Por Arquivo outubro, 2010

* Nordeste vítima de preconceito no Twitter.

domingo, outubro 31st, 2010

“A culpa é do Nordeste.”

A região “só nos … Quem, aliás, “é a favor de jogar uma bomba no Norte e (principalmente) no Nordeste” levanta a mão.

Mas “deplorável” mesmo “é pensar que o Nordeste escolhe o presidente, mas nós que pagamos a conta”.

Injuriados com a escolha do sucessor de Lula, simpatizantes do tucano José Serra decidiram atacar a região que, desde o começo da campanha, deu a Dilma Rousseff (PT) larga folga nas intenções de voto.

Essas declarações foram coletadas entre 20h e 21h deste domingo, após uma busca no Twitter por mensagens com a palavra “Nordeste”.

Algumas mensagens criticam a desqualificação dos nove Estados, tratados por muitos como um país à parte. Mas a maioria dos tuítes responsabiliza os nordestinos pela “derrota da democracia” nas urnas.

No Nordeste (25% dos eleitores brasileiros), a petista tinha, na antevéspera das eleições, 63% das intenções de voto, contra 30% do tucano, segundo pesquisa Datafolha.

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* A Igreja Católica aceita batismos de outras igrejas?

domingo, outubro 31st, 2010

  • Um irmão católico me perguntou quais são os batismos efetuados por outras igrejas cristãs que são tidos como válidos pela Igreja Católica.

  • Lendo o Código de Direito Canônico publicado em língua portuguesa pela ed. Loyola, encontramos uma nota de rodapé referente ao cân. 869, que aborda os casos aceitos de rebatismo, podemos encontrar a resposta para a sua questão. É o que transcrevemos a seguir:
  • “[...]
    A. Diversas Igrejas batizam, sem dúvida, validamente; por esta razão, um cristão batizado numa delas não pode ser normalmente rebatizado, nem sequer sob condição. Essas Igrejas são:

  • a) Igrejas Orientais (”Ortodoxas”, que não estão em comunhão plena com a Igreja católico-romana, das quais, pelo menos, seis se encontram presentes no Brasil);
    b) Igreja vétero-católica;
    c) Igreja Episcopal do Brasil (”Anglicanos”);
    d) Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB);
    e) Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB);
    f) Igreja Metodista.
  • B. Há diversas Igrejas nas quais, embora não se justifique nenhuma reserva quanto ao rito batismal prescrito, contudo, devido à concepção teológica que têm do batismo – p.ex., que o batismo não justifica e, por isso, não é tão necessário -, alguns de seus pastores, segundo parece, não manifestam sempre urgência em batizar seus fiéis ou em seguir exatamente o rito batismal prescrito: também nesses casos, quando há garantias de que a pessoa foi batizada segundo o rito prescrito por essas Igrejas, não se pode rebatizar, nem sob condição. Essas Igrejas são:

  • a) Igrejas presbiterianas;
    b) Igrejas batistas;
    c) Igrejas congregacionalistas;
    d) Igrejas adventistas;
    e) a maioria das Igrejas pentecostais (Assembléia de Deus, Congregação Cristã do Brasil, Igreja do Evangelho Quadrangular, Igreja Deus é Amor, Igreja Pentecostal “O Brasil para Cristo”);
    f. Exército da Salvação (este grupo não costuma batizar, mas quando o faz, realiza-o de modo válido quanto ao rito).
  • C. Há Igrejas de cujo batismo se pode prudentemente duvidar e, por essa razão, requer-se, como norma geral, a administração de um novo batismo, sob condição.

  • Essas Igrejas são: a) Igreja Pentecostal Unida do Brasil (esta Igreja batiza apenas “em nome do Senhor Jesus”, e não em nome da Santíssima Trindade);
    b) “Igrejas Brasileiras” (embora não se possa levantar nenhuma objeção quanto à matéria ou à forma empregadas pelas “Igrejas Brasileiras”, contudo, pode-se e deve-se duvidar da intenção de seus ministros; conforme Comunicado Mensal da CNBB, setembro de 1973, p. 1227, c, nº 4; cf. também, no Guia Ecumênico, o verbete “Brasileiras, Igrejas”);
    c) Mórmons (negam a divindade de Cristo, no sentido autêntico e, consequentemente, o seu papel redentor).
  • D. Com certeza, batizam invalidamente:

  • a) Testemunhas de Jeová (negam a fé na Trindade);
    b) Ciência Cristã (o rito que pratica, sob o nome de batismo, tem matéria e forma certamente inválidas. Algo semelhante se pode dizer de certos ritos que, sob o nome de batismo, são praticados por alguns grupos religiosos não-cristãos, como a Umbanda).”
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* Homem esperava ser evangelizado por 20 anos

sábado, outubro 30th, 2010


Ray Aker não podia acreditar no que ouvia. Nativo de Oklahoma, ele passou os últimos dois anos, compartilhando Jesus em uma área rural da China, sem ver uma única salvação, até agora.
Deus levou Aker e uma pequena equipe de voluntários dos Batistas do Sul a um homem chamado Salomão, que vivia com sua família em um barraco de chão batido uma aldeia de montanha isolada. Aker contou a história do Evangelho e Salomão creu imediatamente.
Mas foi o que Salomão disse depois que Aker não pode esquecer. “Há vinte anos eu senti no meu coração que havia um Deus acima de tudo, mas não sabia nada sobre ele. Então eu orava todos os dias pedindo que Ele mandasse alguém para me dizer quem Ele era. E hoje Deus respondeu a minha oração”.

De acordo com relatos do missionário, essa foi provavelmente a experiência mais marcante que ele já teve com Deus no tempo missionário. “Não fiz nada de especial, foi Deus que ordenou o momento certo”.

Imediatamente Salomão começou a contar aos outros sobre um Deus único e verdadeiro. Rapidamente levou seis moradores da aldeia a Cristo, incluindo sua esposa e duas filhas.

O pajé local tomou conhecimento e ameaçou publicamente, que se não parassem de falar do amor de Deus, seriam amaldiçoados e morreriam em três dias. Salomão recusou-se a ficar em silêncio, e no quarto dia, quando os moradores viram que ele ainda estava vivo, ninguém entendeu.

Salomão falou de Jesus para toda a aldeia. Em um único dia, mais de 80 pessoas se renderam a Cristo. “Essas pessoas vivem com medo de espíritos malignos. Tudo que eles fazem, seja a direção de sua própria, momento certo para casar e o que comer, é tudo baseado na tentativa de acalmar os espíritos malignos. Mas Salomão não teve medo de morrer porque confiou em Deus.
Quatro anos depois, Deus continua usando a influência de Salomão para trazer mais de 400 pessoas à Cristo em três aldeias vizinhas e está chegando a quarta. Três igrejas já foram plantadas. “Eu jamais conseguiria evangelizar todas as 147 aldeias em cinco meses. Por isso temos que treinar os cristãos para chegar onde não chegamos”, revela Ray Aker.
Fonte: BP News / Redação CPAD News
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* Prostituição de menores preocupa autoridades de Amsterdã,Holanda.

sábado, outubro 30th, 2010

A prostituição é reconhecida como profissão na Holanda já há dez anos. O objetivo do governo holandês é atuar contra a marginalização do setor, possibilitando às mulheres mais segurança, o que inclui também a seguridade social.

Mas a prostituição ilegal continua existindo em Amsterdã. Estudos mostram que mais da metade das mulheres que trabalham em De Wallen – o famoso Red Light District – não estão lá por livre vontade.

Prostituta aos 11 anos

Particularmente cruel é a exploração de menores de idade. Durante quatro anos, a jovem Samantha trabalhou como prostituta em Amsterdã e outras grandes cidades holandesas. Hoje ela tem 15 anos. Aos 11, foi forçada pela primeira vez a ter uma relação sexual. Ela virou uma vítima dos chamados loverboys.

