Por Arquivo junho 14th, 2012

* Deus salve nossos filhos e crianças! Veja Isso!!

quinta-feira, junho 14th, 2012

Tenho divergências quanto a” forma de reação” do Deputado Bolsonaro em relação a esse tema…mas se não fosse ele, muitas coisas teriam passado sem o conhecimento da população brasileira.
As propostas -inclusive o kit gay- são financiadas com o dinheiro de nossos impostos!

Veja esse vídeo com atenção!

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* Uma descoberta do século em Munique: encontradas 29 homilias inéditas de Orígenes.

quinta-feira, junho 14th, 2012

Gaudium Press

Com “muita probabilidade” é “a descoberta do século” realizada por uma filóloga italiana, de 29 homilias inéditas de Orígenes na Bayerische Staatbibliothek de Munique, na Baviera, informou hoje na primeira página o jornal “L’Osservatore Romano”.

A descoberta aconteceu no dia 5 de abril passado. Na Quinta-feira Santa, durante o estudo do Monacense grego 314, Marina Molin Pradel percebeu que algumas homilias sobre os Salmos que estavam no código correspondiam às de Orígenes traduzidas para o latim por Rufino, no início do século V. Aprofundando sua pesquisa sobre o manuscrito, a estudiosa chegou à conclusão que todas as 29 homilias inseridas no código, até agora inéditas, são de Orígenes, grande filósofo e intelectual grego cristão do século III.

“A grandiosa importância da descoberta – observa Manilo Simonetti no artigo do “L’Osservatore Romano” – está no fato de que a imensa obra principalmente exegética de Orígenes, por causa da acima citada condenação, foi perdida em grande parte, e do que foi salvo, relativamente pouco chegou até nós em língua original e muito mais em tradução latina, visto que no Ocidente, apesar da condenação, se continuou a ler e utilizar os escritos de Orígenes traduzidos durante toda a Idade Média”.

Um valor emblemático da descoberta é o fato dela ter acontecido na cidade natal de Papa Bento XVI.

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* Revista sobre maconha chega ao Ceará ensinando como cultivar a erva em casa.

quinta-feira, junho 14th, 2012

Jornal O Povo

A revista “Sem Semente”, publicação de ativistas em defesa da legalização da erva, chega a Fortaleza nesta quinta-feira, 14, com informações sobre estudos e mudanças na legislação quanto a erva no Brasil e no exterior e com dicas para o cultivo próprio.

De acordo o responsável pela distribuição na Capital, José Pinheiro Júnior, 22, a revista é uma iniciativa de um grupo de ativistas de todo o Brasil que luta, há oito anos, pela legalização da maconha.

A Sem Semente é a primeira revista brasileira sobre a cultura canábica e será vendida a R$ 11,90.

Além de ser distribuidor, Júnior é ativista da causa e ajudou na organização da Marcha da Maconha em Fortaleza. Ele planeja aumentar a distribuição dos exemplares no Interior. “Vamos divulgar no Interior quando estiver com mais estabilidade”, informou.

Apologia

O ativista acredita que as dicas de cultivo da maconha não fazem apologia ao uso de drogas, em virtude de que para cultivar a erva em casa é preciso da autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “As revistas de armas ensinam a manuseá-las, mas as pessoas só podem ter uma arma em casa com autorização do Ministério da Justiça”, compara o jovem. “O nosso objetivo é estimular aos usuários que eles parem de comprar pelo tráfico porque eles vão enfraquecer o crime organizado”, completa.

O advogado criminalista Paulo Quezado, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Ceará (OAB-CE), concorda. Segundo ele, a publicação das dicas não pode ser considerada apologia ao crime. “A própria Comissão Reformadora do Código Penal Brasileiro já está descriminalizando, não há como punir alguém que diz que pode cultivar, porque o usuário não passa mais por reprimenda”, afirma.

Jéssika Sisnando
jessikasisnando@opovo.com.br

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* Nick Cannon canta sua sobrevivência ao próprio aborto.

quinta-feira, junho 14th, 2012

Relato pró-vida do famoso cantor de rap americano, Nick Cannon.

