Por Arquivo abril, 2009

Uma imagem que diz tudo !

quarta-feira, abril 29th, 2009

Existem imagens que valem mais do que mil palavras..

Aquela “manchinha” azul no braço do filho mais velho ainda mama !!

Compare essa imagem com a imagem do post anterior (sobre a tatuagem)… A Vontade de Deus além de perfeita, é bela!

Conte com os dedos de suas mãos:

Quantos filhos seus avós tiveram?

Quantos filhos seus pais tiveram?

Se casado,quantos filhos você tem?

E finalmente…

Quantos filhos seus filhos terão?


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Tatuagem.Cristão pode?

terça-feira, abril 28th, 2009

Andei fazendo uma pesquisa sobre o assunto.Partilho o que descobri.

De onde veio a palavra tatuagem?

A palavra tatuagem tem origem da palavra tattoo utilizada por primeira vez por James Cook, explorador inglês do pacifico e “descobridor” da Austrália, que escreveu em seu diário a palavra tattow, em referência ao som feito durante a execução da mesma pelos nativos entre sí.

Qual a origem da tatuagem?

Tatuagem surgiu originalmente como expressão de uma religião e tem sua força motriz na crença. E isso se deu especialmente entre os povos egípcios, nas tribos indígenas, grupos sociais originários africanos e asiáticos, como expressão de sua fé e vivência religiosa-social, por cujo grafismo corporal, simbolismo, procuravam guardar e perpetuar suas tradições nos cultos, festas, trabalhos e batalhas.

Pode-se entender a tatuagem como arte?

Tatuar-se hoje é moda, mas o fato de ser moda não a perfila como obra de arte ou efetiva expressão da mesma, pois não convém confundir a obra de arte com qualquer modismo que se utilize de técnica artística.

A arte tem a vocação de revelar um aspecto do ser e de causar comumente no expectador que a contemple, a felicidade pela descoberta da revelação da verdade do ser sob o prisma do belo.

Não é difícil encontrar corpos tatuados que causam o contrário… Inclusive mal estar em quem os vê… uma sensação de desordem por não sabermos o que significa e de não saber onde começa e onde termina tal mensagem. Outras, no entanto,que exprimem certa beleza.

Portanto, não é qualquer técnica ou expressão artística que define a arte enquanto expressão do belo.

Mas o valor afetivo que as tatuagens possuem para quem se tatua, não tem importância?

Não se duvida do valor sentimental, do sentido e do significado que algumas tatuagens guardam para a pessoa que as possui… Seja ele bom ou mal, pois há quem tatue no corpo o número de homicídios cometidos, crimes praticados ou o número de vidas salvas, do filho amado… Não há dúvidas que é o sentimento o norteador de tal atitude.

O homem do século XXI, apesar de toda fama de tecnocêntrico e racional revela-se sentimental, dado com facilidade às paixões, levado, muitas vezes, para onde leva e aponta o vento dos sentimentos e das vaidades…

As paixões não são boas nem más em si mesmas, mas o seu uso e a intenção que as movem podem torná-las boas ou más. Embora as paixões sejam expressões da alma, é o corpo que as manifestam. Por isso, nos últimos anos o corpo tem sido a sede e o lugar comum de uma crescente afirmação da subjetividade sentimental e do relativismo da expressão corporal, seja por um sentimento de revolta, de prazer ou de crise de identidade.

É possível se tatuar na busca de uma afirmação de identidade?

Alguns se tatuam na expectativa de alguma mudança para melhorar a vida,por moda,necessidade de aceitação pelo grupo ou por motivo de fuga, na medida em que isso lhes possa proporcionar algum benefício, promessa de conquistas, sentimentos, diferenciação, domínio, sofrimento, depressão, estresse, poder, fama, afirmação… subjacente a tudo, está muitas vezes a necessidade de afirmar a própria identidade.

O filme, “Amnésia”, por exemplo, conta a história de um homem que por padecer de amnésia após sofrer um acidente, vale-se da tatuagem como memória e identidade, por cuja razão, na trama, o personagem tatua todo o seu corpo para não se esquecer dos últimos fatos que aconteciam em sua vida.

A ilusão é a aparência, não é a realidade. As ilusões passam, mas a realidade não. Se a realidade é um pesadelo, pior é iludir-se com doces sonhos, pois estes passam e ao despertar encontra uma realidade amarga.

Então o que fazer? Se a realidade é um pesadelo procure-se conhecer as razões e os motivos que a torne menos pesada e descobrindo-os já terás dado um passo muito importante para torná-la mais branda. Mas lembre-se: é inatingível uma realidade de puro e doce sonho.

Uma questão fundamental: a tatuagem é um mal?

Embora a tatuagem não seja em si mesma nem um bem nem um mal, pode ser sinal ou expressar a perda de um bem.

Neste caso não a tatuagem, mas o que leva à tatuagem pode ser a expressão de um bem ou de um mal. E nisso há valor moral: por exemplo, há intenção moral má quando se tatua com cruzes na medida em que estas sinalizam o número de mortes que já se cometeu; quando se tatua com os nomes de mulheres enquanto sinalizam a posse sexual das mesmas.

Mas há também intenção moral boa: quando se tatua o nome de um ente querido em sinal de memória; de um sinal religioso em sinal de fé; o nome da esposa em sinal de fidelidade. Mas a tatuagem, nestes últimos casos, não é amuleto e não dá garantia nenhuma da memória do ente querido, da fidelidade conjugal, da proteção pela fé; por isso, embora a tatuagem neste caso não se revista de valor imoral, ela mesma não revela senão um sentimento acerca de pessoas, coisas e fatos sem sentido algum se não responde à intenção original; e com a possibilidade do arrependimento de se haver tatuado.

Não raro também uma tatuagem segue ou expressa um modelo de comportamento, mesmo quando feita como provocação do próprio comportamento. Em geral quando se reverte em comportamento é porque a tatuagem representa uma filosofia de vida, ou uma conseqüência de viver um determinado tipo de vida: por que alguém tatuaria uma arma no braço? Uma caveira? Uma mulher nua? Um demônio?

É evidente que a tatuagem, de um modo geral, revela uma situação, conduta e intenção de vida que se traduz em comportamento. Isso não significa que não existam exceções a regra.

Se analisada pelo binômio custo-benefício a tatuagem não traz nenhuma vantagem, pois além de trazer riscos para a saúde psico-somática, gera perda de tempo, dinheiro, além de deixar registrado no corpo o sinal de uma paixão, de um sentimento que, como toda paixão, em sua efemeridade, tem tempo certo para terminar,

Portanto, pode passar com o tempo e tornar-se vencida ou mal querida na maturidade ou na superação da paixão; e isso ocorre muito freqüentemente, quando, chegando na maturidade, se procura desfazer-se da tatuagem que um dia foi expressão de um sentimento e da moda do seu tempo.

Mas o sentimento e a moda passam e, ainda que não para sempre, o corpo fica e com ele a pessoa que se é. Da idéia da vantagem de ser diferente e de ser original seguem-se as desvantagens: dor risco de infecções, custo para tatuar e do alto custo para tirar, arrependimento… e muitos outros!

E quando os pais já são tatuados ou sofrem pressão dos filhos para permitirem se tatuarem?

Não raro se vêem os pais com vergonha ou medo de dizerem não ou ensinar a verdade aos filhos, uma vez que o exemplo partiu do próprio pai; mas os pais não podem amedrontarem-se para ensinar a verdade aos filhos: que a tatuagem dói, representa risco e muitas outras desvantagens.

Há tatuagens que depõem claramente não só contra a fé, mas também contra a dignidade da própria pessoa.

