* Uma imagem do verdadeiro amor entre um homem e uma mulher.
quarta-feira, novembro 30th, 2011
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Ig
O Brasil registrou em 2010 a maior taxa geral de divórcio da história, segundo dados do estudo Estatísticas do Registro Civil 2010, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice chegou ao número de 1,8‰, superando o 1,5‰ de 2008. Esse número é obtido pela divisão do número de divórcios pela população e multiplicada por 1.000.
O recorde se deve principalmente às mudanças nas regras de divórcios e separações estabelecidos no último ano. No Brasil, o divórcio e a separação foram instituídos e regulamentados em 1977. Até aquela data, o desquite era o dispositivo legal para a dissolução dos casamentos sem, no entanto, possibilitar nova união formal.
À época de sua criação, a separação legalizava-se por meio de processo judicial. O processo poderia ter caráter consensual, quando as duas partes estavam de acordo com os termos da separação e tinham pelo menos um ano de casados, ou litigioso. O divórcio também era formalizado através de processo instituído na Justiça três anos após a concessão da separação ou cinco anos após a separação de fato. Esses prazos foram alterados pela Constituição de 1988, reduzindo-os para dois anos, quando comprovada a separação de fato.
A partir de 4 de janeiro de 2007, os divórcios e separações puderam ser requeridos por via administrativa, nos tabelionatos de notas do País. Posteriormente, em julho de 2010, a alteração no artigo suprimiu do texto constitucional as referências ao instituto da separação e aos seus consequentes prazos, de modo que, atualmente, é possível requerer a dissolução do casamento a qualquer tempo, seja o divórcio de natureza consensual ou litigiosa.
Essas mudanças ocasionaram um grande aumento no número de divórcios e a redução no número de separações. Em 2010, foram registrados 243.224 divórcios e 67.623 separações. A comparação das taxas referentes aos Estados para os anos de 2009 e 2010 revelou crescimento dos divórcios em todos os Estados brasileiros, exceto em Roraima, Tocantins, Paraíba e Mato Grosso, que mantiveram taxas iguais às do ano anterior.
Mais divórcios e mais cedo
De acordo com o estudo, 40,9% dos divórcios registrados em 2010 foram de casamentos que duraram no máximo 10 anos. Em 2000, foram 33,3% dos divórcios para o mesmo período e, em 2005, 31,8%.
Considerando ainda os divórcios judiciais concedidos e sem recursos e as escrituras de divórcios realizadas em tabelionatos, essas dissoluções ocorridas em 2010 foram de casamentos que tiveram em média 16 anos de duração.
As informações da pesquisa mostram que as médias de idade se elevaram para ambos os cônjuges. Em 2010, a idade média ao se divorciar foi de 43 anos. Em 2000, essa idade era de 41 anos. Entre as mulheres, a diferença aumentou apenas um ano no período analisado, sendo a idade média atual de 39 anos.
Divisão de bens
A atribuição automática da comunhão parcial dos bens é refletida na distribuição dos divórcios segundo o regime de bens e esteve em 81,7% dos processos. Esta característica é adotada como padrão por se adequar às condições socioeconômicas da maior parcela da população brasileira. A opção por outros regimes deve ser objeto de manifestação do casal na ocasião do casamento. No período houve queda das percentagens de divórcios cujo regime de bens do casamento foi o de comunhão universal, passando de 29,9%, em 2000, para 13,9%, em 2010. Os divórcios dos casamentos com regime de separação de bens se elevaram, porém seu percentual é bem inferior ao dos demais, apenas 4,1%, em 2010.
As Estatísticas do Registro Civil são publicadas desde 1974 e são resultados resultado da coleta das informações prestadas pelos Cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais, Varas de Família, Foros ou Varas Cíveis e os Tabelionatos de Notas do País.
Juntamente com os senadores estarão os presidentes da AOB e da CNBB
Os senadores da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realizarão hoje mais uma audiência pública para discutir o projeto de lei que criminaliza a homofobia. Dessa vez eles vão falar sobre a ampliação da Lei 7.716/1989, que trata sobre a discriminação decorrente de raça, religião e origem.
A ideia é acrescentar à essa legislação os crimes de discriminação por gênero, sexo e orientação sexual, esse é o objetivo do PLC 122/2006 que já esteve em pauta na CDH em maio deste ano, mas foi retirada por falta de entendimento para votação.
A proposto será discutida com os os presidentes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante; da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Raymundo Damasceno Assis; e da Frente Nacional Cristã de Ação Social e Política (Fenasp), Wilton Costa.
A audiência pública foi sugerida pelo senador Magno Malta (PR-ES) que é contrário à alguns items do texto do PL 122, o mais polêmico se refere as opiniões contrárias ao homossexualismo, classificando-as como crime.
G1
Um hospital de Melbourne, na Austrália, abriu um inquérito para apurar o caso do aborto de um feto sadio, confundido com seu irmão gêmeo.
Médicos disseram à mãe dos gêmeos que um de seus bebês tinha um problema cardíaco congênito que requereria várias cirurgias durante sua vida, caso ele sobrevivesse.
A mãe escolheu por abortar o feto de 32 semanas, mas, na última terça-feira, os funcionários do Royal Women’s Hospital realizaram o procedimento, por meio de injeção, no bebê sadio.
O hospital descreveu o caso como uma ‘tragédia terrível’. A mãe teve de passar por uma cesariana para acabar com a vida do feto doente.
‘O Royal Women’s Hospital pode confirmar que um incidente clínico infeliz ocorreu na terça-feira’, declarou o hospital, em um comunicado.
‘Nós estamos conduzindo uma investigação completa e continuando a oferecer todo o apoio à família e aos funcionários afetados’, afirmou a instituição.
Supervisão independente
O ministro da Saúde do Estado de Victoria, David Davis, disse que a investigação do hospital seria supervisionada por um especialista independente.
‘Eu estou muito determinado para chegar até o fundo do que deu errado’, afirmou o ministro.
‘Eu não acho que seja apropriado para ninguém tirar quaisquer conclusões, além do fato que isto é uma tragédia horrível’, disse o primeiro-ministro de Victoria, Ted Baillieu.
