Por Arquivo agosto, 2011

* Holanda: De nação cristã a laboratório de esvaziamento e destruição do Cristianismo.

quarta-feira, agosto 31st, 2011

Como a BBC relata, alguns líderes de igrejas na Holanda querem transformar sua nação em um laboratório de repensar o cristianismo – “Experimentando radicalmente novos caminhos de entender a Fé”.

O correspondente para assuntos religiosos, Robert Pigott, fala do Rev. Klass Hendrikse, um pastor da PKN, a principal denominação protestante na Holanda. O Pastor Hendrikse não acredita em vida após a morte, nem em Deus como um ser sobrenatural. Ele disse a BBC que não tem “talento” para acreditar em doutrinas ortodoxas e históricas. “Deus não é, de forma alguma, um ser”, diz o pastor, Deus é somente uma experiência.

Além disso, como relata Pigott, “O senhor Hendrikse descreve o relato bíblico da vida de Jesus como um mito sobre um homem que pode nunca ter existido, mesmo que seja uma valiosa fonte de sabedoria sobre como levar uma vida justa.”

Pela definição normal de fé Cristã, Klass Hendrikse é um descrente, mas na maior denominação protestante holandesa, ele é um ministro em uma boa posição. Aliás, ele não é nem incomum. Um estudo realizado pela Universidade Livre de Amsterdam determinou que um em cada seis pastores protestantes é ateu ou agnóstico.

Hendrikse é muito aberto em seus pontos de vista.De fato, ele publicou um livro há poucos anos entitulado “Acreditando em um Deus que não existe”. Alguns líderes conservadores pediram que o pastor fosse julgado por heresia, mas sua denominação decidiu que sua visão é muito comumente defendida para ser julgada além dos limites.

Em outras palavras, essa denominação adotou uma forma simples de ateísmo dentro de suas fileiras – e entre seus pastores.

O relato da BBC ainda apresenta outra pastora da igreja PKN, Rev. Kirsten Slettenaar, que rejeita a divindade de Jesus Cristo. Ela afirma que “Filho de Deus” é um mero título. “Eu não acredito que ele seja um deus ou meio deus”, diz ela, “Eu creio que ele foi um homem, mas um homem especial porque viveu a partir do amor, a partir do espírito de Deus que ele encontrou dentro de si.”

Os ministros protestantes relatados neste relatório, descartam a doutrina de um cristianismo bíblico por definir como “fora das pessoas” e “coisas rígidas e intangíveis.” Da mesma forma como os teólogos liberais dos dois últimos séculos, eles insistem que o “real sentido” do cristianismo pode sobreviver mesmo se as verdades centrais forem negadas.

Um leigo mencionado na matéria celebra a libertação do Cristianismo das verdades ditas centrais, permitindo recriar a fé “do meu jeito de pensar e fazer.”

O professor Hijme Stoffels da Universidade Aberta de Amsterdam denominou essa nova abordagem do cristianismo na Holanda como “alguma-coisismo” (”somethingism”). A maioria dos cidadãos holandeses, ele explica, desejam alguma forma de espiritualidade, mas não a do Deus da Bíblia. “Deve haver alguma coisa entre os céus e a terra, mas chamar isso de ‘Deus’ ou ‘um Deus pessoal’, para a maioria dos holandeses é uma idéia muito distante.”

O Professor Stoffels argumentou que as igrejas cristãs na Holanda estão em uma momento de “marketing”. Como ele explicou, “elas podem oferecer suas ideologias para a maioria da população que está interessada em espiritualidade ou em alguma forma diferente de religião.”

Tudo isso é familiar para quem observa as principais denominações protestantes na Europa ou Estados Unidos pela última metade de século ou mais. As doutrinas centrais do Cristianismo são postas de lado e raramente mencionadas, então são revisadas e por fim rejeitadas.

Por trás desse discurso existe o argumento de que os tempos mudaram, e o cristianismo deve mudar também. Harry Emerson Fosdick, um dos mais influentes líderes dos Protestantes Americanos liberais, defende que o mundo moderno simplesmente apresenta a doutrina cristã como incompreensível para os homens e mulheres modernos. John Shelby Spong, bispo aposentado da igreja episcopal de Newark, Nova Jersey, disse sem rodeios: “O Cristianismo precisa mudar ou morre.”

Bem, alguns poucos tradicionais que restam nas igrejas protentantes holandesas reconhecem que se o cristianismo mudar como querem os liberais será espiritualmente e teologicamente morto. Há uma nova religião do “alguma-coisismo” na Holanda, e isso não é uma nova forma de Cristianismo. Isto é uma nova religiao sendo desenvolvida dentos das estruturas das igrejas Cristãs.

Tudo isso em um país que já foi amplamente cristão. O Teólogo e líder conservativo Abraham Kuyper foi primeiro ministro entre 1901 e 1905. O holandes foi no passado declarado como modelo de cultura cristã. Agora, tudo isso caiu por terra.

Essa experiência vivida pelas igrejas holandesas devem ser provavelmente uma resposta a pressão feita pelas regras de mercado, como explica o professor Stoffels, mas isto é a substituição do cristianismo por uma nova religião.Cristianismo permanece ou cai nas suas alegações verdade central. Sem o pleno conhecimento da divindade e humanidade de Cristo não há evangelho ou salvação para os pecadores.

É claro que se você não acredita mais em um Deus pessoal, ou qualquer divindade, então você não deve se preocupar com a salvação ou mesmo com o pecado.

Uma igreja que abandona a convicção doutinária e a coragem para combater um pastor ateu por heresia é uma igreja que perdeu sua identidade de Cristã, há muito tempo. A experiencia doutrinária utilizada nessas igrejas holandesas dificilmente se limita somente a Holanda. No entanto, a situação holandesa torna claro uma coisa: existe um Laboratório para a destruição do Cristianismo.

Tradução livre dehttp://www.albertmohler.com/2011/08/26/a-laboratory-for-christianitys-destruction/

Artigo da BBC ao qual o texto se refere: http://www.bbc.co.uk/news/world-europe-14417362

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* Google lança “visita tridimensional de Roma antiga”.

terça-feira, agosto 30th, 2011

A Google lançou  um serviço que permite ao internauta explorar em três dimensões a Roma Antiga, de 320 a.C. e ver projetados mais de 17 mil edifícios da época, com detalhes exteriores e algumas até com desenhos do interior dos prédios.

A empresa trabalhou como um projeto do Rome Reborn, da Universidade de Virgína. Em diversos pontos da cidade há marcadores com informações históricas sobre cada monumento.

Entre os prédios que podem ser visitados estão o Anfiteatro Flavium, onde ocorriam lutas de gladiadores, o Fórum Romano, a Basília Júlia, utilizada para reuniões de negócios e disputas judiciais, o templo de Vesta, além da Cidade do Vaticano, onde se pode ver com detalhes a Basílica de São Pedro e o Castelo Sant’Angelo.

É possível dar zoom nas imagens, mudar o enquadramento e sobrevoar a cidade da época do Imperador Constantino.

O serviço pode ser baixado gratuitamente do link earth.google.com.br/rome.

