deixando seis mortos e quatro feridos. Um grupo militante muçulmano assumiu a responsabilidade pelo ataque, alegando que a Visão Mundial estava trabalhando para subverter o Islã. (Na verdade, ele estava ajudando os sobreviventes de um terremoto de grandes proporções.)

Copta egípcia CHRISITANS

Pelo menos 13 pessoas foram mortas e 140 feridos em 08 de março de 2011, quando os participantes em uma grande manifestação cristã em uma favela do Cairo foram atacados por moradores de um bairro vizinho., Mohamed Omar / EPA-Landov

Nem mesmo na Indonésia, muitas vezes apontado como o mundo mais tolerante, democrática e moderna de maioria muçulmana nação tem sido imune às febres de cristofobia. De acordo com dados compilados pelo The Christian Post , o número de incidentes violentos cometidos contra as minorias religiosas (e em 7 por cento da população, os cristãos são a maior minoria do país) aumentou quase 40 por cento, de 198 a 276, entre 2010 e 2011.

A ladainha do sofrimento poderá ser prorrogado. No Irã, dezenas de cristãos foram presos e encarcerados por ousar adorar fora do sistema de igreja oficialmente sancionado. Arábia Saudita, por sua vez, merece ser colocado em uma categoria própria. Apesar do fato de que mais de um milhão de cristãos vivem no país como trabalhadores estrangeiros, igrejas e até mesmo atos privados de oração cristã são proibidos; para impor essas restrições totalitárias, a polícia religiosa regularmente invadir as casas dos cristãos e trazê-los sob a acusação de blasfêmia nos tribunais onde o seu testemunho carrega peso, menos legal que o de um muçulmano. Mesmo na Etiópia, onde os cristãos formam uma maioria da população, incêndios em igrejas por membros da minoria muçulmana se tornaram um problema.

Deve ficar claro a partir deste catálogo de atrocidades que violência anti-cristã é um grande problema e subnotificadas. Não, a violência não está centralmente planeada ou coordenada por alguma agência internacional islâmico. Nesse sentido, a guerra global contra a guerra não é tradicional em todos os cristãos.É, antes, uma expressão espontânea anti cristã por muçulmanos que transcende culturas, regiões e etnias.

Como Nina Shea, diretor do Centro do Instituto Hudson para a Liberdade Religiosa, destacou em entrevista à Newsweek , as minorias cristãs em muitos de maioria muçulmana nações “perderam a proteção de suas sociedades.” Isso é especialmente verdade em países com crescente islâmico radical (Salafista) movimentos.

Nesses países, os vigilantes muitas vezes sentem que podem agir com impunidade e inação do governo muitas vezes se lhes razão. A velha idéia de que os turcos-otomanos que a protecção não-muçulmanos nas sociedades muçulmanas merecem (embora como cidadãos de segunda classe)-tem tudo, mas desapareceu de faixas largas do mundo islâmico, e cada vez mais o resultado é o derramamento de sangue e opressão.

Então, vamos por favor entrar nossas prioridades. Sim, os governos ocidentais devem proteger as minorias muçulmanas de intolerância. E, claro, devemos garantir que eles podem adorar, viver e trabalhar livremente e sem medo. É a proteção da liberdade de consciência e de expressão que distingue as sociedades livres sem liberdade de entes. Mas também precisamos manter a perspectiva sobre a escala e gravidade da intolerância. Desenhos, filmes, e escritos são uma coisa, facas, pistolas e granadas são algo completamente diferente.

Quanto ao que o Ocidente pode fazer para ajudar as minorias religiosas em sociedades de maioria muçulmana, a minha resposta é que ele precisa para começar a usar os bilhões de dólares em ajuda que dá aos países problemáticos como alavancagem. Depois, há o comércio e o investimento.Além da pressão diplomática, essas relações de ajuda e comércio pode e deve ser subordinada à protecção da liberdade de consciência e de culto para todos os cidadãos.

Em vez de cair para contos exageradas de islamofobia ocidental, vamos tomar uma posição real frente ao cristofobia infectar o mundo muçulmano. A tolerância é para todos, exceto os intolerantes.

http://www.thedailybeast.com/newsweek/2012/02/05/ayaan-hirsi-ali-the-global-war-on-christians-in-the-muslim-world.html

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