Loverboys são homens, na maioria entre os 20 e os 25 anos, que vivem de aliciar menores para a prostituição. Eles se fazem de namorados perfeitos, enchem as meninas de presentes e, algumas semanas ou meses mais tarde, exigem em contrapartida pela sua dedicação a primeira relação sexual – primeiramente a dois, depois com amigos, e finalmente por dinheiro.

Medo da solidão

“Para quem está de fora, é difícil entender o que acontece, entender por que nós permanecemos ao lado desses homens. Mas você tem a sensação de não ter mais opção. Eu tinha medo de ficar sozinha”, conta Samantha.

Ela tentou várias vezes sair dessa situação, sempre sem êxito. Agora, Anita de Wit, da associação Stop Loverboys Nu, é responsável por Samantha.

De Wit acolhe, a cada ano, mais de 20 jovens mulheres em seu centro assistencial. São meninas que querer deixar a vida que levam, mas que, frequentemente, não têm forças para conseguir isso sozinhas.

Muitas dessas jovens vêm de famílias esfaceladas ou se sentem, ao iniciar a puberdade, mal compreendidas por seus pais e amigos. Essa é a chance que o loberboy aproveita para trazer as meninas para o seu lado. Muitas vezes, as drogas entram em jogo para facilitar o aliciamento.

No caso de Samantha, ela conta ter sido constantemente ameaçada: o irmão mais novo dela seria sequestrado caso ela não obedecesse. “As meninas sofrem uma lavagem cerebral. Elas são totalmente disciplinadas. Elas devem até mesmo perguntar se podem beber água ou ir ao banheiro”, diz De Wit.

Idade mínima deve ser elevada

A Prefeitura de Amsterdã está ciente do problema da prostituição ilegal e planeja elevar a idade mínima para ser prostituta – para 21 ou até mesmo 23 anos. Na situação atual, nem De Wit, nem os pais e tampouco as autoridades dispõem de instrumentos legais para separar a garota do cafetão após elas chegarem à maioridade. Isso deve mudar.

Além disso, a prefeitura da cidade pretende introduzir um horário de encerramento das atividades de prostituição à noite e endurecer o controle sobre os locatários de vitrines no Red Light District.

Fonte: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,6154860,00.html

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* Deixe-me nascer!

sábado, outubro 30th, 2010

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* Brasil é Estado laico, diz Lula sobre fala do papa.

sábado, outubro 30th, 2010

Um dia após o papa Bento XVI pedir aos bispos brasileiros para condenar o aborto e orientar os fiéis em matéria política, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, em tom crítico, que a Igreja Católica fala a mesma coisa há 2 mil anos.

“Ô gente, não vi nenhuma novidade na declaração do papa, isso é um comportamento da Igreja Católica desde que ela existe”, afirmou. “Se for ver o que a Igreja falava há 2 mil anos, ela falava exatamente o que o papa falou.”

A reportagem é de Leonencio Nossa e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 30-10-2010.

Após visitar o Salão Internacional do Automóvel, no Anhembi, em São Paulo, Lula minimizou uma possível influência do discurso de Bento XVI nas eleições. “Isso pode ser falado a qualquer momento. Pode ser falado hoje, amanhã, depois de amanhã”, disse. “Toda vez que você perguntar a um papa sobre a questão do aborto, ele vai dizer exatamente o que disse o papa antes de ontem.”

Na entrevista, Lula disse que a CNBB pode se manifestar, mas observou que o Estado é laico. “Olha, eu não acho que ninguém vai além, cada um vai de acordo com a sua consciência”, disse. “Este País é democrático e laico, portanto, as pessoas se manifestam do jeito que quiserem. A liberdade é boa por isso, é porque a gente se manifesta, ganha ou perde, pode pagar um preço pelos erros que cometeu.

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* Dilma segue defendendo descriminalização do aborto no Brasil com falsas cifras.

sábado, outubro 30th, 2010

ACI

Depois do discurso do Papa aos bispos brasileiros do Regional Nordeste V, no qual o Santo Padre recordou que seria falsa qualquer defesa dos Direitos Humanos que não compreendesse a defesa do direito à vida, a candidata do PT, Dilma Rousseff ofereceu algumas declarações à imprensa nas quais defende que as “3 milhões e 500 mil mulheres” que abortam anualmente no Brasil não deveriam ir ao cárcere. “Não acredito que ninguém em sã consciência recomende que se prenda esses milhões de mulheres”, defendeu a presidenciável. Dilma alegou que “a cada dois dias morre uma mulher nessa circunstância”, ou seja, provocando o aborto. Segundo cifras oficiais, o sacerdote Berardo Graz, o “Padre pela Vida” desmente o dado da petista.

Ao ser perguntada em Brasília sobre a mencionada alocução do Papa Dilma afirmou que não via relação entre este discurso e a sua campanha, na qual reiteradas vezes a candidata afirmou que no seu governo o aborto será tratado como tema de saúde pública.

“Eu acho que é a posição do Papa e tem de ser respeitada. Encaro que ele tem direito de se manifestar sobre o que ele pensa, é a crença dele, e ele está encomendando uma orientação”, afirmou.

O jornalista católico Reinaldo Azevedo criticou esta afirmação da candidata dizendo que a posição do Papa não é “a crença dele”, mas a posição da Igreja Católica.

“É a crença de mais de um bilhão de católicos no mundo inteiro, para os quais o papa é a máxima autoridade religiosa”, afirmou o blogger da Veja.

O discurso de Dilma é contraditório. A candidata se diz “pessoalmente contra” o aborto, mas defende sua despenalização, como o fez anteriormente em entrevista à Folha em 2007 e à Revista Marie Claire em 2009. A petista, em sua carta aos evangélicos, se comprometeu a manter a legislação que penaliza o aborto com reclusão de 1 a 3 anos para a mulher que realiza o aborto em si mesma ou consente que outra pessoa o faça e 3 a 10 anos de cadeia para a pessoa que faz o aborto em uma mulher sem seu consentimento, exceto no caso de estupro ou no caso de risco à vida da mãe.

No primeiro turno da campanha Dilma afirmou no debate da UOL que aborto deveria estar disponível, e portanto de forma legal, para as mulheres porque recorrem a ele “no desespero”.

Dilma alega que por ser ilegal as mulheres pobres morrem por terem que realizar o aborto de forma insegura “com agulhas de tricô” e “chás absurdos”. Na entrevista de ontem Rousseff afirmou ainda: “sei que morre a cada dois dias uma mulher nessa circunstância e não acredito que ninguém em sã consciência recomende que se prenda esses milhões de mulheres”. A candidata afirmou que o número de mulheres que abortam no Brasil é de 3.5 milhões e que “outros dizem que são 5 milhões e 300 mil”. Dilma defendeu ainda que nem sequer existem prisões suficientes para tantas mulheres no país, criticando a atual legislação perante a qual o aborto é um crime.

Os números da candidata do governo não coincidem com os números do próprio governo, no DataSUS.

Se fizermos as contas com as cifras de Dilma, a candidata estaria afirmando que no Brasil a cada ano morreriam 182 mulheres (uma a cada dois dias) por aborto provocado.  Em um recente vídeo o Padre pela vida, o sacerdote Berardo Graz, coordenador da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, denuncia a falsidade destes números.

Segundo o “Padre Pela Vida” das 1.590 mortes maternas registradas pelo DataSUS no período 2007 “só 200” foram por causa de aborto”. O Pe. Graz faz uma ressalva explicando: “Aborto ainda não especificado, porque dentre destas 200, várias morrem por aborto espontâneo”, ou por alguma patologia da reprodução como por exemplo, a gravidez ectópica”. “Na realidade vítimas de morte por aborto clandestino ou aborto provocado não chegam a 100, ou até menos”, assevera o sacerdote, assegurando que “dentre todas as causas de morte de mulheres, o aborto é a última”.