Trata-se de um videoclip chamado “Can I live”, “Posso viver”, em português. O rapper narra um episódio verídico de sua vida, quando sua mãe, ainda grávida com 17 anos e 300 dólares na mão, procurou uma clínica de aborto decidida a abortá-lo…”


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* Os “desconstrucionistas” presentes no jornalismo e na cultura brasileira, você os identifica?

quinta-feira, junho 14th, 2012


Vício Consagrado

Olavo de Carvalho

A afetação de neutralidade superior, especialmente quando se quer impingir à platéia opiniões arriscadas e mentiras cínicas, é a essência mesma do “estilo jornalístico”.

Os “grandes jornais” deste país praticam-no com destreza tal que a maior parte de seus leitores, tomando a forma pelo conteúdo, acredita seguir a razão e o equilíbrio no instante mesmo em que vai se acomodando, pouco a pouco, anestesicamente, às propostas mais dementes, às modas mais escandalosas, às idéias mais estapafúrdias.

Quando a Folha, quase vinte anos atrás, começou a promover discretamente o gayzismo sob a inócua desculpa mercadológica de que os gays eram também parte do público consumidor, quem, entre os leitores, poderia imaginar que com o decurso do tempo essa gentil atenção concedida a uma faixa do mercado se converteria numa estratégia global de imposição do homossexualismo como conduta superior, inatacável, sacrossanta, só rejeitada por fanáticos e criminosos?

Quem, aliás, tem a paciência e os meios intelectuais de examinar as mudanças progressivas e sutis da linguagem de um jornal ao longo de vinte anos? No começo, o processo é invisível porque seus primeiros passos são discretos e aparentemente inofensivos. No fim, é invisível porque sua história se apagou da memória popular. A lentidão perseverante é a fórmula mágica das revoluções culturais. É verdade que o grosso do público não tem a mais mínima idéia das técnicas de engenharia social que, de uns trinta anos para cá, se substituíram maciçamente às normas do bom jornalismo. Não há uma só faculdade de jornalismo no Brasil que tenha escapado à influência das doutrinas “desconstrucionistas”, segundo as quais não existe verdade objetiva, nem fato, nem relato fidedigno – há apenas a “vontade de poder” e, conseqüentemente, a “imposição de narrativas”.

Notem bem: não se trata de impor “opiniões”, julgamentos de valor. Trata-se de modelar a seqüência, a ordem e o sentido dos episódios narrados, de tal modo que sua simples leitura já imponha uma conclusão valorativa sem que esta precise ser defendida explicitamente. É a arte de fazer a vítima aceitar passivamente, de maneira mais ou menos inconsciente, opiniões com as quais, numa discussão aberta, jamais concordaria.

Antigamente os jornais buscavam ser neutros e objetivos nas páginas noticiosas, despejando nas seções editoriais as opiniões candentes, a retórica exaltada, as campanhas empolgantes. Hoje os editoriais são todos escritos num mesmo estilo insosso, diplomático, sem cor nem sabor, porque as opiniões que se deseja impingir ao público já vêm embutidas no noticiário, onde gozam do privilégio – e da eficácia – dos ataques camuflados.

No Brasil, todo estudante de jornalismo, mesmo quando incapaz de conjugar um verbo ou atinar com uma regência pronominal, sai da faculdade afiadíssimo nessa arte. Não porque a tenha “estudado” – o que suporia uma discussão crítica incompatível com a natureza mesma dessa prática –, mas justamente porque teve de exercê-la para passar de ano, sem discuti-la, de tal modo que seu sucesso escolar depende de sua docilidade em consentir com o embuste até o ponto em que deixe de percebê-lo como embuste. Então ele está pronto para usá-lo contra os leitores sem ter qualquer suspeita de estar lhes fazendo algum mal.

É por isso que a “grande mídia”, hoje em dia, já não vale absolutamente nada como forte de informação, e continuar a consumi-la como tal é apenas um vício consagrado, fundado no prestígio residual de um jornalismo extinto.

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* Ex-líder Muçulmano converte-se ao cristianismo e questiona suposto “sucesso” islâmico na Inglaterra.

quinta-feira, junho 14th, 2012


Este líder muçulmano era encarregado de converter ingleses à fé maometana. Ele foi treinado para isso em vários países árabes, é muito bem informado e sabe perfeitamente a realidade sobre as taxas de conversão ao islã e o fracasso do islã na Inglaterra.

