Por Arquivo julho 28th, 2011

* Os “valores” da série “Friends” são compatíveis com a visão cristã do amor humano?

quinta-feira, julho 28th, 2011

O site americano splitsider.com fez um levantamento do comportamento sexual dos personagens da série Friends e concluiu que o espalhafatoso Joey Tribbiani foi o mais alcoviteiro de todos. O personagem do ator Matt Le Blanc teve 17 parceiras ao longo das 10 temporadas do programa. No total, os seis amigos tiveram 85 parceiros sexuais em 236 episódios.

Profundo, o levantamento tratou também de qualificar a vida sexual de cada um. Joey Tribbiani, por exemplo, se confirmou um parceiro volúvel: apenas 23,5% de suas investidas amorosas resultaram em um relacionamento duradouro. O resultado não chega a impressionar, visto que eram poucas as mulheres que resistiam ao bordão “How you doing?”, marca do personagem.

Ross Gellar (David Schwimmer’s) e Phoebe Buffay (Lisa Kudrow) disputam o segundo lugar no ranking amoroso dos seis amigos que protagonizam a série, com 16 parceiros cada um. Mas, se o critério de desempate fosse o número de casamentos, Ross com certeza sairia campeão, já que subiu ao altar três vezes. A desencanada Phoebe foi menos comprometida: de suas conquistas, só 37,5% se transformaram em relacionamentos.

Já Rachel Green, interpretada por Jennifer Aniston, foi a mais namoradeira: de seus 14 casos, 71,4% se tornaram namoros mais longos, entre eles seu eterno romance com Ross, com quem teve uma filha. Atrás dela, vem Monica Gellar (Courteney Cox) e seus 13 parceiros, que incluem Richard (Tom Selleck), e Peter Becker (Jon Favreau). 

Na lanterninha dos relacionamentos amorosos, está Chandler Bing (Matthew Perry), com 9 parceiras, entre elas a dona da voz anasalada e irritante Janice, e a amiga Monica, com quem esteve envolvido nas últimas temporadas da série. 

A sitcom Friends, sobre um grupo de amigos de Nova York, foi exibida entre 1994 e 2004 e se tornou um fenômeno mundial de audiência.

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* Vaticano lança aplicativo para iPhones, iPods e iPads, hoje, 29 de Julho.

quinta-feira, julho 28th, 2011

Vatican Information Service

Nesta sexta-feira, 29, às 12h30, na Sala de Imprensa da Santa Sé haverá uma coletiva para apresentar o novo aplicativo “iGPII”  iPhones, iPods, iPads e dispositivos que rodam o sistema operacional IOS. O lançamento do novo aplicativo é uma comemoração pela Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2011 , que será realizada em agosto em Madri, Espanha.


Segundo o Vatican Information Service, o novo aplicativo, uma iniciativa da Fundação João Paulo II para a Juventude, foi desenvolvido pela Futurtech & Adv Production e está disponível em cinco idiomas: italiano, francês, inglês, espanhol e português.

O comunicado divulgado nesta quinta-feira, 27, explica que este aplicativo diponibilizará aos participantes da JMJ documentos relativos à história das jornadas anteriores, a programação dos eventos e o calendário, posicionamento GPS e informações sobre alojamentos, alimentação, etc.

Embora seja principalmente destinado aos participantes da JMJ, o Vatican Information Service destaca que o “iGPII” também será muito útil para os jornalistas.

A coletiva desta sexta-feira será presidida por Marcello Bedeschi, presidente da Fundação João Paulo II para a Juventude, por Iacopo Barberini e Giovanni Leone da Futurtech & Adv Production. IPads e iPhones estarão disponíveis para consulta de jornalistas e aqueles que desejarem poderão fazer o download do aplicativo em seus próprios dispositivos.

