Artigo da ‘sexualidade’ Categoria

* O celibato sacerdotal é psicologicamente perigoso? Responde Psicopatologista.

quinta-feira, março 11th, 2010

Entrevista com Aquilino Polaino-Lorente, professor de Psicopatologia

Por Carmen Elena Villa

Na última sexta-feira terminou, na Pontifícia Universidade da Santa Cruz, de Roma, o congresso “O celibato sacerdotal: teologia e vida”, organizado pela faculdade de teologia da instituição e patrocinado pela Congregação para o Clero, a propósito do Ano Sacerdotal.

Uma das conferências mais aplaudidas pelos participantes, compostos em sua maioria por diáconos e sacerdotes, foi a denominada “A realização da pessoa no celibato sacerdotal”, do professor espanhol Aquilino Polaino-Lorente.

Polaino é médico pela Universidade de Granada. Posteriormente, estudou Psicologia clínica na Complutense de Madri. É doutor em Medicina pela Universidade de Sevilha. Também se formou em Filosofia na Universidade de Navara. Ampliou seus estudos em diversas instituições de educação superior europeias e americanas. De 1978 a 2004, foi catedrático de Psicopatologia na Universidade Complutense e atualmente é docente da mesma disciplina na Universidade San Pablo, na capital espanhola.

Escreveu numerosos artigos e livros, especialmente sobre os problemas psicológicos infantis e juvenis, assim como familiares. É membro de academias de Medicina de várias cidades espanholas, colaborador de diversos organismos e, pelo seu trabalho e sua bagagem intelectual, já recebeu várias distinções.

O professor Polaino explicou como uma correta visão da sexualidade, na qual devem integrar-se o amor, a abertura à vida e o prazer, pode levar a entender também o sentido do celibato sacerdotal, ao qual são chamadas algumas pessoas para estarem mais disponíveis para o apostolado e para viver o amor universal.

“Deus não pede coisas impossíveis a quem chama para o seu serviço”, disse em sua intervenção, referindo-se ao tema central do congresso.

-O celibato sacerdotal é psicologicamente perigoso?

Aquilino Polaino: Não é nada perigoso, porque talvez entenda muito bem como é a estrutura antropológica realista da condição humana. Tem suas dificuldades, como é lógico, já que a natureza humana está um pouco deteriorada e é preciso integrar todas as dimensões. Eu acho mais perigoso o comportamento sexual aberto, não normativo, no qual vale tudo; acho que isso tem consequências mais desestruturadores da personalidade do que o celibato bem vivido em sua plenitude, sem rupturas ou fragmentações.

-Que meios o sacerdote deve por para ser fiel ao voto do celibato durante todos os dias da sua vida?

Aquilino Polaino: A tradição da Igreja oferece muitíssimos conselhos que podem ser aplicados e que são eficazes: por exemplo, a guarda do coração e da vista. O que os olhos não veem o coração não se sente. Tampouco se trata de andar olhando para o chão, mas é possível ver sem enxergar. Isso garante a limpeza do coração e, além disso, a vivência do primeiro mandamento, que é amar a Deus sobre todas as coisas. Em uma panela de pressão não entram mosquitos. Um coração satisfeito não anda com mesquinhez nem com fragmentações.

-Você acha que a cultura hedonista deste novo século, tão difundida na mídia, influencia no fato de que alguns sacerdotes não sejam fiéis ao voto do celibato?

Aquilino Polaino: É possível, porque a fragilidade da condição humana também é vivida pelos sacerdotes. Penso que é preciso prestar mais atenção ao imenso número de sacerdotes fiéis à sua vocação. A exceção também se dá na vida sacerdotal, mas é exceção. Ainda que no jornalismo seja muito correto focar a exceção, não podemos ser cegos aos muitíssimos sacerdotes que são leais, que vivem sua vocação plenamente, que são felizes e aos quais o mundo deve sua felicidade. Isso é que precisa ser enfatizado.

-Uma reta visão da sexualidade pode proporcionar uma reta visão da vida celibatária?

Aquilino Polaino: Sim. Penso que a sexualidade hoje é uma função muito confusa, é uma faculdade sobre a qual há mais erros que pontos de acordo sobre o que é a natureza humana e talvez seja um programa para ensinar em todas as idades, porque, como é um dos eixos fundamentais da vida humana, se não for bem atendido, se as pessoas não estiverem bem formadas, o que viverão é a confusão reinante. Isso afeta tanto seminaristas como pessoas jovens, noivos. Esta educação hoje é uma educação para a vida. É uma matéria que às vezes se ensina mal, porque são ensinados os erros e isso é confundir ainda mais, ao invés de explicar esta matéria com rigor científico que tenha fundamento na natureza humana.

-O que significa o sacerdote ser chamado a ser pai espiritual?

Aquilino Polaino: Penso que este é um dos temas pouco aprofundados. A paternidade espiritual também deve ser vivida pelos pais biológicos e muitos deles jamais ouviram falar disso. A paternidade espiritual é, de certa forma, viver todas as obras de misericórdia: consolar o triste, redimir o cativo, ser hospitaleiro, afirmar o outro no que vale, evitar-lhe problemas, estimulá-lo e motivá-lo para que cresça pessoalmente, incentivar o aparecimento de valores que ele já tem, porque vieram com sua natureza, mas talvez não tenha sabido encontrá-los nem fazê-los crescer. Penso que este mundo está órfão dessa paternidade e dessa maternidade espiritual; e acho que é uma dimensão que o sacerdote, quase sem perceber o que faz, já vive.

-A vida celibatária pode tornar esta paternidade espiritual mais fecunda?

Aquilino Polaino: Necessariamente sim, porque há mais tempo e disponibilidade. Se o objetivo final é a união com Deus, a paternidade espiritual adquire mais sentido, porque é a melhor imagem da paternidade divina no mundo contemporâneo; portanto, está como mediador e, na medida em que viver a filiação divina, também viverá muito bem a paternidade espiritual.

Zenit

* Suíça: Diante do aumento de DST´s entre crianças, estado responde- não com educação- mas com preservativos “para crianças”.

segunda-feira, março 8th, 2010

- Um estudo que demonstra o alarmante incremento entre crianças de entre 10 e 14 anos levou o governo suíço a responder… com o lançamento de preservativos “extra small”.

Um estudo levado a cabo pela Comissão Federal para a Infância e a Juventude do governo suíço tem descoberto um crescimento significativo na percentagem de menores de entre a um total de 1 480 pessoas de 10 a 20 anos e comprovou que uma maior porcentagem de menores de entre 10 e 14 anos mantém relações sexuais “com freqüência”, em comparação com as estatísticas dos anos noventa.

Como “resposta”, o governo decidiu não só lançar os preservativos de menor longitude e diâmetro, mas sim decidiu dar-lhes o nome apelante de Hotshot.

Frente aos críticos que assinalam que deveria empreender uma campanha para acautelar a iniciação sexual precoce, o governo suíço se defendeu citando um estudo da Universidade de Basiléia (Basel) que assinala que os menores estão mais expostos às enfermidades de transmissão sexual porque utilizam mal o preservativo

Os críticos, entretanto, insistem que a reportagem da Universidade também diagnostica que “os menores não têm uma informação sexual adequada e não compreendem as conseqüências do que estão fazendo”; e que este problema não se solucionará com preservativos de menor tamanho e sim com uma mudança de conduta.

ACI

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Cadê os pais ?

* Pulseiras do sexo provocam polêmica em escolas de Itajaí, Santa Catarina.

sexta-feira, março 5th, 2010

Pais e professores estão apreensivos com proliferação dos adereços entre jovens

Um jovem de 14 anos rompe a pulseira roxa de silicone da colega de classe, da mesma idade, e tenta beijá-la. A professora o repreende, mas eles estão apenas brincando. O fato, ocorrido no Centro Educacional Professor Cacildo Romagnani, maior colégio de Itajaí, deixou pais, professores e administração pública em alerta.

Nesta semana, a prefeitura emitiu nota com o significado das chamadas “pulseiras do sexo”. A brincadeira consiste em romper o adereço do outro e, conforme a cor, ganhar de um abraço a uma relação sexual.

— Tomamos um susto. No primeiro dia de aula, os alunos foram aparecendo com essas pulseiras. Imaginávamos que fosse uma moda inofensiva — disse o diretor do colégio, Vilmar Valdir Philipps.

A mania surgiu na Inglaterra e chegou ao Brasil no final de 2009. Agora, com o início do ano letivo, pedagogos e orientadores estão apreensivos com a sua proliferação entre jovens nas escolas. A oferta e o preço acessível, R$ 2 por 10 pulseiras sortidas, atraem os adolescentes.

