Por Arquivo setembro 7th, 2010

* É o consenso da maioria uma base SEGURA e LEGITIMA para a verdade?

terça-feira, setembro 7th, 2010

Este artigo do Padre Francisco Faus é fantástico! é aquele tipo de artigo que ao ler se tem a certeza interior de alguém que conseguiu  por em letras  e frases, de forma clara e lúcida, exatamente aquilo que a gente acredita mas nem sempre encontra as palavras exatas e fiéis para traduzir.

Imperdível!

***

No nosso tempo, no mundo inteiro, estão num primeiro plano do debate político e dos comentários da mídia as questões controvertidas sobre a o valor da vida humana (desde a concepção até a morte natural), sobre a bioética na perspectiva dos atuais progressos da Ciência, sobre o significado da sexualidade e da família, etc.

Nos países democráticos, é reconhecido a todos – pessoas singulares ou entidades -, o direito de manifestar livremente a sua opinião, de sugerir soluções e de apresentá-las na mídia, ou por meio de representantes do povo, de projetos de lei, etc. É uma decorrência lógica dos princípios de liberdade e pluralismo, que são considerados essenciais para uma autêntica democracia.

Neste sentido, nem políticos nem mídia se atreveriam a negar ou restringir, por exemplo, o direito de o movimento gay expor e defender as suas reivindicações; nem o direito de ONGS ou movimentos ecológicos reivindicar, por exemplo, o reconhecimento de que os animais possuam os mesmos direitos que os seres humanos. Cada opinião é respeitada, por princípio, e aceita para debate civilizado, exceto… Sim, há uma exceção: a Igreja Católica. Quando a Igreja se manifesta sobre essas questões debatidas na atualidade, levanta-se imediatamente um clamor, que ecoa em grande parte da mídia, contra o seu direito de opinar, falar, sugerir, propor. Parece que só em relação à Igreja a liberdade e o pluralismo ideológico e político deixam de ter vigência.

Dirão que é porque a Igreja é “dogmática”. Mas a Igreja não manda no país, nem tem poder algum para fazê-lo numa sociedade civil laica, que ela não só aceita de bom grado mas defende como tal (se alguém ignora isso, ignora os ensinamentos da Igreja desde o Concílio Vaticano II). Mas a Igreja, que reúne em si um grupo amplamente majoritário de brasileiros, simplesmente acha, e com toda a razão, que a sua voz pode ser ouvida pelo menos com um respeito análogo ao que se presta a opiniões minoritárias, por vezes bem singulares, de grupos numericamente insignificantes.

Ora, a realidade é que, sem tréguas, uma gritaria desrespeitosa – e com freqüência ofensiva – pretende silenciar, abafar, excluir do debate essa voz. Esse processo de exclusão, de abolição, procede por quatro degraus, que coincidem num progressivo “banimento da verdade”, degraus que analisaremos brevemente a seguir.

O primeiro degrau

Como nos mais explosivos tempos do Iluminismo, mal a Igreja – por seus representantes legítimos – manifesta uma posição nessas questões debatidas, e a defende com argumentos que julga apropriados, começa a escutar-se a velha toada de “obscurantismo”, “atraso”, “antagonismo entre fé e ciência”, “religião inimiga do progresso” . A Igreja, segundo esses acusadores, estaria pretendendo opor-se aos progressos da ciência e ao bem da humanidade com a irracionalidade da fé e dos dogmas.

Um mínimo de objetividade – de honestidade – permitiria a qualquer pessoa de boa fé perceber que, nos temas de bioética hoje em debate, a Igreja jamais apresenta como soluções a serem aceitas pelos governantes teses baseadas na Sagrada Escritura, nas definições dos Concílios ou nos ensinamentos magisteriais dos Papas. Pelo contrário, baseia a sua defesa da vida e da dignidade do ser humano em argumentações científicas (isto é, em conclusões aceitas e defendidas por um número ponderável de cientistas atuais de primeira linha) e em argumentos racionais, compartilhados por filósofos pensadores totalmente alheios à religião.