‘Nós vamos assegurar que a investigação seja o mais completa possível’, afirmou.
Em um comunicado breve, a família pediu por privacidade durante ‘um momento que tem sido muito difícil’.

IG - The New York Times
Eles o chamam de Big Mountain Jesus, ou Jesus da Grande Montanha: trata-se de uma estátua de 1,8 m de Cristo, envolto em um manto azul bebê, que observa o majestoso Vale Flathead de seu púlpito localizado em uma pista de esqui no Resorte Whitefish Mountain, em Montana.
Esses dias, porém, a estátua de Jesus está no centro de uma batalha cada vez mais amarga sobre a legalidade de tais símbolos em terras federais.
Um grupo ateu diz que como o Big Mountain Jesus fica em propriedade que pertence ao Serviço Florestal, ele é uma violação do princípio constitucional de separação entre Igreja e Estado.
Depois de receber uma denúncia sobre a estátua, o grupo Freedom From Religion Foundation (Fundação Liberdade da Religião, em tradução livre), com sede em Wisconsin, pediu ao Serviço Florestal que revogue a autorização concedida aos Cavaleiros de Colombo para que mantenham a estátua no local.
“Isso é muito simples”, disse Annie Laurie Gaylor, co-presidente do grupo. “A violação não se torna menos flagrante só porque ela acontece há muito tempo.” Gaylor disse que ela não teria nenhum problema com a estátua, caso ela estivesse em uma propriedade privada.
Mas os defensores da estátua argumentam que ela deveria ser vista como um memorial militar, não como algo religioso, e apontam que o Serviço Florestal renovou a licença ao longo dos anos sem nenhum problema.
Hiram Sasser, um advogado que atua em nome do Liberty Group (Instituto Liberdade, em tradução livre), um grupo de defesa jurídico conservador, disse que como a estância de esqui já aluga grande parte da montanha do Serviço Florestal, o governo federal não tinha o direito de proibir a estátua simplesmente porque algumas pessoas podem não gostar dela.

“Quando o governo permite que sua propriedade seja utilizada para diversos fins, como uma estância de esqui, então ela a disponibiliza para a expressão pública, e eles não podem excluir um memorial com base em motivos religiosos”, disse Sasser, cujo grupo está representando os Cavaleiros de Colombo na disputa judicial.
Pego no meio da controvérsia está o Serviço Florestal, que negou o pedido de renovação do uso em agosto com o fundamento de que não irá mais permitir qualquer memorial privado, de qualquer espécie, em área florestal nacional.
Mas depois do clamor que se seguiu e de uma determinação de que o local é elegível para inclusão no Registro Nacional de Lugares Históricos, o serviço decidiu reconsiderar e está aceitando opiniões públicas sobre a estátua.
“Essa é uma situação bastante singular”, disse Jim Pena, vice-chefe do sistema nacional de florestas. “Por causa da importância histórica e cultural da estátua, nós vamos ter que rever a questão e descobrir o caminho certo.”
Enquanto isso, o deputado Denny Rehberg, republicano de Montana, decidiu participar o debate, discursando em comícios em favor da estátua e propondo trocar o pedaço de terra que ela ocupa por uma parcela de propriedade da estância de esqui.
“Será que iríamos tirar as cruzes e estrelas de David do Cemitério de Arlington?” questionou Rehberg, que está concorrendo ao Senado. “Eu acho que não.”
Riley Polumbus, porta-voz do Resorte Montanha Whitefish, disse que a estancia foi receptiva à sugestão. “Além de essa ser uma homenagem aos soldados da Segunda Guerra Mundial, é um marco na montanha”, disse Polumbus. “As pessoas dizem, ‘Me encontre no Jesus às 11h’. Esquiadores tiram fotos com ele, colocam roupas e colares de Mardi Gras sobre ele. “
Mas Gaylor da Freedom From Religion Foundation chamou a proposta de Rehberg de “absurda”, dizendo que a terra do Serviço Florestal é de propriedade de todos os americanos e não deve simplesmente ser trocada por causa de um santuário religioso.
Ela disse que seu grupo recebeu uma enxurrada de emails ameaçadores por causa de sua posição sobre a estátua. “É muito importante que a direita religiosa não seja autorizada a manipular esta situação”, disse.
Ambos os lados estão prometendo ir ao tribunal, dependendo do que for decidido.
Uma página no Facebook, Save Big Mountain Jesus (Salve o Jesus da Grande Montanha, em tradução literal), foi criada, e um protesto Ocupe Big Mountain aconteceu recentemente, com apoiadores realizando uma caminhada até a estátua em solidariedade à causa.
“Queremos que o povo de Wisconsin cuide de seus próprios problemas e nos deixe em paz com a nossa estátua”, disse Michael Shepard, comandante da American Legion Post 108 em Whitefish, que ajudou a organizar as manifestações recentes.
Pena disse que o Serviço Florestal deve tomar uma decisão sobre a estátua no início de 2012.
João Pereira Coutinho
A Benetton ainda existe. Quem diria. Caminho pelas ruas e vejo a última campanha polémica da marca: grandes líderes mundiais em beijos apaixonados.
As parelhas são óbvias em sua óbvia diferença ou inimizade. Temos Barack Obama beijando o presidente chinês Hu Jintao. O israelense Benjamin Netanyahu beijando o palestino Mahmoud Abbas. O premiê sul-coreano beijando o ditador norte-coreano Kim Jong-il.
E o Papa Bento 16, claro, que nunca pode ser esquecido nessas ocasiões solenes, beijando com solenidade o imã da Grande Mesquita do Cairo.
A mensagem da Benetton, como sempre, é “simpática”, “leve” e “divertida”: para que tanto ódio quando um beijo cura tudo?
| Divulgação/Benetton |
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| Campanha da Benetton apresentou montagem com Hu Jintao e Obama, presidentes da China e dos EUA, respectivamente |
De fato. Se, em 1939, Winston Churchill vestisse Benetton, ele saberia que a melhor forma de lidar com Adolf Hitler não seria derrotá-lo ou eliminá-lo. Seria, simplesmente, beijá-lo.
