Por Arquivo junho, 2012

* Veja e ouça o depoimento de político do PT expulso pelo partido por ser CONTRA o aborto.

sábado, junho 30th, 2012

O Aborto faz parte do programa do PT e quem está no partido e não defende o aborto pode ser expulso do mesmo, como foi o caso aqui.

É uma incoerência absoluta com a fé católica fiel que se diz católico e  que vota em um partido que defende a morte dos inocentes.

Muitos argumentam que “existem outras questões boas” e que , por isso, acham que podem votar no partido…Bem , diante do mais elementar dos direitos humanos, de onde brotam todos os outros, que é a VIDA, não tem muito o que discutir.

Veja o vídeo e tire suas conclusões:


Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* “Ele não pesa, ele é meu irmão!”

sábado, junho 30th, 2012

Música  antiga, sua letra e seus valores, no entanto, são absolutamente atuais.

O fato verídico que a inspirou é bem interessante.

Certa noite, em uma forte nevasca, na sede de um orfanato em Washington DC, um padre plantonista ouviu alguém bater na porta.
Ao abri-la ele se deparou com um menino coberto de neve, com poucas roupas, trazendo em suas costas, um outro menino mais novo.
A fome estampada no rosto , o frio e a miséria dos dois comoveram o padre.
O sacerdote mandou-os entrar e exclamou :
- Ele deve ser muito pesado.
Ao que o que carregava disse:
- Ele não pesa, ele é meu irmão. (He ain’t heavy, he is my brother) Não eram irmãos de sangue realmente. Eram irmãos da rua.
O autor da música soube do caso e se inspirou para compô-la .
E da frase fez-se o refrão. Esses dois meninos, foram adotados pela instituição.”Missão dos Orfãos”, em Washington, DC


Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Conversão de Blogueira ateísta ao catolicismo mostra a atração e a força da verdade!

sábado, junho 30th, 2012

Fonte: http://brandonvogt.com/

Mark Shea gosta de descrever a blogueira Leah Libresco como “a minha ateia favorita”, e eu estou com ele. Leah é uma lufada de ar fresco para contrapor aos furiosos, fundamentalistas, retóricos e intolerantes novos ateus como Richard Dawkins, Sam Harris e o falecido Christopher Hitchens.

Em contraste com eles, Leah é calma e muito refinada. Ela é brilhante e extremamente boa de se ler. E ela não tem medo de examinar objetivamente suas crenças.

Ela começou seu blog, “Jugo desigual“, enquanto namorava um jovem católico, usando-o como uma caixa de ressonância para os argumentos sobre (e contra) religião. O blog acabou por ser renomeado por Patheos e cresceu em um lugar onde outros de espírito sério poderiam dialogar sobre as grandes questões da vida. Foi realmente um dos poucos paraísos on-line onde ateus e crentes poderiam conversar.

Conforme o tempo passava, Leah avançou mais e mais perto do catolicismo de seu namorado. Ela conversou com os diáconos, padres e dominicanos, e até frequentou aulas de RCIA por um tempo. Ela leu dezenas de livros apologéticos e lutou com os argumentos. Mas algo se alterou. Ela e seu namorado terminaram seu relacionamento após dois anos de namoro e ela saiu da OICA (ou, de acordo com Leah, foi “expulsa”.) Parecia que Leah seria para sempre trancada em seu ateísmo como, para ela, pelo menos, oferecia a visão mais atraente do mundo.
Mas a maré mudou de novo.

Leah veio a público com a notícia de que ela decidiu se converter ao catolicismo, e eu não poderia estar mais feliz. Eu sei que eu tenho orado por sua conversão várias vezes, sempre pensando que ela seria um grande católica. E com esta notícia, parece que vai acontecer.

Hoje o céu está rugindo com alegria. Tenho certeza de que os antepassados ​​Leah estão torcendo mais alto, os grandes intelectuais convertidos que abriram o caminho para Leah e tantos outros como Agostinho, Newman, Lewis, Chesterton, e Edith Stein.

Como a maioria das conversões, a de Leah não vai ser apenas interior. Vão vir muitas mudanças externas também. Como um sinal digital de seu interior uma realidade sacramental online?-Leah blog Patheos estará movendo-se do canal de ateu para o canal católico amanhã. Em seu último post de hoje no canal Ateu, ela conta um pouco do pensamento que levou a sua conversão:

“Eu acreditava que a Lei Moral não era apenas uma verdade platônica, abstrata e distante. Acontece que eu realmente acreditava que era algum tipo de Pessoa, bem como a Verdade. E havia uma religião que parecia ser o caminho mais promissor para chegar de volta para que a Verdade viva. Perguntei ao meu amigo o que ele sugeriria que fizéssemos agora, e rezamos o ofício noturno da Liturgia das Horas juntos (eu a mantive comigo desde então). Então eu sugeri que nos abraçássemos e tocássemos Mumford and Sons muito, muito alto.”

Se você tiver uma chance, vá até o blog de Lia e ofereça algumas palavras de incentivo. A conversão, como eu bem sei, é difícil o suficiente de uma tradição cristã para outra. Mas quando você se move do ateísmo ao catolicismo, os críticos são cruéis. Sem dúvida, os ateus se reunirão para o blog Leah, hoje com suas críticas habituais:

  • “Você nunca foi uma ateia de verdade.”
  • “Por que você está abandonando sua razão?”
  • “Você não precisa se converter para viver uma vida moral.”
  • “Você só está fazendo isso por causa de buscar patrocínio.”

Mas não os escute, Leah (como se eu tivesse de lhe dizer isso) A verdade é uma mestra que deve ser seguida sempre aonde leva, mesmo em salas sem iluminação e câmaras sombrias. No entanto, quando as luzes se acendem e a música toca, você vai reconhecer a casa.
Então bem-vinda, bem-vinda, bem-vinda! A Igreja precisa de você, Leah, e será tão agraciada por ter você. De um blogueiro convertido para outro, desfrute da aventura!

“E assim por um tempo parecia que todas as aventuras foram chegando ao fim, mas que não era para ser.”
– C.S. Lewis, “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa”
Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Censo de 2010 revela que católicos hoje são 64,6% da população.No ano 2000 éramos 73,6.

sexta-feira, junho 29th, 2012

Folha de São Paulo

Entre 1960 e 2010, o Brasil viu a parcela de sua população que se declara católica cair de 93,1% para 64,6%. A queda foi constatada com a divulgação, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de novas informações do Censo 2010.

Em 2000, segundo dados do censo daquele ano, os católicos representavam 73,6% da população. Em seguida vinham evangélicos (15,4%), pessoas sem religião (7,4%), pessoas de outras religiosidades (1,8%), espíritas (1,3%) e umbandistas e candomblecistas (0,3%).

A pesquisa mostra que a queda na proporção de católicos foi acompanhada pelo crescimento dos evangélicos, que em 1960 eram apenas 4% da população e em 2010 alcançaram 22,2%. O número de pessoas sem religião também teve aumento expressivo, passando de 0,6% para 8% nos mesmos cinquenta anos.

No caso dos evangélicos, o crescimento foi puxado pelas igrejas de origem pentecostal, como a Assembleia de Deus ou a Universal do Reino de Deus, que atingiram 13,3% do total da população. Os chamados evangélicos de missão, pertencentes a religiões mais tradicionais, como a luterana e a batista, tiveram menos oscilações.

O censo incluiu uma única pergunta sobre religião (Qual a sua religião ou culto?), que estava no questionário aplicado a parte da população. Para chegar aos resultados nacionais, o IBGE utilizou métodos estatísticos.

Segundo a pesquisa, os católicos somavam 123,3 milhões de pessoas no país em 2010, e os evangélicos, 42,3 milhões. Outras religiões que também foram citadas foram o espiritismo (2,8 milhões), a umbanda (407,3 mil), o candomblé (167,4 mil), o budismo (244 mil), o judaismo (107,3 mil), o islamismo (35,2 mil) e o hinduismo (5,6 mil).

Do total de evangélicos, 7,7 milhões eram de religiões de missão, 25,4 milhões eram de religiões de origem pentecostal e 9,2 milhões de religiões não determinadas — como a pergunta feita pelos recenseadores tinha resposta aberta (ou, seja, não apresentava opções dentre as quais a pessoa tinha que escolher sua resposta), alguns só responderam que a religião era evangélica, sem dar mais detalhes.

Da mesma forma, 15,3 milhões de pessoas disseram não ter religião. Desses, 615,1 mil afirmaram expressamente ser ateus e 124,4 mil, agnósticos.

A visibilidade destes dados aqui: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1112383-populacao-de-baixa-renda-e-maioria-entre-evangelicos.shtml

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Seria a admiração do criado uma perda de tempo?

sexta-feira, junho 29th, 2012

Após um nutritivo almoço de domingo, enquanto alguns se dirigiam aos aposentos para a tão reconfortante sesta, resolvemos rezar o Rosário caminhando nas proximidades da floresta..