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* Holanda: Freira chamada de “Irmã 2.0″ faz “sucesso” na internet com jovens.

quinta-feira, julho 28th, 2011

A internet pode ser uma ponte entre a igreja e os jovens, acredita a irmã Elvira Maria, das Carmelitas do Divino Coração de Jesus:

“Na Holanda, cada vez menos jovens frequentam a igreja. Embora eles tenham muitas perguntas sobre religião. Mas infelizmente, muitas paróquias e padres não estão abertos para os jovens. Isso acontece por falta de tempo ou porque pensam que eles não têm mesmo nenhum interesse. Os jovens então ficam isolados, mas via internet é possível se comunicar com eles.”

Messenger
A irmã Elvira Maria entrou na rede há dez anos, por curiosidade. Ela estava entre jovens que perguntaram: “Irmã, nós podemos conversar com a senhora pelo Messenger?” Na época, ela não sabia nada de computadores, mas aprendeu rápido: “Muitas pessoas faziam contato com perguntas sobre religião, sobre seus estudos, sobre seus relacionamentos. Elas podem falar sobre tudo. Quando perguntam alguma coisa, dou uma resposta sincera e isso é o que elas esperam.” Mesmo que tome tempo, ela responde a todos com carinho, diz a irmã.

Facebook
Com o tempo ela começou a gostar da atividade. Elvira Maria criou páginas em redes de relacionamento social como FacebookHyves (versão holandesa do Facebook) e também fez um site para o convento das carmelitas da cidade de Vogelenzang.

As outras freiras não estão todas online, mas acompanham suas atividades. Até a mais idosa, de 92 anos. “Quando um jovem tem dificuldades, elas dizem: mande lembranças nossas no e-mail e diga que vai estar nas nossas preces. As irmãs não estão diretamente online, mas seus corações sim.”

Missão
Os jovens com quem ela tem contato estão em vários lugares:

“Eu falo com todo mundo. Alguns da Alemanha, dos Estados Unidos, Irlanda, Bélgica. E da Holanda, claro, que é de onde vem a maioria. Não digo: ‘Os outros não podem’, mas a Holanda é realmente o país para esta missão. Poucos jovens frequentam a igreja. Mas muitos estão à procura de alguma religiosidade, alguma espiritualidade.”

A irmã também recebe muitos contatos de países como o Peru, mas para ela isso é difícil. “O problema é que eu não conheço a cultura de lá. É diferente de falar com pessoas que estão mais próximas. Não consigo me pôr no lugar de alguém de lá, e isso é importante quando se quer ajudar uma pessoa.”

Vocação
Como consequência de suas atividades na internet, duas jovens já se uniram ao convento. Mas este não é o principal objetivo: “Se eu quisesse apenas levar meninas para o convento e meninos para o seminário, não teria credibilidade. Minha motivação é ajudar. Mas se uma vocação se revela, é algo muito bonito.”

Não sem perigos
A internet também pode levar freiras para o ‘mau caminho’. “A internet não pode tomar conta da sua vida no convento”, alerta Elvira Maria. “As orações têm prioridade. Se você começa a visitar sites nos quais não tem nada que procurar, é porque não é fiel a sua própria vida e a Jesus. Aí coisas ruins podem acontecer.”

Curso
A irmã Elvira Maria também dá cursos. Recentemente ela esteve em Roma, a convite do Vaticano, para ensinar outras freiras como elas podem usar a internet. Por suas aventuras na rede, ela agora é conhecida como Irmã 2.0, ou Irmã Digital:

“Claro que dou risada disso. Na Itália, uma pessoa disse: ‘Irmã, vi que a senhora é chamada de guru da web.’ Uma vez fui apresentada num congresso como Irmã 2.0. O que posso fazer? Sou uma freira. Não sou alheia a estes temas, mas também não sou nenhuma especialista em computadores.”

http://www.rnw.nl/portugues/article/freira-holandesa-vira-%E2%80%98guru%E2%80%99-na-internet

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* França: Jovem religiosa defende o uso público do hábito desafiando a Cristofobia.

quinta-feira, julho 28th, 2011

Luis Dufaur

A Irmã Ana Verônica, oblata de São Francisco de Sales em Paris (Foto abaixo), foi convocada juntamente com vários outros professores de Filosofia ao Liceu Carnot, da capital francesa. O objetivo da reunião era combinar a correção de muitas provas da matéria que tinham ficado sem corrigir no fim do ano escolar.