O problema da campanha da Benetton é que ela revela, de forma cristalina e aparentemente inofensiva, o que existe de ilógico na mensagem pacifista. Porque não há nada de mais ilógico do que a ideia “consensual” de que todos os seres humanos têm igual mérito moral.
Não interessa o que você é. Não interessa o que você faz. Para a Benetton, não existem diferenças entre um democrata e um ditador; não existem diferenças entre alguém que respeita os direitos humanos e quem os nega ou viola.
A Benetton é pacifista. E o pacifismo não discrimina: nunca atribui a nenhum sujeito uma qualidade moral distinta de acordo com a sua conduta ou caráter. Para a Benetton, somos todos iguais: criminosos ou respeitadores da lei; fundamentalistas ou tolerantes – somos todos, numa palavra, beijoqueiros.
Eis, em propaganda publicitária, a filosofia do nosso tempo. Um tempo que fez da neutralidade perante qualquer valor o seu único dogma aceitável. “É proibido proibir!”, dizia-se no maio parisiense de 1968. Hoje, é proibido condenar.
E se as vítimas, ou as famílias das vítimas de alguns desses ditadores ou torcionários, ainda alimentam um grão de ódio pelas injustiças dos carrascos, a Benetton tem um conselho para elas: fechar os olhos, juntar os lábios – e beijá-los.
Noticias Pró Família
- Numa conversa com um padre em minha diocese, compartilhei o relatório do meu diretor espiritual de que de cada duas confissões que ele ouve de homens, uma envolve o pecado da pornografia. A resposta do padre foi chocante: “Oh, é muito pior do que isso!” Desde então, essa triste realidade vem sendo confirmada por muitos outros: O pecado da pornografia está assolando muitos homens de Igreja
A pornografia é agora mais popular do que o futebol. Aliás, se tornou o passatempo dos Estados Unidos, e estamos inundados de pornografia. A pornografia está em nossos computadores, em nossos smartphones e nossas TV a cabo ou satélite. É comum em nossos hotéis e até mesmo em muitos estabelecimentos comerciais e postos de gasolina. Para muitos homens — e cada vez mais, mulheres — é parte de suas vidas diárias.
Contudo, o ensino católico sobre o assunto é claro. O uso da pornografia é uma “ofensa grave”. O Catecismo da Igreja Católica declara: “A pornografia… é uma ofensa contra a castidade porque perverte o ato conjugal, a doação íntima dos cônjuges um para o outro. Provoca grave dano à dignidade de seus participantes (atores, vendedores, o público), pois cada um se torna um objeto de prazer vil e lucro ilícito para outros” (2354).
No livro A Vida de Cristo (Life of Christ), o arcebispo Fulton J. Sheen escreveu: “A pena para aqueles que vivem perto demais da carne é jamais entenderem o espiritual”. A pornografia explícita na internet oferece um oceano de perversão. Leva a mente aonde jamais deveria ir, soltando suas amarras morais e deixando-a a deriva num traiçoeiro oceano de pecado. Esse é o destino trágico daqueles que se entregam à pornografia: Eles se acham só com suas imagens e um apetite insaciável por mais.
Embora seja assombroso para muitos, os usuários de pornografia acabam pondo a religião, o casamento, o trabalho e as amizades em segundo lugar depois de seu desejo por pornografia. Eles querem mudar, voltar à vida como era antes da pornografia.
A Dra. Mary Anne Layden, diretora do Programa de Trauma Sexual e Psicopatologia do Centro de Terapia Cognitiva da Universidade da Pensilvânia, assemelha a pornografia ao crack. Num depoimento juramentado no Senado dos EUA em novembro de 2004, ela comentou: “Esse material é potente, viciador e fica permanentemente implantado no cérebro”.
Lamentavelmente, para o consumidor normal de pornografia, a confissão e contrição são geralmente insuficientes para se desprender da pornografia porque, como o vício das drogas, a pornografia não é só um mau hábito — é muitas vezes um vício.
Um desejo que não satisfaz
O vício da pornografia é agora comum entre adultos e é até mesmo um problema crescente para crianças e adolescentes. Poucos dos que são viciados conseguirão ajuda, e as consequências podem durar a vida inteira, de forma grave.
A força viciadora da pornografia é consequência de mudanças neuroplásticas de longa duração, às vezes permanentes, no cérebro. O psiquiatra Norman Doidge, autor do livro best-seller “O Cérebro que se Transforma” (The Brain That Changes Itself, Penguin, 2007), escreve: “A pornografia, ao oferecer um harém interminável de objetos sexuais, hiperativa o sistema apetitivo. Os que veem pornografia desenvolvem novos mapas em seus cérebros, com base nas fotos e vídeos que veem. Pelo fato de que se não exercitarmos nosso cérebro, ele ficará fraco, quando desenvolvemos uma área de mapa, ansiamos mantê-la ativada. Exatamente como nossos músculos se tornam impacientes para exercício se ficamos o dia inteiro sentados, assim também nossos sentidos têm fome de ser estimulados” (108).
Com a pornografia, em outras palavras, o sistema de prazer de nosso cérebro que excita nossos desejos é ativado, mas não há real satisfação. Isso explica a razão por que usuários conseguem passar horas sem fim fazendo busca por pornografia na internet.
Doidge comenta, além disso, que os que veem pornografia desenvolvem tolerâncias de modo que eles precisam de níveis cada vez mais elevados de estímulo. Por isso, eles muitas vezes avançam para pornografia mais explícita e pervertida.
Mais de uma década atrás, Margaret A. Healy, professora adjunta da Escola de Direito da Universidade Fordham, e Muireann O’Brian, ex-diretora da organização Acabe com a Pornografia, Prostituição e Tráfico de Crianças (APPTC), observaram uma ligação entre pornografia adulta e infantil. Desde aquele tempo, grande número de autoridades policiais, em atividade ou aposentadas, notou que muitos consumidores de pornografia adulta acabam avançando para a pornografia infantil, ainda que não sejam pedófilos e não tivessem nenhum interesse em tal material no início. Essas descobertas explicam, em parte, a prevalência de pornografia infantil no mundo de hoje.