Segundo o portal de notícias G1, “a curetagem após aborto foi a cirurgia mais realizada no Sistema Único de Saúde (SUS) entre 1995 e 2007, segundo levantamento do Instituto do Coração (InCor), da Universidade de São Paulo. Com base em dados do Ministério da Saúde, os pesquisadores analisaram mais de 32 milhões de procedimentos nesse período”.

No entanto a própria autora do estudo adverte que “as informações disponíveis no DataSUS não permitem diferenciar a curetagem resultante do aborto espontâneo da do provocado”. Mesmo supondo que estes 32 milhões de aborto realizados em um período de 12 anos, foram provocados teríamos uma média de 2.6 milhões abortos anuais, quase 1 milhão a menos do que a candidata afirmou. Portanto, as cifras superiores a 3 ou até 5 milhões de mulheres citadas por Dilma, não têm fundamento nos números oficiais.

Não seria a primeira vez que membros do governo Lula, como a ex-ministra da Casa Civil e agora candidata, Dilma Rousseff, oferecem dados aumentados sobre o número de mortalidade de mulheres culpando a atual legislação pela suposta morte de centenas ou até milhares de mulheres que devem realizar o aborto na clandestinidade. Em um recente envio o boletim Situação da Defesa da Vida (SDV) afirma que estas mortes, “não são milhares, como afirma (o Ministro da Saúde) Temporão à imprensa, nem 115, 152 ou 156, como foi afirmado pela Ministra Nilcéia em documento oficial entregue ao CEDAW. (…) As mortes por falhas de tentativa de aborto provocado (às quais se referia Dilma Rousseff), as únicas realmente registradas como tais nos dados do DataSUS, foram, respectivamente nestes anos de 2002, 2003 e 2004, em número de 6, 7 e 11 mortes”, afirma o boletim do SDV.

Para ver estes números de mortalidade materna segundo o DataSUS recomendamos o seguinte vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=WwFmp2g3bHY&feature=email

Para ver o vídeo do Pe. Berardo Graz, coordenador da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB:
http://www.youtube.com/watch?v=mvvfe0YOwf4&feature=player_embedded

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* Halloween: data é a escolhida para profanações satanistas na França.

sábado, outubro 30th, 2010
Túmulos profanados na cidade de Havre, França

A festa do Halloween tem significados e efeitos satânicos, na França pelo menos.

Os profanadores de túmulos e lugares sagrados preferem essa data e as da fundação da Igreja de Satanás nos EUA, do Ano novo satanista, do aniversário de Adolfo Hitler e dos solstícios e equinócios (festas neo-pagãs comemoradas pela Nova Era), para seus crimes.

Os jovens são os mais seduzidos para esses crimes inciáticos. Em geral, 50% desses atentados satanistas acontecem no weekend, praticados por minores de idade.

O resultado é que cada dois dias acontece uma grave profanação de símbolos públicos católicos na França, denunciou o diário parisiense “Le Figaro”.

Cruzes derrubadas e sujadas com símbolos nazistas num santuário dedicado à Nossa Senhora em Saint-Loup (Jura), túmulos e capela do cemitério de Hénin-Beaumont (Pas-de-Calais) vandalizados, estátuas arrancadas na igreja de Saint-Géry em Valenciennes (Norte), candelabros escangalhados e Via Crucis do século XIII incendiado em Saint-Pierre de Pouan-les-Vallées (Aube), são alguns dos mais recentes exemplos.

Desde 2005 um local sagrado católico é profanado cada dois dias em quase todo o território nacional. Em 2009 houve 184 desses ataques sacrílegos na França, apenas 19 a mais que em 2008.

Em 18 de julho deste ano, os vândalos conceberam um mórbido “rodeio” na nave da igreja medieval de Échillais, perto de La Rochelle, onde eles deitaram um crucifixo do século XVII no centro e que acabou desfigurado.

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* Orientações de Bento XVI vão ser divulgadas nas missas.

sábado, outubro 30th, 2010

Curitiba, São Paulo, Brasília e Salvador – Bispos católicos que já haviam se posicionado claramente sobre a questão do aborto, orientando os fiéis a evitar candidatos e partidos que pudessem optar pela sua descriminalização, deverão usar o discurso de Bento XVI para reforçar a mensagem. O texto do Papa já foi parar em tevês católicas e deve estar presente em missas até o domingo da eleição.

“Já solicitei que a TV Canção Nova divulgue amplamente a mensagem do Papa”, afirma o bispo de Lorena, em São Paulo, dom Benedito Beni dos Santos. A Canção Nova, ligada à diocese de Lorena, é uma das maiores emissoras católicas do país. “Também pedi a um padre da diocese, que vai à TV Aparecida, que faça o mesmo”, afirmou ontem o bispo.

Dom Beni, que gravou uma declaração sobre o aborto e as eleições, disponível no YouTube, diz que a palavra do Papa sobre o assunto é “esclarecedora”. Segundo ele, a mensagem papal resolve a questão entre os bispos que preferiram dizer que são a favor da vida sem mencionar nomes de partidos ou candidatos e os que preferiram “apontar o dedo” para os que defendem a descriminalização do aborto.

“O Papa diz que às vezes realmente é preciso apontar o dedo e dizer quem é defensor do aborto”, afirmou. No texto, o Papa ressalta que, quando “os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas”.

“Precisamos ser prudentes. Mas temos de tomar cuidado para que essa prudência não se transforme em covardia”, afirmou o bispo. Dom Beni diz que os sacerdotes serão orientados a ler a mensagem do Papa nas missas neste domingo.

Dom Luiz Gonzaga Bergon zini, bispo de Guarulhos que encomendou folhetos anti-Dilma apreendidos pela Polícia Federal, disse sentir-se aliviado pela fala do pontífice: “Essa posição que o Papa assumiu foi, em parte, ao menos, motivada pela situação que nós temos aqui. A situação que estamos vivendo no Brasil, principalmente durante a campanha política”.

O arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, dom Geraldo Majella Agnelo, foi mais comedido. Ele disse que o clamor do Papa deve ser transmitido em missas, mas sem que se façam menções aos nomes de candidatos. “É preciso deixar o eleitor fazer sua opção.”

A disposição de divulgar o pronunciamento de Bento XVI é compartilhada por dom Roberto Francisco Ferreira, bispo auxiliar de Niterói (RJ). “Domingo, eu vou fazer ressoar a fala do Papa. Certamente será uma motivação para pastorais esclarecerem cristãos.”

Bispo de Oliveira, em Minas Gerais, dom Miguel Ângelo Ribeiro foi um dos primeiros a escrever artigos sobre o aborto na atual campanha. Segundo ele, o posicionamento do Papa mostra que a luta contra a legalização do aborto ganhou força. “Não se trata de defender um candidato. O que interessa mais não é o resultado da eleição. E, sim, a defesa da vida.”

Dom Miguel diz que “todos os partidos têm abortistas”. O que levou alguns sacerdotes a citar nominalmente o PT foi o fato de o partido ter incluído a legalização do aborto em suas diretrizes partidárias. “O que me assusta é a posição de uma certa militância que quer excluir a Igreja do processo eleitoral, afirmando que ela não pode se pronunciar no processo”, diz.

O bispo diz, porém, que não vai orientar os sacerdotes a repetir a mensagem do Papa nas missas até domingo, data do segundo turno. “Até porque está muito em cima da hora.” E também afirma que é preciso tomar cuidado para não forçar a consciência de ninguém ao apontar a posição de cada candidato. “A consciência é um sacrário de cada indivíduo, que nós não devemos invadir. Nosso papel é orientar, mostrar os fatos. Indicar que o voto é uma questão de cidadania, mas que deve ser coerente com o mandamento de Deus.”