Ela se apresentou como de costume: com o hábito completo do instituto religioso a que pertence.

Sua presença foi pretexto para um rebuliço. Professores laicistas e socialistas exigiram das autoridades do Liceu a expulsão da religiosa. Pretextavam que ela ofendia a laicidade e, de forma caricata e ofensiva, compararam seu hábito com o véu islâmico.

As autoridades nada fizeram, pois sabiam que o procedimento da religiosa era irrepreensível do ponto de vista legal.

Os professores laicistas exigiram que ela tirasse o hábito. “V. poderia ser mais discreta!”, desabafou uma professora laicista.

- “Eu não posso fazer melhor nem pior. Eu devo levá-lo”, respondeu a jovem religiosa.

Os jornais fizeram estardalhaço com o fato e o secretariado geral do ensino católico exigiu que a irmã Ana Verônica desse prova de “juízo” e comparecesse usando roupas civis.

Com tom sereno e respeitoso, mas firme, a freira respondeu a seus detratores em carta publicada pelo jornal parisiense “La Croix”, de 13-07-2011:

Nós repetimos claramente que jamais tiraremos nosso hábito. …

“Um hábito religioso é o sinal da resposta a um chamado para se consagrar a Deus, que nem todos os batizados recebem.

“Desde 8 de setembro de 2004, data de minha entrada na vida religiosa, minha vida mudou muito e o hábito não é mais que a expressão visível disso.

“Comparecer agora de outra maneira, sem o hábito religioso, é uma coisa impossível para mim, pois eu não uso mais outros vestidos que não sejam os de minha consagração religiosa.

“Eu não sou religiosa por horas.

“Fazemos a profissão para viver seguindo Cristo até a morte.

“Esta consagração religiosa inclui todas as dimensões de nosso ser: corpo, coração, alma e espírito.

“O jovem homem rico do Evangelho recuou diante do apelo de Jesus para segui-Lo, quando Ele posou seu olhar sobre ele.

Religiosas em procissão na Polônia

“Isso significa que a decisão de se consagrar a Deus não é fácil de tomar. Ela pressupõe certas renúncias…

O hábito religioso é sinal desse fato. Ele pode, portanto, ser um sinal de contradição. Nós sabemos que nosso hábito não deixa indiferentes as pessoas. Ele é um testemunho da presença de Deus.

Por meio dele nós relembramos, de modo silencioso mas eloqüente, que Deus existe neste mundo que se obstina a não querer pensar nem sequer na possibilidade da transcendência divina.

“Mas, Jesus nos diz no Evangelho que o servidor não é maior que seu mestre. Vós conheceis a continuação? “Se eles me perseguiram, eles vos perseguirão também” (Jn 15, 20).

E Jesus acrescentou: “As pessoas vos tratarão assim por causa de Mim, porque eles não conhecem Aquele que me enviou” (Jn 15, 21).

A carta da corajosa irmã Ana Verônica causa viva impressão na França.

No Brasil, o PNDH-3 pretende banir os símbolos religiosos dos locais públicos e instalar um laicismo – na realidade, um anti-catolicismo mal disfarçado – como o francês. Para atingir sua finalidade extremada, não poderá deixar de tentar proibir as próprias vestes talares dos religiosos e das religiosas.

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* Mapa Europeu muda com declínio da esquerda nos últimos 38 anos.

quinta-feira, julho 28th, 2011

Revista Época

O  jornal The Guardian mostra, por meio de um infográfico muito interessante,(Vá ao site, é MUITO interessante) a divisão de forças entre governos de esquerda e direita na Europa ao longo dos últimos 38 anos, e revela que o domínio da direita na Europa nunca foi tão grande na história recente como é agora.

Como mostra o mapa acima, dos 27 países que fazem parte da União Europeia, apenas seis possuem governos de esquerda: Espanha, Áustria, Eslovênia, Finlândia, Grécia e Chipre.

