Artigo da ‘Testemunho’ Categoria

* Ser católico hoje. Fala-nos escritor e jornalista Vittorio Messori.

quinta-feira, março 11th, 2010

Crente e ao mesmo tempo inconformista, o escritor e jornalista católico Vittorio Messori casou-se com o Evangelho porque, simplesmente, era inevitável. Ele mesmo explicou isso no dia 26 de fevereiro, em um encontro em Roma promovido pela Libreria Editrice Vaticana.

Apresentando a nova edição da obra Cose della vita, último dos quatro volumes da casa editorial – junto a Pensare la storiaLa sfida della fedeEmporio Cattolico –, Messori relatou as razões de sua fé, apesar de todo peso que a razão teve em sua formação.

Nascido em Sassuolo, e licenciado em Turim com Alessandro Galante Garrone (“que não me perdoou ter-me tornado católico”), pupilo de Norberto Bobbio (“grande nome do laicismo puro”), após a descoberta da fé nos anos universitários, Messori dedicou sua atividade literária à busca da verdade do Evangelho.

Com mais de um milhão de exemplares vendidos na Itália, o primeiro de seus livros, Hipóteses sobre Jesus, foi traduzido a dezenas de idiomas e ainda hoje é reeditado. Muitos outros best seller internacionais vieram com o tempo.

Um dos fatores do êxito editorial de Messori é devido a sua capacidade de captar as dúvidas e as perguntas de muitos católicos e também de muitos ateus. “O ateu é um crente – explica –, faz todo o possível para demonstrar que Deus não existe”. O ateu “sempre corre o risco da conversão”, enquanto que ele, nos tempos de agnosticismo, não tinha nada “contra” a religião. “Era uma subcultura da qual não me ocupava”.

De formação anticlerical, “à maneira emiliana” (da Emilia Romagna, região italiana), a primeira pessoa a quem Messori, em 1976, teve de explicar sua “iluminação” foi sua mãe. Muitos se surpreendiam do Messori religioso. “Não me convinha ser católico. Tratava-se de começar do zero. Foi algo a que tentei resistir, mas, já se sabe, o homem propõe e Deus dispõe. Assim, rendi-me à evidência”.

Messori estava tão longe das coisas sagradas que “para buscar a paróquia à qual pertencia minha casa tive de recorrer às páginas amarelas”. Desde então, abriu-se o caminho até se converter em incômodo, em politicamente incorreto. Um episódio para todos: “na metade dos anos 70, lançar um livro como o meu significava no máximo terminar na estante secundária das Paulinas. Nos mostradores principais estavam o manual do bom sindicalista e o Jesus revolucionário”.

Ninguém se perguntava sobre as origens da fé. Ao contrário, o debate voltava-se sobre suas consequências e, portanto, perguntava-se como enfrentar os problemas econômicos à luz do Evangelho. Como apologeta, Messori pretendeu em contrapartida explicar os motivos de crer. “A apologética é um dom de Deus, como a razão, da qual não há que renegar. No fundo, o último passo da razão está precisamente em compreender que muitas coisas a superam”.

* Banda Korn: Mais um integrante da banda se converte ao Cristianismo.

sexta-feira, março 5th, 2010

O baixista do Korn, Reginald Arvizu´s, mais conhecido como Fieldy, publicou um livro intitulado “Got the Life: My Journey of Addiction, Faith, Recovery and Korn”, que contém cartas que Fieldy escreveu para os demais integrantes da banda para se desculpar por seu comportamento no passado.

O livro conta detalhes dos problemas do baixista com drogas e álcool durante todos os anos de banda e conta também, como ter se tornado cristão o ajudou a enfrentar todos os seus vícios.

Fieldy deu uma cópia de seu livro para o vocalista Jonathan Davis e o guitarrista James “Munky” Shaffer, porém ainda não recebeu um retorno de ambos com suas respectivas opiniões.

Ele é o segundo membro do Korn a se converter ao cristianismo, o primeiro foi o guitarrista Brian “Head” Welch que optou por deixar a banda e se dedicar a sua nova vida.

Segundo o músico, sua opção por ficar longe das drogas e adotar uma religião não tem relação com o KORN. “Não vou sair e simplesmente largar algo. Continuo sendo a mesma pessoa, então não sei se alguém quer me criticar. Ainda sou eu. Fiz algumas mudanças, não saí por aí falando para todo mundo que estava pronto para essas mudanças, continuei sendo eu”, afirma o baixista.

Fonte: Whiplash

* Malhação: Surge personagem ” gay e fixo” na série global.

segunda-feira, março 1st, 2010

Na quarta-feira (24/02) a série “Malhação ID” exibiu capítulo onde o personagem Alê (William Barbier), após uma noite frustrada com a sua namorada, Maria Claudia (Isabela Dionísio), resolve assumir a sua homossexualidade para ela.

À Maria Claudia ele disse que “estava na hora de parar de mentir para si mesmo” e que “não curte garotas”.

Assim, de forma muito clara o seriado adolescente abordou um tema bem delicado, principalmente ao seu público alvo: jovens com idade entre 12 e 18 anos.

Não é a primeira vez que “Malhação” trata doassunto.

Nos anos 90 o personagem vivido pelo ator Thierry Ferreira também se assumiu para a namorada. A diferença é que, o personagem de Thierry logo saiu da trama. Já Alê, da temporada atual da série, é personagem fixo da trama, o que lhe deve render outras histórias em relação a sua sexualidade.

Também não há como se esquecer do personagem vivido por Bruno Cagliasso, o Junior da novela “América”. Na trama ele era filho de uma fazendeira matriarcal que sonhava vê-lo entrar na igreja para se casar com uma mulher. Mas, no decorrer da história ele se assume para a mãe e acaba apaixonado por um dos peões da fazenda.

Fonte: CAPA

***

Você assiste Malhação?

Surge a questão:

Devo assitir tudo que passa na televisão, já que posso – assistindo – criticar e filtrar, ficando com o que é bom.

Ou

Devo- sabendo já o tipo de programação de determinados programas, como malhação, não aceitar nem estimular pela audiência essa programação, me recusando assistir e buscar alternativas mais saudáveis para meu lazer televisivo?

O que você pensa a respeito?

A questão básica é se a televisão é chamada em sua responsabilidade social – como concessão do Estado que  é – a refletir a realidade para mudá-la ou se ela apenas reforça mediocremente essa realidade.

Não se muda a realidade sem conhecê-la, é verdade, porém julgar conhecê-la tendo como referência apenas aquilo que de pior o homem é capaz de produzir como a violência, a imoralidade, o relativismo moral,etc, é supor que a realidade seja apenas essa, nivelando a sociedade por baixo, e perdendo assim a oportunidade para mostrar o que pode ser feito de positivo e construtivo a partir daquilo que é verdade (não absoluta)- não se nega – mas é errado !

Os programas que mostram as entranhas daquilo que nós homens somos capazes de produzir de mais nefasto é reconhecido por todos como “baixaria” e destrói mais do que constrói ,além de  não refletir TODA a verdade de nossa sociedade doente,que tem também muita coisa boa  e construtiva.

Sociedade doente , porém capaz de reagir !

É ai que entram os meios de comunicação social chamados a educar, formar ,informar, defender a verdade, servir aos homens e a sociedade. colocar  a sociedade para cima-  sem negar a realidade – mas a ultrapassando e transformando-a,tendo como referência o homem e sua dignidade e não o lucro e busca da audiência a qualque preço.

No caso especifico do post, penso que não se tem como não se abordar esse tema, porém se sabe que em programas como esse só se mostra o lado afirmativo e normativo, dando a entender que é natural e normal – porque  comum na sociedade atual- esse profundo engano de negar a verdade da lei natural criada por Deus.

Comum quer dizer frequente e não significa necessariamente correto, já que existem muitas coisas em nossa sociedade comuns, porém erradas, como mentir, não se respeitar filas, se atrasar nos compromissos (de tal forma que esse atraso parece ser no Brasil intrínseco à nossa cultura. Com exceções,claro.
- O fato de existirem excessões apenas confirma isso.)

No entanto, relação homem com homem não é natural nem reflete a norma da sociedade humana, construida desde sempre, na união do homem e da mulher e no fruto natural dessa união que são os filhos.