E o que dizer àqueles cristãos que pensam na tatuagem como forma de exprimir sua fé?

As tatuagens em nossa cultura servem mais para contrariar a fé do que para manifestá-la. Embora sejam comuns, não serão as tatuagens de cruzes, de Cristo ou de santos que darão conta da fé que se tem, mas a coerência da vida!

A tatuagem e vida profissional. O que dizer?

Muitas empresas não vêem com bons olhos as tatuagens. E isso não só em função da aparência que pode contrariar a imagem ou o produto que represente a empresa, mas também do risco à saúde. Não raro funcionários tatuados escondem-nas dos patrões, pois conhecem bem o risco se revelá-las, exceto o caso de empresas que delas se valham para vender o produto.

Ter algo que dificulte a vida profissional ou social é algo que deve ser pensado na hora de tatuar-se.

Será isso preconceito? Neste caso, claro que não, preconceito é opinião favorável ou desfavorável concebido sem exame crítico ou sem conhecimento, coisa que não ocorre quando uma empresa avalia alguém para ocupar um cargo em seus departamentos.

Além do mais não adianta dar tom natural ao que efetivamente não o é, pois assim é a tatuagem, queira ou não na atualidade, pois se é moda, não é natural, já que natural diz-se do que não passa. E se fosse natural não haveria quem não a tivesse… E porque há uma maioria que não a possuiu não é correto sustentar que é uma minoria preconceituosa, pois como já dissemos não se trata de preconceito.

Conclusão

Embora as raízes históricas e religiosas da tatuagem não representam em nossos dias o que na antiguidade representou, no entanto, hoje, a tatuagem revela uma moda, sinal de um tempo em que as pessoas estão em crise e em conflito consigo mesmas e com os demais.

Esta crise é de ordem moral, avança no campo emocional e abala os alicerces da identidade pessoal. É moral porque atinge plenamente o eixo da livre ação humana: a liberdade. É emocional em razão do descontrole em que se vive numa vida de paixões, sem limites, seja por razão de fuga do real ou por hábito na busca de prazer, reconhecimento…

Existe hoje em muitas pessoas certo medo de “ser comum”, corriqueiro e igual, quando na verdade nada há de corriqueiro, comum e igual entre uma pessoa e outra, pois cada qual na semelhança que apresenta é original e única. E nisso reside a descoberta da identidade: tornar-se o que se é. Uma tatuagem não me torna essencialmente diferente dos outros, talvez apenas excêntrico.

O cultivo constante do conhecimento de si, o que cada um é em si, deve ser ideal de vida; e é isso que dá sentido à vida. Isso supõe necessariamente o cultivo de virtudes morais como a temperança e a fortaleza e de virtudes intelectuais, como o estudo e a prudência, que nos capacitam para o discernimento e análise do que pode parecer-nos bom e eterno, do que é ruim e efêmero

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Amor sem verdade é cego.

segunda-feira, abril 27th, 2009

“A fé cristã tem a ver com a razão e não se opõe a ela, mas exige.

Acima de tudo, porém, isso significa que a fé cristã tem a ver essencial e originariamente com a verdade.

Não é indiferente para o homem o que ele acredita; não se pode substituir a verdade pela boa intenção.A perda da verdade corrompe também as boas intenções.Corrompe também o amor que sem verdade é cego, não podendo por isso cumprir o seu sentido propriamente dito: querer e fazer bem ao próximo.

Só quando sei o que é o homem e o mundo na verdade, posso ser verdadeiramente bom.A bondade sem a verdade pode produzir uma justificação subjetiva, mas não a salvação.” (RATZINGER, Joseph. Dogma e anúncio. São Paulo: Loyola, 2005, p.97)

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Aborto? Não! A vida triunfou!

segunda-feira, abril 27th, 2009

Gianna Vittoria nasceu no Incor em São Paulo após um parto tranquilo e sem complicações – quadro clínico que nem de longe lembra os momentos de aflição da família, que cogitou o aborto.

Em novembro, aos três meses de gestação, a mãe de Gianna, a dentista Gracy Kelly Oliveira Elreda, 31 anos, preparava-se para uma intervenção abortiva no Hospital Universitário (HU) de Londrina, após dois laudos apontarem risco de 75% de morte para mãe e filha caso a gravidez não fosse interrompida.

Gracy é portadora da Síndrome de Eisenmerger, uma cardiopatia que pode misturar o sangue oxigenado pelo pulmão com o venoso – rico em gás carbônico. Até mesmo durante o parto o risco de uma morte súbita era grande, como sugere a história médica de portadores da rara síndrome, que só pode ser resolvida com um transplante conjunto de coração e pulmão.

Mesmo com a indicação para o aborto, uma necessidade apontada pelo HU, o esposo de Gracy, o publicitário Guilherme Elreda, não aceitou. Mudou-se com a esposa para São Paulo e começou uma cruzada pela vida – da filha e da esposa. “Ela tem o direito de escolher. E foi atrás desse direito que viemos para São Paulo. Em Londrina não nos deram esperança”, afirmou o publicitário. “Agora minha filha nasceu!”, comemorou, logo após informar à reportagem que “a luta pela vida ganhou”. De acordo com o pai da criança, Gianna nasceu com quase um quilo, prematura de oito meses – mas com boa saúde.

A busca do casal por respostas que indicassem chances de sobrevivência para ambas ganhou adesões no estado de São Paulo. Políticos, religiosos e instituições como a Pró-Vida – uma das maiores entidades anti-aborto do País. O grupo formou uma rede de ajuda e suporte ao casal: “Todos se emocionaram muito com o caso da Gracy”, afirma o marido. Ontem, ela se recuperava em uma UTI do Incor. Em breve, espera estar com o bebê, que foi transferido para o Hospital de Clínicas da USP.

É emocionante a luta dos pais pela vida da filha.Mesmo com as indicações de “risco de vida” foram até o fim e venceram! foram além das evidências cientificas,dentro da visão parcial,apenas técnica, que possuiam os profissionais que indicaram o aborto.

Imagina se eles tivessem seguido rigorosamente a sugestão?


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Ressurreição de Jesus e a história.

domingo, abril 26th, 2009

Thomas  Wrighy, historiador e estudioso Inglês  do Novo Testamento e profundo conhecedor de História Antiga,tem algumas idéias bem interessantes sobre a Historicidade da ressurreição de Cristo.

Na impossibilidade da reconstituição dos fatos históricos, Wright defende a historicidade da ressurreição de Jesus por meio de argumentos interessantíssimos, tão desconhecidos no Brasil quanto o próprio Wright. O assunto é da maior importância, sem dúvida, pois “se Cristo não ressuscitou, ilusória é a vossa fé” (1 Coríntios 15: 17). Segue um resumo das idéias centrais de Wright.

Para começar, o historiador levanta questão da originalidade da idéia de ressurreição tal qual ela é apresentada pelo cristianismo primitivo. A ressurreição corporal de Jesus é uma idéia completamente nova em relação à civilização helenística e também a judaica. As duas civilizações têm idéias que se relacionam à vida após a morte (o Hades, dos gregos, por exemplo, ou a ressurreição de todo o povo no fim dos tempos, dos judeus), mas nenhuma delas traz à tona o fato de um homem, depois de morto, reaparecer aos vivos em carne e osso, corporificado.

Em segundo lugar, Wright ressalta a centralidade que o fato ressurreição tem para o cristianismo primitivo, enquanto as doutrinas da vida após a morte nas seitas judaicas ou inexistem ou têm caráter secundário. Por que essa questão ganharia aspecto central na nova religião, caso não estivesse fundamentada em um fato?

