Por Arquivo julho 29th, 2011

* Noruega: “Se um homem sozinho é capaz de odiar tanto, quanto seremos capazes de amar enquanto estivermos juntos?”

sexta-feira, julho 29th, 2011

Rádio Vaticano

Começaram hoje na Noruega os primeros funerais das 76 vítimas da tragédia de 22 de julho. Na capital, Oslo, jovens do Partido dos Trabalhadores, alvos do atirador no acampamento na ilha de Utoya, fizeram um protesto que contou com a participação do premiê Stoltenberg e outros representantes do governo. Expectativa também em relação ao segundo interrogatório com o assassino, Andres Breivik.

O objetivo principal dos investigadores é ter certeza se ele teria agido sozinho. Apesar da espera, os debates sobre a convivência e o multiculturalismo, sobre xenofobia e temores racistas continuam fora e dentro da Noruega. Sobre a sociedade norueguesa, Helga Koinegg, do Movimento Focolare de Oslo, concedeu entrevista à Rádio Vaticano. Ela diz que existe uma Noruega de antes dos ataques, e outra, que surgiu depois de 22 de julho.

“Aqui em Oslo existem locais muçulmanos onde, talvez, o diálogo seja mais complicado. Existem também os políticos que não são favoráveis aos estrangeiros que agora afirmaram querer mudar a própria linguagem e querer estabelecer um novo diálogo. Isso é totalmente novo. A Noruega é um país democrático, calmo: há uma convivência pacífica mas não há empenho em se conhecer o outro. Depois de 22 de julho, no entanto, surgiu uma nova irmandade entre todos: não existem mais muçulmanos ou cristãos, estrangeiros ou noruegueses. Nos transformamos todos em um único povo”.

Em busca de uma explicação, Helga diz que socidade acredita que tenha sido uma ação individual e que a dor da tragédia ajudará o país a crescer ainda mais na democracia e na abertura, como declarou o premiê Stoltenberg.

“Agora todos pensa assim. Ontem o príncipe Harald visitou uma mesquita, e isso nunca tinha acontecido antes. Ele quis ir até lá para falar com as pessoas, porque entre os jovens na ilha, também estavam muçulmanos”.

Por fim, Helga recorda a frase de um jovem, numa das manifestações para tentar superar a tragédia, que acabou virando um slogan na Noruega.

“Se um homem sozinho é capaz de odiar tanto, quanto seremos capazes de amar enquanto estivermos juntos?”. (RB)

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* “Homem” americano engravida e tem seu terceiro filho. Conheça Thomas, nascida mulher mas “lutando” para ser homem! Conseguirá?

sexta-feira, julho 29th, 2011

O havaiano Thomas Beatie, o primeiro transexual do mundo a dar à luz, mostrou que já recuperou a boa forma 12 meses depois do terceiro parto. Fotografado brincando na piscina com o caçula, Thomas exibiu uma barriga tanquinho.

Mas assim como muitas mães, não conseguiu ficar livre das estrias. O corpo enxuto é fruto do tratamento com testosterona. O homem, que atualmente mora no Arizona, Estados Unidos, com sua esposa, Nancy, ganhou fama internacional há três anos, quando se tornou o primeiro transexual a ter um bebê. Agora, ele e a sua esposa têm a família que sempre sonharam: são pais de três crianças, Susan, Austin e Jansen. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

Thomas, que nasceu Tracy, em 1974, afirmou que sempre sentiu que queria ser homem. Então, quando tinha cerca de 20 anos, começou a tomar injeções de testosterona. O resultado: pêlos no rosto, voz mais grave e alteração nos órgãos sexuais. Em 2002 ele fez mastectomia (cirurgia para retirada dos seios) e se tornou legalmente homem.

O havaiano, porém, optou por continuar com a vagina, o útero e os outros órgãos sexuais femininos, o que possibilitou as suas três gestações. Nancy não podia engravidar pois havia passado por um histerectomia (retirada do útero). Mas ela também contribuiu para o desenvolvimento dos bebês: amamentou os três. 

Para que pudesse engravidar, o homem parou de tomar testosterona oito anos antes da primeira gravidez. O casal comprou esperma de um doador anônimo e Thomas foi submetido à inseminação artificial. Depois de uma gravidez ectópica (nas trompas), que levou a um aborto de emergência, ele finalmente ficou grávido de Susan, em 2007. 