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* Colômbia: cinco milhões de assinaturas em petição que pede uma emenda constitucional proibindo todos os abortos. 10% da população!

quinta-feira, julho 28th, 2011

Ativistas pró-vida da Colômbia, liderados pelo Partido Conservador do país, dizem que agora coletaram cinco milhões de assinaturas para sua petição que pede uma emenda constitucional proibindo todos os abortos.

Os números foram noticiados ontem no jornal El Espectador da Colômbia, e atribuídos ao líder do Partido Conservador, José Darío Salazar.“Essas assinaturas mostram com clareza que a população é contra o aborto”, disse Salazar, um tema que o senador repetiu em toda a sua campanha para tornar novamente crime o procedimento mortal.

Se a contagem estiver exata, indica que mais de dez por cento da população do país assinou a petição a favor da emenda, que declara: “A vida na Colômbia é inviolável, e terá a mesma proteção desde a fertilização até a morte natural”.Embora a Constituição já declare que o direito à vida é “inviolável”, o Tribunal Constitucional eliminou as penalidades criminais para os abortos propositados em casos de estupro e incesto em 2006, depois de anos de pressões vindas de órgãos da Organização das Nações Unidas e outros grupos pró-aborto.

O governo começou então a ordenar que os hospitais os realizassem, e impôs pelo menos uma multa contra um hospital católico que recusou fazê-los.Conforme uma recente reportagem de LifeSiteNews, a iniciativa teve apoio de membros de outros partidos políticos e numerosos líderes religiosos, que ajudaram na campanha de petição, inclusive católicos, protestantes, judeus e muçulmanos.

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* Denúncia de um pai: deixem nossas crianças e filhos em paz!

quinta-feira, julho 28th, 2011

O fim da infância foi decretrado por aqueles que não são mais crianças. Por aqueles que se esqueceram de como é ver o mundo pelos olhos de uma criança. Por aqueles que só adoram um deus: o dinheiro.

A infância sofre uma erotização precoce e desnecessária cada vez maior através dos meios de comunicação: danças vulgares na TV, músicas com palavrões e letras chulas, material pornográfico exposto em bancas para quem quiser ver, para não falar da internet.

Dia desses entrei com meu filho para comprar gibis em uma banca de jornal. Os gibis estavam em meio a revistas de mulheres nuas…

A mídia ensina sexo às crianças da pior maneira possível: de forma preconceituosa, errada, precoce demais. E diz que isso é sinal dos tempos.

Aqueles que se esqueceram que foram crianças um dia dizem que “hoje em dia toda criança sabe o que é sexo”. Se enganam – as crianças não sabem.

Nas histórias de cada um de nós tudo teve o momento certo: engatinhar, andar, falar, ler, e assim por diante. O amor também tem um tempo certo. Só que a mídia põe o carro na frente dos bois, suprime o amor – e tudo que resta é a relação física entre homens e mulheres.

Os grandes poetas, os grandes compositores que tanto falaram de amor de repente estão errados? Falam de uma coisa que não existe? Deviam ter falado só de sexo?
Sexo é bom com a pessoa certa e na hora certa. E essa hora com toda certeza não é na infância. Quanto mais se erotiza a infância mais casos de pedofilia assistimos, mais meninas grávidas precocemente, mais DSTs dissiminadas, sem falar da AIDS.

Estamos beirando a Sodoma, sem moral (palavra que a mídia fez virar palavrão), sem censura (outra palavra que a mídia adora desgastar porque é contra seus interesses econômicos), sem valores familiares. Tudo é sexo e apenas sexo. Sexo vende – e amor não (acham erroneamente os adoradores do dinheiro).

Estamos deixando que dêem informações erradas e deformadas para nossos filhos. E nem percebemos mais isso. A mídia conseguiu nos insensibilizar para os roubos dos políticos, para a violência urbana e para o estupro da infância promovido pelos meios de comunicação – com tantas luzes, cores e sensação que até esquecemos… que é um estupro.

