Posts Tagged ‘Ataque à Igreja’

* “Decapitando o Papa na PUC”.

quinta-feira, dezembro 27th, 2012

PEÇA” teatral em protesto na PUC, onde o Papa “Benta” é vilipendiado e desrespeitado.
Assistamos e não caiamos na tentação de pagar o mal com o mal.
Alguns monólogos são agressivos e baixos, se quiser, veja só as imagens sem o som.

Jorge Ferraz comenta:

“Se a história toda provoca desconcerto, este vídeo a ilustra com uma expressividade macabra e assustadora. Diante de um sujeito com feições monstruosas que, apoteoticamente, saca uma motosserra (!) de verdade para decapitar um boneco gigante de um bispo (!!) – ou, disseram alguns, do Papa… -, ato ao qual se segue uma chuva de aplausos (!!!) dos presentes e uma animada dança Gangnam Style (!!!!) por sobre os “restos mortais” do defunto… o que se pode dizer?

Sinceramente, parece-me impossível conversar com alguém que não consiga perceber que não se deve dançar sobre um corpo decapitado. Parece-me evidente que uma peça que se resume a um líder religioso sendo decapitado – com profusão de detalhes – sob os aplausos da multidão é um claro espécimen de discurso de ódio danoso à vida em sociedade. Aqui, as palavras são até supérfluas. Contra o ódio tão vividamente pintado não há o que contra-argumentar”

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* Seriado anticatólico e blasfemo é uma caricatura feita por ignorantes, denuncia Bispo francês.

terça-feira, outubro 30th, 2012
Dom Jean-Michel di Falco Léandri

O Bispo de Gap e d’Embrun (França), Dom Jean-Michel di Falco Léandri, deplorou a transmissão do seriado televisivo “Assim sejam” (Ainsi soient-ils) que agride à Igreja Católica ao apresentar os seminaristas, sacerdotes, bispos e inclusive ao Papa, envolvidos em histórias de corrupção, alcoolismo, sexo, abortos e luta de poderes, entre outros temas.

Ainsi soient-ils é transmitida todas as quintas-feiras no canal Arte, um canal que se apresenta como “cultural”. Os 8 capítulos que constituem a produção serão transmitidos até o dia 1º de novembro, dia que coincide com a celebração católica da Solenidade de Todos os Santos.

Em um artigo publicado em 11 de outubro, o Bispo que em maio de 2008 anunciou a aprovação por parte da Igreja das aparições de Nossa Senhora de Laus, comenta que viu os 8 capítulos do seriado “até o minuto final, como um dever”.

O Bispo afirma que “a pergunta que temos que fazer depois de ver isto é: ‘E Deus, onde está em tudo isso?’ Claramente não foi levado em consideração nem no casting, nem depois, agora que o bom Povo de Deus que é a Igreja, será mais uma vez ferido por esta imagem da Igreja feita por ignorantes”.

O Prelado comenta também que “a qualidade dos atores não está em discussão; porém, estão ao serviço de um cenário indigno deste nome. É tedioso, embora todos os ingredientes estejam presentes: sexo, adultério, dinheiro, corrupção, suicídio, aborto, alcoolismo, luta de poderes, conservadores e progressistas, luta de classes. Apesar de tudo, a “maionese” não fica no ponto devido às situações inverossímeis”.

O Bispo diz também que no seriado se apresenta um conjunto de “aproximações lingüísticas, relações entre as pessoas à moda antiga, vestuários de outro tempo, frases feitas, vazias e pseudo-piedosas e paro de contar por aqui. Tudo isto faz com que a produção perca uma hipotética credibilidade”.

Depois de recordar que o presidente da França, François Hollande, “pôs de moda a palavra ‘normal’”, o Prelado assinala que quando a gente vê o seriado “se pergunta o que é o ‘normal’ nesta produção”.

