Artigo da ‘Mulheres’ Categoria

* Mulheres muçulmanas monitoradas por chip gera perplexidade no mundo.

domingo, novembro 25th, 2012

Notícias Gospel Prime

Além de não terem o direito de viajar sem o consentimento de seus responsáveis masculinos e proibidas de dirigir, as mulheres da Arábia Saudita são agora monitoradas por um sistema eletrônico que controla os movimentos se elas atravessarem as fronteiras.

Os responsáveis masculinos pelas mulheres da Arábia começaram a receber mensagens de texto em seus celulares informando quando as mulheres sob sua custódia deixam o país, mesmo que estejam viajando juntos.

Manal al-Sherif, a ativista que se tornou símbolo de uma campanha lançada no ano passado, exortando as mulheres sauditas a desafiarem a proibição de dirigir, começou a espalhar a informação no Twitter, depois que foi alertada por um casal.

O marido, que estava viajando com sua esposa, recebeu uma mensagem de texto das autoridades de imigração informando-o que sua mulher havia deixado o aeroporto internacional de Riad.

“As autoridades estão usando a tecnologia para monitorar as mulheres”, disse o colunista Badriya al-Bishr, que criticou o “estado de escravidão em que as mulheres são mantidas” no pais muçulmanos ultraconservador. “Esta é uma tecnologia usada para o atraso, e assim manter ae mulheres presas”, disse Bishr.

Para que uma mulher saia da Arábia Saudita sem permissão de seu guardião masculino, ele deve dar o seu consentimento ao assinar o que é conhecido como a “folha amarela” no aeroporto ou no posto de fronteira. A nova tecnologia emite o alerta após a leitura de um chip instalado no passaporte que se comunica com a internet. Há rumores para a futura implantação de chips similares sob a pele, algo não confirmado pelo governo saudita.

A medida das autoridades sauditas foi rapidamente condenada nas redes sociais, embora o acesso do mundo árabe a esses meios ainda seja bem restrito.

A Arábia Saudita, onde fica Meca, vive sob uma interpretação radical da sharia, ou lei islâmica. É o único país do mundo onde as mulheres não têm permissão para dirigir. O reino impõe regras rígidas que restringem a convivência entre os sexos. Pela lei, as mulheres são obrigadas a usar um véu e um manto preto, ou abaya, que as cobre da cabeça aos pés, exceto para as mãos e o rosto.

* Feminismo: Mulheres, emancipadas pela revolução feminista, estão mais infelizes agora, quarenta anos depois, do que os homens!

sexta-feira, dezembro 23rd, 2011

Notícias pro Família

Num artigo opinativo no jornal New York Times, a líder feminista americana Maureen Dowd expressou surpresa que recente pesquisa continue a mostrar que as mulheres, que estão economicamente emancipadas pela revolução feminista, estão mais infelizes agora, quarenta anos depois, do que os homens.

Chamando de “paradoxo” que as mulheres podem ter se desfeito de seus aventais de cozinha, Dowd escreveu: “Mas quanto mais as mulheres têm conquistado, mais elas parecem estar tristes. A revolução feminista acabou beneficiando mais os homens do que as mulheres?”

Dowd, que é jornalista e colunista regular do New York Times, é conhecida como uma das últimas feministas radicais da velha guarda, e é autora do livro “Are Men Necessary? When Sexes Collide” (Será que os homens são necessários? Quando os sexos entram em colisão).

O artigo opinativo de Dowd veio depois de uma matéria da revista Time mostrando que apesar de que as mulheres têm mais oportunidades econômicas, mais “opções reprodutivas livres” [contracepção e aborto] e mais divórcio fácil, os homens estão mais felizes de modo geral do que as mulheres nos EUA. As mulheres, disse Dowd, estão sendo “levadas à distração” ao manterem tanto sua condição de mães e esposas enquanto ao mesmo tempo mantêm carreiras turbinadas. Citando vários pesquisadores diferentes, Dowd disse que uma grande parte do problema são os filhos. “Uma área de extrema distração são as crianças”, escreveu ela.

Mas uma ameaça ainda maior para a felicidade das mulheres, disse ela, é o instinto natural das mulheres para forjar fortes laços e relacionamentos emocionais. “Elas tendem a se ligar a outras pessoas de forma mais forte, se esgotar mais quando perdem vínculos, levam as coisas a nível mais pessoal no trabalho e usam muito mais antidepressivos”.

No artigo da Time, Nancy Gibbs diz que a pesquisa da revista mostrou que embora as mulheres tenham “ganho mais liberdade, mais educação e mais poder econômico”, o estudo mostrou que “elas se tornaram menos felizes”.

Desde que a Time publicou um artigo sobre as conquistas feministas no começo da década de 1970, Gibbs escreveu: “Quase metade dos diplomas de direito e medicina vão para mulheres… metade dos presidentes de associações atléticas universitárias são mulheres, e de cada três âncoras de redes de TV, dois logo serão; três dos quatro mais recentes secretários de Estado têm sido mulheres. Há mais de 145 fundações que existem para fortalecer as mulheres ao redor do mundo”.