* Testemunho: Nossa Senhora de Medjugorje me salvou !

domingo, fevereiro 21st, 2010


Testemuho do piloto americano Scott O’Grady
Scott O’Grady, um piloto de combate das forças da OTAN cujo avião foi abatido na Bósnia,

em Junho de 1995,

foi resgatado após uma operação bem-sucedida na qual mais de 40 aviões e helicópteros

participaram,

100 soldados e alguns dos melhores estrategistas militares de OTAN.

Após o seu regresso aos Estados Unidos, ele também escreveu um livro sobre os eventos

e os horrores que viveram depois de os sérvios da Bósnia derrubado seu F-16.


Descrevendo o sofrimento, fome, sede, frio e medo de que ele viveu

no decurso dos vários dias de clandestinidade

e à espera de ajuda nas florestas da Bósnia, em seu livro “Retorno

honrado”, ele também revela um detalhe

interessante que tem o maior significado em toda a operação

de resgate.

“No terceiro dia do meu esconderijo, pensando em como

a sobrevivência é, antes de tudo

um teste espiritual, eu experimentei algo fantástico e irrepetível…


De repente, no silêncio do meu esconderijo, lembrei-me do

relato de um amigo de minha mãe, que antes da guerra

eclodir na Bósnia, visitou Medjugorje, um pequeno

lugar do sul do país, onde há testemunho sobre

aparições de Nossa Senhora.


Naquela tarde, eu me virei para Nossa Senhora em oração.

Imediatamente eu senti Sua presença.

Direito tornou-se mais e mais claros e palpáveis

até o momento que eu A  vi.  É difícil descrever em palavras.


A visão veio com a força dos meus sentimentos, e esse sentimento

foi indescritivelmente quente, cheio de felicidade e de paz.

Alguém que existia orava e vigiava pelo meu regresso.

Essa visão foi a coisa mais importante que me aconteceu na Bósnia.

Ela me deu a coragem de resistir nos momentos mais difíceis. “


Através de seu livro O piloto norte-americano fez sua própria declaração

pública dada imediatamente após a operação de resgate:

“Nossa Senhora de Medjugorje me salvou!”

Traduzido por Gabriel Paulino

Fonte: http://crownofstars.blogspot.com/2010/02/in-times-of-trial.html

* Testemunho de uma católica na Luterana Suécia.

segunda-feira, fevereiro 1st, 2010
Sandra Paulsen

A gente está tão acostumada, no Brasil, a pensar a vida em termos católicos, que nem pensa nas diferenças entre religiões. Mesmo aqueles que professam outras religiões, estão “acostumados” à vida em um país ainda de maioria católica.

Agora vire tudo de cabeça para baixo! Pois é, a Suécia é um país luterano, se é que se pode dizer isso de uma sociedade tão secularizada. Mas as tradições, os costumes, são protestantes. O que quer dizer que eu sou parte de uma minoria!

Somos cerca de 85.000 fiéis no país todo (compare com os 7 milhões de luteranos), freqüentando 42 paróquias. Temos um bispo. Isto mesmo, unzinho!

Imagino que, dado o pequeno número de fiéis, não deve haver razão para o Papa nomear mais bispos.
O fato é que toda a Suécia é uma só diocese, e isto a partir de 1953! Antes, a partir de 1783, estamos falando apenas de um Vicariato Apostólico, com um vigário, e não um bispo, como líder.

Nosso bispo, Anders Arborelius, é o primeiro bispo sueco na Suécia! Os onze anteriores vinham de outros países, e só os últimos cinco residiam em Estocolmo.
Outra das curiosidades do ser católico aqui é que a participação na igreja é oficial, ou seja, requer uma inscrição individual e formal.

Individual, porque a liberdade de culto na Suécia exige que cada um possa optar por ter ou não uma religião. Ou seja, em princípio, é ilegal “forçar” a adoção de uma religião pelas crianças. A educação religiosa é praticamente proibida nas escolas e, para muitos, batizar os filhos numa igreja é um desrespeito à liberdade da criança. Assim, não há famílias católicas, mas indivíduos católicos…

Formal, porque inscrever-se em uma paróquia implica aceitar o pagamento mensal do dízimo. A inscrição na Igreja Católica local significa que, mensalmente, 1% da sua renda bruta será automaticamente descontado pelas autoridades fiscais, da mesma forma que se coleta o imposto de renda, e destinado à Igreja. Funciona da mesma forma para os inscritos na Igreja Sueca. Só assim, em princípio, uma pessoa tem direito a receber os sacramentos.

Essa foi das coisas mais difíceis para mim. Acostumada à nossa informalidade e a participar da coleta nas missas, ou de contribuir voluntariamente para a Igreja de acordo com minha consciência, o desconto do dízimo no salário foi uma surpresa agora já digerida.

Ocorre que a solidariedade cristã exige a contribuição de todos. Custa caro realizar uma missa aqui, principalmente durante o inverno com a necessidade de aquecimento! E estes custos têm que ser cobertos de alguma forma. Assim, o princípio é que, em benefício dos serviços prestados e das obras da Igreja, todo mundo deve contribuir.

As missas são realizadas em várias línguas e muitos preferem as rezadas em polonês, espanhol, inglês, ou algum outro idioma de origem.

Recentemente, tem-se observado um crescente número de conversões entre os suecos. Muitos se convertem ao islamismo, mas a cada ano são 100 os que se convertem ao catolicismo. É interessante descobrir “novos católicos” entre autoridades e pessoas famosas. O atual Ministro do Meio Ambiente, por exemplo, é católico!

Segundo um recente artigo de jornal, o que leva os suecos a mudarem ou adotarem uma religião é, quase sempre, o amor, o encontro com uma pessoa que professa outra crença. Mas alguns reconhecem que a Igreja Sueca vem perdendo a força e que outras religiões atraem ao oferecer uma imagem mais forte da presença divina.

Parece que, modernos ou não, secularizados ou não, nós seres humanos buscamos sempre algo mais. E alguns, principalmente quando desprovidos da família e dos amigos, da cultura, do clima e das paisagens do país de origem, encontramos consolo no Pai Nosso, mesmo quando rezado em outro idioma…

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Sandra Paulsen,casada, mãe de dois filhos, é baiana de Itabuna. Fez mestrado em Economia na UnB. Morou em Santiago do Chile nos anos 90. Vive há oito anos em Estocolmo, onde concluiu doutorado em Economia Ambiental.

* Testemunho de uma conversão, através de Maria, à Igreja Católica.

terça-feira, janeiro 26th, 2010

Em síntese: Susan, filha do ex-pastor Francisco Almeida Araújo, narra como se converteu ao Catolicismo após um sinal portentoso atribuído à Virgem Santíssima. Desejava um “Marron glacê”, … e este lhe foi obtido pela Mãe do céu, que ela invocara. Daí o nome de “Menina do Marron Glacê”.

“Se é bom conservar escondido o segredo do rei, é coisa louvável revelar e publicar as obras de Deus”. Tobias 12,7 –

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Oi, tudo bem? Meu nome é Susan e muitos me conhecem como A Menina do “Marron Glacê”.

Sou a Sexta filha do Diácono Francisco. Vou falar um pouco de mim, das experiências por que passei, saindo da Igreja Protestante e indo para a Igreja Católica, e também dos milagres que aconteceram comigo e minha família.

Naquela época eu tinha 8 para 9 anos. Tive uma infância muito boa e feliz. Ia todos os domingos para a igreja; morávamos em Atibaia, interior de São Paulo. Em certa ocasião meu pai e minha mãe estavam se afastando da igreja e o pastor me perguntou por que meus pais não estavam freqüentando o culto aos domingos. Eu, assustada, não soube responder.

Quando cheguei em casa, disse aos meus pais que o pastor havia perguntado por eles. Interroguei: – “Pai, por que o senhor não está indo mais à igreja?” Ele, na mesma hora, mudou de assunto. Eu, menina quer era muito esperta, fiquei quieta. A semana passou … Chegou o Domingo! Quando acordei, vi que estava atrasada para o culto e achei muito estranho, porque meu pai sempre acordava os filhos para irem à igreja. Naquele Domingo meu pai não havia chamado ninguém para se levantar. Eu, como gostava de ir ao culto, corri depressa para me aprontar. Meus pais estavam na casa, lendo a Bíblia e eu disse: “Bênção, pai! Bênção, mãe! Vou correndo para o culto. Quando voltar, quero saber por que o senhor fica inventando desculpas para não ir ao culto, e também agora nem me acorda mais, nem a meus irmãos!?”