A consciência que a mídia formou em nós é: “hoje em dia toda criança já sabe dessas coisas”. E com esse argumento invadem a infância com coisas próprias dos mundos adolescente e adulto. Matam a infância e esticam a adolescência expandido seus limites. Se antes eu era criança até os 12, adolescente até os 17 e adulto a partir dos 18, vem a mídia e muda tudo: a adolescência vai dos 10 aos 22 anos – ou quando o sujeito terminar a faculdade. De repente a adolescência começa com 8, ou 7, ou 6 ou 3 anos…

As novelas mostram padrões de comportamento que não são os da maioria. Dizem que a arte imita a vida – mas vem a mídia e consegue o contrário: de tanto ver a “arte” a vida termina imitando-a (se é que posemos chamar o que vemos na programação de “arte”…).

Por outro lado o que vemos é a arte de acabar com a infância. A criança pode (e deve!) acreditar em papai Noel até o máximo que der. Isso dá lucro! Mas tem que saber na mais tenra idade tudo sobre o ato sexual, da maneira mais distorcida possível.

Como ninguém nasceu sabendo, e como muitos pais tem dificuldades em falar de sexo com seus filhos, quem está ensinando essas crianças senão a própria mídia – que depois nos diz que “hoje em dia toda criança já sabe dessas coisas…”?

O efeito disso é óbvio: o SUS gasta cada vez mais com a gravidez precoce das adolescentes. Governos não gostam de gastar.
Temos duas pontas do problema: a mídia e a criança. O óbvio seria conter a mídia. Mas não: vamos violentar ainda mais a infância.
Então não bastassem os meios de comunicação agora várias apostilas de escola abordam o tema sexo. Virou moda falar de sexo para crianças de 10 anos.

Não há uma educação sexual consistente, permanente, que prepare a criança aos poucos – de acordo com seu nível de maturidade. Não: é tudo abrupto e bruto. Num dia ela está estudando sobre os seres vivos e plantando sementinhas de feijão – no outro pênis e vaginas desfilam nas apostilas de quarta série (agora quinto ano) com explicações técnicas sobre reprodução. Assim: sem preparo nem nada.

Não bastasse isso ainda tem apostila que ensina às crianças de 10 anos: a partir do momento em que o menino ejacular e a menina menstruar eles já estarão prontos para a relação sexual. E ensina que só depende deles decidirem a hora certa para isso…

Hã? Como é que é? Só um adulto sabe – ou deveria saber – as implicações de uma gravidez, os riscos da AIDS e das DSTs. Não uma criança de 10 anos!

Puseram o carro na frente dos bois, comeram os bois e chutaram o carro. Cadê a explicação de “onde você veio”? A boa explicação de que primeiro vem o amor, depois a família e então a gravidez?

Fomos direto às conseqüências sem passar pela causa. Primeiro vem o amor, o romance, o relacionamento. Sexo vem depois.

Será que você se lembra de quando você era criança? Quando soube a primeira coisa sobre sexo? Se lembra da sua reação? E quando soube como sua mãe engravidou? Qual foi sua reação?

Para muitos adolescentes isso foi traumático. Hoje apostilas resolveram traumatizar as crianças de 10 anos.
Isso não é mais educação sexual – é violência sexual contra a infância! Meu filho sofreu essa violência. Apesar do diálogo aberto que tenho com ele sobre educação sexual uma apostila passou por cima dele como um caminhão. Atropelado por uma apostila que mais parece apostila do ensino médio (detalhe: ele só tem 10 anos) ele ficou confuso e traumatizado com o assunto. Passou a ter um sono intranqüilo, cheio de pesadelos, a achar sexo uma coisa suja.

Fomos procurar livros sobre educação sexual para tentar remediar o problema. E daí mais escândalo: livros teoricamente feitos para crianças mostrando – em desenhos – uma cópula com corte transversal onde é possível ver o pênis do pai ejaculando dentro da vagina da mãe (“Foi assim que você nasceu”).
Quando você era criança tinha livros assim? Não, não é mesmo.