Naquela tarde, a natureza inteira parecia querer também cumprir o preceito do descanso dominical. Com o clima pouco propício às longas caminhadas, decidimos parar à sombra de uma frondosa árvore. Mal havíamos recitado as primeiras Ave-Marias do Rosário, um zumbido como de uma flecha desviou-nos a atenção.

Ao levantarmos os olhos, vimos um pequeno pássaro, ágil como o pensamento, que cortava o ar com manobras inesperadas. Suas asas, de tão rápidas, tornavam-se quase invisíveis. Tal era a sua beleza que, a nosso ver, esta ave parecia ter fugido por alguma brecha da porta do paraíso para vir habitar em nosso meio. Logo percebemos que se tratava de um colibri.

No mesmo instante, nos veio à mente o sermão pronunciado pelo Mons. João, que na manhã daquele domingo, dizia:”Deus enriqueceu todo o universo com uma imensa e harmoniosa diversidade de seres e o melhor modo de conhecermos a beleza do Criador é admirar a Pulchritude do universo por Ele criado”.

O colibri, qual embaixador de Deus junto às solitárias flores, manifestava um desejo imenso de relacionar-se, de entrar em contato com aquelas flores, pois o Criador de todas as coisas é que lhes tinha dado o perfume, o colorido e o charme;

Também, se grande é o desejo do colibri encontrar a flor, infinitamente maior é o desejo que Deus tem de entrar em contato conosco. Ele se fez homem como nós e veio habitar em nosso meio. Um dia, os seus lábios divinos pronunciaram estas palavras: “A minha alegria é estar junto aos filhos dos homens”. Sendo assim, nossa alma deveria estar também repleta desta mesma alegria de conviver, de estar junto a Deus que se faz visível através de suas criaturas.

Quando ainda estávamos absortos nestas considerações, o sino da capela tocou nos convidando à oração. Porém, aquele pequeno visitante, assustado com este timbre que lhe era desconhecido, voou para longe, onde nossos olhos não mais podiam contemplar. Pouco tempo restava para fazermos a nós mesmos uma última indagação.

Será que não perdemos tempo em analisar esta ave junto à flor? Não teria sido melhor termos cumprido primeiramente o propósito de rezar Rosário? Por que não aproveitamos este tempo para “fazer as coisas práticas” de que o homem moderno tanto se ufana?

Quanto à conclusão, esta tendeu para a negativa, pois segundo o Catecismo da Igreja Católica: “é sobretudo a partir das realidades da criação que se vive a oração”(CIC 2569). Convém lembrar também a bela frase de Santa Teresa do Menino Jesus: “para mim, a oração é um impulso do coração, é um simples olhar lançado ao céu, um brado de reconhecimento e amor no meio da provação ou no meio da alegria”.

Enfim, alguém poderia objetar que estes comentários nada possuem de “científico” e que carecem de maiores conhecimentos de zoologia e botânica. É verdade, entretanto, o homem não foi criado para ver a natureza como se ela fosse somente um imenso composto de fenômenos físicos ou de reações químicas, mas sim, para procurar as impressões digitais de Deus no Universo e fazer destas impressões uma prece “a Quem fez o céu e a terra”.

***

Já na capela, diante do Santíssimo Sacramento, rezando o Santo Rosário, estávamos inundados de uma alegria interior, pois aquela “oração” junto ao colibri, assegurou-nos que “a solidão é uma ilusão”, pois Deus sempre está conosco e a natureza nada mais é do que um grande livro que nos remete ao sobrenatural. Entretanto, é necessário que se saiba lê-lo.

E se, porventura, os céus da Judéia fossem também habitados por estas encantadoras aves, quiçá, o Poeta Divino depois de ter contemplado os lírios do campo, poderia ter dito: “olhai os colibris que voam no céu, eles não tecem nem fiam, entretanto eu vos digo, nem Salomão com toda a sua pompa se vestiu como eles…”

Por Diácono Inácio Almeida, EP.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Seria MESMO a Revolução francesa o tal “Ícone” absoluto da verdadeira Liberdade?

sexta-feira, junho 29th, 2012
Marketing francês

Luiz Felipe Pondé ( Folha de São Paulo)

A Revolução Francesa (1789-1799) é um fenômeno de marketing. Foi importante para medirmos a febre de um país sob um rei incompetente e não para nos ensinar a vida cotidiana em democracia.

Nada há na Revolução Francesa que tenha a ver com liberdade, igualdade e fraternidade. Essas palavras são apenas um slogan que faz inveja a qualquer redator publicitário.

Esse slogan, aliado ao que os revolucionários fizeram (mataram, roubaram, violentaram, enfim, ideologizaram a violência em grande escala), é uma piada.

É uma aula de marketing político: todo mundo cita a Revolução Francesa como ícone da liberdade.

O marketing da revolução ficou a cargo da filosofia. Primeiro caso na história de um fato claramente ideologizado para vermos nele outra coisa. Os “philosophes” do Iluminismo contribuíram muito para essa matriz do marketing político de todos os tempos, a Revolução Francesa.

Começa com a criação da ideia de que existe uma coisa chamada “povo que ama a liberdade” para além da violência que ele representa quando desagradado.

“Povo” é uma das palavras mais usadas na retórica democrática e mais sem sentido preciso.

A única precisão é quando há violência popular ou quando muitos morrem de fome por conta da velha miséria moral humana.

As “cheerleaders” da primavera árabe nas ruas de Damasco, Trípoli, Cairo e Tunis. Já imaginam os árabes lendo Rousseau, Marx e Foucault (que, de início, “adotou” a revolução iraniana).

Dançam para esses movimentos como se ali não estivessem em jogo divisões religiosas atávicas do próprio islamismo, quase total ausência de instituições políticas, tribalismo atroz, grupos religiosos fanáticos muito próximos do crime organizado, para não falar do óbvio terrorismo.

De vez em quando, o “povo” mata, lincha, violenta e destrói cidades, a casa dos outros e o diabo a quatro.
Mas como (e isso é um dado essencial do efeito do marketing da Revolução Francesa) pensamos que o mundo começou em 1789, achamos que o “povo” nunca destruiu tudo o que viu pela frente antes da queda da Bastilha.

A historiadora americana Gertrude Himmelfarb, em seu livro essencial “Caminhos para a Modernidade”, publicado no Brasil pela É Realizações, chama o iluminismo francês de “ideologia da razão”, com toda razão.

Os “philosophes” criaram um fantasma chamado “la raison”, que seria a deusa dos revolucionários.

Se no plano bruto “la raison” justificaria assassinatos nos tribunais populares (que deixam as “cheerleaders” dos movimentos populares !!), no plano sofisticado do pensamento, seria a única capaz de entender e organizar o mundo desde então.

Esse fantasma da “la raison” nada tem a ver com a necessária faculdade humana de pensar para além dos desejos e medos humanos, que é muito dolorosa e rara.

Ela é uma deusa mítica que ficaria no lugar do Deus morto, dando a última palavra para tudo.

Foram muito mais os britânicos e americanos que nos ensinaram a vida cotidiana em democracia. Mas o iluminismo anglo-saxão não foi marqueteiro.

Nas palavras de Himmelfarb, os britânicos, com sua “sociologia das virtudes”, buscavam compreender como as pessoas e as sociedades geram virtudes e vícios. Entre elas, a benevolência e o hábito de respeito à lei comum.

Os filósofos americanos criaram uma “política da liberdade”, nas palavras de Himmelfarb.

Eles associavam a qualidade de pensadores a de homens políticos práticos que investigavam a liberdade, não como uma ideia abstrata, mas como algo a ser preservado pela lei da tentativa contínua do homem em destruí-la em nome de qualquer delírio.

Daí as instituições americanas serem as mais sólidas, até hoje, em termos de defesa dos indivíduos contra os delírios do governo e do Estado.

Os britânicos e os americanos nos ensinaram a liberdade que conhecemos e que dá a você o direito de dizer e pensar o que quiser nos limites da lei.

É hora de deixar nossos alunos lerem mais Locke, Hume, Burke, Tocqueville, Stuart Mill, Oakeshott, Berlin, os federalistas e antifederalistas, Rawls, Strauss e não apenas Rousseau, Marx e suas crias.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Os quatro NÃOS! Do Protestantismo ao ateísmo/relativismo de nossos dias.

sexta-feira, junho 29th, 2012

É possível fazer uma leitura dos acontecimentos históricos que percorrem desde o surgimento do Luteranismo até o relativismo atual através da chave de interpretação da quádrupla negação. Sendo que uma negação prepara o sucessivo “não”.

Vejamos de modo concreto para entender a questão.

DEUS SIM, IGREJA NÃO

É a negação surgida e instaurada por Lutero. Permite uma visão mais subjetivista da fé, onde realça o caráter pessoal da salvação em detrimento do caráter institucional. É possível seguir a Deus, sem seguir uma instituição em concreto. Nega-se o caráter necessário da Igreja para a salvação, para isto, será necessário defender um conjunto de conceitos epistemológicos que será à base do pensamento da filosofia moderna.

