Por Arquivo abril 4th, 2012

* JMJ no Rio. Junte-se a nós!!

quarta-feira, abril 4th, 2012

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* O TJ do RS, o que baniu os crucifixos, resolveu ampliar o seu feriado da Semana Santa. Estranho..

quarta-feira, abril 4th, 2012

Blog Reinaldo Azevedo

Como vocês se lembram, o Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, atendendo a uma representação de uma entidade de lésbicas, resolveu banir os crucifixos dos tribunais gaúchos. Em nome do laicismo! Escrevi muito a respeito da estupidez dessa decisão. Pois bem! Enviam-me o seguinte comunicado emitido por aquele tribunal.

Volto em seguida.

Justiça Estadual terá expediente diferenciado na próxima quinta-feira

No próximo dia 5/4, quinta-feira, a Justiça Estadual irá funcionar em horário diferenciado.

O expediente será das 9h às 13h no Tribunal de Justiça e no 1º Grau de jurisdição, de forma ininterrupta, mantendo-se os respectivos serviços jurisdicionais sob regime de plantão. Ficará a critério dos magistrados definição com relação à realização das audiências já designadas.

A determinação é do Presidente do TJRS, Desembargador Marcelo Bandeira Pereira, e consta na Ordem de Serviço nº 003/2012-P.
Na sexta-feira (6/4), feriado nacional, haverá regime de plantão para atendimento das medidas urgentes.
EXPEDIENTE

Texto: Ana Cristina Rosa
Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arend

***

Voltei

Vocês devem se lembrar que sou contra esse negócio de laicismo pela metade. Quem se sente oprimido por um crucifixo não pode, evidentemente, folgar com um num feriado cristão. Ampliá-lo, então, nem se diga!

A chamada “Quinta-feira Santa” não é mais feriado há muito tempo. Como sabem todos os advogados gaúchos, o expediente sempre foi das 9h às 18h nesse dia. Não desta vez. O desembargador Marcelo Bandeira Pereira, que presidente o TJ-RS, resolveu dar um meio dia a mais para a moçada. Vai ver é para estimular as orações! Em tempo: foi ele quem presidiu o Conselho da Magistratura na sessão que decidiu caçar e cassar os crucifixos.

O cristianismo parece bem-vindo na hora de ficar de pernas por ar. Em vez de o doutor defender a extinção do feriado cristão em nome do laicismo e da coerência, ele decidiu antecipar a sua vigência.

Como diria uma apresentadora de TV, “que deselegante!”

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* Brasileiros vão fazer vigília de oração pela vida em frente ao Supremo Tribunal Federal.

quarta-feira, abril 4th, 2012


Para representar 82% dos brasileiros contrários a novas permissões para aborto no país (Vox Populi/2010), católicos de Brasília promoverão vigília de oração pela vida nascente, na Praça dos Três Poderes, diante do Supremo Tribunal Federal (STF) que em breve deverá votar a despenalização do aborto de fetos diagnosticados com anencefalia.

A vigília visa sensibilizar a sociedade brasileira e, especialmente, cada um dos onze ministros do STF que têm em mãos a arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF n. 54) cujo objeto é a possibilidade do aborto de bebês deficientes anencefálicos e cujo julgamento está marcado para o dia 11 de abril, no período da Páscoa.

Organizada pelos movimentos Legislação e Vida (São Paulo) e Pró-Vida e Família (Brasília), a vigília terá início às 18h do dia 10 de abril. Além de orações, a ocasião contará com apresentações artísticas gratuitas do cantor Nael di Freitas e da cantora Elba Ramalho que, além de cantarem seus sucessos, conduzirão momentos de oração com o terço dos nascituros o qual, em cada conta, possui representações da criança por nascer.

“Contamos com o apoio do arcebispo de Brasília, Dom Sérgio da Rocha e nossa inspiração é o exemplo do próprio Papa Bento XVI que, em 2010, começou a fazer vigílias no período do advento por toda vida nascente e pediu que toda Igreja também fizesse!”, conta o padre da diocese goiana de Luziânia, Pedro Stepien, membro do Movimento Pró-Vida e Família e responsável por uma casa de apoio a gestantes em sua diocese.

ADPF-54

Na opinião do coordenador do Movimento Legislação e Vida, jornalista e perito em bioética, Prof. Hermes Rodrigues Nery, o julgamento da ADPF-54 o STF pratica ativismo judicial, decidindo o que não é da sua competência, mas prerrogativa do Congresso Nacional.

“A vida é um direito inalienável e como tal deve ser reconhecido e respeitado pela sociedade civil e pela autoridade política”, ele defende e continua. “Os direitos do homem não dependem nem dos indivíduos, nem dos pais, e também não representam uma concessão da sociedade e do Estado, pertencem à natureza humana e são inerentes à pessoa em razão do ato criador do qual esta se origina”.