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* TSE NEGA direito de resposta na TV Canção Nova por homilia anti-PT.

sábado, outubro 30th, 2010


Terra

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou nesta sexta-feira (29) a exibição de direito de resposta na TV católica Canção Nova, medida que teria o objetivo de rebater uma homilia exibida ao vivo em que o padre José Augusto Moreira pede que os fieis se mobilizem e não votem na presidenciável petista Dilma Rousseff no segundo turno.

A explicação do religioso – e ele informa ter recebido reclamações de fieis – é que o PT é a favor da interrupção de gestações indesejadas. Os boatos sobre posições da ex-ministra da Casa Civil diante de eleitores religiosos, em especial os pentecostais, são apontados por aliados como uma das causas para que a candidata não tenha liquidado o processo eleitoral no primeiro turno, em 3 de outubro.

Apesar de reconhecer que tenha havido conteúdo ofensivo na homilia, a ministra Nancy Andrighi, relatora do caso, rejeitou recurso em que a coligação dilmista buscava o direito de resposta.

Ela entendeu ser ilegal o acordo em que o PT e a TV Canção Nova fixaram direito de resposta de oito minutos e também observou que a própria coligação reconheceu que houve parte da reparação pelo fato de a emissora ter pedido desculpa, ao longo da programação, por “qualquer excesso” e ter dito que a TV “não vê cada candidato por suas bandeiras, mas os acolhe como filhos amados de Deus”.

Na homilia questionada pela coligação de Dilma Rousseff, o padre José Augusto diz que “os rumos da nação brasileira estão prestes a mudar, e eles poderão mudar para o pior, para o lado pior se nesse segundo turno – eu vou falar com clareza – se o PT ganhar”.

Aos fieis, o sacerdote disse que não poderia se “calar diante de um partido que está apoiando o aborto, e a Igreja não aprova”. “Estou agitado porque não é possível que os cristãos estejam tão alheios à situação, preocupados apenas com seu trabalhozinho, com seu emprego, com suas coisas, sabendo que o PT está querendo aprovar leis aonde o sacerdote não pode se pronunciar, aonde o sacerdote não pode falar, aonde os meios de comunicação religiosos só vão ter uma hora de programação. Chega se sermos católicos mornos, frios e medrosos”, completou o religioso.

Para a ministra Nancy Andrighi, que teve o voto contra o direito de resposta seguido pelos demais ministros, “é lícito as partes acordarem quanto ao reconhecimento da irregularidade eleitoral. Todavia, se é dado às partes o direito de reconhecimento e aceitação parcial de perdão, a elas não lhes dá a lei o (direto de fixar) tempo de duração do direito de resposta. A fixação da pena é matéria de ordem pública”.

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* Bispo que encomendou panfletos anti-Dilma se diz aliviado com declaração do papa.

sexta-feira, outubro 29th, 2010

Responsável pela encomenda de 2,1 milhões de panfletos contra Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência, dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos, disse à Folhaestar “aliviado” com pronunciamento do papa Bento 16 ao clero brasileiro.

Ontem, o pontífice recomendou o engajamento de padres em questões políticas.

Dom Luiz recebeu a reportagem em sua casa, acompanhado do advogado da diocese de Guarulhos, João Carlos Biagini. Por pelo menos quatro vezes, Biagini interveio na entrevista, sob a alegação de esclarecer o discurso do bispo.

Aos 74 anos, dom Luiz, reafirmou sua posição “em defesa da vida”, condenou o voto na petista, e desviou do assunto quando perguntado sobre o suposto aborto que teria sido feito por Mônica Serra. Ele também disse que, apesar de contrário à prática do aborto, não é a favor da prisão de mulheres que recorrem a ele.

Dom Luiz disse ainda que se considera “vitorioso” por ter defendido a colocação do assunto na pauta eleitoral. “O meu candidato é o próprio Cristo. E o meu partido é o Evangelho”, afirmou.

FOLHA- Como o sr. avalia as declarações do papa? Acha que ele estava acompanhando a repercussão de questões ligadas à religião nas eleições brasileiras?

dom Luiz – Eu não posso dizer com certeza, como dois e dois são quatro, mas pelo conhecimento que temos da diplomacia do Vaticano, das informaçãos que goza o Papa, tenho para mim que essa posição que ele assumiu foi, em parte ao menos, motivada pela situação que nós temos aqui. Tem o consulado do Vaticano, que é o representante do papa junto ao governo e ao clero brasileiro. Além disso, há uma equipe de diplomatas do mundo todo que estão acompanhando eventos de todos os países. Sei que há brasileiros que informam [o papa] dessa situação que estamos vivendo no Brasil, principalmente durante a campanha política, e acho que isso motivou o santo padre a esse discurso em defesa da vida e dos direitos fundamentais.

O sr. acredita que esse pronunciamento do papa vai encorajar padres e bispos brasileiros?

Efeito terá, mas não posso afirmar que esse efeito será generalizado e assumido por todo o clero. Mas em uma boa parte do clero brasileiro acho que sim.

Cada um de nós conhece as obrigações que tem e, por atitudes erradas, ou omissões, terá que prestar contas não a mim, mas a Deus. Eu aponto o caminho, mas não tiro liberdade de ninguém. A minha certeza é a verdade do evangelho. O meu candidato é o próprio Cristo. E o meu partido é o evangelho.

O sr. acredita que essa mobilização é um fruto da mobilização que o sr. fez?

Eu acredito que sim. Não só do meu trabalho, mas da minha equipe né? Eu estou à frente, mas com a colaboração de minha equipe. Foi a Igreja no Brasil que chegou lá.

O sr. se sentiu aliviado com o discurso do papa?

Muito. Muito aliviado. No começo fui combatido. Essa palavra do papa me alegra, justamente por ele estar defendendo agora aquilo que eu vinha defendendo.

O sr. tomou conhecimento de reportagem que deu conta de um suposto aborto feito por Mônica Serra?

Eu ouvi dizer. Eu soube. Agora, veja bem, às vezes, mesmo o aborto provocado, às vezes, tem um atenuante. Não estou aprovando, hein, não estou aprovando o aborto em absoluto.

[O advogado do bispo interrompe]

João Carlos Biagini – Dom Luiz, deixa só eu falar um negócio. O dom Luiz está trabalhando em cima de documentos. Documentos do PT, o evangelho e a fala do papa. Esse negócio aí, para ele comentar, não tem como comentar. Eu posso falar para você que se juntar três pessoas aí e falar que eu andei nu na beira do Tietê em 1900… é uma história difícil de comentar. Aqui [sobre o PT] nós temos prova.

[dom Luiz retoma a entrevista]

dom Luiz – A minha posição nunca foi a favor do José Serra (PSDB). Aliás, no artigo que originou tudo isso eu deixo claro que sou contra o aborto, contra a senhora Dilma e contra qualquer candidato que o defendesse, independente do partido a que pertencesse. Eu não pedi voto a nenhum candidato. Eu pedi simplesmente para não votarem na Dilma.

Mas agora nós temos apenas dois candidatos…

Lá no primeiro turno, não indiquei candidato nenhum, pedi que não votassem nela. Agora, por coerência, no segundo turno, eu continuo dizendo: não vote na Dilma. Mas eu nunca disse: vote no Serra.

A minha posição é una. Aquilo que eu falo eu assino, e confirmo. Eu não sou como a candidata que mudou muitas vezes de posição e do dia para a noite virou católica. A posição do PT, o ideário do PT é muito perigoso.

O sr. acha que mulheres que fazem aborto devem ir para a cadeia?

Olha, eu não chego a esse ponto. Eu sou contra o aborto e tenho pena da mulher que aborta. Às vezes, as coitadas são vítimas de maus tratos. Eu não condeno a pessoa. Eu condeno o ato.

[O advogado interfere novamente]

João Carlos Biagini – O que precisa, né dom Luiz, é ter um tratamento desde o início da concepção, né? Um acompanhamento. Para que não aconteça isso. Não simplesmente aprovar o aborto.