DEUS SIM, CRISTO NÃO

Esta segunda grande negação é própria do século da ilustração, onde se busca uma fé fundada apenas na razão. Aceita-se a Deus, mas apenas como um grande relojoeiro que fez sua obra prima (o cosmos), a dotou das forças necessárias para se autogerir e foi embora. A providência é jogada no lixo, surge o DEISMO. Um Deus sem culto e despersonalizado. O homem é senhor total e absoluto de seu próprio destino. Nega-se a transcendência. A realidade não é apreendida objetivamente pelo ser humano, mas construída intelectualmente através das percepções sensitivas que são próprias a toda raça humana.

É no contexto desta segunda negação que surge a Revolução Francesa, retirando dos templos católicos a presença dos santos e de Cristo eucaristia, e erigindo altares à Deusa Razão. Uma “contraditio terminis”, pois “mitologizam” a fé católica, retiram dos evangelhos tudo que seja milagroso e sobrenatural e ao mesmo tempo criam culto e templo para a “Deusa Razão”.

É um racionalismo fundando na irracionalidade do caos e da violência. Destinada intelectualmente ao fracasso, a revolução tinha seus dias contados, apesar da propaganda massiva da revolução perpetrada por Jacques-Louis David criando obras como o Juramento de Horácio (cena dramática que convida a população a pegar em armas) e perpetuando o mártir da revolução no quadro “A morte de Marat”.

A revolução francesa nasce de exigências legítimas de uma população que sofria pela fome, crise nas colheitas e impostos sufocantes. No entanto, conduzida não pela razão que tanto defendia, mas pelo terror das guilhotinas. O lema “liberdade, igualdade e fraternidade”, pese seu caráter evangélico e de se propor como novo evangelho, era escrito pelo sangue de muitos homens e mulheres que não se alinhavam. Vemos a expropriação das propriedades do clero, a assassinato de sacerdotes, religiosos e religiosas. A Fé católica é vista como fundamento do Ancient Regime e como tal deve ser varrida do mapa, como principal inimiga da revolução e de seus ideais.

Surge, então, como resposta a esta barbárie um novo absolutismo que se espalha por toda a Europa. Mas, o mundo já não era mais monárquico, a semente do pensamento revolucionário já tinha sido plantada. E mais tarde crescerá com mais furor através da revolução marxista que veremos a seguir na terceira negação.

DEUS NÃO, O HOMEM SIM

É a última negação presente no séc. XIX. Deus já não é necessário para garantir a ordem do mundo. A única realidade é a material e a este senhor devemos prestar contas. Seu fundamento é a filosofia Hegeliana. Onde o espirito absoluto é traduzido à matéria. E os indivíduos são apenas um momento, uma ocasião para o desenvolvimento da matéria, do mundo perfeito sem classes e de total igualdade.

Na filosofia marxista, não há pessoas, existe apenas o estado, que se desenvolve através da dialética de lutas de classes. O novo homem e nova humanidade marxista é a síntese final do processo dialético, onde a tese são os sistemas econômicos burgueses e a antítese é a classe operária explorada. O marxismo acelera o confronto entre ambas que ocorrerá de modo necessário.

A visão de pessoa humana como um momento do processo dialético materialista é o que justifica a barbárie de mais de 100 milhões de pessoas exterminadas por Stalin. Os comunistas alegam que isto ocorreu porque Stalin desvirtuou a revolução. Em realidade, ele se apresenta como aquele que leva até as últimas consequências os pressupostos filosóficos da revolução.

A negação de Deus só é possível, em última instância, através da negação do ser humano, o que nos conduz a uma quarta negação.

O HOMEM NÃO

A degradação da razão humana conduz a negação da impossibilidade da existência de qualquer verdade absoluta. A filosofia hermenêutica presente na obra “Verdade e Método” de Gadamer é um exemplo. O homem constrói a verdade segundo seu grupo social e cultura, e este grupo com “suas verdades” é que constrói o homem e a verdade das coisas. Deste modo, a verdade é sempre mutável e não um termo “ad quo”, não há uma finalidade para vida humana, mas apenas uma construção de algo caótico a um nada último.

Esta visão epistemológica se apresenta como fundamento do relativismo moral e do indiferentismo religioso. Quando tudo é verdade, não existe verdade. E quando nada é objetivamente verdadeiro, todas as coisas são colocadas no mesmo plano, perdendo seu valor. Priva a racionalidade humana do principio de não contradição, conduzindo a humanidade a ações bárbaras.

Sobre a bandeira da tolerância, o relativismo implanta uma verdadeira ditadura da força e do poder. Pois quando não há uma verdade como critério e medida de nossas ações, se implanta a verdade subjetiva dos mais fortes. Por isso, as politicas e medidas sociais são implantadas não em vistas a um bem comum, ou um critério de bondade e verdade, mas segundo pressões sociais, econômicas ou interesses privados.

Assim vemos a aprovação das uniões homoafetivas, a aprovação do aborto em geral, e do bebê anencéfalo em especifico. O homem volta-se contra o mesmo homem, pois ferido em sua racionalidade, é incapaz de perceber as consequências de seus atos que vão contra a sua própria humanidade.

CONCLUSÃO: UNIDADE SUBSTANCIAL DO SER HUMANO

Existe uma profunda unidade entre as questões religiosas, econômicas, filosóficas, sociais e politicas. Não são elementos separados, pois quem as elabora, vive e pratica é o homem. O ser humano é o centro das questões.

Por isso, um subjetivismo religioso exacerbado de Lutero nos conduz a uma filosofia moderna que coloca o homem como criador da realidade e a Deus apenas como garantidor de uma ordem. Este racionalismo moderno exige a existência de um Deus impessoal e ordenador, surgindo o Deísmo próprio do iluminismo, com sua expressão mais “gloriosa e nefasta” instaurado no culto à “Deusa Razão” no período da Revolução Francesa. Revolução esta guiada por um desejo de fazer o bem, mas com princípios que levariam ao terror. Neste processo de degradação da razão humana o surgimento de regimes ateus, o indiferentismo e o relativismo presentes nos dias atuais são consequências naturais.

Um processo de negação da objetividade das coisas que “corrói” a razão humana, pois negar a capacidade de transcendência humana, é negar a mesma humanidade.

* Daniel Marques é formado em Humanidades Clássicas em Salamanca, Espanha, obteve a graduação e o Mestrado em Filosofia em Roma, e atualmente cursa o 2o. ano de teologia na arquidiocese do Rio de Janeiro.

Contatos: ddsmarques@gmail.com; www.facebook.com/cienciafeculturawww.cienciafecultura.org

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Índia: curas inexplicáveis fazem católicos crescerem de forma absolutamente surpreendente!

quinta-feira, junho 28th, 2012

Zenit

Sucessivos casos de curas inexplicáveis, consideradas sobrenaturais, parecem ser a principal causa do crescimento maciço de fiéis católicos em uma remota região da Índia.

Dom John Kattrukudiyil de Itangar, bispo da região de Arunachal Pradesh, nordeste do país, considera o fenômeno da cura a única razão para o crescimento de uma igreja da sua diocese, que, praticamente sem católicos há 35 anos, agora acolhe 40% da população.

Durante visita à sede da Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) em Königstein, na Alemanha, o bispo descreveu a situação na diocese: “Muitas vezes, as pessoas me contam histórias de curas que acontecem em lugares diversos. E o que eles me contam me deixa assombrado”.

O prelado, cuja região faz fronteira com a China, o Butão e a Birmânia, acrescentou: “Eu tenho uma base sólida nos meus estudos teológicos, e é fácil ser cético sobre esse tipo de coisa. Mas as pessoas estão absolutamente convencidas de que elas foram curadas”.

O bispo contou o caso de um homem que, depois de um passado de perseguição contra a Igreja, se converteu depois de se casar com uma moça católica. “Ele tinha sido convidado a rezar por um homem paralítico. Ele não queria, mas foi assim mesmo e rezou. No dia seguinte, o paralítico se levantou e caminhou até a igreja. Ele ficou tão impressionado com aquela experiência milagrosa que começou a ir à igreja e é agora um dos membros mais ativo da paróquia”.

O bispo admite que esses episódios são tratados com ceticismo na maior parte das vezes em que os narra a terceiros, embora já sejam muitas as experiências diretas: “Quando eu falei sobre essas coisas na Europa, e em outros lugares, muita gente me perguntou se eu não estava contando histórias de pescador”.

Essas histórias, no entanto, destaca dom Kattrukudiyil, significaram “um aprofundamento da vida espiritual para o povo”. “Há muitas histórias de curas que me relatam e que eu não posso ignorar. É a experiência de uma igreja muito jovem, que está experimentando a mesma graça da Igreja dos tempos apostólicos”.

“O fato de muitas pessoas terem experimentado a cura rezando para Jesus atraiu muita gente para a Igreja nos primeiros tempos. Elas atingiram uma espécie de paz de espírito, que as levou a pertencer a essa Igreja. De acordo com os relatos que eu recebo, pessoas que foram visitar doentes e rezaram por eles acabaram vendo aquelas pessoas serem curadas”.

O bispo explica que a região esteve interditada para o acesso de missionários cristãos por causa de leis que só foram revogadas em 1990. “A situação mudou definitivamente quando os jovens de Arunachal Pradesh foram educados em escolas católicas perto de Assam”, disse ele.