Quando cheguei à porta da igreja, lá estava o pastor cumprimentando a todos. Eu pensei assim: “Que mais vou inventar para dizer ao pastor por que meus pais e meus irmãos não vem mais à igreja? Lá vou eu”. O pastor falou: “Oi, minha filha, o que aconteceu com seu pai, que não veio desta vez?” Respondi: – “Pastor, o senhor não sabe da maior: meu pai está doente, está de cama”. Ele respondeu: – “Vou pedir oração para o pastor Francisco e à tarde vou fazer uma visita a seu pai”. Na mesma hora fiquei assustada porque sabia que meu pai não estava doente. Mas eu não entendia por que meus pais não estavam indo mais ao culto. Quando terminou o culto, voltei para casa e disse a meus pais que o pastor novamente perguntou por eles e que eu havia respondido que o pai estava doente, sendo que o pastor disse que viria fazer-lhe uma visita.

Meu pai tranqüilizou-me, dizendo que eu não havia mentido, pois ele estava com a garganta inflamada. Olhou para minha mãe e falou: – Não é, Didi?” Minha mãe respondeu: – “É verdade, Susan”. Naquele momento fiquei muito aliviada, minha cabecinha não estava mais confusa.

O pastor veio visitá-lo, orou e disse que no próximo domingo o culto seria celebrado por ele. Meu pai respondeu: – “Tudo bem!” A semana passou, chegou o Domingo e meu pai mandou uma carta para o pastor. Eu não sabia o que estava escrito, mas meus irmãos, sim. Um mês se passou, 3 meses, 6 meses e assim por diante.

Certa ocasião ouvi meus pais rezando a Ave-Maria, na sala. Eu ouvi e comecei a chorar porque eu tive sempre na minha cabeça, e a igreja falava, que a Virgem Maria não ouvia orações, que teve vários filhos e que era pecado rezar a sua oração. Entrei na sala. Meu pai falou: – “Meus filhos, faz dois anos que estou estudando a Bíblia e livros de outras religiões com sua mãe e descobrimos que a Igreja verdadeira é a Igreja Católica”.

Na mesma hora meus irmãos concordaram em ir para a Igreja Católica. Eu não. E falei: – “Pai, o senhor vai para o inferno e vai levar os meus irmãos e minha mãe juntos. Sempre o senhor disse que a Igreja Católica é coisa do inimigo”. Daí meu pai explicou por que estava mudando de religião. Falou sobre a Eucaristia e também sobre a Assunção de Nossa Senhora ao Céu.

Ficou mais de quatro horas conversando e explicando que a Igreja Católica é a Igreja verdadeira. Quando ele terminou, eu disse que não ia sair da igreja protestante. O pastor despediu meu pai. Enfim, o dinheiro estava acabando e começamos a passar fome, comendo apenas mandioca no café, no almoço e no jantar .. A família estava parecendo cara de mandioca. Era todo santo dia.

Uns dias depois eu disse a meu pai que queria tanto comer doce de “marron glacê”. Meu pai olhou para mim, segurou minha mão e respondeu: – “Vá para seu quarto, ajoelhe-se e peça à Virgem Maria, ela vai lhe dar”. Olhei com os olhos cheios de lágrimas para meu pai e disse: – “Papai, vou pedir; se ela me der amanhã, às 9 horas da manhã, eu vou acreditar que a Virgem Maria ouve realmente as orações”.

Então fui para meu quarto e comecei a orar: senti uma sensação diferente, parecia que havia uma pessoa do meu lado. E esta sensação era muito gostosa, tão gostosa que não consigo explicar. Só quem já passou por esse momento entende. Hoje eu entendo: aquela sensação que eu senti era minha querida Mãezinha do Céu que estava perto daquela menininha que tinha apenas 8 anos de idade. Realmente nossa Mãezinha do Céu trouxe a lata de “marron glacê”, através de uma senhora da Igreja Católica e por sinal essa senhora é muito católica e amada pela Virgem Maria. Trouxe exatamente às 9 horas da manhã e me disse: – “Esta lata de doce, menininha, Nossa Senhora mandou para você. Ela a ama muito”. Eu comecei a chorar e agradecer à Virgem Maria. Na mesma hora o relógio tocou. Fui para meu quarto e pedi perdão à Mãezinha do Céu. Daí então fui para a Igreja Católica e fiz minha Primeira Comunhão.

Fonte: Repórter de Cristo.

* Editora de famosa revista “gay” americana se converte e muda rumo de sua publicação.

sábado, janeiro 2nd, 2010

Charlene Cothran, uma das mais proeminentes lésbicas afro-americanas dos Estados Unidos, fundadora e editora da revista homossexual “Vênus”, anunciou surpreendentemente sua conversão ao cristianismo no último número da revista, e sua decisão de mudar o rumo da publicação para ajudar, adiante, à recuperação de homossexuais.

Considerada como uma das mais famosas e bem-sucedidas lésbicas de cor nos Estados Unidos, Cothran surpreendeu a sua audiência com sua última edição de “Vênus”, cuja história principal anuncia: ” Redimida! 10 maneiras de deixar ‘a vida ‘ (homossexual) se querem sair dela”.

No artigo, a editora revela que a conversação com um cristão, que insistiu sem cansaço a utilizar seus talentos para o bem em vez do mal, levaram-na a “render totalmente meu coração a Jesus”.

“Embora tenha vivido como lésbica ao longo de toda minha vida adulta –diz Cothran-, não tenho dúvida alguma de que o propósito de minha alma é o de usar meus dons para AMOROSAMENTE  (em altas no original) compartilhar a verdade de como chegamos aqui: como nos convertemos em um gay ou uma lésbica, como chegamos a desfrutar de nosso ‘estilo de vida’ e como chegamos a acreditar que isto estava OK com Deus“.

No artigo escrito com estilo e paixão, Cothran transmite esperança a ” meus irmãos e irmãs homossexuais que realmente procuram a paz“  e afirma que “é mais simples do que pensa adquirir [a verdadeira paz] e não há condenação alguma uma vez que entre nela”.

Aos quase 40.000 assinantes da revista, a grande maioria homossexual de raça negra nos Estados Unidos e Canadá, e às centenas de leitores de sua página Web, Cothran informa que decidiu “entregar todos meus dons de novo ao Senhor,  incluindo a revista Vênus. O público será o mesmo, mas a missão foi renovada: Nossa nova missão é animar, educar e assistir a todos aqueles na vida que querem mudar, mas não encontraram uma saída. Meu irmão, minha irmã, por favor, me siga no caminho de saída para tudo isto”, escreve Cothran, com seu habitual estilo persuasivo.

Entre os dez meios que a editora menciona para combater a homossexualidade figuram: ” busca a verdade sobre a homossexualidade nas Escrituras“; “não resista ao chamado de Deus em sua vida”; e não esconder a decisão de mudar uma vez que esta foi tomada porque “este é um truque que usa o inimigo para ganhar tempo enquanto trata de te atrair de volta a sua vida passada”.

Cothran responde com serenidade às reações negativas a sua conversão entre alguns líderes “gay”. “Compreendo perfeitamente muitas das respostas, por mais iracundas que sejam. Há um ano, eu teria reagido exatamente da mesma maneira”, responde.

Por isso, a editora respondeu pessoalmente aos ataques de alguns dirigentes de grupos homossexuais que a acusam de haver-se convertido em uma “abusadora de gays”, explicando que sua conversão a animou apoiar com verdadeiras soluções, não a apontar o dedo, aos homossexuais.

“Sabemos que muitos dos novos e antigos assinantes de Vênus foram influenciados por um sistema de crenças em consonância com esta convicção (que a homossexualidade não é uma forma de vida desejada por Deus) mas permanecem ainda na vida (homossexual)’. Muitos querem mudar e se perguntam se podem ser aceitos na familia de Deus ‘tal como são’. A resposta é SIM! Estes leitores encontrarão que a nova Vênus é uma ferramenta refrescante e bendita para o trabalho do reino”, conclui Cothran.

Clique no link abaixo  para vê  e ouvir seu testemunho.

http://eoqha.net/entrevistas/homossexualismo-entrevista-charlene-cothran/

Fonte : ACI

* 37 missionários mortos em 2009,o número mais alto da década.

quarta-feira, dezembro 30th, 2009

A Fides, agência do Vaticano para o mundo missionário, revelou que 37 agentes pastorais foram assassinados enquanto desempenhavam a sua missão nos cinco continentes, no ano de 2009. O número é praticamente o dobro em relação a 2008 (20) e o mais alto na última década.