A cidade como é hoje já pode ser vista tridimensionalmente pelo Google Street View nos serviços Google Maps e Google Earth. (ANSA)

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* Visão deformada do conceito de Igreja produz isso: drive-thru de “Igreja” protestante.

terça-feira, agosto 30th, 2011

Fonte : Paulopes

O pastor David Ray (foto), da cidade de Lucas, Texas (EUA), abriu o Santuário a Céu Aberto. Trata-se de um drive-thru da Igreja Presbiteriana do Mestre.

No drive-thru, aos domingos pela manhã, o fiel poderá participar de um “culto alternativo”, que inclui sermão e benção. O santuário funciona no estacionamento de uma escola de ensino médio. Há uma sala na escola para os fiéis que quiserem entrar em contato entre si.

No Brasil, a Igreja Universal do Reino de Deus tem um drive-thru desde meados de 2010 em um templo na vila Mariana, zona sul de São Paulo. Ali, não há culto, mas em menos de cinco minutos o interessado recebe uma bênção e convite para frequentar o templo. Doações são bem-vindas.

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* Conheça o “Estatuto da Diversidade Sexual” recentemente apresentado ao Senado.

terça-feira, agosto 30th, 2011


O Globo


A Comissão da Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai apresentar  um anteprojeto de lei para criar o Estatuto da Diversidade Sexual.

A proposta foi elaborada com contribuições de movimentos sociais e é endossada pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT).


A OAB propõe criar um marco legal de defesa de direitos de cidadãos homossexuais, criminalizar a homofobia e sugerir políticas públicas de inclusão. O estatuto tem 109 artigos e sugere a alteração de 132 dispositivos legais. Entre as sugestões, estão alterações nos códigos Civil, Penal e Militar e na Consolidação das Leis do Trabalho.


O texto sugere, por exemplo, a possibilidade de concessão de licença-natalidade a casais homossexuais que adotarem crianças. Também consolida na lei garantias como o pagamento de pensão por morte e auxílio-reclusão e inclusão de parceiro como dependente no Imposto de Renda.


“A forma que o Estado moderno tem encontrado para assegurar visibilidade e segurança a quem é alvo do preconceito e discriminação é instituir microssistemas com a imposição de normas afirmativas. Daí, o Código de Defesa do Consumidor, o Estatuto da Criança, do Idoso e da Igualdade Racial.

A edição de legislação especial não afronta o princípio da igualdade. Ao contrário, o consagra, pois é o tratamento diferenciado que garante a isonomia”, diz o texto.


Os defensores da proposta argumentam que a consolidação da legislação poderá garantir a aplicação de jurisprudências favoráveis ao reconhecimento de direitos a casais homossexuais sem que os interessados tenham que levar os casos aos tribunais.


Na justificativa do anteprojeto, a OAB também argumenta que o Executivo e o Judiciário têm avançado no reconhecimento de direitos dos homossexuais, mas no Legislativo a tramitação de propostas ligadas a essas questões estão paradas.


O texto do anteprojeto do Estatuto da Diversidade Sexual será submetido ao Conselho Federal da OAB, que tem a prerrogativa de encaminhar a proposta à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado.

(Agência Brasil)


O anteprojeto pode ser lido em sua íntegra  neste link.

Segue alguns trechos da lei.

Art. 7º – É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo proibida
qualquer prática que obrigue o indivíduo a renunciar ou negar sua identidade
sexual
.

Art. 11 – É considerado discriminatório, em decorrência da orientação sexual ou
identidade de gênero:
I – proibir o ingresso ou a permanência em estabelecimento público, ou
estabelecimento privado aberto ao público;
II – prestar atendimento seletivo ou diferenciado não previsto em lei;
III – preterir, onerar ou impedir hospedagem em hotéis, motéis, pensões ou
similares;
(Pousadas e casas de retiro cristãs serão obrigadas a hospedar parceiros de mesmo sexo como se fossem uma família tradicional?)
IV – dificultar ou impedir a locação, compra, arrendamento ou empréstimo de
bens móveis ou imóveis;
V – proibir expressões de afetividade em locais públicos, sendo as mesmas
manifestações permitidas aos demais cidadãos.

Art. 12 – O cometimento de qualquer desses atos ou de outras práticas
discriminatórias configura crime de homofobia, na forma desta lei, além de
importar responsabilidade por danos materiais e morais.

Art. 14 – A união homoafetiva deve ser respeitada em sua dignidade e merece
especial proteção do Estado como entidade familiar.

Art. 15 – A união homoafetiva faz jus a todos os direitos assegurados à união
heteroafetiva no âmbito do Direito das Famílias e das Sucessões, entre eles:
I – direito ao casamento;
II – direito à constituição de união estável e sua conversão em
casamento;
III – direito à escolha do regime de bens;
IV – direito ao divórcio;
V – direito à filiação, à adoção e ao uso das práticas de reprodução
assistida;
VI – direito à proteção contra a violência doméstica ou familiar;
VII – direito à herança, ao direito real de habitação e ao direito à
concorrência sucessória.

Art. 21 – É garantido o acesso às técnicas de reprodução assistida particular ou
por meio do Sistema Único de Saúde – SUS, de forma individual ou conjunta.
§ 1º – É admitido o uso de material genético do casal para práticas
reprodutivas.

Art. 23 – Não pode ser negada a habilitação individual ou conjunta à adoção de
crianças e adolescentes, em igualdade de condições, em decorrência da
orientação sexual ou identidade de gênero dos candidatos. (Orfanatos católicos, também?)

Art. 25 – É assegurada licença-natalidade a qualquer dos pais, sem prejuízo do
emprego e do salário, com a duração de cento e oitenta dias.

Art. 26 – Estabelecido o vínculo de filiação socioafetiva, é assegurado o
exercício do poder familiar, ainda que o casal esteja separado.

Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os demais documentos
identificatórios, tais como carteira de identidade, título de eleitor, passaporte,
carteira de habilitação, não haverá menção às expressões “pai”“mãe”, que
devem ser substituídas por “filiação”.

Art. 33 – Transexuais, travestis, transgêneros e intersexuais têm direito à livre
expressão de sua identidade de gênero.

Art. 35 – É assegurado acesso aos procedimentos médicos, cirúrgicos e
psicológicos destinados à adequação do sexo morfológico à identidade de
gênero.
Parágrafo único – É garantida a realização dos procedimentos de
hormonoterapia e transgenitalização particular ou pelo Sistema Único de Saúde
– SUS.

Art. 36 – Não havendo risco à própria vida, é vedada a realização de qualquer
intervenção médico-cirúrgica de caráter irreversível para a determinação de
gênero, em recém-nascidos e crianças diagnosticados como intersexuais.

Art. 37 – Havendo indicação terapêutica por equipe médica e multidisciplinar de
hormonoterapia
e de procedimentos complementares não-cirúrgicos, a
adequação à identidade de gênero poderá iniciar-se a partir dos 14 anos de
idade.

Art. 38 – As cirurgias de redesignação sexual podem ser realizadas somente a
partir dos 18 anos de idade.

Art. 45 – Em todos os espaços públicos e abertos ao público é assegurado o
uso das dependências e instalações correspondentes à identidade de gênero. (Todas os templos religiosos agora deverão ter um banheiro para gays?)