Nós estamos falando em Londres, com um novo ortodoxo cristão que hoje foi batizado com o nome de Daniel. Daniel não é um nome muçulmano, longe disso [na verdade, ele existe como um nome muçulmano, mas é muito raro]. Embora as informações sobre sua conversão, inevitavelmente, circulem entre os muçulmanos de Londres, por razões de segurança nós deliberadamente não daremos detalhes sobre esse assunto porque existem muitos casos de ameaças e violência, e às vezes até mesmo assassinatos perpetrados por fanáticos. Dito isto, a experiência de Daniel é muito preciosa para os ortodoxos. Fr. Nicholas Savtchenko, reitor interino da Igreja da Dormição (Ortodoxa) em Londres, fala com ele.

P: Daniel, por favor, diga-nos sobre si mesmo.

Daniel: Por muitos anos eu era um muçulmano zeloso, como era minha esposa e filhos. Eu nasci no Reino Unido, mas durante a minha vida eu tenho viajado muito aos países muçulmanos. Eu conhecia tanto a cultura britânica como a muçulmana. Eu vivi na Arábia Saudita, onde estudei teologia e contribuí para a missão entre os muçulmanos trabalhadores estrangeiros. Eu também passei um tempo no Afeganistão sob o regime do Talibã, no Paquistão, e na parte paquistanesa da Caxemira. Eu também passei um tempo na Bósnia. Nos últimos anos, tenho vivido com minha família em Londres, onde, há algum tempo atrás, eu me tornei o representante muçulmano em uma conhecida organização interreligiosa dedicada à paz. Nos últimos dois anos, eu era um conselheiro sobre o Islã ao Arcebispo de Canterbury. Dois dias atrás, liguei para ele para dizer-lhe que eu estava entrando na Igreja Ortodoxa Russa.

P: Qual foi sua atitude?

Daniel: Ah … O Arcebispo de Canterbury estava muito feliz. Certa vez, ele me disse que, recentemente, dois de seus funcionários no departamento pessoal da Igreja Anglicana foram recebidos nas igrejas ortodoxas: ele respeita as suas escolhas e eles vão continuar o seu trabalho na administração da Igreja Anglicana.

P: O que o levou a Cristo?

Daniel: A primeira vez que eu tive o desejo de estudar o Novo Testamento em detalhe foi quando eu estava em frente à Caaba, em Meca – eu morei por um tempo em Meca. Literatura cristã é estritamente proibida na Arábia Saudita e muitos sites são bloqueados mesmo, mas com o desenvolvimento das comunicações modernas, não é difícil para aqueles que estão procurando encontrar a Palavra de Deus. Depois de um tempo, eu tentei convencer um americano que estava trabalhando na capital saudita para se converter ao Islão. Quando falei com ele, ele respondeu com muita coragem e convicção. Fiquei surpreso com sua coragem, porque, na Arábia Saudita, um homem que prega o cristianismo pode ser morto facilmente. As conversas com os cristãos na Arábia Saudita foram muito importantes para mim. Como alguém associado com a Missão Islâmica na Arábia, eu encontrei muitos estrangeiros. Eu sempre observei que, na maioria dos casos, as pessoas se convertiam ao Islão não porque era a sua livre escolha, mas para continuar a trabalhar na Arábia Saudita e para obter uma liberação do impostos incidentes sobre os não-muçulmanos. O fato é que os salários dos não-muçulmanos são inferiores aos dos muçulmanos por causa da necessidade de pagar um imposto especial, instituído por Maomé (o imposto Jizya, prática medieval, discrimininatória, racista e atrasada ainda continua nos países muçulmanos colocando os cidadãos não muçulmanos em situação inferior aos muçulmanos). Os salários dos cristãos na Arábia Saudita são bastante baixos, e alguns se convertem ao Islão para ganhar mais dinheiro. A maioria dos filipinos que voltam para casa imediatamente renunciam ao Islão. Comecei a explorar ainda mais o cristianismo e, pouco a pouco, senti sua superioridade sobre o Islã. Eu primeiro conscientemente encontrei a ortodoxia em Sarajevo, capital da Bósnia. Infelizmente, os sacerdotes em Sarajevo não falavam Inglês e eu não conseguia expressar o que eu realmente queria. Depois de esperar por um grupo de imams passar, fui para a Igreja Sérvia e senti o olhar espantado do padre sérvio quando eu fiz o sinal da cruz na forma ortodoxa e eu fiz uma prostração no chão. Então eu sabia que a ortodoxia era, de todas as confissões cristãs, a mais próxima de mim. Estudei Cristianismo Ortodoxo ainda mais, lendo livros e assistindo filmes. Eu também gostei do filme Ostrov (A Ilha). Lentamente, eu decidi pedir para o batismo na Igreja Ortodoxa Russa.

