Artigo da ‘Testemunho’ Categoria

* Aconteceu comigo o milagre que levou à canonização Santa Gianna Beretta Molla.

sexta-feira, agosto 27th, 2010

Fonte: Canção Nova

Betinha
Foto: Wesley Almeida

Eu vim trazer para vocês o testemunho de um milagre, por meio do qual  uma mulher se tornou santa: a santa Gianna Beretta Molla. Ela é pouca conhecida, mas mudou a minha vida. Aconteceu comigo o milagre que a levou à canonização.

Santa Gianna foi uma médica nascida na Itália. Ela sempre teve grande vontade de morar no Brasil, porque pretendia se unir ao irmão, padre Alberto, médico e missionário em nosso país. Este, com a ajuda de Francesco, seu outro irmão, que era engenheiro, construíram um hospital na cidade de Grajaú, no Estado do Maranhão. Mas, por sua saúde frágil, ela foi desaconselhada pelo Bispo Dom Bernareggi a vir ao Brasil.

Com essa situação, a santa italiana optou pela vocação matrimonial. Ela teve quatro filhos e dois abortos naturais. Na quarta gravidez, viu-se atingida pelo sofrimento e pela dor. Apareceu-lhe um fibroma no útero. Três opções lhe foram apresentadas: retirar o útero enfermo, o que ocasionaria a morte da criança, abortar o feto, ou a mais arriscada: submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez.

Antes de ser operada, embora sabendo o grave perigo de prosseguir com a gestação, suplica ao cirurgião para salvar a criança e , então, entrega-se à Divina Providência e à oração. Submeteu-se à cirurgia no dia 6 de setembro de 1961. Com o feliz sucesso da operação, agradece intensamente a Deus a salvamento da vida do filho. Passa os sete meses que a distanciam do parto com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Receia e teme que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isso não aconteça.

Alguns dias antes do parto, sempre com grande confiança na Providência Divina, demonstra-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho. Deu entrada, no hospital, para o parto na Sexta-feira da Semana Santa de 1962. Na manhã do dia seguinte, nasce Gianna Emanuela.

Apenas teve a filha por breves instantes nos braços. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambas, na manhã de 28 de abril morre santamente. Tinha 39 anos. Para a Itália, que tem o aborto como uma prática legal, a história ficou muito conhecida. Ela deu a vida pela filha e, tempo depois, se tornou beata.

“Em defesa da vida, contra o aborto, ela investiu na família”
Foto: Wesley Almeida

O Papa João Paulo II a compara com o Bom Pastor, que dá a vida pelas Suas ovelhas. Em defesa da vida, contra o aborto, ela investiu na família.  E precisa de mais um milagre para se tornar santa.

Em 2000, conheci a história da beata Gianna. Eu era casada e já tinha três filhos. Nessa época, meu marido descobriu que tinha HIV. Passamos momentos difíceis, mas sempre em oração. Sempre acreditando que Deus nunca nos dá problemas que não podemos suportar.

Por milagre, seis meses depois da descoberta da doença, os exames deram negativo. Nesse contexto, engravidei. No quarto mês de gestação, rompeu a minha bolsa e eu fui internada. Os médicos disseram que não  havia como a criança sobreviver. Achavam que eu tinha de abortar, porque o feto, para a medicina, era considerado inviável. Naquele momento, a médica começou uma luta muito grande para que eu aceitasse [abortar] , porque corria risco de morte, mas não queria isso.

“Para espanto de todos, eu tive a minha Gianna, perfeita! Sem nenhum problema!”
Foto: Wesley Almeida


Apesar da fé que eu sempre professei, precisei fazer uma escolha. Era a minha vida que estava em risco por algo que ninguém acreditava. Mas se eu abortasse eu não estava sendo uma cristã. É muito fácil dizer que eu sou católica, mas não é fácil viver como Jesus. Eu era uma mãe com três crianças pequenas. Que mãe escolhe morrer e deixar três filhos pequenos? Confiei no Senhor!

Eu pedi a meu marido que fosse atrás de um padre para dizer a médica que a Igreja não aceita o aborto. Era no mesmo Deus ,que curou meu marido, que eu acreditava que ia salvar meu bebê! Apareceu um bispo na minha sala. Eu queria um padre, mas apareceu um bispo, o qual estava no hospital por outros motivos.

O bispo me me deu um livro da beata Gianna e rezou para que ela intercedesse pela minha cura junto a Deus a fim de que eu conseguisse o milagre para que ela se tornasse santa. Eu tomei posse e pedi para a doutora mais uma noite. Fui fazer o ultrassom, no outro dia de manhã, feliz, esperando o milagre. E, de repente, a médica disse que eu corria ainda mais riscos. Não sabia mais o que fazer para convencê-la de que eu acreditava no milagre.

À tarde, minha filha, que hoje tem 17 anos, me ligou e implorou para eu não morrer. Foi o momento mais difícil para mim. Era uma escolha muito séria. Mas eu continuei acreditando no Deus do impossível. A médica me mandou para casa e, três meses depois, no dia 31 de maio de 2000, marcou a cesariana. Eu sabia dos riscos, se ela sobrevivesse poderia ter várias sequelas. Para espanto de todos, eu tive a minha Gianna, perfeita! Sem nenhum problema! Agora, ela tem 10 anos. É esperta, muito cheia de fazer arte.

Ela não tem nenhuma sequela, porque Deus, quando faz o milagre na nossa vida, não o faz pela metade. Depois do parto, eu tive uma hemorragia muito intensa, fiquei entre à beira da morte, mas Jesus me salvou. Hoje, meu ministério é divulgar essa santa. O caso foi para o Vaticano e, em 2004, o Papa João Paulo II a canonizou. Estivemos diante do Sumo Pontífice vivendo este momento lindo. Gianna Beretta é a patrona da família!

Transcrição e adaptação: Ariane Fonseca

* Era protestante. Me tornei Católico.

sexta-feira, agosto 20th, 2010
Estou aqui tornando pública minha decisão, e, sem embromation: Me tornei Católico.
Agora quem desejar pode continuar lendo, rsrs.

Uma das várias razões que me fez deixar o protestantismo é que suas bases não fazem sentido em si mesmas sem a tradição da Igreja. Além disso, observando as doutrinas católicas, vi que são mais bíblicas que algumas doutrinas protestantes (se é que podemos dizer “algumas” desses vários ramos do protestantismo que surgem a cada dia com uma novidade).

Isso se deu principalmente quando comecei a estudar a igreja primitiva e a doutrina católica, e percebi, assim como vários ex-protestantes, que os primeiros cristãos eram mais católicos que protestantes, também que as pessoas criaram vários mitos em relação ao catolicismo.

Sobre a reforma protestante, penso que houve pouca comunicação de ambas as partes. Se hoje, com todos os meios de comunicação disponíveis, ainda há mitos alimentados e falta de comunicação, imagine quando a imprensa nascia?

Ainda não sei responder com toda firmeza algumas perguntas em relação ao catolicismo, não porque não tenha respostas, mas porque ainda não, vamos dizer, as memorizei, pois se deram por conversas e leituras diversas (até mesmo leituras sobre outros assuntos, mas que tratavam indiretamente de questões ligadas).

Nunca imaginaria que iria encontrar a ortodoxia na Igreja Católica. Como certa vez disse G. K. Chesterton, “Tentei criar uma nova heresia; mas, quando já lhe aplicava os últimos remates, descobri que era apenas a ortodoxia.”.
Breve estarei colocando em detalhes o porquê de considerar sem sentido os “fundamentos” protestantes, principalmente a “Sola Scriptura” (o que não quer dizer que deixei de acreditar que a Bíblia é a palavra de Deus), e mostrar que algumas pessoas estão equivocadas sobre a doutrina católica, inclusive alguns ditos “católicos”.
“Não estou sozinho, pois nos últimos anos muitos evangélicos tradicionais converteram-se à fé católica. E o fizeram ainda que o caminho para a Igreja estivesse bloqueado por falsas representações semeadas pela oposição. Isto é seguramente uma graça de Deus, pois sempre haverá oposição para aqueles que quiserem cumprir perfeitamente as palavras de Nosso Senhor.
A oposição provém das forças do secularismo, do materialismo, do modernismo e de outras filosofias. Tudo isto rejeita os ensinamentos que são peculiares à Igreja Católica.
A Igreja é a pedra pequena predita pelo profeta Daniel, que destruirá a falsa imagem. É a semente que cresce até se tornar uma forte árvore. É o caminho que Isaías profetizou e que os homens não poderão deixar de encontrar. É a casa erguida sobre a rocha.” – Robert Ian Wiliams
Testemunho de Jonadabe

* Lembra do testemunho de Nossa Senhora do Marrom Glacê? Será que foi “mentira?

segunda-feira, agosto 16th, 2010

“A presença de Nosso Senhor na Eucaristia é um fato, é uma verdade, é bíblico. Olha, eu aprendi a amar Nosso Senhor. (…) Ora, se eu amo a Jesus, se eu amo realmente a Nosso Senhor e descubro que ele está na Igreja Católica dessa maneira, nesta presença, que eu não precisava mais abrir a minha Bíblia para voltar no tempo, recordar algo há dois mil anos, mas eu posso presenciar algo que se torna… presente na Igreja. Eu não tinha outra alternativa. Eu tinha me ajoelhado aquela tarde, ainda como pastor, com a cabeça… cheia de dúvidas, mas, quando vi isso, eu disse: A Igreja está com a verdade; eu vou me levantar e vou procurar um padre.”

- Diácono Francisco Araújo, relatando seu processo de adesão à fé católica

Está sendo divulgado na internet o testemunho de retorno à igreja protestante do Diácono Francisco Araújo, conhecido em todo o Brasil pela comovente história da intercessão de Maria em sua conversão à Igreja Católica através do “Nossa Senhora do  Marron  Glacê”

Embora em momento algum ele negue o acontecimento do doce de forma direta,  diz que muitas coisas não aconteceram como divulgadas por ele e que MENTIU.

A “confissão pública” é confusa. Fala de sua experiência como católico e se refere a isso como algo ruim, onde nunca “teve paz”. (fala aos fiéis da Igreja Batista).

O vídeo tem o objetivo, na minha percepção, de negar o fato acontecido a muitos  anos atrás e foi filmado para que fosse divulgado como uma espécie de “correção” do erro e divulgado nessa intenção.

Depois de ser Católico, Rosa Cruz, Assembleiano de Deus, Católico-em sua conversão via intercessão de Maria 30 anos, Agora é batista.

Ele está doente de câncer no pâncreas e afirma que seu retorno “à Graça” não tem nada a ver com a doença.

Penso que tantos os católicos como os protestantes que conhecem o fato estão perplexos e confusos pois, que garantia temos de que não haverá uma reviravolta em uma pessoa que passa por um momento tão delicado ( que respeitamos)  e que- segundo afirma- tem apenas 6 meses de vida por causa do Câncer?

Sua busca pela verdade é comovente e oramos ao Senhor por sua saúde e para que encontre  a verdade que tanto almeja.

Abaixo seu testemunho de “conversão” à Igreja Católica e o outro com o seu retorno ao subjetivismo protestante.

São João da Cruz disse:

“E eu temo muitíssimo pelo que está acontecendo nesses nossos tempos: se qualquer alma, seja lá qual for, depois de um pouquinho de meditação, tiver em suas recordações uma dessas locuções, e imediatamente ‘batizá-las’ como vindas de Deus e com tal suposição disser: ‘Deus me disse’, ‘Deus me respondeu’. Ainda que não seja exatamente assim, mas, como já dissemos, essas pessoas são frequentemente os autores de suas próprias locuções”.

* De seminarista sequestrado a sacerdote; o testemunho de Stefano, de Uganda.

segunda-feira, agosto 9th, 2010

Agência Fides

Stefano tinha 16 anos quando foi seqüestrado pelos rebeldes do Lord’s Resistance Army (LRA), que haviam atacado em 11 de maio de 2003 o seminário menor da diocese de Gulu no norte de Uganda (ver Fides de 12/5/2003 e de 19/5/2003). Além de Stefano, foram sequestrados outros 40 seminaristas.

Segundo um relatório apresentado por Eva-Maria Kolmann, da Ajuda à Igreja que Sofre, os rebeldes capturaram os seminaristas para juntá-los às suas fileiras. A maior parte deles foi morta e doze estão ainda desparecidos.
Stefano contou a sua história aos representantes da Ajuda à Igreja que Sofre (ACS), com sede em Königstein, que recentemente fez uma viagem a Uganda.

“Por dois meses, homicídios, estupros e torturas faziam parte da sua vida quotidiana. Os rebeldes queriam ensiná-los a matar principalmente por serem seminaristas. Alguns de seus companheiros foram assassinados na frente de Stefano a chutes e pontapés; outros foram massacrados a golpes de facão porque tinham os pés arrasados, depois de longas caminhadas e não podiam mais caminhar.

Ele, no entanto, teve “sorte” nesse infortúnio, porque conseguiu fugir antes de ser obrigado a matar” afirma o relatório da ACS, enviado à Fides.
O seminarista sequestrado recorda assim a noite do ataque: “os rebeldes chegaram vinte minutos depois da meia-noite, eles eram cerca de vinte. Depois de terem cercado o seminário, uma parte deles dirigiu-se diretamente aos quartos dos estudantes de 16 anos. Como não conseguiam forçar a porta, um deles entrou pela janela para abri-la por dentro. Um dos seminaristas cortou a luz para deter os rebeldes, mas eles possuíam lanternas”.

Os dois soldados que o governo havia posto sob a proteção da instituição fugiram assim que viram a chegada dos rebeldes. “Ficamos sem nenhuma proteção” recorda Stefano.

Além dos seminaristas, no terreno adjacente ao seminário havia cerca de duas mil pessoas, principalmente mulheres e crianças, que passavam ali a noite na vã esperança de escapar dos ataques do LRA. Um rebelde matou um menino de 7 anos na frente da mãe, recorda Stefano.

Os rebeldes obrigaram os seminaristas a caminhar por horas. “Vi coisas que jamais pensei que veria. Um homem não pode fugir de tudo isso, mas Deus faz milagres. A oração era a minha única esperança. Durante as longas caminhadas, eu rezava o Rosário com os dedos, porque não tinha o terço” recorda Stefano.

Dois meses depois do seu sequestro, as forças do governo atacaram os rebeldes. Em meio à confusão da batalha, Stefano conseguiu escapar e, após vários dias caminhando sem rumo certo, foi encontrado por uma patrulha do Exército.