Art. 48 – É obrigatória a inclusão do quesito orientação sexual e identidade de
gênero nos formulários e prontuários de informação nos sistemas hospitalares
públicos e privados.

Art. 50 – A orientação sexual ou identidade de gênero não pode ser usada
como critério para seleção de doadores de sangue.

Art. 51 – Os leitos de internação hospitalar devem respeitar e preservar a
identidade de gênero dos pacientes.

Art. 53 – É proibido o oferecimento de tratamento de reversão da orientação
sexual ou identidade de gênero, bem como fazer promessas de cura.

Art. 60 – Os profissionais da educação têm o dever de abordar as questões de
gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade sexual, visando superar toda
forma de discriminação, fazendo uso de material didático e metodologias que
proponham a eliminação da homofobia e do preconceito.

Art. 61 – Os estabelecimentos de ensino devem adotar materiais didáticos que
não reforcem a discriminação com base na orientação sexual ou identidade de
gênero.

Art. 62 – Ao programarem atividades escolares referentes a datas
comemorativas, as escolas devem atentar à multiplicidade de formações
familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos alunos filhos de
famílias homoafetivas. (dia dos pais e dia das mães nas escolas).

Art. 65 – Nas escolas de ensino fundamental e médio e nos cursos superiores,
é assegurado aos transexuais, travestis, transgêneros e intersexuais, no ato da
matrícula, o uso do nome social o qual deverá constar em todos os registros
acadêmicos.

Art. 73 – A administração pública assegurará igualdade de oportunidades no
mercado de trabalho a travestis e transexuais, transgêneros e intersexuais,
atentando ao princípio da proporcionalidade.

Art. 74 – A administração pública e a iniciativa privada devem promover
campanhas com o objetivo de elevar a qualificação profissional de travestis e
transexuais, transgêneros e intersexuais.

Art. 84 – Devem ser criadas delegacias especializadas para o atendimento de
denúncias por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Art. 87 – É assegurado às vítimas de discriminação a assistência do Estado
para acolhimento, orientação apoio, encaminhamento e apuração de práticas
delitivas.

Art. 92 – É assegurado respeito aos homossexuais, lésbicas, bissexuais,
transexuais, travestis, transgêneros e intersexuais, de modo a terem
preservadas a integridade física e psíquica, em todos os meios de
comunicação de massa, como rádio, televisão, peças publicitárias, internet e
redes sociais.

Art. 93 – Os meios de comunicação não podem fazer qualquer referência de
caráter preconceituoso ou discriminatório em face da orientação sexual ou
identidade de gênero.

Art. 94 – Constitui prática discriminatória publicar, exibir a público, qualquer
aviso sinal, símbolo ou emblema que incite à intolerância.

Art. 96 – Configura prática discriminatória negar o fornecimento de bens ou
prestação de serviços ao consumidor em decorrência de sua orientação sexual
ou identidade de gênero

Art. 98 – Nenhum estabelecimento público ou aberto ao público pode impedir
acesso ou estabelecer restrições em face da orientação sexual ou identidade
de gênero.

Art. 106 – A participação em condição de igualdade de oportunidade, na vida
econômica, social, política e cultural do País será promovida, prioritariamente,
por meio de:
I – inclusão nas políticas públicas de desenvolvimento econômico e social;
II – modificação das estruturas institucionais do Estado para o adequado
enfrentamento e a superação das desigualdades decorrentes do preconceito
e da discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero;

III – promoção de ajustes normativos para aperfeiçoar o combate à
discriminação e às desigualdades em todas as manifestações individuais,
institucionais e estruturais;

IV – eliminação dos obstáculos históricos, socioculturais e institucionais que
impedem a representação da diversidade sexual nas esferas pública e
privada;

V – estímulo, apoio e fortalecimento de iniciativas oriundas da sociedade civil
direcionadas à promoção da igualdade de oportunidades e ao combate às
desigualdades, inclusive mediante a implementação de incentivos e critérios
de condicionamento e prioridade no acesso aos recursos públicos;

VII – implementação de programas de ação afirmativa destinados ao
enfrentamento das desigualdades no tocante à educação, cultura, esporte e
lazer, saúde, segurança, trabalho, moradia, meios de comunicação de
massa, financiamentos públicos, acesso à terra, à Justiça, e outros.

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* O feminismo levará as mulheres à extinção?

terça-feira, agosto 30th, 2011

The Economist

Um estudo publicado pela revista nessa semana diz que, em algumas gerações, as mulheres podem ser extintas. E, por conseqüência, a população de diversos países europeus e asiáticos. Em algumas das nações mais ricas da Ásia, elas estão optando por não se casar, um dos motivos das taxas de natalidade estarem caindo.

De acordo com números da ONU, as mulheres não terão filhas em quantidade suficiente para serem “repostas” em 83 países em todo o mundo. A não ser que as taxas de natalidade subam a partir de agora. Em Hong Kong, de cada 1000 mulheres, nascerão apenas 547 meninas se a coisa continuar como está. E essas mesmas meninas, quando crescerem, só gerarão 299 filhas.

Em 25 gerações, o número de mulheres no país vai cair dos atuais 3,75 milhões para apenas uma no ano de 2798 (levando em conta que costumam ter filhos lá pelos 31 anos). Macau, o país vizinho, chegará a esse número bem antes por conta de sua pequena população. Pelos mesmos motivos, Japão, Alemanha, Rússia, Itália e Espanha não chegarão ao próximo milênio.

***

Comenta Jorge Ferraz

Vi recentemente este estudo (acima) que apontava para uma possível “extinção das mulheres” (!) em algumas gerações. A previsão é um pouco absurda porque tem a ousadia de olhar muitos séculos à frente [p.ex., diz que "[e]m 25 gerações, o número de mulheres no país [Hong Kong] vai cair dos atuais 3,75 milhões para apenas uma no ano de 2798″]; mas serve para identificar tendências. Serve para fazer o alerta.

Até porque há previsões muito mais próximas e nem por isto menos dramáticas. Esta, p.ex., diz que em 2020 “haverá mais de 24 milhões de chineses sem mulheres para casar”. Não creio que semelhante flagelo tenha já alguma vez se abatido sobre a humanidade. Deste nós podemos nos orgulhar, porque ele é eminentemente moderno. Moderno demais.

E, diante de coisas assim, impressiona-me vivamente este paradoxo do feminismo (quer seja enaltecendo a “realização” da mulher que a faz não casar e/ou não ter filhos – como em Hong Kong -, quer seja defendendo e praticando o aborto – como na China). Que brilhante “defesa” das mulheres esta! Quem jamais ouviu falar em um movimento a favor de uma “classe” que, aplicado, leva à extinção desta classe?

São males modernos. São os frutos da modernidade. É o resultado de um mundo sem Deus.

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* Depois da Espanha, Alemanha. Críticos da Igreja são incansáveis!

terça-feira, agosto 30th, 2011

Reuters

Grupos alemães que preparam protestos contra o papa Bento 16 durante sua visita do mês que vem a Berlim disseram na segunda-feira que vão desafiar uma decisão das autoridades locais que os proibiu de realizar manifestações perto de locais onde o pontífice irá discursar.