Em Itajaí, é fácil encontrá-las. Elas estão em praticamente todas as lojas de R$ 1,99 ou nas barraquinhas do camelô, também no Centro. Lá, quase todas ofereciam os adereços.

— Assim que a professora nos comunicou, procuramos ajuda na internet e descobrimos os significados das cores. Depois, demos início a um trabalho de conscientização — explicou a diretora adjunta Izabela Terres Leães.

A reportagem conversou com meninos e meninas que usam as pulseiras. Todos sabem o significado das cores. Mesmo assim, acham o adereço bonito. Alguns confessaram que sofrem assédio fora do colégio.

— Eu não faço aquilo que não quero. Sei de todos os significados. Mas uso porque é moda — disse um aluno de 13 anos.

Conversa franca sobre sexo

Um dos braços de uma aluna de 14 anos está abarrotado de pulseiras coloridas. Amarela, roxa, azul, vermelha e rosa claro. Ela afirma que não dá bola para o que cada pulseira indica. Usa porque gosta do colorido e quer seguir a moda dos jovens da mesma idade que ela. Disse também que nunca praticou qualquer das modalidades sexuais implícitas nas pulseiras.

O importante, na visão do especialista em sexualidade José Claudio Diniz, é orientar os jovens que as pulseiras são apenas uma manifestação das relações de amizade.

— E a questão da sexualidade não deve ser tratada por meio de pulseiras coloridas. Pais e professores não devem associar o sexo a algo ruim. E, sim, explicar que o sexo é algo bom, mas não nessa idade — argumentou Diniz.

Marialva Spengler, professora de Psicologia da Educação da Univali, orienta que os pais boicotem a pulseira caso a brincadeira entre em um contexto malicioso.

— Eu também sou mãe. Hoje  eu comprei algumas dessas pulseiras e mostrei para o meu filho de 14 anos. Expliquei os significados a ele e nos entendemos. O importante é conversar e proibir em caso de excessos — apontou Marialva.

Os professores do Centro Educacional Professor Cacildo Romagnani levaram a polêmica para sala de aula e discutiram com os alunos os perigos escondidos no colorido das pulseiras.

JORNAL DE SANTA CATARINA

* Estudo mostra que crianças e jovens querem receber educação sexual dos seus pais.

quinta-feira, março 4th, 2010

Um recente estudo realizado no Canadá revelou que as crianças e adolescentes escutam e querem aprender de seus pais a tão necessária educação sexual para viver uma reta sexualidade.

Uma das conclusões do estudo realizado pelo Institute of Marriage and Family Canada (Instituto de Matrimônio e Família do Canadá-IMFC) assinala que “embora pareça desalentador ver algumas correlações entre as condutas da família há alguns anos e a atividade sexual de seus filhos, atualmente as notícias são positivas: os adolescentes escutam e querem escutar os seus pais, como indicam as pesquisas”.

Esta investigação, conduzida pelo Dr. Frank Jones, realizou-se em base às estatísticas do National Longitudinal Survey of Children and Youth (Pesquisa nacional entre crianças e jovens) explica que os dados da investigação se extraíram de um estudo realizado entre crianças de seis a onze anos, entrevistadas novamente oito anos depois, já como adolescentes, aonde se mostra que o estilo de vida dos pais influi diretamente na vida sexual de seus filhos.

Os dados mostram, entre outras coisas, que as filhas de pais alcoólatras tinham 38 por cento mais de probabilidades de ser sexualmente ativas, enquanto que 22 por cento mais dos filhos de fumantes se encontravam na mesma situação.

O estudo ressalta além que “um estilo de vida dos pais que é cálido, comunicativo, próximo e que se envolve com seus filhos estabelecendo limites, protege os adolescentes de situações de risco e os ajuda a desenvolver-se como adultos saudáveis e autônomos”, adiando sua iniciação sexual.

Depois de recordar que “as condutas dos pais e suas atitudes durante a infância de seus filhos moldam as opções sexuais em sua etapa de adolescentes”, o estudo revela que as crianças criadas em um ambiente de fé têm 40 por cento menos probabilidades, que a média nacional do Canadá, de serem sexualmente ativos

Por estas e outras razões, o estudo destaca que “a educação sexual deve envolver os pais reconhecendo seu papel como primeiros educadores neste campo” e que estes devem dedicar-se a “criar um lar saudável e estável caracterizado pela comunicação aberta e cálida”.

* Profissão: Prostituta. Como ?

quarta-feira, março 3rd, 2010

CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÃO – CBO

Descreve e ordena as ocupações dentro de uma estrutura hierarquizada que permite agregar as informações referentes à força de trabalho, segundo características ocupacionais que dizem respeito à natureza da força de trabalho (funções, tarefas e obrigações que tipificam a ocupação) e ao conteúdo do trabalho (conjunto de conhecimentos, habilidades, atributos pessoais e outros requisitos exigidos para o exercício da ocupação).

O Ministério do Trabalho e Emprego é responsável pela gestão e manutenção da Classificação Brasileira de Ocupações.

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O Ministério de Estado do Trabalho e Emprego, no uso da atribuição que conferiu o inciso II do Parágrafo único do artigo 87 da Constituição Federal, resolve:

Artigo 1º – Aprovar a Classificação Brasileira de Ocupação – CBO, versão 2002, para o uso em todo o território nacional.

CBO – (CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÃO) Nº 5198 – 05 PROFISSIONAIS DO SEXO

I – Condições gerais de exercício trabalham por conta própria, na rua, em bares, boates, hotéis, rodovias e em garimpos, atuam em ambientes a céus abertos, fechados e em veículos, horários irregulares. No exercício de algumas das atividades podem estar expostas à inalação de gases de veículos, a poluição sonora e a discriminação social. Há ainda dicas de contágios de DST e maus – tratos, violência de rua e morte.

II – Formação e experiência, para o exercício o profissional requer-se que os trabalhadores participem de oficinas sobre o sexo seguro, oferecidas pelas associações da categoria. Outros cursos complementares de formação profissional, como, por exemplo, curso de beleza, de cuidados pessoais, de planejamento de orçamento, bem como cursos profissionalizantes para rendimentos alternativos também são oferecidos pelas associações, em diversos Estados.

O acesso à profissão é livre aos maiores de dezoitos anos; a escolaridade média está na figura de quarta a sétima séries do ensino fundamental. O pleno desenvolvimento das atividades ocorre após dois anos de experiência.

III – Áreas de atividades

A – Batalhar programa
B – Minimizar as vulnerabilidades
C – Atender Clientes
D – Acompanhar Clientes
E – Administrar orçamentos
F – Promover a organização da categoria
G – Realizar ações educativas no campo da sexualidade.

IV – COMPETÊNCIA AS PESSOAS

1 – Demonstrar capacidade de persuasão
2 – Demonstrar capacidade de expressão gestual
3 – Demonstrar capacidade de realizar fantasia eróticas
4 – Agir com honestidade
5 – Demonstrar paciência
6 – Planejar o futuro
7 – Prestar solidariedade aos companheiros
8 – Ouvir atentamente (saber ouvir)
9 – Demonstrar capacidade lúdica
10 – Respeitar o silêncio do cliente
11 – Demonstrar capacidade de comunicação em língua estrangeira
12 – Demonstrar ética profissional
13 – Manter sigilo profissional
14 – Respeitar Código de não cortejar companheiro de colegas de trabalho
15 – Proporcionar prazer
16 – Cuidar da higiene pessoal
17 – Conquistar o cliente

V – RECURSO DE TRABALHO

* Guarda – roupa de batalha
* Preservativo masculino e feminino
* Cartão de visita
* Documento de Identificação
* Gel lubrificante à base de água
* Papel higiênico
* Lenços umedecidos
* Acessórios
* Maquilagem
* Álcool
* Celular
* Agenda

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De tão absurdo que causa perplexidade!

Não é definição nova do Ministério do Trabalho, mas lá como cá é insustentável em uma minima visão de respeito a dignidade humana.

É a velha lógica do : Não consigo resolver, transformo e ” legitimo “. A mesma lógica da descriminalização da droga.

Ajuda verdadeira seria retirá-los dessa vida.

Não é uma questão de moral “Católica” , é questão de respeito.

Lamentável.

* Fortaleza: Travestis e transexuais agora podem usar nome social em escolas.

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010
Kamila Fernandes
UOL Notícias

Travestis e transexuais matriculados nas escolas municipais de Fortaleza ou cadastrados em projetos sociais do município poderão ser agora oficialmente tratados por seu nome social no lugar daquele que consta no registro de nascimento.

Isso é possível com a publicação de duas portarias, uma da Secretaria de Educação e outra da Secretaria de Assistência Social.