A sua família já o havia dado como morto. “Pediram a um padre que celebrasse a Missa para mim”, recorda Stefano. Os pais e os irmãos de Stefano não queriam que ele voltasse para o seminário, mas Stefano sabia que ali era o seu lugar. Agora é sacerdote.

Desde 1988, mais de 30 mil crianças e jovens foram sequestrados pelos rebeldes. Os jovens são obrigados a se tornarem soldados e as meninas escravas sexuais. As crianças são violentadas, drogadas, obrigadas a matar e a torturar, são brutalmente punidas diante da mínima resistência; muitos são mortos sem piedade.

Alguns dos que fogem não ousam voltar para a família, porque se envergonham das atrocidades que foram obrigados a cometer. Os rebeldes, com frequência, obrigam as crianças e os jovens sequestrados a matar em seus vilarejos, até mesmo os seus pais e irmãos, de modo que a sua volta se torne impossível.

A Igreja católica ajuda essas crianças de diversas formas. Por exemplo, a estação de rádio da diocese de Lira criou um programa especial que permite aos parentes das crianças sequestradas enviarem mensagens de amor para fazê-las voltar.

As crianças-soldado que voltaram, também incentivam os seus colegas a voltar, dizendo-lhes para não ter medo. Para os rebeldes, esta iniciativa não agrada e, assim, atearam fogo à estação. No entanto, a antena não queimou e as transmissões da Radio Wa (“a nossa rádio”) continuam a transmitir, com o apoio da “Ajuda à Igreja que Sofre”, um programa que contribui para a paz e para a reconciliação em Uganda.

* Ex-lésbica: “eu ansiava o equilíbrio emocional do relacionamento hetero”.

sexta-feira, agosto 6th, 2010

Fonte: Notícias pro familia

A comediante britânica e ex-lésbica Jackie Clune publicou um relato de como, exausta pela disfunção emocional de seus relacionamentos lésbicos, ela descobriu em seu relacionamento subseqüente com seu marido uma liberdade de “[caminhar] lado a lado em vez de passar a vida trancada numa intimidade ou combate face a face”.“Olhando para meus quatro filhos correndo em volta do jardim com seu pai, parece quase impossível crer que só alguns anos atrás eu jamais imaginava ter uma família”, escreveu Clune numa coluna publicada no jornal Daily Mail da Inglaterra de 26 de junho.

Clune, que é também conhecida como apresentadora e atriz, inclusive em casas de espetáculos, disse que sua iniciação no lesbianismo ocorreu de certa forma mais tarde na vida do que para muitas outras mulheres. Ela foi criada num lar “católico irlandês muito tradicional” e se apaixonou por um homem aos 17 anos. Foi na faculdade que ela achou por acaso um panfleto afirmando que a heterossexualidade é uma mera construção que deve ser alterada à vontade, o que a estimulou a se separar de seu namorado e viver o típico estilo de vida lésbico durante os próximos 12 anos, até que ela completou 34 anos.“Eu estava excitada com a ligação íntima que um relacionamento com outra mulher poderia trazer”, disse ela.

Mas a experiência não foi o que ela de início imaginava que era. Numa entrevista com Penny Wark do jornal Times em outubro de 2005, Clune chamou a cultura lésbica de “ditatorial e intimidatória” e “o oposto do suave nirvana lésbico que eu esperava”.

Apesar da intimidade de seus relacionamentos, Clune confessou que o mundo hiper-emocional de uma ligação sexual de mulher para mulher era “exaustante”. “As mulheres com quem eu saía eram geralmente mais inclinadas a ser inseguras e precisar de confiança e eu me achava no papel masculino de ficar continuamente dando confiança para minhas namoradas”, escreveu ela.

“As sutis mudanças de humor da vida do dia a dia seriam vistas de forma inesgotável”. Clune descreve como uma amante tinha tanto ciúme e insegurança que “toda vez que saiamos uma noite fora… brigávamos e tínhamos de partir”. “De volta a casa, passávamos então as próximas quatro horas discutindo sobre nosso relacionamento e meus sentimentos de lealdade, fidelidade e assim por diante”, escreveu ela. “Nunca terminava”.“Será que você consegue imaginar acordar do lado de uma mulher quando você está com uma intensa TPM (tensão pré-menstrual)?”, acrescentou ela.

No fim, ela disse, o turbilhão emocional a forçou a reconsiderar seu mergulho no lesbianismo — algo que ela diz claramente que “escolheu”, e não que ela tenha nascido lésbica. “Diferente da maioria dos homens, as mulheres evidentemente oferecem umas às outras apoio interminável e praticamente nunca há falta de comunicação”, disse ela. “Mas — por mais que isso pareça bizarro — eu me achei ansiando exatamente pelo oposto”.

Depois de “uma decisão planejada de tentar os homens de novo”, Clune diz que encontrou em seu futuro marido Richard uma “bondade quieta” e “falta de necessidade” que a atraíram. “Senti que estávamos caminhando lado a lado em vez de passar a vida trancada numa intimidade ou combate face a face”, escreveu ela. “Era uma sensação natural e nada assustadora. Ele era otimista acerca do meu passado e jamais sofreu as inseguranças que eu vim a esperar”.“Foi um sopro de ar fresco.

Sempre fui ferozmente independente e sentia que eu podia ser eu mesma com ele”.Embora não tenha abrigado nenhum ressentimento para com suas ex-companheiras e estilo de vida, Clune concluiu que ela havia “superado o lesbianismo”.

“Quando somos jovens, nós todos precisamos pertencer a uma tribo e ter uma bandeira sob a qual marchar”, disse ela, acrescentando que “chamar a mim mesma de lésbica era quase como chamar a mim mesma de punk ou gótica”.Ela diz que sua volta à heterossexualidade continua a atrair sarcasmo da comunidade lésbica: uma grande publicação lésbica votou nela como “Lésbica Mais Decepcionante do Ano”, e um grupo de Facebook agora extinto foi estabelecido intitulado “Gente como Jackie Clune Tem de Ser Levada para Fora e Levar um Tiro”.

“Embora as críticas sejam ofensivas, compreendo de onde está vindo — estou deixando todos confusos”, ela diz.Arthur Goldberg, conselheiro credenciado e especialista em auxiliar indivíduos com atração indesejada de mesmo sexo, disse para LifeSiteNews.com (LSN) que o testemunho de Clune é típico do estilo de vida lésbico.

Goldberg, que co-fundou Judeus Oferecendo Novas Alternativas à Homossexualidade (JONAH), argumentou que se os defensores da agenda homossexual “admitissem quais são os verdadeiros aspectos de muitos relacionamentos [homossexuais]”, a noção de que são simples equivalentes dos relacionamentos heterossexuais não passaria um teste.

“Um dos critérios principais do lesbianismo é a dependência emocional”, disse Goldberg. “Nos relacionamentos de homens gays, é muito mais sobre sexo. Mais tipicamente com mulheres lésbicas… é monogamia, só que de vários relacionamentos consecutivos. Seu relacionamento dura de 2 a 3 anos [em que] você não consegue viver sem a outra pessoa, seu mundo inteiro é essa pessoa, e é por isso que há tanto ciúme no mundo lésbico, e é por isso que há tanta violência no mundo lésbico”.

Goldberg disse que era também comum mulheres, muitas vezes mais “sexualmente flexíveis” do que os homens, escolherem entrar no estilo de vida lésbico depois de alguma experiência de desilusão com os homens, antes de retornarem à heterossexualidade.

Veja em Inglês: http://www.dailymail.co.uk/femail/article-1289652/How-I-went-committed-lesbian-happily-married-mother-four.html

* Irmã Meena, religiosa estuprada, “testemunha de luz para a Igreja indiana”

sexta-feira, agosto 6th, 2010

Por Nieves San Martín

A Irmã Meena, religiosa espancada e estuprada durante a sanguinária perseguição anticristã de Orissa em 2008, “é o símbolo da nossa luta, a testemunha da luz e da verdade”, afirma seu tio, Dom John Barwa.

A Irmã Meena Barwa, da ordem religiosa das Servidoras, desenvolvia sua missão no centro pastoral Divyajyoti, em Nuagaon, no distrito de Kandhamal, junto a um sacerdote, Pe. Thomas Chellan. A religiosa nasceu no distrito de Sambalpur e fez os votos perpétuos no último mês de abril.

No dia 25 de agosto de 2008, junto ao sacerdote com quem trabalhava no centro, ela foi agarrada, espancada, desnudada e obrigada a caminhar pela aldeia. Em um determinado momento, os fundamentalistas quiseram inclusive queimá-la viva junto ao sacerdote. Não o fizeram, mas a estupraram. Somente no final, à noite, enquanto continuavam sendo injuriados e maltratados, foram libertados pela polícia.

O caso chegou ao tribunal do juiz Bira Kishore Mishra. A comunidade cristã acusa as autoridades locais de conivência com os extremistas e o processo da Irmã Meena é visto como a justa oportunidade para demonstrar o desejo de justiça da população.

A religiosa, acrescenta o bispo, “cresce e se reforça diariamente, nutrida pela adoração eucarística, pela Missa e pelo terço. Certamente, às vezes cede a um sentimento de opressão, cansaço e dor; mas, graças à oração de toda a Igreja tribal, ela está se fortalecendo e superando esta crise”.

No último dia 23 de julho, foi seu aniversário: “Ela é valente e me anima em minha missão episcopal. A Irmã Meena está realizando os estudos da sua carreira acadêmica. Frequenta normalmente a universidade (onde ninguém sabe quem ela é) e viaja normalmente por meio do transporte público”.

Isso causa preocupação pela sua segurança: “Para mim, para nossa gente e para a Igreja de Orissa, ela é o testemunho da vitória da luz sobre as trevas”.

“É verdade – acrescenta – que todos aqueles que se cobrem de trevas não querem que a luz e a verdade possam vencer. Por isso, estou preocupado, e por isso devemos defendê-la, sem revelar onde se encontra, para preservar sua luz.”

O testemunho da religiosa deriva também das suas origens familiares tribais. Como explica o bispo, “viemos de uma família rural: minha casa estava na selva. E justamente dessa família tão comum, Deus escolheu a Irmã Meena para ser seu instrumento. A força, o valor e o testemunho da religiosa me incentivam a trabalhar e servir a Igreja, ainda que às vezes me sinto triste e sinto dor. Nós devemos tudo aos missionários: eles nos tiraram da selva e nos ajudaram a descobrir o divino. Deus tem um plano para a Irmã Meena e nada pode deter o avanço do seu projeto”.

No que diz respeito à proximidade do processo, Dom Barwa explica: “Perguntei diretamente à Irmã Meena se ela se sentia assustada ou com raiva, mas me respondeu que não. Ela busca justiça não somente para si, mas também para o nosso povo; mas não tem raiva”.

“Quanto à identificação dos culpados, ela me disse que é Deus quem a ilumina e que o Espírito Santo lhe dá a força para enfrentar esse momento. A última vez que nos encontramos antes de um momento semelhante, junto à sua superiora, celebramos uma Eucaristia maravilhosa: mais de três horas de oração com a Palavra de Deus e a Eucaristia que cura. Um dom de graça e paz para todos nós”, acrescentou.

* “Porque deixei de ser protestante”. Conversão de Dave Armstrong.

domingo, julho 25th, 2010

As razões apresentadas por este ex protestante são inteligentes e fiéis à linha de raciocionio da fé católica.

Sinceramente não entendo como os protestantes mais “estudados” não são capazes de perceber isso como o Dave percebeu.

Sugiro que vc leia todas; embora longo, é de uma imensa riqueza e nos ajuda a perceber melhor porque não tem sentido ser protestante e que renúncia da verdade se faz quando se segue a Lutero ao invés de Cristo na Igreja fundada por ele.

***

Depois de se enveredar na busca pela verdade, Dave Armstrong é recebido na Igreja Católica, em 1992 junto com sua esposa Judy. Eis alguns motivos porque deixou o protestantismo.