O papa, que é alemão, visitará as cidades de Berlim, Erfurt e Freiburg entre os dias 22 e 25 de setembro. As três cidades devem ter manifestações realizadas por grupos descontentes com as posturas conservadoras de Bento 16 a respeito do controle de natalidade, do aborto e dos direitos dos homossexuais.

Em Berlim, uma coalizão de 54 grupos, encabeçada pela Associação de Gays e Lésbicas da Alemanha (LSVD), quer realizar um ato público diante do Portão de Brandemburgo – a cerca de 300 metros do Parlamento alemão, onde o papa irá discursar. Os organizadores esperam a presença de cerca de 20 mil pessoas no protesto.

“Precisa ser possível realizar uma manifestação pacífica a uma distância audível no Bundestag (Parlamento)”, disse Joerg Steinert, presidente da LSVD. A entidade já havia protestado contra o convite para que o papa discurse no Parlamento.

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* Inglaterra: Perca da referência da família “tradicional” na base dos recentes atos de vandalismo no país, afirma jornalista inglês.

terça-feira, agosto 30th, 2011

Luis Dufaur

·

Anos de políticas anti-familiares criaram o “caldo de cultura” de onde saíram os baderneiros que incendiaram numerosos bairros de cidades inglesas, escreveu Max Hastings, do jornal “The Mail” de Londres.

Os depredadores obedeciam a palavras-de-ordem ideológicas esquerdistas e anticapitalistas. Eles agiram assim não porque fossem pobres ou marginados ou por alguma razão racial ou religiosa: “Nós fazemos o que nos dá na telha”, dizia, com um caro Blackberry na mão, uma agitadora à BBC.

Se havia iletrados ou desempregados era por desinteresse pessoal. Eram “animais selvagens” da era digital, escreveu o articulista. Por quê?

Porque não mostravam sequer percepção da diferença entre o bem e o mal, só respondendo a impulsos animais: embebedar-se, praticar sexo, destruir a propriedade dos outros.

Nem pobres, nem marginados:
mas produto de políticas contra a família

Seu único conhecimento profundo: videojogos digitais e redes sociais. Sua fonte de subsistência: planos sociais e, sobretudo, as pensões dos pais perpetuamente ausentes.

Eles são o produto de anos de políticas que foram desfazendo a família e promovendo falsas alternativas como sendo novas formas equiparáveis moral e legalmente: “famílias monoparentais”, maternidade ou paternidade solteira e a conseguinte desaparição da vida do lar onde se formam as crianças.

A geração selvagem assim formada voltou-se para o vandalismo, a insociabilidade, a obscenidade e a violência como se a vida se reduzisse a um videojogo de mata-mata e destrói-destrói.

A revolução nas escolas, paralela à revolução na família, promoveu a tolerância total, a ausência de disciplina, de juízo e de ordem.

As leis, os juízes e a polícia foram orientados contra os pais, as autoridades educativas contra os professores, e, por sua vez, os “direitos humanos” contra pais, educadores, Justiça, leis e polícia.

Para salvar a sociedade: promover o casamento tradicional

O resultado, conclui o jornalista, está agora evidente: uma vasta, amoral e brutal subcultura de jovens arredios ao trabalho ou aos afazeres domésticos, convencidos de que não há código moral que puna uma vida anti-social, ou até criminal de celular na mão.

O fabrico dessa geração custou bilhões de libras em planos ditos “sociais” para manter situações antifamiliares.

Os dogmas socialistas e libertários triunfaram: um dos produtos desse “triunfo” foi a explosão de vandalismo nos bairros “burgueses” de Londres.

É imperioso restaurar a família sobre suas bases mais sólidas ‒ o Sacramento do Matrimônio ‒ restaurando em sua devida dignidade o casamento tradicional.

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* Papa Bento XVI foi – de novo- classificado pela revista Forbes como uma das pessoas mais influentes do mundo.

segunda-feira, agosto 29th, 2011

Papa Bento XVI foi de novo classificado pela revista estadunidense Forbes como uma das pessoas mais influentes do mundo. A “World’s Most Powerful Poeple”, lista onde estão presentes políticos, homens de negócios, líderes espirituais, assim como líderes da mídia, foi iniciada em 2009 e elege um personagem para cada 100 milhões de pessoas. Conforme este método, em 2009, foram escolhidas 67 personagens e, em 2010, 68.

O Santo Padre esteve presente na lista desde a sua elaboração. Da primeira vez, o pontífice foi escolhido a 11ª pessoa mais influente do mundo. Ano passado ficou em quinto lugar, assim como em 2011. Na frente do Papa este ano autoridades políticas como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e a chanceler alemã, Angela Merkel.

No perfil apresentado na lista, a Forbes descreve Bento XVI como um “forte tradicionalista”, que é a “mais alta autoridade terrena para 1,1 bilhão de almas”. Também é lembrado pela sua oposição ao secularismo, ao consumismo e relativismo moral, assim como pela sua posição contrário rígida em relação ao controle de natalidade; ao casamento entre pessoas do mesmo sexo; e a ordenação sacerdotal para mulheres.

Além disso, a Forbes recorda que Bento XVI foi o primeiro pontífice a ter visitado a Abadia de Westminster depois da Reforma Protestante do século XVI.

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* “Geração T”: Pessoas que sabem tudo o que acontece, mas não tem ideia do por que acontece”

segunda-feira, agosto 29th, 2011

Ivan Rafael de Oliveira

Pessoas incapazes de ter um senso crítico agora têm nome. No site de notícias IG (23/8/11), foi publicada uma curiosa matéria rotulando de geração “T” as pessoas que sabem tudo o que acontece, sem saber o por quê.

Faz parte dessa classificação todos aqueles que se limitam apenas em assistir a vida, mas não são capazes de desenvolver um senso crítico. A letra “T” vem de “testemunha”, explica o site. Embora se empregue a palavra geração, esse defeito não se delimita a uma faixa etária.

Luciano Pires, palestrante e profissional de comunicação, diz que esse fenômeno não é de se estranhar, pois, para ele, como querer que as gerações que saem do nosso sistema educacional falido conheçam questões conceituais, paradoxos, tradições, estilos de comunicação, relações de causa e efeito, encadeamento lógico dos argumentos e significados?

O relativismo do mundo moderno não poderia produzir uma mentalidade diferente. “A geração ‘T’ não consegue praticar a curiosidade intelectual, só a curiosidade social. Tentei achar um nome para esse fenômeno e acabei concluindo que só pode ser um: fofoca. A geração ‘T’ é a geração dos fofoqueiros”, acrescenta Pires. Portanto, são pessoas que não sabem senão repetir o que ouvem.

Em um artigo de sua autoria publicado no site Brasil Café, Luciano Pires escreve que a única coisa que essa geração consegue fazer é “contar para os outros o que viu ou, no máximo, repetir a opinião de terceiros”. Ao mesmo tempo em que ela “permanece incapaz de analisar, comparar, julgar e de emitir opiniões”.