O elenco dessas mortes refere-se não só aos missionários “ad gentes”, mas a todo o pessoal eclesiástico que morreu de forma violenta ou que sacrificou a sua vida consciente do risco que corria.

As 37 mortes ocorridas em 2009 referem-se a 30 sacerdotes, duas religiosas, dois seminaristas e três voluntários, leigos.

Nesta quarta-feira, 30 de dezembro, a Fides publica um elenco com notas biográficas, informações sobre a circunstância das mortes e uma panorâmica por continentes.

Os números da Agência mostram ainda que desde 1980 morreram 949 missionários, com destaque para as vítimas provocadas pelo genocídio do Ruanda, em 1994. Desde 2001 foram registradas pela agência do Vaticano 220 mortes.

Fonte: Rádio Vaticana

* Natal no Japão.Testemunho de um missionário.

quinta-feira, dezembro 24th, 2009


Hoje vou discorrer com vocês sobre a festa de Natal no Japão.

Talvez seja hoje a festa mais famosa sobre o planeta. De alguma forma o Natal é celebrado em todas as partes do mundo. Algumas vezes, a festa está muito bem relacionada com a comemoração da vinda de Cristo a este mundo. Isto é mais comum em comunidades de fé. Outras vezes é uma festa de aniversário sem o aniversariante. Seu tom é só cultural. E o mais comum, numa sociedade de consumo, parece ser uma festa puramente comercial.

Apesar de os missionários terem trazido o cristianismo ao Japão, 500 anos atrás, o Natal cristão não emplacou neste país. Contudo, nos últimos anos, as cidades, lojas, lugares públicos recebem decorações natalinas de tirar o fôlego. Tudo o que se possa imaginar de tecnologia de informática, de eletro-eletrônica, é profusamente usado para criar efeitos luminosos, movimentos sincronizados, música e decorações. Tudo enche os olhos e encanta. Embora a música seja a tradicional de Natal, não pense que seja fácil encontrar alguma coisa que signifique o Natal Cristão.

Dia 25 de dezembro, não é feriado. Trabalha-se normalmente. Dia 24 pode ser caracterizado como o dia dos namorados. Hotéis e motéis transbordam de namorados ou algo parecido. Dia 23 de dezembro, celebram o aniversário do Imperador do Japão, sua majestade Akihito. Então, sim, é feriado.

Quando os japoneses tentam usar algum símbolo cristão podem se dar mal. Vejam dois casos. Alguns anos atrás, na cidade de Quioto, colocaram um Papai Noel na Cruz em lugar de Cristo. Mais recentemente, aqui em Tóquio, onde moro, num dos bairros mais badalados, montaram um presépio. Até ali, tudo bem.Estava muito bonito, mas por gozação ou ignorância, na manjedoura, não estava a figura de uma criança representando a Cristo, mas um Papai Noel.

Contudo, para os migrantes cristãos, mesmo não sendo muito apegados ao sentido verdadeiro da festa de Natal, estão em sua cultura, os encontros com os familiares e amigos para saudações, votos e outras manifestações de carinho.

Vocês que não são japoneses, como celebram o Natal? Como as missas em português em geral acontecem uma vez por mês, nas comunidades, celebramos o Natal a partir de meados de dezembro e vamos até o dia 10 de janeiro. Para nós virou uma festa móvel Por isso ela é transferida de acordo com o dia da missa na comunidade.

Bom para os missionários que celebram o Natal durante quase um mês. Melhor ainda porque é só um dia, mas Cristo é para todos os dias.
Missionário Olmes Milani cs.


Rádio Vaticano

* Pastores protestantes passam para a Igreja Católica.

terça-feira, dezembro 22nd, 2009


Um fenômeno muito interessante tem acontecido nos Estados Unidos; uma grande quantidade de pastores protestantes têm se convertido ao catolicismo depois de perceberem que a Igreja Católica é a Verdadeira Igreja de Jesus Cristo, fundada sobre Pedro e os Apóstolos.

Isto é fruto do estudo profundo da doutrina católica, especialmente dos Padres da Igreja. Em sua coluna semanal, publicada no jornal da paróquia “Ascension Catholic Church” (Melbourne-FL) no dia 13.08.06, o padre Tobin abordou o tema com o artigo: “Leigos católicos deixando a Igreja, ministros protestantes se juntando à Igreja. O que está acontecendo?”

Ex-pastores estão tendo muita influência nessa conversão de outros ao catolicismo. Há muitos livros, dvd´s e cd´s de testemunhos e palestras desses convertidos; o “Surprised by Truth” – “Surpreso pela Verdade”, com mais de 300.000 cópias vendidas, trás histórias das conversões de 11 ex-ministros protestantes, escritas por eles mesmos; além de programas em tvs e rádios católicas. Alguns dos convertidos à Igreja Católica são:

- Dr. Scott Hahn ex-pastor presbiteriano, hoje é professor na Franciscan University of Steubenville – Ohio. Tornou-se um dos maiores pregadores católicos dos EUA. Ele foi um ferrenho aliciador de jovens católicos para o protestantismo, tendo distribuído inúmeras cópias do livro Roman Catholicism, de Loraine Boettner , conhecido como a bíblia do anti-catolicismo, mais de 450 páginas contendo todo o tipo de distorções e mentiras sobre a Igreja Católica. O cd do seu testemunho de conversão atingiu o maior número de cópias distribuídas em todos os tempos,tem um programa às segundas-feiras, às 20h, na televisão EWTN (católica) com uma ótima audiência, no qual sempre entrevista um ex-protestante convertido. Muitos ligam durante o programa para perguntar algo e terminam dizendo que já estão se convertendo.

É importante dizer que eles cresceram e receberam formação no meio protestante, odiando mesmo a Igreja Católica, num ambiente onde ela é denominada “prostituta da Babilônia” e, de repente, sentem que foram enganados nos seus ensinamentos, principalmente quando falam da fundação da Igreja (Mt 16:18-19) e na transformação do pão e do vinho em Corpo e Sangue de Jesus (Mt 26:26-28).

O pe. Tobin considera isso um fenômeno interessante porque: “nos últimos 20 anos enquanto alguns membros católicos se vão, um número crescente de ex-ministros liderados pelo Espírito Santo, se convertem ao catolicismo. Também um grande número de leigos protestantes está se juntando a nós”. Isso é fantástico, porque: “Quase todos os ministros protestantes, agora católicos, cresceram numa atmosfera anti-católica; foram muito bem educados nas crenças de suas religiões; juntando-se à Igreja Católica, significava perderem os seus trabalhos, as suas regalias; muitos deixaram comunidades de fé vibrante para se juntarem a uma paróquia que poderia não ser muito viva espiritualmente; agora, perguntemo-nos: por que, então, esses ministros vieram para a nossa Igreja? Porque eles sentiram insipiência na sua doutrina. Nos seus testemunhos, percebemos que coisas pequenas é que começaram a suscitar dúvidas em seus corações. E nos seus questionamentos, como não obtinham resposta lá, procuravam-na no catolicismo e assim adentravam nas raízes do cristianismo, só encontradas na Igreja Católica, a Igreja fundada por Jesus Cristo”.

O padre Tobin diz ainda que “esse processo de conversão não era breve e fácil. Levava muito tempo, anos, de estudos profundos e comparações entre as doutrinas (a nossa igreja não ensina isso assim e aí, percebiam a verdade). Também significava uma mudança radical nas suas vidas.”

Essa conversão de muitos pastores ao catolicismo mostra o quanto a doutrina é importante para a fé; nós católicos temos a obrigação de conhecer a fundo a nossa doutrina. “Hoje esses ex-pastores falam da nossa fé com orgulho, com conhecimento profundo, buscando inspiração e citações nos nossos santos que desprezavam”, disse o padre Tobin.

A revista norte-americana “Sursum Corda! Special edition 1996”, há dez anos também trouxe uma notícia de que nos últimos dez anos cinqüenta pastores protestantes se converteram ao Catolicismo, sendo que outros mais estão a caminho da Igreja Católica. Cita vários casos, e mostra os motivos que levaram tais cristãos à conversão. As três razões mais freqüentemente apontadas são as seguintes:

1) subjetivismo que reina nas denominações protestantes em conseqüência do princípio do “livre exame da Bíblia”, cada cristão é tido como apto a interpretar a Palavra de Deus segundo lhe pareça;

2) o retorno à literatura Patrística ou dos oito primeiros séculos da Igreja, evidenciando o modo de entender a fé professado pelos antigos cristãos;

3) a definição do cânon da Bíblia, que não é deduzida da própria Bíblia, mas sim da Tradição oral, que é anterior à Bíblia e a identifica ou abona, indicando o respectivo catálogo.