De acordo com padre Pedro Stepien,  a ADPF-54 é uma estrategia sofisticada para legalizar o aborto no brasil a partir do aborto de anencéfalos. “Depois serão as crianças com má formação, até chegar ao ponto que aborto seja direito humano, um verdadeiro absurdo. Pela liberdade de expressão e pela liberdade religiosa vamos nos manifestar, não podemos ficar omissos”, ele diz.

Agende-se
O quê? Vigília de Oração em Defesa da Vida Nascente
Onde? Praça dos Três Poderes, em frente a STF, em Brasília
Quando? Dia 10 de abril, a partir das 18h
Organização? Movimento Pró-Vida e Família e Movimento Legislação e Vida
SAIBA MAIS:
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=23418

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* Entenda os Princípios e Atitudes da Igreja CONTRA o aborto e a FAVOR da vida!

quarta-feira, abril 4th, 2012

Via Wagner Moura
Dom Fernando Arêas Rifan*

Em meio a tantos pareceres equivocados e diante da possibilidade da reforma do Código Penal descriminalizar o aborto, começando pelos fetos portadores de anencefalia, e a eutanásia, recordamos os princípios da doutrina católica e do direito natural sobre o assunto:

A vida humana é sagrada, – não porque as leis e decisões judiciais humanas o determinam, – mas porque desde a sua origem ela encerra a ação criadora de Deus e permanece para sempre numa relação especial com o Criador. Só Deus é o dono da vida, do começo ao fim; ninguém, em nenhuma circunstância, pode reivindicar para si o direito de destruir diretamente um ser humano inocente (cf. CIC 2258 – Donum vitae, 5).

A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção até o seu fim natural. Desde o primeiro momento da sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida (cf. CIC 2270 – Donum vitae, I,1). Esses direitos inalienáveis da pessoa devem ser reconhecidos e respeitados pela sociedade civil e pela autoridade política, não dependem nem dos indivíduos, nem dos pais, pertencem à natureza humana e são inerentes à pessoa em razão do ato criador do qual esta se origina (cf. CIC 2272 – Donum vitae, 3).

A criança anencélafa é uma pessoa viva. A sua reduzida expectativa de vida não limita seus direitos e sua dignidade. Por isso, o aborto direto provocado, quer dizer, querido como um fim ou como um meio, em qualquer circunstância, é gravemente contrário à lei moral, pois se trata de tirar diretamente a vida de um ser humano inocente, o que nada pode justificar (cf. CIC 2271).

Desde o início, o nascituro é uma pessoa própria, cujo círculo de direitos ninguém deve violentar, nem o Estado, nem o médico, nem mesmo a mãe. Se uma pessoa já não está segura no seio de sua mãe, onde então estará ela ainda segura neste mundo? Proteger a vida inocente pertence às mais nobres tarefas do Estado; se ele se furtar a esta missão, destrói ele próprio os alicerces do Estado de direito (cf. Youcat, 384). Nem ele pode se sujeitar a pressões de quaisquer organismos internacionais. Isso seria contra a sua soberania e o seu dever.

Por isso também, a eutanásia direta, que consiste em pôr fim à vida de pessoas deficientes ou de moribundos, sejam quais forem os motivos e os meios, é moralmente inadmissível (cf. CIC 2277).

Tais princípios e atitudes deles decorrentes provêm não só da doutrina católica, mas do próprio direito natural, da lei natural que obriga a todos os homens, em razão da sua natureza. Assim sendo, exortamos aos católicos, aos nossos políticos e a todas as pessoas de boa vontade e de influência na sociedade que se manifestem aos ministros do Supremo Tribunal Federal em favor da vida e contra qualquer decisão que possa acarretar a liberação do aborto. Se acontecer o mal, não o será com a nossa colaboração ou por causa da nossa omissão.

*Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

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* Cuba emite sinais de abertura religiosa, “suave brisa fresca” de liberdade!

quarta-feira, abril 4th, 2012

“A suave brisa fresca” com que o papa Bento XVI comparou a visita de João Paulo II a Cuba trouxe melhorias para a sociedade do país. Uma delas foi o retorno de algumas congregações religiosas, a pedido dos bispos cubanos. Eles não tiveram obstáculos para contar novamente com esse apoio tão valioso.

A congregação dos Irmãos Maristas voltou, mesmo não podendo desenvolver diretamente o seu carisma, já que, ao chegar, foram comunicados de que a educação em Cuba é um assunto resolvido e a cargo do estado. Porém, diante da queda na qualidade educativa durante as duas últimas décadas na ilha, os filhos de Marcelino Champagnat vêm oferecendo serviços gratuitos de reforço escolar, o que é muito apreciado pelas famílias.