Mas as mulheres ainda estão dizendo que não estão felizes comparadas aos homens, de acordo com as pesquisas, e estão sofrendo mais do que os homens na crise financeira. O misterioso “paradoxo” das mulheres emancipadas, que vivem na contracepção e carreiras de alto desempenho, não é tão misterioso para alguns.

Gibbs escreve que entre as mudanças “mais desconcertantes” está a evidência de “que à medida que ganharam mais liberdade, mais educação e mais poder econômico, as mulheres ficaram menos felizes”. “Nenhuma teoria satisfatória explica essa tendência”.

Gibbs mesma aponta para uma resposta, dizendo: “Entre as mudanças mais dramáticas na geração passada está a separação do casamento da maternidade” e que as mulheres “não mais vêem o matrimônio como ponto necessário no caminho para a segurança financeira ou para a maternidade”.

Ela comenta o elevado aumento no número de crianças que nascem de mães solteiras (de 12 por cento para 39) e observa que embora “a maioria das crianças em meados da década de 1970 estivesse sendo criada por uma mãe que permanecia no lar, hoje menos de um terço delas estão em casa”.

Mas Albert Mohler, comentando numa coluna, seguiu a evidência, dizendo: “A grande pergunta levantada por esses estudos é esta: O feminismo produziu infelicidade entre as mulheres? Essa pergunta é inescapável quando vista à luz do contexto histórico”.

Mohler é o presidente do Seminário Teológico Batista do Sul, membro da diretoria de Focus on the Family e apresentador de um programa cristão de rádio que debate questões sociais. Ele cita Gail Collins, que escreveu em seu livro “When Everything Changed: The Amazing Journey of American Women from 1960 to the Present” (Quando tudo mudou: a jornada estupenda de mulheres americanas de 1960 até o presente), que as realizações das mulheres “não revolveram as tensões de tentar criar filhos e manter um emprego sob controle ao mesmo tempo”.

“Lamentavelmente”, escreve Mohler, “a maioria das feministas parece não ter a capacidade, devido a seus compromissos ideológicos, de fazer as perguntas mais difíceis.

“O fato é que o feminismo jamais foi apenas sobre abrir portas para as mulheres. A fim de justificar a vasta transformação social que o feminismo produziu, o movimento feminista aspirou a uma coisa apenas: uma total revolução social, moral e cultural. Ao longo do caminho, o feminismo redefiniu o que é ser mulher, casamento, mãe e os papéis dos homens e das mulheres”.

* As mulheres ensinam aos homens que o trabalho não é tudo na vida.

domingo, dezembro 11th, 2011

Zenit

A diferença de tratamento e de oportunidades entre homens e mulheres na sociedade diminuiu significativamente em diversas áreas, tais como o acesso à saúde e à educação, mas, não acontece o mesmo no campo do trabalho. Enquanto isso, hoje, tem havido uma grande mudança: os jovens trabalhadores ao contrário de antes, pensam como as mulheres, que a carreira não é tudo na vida.

O indicam os dados do estudo Closing the gap, publicado no The Economist do passado 26 de Novembro, e analizado num artigo do diário vaticano L’Osservatore Romano.

A diferença entre homens e mulheres, diz o estudo, ainda se registra principalmente nas oportunidades de carreira e de salário.

O dossiê constata que, depois da euforia dos anos 90, os resultados atuais deixam uma frustração forte. Em particular surge a dificuldade de conciliar trabalho e maternidade, especialmente quando se considera que a tarefa das crianças não deva ficar exclusivamente a cargo das mulheres.

Além disso, nota-se uma forte ausência feminina na gestão empresarial. Isto, apesar de vários estudos terem mostrado que as mulheres na chefia de empresas ou de seu conselho de administração levaram a resultados muito bem sucedidos.

O estudo realizado pelo The Economist, explica algumas razões que criam a diferença, e indica como primeira coisa que o mundo do trabalho é organizado com regras criadas há várias décadas atrás, nascidas com uma ideia de paridade, diferentes das existentes quando o marido trabalhava e a mulher ficava em casa.

As novas regras, portanto, davam o mesmo tratamento a ambos, o que o estudo indica como errado porque o problema não é resolvido aplicando as mesmas regras, já que as mulheres são diferentes.

Segundo: porque é errado pensar que ser mãe não afeta a carreira, ainda que tenham menos filhos ou os tenham mais tarde. É só pensar que é neste período que as suas colegas iniciam a programar suas carreiras.

Terceiro: as mulheres podem se tornar inimigas de si mesmas, ao não ter as devidas possibilidades no campo laboral: são muito escrupulosas, menos seguras e se autopromovem menos, não costumam dar sua opinião se não estão absolutamente seguras.