Neste sentido, a posição da Igreja nessas questões (células-tronco embrionárias, aborto, eutanásia, casamento homossexual, etc.) alicerça-se fundamentalmente numa antropologia filosófica amadurecida na reflexão de grande número dos maiores pensadores da humanidade, do Ocidente e do Oriente, muitos deles pré-cristãos (Sócrates, Platão, Aristóteles, Epicteto…), mentes brilhantes que, ao longo de milênios, também na era cristã, aprimoraram o pensamento humano e chegaram a formular conceitos enormemente “respeitáveis” de antropologia filosófica e de ética natural, um acervo de autêntica “sabedoria”, que enriqueceu e elevou a humanidade. Hoje, quer se queira quer não, a Igreja é a grande herdeira dessa sabedoria. Não é a “inimiga do progresso”, mas a “amiga da verdade e da vida”.

Por isso, toda a orquestração já automatizada – e sistemática -, que clama contra o “obscurantismo religioso” da Igreja, contra a “fé inimiga da ciência” é, simplesmente, uma impostura, uma mentira: um banimento da verdade.

O segundo degrau

Acontece, porém, que alguns, mais esclarecidos e serenos na apreciação das coisas, reconhecem que a posição da Igreja corresponde ao que acabamos de dizer. Mas – dizem – essa posição parte da base de que a razão é capaz de alcançar a verdade ou, por outra, de que existem verdades absolutas que a razão humana pode captar, esclarecer, aprofundar e levar às suas autênticas conseqüências. E isso seria falso.

A repulsa às posições da Igreja (bem como aos pensadores não-religiosos, de escolas filosóficas laicas, que coincidem com o “raciocínio” da filosofia perene), adota, pois, agora uma nova orientação: o postulado dogmático do agnosticismo, isto é, que não existe a verdade ou, se existe, é impossível que seja objetivamente conhecida. Como se sabe, na raiz dessa concepção da “verdade”, está a herança da filosofia do imanentismo, uma linha de pensamento, anti-metafísica por essência, que em seu processo evolutivo desembocou em Hegel e produziu, como filhos inesperados mas naturais, o marxismo-leninismo e o nazismo.

O agnosticismo, e a sua conseqüência necessária, o relativismo, “levaram a investigação filosófica a perder-se nas areias movediças de um ceticismo geral [...]. A legítima pluralidade de posições cedeu o lugar a um pluralismo indefinido, fundado no pressuposto de que todas as posições são equivalentes: trata-se de um dos sintomas mais difusos, no contexto atual, da desconfiança na verdade [...]. Neste horizonte, tudo fica reduzido a mera opinião” (João Paulo II, Enc. Fides et ratio, 14/9/1998, n. 5).

É interessante frisar que, tanto a Encíclica Fides et ratio como o discutido discurso de Bento XVI na Universidade de Ratisbona, não são uma defesa da fé perante o perigo dos desvios da razão, mas, ao contrário, uma vigorosa defesa da razão como instrumento para captar a verdade, alertando para os perigos de uma fé que prescinda da colaboração estreita da razão.

O terceiro degrau

Sim. Dir-se-á que a razão é incapaz de atingir o ser e a verdade íntimas das coisas, e que, portanto, resta apenas, como base segura em que nos apoiarmos, o que a ciência experimental pode oferecer como “verdade materialmente comprovada”. Acontece, porém, que a Igreja apresenta cada vez mais argumentações científicas, altamente ponderáveis, na sua defesa da vida.

Chegando-se a este ponto, o banimento da verdade sente-se obrigado a dar mais um passo, que o exemplo citado a seguir ilustra bem.

Quando se começou a debater a questão das experiências com células-tronco embrionárias, o tema foi abordado num diálogo público numa TV de São Paulo. Uma das especialistas em embriologia, que trabalhara com células-tronco adultas no Canadá, defendeu com argumentos científicos que a vida humana começa no próprio instante da concepção (neste sentido, são praticamente irrebatíveis os estudos do famoso geneticista francês Jerôme Léjeune). Para contradizer essa posição, outra pesquisadora, partidária do uso das células embrionárias, retrucou dizendo que, se bem era verdade que em seus livros acadêmicos ela dizia que a vida humana começa com a concepção, no caso concreto das células-tronco embrionárias esse argumento científico não seria válido: quem deveria determinar quando a vida humana começa é a lei. Como “prova” disso aduzia que, para efeitos de transplante de órgãos, as leis dos diversos países definem de formas diferentes a “morte clínica” que autoriza a extração de órgãos para transplante.