As escolas municipais que devem concentrar a maior parte dos beneficiados pela portaria são as do EJA (Educação de Jovens e Adultos), segundo Martír Silva, consultora jurídica da Secretaria de Educação de Fortaleza. A medida garante que, logo no início das aulas, ao se apresentar, o aluno tenha respeitada sua vontade de ser chamado pelo nome social, apresentando isso ao professor ou ao diretor da escola, que fará a anotação em todos os seus documentos.

“Essa é uma medida de acolhida. Afinal, o poder público não tem apenas o dever de dar acesso à escola, mas também de buscar a permanência do aluno e seu desenvolvimento. E o nome, muitas vezes, tem sido um empecilho para isso”, disse Silva. Também já existe um projeto de lei complementar na Câmara Municipal que prevê estender o benefício para outras repartições públicas do município.

A Prefeitura de Fortaleza não sabe ao certo qual será o alcance da medida já que as matrículas ainda estão acontecendo nas escolas.

Para Dediane Souza, diretora do grupo de Resistência Asa Branca (Grab), movimento de luta pelos direitos dos homossexuais, as portarias não devem favorecer a grande maioria dos estudantes travestis e transexuais da capital cearense, já que grande parte deles estuda nas escolas de ensino médio administradas pelo Estado, que ainda não adotou a medida. Ainda assim, para ela, que também é travesti, esse é um bom começo.

“Essa questão do nome social é uma das principais bandeiras do nosso movimento e agora esperamos que outros entes públicos tomem a mesma medida como forma de possibilitar que o sujeito travestido também seja reconhecido como um sujeito social, um indivíduo, tenha uma identidade que não o constranja, e não só no ambiente escolar”, afirmou Souza.

Segundo Mártir, a portaria é destinada apenas às pessoas que já estejam aptas para praticar seus atos civis e demonstrem vontade de ser chamadas por outro nome.“Certamente, em casos de menores de idade que demonstrem essa vontade, a orientação é que o diretor da escola faça um acompanhamento com a família para que se adote a decisão de melhor bom senso, sempre no sentido de acolher e respeitar.”

No caso da Secretaria de Assistência Social, o nome social será anexado ao cadastro daqueles que são atendidos por programas sociais ou cursos.

Souza lembra que já existe uma iniciativa nacional semelhante. A deputada federal Cida Diogo (PT-RJ) propôs acrescentar no registro civil de travestis, ao lado do nome original, o nome social. O projeto, apresentado em 2008, ainda tramita na Câmara dos Deputados.

Possíveis conflitos

Luma Andrade, doutoranda em educação pela UFC (Universidade Federal do Ceará) e coordenadora do Crede (Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação) da cidade de Russas (a 165 km de Fortaleza) é responsável por 28 escolas em 13 municípios.

Ela concorda que, quando há um descompasso entre o nome e o corpo de estudantes travestis e transexuais, acaba por se reforçar um intenso conflito interno que, na maioria das vezes, leva o jovem a deixar a escola. Porém, na opinião dela, que também é travesti, a medida não soluciona o problema.

“Quando você está na escola e o professor o chama pelo nome de registro, vira chacota, brincadeira, uma situação que eu já vivi e que todos os travestis vivem. Mas, ao mesmo tempo, impor o nome social pode até criar uma impressão de que os preconceitos acabaram, mas só dentro da escola.

Do lado de fora, isso pode gerar ainda mais conflitos, represálias. É algo muito perigoso”, disse. “Imagina para um professor homofóbico chamar um estudante travesti pelo nome feminino. Deve haver antes uma formação para tratar as questões de gênero com os professores, e isso não tem acontecido.”

Luma iniciou um trabalho de conscientização com os diretores das escolas que coordena, mas ainda encontra obstáculos. “Essa semana mesmo ouvi de um diretor que ele é preconceituoso mesmo. Há quase um fundamentalismo religioso em várias escolas, o que cria no ambiente escolar, que deveria ser agradável para todos, algo insuportável para as diferenças. Deve-se buscar também uma outra forma de avaliar esses gestores, pois é inconcebível que ainda exista discriminação dessa forma em pleno século 21.”

* Igreja protesta diante de campanha que defende a “legitimação” de atos homossexuais em escolas chilenas.

quarta-feira, fevereiro 10th, 2010

Respondendo a um chamado do Dom Cristián Caro, Arcebispo de Porto Montt (Chile), numerosas organizações de defesa da familia no país convocaram a uma campanha para deter a distribuição de material favorável aos atos homossexuais nas escolas de administração municipal.

Recentemente, o auto-denominado “Movimento de Integração e Liberação Homossexual” (MOVILH), que impulsiona uma das retóricas mais anti-católicas do Chile, iniciou uma campanha financiada por organizações homossexuais espanholas e o governo socialista holandês, para introduzir “manuais” encaminhados a apresentar as condutas homossexuais como normais nas escolas de administração municipal.

O manual, apresentado como um texto “anti-discriminação”, propõe os atos homossexuais como totalmente aceitáveis a menores de idade; e já foi aceito em alguns municípios do país, ultimamente em Porto Montt.

Entretanto, o Arcebispo Cristián Caro, assinalou recentemente que os manuais do MOVILH propõem “uma visão ideologizada da sexualidade, completamente afastada da concepção humanista e cristã, que se fundamenta na revelação divina, contida na Escritura e no ensinamento da Igreja”

O manual, portanto, “não deve ser distribuído no ensino de crianças e jovens”, porque “trará mais males neste aspecto, já tão deficitário da educação afetiva e sexual” explicou o Bispo.

Em resposta, diversas organizações solicitaram ao prefeito de Porto Montt, Rabindranath Sitiantes, assim como aos vereadores dessa comuna, reverter a “Regulamento contra a Discriminação”, que permitiu que os manuais do MOVILH, que inclui material moralmente inaceitável para menores, siga sendo distribuídos nos colégios municipais.

***

O tema é recorrente. Infelizmente a defesa dos valores humanos e cristãos precisa ser defendida com “unhas e dentes”.

Não é questão de impor a fé católica a todos, mas a defesa de valores humanos essenciais como o devido respeito à lei natural na vivência da sexualidade humana, que independe da fé.

No fundo é uma questão antropologica mais do que de fé, pois não se sabendo profundamente quem é o homem tudo é aceito como “normal” e relativo.

A perca do sentido de Deus imediatamente repercute na perca do sentido do homem, Que fica assim comprometido e vai “para um lado a outro”, de acordo com os tempos, modas, ideologias, lobbys politicos, conveniências e decisões politicas como essas no Chile.

* Falando às mulheres…

sábado, janeiro 30th, 2010

A feminilidade e a sensualidade.

Manuela Melo- Canção Nova

Parece-me que os conceitos sobre “feminilidade” e “sensualidade” estão se misturando de tal forma em nossa sociedade, que as pessoas encontram dificuldades para diferenciá-las. Fui pesquisar em primeiro lugar como estão definidos no dicionário Aurélio e encontrei o seguinte:

Feminilidade = s.f. Qualidade, caráter, modo de ser, de viver, de pensar, próprio da mulher.

Sensualidade = s.f. Propriedade do que é sensual. / Inclinação pelos prazeres dos sentidos; amor das coisas ou qualidades sensíveis.

Sensual = adj. Relativo aos sentidos. / Que satisfaz os sentidos: prazeres sensuais.

A partir dessas definições, convido você para refletir comigo.

Gosto muito da definição dada pela Igreja sobre a sexualidade humana de acordo com o Conselho Pontifício para a Família: “Sexualidade humana: verdade e significado”. Peço que leia com bastante atenção como a instituição criada por Cristo a vê: Há que salientar a importância e o sentido da diferença dos sexos como realidade profundamente inscrita no homem e na mulher: «a sexualidade caracteriza o homem e a mulher, não apenas no plano físico, mas também no psicológico e espiritual, marcando todas as suas expressões». Isto é, não se pode reduzir a sexualidade a um puro e insignificante dado biológico, mas, como nos diz a Igreja é «uma componente fundamental da personalidade, na sua maneira de ser, de se manifestar, de comunicar com os outros, de sentir, exprimir e viver o amor humano».

É importante entender que a resposta sexual não se limita ao comportamento sexual, mas a toda forma de sentir, pensar e desejar. Sexualidade envolve o homem total. Faz parte da constituição essencial da pessoa humana e é algo determinante, porque é a partir da sexualidade que nos relacionamos com o mundo.

Homens e mulheres pensam de forma diferente, agem de forma diferente, sentem de forma diferente. E como diz diácono Nelsinho Corrêa: “Diferenças não são barreiras, são riquezas”. E isso é plena verdade. Homens e mulheres são diferentes porque são complementares, um não é melhor do que o outro. Homens e mulheres devem ser iguais no direito à oportunidade de desenvolver plenamente sua potencialidade, mas, definitivamente, não são idênticos na sua capacidade inata.