Para “coroar” tudo, refere Dom di Falco, Ainsi soient-ils apresenta a um presidente da Conferência Episcopal da França “isolado, ambicioso, imbuído de poder, desalmado, calculador, que prepara uma campanha para sua reeleição ao estilo dos homens maus da política. Tudo sob a autoridade de um Papa carnavalesco, preguiçoso e mal-humorado, submetido à vigilância de uma religiosa bigotona que o droga… quando lhe prepara o chá”.

O Bispo recorda também que nestes últimos tempos, “fala-se muito de caricaturas; há por todos os lados as de Maomé e do Islã, os cristãos tampouco se livram destas, porém estes fazem menos barulho (…) e não ameaçam ninguém a morte”.

“Depois da difusão das séries Os Borgia e Inquisitio, agora vem ‘Assim sejam’, sobre a vida em um seminário! Depois de relatos com pretensões históricas sobre uma caricatura sobre o passado, temos um relato sobre uma caricatura do presente”.

Certamente, prossegue o Bispo de Gap e d’Embrun, pode-se compreender o desejo de alguns de atacar o tremendo êxito do filme “De Deuses e Homens”, que relata o martírio de um grupo de monges trapenses assassinados por ódio à fé por parte dos muçulmanos: “se este for o caso, não é mais que uma tentativa fracassada, porque está muito longe daquela, com esta mascarada carnavalesca”.

De fato, diz o Prelado, “a visão da Igreja que aqui nos apresenta está de acordo às idéias de quem não a conhece. Em efeito, não esperava que a realidade fosse embelezada. Os homens permanecem homens, com suas debilidades, sua mediocridade. Os acontecimentos recentemente vividos, no círculo do mesmo Papa Bento XVI dão prova disso”.

“Devido a que somos homens imperfeitos, a Igreja é frágil e vulnerável em sua humanidade, mas está fortalecida pelo Espírito de Cristo que a habita e a anima”, ressalta o Bispo.

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* Outdoor provocativo que mostra Maria com teste de gravidez é cortado parcialmente em protesto.

segunda-feira, dezembro 19th, 2011

O outdoor provocativo da igreja Saint Matthew-in-the-City gerou ira em cerca de 100 católicos. Eles se ajoelharam e rezaram diante da imagem que mostra a Virgem Maria segurando um teste de gravidez com resultado positivo.
A igreja que fica no centro de Auckland, Nova Zelândia, foi cortado com uma tesoura por membros do movimento Ação Católica.

Arthur Skinner, porta-voz do grupo, assumiu a responsabilidade e garantiu que destruirá o outdoor novamente se ele foi substituído.

“Isto é uma coisa satânica. Este é o ataque satânico final, quando Lúcifer ataca seu pior inimigo, a Santíssima Virgem. Esta igreja é administrada por gays e feministas. Eles afirmam ser cristãos e mesmo assim colocam uma imagem blasfema da Virgem, atacando a sua virgindade e o fato de ela serve a mãe de Cristo, o Deus-Homem.”.

O reverendo Glynn Cardy, responsável pela igreja Saint Matthew, disse o Sr. Skinner deixou uma mensagem ameaçadora na secretária eletrônica da igreja. Ele se diz decepcionado por não haver mais tolerância a opiniões divergentes na sociedade.

“Eles são bem-vindos para protestar, se quiserem. Tudo bem, eles obviamente se sentiram ofendidos com isso. Eu só estou desapontado que esse sentimento os levou ao vandalismo.”

A motivação para o outdoor foi fazer as pessoas pensarem nas circunstâncias sociais que Maria enfrentou quando descobriu que teria um filho, explica o pastor. “Ela foi acusada de ter um filho ilegítimo. Era uma mulher pobre e jovem. Era uma mulher de enorme coragem e fé, não uma espécie de ícone plastificado, alguém que não tem sentimentos humanos.”

Não é a primeira vez que a igreja gera revolta com seus outdoors.

Dois anos atrás, perto do Natal exibiu uma imagem mostrando Maria e José na cama com a frase: “Pobre José, Deus é um rival difícil de vencer”.