[dom Luiz retoma a entrevista]

dom Luiz – É. Exato. Aqui em Guarulhos, por exemplo, tem um padre que faz um trabalho muito grande e que evitou muitos abortos, conversando e dando apoio.

O sr. acha que o posicionamento do papa pode provocar uma mobilização capaz de influenciar os resultados apontados hoje pelas pesquisas?

Só Deus pode responder quem é que vai ganhar, mas eu me julgo vitorioso. Mesmo que a Dilma vença, o fato de eu ter levantado esse problema compromete todos os eleitos a respeitar [a posição da Igreja]. A Dilma seria muito… como é que eu vou dizer…

[O advogado interfere pela terceira vez]

João Carlos Biagini – O que o dom Luiz está dizendo é que conseguiu introduzir uma agenda de valores para ser discutida, e não só aquela materialista, como se a pessoa fosse uma máquina de ser alimentada…

[dom Luiz retoma a entrevista]

dom Luiz – E mesmo assim, seja qual for a pessoa eleita, eu vou continuar a minha batalha. Seja quem for, eu não vou cruzar o braço.

O sr. acredita que, se Dilma for eleita, essa vitória significará uma derrota para a investida promovida por setores da Igreja contra a campanha dela?

Não. A verdade venceu. Esse problema era iminente com a eleição do PT e agora perdeu-se o pulso que tinha, mesmo porque depois das manifestações que houve, das manifestações do papa, eu não acho que houve um regresso. Houve um despertar de muitos católicos.

Cheguei a ouvir de petistas de caderneta ‘olha, eu ia votar no PT, mas depois de tudo o que o senhor falou não vou mais’. Eu digo que houve uma vitória da nossa parte, porque a vida venceu. Se ela tocar nesse ponto [aborto] vai encontar uma resistência enorme.

O sr. é a favor de padres se lançarem candidatos? A orientação pelo engajamento da Igreja deve passar pela representação via mandato?

Em tese não. A não ser em casos muito especiais. Houve um padre, Arruda Câmara, que a Igreja pediu que ele fosse candidato para segurar a aprovação do divórcio. O padre candidato é escolhido, não escolhe. Mas em tese eu sou contra. Porque qualquer candidato tem que ter partido político, e à medida que eu defendo um partido, me torno adversário de outros. E padre deve unir, não dividir.

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* Os 10 últimos Papas condenam o socialismo, marxismo e comunismo.

sexta-feira, outubro 29th, 2010

papas

Por

John Lennon J. da Silva

Apostolado São Clemente Romano

Podemos ainda hoje observar um chamado socialismo cristão, enveredado de “catolicismo” em vários ambientes ligados a Igreja católica no Brasil, mesmo com o descrédito e agonia de um dos principais movimentos como a Teologia da Libertação que desde o fim da Ditadura Militar em 1985, encontra-se fora de moda em desfalecimento em nosso país.

Tentaram infiltrar na Igreja um marxismo (socialismo) cristão, fato inconsistente com o próprio catolicismo, lembremos quando o então cardeal da Congregação para doutrina e fé e hoje Papa Bento XVI, destitui o Ex-Frei Leonardo Boff de suas funções atividades com a Igreja. Lembremos também da posição de João Paulo II que após elogiar a TL, analisou e retificou sua posição a este movimento na America Latina, o condenando. Foi habitualmente clara durante o pontificado de vários papas a incompatibilidade entre o socialismo e a doutrina da Igreja.

Muitos ainda querem segurar esta linha ideológica, usando como pretexto as camadas menos abastadas de nosso país e a situação dos pobres ou a situação capitalista e materialista de nossa nação, mais a Igreja enquanto instituição tem como missão anunciar e auxiliar os pobres e, mas não necessariamente precisando de compressos ideológicos de ação surgidos com o ”Manifesto comunista” de Marx e Engels foi publicado em 1848, muitos pensam que a Igreja não condena este tido socialismo, ou até desconhecem que o Magistério dos Papas sempre condenou o socialismo então faremos uma caminhada percorrendo os documentos e pronunciamentos dos últimos 10 Papas.

Papa Pio IX (1846-1878):

Pio ix“Transtorno absoluto de toda a ordem humana” “[…] tampouco desconheceis, Veneráveis Irmãos, que os principais autores desta intriga tão abominável não se propõem outra coisa senão impelir os povos, agitados já por toda classe de ventos de perversidade, ao transtorno absoluto de toda a ordem humana das coisas, e entregá-los aos criminosos sistemas do novo socialismo e comunismo” (Pio IX, Encíclica Noscitis et Nobiscum, 8 de dezembro de 1849 – Colección Completa de Encíclicas Pontifícias”, Editorial Poblet, Buenos Aires, pág. 121).

Papa Leão XIII (1878-1903):

“[…]o “comunismo”, o “socialismo”, o “nihilismo”, monstros horrendos que são a vergonha da sociedade e que ameaçam ser-lhe a morte” (Leão XIII, Encíclica Diuturnum Illud, 29 de junho de 1881 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 16).

“Ruína de todas as instituições” “[…] suprimi o temor de Deus e o respeito devido às suas leis; deixai cair em descrédito a autoridade dos príncipes; dai livre curso e incentivo à mania das revoluções; dai asas às paixões populares, quebrai todo freio, salvo o dos castigos, e pela força das coisas ireis ter a uma subversão universal e à ruína de todas as instituições: tal é, em verdade, o escopo provado, explícito, que demandam com seus esforços muitas associações comunistas e socialistas” (Leão XIII, Encíclica Humanum Genus, de 20 de abril de 1884 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, págs. 20-21).

“[…] esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou nihilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniqüidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: ‘Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade’ (Jud. 8)” (Leão XIII, Encíclica Quod Apostolici Muneris, 28 de dezembro de 1878 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, págs. 3-4).

“[…] todos sabem com que gravidade de linguagem, com que firmeza e constância o Nosso glorioso Predecessor Pio IX, de saudosa memória, combateu, quer nas suas Alocuções, quer nas suas Encíclicas dirigidas aos Bispos de todo o mundo, tanto os esforços iníquos das seitas, como nomeadamente a peste do socialismo, que já irrompia dos seus antros” (Leão XIII, Encíclica Quod Apostolici Muneris, 28 de dezembro de 1878 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 7).

“[…] os socialistas e outras seitas sediciosas que trabalham há tanto tempo para arrasar o Estado até aos seus alicerces” (Leão XIII, Encíclica Libertas Praestantissimum, 20 de junho de 1888 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 16)

“É necessário, […] que trabalheis para que os filhos da Igreja Católica não ousem, seja debaixo de que pretexto for, filiar-se na seita abominável (do socialismo), nem favorecê-la” (Leão XIII, Encíclica Quod Apostolici Muneris, 28 de dezembro de 1878 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 14).

Inimigo da sociedade e da Religião

“[…] temos necessidade de corações audaciosos e de forças unidas, numa época em que a messe de dores que se desenvolve diante de nossos olhos é demasiado vasta, e em que se vão acumulando sobre nossas cabeças formidáveis perigos de perturbações ruinosas, em razão principalmente do poder crescente do socialismo. Esses socialistas insinuam-se habilmente no coração da sociedade. Nas trevas das suas reuniões secretas e à luz do dia, pela palavra e pela pena, impelem a multidão à revolta; rejeitam a doutrina da Igreja, negligenciam os deveres, só exaltam os direitos, e solicitam as multidões de desgraçados, cada dia mais numerosos, que, por causa das dificuldades da vida, se deixam prender a teorias enganosas e são arrastados mais facilmente para o erro. Trata-se ao mesmo tempo da sociedade e da Religião. Todos os bons cidadãos devem ter a peito salvaguardar uma e outra com honra” (Leão XIII, Encíclica Graves de Communi, 18 de janeiro de 1901 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, págs. 15-16).