“Os alunos dessas escolas pediram o batismo, e, com a permissão dos pais, receberam o sacramento antes de retornar para as aldeias, onde a fé se desenvolveu logo depois. Alguns desses jovens acabaram sendo eleitos para cargos importantes do governo. Isso ajudou a mudar a situação”.

Inicialmente, os novos católicos sofreram sérias dificuldades em muitos lugares, incluindo espancamentos, casas incendiadas, morte de animais domésticos, expulsão do trabalho e da escola. Gradualmente, porém, as coisas melhoraram e não houve mais episódios de perseguição nos últimos vinte anos.

“Hoje, a Igreja não é apenas tolerada, mas admirada pelo seu trabalho na educação e na saúde, tanto que os políticos aproveitam qualquer ocasião para solicitar as atividades filantrópicas da Igreja”.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* E-mail expõe campanha da mídia contra os bispos norte-americanos.

quinta-feira, junho 28th, 2012

ACI

Um e-mail filtrado pôs em evidência que a organização Faith in Public Life, vinculada ao Partido Democrata, realiza um trabalho mediático “atrás de câmaras” para debilitar os Bispos católicos dos Estados Unidos e os eventos como a campanha “Fortnight for Freedom” (Duas semanas pela Liberdade), que procuram mobilizar a população contra a legislação de Barack Obama que oprime a liberdade religiosa e impõe a compra de seguros de saúde que cobrem anticoncepção e o aborto mesmo para instituições religiosas.

Bill Donohue, presidente da Liga Católica para os Direitos Civis e Religiosos, enviou uma mensagem detalhando a campanha contra os bispos no último 18 de junho.

Donohue indicou em sua mensagem que “pessoas de mentalidade similar” podem estar em desacordo com a luta pela liberdade religiosa, “mas há algo indecoroso em marcha quando os que trabalham para um grupo financiado por George Soros (judeu bilionário que financiou a eleição de Obama) estão fornecendo silenciosamente pontos de discussão aos meios de comunicação”.

A mensagem eletrônica filtrada, com data de 7 de junho, foi escrita pelo diretor de programas católicos da Faith in Public Life, o Sr. John Gehring, e está dirigido a repórteres, editores e colunistas da mídia em geral. Nele Ghering se descreve a si mesmo como alguém “de segundo plano”, e contém pontos de discussão, perguntas contraditórias para os bispos católicos e recomendações de peritos a serem entrevistados. Tudo isto no esforço de debilitar a opinião dos bispos na luta contra as políticas anti-vida e anti-família da administração Obama.

A mensagem parece redigida para formar uma narrativa que visa deixar mal ante a opinião pública as objeções católicas à normativa do Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS, por suas siglas em inglês), que vai obrigar que empregadores, incluindo instituições católicas, comprem seguros de saúde com cobertura para esterilizações, anticoncepção e medicamentos abortivos, contrariando seus princípios morais e religiosos.

Uma das perguntas que se recomenda fazer a um bispo diz: “Vocês estão dispostos a sacrificarem as organizações caritativas católicas, colégios e hospitais se não conseguirem seu objetivo contra a normativa?”.

“Vocês (bispos) estão dispostos a deixarem todos os seus empregados sem planos de saúde?”, diz outra das perguntas recomendadas para desacreditar os prelados ante a opinião pública norte-americana.

O correio eletrônico motivava os jornalistas a “fazerem perguntas críticas” sobre as “grandes reclamações” dos bispos, à luz de um “cenário político carregado”, para as eleições de 2012.

Na mensagem indicou-se que tanto as campanhas “Stand up for Religious Freedom” do último 8 de junho, como a “Fortnight for Freedom”, atualmente em marcha até o dia 4 de julho, incluem dioceses católicas.

O grupo ACI procurou repetidamente a versão de Gehring e da Faith in Public Life, mas não obteve resposta.

Em seu website, Faith in Public Life se descreve como um “centro estratégico para a comunidade cristã que busca levar a fé no espaço público, como uma poderosa força de justiça, compaixão e de bem comum”.

Faith in Public Life pode identificar “momentos de oportunidade, quando um evento objetivo ou campanha pode ser efetivamente ampliada ou mudar o debate sobre valores”.

O correio de Gehring se focou apenas na anticoncepção e no “controle de natalidade”, mas não mencionou a cobertura da esterilização ou drogas anticoncepcionais que podem causar abortos.

A mensagem filtrada também sugere que os jornalistas deveriam rechaçar como “ficção”, qualquer afirmação de que há uma “guerra contra a religião” e uma “guerra contra a Igreja Católica” nos EUA. Gehring também sugeriu aos meios de comunicação que perguntem se os bispos deveriam estar preocupados sobre a campanha pela liberdade religiosa “assumindo posturas políticas em um ano eleitoral”.

Mais de 40 instituições católicas apresentaram um processo contra a norma abortista do governo de Barack Obama, enquanto distintos grupos religiosos organizaram manifestações pela liberdade religiosa em todo o país, incluindo a “Fortnight for Freedom” que não é uma iniciativa apenas dos bispos católicos.

Gehring animou os jornalistas e colunistas a perguntarem quem está financiando os esforços dos religiosos pela liberdade religiosa.

“Os jornalistas deveriam indagar aos bispos a respeito dos Cavaleiros de Colombo (KofC pelas suas siglas em inglês), uma organização com bolsos profundos”, recomendou Gehring no correio eletrônico.

Gehring tentou retratar o Cavaleiro Supremo e líder deste grupo católico, Carl Anderson, como um partidista político, indicando seu trabalho na administração do ex-presidente Ronald Reagan, e seu tempo como assistente legislativo do senador republicano Jesse Helms, no final da década de 70 e inícios da década de 80.

As fontes recomendadas aos meios de comunicação pela Faith in Public Life para serem entrevistados, tal como listados no correio de Gehring, são: o professor de leis da Duquesne University Nicholas Cafardi; Terrence W. Tilley, chefe do departamento de teologia da Fordham University; a professora de teologia do Boston College Lisa Sowle Cahill; a professora da Notre Dame Law School M. Cathleen Kaveny; o professor de estudos religiosos da Fairfield University Paul Lakeland; e o sacerdote jesuíta Thomas Reese, S.J. do Woodstock Theological Center.

Bill Donohue criticou o esforço mediático, dizendo que o correio eletrônico de Gehring animou os meios a “vitimizarem a vítima”, e terminou assinalando aqueles que se recusam a desonrar seus princípios.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Você sabe qual é “A mentira da(s) mentira(s)”?

quarta-feira, junho 27th, 2012

Igor Carneiro

O pressuposto do mundo moderno é o que de a verdade não existe, só assim todos conseguem se aceitar sem entrarem em conflito. Ora, sicrano diz a verdade e fulano também, portanto, respeitam-se nas suas verdades. Essa paz exterior se justifica? Esse utilitarismo também é relativista. Vivemos, na verdade, o mundo dos sofistas.

Aqueles vencidos por Sócrates, Platão, Aristóteles e Cia, hoje, são os vencedores. Parece que eles têm razão. Mas, parecer é pressuposto de verdade?Vamos ver se os argumentos se sustentam quando confrontados com eles mesmos. Não vamos atrás de outras refutações mais óbvias, vamos ficar simplesmente na lógica da coisa. “Tudo é relativo!” – Se tudo é relativo, essa afirmação de que tudo é relativo, é relativa? Se tudo for relativo, a própria expressão que afirma que tudo é relativo tem sua ressalva, então, por ela mesma, existe algo de absoluto. Mas, se existe algo absoluto, nem tudo é relativo. Portanto, a própria afirmação não se sustenta. É impossível que tudo seja relativo, porquanto a relativização do relativo acarreta no absoluto.“A verdade não existe!” – Será isso verdade? Se a verdade não existe, e essa afirmação for verdadeira, então a verdade existe! A verdade é que a verdade não existe! Outro argumento que não se sustenta.

Obviamente, a verdade é algo mais do que necessário. Se for verdade que a verdade não existir, chegamos ao ponto de duvidar da própria existência e ter a necessidade de lembrar que penso, para que possa existir. Ora, isso é loucura! Diria eu: “penso, sinto, imagino, cheiro, ouço, vejo, falo, comunico-me, abraço, amo, por isso, é claro que eu existo”! É o tolo que, levado pelo relativismo, e é a consequência imediata desse conceito, questiona a própria existência. Lá vai o débil pensar: “Será que eu existo, será que o mundo é uma mentira? Minha mãe existe? De onde eu vim? Para onde eu vou?” – E a baba descendo de sua boca.  Ainda ,em contraposição, confirmando a afirmação de que a verdade não existe e dizendo que esse argumento não é verdade, chegamos à conclusão de que a verdade existe.Não existe uma só verdade, na verdade, elas são muitas. Bem, esse argumento não é demente, mas completamente esquizofrênico! Vamos para suas consequências: Bem, eu sou cristão e acredito que Jesus morreu na cruz por mim para que fosse salvo dos meus pecados dos quais eu mesmo não posso, por mim mesmo, nem me livrar, nem me salvar. José acredita no espiritismo, no qual, Jesus é um ser de luz, incrivelmente evoluído, e que todos vão se reencarnar. João acredita no budismo, que nem fala muito de Jesus, já que Sidarta Gautama parece mais com São Francisco. Joaquim é judeu, e crê que Jesus é só um profeta, e que, na verdade, ele ainda vai vir. Entre outros, enfim. Afinal, quem é Jesus? Se tudo isso for verdade, Jesus é uma pessoa bem complexa: é um espírito de luz, um simples profeta, ninguém, e Deus ao mesmo tempo. Pior que isso, se considerar tudo isso como relativo, eu vou para o Céu, assim espero, José vai reencarnar, Joaquim vai para a mansão dos mortos, e João, não sei para onde vai. Bem, se isso é verdade, tudo vai acontecer ao mesmo tempo.