Os médicos acreditam que Thomas tenha apenas oito ciclos menstruais por ano, ao invés de doze, e apenas metade desses ciclos são úteis, já que ele teve um trompa de falópio removida depois da gravidez ectópica. “Eu era capaz de engravidar apenas quatro dias por ano. Tivemos nossos bebês em um curto espaço de tempo porque não podíamos esperar muito”, afirmou ele. Ele ainda têm alguns espermatozóides guardados e, embora Thomas já exiba uma barriga tanquinho, o casal disse que pretender engravidar novamente ano que vem.

Revista Crescer.

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* Religião ”faça você mesmo”: Pano de fundo da tragédia da Noruega.

sexta-feira, julho 29th, 2011

Paolo Naso, politólogo e mestre em religião e mediação cultural pelaUniversidade La Sapienza de Roma.  jornal L’Unità.

A loucura não pode explicar toda a tragédia de Oslo e da ilha de Utoya.

O delírio anti-islâmico de Andrs Breivik  tem uma moldura que não podemos ignorar nem simplificar recorrendo ao rótulo fácil do “fundamentalismo cristão”, que pode até ter muitas responsabilidades – por exemplo no extremismo de certos setores da direita religiosa norte-americana –, mas, neste caso específico, não tem nada a ver.

O fundamentalismo cristão é um fenômeno muito articulado e complexo, não necessariamente violento ou politizado. Podemos até afirmar que a maioria dos crentes que se referem a essa corrente teológica são bastante desencantados com relação à cidade do homem e dirigem o seu olhar, o seu coração e as suas esperanças à cidade de Deus, à Jerusalém celeste que descerá do céu.

A radicalização e, às vezes, a violência dessa corrente que surgiu no interior do protestantismo do século passado é um fato recente, politicamente muito relevante, mas quantitativamente minoritário.

Ontem como hoje, os fundamentalistas são, sobretudo, crentes evangélicos que interpretam a Bíblia em sentido literal e rigorista, extraindo dela valores precisos, dogmas teológicos restritos e seletivos e normas de comportamento vinculantes individuais.

Do diário-manifesto de Anders Breivik, surge um quadro totalmente diferente e distante do quadro do fundamentalismo e do literalismo bíblico: o assassino em massa de Oslo tinha fé e intimidade com a maçonaria, alimentava-se da ideologia dos templários, frequentava textos esotéricos. Sua biografia diz que ele aceitou conscientemente a fé protestante e que, mais recentemente, no entanto, teria desejado um “retorno” das igrejas reformadas para a grande Igreja Católica. Salvo depois o fato de ter lançado dardos contra o papa e o Vaticano, a seu ver já inclinados ao Islã.

No blog de Breivik, mais do que a Bíblia, são citados textos militares e políticos. Mais do que de amor cristão, fala-se de ódio anti-islâmico. Mais do que a cruz, discutem-se armas e técnicas de assassinato em massa. A raiz de tudo isso não está no fundamentalismo religioso, embora extremado, mas sim em um confuso identitarismo cultural-religioso, alimentado pelo teorema do choque de civilizações.

No alvo de Breivik, estão, junto com as vítimas inocentes de um acampamento de jovens trabalhistas, o papa e as Igrejas, o amor cristão e a tolerância iluminista, o espírito de acolhida e o pluralismo religioso, a cultura do mundo moderno e a sua complexidade. No repleto panteão ideal do assassino em massa norueguês, a religião cristã convive com a maçonaria e com os templários, com o esoterismo e com o paranormal.

Esse quebra-cabeças desordenado faz de Breivik o filho confuso de uma secularização em estado terminal, em que a religião faz parte da vida privada e pública, mas trivializada e reduzida a pequenos fragmentos que convivem e se confundem com ideias e comportamentos que nada têm a ver com ela.