Em terceiro, a unanimidade existente em torno da idéia de ressurreição entre os cristãos primitivos. Transcrevo um trecho de Wright:

“por que os primeiros cristãos tinham essa muito nova, mas admiravelmente unânime, opinião a respeito da ressurreição? [...] É claro, todos os primeiros cristãos diziam que tinham essa opinião por causa do que acreditavam a respeito de Jesus. Agora, se a idéia de que Jesus se ergueu dos mortos só aparecesse depois de vinte ou trinta anos de cristianismo, como muitos estudiosos céticos têm suposto, encontraríamos muitas facções que não aceitariam a ressurreição, e aquelas que aceitassem lhe dariam uma forma diferente daquela específica do cristianismo primitivo. Assim, a ampla e unânime aceitação da crença na ressurreição pelos primeiros cristãos força-nos a dizer que alguma coisa certamente aconteceu para moldar e colorir todo o movimento cristão”.

Outro argumento interessante de Wright é o fato de os quatro Evangelhos apresentarem as mulheres como primeiras testemunhas da ressurreição de Jesus. Ora, mulheres não tinham nenhuma credibilidade naquele contexto histórico, tanto que Celso (século II d.C.) escarnece da ressurreição dizendo: “Essa fé se baseia apenas no testemunho de algumas mulheres histéricas”. Então, se os Evangelhos tivessem sido escritos para persuadir, evitariam usar as mulheres como testemunhas. Se as colocaram nesse papel, foi porque elas efetivamente desempenharam esse papel, isto é, testemunharam o fato da ressurreição.

Wright ressalta ainda que nos, quatro Evangelhos, a narrativa da ressurreição não tem caráter doutrinário e teológico, como vai adquirir nos Atos dos Apóstolos e nas Epístolas de São Paulo. O evento é simplesmente narrado e ponto (particularmente em Marcos, o Evangelho mais antigo). Diga-se também que é narrado sem as tradicionais alusões ao Antigo Testamento, o que aponta para o surgimento de uma tradição oral baseada em efetivos testemunhos de um fato: a ressurreição pessoal e intransferível de Jesus, fato que fundamenta a consolidação do cristianismo entre os primeiros discípulos, após a crucificação do mestre, bem como a expansão dessa crença em grupos de pessoas cada vez numerosos.

Fonte: Mídia sem máscara

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Caso Galileu.A Igreja inimiga da ciência?

domingo, abril 26th, 2009

“Galileu e o Vaticano” é um novo livro que recolhe os trabalhos da comissão criada pelo Papa João Paulo II sobre o famoso cientista italiano e, segundo o Cardeal Paul Poupard -que presidiu o grupo de trabalho-, procura derrubar a lenda negra e os mitos criados sobre este caso.

O Cardeal Poupard lembrou que João Paulo II fez um desagravo público de Galileu em outubro de 1992. “O Papa tinha a preocupação de desfazer uma má imagem da Igreja ante a opinião pública, na qual era apresentada como inimiga da ciência, isto é um mito, mas os mitos atravessam a história e não facilmente são cancelados”, assinalou.

O Cardeal adicionou que “tudo isto foi instrumentalizado, principalmente a partir do iluminismo usado como uma arma de guerra contra a Igreja” e ainda hoje estranha que se pensem “coisas sem nenhum fundamento” como a difundida lenda de que Galileu teria sido queimado quando nunca esteve sequer na prisão.

O Cardeal Poupard lembrou que em seu momento, João Paulo II lhe perguntou se depois de aceitar o engano cometido pelos juizes, o caso Galileu estaria fechado. O Cardeal lhe respondeu: “Enquanto existirem pessoas livres pensarão como quiserem”. “Era importante fazer frente a aquele mito, reconhecer dentro este terrível caso os enganos e assim se fez”, destacou o Cardeal Poupard.

O livro”Galileu e O Vaticano” foi publicado pela editorial Marcianum PRESS e seus autores são Mario Artigas, falecido em 2006, professor de Filosofia da Ciência em Barcelona e na universidade de Navarra e Dom Melchor Sánchez de Toca, subsecretário do Pontifício Conselho para a Cultura.

O livro de mais de 300 páginas, foi publicado em espanhol e italiano e inclui uma introdução do Arcebispo Gianfranco Ravasi, atual Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura.

Dom Ravasi considera que o trabalho da Comissão sobre Galileu era importante para “deixar para trás os escombros de um passado infeliz, gerador de uma trágica e recíproca incompreensão”.

Dom Sánchez de Toca explicou que o objetivo principal do livro é “sanar uma ferida aberta” pois apesar de terem decorrido quase 17 anos do desagravo, “parece que nos encontramos como no começo”. Segundo o sacerdote, os juizes do Galileu, além do “engano evidente” de pensar que a Terra não se movia, cometeram o desacerto de invadir um campo que não lhes competia. “Pensaram que o sistema copernicano que Galileu defendia com tanta veemência punha em perigo a fé da gente simples e acharam que era sua obrigação impedir seu ensinamento. Isto foi um engano e era necessário reconhecê-lo”, assinalou o autor.

Em 31 de outubro de 1992 João Paulo II reconheceu com uma declaração os enganos cometidos pelo tribunal eclesiástico que julgou os postulados científicos de Galileu Galilei.

Fonte: ACI

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Inseminação Artificial.Orfandade genética?

sexta-feira, abril 24th, 2009

Com a fertilização in vitro se tornando mais e mais popular, um crescente número de crianças estão em risco de serem separadas de seus pais.

A Suprema Corte da Irlanda emitiu um parecer ano passado contra dar algum direito parental para um pai cujo esperma foi doado e usado em uma inseminação artificial, que resultou no nascimento de seu filho.

O pai, um homossexual, doou o esperma para a mãe e sua parceira, que formavam um casal lésbico.O jornal Times da Irlanda publicou uma reportagem dizendo que o juiz John Hedigan entendeu que o casal lésbico poderia ser considerado um casal de fato, com direitos, sob a Convenção Européia de Direitos Humanos.

Conseqüentemente o juiz negou a guarda ou direitos de visita ao pai biológico, que deu início a um processo para obter estes privilégios. O reportagem do jornal disse que ele teve que levar o caso à Suprema Corte.

Em um comunicado publicado pelo Iona Institute, de Dublin, uma organização não-governamental ativa em temas de família, disse que uma criança tem o direito a conhecer seus pais, e ser criada por um pai e uma mãe.

«O fato do homem nesse caso, chamado de ‘A’, ser um doador de esperma, de maneira alguma altera o fato de que ele é o pai da criança e que a criança tem o direito a conhecer seu pai e ter algum meio de contato com seu pai», comentou David Quinn, diretor do instituto. «Os direitos é inerente à criança e é extraordinário que isso deva ser visto superficialmente ao mesmo tempo em que estamos considerando um referendo para os direitos das crianças».

Um dos problemas em não conhecer seu pai foi ressaltado em um artigo publicado também pelo jornal Independent da Irlanda. A história conta como Kirk Maxey foi pai de um desconhecido número de crianças através da doação de esperma ao longo dos anos, aproximadamente algo entre 200 e 400 vezes.

Agora com um filho seu, Maxey deu de cara com o dilema de saber que poderiam existir mais de 100 jovens garotas em sua vizinhança que têm a mesma idade de seu filho, o mesmo pai, mas não têm idéia de quem ele seja.

Órfãos

Em um comentário escrito para a edição do jornal Irish Times, Breda O’Brien nota que nas décadas passadas as crianças foram tiradas de seus pais e colocadas em orfanatos quando as autoridades sentiam que a família não estava apta a olhar para suas crianças.