Vivemos em universos paralelos e, não se sabe como, eles se conectam. Pior, se considerarmos todas sendo verdadeiras, no final das contas, nenhuma é, e voltamos para o absurdo anterior.Alguém pode se perguntar: “Como argumentos tão fracos podem ser tão fortes?”. – Simples, eles são convenientes. Imagine a verdade existindo no Direito, muitos advogados vão perder a profissão, por não terem mais o que fazer. Imagine a verdade existindo na política: ninguém vai querer ser político, porque esse não vai ter vida e vai viver preocupado com todos. Imagine a verdade nas religiões: muitas vão ter que acabar. A humanidade, em geral, não dá nenhuma importância à verdade, sim ao bem-estar, a si mesmo. A verdade, por mais das vezes, é inconveniente, por isso não é contada.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* O uso das HQS ( Histórias em quadrinhos) a favor do relativismo sexual. Afinal, onde se quer chegar?

quarta-feira, junho 27th, 2012



Mercatornet.com


Primeiro veio a revelação por parte da DC de um Lanterna Verde gay,seguida de um circo midiático de publicidade e especulação durante todo o mês. Em maio, a DC anunciou que um dos seus super-heróis mais famosos e antigos em breve sairia do armário. “Seria o Superman gay?” inflamaram as manchetes.

A parceria de Batman e Robin há muito tempo é sujeitada a esse tipo de insinuação; poderia essa ser a revelação final? E, é claro, tem a Mulher Maravilha, a amazona dominadora de quem homem nenhum ganha em uma queda-de-braço, e tampouco o coração.

Como sugere o tabloide hollywoodiano TMZ, a decisão da DC de escolher o Lanterna Verde colocou toda a publicidade em uma espécie de jogo dos copos, considerando que o Lanterna Verde é mais um corpo policial intergalático do que um indivíduo, e que há mais de 7200 Lanternas Verdes no grupo.

O Lanterna Verde mostrado beijando outro homem no segundo número da revista Earth 2 da DC na verdade não é Hal Jordan, o personagem mais associado à franquia, mas uma versão reinventada de outro homem, Alan Scott (que, no entanto, ao ser introduzido pela primeira vez em 1940, era casado e pai de dois filhos).

O Lanterna Verde gay é, portanto, uma reciclagem de uma reciclagem, um personagem reimaginado de um universo DC reimaginado (que, como muitos fãs de HQs lhe dirão, é na verdade um multiverso).

O novo personagem, então, é tão afastado do original que apenas Stephen Hawking poderia teorizar apresentar um ao outro. Quanto à Kate Kane, a atual e lésbica Batwoman introduzida pela DC com igual alardeio em 2009, seu status periférico sugere um propósito altamente comercial.

Para não ser superada, a Marvel Comics irá apresentar seu primeiro casamento gay em Astonishing X-Men número 52, lançada em 20 de junho.

O número, completo com ilustração explícita da cerimônia e todos os seus convidados coloridos, irá exibir as núpcias do super-heroi canadense Estrela Polar e seu parceiro civil, Kyle Jinadu.

Não podendo ser acusada de uma simples debutante, a Marvel pode ampliar sua exibição de temas homossexuais porque personagens gays já são coisa antiga no seu universo.

Embora não tenha o reconhecimento do Lanterna Verde, o Estrela Polar foi introduzido pela primeira vez em 1979, e foi retratado como abertamente gay desde 1992, poucos anos depois que a Associação Americana de Revistas em Quadrinhos derrubou a proibição desse tipo de conteúdo. Ele é o primeiro de uma série de personagens que se podem chamar de “não-heterossexuais”, incluindo os bissexuais transmorfos Mística e Hulkling, assim como pelo menos um humanoide artificial produto de bioengenharia de uma dimensão conhecida como Mojoverso.

O personagem, cujo nome é Shatterstar, deixou claro para os leitores que é anatomicamente equipado e sexualmente funcional. Recentemente ele trocou um beijo com o companheiro de equipe Rictor, um mutante bissexual com a capacidade de gerar terremotos localizados.

O fato de temas e personagens homossexuais já existirem nas HQs de super-heróis (há décadas em alguns casos) pode fazer alguém se perguntar por que essas publicações e suas campanhas estão acontecendo de novo. Uma resposta talvez esteja no fato de que, em grande parte, esses personagens estejam sendo tratados como mascotes sociopolíticos, e não como personagens fictícios.

A maioria dos debates sobre sua validade envolve questões de homossexualismo e casamento gay no mundo real. O vice-presidente da DC Comics, Bob Wayne, fala da decisão de revelar o homossexualismo de um dos seus super-heróis como prova de uma perspectiva evoluída, ecoando as palavras do presidente Barack Obama, que aprovou o casamento gay. Isso é uma reversão de uma política definida ainda no ano passado pelo coeditor da DC, Dan Didio, de que todos os personagens homossexuais seriam novos.

Se a audiência aceita ou não o novo Lanterna Verde, não há como negar que as palavras de Wayne, assim como as de Obama, foram ditas para insultar os que não o aprovam. Ele pode ter falado que a perspectiva estava mudando, desviando-se, ou mesmo se tornando mais compassiva, mas falar no sentido de evolução, isso é um ataque deliberado; duplamente, se você considerar que o alvo foi o público cristão.

Se esse tipo de publicidade será boa ou má para as vendas de HQs e para os movimentos homossexuais, isso é uma questão que, pela sua complexidade, é muito mais fácil de ignorar. Trata-se da própria imaginação: aquela atividade extremamente particular responsável pela própria existência da atração dos super-heróis.

Ao contrário da crença popular, a literatura (e isso inclui histórias em quadrinhos) não é simplesmente um conduto pelo qual os autores podem infundir valores nos seus leitores. Ao contrário, ela é um meio de comunicação cuja importância, qualquer que seja a intenção do escritor, é moldada em grande parte pelas experiências e posições atuais do leitor. Não somos escravos do que lemos; um trabalho de literatura pode, afinal, levar à mudança das crenças pré-existentes de alguém, mas esse poder não está dentro da literatura mais do que o poder de mudar a realidade está dentro de um único leitor.

Introduzir personagens gays tais como o Lanterna Verde pode não “transformar os leitores em gays”, como observaram sarcasticamente alguns defensores, mas essa introdução também não vai simplesmente cair no vazio. Por estarem na periferia da cultura pop, revistas de super-heróis não são tão relevantes, e as razões dadas pelas editoras e pelos escritores para apresentar personagens gays (as de que são mais como o mundo real, mais atuais, ou que irão estimular aceitação e mentes mais abertas) não respeitam sequer as tão modestas limitações do seu tão modesto meio. Embora os leitores de quadrinhos sejam considerados alternativos (mundos de HQs exploram múltiplas realidades, e é preciso ter a mente aberta no sentido mais básico para se ter uma boa imaginação), eles não ficam sem uma identidade própria. Eles podem, como alegaram as editoras, não ter nada contra o fato de o Lanterna Verde ser gay, mas não porque estão sendo sugestionados pela DC.

Segundo, e mais importante, a imaginação é metafísica. A sexualidade, por outro lado, é fundamentalmente física. Embora a imaginação e a sexualidade possam cooperar de várias formas, demonstrações sexuais explícitas em HQs continuam sendo um tabu vergonhosamente periférico na subcultura das HQs; basicamente, uma nerdice entre os nerds. Animes eróticos, ou hentais, estão em um canto isolado das lojas de histórias em quadrinhos, assim como está a pornografia em uma locadora de filmes ou banca de revista. As editoras de histórias em quadrinhos não são cegas a essa segregação. Elas reconhecem que a maioria dos leitores de HQs, apesar das suas imaginações vívidas, ainda preferem relacionamentos com pessoas de carne e osso.