Oficialmente, eles estão comprometidos com a pastoral juvenil, razão pela qual ZENIT entrevistou o religioso mexicano Héctor Ávalos Gil, que está em Cuba desde 2001, durante a reunião internacional realizada em Roma como preparação para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de 2013, no Rio de Janeiro. Secretário executivo da pastoral juvenil da Conferência Episcopal Cubana, ele está muito atento às “novas brisas frescas” e espera levar muitos jovens à JMJ no Brasil.

Os jovens cubanos já estão se preparando para a JMJ do Rio?

- Ir. Ávalos: Sim, os preparativos começaram ainda na missa de envio em Madri. Os jovens cubanos, e com eles a pastoral latino-americana, acolheram o convite com entusiasmo e alegria. Vai ser uma oportunidade para irem mais jovens do continente americano.

Essa JMJ vai ter alguma novidade?

- Ir. Ávalos: Vai, ela vai ser enriquecida pela Semana Missionária, prévia à jornada, como resposta à Missão Continental lançada em Aparecida. Os integrantes da equipe organizadora oferecem um quadro completo de atividades, que pode ser vistas no site rio2013.com.

Como vai ser a participação dos jovens cubanos?

- Ir. Ávalos: A participação deles é muito discreta, mas significativa, por causa da representatividade de todas as dioceses. Para esses eventos internacionais nós contamos com o apoio de igrejas irmãs e de organizações diversas, às quais agradecemos por todo o apoio. Em especial, ao Conselho Pontifício para os Leigos, que nos ajuda a participar das JMJ.

Como as JMJ estão contribuindo com a pastoral juvenil da Igreja?

- Ir. Ávalos: A JMJ tem a sua dinâmica própria e enfatiza o lado festivo, e nós temos que cuidar para que elas não virem puro “turismo religioso”, e conseguir fazer com que Jesus seja o centro da vida dos jovens. A chave para conseguirmos “jovens de Cristo” é a universalidade da igreja, a doação no serviço voluntário, a adoração eucarística, sentir-se amados por Deus no sacramento do perdão e a alegria de celebrar a vida em comunidade.

Os irmãos maristas se dedicam atualmente a que trabalho em Cuba?

- Ir. Ávalos: A nossa missão está acontecendo nas dioceses de Cienfuegos e Havana. Em Cienfuegos nós temos espaços de formação para catequistas, animadores da pastoral juvenil, leigos, missões, entre outros. Em Havana colaboramos na formação de seminaristas, na vida religiosa e com os leigos.

Têm alguma presença nos colégios do estado?

- Ir. Ávalos: Não, nenhuma.

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* Santo Sudário: A verdade revelada sobre o famoso teste de datação “carbono 14″ feito no sagrado linho.

quarta-feira, abril 4th, 2012

Um documentário-enquete revela os erros e mentiras da datação medieval

Por Luca Marcolivio

Produzido pela Polifemo SRL e pela RAI Trade, o documentário-enquete A noite do Sudário, busca esclarecer, com documentos inéditos, as muitas dúvidas sobre a datação do Sudário por meio do carbono 14.

Na entrevista, Francesca Saracino, diretora do documentário, explicou como foi realizado este estudo, com a capacidade de desenmascarar as desleais e anti-científicas manobras de quem, espertamente, pretendeu colocar a datação do Sudário numa época medieval.

Senhora Saracino, como chegou nas conclusões ilustradas no seu documentário?

Saracino: Há oito anos me dedico ao Sudário. A noite do Sudário é o terceiro documentário de uma trilogia: o primeiro foi O Sacro Sudário a história que foi distribuida pela Mimep-Docete e teve um discreto sucesso, com 2000 cópias vendidas. O segundo documentário é uma versão prolongada do primeiro documentário com algumas entrevistas exclusivas, entre as quais aquela da doutora Barbara Frale, que tinha feito novas descobertas sobre a questão. O segundo documentário agradou muito a redação de TG2 Dossier que o colocou no ar em 2009 num programa especial. Existe portanto um quarto documentário, que nós apresentamos uma pré-montagem no Meeting de Rimini em 2010, que logo terminaremos.

Aquele apresentado agora, o deixei conscientemente por último, porque sabia que teria sido o mais complicado de realizar. Neste terceiro episódio ocupo-me exclusivamente do Carbono 14 mas de uma maneira diversa de como foi afrontado até agora. Normalmente fala-se muito do Carbono 14 nos documentários mas, do meu ponto de vista, nunca se aprofundou bastante. Me comprometi a entrar mais nas “escuridões profundas” do tema, dado que a datação é uma das questões mais controversas do Santo Sudário. Além de novos documentos inéditos, conseguimos obter algumas entrevistas exclusivas de estudiosos, reconhecidos a nível internacional, que não falavam sobre há mais de 20 anos. Assim, de documentário, como era o objetivo, virou uma autêntica e verdadeira enquete.

