Por Arquivo julho, 2010

* Sinal da Cruz, o Dístico do Cristão.

sexta-feira, julho 30th, 2010
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Dístico: Rótulo; letreiro,divisa de um escudo.

***

Neste artigo especial para a Gaudium Press, um de nossos colaboradores, Inácio Almeida, viaja entre os séculos, e aborda a importância do sinal da cruz, mostrando como diversas e importantes figuras históricas se valiam do sinal, o dístico do cristão, em momentos de perigo, de decisão e na iminência da morte, como forma de alcançar a serenidade necessária em momentos cruciais.

Outrora, em Besra na Idumea, ocupava o trono Episcopal São Julião. Este santo tinha uma alma cheia de zelo e piedade, não media esforços para trazer ao redil de Nosso Senhor Jesus Cristo as ovelhas tresmalhadas daquele rebanho.

Entretanto, alguns influentes habitantes desta cidade, descontentes com o progresso da fé, tomaram a resolução de envenenar este santo homem de Deus. Para isto, subornaram o próprio criado do Bispo. O infeliz aceitou e recebeu deles a bebida envenenada. Divinamente de tudo avisado, o Santo diz ao criado:

“-Vai, e da minha parte, convida para o meu jantar de hoje os principais habitantes da cidade”.

São Julião bem sabia que entre eles estariam os culpados. Todos acedem ao convite. Num dado momento, o Santo Bispo sem acusar ninguém, lhes diz com doçura evangélica:

“-Visto quererem envenenar o humilde Julião, eis que diante de vós passo a beber o veneno”.

Fez então três vezes o Sinal da Cruz sobre a taça, dizendo: “Eu te bebo em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”.

Em seguida, bebeu o veneno até a última gota e, ó milagre Divino, São Julião não sentiu o menor mal. Seus inimigos, diante de tal prodígio, caíram de joelhos a seus pés e lhe pediram perdão.

De onde vem a força deste simples gesto? Qual a sua origem? Em que momentos devemos fazê-lo?

Este Sinal Divino, sempre foi considerado como um mestre sábio e conciso, pois resume em si, de modo simples e didático, os dois principais mistérios de nossa fé que são a Unidade e Trindade de Deus e a Encarnação, Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Entretanto, nos dias de hoje, poucos são os que conhecem tudo o que contém, tudo o que ensina, tudo o que opera de sublime, de santo e de divino, e em conseqüência, de soberanamente proveitoso às almas, esta fórmula tão antiga como a Igreja. Os primeiros cristãos faziam o Sinal da Cruz a cada instante. Assim afirma São Basílio: “Para os que põem sua esperança em Jesus Cristo, fazer o Sinal da Cruz é a primeira e mais conhecida coisa que entre nós se pratica”.

Vejamos o exemplo de Santa Tecla, ilustre por nascimento, mais ainda ilustre pela fé:

“Agarrada pelos algozes, é conduzida à fogueira, faz o Sinal da Cruz, entra nela a passo firme e fica tranqüila no meio das chamas”.

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Imediatamente cai do céu uma torrente de água, e o fogo é apagado. E a jovem heroína sai da fogueira sem ter queimado um só fio de cabelo. À maneira desta mártir que ao caminhar para o último suplício não deixava de se fortalecer pelo Sinal da Cruz, os verdadeiros Cristãos dos séculos passados recorriam sempre a este sinal consolador para suavizar suas dores e santificar sua morte.

Façamos um rápido passeio pelos séculos e paremos um instante em Aix la Chapelle para assistir à morte do grande imperador:

“… No dia seguinte, logo ao amanhecer, Carlos Magno estando bem consciente do que devia fazer, estendeu a mão direita e enquanto pôde, fez o Sinal da Cruz na fronte, no peito e no restante do corpo.”

Voemos à bela França do século XIII para darmos a palavra ao Príncipe de Joinville, biógrafo e amigo de São Luís IX:

“-À mesa, no conselho, no combate, em todas as suas ações, o rei começava sempre pelo Sinal da Cruz”.

Agora estamos diante de Bayard, o cavaleiro sem medo e sem mácula. Vemo-lo ferido de morte, deitado à sombra de um grande carvalho fazendo o seu último gesto que foi um grande Sinal da Cruz feito com sua própria espada.

Em 1571, D. João D’Áustria, antes de dar o sinal de ataque na Batalha de Lepanto em que se decidia o futuro da cristandade, fez um grande e lento Sinal da Cruz repetido por todos os seus capitães e a vitória logo se fez esperar. Por estes e outros exemplos, vemos quão poderosa oração é o Sinal da Cruz. De quantas graças nos enriquece ele, e de quantos perigos preserva nossa frágil existência.

Quando devemos fazer o Sinal da Cruz

Mas… Quando devemos fazer o Sinal da Cruz? Tertuliano nos responde:

“A cada movimento e a cada passo, ao entrar e ao sair de casa, ao acender as luzes, estando para comer, ao deitar e ao levantar, qualquer que seja o ato que pratiquemos ou o lugar para onde vamos, sempre marcamos nossa fronte com o Sinal da Cruz.”

E de todas as práticas litúrgicas, o Sinal da Cruz é a principal, a mais comum, a mais familiar. É a alma das orações e das bênçãos. A Santa Igreja em suas cerimônias, em nenhuma delas deixa de empregá-lo. Começa, continua, e tudo termina por este sinal. Ao destinar para o seu próprio uso a água, o cálice, o altar e também aquilo que pertence aos seus filhos como as habitações, os campos, os rebanhos. De tudo toma posse pelo Sinal da Cruz.

A primeira coisa que faz sobre o corpo da criança ao sair do seio materno, e a última, quando já na ancianidade, o entrega às entranhas da Terra, é ainda este Divino Sinal. O que dizer da Santa Missa que é a ação por excelência? A Esposa de Cristo mais do que nunca o multiplica… O sacerdote, no decurso da celebração, ao abrir os braços imitando o Divino crucificado, não é o seu corpo o próprio Sinal da Cruz vivo? Também diante das tentações, nós devemos fazer uso deste sinal libertador. Ouçamos o que nos diz Orígenes:

“É tal a força do Sinal da Cruz, que se o colocardes diante dos olhos e o guardares no coração, não haverá concupiscência, voluptuosidade ou furor que possa resistir-lhe. À vista dele desaparece todo o pecado.”

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E ao findar o dia, se a fadiga e os fracassos da jornada levarem a vossa alma para o desânimo ou até o desespero. Ouçamos o que nos aconselha o sábio Prudêncio: “Quando ao convite do sono, deitares em teu casto leito, fazeis o Sinal da Cruz sobre a fronte e sobre o coração, a cruz te preservará de todo o pecado. Santificada por este Sinal, a tua alma não vacilará”.

Mas para alcançarmos tão preciosos benefícios, é mister que façamos o Sinal da Cruz bem feito e com firmeza. A devoção, a confiança, o respeito e a regularidade devem acompanhar o movimento de nossa mão.

Meditando nas palavras pronunciadas, devemos pensar em Deus Padre, Deus Filho e no Espírito Santo. Além disto, tocando com a mão direita no centro da testa, devemos ter a intenção de consagrar ao Senhor a nossa inteligência, os nossos pensamentos; tocando o peito, consagrar-lhe o nosso coração, os nossos afetos e tocando os ombros, todas as nossas obras.

Porém não permitamos que o respeito humano nos impeça de manifestar pública e abertamente o Sinal da Cruz, pois se hoje uma grande parcela de nossa sociedade está afundada na impiedade e no materialismo, a necessidade que temos de fazer uso deste augusto Sinal é cada vez maior. Este estandarte divino que salvou o mundo é dotado de força para salvá-lo ainda. E, fazendo eco as palavras dos padres e doutores da igreja, concluímos:

Salve ó Sinal da Cruz! Estandarte do grande Rei, troféu imortal do Senhor, Sinal de vida, salvação e benção. És nossa poderosa guarda que em vista dos pobres é de graça e por causa dos fracos não exige esforço. És a tácita evocação de Jesus crucificado, monumento da vitória do Divino Redentor. Teus efeitos são largos como o universo, duradouros como os séculos. Tua eloquência dissipa as trevas, aclara os caminhos. És a honra da fronte, a glória dos mártires, a esperança dos cristãos. És enfim, o fundamento da Igreja.

Principais fontes: O Sinal da Cruz de Monsenhor Gaume; Catecismo da Igreja Católica; e o Dicionário de Liturgia.

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* Grã-Bretanha admite ter ’subestimado’ complexidade da viagem do Papa.

sexta-feira, julho 30th, 2010

As autoridades britânicas admitiram ter “subestimado” em parte a complexidade da viagem que o papa Bento XVI fará ao país entre os dias 16 e 19 de setembro, mas exprimiram a convicção de que o evento será “um benefício” não só para a minoria católica.

De acordo com o responsável pela recepção, lorde Christopher Patten, que representa o premier David Cameron, as pessoas terão o direito de “protestar pacificamente”, mas isso não deverá “estragar” as cerimônias religiosas, nem colocar em risco a segurança do Pontífice ou ofendê-lo.

A visita que Bento XVI fará à Grã-Bretanha já despertou diversas polêmicas desde antes de seu anúncio oficial. Em fevereiro, o Papa foi bastante criticado ao se opor indiretamente à Equality Bill, lei que estava sob análise do Parlamento local na época e que dá direitos de igualdade a homossexuais.