P: Nós ouvimos relatos de crescimento da propagação das missões cristãs em países muçulmanos. É considerável nestes países?

Daniel: Eu concordo que há muitos cristãos secretos na Arábia Saudita. Várias vezes eu me encontrei pessoas que provavelmente eram cristãos secretos. Precisamos entender que, na Arábia Saudita e nos outros países, talvez a maioria dos muçulmanos vão à mesquita não porque a sua fé os encoraja a isso, mas porque eles são obrigados a fazê-lo sob a pressão das leis e costumes. Visitar a mesquita torna-se um fardo. Os muçulmanos de hoje são bem menos religiosos do que as pessoas no mundo cristão acreditam. Nos países muçulmanos, há muitas mesquitas e eles fazem orações cinco vezes por dia lá, mas além de sexta-feira ninguém vai à mesquita. Fora da sexta-feira, em qualquer mesquita no momento da oração, você não verá mais do que cinco homens, apesar de existirem muitas casas habitadas por muçulmanos em torno dela. A maioria dos muçulmanos não vão à mesquita nem na sexta-feira. Alguns começam a ir durante o Ramadão, mas depois  do jejum eles desaparecem até o próximo ano. Na mesquita, uma vez por semana durante o Ramadão, há talvez uma centena de pessoas, apesar de que poderia haver milhares, e após o Ramadão não haverá mais de cinco pessoas. Nos países muçulmanos, muitas pessoas procuram pela verdade e é por isso que a missão cristã vai crescer. A maioria promove o cristianismo entre amigos, e recentemente tem havido as redes de televisão e muitos mais sites da Internet dedicados à missão entre os muçulmanos. Em geral, muitos muçulmanos se distanciam do Islão e isso é especialmente visível em países ocidentais. Na Grã-Bretanha, muitos muçulmanos se converteram ao cristianismo. Na Igreja Anglicana, os muçulmanos que adotaram o cristianismo são estimados em cem mil pessoas. Muitos deles são paquistaneses. Eles têm as suas próprias igrejas cristãs e são obrigados a se esconder por causa do perigo de represálias dos (outros) muçulmanos. Há também convertidos árabes e bengalis ao cristianismo. Muitos se convertem por causa dos casamentos mistos.

P: Recentemente na imprensa tem havido relatos sobre o forte crescimento do Islã nos países ocidentais e têm mesmo a afirmar que o número de fiéis muçulmanos em breve ultrapassará o número de fiéis nas igrejas cristãs. Parece estranho que a imprensa tenha mencionado o número de muçulmanos, dos fiéis nas mesquitas, muitas vezes maior do que a capacidade das mesquitas! Mas isso não é mencionado na imprensa. Qual é a verdade?

Daniel: A presença de mesquitas no Reino Unido é muito fraca. A maioria dos muçulmanos nunca vai a uma mesquita. Os jovens efetivamente deixaram o Islão, embora muitos digam que ainda são muçulmanos. Nas mesquitas eles não encontram uma linguagem comum com os imams do Paquistão ou Bangladesh. Os jovens mal podem falar Urdu ou Bengali, mas somente o inglês. Muitos estão envergonhados do Islão por causa do terrorismo. Nosso Conselho Interreligioso (muçulmano) investigou o comparecimento à mesquita e sabemos que a figura é real e é especialmente preocupante para o Islão, mas é para a vantagem de determinadas pessoas apresentar o Islão como uma força imensa. Se alguém tomar a lista de mesquitas em publicações muçulmanas, por exemplo, em West London, veremos que há vinte mesquitas e muito espaço livre em cada uma dessas mesquitas, embora o número de pessoas de origem muçulmana em Londres é tal que precisaria de ainda mais mesquitas se a maioria fosse. Em uma grande mesquita em Londres pode haver três centenas de pessoas para as orações da sexta-feira. Muitas mesquitas são apenas pequenas salas que são usadas apenas na sexta-feira. Em geral, os crentes são muito raros em mesquitas e a maioria são crianças que trazem os seus pais. Quando eles crescem, desaparecem. O cristianismo oferece uma escolha livre e, portanto, é muito melhor adaptado à vida em um clima de tolerância, e o Islão é incapaz de passar este teste.