Virou moda – e um grande negócio – expor sexo para as crianças. A moça da loja me disse que naquele mês muitos pais estavam procurando livros de educação sexual para seus filhos. Exatamente o mês que a tal apostila violentou a infância das crianças com informações descabidas e distorcidas.

Os adultos estão insensíveis – o comércio percebeu isso. E daí todos lucram: mídia, comércio, etc – e só a infância perde.

Que tipos de governos permitem a erotização da programação em horários em que as crianças ainda estão acordadas? Que tipo de gente permite que no meio dos desenhos animados se passe comerciais de novelas com cenas de sexo? Que tipo de “pessoas” promovem as famosas “dancinhas” que se sucedem no vídeo vulgarizando o corpo, o sexo e violentando ainda mais a infância?

Onde estão as religiões? Qual igreja apóia esse tipo de absurdo?
Bem, a minha igreja não apóia. O Papa é contra a pílula e os meios contraceptivos – e a mídia bate feio nele por isso.

Qual será a atitude da Diocese? Essa é a pergunta que não quer calar. Porque – como pai – já tomei a minha atitude faz tempo. A TV jogou para os pais a responsabilidade de censurar o conteúdo que ela expõe – e eu joguei a antena de TV fora há três anos atrás. Mas não pense que meus filhos não vêem TV. Muito ao contrário: assistem desenhos na hora que querem, pois locamos dvds com todo cuidado de escolher o conteúdo.
Como pai dou educação religiosa e familiar aos meus filhos desde sempre. Minha esposa – que também é católica – faz o mesmo.
Como pai abri há tempos um canal de diálogo franco e progressivo com meu filho. Educo-o sexualmente de acordo com sua idade, maturidade, fase de vida.
Daí vem a apostila, fria, impressa, escrita sei-lá-por-quem, sem levar em conta as diferenças individuais (um crime contra a educação) e massacra meu filho com informações e desinformações de ensino médio.
Como pai eu fiz a minha parte: paguei um colégio católico para garantir educação de boa qualidade a meu filho, compatível com minha religião. E recebi tudo que a Igreja mais condena em troca.
Então como pai, professor e catequista eu pergunto: quem socorrerá nossas crianças? Quem protegerá a infância? Será que a minha Igreja tomará uma atitude em defesa das crianças?

PS – A propaganda do governo diz que “criança não trabalha – criança dá trabalho”. É verdade. E até parece que estão querendo proteger a infância. Se esqueceram que “criança não transa – criança brinca!”. Porque criança… é criança. É bom ser criança – uma fase dourada da vida que a mídia e essas apostilas estão jogando na lama.

Por isso: deixem nossas crianças em paz! Deixem as crianças serem crianças! Deixem que elas tenham infância como vocês tiveram! Protejam as crianças! Protejam a infância!
“Tudo que fizestes ao menor desses pequeninos foi à Mim que fizestes” – (Jesus Cristo)

Autor: Emílio Carlos

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* 55% dos brasileiros é contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a união estável entre pessoas do mesmo sexo, afirma IBOPE.

quinta-feira, julho 28th, 2011

Estado de São Paulo

Uma maioria de 55% dos brasileiros é contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Mas o tema divide a população: 52% das mulheres são a favor e 63% dos homens são contra. As opiniões variam muito em função da religião, idade e escolaridade.

A pesquisa, à qual o Estado teve acesso, foi feita pelo Ibope Inteligência entre 14 e 18 de julho. Foram entrevistados pessoalmente 2 mil brasileiros de todas as regiões, seguindo as cotas de distribuição por idade, sexo e classe de consumo. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. Os resultados podem ser extrapolados para toda a população.

Uma maioria de 55% dos brasileiros é contrária à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Mas o tema divide a população: 52% das mulheres são a favor enquanto 63% dos homens são contra. As opiniões variam muito em função da religião, idade e escolaridade dos entrevistados.