Ver pornografia muda a atitude do usuário para com o sexo, seu cônjuge e a sociedade. Ele ou ela usa fantasias sexuais para se estimular sexualmente, tenta fazer com que os parceiros imitem as cenas pornográficas, tem mais probabilidade de se envolver em assédio sexual ou agressão sexual, e vê o sexo como um privilégio casual, não íntimo e recreativo.
Laydon e outros psicólogos clínicos relataram que, ironicamente, a disfunção erétil é comumente associada ao constante uso da pornografia entre os homens. Um dos motivos para isso é que a constante busca de imagens sexuais e masturbação que muitas vezes acompanha isso levam à insatisfação com o próprio cônjuge. Afinal, a esposa de um homem não consegue manter uma imagem que compita com as mulheres no mundo de fantasia dos vídeos e imagens pornográficos. O consumidor normal de pornografia se prepara para desapontamentos e desintegração quase certa de seu casamento.
O amor conjugal foi feito para ser uma entrega total de si para um parceiro permanente e fiel. É uma entrega confiante e abnegada. Em contraste, o sexo pornográfico é egoísta, degradante e mecânico.
Em sua catequese sobre a teologia do corpo, o Papa João Paulo 2 frisou que existe uma “bondade moral” no casamento, que é a fidelidade. Essa bondade pode ser adequadamente alcançada apenas no relacionamento exclusivo de ambas as partes. Muitas pessoas não conseguem compreender essa bondade singular e se contentam com o excitamento temporário, pervertido e insatisfatório da pornografia.
Protegendo nossas crianças
Um pai tem o dever de proteger seus filhos da pornografia e uma obrigação sagrada de dar um exemplo de pureza para sua família. Que maior autoridade poderia um pai ter acerca dos danos da pornografia do que as palavras de Cristo? “Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.” (Mateus 5:28)
Se você se tornou consumidor de pornografia, faça a seguinte pergunta para você mesmo: Será que sou o mesmo homem que prometeu fidelidade à minha esposa no dia do meu casamento? Não dá para se manter fidelidade se há consumo de pornografia. As esposas de consumidores de pornografia se sentem como se seus maridos estivessem cometendo adultério. Adultérios mentais são tão destrutivos quanto os adultérios do coração.
Os advogados que trabalham com divórcio relatam que há uma elevada correspondência entre consumo de pornografia e divórcios. Determinado estudo de 2004 na revista Social Science Quarterly com o título de “Adult Social Bonds and Use of Internet Pornography” (Vínculos Sociais Adultos e Uso de Pornografia de Internet) revelou que as pessoas que têm um caso extraconjugal tinham uma probabilidade três vezes maior de ter acessado a pornografia de internet do que as pessoas que não tinham casos. Além disso, aqueles que tiveram alguma experiência de sexo pago tinham uma propensão 3,7 maior de estar usando pornografia de internet do que aqueles que não tiveram.
Se você tem um hábito de pornografia, seus filhos poderão seguir seu hábito. Muitos viciados em pornografia relatam que sua primeira exposição à pornografia foi quando descobriram a coleção de pornografia de seus pais, a qual os iniciou numa vida de confusão e exploração sexual.
Uma pesquisa de 2006 do Centro Nacional de Crianças Desaparecidas e Exploradas revelou que 79 por cento dos jovens sofrem exposição indesejada à pornografia dentro de casa.
Para uma criança, a pornografia normaliza os danos sexuais, de acordo com a Dra. Sharon Cooper, pediatra da Universidade da Carolina do Norte. “As pesquisas mostram que o córtex pré-frontal — onde reside a capacidade de avaliar, o bom senso, controle de impulsos e emoções — só fica completamente maduro quando o jovem tem 20-22 anos de idade”, explicou ela. A introdução da pornografia no córtex pré-frontal do cérebro é, pois devastadora para as principais áreas do desenvolvimento de uma criança e pode provocar alterações que durarão a vida inteira. “Quando uma criança vê pornografia adulta… o cérebro dela a convencerá de que ela está realmente experimentando o que está vendo”, acrescentou Cooper. Em outras palavras, o que uma criança vê na pornografia é o que ela acredita que é a realidade.
Algumas crianças realmente procurarão imitar o que veem na pornografia e tentarão experiências com seus irmãos, parentes e amigos. Muitos estudos mostram que crianças expostas à pornografia iniciam a atividade sexual muito precocemente, têm mais parceiros sexuais e têm múltiplos parceiros num curto período de tempo. Um estudo de 2001 na revista Pediatrics também revelou que meninas adolescentes expostas a filmes pornográficos têm sexo mais frequentemente e têm um desejo forte de engravidar.
Há ajuda e esperança
Felizmente, há organizações, conselheiros e recursos que fornecem esperança para aqueles que sofrem dos efeitos destrutivos da pornografia em crianças, casamentos, relacionamentos e sociedade. Muitos que estão viciados — adultos e crianças igualmente — receberam ajuda por meio de aconselhamento ou instruções detalhadas online oferecidas por serviços de restauração.
Entretanto, é muito importante que cada pessoa e cada família faça uma checagem da realidade. Pergunte para você mesmo se você e sua família estão protegidos do flagelo da pornografia. Você exerce controle adequado do que seus filhos veem ou tem softwares de filtragem no computador de sua casa? O computador está numa área aberta de sua casa? Se você tem filhos, você já conversou com eles acerca do custo espiritual e social da pornografia? Você tem canais pagos de satélite ou a cabo em sua TV que oferecem pornografia em pacotes normais?
Se você está vendo pornografia ou material indecente, você está prejudicando sua própria alma e talvez a alma de seus filhos e seu cônjuge. O aviso bíblico é sério: “Se teu olho te faz pecar, arranca-o” (Marcos 9:47) No mínimo, certifique-se de que seu computador em casa e no escritório tenha filtros e que você tenha um “companheiro a quem prestar contas” — talvez sua esposa ou um bom amigo — que tenha acesso ao seu computador e aos sites que você visita. Em conclusão, envolva-se na guerra contra a pornografia. Vale a pena lutar por você, sua família e sua nação.