Nesse sentido, Breivik interpreta ao extremo aquela tendência, já conhecida há anos, àself-made religion, uma fé “faça-você-mesmo”, construída na própria garagem e veiculada pelo próprio computador: discutível, problemática, estranha, mas, em tempos normais, inócua. No entanto, se os tempos não são normais, se alguns setores políticos chamam para uma nova cruzada pós-moderna, e se muitos meios de comunicação competem em amplificar o apelo à guerra de civilizações, essa self-made religion, filha da secularização, pode se tornar excepcionalmente violenta e devastadora.

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* Evidências históricas: “É hora de reconhecer o Papa Pio XII pelo que ele realmente fez e não pelo que ele não disse”

sexta-feira, julho 29th, 2011

Vatican Insider

O Vaticano falsificou secretamente as certidões de batismo para permitir que muitos judeus emigrassem como católicos.

O que documenta a ação direta do Papa Pio XII são os documentos encontrados pelo historiador MichaelHesemann nos arquivos de Santa Maria dell’Anima, igreja nacional alemã emRoma. Um passo adiante na causa de beatificação e de canonização.

Em um telegrama original enviado pelo comando alemão em Berlim ao quartel general das SS de Roma em que ordenava a prisão de 8.000 judeus romanos a serem levados ao campo de trabalho de Mauthausen. Depois de uma intervenção papal, não foram detidos 8.000, mas pouco mais de 1.000.

Está documentada a ação pessoal e direta de Pio XII para frear as detenções dos judeus em Roma no dia 16 de outubro de 1943. Quando as prisões terminaram, o Papa Pacellien viou um representante ao local em que estavam detidos para pedir libertação dos mil judeus que haviam sido presos, mas não foi permitido o ingresso.

O Papa ordenou que os judeus de Roma recebessem hospitalidade nas propriedades da Igreja e nas casas católicas, suspendendo as normas claustrais de modo que os homens pudessem ser admitidos nos conventos e as mulheres nos mosteiros de toda a Europa. Ele literalmente escondeu 7.000 judeus em um dia.

“Provavelmente, o Papa Pacelli salvou mais judeus do que todos os líderes políticos e religiosos do mundo juntos”. Gary Krupp, presidente da Pave the Way Foundation, comenta que “é hora de reconhecer o Papa Pio XII pelo que ele realmente fez e não pelo que ele não disse”. E acrescenta: “Pelo que eu vi e conheci, o papa é, sem dúvida, o maior herói da Segunda Guerra Mundial.

Pio XII não foi o Papa de Hitler. Ao contrário, era um homem que Hitler queria matar”.

Além disso, o futuro Pio XII se aproveitou de sua influência para que o então representante da Organização Sionista Mundial Nachum Sokolov fosse recebido pessoalmente pelo Papa Bento XV para falar de uma pátria judaica na Palestina. Em 1926, Dom Pacelli exortou os católicos alemães a apoiar o Comitê Pró-Palestina, que apoiava os assentamentos judeus na Terra Santa.

Os documentos, que podem ser baixados no site da fundação, incluem um manuscrito de uma freira, datado de 1943, que explica detalhadamente as instruções recebidas do papa, assim como uma lista de judeus protegidos.

Um outro documento é um relatório doUS Foreign Service do cônsul norte-americano em Colônia, que informa sobre o “novo Papa” em 1939. O diplomata se mostrou surpreso pela “extrema aversão” de Pacelli contra Hitler e o regime nazista, e pelo seu apoio aos bispos alemães na sua oposição ao nacional-socialismo, mesmo às custas da supressão das Juventudes Católicas Alemãs.

Em um documento datado de 1938, o então secretário de Estado Eugenio Pacelli se opõe ao projeto de lei polonês que declarava como ilegal o sacrifício kosher, visto que essa lei “significaria uma grave perseguição contra o povo judeu”.

Durante a guerra, Pio XII escreveu um telegrama ao então regente da Hungria, o almirante Miklós Horthy, para que evitasse a deportação dos judeus, e estes concordaram, pelo qual se estima que tenham sido salvas 80 mil vidas. Ao governo brasileiro, ele pediu que aceitasse 3.000 “não arianos”.

Em um testemunho, o general Karl Wolff fala detalhadamente do plano de Hitler de atacar o Vaticano e sequestrar o papa. Havia espiões no Vaticano, e franco-atiradores alemães a 200 metros das janelas papais. A própria limitação das declarações públicas do papa, que suscitou muitas críticas contra ele, é explicada pelo aumento das penas nos campos de concentração, testemunhada por ex-prisioneiros, todas as vezes que as autoridades eclesiásticas falavam contra o regime nazista.