“… era o Nosso dever advertir publicamente os católicos dos graves erros que se ocultam sob as teorias do socialismo, e do grande perigo que daí resulta, não somente para os bens exteriores da vida, mas também para a integridade dos costumes e para a Religião” (Leão XIII, Encíclica Graves de Communi, 18 de janeiro de 1901 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 04).

“… a Igreja do Deus vivo, que é ‘a coluna e o sustentáculo da verdade’ (1 Tim. 3,15), ensina as doutrinas e princípios cuja verdade consiste em assegurar inteiramente a salvação e tranqüilidade da sociedade e desarraigar completamente o germe funesto do socialismo” (Leão XIII, Encíclica Quod Apostolici Muneris, 28 de dezembro de 1878 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 7.).

Os comunistas, os socialistas e os niilistas são uma “peste mortal que se introduz como a serpente por entre as articulações mais íntimas dos membros da sociedade humana, e a coloca num perigo extremo” (Leão XIII, Encíclica Quod Apostolici Muneris, 28 de dezembro de 1878 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 03).

Os socialistas, os comunistas e os niilistas “nada deixam intacto ou inteiro do que foi sabiamente estabelecido pelas leis divinas e humanas para a segurança e honra da vida” (Leão XIII, Encíclica Quod Apostolici Muneris, 28 de dezembro de 1878 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 04).

O socialismo diverge diametralmente da Religião Católica

“… ainda que os socialistas, abusando do próprio Evangelho, a fim de enganarem mais facilmente os espíritos incautos, tenham adotado o costume de o torcerem em proveito da sua opinião, entretanto a divergência entre as suas doutrinas depravadas e a puríssima doutrina de Cristo é tamanha, que maior não podia ser. Pois ’que pode haver de comum entre a justiça e a iniquidade? Ou que união entre a luz e as trevas?’ (2 Cor. 6, 14)” (Leão XIII, Encíclica Quod Apostolici Muneris, 28 de dezembro de 1878 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 8).

Papa São Pio X (1903-1914)

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O sonho utópico de reconstruir a sociedade trará o socialismo

“O equívoco está desfeito; a ação social do Sillon não é mais católica. […] Porém, mais estranhas ainda, ao mesmo tempo inquietantes e acabrunhadoras, são a audácia e a ligeireza de espírito de homens que se dizem católicos, e que sonham refundir a sociedade […] e estabelecer sobre a terra, por cima da Igreja Católica, ‘o reino da justiça e do amor’, com operários vindos de toda parte, de todas as religiões ou sem religião, com ou sem crenças, […] Que é que sairá desta colaboração? Uma construção puramente verbal e quimérica, em que se verão coruscar promiscuamente, e numa confusão sedutora, as palavras liberdade, justiça, fraternidade e amor, igualdade e exaltação humana, e tudo baseado numa dignidade humana mal compreendida. Será uma agitação tumultuosa, estéril para o fim proposto, e que aproveitará aos agitadores de massas, menos utopistas. Sim, na realidade, pode-se dizer que o Sillon escolta o socialismo, o olhar fixo numa quimera” (São Pio X, Carta Apostólica Notre Charge Apostolique (Nosso encargo apostólico), aos Bispos da França, Sobre os erros do Sillon, 25 de Agosto de 1910, n. 34. – Apud Plinio Corrêa de Oliveira, Em Defesa Da Ação Católica, 2ª edição – março de 1983, Artpress Papéis e Artes Gráficas Ltda, São Paulo).

Papa Bento XV (1914-1922):

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A condenação do socialismo não deveria jamais ser esquecida

“Não é nossa intenção aqui repetir os argumentos que demonstram claramente os erros do socialismo e de doutrinas semelhantes. Nosso predecessor, Leão XIII, muito sabiamente já o fez em encíclicas verdadeiramente memoráveis; e Vós, Veneráveis Irmãos, tomareis o maior cuidado para que esses graves preceitos não sejam jamais esquecidos, mas sempre que as circunstâncias o exigirem, eles deverão ser expostos com clareza e inculcados nas associações católicas e congressos, em sermões e na imprensa católica” (Bento XV, Encíclica Ad Beatissimi Apostolorum, 1° de novembro de 1914, n. 13).

Papa Pio XI (1922-1939):

PIO XI

“O socialismo concebe a sociedade de modo completamente avesso à verdade cristã.”

“E se o socialismo estiver tão moderado no tocante à luta de classes e à propriedade particular, que já não mereça nisto a mínima censura? Terá renunciado por isso à sua natureza essencialmente anticristã? Eis uma dúvida, que a muitos traz suspensos. Muitíssimos católicos, convencidos de que os princípios cristãos não podem jamais abandonar-se nem obliterar-se, volvem os olhos para esta Santa Sé e suplicam instantemente que definamos se este socialismo repudiou de tal maneira as suas falsas doutrinas, que já se possa abraçar e quase batizar, sem prejuízo de nenhum princípio cristão. Para lhes respondermos, como pede a Nossa paterna solicitude, declaramos: O socialismo, quer se considere como doutrina, quer como fato histórico, ou como “ação”, se é verdadeiro socialismo, mesmo depois de se aproximar da verdade e da justiça nos pontos sobreditos, não pode conciliar-se com a doutrina católica, pois concebe a sociedade de modo completamente avesso à verdade cristã” (Pio XI, Encíclica Quadragesimo Anno”, 15 de maio de 1931 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, págs. 43-44).

Socialismo católico, uma contradição: ”Ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista”

“E se este erro, como todos os mais, encerra algo de verdade, o que os Sumos Pontífices nunca negaram, funda-se contudo numa concepção da sociedade humana diametralmente oposta à verdadeira doutrina católica. Socialismo religioso, socialismo católico são termos contraditórios: ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista” (Pio XI, Encíclica Quadragesimo Anno”, 15 de maio de 1931 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, págs. 44).

Falsa conciliação: Não é lícito mitigar os princípios católicos para se aproximar dos socialistas

“Mas não se vá julgar que os partidos socialistas, não filiados ainda ao comunismo, professem já todos teórica e praticamente esta moderação. Em geral, não renegam a luta de classes nem a abolição da propriedade, apenas as mitigam. Ora, se os falsos princípios assim se mitigam e obliteram, pergunta-se, ou melhor, perguntam alguns sem razão, se não será bem que também os princípios católicos se mitiguem e moderem, para sair ao encontro do socialismo e congraçar-se com ele a meio caminho. Não falta quem se deixe levar da esperança de atrair por este modo os socialistas. Esperança vã! Quem quer ser apóstolo entre os socialistas é preciso que professe franca e lealmente toda a verdade cristã, e que de nenhum modo feche os olhos ao erro” (Pio XI, Encíclica Quadragesimo Anno”, 15 de maio de 1931 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, págs. 42-43).

Papa Pio XII (1939-1958):

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A socialização total tornaria pavorosa realidade a imagem terrificante do Leviatã

“Ademais, a proteção do indivíduo e da família, frente à corrente que ameaça arrastar a uma socialização total, em cujo fim se tornaria pavorosa realidade a imagem terrificante do Leviatã. A Igreja travará esta luta até o extremo, pois aqui se trata de valores supremos: a dignidade do homem e a salvação da alma”. (Pio XII, Radiomensagem de 14 de setembro de 1952 ao Katholikentag de Viena. Discorsi e Radiomessaggi di Sua Santità Pio XII, vol. XIV, p. 314.).

Perigos da mentalidade socialista

Não se pode cair no erro de “retirar … o gerenciamento dos meios de produção da responsabilidade pessoal dos proprietários privados [indivíduos ou companhias] para transferi-lo à responsabilidade coletiva de grupos anônimos, [uma situação] que se acomodaria muito bem com a mentalidade socialista” (Pio XII, Discurso aos Congressos de Estudos Sociais e à União Social Cristã, 5 de junho de 1950.).