E por último, a discriminação mais sutil: enquanto os trabalhadores são promovidos pelas suas potencialidades, as trabalhadoras, ao contrário, o são pelo que realmente conseguem, ou seja, que avançam mais lentamente.

O estudo dá uma indicação importante: os homens jovens, que entram no mundo do trabalho, o vem de maneira diferente do concebido pelos seus pais.

Estão menos obcecados pela carreira e mais interessados em encontrar um equilíbrio razoável entre o trabalho e o resto de sua vida e é isso o que as mulheres querem já faz um tempo, diz o semanário. Um novo fator que os empregadores não poderão ignorar.

O artigo da jornalista italiana Giulia Galeotti, publicado no jornal Vaticano, analisa os dados e indica que o estudo também mostra que não vale o modelo masculino, tomado como indicador pela emancipação feminina dos anos sessenta.

E que a realidade revela que as mulheres não renunciam do que elas são, e que, além do mais, ensinam algo aos homens: o equilíbrio entre o trabalho e o resto da vida. E conclui que “depois de tantas afirmações teóricas de admiração e reconhecimento, os homens decidem aplicar à sua vida uma parte importante da opção que move a existência feminina.”

* As mulheres na Igreja, fala-nos o Papa Bento XVI.

domingo, janeiro 23rd, 2011

* Mais mulheres dos EUA terminam idade reprodutiva sem um único filho.

terça-feira, agosto 3rd, 2010

Peter J. Smith

Aproximadamente de cada cinco mulheres americanas, uma agora chega ao final da idade reprodutiva sem ter um único filho, dobrando o número de mulheres sem filhos desde a década de 1970, de acordo com um novo estudo do Centro de Pesquisas Pew.

Em 1976, de cada dez mulheres (580.000) entre as idades de 40 e 44, só uma relatava não ter filhos. A partir de 2008, aproximadamente 1.9 milhão de mulheres de idades entre 40 e 44, ou 18% das mulheres nesse grupo, relataram não ter filhos — um salto de 80% em menos de 40 anos.

Pew relata que os índices de esterilidade subiram em todas as categorias étnicas e raciais, com mulheres brancas na frente com 20%. Mas os negros e os hispânicos têm visto aumentos substanciais em mulheres chegando ao fim de sua fertilidade sem ter um único filho.

O índice de mulheres sem filhos para cada um desses grupos minoritários se elevou de 13% em 1994 para 17% em 2008 — um aumento de 30% em apenas pouco mais que uma década.Entretanto, o que diminuiu durante a década passada foi o número de mulheres solteiras sem filhos entre as idades de 40 e 44.

Em 1994, 71% das mulheres solteiras nesse grupo não tinham filhos, em comparação com 56% em 2008.Para mulheres que têm educação, o índice de ausência de filhos também aumentou de forma constante, com uma exceção: a percentagem de mulheres com diplomas avançados que também não têm filhos diminuiu de forma significativa durante a década passada. Em 1994, 30% das mulheres entre as idades de 40 e 44 anos com mestrados e 34% das mulheres com doutorados ou seus equivalentes relataram não ter nenhum filho. Mas em 2008, só 25% das mulheres nesse grupo com mestrados e 23% das mulheres com diplomas profissionais ou doutorados relataram não ter nenhum filho.

Pew relata que os especialistas dizem que alguns fatores envolvidos podem ser que o incentivo social para que as mulheres tenham filhos diminuiu, a contracepção aumentou, melhores metas de carreira fazem com que as mulheres adiem a gravidez e a sociedade não mais vê ter filhos como parte de uma vida realizada.

Em 2007, apenas 41% dos adultos responderam a uma pesquisa de opinião pública de Pew de 2007 dizendo que as crianças são muito importantes para um casamento bem-sucedido. Mas em 1990, 65% disseram que filhos eram vitais para um casamento bem-sucedido.No entanto, Pew realmente indica que uma percentagem crescente dos americanos estão preocupados com o impacto que a sociedade sofrerá com as mulheres que não têm filhos. Embora uma pesquisa do Pew de 2009 tenha relatado que 46% dos americanos não criam que uma crescente parte das mulheres não tendo filhos faça a diferença, 38% disseram que a tendência para com a esterilidade é prejudicial para a sociedade. O número reflete aproximadamente um salto de dez pontos, pois só 29% dos americanos sustentaram essa opinião numa pesquisa do Pew de 2007.

O relatório completo pode ser visto aqui.

Sem a alegria da beleza, a verdade se torna fria e até impiedosa e soberba, como vemos que acontece no discurso de muitos fundamentalistas amargurados. Parece que mastigam cinzas ao invés de saborear a doçura gloriosa da verdade de Cristo, que ilumina, com luz mansa, toda realidade, assumindo-a assim como ela é a cada dia.(Papa Francisco)
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Comentários
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  • •vamos juntos...
    em * Cardeal de São Paulo, Dom Odilio
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