A pesquisa foi feita pelo Ibope Inteligência entre 14 e 18 de julho. Foram entrevistados pessoalmente 2 mil brasileiros de todas as regiões do país, seguindo as quotas de distribuição da população por idade, sexo e classe de consumo. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. Os resultados podem ser extrapolados para toda a população brasileira.

A decisão do STF vai ao encontro do que pensam os brasileiros com menos de 40 anos, e contraria os mais velhos. O apoio à união gay varia de 60% entre os jovens de 16 a 24 anos a apenas 27% entre aqueles com 50 anos ou mais.
Não há pesquisas anteriores que revelem a tendência histórica, mas se a maioria dos jovens mantiver seus pontos de vista quando envelhecer, é possível que a opinião da maioria mude no médio prazo.
Isso também pode ocorrer se aumentar o grau de educação da população.

A tolerância ao casamento de pessoas do mesmo sexo cresce com a escolaridade. A aceitação da união entre homossexuais é praticamente a metade entre quem só cursou até a 4ª série do fundamental (32%) em comparação a quem fez faculdade (60%).

O mesmo ocorre com as classes de consumo. Nas classes D/E, 62% são contra à oficialização da união gay. A taxa de rejeição cai para 56% nos emergentes da classe C, e fica em 51% na soma das classes A/B. Isso se reflete nas diferenças geográficas.
Entre os brasileiros do Nordeste e Norte, onde a renda e escolaridade são menores, 60% são contra a união gay. Mas nada divide mais a opinião dos brasileiros sobre esse assunto do que a religião de cada um. Entre os 60% de brasileiros católicos (50% a 50%) e entre os 12% de ateus/agnósticos (51% de apoio) há um racha de iguais proporções.
Entre espíritas e adeptos de outras religiões não-cristãs, o apoio ao casamento de pessoas do mesmo sexo chega a 60%. Quem desequilibra as opiniões contra a união estável homossexual são os evangélicos/protestantes. Com peso de 23% no total da população em idade de votar, eles são esmagadoramente contrários à decisão do STF: 77%. Apenas 23% concordam com os ministros.
As tendências apresentadas acima se mantêm quando a pergunta é: “Você é a favor ou contra a adoção de crianças por casais do mesmo sexo?”. Praticamente os mesmos 55% são contrários, contra 45% que são a favor. A ideia tem oposição de 62% dos homens, mas só de 49% das mulheres.
O apoio à adoção por casais gays é maior entre os mais jovens (60% entre pessoas de 16 a 24 anos) e mais escolarizados (58% no nível superior). A oposição é muito maior entre os mais pobres (62% nas classes D/E) e, principalmente, entre os evangélicos (72%).
Não opinião de Laure Castelnau, diretora-executiva de marketing do Ibope Inteligência, “o brasileiro não tem restrições em lidar com homossexuais no seu dia-a-dia, mas ainda se mostra resistente a medidas que possam denotar algum tipo de apoio da sociedade a essa questão”. Isso porque o instituto perguntou qual seria a reação do brasileiro caso seu melhor amigo revelasse ser homossexual. A grande maioria, 73%, respondeu que a revelação não afastaria um do outro. Mas 14% disseram que se afastariam um pouco do amigo gay, e 10%, que se afastariam muito. Os mais incomodados seriam os mais pobres, os mais velhos e os evangélicos.
O Ibope investigou também a opinião dos brasileiros sobre o exercício de carreiras do serviços público por homossexuais, a saber: médicos, policiais e professores do Ensino Fundamental. Embora a grande maioria não tenha restrições, o preconceito é maior contra policiais e professores gays. Os brasileiros totalmente a favor que homossexuais trabalhem como policias são 59% da população. Outros 15% são “parcialmente a favor” (o que não deixa de ser uma forma branda de ser contra), 9% são “parcialmente contra” e 15% são totalmente contra. A maior oposição vem dos homens, dos evangélicos, dos mais pobres e dos menos escolarizados.
No caso de um homossexual dar aulas da 1º à 9º série, o apoio incondicional fica em 61% dos brasileiros. São “totalmente contra” 15%, “parcialmente contra” 9% e “parcialmente a favor” 15%. Os que sem opõem são os mesmos contrários a que haja policias gays. Já a contrariedade a médicos homossexuais no serviço público é menor, em comparação às outras profissões. Dois em cada três brasileiros são “totalmente a favor”. Apenas 15% se declaram contra (8% totalmente, 6% parcialmente), e 17% “parcialmente a favor”. Mais uma vez, o apoio a que os gays exerçam a carreira de médico é sensivelmente maior entre as mulheres (73%), entre os mais jovens (73% até 29 anos), entre quem fez faculdade (75%), no Sudeste (74%) entre os católicos (70%) e adeptos de religiões não-cristãs (80%).