Em tempos mais recentes, ela acrescenta, esta política foi reconhecida como sendo um erro em muitos dos casos. «Por que, então, somos tão poucos dispostos a ver que estamos em perigo de criar novas injustiças e cometer exatamente os mesmos erros em novas situações como fizemos no passado?» – ela pergunta.

A Irlanda está longe de estar sozinha na criação desses problemas. Na Inglaterra, uma mulher recentemente concebeu um bebê de seu marido quase quatro anos depois que ele morreu, segundo jornal britânico Telegraph.

Lisa Roberts disse que estava certa que seu falecido marido, James, iria aprovar o nascimento de sua filha. O esperma de seu marido foi congelado depois que ele recebeu um diagnóstico de câncer em 2004; ele morreu mais tarde no mesmo ano.

Busca em vão

Ainda que muitos países tenham abolido agora o anonimato do doador, permitindo à criança entrar em contato com seus pais biológicos depois de completar 18 anos, Walker observou que geralmente os dados de contato não são mantidos atualizados pelas clínicas. Da mesma forma, os doadores podem também efetivamente fugir de serem encontrados. Então, quando a criança atinge a idade em que podem começar a procurar por seus pais a busca geralmente é infrutífera.

A Convenção das Nações Unidas para os Direitos das Crianças, disse Walker , declara que a criança tem direito a sua identidade. Esse direito não é respeitado, ela acrescenta, quando um pai é um doador, e que pode permanecer anônimo nos primeiros anos da vida de uma criança.

A posição de Walker é compartilhada por muitas outras crianças nascidas através da doação de esperma, afirmou Margaret Somerville, escrevendo no jornal canadense Ottawa Citizen em 17 de setembro do ano passado.

Um crescente número dessas crianças, agora adultos estão falando contra a maneira na qual elas foram concebidas, ela disse. Somerville disse que elas se sentem como «órfãos genéticos».

Corremos o risco da desintegração da paternidade em seus componentes genéticos, gestacional, social e legal – notou Somerville. Isto é seriamente prejudicial para a criança e para a sociedade, ela alerta.

Outro jornal canadense, o Globe and Mail, trouxe uma reportagem sobre como Liza White descobriu que sua filha Morgan, nascida por doação de esperma, tem 6 meio-irmãos do mesmo pai.

As seis famílias e sete filhos estão espalhados pelos Estados Unidos, do estado de Washington à capital. Não menos que seis deles nasceram com menos de meio ano de diferença entre eles, e no momento que o artigo foi publicado, estavam todos no jardim de infância.

As mães, todas lésbicas de acordo com o Globe and Mail, ainda não sabem quem é o pai de seus filhos ou como entrar em contato com ele.

Crise de Identidade

As técnicas de fertilização in vitro também estão sendo empregadas para criar tipos cada vez mais estranhos de relações familiares. Pelo menos seis mães inglesas congelaram seus ovos para serem usados por suas filhas inférteis, segundo o Sunday Times de 10 de fevereiro.

As filhas, que então poderão conceber suas meio-irmãs ou irmãos, estão aptas a fazer isso dado novas técnicas de congelamento que permitem que os ovos de suas mães sejam congelados por longo tempo até que a filha chegue à idade adulta.

«A criança pode sentir uma crise de identidade tentando trabalhar suas relações com seus parentes», disse ao Times Josephine Quintavalle, em Comentário à Ética Reprodutiva, em uma reação crítica à notícia.

Outro caso britânico foi noticiado pela BBC . Um homem anônimo de 72 anos de idade aceitou ser doador de esperma para sua própria «neta». O homem ofereceu doar seu esperma para seu filho e nora que são inaptos a conceber uma criança através da fertilização in vitro (FIV).

O Catecismo da Igreja Católica fala contra os perigos da FIV, referindo-se sobre os direitos da criança de nascer de um pai e uma mãe e de conhecê-los. (n. 2376)

«O filho não é uma dívida, é uma dádiva. O ‘dom mais excelente do matrimônio’ é uma pessoa humana», diz o Catecismo (n. 2378). E o texto continua: «O filho não pode ser considerado como objeto de propriedade, conclusão a que levaria o reconhecimento dum pretenso ‘direito ao filho’». Princípios tão ignorados, para o detrimento da criança e da sociedade como um todo.

Fonte: Zenit

A foto acima é do “transexual” Thomas Beatie, de 34 anos, grávida (o).

Mantinha seus órgãos sexuais femininos apesar de realizar um tratamento hormonal há anos e viver como homem, com uma outra mulher.

Engravidou por inseminação artificial.

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Você sabe o que é “Ignorância Invencível”?

sexta-feira, abril 24th, 2009

A salvação daqueles que não conhecem a verdade de Cristo é sempre objeto de reflexão por parte de muitas pessoas na Igreja e fora dela,afinal,por exemplo, com associar a salvação a um indígena que não conheceu a verdade? um Hindu,habitante da India ou até mesmo um Muçulmano,como a doutrina católica se posiciona sobre isso?

Existem na Igreja dois princípios fundamentais a cerca deste assunto: o primeiro é que Deus quer que todos os homens se salvem e que cheguem ao conhecimento da verdade, como diz Paulo na segunda carta a Timóteo. Conhecer, neste sentido, equivale a aderir, acolher na própria vida o Senhor.

O segundo: historicamente, o Evangelho não chegou a conquistar todos os corações, seja porque não chegou materialmente a todos os lugares da Terra, seja porque, ainda que chegue, nem todos o acolhem.

Sobre  isso, nos diz  a teóloga Ilaria Morali, professora de teologia na Faculdade de Teologia da Universidade Pontifícia Gregoriana de Roma, especializada no tema da Graça:

“A doutrina cristã da salvação é muito clara”.

Para explicá-la, recorreria a dois textos do Magistério: o primeiro é um discurso de Pio IX com ocasião do consistório que aconteceu em 8 de dezembro de 1854, por ocasião da solene proclamação do dogma da Imaculada Conceição. O Papa disse que os que ignoram a verdadeira religião, quando sua ignorância é invencível, não são culpados deste fato ante os olhos de Deus.

Anos depois quis retomar este ensinamento declarando o sentido da ignorância invencível na carta encíclica «Quanto conficiamur moerore», de 1863: «É sabido –escreveu–que os que observam com zelo a lei natural e seus preceitos esculpidos por Deus no coração de todo homem podem alcançar a vida eterna se estão dispostos a obedecer a Deus e se conduzem uma vida reta».

Pio IX voltou a propor uma convicção consolidada já há séculos na teologia cristã: há homens e mulheres que, por várias razões, seja por condicionamentos culturais, seja por uma experiência ou um contato negativo com a fé cristã, não chegam ao consentimento da fé.

Ainda que pareça que estas pessoas rejeitem conscientemente a Cristo, não se pode emitir um juízo inquestionável sobre esta rejeição.

Ignorância invencível indica precisamente uma condição de falta de conhecimento com respeito a Cristo, à Igreja, à fé, falta de conhecimento que, pelo momento, não pode ser superado com um ato de vontade.

A pessoa está bloqueada, como impossibilitada para chegar ao «sim» da fé. Como experimentamos todos os dias entre nossos conhecidos, as razões pelas quais muitas pessoas dizem não a Cristo são múltiplas. Uma desilusão, uma traição, uma má catequese, um condicionamento cultural e social…

Pio IX mesmo admitiu a dificuldade de delimitar os casos de ignorância invencível, perguntando-se «quem terá o poder de determinar os limites dessa ignorância segundo a índole e a variedade dos povos, das regiões, dos espíritos e de tantos outros elementos? ».

Pio IX ensina-nos, pois, uma grande prudência e um grande respeito por quem não tem o dom da fé em Cristo.