Ao mesmo tempo que a sexualidade é parte constitutiva da nossa essência, não se trata de algo pronto, mas que, como tudo em nós, precisa ser desenvolvido até o último dia de nossas vidas.

Quero falar especialmente para as mulheres e fazer-lhes um convite: não tenhamos medo de assumir a nossa essência, sendo cada dia mais femininas. Não gastem energia querendo e buscando ser melhores do que os homens, querendo e buscando provar o seu valor. Somos diferentes e cada um de nós tem valor e dignidade própria pelo simples fato de termos sido criados à imagem e semelhança de Deus. Ser mulher é dom, é graça.

Uma coisa, no entanto, temos que entender: ser feminina e ser sensual são coisas distintas. Na sensualidade existe um contexto biológico.

Especialmente no período fértil, nos sentimos mais bonitas, sentimos vontade de nos vestir e de nos arrumar melhor, e assim por diante. São reações hormonais que têm como objetivo a procriação, então, o corpo se prepara para conquistar o homem por estar pronto para gerar uma vida. Muitas vezes, agimos assim sem nos dar conta disso. Além disso, a nossa sociedade, que tanto banaliza a sexualidade humana, incentiva por todos os meios possíveis a sensualidade, e nisso há uma imensa indústria que visa apenas o lucro.

Posso citar também o fato de que todo ser humano traz dentro de si um impulso natural para o prazer, e a sensualidade gera na mulher uma elevação na autoestima, a faz sentir-se mais bonita, mais “poderosa”.

Por isso apresentei no início a visão da Igreja, para que possamos refletir sobre esse aspecto. Sexualidade não é algo apenas biológico, é bem mais do que isso. Quando nos deixamos levar por uma sexualidade sem sentido, como algo apenas biológico, o resultado quase sempre é o vazio. E a pessoa, geralmente, se torna prisioneira da sensualidade por uma necessidade de afirmação pessoal e, assim, o vazio tende a só aumentar.

É próprio da mulher o querer andar bem vestida, bem arrumada. Ser cristã não significa vestir-se de forma desleixada, por exemplo. Mas é ter consciência de que a verdadeira beleza vem do nosso interior. É ter consciência do nosso valor e dignidade de filhas de Deus e não nos deixar levar unicamente pelos sentidos, por nosso instinto sexual. Somos bem mais do que isso. Ser feminina não significa andar com roupas extremamente curtas, justas ou coisas semelhantes. Quanto mais o nosso exterior for um extravasamento do nosso interior, tanto mais bonitas e femininas seremos.

Com isso não estou negando a sexualidade nem a colocando como algo negativo, proibido. A nossa sexualidade faz parte do nosso ser, mas não somos apenas sexo. Nossa sexualidade, quando é vivida com dignidade, nos faz sentir plenos, completos, realizados.

O se deixar guiar e conduzir pela sensualidade, reflete, na maioria das vezes, a necessidade de afirmação pessoal, por um desconhecimento da beleza interior e até mesmo exterior que se tem. Muitas vezes, nos deixamos impregnar por uma imagem ideal: a transmitida pela mídia, mas que é uma beleza estereotipada, vazia.

Concluo reforçando o convite para todas as mulheres: não tenham medo de assumir a sua essência, e assim, ser cada dia mais femininas. Valorizem o dom que é ser mulher. Deixem fluir a beleza interior que vocês têm.

***

Como homem,garanto: As mulheres femininas são naturalmente atraentes para o olhar masculino.

Sei que na sociedade moderna o sensualismo parece ser quase uma obrigação para as mulheres,mas os homens -no fundo- sabem perceber e distinguir as verdadeiras mulheres das “fêmeas” (desculpem a crueza da palavra…mas existem algumas que passam apenas esse dado meramente biológico).

Mesmo entre mulheres cristãs se encontram -infelizmente- quem queria ser apenas objeto de desejo e não de atração natural de um homem de Deus por uma  mulher de Deus.

No fundo,todos nós, homens e mulheres, sabemos onde está a verdade!

* Educação sexual de nossos jovens e o ateísmo.

sexta-feira, janeiro 29th, 2010

Padre Ricardo

Gostaria de falar a respeito de um tema bastante polêmico: “Como educar os filhos para a vivência da sexualidade”. É um tema que gera bastante discussão porque a sexualidade que nos católicos pensamos está diferente do mundo.

Quando nós queremos educar os filhos a respeito da sexualidade, eles vêm com a mentalidade da escola; e infelizmente nós pagamos os professores para perverterem a educação de nossos filhos, então o caminho é não confiar na escola, porque a escola irá ensinar algo errado, até que se prove o contrário. Infelizmente é isso, e eu vou explicar.

Por que a escola e os meios de comunicação vão ensinar mal os nossos filhos a respeito da sexualidade? Porque a sociedade está vivendo no ateísmo, a educação está montada no ateísmo, é preciso que nossos filhos saibam disso.

Não é possível educar nossos filhos de forma cristã na sexualidade, sem romper com o pensamento da sociedade atual.A maior parte dos jovens é contra liberação das drogas, mas essa não é a opinião da classe falante, e o nosso país é conduzido pela classe falante, políticos que transmitem opinião, professores, jornalistas, advogados, psicólogos, e o que eles falam não é o que o povo brasileiro pensa. Infelizmente esse é o pensamento da classe falante: jornalistas, advogados, psicólogos, políticos, terapeutas, professores. Há uma lacuna muito grande entre a classe pensante e o povo brasileiro. O povo brasileiro tem uma moral sexual conservadora, isso é uma estatística do Datafolha, IBGE, a maior parte dos jovens brasileiros são conservadores. Quando ele se casa, casa com mentalidade de que quer que dê certo, o comportamento dele é uma coisa, mas o pensamento é outro, é conservador.

A classe falante é muito liberal, e eles querem incutir na cabeça de nossos jovens essa opinião deles. Se nós, maioria cristã, continuarmos calados, eles vão conseguir cada vez mais incutir esse pensamento na cabeça dos jovens, nós precisamos falar e ter coragem de romper com esse silêncio, pronunciar que nós somos cidadãos cristãos.

Agora querem tirar os símbolos cristãos de todos os lugares, querem tornar o cristianismo uma realidade das catacumbas. Dizem que não querem ofender os que não são católicos, não podem ofender a minoria. Por que isso vai ofender os ateus? Não ter uma religião é também uma atitude religiosa. Ao invés de ter uma cruz na parede eu ter uma parede vazia é ter uma atitude religiosa.

Escute meu irmão ateu, você acha que ser cristão em público é feio, eu acho que ser ateu em público é muito pior, é mais feio. Uma cidade vazia de símbolos religiosos é também uma atitude religiosa que mostra que esta cidade não tem Deus.

O filósofo francês Jean-Paul Sartre Jean via o existencialismo como uma filosofia, para ele é um fato levar até as últimas consequências que Deus não existe. “Se Deus não existe, ninguém pensou o homem, então não existe certo ou errado”. Como Raul Seixas: “eu prefiro ser essa metaformose ambulante”. Vê o homem como fruto de uma mudança contínua, isso se chama ateísmo.

A respeito do sexo, como está pensando essa classe falante? Eles dizem assim: o importante é a pessoa se sentir bem, não tem certo ou errado. Isso é dizer que não existe um projeto, você que é o deus da história. Deus tem um projeto para nós, veja seu corpo, você sabe para que serve cada parte de seu corpo, que mostram a inteligência de Deus. Deus pensou o homem para a mulher e a mulher para o homem, mas muitos pensam: eu não quero viver o sexo dessa forma, quero viver da forma que me agrada, quero ter sexo com animais. Isso é uma desobediência ao Criador. E é isso que estão incutindo nas cabeças de nossos filhos, pois sempre dizem que o importante é a pessoa se sentir bem. Pode ser que o jornalista, o professor, o advogado que fale isso não seja ateu, mas o pensamento é ateu. O ateísmo está tomando conta da nossa sociedade sem se mostrar. O ateísmo se apresenta como humanismo, algo favorável ao homem, tolerante.

Os nossos jovens, infelizmente, já fizeram sexo para entender que estão se destruindo, basta que alguém fale isso para eles, mas essa multidão da classe falante fala o oposto, psicólogos, pedagogos, políticos, professores, às vezes, até padres, que trabalham para o pensamento ateu – Que horror! Quando um jovem chega ao confessionário e fala do pecado da masturbação e o padre fala para o jovem que não tem problema, que ele está conhecendo o corpo, pode ser que o padre não saiba, mas está trabalhando para o pensamento ateu -. Se nós aceitarmos isso, haverá a intolerância religiosa disfarçada de tolerância, fazendo carinha de bom moço. O diabo não se apresenta com chifre, ele se apresenta de forma atraente, ele é especialista, sabe fazer a cabeça, se apresenta como tolerância.