Revistas em quadrinhos podem mostrar beijos, abraços, e ocasionalmente alguma nudez, mas elas ainda estão no ramo de salvar a Terra de aliens transmorfos, e não o de explorar os potenciais Kama Sutras de monstros com tentáculos. No filme Barrados no Shopping, de 1995, quando o personagem Brodie (Jason Lee) incomoda o quadrinista Stan Lee falando a respeito das capacidades eróticas de vários super-heróis, isso se mostra ridículo e patético. “Antigamente, nós não pensávamos nesse tipo de coisa”, responde o ícone dos quadrinhos, cortando as perguntas. Mesmo hoje em dia, apesar das ocasionais manchetes, isso ainda não acontece. Stan Lee diz depois a um amigo de Brodie: “acho que ele precisa de ajuda. Ele parece ser bastante obcecado com os órgãos sexuais dos super-heróis. Mas ele vai superar isso”.
A ironia é que, se há uma coisa em tudo isso pela qual a indústria pode ser condenada, é por não retratar a diversidade do mundo real. Por exemplo, o Lanterna Verde já abordou questões homossexuais antes. Em 2000, a série introduziu Terry Berg, um assistente de 17 anos abertamente gay de uma outra vesão do Lanterna Verde, Kyle Rayner.

Quando Berg foi espancado por uma gangue de ódio, até Lex Luthor condenou o ataque e sua motivação, sugerindo que é muito pior ser um agressor de gays no universo DC do que um supervilão que frequentemente planeja a morte de milhões (dentre os quais, sem dúvida, também estão alguns gays). A Marvel, enquanto isso, tem seus próprios exemplos.

Entre os convidados do casamento gay na capa da revista Astonishing X-Men número 52, o super-herói Wolverine está em destaque. Vindo do norte do Canadá, e em quase todos os aspectos um estereótipo do homem de fala grossa, peito cabeludo, camisa regata, bebedor de cerveja, ele, no entanto, aceita tudo isso perfeitamente bem. De alguma forma, suas garras de adamantium parecem mais razoáveis. Mostrar perspectivas divergentes em heróis e vilãos, mesmo em nome da diversidade e da credibilidade, é simplesmente fora de moda. Para os que estão no ramo do super-heroismo, parece tudo uma covardice.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do LifeSiteNews: “The latest trend in comic books—gay superheroes”

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Jornalista paraguaio explica “por dentro” o contexto da saída de Lugo.

quarta-feira, junho 27th, 2012

Fonte: Blog 247

Pelo tamanho do artigo optamos em publicar apenas a parte que fala do Lugo. Antes disso -no artigo- faz uma recapitulação histórica de lutas, vitórias e fracassos do nobre pais irmão.

***

“Depois de duas décadas da derrubada de Stroessner, nos aparece Fernando Lugo. Sua história é peculiar. Era bispo de San Pedro, simpaticão e esquerdista, pregava aos sem-terra e parecia não incomodar ninguém, nem os fazendeiros da área. Pelos idos de 2007 o então presidente Nicanor Duarte Frutos, um jovem jornalista eleito pelos colorados deixa clara sua vontade de mudar a Constituição e permanecer no presidência, através do instituto inexistente da reeleição. Seu governo era mais que sofrível e – descupem-nos a imodéstia latreada em nossa história – nós, os paraguaios, não somos dados ao desfrute de mudar nossa Carta Magna ao sabor da vontade de presidente algum. O país se levantou contra a aventura e ele, que o bispo bonachão, justamente por não ser político e garantir que não alimentava qualquer ambição de poder, é escolhido para ser o orador de um grande ato público, com dezenas de milhares de pessoas no centro de Assunção. Pastoral, envolvente, preciso, o Bispo de San Pedro cativou a multidão, deu conta do recado e catalisou imensa indignação da cidadania. A aventura continuísta de Nicanor não foi bem-sucedida, (…) nos aparece um candidato forte à presidência da República: ‘habemus candidatum’! A batina vestia mais que um pastor, escondia um homem frio, ambicioso, ingrato e profundamente amoral.

Seu primeiro problema foi com a Igreja. O Vaticano, certamente por saber algo que nós não sabíamos, vetou sua disposição política. Não, de jeito algum, ele poderia ser candidato. A igreja católica combateu a ditadura do general Stroessner com coragem e ação, mas não queria ocupar a presidência do país. “Roma coluta, causa finita” (“Roma falou, questão decidida”), mas não para Lugo, que deixou seu bispado, despiu a batina e virou às costas a quem lhe educou e lhe acolheu no seu seio. Poucos e corajosos colegas Bispos e padres o apoiaram abertamente. Na última sexta-feira, depois de três anos sem vê-lo ou serem por ele procurados, esses mesmos amigos e apoiadores foram até a residência presidencial pedir – em vão – que Lugo renunciasse à presidência do Paraguay para que se evitasse derramamento de sangue.

Candidato sem partido, entretanto com as simpatias da clara maioria do eleitorado. Filiou-se, pois, a um partido e o escolhido foi o centenário e respeitável PLRA, dos liberais, há mais de 60 anos fora do poder e com a respeitável bagagem de uma corajosa oposição à ditadura stroessnista. Como um Jânio Quadros, Lugo filiou-se ao Partido Liberal Radical Autêntico e usou sua bandeira, sua história e sua estrutura capilarizada em toda a sociedade paraguaia. E depois deu-lhe um adeus de mão fechada, frio e indiferente.

Eleito, desfez-se de todos os companheiros de jornada. Um a um. Stalin não apagou tantos nas fotos oficiais do Kremlin como o ex-bispo o fez. Mas demitiu os mais qualificados, por sinal. Restaram-lhe os cupinchas, os facilitadores de negócios e de festinhas íntimas, os “operadores” e alguns incautos esquerdistas para colorir com as tintas de um risível ‘socialismo guarani’ o governo de um homem que chegou como o Messias e terminaria como um Judas Escariotes.

Lugo poderia emprestar seu nome e sua trajetória de vida política (e pessoal, também) ao mestre Borges e tornar-se uma das impressionantes personagens da “História Universal da Infâmia”. Um infame, não mais que isso! Mal eleito e empossado, sucedem-se escândalos e se revela seu procedimento. Filhos impensados para um supostamente casto Bispo. Vários. Todos jamais reconhecidos ou amparados, gerados com mulheres as mais pobres e sem instrução alguma, uma delas com apenas 16 anos quando da gravidez. Se traíra a sua Igreja, por qual razão não nos trairia? E traiu.

Não passou um mês sequer durante seus três anos de governo sem que viajasse a um país qualquer. Com razão ou sem nenhuma, para conferências esvaziadas ou cerimônias de posse de mandatários sem importância ou relevo para o Paraguay. As pompas do poder o abduziram como a nenhum déspota de república bananeira do Caribe. Os comboios de limusines com batedores estridentes, as festas e beija-mãos, os eternos e maviosos cortesãos do poder, as belas mulheres, as mesas fartas, os hotéis cinco estrelas, a riqueza, a opulência, os “negócios”. O despojado ex-bispo tornou-se grande estancieiro. O presidente que tomou posse calçando prosaicas sandálias como símbolo de humildade, revelou-se um homem vaidoso e fetichista. Como que a vestir a mentira em que ele próprio se tornou, passou a enxergar elegantes e bem-cortadas túnicas encomendadas à alfaiates da celebérrima e caríssima Savile Row, templo londrino da moda masculina. No detalhe, o estelionato (mais um): colarinhos eclesiásticos. Afeiçoou-se a lindas e jovens, digamos, “modelos”, que floriram sua vida e a banheira Jacuzzi que mandou instalar na austera e velha residência presidencial. Muitas delas o precediam mundo a fora, esperando-o em hotéis fantásticos e palácios, nas vilegiaturas internacionais. Viajavam com documentos oficiais. Kaddafi auspiciava passaportes diplomáticos a terroristas, Lugo a prostitutas.

O veto de Itaipu

Sua afeição pelos jatinhos e jatões chegou às raias do fetiche: passou boa parte de seu peculiar mandato a bordo deles. Fretados à empresas de táxi aéreo de outros países, mandados pelos amigões Hugo Chávez e Lula, outras emprestados sabe-se lá por um tais e misteriosos amigos. Chocou-se com o brasileiro Jorge Samek, fundador do PT e competente gestor, que na presidência brasileira da Itaipu resolveu vetar capricho juvenil do ex-bispo e delirante presidente paraguaio: a poderosa binacional compraria um jato para seu uso. Um Gulfstream, quem sabe um Falcon, ou até um brasileiríssimo Legacy, mas ele precisava ardentemente de um jato para chamar de seu. Depois mandou que o comandante da Força Aérea negociasse um Fokker 100, adaptado com suíte e ducha. Nada feito, o raio de ação seria pequeno e ele precisava ganhar o mundo! Por fim, nos estertores de seu governo, entabulava a compra de um Challenger, usado mas chique, de um cartola do futebol paraguaio. O preço, como sempre, mais um escândalo da Era Lugo: pelo menos o dobro de um modelo novo, saído de fábrica…

Obras viárias? Imagine. De infraestrutura? Nenhuma. Modernização do país? Nem pensou nisso. Crescimento econômico? Sim, mas por obra de uma agricultura forte, de empresários jovens e ambiciosos, de uma indústria florescente e de um ministro da economia que destoou da regra geral do governo Lugo: competente e austero, imune às vontades do presidente e distante da escória que o cercava. A cada novo dia, no parlamento, nas redações, nos sindicatos, nos foros empresariais, nos encontros de amigos, um novo comentário, uma nova história de mais uma negociata dos assessores e companheiros de Lugo. Proporcionalmente, nem na ditadura de Stroessner (mais de três décadas), se roubou tanto quanto no governo pseudo-esquerdista de Fernando Lugo (menos de três anos).  Já com Lugo deposto, seu secretário mais forte, Miguel Lopez Perito, telefonou à diretoria da Itaipu solicitando a bagatela de US$ 300 mil para organizar uma manifestação em defesa do governo. Queria ao vivo e a cores, “na mala”, por fora, não contabilizado, no “caixa 2″. Que tal? Fato tornado público por um diretor da binacional e revelador do modus-operandi da verdadeira quadrilha que comandava o país.