Esse mesmo argumento foi apresentado, há pouco, nas páginas de um dos principais jornais de São Paulo: o começo da vida humana não deve ser definido pela ciência, mas pela legislação de cada país. Mas, definida com base em quê? No consenso. Como não há referenciais absolutos (pois não há verdades absolutas), como já dizia João Paulo II, “tudo é convencional, tudo é negociável” (Encíclica Evangelium vitae, n. 20). Negada assim a existência de valores ou verdades objetivas e universais, o que resta? Só avontade, o puro e simples querer. Toda a Encíclica Veritatis Splendor alerta sobre os perigos dessa tendência de fazer da liberdade a fonte da verdade, isto é, de só aceitar como “verdadeiro”, em cada momento, o que livremente escolhe o indivíduo ou a “maioria” (Não lembram a história recente? O nazismo chegou o poder e o manteve – com todos os seus crimes horrendos contra a humanidade – , apoiado pela maioria).

O quarto degrau

Chamaremos quarto degrau a um prolongamento da reflexão sobre o terceiro degrau, sobre o relativismo absoluto que se traduz na pulverização de quaisquer valores morais.

Se a liberdade é a única fonte da verdade, isto é, se só se pode aceitar como verdadeiro em cada momento o que livremente escolhe a “maioria”, nada impede que os legisladores – se calhar e houver interesses nacionais e internacionais poderosos envolvidos no assunto -, fiquem de acordo em aprovar que a vida começa quando a criança tem dois anos de idade e que, em conseqüência, até os dois anos, qualquer criança pode ser desmanchada para experiências científicas úteis para curar doenças e salvar vidas. Dirão que isso é extrapolar. Por que? Se não há mais valores objetivos e universais, se não existem mais referenciais éticos intocáveis, onde estão os limites do que se “pode” fazer? Só resta o puro arbítrio, nas mãos dos egoísmos do momento.

Durante os milênios em que os valores éticos eram tidos em conta, o que se “pode” fazer tinha um sentido moral: pode-se fazer o que é lícito moralmente; não se pode o que é ilícito. No atual relativismo radical, a palavra “pode” perdeu toda a conotação moral, e ficou reduzida ao que a ciência “pode fazer” (p.e., as experiências que, nos lager nazistas, eram praticadas com seres humanos “podiam” ser feitas cientificamente), ou ao que a lei (meramente positiva e mutável, conforme os interesses de cada momento) autoriza fazer.

Sem valores nem referências de verdade e bem, o mundo – a humanidade – fica perdido no espaço como um astronave que saiu da órbita.

A Igreja, como seu Mestre, ama a verdade e o bem, ama o ser humano e a sua dignidade, ama a vida e, por isso, não se importa em ser incompreendida quando vai contra-corrente na defesa dos únicos valores que podem preservar a humanidade da desintegração moral. Talvez com isso impeça que algum dia possam ser erigidas na Praça dos Três Poderes as estátuas de Pilatos (O que é a verdade?) e do Dr. Mengele.

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* Maioria dos britânicos apoia cultura cristã, revela pesquisa.

terça-feira, setembro 7th, 2010

A maioria dos adultos do Reino Unido (67%) considera que a sociedade britânica deve conservar sua cultura cristã. Apenas 8% opõem-se a essa ideia.

É o que assinala uma pesquisa publicada pelo jornal católico The Tablet e realizada pela organização de estudos de opinião Ipsos, a partir de entrevistas a 996 adultos britânicos, entre eles 117 católicos.

Segundo o estudo, duas de cada três pessoas reconhece Bento XVI e o identificaria se o visse passeando pela rua sem sua veste papal.

Do conjunto da população, 10% têm previsto participar dos eventos da visita do Papa; entre os católicos entrevistados, 71% participarão dos atos.