Patrick A. Trueman é o presidente de Morality in Media. Membro do Conselho São Francisco Xavier 6608 em Buffalo, Minnesota, Trueman serviu como diretor da Seção de Exploração e Obscenidade Infantil da Divisão Criminal do Ministério da Justiça dos EUA, durante os governos dos presidentes Ronald Reagan and George H.W. Bush.
Há numerosos recursos para ajudar homens e mulheres com vício pornográfico. Eis apenas alguns em inglês:
http://www.catholicdadsonline.org/posts/3303/porn-addiction-identification-and-help/
http://www.familylifecenter.net/catholic_porn_help.asp
http://www.christiananswers.net/q-eden/sexaddictiontips.
Dá para se encontrar muitos outros pesquisando a internet.

Beware of Christians (Cuidado com os cristãos), é um novo filme que traça as aventuras (e desventuras) de Alex Carroll, Matt Owen, Michael B. Allen e Will Bakke, recém-formados e amigos de longa data em Dallas, como eles atravessam 10 países europeus perguntando aos moradores e turistas sobre a relevância da fé cristã no mundo de hoje.
Falam sobre o materialismo nas ruas de Londres, capital financeira da Europa, as discussões sobre sexo na exuberante Barcelona, Paris, Budapeste, Roma e mais além, o filme explora o que significa ser um seguidor de Jesus agora … e que diferença isso faz.
Segundo www.bewareofchristians.com, o site do filme: “Alex, Matt, Michaele terão crescido como cristãos crentes na Bíblia que fizeram todas as coisas certas. Quando eles cresceram e ficaram mais velhos, eles perceberam que o Jesus da Bíblia não é exatamente parecido como o saudável, rico, Jesus americanos que eles foram treinados para conhecer e amar. Eles logo percebem que os seus preconceitos e lealdade às coisas mundanas determinaram a sua opinião sobre o cristianismo.
“Suas viagens características em 10 cidades europeias, incluindo Barcelona, Roma, Budapeste e Munique. Começando em Londres, narram a partir de uma mesa redonda em um estúdio de cidade por cidade, abordando temas como materialismo, sexualidade, álcool e entretenimento. Quando a jornada avança, eles constroem um vínculo profundo com o outro e descobrem um novo significado para as palavras, “‘confiando em Jesus.’ Até o final de suas aventura, eles realmente começam a entender a alegria e redenção que vem de desistir do mundo para seguir a Jesus. ”

Autor: www.ivaf.org
“As crianças têm direito a uma família e a um casamento normal”
1 – Os homossexuais como todos, podem casar-se e não é discriminatório que muitos prefiram não fazê-lo. Os homossexuais podem casar-se com os mesmos direitos e obrigações que os heterossexuais. Quer dizer, só com outra pessoa e do sexo oposto e que tenha certa idade e dê seu consentimento. Que um homossexual se queixe de discriminação porque não lhe deixam casar-se com alguém do mesmo sexo é como se um polígamo se queixasse de discriminação porque não lhe deixam casar-se com várias mulheres… Não há discriminação: a lei é igual para todos e a sociedade tem um modelo de casamento que tem demonstrado a sua eficiência durante séculos.
2 - Casais homossexuais é um experimento social inédito; é um experimento social que nunca antes foi tentado. Nenhuma civilização implantou o casamento homossexual. Mesmo as sociedades que permitiam a homossexualidade e até a fomentavam em certas idades e classes sociais, como os gregos antigos, entendiam claramente o casamento como a união estável entre um homem e uma mulher abertos a terem filhos. Uma coisa eram as práticas sexuais dos cidadãos, e outra muito diferente a família, a geração e a educação dos filhos. A homossexualidade assumiu muitas formas em distintas sociedades, mas nunca foi relacionada com o casamento. Fazer experiências com o modelo social é irresponsabilidade e perigoso, embora muitos defendam essa experiência por razões ideológicas de repúdio à família e não por razões científicas e nem sequer de demanda social (a imensa maioria da população mundial é contra)
3 - Não existe o gen homossexual. O homossexual não nasce, se faz. Não é possível demonstrar cientificamente que a homossexualidade está ligada à herança genética ou que a tendência a ser homossexual esteja determinada desde o nascimento. O que está demonstrado e que é defendido por um amplo e respeitável setor científico é que a prevalência da tendência homossexual obedece a fatores ambientais e está condicionada pela própria psicologia e educação. Qualquer pessoa pode realizar atos homossexuais se quiser e pode também deixar de realizá-los se quiser. Por isso, a maioria dos homossexuais pode deixar de sê-lo como a terapia clínica tem demonstrado… Um ambiente favorável à homossexualidade aumenta o número deles nesse ambiente; por outro lado, em um ambiente onde a homossexualidade é tolerada mas não propagada, diminui o número de homossexuais.
4 - Para evitar os abusos contra os homossexuais não é preciso aprovar o casamento de homossexuais. Quase todos os benefícios de um matrimônio a nível de heranças, transmissão de bens, propriedades compartilhadas, etc., podem ser regulados por duas pessoas, ou mais, com acordos legais, independentemente de que tenham relações sexuais. De fato os poucos pares homossexuais realmente interessados nesses temas já estabeleceram acordos entre si. O problema aqui é muitas vezes outro: a instabilidade dessas relações faz com que muitas das previsões relativas ao casamento não sejam aptas para as uniões homossexuais, por essa instabilidade. Se um homossexual varão tem como média relações com 39 pessoas ao longo de sua vida, com quantas se casará? De quantas de divorciará? Quais delas terão esses direitos legais, posto que com todas, ou algumas, estiveram casadas? E quando estiver se fartado de casar, não terão os pares posteriores esses mesmos direitos?
5 - Legalizar o matrimônio homossexual estabelece uma distorção em comparação com as pessoas que vivem juntas sem relações sexuais. Duas idosas que vivem juntas, três irmãos em uma casa, quatro amigos que compartilham a mesma casa há anos…, têm uma relação com afetividade, compromisso e convivência igual que podem ter dois homossexuais. Entretanto, se vêem privadas das vantagens legais do casamento gay porque não praticam sexo entre eles. O casamento gay em realidade premia os praticantes de certo tipo de sexo, privilegiando-lhes sobre outras convivências afetivas e estáveis. É evidente a diferença com o casamento comum, que premia a complementaridade homem-mulher estável e está aberta à geração e criação dos filhos.