A Igreja Católica ama de paixão os homossexuais, não existe uma instituição que os ame mais, pois quer os tirar de uma cultura de morte que está os matando, essa vida de sexo livre, está matando esses jovens, por isso ela diz: “meus filhos parem com isso”. Ela ama os heterossexuais que também estão se matando com o sexo livre, por isso ela fala: “meu filho pare de se maltratar porque você foi feito para amar”.

O sexo é uma criação de Deus e não do diabo. O sexo é uma participação do ser humano na obra da criação. O interior da mulher é algo sagrado, cada mulher que carrega dentro dela aquela pequena vida, ali Deus já realizou seu projeto maravilhoso. O homem é chamado pela sua sexualidade a entrar neste santuário da vida que é a mulher, para obra da criação. Precisamos arrancar o sexo das mãos do diabo, é obra de Deus o sexo. Nós precisamos fazer com que o sexo seja o que é no projeto de Deus, Deus tem um sonho para a sexualidade, e está ligado a nossa capacidade de amar. Mas que terrível! Quando usamos para nosso egoísmo, fazendo das mulheres objetos, usando algo que é para o amor para o egoísmo solitário.

Uma vez que você apresenta a sexualidade como projeto bonito de Deus, o jovem entende isso. Mas quando apresenta só como coisa proibida é claro que o jovem não vai aceitar. Eduque seus filhos, desmascare o lobo, é o pensamento ateu que conduz a morte, a destruição. E os jovens são capazes de enxergar isso, quanto mais você faz sexo sem compromisso, mais fica um vazio na alma. Mostre para ele o lobo, ele será capaz de enxergar. É importante que você os ajude a enxergar.

Os jovens dizem que devem ter um pensamento crítico, seja crítico com você, critique o pensamento que você adotou, um pensamento ateu, desonesto.

Você sabe por que o pensamento ateu está na moda? Veja o que falava o filósofo Friedrich Nietzsche: “Se deuses existissem, eu não suportaria não ser um deles. Portanto, deuses não existem”. Ele mostra que ele é ateu por sua soberba.

Os jovens dizem por que a Igreja proíbe sexo antes do casamento? Não é a Igreja que proíbe, mas a própria natureza. Pense, pelos menos lá em Cuiabá (MT) é assim, eu acho que esse negócio de sexo tem haver com uma criança que nasce, tem haver com bebê, assim como quando você se alimenta tem haver com nutrição, são as finalidades das coisas que Deus pensou. Se um casal de jovem mantém relações sexuais a natureza daquele ato é voltado para ter um filho, eu não estou dizendo que vai ter, mas está voltada para isso, e muitas meninas tomavam pílulas e engravidaram. Veio a criança, ela precisa ser respeita, tem direito a vida e de ter pai e mãe. O pensamento ateu diz, não existe Deus, você que é deus, se a criança não te agrada jogue-a no lixo. Você que é senhora do seu corpo.

E nós dizemos não, respeite o Criador. A pessoa se coloca no lugar de Deus, senhora da vida e da morte. Você acha que sexo é lazer? Não, ele é sagrado. A Igreja proíbe sexo antes do matrimônio não porque ele é pecado, mas porque ele é sagrado. No projeto de Deus a criança foi pensada tendo um pai e uma mãe.

Por que a classe falante não aceita isso? Porque se eles aceitarem, eles terão que aceitar a Deus. O que significa ter um Deus? Significa que eu não sou Deus, e o mundo moderno não aceita, ele quer ser deus. Eles não aceitam sermos adoradores, e o Papa João Paulo II fala sobre o ódio dos apóstatas. O apóstata é um cara que abandonou a fé, seguia a Deus e começou a achar que a moral é opressora, não precisa ser tão radical, fanático, católico sim, mas fanático não. Começa ler a Bíblica de um jeito ideológico, na passagem onde Jesus diz: “se você olhar para uma mulher e no seu coração ir desejando-a, já cometeu adultério”. Eles dizem assim: Jesus não disse isso, isso foi acrescentado pela Igreja, isso é radicalismo. Eles pecam na fé que tinham, e arranjam um jeito “light” de entenderem a fé. Talvez seja até um padre que o tenha ensinado ler a Bíblia assim, e ainda dizem: padre fulano que é bom, é um padre aberto para realidade. Aberto para a realidade e fechado para Deus.

O apóstata pisou na própria consciência arranjando um jeitinho de interpretar o cristianismo, e quando você interpreta de forma reta, ele passa odiar você, porque mostra o que ele fez. Um jovem chega para o catequista e diz que não faz sexo com namorada e nem se masturba; o catequista começa a perseguir o jovem porque ele, o catequista, arrumou um jeito “maneiro” de viver o cristianismo, então persegue o jovem porque recorda o que ele fez consigo. Ele vai odiar quem propõe o Evangelho do jeito que ele acreditava antes.

Por que esse pessoal tem horror de ver a manifestação de nossa fé? Porque essa minoria de ateus quer amordaçar a maioria dos cristãos, temos que lembrar a eles que somos cidadãos como eles. Por que vamos ficar calados se somos a maioria? É necessário que essa maioria de cristão que são conservadores reaja. Eu tenho que reagir quando uma pessoa chega na minha igreja e acaba com o que é a razão da minha vida. Só existe um caminho eficaz, você não pode dar uma de bom mocinho, o sexo é sagrado, isso é visão positiva, mas você tem que mostrar o lobo que tenta passar como tolerância cristã aquilo que é intolerância ateia. Não somos ateus, Deus nos criou e tem um plano para nossas famílias, para nossa sexualidade. Temos que deixar Deus ser Deus e não ser Deus no lugar de Deus.

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* Relações Homossexuais,bi,Trans e Heterossexuais são equivalentes sob o ponto de vista da natureza e da moral?

quarta-feira, janeiro 27th, 2010

A sexualidade humana é uma atividade, não uma identidade.

Por Jesús Colina

Duas resoluções serão submetidas a exame e votação no Parlamento Europeu esta semana, explica o especialista em Direito Europeu Grégor Puppinck nesta entrevista.

Uma destas resoluções está dirigida a promover os direitos dos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais), entre eles o casamento, a adoção e a inseminação artificial; a outra estimula uma política de redução demográfica que inclui o aborto como meio para isso.

Grégor Puppinck é o diretor do European Centre for Law and Justice*, uma ONG com sede em Estrasburgo, especializada em Direito Europeu.

Ele participou dos trabalhos do “Comitê de especialistas sobre a discriminação por motivo da orientação sexual e da identidade de gênero” (DH-LGBT), do Conselho da Europa.

- Nossa atenção se dirige a dois textos problemáticos que serão submetidos a exame e votação durante a próxima sessão da Assembleia Parlamentar nesta semana. Diversos deputados e ONGs se manifestaram para corrigir ou contra-arrestar estes textos. Do que se trata?

G. Puppinck: Trata-se de dois informes parlamentares elaborados dentro do Conselho da Europa.

Têm como objetivo, por um lado, promover os direitos dos LGBT, entre eles o casamento, a adoção e a inseminação artificial. Por outro, fomentar uma política de redução demográfica, inclusive através – e aqui está o problema – do aborto.

Os informes serão debatidos e votados nesta quarta-feira, dia 27, e na sexta-feira, dia 29 de janeiro, respectivamente, em Estrasburgo.

- Que problemas concretos o informe sobre os direitos dos LGBT apresenta?

G. Puppinck: O informe de M. Andréas Gross, cujo título preciso é “Discriminação por motivo da orientação sexual e da identidade de gênero”, é problemático porque não se limita ao objetivo respeitável de querer proteger as pessoas LGBT da violência e das discriminações injustificadas.

Na realidade, muito além disso, a resolução tende a forçar a opinião e as consciências, impondo a ideia segundo a qual todo tipo de relações (heterossexuais, homossexuais, bissexuais ou transexuais) seriam equivalentes do ponto de vista da natureza e da moral.

Como resultado disso, não se permitiria nenhuma distinção moral, política ou jurídica, por exemplo, em relação ao casamento, à adoção ou à inseminação artificial.

E indo muito além da legítima proteção das pessoas LGBT contra a violência psíquica e as discriminações injustificadas, esta resolução viola vários direitos fundamentais.

Em primeiro lugar, as liberdades de opinião, de expressão e de religião são enfraquecidas, já que não se considerará admissível ter uma opinião moral ou religiosa sobre a homossexualidade.