Posteriormente, um documento secreto da Chancelaria britânica com piadas sobre a viagem veio a público, com sugestões de que o líder máximo da Igreja Católica abençoasse um casamento gay, inaugurasse um departamento para abortos em um hospital e lançasse um novo tipo de preservativos com o nome de ‘Benedict’ (bento, em inglês) durante sua estadia.

As controvérsias saíam à tona no momento em que o Vaticano era alvo de inúmeras críticas devido às denúncias de pedofilia que envolviam o clero de diversas nações — inclusive o da Grã-Bretanha. Ativistas ateus ameaçaram prender o Pontífice assim que ele colocasse os pés no país, por considerarem-no responsável pelos crimes.

“Vivemos em uma sociedade livre. Me parece que é reconhecido que as pessoas podem protestar pacificamente, tenham o direito de fazê-lo. Acredito que representem uma pequena minoria da comunidade”, explicou Patten, refutando o temor sobre as eventuais contestações ao Papa.

“O que, ao contrário, nos preocupa muito é garantir não somente a segurança do Santo Padre, mas também que os acontecimentos pastorais não sejam estragados, porque penso que isso causaria uma grave ofensa”, contrapôs.

Outro protesto da população local contra a visita dizia respeito aos gastos que a ida de Bento XVI custará aos cofres públicos. Na longa entrevista concedida à Rádio Vaticana nesta semana, Patten rebateu as controvérsias.

“O custo da visita que recai sobre os contribuintes é de cerca de 10 a 12 milhões [de libras esterlinas]. Mas se consideramos que no ano passado hospedamos uma cúpula do G20 [os países mais industrializados do mundo e os principais emergentes], que durou um só dia e custou entre 19 e 20 milhões, penso que isso deveria fazer refletir sobre o fato de que tudo deve ser mantido no quadro do próprio contexto”, afirmou.

O “desafio maior” do governo britânico será o fato de que “as pessoas talvez tenham subestimado a complexidade incluída em combinar os aspectos típicos de uma visita de Estado e os referentes a uma visita pastoral”, assegurou o representante.

De acordo com Patten, no entanto, as autoridades agora estão “em um bom ponto” e poderão “demonstrar que o governo de um país de grande maioria não católica tem uma agenda incrivelmente vasta de possibilidades de colaboração com a Igreja Católica”.

A viagem de Bento XVI terá etapas em Londres e Birmingham, na Inglaterra, e Edimburgo e Glasgow, na Escócia. Esta será a primeira visita de um pontífice à Grã-Bretanha desde 1982, quando João Paulo II (1978-2005) ficou por seis dias em Londres, Liverpool, Manchester e Edimburgo.

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* Posição OFICIAL da Igreja sobre ” Reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais.

quinta-feira, julho 29th, 2010

Eis abaixo as razões pelas quais a Igreja Católica não aceita essa união.

Se você ler, verá que é uma posição coerente e muito bem fundamentada. A Igreja nesta questão, não tem preconceito. Tem conceito.Tem posição.

Ela não quer impor sua visão ao mundo – também não a esconde -  falando em primeiro lugar a seus filhos e também a todos os homens, mesmo não católicos.

Sua posição é de iluminar as consciências e abordar a questão sob outros pontos de vista complementares e até contrários ao senso comum, afinal sabemos que a verdade não é fruto do senso comum nem é invenção dos homens, que mudam a cada geração segundo os humores e as demandas  da dita “modernidade”, seja lá o que isso signifique.

O senso comum hoje é comprometido pelo relativismo e pela falsa idéia de que defender posições “conservadoras” é ser retrógrado, como se a sociedade que hoje temos não fosse fruto deste designio divino que hoje o homem quer destruir e legitimar pela lei, em discordância com a lei natural que o gerou; como se a sociedade e os valores pudessem ir de um lado a outro de acordo com as modas e a vontade dos politicos de cada tempo e lugar.

A Sociedade precisa responder a essa questão sem comprometer os valores sagrados, como a família. Não podemos fazer de conta que isso não é real, mas a saída não passa pela negação da verdade.Verdade do homem, antes de ser verdade católica ou religiosa, diga-se de passagem.

O documento abaixo, para os filhos, é uma confirmação.

Para os não católicos, uma melhor compreensão, mesmo que ao final continue a discordar, direito que respeitamos, como queremos  também ,como Igreja, ser respeitada em emitir nossa posição.

Afinal, questionar e ser questionada faz parte da missão de Igreja desde suas origens, ainda no tempo em que, nem em sonho, se pensava nessa possibilidade de unir homem com homem e mulher com mulher e chamar isso de “Matrimônio”.

***

CONSIDERAÇÕES
SOBRE OS PROJECTOS
DE RECONHECIMENTO LEGAL
DAS UNIÕES ENTRE PESSOAS
HOMOSSEXUAIS

INTRODUÇÃO

1. Diversas questões relativas à homossexualidade foram recentemente tratadas várias vezes pelo Santo Padre João Paulo II e pelos competentes Dicastérios da Santa Sé.(1) Trata-se, com efeito, de um fenómeno moral e social preocupante, inclusive nos Países onde ainda não se tornou relevante sob o ponto de vista do ordenamento jurídico. A preocupação é, todavia, maior nos Países que já concederam ou se propõem conceder reconhecimento legal às uniões homossexuais, alargando-o, em certos casos, mesmo à habilitação para adoptar filhos. As presentes Considerações não contêm elementos doutrinais novos; entendem apenas recordar os pontos essenciais sobre o referido problema e fornecer algumas argumentações de carácter racional, que possam ajudar os Bispos a formular intervenções mais específicas, de acordo com as situações particulares das diferentes regiões do mundo: intervenções destinadas a proteger e promover a dignidade do matrimónio, fundamento da família, e a solidez da sociedade, de que essa instituição é parte constitutiva. Têm ainda por fim iluminar a actividade dos políticos católicos, a quem se indicam as linhas de comportamento coerentes com a consciência cristã, quando tiverem de se confrontar com projectos de lei relativos a este problema.(2) Tratando-se de uma matéria que diz respeito à lei moral natural, as seguintes argumentações são propostas não só aos crentes, mas a todos os que estão empenhados na promoção e defesa do bem comum da sociedade.

I. NATUREZA
E CARACTERÍSTICAS IRRENUNCIÁVEIS
DO MATRIMÓNIO

2. O ensinamento da Igreja sobre o matrimónio e sobre a complementaridade dos sexos propõe uma verdade, evidenciada pela recta razão e reconhecida como tal por todas as grandes culturas do mundo. O matrimónio não é uma união qualquer entre pessoas humanas. Foi fundado pelo Criador, com uma sua natureza, propriedades essenciais e finalidades.(3) Nenhuma ideologia pode cancelar do espírito humano a certeza de que só existe matrimónio entre duas pessoas de sexo diferente, que através da recíproca doação pessoal, que lhes é própria e exclusiva, tendem à comunhão das suas pessoas. Assim se aperfeiçoam mutuamente para colaborar com Deus na geração e educação de novas vidas.

3. A verdade natural sobre o matrimónio foi confirmada pela Revelação contida nas narrações bíblicas da criação e que são, ao mesmo tempo, expressão da sabedoria humana originária, em que se faz ouvir a voz da própria natureza. São três os dados fundamentais do plano criador relativamente ao matrimónio, de que fala o Livro do Génesis.

Em primeiro lugar, o homem, imagem de Deus, foi criado «  homem e mulher  » (Gn 1, 27). O homem e a mulher são iguais enquanto pessoas e complementares enquanto homem e mulher. A sexualidade, por um lado, faz parte da esfera biológica e, por outro, é elevada na criatura humana a um novo nível, o pessoal, onde corpo e espírito se unem.

Depois, o matrimónio é instituído pelo Criador como forma de vida em que se realiza aquela comunhão de pessoas que requer o exercício da faculdade sexual. «  Por isso, o homem deixará o seu pai e a sua mãe e unir-se-á à sua mulher e os dois tornar-se-ão uma só carne  » (Gn 2, 24).

Por fim, Deus quis dar à união do homem e da mulher uma participação especial na sua obra criadora. Por isso, abençoou o homem e a mulher com as palavras: «  Sede fecundos e multiplicai-vos  » (Gn 1, 28). No plano do Criador, a complementaridade dos sexos e a fecundidade pertencem, portanto, à própria natureza da instituição do matrimónio.

Além disso, a união matrimonial entre o homem e a mulher foi elevada por Cristo à dignidade de sacramento. A Igreja ensina que o matrimónio cristão é sinal eficaz da aliança de Cristo e da Igreja (cf. Ef 5, 32). Este significado cristão do matrimónio, longe de diminuir o valor profundamente humano da união matrimonial entre o homem e a mulher, confirma-o e fortalece-o (cf. Mt 19, 3-12; Mc 10, 6-9).

4. Não existe nenhum fundamento para equiparar ou estabelecer analogias, mesmo remotas, entre as uniões homossexuais e o plano de Deus sobre o matrimónio e a família. O matrimónio é santo, ao passo que as relações homossexuais estão em contraste com a lei moral natural. Os actos homossexuais, de facto, «  fecham o acto sexual ao dom da vida. Não são fruto de uma verdadeira complementaridade afectiva e sexual. Não se podem, de maneira nenhuma, aprovar  ».(4)

Na Sagrada Escritura, as relações homossexuais «  são condenadas como graves depravações… (cf. Rm 1, 24-27; 1 Cor 6, 10; 1 Tm 1, 10). Desse juízo da Escritura não se pode concluir que todos os que sofrem de semelhante anomalia sejam pessoalmente responsáveis por ela, mas nele se afirma que os actos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados  ».(5) Idêntico juízo moral se encontra em muitos escritores eclesiásticos dos primeiros séculos,(6) e foi unanimemente aceite pela Tradição católica.