O artigo é de autoria de Elizabeth Althau, tem por título “Protestant Pastors on the Road to Rome” (pp. 2-13).

* Testemunho de ex-líder Gay convertido.

sexta-feira, dezembro 11th, 2009

Dois anos atrás Michael Glatze provocou ondas de choque em toda a elite homossexual quando declarou publicamente que ele havia abandonado sua vida como proeminente ativista homossexual, se tornado cristão e abraçado a “sexualidade humana normal”.

Contudo, depois de ser vítima de intensas críticas e zombaria após sua conversão, Glatze decidiu “se retrair”, “ficar em silêncio” e “se preparar” por um tempo, mas agora diz que se sente compelido a dar seu testemunho de novo.

Numa entrevista com LifeSiteNews.com (LSN), Glatze disse que, longe de ter voltado a seu velho estilo de vida (como muitos de seus críticos da comunidade homossexual disseram que ele faria), ele está “extremamente feliz, e apto a ter uma vida muito boa, normal e saudável”.

Glatze começou a se identificar como homossexual com a idade de 20 anos. Depois disso ele fundou uma popular revista homossexual para jovens — Young Gay America — com pouco mais de 20 anos, e se tornou uma fonte para os meios de comunicação nacionalmente reconhecida em questões homossexuais aos 30 anos.

Durante esse tempo, porém, ele começou a ter dúvidas sobre a homossexualidade, e em 2005, depois de uma década trabalhando no movimento homossexual, ele desistiu de tudo, decidindo que era “errado e imoral”. Pouco antes de deixar sua posição na revista, conforme ele relatou em 2007 quando revelou pela primeira vez acerca de sua conversão, ele escreveu em seu computador de escritório: “Homossexualidade é morte, e eu escolho vida”.

Depois de anunciar sua conversão, Glatze diz que foi “duramente criticado por pessoas que não me conheciam ao ponto em que eu precisava me retrair, para entender melhor tudo o que eu estava discutindo”.

“A fúria que vem dos indivíduos ‘gays’ contra pessoas como eu pode ser cruel e vil, e pode machucar”, ele disse para LSN. “Eles não param por nada para fazer me sentir envergonhado por minha atual posição acerca da homossexualidade, e tentar me fazer duvidar do que experimentei em minha vida”.

“Cheguei ao ponto em que decidi ficar em ‘silêncio’, e recusar ofertas para falar, e me preparar”, disse ele.

Desde então ele diz que “está confiando em Deus, e somente em Deus”. “Venho adorando viver uma vida relativamente normal”, disse ele. “Vou à igreja. Tenho namorado moças. E, continuo a entender as ramificações do pecado homossexual de forma cada vez mais profunda, e à medida que encontro outros presos nesse pecado, aprendo mais sobre a natureza humana, e observo minhas próprias experiências — comparando-as com o modo como eu poderia ter respondido ou reagido em certas situações apenas alguns anos atrás”.

Agora pronto para compartilhar seu testemunho de novo, ele diz que insiste em fundamentar sua identidade em Deus, em vez de se definir de acordo com sua condição de “ex-gay”. “Não quero ser algum tipo de porta-voz que faz essa questão parecer exagerada acerca de mim”, ele explicou.

“Há inúmeras pessoas que saíram do estilo de vida homossexual com êxito, largaram os hábitos do pecado homossexual e que têm vidas felizes e saudáveis”, ele continuou.

Ele diz que foi edificado por “muitos, muitos e-mails de pessoas de várias partes do mundo que se identificaram com meu testemunho… que me incentivaram a prosseguir nesta caminhada, que estão felizes, que abandonaram a homossexualidade, deixando-a bem para trás, que têm filhos e que têm belas esposas”.

Parte do problema em ‘divulgar o testemunho’ é que estamos realmente apenas falando sobre a experiência humana normal”, disse ele. “Não é o tipo de coisa onde você sente a necessidade de investir horas de sua vida, correr e gritar ‘Gente, vocês precisam respirar o ar!’”

A verdade é “óbvia”, explicou ele. “A heterossexualidade é a sexualidade humana normal, enquanto a homossexualidade é um desvio. Essas são coisas óbvias. O que é tão inovador é o modo como os ativistas estão tendo sucesso em turvar a realidade”.

“Penso que enquanto os meios de comunicação perpetuarem o mito de que a homossexualidade não pode ser curada… quero continuar a espalhar a mensagem da verdade em oposição a essa mentira”, disse ele, “sustentado pelo fato de que estou mais feliz, mais confiante e muito mais saudável — e muito, muito menos gay — desde 2007 e os anos anteriores”.

Veja informação, em inglês,  Aqui

Veja mais no link  abaixo.

Prominent U.S. Gay Activist Now Publicly Speaking Out Against Homosexuality

Veja testemunho de Michael Glatze

A homossexualidade me veio fácil, pois eu já era fraco.

Minha mãe morreu quando eu tinha 19 anos.

Meu pai morreu quando eu tinha 13.

Bem novo, eu já estava confuso sobre quem eu era e como eu me sentia acerca dos outros.

Minha confusão sobre “desejo” e o fato de que eu percebia que me sentia “atraído” aos rapazes fez com que eu me colocasse na categoria “gay” com a idade de 14.

Com 20 anos, saí do armário diante de todos ao redor de mim.

Com 22, me tornei editor da primeira revista dirigida ao público gay jovem.

Seu conteúdo fotográfico era quase pornográfico, mas eu imaginava que eu poderia usá-la como plataforma para coisas maiores e melhores.

Em seguida, nasceu a revista Young Gay America (América Gay Jovem).

Seu objetivo era preencher a lacuna que a outra revista (para a qual eu havia trabalhado) havia criado — isto é, qualquer coisa não tão pornográfica, dirigida à população de americanos gays jovens. A revista Young Gay America decolou.

Os gays reagiram com alegria à revista Young Gay America, que recebeu prêmios, reconhecimento, respeitabilidade e grandes honras, inclusive o Prêmio Nacional Papel Modelo da grande organização gay Equality Forum (Fórum da Igualdade) — que foi dado ao Primeiro Ministro do Canadá Jean Chrétien um ano depois — e muitas oportunidades para aparecer nos meios de comunicação, do canal da TV pública até a capa da revista Time.

Produzi, com a assistência da TV pública e do Fórum Igualdade, o primeiro filme documentário a lidar com a questão do suicídio entre adolescentes gays, “Jim In Bold”, que viajou o mundo e foi premiado em muitos festivais.

Young Gay America criou uma exposição de fotos e estórias de jovens gays da América do Norte, que foi levada em viagem pela Europa, Canadá e partes dos Estados Unidos.

Young Gay America lançou a Revista YGA em 2004, para fingir ser um complemento puro para as revistas de bancas dirigidas aos jovens gays.

Eu digo “fingir” porque a verdade era, YGA era tão prejudicial como todas as outras revistas do tipo no mercado, mas era mais “respeitada”, porque não era explicitamente pornográfica.

Levou quase 16 anos para eu descobrir que o homossexualismo em si não é exatamente uma “virtude”. Era difícil eu explicar meus sentimentos acerca da questão, considerando que minha vida estava muito envolvida no homossexualismo.

O homossexualismo, apresentado às mentes jovens, é por sua própria natureza pornográfico. Destrói mentes facilmente influenciáveis e confunde sua sexualidade em desenvolvimento, porém só vim a reconhecer isso quando eu tinha 30 anos.

A Revista YGA esgotou a venda da sua primeira edição em várias cidades da América do Norte. Havia apoio extremo, de todos os lado, para a Revista YGA; escolas, grupos de pais, bibliotecas, associações governamentais, todo o mundo parecia querer a revista. Atingiu em cheio a tendência de “aceitar e promover” o homossexualismo, e eu era considerado líder. Fui convidado para dar palestra no prestigioso Fórum JFK Jr. na Faculdade Kennedy de Governo da Universidade de Harvard em 2005.

Foi depois de ver minhas palavras numa fita de vídeo dessa atuação que comecei a ter dúvidas sérias quanto ao que eu estava fazendo com minha vida e influência.