P: A mídia fala sobre a adoção do Islão por muitos britânicos. Muçulmanos fazem uma imagem quase triunfal do Islão no Ocidente. No entanto, o número real de britânicos na população muçulmana é muito pequeno, apenas cerca de 1200 pessoas. Como você entende essa contradição?

Daniel: Não é uma questão simples. Eu era uma parte da missão islâmica para os britânicos, e posso dizer que o número de convertidos é mínimo. Nas orações de sexta-feira no centro de Londres, o número de britânicos muçulmanos na mesquita é talvez um por cento. Fora de Londres, eles nem sequer chegam a esse número. Todos os muçulmanos sabem o número real dos convertidos ao Islão. Há aqueles que aceitam o Islão por causa do casamento com os muçulmanos. Estes britânicos nunca irão às mesquitas e sua aceitação do Islão é uma formalidade. Muitas vezes, eles permanecem cristãos na prática. A maioria dos que aceitam o Islão por causa do casamento são mulheres. Além disso, muitos descendentes de imigrantes muçulmanos na Grã-Bretanha se consideram britânicos, mas não podiam ser considerados “muçulmanos britânicos” no sentido pleno. Eu falei com um monte de mulheres que se divorciaram de seus maridos muçulmanos, e posso dizer da memória que em Londres há talvez 25 mulheres que permaneceram muçulmanas depois de se divorciar do marido muçulmano. Mas, como regra geral, casamentos mistos levam a um distanciamento do Islão. A missão islâmica no Ocidente não foi bem sucedida. Em Londres, existe uma organização de missionários dedicados à pregação do Islão. Eles são, na sua maioria, jovens. Entretanto, eles percebem a sua missão entre os imigrantes muçulmanos, porque é muito mais eficaz, e os britânicos não se convertem ao Islão. Quando alguns muçulmanos dizem que o Islão é a religião que mais cresce no mundo, imams de Londres dizem que esse crescimento é principalmente por causa da taxa de fertilidade, mas não há uma verdadeira missão. Não tenho dúvidas de que o cristianismo é muito mais forte em termos de missão.

P: Há muitos muçulmanos que se convertem ao cristianismo na Grã-Bretanha?

Daniel: Por um lado, há muitos. Isto acontece sem qualquer publicidade. Com efeito, de acordo com a maioria das escolas do Islão, um apóstata do Islã deve ser executado, mesmo que os imams das principais mesquitas de Londres (mintam) dizendo que eles não podem ser executados por apostasia do Islão.

No entanto, por outro lado, podemos dizer que há muito poucos, já que muitos muçulmanos simplesmente abandonam sua fé e tornam-se incrédulos. A descrença é uma doença comum a todos. Certos muçulmanos tentam apresentar o ateísmo e a ausência de religião como características da civilização cristã, mas os próprios muçulmanos, ainda mais do que os cristãos, perdem a fé (muçulmana) no mundo ocidental. No entanto, há o bom exemplo da Rússia e outros países ortodoxos onde a Igreja está crescendo, mesmo com liberdade de escolha. Espero um dia ir à Rússia, mas, enquanto isso, eu preciso reconstruir a minha vida como um cristão ortodoxo.

Fonte: AOI  – American Orthodox Institute

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* Curas inexplicáveis em Lourdes e a aliança entre a ciência e a Fé.

quinta-feira, junho 14th, 2012

Seminário internacional discute as influências na cura de doentes

Com a palestra Ciência e fé, do presidente do Conselho Pontifício para os Agentes de Saúde, dom Zygmunt Zimowski, foi aberto na última sexta-feira, em Lourdes, o seminário científico internacional Lourdes, a saúde e a ciência: o que significa curar-se hoje?.