O impeachment

Seu processo de “Juízo Político” – algo como um processo de impeachment – está previsto na Constituição do Paraguay, e não foi uma travessura histórica de meia dúzia de líderes políticos ou parlamentares revidando as descortesias de Lugo para com os partidos, os empresários, os paraguayos todos. Que tipo de presidente era esse que teve 73 deputados votando por sua queda contra apenas 1 solitário voto? Que espécie de chefe da Nação era esse que teve 39 votos contrários contra apenas 4 senadores fiéis ao seu desgoverno? Não teve tempo, apenas duas horas para defender-se. Ora, a Constituição não determina tempo, apenas assegura-lhe o direito de defesa, exercido através de competentíssimos advogados, que fizeram exposições brilhantes na defesa do indefensável. Um deles, Dr. Adolfo Ferreiro, admitiu claramente que o processo era legal. De outro, Dr. Emilio Camacho, em imponente ironia da história, os magistrados da Suprema Corte extraíram em um de seus celebrados livros aqueles ensinamentos necessários e a devida jurisprudência para rechaçar chicana jurídica do já ex-presidente contra o processo legal, constitucional e moral que o defenestrou. C’est la vie, Monsieur Lugo!

Em Curuguaty, num despejo de terras ocupadas pelos “carperos” (os sem-terra daquí), dezenas de mortes de ambos os lados. Lugo e seu ministro do interior, o belicoso senador Carlos Filizzola, foram avisados de que havia uma emboscada pronta para as forças militares. Com a empáfia que os caracterizou do primeiro ao último dia, e fiel aos amigos que manejam o MST daquí e infernizam a vida de produtores rurais (entre os quais os 350 mil brasileiros que aquí plantam, colhem e vivem, nossos irmãos “brasiguayos”), ambos ordenaram a ação que se tornou uma tragédia na história de nosso país. Poderia citar, também, o EPP (Exército do Povo Paraguaio), guerrilha formada por terroristas intimamente ligados a Lugo em seus tempos na bispado de San Pedro. Jamais as forças de segurança puderam fazer nada contra eles. Mapeados, identificados, monitorados e soltos: Lugo se manteve fiel aos bandidos pelos quais mostra clara e pública afeição. Como Belaúnde Terry, no Perú, que permitiu com seu “democratismo” o crescimento do terror representado pelo Sendero Luminoso de Abimael Guzmán, Lugo é o pai e a mãe do EPP.

Um hiato na história

Fernando Lugo foi um hiato em nossa história. Necessário, mas sofrido. Seus defeitos superaram suas virtudes. Aqueles eram muitos, essas muito poucas. Nós que nele votamos, sequiosos de um Estadista, nos deparamos com um sibarita. Seu legado é de decepção e fracasso. Não choraram por ele dentro de nossas fronteiras, e os que o defendem foram deles o fazem muito mais pensando no que lhes pode ocorrer do que por solidariedade ao desfrutável governante e desprezível homúnculo que cai.

O fim de seu governo dói mais a um dolorido Chávez do que a nós. A Senhora Kirchner, radical na condenação que nos impõe, se esquece de nossa parceria na importante e gigantesca usina hidrelétrica de Yaciretá, e amplia sua lucrativa viuvez acolhendo em seu seio choroso o decaído amigo. Solidária? Nem tanto, apenas sabendo que se abriu o precedente para que os parlamentos expulsem os incapazes. Na Bolívia o sentimento popular em relação ao sectário e também bolivariano Evo Morales não é diferente do sentimento dos paraguayos por Lugo no outono de sua aventura presidencial. É pior. O relógio da história irá tocar as badaladas do fim de uma aventura mais que improdutiva: raivosa e liberticida.

A posição brasileira

Não compreendemos a posição do Brasil. Ou não queremos compreender, tanto é o bem que lhe queremos. Nos arrasou como sicário da Rainha Vitória e nós lhe perdoamos e juntos construímos o colosso de Itaipu. O tratamos bem e ele defende a continuidade de uma das piores fases de nossa história, em nome do quê? Nega-nos o direito à autodeterminação, mas se esquece do papelão ridículo que fez em defesa de um cretino como Zelaya, um corrupto ligado a grupos somozistas de extermínio e que era tão esquerdista como Stroessner e democrático como Pinochet.

Foi deplorável o papel do chanceler Patriota (que não se perca pelo nome), saracoteando pelas ruas de Assunção em desabalada carreira, indo aos partidos Liberal e Colorado pressionar em favor de um presidente que caia. Adentrando o Parlamento ao lado do chanceler de Hugo Chávez, o Sr. Maduro, para ameaçar em benefício de um presidente que o país rejeitava. Indo ao vice-presidente Federico Franco ameaçar-lhe, com imensa desfaçatez, desconhecendo seu papel constitucional e o fato de que ninguém renunciaria a nada apenas por uma ameaça calhorda da Unasul (que não é nada) e outra ameaça não menos calhorda do Mercosul (que não é nada mais que uma ficção). O Barão do Rio Branco arrancou seus bigodes cofiados no túmulo profanado pelo Itamaraty de hoje. O que quer o governo Dilma? Passar pelo mesmo vexame de Lula na paupérrima Honduras? Se afirmativo, já fica sabendo que passará. Nós temos imensa disposição de continuar uma parceria que se relevou positiva e decente para ambos os países. Mas não temos da austera presidente o mesmo terror-medo-pânico que lhe devotam seus auxiliares e ministros. Cara feia não faz história, apenas corrói biografias. Dilma chamou seu embaixador em Assunção e Cristina fez o mesmo. As radicais matronas só não sabiam que: o embaixador brasileiro é um ausente total, vivendo mais tempo em Pindorama do que por aqui. Recorda o ex-embaixador Orlando Carbonar, que foi pego de surpresa em fevereiro de 1989 pelo movimento que derrubou o general Stroessner. Até meus filhos, crianças na época, sabiam que o golpe se avizinhava e que estouraria a qualquer momento, menos o embaixador brasileiro, que descansa no carnaval de Curitiba, sua cidade natal. Voltou às pressas, num jatinho da FAB, para embarcar Stroessner rumo ao Brasil. E a Argentina… Bem, a Argentina não tem embaixador no Paraguay faz alguns meses… Ocupadíssima, Dona Cristina não nomeou seu substituto.

O Paraguay fez o que tinha que fazer. Seguirá adiante, como seguem adiante as Nações, testadas e curtidas pelas crises que retemperam e reforçam os povos. O religioso que não honrou seus votos de castidade e pobreza e traiu sua igreja, foi por ela rejeitado. O presidente que não honrou nossos votos e nos traiu, foi por nós deposto. Deposto por incapaz, por mentiroso, por ineficiente. Mas, principalmente, por que traiu as esperanças de um país e um povo que precisaram dele e nele confiaram e ele os traiu a todos. E, por isso, Lugo não voltará.

(*) Chiqui Avalos é conhecido escritor e jornalista paraguaio. Combateu a ditadura de Stroessner e apoiou a candidatura de Fernando Lugo. É o editor de “Prensa Confidencial”, influente boletim digital editado no Paraguai.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Curta-metragem para crianças provocou polêmica na França ao contar uma história de romance homossexual.

terça-feira, junho 26th, 2012

Desenho animado para crianças de peixes gays provocou polêmica na França

O desenho animado O beijo da Lua conta a história do peixe Félix, que se apaixona por outro peixe, León.

O curta de 20 minutos mostra sob diferentes pontos de vista uma história de amor homossexual. O objetivo dos produtores era abordar os temas de intolerância e homofobia.

Uma associação conhecida como Collectif pour l’enfant (“Coletivo pelas Crianças”) criticou o desenho por abordar temas considerados por eles não apropriados para crianças. O desenho é voltado para crianças de 8 a 10 anos.

O diretor do filme, Sébastien Watel, disse à BBC que é homossexual, e que sua intenção foi mostrar às crianças que não há diferenças entre romances gays e romances heterossexuais.


Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2012/05/120515_desenho_gay_dg.shtml

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Descoberta Histórica! Arqueólogos encontram restos ósseos de João Batista, em Igreja na Bulgaria.

terça-feira, junho 26th, 2012

Investigadores da prestigiosa Universidade de Oxford, no Reino Unido, assinalaram que os ossos encontrados em uma igreja da Bulgária em 2010 poderiam ser os restos do S. João Batista, segundo as evidências que possuem até o momento.