Papa João XXIII (1958-1963):

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“Nenhum católico pode aprovar sequer o socialismo moderado” “Adiante, o Papa Pio XI enfatizou a fundamental oposição entre o comunismo e o Cristianismo, e deixou claro que nenhum católico pode subscrever nem mesmo o socialismo moderado.

A razão está em que o socialismo funda-se em uma doutrina a respeito da sociedade humana que é ligada ao tempo e não toma em conta nenhum outro objetivo que o bem-estar material. Desde que ele propõe uma forma de organização social que tem em vista unicamente a produção, ele coloca uma muito severa restrição á liberdade humana, ao mesmo tempo que viola a verdadeira noção de autoridade social”. (João XXIII, Encíclica Mater et Magistra, 15 de maio de 1961, n. 34).

Papa Paulo VI (1963-1978):

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Em 1965 durante o Concílio Vaticano II, Paulo VI recebeu o Conselho Episcopal Latino-Americano e na sua alocução ele atenta para o “Ateísmo marxista”. Ele o apresenta como uma força perigosa, largamente difundido e extremamente nociva, que se infiltra na vida econômica e social da América Latina e pregando a “Revolução violenta como único meio de resolver os problemas” (Extraído do livro “Le Rhin se jette dans le tibre”, pág 273. Ralph Wiltgen. Ed Editions du Cédre 1974, 5a tiragem).

Cristãos, atraídos pelo socialismo, tendem a idealizá-lo

“Muito freqüentemente os cristãos, atraídos pelo socialismo, tendem a idealizá-lo em termos que, além de tudo o mais, são muito genéricos: um desejo de justiça, solidariedade e igualdade. Eles se recusam a reconhecer as limitações do movimento socialista histórico, que continua condicionado pelas ideologias das quais se originaram.” (Paulo VI, Carta Apostólica Octogesima Adveniens, 14 de maio de, 1971, n. 31).

Papa João Paulo II: (1978-2005)

João Paulo II

Analise dos dois sistemas.

“Nesta luta contra um tal sistema (o Papa está falando do capitalismo selvagem) não se veja, como modelo alternativo, o sistema socialista, que, de fato, não passa de um capitalismo de estado, mas uma sociedade do trabalho livre, da empresa e da participação” (no. 35) “A Igreja reconhece a justa função do lucro, como indicador do bom funcionamento da empresa” (no. 35) “Aquele Pontífice (Leão XIII), com efeito, previa as conseqüências negativas, sob todos os aspectos – político, social e econômico – de uma organização da sociedade, tal como a propunha o “socialismo”, e que então estava ainda no estado de filosofia social e de movimento mais ou menos estruturado. Alguém poderia admirar-se do fato de que o Papa começasse pelo “socialismo” a crítica das soluções que se davam à “questão operária”, quando ele ainda não se apresentava – como depois aconteceu – sob a forma de um Estado forte e poderoso, com todos os recursos à disposição. Todavia Leão XIII mediu bem o perigo que representava, para as massas, a apresentação atraente de uma solução tão simples quão radical da “questão operária”. (n°. 12).

Sobre a proposição antropológica do socialismo.

” Aprofundando agora a reflexão delineada (…) é preciso acrescentar que o erro fundamental do socialismo é de caráter antropológico. De fato, ele considera cada homem simplesmente como um elemento e uma molécula do organismo social, de tal modo que o bem do indivíduo aparece totalmente subordinado ao funcionamento do mecanismo econômico-social, enquanto, por outro lado, defende que esse mesmo bem se pode realizar prescindindo da livre opção, da sua única e exclusiva decisão responsável em face do bem e do mal. O homem é reduzido a uma série de relações sociais, e desaparece o conceito de pessoa como sujeito autônomo de decisão moral, que constrói, através dessa decisão, o ordenamento social. Desta errada concepção da pessoa deriva a distorção do direito, que define o âmbito do exercício da liberdade, bem como a oposição à propriedade privada”. (no. 13).

“Na Rerum Novarum, Leão XIII com diversos argumentos, insistia fortemente, contra o socialismo de seu tempo, no caráter natural do direito de propriedade privada. Este direito, fundamental para a autonomia e desenvolvimento da pessoa, foi sempre defendido pela Igreja ate nossos dias” (Enc. Centesimus Annus, tópico 30 da ed. Paulinas)

Papa Bento XVI. (2005- Até então).

bento XVI

Quando cardeal manifestou-se sobre algumas características do marxismo, sendo não compatíveis com as verdades de fé do Cristianismo.

“É verdade que desde as origens, mais acentuadamente, porém, nestes últimos anos, o pensamento marxista se diversificou, dando origem a diversas correntes que divergem consideravelmente entre si. Na medida, porém, em que se mantêm verdadeiramente marxistas, estas correntes continuam a estar vinculadas a certo número de teses fundamentais que não são compatíveis com a concepção cristã do homem e da sociedade.” (Libertatis Nuntius; Instruções sobre alguns aspectos da Teologia da Libertação. Congregação para a Doutrina da Fé. 6 de agosto de 1984. Cap. VII nº 9; Cardeal Joseph Ratzinger e Arc. Alberto Bovone).

Esta instrução sobre a Teologia da Libertação acabou por condenar este grosseiro e pretensiosa interpretação teológica alicerçada no marxismo.

“Lembremos que o ateísmo e a negação da pessoa humana, de sua liberdade e de seus direitos encontram-se no centro da concepção marxista. Esta contém de fato erros que ameaçam diretamente as verdades de fé sobre o destino eterno das pessoas.” (Libertatis Nuntius; Instruções sobre alguns aspectos da Teologia da Libertação. Congregação para a Doutrina da Fé. 6 de agosto de 1984. Cap. VII nº 10; Cardeal Joseph Ratzinger e Arc. Alberto Bovone).

Agora Papa, em discurso a bispos brasileiros, proferido em 2009. Reafirmou sua posição mencionando a instrução Libertatis Nuntius redigira por ele mesmo quando era ainda cardeal e prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.

“Neste sentido, amados Irmãos, vale a pena lembrar que em agosto passado, completou 25 anos a Instrução Libertatis nuntius da Congregação da Doutrina da Fé, sobre alguns aspectos da teologia da libertação, nela sublinhando o perigo que comportava a assunção acrítica, feita por alguns teólogos de teses e metodologias provenientes do marxismo.” (Discurso do Papa Bneto XVI. Aos prelados da Conferencia Episcopal dos Bispos do Brasil dos Regionais Sul 3 e Sul 4 em visita Ad Limina Apostolorum. 5 de Dezembro de 2009).

Em 2007, Bento XVI estando no Brasil, falou sobre a falsidade ideológica tanto do capitalismo como o marxismo.

“Tanto o capitalismo como o marxismo prometeram encontrar o caminho para a criação de estruturas justas e afirmaram que estas, uma vez estabelecidas, funcionariam por si mesmas. Afirmaram que não só não havia tido a necessidade de uma moralidade individual prévia, mas que também elas fomentariam uma moralidade comum. E estas promessas ideológicas se mostraram falsas”, (Bento XVI, discurso de abertura da 5ª Conferência-Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, em Aparecida. 2007).

John Lennon J. da Silva

Apostolado São Clemente Romano

Referências:

[1] SOLIMEO, Gustavo A. O que os Papas disseram sobre o socialismo – Textos pontifícios esclarecedores. Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. 9 junho 2010. Disponível em: http://www.ipco.org.br/home/ Acesso em: 02 Agosto 2010.

[2] AQUINO, Felipe. Ensinamentos dos Papas sobre o Socialismo. 23 abril 2010. Disponível em: http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2010/04/23/ensinamentos-dos-papas-sobre-o-socialismo/ Acesso em: 04 agosto 2010.