É simplesmente o direito de não concordar que é retirado em benefício de um pensamento único, em nome da “erradicação da homofobia e da transfobia”.

A liberdade da Igreja e dos crentes está direta e atualmente ameaçada neste âmbito.

Depois, o interesse dos filhos e das famílias também se vê igualmente ameaçado. De fato, a família e os filhos já não são reconhecidos como realidades naturais em si, mas como desejos subjetivos.

Dado que os adultos LGBT têm o desejo, esta resolução conclui que existem “direitos” para eles de casar-se, adotar filhos e fundar uma “família”, como se as realidades naturais não existissem.

Quanto ao interesse superior do filho, faz-se silêncio. Por outro lado, seria conveniente educar os filhos desde a mais tenra idade contra os preconceitos.

- Qual é a filosofia subjacente nesta resolução?

G. Puppinck: A afirmação dos direitos das pessoas LGBT se realiza, por um lado, pela negação das diferenciações objetivas entre a realidade de um casal heterossexual e as relações LGBT.

E por outro lado, sobre o fundamento de uma neutralização moral da sexualidade, especialmente em sua variante LGBT.

Esta resolução se baseia no pressuposto de que a sexualidade é externa à esfera da ação moral.

No entanto, a sexualidade humana, como toda atividade voluntária, possui uma dimensão moral: é uma atividade que põe em marcha a vontade individual ao serviço de uma finalidade; não é uma “identidade”.

Em outras palavras, depende do agir e não do ser, inclusive ainda que as tendências homossexuais pudessem estar profundamente arraigadas na personalidade.

Negar a dimensão moral da sexualidade equivale a negar a liberdade da pessoa na matéria e leva a atentar, em última instância, contra sua dignidade ontológica.

As consequências deste pressuposto aparecem ao longo do texto que é submetido ao exame e à votação da assembleia.

Assim, nele, por exemplo, compara-se o comportamento sexual com critérios como a etnia, a idade ou o sexo, apesar de que estes últimos critérios são comumente aceitos por sua objetividade; caem no “ser”, e não no agir.

Em um sentido mais geral, a principal consequência – e o objetivo, sem dúvida – da exteriorização da sexualidade da esfera da ação moral, é impedir a própria possibilidade de uma avaliação moral do comportamento.

Como resultado, a justificação moral de uma diferença de trato – de uma discriminação – torna-se possível: os diversos tipos de comportamento sexual são presentes in abstracto como neutros e equivalentes entre si.

Assim, torna-se impossível e inclusive se proíbe expressar uma opinião sobre esta questão.

Pelo contrário, a aproximação clássica e propriamente jurídica do conceito de discriminação se baseia na avaliação in concreto das circunstâncias que justificam – ou não – uma diferença de trato.

Atenta-se assim contra o direito de ter uma opinião pessoal sobre um tipo de comportamento determinado, e a agir em consequência na esfera própria.

Proíbe-se avaliar, do ponto de vista moral, a diferença entre as realidades diversas que são um casal heterossexual e as relações LGBT, condenados a adotar um enfoque indiferente, incapaz de responder às reivindicações idealistas de pretendidos “direitos”, como o direito ao casamento, à adoção e à procriação medicamente assistida.

E isso porque existe o imperativo de preservar as liberdades jurídicas de consciência e de religião, de pensamento e de palavra.

- Como trabalha o European Centre for Law and Justice (ECLJ), neste sentido?

G. Puppinck : Como ONG especializada em Direito Internacional e Europeu, o ECLJ escreveu uma memória muito profunda, que detalha, baseando-se em uma análise puramente jurídica, os elementos desta resolução de devem ser corrigidos.

Esta memória está disponível, em inglês, no site do ECLJ.

Preparamos a memória a pedido de um grupo de deputados ativos dirigido pelo dinâmico deputado italiano Luca Volontè.

Até agora, a Assembleia Parlamentar agiu com uma relativa indiferença sobre algumas questões, no entanto, muito sensíveis quando suas recomendações têm uma influência real, especialmente na jurisprudência do Tribunal Europeu de Direitos Humanos.

É, portanto, importante acompanhar de perto seus trabalhos. Nos últimos anos, outras ONGs realizaram uma atividade de lobbying direto e clássico, por exemplo, convidando os deputados a escreverem.

Isso funciona muito bem. Os dados dos deputados se encontram no site da Assembleia Parlementar.

- E com relação ao outro texto, sobre a demografia, que será votado também nesta semana?

G. Puppinck: Trata-se de uma resolução intitulada “Quinze anos depois do Programa de Ação da conferência internacional sobre população e desenvolvimento”, em referência à Conferência do Cairo. Será debatida na sexta-feira, dia 29 de janeiro.

O ECLJ expressou sua preocupação pela promoção do aborto como meio de controle demográfico e de planejamento familiar.

Durante a negociação do Programa de Ação do Cairo, os Estados membros das Nações Unidas excluíram explicitamente o aborto dos meios de regulação dos nascimentos, assim como se excluiu a afirmação de um hipotético “direito” fundamental ao aborto.

Por último, o conjunto do informe se baseia em uma ideologia neomalthusiana na qual se insiste na necessidade concreta de limitar os nascimentos nos países pobres.

Também para esta resolução, o ECLJ realizou um estudo de fundo, disponível, em francêsinglês, na internet.

Esta intervenção provocou um primeiro adiamento do exame do texto, previsto inicialmente para a última sessão.

Nesta análise, insistimos muito no fato de que promover o aborto viola os valores fundamentais sobre os quais está construído o Conselho da Europa.

Esta promoção é contrária à proteção da vida humana e da dignidade, assim como ao respeito da soberania nacional.

O Programa de Ação do Cairo não criou o “direito” ao aborto, e deixou aos Estados membros o cargo de decidir o grau de proteção do qual se beneficia a criança por nascer em seus países.

O Programa de Ação indica que a realização das suas recomendações “é um direito soberano que cada país exerce de maneira compatível com suas leis nacionais e suas prioridades em matéria de desenvolvimento, respeitando plenamente as diversas religiões, os valores éticos e as origens culturais do seu povo, e em conformidade com os princípios dos direitos humanos reconhecidos universalmente”.

* O Centro Europeu para a Justiça e os Direitos Humanos (ECLJ) é uma organização não governamental internacional fundada em 1998 em Estrasburgo e tem como objetivo a proteção dos direitos humanos e da liberdade religiosa na Europa. Os juristas do ECLJ intervieram em numerosos casos levados inclusive diante do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos. O ECLJ goza de um Estatuto Consultivo Especial nas Nações Unidas (ONU) e está acreditado no Parlamento Europeu.

Zenit

* Cardeal Hummes: padres pedófilos devem ser punidos na Justiça.

terça-feira, janeiro 12th, 2010
Os padres acusados de abuso sexual e pedofilia devem ser punidos, inclusive pela Justiça comum, considerou nesta terça-feira o cardeal brasileiro Cláudio Hummes, prefeito da Congregação para o Clero, em entrevista ao Osservatore Romano, o jornal do Vaticano.

Referindo-se ao “doloroso caso irlandês”, o cardeal brasileiro disse que “é preciso determinar objetivamente as responsabilidades por tamanha dor”. “É preciso ir até o fim, com determinação, inclusive recorrendo à Justiça comum”, para punir os culpados de abusos, acrescentou Hummes.

Esta questão “prejudica as vítimas, em primeiro lugar, mas também atinge profundamente o coração da Igreja”, estimou o cardeal, pedindo também para “não se generalizar” a questão.

Cláudio Hummes lamentou o impacto deste tipo de caso sobre a imagem dos padres. “A imprensa destaca estes casos, em vez de falar das coisas boas da imensa maioria dos padres”, afirmou.

“Não podemos negar a existência de episódios dolorosos, mas são casos limitados”, prosseguiu o cardeal.

“A enorme maioria dos padres do mundo é composta por pessoas dignas, comprometidas, prontas para dar a vida”, disse o prefeito.

No dia do Natal, dois bispos irlandeses apresentaram sua renúncia ao Papa Bento XVI, elevando o total de demissões voluntárias a quatro, depois de um relatório acusando a Igreja Católica de acobertar os crimes cometidos por padres pedófilos na região de Dublin.

O relatório Murphy denunciou os dirigentes do arcebispado de Dublin, o maior da Irlanda, por terem protegido os padres culpados de abusos sexuais sobre crianças.

No dia 29 de dezembro, um padre italiano, Luciano Massaferro, foi preso em Alassio (noroeste) por abusar sexualmente de uma menina de 11 anos.