  1. A Igreja católica oferece a única visão coerente da história do Cristianismo (Tradição Cristã, Apostólica) e possui a moralidade cristã mais profunda e sublime: espiritual, social moral, e filosófica.
  2. Eu me tornei um católico porque acredito sinceramente, em virtude de muita prova cumulativa, que o Catolicismo é a verdade, e que a Igreja católica é a Igreja visível divina estabelecida por Jesus contra o qual as portas do inferno não podem e não prevalecerão (Mt 16,18).
  3. Eu deixei o Protestantismo porque era seriamente deficiente na interpretação da Bíblia “somente a fé”. É inconsistente na adoção de várias Tradições católicas (por exemplo, o Cânon da Bíblia, falta uma visão sensata da história Cristã. Chegou a um acordo moralmente anárquico e relativístico. Essas são algumas das deficiências principais que eu vi eventualmente como fatal para a “teoria” do Protestantismo).
  4. O Catolicismo não é dividido formalmente, nem é sectário (Jo 17, 20-23) (Rm 16, 17) (1 Cor 1, 10-13).
  5. A Unidade católica faz o Cristianismo e Jesus mais acreditáveis para o mundo (Jo 17, 23).
  6. Por causa do Catolicismo se unificou a visão Cristã completamente do sobrenatural.
  7. O Catolicismo evita um individualismo que arruína a comunidade Cristã (1 Cor 12, 25- 26).
  8. O Catolicismo evita o relativismo teológico, por meio da certeza dogmática, que é centralizada no papado.
  9. O Catolicismo evita anarquismo doutrinário, impedindo assim a divisão do verdadeiro Cristianismo.
  10. O Catolicismo formalmente previne o relativismo teológico que conduz às incertezas dentro do sistema protestante.
  11. O Catolicismo rejeita a “Igreja Estatal” que conduziu os governos a dominar politicamente o Cristianismo.
  12. Protestantes de Igrejas Estatais influenciaram a elevação do nacionalismo que mitigou contra a igualdade e o Cristianismo universal.
  13. A Cristandade católica unificada – antes do século XVI não tinha sido infestada pelas trágicas guerras religiosas.
  14. O Catolicismo retém os elementos do mistério, do sobrenatural e do sagrado no Cristianismo, se opondo assim à secularização onde a esfera do religioso em vida se torna muito limitada.
  15. O individualismo protestante conduziu à privatização do Cristianismo, por meio do que é pouco respeitado em vida de sociedade e política, deixando o “quadro público” estéril de influência Cristã.
  16. A falsa dicotomia secular protestante conduziu cristãos a se comprometerem, em geral, com políticas vazias. O Catolicismo oferece um vigamento no qual chega a responsabilidade estatal e cívica.
  17. O Protestantismo se apóia muito em meras tradições de homens (toda denominação origina da visão de um fundador. Assim que dois ou mais destes se contradizem um ao outro, o erro está presente).
  18. Igrejas protestantes, de um modo geral, são culpadas em colocar os pastores num pedestal muito alto. Por causa disso, congregações evangélicas experimentam uma severa crise, dividindo-se em outras quando um pastor vai embora, provando-se que suas filosofias e doutrinas são centradas no homem, em lugar de Deus.
  19. O Protestantismo, devido à falta da real autoridade e estrutura dogmática, vem se diluindo a cada dia, surgindo então milhares e milhares de denominações. Existem hoje, 33.800 denominações religiosas, cada uma ensinando coisas opostas às outras.
  20. O Catolicismo retém a Sucessão Apostólica, necessária para saber o que é a verdadeira Tradição Apostólica. Era o critério da verdade usado pelos primeiros Cristãos.
  21. Muitos protestantes levam uma visão escura em geral da história Cristã, especialmente os anos de 313 (a conversão de Constantino) para 1517 (a chegada de Lutero). Essa ignorância e hostilidade conduzem ao relativismo teológico, ao anticatolicismo, e a um constante processo desnecessário de “reinventar a roda”.
  22. O Protestantismo no início era anticatólico e permanece assim até os dias atuais. Isso está obviamente errado e é antibíblico. O Catolicismo realmente é Cristão (se não é, então – logicamente – o Protestantismo que herdou a teologia do Catolicismo também não é). Por outro lado, a Igreja católica não é antiprotestante.
  23. A Igreja católica aceita a autoridade dos grandes Concílios Ecumênicos (At 15) o qual definido, desenvolveu a doutrina Cristã e os demais concílios.
  24. A maioria dos protestantes não tem bispos, uma hierarquia Cristã que é bíblica (1 Tm 3,1- 2) e que existiu na história dos primeiros Cristãos e na Tradição.
  25. O Protestantismo não tem nenhum modo de resolver assuntos doutrinais definitivamente. A doutrina protestante só leva em conta uma visão individual na Doutrina X, Y, ou Z, não tem nenhuma Tradição protestante unificada.
  26. O Protestantismo surgiu em 1517. Então não pode ser possivelmente a “restauração do puro”, “primitivo” Cristianismo, desde que isso está fora de governo, pelo fato de seu absurdo recente aparecimento. O Cristianismo tem que ter continuidade histórica ou não é Cristianismo. O Protestantismo necessariamente é um “parasita” do Catolicismo.
  27. A noção protestante da “igreja invisível” também é moderna na história do Cristianismo e estranho à Bíblia (Mt 5,14; 16,18), então é falso.
  28. Quando os teólogos protestantes falam do ensino do Cristianismo primitivo (por exemplo, ao refutar “cultos”), eles dizem “a Igreja ensinada”. . . mas quando eles recorrem ao presente, eles instintivamente se contêm de tal terminologia, como autoridade pedagógica universal que só reside na Igreja católica.
  29. O princípio protestante de julgamento privado criou um ambiente (especial na América protestante) no qual invariavelmente o homem centralizou “cultos” como as Testemunhas de Jeová, Mormonismo, Ciência Cristã etc.
  30. A falta de uma autoridade pedagógica definitiva no protestantismo (como no magistério católico) faz muitos protestantes individuais pensarem que eles têm uma linha direta com Deus. Basta uma Bíblia, o Espírito Santo e uma mentalidade individual. Não têm nenhuma segurança e garantia em dizer que são “infalíveis” sobre a natureza do Cristianismo.
  31. As “técnicas” de evangelismo são freqüentemente inventadas e manipuladas, certamente não derivaram diretamente do texto da Bíblia. Algumas técnicas se igualam e se assemelham à lavagem cerebral.
  32. O evangelho orado por muitos evangelistas protestantes e pastores é truncado e abreviado, é individual e diferente do evangelho bíblico como é proclamado pelos Apóstolos.
  33. O protestantismo separa profundamente, a vida transformada no arrependimento para uma disciplina radical. “Um próprio ditado” luterano chama isso de “graça barata.”
  34. A ausência de uma idéia de submissão a uma autoridade espiritual no Protestantismo caiu no meio político onde as idéias de “liberdade” pessoal, “propriedade”, e “escolha” tem agora, uma extensão de dever cívico.
  35. O Catolicismo retém o senso do sagrado, o sublime, o santo, e o bonito em espiritualidade. As idéias de altar, e “espaço sagrado” são preservadas. Muitas igrejas protestantes são corredores, se encontrando em locais, como “ginásios”. A maioria das casas dos protestantes é mais esteticamente notável que suas próprias igrejas. Os protestantes, são viciados freqüentemente pela mediocridade na avaliação de arte, música, arquitetura, drama, imaginação, etc.
  36. O Protestantismo negligenciou o lugar da liturgia em grande parte da adoração (com exceções notáveis como Anglicanismo e Luteranismo). Esse é o modo que os cristãos sempre seguiram durante séculos e não pode ser despedido assim ligeiramente.
  37. O Protestantismo tende a opor matéria e espírito, enquanto favorecendo o posterior, é um pouco Gnóstico nesta consideração.
  38. O protestantismo critica a prática das procissões Católicas, indo contra a Igreja primitiva e a Bíblia (Js 3, 5-6) ( Nm 10, 33-34) ( Js 6,4) (Js 3, 14-16) (Ex 25, 18-21) (Js 4, 4-5) (Js 4, 15-18)
  39. O Protestantismo limita ou descrê no sacramentalismo que simplesmente é a extensão do princípio e a convicção de que a matéria pode ser veículo da graça. Algumas seitas (por exemplo, muitos pentecostais) rejeitam todos os sacramentos.
  40. Os Protestantes excessivamentes desconfiam da carne (”carnalidade”), freqüentemente caem no fundamentalismo, um legalismo absurdo não podem dançar, jogar cartas, escutar músicas convencionais, etc.
  41. Muitos protestantes tendem a separar vida em categorias de “espiritual” e “carnal”, como se Deus não fosse Deus de tudo e da vida. Esquecem que os empenhos de todos os pecadores são, no final das contas, espirituais.
  42. O Protestantismo removeu a Eucaristia do centro e foco de adoração. Alguns protestantes só observam isto, uma vez mensalmente, ou até mesmo trimestralmente. Isto está contra a Tradição da Igreja Primitiva.
  43. A maioria dos protestantes considera a Eucaristia como um símbolismo que contraria a Tradição Cristã universal até 1517 e a Bíblia (Mt 26, 26-28) (Jo 6, 47-63) (1 Cor 10, 14-22; 11, 23-30), onde estes textos confirmam à Real Presença.
  44. O Protestantismo deixou de considerar o matrimônio como um sacramento virtualmente, ao contrário da Tradição Cristã e a Bíblia (Mt 19, 4-5) (1 Cor 7, 14,39) (Efésios 5, 25-33).
  45. O Protestantismo aboliu o sacerdócio (Mt 18, 18) e o sacramento da ordenação, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (At 6, 1-6; 14,22) (1 Tm 4, 14) (2 Tm 1,6).
  46. O Catolicismo retém a noção de Paulo da viabilidade espiritual de um clero celibatário (1 Cor 7, 8; 7, 27 ; 7, 32) (Mt 19,12).
  47. O Protestantismo rejeitou o sacramento da confirmação em grande parte. (At 8,18) (Hb 6, 2-4), ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia.
  48. Muitos protestantes negaram o batismo infantil, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (At 2, 37-39; 16,15; 16, 33; 18,8) (1Cor 1,16) (Cl 2,11-12). O Protestantismo é dividido em cinco acampamentos principais na questão do batismo.
  49. A grande maioria dos protestantes nega a regeneração batismal, ao contrário da Tradição Cristã e a Bíblia (Mc 16,16) (Jo 3,5) (At 2,38; 22,16) (Rm 6,3-4) (1 Cor 6,11) (Tt 3,5).
  50. Os Protestantes rejeitaram o sacramento de ungir o doente (Extrema Unção Últimos Ritos), ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Mc 6,13) (1 Cor 12,9,30) (Tg 5,13-16).
  51. O Protestantismo nega a indissolubilidade do matrimônio sacramental e permite divórcio, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Gen 2,24) (Ml 2,14-16) (Mt 5,32) (Mt 19,6,9) (Mc 10,11-12) (Lc 16,18) (Rm 7,2-3) (1 Cor 7,10-14,39).
  52. O Protestantismo não acredita que procriação é o propósito primário e benefício do matrimônio (não faz parte dos votos, como no matrimônio católico), ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Gn 1,28; 28,3; 127,3-5).
  53. O Protestantismo aprova a contracepção, em desafio à Tradição Cristã universal. (Gn 38,8-10; 41,52 (Lv 26, 9) (Dt 7,14) (Rt 4,13) (Lc 1,24-5). Agora, só o Catolicismo retém a Tradição antiga.
  54. O Protestantismo principalmente com sua asa liberal, em 1930, aceitou o aborto como uma opção moral, ao contrário da Tradição Cristã universal e da Bíblia. (Ex 20,13) (Is 44,2; 49, 5) (Jr 1,5; 2,34) (Lc 1,15,41) (Rm 13,9-10).
  55. O Protestantismo (de denominações largamente liberais) permite mulheres como pastoras (e até mesmo bispos, como no Anglicanismo), ao contrário da Tradição Cristã, teologia protestante tradicional e da Bíblia (Mt 10,1-4) (1 Tm 2,11-15; 3,1-12) Tt 1,6).
  56. O Protestantismo , cada vez mais, chega a um acordo formal e oficialmente com o feminismo radical à moda que nega os papéis de homens e mulheres como é ensinado na Bíblia (Gn 2,18-23) (1 Cor 11,3-10) e na Tradição Cristã.
  57. Atualmente o Protestantismo nega com freqüência crescente, o papel do marido no matrimônio contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (1 Cor 11,3) (Ef 5,22-33) (Cl 3,18-19). Isso também está baseado em uma relação de igualdade (1 Cor 11,11-12) (Gl 3,28) (Ef 5,21).
  58. O Protestantismo liberal (notavelmente o Anglicanismo) ordenou os homossexuais praticantes até mesmo como pastores, permitindo o “matrimônio” entre sí, sendo contrário a antiga Tradição Cristã universal, e à Bíblia (Gn 19,4-25) (Rm 1,18-27) (1 Cor 6,9). O Catolicismo ficou firme na moralidade tradicional.
  59. O Protestantismo liberal aceitou métodos críticos” mais altos” de interpretação bíblica que conduzem à destruição da reverência Cristã tradicional.
  60. Muitos protestantes liberais jogaram fora várias doutrinas cardeais do Cristianismo, como a Encarnação, Nascimento da Virgem, a Ressurreição Corporal de Cristo, a Trindade, Pecado Original, inferno, a existência do diabo, milagres etc.
  61. Os fundadores do Protestantismo negaram, e Calvinistas negam hoje, a realidade da livre vontade humana.
  62. O Protestantismo clássico teve uma visão deficiente do passado do Homem, pensando que o resultado era depravação total. De acordo com Lutero, Zwingli, Calvino, o homem poderia fazer só o mal da própria vontade dele, e não teve nenhuma livre vontade para fazer o bem. Ele agora tem uma “natureza de pecado”. O Catolicismo acredita que, de um modo misterioso, o homem coopera com a graça que sempre precede todas as boas ações. Retém ainda, a natureza de algum homem bom, embora ele tenha uma tendência para pecar (”concupiscência”).
  63. O Protestantismo clássico e o Calvinismo de hoje põem Deus como o autor do mal. Eles alegam supostamente que os homens fazem o mal e violam seus preceitos sem ter qualquer vontade livre para fazer. Isso é blasfemo, e torna Deus em um demônio.
  64. No Protestantismo e pensamento Calvinista, o homem não tem livre vontade para escolher entre o bem e o mal. Quando eles pecam, é porque Deus os predestinou ao inferno, embora eles não tenham nenhuma escolha!
  65. O Protestantismo clássico e o Calvinismo, ensina falsamente que Jesus só morreu para os eleitos
  66. O Protestantismo clássico especialmente o Luterano, e o Calvinismo, devido à falsa visão, nega a eficácia e a capacidade da razão humana para conhecer Deus até certo ponto, e opõe isto a Deus e fé, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Mc 12,28) (Lc 10,27) (Jo 20,24-29) (At 1,3; 17,2,17,22-34; 19,8). Os melhores Apologistas protestantes hoje simplesmente voltam atrás para a herança católica de São Tomás de Aquino, Santo Agostinho e muitos outros grandes pensadores.
  67. O Pentecostalismo ou Protestantismo carismático coloca muito alto uma ênfase na experiência espiritual, não equilibrando isso corretamente com a lógica, a razão, a Bíblia e a Tradição.
  68. Outros protestantes por exemplo, muitos batistas, negam que presentes espirituais como curar estão presentes na idade atual (supostamente eles cessaram com os Apóstolos).
  69. O Protestantismo tem visões contraditórias do governo da igreja, pois não possui nenhuma autoridade coletiva, assim, não existe ordem e unidade. Algumas seitas reivindicam ter “apóstolos” ou “profetas” entre eles, com todos os abusos de autoridade e poder.
  70. O Protestantismo especialmente o pentecostalismo, tem uma fascinação imprópria para o “fim do mundo” muita tragédia humana é o resultado de tais falsas profecias.
  71. A ênfase do pentecostalismo conduz a um detrimento de sensibilidades sociais, políticas, éticas e econômicas aqui na terra.
  72. O Pensamento protestante separa idéias em acampamentos mais exclusivos e mutuamente hostis, quando na realidade muitas das dicotomias (divisão em dois) são simplesmente complementares em lugar do contraditório.
  73. O Protestantismo se contradiz a Bíblia indo contra aos sacramentos.
  74. O Protestantismo monta devoção interna e devoção contra a Liturgia.
  75. O Protestantismo opõe adoração espontânea para formar suas próprias orações.
  76. O Protestantismo separa a Bíblia da autoridade que Jesus deixou a sua Igreja.
  77. O Protestantismo cria a falsa dicotomia de versões da Bíblia.
  78. O Protestantismo é contra a Tradição, sendo que ela é obra do Espírito Santo.
  79. O Protestantismo considera autoridade da Igreja e liberdade individual.
  80. O Protestantismo (especialmente Lutero) joga para cima o Velho Testamento contra o Novo Testamento, embora Jesus não fizesse assim (Mt 5,17-19) (Mc 7,8-11) (Lc 24,27,44) (Jo 5,45-47).
  81. O Protestantismo impõe leis para enfeitar sendo inseguras e sem sobrevivência.
  82. O Protestantismo cria uma falsa dicotomia entre simbolismo e realidade sacramental (por exemplo, batismo, Eucaristia).
  83. O Protestantismo separa o Indivíduo da comunidade Cristã. É só conferir as milhares e milhares de denominações diferentes umas das outras (1 Cor 12,14-27).
  84. O Protestantismo descarta a reverência dos santos. A Teologia católica não permite adoração dos santos na mesma moda como é dirigida para Deus. São venerados os santos e são honrados, não adorados.
  85. Muitas dianteiras de protestantes pensam que o Espírito Santo só fala com eles, e não com as multidões de cristãos durante 1500 anos antes que o Protestantismo começasse!
  86. Falhas no pensamento protestante original conduziram a erros até piores. Por exemplo, a justificação extrínseca, inventada para assegurar a predominância da graça, veio proibir qualquer sinal externo de sua presença (”sola fide “).O Calvinismo com seu Deus cruel, os homens foram virados para uma tal extensão que eles se tornaram unitários (como na Nova Inglaterra). Muitos fundadores de cultos recentes partiram o Calvinismo, por ex: (as Testemunhas de Jeová, Ciência Cristã, O Modo Internacional, etc.).
  87. O pentecostalismo obcecado, em moda tipicamente americana, sempre aparece com celebridades (os evangelistas de televisão).
  88. O pentecostalismo se apaixona com a falsa idéia de que grandes números em uma congregação (ou crescimento rápido) é um sinal da presença de Deus de um modo especial. Eles esquecem que Deus nos chama à fidelidade em lugar de ir para o “sucesso”, não estatísticas lisonjeiras.
  89. O pentecostalismo enfatiza freqüentemente o crescimento numérico em lugar de crescimento espiritual individual.
  90. O pentecostalismo é presentemente obcecado com ego-cumprimento, ego-ajuda, e o egoísmo no lugar de uma tensão Cristã tradicional em sofrer, sacrificar, etc.
  91. O protestantismo tem uma visão truncada e insuficiente do lugar de sofrer na vida Cristã. Tudo em “nome-disto-e-reivindicação-daquilo” movimentos dentro do Protestantismo pentecostal estão florescendo, mas não estão em harmonia com a Bíblia, Cristianismo e Tradição.
  92. O protestantismo, em geral, adotou uma forma mais capitalista que o Cristianismo. Riqueza e ganho pessoal são buscados mais que piedade, e são vistos como uma prova do favor de Deus, como o puritano, que secularizou o pensamento americano, indo contra a Bíblia e ensinamento Cristão.