Conforme afirma Luciano, no referido artigo, desde o advento da internet até 2001 produziu-se “12 bilhões de gigabytes de informação, algo como 54 trilhões de livros com 200 páginas cada”. Só em 2002 foram gerados os mesmos 12 bilhões de gigas e em 2007 mais de 100 bilhões! E a perspectiva para o ano que vem é de alguns trilhões! “Produzimos informação numa velocidade cada vez maior enquanto inventamos traquitanas que tornam cada vez mais fácil acessar essas informações. Mas de que adianta ter acesso às informações se não temos repertório para dar um sentido à realidade? O resultado é a geração’T’, que sabe tudo que acontece, mas não tem ideia do por que acontece”, afirma.

Slogans vazios são típicos de uma geração assim, repetem a informação sem se comprometerem com uma análise do conteúdo dela.

As consequências catastróficas disso, nos mais váriados campos, preocupa qualquer um. Por exemplo, , nas eleições, qual é a validade do voto de uma pessoa da geração “T”? Embora pareçam muito neutros em matéria política, não seriam eles, os mais fáceis de serem manipulados? Não são eles os culpados pela vitória de demagogos

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* Igreja e pastor são condenados a pagar indenização de R$ 100 mil por danos morais.

segunda-feira, agosto 29th, 2011

O juiz Carlos Alberto Sá da Silveira, da 6ª Vara Cível de Fortaleza, condenou a Igreja Evangélica Assembleia de Deus/Ministério Bela Vista no Ceará e o pastor José Teixeira Rego Neto a pagar R$ 100 mil de indenização por danos morais para A.S.S.. A decisão foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico do dia (09/08).

De acordo com o processo (nº 537656-89.2000.8.06.0001/0), em 28 de janeiro de 2001, no templo central da Igreja, o pastor chamou A.S.S. de adúltera. Afirmou também que ela havia mantido relacionamento sexual com o próprio filho. As declarações foram feitas diante da congregação.

A.S.S. alegou que teve a vida exposta à execração pública, o que gerou prejuízos de ordem moral. Na contestação, José Teixeira Rego Neto negou a acusação e pediu a improcedência da ação.

No entanto, o juiz considerou que a prova testemunhal produzida pelo pastor não teve o necessário alcance para contrariar a tese da vítima. “Examinando cuidadosamente a prova dos autos, convenci-me que assiste razão à autora. Destaco que o promovido declarou em depoimento que celebrou acordo com o Ministério Público para pôr termo à ação penal intentada pela autora em razão dos fatos narrados na exordial. Ora, as acusações assacadas pela autora contra o promovido são muito sérias. Se o processo criminal fosse adiante e não restassem comprovadas, seria a autora processada por crime de denunciação caluniosa. Desse modo, ao meu entender, a celebração de acordo nos autos do processo criminal implica reconhecimento de culpa”.

O magistrado ressaltou, ainda, que os fatos foram confirmados por testemunhas. Além da indenização de R$ 100 mil, o pastor e a Igreja Evangélica Assembleia de Deus devem pagar as custas processuais e os honorários advocatícios.

Tribuna do Cariri

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* Arquidiocese de Boston publica os nomes dos padres acusados de abuso em sua área pastoral. Que pensar?

domingo, agosto 28th, 2011

National Catholic Reporter

A Arquidiocese de Boston anunciou que havia compilado uma lista de todos os clérigos da arquidiocese que haviam sido acusados de abuso sexual e a está colocando em um local de fácil acesso em sua página eletrônica.

Um total de 159 clérigos estão listados no novo sítio e inclui todos os clérigos que foram acusados e condenados por tribunais penais ou eclesiásticos, todos clérigos que foram acusados e laicizados, ou que foram acusados mas posteriormente exonerados.

As duas únicas categorias de clérigos contra os quais foram feitas acusações públicas que não foram incluídos nas listas são clérigos que pertencem a ordens religiosas e que haviam morrido até o momento em que as acusações foram feitas. Os clérigos que já morreram mas estavam vivos na época das acusações estão incluídos na lista.

Tenho certeza de que essa decisão vai abrir algumas feridas que tinham começado a curar. Estou certo de que alguns vão criticar o cardeal Sean O’ Malley por ter “empurrado os padres para debaixo do ônibus” e outros vão se queixar de que as novas revelações não irão chegar suficientemente longe.

Mas espero que os críticos primeiro leiam a carta do cardeal O’Malley que anuncia a sua decisão [disponível aqui em inglês].

A carta não tem precedentes na forma como o arcebispo compartilha o seu próprio processo de tomada de decisão sobre essas difíceis questões. Quer você concorde ou discorde das suas decisões de divulgar essa informação de forma tão pública, é difícil não admirar a sua disposição de compartilhar com as pessoas afetadas o processo de reflexão que levou às decisões.

Decisões angustiantes

Pe. Richard Erikson, vigário-geral da arquidiocese, me disse que essa foi “uma das decisões que mais angustiaram o cardeal nos cinco anos em que eu trabalho com ele”.

E é fácil perceber o porquê. As pessoas têm direito à sua reputação. Essa não é uma preocupação moral pequena. As pessoas também têm o direito de serem tratadas como inocentes até que se prove o contrário e que sejam enfrentadas com os seus acusadores. Esses são princípios legais que distinguem a nossa sociedade como uma sociedade civilizada.

Por outro lado, a cultura de ofuscação clerical e hierárquica que tornou um escândalo sexual em um escândalo de responsabilidade exige abertura e também responsabilidade se a Igreja quer mesmo recuperar a sua credibilidade. Como equilibrar essas preocupações morais igualmente prementes e facilmente conflitantes?

Eu suspeito que grande parte das críticas de fora da Igreja irão se focar sobre o fato de que alguns padres não foram listados. Como observado acima, o direito de enfrentar quem acusa é um princípio duramente conquistado na subida da nossa civilização na montanha da justiça. Ainda estamos subindo, na verdade, mas o fim da Star Chamber[corte especial para pessoas proeminentes do império inglês] foi uma coisa boa.

Entre as razões da alegria nos rostos do povo da Líbia, está a esperança de que eles, também, nunca terão que enfrentar um sistema legal excêntrico em que tais direitos básicos são negados. A decisão do cardeal O’Malley de não publicar os nomes dos padres que haviam morrido antes de que quaisquer alegações fossem feitas honra esse princípio de justiça.

Por outro lado, por que publicar os nomes de qualquer um daqueles que morreram? Afinal, eles não estão aqui para defenderem junto ao cardeal que não se faça mais publicidade em torno dos seus nomes e, mais ainda, eles obviamente já não representam qualquer ameaça para as crianças. Mas uma das razões de publicar os nomes é porque outras vítimas, que podem nunca ter sido capazes de sequer discutir o que aconteceu com elas, podem ver um nome na lista e dizer: “Eu não fui o único”, e assim se pronunciarem e encontrarem a cura para si mesmas e dar credibilidade às acusações de outras vítimas.

Ordens religiosas

A decisão de não publicar os nomes dos acusados de abuso que pertencem a ordens religiosas é ainda mais controversa. Aqui está o problema: mesmo que esses padres religiosos estivessem trabalhando em Boston quando abusaram de um menor, qualquer investigação canônica das acusações seria conduzida por sua ordem religiosa, e não pela arquidiocese. Se uma acusação é feita contra um padre de uma ordem religiosa em Boston, as autoridades são notificadas imediatamente. Isso acontece com todas essas acusações e acontece mesmo antes que tenha havido qualquer determinação se a acusação tem credibilidade “prima facie”.