Também segundo o ensinamento da Igreja, os homens e as mulheres com tendências homossexuais «  devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Deve evitar-se, para com eles, qualquer atitude de injusta discriminação  ».(7) Essas pessoas, por outro lado, são chamadas, como os demais cristãos, a viver a castidade.(8) A inclinação homossexual é, todavia, «  objectivamente desordenada  »,(9) e as práticas homossexuais «  são pecados gravemente contrários à castidade  ».(10)

II. ATITUDES PERANTE O PROBLEMA
DAS UNIÕES HOMOSSEXUAIS

5. Em relação ao fenómeno das uniões homossexuais, existentes de facto, as autoridades civis assumem diversas atitudes: por vezes, limitam-se a tolerar o fenómeno; outras vezes, promovem o reconhecimento legal dessas uniões, com o pretexto de evitar, relativamente a certos direitos, a discriminação de quem convive com uma pessoa do mesmo sexo; nalguns casos, chegam mesmo a favorecer a equivalência legal das uniões homossexuais com o matrimónio propriamente dito, sem excluir o reconhecimento da capacidade jurídica de vir a adoptar filhos.

Onde o Estado assume uma política de tolerância de facto, sem implicar a existência de uma lei que explicitamente conceda um reconhecimento legal de tais formas de vida, há que discernir bem os diversos aspectos do problema. É imperativo da consciência moral dar, em todas as ocasiões, testemunho da verdade moral integral, contra a qual se opõem tanto a aprovação das relações homossexuais como a injusta discriminação para com as pessoas homossexuais. São úteis, portanto, intervenções discretas e prudentes, cujo conteúdo poderia ser, por exemplo, o seguinte: desmascarar o uso instrumental ou ideológico que se possa fazer de dita tolerância; afirmar com clareza o carácter imoral desse tipo de união; advertir o Estado para a necessidade de conter o fenómeno dentro de limites que não ponham em perigo o tecido da moral pública e que, sobretudo, não exponham as jovens gerações a uma visão errada da sexualidade e do matrimónio, que os privaria das defesas necessárias e, ao mesmo tempo, contribuiria para difundir o próprio fenómeno. Àqueles que, em nome dessa tolerância, entendessem chegar à legitimação de específicos direitos para as pessoas homossexuais conviventes, há que lembrar que a tolerância do mal é muito diferente da aprovação ou legalização do mal.

Em presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais ou da equiparação legal das mesmas ao matrimónio, com acesso aos direitos próprios deste último, é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo. Há que abster-se de qualquer forma de cooperação formal na promulgação ou aplicação de leis tão gravemente injustas e, na medida do possível, abster-se também da cooperação material no plano da aplicação. Nesta matéria, cada qual pode reivindicar o direito à objecção de consciência.

III. ARGUMENTAÇÕES RACIONAIS
CONTRA O RECONHECIMENTO LEGAL
DAS UNIÕES HOMOSSEXUAIS

6. A compreensão das razões que inspiram o dever de se opor desta forma às instâncias que visem legalizar as uniões homossexuais exige algumas considerações éticas específicas, que são de diversa ordem.

De ordem relativa à recta razão

A função da lei civil é certamente mais limitada que a da lei moral.(11) A lei civil, todavia, não pode entrar em contradição com a recta razão sob pena de perder a força de obrigar a consciência.(12) Qualquer lei feita pelos homens tem razão de lei na medida que estiver em conformidade com a lei moral natural, reconhecida pela recta razão, e sobretudo na medida que respeitar os direitos inalienáveis de toda a pessoa.(13) As legislações que favorecem as uniões homossexuais são contrárias à recta razão, porque dão à união entre duas pessoas do mesmo sexo garantias jurídicas análogas às da instituição matrimonial. Considerando os valores em causa, o Estado não pode legalizar tais uniões sem faltar ao seu dever de promover e tutelar uma instituição essencial ao bem comum, como é o matrimónio.

Poderá perguntar-se como pode ser contrária ao bem comum uma lei que não impõe nenhum comportamento particular, mas apenas se limita a legalizar uma realidade de facto, que aparentemente parece não comportar injustiça para com ninguém. A tal propósito convém reflectir, antes de mais, na diferença que existe entre o comportamento homossexual como fenómeno privado, e o mesmo comportamento como relação social legalmente prevista e aprovada, a ponto de se tornar numa das instituições do ordenamento jurídico. O segundo fenómeno, não só é mais grave, mas assume uma relevância ainda mais vasta e profunda, e acabaria por introduzir alterações na inteira organização social, que se tornariam contrárias ao bem comum. As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem no seio da sociedade, para o bem ou para o mal. «  Desempenham uma função muito importante, e por vezes determinante, na promoção de uma mentalidade e de um costume  ».(14) As formas de vida e os modelos que nela se exprimem não só configuram externamente a vida social, mas ao mesmo tempo tendem a modificar, nas novas gerações, a compreensão e avaliação dos comportamentos. A legalização das uniões homossexuais acabaria, portanto, por ofuscar a percepção de alguns valores morais fundamentais e desvalorizar a instituição matrimonial.

De ordem biológica e antropológica

7. Nas uniões homossexuais estão totalmente ausentes os elementos biológicos e antropológicos do matrimónio e da família, que poderiam dar um fundamento racional ao reconhecimento legal dessas uniões. Estas não se encontram em condição de garantir de modo adequado a procriação e a sobrevivência da espécie humana. A eventual utilização dos meios postos à sua disposição pelas recentes descobertas no campo da fecundação artificial, além de comportar graves faltas de respeito à dignidade humana,(15) não alteraria minimamente essa sua inadequação.

Nas uniões homossexuais está totalmente ausente a dimensão conjugal, que representa a forma humana e ordenada das relações sexuais. Estas, de facto, são humanas, quando e enquanto exprimem e promovem a mútua ajuda dos sexos no matrimónio e se mantêm abertas à transmissão da vida.

Como a experiência confirma, a falta da bipolaridade sexual cria obstáculos ao desenvolvimento normal das crianças eventualmente inseridas no interior dessas uniões. Falta-lhes, de facto, a experiência da maternidade ou paternidade. Inserir crianças nas uniões homossexuais através da adopção significa, na realidade, praticar a violência sobre essas crianças, no sentido que se aproveita do seu estado de fraqueza para introduzi-las em ambientes que não favorecem o seu pleno desenvolvimento humano. Não há dúvida que uma tal prática seria gravemente imoral e pôr-se-ia em aberta contradição com o princípio reconhecido também pela Convenção internacional da ONU sobre os direitos da criança, segundo o qual, o interesse superior a tutelar é sempre o da criança, que é a parte mais fraca e indefesa.

De ordem social

8. A sociedade deve a sua sobrevivência à família fundada sobre o matrimónio. É, portanto, uma contradição equiparar à célula fundamental da sociedade o que constitui a sua negação. A consequência imediata e inevitável do reconhecimento legal das uniões homossexuais seria a redefinição do matrimónio, o qual se converteria numa instituição que, na sua essência legalmente reconhecida, perderia a referência essencial aos factores ligados à heterossexualidade, como são, por exemplo, as funções procriadora e educadora. Se, do ponto de vista legal, o matrimónio entre duas pessoas de sexo diferente for considerado apenas como um dos matrimónios possíveis, o conceito de matrimónio sofrerá uma alteração radical, com grave prejuízo para o bem comum. Colocando a união homossexual num plano jurídico análogo ao do matrimónio ou da família, o Estado comporta-se de modo arbitrário e entra em contradição com os próprios deveres.

Em defesa da legalização das uniões homossexuais não se pode invocar o princípio do respeito e da não discriminação de quem quer que seja. Uma distinção entre pessoas ou a negação de um reconhecimento ou de uma prestação social só são inaceitáveis quando contrárias à justiça.(16) Não atribuir o estatuto social e jurídico de matrimónio a formas de vida que não são nem podem ser matrimoniais, não é contra a justiça; antes, é uma sua exigência.

Nem tão pouco se pode razoavelmente invocar o princípio da justa autonomia pessoal. Uma coisa é todo o cidadão poder realizar livremente actividades do seu interesse, e que essas actividades que reentrem genericamente nos comuns direitos civis de liberdade, e outra muito diferente é que actividades que não representam um significativo e positivo contributo para o desenvolvimento da pessoa e da sociedade possam receber do Estado um reconhecimento legal especifico e qualificado. As uniões homossexuais não desempenham, nem mesmo em sentido analógico remoto, as funções pelas quais o matrimónio e a família merecem um reconhecimento específico e qualificado. Há, pelo contrário, razões válidas para afirmar que tais uniões são nocivas a um recto progresso da sociedade humana, sobretudo se aumentasse a sua efectiva incidência sobre o tecido social.

De ordem jurídico

9. Porque as cópias matrimoniais têm a função de garantir a ordem das gerações e, portanto, são de relevante interesse público, o direito civil confere-lhes um reconhecimento institucional. As uniões homossexuais, invés, não exigem uma específica atenção por parte do ordenamento jurídico, porque não desempenham essa função em ordem ao bem comum.