Não conhecendo ninguém de quem eu poderia me aproximar com meus questionamentos e dúvidas, voltei-me para Deus.

Desenvolvi um relacionamento crescente com Deus, graças a uma crise debilitante de dores intestinais provocadas pelas condutas em que eu estava envolvido.

Logo, comecei a entender coisas que eu jamais tinha sabido que poderiam ser reais, tais como o fato de que eu estava liderando um movimento de pecado e perversão, e minha descoberta não foi baseada em dogmas religiosos.

Cheguei a essa conclusão por mim mesmo.

Ficou claro para mim, enquanto eu pensava sobre isso — e realmente orava sobre isso — que o homossexualismo nos impede de achar nossa verdadeira personalidade. Quando estamos na cegueira do homossexualismo, não conseguimos ver a verdade.

Cremos, sob a influência do homossexualismo, que a cobiça sexual não só é admissível, mas também que é uma virtude. Contudo, não existe nem um só desejo homossexual que seja desligado dessa cobiça sexual.

A fim de negar esse fato, eu havia lutado para apagar tal verdade custasse o que custasse. Eu me atirava às tentações da cobiça sexual e outras condutas usando as muitas desculpas populares que alegam que não somos responsáveis pelo que fazemos, mas somos vítimas de situações, ou nascemos assim, etc. Eu tinha plena convicção — graças ao clima social e aos líderes mundiais — de que eu estava fazendo a coisa certa.

Movido a buscar a verdade, pelo fato de que nada me fazia sentir bem, busquei dentro de mim mesmo. Jesus Cristo várias vezes nos aconselha a não confiar em ninguém além dEle. Eu fiz o que Ele disse, sabendo que o Reino de Deus realmente reside no coração e mente de todo ser humano.

O que eu descobri — o que aprendi — sobre o homossexualismo é estupendo. Minha “descoberta” inicial dos desejos homossexuais ocorreu no colégio, quando reparei que eu olhava para os outros rapazes. Minha cura ocorreu quando ficou decididamente claro que eu deveria — a fim de não arriscar prejudicar mais pessoas — prestar atenção a mim mesmo.

Toda vez que sentia a tentação de cobiçar outros homens, eu pegava a tentação e lidava com ela. Eu a chamava pelo seu nome, e então simplesmente a deixava sumir por si mesma. Existe uma diferença imensa e vital entre admiração artificial — de nós mesmos ou de outros — e admiração total.

Ao nos amar completamente, não mais precisamos de nada do mundo “de fora” com seus desejos e cobiças sexuais, reconhecimento dos outros ou satisfação física. Nossos impulsos se tornam intrínsecos à nossa própria essência, sem os impedimentos provocados por nossas distrações obsessivas.

O homossexualismo permite que evitemos nos aprofundar em nós mesmos. Ficamos na superficialidade e atrações inspiradas por cobiças sexuais — pelo menos, enquanto a lei “aceita” o homossexualismo.

Como conseqüência, um número grande de homossexuais não consegue achar sua personalidade mais real, sua personalidade em Cristo que é presente de Deus.

O homossexualismo, para mim, começou aos 13 anos e terminou logo que eu me isolei das influências externas e me concentrei intensamente na verdade interna — quando eu descobri, com a idade de 30, as profundezas da personalidade que Deus me deu.

Muitos que se encontram aprisionados ao homossexualismo ou a outras condutas lascivas vêem Deus como inimigo, pois Ele os faz lembrar quem e o que eles foram realmente criados para ser. Gente apanhada no ato de seu pecado preferiria permanecer numa “ignorância feliz” e silenciar a verdade e os que a falam, por meio de antagonismo, condenação e aplicando-lhes termos como “racista”, “insensível”, “perverso” e “discriminador”.

Não é fácil se curar das feridas que a homossexualidade provoca — obviamente, há pouco apoio para quem busca ajuda.

O pouco de apoio que existe é debochado, ridicularizado e silenciado pela retórica ou criminalizado pela deturpação das leis.

A fim de achar apoio, tive de investigar meu próprio estado de vergonha e as vozes “condenadoras” de todos os que eu havia conhecido.

Parte da agenda homossexual é fazer com que as pessoas achem que nem vale a pena pensar em conversão — e muito menos pensar que a conversão funciona.

Em minha experiência, de sair  da influência da mentalidade homossexual foi a coisa mais libertadora, bela e estupenda que já experimentei na minha vida inteira.

A cobiça sexual nos tira de nosso corpo, “ligando” nossa mente à forma física de outra pessoa.

É por isso que jamais dá para se satisfazer o sexo homossexual — e todas as outras relações sexuais com base na cobiça sexual: É uma rotina de obsessão, não tendo nada de natural e normal. Normal é normal — e se chama normal por uma boa razão.

Anormal significa “aquilo que nos machuca, machuca o que é normal”.

A homossexualidade nos tira de nosso estado normal, de nosso estado de união perfeita em todas as coisas, e nos divide, fazendo com que fiquemos eternamente obcecados por um objeto físico externo que jamais conseguimos possuir.

Os indivíduos homossexuais — como todas as pessoas — anseiam o verdadeiro amor imaginário, que realmente não existe.

O problema com o homossexualismo é que o verdadeiro amor só chega quando não há nada nos impedindo de deixá-lo brilhar do nosso interior. Não conseguimos ser nós mesmos quando nossas mentes estão presas num ciclo de mentalidade grupal de cobiça sexual sancionada, protegida e celebrada.

Deus me visitou quando eu estava confuso e perdido, sozinho, com medo e angustiado. Ele me disse — por meio da oração — que eu não tinha absolutamente nada a temer, e que eu estava “em casa”; tudo o que eu precisava era fazer uma limpeza geral em minha mente.

Creio que todas as pessoas, intrinsecamente, conhecem a verdade.

Creio que é por isso que o Cristianismo deixa as pessoas tão assustadas — por fazê-las lembrar de sua consciência, que todos possuímos.

A consciência nos ajuda a fazer uma diferença entre certo e errado e é uma orientadora por meio da qual podemos crescer e nos tornar seres humanos mais fortes e livres.

Ser curado do pecado e da ignorância é sempre possível, mas a primeira coisa que alguém deve fazer é sair das mentalidades que dividem e conquistam nossa essência humana.

Dá para se achar a verdade sexual, contanto que estejamos dispostos e motivados a aceitar que a sociedade em que vivemos permite condutas que prejudicam a vida.

Não se deve deixar que o sentimento de culpa seja desculpa para evitar as perguntas difíceis.

O homossexualismo roubou quase 16 anos da minha vida e os comprometeu com uma mentira ou outra, perpetuada por meio dos meios de comunicação nacionais dirigidos às crianças.

Nos países europeus, o homossexualismo é considerado tão normal que as crianças do primeiro grau estão recebendo livros sobre crianças “gays” como leitura obrigatória nas escolas públicas.

A Polônia, um país que conhece muito bem a experiência da destruição de seu próprio povo por forças externas, está corajosamente tentando impedir a União Européia de doutrinar suas crianças com a propaganda homossexual.

Em resposta, a União Européia chamou o primeiro ministro da Polônia de “repugnante”.

Por muito tempo, eu era repugnante. Eu ainda lido com toda a culpa que sinto por esse estilo de vida.

Como um dos líderes do movimento homossexual nos Estados Unidos, tive a oportunidade de me dirigir ao público muitas vezes.

Se eu pudesse desfazer algumas das coisas que eu disse, eu desfaria.

Agora sei que a homossexualidade tem tudo a ver com a cobiça sexual e a pornografia. É um pacote completo. Por isso, jamais deixarei que alguém tente me convencer do contrário, não importa que suas estórias sejam doces ou tristes.

Tenho experiência própria. Conheço a verdade.

Deus nos deu a verdade por um motivo.

A verdade existe para que possamos ser nós mesmos.

Existe para que possamos ter parte na nossa própria personalidade individual no mundo, para aperfeiçoar o mundo. Isso não é trama irreal ou ideal estranho — isso é a Verdade.

A nossa cura dos pecados do mundo não acontecerá num instante. Mas acontecerá — se não deixarmos que o orgulho a bloqueie. E, caso você não saiba, no final quem vence é Deus.

* Hospital Católico lança alternativa “Ética e cristã” para substituir fecundação “in vitro”.

quinta-feira, dezembro 10th, 2009

Um centro de saúde católico para mulheres abriu suas portas nesta terça-feira, dia da Imaculada Conceição, com uma lista de espera de pacientes ávidos do seu particular enfoque da saúde reprodutiva e planificação familiar.