6 – Legalizar o casamento homossexual estabelece um agravo comparativo com os polígamos…e com qualquer outra combinação numérica. Ao contrário do casamento homossexual que nunca foi aceito por nenhuma civilização, a poligamia tem uma larga tradição e numerosos países e sociedades, inclusive em nossos dias. Se se casam dois homens, com que argumentos impediremos a nossos cidadãos muçulmanos ou de origem sub-saariana que não se casem com duas ou mais mulheres? Pode um emigrante pedir por reagrupação familiar e que venham suas três esposas? Ao menos, as uniões polígamas tradicionais têm filhos e são estáveis, o que é um bem social. Com que argumentos os defensores do casamento gay o impediriam? Nos ambientes homossexuais o que se pede é a aprovação da poligamia bissexual. Um famoso escritor o exemplificava em um número da revista homossexual Zero: um amigo seu está casado com uma mulher, mãe de seus filhos; mas é homossexual, e tem uma relação com um homem. Por que esconder? Por que não casar-se todos entre eles? Assim, as crianças teriam dois pais. Quando o casamento deixa de ser o que é (um homem e uma mulher unidos em um ato de amor que pode gerar novas vidas), então, pode redefinir-se para ser qualquer coisa.
7 - Legalizar o casamento gay debilita o casamento heterossexual, da mesma forma que a moeda falsa debilita a moeda verdadeira. Muitas pessoas pensam que não lhes afeta em nada que os homossexuais se casem. É o mesmo que pensar: “não me afeta em nada que haja gente que faça circular notas falsas de 100 reais, eu sou honrado e não as usaria, de fato quase nunca vejo notas de 100 reais”. Entretanto, é evidente que a circulação de notas falsas nos afeta a todos, porque se perde a confiança no dinheiro, as pessoas as usam com reticências e preferem usar outras moedas (dólares por exemplo) ou não comerciar ou não aceitar certas notas e ao final a economia de todos se recente porque tudo fica mais caro. O mesmo acontece quando se faz circular um casamento falso como se fosse casamento. Nos paises nórdicos, onde as uniões são equiparadas ao casamento, a metade das crianças nascem fora do casamento. Ao dar à união homossexual a legalidade de casamento se dá a mensagem à sociedade de que na realidade casar-se não significa nada nem se contrai nenhuma responsabilidade ante os filhos. Como conseqüência as pessoas não se casam e seu compromisso é débil. Assim como a moeda falsa cria desconfiança no sistema econômico, o casamento falso cria desconfiança no compromisso inter-pessoal e social. Uma sociedade baseada na desconfiança, a desvinculação e a falta de compromisso nunca funcionará tão bem como uma baseada em famílias estáveis, comprometida por toda a vida com o bem estar dos cônjuges, crianças e parentes.
8 - Na realidade poucos homossexuais se casam, na realidade muito poucos deles querem se casar. Mas o movimento homossexual político força a exigência do casamento para mudar a sociedade e eliminar uma instituição (o matrimônio monólogo e por toda a vida) em que não crêem.
“Lutar pelo casamento do mesmo sexo e seus benefícios e então, uma vez garantido, redefinir a instituição do casamento completamente, pedir o direito de casar-se não como uma forma de aderir-se aos códigos morais da sociedade, senão de desbancar um mito e alterar radicalmente uma instituição arcaica. [...] A ação mais subversiva que podem empreender os gays e lésbicas [...] é transformar por completo a noção de família”. [Michael Signorile, ativista homossexual e escritor, citado em "Crisis Magazine", 8 de janeiro de 2004].
O ativismo homossexual não quer formar “famílias como as demais”. Mas querem fazer com que todas as famílias sejam como as suas, para a qual a chave é desmontar “conceitos arcaicos e caducos como fidelidade, monogamia, compromisso, fecundidade, paternidade, maternidade”, etc.
9 – Legalizar o casamento homossexual significa legalizar a entrega de crianças a homossexuais. Há gente que diz “eu vejo bem que os gays se casem, mas que não adotem filhos”. É um erro pensar que se vai legalizar o casamento sem a adoção: se se legaliza o casamento, se incluirá sempre a adoção. Quem apóia uma coisa está apoiando a outra, queira ou não, porque nosso direito permite adotar conjuntamente aos cônjuges: uma vez casados, já são cônjuges, e poderão adotar. Ainda que algumas lésbicas tenham filhos de relações anteriores, os buscaram (mediante inseminação artificial ou com cooperação de um homem) a adoção acontece para que os homossexuais que, obviamente, não têm filhos, concordem com a educação de crianças que, obviamente, eram de casais heterossexuais. A adoção de homossexuais tem diversas desvantagens para a sociedade que a permita, começando que a escassez de crianças faz que se tragam crianças da China, Rússia e outros paises… que não vão dar crianças a países onde os homossexuais adotem. Assim, o desejo de uma minoria ínfima vai dificultar a milhares de casais que querem adotar. Mas, o ponto chave é que uma criança tem direito a um pai e a uma mãe, direito violado se ela for entregue a dois homens ou a duas mulheres. Duas pessoas do mesmo sexo careceriam de referencias paterno/masculino (se são duas lésbicas) ou materno/feminino (se são dois homossexuais).
10 – Legalizar o casamento homossexual significa por toda a máquina educativa do Estado a serviço do homossexualismo político. Se o casamento gay é legal, isto será ensinado nas escolas. Os livros textos das crianças explicarão a doutrina que as associações homossexuais tenham indicado: que a homossexualidade é normal, que é bom ter dois pais e duas mães, que as crianças devem experimentar sua sexualidade para descobrir que sexo lhes atrai mais e que as pessoas que se opõem à homossexualidade (como os pais das crianças cristãs) são intolerantes. ´De de se supor que cada seriado de televisão terá seu par de homossexuais ou lésbicas com crianças, convivendo felizes para exemplo e edificação de tantos casamentos com problemas. De fato, há na Espanha centros de “scouts” e de ócio infantil que ativamente difundem já esta ideologia.