  93. O protestantismo crescentemente não tolera perspectivas políticas de esquerda em acordo com visões do Cristianismo, especialmente. em seus seminários e faculdades.
  94. O protestantismo tolera heterodoxia crescentemente teológica e liberalismo, para tal uma extensão que muitos líderes evangélicos estão alarmados e prediz uma decadência adicional dos padrões ortodoxos.
  95. Os pentecostais adotaram visões de Deus sujeitas aos caprichos frívolos do homem e desejos do momento.
  96. Também as seitas anteriores aos pentecostais, ensinam totalmente ao contrário da Tradição Cristã e a Bíblia.
  97. O evangelho, especialmente na televisão, é vendido da mesma forma que McDonalds vende hambúrgueres. Tecnologia de mercado e técnicas de relações públicas substituíram cuidado da pastoral pessoal e preocupação social em grande parte pelo religioso.
  98. “Pecar”, em algumas denominações protestantes, crescentemente, é visto como um fracasso psicológico ou uma falta de amor próprio, em lugar da revolta voluntariosa que é contra Deus.
  99. O Protestantismo, em todos os elementos essenciais, somente pede emprestado por atacado da Tradição católica ou torce o mesmo. Todas as doutrinas nas quais os católicos e protestantes concordam, são claramente católicas em origem (Trindade, Nascimento da Virgem, Ressurreição, 2ª Vinda, Cânon da Bíblia, céu, inferno, etc.). Qualquer verdade que está presente em cada idéia protestante sempre é derivada do Catolicismo que é o cumprimento das aspirações mais fundas e melhores dentro do Protestantismo.
  100. Um dos princípios fundamentais do Protestantismo é a sola scriptura que não é bíblico e também é inexistente até o 16º século. Na própria Bíblia, não se encontra essa palavra, ou outra com o mesmo significado. Porém é uma falsa tradição humana protestante.
  101. A Bíblia não contém todos os ensinamentos de Jesus. (Mc 4,33; 6,34) (Lc 24,25-27) ( Jo 16,12-13; 20,30; 21,25) (At 1,2-3). Mesmo assim os protestantes passam por cima dessas passagens dizendo que todo ensinamento de Cristo está registrado nas Escrituras.
  102. A sola scriptura é um abuso da Bíblia. Uma leitura objetiva da Bíblia, conduz a pessoa para a Tradição e a Igreja católica, em lugar do oposto.
  103. O Novo Testamento não foi escrito nem recebeu no princípio como a Bíblia, só gradualmente, e o Cristianismo primitivo não poderia ter acreditado na sola scriptura.
  104. Tradição não é uma palavra ruim na Bíblia, ela recorre a algo passado de um para outro. A Tradição é falada em (1 Cor 11,2) (2 Ts 2,15, 3,6) (Cl 2,8). Mesmo assim, os protestantes não aceitam a Tradição. Eles confundem tradição humana com a Tradição que os próprios Apóstolos deixaram aos sucessores.
  105. A Tradição Cristã, de acordo com a Bíblia, pode ser oral ou escrita (2 Ts 2,15) (2 Tm 1,13-14; 2,2). São Paulo não faz nenhuma distinção entre as duas formas.
  106. Em Atos e as Epístolas, muitas coisas da Bíblia eram originalmente orais (por exemplo, todo o ensino de Jesus) – Ele não escreveu nada.
  107. Ao contrário de muitas reivindicações protestantes, Jesus não condenou a Tradição. (Mt 15,3,6) (Marcos 7,8-9,13) Ele só condena a tradição humana corrupta, não a Tradição deixada aos 12 Apóstolos.
  108. Tradição cristã, apostólica (Lc 1,1-2) (Rm 6,17) (1 Cor 11,23 15,3) (Jd 1,3), ou Tradição Cristã “receptora” acontece em (1 Cor 15,1-2) (Gl 1,9,12) (1 Tess 2,13).
  109. Os conceitos de “Tradição”, “evangelho”, “palavra de Deus”, “doutrina”, e “a Fé” são essencialmente sinônimas, e tudo é predominantemente oral. (2 Ts 2,15; 3, 6) (1 Ts 2,9,13) (Gl 1,9) (At 8,14). Se Tradição é uma palavra suja,como se afirma no protestantismo, então assim é o “evangelho” e “palavra de Deus!”
  110. São Paulo, em (1 Tm 3,15) põe a Igreja sobre a Bíblia como coluna e fundamento da verdade, e como ensina o Catolicismo.
  111. Os protestantes defendem a sola Scriptura em (2 Tm 3,16). O Catolicismo concorda em grande parte para estes propósitos, mas não exclusivamente, como no Protestantismo. Secundariamente, quando São Paulo fala aqui de “Bíblia”, o NT ainda não existia (não definitivamente durante mais de 300 anos depois dos Apóstolos), assim ele só está recorrendo ao Antigo Testamento. Isto significaria que o Novo Testamento não era necessário para a regra de fé.
  112. O Catolicismo mantém a Tradição que é consistente com a Bíblia, até mesmo onde ela é muda em alguns assuntos. Para o Catolicismo, toda necessidade da doutrina não é achada somente na Bíblia, e o princípio do Protestantismo é a Sola Scriptura. Por outro lado, a maioria dos teólogos católicos reivindicam que todas as doutrinas católicas podem ser achadas na Bíblia, em forma de núcleo, ou por uso extenso e conclusão.
  113. Estudantes protestantes pensativos mostraram, que uma posição irrefletida da Sola Scriptura pode se transformar em “bibliolatria”, quase uma adoração da Bíblia em lugar de Deus que é seu Autor. Esta mentalidade é semelhante à visão muçulmana, onde a revelação para eles, está somente no Alcorão.
  114. O Cristianismo é inevitavelmente histórico. Todos os eventos da vida de Jesus (Encarnação, Crucificação, Ressurreição, Ascensão, etc.) eram históricos, como era a oração dos apóstolos. Então, a tradição de algum tipo, é inevitável, ao contrário de numerosos protestantes míopes que reivindicaram que sola Scriptura aniquila Tradição. Toda negação de uma tradição particular envolve um preconceito (escondido ou aberto) para a própria tradição alternada da pessoa por exemplo, se toda a autoridade da Igreja é rejeitada, até mesmo a autonomia individualista é uma “tradição”.
  115. A Sola Scriptura não poderia ter sido literalmente verdade, falando praticamente, para a maioria dos cristãos ao longo da história. A Tradição oral, junto com as práticas devotas, os feriados Cristãos, a arquitetura de igrejas a arte sagrada, eram os portadores primários do evangelho durante 1400 anos. Durante todos estes séculos, a Sola Scriptura teria sido considerada como uma abstração absurda e impossível.
  116. O Protestantismo diz que a Igreja católica acrescentou à Bíblia.Isto não é verdade porque ela tirou somente as implicações da Bíblia (desenvolvimento da doutrina) e seguiu a compreensão da Igreja primitiva, e que os protestantes subtraíram da Bíblia ignorando grandes porções que sugestionam posições católicas.
  117. A Sola Scriptura é o calcanhar de Aquiles do Protestantismo. Invocando somente a Sola Scriptura, não há nenhuma solução ao problema da autoridade, contanto que as interpretações múltiplas existam. Se a Bíblia estivesse tão clara, os protestantes simplesmente concordariam entre si, pois existem a multiplicidade de denominações.
  118. A interpretação da Bíblia é inevitável sem a Tradição. É necessário então falar na Igreja Católica, ela é a que evita a confusão, o erro, a anarquia e a divisão.
  119. O Catolicismo não considera a Bíblia inacessível aos leigos, como se afirma no protestantismo, mas é vigilante para proteger-se de uma exegese toda arbitrária e aberrante. As melhores tradições protestantes buscam fazer o mesmo, mas é inadequado e ineficaz desde que eles são divididos.
  120. O Protestantismo tem um problema enorme com o Cânon Bíblico. O processo de determinar os livros exatos que constituem a Bíblia durou até o ano de 397 D.C., o Concílio de Cartago provou que a Bíblia não está autenticada, como acredita o Protestantismo. Alguns cristãos sinceros, devotos e instruídos duvidaram da canocidade de alguns livros que estão agora na Bíblia e outros consideraram livros que não estavam incluídos no Cânon.
  121. O Concílio de Cartago, decidindo o Cânon da Bíblia inteira em 397, incluiu os livros “Deuterocanônicos” que os protestantes chutaram para fora da Bíblia. Antes do 16º século os cristãos consideravam esses livros, e eles não eram separados, como se vê no protestantismo que aceita a autoridade deste Concílio para o NT, mas não para AT.
  122. A Igreja católica venerou sempre a Bíblia. Isso é provado pelo laborioso cuidado dos monges, protegendo e copiando manuscritos, e as traduções constantes em línguas vernáculas (ao invés das falsidades sobre só Bíblias latinas), entre outras evidências históricas abundantes e indisputáveis. A Bíblia é um livro católico, e não importa quantos protestantes estudam e proclamam isso peculiarmente, eles têm que reconhecer a dívida inegável com a Igreja católica por ter decidido o Cânon e por preservar a Bíblia intacta durante 1400 anos.
  123. O Protestantismo nega o Sacrifício da Missa, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Gn 14,18) (Is 66,18,21) (Ml 1,11) (Hb 7, 24-25; 13,10; 5,1-10; 8,3; 13,8). que transcede espaço e tempo.
  124. O Protestantismo descrê, em geral, no desenvolvimento da doutrina, ao contrário da Tradição Cristã e muitas indicações bíblicas implícitas, mas seguem a Doutrina da Trindade, que foi desenvolvida na história, nos três primeiros séculos do Cristianismo. É tolice negar isso. A Igreja é o “Corpo” de Cristo, um organismo vivo que cresce e desenvolve como corpos todo vivos. Não é uma estátua, simplesmente para ser limpada e polida com o passar do tempo, como muitos protestantes parecem pensar.
  125. O Protestantismo separa justificação de santificação, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Mt 5,20; 7,20-24) (Rm 2,7-13) (1 Cor 6,11).
  126. O Protestantismo desconsidera que as obras contribuam para a salvação, rejeitando assim a Tradição Cristã e o ensino explícito da Bíblia (Mt 25,31-46) (Lc 18,18-25) (Jo 6,27-29) (Gl 5,6) (Ef 2,8-10) (Fl 2,12-13; 3,10-14) (1 Ts 1,3) (2 Ts 1,11) (Hb 5,9) (Jd 1,21) Essas passagens também indicam que a salvação é um processo, não um evento instantâneo, como no Protestantismo.
  127. O protestantismo rejeita a Tradição Cristã e ensino bíblico que sempre foi ensinado na Igreja Católica, onde as boas ações feitas na fé contribuem para a salvação (Mt 16,27) (Rm 2,6) (1 Cor 3,8-9).
  128. Os protestantes têm convicção de que aceitando Jesus como Salvador já estão salvos. Não é bem isso que a Igreja Primitiva e a Bíblia ensinam (Fl 3,11-14) (Hb 4,1) (Tt 1,2) (1 Ts 5,8) ( Tt 3,7) (Mt 25,1-13) onde se diz, que devemos ser sempre vigilantes. Vigilante não é o mesmo que certeza.
  129. Muitos protestantes (especialmente os presbiterianos, calvinistas e batistas) acreditam em segurança eterna, ou, perseverança dos santos (convicção daquele que não pode perder a “salvação”. Isto está ao contrário da Tradição Cristã e a Bíblia: (1 Cor 9,27) (Gl 4,9; 5,1,4) (Cl 1,22-3) (1 Tm 1,19-20; 4,1; 5,15) (Hb 3,12-14; 6,4-6; 10,26,29,39; 12,14-15).
  130. Ao contrário do mito protestante, a Igreja Católica não ensina que ninguém é salvo através de trabalhos a parte, porque a fé e obras são inseparáveis. Esta heresia da qual o Catolicismo é acusado freqüentemente estava na realidade condenada pela Igreja católica, em 529 D.C. é conhecido como Pelagianismo (visão que o homem pudesse se salvar pelos próprios esforços naturais dele, sem a graça sobrenatural necessária de Deus). Continuar acusando a Igreja católica desta heresia é um sinal de preconceito e ignorância do manifesto da história da teologia, como também o ensino católico é claro no Concílio de Trento (1545-63). Ainda o mito é estranhamente prevalecente.
  131. O Protestantismo eliminou virtualmente a prática da confissão a um sacerdote (ou pelo menos pastor), ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Mt 16,19; 18,18; Jo 20,23). (At 19,18) (Tg 5 15-16) (Ne 9,2) (Ne 1, 6). (Jo 3,6).
  132. O Protestantismo descrê na penitência ou castigo temporal para perdoar pecado, indo contra a Tradição Cristã e a Bíblia por exemplo, (Nm 14,19-23) (2 Sm 12,13-14) (1 Cor 11,27-32) (Hb 12,6-8).
  133. O Protestantismo tem pouco conceito da Tradição e doutrina bíblica de mortificar a carne, ou, sofrer com Cristo: (Mt 10,38; 16,24) (Rm 8,13,17) (1 Cor 12,24-6) (Fl 3,10) (1 Pd 4,12,13).
  134. Igualmente, o Protestantismo perdeu a Tradição e doutrina bíblica de compensação vicária, ou sofrimento remissório de Cristãos com Cristo, por causa de um ao outro, (Ex 32,30-32) (Nm 16,43-8; 25,6-13) (2 Cor 4,10) (Cl 1,24) (2 Tm 4,6).
  135. O Protestantismo rejeitou a Tradição e doutrina bíblica do purgatório, como conseqüência de sua falsa visão de justificação e penitência, apesar de evidências suficientes na Bíblia: (Mq 7, 8-9) (Ml 3,1-4) (2 Mc 12, 39-45) (Mt 5, 25-6; 12,32) (Lc 16,19-31) (1 Pd 3,19-20) (1 Cor 3,11-15) (2 Cor 5,10).
  136. O Protestantismo rejeitou a doutrina das indulgências que são simplesmente o perdão do castigo temporal para pecado (penitência), pela Igreja (aqui na terra, Mt 16,19; 18,18, e Jo 20,23). Isso não é diferente do que São Paulo fez em relação a um irmão errante na Igreja de Corinto. Primeiro, ele impôs uma penitência a ele (1 Cor 5,3-5) (2 Cor 2, 6-11). Só porque aconteceram alguns abusos antes da Revolta protestante (admitida e retificada pela Igreja católica), não tem nenhuma razão para lançar fora contudo outra doutrina bíblica. É típico do Protestantismo queimar completamente uma casa no lugar de limpá-la, “joga-se fora o bebê com a água de banho”.
  137. O Protestantismo jogou fora as orações para os mortos, em oposição à Tradição Cristã e à Bíblia (Tb 12,12) (2 Mc 12, 39-45) ( 2 Tm 1, 16-18). Já no primeiro século, da Era Cristã, a prática de orar pelos mortos já era registradas em muitas inscrições gravadas nos túmulos de santos cristãos e mártires da fé.
  138. O Protestantismo rejeita, em chãos inadequados, a intercessão dos santos. Por outro lado, a Tradição Cristã e a Bíblia apoiaram esta prática. (Mt 22, 30) (1 Cor 15, 29) (Mt 17, 1-3; 27,50-53) eles podem interceder por nós (2 Mc 15,14) (Ap 5, 8; 6, 9-10).
  139. Alguns protestantes descrêem nos Anjos da guarda, apesar da confirmação Bíblica e a Tradição Cristã (Mt 18,10) (At 12,15) ( Hb 1,14) (Ap 8, 3-5).
  140. A maioria dos protestantes nega que os anjos possam interceder por nós, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Ap 1,4; 5,8; 8,3-4) (Zc 1,12-13) (Os 12,5) (Gn 19, 17-21).
  141. O protestantismo rejeita a Imaculada Concepção de Maria, apesar da Tradição Cristã desenvolvida e indicada pela Bíblia,: (Gn 3,15) (Lc 1,28) (”cheia de graça” interpretam os católicos, em chãos lingüísticos, significa “sem pecado”); Maria representando a Arca da Aliança (Lc 1,35) (Ex 40,34-8) (Lc 1,44) (2 Sm 6,14-16) (Lc 1,43) (2 Sm 6,9) A Presença de Divina requer santidade extraordinária) pois Deus não habitaria no meio do pecado.
  142. O protestantismo rejeita a Assunção de Maria, apesar da Tradição Cristã desenvolvida e indicações bíblicas. Ocorrências semelhantes na Bíblia não fazem a suposição improvável. (Henoc em Gn 5,24 e Hb 11,5) (Elias em 2 Rs 2,11) (Paulo em 2 Cor 12, 2-4) (”Êxtase” em 1 Ts 4,15-17) (subindo os santos em Mt 27,52-53).
  143. Muitos protestantes negam a virgindade perpétua de Maria, apesar da Tradição Cristã e o acordo unânime dos fundadores protestantes Lutero, Calvino, Zwingli, etc.
  144. O protestantismo nega a Maternidade Espiritual de Maria, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (João 19, 26-27) “Veja a mulher do Céu” (Ap 12, 1,5,17). Os Católicos acreditam que Maria é uma santa, e as orações dela são de grande efeito para nós. (Ap 5,8; 8,4; 6,9-10).
  145. O Protestantismo rejeita o papado, apesar da Tradição Cristã profunda, e da forte evidência na Bíblia da preeminência de Pedro como a pedra da Igreja. Ninguém nega que ele fosse algum tipo de líder entre os apóstolos. Como sabemos, o papado é derivado desta primazia: (Mt 16,18-19) (Lc 22,31-2) (Jo 21,15-17) são as passagens “papais” mais diretas. O nome de Pedro aparece primeiro em todas as listas dos apóstolos; até mesmo um anjo insinua que ele é o líder deles (Mc 16,7), e ele andou pelo mundo como tal (At 2,37-8,41). Ele faz o primeiro milagre na Igreja (At 3,6-8), profere o primeiro anátema (At 5,2-11), é o primeiro a ressuscitar um morto (At 9,40-41), o primeiro a receber os Gentios (At 10,9-48), O nome dele é mencionado mais freqüentemente que todos os outros discípulos reunidos (191 vezes). Essas são algumas evidências que destacam Pedro dos outros Apóstolos.
  146. Desde o princípio, a Igreja de Roma e os papas têm o governo e a direção teológica e a ortodoxia da Igreja Cristã. Isso é inegável. Nenhum protestante imparcial teve a coragem e a ousadia de contestar tudo isso, pois só o que Cristo transmitiu aos Apóstolos e o que se herdou destes numa sucessão ininterrupta da Igreja Católica, tem foros de verdade revelada, portanto digna de fé.
  147. O Protestantismo, em seu desespero, tenta suprir algum tipo de continuidade histórica a parte da Igreja católica, às vezes tenta reivindicar uma linhagem de seitas medievais como os Valdenses, Cátaros, Montanistas ou Donatistas. Porém, este empenho é sentenciado a um fracasso quando a pessoa estuda de perto no que estas seitas acreditam.
  148. Os Católicos têm o Cristianismo mais sofisticado e pensativo da filosofia sócio-econômica-política, uma mistura de elementos “progressivos” e “conservadores” distinto da retórica que tipicamente dominam a arena política. O Catolicismo tem a melhor visão da igreja em relação ao estado e cultiva como bem.
  149. O Catolicismo tem a melhor filosofia cristã. Trabalhou por vários séculos de reflexão e experiência. Como em sua reflexão teológica e desenvolvimento, a Igreja Católica é sábia e profunda, para uma extensão que verdadeiramente tem um selo divino e seguro. Eu já me maravilhava, logo antes da minha conversão, de como a Igreja católica poderia ser tão certa sobre tantas coisas. Eu fui acostumado a pensar, como um bom evangélico, que a verdade sempre era uma pluralidade de idéias de muitas denominações protestantes, “todas juntas.” Mas afinal de contas, a Igreja católica faz a diferença!
  150. Por último, o Catolicismo tem a espiritualidade mais sublime e espírito de devoção, manifestado de mil modos diferentes. Do ideal monástico, para o celibato heróico do clero e religioso, os hospitais católicos, a santidade completamente de um Thomas, um Kempis ou um Santo Inácio, os santos incontáveis canonizados e ainda, Madre Teresa, Papa João Paulo II, Papa João XXIII, os mártires primitivos, São Francisco de Assis, os eventos a Lourdes e Fátima, o intelecto deslumbrante de John Henry Newman, a sabedoria e perspicácia do Arcebispo Sheen de Fulton, São João da Cruz, a inteligência santificada de um Chesterton ou um Muggeridge, mulheres anciãs que fazem as Estações da Cruz ou o Rosário. Este espírito devoto é incomparável em sua extensão e profundidade, apesar de muitas contraposições protestantes.