Não é verdadeira a argumentação, segundo a qual, o reconhecimento legal das uniões homossexuais tornar-se-ia necessário para evitar que os conviventes homossexuais viessem a perder, pelo simples facto de conviverem, o efectivo reconhecimento dos direitos comuns que gozam enquanto pessoas e enquanto cidadãos. Na realidade, eles podem sempre recorrer – como todos os cidadãos e a partir da sua autonomia privada – ao direito comum para tutelar situações jurídicas de interesse recíproco. Constitui porém uma grave injustiça sacrificar o bem comum e o recto direito de família a pretexto de bens que podem e devem ser garantidos por vias não nocivas à generalidade do corpo social.(17)

IV. COMPORTAMENTOS DOS POLÍTICOS CATÓLICOS
PERANTE LEGISLAÇÕES FAVORÁVEIS
ÀS UNIÕES HOMOSSEXUAIS

10. Se todos os fiéis são obrigados a opor-se ao reconhecimento legal das uniões homossexuais, os políticos católicos são-no de modo especial, na linha da responsabilidade que lhes é própria. Na presença de projectos de lei favoráveis às uniões homossexuais, há que ter presentes as seguintes indicações éticas.

No caso que se proponha pela primeira vez à Assembleia legislativa um projecto de lei favorável ao reconhecimento legal das uniões homossexuais, o parlamentar católico tem o dever moral de manifestar clara e publicamente o seu desacordo e votar contra esse projecto de lei. Conceder o sufrágio do próprio voto a um texto legislativo tão nocivo ao bem comum da sociedade é um acto gravemente imoral.

No caso de o parlamentar católico se encontrar perante uma lei favorável às uniões homossexuais já em vigor, deve opor-se-lhe, nos modos que lhe forem possíveis, e tornar conhecida a sua oposição: trata-se de um acto devido de testemunho da verdade. Se não for possível revogar completamente uma lei desse género, o parlamentar católico, atendo-se às orientações dadas pela Encíclica Evangelium vitae, «  poderia dar licitamente o seu apoio a propostas destinadas a limitar os danos de uma tal lei e diminuir os seus efeitos negativos no plano da cultura e da moralidade pública  », com a condição de ser «  clara e por todos conhecida  » a sua «  pessoal e absoluta oposição  » a tais leis, e que se evite o perigo de escândalo.(18) Isso não significa que, nesta matéria, uma lei mais restritiva possa considerar-se uma lei justa ou, pelo menos, aceitável; trata-se, pelo contrário, da tentativa legítima e obrigatória de proceder à revogação, pelo menos parcial, de uma lei injusta, quando a revogação total não é por enquanto possível.

CONCLUSÃO

11. A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais. O bem comum exige que as leis reconheçam, favoreçam e protejam a união matrimonial como base da família, célula primária da sociedade. Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimónio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade actual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do património comum da humanidade. A Igreja não pode abdicar de defender tais valores, para o bem dos homens e de toda a sociedade.

O Sumo Pontífice João Paulo II, na Audiência concedida a 28 de Março de 2003 ao abaixo-assinado Cardeal Prefeito, aprovou as presentes Considerações, decididas na Sessão Ordinária desta Congregação, e mandou que fossem publicadas.

Roma, sede da Congregação para a Doutrina da Fé, 3 de Junho de 2003, memória de São Carlos Lwanga e companheiros, mártires.

Joseph Card. Ratzinger
Prefeito

Angelo Amato, S.D.B.
Arcebispo titular de Sila
Secretário


(1) Cf. João Paulo II, Alocuções por ocasião da recitação do Angelus, 20 de Fevereiro de 1994 e 19 de Junho de 1994; Discurso aos participantes na Assembleia Plenária do Conselho Pontifício para a Família, 24 de Março de 1999; Catecismo da Igreja Católica, nn. 2357-2359, 2396; Congregação para a Doutrina da Fé, Declaração Persona humana, 29 de Dezembro de 1975, n. 8; Carta sobre a cura pastoral das pessoas homossexuais, 1 de Outubro de 1986; Algumas Considerações sobre a Resposta a propostas de lei em matéria de não discriminação das pessoas homossexuais, 24 de Julho de 1992; Conselho Pontifício para a Família, Carta aos Presidentes das Conferências Episcopais da Europa sobre a resolução do Parlamento Europeu em matéria de cópias homossexuais, 25 de Março de 1994; Família, matrimónio e «  uniões de facto  », 26 de Julho de 2000, n. 23.

(2) Cf. Congregação para a Doutrina da Fé, Nota doutrinal sobre algumas questões relativas ao empenho e comportamento dos católicos na vida política, 24 de Novembro de 2002, n. 4.

(3) Cf. Concílio Vaticano II, Constituição pastoral Gaudium et spes, n. 48.

(4) Catecismo da Igreja Católica, n. 2357.

(5) Congregação para a Doutrina da Fé, Declaração Persona humana, 29 de Dezembro de 1975, n. 8.

(6) Cf. por exemplo, S. Policarpo, Carta aos Filipenses, V, 3; S. Justino, Primeira Apologia, 27, 1-4; Atenágoras, Súplica em favor dos cristãos, 34.

(7) Catecismo da Igreja Católica, n. 2358; cf. Congregação para a Doutrina da Fé, Carta sobre a cura pastoral das pessoas homossexuais, 1 de Outubro de 1986, n. 10.

(8) Cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 2359; Congregação para a Doutrina da Fé, Carta sobre a cura pastoral das pessoas homossexuais, 1 de Outubro de 1986, n. 12.

(9) Catecismo da Igreja Católica, n. 2358.

(10) Ibid., n. 2396.

(11) Cf. João Paulo II, Carta encíclica Evangelium vitae, 25 de Março de 1995, n. 71.

(12) Cf. ibid., n. 72.

(13) Cf. S. Tomás de Aquino, Summa Theologiae, I-II, q. 95, a. 2.

(14) João Paulo II, Carta encíclica Evangelium vitae, 25 de Março de 1995, n. 90.

(15) Cf. Congregação para a Doutrina da Fé, Instrução Donum vitae, 22 de Fevereiro de 1987, II. A. 1-3.

(16) Cf. S. Tomás de Aquino, Summa Theologiae, II-II, q. 63, a. 1, c.

(17) Deve, além disso, ter-se presente que existe sempre «  o perigo de uma legislação, que faça da homossexualidade uma base para garantir direitos, poder vir de facto a encorajar uma pessoa com tendências homossexuais a declarar a sua homossexualidade ou mesmo a procurar um parceiro para tirar proveito das disposições da lei  » (Congregação para a Doutrina da Fé, Algumas Considerações sobre a Resposta a propostas de lei em matéria de não discriminação das pessoas homossexuais, 24 de Julho de 1992, n. 14).

(18) João Paulo II, Carta encíclica Evangelium vitae, 25 de Março de 1995, n. 73.

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* A Beleza do matrimônio entre um Homem e uma mulher.

quinta-feira, julho 29th, 2010

As legendas estão em espanhol, mas as imagens falam por sí só. Foi retirado do excelente filme “para crianças” da pixar  “Up- altas aventuras”

Deus seja louvado!

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* Procuram-se pregadores, locutores e apresentadores profundos.

quinta-feira, julho 29th, 2010

Pe Zezinho, SCJ

PROFUNDOS E ENVOLVENTES

Procuram-se pregadores, locutores e apresentadores profundos, dinâmicos, envolventes.
Eles já existem, mas precisamos de alguns milhares.
Não precisam ser doutores, nem gênios da comunicação, mas precisam gostar de livros.
Mais do que isso, precisam gostar de livros profundos e ricos de informação.
Procuram-se pregadores e locutores que leiam muito e tenham sede de saber.
Tenham cultura razoável para passar informações seguras aos seus ouvintes e telespectadores.

Leiam muitos livros do seu movimento e muitos livros de outros movimentos da Igreja.
Leiam os grandes teólogos da Igreja e não apenas os da sua corrente de espiritualidade.
Conheçam História, Teologia, Filosofia, Sociologia, Pedagogia, Psicologia, Antropologia.
Com, ou sem diploma ou título, conheçam os livros mais indicados pelos estudiosos da fé.

Procuram-se pregadores, locutores e animadores católicos que não se repitam demais.
Não falem quase nunca de si mesmos e falem pouco de sua família. Há outros santos na Igreja!

Falem muito mais dos santos, dos mártires e dos que marcaram a História da Igreja.
Conheçam os principais documentos da Igreja e passem a informação ao seu público.
Fujam de elogios, bajulações, prêmios, chaves da cidade e títulos honoríficos.
Seus sermões ou programas sejam dinâmicos. Que o povo perceba que estão estudando!
Não digam, amanhã, as mesmas coisas do jeito que disseram hoje, ontem ou há cinco anos.
Haja novidade no seu discurso, porque material existe para cem anos, se o quiserem.
Ao invés de falar de si, gastem mais tempo lendo páginas interessantes de algum livro.
Valorizem os irmãos especialistas, cujos escritos aprofundam a cultura católica.
Transmitam a vasta riqueza espiritual da nossa Igreja: de toda a Igreja.
Gravem e revejam o que disseram nos últimos meses.
Assim saberão se são repetitivos demais e se, de fato, prepararam sua comunicação.
Verão se não improvisam demais e se vão para o trabalho com o sem bagagem e lastro.
Quantos livros leram no último ano? Que documentos estudaram? A quem convidaram?