11 - Legalizar o matrimônio homossexual implicará a médio prazo multas e penas de cadeia para quem criticar a atividade homossexual.Na Suécia, onde há uniões gays desde 1995 com adoção de crianças desde 2002, se decretou pena de cadeia para um pastor luterano que se limitava a pregar as palavras de São Paulo sobre a homossexualidade. Outro país onde criticar a homossexualidade tem gerado multas e processos é o Canadá. O grau de respeitabilidade da relação gay (não já da pessoa, que obviamente é merecedora de respeito simplesmente por ser pessoa) será extremo e sua critica punível. A liberdade de expressão se verá cortada e provavelmente também a liberdade religiosa. Muitos de nossos bispos e líderes cristãos acabarão na cadeia.
12 – A legalização do casamento homossexual provocará uma queda na qualidade da vida. Os homossexuais, segundo confiáveis estudos, têm menor esperança de vida e são mais propensos a sofrer conflitos psicológicos e a manifestar tendências suicidas. Muitos homossexuais vivem a homossexualidade como sofrimento. As mesmas publicações gays mostram que o alto índice de incidência de desordens afetivas e de patologias de conduta entre os homossexual. A AIDS, como sendo um dos fatores mais importantes, não é, desde o ponto de vista da saúde, o que mais incide na diminuição da esperança de vida gay. A homossexualidade geralmente é acompanhada de adições não saudáveis e de transtornos como ânsias neuróticas e, na idade mais adulta, de solidão. A proposta generalizada da homossexualidade como opção de vida saudável originaria um incremento dos gastos de saúde de toda a sociedade.
Pernambuco.com
Esqueça todas as críticas anteriormente feitas à saga Crepúsculo, pois nada se compara a mais nova acusação sofrida pelo seu filme mais recente, Amanhecer. Segundo alguns espectadores, a penúltima parte da série vampiresca tem causado crises epiléticas em salas de cinema mundo afora.
Brandon Gephart, de Roseville, na Califórnia, foi levado às pressas para um hospital local depois de passar mal durante a cena em que Bella Swan (Kristen Stewart) dá à luz o filho do vampiro Edward Cullen (Robert Pattinson). “Ele estava em convulsão, bufando, tentando respirar. Fiquei muito assustada”, disse sua namorada. A sessão a que Gephart assistia foi cancelada com a chegada dos paramédicos.
No estado americano de Utah, um homem não identificado também sofreu uma crise semelhante durante a mesma cena do filme. “Eu realmente não lembro o que aconteceu depois disso. Acho que apaguei. De acordo com minha esposa, eu estava tremendo e murmurando sons diferentes”, disse o homem, que não forneceu sua identidade por medo de perder o emprego.
De acordo com especialistas, a cena do parto de Bella é repleta de luzes vermelhas, brancas e pretas, que podem provocar episódios de epilepsia fotossensível. “A luz atinge o cérebro de uma só vez. O problema com os cinemas é que eles são muito escuros e a luz piscando é como uma luz estroboscópica”, disse o Dr. Michael G Chez. As informações são do jornal The Guardian.
Ao site da “CBS”, Dr. Michael G. Chez, diretor da área de neurologia pediátrica e epilepsia do centro médico de Sutter, em Sacramento, afirmou que o fato é raro, mas pode ocorrer com a exposição a luzes vermelhas em pessoas geneticamente predispostas. “O problema é que nos cinemas está tudo escuro, e as luzes que piscam são como as de um estrobo”.
C.S. Lewis
O meu argumento contra Deus era o de o universo parecia cruel e injusto. Mas donde é que eu aprendi os conceitos do justo e injusto?
Um homem não qualifica uma linha torta de “torta” a não ser que ele tenha uma ideia do que uma linha reta é. Com o quê é que eu comparava o universo quando o qualifiquei de “injusto”? Se tudo o que aconteceu desde o princípio foi mau e injusto, como é que eu, que supostamente faço parte do espectáculo, me encontro da posição de rebeldia contra a situação? Um homem sente-se molhado quando cai na água porque ele não é um animal aquático: um peixe nunca se sentiria molhado.
Claro que eu poderia ter abandonado a minha ideia de justiça afirmando que ela apenas era uma ideia pessoal minha. Mas se eu fizesse isso, então o argumento contra Deus tinha um colapso uma vez que o argumento depende do fato de o mundo ser de fato injusto e não simplesmente que ele não agradava as minhas preferências pessoais.
Portanto, durante o ato em tentar provar que Deus não existe – por outras palavras, que a realidade era sem sentido – vi que era forçado a assumir que uma parte da realidade – nomeadamente, a minha concepção de justiça – fazia sentido. Consequentemente o ateísmo revela-se muito simples.
Se o universo não tem propósito nós nunca haveríamos de saber que ele não tem propósito ou sentido: do mesmo modo que se não existisse luz no universo, e portanto não houvesse criaturas com olhos, nós nunca saberíamos que ele estava escuro.
A palavra “escuro” não faria sentido.
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Mats
O que o C.S. Lewis implicitamente diz é que quando o ateu usa o argumento do “mal”, ele está a assumir coisas que contradizem o que ele tenta provar com esse mesmo argumento do “mal”. Ele está a revelar ter conhecimento que vai para além do mundo em que nós vivemos.
O argumento do mal assume muitas coisas, uma delas sendo que o ser humano não foi feito para viver com o que o ateu qualifica de “mal”. Mas donde vem essa crença? Se a morte, violência, assassinatos, violações, pedofilia, terremotos e outras coisas mais sempre fizeram parte da existência humana, donde é que vem o conhecimento de que essas coisas são más? Com o quê é que o ateu as compara? Existe algum padrão absoluto na base da qual o ateu qualifica comportamentos e eventos? Houve alguma altura em que o homem não sofreu? Será que há uma versão ateísta do Jardim do Éden?
Claro que a razão pela qual o ateu sabe que isto está errado é a Natureza de Deus em si.