* Da pornografia para a mídia pró-família: A conversão de um programador de internet.

terça-feira, julho 20th, 2010

Patrick B. Craine

O homem que no passado tinha uma multimilionária empresa pornográfica está hoje compartilhando seu testemunho sobre como ele deixou essa indústria e achou fé em Cristo, e como ele está agora usando seus talentos para avançar a glória de Deus através de meios de comunicações cristãos favoráveis aos valores da família.

Jeff Myers, cujos sites pornográficos hospedavam milhões de imagens e milhares de horas de vídeo, compartilhou seu testemunho no Clube 700, um programa ao vivo da rede de televisão evangélica CBN. “Minha vida era um desastre. Eu era um pornógrafo alcoólatra e viciado em drogas que arruinou milhões de vidas”, ele disse para o Clube 700. “Deus pegou minha vida e a fez dar uma meia volta. Ele me ama, apesar de todas as besteiras que fiz”.

Tudo começou quando ele tinha uns 30 anos, disse ele, quando ele começou a ir a bares de strip-tease mais vezes, o que acabou levando a um divórcio. “Minha alma estava estéril; estava morta. Eu realmente não tinha nenhuma consciência”, disse ele. “Eu só pensava em mim mesmo. Eu só pensava em fazer tanto dinheiro quanto fosse possível”.

Myers disse que se envolveu pela primeira vez com pornografia depois que uma dançarina strip-tease pediu a ajuda dele para iniciar um site pornográfico. “Pensei comigo mesmo, ‘Olha, eu poderia fazer isso’, e fiz”, disse ele. “Na primeira semana fizemos $6.000 em vendas, e me viciei instantaneamente. Dentro de um ano fiz 19 sites para mim. Estávamos fazendo vendas de $30,000 a $40,000 por mês em nossos sites. Em dois anos, vendi meu programa inteiro por 2.5 milhões”.

Myers continuou produzindo pornografia por mais três anos e começou a usar êxtase. “Eu estava vivendo 150 horas por semana de felicidade fajuta induzida por drogas que é tão longe da realidade quanto se possa alcançar”, disse ele. “Eu sabia que eu estava destruindo vidas nesse ponto. De repente me veio à mente que o que eu estava fazendo era simplesmente terrível, não só para as modelos que trabalhavam para mim, mas também para as pessoas em geral. Eu sabia que algo teria de ser sacrificado, mas continuei firme no negócio, pois as drogas me mantinham feliz. Embora eu vivesse cercado de pessoas, eu estava completamente solitário. Passei muitas noites totalmente sozinho”.

Seu limite ocorreu somente há quatro anos, quando ele foi preso por fabricar e distribuir êxtase depois de dar um pouco para uma modelo pornográfica que vinha lhe pedindo para remover as fotos dela dos sites dele. “Eu peguei três pílulas, uma para cada um dos amigos dela, não sabendo que ela tinha tido uma conversa de um mês com a delegacia de polícia local sobre mim e sobre remover as fotos dela da internet”.

A casa de Myers sofreu uma batida policial; ele perdeu tudo e caiu em depressão. “Fui para o andar de cima, peguei uma garrafa de vodka e Vicodin. Tomei todos eles. Bebi um quinto da vodka e eu devia ter morrido”, disse ele. “Por qualquer que seja a razão miraculosa, despertei na manhã seguinte quando eu não deveria ter despertado. Penso que nesse ponto percebi que eu precisava de ajuda e que não conseguia sair por mim mesmo. Eu queria de forma simples e desesperada que alguém estendesse uma mão para mim, pois eu estava só”.

Ele decidiu ir a um acampamento cristão, onde ele respondeu ao apelo lá da frente e buscou o perdão de Deus. Mas, disse ele, ele ainda sentia que era um caso perdido demais para redenção. “Errei demais, e em minha mente, eu tinha ido muito longe ao fundo do abismo”, disse ele. “Embora eu soubesse que algo havia ocorrido naquele dia, eu certamente não sentia que Deus poderia me restaurar”.

Myers logo foi recebido de braços abertos na casa de um velho amigo, que então havia se tornado um pastor evangélico. “Eles me envolveram em seus braços, me amaram e cuidaram de mim além do que eu poderia possivelmente imaginar”, ele relatou. “Isso significa tudo. Essa foi a confirmação de que a graça era real”.

Por meio da leitura da Bíblia e de escutar músicas de adoração, ele rapidamente descobriu que Deus estava purificando a mente dele. “Era como se eu estivesse sendo lavado de dentro para fora”, ele disse. “Minha mente estava sendo purificada, e todas aquelas imagens estavam sumindo”.

Depois de um julgamento criminal que durou oito meses, Myers foi sentenciado a um ano de cadeia, onde ele lia a Bíblia e fazia planos para usar seus talentos de programador a serviço de Deus.

Em 2008, ele lançou www.Godbeat.tv, um site de vídeos como o Youtube, mas que tem o compromisso de respeitar os valores da família. “Em vez de distribuir sujeira, Ele me deu uma oportunidade de partilhar o amor de Deus e colocá-lo em tantos lares quanto pudermos”, disse ele. “É minha missão pessoal de redenção. O que quero dizer é: ‘Deus, tu me deste esses talentos. Vou usá-los para a tua glória, em vez de tua destruição’”.