O cartaz provocou tanta raiva na população que foi destruído e recolocado diversas vezes.

Cardy disse que o cartaz não foi criado para irritar as pessoas. “Eles são projetados para fazer as pessoas conversarem sobre uma mensagem, e as pessoas estão falando sobre isso. Nossa página de Facebook teve 21,5 milhões de acessos e os comentários por lá são bastante equilibrados… há realmente alguns debates muito bons no site”.

Lyndsay Freer, porta-voz da Igreja Católica da Nova Zelândia, afirma que o grupo Ação Católica não tem “absolutamente nada” a ver com a Igreja Católica do país. “Eu faço críticas ao cartaz, mas a última coisa que gostaríamos de fazer seria algo destrutivo”, disse ela.

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* Atriz Susan Saradon chamou de “nazi” (Nazista) o Papa Bento XV.

quarta-feira, outubro 19th, 2011

A declaração de Susan Sarandon durante o festival de cinema, em Nova Iorque, está a gerar uma onda de críticas por parte de grupos de católicos e de judeus, com a Liga Anti-Difamação a exigir da atriz um pedido de desculpas.

A bomba foi largada durante uma entrevista, no último sábado, com o ator Bob Balaban, quando a também ativista dos Direitos Humanos – Sarandon, criada numa família Católica Romana, é ainda embaixadora da Boa Vontade da UNICEF desde 1999 – revelou ter enviado ao Papa uma cópia do livro que deu origem ao filme de 1995 “Dead Man Walking”, onde contracena com Sean Penn e que lhe valeu um óscar.

Bob Balaban questionou então a que Papa se referia Susan Sarandon. A resposta não podia ser mais polémica: “Ao último [João Paulo II]. Não a este nazi que temos agora”, refere o diário nova-iorquino Newsday.

O calibre da resposta originou mesmo um gentil reparo de Balaban, mas isso não evitou que Sarandon repetisse a acusação.

Contactado para comentar as declarações da atriz, o seu agente não está a responder aos telefonemas dos jornalistas, de acordo com as agências de notícias.

Entretanto, a Liga Católica para os Direitos Civis e Religiosos já lamentou a “ignorância intencional” de Sarandon.

A Liga Anti-Difamação – de luta contra o antissemitismo – pede à atriz que se desculpe perante a comunidade católica: “Sarandon pode ter tido os seus problemas com a Igreja Católica, mas isso não é desculpa para andar com analogias sobre o nazismo. Essas são palavras de ódio, de vingança, que apenas logram apequenar a verdade da história e o significado do Holocausto”.

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* Venezuela: Pressão de católicos barra propaganda ofensiva ao Catolicismo. Veja!

sexta-feira, setembro 30th, 2011

Depois do protesto dos católicos na Venezuela, a cadeia televisiva Globovisión, a de maior audiência na Venezuela, retirou um comercial blasfemo de sua programação no qual não se respeitava o Papa nem o altar em uma igreja.

A decisão da cadeia televisiva foi dada logo depois do protesto dos católicos que através de correios eletrônicos, as redes sociais como Twitter e chamadas telefônicas expressaram sua indignação à Globovisión e à empresa italiana de fogões Aran Cucine.

O spot mostrava uma toma exterior da Praça de São Pedro e logo o interior do que parecia ser a Basílica Vaticana. Era possível ver logo quatro guardas suíços substituindo o altar por um fogão.

Logo depois de realizar a mudança, um personagem vestido de Papa e que contemplava a cena completa, levantava o polegar direito a maneira de signo de aprovação.

Sobre o comercial, a colunista María Denisse Fanianos de Capriles, escreveu no último 21 de setembro um artigo no jornal El Universal que levava por título “Publicidade profana” no qual assinalou que não era a primeira vez que se transmitia o comercial “que desrespeita algo sagrado para os católicos: o altar e a figura do Santo Padre”.