Procuram-se apresentadores e apresentadoras, animadores e animadoras que estudam!
Não é que não existam. É que infelizmente, não são muitos…A estante deles os trai!
Corrijam-me se, por acaso, carreguei nas tintas! Falta leitura aos nossos comunicadores da fé!

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* Blog ultrapassa 500 mil acessos!

quarta-feira, julho 28th, 2010

Com alegria partilhamos com os irmãos e amigos do blog que ultrapassamos hoje a barreira dos 500 mil acessos (exatamente 503.086) com 234.650 acessos únicos.

O blog iniciou-se a convite do portal shalom dia 31 de Março de 2009. 1 ano e três meses de vida!

Louvamos a Deus por estes números e reafirmamos o blog como um serviço à igreja e aos irmãos que desejam aprofundar-se na fé Católica e amadurecer na resposta batismal de evangelização e testemunho da verdade de Cristo.

Os números, pequenos dentro do universo da Internet, é significativo como confirmação da demanda de uma necessidade de notícias sob a ótica da fé católica e que venham a ampliar nossa compreensão deste mundo que o Senhor nos envia a evangelizar.

Nosso obrigado pela acolhida deste ponto de encontro de pessoas que desejam compreender melhor a cosmovisão Católica/ Cristã e a partir dela servir pela verdade e na Igreja os Tomés de hoje.

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* Jovens das raves: Drogas, Música, liberdade…Liberdade?

quarta-feira, julho 28th, 2010

jornal La Repubblica, 27-07-2010. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Dizem que se o “raver” fosse um animal seria um cruzamento imperfeito entre um escorpião e uma enguia. “E também uma borboleta. Sempre voando de um lado para o outro, seguindo a batida eletrônica, que, para mim, para nós, é vida”.

Escorpião não por causa do veneno, mas “porque se torna luminescente se é exposto a algumas frequências de raios ultravioletas. É muito bonito. Na verdade, pode-se encontrá-lo frequentemente nos ‘flyers’ (os panfletos de convite para as festas tecno”).

Enguia porque é fugidio, não é possível pegá-la. “Somos difíceis de explicar. Eu mesmo, se você me perguntar, não saberia lhe dizer o que eu sou. Eu lhe diria bobagens. Talvez, você também pode chegar perto, mas, para entender, é preciso vir dançar, e deu. De manhã até a manhã seguinte”. E se o “raver” fosse uma máquina? “Seria um daqueles carros vermelhos e poderosos. Mas não só no motor: justamente como carroceria. ‘Trabalhada’, tipo rally, ‘tunada’. Um pouco ilegal, mas que não se esconde”.

Davide tem 18 anos, cabelos curtos pintados de amarelo, um pouco descoloridos, é alto, desengonçado, natural de Parma. É sobrevivente da love Parede. É um “raver”, “mas não um troglodita”. Ele conta: “Nos encontros, se bebem rios de cerveja, a droga rola solta. Mas o agito é a música, uma metralhadora que te esvazia, toda a adrenalina do mundo”.

A impressão, provavelmente inexata, é que o fato de deixar o corpo solto enquanto fala, as mãos, os braços, os joelhos, um movimento involuntário do pescoço, lhe cause um prazer sutil ou até o o erga do compromisso mental de ter que controlar as artes. Ele tem no bolso um recente diploma de geômetra, os óculos com armação vermelha que ele tinha há 24 horas na Love Parade de Duisburg e mais de 40 tickets: tantos quanto as cervejas que ele consumiu com um amigo durante a festa do amor e da morte.

O encontro pela primeira vez fora da estação ferroviária da cidade alemã: camiseta com o logotipo de um gigante da informática, bermuda, tênis Nike marrons de basquete, boné, mochila, pochete. Um piercing tribal fura a sua bochecha esquerda, dois pelos de barba. No dia seguinte, ele se apresenta vestido do mesmo modo no setor de partidas do aeroporto de Dusseldorf. Tínhamos combinado o encontro, mas eu não esperava muito dele. Ele, “raver” em viagem, volta para os campos de Parma. Muito provado no físico, mas, jura, “com muitas coisas boas na cabeça”.

“Sinto pelos mortos, mas foi tudo estupendo”. O pacto com Davide é este: “Falemos, mas só se não surgir a mesma coisa de sempre, ‘raver’ igual a drogado, igual a troglodita. Porque agora é fácil… 19 mortos, não? Quantos são?”. Dezenove. “… pois então, e a moça italiana, e toda a complicação, e a Love Parade. Menos mal que não morreram por causa de uma ‘cala’ ou por causa de um ‘kate’, senão, tchau”.

Espero um segundo. “A ‘cala’ é o comprimido, o ecstasy. O ‘kate’ é a ketamina (anestésico utilizado principalmente com fins veterinários, age deprimindo o sistema nervoso central). Assim deixamos de lado logo o assunto droga. É inútil ficar girando ao redor: nas raves, nas ruas, na Love, praticamente jogam em cima de você essa coisa. Não precisa nem pedir. Uma ‘cala’, 10 euros. Um envelope de ‘kate’, 20. Depois, existem os cartões (LSD). Nos ‘after’, que seriam a continuação das raves e de todas as festas, legais ou não, você os encontra por duas liras”.

Perguntar a Davide se e o que ele toma quando vai dançar por dez horas seguidas é como jogar uma bola de tênis contra um muro: ela volta, e é provável que você não consiga mais pegá-la. “A minha energia é natural”. “Muita cerveja. Em Duisburg, bebemos dez litros entre dois. Entramos às quatro e saímos à meia noite. Das confusões, não vimos nada”.

Os “ravers”, quando falam de si mesmos, ou levantam logo um muro ou adoram fazer surgir a ideia da seita, da comunidade fechada. Que depois, na realidade, se abriu muito, removendo os limites para além do estereótipo. Davide destrói a ideia da iniciação, do ritual. “A primeira vez, há três anos, em Bolonha: na ’street parade’. Quem me levou foi um amigo que ia a vários ‘teknival’ europeus. A ’street’ é tranquila. Cheguei e fiquei de boca aberta: os carros, muitos, muito bonitos, cheios de pessoas e colotidos, como um carnaval, as caixas de som enormes que disparam a música. Depois de uma hora eu já estava sob o efeito do primeiro ‘cassone’ [de caixa]. O ‘cassone’ é a experiência mais forte que você pode fazer em uma rave: você fica o mais perto possível das caixas de som, uma metralhadora nas orelhas. Uma grande sensação. Você dança, se deixa transportar pela energia, não pensa mais em nada, se esvazia, sente ao seu redor a adrenalina do mundo. Mas você é leve.

Há um amigo meu que faz paraquedismo. Fomos juntos ao Traffic de Turim (festival tecno). Ele experimentou o ‘cassone’ e me disse: ‘ah, é melhor do que se jogar de paraquedas’. Entendeu? Para fazer o ‘cassone’, as pessoas ficam em fila esperando. Porque são muitos. São torres, altares. Para um raver, fazer o ‘cassone’ é como fazer a comunhão na igreja durante a missa. Mas esse é justamente um prazer físico”.

Depois de Bolonha, foi Milão, depois de novo Bolonha, depois Davide também começou a ultrapassar as fronteiras: Suíça, Alemanha, Holanda, Polônia, Sérvia. Milhares de quilômetros para dançar sob a furadeira da trance, do electro, do hardcore, do hardstyle. “Todos os meses eu faço uma. Para Duisburg, partimos de Parma às quatro horas da manhã do sábado. Às quatro horas da tarde, estávamos lá no meio. Chamamo-la de fábrica do agito, é uma grande festa. E você também pega algumas meninas. Muitas vezes – sorri –, as moças que você encontra nas raves e nos festivais estão muito eufóricas. Quando você está ali, vai direto ao ponto: não se fala e a música te envolve, é uma linguagem dos corpos. Você se conecta logo, acredite”.

O alto-falante anuncia o embarque do voo para Milão. Em uma hora, Davide já foi ao banheiro três vezes. Pergunto se ele está bem, se está tudo certo. Ele diz que sim, que não tem nenhum problema. No celular, chovem mensagens. “É a ‘community’, eles te avisam sobre os próximos encontros. Mas se você for lá, pode ver o que acontece”. “No dia 7 de agosto, vou ao Valley Festival, na Holanda. No dia 14, o ‘Energy 10′, em Zurique, que é o fim do mundo”.

Verifico clicando no site de uma agência especializada. Esses são eventos legais, patrocinados: onde está o mistério? “Não existe”. Ou talvez sim. “No festival, acontecem as mesmas coisas que acontecem na rave ilegal organizada por mim e por ti em um pavilhão ou em uma fábrica abandonada. Agora, posso lhe perguntar uma coisa?”. Sim. “Antes, eu lhe disse que o meu filme preferido é o ‘Trainspotting’. Escreva que eu também assisto ‘Ben 10′, um desenho animado com um menino que se transforma para se defender dos aliens que querem destruir o planeta”.

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* Programação religiosa da “TV Brasil” pode chegar ao fim.

quarta-feira, julho 28th, 2010

O Estado de S. Paulo

A menos de 70 dias das eleições, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), estatal que opera a TV Brasil e oito rádios oficiais, debate tema politicamente delicado: o destino de programas religiosos em suas grades.