“A cada dia Ele está removendo um pouco das besteiras que andei fazendo”, diz Myers. “Sei que nunca serei perfeito, mas Ele pegou o que Satanás pretendia usar para o mal e o transformou em algo maravilhoso. Simplesmente, mais uma prova da maravilhosa graça de Deus. As coisas que Ele pode fazer e a restauração que Ele pode fazer deixam a minha mente em estado de tranquilidade”.

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jun/10062907.html

* Holandês, “carrasco” do Brasil na Copa, é católico e “reza antes de cada jogo”.

domingo, julho 4th, 2010
O carrasco do Brasil, Wesley Sneijder, jogador da Holanda, tem uma belíssima história de conversão e testemunho da fé.

A sua noiva, Yolanthe Cabau van Kasbergen, uma bem sucedida modelo alemã, foi a responsável pela apresentação da Religião a ele. Depois de uma caminhada de busca e questionamentos Sneijder converte-seu; “Eu fui batizado recentemente na Itália.”Além da evangelização da noiva, a mudança para o Internazionale, vivendo em meio a uma cultura fundamentalmente católica, despertou no jogador algum interesse; “Eu sempre fui um crente, mas não católico. Falei com muitos jogadores sobre isso e com o sacerdote do clube e decidi tornar-me católico”

A influência da noiva foi essencial, o que mostra a importância da evangelização do mundo de forma eficiente, eficaz e corpo-a-corpo; “Ela é totalmente católica, foi batizada, fez a comunhão e todas essas coisas. Eu decidi ler mais sobre e conversei muito sobre isso com ela.”


“Nós queremos nos casar numa igreja na Itália, então você precisa ser católico e batizado. Nós visitamos a igreja todas as semanas, às vezes mais de uma vez… Eu amo aquelas Missas. Nós moramos a 100 metros do Domo de Milão e passo muito tempo lá.”

“Yolanthe deu-me um rosário. Foi abençoado por um Padre na Itália. Nós o rezamos todas as manhãs. Hoje, estando aqui, nós rezamos por telefone.”
“Eu rezo no meu quarto de hotel antes do jogo, faço uma pequena oração no vestiário, mas quando estou em campo eu não estou pensando sobre isso. Mas, estou bastante sério e comprometido sobre e tenho que dizer, a vida é muito mais fácil para mim agora … Para mim funciona … “

* Famoso cantor de forró se converte e testemunha em show. Veja vídeo.

quarta-feira, junho 30th, 2010
Felipão, por causa de um fã após um show, muda de vida e se converte.

Felipão, por causa de um fã após um show, muda de vida e se converte.

* Testemunho de Marcus Grodi e sua conversão ao catolicismo.

terça-feira, junho 29th, 2010

Marcus Grodi cresceu numa igreja luterana um tanto liberal, perto de Toledo, Ohio. Era ativo no Grupo Jovem, catequizava e confirmava os colegas na fé. “Conheci muitas coisas” – disse ele – “mas não penetraram em meu coração. Os acampamentos de verão dos jovens da Igreja pareciam preparados mais para uma exibição de música do que para temas espirituais”.

Os colegas de Grodi na Escola Superior provinham de diversas denominações religiosas, não, porém, do Catolicismo. “Minha visão do Catolicismo não era extremamente negativa, mas trazíamos um monte de interpretações mitológicas da Igreja Católica, que se encontrava do outro lado da cidade. Imaginávamos que estivesse cheia de superstições, e que o povo estava quase escravizado pelos padres e as freiras”.

Marcus, porém, começou a se surpreender, vistas as diferenças existentes entre as denominações protestantes.

Grodi estudava Engenharia em Case Western Reserve. “Passei três anos sem entrar numa igreja”, declarou. “Eu estava envolvido numa convivência fraterna e tudo que lhe diz respeito. Finalmente no verão anterior ao meu último ano experimentei uma profunda renovação da minha fé mediante o testemunho de um amigo – o que representou uma guinada de 180º na minha vida”.

Grodi voltou para a sua igreja luterana e achou que as palavras da Liturgia lhe significavam alguma coisa pela primeira vez. “Mas, quando considerei os bancos da igreja, vi estudantes de Escolas Superiores que eram como eu quando tinha a idade deles, a recitar palavras sem as compreender. Eu concluí então que o liturgicismo tradicional estava morto; ele produzia cristãos de nome apenas, quase destituídos de compreensão. Eu julguei que Deus queria ouvir algo de diferente, não as mesmas coisas cada domingo”.

Uma vez formado, Grodi começou a trabalhar como engenheiro e como apóstolo da juventude. Escolheu o congregacionalismo. “Cada igreja congregacional é autônoma e pode decidir a respeito do que ela quer fazer. Ela pode redigir seu próprio Credo. É supreendente o que algumas igrejas congregacionais, de fato, crêem”.

Em 1978,… Grodi entrou para o Gordon-Conwell Theological Seminary. Muito lucrou nos anos que ali viveu.

“Eu não rejeito meu fundo evangélico. Ele me levou de volta para Jesus Cristo. Colocou em meu coração o sincero desejo de lhe dar totalmente a minha vida. E creio que foi por causa desta convicção que agora eu sou católico. Mesmo o Seminário Gordon-Conwell, com seu zelo pela Sagrada Escritura e pela verdade (visto que era interdenominacional, evitava as questões controvertidas da Igreja Batista, da Metodista e da Presbiteriana), proporcionou a muitos de nós a ocasião de passarmos para a Igreja Católica”.

Grodi voltou para a sua igreja congregacional com entusiasmo e convicção. Era uma igreja da Flórida: “Eu não estava lá nem seis meses quando percebi que havia algo menos bom no congregacionalismo. Mas eu não sabia indicar exatamento o que era”.

Grodi entrou na Igreja Presbiteriana como pastor, mas as dúvidas continuaram. “Como poderia eu estar certo de que nossos pontos de vista presbiterianos estavam corretos em comparação com os de meus irmãos metodistas ou da Assembléia de Deus ou da Igreja de Cristo ou dos anglicanos – ou até dos católicos? Como poderia eu saber que a minha interpretação da Escritura era coerente com aquilo que Jesus Cristo realmente disse?

Eu queria ser fiel. Eu sabia que um dia compareceria diante de Jesus Cristo, meu Senhor, e teria que dar contas das almas das pessoas que dirijo. Eu tinha consciência de que devia ter certeza de que os meus ensinamentos eram verídicos e o meu procedimento era corrreto”.

Grodi não podia ir pedir ajuda à chefia da Igreja Presbiteriana. “Eu tinha rejeitado quase todos os seus pontos de vista. A maioria deles era muito liberal. Deixavam muita coisa ao arbítrio de cada um. Nove sobre dez ofícios que chegavam ao meu escritório provenientes da chefia central, iam parar na cesta de papéis.

Não havia normas. Eu estava reinventando o fio condutor. Não teria sentido admitir que Jesus fundou uma Igreja e deixou tudo ao léu”.

Grodi tentou voltar sua atenção para uma denominação mais conservadora, mas não se sentia à vontade com o que ele chamava o aspecto de escolha pessoal vigente entre as denominações protestantes. Renunciou então às suas funções de pastor e voltou para Case Western Reserve, com a intenção de conseguir o seu PhD em Biologia Molecular e depois associar ciência e religião no cultivo da Bioética. “Eu imaginava que acabaria sendo um professor de Genética ou de Ética em alguma Faculdade”.

Não estava longe de terminar a sua tese doutoral quando numa manhã uma notícia de jornal lhe chamou a atenção: “O teólogo católico Scott Hahn fará uma palestra na paróquia local”.

Teólogo católico Scott Hahn? “Havia oito anos que não nos víamos. Fui então ouvi-lo, escutei a sua gravação e li o livro “Catholicism and Fundamentalism” (Catolicismo e Fundamentalismo) de Karl Keating. Ao cabo de fazer estas três coisas, eu era um pato morto”. Grodi pôs-se a ler os antigos Padres da Igreja e a história da Igreja. Ele tinha consciência de que não podia continuar a ser protestante. “Meu problema é que eu não podia me tornar católico. Havia coisas estranhas em demasia. Imagine que você foi protestante durante quarenta anos e se põe a considerar o Menino Jesus de Praga; este há de parecer muito estranho. Eu crescera com todos esses preconceitos. A Igreja Católica e a Máfia eram, para mim, a mesma coisa. Os católicos bebiam e fumavam”.

Mas verifiquei que, se eu pudesse confiar na autoridade do magistério situado na cátedra de Pedro, tudo mais se assentaria em seu lugar certo. Foi o livro “Development of Christian Doctrine” (O Desenvolvimento da Doutrina Cristã) de Newman que me convenceu disto. E assim eu já era um católico”.

Marcus Grodi foi recebido na Igreja Católica em 1993.

• A respeito do testemunho acima, observou o grande teólogo brasileiro dom Estêvão Bettencourt: “Muito interessante é o raciocínio final de Marcus Grodi. O critério que autentica a Igreja de Cristo ou a Igreja fundada por Cristo, não é a virtude ou o pecado dos seus membros, pois estes são criaturas oscilantes que, hoje virtuosos, amanhã podem vir a ser pecadores. O critério de autenticidade é a presença de Cristo na Igreja ou, mais explicitamente, a assistência prometida por Cristo à sua Igreja confiada a Pedro e seus sucessores (cf. Mt 16,16-19; 28,18-20; Jo 14,26; 16,13-15). Quem crê nesta promessa de Jesus, adere logicamente à Igreja Católica e sabe considerar o comportamento dos fiéis católicos dentro dos moldes da fragilidade humana (também existente entre os protestantes); há entre os católicos certamente belos testemunhos de santidade. O que importa, porém, é Cristo presente e atuante, e não a conduta dos homens fiéis ou infiéis a Cristo”.

Fonte: Ministerio Apologético Católico

* Princípios para ser plenamente humano.

sábado, junho 26th, 2010

Se alguém tivesse que pedir a um escritório central de seleção de atores em Hollywood para encontrar alguém para representar um guru espiritual em seu apogeu com seu próprio império de mídia, a escolha provavelmente não se pareceria muito ao padre oblato Ron Rolheiser. Baixo, de óculos e decididamente nada extravagante, Rolheiser é mais parecido a um professor do Ensino Médio com um senso de humor irônico do que a uma versão católica de Joel Osteen, Tony Robbins ou Deepak Chopra.

A reportagem é de John L. Allen Jr., publicada no sítio National Catholic Reporter.

No entanto, sem uma postura teatral ou qualquer real autopromoção, Rolheiser, 62 anos, tornou-se um dos escritores e palestrantes mais populares sobre espiritualidade católica no mundo de fala inglesa.

Seu livro “The Holy Longing” já vendeu mais de 200.000 cópias, sua coluna semanal é publicada em mais de 60 jornais em vários países, e Rolheiser é perpetuamente requisitado para dar oficinas, retiros e dias de recolhimento em todo o mundo.

Rolheiser baseia-se em diversas fontes, como a Bíblia, São João da Cruz,John Updike para tecer uma abordagem distintamente católica para a vida do início do século XXI. É um estilo que, obviamente, ressoa com uma ampla amostra representativa dos povos.

“Ele nos lembra do que significa ser plenamente humano e como viver uma vida de reconciliação e de graça”, diz Kerry Robinson, diretora executiva da National Leadership Roundtable for Church Management [organização católica para o fomento de práticas administrativas, financeiras e de recursos humanos na Igreja Católica].

Robinson disse que o que ela apreende da leitura de Rolheiser é “uma fé madura, adulta”.

Rolheiser é como aquele pensador raro que pode atrair tanto aqueles que têm doutorado em teologia sistemática, quanto aqueles que têm 20 e poucos anos, completamente secularizados, que provavelmente pensam que Rahner e von Balthasar são os nomes de bandas techno alemães. Enquanto Rolheiser é frequentemente elogiado pelo seu equilíbrio, ele está preocupado com experiências humanas fundamentais, tais como solidão, o medo e a inquietação, e como os recursos espirituais da tradição católica podem ajudar as mulheres e os homens pós-modernos a enfrentá-las.

Aqui está uma história típica de Rolheiser: Arthur Pingolt, leigo e ex-banqueiro de investimentos que se tornou presidente da Oblate Missionary Partnership, diz que há não muito tempo ele deu uma cópia do livro “Against an Infinite Horizon” de Rolheiser para um amigo bastante antigo nos seus 80 anos, que gostou tanto do presente que comprou uma cópia para o seu pároco. Ao mesmo tempo, Pingolt enviou o livro à sua filha, universitária da altamente secular Arizona State University. Duas semanas depois, ela relatou que chegou a reler alguns trechos durante momentos difíceis para encontrar consolação e sabedoria.

Poucos autores católicos têm esse tipo de atração para todas as idades, dentro do maior espectro possível de perspectivas políticas e teológicas e experiências de vida.

Rolheiser foi entrevistado pelo NCR durante o Congresso de Ensino Religioso em Anaheim, encontro anual promovido pela arquidiocese de Los Angeles. Todos os anos, suas sessões são um ímã para imensas multidões. Este ano, os tópicos de Rolheiser foram habitualmente atraentes: “A filantropia do coração” e “Viver em superabundância”.

Os prados canadenses

Rolheiser nasceu nas pradarias de da zona rural de Saskatchewan, no Canadá central, em uma família de imigrantes alemães muito católica de classe média. A fé se difundiu por todo o clã Rolheiser. Um de seus irmãos, Wendelin, agora com 73 anos, também é sacerdote oblato, trabalhando atualmente como missionário entre os povos indígenas do norte do Canadá.

Olhando para trás, Rolheiser diz que o catolicismo da sua juventude, decididamente marcado pelo ethos da Igreja antes do Concílio Vaticano II, era “conservador, mas saudável”.

“Nós íamos à missa nas primeiras sextas-feiras do mês, e eu memorizei todos os três Catecismos Baltimore. Eu ainda sei a maioria deles de cor”, disse Rolheiser. “Eu cresci em um catolicismo conservador que me ancorou e ainda me ancora”.

O jovem Rolheiser foi educado pelas irmãs ursulinas, que, sob um regime único no Canadá rural da época, podiam ensinar em escolas públicas da região. Sua erudição e cultura foram um primeiro chamariz de Rolheiser para a vida religiosa.

“Elas foram de longe as melhores professoras”, disse Rolheiser. “Essas irmãs eram como um farol de luz – elas vinham com mestrado, sabiam literatura e arte, e assim por diante”.