A Bíblia diz-nos que o ateu sabe que Deus existe (Romanos 1) e que conscientemente rejeita o que Deus lhe diz como forma de manter a sua moralidade intacta. A forma através da qual nós podemos ver que o ateu sabe que Deus existe é a sua constante alusão ao “problema do mal”. Se Deus não existe, não há Padrão Absoluto que sirva de modelo comportamental, e como tal o ateu não tem argumento nem forma de classificar situações e comportamentos como “maus”.
Mas como o ateu sabe que Deus existe, então ele apela a uma Lei Moral Absoluta, embora se tente convencer de que o Criador dessa Mesma Lei não existe.

Parece-me particularmente importante terdes desejado afrontar este ano, na Assembleia Plenária, o tema de Deus: “A questão de Deus hoje”. Não deveremos nunca nos cansar de repropor tal pergunta, de “recomeçar de Deus”, para dar novamente ao homem a totalidade das suas dimensões, a sua plena dignidade.
Queridos amigos, se é verdade que “o início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa” (Deus caritas est, 1), a questão sobre Deus é despertada pelo encontro com quem tem o dom da fé, com quem tem uma relação vital com o Senhor. Deus é conhecido através dos homens e mulheres que o conhecem: a estrada rumo a Ele passa, de modo concreto, através de quem a encontrou. Aqui o vosso papel de fiéis leigos é particularmente importante. Como observa a Christifideles laici, é essa a vossa específica vocação: na missão da Igreja “… lugar de relevo, em razão da sua ‘índole secular’, que os empenha, com modalidades próprias e insubstituíveis, na animação cristã da ordem temporal” (n. 36). Sois chamados a oferecer um testemunho transparente da relevância da questão de Deus em cada campo do pensar e do agir. Na família, no trabalho, bem como na política e na economia, o homem contemporâneo tem necessidade de ver com os próprios olhos e de tocar com as mãos como, com Deus ou sem Deus, tudo muda.
Mas o desafio de uma mentalidade fechada ao transcendente obriga também os mesmos cristãos a tornar de modo mais decidido a centralidade de Deus. Às vezes, preocupa-nos que a presença dos cristãos no social, na política ou na economia resulte mais incisiva, e talvez não tenhamos nos preocupado com a solidez de sua fé, como se fosse um dado adquirido de uma vez por todas. Na realidade, os cristãos não habitam um planeta distante, imune às “doenças” do mundo, mas partilham das turbulências, desorientação e dificuldades do seu tempo. Por isso, não é menos urgente repropor a questão de Deus também no mesmo tecido eclesial. Quantas vezes, não obstante o se definir cristãos, Deus, de fato, não é o ponto de referência central no modo de pensar e de agir nas escolhas fundamentais da vida. A primeira resposta ao grande desafio do nosso tempo está, portanto, na profunda conversão do nosso coração, para que o Batismo que nos tornou luz do mundo e sal da terra possa verdadeiramente transformar-nos.
BBC
O psicólogo britânico Mark Griffiths, professor da Nottingham Trent University, vem estudando o jogo compulsivo há 25 anos e diz acreditar “enfaticamente” que o ato de jogar e apostar, se levado ao extremo, é tão viciante quanto qualquer droga
“Os efeitos sociais e de saúde da jogatina extremada são muitos e têm muita coisa em comum com os efeitos de vícios mais tradicionais, entre eles mau humor, problemas de relacionamento, absenteísmo do trabalho, violência doméstica e ir à falência.
Os efeitos para a saúde – para jogadores e seus parceiros e parceiras – incluem ansiedade, depressão, insônia, problemas intestinais, enxaquecas, stress, problemas estomacais e pensamentos suicidas.
Se comportamentos como a jogatina podem se tornar um vício genuíno, não existe razão em teoria que impediria alguém de se viciar em atividades como videogames, trabalho ou exercícios físicos.
Pesquisas sobre jogadores compulsivos relatam que eles sofrem ao menos um efeito colateral quando passam por períodos de abstinência, como insônia, dores de cabeça, perda de apetite, fraqueza física, palpitações cardíacas, dores musculares, dificuldades de respiração e calafrios.
Abstinência
Na verdade, jogadores compulsivos aparentam sofrer mais sintomas de abstinência física quando tentam cortar o vício do que viciados em drogas.
Mas quando é exatamente que um entusiasmo saudável se transforma em um vício?
Comportamento excessivo por si só não significa que alguém seja viciado.
Eu consigo pensar em muitas pessoas que se envolvem em atividades excessivas, mas eu não as classificaria como viciadas, já que elas parecem não sofrer qualquer efeito negativo ao apresentar tal comportamento.
Em essência, a diferença fundamental entre o excesso de entusiasmo e o vício é que os entusiastas saudáveis adicionam vida às atividades desprovidas dela.
Para qualquer comportamento ser definido como viciante, é preciso que existam consequências específicas como se tornar a atividade mais importante na vida de uma pessoa ou ser o meio pelo qual o humor dela pode melhorar.
Eles podem também começar a precisar fazer mais e mais da atividade ao longo do tempo para sentir seus efeitos e sentir sintomas físicos e psicológicos de abstinência se eles não conseguem fazê-lo.
Isso pode levar a conflitos com o trabalho e com responsabilidades pessoais e muitos podem até viver recaídas se tentam largar o vício.
A maneira pela qual os vícios se desenvolvem – sejam eles químicos ou comportamentais – é complexa.
Vícios ‘ocultos’
O comportamento viciante se desenvolve a partir de uma combinação de predisposição biológica e genética de uma pessoa, o ambiente social em que elas cresceram e sua constituição psicológica, como traços de personalidade, atitudes, experiências e crenças e a própria atividade.
Muitos vícios comportamentais são vícios ”ocultos”. Diferentemente do alcoolismo, o viciado em trabalho não apresenta a fala embolada ou sai tropeçando.
Mas, no entanto, o vício comportamental é um tema relativo a saúde que precisa ser levado a sério por todos os profissionais das áreas médicas ou de saúde.
Se o principal objetivo dos profissionais da área médica é garantir a saúde de seus pacientes, então ter consciência sobre o vício comportamental e os temas que o cercam deveriam ser tão importantes quanto o conhecimento básico e o treinamento.
Diversos vícios comportamentais podem ser tão graves quanto vícios em drogas.”