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Comentários
  • •Blasfemia, aborto. Ô serpente perseguidora,derrotada, desesperada. Somente Tu Senhor, tens palavra de vida eterna....
    em * Espanha: Socialistas usam imagem
  • •CARÍSSIMA MONALISA, As crianças dos abrigos seriam "penalizadas" pela segunda vez ao não terem direito a um pai e a uma mãe. Caso pudessem escolher, sem dúvida...
    em * Comunicado da “Federação
  • •mas sera que muitas crianças nao preferem ser adotadas por casais gays do que continuarem em abrigos?...
    em * Comunicado da “Federação
  • •Obrigada pela presteza,Carmadélio.Para quem entende de ciências é sempre bom analisar as pesquisas em si e o modo como os dados foram obtidos e estatisticamente tratados.Talvez...
    em * França e Nova Zelândia aprovam o
  • •Fui "little monster" por 4 anos, sempre amei ela, só que eu não posso ser morno, ela já fez a primeira comunhão, era católica, não sei o pq dela virar isto, como eu conheço...
    em * Você é cristão e curte Lady
  • •O que tem que ser feito é o seguinte: O casamento civil é um contrato que pode ser desfeito no outro dia enquanto o sacramento do matrimônio é eterno, pois o que Deus uniu o...
    em * Mais uma tentativa de impor o
  • •Neste artigo dá para entender bem a diferença: http://www.deuslovult.org/2013/05/02/pedofilos-nao-sao-excomungados-mas-eu-fui/...
    em * Sacerdote culpado de abusos no
  • •Qual é a diferença entre EXCOMUNHÃO, e expulsão do estado clerical???? Gostaria que alguem me explicasse isso....
    em * Sacerdote culpado de abusos no
  • •Como posso falar do meu direito enquanto mulher se não respeito o primeiro direito do outro que é o direito a vida, todos temos direito de nascer mesmo se não fomos concebido em...
    em * Espanha: Socialistas usam imagem
  • •Que essa "ministra" diga isso para a sua descendência porque o coração duro ainda continua nas pessoas, como disse na carta de divórcio admitida por Moisés.Que ela leia o...
    em * Ministra da igualdade da Espanha
  • •esse livro so fala de heresias, e quem e catolico de verdade nao leria este livro horrivel...
    em * A Cabana, o livro. Heresias
  • •eu ja tinha percebido que o livro nao prestava, pois antes de participar do shalom, eu participava de outra comunidade que apoiva totalmente o livro, mas depois do shalom mudei...
    em * A Cabana, o livro. Heresias
  • •Triste como essa 'ditadura do relativismo' tem acorrentado e cegado tantos. Se declarando livres e tolerantes não percebem que estão sendo enganados. Um dia, também já me achei...
    em * Por que o ateísmo é tão comum
  • •CARÍSSIMA ELOÁ http://www.washingtontimes.com/news/2012/jun/10/study-suggests-risks-from-same-sex-parenting/ Pesquisa revela os perigos de famílias com...
    em * França e Nova Zelândia aprovam o
  • •Olá, Vocês citam o comentário de um líder homossexual que diz:-"Os estudos demonstram que os que são educados por pais do mesmo sexo acabam tendo problemas...
    em * França e Nova Zelândia aprovam o
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