O conselho curador da empresa, que estabelece sua linha editorial, aprovou, com modificações, proposta do conselheiro Daniel Aarão Reis Filho de substituir a atual programação religiosa por programas de discussão do tema, sem “proselitismo” e produzidos mediante concurso.

Um edital de consulta pública sobre o assunto sairá em agosto, no processo de discussão que poderá ter uma audiência aberta e com previsão de terminar até dezembro. Mantido, o cronograma levará ao fim os atuais programas católicos e evangélicos.

“É um debate muito delicado”, reconheceu a presidente do conselho curador, Ima Célia Guimarães Vieira. “Acho que vai haver resistência (à mudança). A EBC herdou os atuais programas religiosos da antiga TV Educativa e da Radiobrás.” As duas instituições foram fundidas em 2007 para originar a nova estatal. Desde então, a programação passou por modificações.

Também cauteloso, Aarão Reis disse que o conselho está tomando todo o cuidado para que a proposta não gere repercussão negativa junto a católicos e protestantes, que produzem programas atualmente veiculados em emissoras da EBC. “Isso não representa um ataque à religião em geral, nem a nenhuma religião especifica.”

Segundo ele, que é professor de história na Universidade Federal Fluminense, os integrantes do órgão respeitam “a cultura religiosa”, mas não consideram “justo que os horários dedicados à religião” signifiquem “prejuízo à pluralidade religiosa da sociedade brasileira”. “Acho que (católicos e evangélicos) vão compreender”, declarou.

Na TV Brasil, são duas horas de programação católica aos domingos e 45 minutos de programa evangélicos aos sábados. A Rádio Nacional AM do DF transmite uma missa aos domingos.

“Hoje, os programas são de proselitismo de religiões específicas, que não são as únicas do País”, disse Aarão Reis. Pelas mudanças propostas, a exibição de rituais se daria basicamente como parte das discussões. A transmissão regular de missas, por exemplo, seria abolida.

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* O Princípio da Autonomia individual e a Eutanásia. Posso eu decidir por morrer?

quarta-feira, julho 28th, 2010

Por Dom Elio Sgreccia*

Testemunhamos uma vez mais, agora na Alemanha, a abertura do caminho que conduz à eutanásia: é desta vez chamada passiva, mas, na realidade, é omissiva, uma vez que prevê a interrupção de terapias válidas e ainda eficazes, consideradas até então obrigatórias pelos códigos deontológicos europeus e internacionais.

A Corte Suprema alemã baseou sua decisão na vontade do paciente, expressa em vida, e a imprensa não deixou de destacar esta vontade e sua autonomia. Ainda sim, nem mesmo tal fato parece definitivamente comprovado, mas a argumentação serviu de base jurídica; será de fato consistente?

Sabemos que a ação livre e responsável deve ter origem de uma decisão do sujeito; todas as ações moralmente relevantes nascem desta fonte, mas a ação associada a uma decisão de tirar uma vida não pode ser moralmente justificada, uma vez que suprime a própria fonte de autonomia.

Da vida, além disso, não temos o domínio, aquilo a que chamamos disponibilidade. A vida não nos pertence e não depende de uma escolha pessoal: isto vale para todos, crentes ou não. A iniciativa de destruir um bem que não me pertence, como a vida, não pode ser considerado um exercício de autonomia: é tão somente matar.

Aqueles que pretendem exaltar a autonomia com uma deliberação de morte operam um absurdo, um ato de arbitrariedade. É justamente graças à vida que podemos exercer autonomia nas escolhas – espera-se, com responsabilidade.

A história da entronação deste princípio – pseudo-princípio – é longa e remete, segundo especialistas (ver por exemplo Ch. Taylor, “A idade secular”), a 1500, com o início do processo de secularização, quando, num primeiro momento, começou a tolher o caráter sacro da autoridade política (laicização do poder).

Nesta primeira fase de reapropriação do poder político por parte do homem-príncipe e, mais tarde, pela burguesia, e que teve seu apogeu na Revolução Francesa, promoveu-se a exclusão de Deus da vida social, até então organizada em termos religiosos, nas atividades laborais, culturais e de entretenimento; até se atingir a terceira fase, quando o centro de referência e legitimação é alterado: por muito tempo havia sido Deus; a partir de então, passa a ser o Eu.

A entronação do “Eu legislador” se cumpre gradualmente a ponto deste exigir uma autonomia absoluta: aquela que reconhece apenas no próprio Eu o criador da verdade e da lei moral, e que exige a autodeterminação não apenas no que se refere aos atos morais, mas também no que tange à própria vida. É o clímax da secularização, e corresponde ao período em que vivemos. Este Eu é niilista, uma vez que não se dispõe a reconhecer nada que esteja fora de si mesmo e que possa ser válido também para os outros; é um Eu solitário e a-social que está na raiz das decisões.

Mas, se não existe Deus, tampouco o Eu pode contar com um fundamento de segurança e de verdade, que dê espaço à esperança e ofereça uma motivação interior para viver.

Por isso, os signatários do Manifesto pela Eutanásia de 1974, entre os quais os prêmios Nobel L. Pauling e J. Monod, afirmam:

“O homem sabe finalmente estar sozinho na imensidão indiferente do Universo, no qual surgiu por obra do acaso”. Desta premissa, concluem:

“Afirmamos que é imoral aceitar ou impor o sofrimento. Cremos no valor e na dignidade do indivíduo; isto implica em deixá-lo livre para decidir seu próprio destino (…) Não pode haver eutanásia humanitária que não aquela rápida e indolor considerada um benefício ao interessado. É cruel e bárbaro exigir que uma pessoa seja mantida viva contra sua vontade, bem como negar-lhe a desejada libertação, quando sua vida já foi destituída de toda beleza, significado e esperança. O sofrimento inútil é um mal que deve ser eliminado nas sociedades civilizadas” (The Humanist, julho de 1974).

Sabemos que não é humano nem cristão impor tratamentos ineficazes ou sofrimentos inúteis, mas sabemos que uma pessoa não pode pedir pela antecipação de sua morte apenas porque, fechada na solidão, não compreende mais o significado de sua vida.

Nestes casos, a ajuda está em restituir o significado da vida e oferecer solidariedade para que esta possa romper com a solidão e descobrir uma transcendência ulterior.

O advogado que aconselhou a filha a interromper a administração dos cuidados médicos que mantinham viva sua mãe, sem que esta tivesse pedido, foi absolvido pelo júri da acusação de instigação ao crime, provocando a morte, com a filha, daquela mãe idosa; sua absolvição foi um duro golpe à inviolabilidade da vida e à consciência de todo um povo.

Impõe-se com urgência à nossa “pastoral da vida” uma apresentação luminosa da Criação, do Amor do Criador e de Jesus Cristo Morto e Ressuscitado, que viveu o sofrimento e a dor para nos ensinar a nos empenharmos pela Vida eterna – a possibilidade plena e verdadeira de realização da felicidade aberta a todos.

——-

*Dom Elio Sgreccia é presidente emérito da Pontifícia Academia para a Vida.

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* Enquete na Folha de São Paulo. Votemos e manifestemos nossa opinião

quarta-feira, julho 28th, 2010

“Casamento” gay na Argentina.

A favor ou contra?

Vote:

http://polls.folha.com.br/poll/1019504/results

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* Muçulmanos Indonésios tentam deter o ‘Cristianismo’ evangélico.

quarta-feira, julho 28th, 2010

Em uma assembléia na grande mesquita Al Azhar, os líderes das nove organizações muçulmanas anunciaram os resultados do Congresso Islâmico de Bekasi que aconteceu em 20 de Junho de 2010, onde eles concordaram em estabelecer um centro de missões para a paralisação do “Cristianismo”; formar um exército jovem Laskar Pemuda e pressionar a aplicação da Sharia (lei muçulmana) na região, reportou o jornal Jakarta Post.

Observando um aumento no número de Igrejas em casas, organizações muçulmanas acusaram cristãos de Bekasi de proselitismo agressivo.

O Reverendo Simon Timorason do Fórum de Comunicação Cristão de Java Ocidental (FKKB), no entanto, relatou a CDN que os cristãos naquela área não evangelizam e se encontram em pequenas reuniões caseiras devido à falta de um local oficialmente reconhecido para devoção.

Muitos seminaristas cristãos formados preferem ficar em Java a mudar-se para ilhas distantes, Timorason adicionou, fazendo Java Ocidental o lugar ideal para lançar novas reuniões caseiras de denominações diferentes. Mas a vizinhança somente vê a multiplicação de Igrejas, ele diz, e por isso suspeitam que os muçulmanos estejam se convertendo ao cristianismo.

Cerca de 200 pessoas participaram do Congresso que aconteceu no dia 20 de Julho, representando organizações locais assim como o Fórum de Discussão Inter-religioso de Bekasi (Bekasi Interfaith Dialogue Forum), Movimento contra Apostasia (muçulmana) de Bekasi ( Bekasi Movement Against Apostasy), Assembléia Muçulmana Local e o Conselho Indonésio de Ulema (Muhammadiyah and the Indonesian Ulema Council - MUI) – duas das maiores organizações Muçulmanas da Indonésia – e a Frente Defensora Islâmica (Islamic Defenders Front - FPI), conhecida por sua oposição agressiva contra Cristãos e outros grupos não-muçulmanos

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* Uma Comunidade Cristã pode apoiar ativamente a candidatura de um político sem ferir os princípios éticos e cristãos?

quarta-feira, julho 28th, 2010

Prof. Carlos Ramalhete

Recebi uma carta perguntando-me sobre a postura que devemos ter diante de políticos que buscam aproveitar-se da Igreja. O texto da carta está em negrito, e minhas respostas em letra normal.

