Artigo da ‘Sudário’ Categoria

* Cientistas afirmam que o Santo Sudário cada vez mais “desafia a inteligência humana”

quinta-feira, abril 25th, 2013

O Diretor do Centro Internacional de Sindonología de Turim, Bruno Barberis, assinala que depois de rigorosas investigações e experimentos a ciência não consegue compreender a natureza do Santo Sudário.

O Santo Sudário, também conhecido como a Síndone, é o pano de linho que envolveu o corpo de Jesus Cristo após a sua crucificação. O manto tem o rosto impresso e o corpo maltratados de um homem que coincide com a descrição de sua paixão.

Barberis assinalou em uma entrevista concedida ao Grupo ACI que para ele, a Síndone “é realmente um desafio para a inteligência humana”.

“É um dos objetos mais interessantes do mundo, porque obtivemos grandes avanços, mas frente a um simples manto e à formação de uma imagem, somos incapazes de compreender”, acrescentou.

Os cientistas conseguiram viajar a outros planetas e inclusive clonar seres vivos, mas para eles, o Santo Sudário continua sendo um mistério, e no momento, somente a Igreja e sua história têm a resposta.

Segundo a história da Igreja, os primeiros cristãos levaram consigo o manto para preservá-lo da perseguição. Desde Jerusalém e ao longo dos séculos, atravessaram Edesa, Constantinopla, Atenas, Lirey, Chambery e finalmente, chegaram a Turim, onde hoje em dia, foi objeto de numerosas investigações, e onde encontraram que este percurso descrito pela história da Igreja, coincide com a procedência dos 57 tipos de pólen que aparecem incrustados no tecido.

Está claro que um corpo normal não pode deixar uma imagem deste tipo em um pano, e foram feitas muitas hipóteses com o fim de conseguir a formação de uma imagem do mesmo tipo. Se fizeram muitos experimentos que tentaram reconstruir esta imagem com as mesmas características de formação, mas nenhum deles foi capaz de obter uma imagem com as mesmas características da Síndone”, explica Barberis.

As provas com Carbono 14 (C-14) não são válidas

Durante sua permanência na França, no ano 1632, o manto foi recuperado de um incêndio na França. Isto não permite aos cientistas de hoje em dia datar com segurança sua origem, já que as mudanças químicas que se produzem em uma reação química como a combustão, falseiam os resultados da prova de datação com Rádio C-14.

“O problema da prova de datação do Rádio Carbono é que pode receber poluição biológica e química, e por exemplo um incêndio, pode aumentar a idade de um tecido em vários séculos, portanto, esta prova fica descartada na hora de encontrar sua idade real”.

Estudos em mantos do primeiro século expostos às mesmas condições físicas e químicas que sofreu o Sudário, demonstraram que depois da prova de C-14, variavam sua datação em diversos séculos, além disso, com resultados muito próximos aos provados no Santo Sudário, cuja datação a situariam no décimo quarto século depois de Cristo.

Em base a isto, dar uma explicação científica é o “mais difícil para nós”, refere Barberis.

“Não sei se no futuro se conseguirá dar, mas no momento, as investigações físicas e químicas não podem imaginar sequer a formação de construir de maneira real uma imagem com as mesmas características”.

“Não somos capazes de reproduzi-la”, conclui o perito.

Barberis deu estas declarações no marco do Congresso “Síndone e Fé, um diálogo possível?”, realizado na Pontifícia Universidade Lateranense de Roma no último dia 17 de abril, no que também participaram entre outros o Arcipreste para a Basílica de São Pedro do Vaticano, Cardeal Angelo Comastri; e o Presidente para a Comissão Diocesana da Síndone em Turim, Dom Giuseppe Ghilberti

* Vídeo para incrédulos e resistentes à verdade CIENTíFICA do sudário. Maravilhe-se!

terça-feira, abril 10th, 2012

* Santo Sudário: A verdade revelada sobre o famoso teste de datação “carbono 14″ feito no sagrado linho.

quarta-feira, abril 4th, 2012

Um documentário-enquete revela os erros e mentiras da datação medieval

Por Luca Marcolivio

Produzido pela Polifemo SRL e pela RAI Trade, o documentário-enquete A noite do Sudário, busca esclarecer, com documentos inéditos, as muitas dúvidas sobre a datação do Sudário por meio do carbono 14.

Na entrevista, Francesca Saracino, diretora do documentário, explicou como foi realizado este estudo, com a capacidade de desenmascarar as desleais e anti-científicas manobras de quem, espertamente, pretendeu colocar a datação do Sudário numa época medieval.

Senhora Saracino, como chegou nas conclusões ilustradas no seu documentário?

Saracino: Há oito anos me dedico ao Sudário. A noite do Sudário é o terceiro documentário de uma trilogia: o primeiro foi O Sacro Sudário a história que foi distribuida pela Mimep-Docete e teve um discreto sucesso, com 2000 cópias vendidas. O segundo documentário é uma versão prolongada do primeiro documentário com algumas entrevistas exclusivas, entre as quais aquela da doutora Barbara Frale, que tinha feito novas descobertas sobre a questão. O segundo documentário agradou muito a redação de TG2 Dossier que o colocou no ar em 2009 num programa especial. Existe portanto um quarto documentário, que nós apresentamos uma pré-montagem no Meeting de Rimini em 2010, que logo terminaremos.