Os resultados mostram que 25% da população apoia a visita do pontífice, 11% opõem-se e 63% manifestam não estar a favor nem contra. 49% consideram algo bom que a Igreja católica tenha firmes pontos de vista morais.

A pesquisa assinala também que a grande maioria (93%) sabe que o Papa é o líder da Igreja católica, enquanto só 77% sabem que a rainha é a cabeça da Igreja da Inglaterra.

Os resultados completos da pesquisa encontram-se em: http://www.thetablet.co.uk/images/Papal_Visit_Poll_charts_v4.pdf

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* Igrejas (modernas) pelo mundo.

terça-feira, setembro 7th, 2010

O fotógrafo alemão Dirk Wiedlein organizou um excelente trabalho sobre igrejas e a religião pelas cidades e países.

Eis uma pequena seleção.

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* Itália recusa usar dinheiro de impostos para financiar mesquitas.

terça-feira, setembro 7th, 2010

Hilary White

O governo italiano recusou conceder reconhecimento oficial ao islamismo nas leis tributárias, citando a poligamia que é sancionada pelos muçulmanos e o fato de que a religião não protege os direitos das mulheres.

A decisão tem a ver com um projeto de lei que determinaria as verbas e distribuiria 8 por cento da arrecadação fiscal para as religiões organizadas do país.

COREIS, uma das maiores organizações muçulmanas da Itália, respondeu à decisão dizendo: “Deve-se iniciar o trabalho de reconhecer legalmente os muçulmanos moderados que estão há anos mostrando qu são interlocutores de confiança que são livres da ideologia fundamentalista”.

O projeto de lei propõe expandir a distribuição de verbas estatais para templos hindus e budistas, igrejas ortodoxas gregas e testemunhas-de-jeová. Atualmente, só a Igreja Católica, o Judaísmo e outras organizações religiosas reconhecidas — inclusive os luteranos, evangelistas, valdenses (uma seita cristã medieval) e os adventistas do sétimo dia — recebem verbas de impostos do governo italiano.

Observadores têm notado que a decisão sobre a distribuição de dinheiro de imposto significará que o Estado italiano não financiará a construção de novas mesquitas nem financiará aquelas que já existem. Atualmente estima-se que entre um milhão e 1.5 milhão de muçulmanos vivem na Itália e o país tem aproximadamente 130 mesquitas.

Acredita-se também que os muçulmanos compõem a maior parte do incontável e vasto número de imigrantes ilegais no país.A decisão chega depois que o líder líbio Muammar Gaddafi, durante sua visita governamental oficial em Roma nesta semana, disse que todos os europeus têm de se converter ao islamismo. Ele deu uma palestra a uma audiência, que havia recebido dinheiro para comparecer, dizendo que as mulheres são mais respeitadas na Líbia, e ofereceu ajudar as italianas a encontrar maridos líbios.

Mais tarde, numa cerimônia de encerramento, Kaddafi exigiu um pagamento da União Europeia de “pelo menos cinco bilhões de euros por ano” para parar a imigração ilegal originária de seu país para a Europa.

“As palavras de Kaddafi mostram seu perigoso projeto de islamização da Europa”, disse o parlamentar Mario Borghezio da Liga do Norte, que é anti-imigração e aliada minoritária do governo de coalizão, de acordo com reportagem do jornal Il Messaggero.

Em 2008 a Liga havia introduzido um projeto de lei no Parlamento italiano para bloquear a construção de mesquitas em boa parte do país.A opinião pública está se voltando contra o islamismo em muitas partes da Europa, à medida que números cada vez maiores de muçulmanos de países em desenvolvimento, principalmente da África, estão inundando os países europeus, inclusive a Itália, muitas vezes preenchendo o vácuo formado pelos índices de natalidade bem abaixo da substituição nessas nações.