Gostaria que você me orientasse a cerca de qual postura uma Comunidade Católica deve ter com relação ao apoio a candidatos. Qual deve ser o limite (no que diz respeito a campanha)? Te pergunto isso porque tenho visto uma série de grupos de oração fazendo verdadeiros “currais eleitorais” com sua ovelhas. Levando estas a uma verdadeira privação do livre arbítrio.

(…) Não  se pode votar em um candidato que vá contra a Lei Divina.

Não se pode também associar uma candidatura a uma suposta vontade divina (ou seja, dizer que Deus quer que todos votem em Fulano).

As leis promulgadas pelo governante devem estar de acordo com a Lei Divina. Assim, caso a pessoa vá votar, deve escolher um candidato que não irá tentar legislar contra a Lei Divina (propondo aborto, parceria na sodomia legalizada, etc.). Digo “tentar” porque, como ele recebe de Deus o seu poder de legislar, uma lei contrária à lei divina é plenamente nula e não pode ser obedecida. Assim sendo, não é mau que todos votem em um candidato católico ativo, mas também não é obrigatório.

O que ele não pode fazer, entretanto, é colocar-se como “candidato da Igreja”, “ungido de Deus” ou qualquer coisa no gênero. Por uma questão de ética, ele também não deve misturar sua candidatura com sua ação na Igreja, ou seja, não deve fazer de grupos de oração comícios ou “currais eleitorais”. Caso o faça, ele está tirando de Deus o que compete a Deus (o louvor e a oração, o tempo usado nestes…) em proveito próprio.

Então, como uma Comunidade Cristã pode apoiar ativamente a candidatura de um político sem ferir os princípios éticos e cristãos? Por favor, dê exemplos positivos e negativas desse apoio.

Pela ação “pessoal do laicato”. Assim, cada pessoa pode panfletar pelo candidato, propor o voto nele aos amigos, agir pessoalmente em prol dele.

Pode ser também montada uma estrutura paralela à estrutura do Grupo de Oração (ou seja, chamar as pessoas que dele participam, pessoalmente – fora do espaço físico da comunidade- , do salão paroquial ou áreas internas da Igreja) para dirigir a campanha…

O essencial é que não se use nem o espaço físico nem o nome da Igreja para apoiar Fulano em detrimento de Beltrano. O padre tampouco pode envolver-se em apoio a candidaturas.

A não ser que Beltrano seja um candidato pró-aborto, pró-sodomia, etc. (caso em que é permissível fazer campanha “contra” Beltrano, mas não “a favor” de Fulano dentro do ambiente eclesial), a comunidade eclesial deve manter-se igualmente aberta para todos os candidatos.

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* Bebês nascem com senso do bem e do mal.

quarta-feira, julho 28th, 2010
Bebês reconhecem e gostam dos personagens bons.
Na foto criança espanhola sauda os Reis Magos

Cada vez mais a ciência está se convencendo de que o bebê possui uma noção, rudimentar mais muito verdadeira, do bem e do mal desde o início de sua vida.

Teorias amorais até há pouco dominantes como as de Sigmund Freud, Jean Piaget ou Lawrence Kohlberg, hoje não recolhem o consenso científico. A objetividade dessas teorias é refutada por via experimental.

Por exemplo, o professor Paul Bloom, professor de Psicologia da Universidade de Yale, EUA, junto com sua esposa Karen Wynn e Kiley Hamlin, do Laboratório de Cognição Infantil da mesma Universidade, conduziram sucessivos estudos sobre a capacidade de avaliação moral dos bebês de entre 6 e 10 meses.

Os cientistas chegaram à conclusão de que nessa tenra idade os bebês já discernem o personagem bom e o mau, manifestando atração pelo primeiro e recusa pelo segundo.

Eles concluíram também que os bebês não explicitam racionalmente o que é bom ou mau, mas eles têm uma propensão inata a procurar o bom, decente e belo e a repelir o que é mau, feio ou cruel.

Professor Paul Bloom, diretor do estudo

A equipe descreveu as experiências em artigo para “The New York Times” e no livro “How Pleasure Works: The New Science of Why We Like What We Like”. O artigo foi vertido ao espanhol e reproduzido pelo diário “La Nación” de Buenos Aires.

Diante de fatos primários os bebês não são neutros: tendem a sorrir e bater palmas diante das coisas boas e belas, mas franzem a testa e viram a cabeça diante das coisas más e feias.

Estudos experimentais de outros cientistas mencionados pelo Prof. Bloom apontam que os bebes de três meses preferem as caras de pessoas da mesma raça de sua família. Quando atingem 11 meses gostam mais dos indivíduos que partilham seus costumes alimentares e querem que seus alimentos preferidos fiquem melhores. Com 12 meses eles preferem as pessoas que falam a língua deles.

A conclusão final do prof. Bloom é que os homens já nascem com uma moral visceral que escolhe instintivamente entre o bem e o mal. Isto é, a moral não é uma criação cultural, social, ou fruto de um condicionamento ambiental ou religioso.

A moral que o homem adota e cultiva ao longo da vida ‒ e que pode vir a ser sólida e raciocinada ‒, na prática é edificada sobre essa noção moral primordial com que os recém-nascidos vêm à vida.

“Tudo indica, conclui a equipe, que os bebês possuem os fundamentos da moral, a capacidade e a vontade de julgar as ações dos outros, certo senso de justiça e respostas viscerais diante da bondade e da maldade”.

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* Governo Lula propõe despenalizar aborto na América Latina. Pode?

terça-feira, julho 27th, 2010

O Movimento em Defesa da vida  (MDV) no Brasil, denunciou a intenção do Governo Lula de propor a despenalização do aborto em todos os países da América Latina, através de um documento chamado “Consenso de Brasília”.

“No mais completo silêncio midiático, o governo brasileiro, em conjunto com a ONU, acaba de desfechar um novo e duro golpe contra o direito fundamental à vida”, indicam fontes do MDV.

Através da Secretaria de Políticas para as Mulheres, encabeçada pela Ministra Nilcéia Freire, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva acaba de assinar um documento, no âmbito do direito internacional, que propõe para todos os governos da América Latina, inclusive o Brasil, a completa legalização do aborto.

O documento foi aprovado na sexta feira, dia 16 de julho de 2010, em Brasília, por ocasião da conclusão da XI Conferencia Regional sobre a Mulher da América Latina e Caribe, promovida pela CEPAL (Comissão Econômica para América Latina e Caribe da ONU) em conjunto com a Secretaria de Políticas para as Mulheres do governo Lula, e realizada em Brasília entre 12 e 16 de julho de 2010.

Ante isso, as fontes pró-vida criticaram que o documento se chame “Consenso de Brasília”, pois o texto não representa nenhum consenso “a não ser o das organizações que promovem o aborto e que dominaram completamente o desenrolar do evento, graças a um trabalho cuidadosamente planejado e patrocinado pela Fundação Ford de Nova York, iniciado nos anos 90 e descrito mais adiante no terceiro item desta mensagem. O MDV recordou que a maioria dos brasileiros, assim como os países latino-americanos, são contrários à legalização do aborto”.

O “Consenso da Brasilia”, indicou o movimento pró-vida, “é também ilegal porque o Brasil, assim como diversos outros países latino americanos, estão comprometidos em virtude de vários tratados internacionais, de caráter vinculante, a reconhecer a personalidade jurídica desde a concepção e a defender a vida humana desde antes do nascimento”.

ACI

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* Os presidenciáveis e o aborto.Pouca informação e postura eleitoreira dos pré-candidatos à presidência.

terça-feira, julho 27th, 2010

A poucos meses das eleições 2010, as campanhas dos presidenciáveis começam a ganhar contornos e alguns temas surgem como questões que imprensa e eleitores esperam ver respondidas.

Entre os assuntos recorrentes em recentes declarações na mídia de José Serra (PSDB), Dilma Roussef (PT) e Marina Silva (PV), os grandes nomes dessas eleições, o aborto aparece como um problema com o qual o futuro Governo vai ter que lidar de forma mais incisiva.

O que se vê até agora, entretanto, é que os candidatos ainda não têm um discurso muito bem formulado sobre suas posições e parecem tratar o aborto ao mesmo tempo com cautela e falta de preparo e informação, procurando não se aprofundar no debate da descriminalização da prática no Brasil ou nas mudanças do Plano Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH3).

Dilma Roussef suaviza posicionamento

Dilma Roussef, agora preocupada com sua imagem e tentando convencer como uma candidata
carismática, pisa em ovos e suaviza sua posição em relação ao aborto.

Em entrevista à revista Marie Claire, no ano passado, Dilma foi clara quando falou do tema como uma questão de saúde pública, usando um dos principais argumentos a favor da descriminalização do aborto no país.

Abortar não é fácil para mulher alguma. Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso não pode ser justificativa para que não haja a legalização. O aborto é uma questão de saúde pública. Há uma quantidade enorme de mulheres brasileiras que morrem porque tentam abortar em condições precárias. Se a gente tratar o assunto de forma série e respeitosa, evitará toda sorte de preconceitos. Essa é uma questão grave que causa muitos mal-entendidos”, disse à edição de setembro de 2009 da revista feminina.