A diretora do Gianna-The Catholic Health Care Center for Women, Dra. Anne Mielnik, explicou que sua clínica pertence ao Hospital de São Vicente de Manhattan, o último de uma cidade que contava com 15 hospitais católicos.

Dirigido pelas Irmãs da Caridade, o centro procura responder à necessidade de ajudar os casais estéreis a “conceberem de uma maneira conforme o plano de Deus”, afirma Mielnik.

Cerca de “15% dos casais lutam contra a esterilidade”, disse Mielnik, e “acho que nunca vi nada que cause mais ansiedade e estresse”. Além disso, “muitos casais católicos não são conscientes do que a Igreja ensina no referente ao que é um tratamento de esterilidade aceitável”.

Angustiados com o seu pesar

Os casais “não são conscientes das alternativas disponíveis que estão completamente de acordo com sua fé e que são muito efetivas”, constatou. Além disso, há poucas clínicas católicas no país.

De fato, Mielnik destacou que o centro Gianna, que está situado próximo da Grande Estação Central, enfrenta uma clínica de fecundação in vitro na mesma rua.

Segundo a médica, os casais, em estado de intensa ansiedade, geralmente estão “sem uma orientação clara sobre o que é licito”. Entram nessas clínicas e são “pressionados a fazer algo que sabem que viola sua consciência”, indicou.

“Muitos deles entram em um procedimento como a fecundação in vitro, reconhecendo a possibilidade de criar embriões que depois serão congelados ou destruídos, ou a possibilidade de acabar com a gravidez se houver uma implantação múltipla de embriões.”

“No entanto, continuam adiante porque se sentem como se não houvesse outras opções, e então ficam angustiados com o seu pesar.”

O centro Gianna oferece uma alternativa, disse, que apoia o casal e o ajuda a realizar seu sonho de ter um filho.

Intensificando

As mulheres querem ser “fiéis aos seus valores católicos na saúde reprodutiva”, mas frequentemente “se sentem como se não tivessem nenhum lugar aonde ir” sem que as pressionassem a “fazer coisas nas quais não acreditam”.

De fato, apesar de ainda não começarem a divulgar o centro, “já temos uma lista de espera de mais de 120 pessoas”.

Mielnik contou sobre uma nova alternativa para tratar a infertilidade, chamada “Tecnologia NaPro”, que “é tão efetiva – se não for mais – que a fecundação in vitro”.

E continuou: “O enfoque que utilizamos funciona em cooperação com o sistema de fertilidade das mulheres e estamos em condições de ajudar os casais a conceberem através de um ato sexual natural que, falando com eles, é o que costumam preferir”.

Mais econômico

Além disso, o custo é menor, já que um único ciclo de fecundação in vitro pode custar 10 mil dólares. O centro Gianna, ao contrário, trabalha para manter custos baixos, selecionando opções de tratamento que são cobertas pela maioria dos convênios médicos.

O centro oferece também a formação no método natural Creighton Model Fertility Care System, para casais que não desejam utilizar hormônios.

A atenção sanitária pró-vida é uma das características pela qual o Hospital de São Vicente é reconhecido. De fato, segundo Mielnik, “São Vicente é como a última tentativa de uma medicina ética pró-vida nesta cidade, e o centro Gianna é agora uma parte do seu alcance em Manhattan”.

Mais informações no site http://www.svcmc.org/body.cfm?id=1831

Por Genevieve Pollock,Zenit

* As sete faces do amor.Nosso “sucesso” está em amar os outros.

quarta-feira, dezembro 9th, 2009
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Estas reflexões estão fundamentadas em G. Chapman, no livro “O Amor como Estilo de Vida”. Ser amado, deixar-se amar, crer no Amor de Deus constituem a alegria de viver. Só os amados mudam. O amor é uma força transformadora e propulsora.

Nosso sucesso está em amar os outros. O amor não é só uma emoção, mas, decisão, atitude, ação. Portanto, decidimos amar, escolhemos amar, optamos por amar. É preciso esforço para sermos pessoas capazes de amar.

Eis as sete faces do amor:

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1. A gentileza. É a alegria de ajudar os outros, ou ainda, é reconhecer e acolher com afeto as necessidades dos demais. A gentileza transforma encontros em relacionamentos. A pessoa gentil quer servir o próximo porque o valoriza e o respeita como pessoa. Gentileza é gesto de amor altruísta e por isso transforma as pessoas. As palavras gentis têm grande poder de cativar e até de curar porque expressam reconhecimento, respeito, atenção pelo outro, são palavras construtivas, cativantes, salvadoras. A gentileza faz bem para nós e para os outros, causa-nos alegria e dá importância aos outros.

Gentileza é cortesia, generosidade, respeito, amabilidade. Os gestos mais comuns da gentileza são: agradecer, ajudar, saudar, informar, sorrir, atender, elogiar, pedir desculpas.

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2. A paciência. Consiste em compreender e aceitar as imperfeições dos outros. É permitir a alguém ser imperfeito. É entender o que se passa dentro do outro, acolher seus sentimentos e os motivos de suas atitudes. Paciência não é concordar, é compreender; não julgar e não condenar. Nossa paciência permite ao outro crescer, mudar, ter nova chance para melhorar.

Quem tem consciência das próprias imperfeições e cultiva um espírito positivo, tem condições de ser paciente. A humildade nos torna pessoas dotadas de paciência, porque saímos de nós mesmos, sofremos com a situação dos outros e os acolhemos.

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3. O perdão. Perdoar não é fácil, mas é atitude sábia e saudável. Quem perdoa oferece ao ofensor a chance de ele melhorar. O perdão nos livra de doenças, insônias, vinganças, ódios, que são sentimentos destrutivos, e possibilita a convivência, a saúde e a felicidade. Perdoar é reencontrar a alegria, a paz interior e social. Perdoar é ter amor de mãe, amor sem medidas, amor de misericórdia que reata amizades e relacionamentos. Quem perdoa faz bem a si mesmo, compreende as limitações alheias e constrói a reconciliação e a paz social.


4. A cortesia. Significa tratar os outros como amigos porque toda pessoa é digna, original, única, valiosa. A cortesia no trânsito, no ônibus, nas filas, no relacionamento com os vizinhos, no dedicar tempo aos outros, no receber bem os que chegam, no saber agradecer, prestrar atenção, pedir desculpas, são inestimáveis gestos de amor. No cotidiano podemos praticar a cortesia por meio de uma conversa; pedir licença, ajudar idosos ou alguém em dificuldades, aceitar as incompreensões dos outros.


5. A humildade. É saber reconhecer os próprios valores e imperfeições e acolher os valores e fraquezas dos demais. Humildade é autenticidade, verdade e realismo. A palavra “humildade” vem de “húmus” (barro, terra), que é a raiz da palavra “homem”. Somos todos de barro. A humildade está nessa igualdade de dignidade, na irmandade que formamos a partir do barro, do pó e até da lama. Aceitar a ajuda dos outros, reconhecer os erros, afirmar os valores dos outros, alegrar-se com o sucesso de nossos próximos e de seu bem-estar, tudo isso é humildade.

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6. A generosidade. Define-se pela doação aos outros, é o amor que se doa, que sabe servir, dedicar tempo aos demais, ter a coragem do desapego de si e das coisas para partilhar. A generosidade é gêmea da solidariedade, da dádiva, do dom. “Há mais alegria em se doar que em receber”, ensina a Palavra de Deus. A pessoa generosa é capaz de renúncias e de sacrifícios pelo bem alheio.


7. A honestidade. É dizer a verdade com amor, não inventar desculpas para justificar os próprios erros, falar os próprios sentimentos e emoções, aceitar as limitações pessoais, como também os dons, as qualidades, os sucessos. A integridade da pessoa honesta está na veracidade das palavras, na transparência das atitudes, no compromisso com a verdade.

* Difundir o amor de Cristo através do Facebook,”mas com cuidado”, propõe Igreja na Australia.

terça-feira, dezembro 8th, 2009

A Igreja na Austrália destacou seu desejo de aproveitar as redes de relacionamento da internet como via para transmitir o amor de Jesus Cristo, mas recomendando tomar precauções em alguns aspectos.

A Conferência Australiana de Bispos Católicos aprovou um protocolo sobre redes sociais durante sua última assembleia plenária, realizada em Sydney de 23 a 27 de novembro.