Segundo um comunicado difundido pela universidade britânica no dia 15 de junho, uma das peças ósseas encontradas, que corresponde a um nódulo da mão direita e data do primeiro século depois de Cristo.

Os investigadores expressaram sua surpresa pelo achado, embora indicassem que só a evidência da data não pode provar definitivamente que o osso pertencia a João Batista.

Os ossos foram descobertos originalmente pelo arqueólogo Kazimir Popkonstantinov, em 2010, durante uma escavação em uma velha igreja chamada SvetiIvan (que se traduz como São João), em uma ilha da Bulgária. O nódulo é um dos seis ossos humanos encontrados, que incluem um dente e uma peça do crânio.

Os ossos estavam contidos em um pequeno sarcófago de mármore, debaixo do piso da igreja, perto do altar.

O professor Thomas Higham, que junto a Christopher Ramsey realizou a prova de carbono radioativo nos ossos, expressou sua surpresa “quando a datação de carbono radioativo produziu esta idade muito precoce. Tínhamos suspeitado que os ossos poderiam ser mais recentes que isto, possivelmente do terceiro ou quarto século”.

“De qualquer forma, o resultado do osso metacarpiano claramente consistente com alguém que viveu a começos do primeiro século depois de Cristo. Se essa pessoa é ou não João Batista é uma pergunta que não podemos responder definitivamente, e provavelmente nunca poderemos”.

O doutor Hannes Schroeder e o professor EskeWillersley, ex-estudantes de Oxford, reconstruíram a completa seqüência genética do DNA mitocondrial dos ossos humanos, para estabelecer que são da mesma pessoa.

Os cientistas identificaram que o grupo genético correspondia ao mais frequentemente encontrado no Oriente Médio, a região onde nasceu e viveu João Batista, e que se tratava de um homem.

Shroeder indicou que “nossa preocupação é que os restos poderiam estar poluídos com DNA moderno. Entretanto, o DNA que encontramos nas amostras mostrou patrões de dano que são característicos de DNA antigo, o que nos deu confiança nos resultados”.

“Isto não prova que estes os restos sejam de João o Batista, mas tampouco refuta essa teoria, já que as seqüências (genéticas) que obtivemos encaixam com sua origem no Oriente Médio”.

Os arqueólogos búlgaros que encontraram os ossos também acharam uma pequena caixa perto do sarcófago, que tinha uma inscrição em grego antigo que menciona diretamente João o Batista.(foto abaixo)


Os especialistas estimam que essa caixa proveio da Capadocia, na moderna a Turquia, e chegou a Bulgária através da antiga cidade da Antioquia, onde a mão direita de São João teria permanecido até o século X.

Por outra parte, o investigador Georges Kazan, também de Oxford, através de um estudo histórico concluiu que no final do século IV, um grupo de monges levaram as relíquias do João Batista fora de Jerusalém, entre elas partes do crânio.

Depois disto, as relíquias teriam permanecido em Constantinopla, nas mãos da elite dessa cidade.

A investigação do doutor Kazan assinala que o relicário usado para conter os ossos de João Batista guarda semelhança com o que foi encontrado na Bulgária.

Segundo Kazan, “minha investigação sugere que durante o quinto ou ao começo do sexto século, o monastério de SvetiIvan poderia ter recebido uma porção significativa das relíquias do João Batista, assim como um precioso relicário em forma de sarcófago, da parte de um membro da elite de Constantinopla”.

“Este presente poderia ter sido feito para dedicar ou re-dedicar a igreja e o monastério a São João, cujo benfeitor ou benfeitores poderiam ter apoiado economicamente”, assinalou.

Fonte: http://globalvoicesonline.org/2010/08/21/bulgaria-discovery-of-john-the-baptists-relics-causes-political-scandal/

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Nasce um novo cargo na Secretaria de Estado da Santa Sé – assessor para comunicação.

terça-feira, junho 26th, 2012

Nasce um novo cargo na Secretaria de Estado da Santa Sé – assessor para comunicação. Para exercê-lo foi nomeado o jornalista dos Estados Unidos, Gregory Burke, membro da Opus Dei, como foi Navarro-Valls, predecessor de Padre Lombardi na direção da Sala de Imprensa vaticana.

images.jpeg
Burke admite que a nomeação é um desafio

O assessor para a comunicação “terá a finalidade de contribuir para integrar a atenção nas questões da comunicação no trabalho da Secretaria de Estado e para cuidar da relação com o serviço da Sala de Imprensa e de outras instuições comunicativas da Santa Sé”, explicou Padre Federico Lombardi.

O próprio Burke, que ultimamente foi enviado pela “Fox News” e, antes correspondente pelo “Time”, admite que a nomeação é “um desafio” para ele. “Estou um pouco nervoso, mas muito emocionado”, disse. A nova função responde às necessidades e às faltas midiáticas no Vaticano. Burke, em entrevista a Luigi Accattoli do “Corriere della Sera”, observa que “a comunicação da Santa Sé é como um grande navio que manobra lentamente”. Ainda com prudência, explica sua nova função.

“Não tenho planos e nem ilusões – responde Burke a Accattoli – mas espero poder dar uma mão para que aquela antiga máquina comunicativa possa dar passos adiante. Considero a minha nomeação como um passo e o digo objetivamente, sem levar em conta a minha pessoa. A minha nomeação revela a advertência da necessidade de prestar atenção à mídia não somente no momento da comunicação, mas já naquele da preparação do que será comunicado”.

A sua função terá um caráter de dar conselhos, mas não de tomar decisões. A nomeação de um americano diz respeito ao fato do inglês ser a língua mais difundica na internet.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo
A Igreja não é autora da verdade humana, sujeita às revisões de cada tempo, mas depositária da VERDADE revelada por Deus, em Cristo Jesus.
  Assine o RSS
_______________________
Comentários
  • •Blasfemia, aborto. Ô serpente perseguidora,derrotada, desesperada. Somente Tu Senhor, tens palavra de vida eterna....
    em * Espanha: Socialistas usam imagem
  • •CARÍSSIMA MONALISA, As crianças dos abrigos seriam "penalizadas" pela segunda vez ao não terem direito a um pai e a uma mãe. Caso pudessem escolher, sem dúvida...
    em * Comunicado da “Federação
  • •mas sera que muitas crianças nao preferem ser adotadas por casais gays do que continuarem em abrigos?...
    em * Comunicado da “Federação
  • •Obrigada pela presteza,Carmadélio.Para quem entende de ciências é sempre bom analisar as pesquisas em si e o modo como os dados foram obtidos e estatisticamente tratados.Talvez...
    em * França e Nova Zelândia aprovam o
  • •Fui "little monster" por 4 anos, sempre amei ela, só que eu não posso ser morno, ela já fez a primeira comunhão, era católica, não sei o pq dela virar isto, como eu conheço...
    em * Você é cristão e curte Lady
  • •O que tem que ser feito é o seguinte: O casamento civil é um contrato que pode ser desfeito no outro dia enquanto o sacramento do matrimônio é eterno, pois o que Deus uniu o...
    em * Mais uma tentativa de impor o
  • •Neste artigo dá para entender bem a diferença: http://www.deuslovult.org/2013/05/02/pedofilos-nao-sao-excomungados-mas-eu-fui/...
    em * Sacerdote culpado de abusos no
  • •Qual é a diferença entre EXCOMUNHÃO, e expulsão do estado clerical???? Gostaria que alguem me explicasse isso....
    em * Sacerdote culpado de abusos no
  • •Como posso falar do meu direito enquanto mulher se não respeito o primeiro direito do outro que é o direito a vida, todos temos direito de nascer mesmo se não fomos concebido em...
    em * Espanha: Socialistas usam imagem
  • •Que essa "ministra" diga isso para a sua descendência porque o coração duro ainda continua nas pessoas, como disse na carta de divórcio admitida por Moisés.Que ela leia o...
    em * Ministra da igualdade da Espanha
  • •esse livro so fala de heresias, e quem e catolico de verdade nao leria este livro horrivel...
    em * A Cabana, o livro. Heresias
  • •eu ja tinha percebido que o livro nao prestava, pois antes de participar do shalom, eu participava de outra comunidade que apoiva totalmente o livro, mas depois do shalom mudei...
    em * A Cabana, o livro. Heresias
  • •Triste como essa 'ditadura do relativismo' tem acorrentado e cegado tantos. Se declarando livres e tolerantes não percebem que estão sendo enganados. Um dia, também já me achei...
    em * Por que o ateísmo é tão comum
  • •CARÍSSIMA ELOÁ http://www.washingtontimes.com/news/2012/jun/10/study-suggests-risks-from-same-sex-parenting/ Pesquisa revela os perigos de famílias com...
    em * França e Nova Zelândia aprovam o
  • •Olá, Vocês citam o comentário de um líder homossexual que diz:-"Os estudos demonstram que os que são educados por pais do mesmo sexo acabam tendo problemas...
    em * França e Nova Zelândia aprovam o
Categorias
Artigos – Dia a dia
junho 2012
D S T Q Q S S
« mai   jul »
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930