O spot televisivo, dizia Fanianos, “causou um desgosto generalizado entre a população venezuelana; sobre tudo nos católicos quem, em suas paróquias e através das redes, comunicaram seu grande desgosto”.

Entre os comentários ao artigo de Fanianos o do leitor Luis Chacón afirma que “eu, agora, recomendarei e comprarei outra marca de fogão que não seja Aran Cucine. A não ser que retirem a propaganda. Todos, por ignorância, podemo-nos equivocar, mas devemos retificar”.

Rhayza Magro dizia à sua vez que “se houver algo mais Sagrado neste mundo é o que representa um altar e a Figura do Papa, o altar onde se realiza o Sacrifício da cruz ao converter o pão e o vinho no Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo; e a figura do Papa que representa a Nosso Senhor Jesus Cristo. Por favor, respeitem a Religião Católica; estou de acordo que essa propaganda seja tirada da tela”.

“E aos donos desse comercial, se forem católicos, seria bom que se confessassem e reparassem o dano eliminando a mesma”, acrescentava.

Desde dia 28 de setembro o comercial blasfemo deixou de ser transmitido na Venezuela.


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* Visita do papa é tema de capa da revista semanal alemã ‘Der Spiegel’.

quarta-feira, setembro 21st, 2011

Vatican Insider

“O incorrigível” é o título de uma longa reportagem da revista semanal alemã, que atribui a Bento XVI o abandono de muito fiéis da Igreja Católica alemã, sob o título “Der Unbelehrbare. Eis Papst lässt die Deutschen vom Glauben abfallen” (O incorrigível. Um papa que deixa que os alemães abandonem a fé, em tradução livre).

A revista Der Spiegel dedica a capa da edição que estará nas bancas amanhã (dia 21) ao papa, com uma manchete particularmente provocadora, “O incorrigível”, e atribui ao pontífice o demérito de ter induzido os alemães a abandonar a fé.

A próxima visita do Papa à Alemanha do dia 22 a 25 de setembro, levantou muitas polêmicas no país, onde estão previstos diversas manifestações. Até no Parlamento, onde o pontífice irá fazer um discurso às Câmaras reunidas, cerca de cem deputados decidiram desertar a sessão.

No entanto, Bento XVI disse esperar com “alegria” a ida a Berlim e o seu discurso noBundestag.

Na mensagem aos seus compatriotas, transmitido pelo canal de TV pública ARD, o papa traçou com clareza de espírito e intenções a 21º viagem internacional do pontificado, a terceira ao seu país e a primeira que incluirá regiões da ex-República Democrática Alemã, as mais atingidas pela descristianização em comparação com as regiões da ex-República Federal.

“Tudo isso não é turismo religioso, e muito menos um espetáculo. Eu vou para ajudar o homem a trazer Deus novamente para o seu horizonte”. Um momento “importante” será Erfurt, “onde Lutero iniciou o seu caminho”, mas não esperem nenhum “evento sensacional”.

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* Afinal, o que querem aqueles que hostilizam o Papa em suas viagens pelo mundo?

quinta-feira, setembro 1st, 2011

jornal Il Foglio

Como na Inglaterra e na Escócia durante a viagem de um ano atrás. Como naEspanha há poucas semanas. Também na Alemanha a acolhida que uma parte do país pretende reservar a Bento XVI, do dia 22 a 25 de setembro próximos, não é das melhores.

Há protestos de grupos de associações organizadas (muitos deles aderentes do movimento gay alemão) que, no dia 22 de setembro, no Portão de Brandenburgo, quando o pontífice fizer um discurso aos parlamentares, elas se concretizarão em um desfile liderado por um falso papamóvel com um “antipapa”. A acusação, no fundo, é a de sempre: Ratzinger lidera uma Igreja obscurantista e antimoderna.