Foram empregados dois anos e meio para completar o documentário e certamente não esperava que teríamos conseguido resultados tão importantes. Sobre o Carbono 14 em todos estes anos fizeram-se muitas hipóteses: por exemplo que o resultado possa ter sido “dirigido” para fazer que o Sudário tivesse uma datação medieval. No final nos demos conta de que tal hipóteses tinham de fundo uma verdade. Apareceram uma série  de problemáticas que recolocam em discussão todas as certeza sobre o Carbono 14. Houve também sujeitos “externos” que não tinham nada a ver com a datação, que intervieram, dando uma contribuição negativa àquela que devia ser uma análise a ser desenvolvida do modo mais escrupuloso possível. E tudo isso é provado por documentos inéditos.

Queremos provar que a análise do carbono 14 não foi feito de modo correto. O nosso objetivo não é demonstrar que o Sudário seja verdadeiro ou falso: serão as pessoas, vendo o documentário que tirarão por si só as conclusões.

È verdade que existem pessoas que tem medo da verdade sobre o Sudário?

Saracino: Quando em 1988 foi feita a análise do carbono 14, o relativo documentário mostra que muitos estudiosos estava interessados no Sudário como objeto, enquanto que outros estavam interessados numa questão de prestígio pessoal ou, ao menos, de prestígio que teria adquirido o departamento pelo qual trabalhamos. Até mesmo o laboratório de Oxford parece que recebeu 1 milão de esterlinas, de 45 homens de negócio, para demonstrar que o Sudároi era uma falsificação medieval. É evidente que algo não estava bem…

Você acha que se chegará a uma verdade sobre o Sudário? Ou ao menos, em que nível de veracidade poderão chegar as investigações?

Saracino: È claro que o Sudário é um objeto difícil de analizar. Durante uma projeção me foi perguntado porque a Igreja não faz reexaminar o objeto. Até mesmo o inventor do radiocarbono, Libby, quando soube que o Sudário teria sido submetido ao Carbono 14, disse que teria sido uma operação destinada ao fracasso. O STURP teria submetido uma série de 25 exames preliminares justo para achar todos os tipos de poluentes possíveis e fazer a mais correta análise possível. Todos estes exames preliminares – exceto o carbono 14 – foram abolidos, embora o então cardeal Ratzinger o tivesse sempre encorajado. Se hoje quiséssemos submeter o Sudário a uma nova datação, teria sido necessário, antes de tudo, efetuar estas 25 análises preliminares para descobrir os poluentes, para depois proceder seguindo um protocolo escrupuloso. Certamente que as muitas exposições públicas e a recente restauração do Sudário poderiam de qualquer forma ter alterado um eventual novo resultado.

Qual acolhida está tendo o documentário seja a nível de crítica seja a nível de público?

Saracino: O resultado até agora foi muito positivo. Tivemos uma projeção privada à qual assistiu Barry Schwortz, membro do STURP, a equipe que estudou o Sudário em 1978. O comentário de Schwortz foi entusiasta e disse que finalmente, pela primeira vez depois de anos tinha sido feito um documentário que não tinha medo de ilustrar a verdade sobre o Carbono 14 e sobre os bastidores do que aconteceu antes da datação. Schwortz falou disso na América e nos disse que ali há uma grande espera pelo nosso documentário. Já alguns livros americanos falam também.

O documentário foi apresentado como premier no interior do Roma Fiction Fest em Setembro de 2011 e também na projeção da quarta-feira passada no Ateneu Pontifício Regina Apostolorum, as impressões foram entusiasmantes: nos disseram que aquelas que antes eram só hipóteses, agora foram verificadas.

A novidade do nosso documentário é que trata o carbono 14 como nunca tinha sido feito antes. Não tinha nenhum sentido fazer um novo documentário sobre o carbono 14 que fosse igual aos outros: também a nível comercial não teria tido nem sequer sucesso estratégico financeiro.

Veremos logo o documentário na televisão?

Saracino: Há um acordo em fase de definição com uma casa distribuidora. Ainda não posso dar detalhes, só antecipar que é uma das mais importantes distribuidoras da Itália e que garantirá que o documentário tenha uma difusão capilar. Agora o documentário está dando voltas – também no exterior – em Congressos e salas privadas, como aquela do UPRA.

Na televisão encontramos mais obstáculos, não tanto pelo aspecto econômico, mas de conteúdo definido “forte” por algumas produtoras que, portanto, estão tomando um tempo para decidir. O nosso é um documentário rico de informações e complexo para ser acompanhado: colocá-lo no ar na alta noite não seria sem dúvida o maior sucesso. Apontamos à faixa horária do início da noite que, porém, notoriamente, está sempre lotado. Esperamos encontrar um acordo até o outono.

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