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* Insurreição eleitoral do Brasil dos valores ajuda-nos a refletir o país que queremos.

sexta-feira, outubro 29th, 2010

Folha de São Paulo
Dom Bertrand de Orleans e Bragança

“Qualquer que seja o resultado do presente pleito, que sirva de lição para o grave divórcio que se estabelece entre o Brasil oficial e o Brasil profundo.”

A reviravolta imposta pelo eleitorado ao mundo político-publicitário, nas eleições presidenciais, é tema que se impõe.

Não me atenho ao palco eleitoral, no qual os figurantes desenrolam seus papéis para convencer o público e arrastá-lo a uma escolha.

Chamo a atenção para a larga e vigorosa fatia da opinião pública capaz de reescrever o roteiro do pleito eleitoral.

A falta de ideias, de princípios e de debates sobre problemas nacionais marcou a campanha do primeiro turno. Prognosticou-o o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ao afirmar que o teatro eleitoral se organizava para esconder o que verdadeiramente estava em discussão.

Coube à revista “Veja” sintetizar graficamente a frustração do público diante de tal vácuo, com uma capa em branco, a simbolizar as “grandes propostas para o Brasil feitas na campanha presidencial”.

A falta de autenticidade somou-se à falta de representatividade dos principais candidatos -todos eles de esquerda-, deixando o amplo setor conservador do eleitorado sem legítimo porta-voz.

O quadro eleitoral, segundo dogmatizavam inúmeros “especialistas”, caminhava para a vitória arrasadora do lulo-petismo, com uma população indiferente a princípios e valores e embaída pelos benefícios de uma situação socioeconômica favorável.

O mundo publicitário e político -mais precisamente, preponderantes setores da esquerda- se enganou com relação ao país. De tanto prestar atenção ao Brasil oficial, acreditou que a nação se cinge a essa minoria frenética e aparatosa, mas superficial.

Ignorou os brasileiros, silenciados nos seus anelos mais autênticos -particularmente nos morais e religiosos-, que se moviam e preparavam uma “vingança”.

À margem das estruturas partidárias e políticas, esse Brasil fez irromper como um gêiser, no panorama artificialmente inexpressivo, as preocupações que assombram a maioria silenciosa, pacata e conservadora de nossa população.

O tema do aborto despontou com ímpeto chamativo. Mas foi a panóplia de metas radicais do PNDH-3 (Plano Nacional de Direitos Humanos) o que maior apreensão causou em vastos setores da sociedade.
As ameaças do PNDH-3 -cavilosamente adjetivadas de “boataria”- fizeram vislumbrar o gérmen da perseguição religiosa, ao pretenderem subverter os fundamentos cristãos que ainda pautam a sociedade e tutelar sectariamente os indivíduos.

O mundo político-partidário e as potentes tubas publicitárias tentaram celeremente adaptar-se à realidade, a tanto custo abafada. Sinal inequívoco da crescente fraqueza desse Brasil de superfície, que tenta relegar ao anonimato o Brasil autêntico, que quer se manter fiel a si mesmo, às suas tradições, ao seu modo de pensar e de viver.

Assistimos a uma verdadeira insurreição eleitoral. Qualquer que seja o resultado do presente pleito, que sirva de lição para o grave divórcio que vai se estabelecendo entre o Brasil oficial e o Brasil profundo. Outras surpresas sobrevirão.

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* Deputados rechaçam violência de abortistas em “encontro de mulheres” na Argentina.

sexta-feira, outubro 29th, 2010

ACI


A Câmara de deputados da localidade argentina de Chaco aprovou uma resolução na qual rechaça as manifestações de violência verbal e física por parte de um grupo de mulheres promotoras do aborto que participaram do 25° “Encontro Nacional de Mulheres” na cidade de Paraná, no mesmo país.


Esta resolução foi uma iniciativa das legisladores Clelia Ávila, Marilyn Crsitofani e Carim Assuma.

Conforme explica Ávila “o ocorrido durante o encontro de mulheres em Paraná é fruto da intolerância, da falta de capacidade para o diálogo e como conseqüência é repudiável entendendo que a agressão não é o mecanismo adequado para utilizar frente às pessoas que pensam diferentemente”.

Ávila manifestou que “é lamentável que em um espaço importante para discutir democraticamente temáticas sobre a situação da mulher, não se permita o desacordo de opiniões em um marco de tolerância e o único mecanismo que exponham seja a agressão para calar aquelas pessoas que pensam de modo diferente”.

“Com grande esforço a comissão organizadora trabalhou para garantir um espaço onde poder compartilhar as lutas, conquistas e os avanços dos diversos projetos que estão sendo levados adiante pelas mulheres de nosso país, mas tudo foi escurecido por aqueles que falam de tolerância e não discriminação, dando mostras contundentes de intolerância e discriminação”, disse a legisladora.

O encontro, que segundo os organizadores estaria dirigido às “mulheres pobres”, foi financiado por organismos internacionais como o Banco Mundial, o Fundo de População da ONU, a Fundação Ford, Open Society, entre outros.

Conforme informou o Dr. Roberto Castellano, Presidente da ONG Pró-vida, calcula-se que o evento haveria custado perto de 2 milhões de dólares que teriam disposto “as mulheres pobres” para advogar pelo aborto, atacar a Igreja, as FFAA, a Famíla natural composta por um varão e uma mulher através do matrimônio, além de promover a cultura homossexual e a esterilidade ou controle demográfico.

Castellanos informou que durante o encontro se cometeram “ameaças, lesões, injúrias, apologia do crime, danos aos comércios e propriedades particulares, ataque a monumentos públicos e templos, ruptura de escolas, furtos em supermercados, exibições obscenas, até agredir física e verbalmente a outras mulheres que quiseram expressar seu ponto de vista contrário enganadas pela suposta pluralidade do evento e foram jogadas mediante violência pelas supostas ‘católicas´”.

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* Evangélica é processada por preferir dividir quarto com uma pessoa cristã.

sexta-feira, outubro 29th, 2010

Quando uma mulher solteira de 31 anos da cidade de Grand Rapids, Michigan (EUA) colocou, no quadro de avisos de sua igreja, um anúncio em busca de uma companheira de quarto cristã, ela não tinha ideia alguma de que seu anúncio acabaria causando uma queixa por violação de direitos civis – uma queixa que a acusou de discriminação ilegal na questão da moradia.

O Centro de Moradia Justa de West Michigan, uma organização particular, disse que a declaração que especificamente pediu uma companheira de quarto cristã “expressa preferência ilegal por uma companheira de quarto cristã, excluindo assim pessoas de outras religiões”.

O Fundo de Defesa Aliança, que é uma organização evangélica, assumiu a defesa do caso da mulher, e enviou uma carta na semana passada para a Secretaria de Direitos Civis de Michigan requerendo que o que eles chamaram de “queixa sem base” fosse imediatamente anulada, mas a secretaria ainda não deu nenhuma resposta.

“Os cristãos não deveriam viver com medo de serem punidos pelo governo por serem cristãos. É completamente absurdo tentar punir uma mulher cristã solteira por buscar, a nível particular e em sua própria igreja, uma companheira de quarto cristã – uma atividade obviamente legal e protegida pela constituição”, disse Joel Oster, principal assessor jurídico do FDA. “Não satisfeitos de apenas trancar os cristãos e suas convicções nas quatro paredes de sua igreja ou lar, algumas organizações querem também invadir essas paredes e impor mediante força suas próprias ideias neles”.

A carta do FDA explica que a mulher “não é proprietária de uma casa para alugar. Ela não possui uma empresa imobiliária. Ela não administra um prédio de apartamentos. Ela é apenas uma mulher solteira buscando uma companheira de quarto para viver em sua casa. A lei federal e a lei estadual não a proíbem de buscar uma companheira de quarto cristã… Mas se a lei for aplicada contra ela para interferir no direito de ela viver com uma companheira cristã, tal ação seria violação óbvia dos direitos de Primeira Emenda dela à liberdade de associação”.

Fonte: Life Site News

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