Estão documentados muitos exemplos das ações diretas e do ministério pastoral de Eugenio Pacelli para salvar os judeus da tirania nazista. Há provas da “direta intercessão de Pacelli para defender os judeus da Palestina dos turcos otomanos em 1917 e do seu encorajamento para instituir uma pátria judaica na Palestina em 1925.

Além disso, o Papa Pio XII teve um papel ativo na oposição a Hitler.  Entre as testemunhas do que Pio XII fez em favor dos judeus durante o Holocausto, está também a prova da ordem que o papa deu para hospedar os judeus nos conventos.

No Memorial das Religiosas Agostinianas do Mosteiro das SS. Quattro Coronati de Roma, de 1943, está escrito: “Chegadas a este mês de novembro, devemos estar prontas para prestar serviços de caridade de forma totalmente insuspeita. O Santo Padre Pio XII, de coração paterno, sente em si todos os sofrimentos do momento. Infelizmente, com a entrada dos alemães em Roma, ocorrida em setembro, iniciou uma guerra implacável contra os judeus que querem exterminar mediante atrocidades sugeridas pela mais obscura barbárie”.

“Nessas dolorosas circunstâncias – lê-se ainda no Memorial –, o Santo Padre quer salvar os seus filhos, também os judeus, e ordena que, nos mosteiros, se deve hospitalidade a esses perseguidos, e as clausuras também devem aderir ao desejo do Sumo Pontífice, e, a partir do dia 4 de novembro, nós hospedamos, até o dia 6 de junho posterior, as pessoas aqui listadas… “. No Memorial, conta-se que, “para a quaresma, os judeus também vinha ouvir as pregações, e o senhor Alfredo Sermoneta ajudava na igreja”.

E ainda: “Com a guerra terminada, falava-se da bondade do Santo Padre que havia ajudado e salvo tantos judeus, assim como jovens e famílias inteiras”. Isso confirma o compromisso pessoal e institucional de Pio XII para proteger e salvar os judeus perseguidos. Falta a cópia escrita da ordem de Pio XII, porque, em uma situação de guerra, com a cidade ocupada pelos nazistas, uma pessoa prudente não publica uma ordem, mas manda mensageiros de confiança para comunicar as vontades do Santo Padre. Teria sido imprudente e perigoso escrever uma ordem que poderia cair nas mãos erradas e pôr em perigo a vida de muitos.

Além disso, foi organizado um grupo de sacerdotes que, sob as ordens da Secretaria de Estado, andavam de uma casa religiosa a outra, batendo também nas universidades, seminários, escolas, paróquias, para pedir que abrissem os conventos e organizassem uma rede de assistência.

No fim da guerra, foram cerca de 150 as casas religiosas, mosteiros e paróquias que salvaram milhares de judeus da morte certa. Pio XII e a Igreja Católica salvaram a vida de centenas de milhares de judeus em toda a Europa.

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* Documentário ” Deus em questão”. “Freud e Lewis representam nossas partes conflitantes”

sexta-feira, julho 29th, 2011

Esse conteúdo abaixo é para se assistir em casa, sentado, com um copo de água ao lado, Bíblia e caderno de anotações,celular desligado e porta do quarto fechado.

Conteúdo para quem quer ir além e  deseja mergulhar no “mistério”.Podemos tocá-lo!  Assista-o sem esperar uma aula de catecismo, mas como um documentário.

“Deus em Questão”, série da PBS em 4 partes, explora de forma acessível assuntos que preocupam todos os seres pensantes: O que é a felicidade? Como encontramos sentido e propósito em nossas vidas? Como conciliamos o conflito do amor e sexualidade? Como lidamos com o problema do sofrimento e a inevitabilidade da morte?