E depois há os protestos provindos de dentro da Igreja Católica: um grupo de católicos alemães liderado pelos sacerdotes Norbert Reicherts e Christoph Schmidt assumiram as reivindicações dos 150 padres Austríacos que antes do verão [europeu] pediram a Bento XVI a abolição do celibato sacerdotal, a ordenação feminina, a readmissão à Eucaristia dos divorciados de segunda união e o retorno à Igreja dos sacerdotes que se casaram e tiveram filhos.

Sandro magister, vaticanista, parte da dissidência interna da Igreja para dizer que “é uma fermentação típica do mundo de língua alemã, uma fermentação que se apresenta com uma característica específica: a antirromanidade”. Ele diz ao Il Foglio: “NaAlemanha, são fortes as pressões protestantes que pedem reformas e inovações à Igreja Católica. A essas demandas, parte do mundo católico reage repropondo-as, porque as julga necessárias para se manter no ritmo da modernidade. Também é um modo pelo qual parte do mundo católico reivindica a sua autonomia de Roma, do papa, do centro da catolicidade. São reformas cujo conteúdo é conhecido há muito tempo, mas que retornam ciclicamente. Acredito que, pra avaliá-las do modo mais justo, porém, é preciso uma leitura mais distanciada”.

Qual? “Parece-me evidente que aqueles que pedem inovações no plano do celibato, do sacerdócio, da moral sexual etc., não pedem à Igreja nada mais do que um sinal, um milagre, um pouco como os fariseus que pediram a Jesus um sinal do céu para pô-lo à prova. Jesus respondeu dando-lhes o que pediam, mas respondeu voltando ao essencial, isto é, convidando a todos a olhar para ele.

Lembrando-lhes que ele era a resposta que buscavam. O papa faz o mesmo. Não reage a essas exigências oferecendo gestos taumatúrgicos, que depois não o são, mas simplesmente convida a todos a olhar para Deus, para o Mistério, para aquilo que é essencial na vida dos fiéis. Além disso, é sabido que a verdadeira reforma da Igreja, para Ratzinger, não parte de uma mudança das estruturas ou das normas, mas sim, sobretudo, de uma conversão do coração, de um convite a todos os fiéis a olharem para Deus.

Na Itália, nestes dias, muitos também pedem um sinal à Igreja: renúncias aos benefícios do 8 por mil [porcentagem da arrecadação total do imposto de renda italiano que é repassada às diversas confissões religiosas]. Esse pedido, no fundo, também espelha aquele dos fariseus: dá-nos um sinal, faça um milagre”.

leitmotiv das viagens de Bento XVI parece ser o dos protestos preventivos. Grupos hostis, alimentados por uma eficaz campanha midiática, prometem fogo e enxofre assim que o papa puser seus pés em seu país.

“Sim – diz Magister –, mas esses protestos, depois, se derretem como neve no sol. É um pouco como o Irene. Devia ser um furacão e se tornou uma simples tempestade ou quase isso. Assim são os protestos contra o papa. Antes que Ratzinger chegue, são furacões chegadas. Uma vez que Ratzinger aterriza e começa a sua viagem, depois dos seus gestos, dos seus discursos, não há mais quase nada. Na Inglaterra e na Escócia, muitos políticos que anteriormente haviam atacado Bento XVI também tiveram que declarar publicamente que estavam errados. Assim também na Espanha. Até mesmo alguns colegas de Zapatero acusaram o primeiro-ministro socialista por ter ido a Canossa, como se o seu encontro com o papa fosse uma ‘desistência papista’. Na Espanha, foi dada uma grande ênfase a essas declarações e também aos movimentos de protesto dos indignados nas praças. Mas a viagem em si, os milhares de jovens presentes e as palavras do papa afundaram qualquer polêmica, de fato”.

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* Qual a atitude cristã diante da hostilidade da cultura secular à nossa fé?

segunda-feira, julho 11th, 2011

Dom Henrique, Bispo de Aracaju

Vai crescendo a olhos vistos a propaganda pró-gay. Não é somente a questão contra um preconceito injusto e violento contra as pessoas homossexuais. Trata-se, ao invés, de uma verdadeira apologia do comportamento homossexual, dos atos homossexuais e da chamada cultura gay.