Não somos capazes de compreender até o final as razões de uma rejeição da fé, nem podemos saber com certeza que quem aparentemente parece que não tem fé, na realidade tem uma forma muito imperfeita de fé.

Para nós, cristãos batizados é bom recordar que nosso batismo não é uma garantia automática de salvação. Se assim fosse, o esforço por conduzir uma vida cristã seria inútil. Cada cristão deve esforçar-se por merecer esta salvação com uma vida de fidelidade a Deus, de caridade para com os irmãos, de boas obras. Contudo, ninguém pode estar seguro da própria salvação, porque só Deus tem o poder de concedê-la.”.

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Quem tem Razão?

sexta-feira, abril 24th, 2009

POR QUE A GALINHA CRUZOU A ESTRADA?

Aristóteles: É da natureza das galinhas cruzarem a estrada.

Carl Jung: Está no inconsciente coletivo das galinhas cruzarem a estrada.

Darwin: Ao longo de grandes períodos de tempo, as galinhas têm sido selecionadas naturalmente, de modo que, agora, têm uma predisposição genética a cruzar estradas.

Einstein: A galinha cruzou a estrada ou a estrada se moveu sob a galinha? Depende da posição do observador.

Freud: A preocupação com o fato de a galinha ter cruzado a estrada é um sintoma de sua insegurança sexual.

O ético: Porque cruzar a estrada é um valor moral a ser buscado pelas galinhas.

Maquiavel: A quem importa o por quê? Estabelecido o fim de cruzar a estrada, é irrelevante discutir os meios que utilizou para isso.

Marx: O atual estágio das forças produtivas exigia uma nova classe de galinhas, capazes de cruzar a estrada.

O Advogado: Atravessar a rua não é contravenção. Assim, exerceu a galinha seu direito de ir e vir.

Newton: Galinhas em repouso tendem a ficar em repouso. Galinhas em movimento tendem a cruzar a estrada.

O Agrônomo: é que nas terras de lá, do outro lado da estrada, em si plantando de tudo dá. A terra é fértil,por isso cruzou a estrada a galinha.

Platão: Porque buscava alcançar o Bem.

O Motorista: Porque o sinal estava verde para ela.

Sartre: Trata-se de mera faticidade. A existência da galinha está em sua liberdade de cruzar a estrada.

Sócrates: Só sei que nada  sei.

E aí, o que você acha? Quem tem razão?

Você consegue perceber alguma relação entre este post e o ” Porque a Igreja incomoda o mundo?”

Comente..

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Exemplo para o Brasil

quinta-feira, abril 23rd, 2009

REPUBLICA DOMINICANA ALTERA
CONSTITUIÇÃO PARA DEFENDER A VIDA

Os legisladores dominicanos encarregados de modificar a Constituição
aprovaram um artigo que estabelece o direito à vida desde a concepção
até a morte natural. O artigo 30 da nova Constituição foi
aprovado pela impressionante diferença de 167 votos a favor e apenas
32 contra. O artigo declara que

“O direito à vida é inviolável desde a concepção até a morte.
Não poderá estabelecer-se, pronunciar-se nem aplicar-se, em
nenhum caso, a pena de morte”.

Organizações defensoras dos direitos da mulher, entidades
financiadas por fundações americanas como a Fundação Ford,
Rockefeller e MacArthur, interessadas não em promover as mulheres,
mas em estabelecer o controle populacional mundial, pediam que pelo
menos fosse mantida a legalização do aborto terapêutico.

Uma das técnicas utilizadas para obter a completa legalização do aborto nos
países latino americanos consiste em estabelecer uma exceção à
proibição do aborto e em seguida levar ao máximo a oferta de
serviços referentes a esta exceção, modificando gradualmente a
jurisprudência relativa àquela exceção.

Atualmente a medicina não conhece mais casos em que seja necessário
praticar um aborto para salvar a vida da mãe.

Recentemente no Brasil a imprensa divulgou que uma menina de nove anos grávida em Recife teve um aborto realizado para salvar a sua vida. A própria direção do hospital, entretanto, já havia declarado que a menina não corria
risco de vida e que poderia levar a gravidez a termo sem perigo se
fossem oferecidos os cuidados necessários.

O aborto foi realizado,contra a vontade dos pais, após a menina haver sido raptada por dois grupos feministas com o apoio de alguns dos médicos do Hospital Materno Infantil de Recife quando o pai estava chegando com um advogado para pedir a alta da filha.
A insistência dos grupos que promovem o aborto em manter a exceção
do aborto legal se deve ao fato de que, com isto, pode-se ampliar,
através de casos como os ocorridos em Recife, o acesso ao aborto
terapêutico, afirmando por exemplo, que todo aborto seria
terapêutico, porque quando a gestante opta pelo aborto clandestino ela
estaria colocando a sua vida em perigo e, portanto, qualquer aborto
legal estaria sendo realizado para salvar a vida da mãe. Esta
estratégia, e muitas outras, fazem parte dos manuais das
organizações que promovem a legalização do aborto em toda a
América Latina.

Mesmo assim, – na verdade exatamente por causa disso-, a
reprovação do aborto terapêutico foi claríssima por parte dos
legisladores da República Dominicana.

O Colégio de Cirurgiões dos Estados Unidos,a propósito, é bem categórico ao
afirmar que “todo médico que pratica um aborto mal chamado de
terapêutico ou ignora os métodos modernos para tratar as
complicações de uma gravidez ou não quer perder tempo para
utilizá-los”.

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Matrimônio,auto-satisfação e filhos.

quarta-feira, abril 22nd, 2009

Segundo pesquisa americana, casais podem ter problemas conjugais após nascimento do primeiro filho.

Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que os filhos podem levar estresse e insatisfação ao casamento.

Um levantamento realizado durante oito anos por especialistas das universidades de Denver e do Texas mostrou que 90% de um total de 218 casais investigados passaram a se sentir insatisfeitos com o casamento após o nascimento do primeiro filho.

“Casais que não tiveram filhos também manifestaram uma redução na satisfação conjugal com o tempo”, afirmou Scott Stanley, um dos coordenadores da pesquisa. “No entanto, ter um bebê acelera a deterioração, principalmente no período logo após o nascimento”, completou.

A pesquisa, divulgada na revista especializada Journal of Personality and Social Psychology, ainda mostrou que os casais que moravam juntos antes do casamento tiveram mais problemas no casamento após o nascimento do primeiro filho do que aqueles que viviam separados.

Alguns casais disseram que seus relacionamentos fortaleceram após a paternidade, entretanto.

Casais que estavam casados há mais tempo e cuja renda era maior também tinham menos problemas conjugais do que os que estavam casados há pouco tempo e tinham rendimentos mensais menores.

Stanley pondera que a pesquisa não conclui que crianças tragam infelicidade para a vida das pessoas.

“Há diferentes tipos de felicidade e, enquanto para algumas pessoas o brilho da vida pode estar fora do casamento, há uma grande dimensão de felicidade familiar e contentamento baseada nas famílias que os casais estão construindo”, disse Stanley.

O que é a reportagem revela:

Que a grande maioria das pessoas não entende o sentido natural nem sacramental do matrimonio, entendendo-o apenas como uma união qualquer de um homem e de uma mulher e que pode, inclusive, ser rompida a qualquer momento; rompendo  sua indissolubilidade e, por conseqüência, sua função natural e social de formar famílias, com filhos, algo que é inerente ao Matrimonio;

Que se casa para ser feliz e que o outro é o grande responsável para que isso aconteça. (não acontecendo, sabemos quem é o grande culpado..o outro.);

Revela que ,caso não se encontre no casamento a satisfação a que tenho direito, precisa-se sair em busca de algo que preencha esse vazio: negar a sacralidade do matrimônio e ,em nome do meu direito,ser feliz a qualquer preço,nem que para isso perca minha salvação.