Há duas semanas, a petista titubeou e se colocou de maneira se não equivocada, ao menos “atrapalhada”. Questionada sobre o assunto durante uma participação no programa de tevê
“Painel RBS”, da emissora TVCOM, do Rio Grande do Sul, Dilma afirmou que “o aborto é uma
violência contra a mulher”.

Seria preciso contextualizar a declaração para que fizesse sentido. O aborto pode ser entendido como uma violência contra a mulher se contra sua vontade ou feito em condições precárias e inseguras.

Quando a ex-ministra da Casa Civil se refere à saúde pública, deve-se ressaltar que as complicações de abortos malfeitos custam aos cofres do Estado, que acaba arcando com as despesas do atendimento nesses casos. Se comparados aos atendimentos dos casos de violência contra a mulher, que também oneram as contas públicas, até se pode ver o aborto como “uma violência contra a mulher”, mas ainda assim seria uma generalização descuidada. Mais descuidado ainda é entender que o aborto não é “uma questão de foro íntimo” e, por isso, “uma política de saúde pública”. Pode-se questionar se Dilma Roussef fala em “foro íntimo” e se esquece da questão da autonomia da mulher.

José Serra não pretende mudar legislação atual

O candidato do PSDB e principal adversário de Dilma Roussef, José Serra, também parece, talvez por não ter se debruçado com mais atenção na discussão sobre o aborto no Brasil, não
compreender muito bem o debate e distorce conceitos como a objeção de consciência para dizer o contrário do que dizem os grupos defensores dos direitos sexuais e reprodutivos e de direitos humanos sobre o direito ao aborto.

Em sua passagem pelo Ministério da Saúde no Governo de Fernando Henrique Cardoso, o
ex governador de São Paulo chegou a ser fortemente criticado pelos grupos Pró-Vida por ampliar os serviços de aborto na rede do SUS, mas se diz contrário à descriminalização da
prática e apoia a legislação atual. “Não sou a favor de mexer na legislação, mas qualquer deputado pode fazer isso.

Como Governo, não vou tomar essa iniciativa”, disse em entrevista coletiva no canal de tevê SBT, no último dia 12 de maio.

Três dias depois, em entrevista à Rede Vida, o candidato, ao
criticar o PNDH3, declarou que o texto referente ao aborto criminalizava quem fosse contra a prática, o que é uma simplificação substantiva do tema e da discussão. “O projeto criminaliza, no fundo, quem é contra o aborto. Há pessoas com posições diferentes (sobre o assunto). Você não pode considerar contrário aos direitos humanos quem é contra o aborto. É inacreditável”, comentou.

Sobre o conceito de objeção de consciência, segundo os princípios fundamentais do Código de Ética Médico, “o médico exercerá sua profissão com autonomia, não sendo obrigado a prestar
serviços que contrariem os ditames de sua consciência ou a quem não deseje, excetuadas as
situações de ausência de outro médico, em caso de urgência ou emergência, ou quando sua recusa possa trazer danos à saúde do paciente”
e “no processo de tomada de decisões profissionais, de acordo com seus ditames de consciência e as previsões legais, o médico aceitará as escolhas de seus pacientes, relativas aos procedimentos diagnósticos e terapêuticos por eles expressos, desde que adequadas ao caso e cientificamente reconhecidas.” Ainda de acordo com o código, é um direito do médico “recusar-se a realizar atos médicos que, embora permitidos por lei, sejam contrários aos ditames de sua consciência.”

Outros códigos de ética, como o de enfermagem, também incorporam o princípio da objeção de consciência como um direito do profissional, mas uma das questões encontradas na literatura sobre o assunto é o limite dessa objeção, que no contexto da obrigação profissional, só é legítima se o trabalho não realizado por um objetor puder ser substituído sem prejuízo.

No raciocínio do pré-candidato tucano, a proposta do PNDH3 de monitorar os serviços de atendimento ao aborto legalmente autorizado e a recomendação ao Legislativo sobre adescriminalização do aborto “abriria espaço para a punição de profissionais de saúde que se recusassem a atender os casos. ” Entretanto, a objeção de consciência é um direito garantido ao profissional de saúde, o que não isenta o equipamento público da sua obrigação de oferecer o serviço, através da atuação de outro profissional. Ou seja, descriminalizar o aborto não ofende o princípio da objeção de consciência, muito menos criminaliza quem é contra a prática, mas visa à garantia do acesso a serviço de saúde seguro.

Marina Silva defende plebiscito

Correndo por fora, a pré-candidata do Partido Verde à sucessão presidencial, Marina Silva, aposta na defesa da realização de um plebiscito sobre a descriminalização do aborto no país,
discurso que se tornou comum entre quem não quer se comprometer com o tema, sem dúvida, polêmico.

A ex-senadora voltou a defender a ideia no último dia 18 de maio, em Porto Alegre, durante entrevista no “Portal RBS”. “Esse assunto não é de fácil solução. Não existe informação suficiente para um tema complexo que envolve aspectos religiosos, filosóficos, éticos e morais. Se temos convergência de que falta o debate, vamos fazer o debate. O que defendo? Um plebiscito”, afirmou Marina.

Curiosamente, o jornal Folha de São Paulo da última terça-feira, 25 de maio, em editorial intitulado “O dilema do aborto”, tece uma argumentação favorável ao plebiscito e sugere que essa seria “a maneira mais razoável de tomar uma decisão” sobre a descriminalização do aborto no Brasil. O editorial apresenta dados da recente pesquisa sobre o aborto no país realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com a ONG Anis – Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero, mas o plebiscito ainda soa como o tipo de postura de quem quer parecer se posicionar, sem, no entanto o fazê-lo, procurando, não o posicionamento, mas a isenção.

O cenário hoje e as estratégias para o futuro do debate: princípio da igualdade é fundamental

Em seu Governo, próximo do fim, o presidente Lula, apesar de ser declaradamente contra o aborto, por motivos religiosos, assumiu o tema como um problema a ser encarado pela saúde pública em declarações na imprensa, mas tendeu a ceder às pressões contrárias à descriminalização da prática, principalmente às da Igreja Católica, optando, inclusive, por retroceder na aprovação do texto do PNDH3.

As organizações de defesa dos direitos humanos, do direito à saúde, dos direitos sexuais e reprodutivos e dos direitos das mulheres veem a atual legislação sobre o aborto como
inconstitucional por ferir o princípio da igualdade, um dos pilares da Constituição Brasileira.

O princípio da igualdade deveria garantir que todas as mulheres, não apenas algumas, pudessem preservar a saúde e a vida ao realizar um aborto, o que, na prática, não acontece hoje. O período eleitoral dá pistas de como os possíveis novos governos pretendem tratar a questão e o que pode ser feito na busca de novos mecanismos e estratégias de debate para a descriminalização do aborto no Brasil.

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Sem a alegria da beleza, a verdade se torna fria e até impiedosa e soberba, como vemos que acontece no discurso de muitos fundamentalistas amargurados. Parece que mastigam cinzas ao invés de saborear a doçura gloriosa da verdade de Cristo, que ilumina, com luz mansa, toda realidade, assumindo-a assim como ela é a cada dia.(Papa Francisco)
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Comentários
  • •Seria legal a referência dessas estatísticas da Planned Parenthood e British Medical Journal...
    em * Atriz de Bollywood se suicida ao
  • •vamos juntos...
    em * Cardeal de São Paulo, Dom Odilio
  • •Até que enfim alguém mexeu os pauzinhos para processar este pessoal que difamou a Igreja Católica e a todos nós católicos. Se há leis que punem profanações religiosas, que...
    em * Instaurado inquérito policial
  • •Huuummm! Entendi o que o Anderson quis dizer, Claudio! Valeu! rs...
    em * Seria só “a bíblia e sua
  • •realizações do comunismo pelo mundo 1)estupro de 5.000.000 de mulheres pelos comunas(comunistas) 2)assassinato de 100.000.000 de pessoas pelos comunistas só isso é o...
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  • •O livro do Padre Laburu é muito bom e foi relançado pela editora Cleofas do Prof. Felipe Aquino. Vale a pena ler!...
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  • •INCRÍVEL: A RUSSIA EXTERMINA DE FORMA CONTUNDE O GAYZISMO DO PAÍS! Vários jornais aproveitam dessa noticia e espalham-na, confundindo o Ocidente, parte já dopado pelo gayzismo...
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  • •CARÍSSIMA ANA, A comunidade Shalom não usa em seu caminho formativo o ENEAGRAMA. Publiquei aqui no Blog um artigo abordando esse tema, veja se pode...
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  • •Boa noite Carmadélio! a comunidade católica shalom já emitiu algum posicionamento sobre o eneagrama ?...
    em * “Eneagrama”.
  • •É lamentável observar que muitos dos que se dizem católicos nada fizeram à respeito da profana apresentação na PUC-SP. Existe um cheiro de irenismo no ar... Falsa tolerância...
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  • •Elton, concordo plenamente com tudo que você escreveu! A Rússia de outrora aprendeu a duras penas sobre a probreza espiritual que o marxismo levou o país. Pena que o veneno se...
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  • •Nós católicos esperamos que a justiça se faça presente neste puro ato de violência. Que as PUC´s não se tornem palco de anti cristãos católicos. Paz e Bem...
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  • •Maria Madalena, cantar salmo acompanhado de instrumentos é uma coisa, se promover as custas de igreja e da inocência dos seus seguidores é outra coisa muito diferente! Basta...
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