Por ocasião do vigésimo aniversário de instituição da Jornada Mundial do Enfermo, criada pelo beato João Paulo II e realizada pela primeira vez nesta cidade francesa em 1993, o Escritório de Constatações Médicas, presidido por Alessandro de Franciscis, convidou especialistas de renome mundial para debater sobre o assunto de um ponto de vista racional e científico, e em consonância, não em oposição, com a ideia de que a fé e a oração influenciam a cura física.

O evento foi organizado em parceria pelo Comitê Médico Internacional de Lourdes e pelo Conselho Pontifício de Pastoral da Saúde. Entre os expoentes figuram o professor Luc Montagnier, prêmio Nobel de Medicina em 2008, e o cardeal arcebispo de Lyon, Philippe Barbarin.

“Ciência e fé”, afirmou Zimowski, “vivem hoje, a seu modo, uma tensão rumo àquela que Paulo VI chamou de civilização do amor, na qual deverá haver espaço e tempo para o bem, para a verdade, para a pacífica convivência. E ambas são chamadas a oferecer a sua efetiva contribuição para o bem da humanidade, na concórdia, no diálogo, no apoio mútuo. Ciência e fé podem e devem se tornar aliadas, depois de terem passado tempo demais numa postura de distância, de desconfiança e até de contraposição”.

Esta postura de união entre ciência e fé, prosseguiu o arcebispo, deve prestar quatro tipos de serviços: ao homem, à verdade, à vida e de uma para a outra: “Ciência e fé devem servir ao homem. Não são experiências que se referem somente a si mesmas; são abertas. Por exemplo, uma ciência que não fosse voltada a enriquecer a humanidade e a servir aos mais fracos seria uma atividade monstruosa, temível, exposta ao risco de se tornar escrava do poder. Do mesmo modo, uma fé cristã que esquecesse que Deus se revelou, se fez carne, morreu e ressuscitou por nós e pela nossa salvação seria uma experiência ofensiva a respeito de Deus, mais até do que a respeito dos homens”.

Citando São Tomás de Aquino (Summa contra Gentiles), o presidente do Conselho Pontifício para os Agentes da Saúde afirma que ciência e fé são aliadas também porque “provocam e ajudam” uma à outra. “A ciência provoca o crente e o leva a cultivar a inteligência, especialmente quando ele reflete sobre a mais inatingível e indescritível das realidades: a de Deus”. Por sua vez, “a fé é para o homem de ciência um convite permanente à ulterioridade, a olhar para o homem, para a realidade e para a história com a consciência de que existe, além do mundo fenomenológico, um nível mais alto, que necessariamente transcende as previsões científicas; o mundo humano da liberdade e da história” (cf. Bento XVI, Discurso aos participantes na reunião plenária da Academia Pontifícia de Ciências, 6 de novembro de 2006).

A fé, observa Zimowski, citando a encíclica Fides et Ratio, de João Paulo II, ”ajuda a dar o passo, tão necessário quanto urgente, do fenômeno para o fundamento. Não é possível ficar apenas na experiência. Mesmo quando esta expressa e manifesta a interioridade do homem e a sua espiritualidade, é necessário que a reflexão especulativa atinja a substância espiritual e o fundamento que a sustenta”. A ciência e a fé, sublinha o expoente, devem ter como referência principal o homem, a sua dignidade, o seu bem-estar, a sua realização: “São como dois trilhos de ferro paralelos, diferentes e inconfundíveis um com o outro. Caminhando sobre eles, rumamos para um futuro de luz, de bem, de solidariedade para a humanidade”. Por isto, conclui o prelado, ninguém deve sentir-se excluído do cuidado devido à sua pessoa e à sua saúde, no respeito da igual dignidade de cada um.