Aquele apresentado agora, o deixei conscientemente por último, porque sabia que teria sido o mais complicado de realizar. Neste terceiro episódio ocupo-me exclusivamente do Carbono 14 mas de uma maneira diversa de como foi afrontado até agora. Normalmente fala-se muito do Carbono 14 nos documentários mas, do meu ponto de vista, nunca se aprofundou bastante. Me comprometi a entrar mais nas “escuridões profundas” do tema, dado que a datação é uma das questões mais controversas do Santo Sudário. Além de novos documentos inéditos, conseguimos obter algumas entrevistas exclusivas de estudiosos, reconhecidos a nível internacional, que não falavam sobre há mais de 20 anos. Assim, de documentário, como era o objetivo, virou uma autêntica e verdadeira enquete.

Foram empregados dois anos e meio para completar o documentário e certamente não esperava que teríamos conseguido resultados tão importantes. Sobre o Carbono 14 em todos estes anos fizeram-se muitas hipóteses: por exemplo que o resultado possa ter sido “dirigido” para fazer que o Sudário tivesse uma datação medieval. No final nos demos conta de que tal hipóteses tinham de fundo uma verdade. Apareceram uma série  de problemáticas que recolocam em discussão todas as certeza sobre o Carbono 14. Houve também sujeitos “externos” que não tinham nada a ver com a datação, que intervieram, dando uma contribuição negativa àquela que devia ser uma análise a ser desenvolvida do modo mais escrupuloso possível. E tudo isso é provado por documentos inéditos.

Queremos provar que a análise do carbono 14 não foi feito de modo correto. O nosso objetivo não é demonstrar que o Sudário seja verdadeiro ou falso: serão as pessoas, vendo o documentário que tirarão por si só as conclusões.

È verdade que existem pessoas que tem medo da verdade sobre o Sudário?

Saracino: Quando em 1988 foi feita a análise do carbono 14, o relativo documentário mostra que muitos estudiosos estava interessados no Sudário como objeto, enquanto que outros estavam interessados numa questão de prestígio pessoal ou, ao menos, de prestígio que teria adquirido o departamento pelo qual trabalhamos. Até mesmo o laboratório de Oxford parece que recebeu 1 milão de esterlinas, de 45 homens de negócio, para demonstrar que o Sudároi era uma falsificação medieval. É evidente que algo não estava bem…

Você acha que se chegará a uma verdade sobre o Sudário? Ou ao menos, em que nível de veracidade poderão chegar as investigações?

Saracino: È claro que o Sudário é um objeto difícil de analizar. Durante uma projeção me foi perguntado porque a Igreja não faz reexaminar o objeto. Até mesmo o inventor do radiocarbono, Libby, quando soube que o Sudário teria sido submetido ao Carbono 14, disse que teria sido uma operação destinada ao fracasso. O STURP teria submetido uma série de 25 exames preliminares justo para achar todos os tipos de poluentes possíveis e fazer a mais correta análise possível. Todos estes exames preliminares – exceto o carbono 14 – foram abolidos, embora o então cardeal Ratzinger o tivesse sempre encorajado. Se hoje quiséssemos submeter o Sudário a uma nova datação, teria sido necessário, antes de tudo, efetuar estas 25 análises preliminares para descobrir os poluentes, para depois proceder seguindo um protocolo escrupuloso. Certamente que as muitas exposições públicas e a recente restauração do Sudário poderiam de qualquer forma ter alterado um eventual novo resultado.

Qual acolhida está tendo o documentário seja a nível de crítica seja a nível de público?

Saracino: O resultado até agora foi muito positivo. Tivemos uma projeção privada à qual assistiu Barry Schwortz, membro do STURP, a equipe que estudou o Sudário em 1978. O comentário de Schwortz foi entusiasta e disse que finalmente, pela primeira vez depois de anos tinha sido feito um documentário que não tinha medo de ilustrar a verdade sobre o Carbono 14 e sobre os bastidores do que aconteceu antes da datação. Schwortz falou disso na América e nos disse que ali há uma grande espera pelo nosso documentário. Já alguns livros americanos falam também.

O documentário foi apresentado como premier no interior do Roma Fiction Fest em Setembro de 2011 e também na projeção da quarta-feira passada no Ateneu Pontifício Regina Apostolorum, as impressões foram entusiasmantes: nos disseram que aquelas que antes eram só hipóteses, agora foram verificadas.

A novidade do nosso documentário é que trata o carbono 14 como nunca tinha sido feito antes. Não tinha nenhum sentido fazer um novo documentário sobre o carbono 14 que fosse igual aos outros: também a nível comercial não teria tido nem sequer sucesso estratégico financeiro.

Veremos logo o documentário na televisão?

Saracino: Há um acordo em fase de definição com uma casa distribuidora. Ainda não posso dar detalhes, só antecipar que é uma das mais importantes distribuidoras da Itália e que garantirá que o documentário tenha uma difusão capilar. Agora o documentário está dando voltas – também no exterior – em Congressos e salas privadas, como aquela do UPRA.

Na televisão encontramos mais obstáculos, não tanto pelo aspecto econômico, mas de conteúdo definido “forte” por algumas produtoras que, portanto, estão tomando um tempo para decidir. O nosso é um documentário rico de informações e complexo para ser acompanhado: colocá-lo no ar na alta noite não seria sem dúvida o maior sucesso. Apontamos à faixa horária do início da noite que, porém, notoriamente, está sempre lotado. Esperamos encontrar um acordo até o outono.

Sem a alegria da beleza, a verdade se torna fria e até impiedosa e soberba, como vemos que acontece no discurso de muitos fundamentalistas amargurados. Parece que mastigam cinzas ao invés de saborear a doçura gloriosa da verdade de Cristo, que ilumina, com luz mansa, toda realidade, assumindo-a assim como ela é a cada dia.(Papa Francisco)
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Comentários
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    em * “Eneagrama”.
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