Uma pesquisa de opinião pública feita pela organização de pesquisa Makno, e comissionada pelo ministério do interior, revelou que 55,3 por cento dos italianos indagados disseram que a imigração proveniente dos países islâmicos era mais “problemática” do que a imigração proveniente de outros países cristãos. Só 39,7 disseram que os muçulmanos deveriam ter permissão de praticar sua religião e construir mesquitas incondicionalmente. Aproximadamente 10 por cento se opuseram a medidas que permitam práticas religiosas muçulmanas ou mesquitas, e o resto apresentou várias condições, tais como reciprocidade para os cristãos em países islâmicos praticarem sua religião.Dezessete por cento disseram que temiam ataques terroristas; aproximadamente 25 por cento disseram que criam que os muçulmanos criticam os italianos e a cultura italiana; e 28,2 por cento disseram que os muçulmanos são intolerantes para com o catolicismo.

As revelações recentes da prática islâmica de escravidão sexual de meninos novos no Afeganistão estão chocando os ocidentais e, em combinação com informações sobre o tratamento humilhante das mulheres em muitos países islâmicos e outros aspectos da cultura islâmica repugnantes para as sensibilidades ocidentais, provavelmente estão aumentando a crescente hostilidade da Europa contra mais imigração.

O Departamento de Defesa dos EUA recentemente contratou uma cientista social, Anna Maria Cardinalli, para investigar o motivo por que os soldados do sexo masculino que atuam no Afeganistão estavam passando por experiências de contínuo assédio sexual por parte de homens muçulmanos. Cardinalli publicou um relatório em que disse que o uso de meninos para serviços sexuais por parte de homens afegãos é uma prática de muitos séculos, e é sancionada pelos imams.

Cardinalli disse para Joel Brinkley, correspondente do jornal San Francisco Chronicle, que pegar meninos entre 9 e 15 anos como “amantes” é prática comum, em que se envolvem até 50 por cento dos homens em algumas regiões. Um contato local disse para um jornalista do noticiário da Reuters que ter um menino é símbolo de posição.Brinkley disse, em sua reportagem, que um passatempo popular são festas de danças em que meninos novos se vestem como meninas, com maquiagem e sininhos no pé, e dançam “para uma dúzia ou mais de homens de meia idade com olhares lascivos” que então os levam para casa.

Um relatório do Departamento de Estado chamou os “meninos que dançam” de uma “forma generalizada e culturalmente sancionada de estupro de meninos do sexo masculino”.“Não há questão mais horrível e mais merecedora de nossa atenção do que essa”, disse Cardinalli. “Sinto-me continuamente perseguida por assombrações com o que vi”.

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10090114

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* Cantora irlandesa Sinead O’Connor diz que Papa deveria renunciar

terça-feira, setembro 7th, 2010

ANSA

A cantora irlandesa Sinead O’Connor, ao falar sobre a viagem do papa Bento XVI ao Reino Unido, que será iniciada no próximo dia 16, afirmou que o Pontífice deveria renunciar ao posto, considerando que ele não está “em condições de ser o representante de Cristo”.

“O Papa deveria renunciar, as hierarquias vaticanas deveriam renunciar, não apenas porque estão encobertos, mas porque são inacreditavelmente arrogantes, são anticristãs e não têm a mais remota relação com Deus”, declarou a artista, em entrevista à imprensa local.

As declarações de O’Connor integram sete breves documentários realizados por uma emissora britânica sobre as reações dos católicos da Grã-Bretanha à visita do Papa, que terá quatro dias de duração.

Considerada uma das mais controvertidas e polêmicas estrelas pop dos anos 90, O’Connor gerou grandes discussões ao rasgar publicamente, em 1992, uma foto do então pontífice, João Paulo II.

A viagem de Bento XVI ocorre em um momento em que a Igreja católica enfrenta uma grave crise de credibilidade devido aos casos de abusos sexuais cometidos ou encobertados por religiosos em diversos países, incluindo o Reino Unido.

Nas últimas semanas, britânicos têm anunciado a realização de protestos contra a presença do Pontífice. Além de pessoas indignadas com as denúncias de pedofilia, grupos secularistas e de defesa dos direitos homossexuais também planejam ações de repúdio.

A viagem será a primeira visita pontifícia de Estado ao Reino Unido. Em 1982, João Paulo 2 realizou uma visita pastoral. Bento XVI, que entre outros compromissos celebrará a missa de beatificação do cardeal John Henry Newman (1801-1890), responde ao convite de autoridades religiosas e civis locais.