Os meios de comunicação fazem pesada propaganda e divulgam eventos gays, desde a Parada de São Paulo, passando pela desastrada decisão do Supremo Tribunal Federal, até a caricatura de casamento numa “igreja” do Rio de Janeiro. Sem dúvida, hoje em dia é chique ser gay!

Todos estes fatos devem fazer os cristãos refletirem... Não sejamos desavisados: cada vez mais posturas, atitudes e comportamentos totalmente estranhos à cultura cristã serão propagados, louvados e impostos… E por quê? Porque nossa matriz cultural já não é o cristianismo: o Ocidente renegou Cristo, apostatou de sua fé. Esta é a verdade! Certamente há ainda muitíssimos cristãos, mas o cristianismo como inspirador da cultura ocidental foi ultrapassado e não tem forças para voltar a inspirar esta sociedade.

Sei que muitos me tacham de pessimista e alarmista quando me escutam dizer isto. No entanto, não posso negar minhas ideias e minhas convicções! Mais ainda: quando as digo – e as tenho dito muitas vezes neste Blog – não é para ser pessimista ou alarmista, mas para ser fiel ao verdadeiro realismo cristão, que não tem medo de encarar a realidade porque sabe que a história está nas mãos do Cordeiro imolado e ressuscitado.

Vejamos: o que estamos presenciando é o descolamento do verniz cristão que, desde Constantino Magno, Imperador romano, passando por Teodósio, Clóvis e Carlos Magno, fora aplicado à sociedade ocidental. É verdade que o cristianismo impregnou a Europa medieval de modo admirável e fecundo, gerando a Cristandade. Mas isto passou!

É verdade também que a fé cristã nunca pode ser uma adesão de massa, adesão de uma multidão a Cristo, por moda ou força, sem passar pelo encontro pessoal e transformador com a sua adorável Pessoa.

Ora, desde a segunda metade do século XIV, a sociedade ocidental foi se afastando da adesão ao Senhor e foi-se criando uma torta concepção de que o homem somente será ele mesmo quando livrar-se de Deus e do seu Cristo: não a um Deus que diga quem sou, como devo viver ou o que devo crer ou fazer! É esta a ideologia que se impôs e tem triunfado no Ocidente. E sobretudo nas últimas décadas este processo de descristianização da cultura ocidental assumiu uma profundidade e uma aceleração impressionantes.

Como os cristãos devemos reagir, como devemos nos portar?

1. Fundamentalmente, aprofundando a nossa fé como encontro com Cristo e adesão amorosa à sua Pessoa. O cristianismo é uma questão de amor apaixonado por Jesus: não é questão de maioria, não é questào de todo mundo ter que ser cristão; é questão de amor, de um encontro transformante de amor! Esse amor é estritamente pessoal, mas não é individual: leva-nos à Comunidade dos amantes de Cristo, dos seus discípulos, que o têm como absoluto critério e verdade da existência: a Igreja. É no “nós” da Igreja que experimentamos o Senhor vivo na Palavra proclamada na Escritura e interpretada pela Comunidade de fé em plena sintonia com a doutrina dos Apóstolos, bem como é aí que recebemos e vivenciamos constantemente a graça salvífica do amado Jesus nos seus gestos perenes, que são os sacramentos.

2. Num mundo que oferece todas as porcarias e aberrações possíveis e imaginárias, todos os caminhos mais disparatados e antievangélicos, é imprescindível compreender e estarmos convictos de que nosso modo de viver não decorre de uma norma moralizante exterior, mas do nosso amor, da nossa adesão incondicional a Cristo Jesus, Verdade de toda a humanidade: o amor tem suas exigências e negá-las é não amar, é tornar vão o amor! Assim sendo, a vivência da moral cristã não deve ser vista e vivida como uma regra opressora, mas como expressão de um compromisso de amor exigente porque envolve toda a vida e a vida toda.