Os bispos citam Bento XVI, que destacou que as tecnologias da comunicação têm um “potencial extraordinário” e podem ser consideradas “verdadeiramente como um presente à humanidade”.

Mas, ao aproveitar as oportunidades das redes de relacionamento, os bispos indicam que os representantes da Igreja “precisam ser conscientes dos limites apropriados e das atividades quando comunicam em nome da Igreja em um entorno online”.

Amigos

O protocolo do episcopado australiano esclarece que, tanto online como offline, o respeito à dignidade humana deve ser prioritário.

Os bispos enumeram também uma série de observações para ajudar todos, desde bispos até jovens sacerdotes, a tomar medidas de precaução.

Por exemplo, o protocolo destaca o dilema de ter um perfil público ou pessoal no MySpace ou no Facebook.

Indica que, com um perfil pessoal, pode haver “uma maneira de controlar quem aparece na página de uma pessoa como ‘amigo’”.

Ao contrário, acrescenta o protocolo, com um perfil público, não há controle sobre “quem aparece como ‘fã’ na página da pessoa, e tem a vantagem de que se entende que ‘fã’ é diferente de ‘amigo’ e não implica em aceitação ou rejeição”.

A conferência episcopal estipulou que os trabalhadores da Igreja deveriam pedir permissão ao bispo para criar um perfil pessoal no qual apareçam como “amigos” aqueles sobre quem têm uma responsabilidade pastoral.

“É conveniente que as pessoas tenham muito cuidado e juízo ao aceitar solicitações de amizade de pessoas sobre as quais têm responsabilidade pastoral, especialmente pessoas jovens – recomenda o protocolo. Assim, podem ser mantidos os limites apropriados.”

“A moderação nas atividades oficiais da Igreja nas redes sociais é crucial”, afirmam os bispos.

E acrescentam: “Os comentários grosseiros, depreciativos ou inclusive intimidatórios deveriam ser imediatamente retirados”.

Não excluir

Finalmente, a conferência episcopal indica uma questão que às vezes se perde no debate, intitulada “a brecha digital”.

Os bispos afirmam que é importante para todas as entidades da Igreja – particularmente as que atuam no ministério com jovens – “não reduzir os meios de comunicação exclusivamente às redes sociais”.

O protocolo explica que “fazer isso poderia excluir os pobres: aqueles que não podem ter um computador, que vivem em localidades remotas, de difícil acesso à internet, os que lutam contra o analfabetismo e os que enfrentam outros desafios que os situam fora do mundo online”.

“Ir à Igreja ou ouvir outros falarem sobre suas experiências nas redes sociais pode dar uma profunda sensação de isolamento aos que não estão em condições de participar”, advertem os bispos.

E acrescentam: “As redes sociais deveriam ser somente um dos vários métodos de comunicação que usamos para convidar as pessoas a intensificarem sua relação com Jesus Cristo”.

O texto completo pode ser lido em www.catholic.org.au/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=936&ItemId=158.

Fonte: Zenit

* Caminhamos para uma sociedade pós cristã… Qual a nossa posição?

domingo, dezembro 6th, 2009

Enquanto grande parte do mundo se move em direção ao laicismo, alguns comentaristas começam a falar de uma “sociedade pós-cristã”.

É verdade que os dias de proximidade entre o cristianismo e a sociedade é coisa do passado. Mas isso não significa – nem deveria significar – que o cristianismo é direcionado para uma existência marginal de “gueto”.

Foi, de fato, o cardeal Joseph Ratzinger (agora Bento XVI), quem escreveu na década de oitenta: “no longo prazo, nem a proximidade nem o gueto, para os cristãos, poderão resolver o problema do mundo moderno.”

Tendo em vista que a Igreja enfrenta uma cultura cada vez mais secularizada, e na qual tem a cada dia menos lugar para o cristianismo na vida pública, será a tarefa dos cristãos valorizar a consciência de criar as “minorias criativas”, que Bento XVI pediu que tragam a incidência moral ao discurso público.

E se assumirá uma voz contínua e clara da Igreja para ajudar na orientação destas discussões – não para a proximidade aberta do poder do Estado, mas para o pensamento ético na tomada de decisões cívicas.

A direção necessária da Igreja, em ajuda aos estadistas que podem melhorar o futuro com uma minoria criativa, em relação à moralidade, foi destaque no convite para um encontro de políticos católicos, que será realizado no Vaticano, no início de 2010.

Deixa-se claro com esta forma de atuar que agora é o momento para que os líderes católicos tomem uma posição, e o momento para que aqueles que são líderes católicos mostrem a importância de agir com consciência.

Formar consciências

O projeto não é novo para Bento XVI. De fato, em 2003, enquanto dirigia a Congregação para a Doutrina da Fé, publicou um documento sobre os católicos na vida política, que afirma: “o Magistério da Igreja não pretende exercer um poder político nem eliminar a liberdade de opinião dos católicos sobre questões contingentes”.

“Busca, no entanto – em cumprimento de seu dever – instruir e iluminar as consciências dos fiéis, especialmente aqueles envolvidos na vida política, de modo que suas ações possam sempre servir à promoção integral da pessoa e do bem comum “(III, 6).

Vimos recentemente a Igreja “instruir e iluminar” a consciência dos políticos, com o resultado de que uma minoria criativa – dentro do próprio partido que governa os EUA –, tem sido capaz de realizar uma verdadeira mudança.

Se considerarmos a Emenda Stupak sobre a legislação da saúde, na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, podemos ver o efeito que um homem de consciência pode ter em um tema de relevância nacional.

Esta emenda tem ajudado a moldar os fundamentos morais de uma lei, e tem conseguido uma vitória clara. Contudo, não seria possível colocá-la em vigor sem que houvesse a conscientização do homem que escreveu tal emenda, sem a presença da minoria criativa e sem o forte apoio dos bispos católicos.

A forte liderança de nossos bispos e o trabalho incansável de muitos leigos católicos certamente começam a valer a pena, como evidenciam as pesquisas.

Todavia ainda há trabalho a se fazer. Infelizmente, na primeira votação crítica sobre a saúde, no Senado, cada senador católico democrata votou para que a lei de saúde avançasse a um ponto além do que a conferência episcopal considerava moralmente aceitável.

A votação não só ignorou a orientação dos bispos, como também a vontade dos norte-americanos que, de acordo com uma pesquisa recente de Pew, se opõem ao aborto, como parte da reforma na saúde, em uma margem de 2 para 1 (55% contra 28% ). Em 1994, apenas 44% se opunham.

Término do prazo

O Senado ainda pode fazer a coisa certa, e a votação realizada há poucas semanas não deveria desanimar, mas sim motivar o ímpeto que vimos na Câmara e nos norte-americanos em geral.

Pode-se persuadir às pessoas para que façam o correto, e os anos de ensinamento católico constante sobre questões da vida devem valer para algo. Nenhuma votação no Senado pode apagar estas vitórias.

A visita de Bento XVI aos Estados Unidos pode ser outro excelente exemplo de apelo à consciência. Depois de um ano de sua visita, de acordo com nossa pesquisa, cerca de 1 a cada 2 americanos queriam escutar o que ele tinha a dizer sobre aborto.

Junte isso às suas declarações do ano passado nos Estados Unidos e à herança norte-americana dos direitos concedidos pelo Criador, e adicione o forte desejo de possuir uma guia moral adequada e, de repente, vemos que os americanos querem uma sólida liderança moral.

Todos nós também somos chamados a trazer nossa consciência para o público, para conseguir, por nosso exemplo moral, por nossa atuação moral, por nossa exigência, que os nossos líderes políticos façam o mesmo.

Formar a moral católica dos líderes políticos de hoje e de amanhã, para que sigam os ditames de uma consciência bem formada, é tudo que a educação católica deseja fazer.

Se conseguirmos isso, criaremos líderes políticos católicos que tenham um verdadeiro compromisso com a doutrina social católica – que não selecionarão nem escolherão quais elementos da tal doutrina querem seguir. Isso transformaria verdadeiramente a política, e os princípios poderiam ser entendidos como algo necessário na prática política, em vez de apenas nos programas políticos.

* * *

Carl Anderson.

Cavaleiro Supremo dos Cavaleiros de Colombo e autor best-seller do New York Times.

Formando personalidades cristãs maduras à luz da Verdade,a serviço da Igreja e dos homens de boa vontade.
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