Rolheiser também conheceu os Oblatos de Maria Imaculada. Na época, os oblatos estavam auxiliando sua paróquia local. Entrar na ordem parecia ser uma progressão natural para Rolheiser, mesmo que ele nunca tenha frequentado o seminário menor, porque, naquela época, seus pais já tinham esgotado seus recursos ao enviar seus dois irmãos mais velhos para a escola.

Rolheiser fez seus estudos de graduação em teologia no Newman Theological College, em Edmonton, no Canadá, e na Universidade de San Francisco no início dos anos 70, e continuou com um mestrado e um doutorado na Universidade de Louvain, na Bélgica, no início dos anos 80. Ele passou a maior parte de sua carreira docente em teologia em Edmonton, com uma temporada como superior provincial do Canadá central de 1991 a 1997 e na administração geral em Roma, de 1998 a 2004.

Em 2005, Rolheiser tornou-se presidente da Escola de Teologia dos Oblatos, em San Antonio, um posto que ainda mantém. Para alguém tão devorado pelas ideias como Rolheiser, assumir um exigente cargo administrativo não seria necessariamente a sua primeira escolha, mas ele disse que isso faz parte da vida religiosa.

“Eu não estaria fazendo esse trabalho se não fosse pela nossa própria comunidade”, disse ele. “Eu sou como uma dona-de-casa… Eu gostaria que a minha carreira seguisse por um caminho diferente, mas agora a família precisa de mim”.

Equilibrar as várias demandas que ele enfrenta, disse Rolheiser, requer “uma enorme disciplina em sua vida” – uma disciplina, disse, que ele está consciente de que não pode manter para sempre. No máximo, disse Rolheiser, ele acha que pode ficar mais cinco anos como reitor do seminário, com um ano sabático em algum momento intermediário.

Conectando fios diferentes

Até hoje, Rolheiser publicou sete livros, com um oitavo, sobre a Eucaristia, previsto para ser publicado pela editora Doubleday neste mês. O título de trabalho é “Our One Great Act of Fidelity”, baseado em uma ideia antiga do escritor católico inglês Ronald Knox: os cristãos, ao longo da história, ignoraram grande parte do que Jesus lhes pediu para fazer, como perdoar seus inimigos e dar a outra face. Há realmente apenas um pedido que a Igreja consistentemente tem conseguido honrar, disse Knox: “Fazei isto em memória de mim”.

Rolheiser diz que as ideias para os seus livros vêm de três fontes básicas: a fé de sua juventude, sua ampla leitura e sua própria experiência de vida. Em termos de leitura, Rolheiser disse que o truque é abranger materiais divergentes de forma ampla, para ver quais ligações improváveis eles podem despertar.

“Às vezes, suas melhores ideias vêm ao conectar fios diferentes”, disse.

“Agora, por exemplo, eu estou lendo Charles Taylor sobre o secularismo. Esse é o meu tipo de leitura pesada. Estou lendo Ruth Burrows sobre a oração e estou lendo um romance de Barbara Kingsolver. A questão é que não estou mantendo-os em categorias separadas. Tento colocá-los juntos, para ver o que eles podem dizer uns aos outros”.

Pelo menos em termos comerciais, o livro de maior sucesso de Rolheiser é “The Holy Longing”, publicado pela Doubleday em 1999. Após abri-lo com uma meditação básica sobre o desejo e a inquietação humanos, Rolheiser apresenta alguns “princípios inegociáveis” da espiritualidade cristã, e depois aplica-os a temas centrais, como a Igreja, o mistério pascal, justiça e paz, e sexualidade.

Esses “princípios inegociáveis” são:

  • A oração a moralidade privadas;
  • Justiça Social;
  • Delicadeza de coração e espírito;
  • Comunidade como um elemento constitutivo do verdadeiro louvor.

Rolheiser afirma que uma ênfase excessiva em um ou mais desses quatro princípios irá produzir uma “espiritualidade fraturado”.

Antes de “The Holy Longing”, os títulos anteriores de Rolheiser haviam vendido entre 10.000 a 15.000 cópias, o que não é ruim para um livro do nicho católico, mas dificilmente é o suficiente para despontar nas listas de best-sellers do mercado de massa. “The Holy Longing”, no entanto, se tornou um fenômeno e catapultou Rolheiser para a lista “A” de autores católicos contemporâneos.

Rolheiser credita a Eric Major, que na época era o editor de religião da Doubleday, a ideia básica.

“Nós estávamos tomando uma cerveja em um pub na Inglaterra”, lembrou Rolheiser, “e ele disse: ‘Não escreva um livro acadêmico. Escreva um livro que, como pai, eu possa dar para os meus filhos adultos que não são praticantes, para explicar-lhes como eu entendo o cristianismo e porque eu ainda vou à igreja, e que eu possa ler nos dias em que eu não estou muito seguro’”.

O padre jesuíta James Martin, ele também um escritor reconhecido sobre espiritualidade católica, chamou o capítulo sobre sexualidade em “The Holy Longing” como “a melhor abordagem curta que eu já li sobre o assunto”.

“Eu não sei dizer o número de vezes que eu recomendei esse livro, ou esse capítulo, para as pessoas, ou o número de vezes que eles me agradeceram por ter feito isso”, disse Martin.

Rolheiser disse pensar que o segredo para o sucesso de “The Holy Longing” é que ele oferece um guia básico para o crescente deserto dos recursos espirituais de hoje.

“Vivemos em uma cultura, e uma cultura religiosa, de uma pluralidade riquíssima”, disse. “Somos ricos em tudo, exceto em clareza”.

“Você vai a uma livraria religiosa hoje, e é como ir ao Tower Records [loja de música e filmes], em Londres“, disse. “Você fica sobrecarregado. Você tem milhares de discos, e todos eles tem capas atrativas, por isso você precisa de um guia para saber o que é bom. Essa é a forma que muitas pessoas veem a espiritualidade. Eu sou cristão, eu sou católico romano – o que é essencial?”.

“The Holy Longing”, disse Rolheiser, foi a sua tentativa de apresentar esses princípios.

Três fomes espirituais

Aproveitando o sucesso de “The Holy Longing”, outros livros de Rolheiser começaram a encontrar uma audiência maior, e os convites a falar em eventos em todo o mundo católico começaram a aparecer. Uma década e meia depois, Rolheiser pode já ter falado sobre os princípios da espiritualidade católica para mais pessoas, em uma ampla variedade de situações, do que qualquer outra pessoa do universo católico de fala inglesa.

Dentre outras coisas, essa experiência deu a Rolheiser um discernimento único sobre as fomes espirituais que atualmente permeiam os católicos atentos que tentam dar sentido ao mundo do século XXI.

Ele destaca três temas centrais que parecem estar borbulhando hoje:

  • Um déficit generalizado de interioridade;
  • Individualismo e isolamento;
  • O ritmo assustador da mudança.

Quanto ao primeiro ponto, disse Rolheiser: “Nós temos uma cultura tecnológica e informativamente muito ocupada e pressionada. Você anda por um aeroporto, e todos estão com seus telefones celulares, todo mundo com seu iPod. A tecnologia está tornando-nos as pessoas mais comunicativas e as mais eficientes do que nunca, mas eu acho que isso está impactando severamente em nossa interioridade”.

O problema, segundo ele, é a falta de tempo para cultivar uma vida interior.

“Quando nós pensamos hoje?”, perguntou. “Como disse Thomas Friedman em “O mundo é plano”, algumas pessoas chamam isso de “multitasking” [multitarefa], mas eu chamo isso de estar desatento a mais de uma coisa de cada vez. Muitas vezes hoje, se você perguntar a uma pessoa o que é realmente profundo em sua mente, ela não pensou sobre isso há muito tempo”.

Sobre a questão de um sentimento propagado de isolamento, Rolheiser disse que o individualismo da cultura ocidental é um grande dom, mas também tem seu preço.

“Nós somos o povo mais livre que já andou neste planeta”, disse, “mas o preço que pagamos é que as estruturas de nossa família são fracas, as estruturas de nossa comunidade são fracas, e as nossas estruturas eclesiais estão se tornando fracas”.

“Tudo isso isola as pessoas”, disse Rolheiser, “por isso, há muita de solidão e medo profundos. Quem sou eu, quem me ama, quem se preocupa se eu estou vivo ou morto?”.

Rolheiser disse que, enquanto há uma certa libertação ao se “nomear” essa realidade, a espiritualidade cristã tem que fazer mais do que condenar o hiperindividualismo. Ela também deve oferecer um antídoto.

“É como um alcoólatra”, disse. “Eu sei que eu tenho um problema, mas o que eu faço com ele?”.

Finalmente, disse Rolheiser, cada vez mais pessoas hoje consideram que viver em uma “aldeia global” em constante mudança é mais alarmante do que estimulante.

“Se você não tem raízes profundas, isso pode ser muito assustador”, disse.

“As pessoas se encontram em um mar de infamiliaridade, um mar de novidade, por isso coisas como o Islã ou a imigração ou qualquer coisa começam a parecer realmente assustadoras. Há muito medo declarado em um sentimento inconsciente, e às vezes quase consciente, de ‘aonde tudo isso está indo?”.

“Eu vejo muitas de nossas políticas civis, e muitas políticas da nossa Igreja às vezes, sob essa luz”, afirmou Rolheiser. “Muitas das nossas atitudes às vezes são baseadas no medo, impulsionadas por raiz voltada a encontrar algo em que se agarrar”.

Ficar abaixo da polarização

Rolheiser disse que, enquanto essas forças estão entre as verdadeiras fontes da inquietação de hoje, muitas vezes, em círculos católicos, há uma confusão preliminar que deve ser eliminada.

Em geral, disse Rolheiser, é preciso “ficar abaixo” do atual clima de polarização e lutas internas na Igreja.

Sempre que ele fala a grupos católicos, disse, “essa polarização será direta, independentemente se for falada ou não falada. As tribos estão ali, e elas estão lhe avaliando, estão medindo uns aos outros”.

“O que isso costuma significar é que as questões eclesiais se tornam centrais”, disse Rolheiser. “Elas não são necessariamente as nossas perguntas mais profundas de todas. Elas se referem ao poder, a quem deve ser ordenado, a como o Papa está lidando com a crise dos abusos sexuais, e assim por diante”.

Rolheiser disse que aprendeu a sua abordagem de “ficar abaixo” dessas preocupações superficiais com Henri Nouwen, os escritor espiritual católico holandês.

“Sua premissa era de que o que é mais profundamente pessoal e privado é também o mais universal. Ele daria nome a esse tipo de experiência profundamente privada e guardada, muitas vezes caótica, solitária e até mesmo pecaminosa, e as pessoas diriam, ‘Esse cara acertou. É assim mesmo que eu estou me sentindo”.

Rolheiser disse que ele tenta fazer a mesma coisa – dar nome à experiência humana elementar à espreita das preocupações e reclamações ostensivas de alguém.

“Você tem que dizer: ‘Olhe, você está preocupado com a política, você está preocupado com a sua hipoteca, você está preocupado com quem vai ser ordenado, e você acha que seu pároco é muito liberal ou conservador. Esse não é o seu real problema’”, disse Rolheiser.

“Por baixo disso, eis uma pessoa assustada e solitária, que tem essas qualidades extraordinárias, mas que também está frustrado com elas”, disse. “Todas aquelas outras coisas têm o seu lugar relativo, mas esse não é realmente seu lugar. Vamos falar sobre o que realmente está acontecendo. “

Fazendo isso, disse Rolheiser, boa parte da polarização esquerda/direita desaparece, já que as pessoas fazem conexões no nível de suas preocupações mais profundas – suas “santos anseios”.

A boa notícia, disse Rolheiser, é que a tradição espiritual católica contém um conjunto único de recursos para canalizar esses anseios em direções saudáveis.

“Os Padres da Igreja primitiva costumavam dizer isto, e ainda é uma grande frase:” Deus escreveu dois livros. Deus escreveu a Bíblia, e Deus escreveu a natureza. Você deve aprender a como ler ambos os dois’”, disse Rolheiser.

“Uma das razões pelas quais eu sou católico é que eu acho que nós temos a tradição intelectual mais rica”, afirmou. “Temos 1.700, 1.800 anos de trabalho sobre esse segundo livro”.

* Conversão de pastor da Assembléia de Deus ao Catolicismo.

quinta-feira, junho 24th, 2010

PARTE I

Chamo-me Albertove Manoel da Costa, servo de Nosso Senhor Jesus Cristo e o que escrevo aqui é para o engrandecimento do Cristo Jesus e para o fortalecimento do Santo Evangelho.

Nasci em berço Católico e logo após o meu nascimento fui batizado, alguns anos após o meu nascimento meus pais se tornaram evangélicos da Congregação Cristã no Brasil, mas eu como fui criado com meus avós paternos recebi toda uma educação católica.

A partir dos 12 anos eu comecei a freqüentar os cultos de algumas igrejas evangélicas, mas sem firmar ou assumir um compromisso sério, pois como meus avós eram Católicos e eu permanecia fiel ao que eles me ensinavam. Participei de algumas pastorais na Igreja de São Pedro Apóstolo no Setor P Sul Ceilândia Distrito Federal, onde numa pastoral conheci a minha esposa, ela tinha 19 anos.

No mês de Dezembro de 1992 após um breve namoro passamos a viver juntos, pois a família dela não permitia que ela se casasse comigo. A partir desta data entreguei meus trabalhos na igreja e me afastei um pouco, participava das missas mas não podia tomar a Santa Comunhão o que me levou a um esfriamento espiritual.

No dia 17 de setembro de 1994 nos casamos no civil em Goiânia – Goiás. No mês de fevereiro de 1995 nos casamos no religioso na igreja Matriz de Campinas bairro de Goiânia.

Com o passar do tempo tentamos voltar aos nossos trabalhos na igreja, mas dentro de mim só tinha dúvidas, pois devido meus pais serem evangélicos, muitas vezes acabava visitando igrejas evangélicas e participava dos cultos.

Durante um tempo, eu e minha esposa participamos das missas aos domingos e dos terços, pois éramos devotos de Nossa Senhora.

Até que no dia três de janeiro de 1998 eu fui até um templo das ASSEMBLÉIA DE DEUS a convite de um vizinho nosso que era pastor local e dirigia os trabalhos naquele templo. Ao chegar lá não tive dúvidas, levantei minhas mãos e aceitei Jesus me tornando evangélico, pois ele havia me convencido que todo Católico não é digno de alcançar a salvação.