Mostra também o casamento  focado em minha satisfação pessoal, que existe em função de minhas expectativas e que por isso posso manipulá-lo para um lado e para o outro -inclusive mudando seu conceito original querido pelo criador e expresso na lei natural escrito em todos os homens, inclusive nos não cristãos, não se tratando, portanto, de uma imposição da Igreja Católica;

Noticias como essas referendam também a visão pagã da quebra dos valores mais sagrados, passando, já pela própria manchete, a impressão de que filho é problema e não dom. Para um mundo já motivado pela mentalidade anti -natalista “é sopa no mel”;

Revela também a busca de minha satisfação pessoal com foco principal, eu no centro e tudo ao meu redor, inclusive Deus e sua vontade. Se alguma coisa no casamento não me satisfaz, da mulher ao filho, eu descarto, efetiva ou afetivamente, me separo e busco outra capaz de ” me fazer feliz! “.

Não é que não exista uma “satisfação normal” esperada dentro do matrimonio, o problema aqui é a inversão dos valores, dando peso egoísta ao que é chamado a ser dom para o outro e para o mundo.

A impressão que  se tem é de que as pessoas vão para  um lado ao outro, sem ter nenhum núcleo consistente de valores que norteiem suas vidas, basta  ler os comentários escritos nos sites onde essa noticia foi divulgada ( BBC Brasil,Globo,Estadão,etc..);

Isso também deve gerar em nós aquele senso de urgência de evangelizar as famílias, para que noticias como essas sejam respondidas por famílias felizes e generosas em filhos.

Famílias maduras capazes de superar “crises”, inclusive recaídas individuais de cônjuge na busca de sua própria satisfação, que esqueceu que se casou não para ser feliz, mas para fazer o outro feliz, encontrando aí, de forma misteriosa, a satisfação e a  felicidade que tanto buscou e que nunca encontrou no egoísmo disfarçado de “auto-satisfação”.

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Exercícios de Yoga,sem Yoga.É possível?

terça-feira, abril 21st, 2009

” Porque se envolver com exercícios de uma filosofia religiosa que contradiz nossa fé para fazer bem ao corpo? “

A yoga é uma prática Hindu que almeja encontrar a libertação da pessoa e sua união com Brahman (divindade religiosa Hindu) através da intensa concentração, profunda meditação e determinadas posturas e exercícios físicos.(asanas).

A palavra Yoga significa União com deus.

Existem, na verdade “yogas”, pois essa doutrina se ramifica em várias expressões sem, contudo, modificar sua essência.

A yoga é mais do que exercício e meditação inocente, tem implicações religiosas e é fundamentado em um sincretismo hindu que nos aproxima das divindades dessa prática religiosa.

A Hatha Yoga é uma variante da yoga das mais populares no Brasil, é ela que se apresenta como capaz de oferecer “apenas os exercícios”, de forma neutra, sem envolvimento religioso, porta de entrada para a yoga mais profunda, embora os que a iniciam tenham, normalmente, o propósito inocente de buscar apenas relaxamento e superação do stresse.

A própria existência da Hatha Yoga confirma a necessidade de se criar um tipo de yoga que não ofereça perigo de envolvimento espiritual, o que referenda o senso comum de que sua prática não é neutra, pelo contrário.

Essa Prática é totalmente fundamentada no panteísmo Hindu, a crença de que a humanidade é uma extensão de Deus, diferentemente da fé cristã que distingue o criador do criado.

Na visão Hindu o pecado não existe, mas a ignorância. Ora, quem precisa de salvação são os pecadores, o ignorante precisa é de conhecimento, sendo assim, a yoga leva esse conhecimento através de suas práticas místicas e corporais.

O Hinduísmo ensina que a última realidade é a consciência e a união com deus, o “espírito universal”, através das posturas físicas.

Na percepção Hindu cada alma individual possui sete depósitos de energias conhecidas por “chacras” ou meridianos, em seu corpo, ao longo da coluna vertebral. As diversas posições físicas da Yoga foram projetadas para alinhar estes chacras, para a energia individual fundir-se com a energia cósmica e experimentar, assim, a “Atman-Brahman”: o Homem chega à perfeição, encontrando o deus interior, quebrando assim o ciclo de reencarnações infinitas de onde ele é prisioneiro.

A yoga é apresentada sempre para as pessoas como uma série de exercícios e posturas que “fazem bem a saúde” e que seriam capazes de oferecer melhor qualidade de vida, (o que pode ser parcialmente verdade já que qualquer exercício realmente faz bem para o corpo) porem não se oferecem todas as informações necessárias já que a yoga possui diferentes níveis de envolvimento e de práticas, que vão sendo gradativamente apresentadas de acordo com o interesse-crescente de quem iniciou e deseja “melhorar ainda mais”.

“A yoga não é nenhum tipo de ginástica. A prática  da yoga compreende técnicas corporias,bioenergéticas,emocionais,mentais..Os exercícios físicos da Yoga não são puramente físicos e são completamente diferentes dos da ginástica.Só de exercicios respiratórios se utilizam 46 exercicios diferentes,alguns não podem nem ser ensinados por livros,tal o poder que possuem e sua capacidade de despertar paranormalidades”.

A yoga é um elemento intrínseco ao Hinduísmo “O objetivo é desenvolver o homem para treinar o corpo ao mais alto grau de perfeição de forma que isto possa ser usado para propósitos espirituais” ( Vishnudevananda, autor da obra: “o livro ilustrado completo da yoga”).

Se os exercícios na yoga não fossem importantes para o fim religioso eles seriam dispensáveis. As posturas físicas têm importância espiritual na busca da união, essência filosófica da Yoga.

Os exercícios, portanto, não são anexos dispensáveis, mas essências.

“Existe um real significado místico nas asanas (posições físicas na yoga). Cada asana cria um estado meditativo da mente” ( Sivananda Radha, no livro” Hatha Iogace”).

Além disso, Quem ensina a yoga focada apenas na dimensão física é “mestre” em que? De onde vem o conteúdo ministrado pelo mestre iogue que o leva a adaptar o ensino para aqueles que querem apenas os “benefícios do exercício físico” ? Da doutrina panteísta e reencarnacionista Hindu,claro!

Em nome da pratica saudável, milhares de pessoas tem entrado na yoga, Mesmo que se tenha a pretensão de ficar apenas com parte física, muitos dos exercícios são acompanhados dos movimentos respiratórios e posições usados para a yoga “religiosa”.

Na verdade os exercícios da yoga não foram criados para a busca do bem estar como nós entendemos, mas para buscar o estado alterado de consciência no almejo da união com o “deus interior”. A yoga não é puramente física, de forma alguma.

À  medida que os estudantes de yoga vão praticando os exercícios físicos eles vão se tornando mais aptos para investigar o componente espiritual, que é a essência da yoga.

“As asanas (posturas e exercícios físicos) são uma pratica devocional. (..) cada asana cria um determinado estado mental para conduzir o praticante a um contato mais profundo com o” eu superior” (mestre de Yoga Sivenada Radha).

Finalmente, se os mestres da yoga ensinam somente exercícios de alongamento e respiração, Porque então o nome Yoga acompanha esse ensino?

Em resumo, o exercício das posturas físicas da yoga  não é compatível com a fé Cristã , por não ser possível separar a dimensão física da expressão religiosa  hindu que lhe dá sentido.