Fonte : UOL

* Sexo entre adolescentes: Quais os riscos?

segunda-feira, janeiro 11th, 2010

Bradley Hayton

O sexo entre adolescentes, especialmente aos 15 anos ou antes, é especialmente perigoso para a saúde física e psicológica. Vários investigadores encontraram altas correlações entre as experiências sexuais precoces e o consumo de álcool e drogas. Relacionou-se a experiência sexual precoce com o consumo de tabaco, com delitos menores e com as dificuldades de aprendizagem. As garotas que já perderam a virgindade são seis vezes mais propensas a tentativas de suicídio, e correm maior risco de se sentirem sós, sentirem-se tristes, ter dificuldades para adormecer e experimentam também uma baixa auto-estima.

1. As mulheres que iniciam a atividade sexual antes dos vinte anos e que tiveram relações com três ou mais parceiros, ou que tiveram relações com um homem que teve três ou mais parceiras, correm um alto risco de desenvolver cancer do  colo do útero por volta dos trinta anos (9).

Quanto mais jovem é a mulher que tem relações, maior é o risco de desenvolver cancer do colo do útero. Especialmente perigosas são as relações antes dos vinte e um anos. Demonstrou-se também que o risco de anormalidades do colo do útero aumenta com o número de parceiros sexuais (10).

Segundo um estudo da Universidade de Oxford, se a jovem, para além das relações sexuais, estiver também a tomar a pílula, o risco de desenvolver cancer do colo do útero é ainda maior (11).

2. Os adolescentes estão mais sujeitos aos danos das doenças sexualmente transmissíveis porque têm menos anti-corpos que os adultos. E a única forma de estar livre destas doenças é a relação monogâmica fiel, própria do casamento. Nenhuma namorada pode saber, antes de casar, que está numa relação monogâmica fiel… porque ignora se dentro de um mês ainda estará com o atual namorado.

3. Há uma ligação estreita entre as relações pré-matrimoniais e o aborto. A garota e o rapaz que têm bem claro o horror do aborto, são muito mais firmes na rejeição das relações. Há que dizer que muitos rapazes, quando postos perante a possibilidade, dizem que, se ocorrer a gravidez, então casarão. Como é evidente, cabe-lhes esclarecer porque não casam já. Se podem casar, porque o não fazem? E se não podem, porque prometem o que não poderão cumprir? Os grupos pró-vida têm milhares de testemunhos de garotas grávidas abandonadas pelos namorados, um dia depois destes terem prometido “amor eterno”.

A ligação entre aborto e relações pré-matrimoniais também funciona ao contrário: 80% dos bebés abortados no Ocidente são gerados fora do matrimônio. Portanto, e voltando ao início, se as pessoas tivessem consciência de que o aborto mata um bebê, um filho, ser-lhe-iam mais avessas e consequentemente fugiriam das situações de risco.

4. Convém ainda assinalar que por trás das relações pré-matrimoniais está já uma desordem. Segundo Viktor Frankl,

“O problema do nosso tempo é que as pessoas estão cativas de um sentimento de falta de sentido, acompanhado por um sentimento de vazio. A sociedade industrial está preparada para satisfazer todas as nossas necessidades e a sociedade de consumo cria necessidades que depois satisfaz. Contudo, a mais humana das necessidades, a necessidade de encontrar o sentido da vida, permanece insatisfeita. As pessoas podem ter muito com que viver mas frequentemente não têm nada por que viver.” (12)

O resultado desta ausência de sentido para a vida são um número trágico de suicídios (13), consumo de drogas, doenças venéreas, etc.

Segundo o Instituto Alan Guttmacher, todos os anos se produzem 12 milhões de novos contágios de doenças venéreas, sendo que dois terços destes afectam jovens com menos de 25 anos (14).

5. Convém ainda assinalar que quando os jovens carecem do amor incondicional dos seus pais, normalmente vão procurá-lo na primeira pessoa que lhes presta um pouco de atenção. A muitos adolescentes falta uma atitude positiva relativamente ao futuro porque carecem da experiência de um amor incondicional, o que por vezes é agravado pelo fato de viverem em famílias mono-parentais ou com famílias de segundos casamentos, etc. Nestas circunstâncias, o carinho e a atenção que sentem no namoro ultrapassa qualquer experiência anterior e nada parece demais para oferecer a quem lhes revelou uma realidade tão nova quanto deliciosa. Mas esta realidade nova, e sobretudo o medo de a perder, tornam a posição negocial da pessoa muito frágil pelo que, com as pressões do ambiente, facilmente cai nas relações sexuais.

Armand Nicholi, professor de Harvard, traça o seguinte quadro:
“Muitos dos que têm trabalhado com adolescentes durante a última década deram-se conta de que a nova liberdade  sexual não leva de nenhuma maneira a um maior prazer, liberdade e abertura, ou a relações mais profundas entre os sexos. A experiência clínica mostra que a nova permissividade leva com frequência a relações vazias, a sentimentos de autodesprezo e de não valer nada, a uma epidemia de doenças venéreas e a um grande aumento de gravidezes indesejadas.

Tem-se visto que os estudantes acham que a liberdade sexual é insatisfatória e sem sentido. Ainda que o seu comportamento sexual pareça ser uma tentativa desesperada para superar uma solidão profunda, estes adolescentes descrevem as suas relações sexuais como pouco satisfatórias e afirmam que não lhes proporcionam o calor emocional que esperavam. Descrevem um intenso sentimento de culpa e uma preocupação permanente por estarem a ser utilizados como objetos sexuais. (15)”

***

(9). The New York Times, 15 de Março de 1984.
(10). Jane and Julian Chomet, Cervical Cancer, Wellingbourgh UK, Thorsons Publishing Group, 1989.
(11). The Lancet, nº8356, 22 Outubro 1983, pp 930-934.
(12). Viktor Frankl, The meaning of love, Ninth International Congress for the Family (Paris, Fayard, 1987), p. 39.
(13). O suicídio é a segunda causa de morte nos jovens entre os 15 e os 19 anos nos EUA.
(14). Facts in Brief, Alan Guttmacher Istitute, Spt 1993.
(15). Armand Nicholi, The Adolescent, Family of the Americas Foundation, 1984, pp.4-5. Também, The Harvard Guide to Modern Psychiatry (Cambridge, 1980), p.530.

***

“… A necessidade de encontrar o sentido da vida, permanece insatisfeita. As pessoas podem ter muito com que viver mas frequentemente não têm nada por que viver.”

Sexo é um dom maravilhoso de Deus, no entanto tem sido cada vez mais banalizado e desprovido de seu sentido humano e afetivo, separado do amor comprometido que lhe dá sustento e sentido!

Os valores morais cristãos e familiares são referência segura para a vivência sexual no tempo certo e nas condições queridas e exigidas pelo verdadeiro amor: o matrimônio.

Dentro da aventura sexual que os jovens hoje vivem, onde a virgindade é um valor esquecido e ridicularizado, quem mais sofre são os próprios jovens – sedentos de sentido de vida e de encontrar um verdadeiro amor.

Em busca da paz e felicidade, encontram a desilusão e a constatação de que “só sexo” não é capaz de  responder a sede de sentido que todos tem e buscam nos lugares, no tempo e nas pessoas erradas,sem encontrar.

Alguns pagam um alto preço para descobrir isso.

***

Veja essa noticia dada na Folha de São Paulo.

***

” Sexo precoce aumenta risco de câncer do colo do útero, diz estudo

Um estudo com 20 mil mulheres revelou uma associação entre a iniciação sexual precoce e índices mais elevados de câncer do colo do útero.

O objetivo da pesquisa era entender por que mulheres mais pobres correm maior risco de desenvolver esse tipo de câncer.

Os especialistas constataram que essas mulheres tendem a iniciar sua vida sexual em média quatro anos antes do que mulheres de classes sociais mais elevadas.

Por conta disso, elas entrariam em contato mais cedo com o vírus que leva ao desenvolvimento do câncer do colo do útero, dando ao vírus mais tempo para produzir a longa cadeia de eventos que, anos mais tarde, levaria ao câncer.

Acreditava-se anteriormente que a disparidade era resultado de baixos índices de controle preventivo em regiões mais pobres.

O estudo, feito pela International Agency for Research on Cancer, parte da Organização Mundial de Saúde (OMS), foi publicado na revista científica British Journal of Cancer.

Sem explicação

Embora a diferença na incidência do câncer do colo do útero entre ricos e pobres –verificada em todo o mundo– tenha sido constatada há muitos anos, os cientistas não sabiam explicá-la.

Especialmente porque os índices de infecção pelo vírus HPV (sigla inglesa para papiloma vírus humano) –uma infecção por transmissão sexual que é responsável por boa parte dos casos de câncer do colo do útero– pareciam ser semelhantes em todos os grupos.