Baseada no popular curso de Harvard ministrado pelo Dr. Armand Nicholi, autor de “Deus em Questão”, a série ilustra a vida e
ideias de Sigmund Freud, crítico de longa data da crença religiosa, e C.S. Lewis, renomado egresso de Oxford, crítico literário e talvez o mais influente e popular defensor da fé baseada na razão. “Freud e Lewis representam nossas partes conflitantes”, registra o Dr. Nicholi. “Um lado de nós anseia por uma relação como fonte de toda a alegria, esperança e felicidade, tal como descrito por Lewis, mas há outro que ergue o punho desafiador e diz como Freud: “Não vou me entregar.” Que lado escolhermos para expressar, irá determinar nosso propósito, identidade e toda a nossa filosofia de vida.

Momentos importantes e reviravoltas emocionais nas vidas de Freud e Lewis dão azo a ideias totalmente diferentes, que fomentam uma análise contemporânea inteligente e emocionante da questão basilar da existência humana: Deus realmente existe?

Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=wCPsgk9NqeE
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=nXmm2soFMLA
Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=51Qw_3YwRTQ&feature=related

A parte 4 ainda não encontrei.Quem achar,manda o link.

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* Sofrimento é uma coisa muito diferente da tristeza!

sexta-feira, julho 29th, 2011

” Você me pergunta se estou de bom humor. Como eu poderia não estar, enquanto a minha confiança em Deus me dá força?

Devemos sempre estar alegres. A tristeza deve ser banida de todas as almas cristãs. Pois o sofrimento é uma coisa muito diferente da tristeza, que é a pior doença de todas. É quase sempre causada por falta de fé.

Mas a finalidade para a qual fomos criados nos mostra o caminho por onde devemos ir, talvez cheio de muitos espinhos, mas não é um triste caminho. Mesmo em meio a intenso sofrimento, é um de alegria!”

Beato Pier Giorgio Frassati*

* Os que pensam que os santos são pessoas tímidas e solitárias, que depreciam esta vida só pensando na outra, ficarão surpreendidos diante da figura do beato Pier Giorgio Frassati.

Verdadeiro brincalhão, apelidado de “Robespierre” por seus amigos, com quem formou a associação denominada “I tipi loschi” – os tipos arruaceiros. Frassati foi um amigo dos pobres e via neles o Cristo. São especialmente os jovens, que em sua busca por um modelo, encontram alguém com quem se identificar, já que Pier Giorgio fez de sua curta vida uma “aventura maravilhosa”.

Ele amou os pobres e humilhados; ele dedicou a sua vida a fazer-lhes bem. Ele os procurou nos cantos mais distantes da cidade, passando por escuros e tortuosos caminhos, foi para dentro da obscuridade e da miserabilidade dos atos alheios, trazendo consigo o pão que restaurava seus corpos e a palavra que confortava as suas almas. Tudo partindo de seu bolso e de seu coração foi destinado aos outros. Ele nasceu para os outros e não para si próprio. Ele foi de fato, um verdadeiro cristão.

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* Veja cena da novela “insensato coração” retirada do youtube pela Globo que critica cristianismo.

sexta-feira, julho 29th, 2011

Untitled from Sempre_Alerta on Vimeo.

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  • •Blasfemia, aborto. Ô serpente perseguidora,derrotada, desesperada. Somente Tu Senhor, tens palavra de vida eterna....
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  • •Obrigada pela presteza,Carmadélio.Para quem entende de ciências é sempre bom analisar as pesquisas em si e o modo como os dados foram obtidos e estatisticamente tratados.Talvez...
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    em * Sacerdote culpado de abusos no
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    em * Espanha: Socialistas usam imagem
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  • •esse livro so fala de heresias, e quem e catolico de verdade nao leria este livro horrivel...
    em * A Cabana, o livro. Heresias
  • •eu ja tinha percebido que o livro nao prestava, pois antes de participar do shalom, eu participava de outra comunidade que apoiva totalmente o livro, mas depois do shalom mudei...
    em * A Cabana, o livro. Heresias
  • •Triste como essa 'ditadura do relativismo' tem acorrentado e cegado tantos. Se declarando livres e tolerantes não percebem que estão sendo enganados. Um dia, também já me achei...
    em * Por que o ateísmo é tão comum
  • •CARÍSSIMA ELOÁ http://www.washingtontimes.com/news/2012/jun/10/study-suggests-risks-from-same-sex-parenting/ Pesquisa revela os perigos de famílias com...
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