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Pilates.Pode?

segunda-feira, abril 20th, 2009

O  cristão pode praticar ” Pilates ” ?

Tem chegado perguntas a esse respeito em nosso Blog,principalmente depois do “post” sobre a Yoga.

Fiz uma rápida pesquisa e partilho com os irmãos as impressões que tive, já  que se trata de algo relativamente novo no Brasil.

O Método Pilates, como a yoga, trabalha com técnicas de conscientização corporal com movimentos e exercícios que buscam uma melhor postura global da pessoa.

Esse método tem sido uma nova modalidade de prática corporal nas academias de todo o Brasil.

Diferente da Yoga, porém, o método não tem uma base religiosa ou espiritualista, embora seu fundador tenha tido por inspiração algumas modalidades de exercícios da Yoga, que  praticou quando jovem.

Trabalha com um grande repertório de exercícios, com o uso de aparelhos e acessórios criados especialmente para o método.

Segundo Pilates,o criador do método, os Exercícios devem obedecer seis princípios: concentração, controle, centralização da força, fluidez, precisão e respiração.

O fato de usar a mente para controlar os músculos em harmonia com a respiração é o que deve deixar as pessoas mais desconfiadas.

” O método se centraliza no núcleo de músculos posturais que ajudam a manter o corpo equilibrado e que são essenciais para apoio à coluna vertebral”

Pilates procura integrar o corpo com a mente para conseguir os resultados esperados.

Em minha análise rápida não fui capaz de perceber de forma contundente algo que impeça qualquer cristão de praticar esse método,caso queria ou se identifique.

Ainda não li nem ouvi nenhuma critica de natureza religiosa ao método.Isso não quer dizer que não exista. Pelo o que me chegou às mãos, é algo que tem dado resultado na vida de quem pratica embora isso por si só não seja garantia segura de que algo seja efetivamente bom. A realidade espiritual  exige um discernimento que vai além do natural, sem negá-lo.

Aos interessados sugiro conhecer melhor o método,pesquisando, conversando com quem pratica, com professores e discernir se deve, ou não, praticar o Pilates.

Caso alguém queira contribuir com mais informações ou aspectos não observados, comente em nosso Blog.

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Por que a Igreja incomoda o Mundo?

sábado, abril 18th, 2009

Estava pensando nesse dias o porquê do mundo ter tanta resistência a Igreja e, de forma especial nestes tempos a mídia ser a porta voz dessa insatisfação, que é quase geral.

Quero partilhar algumas conclusões que cheguei a esse respeito.

A posição doutrinal da Igreja em inúmeros assuntos incomoda o “mundo” porque é uma posição firme, alicerçada na revelação, na tradição e vem dentro de uma linha de continuidade coerente milenar, em um mundo que falha, tanto na análise fragmentada da realidade, optando sempre pela análise parcial, como também pela predominância de uma visão materialista, racionalista, sem levar em conta na análise outras referências como a Teologia, a Filosofia, a Ética, os valores e direitos humanos, legitimos, a Psicologia e a História.

Principalmente a história da Igreja, quase sempre analisada de maneira anacrônica, usando critérios do presente para analisar o passado sem se transportar para o contexto histórico e cultural que, se não os justifica, pelo menos atenua o julgamento sempre indefensável.

Ciências, com a Teologia ou a Filosofia fazem parte do conhecimento humano e são importantes também na análise completa de qualquer situação. É exatamente essa fragmentação de análise que cria tantos problemas, já que a Igreja procura analisar as questões modernas baseada não apenas no fato em si mas nas implicações mais profundas,como no caso do preservativo (a defesa da lei natural, a defesa da vida em relação AIDS,o respeito ao corpo do outro, o evitar a gravidez indesejável e muitas vezes o aborto que a acompanha.etc.)

Por detrás de muitas posições “modernas” existem ideologias de fundo que defendem posições incompatíveis com a dignidade humana, posições fragmentadas de conhecimento; alguns argumentos, por exemplo, usados para defender o direito da mulher a seu corpo em relação ao aborto, fere o direito do filho à vida! É verdade, que qualquer pessoa tem “direito” a  seu corpo de forma responsável, mas não pode em nome deste “direito” desrespeitar o direito do outro,neste caso o direito do feto à vida!! É uma PARTE da verdade falar do “direito” ao corpo, MAS não é TODA a verdade! Isso ficou muito claro neste  último caso midiático do aborto dos gêmeos Pernambucanos envolvendo a garota de nove anos. Pensou-se só na garota,vítima sofrida,não se pode negar de forma nenhuma,porém com o sacrifício de duas vidas inocentes.

E por aí vai. Meu direito legitimo a locomoção não me dá direito de colocar em risco a vida das pessoas quando de forma irresponsável dirijo apressado.

O Direito a liberdade não me dá o direito de fazer tudo o que tenho vontade de fazer, pois minha liberdade individual está inserida em um contexto social e cultural que precisa conviver igualmente com outras “Liberdades” individuais tão importantes como a minha.

Ainda por cima, existem convicções que a igreja possui, alicerçada na revelação, nas Escrituras, na Assistência do Espírito Santo em sua tradição e Magistério e no simples bom senso, que o mundo não aceita como, por exemplo, os valores morais absolutos; o mundo tende a julgar as coisas a partir da liberdade individual absoluta, onde “é verdade aquilo que eu acredito que é verdade”.E  é meu “direito” pensar assim..

O mundo também nega ou minimiza a lei natural, um dos pontos de partida da Igreja para analisar, por exemplo, a incompatibilidade de relacionamentos sexuais entre homens e a busca de legitimação que se procura dá a aquilo que a natureza em sua normalidade (no sentido de norma, de senso comum) oferece..

Muitos pensam que a Igreja parte apenas da Teologia para suas posições, na verdade ela procura fazer uma análise a mais completa possível, vendo todos os aspectos envolvidos,inclusive a teologica ,claro, principalmente em assuntos polêmicos onde a fé intercede com a ciência e a razão.

Na verdade, o conhecimento de Cristo, não só intelectual, é fundamental para a validação pessoal de muitos posicionamentos da Igreja, a rejeição de muitos pontos de vista eclesiais revela a superficialidade de muitos que se opõem a Igreja, repetindo idéias caducas e requentadas dos outros e até daqueles que se dizem católicos, mas que defendem idéias absurdas, contrárias à fé, como alguns políticos demagogos fazem em nosso país de maioria Católica.

Isso funciona com muitos profissionais formadores de opinião,como jornalistas ,professores,apresentadores de programas de TV,etc

É um dever se apresentar TODA a verdade, dentro daquilo que se entende e é também  dever de todo formador de opinião analisar a situação de forma mais completa possível para dar oportunidade das pessoas se posicionarem e terem sua própria opinião,sem serem manipuladas.

Por exemplo, no caso de um jornalista, se espera que ele apresente o fato jornalístico o mais isento possível, conhecendo o contexto, averiguando as informações, checando as fontes, conhecendo os termos e  dados técnicos envolvidos na situação, no nosso caso católico, conhecendo nossos termos e significados teológicos, sabendo o que Igreja pensa e defende, mesmo que não concorde. O papel do jornalista neste caso não é de crer mas de noticiar com isenção a noticia mostrando sempre os lados da questão.

A profissão jornalística é fundamental em qualquer Estado e não vai aqui nenhuma critica ao trabalho destes profissionais, pelo contrário, eles tem feito um excelente trabalho, principalmente no que tange o ” jornalismo investigativo”,especialmente na politica.

O jornalismo, como a Igreja, serve a verdade, não necessariamente religiosa, e o bem comum da sociedade.