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* Aborto: Direito ao próprio corpo? Nesse caso, não, mil vezes não!

quinta-feira, junho 14th, 2012



Quando tratamos de assuntos sérios como a questão do aborto, não podemos correr o risco de sermos imprudentes e faltarmos com toda a verdade. E se é verdade que a mulher é “dona” do seu próprio corpo, é também verdade que o embrião que se desenvolve em seu ventre durante 9 meses compõem um novo corpo, com uma estrutura biológica idêntica a que estará sentado no seu colo com alguns meses de idade, ou quando tiver 18 anos, não se confundindo de modo algum com qualquer outro corpo na face do planeta.

A mãe é dona do seu corpo, e acrescente-se: não é dona do corpo de seu filho ou filha. Com efeito, todas as pessoas que existem e se dizem donos do próprio corpos, o são porque antes seus pais lhes deram o direito a nascer.

Ainda que alguém arrogue-se o direito de ter dúvida nessa questão simples e pueril, e diga a sí mesmo – sem qualquer base científica – de que não se sabe por plena certeza que o corpo do bebê não é um apêndice do corpo da mãe, deveria pelo simples uso da prudência abster-se de uma ação cuja consequência poderia colocar uma vida humana inocente em pena de morte. Nenhum ser humano pode se dar o direito de cometer livremente um ato que ele mesmo não sabe dizer com segurança se é um assassinato ou não. Como dito no início, em questão tão graves, não podemos correr o risco de faltarmos com toda a verdade.


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Comentários
  • •"A quem iremos recorrer?" !!!...
    em * Senador da República REAGE a
  • •Blasfemia, aborto. Ô serpente perseguidora,derrotada, desesperada. Somente Tu Senhor, tens palavra de vida eterna....
    em * Espanha: Socialistas usam imagem
  • •CARÍSSIMA MONALISA, As crianças dos abrigos seriam "penalizadas" pela segunda vez ao não terem direito a um pai e a uma mãe. Caso pudessem escolher, sem dúvida...
    em * Comunicado da “Federação
  • •mas sera que muitas crianças nao preferem ser adotadas por casais gays do que continuarem em abrigos?...
    em * Comunicado da “Federação
  • •Obrigada pela presteza,Carmadélio.Para quem entende de ciências é sempre bom analisar as pesquisas em si e o modo como os dados foram obtidos e estatisticamente tratados.Talvez...
    em * França e Nova Zelândia aprovam o
  • •Fui "little monster" por 4 anos, sempre amei ela, só que eu não posso ser morno, ela já fez a primeira comunhão, era católica, não sei o pq dela virar isto, como eu conheço...
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  • •O que tem que ser feito é o seguinte: O casamento civil é um contrato que pode ser desfeito no outro dia enquanto o sacramento do matrimônio é eterno, pois o que Deus uniu o...
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  • •Neste artigo dá para entender bem a diferença: http://www.deuslovult.org/2013/05/02/pedofilos-nao-sao-excomungados-mas-eu-fui/...
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  • •Qual é a diferença entre EXCOMUNHÃO, e expulsão do estado clerical???? Gostaria que alguem me explicasse isso....
    em * Sacerdote culpado de abusos no
  • •Como posso falar do meu direito enquanto mulher se não respeito o primeiro direito do outro que é o direito a vida, todos temos direito de nascer mesmo se não fomos concebido em...
    em * Espanha: Socialistas usam imagem
  • •Que essa "ministra" diga isso para a sua descendência porque o coração duro ainda continua nas pessoas, como disse na carta de divórcio admitida por Moisés.Que ela leia o...
    em * Ministra da igualdade da Espanha
  • •esse livro so fala de heresias, e quem e catolico de verdade nao leria este livro horrivel...
    em * A Cabana, o livro. Heresias
  • •eu ja tinha percebido que o livro nao prestava, pois antes de participar do shalom, eu participava de outra comunidade que apoiva totalmente o livro, mas depois do shalom mudei...
    em * A Cabana, o livro. Heresias
  • •Triste como essa 'ditadura do relativismo' tem acorrentado e cegado tantos. Se declarando livres e tolerantes não percebem que estão sendo enganados. Um dia, também já me achei...
    em * Por que o ateísmo é tão comum
  • •CARÍSSIMA ELOÁ http://www.washingtontimes.com/news/2012/jun/10/study-suggests-risks-from-same-sex-parenting/ Pesquisa revela os perigos de famílias com...
    em * França e Nova Zelândia aprovam o
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