A arquidiocese, depois, remove as faculdades do sacerdote da ordem religiosa e remete o assunto à ordem religiosa, para investigação. Assim, cada ordem religiosa tem a responsabilidade de determinar suas próprias políticas referentes à divulgação dos nomes. Publicar esses nomes seria tanto infringir os direitos das ordens religiosas, quanto, em certo sentido, tornar a arquidiocese responsável pela credibilidade das investigações conduzidas pelas ordens religiosas. Mas, como se pode ver, a questão é complicada, e esse é o tipo de complicações que deixam nervosos alguns observadores externos.

Outra decisão controversa foi publicar uma lista distinta daqueles padres contra os quais foram feitas acusações públicas, mas que foram exonerados por uma investigação civil ou canônica. Há uma narrativa em alguns círculos de que os bispos estão querendo “empurrar os padres para debaixo do ônibus” para preservar a sua própria reputação como “homens durões”.

Nesse caso, o oposto também é válido. Erikson explicou que, pesquisando no sítio da arquidiocese, você pode, às vezes, encontrar o anúncio da acusação original contra o padre e o anúncio de que ele estava sendo removido do ministério durante a investigação, mas que o sítio pode não incluir a informação sobre a sua exoneração.

“Uma das razões de publicar os nomes daqueles que foram exonerados é ajudá-los a limpar os seus nomes”, disse-me Erikson.

A arquidiocese não depende apenas dos seus próprios registros para determinar quais padres haviam enfrentado acusações públicas, embora, desde que a arquidiocese adotou as Normas de Dallas em 2002, qualquer padre contra o qual foi feita uma acusação credível foi removido do ministério, e esse fato foi publicado pela arquidiocese.

A lista atual também inclui os nomes de qualquer padre listado no sítio BishopAccountability.org e em quaisquer outros sítios de defensores das vítimas.

É difícil avaliar como equilibrar as demandas da justiça nesses casos. Fazer isso de uma forma pastoral que traga a cura só contribui para a dificuldade.

Abusadores falecidos

Tomemos uma das questões mais espinhosas, sobre a qual certamente alguns estão desapontados: a decisão de não listar aqueles padres que morreram antes de que quaisquer acusações fossem feitas.

“Eu enfatizo que a nossa decisão de não listar os nomes dos padres falecidos que não haviam sido acusados publicamente e daqueles sobre os quais não havia sido realizado ou concluído nenhum processo canônico (a maioria foi acusada muito tempo depois de sua morte) não significa, de modo algum, que a arquidiocese não considera que as reivindicações dos sobreviventes particulares que acusaram esses padres falecidos sejam confiáveis ou convincentes”, escreveu O’Malley.

“De fato, em muitos desses casos, a arquidiocese já procedeu para compensar o sobrevivente e oferece aconselhamento e cuidado pastorais aos indivíduos”.

É muito importante validar a experiência dos outros em tais casos e, até mesmo aqui, em uma decisão que irá desapontar alguns, a sensibilidade pastoral de O’Malley acerta no alvo.

Então, por que tomar decisão de publicar todos os nomes em um só lugar? Responsabilidade. Abertura.

“Boston tem uma responsabilidade específica, porque foi aí que a crise dos abusos sexuais começou”, disse Erikson.

Naturalmente, nós agora sabemos que a crise dos abusos sexuais começou em muitos outros lugares nas décadas de 1970 e 1980, quando a maioria dos abusos realmente aconteceu. O que aconteceu em Boston em 2002 foi uma crise diferente, uma crise de autoridade moral episcopal.

O que aprendemos em 2002 foi que os bispos tinham sido informados sobre as coisas horríveis que haviam ocorrido e que eles não reagiram com horror. Eles reagiram com estratégias legais e apologias comedidas e, mais infelizmente, em alguns casos, eles reagiram com esforços continuados de encobrir os crimes que haviam sido cometidos.

Não em Boston. Em Boston, desde que o cardeal O’Malley chegou, a resposta foi direta. O’Malley já se encontrou com dezenas de vítimas.

Ao contrário de algumas dioceses que têm combatido os esforços de elevar o estatuto das limitações, em Boston, esses estatutos, assim como aqueles que fornecem imunidade para organizações sem fins lucrativos, têm sido acolhidos nas negociações de ressarcimentos.

Em Boston, ao contrário de algumas outras dioceses, as Normas de Dallas foram implementadas e seguidas. Em Boston, o Conselho de Revisão inclui vítimas. Em Boston, cerca de 300 mil crianças receberam treinamento de ambiente seguro, e 175 mil adultos foram treinados sobre como reconhecer e denunciar suspeitas de abuso.

E, agora, Boston se torna a maior arquidiocese do país a publicar os nomes daqueles que foram publicamente acusados em um só lugar.

Por que isso? Porque, se essa lista mais acessível ajudar mesmo que uma única vítima a se pronunciar e a encontrar a cura, reabrindo a ferida que tem afligido a arquidiocese por tanto tempo, terá valido a pena. Porque a Igreja não pode curar a menos que as vítimas do seu clero sejam curadas. Porque o povo de Deus tem o direito de ter bispos em quem possa confiar, e os bispos têm a responsabilidade de serem tão abertos e responsáveis quanto possam, se quiserem restaurar a confiança rompida.

Porque essa é a coisa certa a fazer.

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* Existem sistemas religiosos “doentes”? SIM!

domingo, agosto 28th, 2011


Suicídio em massa na Guiana, 1978.

Desde Freud se estuda as conexões entre as diversas formas de transtornos mentais e a religião.

Essas implicações são tão vastas, que o médico psiquiatra Francisco Lotufo Neto teve de delimitá-las na tese de livre-docência que apresentou em 1997 à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Para estudar a prevalência de transtornos mentais entre pastores evangélicos, ele separou as religiões tidas como saudáveis e maduras das consideradas prejudiciais ou patológicas, de acordo com as diferenças do quadro abaixo

Pelo o estudo, as conversões com raízes patológicas ocorrem nas religiões não saudáveis, conforme um conjunto de características, entre as quais crença intensa e irracional; mais preocupação com a doutrina do que com os princípios éticos e morais; intolerância contra os que “se desviam”; proselitismo intolerante, que aliena em vez de atrair outros; e necessidade de martírio para provar a devoção.

O estudo incluiu uma pesquisa que obteve 207 retornos de um formulário enviado pelo correio a pastores. Do total dos participantes, 40 foram convidados para uma entrevista em uma escolha que se deu por  sorteio.

A prevalência de transtornos mentais no mês que precedeu a entrevista foi de 12,5%. Esse percentual sobe para 47% quando foi considerado todo o período de vida dos participantes. Os principais diagnósticos foram: transtornos depressivos (16,4%), transtornos do sono (12,9%) e transtornos ansiosos (9,4%).