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* Financiam estudo sobre mortalidade materna que derrubaria pretexto abortista.

terça-feira, setembro 7th, 2010

Nas últimas décadas, os grupos abortistas apresentaram o aborto clandestino como uma das principais causa de mortalidade materna nos países onde esta prática não é legal. Entretanto, uma equipe da Universidade do Chile poderia derrubar este “vínculo” com um estudo sobre o êxito chileno na redução das mortes maternas com políticas que não incluíram despenalizar o aborto.

Conforme informaram vários meios nacionais, o Departamento de Atenção Primária e Saúde Familiar (APSF) da Faculdade de Medicina da Universidade do Chile obteve um fundo de 120 mil dólares para estudar durante os próximos dois anos a história da mortalidade materna no Chile.

O estudo incluirá os limites históricos, sociais e econômicos mais significativos acontecidos entre 1909 e 2007 que determinaram que o Chile tivesse uma mortalidade materna similar à que foi registrada nos países desenvolvidos.

O projeto é dirigido pelo Dr. Elard Koch e tem como Co-investigador o doutor John Thorpe da Universidade de North Carolina, nos Estados Unidos, e uma equipe multidisciplinar de profissionais do departamento do APSF.

“Vamos fazer uma linha do tempo que começará no ano 1909 e culminará no 2007, isso nos permitirá determinar os principais fatores vinculados com a redução ou incremento da mortalidade materna no Chile que, atualmente, é de 18 mulheres por cada 100 mil nascidos vivos, uma cifra própria de um país desenvolvido”, explicou Koch.

No Chile, durante a gravidez ou parto, falecem 45 mulheres por ano. “Nosso país é um caso único, uma experiência natural muito interessante porque, por um lado, contamos com estatísticas vitais e sociais de boa qualidade que nos permitem reconstruir a história em números e, por outra, conseguimos cumprir uma das metas do milênio propostas pela ONU: reduzir a mortalidade materna em 75 por cento entre os anos 1990 e 2015″, explicou.

Entre 1960 e 2007 o Chile diminuiu a mortalidade materna em 97 por cento. Koch foi convidado a expor o caso chileno nas reuniões prévias à Cúpula Mundial sobre o Objetivo e Desenvolvimento do Milênio que coordenará a ONU no próximo dia 15 de setembro.

“Será uma grande honra expor o êxito chileno centrado na redução do analfabetismo, no incremento da educação média da mulher, a atenção pré-natal precoce e a assistência profissional do parto. Estes foram os elementos chave para promover a gravidez segura”, explicou Koch.

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* Novo Livro de Stephen Hawking não descarta Deus, esclarecem físicos católicos.

terça-feira, setembro 7th, 2010

Dois físicos católicos descartaram que o novo livro do Stephen Hawking, “The Grand Design”, chegue a descartar a existência de Deus como criador do universo, apesar de que o autor tenha lançado a audaz afirmação de que o universo “criou-se do nada”.

O acadêmico jesuíta Robert Spitzer explicou que as afirmações de Hawking contra a existência de Deus e em favor da física refletem confusões fundamentais sobre o conceito cristão de Deus como criador de tudo o que existe, o que inclui o universo e as leis da física que se aplicam a ele.

Segundo o Padre Spitzer embora Hawking fale de um universo “criando-se a si mesmo do nada”, pressupõe-se que este “nada” de alguma maneira envolve a gravidade e outras leis fundamentais da física.

Mas os princípios como a gravidade não são axiomas irredutíveis nem evidentes. Ao contrário, são as leis não físicas as que regem as operações ordinárias do mundo físico. Não há comparação entre uma criação que se desdobra e se desenvolve de acordo às leis da matéria, e a proposta de Hawking de “geração espontânea” da “nada”, explica o sacerdote.

Para o perito, Hawking interpreta mal a verdadeira relação entre Deus e sua criação. “Hawking não explicou claramente por que existe algo em lugar de nada. Só afirmou que algo vem de algo”, ao descrever o desenvolvimento de um universo que funciona na base de leis como a gravidade.

Historicamente, muitos teólogos cristãos, assim como filósofos não cristãos, argumentaram precisamente o contrário ao ponto de Hawking: as leis da física só podem ser atribuídas a um criador infinito, inteligente e não físico.