Pode se dizer que é quase um “sacerdócio”, como a Medicina e outras profissões que servem ao homem de forma mais direta; é, portanto, mais do que um “ganha pão” já que trabalha formando mentalidade que pode nortear as opiniões e decisões das pessoas.

No caso de uma noticia religiosa não se espera que o jornalista minta ou falseei a verdade para agradar a Igreja, claro, mas que tenha um conhecimento básico do que está noticiando. Agora mesmo na páscoa um meio de comunicação anunciou que Jesus havia reencarnado,ele queira dizer, na verdade,ressuscitado!

Não sei se rio ou choro. veja a legenda da foto onde aparece a encenação da paixão de Cristo.

http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowFotos.action?destaque.idGuidSelect=D72B574C9A684A9BB40240B5E2CB7B3C

Também não se espera que o jornalista acredite em tudo que a Igreja ensina, mas que respeite e apresente a doutrina nos casos polêmicos ou não, por inteiro, sem fragmentar nem pegar apenas frases citadas fora do contexto para justificar posições, que entenda o que a Igreja está querendo realmente dizer, publique,colocando entre aspas, mas publique.

Eu mesmo já fui “vitima” de uma entrevista dada a uma revista protestante de circulação nacional chamada “Eclésia”, entrevista feita pelo telefone, onde o jornalista não me explicou realmente do que se tratava a reportagem, bem tendenciosa por sinal. Eu tinha o direito de saber  o contexto exato pois a minha aceitação teria sido outra.

http://www.eclesia.com.br/revistadet1.asp?cod_artigos=24

A imparcialidade absoluta é quase impossível em se tratando de análise de posições que envolvem religião, esporte ou política, por exemplo, porém precisa-se procurá-la.

Mesmo nós cristãos católicos somos influenciados em nossa análise pelo nosso conhecimento da verdade. Claro! Porém nossa palavra e posição final não pode ser baseada somente em nossa opinião pessoal,tão vulnerável tantas vezes,mas em algo que vai além,especialmente em assuntos que a igreja já se posicionou de forma clara.

Em nosso caso católico: na Revelação que Deus fez de si mesmo na história de um povo em sua palavra oral e escrita e que se plenificou na Igreja Católica, em seu Magistério assistido pelo Espírito Santo e em sua tradição.

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Música Satânica na Novela?

sábado, abril 18th, 2009

Tem circulado na Internet a informação de que uma música Satânica é tema da novela “caminho das índias”.

Tenho recebido e-mails de irmãos perguntando sobre o assunto.

O que  tenho respondido é que, Se for verdade, não é  nenhuma novidade pois esta mesma música já havia sido usada em outras duas novelas da Globo,dentre elas a” Vamp “,lembra? Se quiser conferir, copie e cole o endereço abaixo e procure em “trilha sonora”.

www.teledramaturgia.com.br/vamp.htm

Fiz uma pequisa rápida na Internet e não encontrei evidências de uso dessa música nessa novela,mas isso não faz diferença pois ela já foi usada em outras novelas globais.De qualquer forma, a música cita a cidade de Bombaim,cidade Indiana.

E ainda tem “cristão” que assiste essas novelas.

A Globo não tem critério a esse respeito e a música é “fichinha” perto do que os enredos de suas novelas apresentam como a permanente apologia a tudo que não presta,da sexualidade depravada a evocação dos mortos,onde sem dúvida o maligno esta por detrás.

Para os que não conhecem a música,veja abaixo a tradução, que arrepia.



Sympathy for the Devil Simpatia Com o Diabo

Please allow me to introduce myself
I’m a man of wealth and taste
I’ve been around for a long, long year
Stole many a man’s soul and faith


Por gentileza me permita me apresentar
Sou um homem de fortuna e requinte
Estou por aí já faz alguns anos
Roubei as almas e a fé de muitos homens


And I was ’round when Jesus Christ
Had his moment of doubt and pain
Made damn sure that Pilate
Washed his hands and sealed his fate


E eu estava por perto quando Jesus Cristo
Teve seu momento de duvida e dor
Fiz muita questão que Pilatos

Lavasse suas mãos e selasse seu destino


Pleased to meet you
Hope you guess my name
But what’s puzzling you
Is the nature of my game


Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo


I stuck around St. Petersberg
When I saw it was a time for a change
Killed the Czar and his ministers
Anastasia screamed in vain


Eu aguardei em São Petersburgo
Quando percebi que era hora para mudanças
Matei o Czar e seus ministros
Anastácia gritou em vão


I rode a tank
Held a general’s rank
When the Blitzkrieg raged
And the bodies stank


Pilotei um tanque
Usei a patente de general
Quando as blitzkrieg urgiam
E os corpos fediam


Pleased to meet you
Hope you guess my name, oh yeah
What’s puzzling you
Is the nature of my game, oh yeah


Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes intrigam
É a natureza do meu jogo


I watched with glee
While your kings and queens
Fought for ten decades
For the Gods they made


Assisti com orgulho
Enquanto seus reis e rainhas
Lutaram por dez décadas
Pelos deuses que eles criaram


I shouted out
‘Who killed the Kennedys?’ When after all
It was you and me


Gritei bem alto
‘Quem matou os Kennedys?’
Quando afinal de contas
Foi apenas você e eu


Let me please introduce myself
I’m a man of wealth and taste
And I laid traps for troubadors
Who get killed before they reached Bombay


Permita-me por gentileza me apresentar
Sou um homem de fortuna e requinte
Deixei armadilhas para ministreis
Que morreram antes de chegarem a Bombaim


Pleased to meet you
Hope you guessed! my name, oh yeah
But what’s puzzling you
Is the nature of my game


Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome, oh yeah
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo


Pleased to meet you
Hope you guessed my name, oh yeah
But what’s confusing you
Is just the nature of my game


Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes confunde
É a natureza do meu jogo


Just as every cop is a criminal
And all the sinners Saints
As heads is tails
Just call me Lucifer
‘Cause I’m in need of some restraint


Assim como todo cana é um criminoso
E todos os pecadores Santos
Como cara é coroa
Basta me chamar de Lúcifer
Pois estou precisando de alguma restrição


So if you meet me
Have some courtesy
Have some sympathy, and some taste
Use all your well-learned politesse
Or I’ll lay your soul to waste, um yeah


Então se me conhecer
Tenha alguma delicadeza
Tenha a simpatia, e algum requinte
Use toda sua polidez bem aprendida
Ou deitarei sua alma para apodrecer


Pleased to meet you
Hope you guessed my name, um yeah
But what’s puzzling you
Is the nature of my game, um! baby, get down


Prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome, oh yeah
Mas o que lhes intrigam
É a natureza do meu jogo


Woo, who
Oh yeah, get on down
Oh yeah
Oh yeah!

Tell me baby, what’s my name
Tell me honey, baby guess my name
Tell me baby, what’s my name
I tell you one time, you’re to blame


Diga-me baby, qual é o meu nome
Diga-me doçura, qual é o meu nome
Diga-me baby, qual é o meu nome
Lhe digo uma vez, é sua culpa


Ooo, who, who
Ooo, who, who
Oh, yeah


Diga-me baby, qual é o meu nome
Diga-me doçura, qual é o meu nome
Diga-me baby, qual é o meu nome
Lhe digo uma vez, é sua culpa


Ooo, who, who
Ooo, who, who
Oh, yeah


Diga-me baby, qual é o meu nome
Diga-me doçura, qual é o meu nome
Diga-me baby, qual é o meu nome
Lhe digo uma vez, é sua culpa


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A Igreja não é autora da verdade humana, sujeita às revisões de cada tempo, mas depositária da VERDADE revelada por Deus, em Cristo Jesus.
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