Veja:

Íntegra da tese Psiquiatria e Religião: A Prevalência de
Transtornos Mentais entre Ministros Religiosos.
por Francisco Lotufo Neto

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* 8,7 milhões de espécies na terra! Fruto do “acaso”?

domingo, agosto 28th, 2011

Cientistas acabam de estimar quantas espécies existem na Terra. O total chegaria a 8,7 milhões, com 1,3 milhão a mais ou a menos. Apesar do tamanho da margem de erro, é o cálculo mais preciso já feito sobre a presença de vida no planeta. Até então, as estimativas giravam entre 3 milhões e 100 milhões.

Dos 8,7 milhões, 6,5 milhões são espécies terrestres e 2,5 milhões, marinhas. Para a ciência, os números representam um desafio gigantesco, uma vez que a grande maioria ainda não foi classificada ou mesmo descoberta.

Os números foram divulgados pelo Censo da Vida Marinha, uma rede de pesquisadores de mais de 80 países em uma iniciativa de dez anos focada na diversidade, distribuição e abundância de vida nos oceanos. Estão em artigo publicado na revista PLoS Biology.

“A questão de quantas espécies existem tem intrigado cientistas há séculos e a resposta, somada a pesquisas em distribuição e abundância de espécies, é particularmente importante nesse momento, uma vez que diversas atividades e influências humanas estão acelerando as taxas de extinção”, disse Camilo Mora, da Universidade do Havaí, um dos autores do estudo.

“Muita espécies podem desaparecer antes mesmo que saibamos de sua existência, de seu nicho particular ou de sua função em ecossistemas”, alertou.

Os autores do estudo destacam que a mais recente Lista Vermelha, feita pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, estima que 19.625 espécies estão classificadas como ameaçadas. Isso de uma amostragem total de 59.508, ou menos de 1% do total agora estimado de espécies.

“Sabemos que o número exato de livros na Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos em 1º de fevereiro de 2011 era de 22.194.656, mas não somos capazes de dizer, mesmo em uma ordem de magnitude, quantas espécies distintas de plantas e animais dividem o mundo conosco”, disse Lord Robert May of Oxford, ex-presidente da Royal Society.

Desde que o sueco Carl Linnaeus (1707-1778) publicou, em 1758, um sistema usado até hoje para classificação biológica, cerca de 1,25 milhão de espécies – aproximadamente 1 milhão em terra e 250 mil nos oceanos – foram descritas e seus dados estão disponíveis em bancos de dados. Outras cerca de 700 mil foram descritas mas ainda não publicadas.

Segundo o estudo, do total estimado de 7,77 milhões de espécies de animais, apenas 953.434 foram descritas e catalogadas. Das espécies marinhas, 11% foram descritas e catalogadas. Entre as plantas o conhecimento é muito maior: das estimadas 298 mil espécies, 215.644 foram descritas e catalogadas

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* Você tem filhos? leia isso!

sábado, agosto 27th, 2011

Emmir Nogueira

Jovens mães aflitas me têm procurado aos prantos, culpadas, acusadas, encurraladas, escravas, perdidas. “Não consigo!”, “Não dou conta!”, é o discurso unânime. De que não dão conta essas mãezinhas? O que as aflige? O que as faz chorar? Qual a acusação que as afoga em culpa? Que terror as tortura e escraviza?

Artificialismo! Teorias! Sim, teorias e mais teorias! Na melhor das intenções e em cumprimento fiel ao seu dever, pedagogos, psicólogos, pediatras, educadores disponibilizam toneladas de teorias sobre cada passo das crianças. Os profissionais desejam, é certo, instruir, orientar pais e mestres sobre educação de crianças e adolescentes. Nada contra, exceto por três fatos: a teoria não pode tornar-se tirania. Não deve, igualmente, tornar-se lei absoluta e impessoal, regra a ser seguida acima do discernimento e sabedoria dos pais. Acima de tudo há, na família equilibrada e, em especial naquela que busca viver o Evangelho, um maravilhoso mecanismo regulador de crises e promotor da autêntica educação que se chama relacionamento familiar sadio. Em outras palavras, a família sadia se auto-regula através de seus relacionamentos internos.

Quando vejo a enxurrada de teorias que pais e educadores se auto-impõem, fico a me perguntar se no passado as famílias não enfrentavam crises naturais de amadurecimento como ciúmes, invejas entre irmãos, regressões, crises da pré-adolescência e da adolescência, angústias infantis, pesadelos, insônia dos pimpolhos e consequentemente dos pais.

Fico a me questionar se todos os filhos comiam bem e em quantidade adequada, se havia álcool em gel à disposição e mesmo se existiam bactérias. Será que todos aprendiam tudo na escola no tempo adequado e do jeito que os outros aprendiam? Será que havia um perfeito e adequado controle da micção, da defecação? Que teorias regulamentavam tudo isso? A resposta me parece clara, embora simplória: as famílias se auto-regulavam por meio das relações interpessoais.

Pergunto-me em que base foram feitas as pesquisas que estabelecem “idades adequadas” para tudo o que se pode imaginar: mamar, sentar-se, nascerem os dentes, não mais fazer pipi ou cocô fora do aparelho, aprender a ler, a escrever, a contar, a traçar uma reta, a desenhar uma curva, somar, diminuir, dividir, multiplicar. Essas datas-limite enlouquecem os pais cujos filhos não correspondem ao prazo máximo. As primeiras pesquisas, estou certa, têm origem americana. Outras brasileiras as substituíram, certamente e, seguramente as adaptaram à nossa realidade sócio-cultural e, espera-se, têm base científica e isenta de ideologias.

Entretanto, talvez exatamente por teorizarem, deixam pouco espaço para a individualidade da criança e da família, pouco campo para a mobilidade e soberania dos pais e – desastre supremo! – caso estejam ligadas a ideologias podem mesmo chegar a apregoar a ingerência do Estado sobre a família, ainda que através da escola.

Não culpo, porém, nem as teorias, nem os pesquisadores. Aquelas cumprem seu dever de ser parâmetro para os educadores e pais. Esses correspondem solicita e dedicadamente à sua profissão. Ao observar a tirania da teoria sobre os jovens pais aflitos, só posso ressaltar o fenômeno da exacerbada auto-exigência de da felicidade perfeita para os filhos. Os pais, coitados, precisam funcionar como deuses. Tomam sobre si a carga absolutamente insuportável de garantir a felicidade dos filhos, coisa que só mesmo Deus pode fazer.

É preciso ressaltar também a descaracterização da família e o número ínfimo de filhos: o mínimo “necessário” para satisfazer o ego dos pais. Com famílias descaracterizadas e poucos filhos, ocorre o fenômeno de que esses são vistos como o centro da existência familiar. Manipulam os pais, que passam a obedecer-lhes servil e prontamente. Qualquer contrariedade os fará “infelizes” e os pais, escravos dos filhos, perdidos e sem autoridade, fazem-lhes todas as vontades gerando futuros inseguros incapazes de corresponder às exigências do amor que se doa, egoístas contumazes que teimam em fazer o mundo girar em torno a si.

Famílias descaracterizadas e com poucos filhos (o que, em alguns casos, dá mais ou menos na mesma coisa) tendem a perder plena capacidade da auto-regulação. Os relacionamentos são insatisfatórios e, portanto, insuficientes para a auto-regulação. Além disso, os pais interferem tanto no relacionamento dos filhos que lhes tiram a chance de amadurecer através de conclusões próprias retiradas da experiência relacional com os irmãos, primos, avós, amigos.