O “Deus” do Hawking

O jesuíta Guy Consolmagno, astrônomo do Observatório do Vaticano, explicou à agência Catholic News Agency, do grupo ACI, que as condições prévias do universo em desdobramento e suas operações não podem ser uma forma de “nada”, como considera Hawking, mas condições criadas por Deus para o ordenamento do mundo.

“Deus é a razão pela qual o espaço e o tempo e as leis da natureza confluem nas forças de operação das que fala Stephen Hawking”, assinalou.

Para Consolmagno, o desprezo de Hawking a Deus se apóia não só em sua denominação errônea das leis físicas como “nada”, mas também em sua falta de compreensão da noção de transcendência de Deus. Assim, o que Hawking realmente descartou foi um tipo de “deus” no qual os cristãos não acreditam.

“O ‘deus’ no qual Stephen Hawking não acredita, é o mesmo no qual eu não acredito. Deus não é apenas outra força no universo, junto com a gravidade ou a eletricidade. Deus não é uma força a ser invocada para preencher os vazios de nosso conhecimento”, acrescenta o perito.

Consolmagno recorda que “Deus é a razão pela qual a existência mesma existe”.

Para o Padre Spitzer, Hawking admite este profundo mistério no mesmo momento em que trata de desprezá-lo.

“Em minha opinião, o Dr. Hawking ainda não demonstrou que esta realidade não seja necessária. Na realidade, ele o implica ao considerar a existência de um início em sua afirmação sobre o universo que provém do nada”, conclui Spitzer.

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A Igreja não é autora da verdade humana, sujeita às revisões de cada tempo, mas depositária da VERDADE revelada por Deus, em Cristo Jesus.
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    em * Como deixei de ser protestante e
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  • •Blasfemia, aborto. Ô serpente perseguidora,derrotada, desesperada. Somente Tu Senhor, tens palavra de vida eterna....
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  • •CARÍSSIMA MONALISA, As crianças dos abrigos seriam "penalizadas" pela segunda vez ao não terem direito a um pai e a uma mãe. Caso pudessem escolher, sem dúvida...
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  • •mas sera que muitas crianças nao preferem ser adotadas por casais gays do que continuarem em abrigos?...
    em * Comunicado da “Federação
  • •Obrigada pela presteza,Carmadélio.Para quem entende de ciências é sempre bom analisar as pesquisas em si e o modo como os dados foram obtidos e estatisticamente tratados.Talvez...
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  • •Fui "little monster" por 4 anos, sempre amei ela, só que eu não posso ser morno, ela já fez a primeira comunhão, era católica, não sei o pq dela virar isto, como eu conheço...
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  • •Neste artigo dá para entender bem a diferença: http://www.deuslovult.org/2013/05/02/pedofilos-nao-sao-excomungados-mas-eu-fui/...
    em * Sacerdote culpado de abusos no
  • •Qual é a diferença entre EXCOMUNHÃO, e expulsão do estado clerical???? Gostaria que alguem me explicasse isso....
    em * Sacerdote culpado de abusos no
  • •Como posso falar do meu direito enquanto mulher se não respeito o primeiro direito do outro que é o direito a vida, todos temos direito de nascer mesmo se não fomos concebido em...
    em * Espanha: Socialistas usam imagem
  • •Que essa "ministra" diga isso para a sua descendência porque o coração duro ainda continua nas pessoas, como disse na carta de divórcio admitida por Moisés.Que ela leia o...
    em * Ministra da igualdade da Espanha
  • •esse livro so fala de heresias, e quem e catolico de verdade nao leria este livro horrivel...
    em * A Cabana, o livro. Heresias
  • •eu ja tinha percebido que o livro nao prestava, pois antes de participar do shalom, eu participava de outra comunidade que apoiva totalmente o livro, mas depois do shalom mudei...
    em * A Cabana, o livro. Heresias
  • •Triste como essa 'ditadura do relativismo' tem acorrentado e cegado tantos. Se declarando livres e tolerantes não percebem que estão sendo enganados. Um dia, também já me achei...
    em * Por que o ateísmo é tão comum
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