O estudo confirmou que os índices mais altos de câncer do colo do útero não estavam associados à maior incidência de infecção pelo HPV.

O que a pesquisa revelou foi que o risco, duas vezes mais alto, é explicado pelo fato de que mulheres mais pobres iniciam sua vida sexual mais cedo.

A idade em que uma mulher tem seu primeiro filho também pareceu ser um fator importante.

O estudo revelou que exames preventivos, como o papanicolau, exercem um certo efeito sobre o nível de risco.

Mas o número de parceiros sexuais que uma mulher tem, e o hábito de fumar, não pareceram interferir nos resultados.

Tempo

A responsável pelo estudo, Silvia Franceschi, disse que os resultados não se aplicam apenas a jovens adolescentes. Por exemplo, o risco de desenvolver câncer do colo do útero também é maior em mulheres que tiveram sua primeira relação sexual aos 20 em vez dos 25 anos.

“No nosso estudo, mulheres mais pobres se tornaram sexualmente ativas em média quatro anos antes.”

“Então, elas também podem ter sido infectadas pelo HPV mais cedo, dando ao vírus mais tempo para realizar a longa sequência de eventos que são necessários para o desenvolvimento do câncer.”

A representante da entidade britânica de pesquisas sobre o câncer Cancer Research UK, Lesley Walker, disse que o estudo levanta questões importantes.

“Embora mulheres possam ser infectadas pelo HPV a qualquer idade, a infecção em idade menor pode ser especialmente perigosa, já que (o vírus) tem mais tempo para causar os danos que levam ao câncer.”

“Os resultados parecem reforçar a necessidade de vacinação contra o HPV em escolas, antes que (as meninas) comecem a ter relações sexuais, especialmente entre meninas de áreas mais pobres.”

* Frio na Inglaterra eleva acesso a sites de encontros “extraconjugais.”

quinta-feira, janeiro 7th, 2010


Neve leva britânicos a sites de adultério
Presos em casa, britânicos vão para sites de adultério 

Presos dentro de casa pelo mau tempo, os britânicos têm corrido para os sites de encontros extraconjugais nas últimas 24 horas.

* Reação espanhola diante do ” o prazer está em suas mãos”.

quarta-feira, novembro 25th, 2009
Para entender melhor este post, sugiro que leia aqui no blog o que já foi publicado sobre o assunto.

Veja o índice ao lado.

***
Mais de 14 mil espanhóis pedem demissão dos responsáveis pela campanha “O Prazer está em suas mãos”

Em poucos dias 14 mil espanhóis assinaram o pedido da seção juvenil da plataforma cidadã Hazteoir.org (HO Jovens), que solicitou a mudança da política educativa do governo da Extremadura e o afastamento dos responsáveis pela polêmica campanha “O prazer está em suas mãos” na qual se promove a masturbação entre escolares.

Nicolás Susena, coordenador da HO Jovens, agradeceu pela resposta massiva “que demonstra a rebelião cívica frente à nova tentativa de doutrinação socialista, em defesa dos direitos de pais e menores, que não estão dispostos a submeter-se ao reducionismo avassalador com qual tentam minar os valores e suas consciências”.

“Nessas mais de 14 mil pessoas que já assinaram nosso alerta cívico (http://www.hazteoir.org/node/25413) está refletida a firme crença de que este curso é um autêntico esbanjamento econômico –principalmente na comunidade com maior índice de desemprego da Europa-, que vulnera a dignidade da pessoa e representa uma das centenas de atos do falso e pejorativo ‘progressismo’ que tentam consolidar entre nossa ilustrada sociedade, a qual aparenta que apagou a sua lâmpada das idéias”, indicou.

Explicou que “este curso é, em resumidas contas, um sinal a mais da doutrinação do governo, oculto depois de uma espessa poeirada que levanta nos meios de comunicação para que não se critique o responsável pelo mesmo, mas o êxito de iniciativas como aquela empreendida pelos Jovens do HO demonstra que a sociedade não está disposta a renunciar à sua consciência e aos seus valores, muitos menos os jovens, a quem com esta campanha são reduzidos ao puro hedonismo egocentrista, desprezando a solidariedade e a entrega, também de suas mãos, que demonstram cada dia”.

Fonte : ACI

Prática homossexual eleva em 50 vezes o risco de Aids

sexta-feira, setembro 11th, 2009


Uma autoridade dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CCDs) anunciou a estimativa dos CCDs de que nos Estados Unidos a AIDS predomina 50 vezes mais entre homens que fazem sexo com homens (HSH) do que o restante da população.

A Dra. Amy Lansky revelou essa estatística durante uma sessão plenária na Conferência de Prevenção do HIV 2009 em Atlanta.

Os CCDs já haviam revelado no ano passado que aproximadamente 53% dos estimados 56.300 novos casos do HIV em 2006 ocorreram em homens homossexuais, com a população negra afetada de forma principal.

Contudo, as novas estatísticas estimam a predominância do HIV/AIDS em relação à população homossexual, que permite comparações com outros grupos na população mais ampla. Por causa da dificuldade de apurar a população homossexual, os CCDs tiveram de fazer estimativas. Com base numa variedade de pesquisas nacionais, eles basearam suas estatísticas na estimativa média de que os homossexuais constituem 4 por cento do total da população masculina dos EUA, relata RH Reality Check.

De acordo com a Dra. Lansky, então, com base no número de 4 por cento, os CCDs estimam que em 2007 houve 692,2 novos casos de HIV por 100.000 homens homossexuais — ou 50 vezes mais casos do que o resto da população.

Embora meramente uma conjectura, o anúncio dos CCDs confirma estatísticas e estudos anteriores que indicam casos vastamente desproporcionais de doenças relacionadas a sexo em homossexuais.

De acordo com um estudo de fevereiro de 2007, por exemplo, os homens homossexuais com o HIV têm 90 vezes mais probabilidade de contrair câncer anal do que o resto da população.

No começo deste ano, como outro exemplo, os Centros de Controle de Doenças divulgaram um relatório estatístico indicando que os homens homossexuais perfazem 65 por cento dos casos registrados de sífilis em primeiro e segundo estágio em 2007. Um relatório da Agência de Saúde Pública do Canadá em 2006 revelou que 51 por cento das pessoas infectadas com o HIV no país eram homens homossexuais.

Aliás, as estatísticas sobre HIV/AIDS levaram um grupo, o Centro Gay e Lésbico de Los Angeles, a declarar em 2006 que o HIV/AIDS é uma “doença gay”, numa campanha de anúncios em outdoors para reduzir os índices de infecção do HIV.

Embora os ativistas homossexuais tenham ativamente suprimido tais estatísticas no passado e focalizado em retratar o HIV/AIDS como uma doença afetando a população inteira de forma igual, a crescente dificuldade de negar os fatos vem forçando uma exposição de intenções ocultas. No entanto, em vez de admitir qualquer problema inerente com a própria prática homossexual, a evidente predominância da doença entre homossexuais praticantes os levou a mudar de táticas e usar essas estatísticas para pressionar o governo e outras organizações a aumentar o apoio às comunidades homossexuais.

Perguntando o motivo por que levou tanto tempo para os CCDs fazerem sua própria estimativa sobre a elevada predominância da AIDS entre homens homossexuais, o ativista homossexual Dr. Senterfitt atribuiu tudo à “homofobia”. “Parece óbvio para mim”, diz ele, “que isso foi um efeito pelo menos indireto da geral homofobia ainda afetando muitos setores do governo, políticas públicas e as normas da sociedade e meios de comunicação deste país”.

“Temos de lutar para obter financiamentos e investimentos sociais adequados para acabar com o HIV/AIDS onde quer que continue a persistir e proliferar”, argumenta ele, “que é quase sempre onde a concentrada injustiça social também prolifera”.

No ano passado, J. Matt Barber declarou: “Ao admitir recentemente que o ‘HIV é uma doença gay’, Matt Foreman, que estava saindo de sua posição de diretor executivo da Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica, reconheceu o que a classe médica sabe há décadas: o estilo de vida homossexual é extremamente perigoso e muitas vezes leva a doenças e até a morte”.

Fonte: Noticias Pró Familia

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A aids está associada a comportamentos de risco já amplamente divulgados pela midia.

A Noticia apenas confirma o nivel de comprometimento que acompanha vivências fora da vontade de Deus e da dignidade humana,no caso aqui, homossexual, mas também aplamente vivenciada por homens e mulheres heterossexuais.

Sem dúvida, o melhor é viver nossa sexualidade segundo a vontade de Deus,dentro de uma relação monogâmica,com esposa, e aberto à vida!

Formando personalidades cristãs maduras à luz da Verdade,a serviço da Igreja e dos homens de boa vontade.
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