* Legisladores do Uruguai aprovam mudança de gênero como “direito”
segunda-feira, outubro 5th, 2009
Dias depois que o Senado do Uruguai aprovou um projeto de lei que os analistas dizem legalizará a adoção por casais homossexuais, a Câmara dos Deputados do Uruguai aprovou medida para permitir que as pessoas decidam qual será seu gênero — independente de seu sexo real.
O projeto de lei declara que “todos têm o direito ao livre desenvolvimento de sua personalidade independente de sua identidade de gênero, independente de seu sexo biológico, genético, anatômico, morfológico, hormonal, designado ou outro”.
Depois de dois anos identificando a si como pertencente ao sexo oposto e com a aprovação de uma junta “interdisciplinar” de especialistas, o indivíduo terá o direito de mudar o próprio sexo legalmente. No caso de operações de “mudança de sexo”, em que o paciente é mutilado para se parecer com o sexo oposto, o período de espera de dois anos não será exigido.
Contudo, o projeto de lei proíbe as pessoas que mudaram sua “identidade de gênero” de se casarem com uma pessoa do mesmo sexo biológico, de acordo com uma cláusula que foi acrescentada à legislação. Embora os homossexuais possam entrar em “uniões civis” de acordo com a lei uruguaia, eles não poderão se “casar” — uma distinção que é em grande parte uma questão apenas de terminologia.
A Câmara dos Deputados também acrescentou uma cláusula exigindo que o indivíduo tenha pelo menos 18 anos antes de mudar seu sexo legalmente. Aqueles que desejarem reverter a mudança deverão esperar cinco anos.
A legislação, que foi aprovada em 15 de setembro, agora voltará ao Senado onde se espera que seja aprovada. A Coalizão da Frente Ampla socialista bem como outros partidos a apóiam.
O Uruguai está na “vanguarda” das leis anti-família na América Latina. O Uruguai já legalizou a adoção homossexual e as uniões civis homossexuais, e está a beira de legalizar a adoção por parte de casais homossexuais bem como casais heterossexuais que não são casados. Recentemente também anunciou que os gays teriam permissão de entrar nas forças armadas.
Fonte: Noticias Pró Familia
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A lei do Estado tem a força e autoridade para mudar a Lei natural?
É o Estado,as leis de cada país ,que vão definindo essa delicada questão? quem é ” homem ” segundo essa nova lei , vai ser o que quando chegar em um país que não reconhece essa definição anti natural?
O que fazer com o meu corpo e com meu ” sexo real ” quando ele não ” acompanha ” minhas questões de identidade? o mudo, o transformo e lhe dou amparo ” legal” para que ele ” me acompanhe ” ?
Hormônio injetável responde essa questão?
O assunto é muito sério.Rompe-se com paradigmas não só ” religiosos ” mas Humanos.
Deixa-se de lado a verdade sobre o Homem, em busca de um novo ” humanismo ” que ” salve ” o homem.
Sobre isso o Papa já havia se pronunciado:
Bento XVI criticou o transexualismo e disse que o homem quer se emancipar da criação e do Criador
Para Bento XVI, salvar a humanidade do comportamento gay é tão importante quanto proteger as florestas.
O papa Bento XVI afirmou ontem que salvar a humanidade do comportamento homossexual ou transexual é tão importante quanto salvar as florestas do desmatamento.
(A Igreja) também deve proteger o homem da destruição de si mesmo. Um tipo de ecologia humana é necessária, declarou o pontífice em seu discurso na Cúria, a administração central do Vaticano.
As florestas tropicais merecem nossa proteção. E os homens, como criaturas, não merecem nada menos do que isto, completou o papa.
O papa afirmou que a humanidade precisa ouvir a linguagem da criação, cujo desprezo seria a destruição do homem e, portanto, a destruição da obra de Deus, para entender os papéis de homens e mulheres.
Ele afirmou que os comportamentos que vão além das relações heterossexuais são a destruição do trabalho de Deus.
Bento XVI também defendeu o direito da Igreja de falar sobre a natureza humana como homem e mulher, e pedir que esta ordem da criação seja seguida. Não é uma metafísica superada se a Igreja fala da natureza do ser humano como homem e mulher e pede que esta ordem da criação seja respeitada, afirmou o papa.
Criticando as cirurgias de mudança de sexo, Bento XVI declarou que o homem pretende se auto-emancipar da criação e do Criador. O homem quer fazer a si mesmo e dispor sempre e exclusivamente de somente aquilo que o interessa. Mas, desse modo, vive contra a verdade, contra o espírito criador´, ressaltou.
O papa disse também que a Igreja não pode se limitar a transmitir aos fiéis só a mensagem da salvação, mas tem uma responsabilidade em direção à criação e deve defendê-la também em público.
Bento XVI voltou a defender o casamento entre um homem e uma mulher como o único existente, assim como a indissolubilidade do casamento, e lembrou que é um sacramento adotado por Cristo.
Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=600737

