Resultado: a maioria das crises e necessidades não é resolvida de forma natural, em processo de amadurecimento com perdas e ganhos. Ficam reduzidas as chances de educação espontânea e experimentação típica de todo aprendizado. A regra é evitar perdas e frustrações a qualquer custo, incluindo o sacrifício e renúncia por amor ao outro.

Quanto aos ganhos, estarão longe de ser profundos, pessoais, resultados de uma maturidade natural. Tendem a ser “habilmente” promovidos e festejados pelos pais em um artificialismo estarrecedor. O resultado já é visível na geração de adolescentes que temos: elevada capacidade intelectual contrastante com superficialidade relacional, incapacidade para as renúncias do amor autêntico, psiquismo frágil, quebradiço.

Não há espaço para falar sobre o grande regulador das relações familiares e humanas em geral: o Evangelho. Fico devendo. Até que surja a oportunidade, rezo e torço para que as jovens mães aflitas descubram os imensos benefícios da vida familiar “natural”, livre das correntes da teoria, onde ganhar ou perder, “estar bem” ou não importam bem menos que amar e ser amado. Onde as teorias são bem vindas, mas tem seu lugar e perdem o estranho poder de tirania a elas atribuído.

Libertos da culpa, da escravidão auto-imposta, sem desprezar o ensinamento dos estudiosos, entendam os jovens pais que educar, por definição, é ajudar a “tirar de dentro”. É levar ao pleno desabrochar o filho amado de Deus a eles confiado para que o ensinem a amar, a ser amado, a vencer, pela fé e pela caridade, pelo relacionamento sadio e de intensa confiança, os desafios a eles reservados pela vida.

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* Impacto da JMJ na mídia mundial foi 3,3 vezes superior à beatificação de João Paulo II.

sábado, agosto 27th, 2011

Segundo um estudo elaborado pela Universidade de Navarra, a viagem pastoral de Bento XVI à Espanha gerou 54 mil notícias em todo o mundo, o que provocou que, durante uma semana, todos os olhares estivessem dirigidos a Madri, graças à realização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).

Dessas notícias, 30 mil foram divulgadas pela mídia espanhola e 12.600 pela imprensa das demais partes da Europa. Da mesma forma, 6.200 notícias procederam da América Latina, 2 mil dos EUA e Canadá, 400 da Oceania e 200 de países da África.

No total, o informe identificou notícias sobre a JMJ em 108 países, algumas de lugares remotos como Fiyi (2 artigos) e Serra Leoa (2 artigos), bem como de países com obstáculos para a liberdade religiosa, como Sudão (1 artigo), Arábia Saudita (4 artigos) e Cuba (42 artigos).

O estudo destaca que o acompanhamento da JMJ pelos meios de comunicação foi massivo, em contraste com outros eventos recentes associados a Madri. Neste sentido, as notícias relacionadas à JMJ tiveram um impacto midiático cinco vezes superior ao último atentado da ETA no Campo de las Naciones e três vezes maior que a não seleção de Madri como organizadora dos Jogos Olímpicos.

Quando se compara a última estadia do Papa na Espanha com outros acontecimentos de caráter religioso, o impacto da JMJ foi 3,3 vezes superior à beatificação de João Paulo II.

JMJ, embaixadora das marcas Madri e Espanha

Os dados sobre a cobertura midiática do encontro do Papa com os jovens constituem um adiantamento do informe que está sendo elaborado pelo grupo de Medios, Reputación e Intangibles, da Universidade de Navarra, sobre o impacto das JMJ na imagem da marca de Madri.

Como aponta Francesc Pujol, principal autor do estudo, “A JMJ foi um excelente embaixador da marca Madri, já que reforçou sua credibilidade para poder albergar outros grandes eventos mundiais no futuro”. Uma recepção que afeta também a projeção internacional do país organizador. “A JMJ contribuiu para restabelecer parte da deteriorada imagem econômica da Espanha no exterior”, indica o professor da Faculdade de Ciências Econômicas e Empresariais.

Mais informação: http://www.unav.es/centro/intangibles/main-page

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Comentários
  • •Graças ao Senhor. Amém, o Senhor seja louvado!...
    em * Como deixei de ser protestante e
  • •"A quem iremos recorrer?" !!!...
    em * Senador da República REAGE a
  • •Blasfemia, aborto. Ô serpente perseguidora,derrotada, desesperada. Somente Tu Senhor, tens palavra de vida eterna....
    em * Espanha: Socialistas usam imagem
  • •CARÍSSIMA MONALISA, As crianças dos abrigos seriam "penalizadas" pela segunda vez ao não terem direito a um pai e a uma mãe. Caso pudessem escolher, sem dúvida...
    em * Comunicado da “Federação
  • •mas sera que muitas crianças nao preferem ser adotadas por casais gays do que continuarem em abrigos?...
    em * Comunicado da “Federação
  • •Obrigada pela presteza,Carmadélio.Para quem entende de ciências é sempre bom analisar as pesquisas em si e o modo como os dados foram obtidos e estatisticamente tratados.Talvez...
    em * França e Nova Zelândia aprovam o
  • •Fui "little monster" por 4 anos, sempre amei ela, só que eu não posso ser morno, ela já fez a primeira comunhão, era católica, não sei o pq dela virar isto, como eu conheço...
    em * Você é cristão e curte Lady
  • •O que tem que ser feito é o seguinte: O casamento civil é um contrato que pode ser desfeito no outro dia enquanto o sacramento do matrimônio é eterno, pois o que Deus uniu o...
    em * Mais uma tentativa de impor o
  • •Neste artigo dá para entender bem a diferença: http://www.deuslovult.org/2013/05/02/pedofilos-nao-sao-excomungados-mas-eu-fui/...
    em * Sacerdote culpado de abusos no
  • •Qual é a diferença entre EXCOMUNHÃO, e expulsão do estado clerical???? Gostaria que alguem me explicasse isso....
    em * Sacerdote culpado de abusos no
  • •Como posso falar do meu direito enquanto mulher se não respeito o primeiro direito do outro que é o direito a vida, todos temos direito de nascer mesmo se não fomos concebido em...
    em * Espanha: Socialistas usam imagem
  • •Que essa "ministra" diga isso para a sua descendência porque o coração duro ainda continua nas pessoas, como disse na carta de divórcio admitida por Moisés.Que ela leia o...
    em * Ministra da igualdade da Espanha
  • •esse livro so fala de heresias, e quem e catolico de verdade nao leria este livro horrivel...
    em * A Cabana, o livro. Heresias
  • •eu ja tinha percebido que o livro nao prestava, pois antes de participar do shalom, eu participava de outra comunidade que apoiva totalmente o livro, mas depois do shalom mudei...
    em * A Cabana, o livro. Heresias
  • •Triste como essa 'ditadura do relativismo' tem acorrentado e cegado tantos. Se declarando livres e tolerantes não percebem que estão sendo enganados. Um dia, também já me achei...
    em * Por que o ateísmo é tão comum
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