A princípio minha esposa não quis ir, mas dois meses depois ela também aceitou e se tornou evangélica. Fui batizado no mês de abril do mesmo ano, pois este pastor falava que eu era escolhido por Deus para realizar a sua obra, que Deus havia revelado que eu seria pastor. Pouco tempo depois comecei a pregar e pensava ter achado a solução para todos os meus problemas, pois algum tempo depois de ter me casado, eu e minha esposa nos encontramos em sérias dificuldades financeiras, pois estava desempregado e nosso filho já estava com um ano de vida.

Eu falava comigo mesmo: “Agora tudo mudou, pois encontrei a salvação, não preciso de imagens, de adorar a outros deuses, não preciso mais pedir a Maria, pois ela está morta e esperando pelo julgamento no juízo final. Agora Deus vai me dar tudo”. E com este pensamento eu comecei a falar contra a Igreja Católica, contra Maria Santíssima, e contra o Papa.

Já no ano de 2000 fui consagrado a pastor evangelista. Esta consagração ocorreu no mês de outubro no dia 18 na Igreja Assembléia de Deus Jardim das Oliveiras na cidade satélite de Samambaia-DF.

Logo comecei a dirigir congregações e pensava que tudo estava solucionado, quando no mês de dezembro de 2002 aconteceu um episódio que ia mudar completamente o rumo da minha vida.

PARTE II

Desde quando me tornei evangélico eu e minha esposa tínhamos o desejo de ter uma filha, pois a primeira gravidez veio um lindo menino, toda vez que alguém orava por nós, profetizava uma menina em nossas vidas.

No mês de agosto de 2002 paramos de evitar filhos na intenção de arrumar mais uma criança: “Esta menina que sempre era falada nas profecias e revelações”. Durante um mês nós paramos de evitar, e passado uns dois meses a gravidez tão esperada não aconteceu.

Foi quando, no dia dois de dezembro de 2002 pela manhã, minha esposa começou a sentir fortes dores no estômago, a princípio pensávamos ser algum desarranjo intestinal, mas a dor não passava e ela começou a sofrer desmaios e a vomitar.

Como não apresentava sinais de melhora e já era tarde, levei-a para o hospital local, pois morávamos em Santo Antônio do Descoberto – Goiás, quando este episódio aconteceu.

Chegando ao hospital, ela ficou internada e no outro dia como continuava do mesmo jeito, foi removida para o Hospital Regional de Taguatinga no Distrito Federal onde foi diagnosticada gravidez tubária e rompimento das trompas com forte hemorragia interna e era preciso operar.

Quando o médico deu o diagnóstico eu não acreditei, pois ela estava normal e não apresentava sinais de gravidez.

Era 13:20hs do dia 03 de dezembro de 2002 uma terça-feira, que minha esposa deu entrada no centro cirúrgico, vinte minutos depois a médica falou: “Olha se você crê em Deus pode fazer suas orações, pois a sua esposa está em estado de coma e os médicos não podem fazer mais nada, vamos operá-la, mas não temos esperanças de vida”.

Saí desesperado a procura de uma igreja, quando parei perto de uma loja e ali permaneci com a cabeça baixa e chorando, foi quando uma mulher tocou em meu ombro e me perguntou:

Porque você está chorando?

Olhei para aquela mulher e pensei “deve ser alguma irmã evangélica ou mesmo uma missionária, pois eles fazem visitas aos doentes que ficam internados”.

Ela trajava um vestido longo todo branco e tinha os cabelos soltos por sobre os ombros então eu respondi: a minha esposa está morrendo e eu não posso fazer nada.

Então ela me disse: “Não se preocupe, pois ela não vai morrer, ela vai ficar boa”. Com aquelas palavras eu senti uma paz tomar conta do meu interior e abaixei a cabeça quando olhei novamente não a vi mais, então observei que um senhor me observava a uma certa distância, fui até ele e perguntei se ele viu para onde foi aquela mulher que momentos antes conversava comigo, ele me disse o seguinte: “Você não estava conversando com ninguém, pois eu vi quando você parou ali, de cabeça baixa, chorando fiquei até preocupado, pois pensei que você pudesse estar se sentindo mal”.

Despedi-me dele e fui para a casa da madrinha do meu filho.

Às 17:00hs retornei ao hospital e falei com a médica que havia operado a minha esposa, tudo havia transcorrido muito bem ela estava fora de perigo.

As palavras da médica foram as seguintes: “Realmente foi um milagre que aconteceu, não há explicação, pois ela estava quase morta e agora está se recuperando muito bem”.

Saí dali exultando de alegria e pensei comigo: “foi um anjo que falou comigo”. Três dias depois eu trazia minha esposa para casa, mais ela não podia ter mais filhos e a única possibilidade seria após um longo tratamento.

Muitos protestantes falavam que eu estava pagando o preço, que era pecado oculto e alguns chegavam a dizer que Deus havia revelado que eu estava cometendo pecado de adultério que eu estava vivendo em prostituição.

Continuei meus trabalhos e quando foi no ano de 2003 começaram a profetizar que meu tempo na cidade de Santo Antônio do Descoberto tinha terminado e que Deus me levaria para a cidade de Alexania – Goiás. Quando foi no dia 17 de fevereiro de 2004, nós mudamos para esta cidade.

Chegando lá procuramos pela pastora da Igreja Pentecostal Missionária de Cristo que nos recebeu muito bem, ficamos na igreja dela por dois meses. Já no mês de março a minha esposa começou a ter queda de pressão o que me preocupou um pouco, foi quando uma noite depois de fazer minhas orações fui dormir e então eu tive um sonho em que aquela mesma mulher que me aparecera em Taguatinga estava ali e me disse: “Sua esposa esta grávida e vai dar a luz a uma menina que você tanto pediu”.

Acordei assustado e pensei comigo: não tem como ela ficar e estar grávida, pois estamos evitando. Não falei nada para ela.

Quinze dias depois como a minha esposa continuava com a pressão muito baixa, a levei ao posto de saúde onde o médico pediu um teste de gravidez que teve como resultado: “POSITIVO” no mesmo instante me lembrei do sonho e comecei ficar muito confuso, pois a pastora que eu estava auxiliando falava que não era gravidez, que era trabalho de macumba e quando viu o resultado dos exames, disse que essa criança seria uma maldição em nossas vidas, procurei por um outro pastor e contei tudo inclusive o sonho então ele me disse: “Olha pastor você está deixando se levar pelo diabo, cuidado”. Fiquei muito abalado e confuso, mas continuei na igreja. Apenas saí da igreja Pentecostal Missionária de Cristo e fui para outro Ministério que por coincidência era o mesmo onde eu fui consagrado pastor.

Comecei trabalhar evangelizando e buscando as pessoas e foi quando eu tive outro sonho.

PARTE III

Era o mês de junho de 2004 e minha esposa já estava no 5º mês de gestação. A médica que a acompanhava no pré-natal no hospital diagnosticou gravidez de alto risco e aconselhou continuar o pré-natal no Hospital Regional de Taguatinga.

Nesta data, estava havendo a festa de Santo Antônio de Pádua padroeiro de Olhos D’Água, povoado distante a 10 KM de Alexania.

O nosso pastor presidente havia ordenado que eu escolhesse os melhores obreiros e fosse até aquela festa e ali afrontasse os Católicos com evangelismo e cultos na praça onde era realizada a festa, já estava tudo pronto quando novamente sonhei com aquela mesma mulher e no sonho ela falou o seguinte:

“Porque você tira as ovelhas do rebanho de Meu Filho? O coração dele está sangrando e está transpassando de dor por causa destes atos, ele tem te ouvido, sua filha virá com saúde, pois tenho intercedido junto a Ele por ti”.

Acordei com o rosto molhado de lágrimas e falei comigo mesmo: “Vou voltar para o meu lugar, vou voltar para a Igreja Católica Apostólica Romana”.

Cheguei no meu pastor e falei tudo para ele, contei do sonho e falei que não iria realizar aquele trabalho. No mesmo dia fomos expulsos da igreja, e nos pediram a casa que pertencia à igreja.

Procurei a paróquia de Alexânia e relatei todo o acontecido para a coordenadora, só não contei dos sonhos e da visão que tive. Como o padre não se encontrava na cidade, a coordenadora nos ajudou a retornar para Santo Antônio do Descoberto, onde procurei a Igreja Católica e retornei, pois tive um apoio muito grande do então coordenador da RCC local, Elmiro Barbosa que hoje é padrinho da minha filha.

Graças a Deus tudo deu certo sofri muitas perseguições, pois assim que os protestantes ficaram sabendo que eu retornei para o Catolicismo, muitos me procuraram e começaram a me ameaçar, fui até agredido fisicamente e hoje sou ameaçado de morte. No dia 16 de novembro de 2004, nasceu a minha filha e para a minha felicidade uma linda menina, ao qual foi registrada com o nome: “Andressa Vitória.”

No dia 26 de março de 2005 tive a felicidade de batizá-la na solenidade da Vigília Pascal e nesta mesma noite eu fiz minha profissão de fé e renovei as minhas promessas do batismo selando o meu retorno para Igreja Católica Apostólica Romana.

* Testemunho de menina católica ante o câncer gera conversões ao catolicismo nos EUA.

terça-feira, junho 22nd, 2010

Gloria Strauss A breve  vida de uma menina devota católica em Seattle, Washington, permitiu o retorno à  Igreja de muitos católicos e a conversão pelo menos dez americanos. O testemunho de fé que deu ao lutar contra um doloroso câncer deu numerosos frutos e inclusive permitiu a fundação de uma organização dedicada a apoiar a famílias com membros doentes.

Glorifica Strauss nasceu em 1996, tinha seis irmãos e levou uma vida completamente normal até cumprir os 7 anos de idade. Era amável, alegre, carinhosa e muito piedosa. Gostava de muito da oração do terço.

Em uma entrevista à CatholicNewsAgency.com, seu pai Doug Strauss, recordou que no ano 2003 Glória recebeu um acidental golpe de bola no rosto e quando a lesão desapareceu ficou um vulto suspeito.

Os médicos lhe diagnosticaram um câncer avançado conhecido como neuroblastoma e lhe deram entre três meses e três anos de vida. Glória foi submetida a uma cirurgia e recebeu tratamentos de quimioterapia.

Um colunista do Seattle Times se interessou pela história da familia e seu primeiro artigo atraiu a muitos leitores. O caso chegou aos meios de todo o país, unindo milhares de pessoas em uma grande cadeia de oração.

Quando a saúde de Glória piorou no ano 2007, a família começou a receber a dezenas de pessoas em sua casa para rezar o Terço e entoar canções religiosas com a menina. Quando aumentou a afluência de pessoas, cinco membros da comunidade abriram seus lares para continuar com as orações.

Glória foi submetida a novas sessões de quimioterapia e inclusive tentaram um transplante de células mãe extraídas de sua própria medula. Ante a dor de sua filha alguns questionaram o seu pai sobre a “qualidade de vida” que levava a menor.

Doug Strauss estava confundido e decidiu perguntar a Glória se ela tinha “qualidade de vida”. A menina lhe respondeu: “Sim papai!” e emocionada acrescentou que muitas pessoas estavam começando a rezar por causa da sua enfermidade.

“Ela ensinou a todos a maneira de levar uma cruz. Deu-nos como presente seu próprio compromisso em uma relação constante com Deus através da oração. Ela sempre disse, ‘sim’”, recorda Doug.

O testemunho de Glória atraiu a pessoas de todas as religiões. “Todo mundo sabia que somos católicos –não tivemos que professar nossa fé– e queríamos orações de todos”, assinalou.

O câncer seguiu avançando e a pequena Glória faleceu em 21 de setembro de 2007. Tinha onze anos.

Mais de três mil pessoas assistiram a seu funeral, a família começou a receber histórias de como o testemunho de sua filha tinha mudado vidas e tem conhecimento de pelo menos dez pessoas que se converteram ao catolicismo por conhecer a história de Glória. Uma família de luteranos que compartilhou um acampamento com a família Strauss decidiu converter-se ao catolicismo antes da morte da menina. Glória soube desta conversão e manifestou sua alegria.

Com a ajuda de um empresário local, a família Strauss iniciou uma organização em memória de sua filha. Chama-se Glória’s angels e se dedica a assistir a famílias que têm algum membro com uma enfermidade grave.

ACI

* Andrea Bocelli: Minha mensagem não é apenas contra o aborto… mas a favor da vida.

sábado, junho 19th, 2010

Depois do êxito do vídeo no qual relata a história de como sua mãe desobedeceu aos conselhos médicos para acabar com sua vida porque detectaram uma deficiência física no ventre, o tenor Andrea Bocelli assinala que não quer que este seu testemunho seja considerado como “uma intervenção contra o aborto: com minhas convicções pessoais, de católico, não somente combato contra algo, combato por algo e estou a favor da vida”.

Em uma entrevista concedida ao jornalista Paolo Rodari do jornal Il Foglio da Itália, o tenor assinala que com o vídeo “quis ajudar, confortar as pessoas que se encontram em dificuldades e que em ocasiões só necessitam sentir que não estão abandonadas: a força da vida é perturbadora, mas é necessário ficar à escuta, abrir bem as orelhas” para acolhê-la.

Bocelli assinala logo, antes de contar como filmou o vídeo, que chamou muito a sua atenção o fato de que começaram a chegar ligações de todo o mundo, mais que o usual: “disse essas coisas há um ano e meio em uma vídeo-mensagem para o Padre Richard Frechette (padre Rick), um missionário que trabalha para os meninos do Haiti e mereceria, ele só, um livro inteiro: fiz um concerto, para ajudá-lo a construir a Casa dos Anjos e me pediu dizer umas palavras de esperança para as mães em dificuldades e escolhi contar a história do meu nascimento”.

“Eu o fiz contando a experiência pessoal da minha mãe sem sequer pedir permissão a ela, mas ela não me censurou, e eu tampouco estava preparado para todo este clamor que foi gerado com efeito retardado”, acrescenta no telefone enquanto esperava com sua familia o início do primeiro jogo da seleção italiana de futebol que empatou com o Paraguai em 1 a 1.

Na entrevista, Bocelli também relata como desde pequeno e quando jovem “era muito inquieto, bastante inconsciente: amava a velocidade” e que sentiu a música desde muito pequeno: “minha mãe me conta que eu chorava assim que escutava uma melodia, inclusive através da parede do quarto do hospital, girava em direção ao som e escutava encantado”.

Formando personalidades cristãs maduras, conscientes de sua identidade batismal e de sua missão evangelizadora na Igreja e no mundo.
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