3. Vivemos no mundo – num mundo agora “multicultural” e, de modo geral, hostil ao cristianismo. É importante ter convicção de que somos diferentes, de que a escolha de Cristo nos separou do mundo; é essencial não negar a nossa fé, não esconder nosso modo de crer e de viver! Nunca caiamos na ilusão tola de que aplaudindo e mascarando os erros do mundo seremos aceitos e converteremos o mundo.

Um dos grandes erros dos cristãos atuais é pensar que ainda somos iguais a todo mundo e que todo mundo nos compreende! daí um irenismo tolo, uma simpatia meio retardada diante dum mundo hostil! Isso sempre degenera somente em covardia e infidelidade ao Senhor e aos testemunho que devemos dar dele.

É nosso dever respeitar o mundo, compreender que cada um tem o direito de seguir seu caminho e tomar o rumo que bem entender para a sua vida, mesmo que esse leve à morte e ao inferno. A nossa questão fundamental é que os cristãos vivam como cristãos e proclamem com toda a coragem a sua fé, sem medo nem complexos: cristãos que vivam como cristãos!

4. É necessária também a coragem serena e segura de dialogar com os que não são cristãos. Dialogar é dizer claramente quem somos, no que cremos, como vivemos, o que é certo e o que é errado para nós. Dialogar é escutar os outros, respeitá-los sinceramente, alegrar-se com suas virtudes e acertos, reconhecer seus valores, mas sem ceder um milímetro naquilo que é essencial do nosso modo de crer, de viver e de celebrar segundo Cristo. Somente uma atitude assim nos torna dignos do respeito dos outros. E se não nos respeitarem e se nos excluírem, nada mais estaremos vivenciando que aquilo que o nosso Jesus nos preveniu que aconteceria com seus discípulos e nos tornaria dignos dEle!

Voltemos ao tsunami da propaganda gay. Podem fazer paradas gays, podem fingir casamentos cristãos em pseudoigrejas pseudocristãs, podem dizer que é lindo e normal a vivência da homossexualidade nas relações sexuais, podem afirmar isto e muito mais… Os cristãos sempre terão os olhos e os ouvidos voltados para a Palavra de Deus e para a constante doutrina católica e apostólica: respeitaremos as pessoas homossexuais, refutaremos veementemente qualquer violência ou desrespeito para com elas, afirmaremos sua dignidade humana e de criaturas de Deus, sua capacidade de uma vida reta, de uma vida moral elevada e de real santidade como discípulos de Jesus Cristo.

Ao lado disso, dizemos e diremos sempre que o caminho que Deus pensou para a vivência sexual é a heterossexualidade, que as relações sexuais homossexuais são contrárias ao plano de Deus e por ele não são abençoadas nem mesmo com o pretexto de amor – não se confunda amor com sexo nem se resuma amor a sexo ou expressão de amor a relação sexual. Diante de Deus não há nem pode haver casamento homossexual! Também não daremos nunca o nome da família a um par homossexual, não aceitaremos nunca como normal e como direito de quem quer que seja que um par homossexual adote crianças.

Quanto aos homossexuais cristãos, devem sempre ser acolhidos na comunidade cristã, amados, tratados como irmãos, com a maior naturalidade; devem ser ajudados por quem de direito na direção espiritual e na confissão a caminhar na vida fazendo o possível para seguir os preceitos do Senhor do melhor modo que puderem. Se alguma vez caírem, que procurem o sacramento da Penitência, que o Senhor nos deixou a todos como remédio para nossos males.

A questão da homossexualidade precisa ser desdramatizada pelo cristãos: somos todos feridos e redimidos por Cristo. Quem tiver suas feridas e crer em Jesus, que se aproxime dele para dele receber o perdão, a cura interior e a força para ir se superando até que cheguemos todos à estatura do Cristo Jesus. É assim que os cristãos, cada vez mais minoria, serão uma luz – luz de Cristo – num mundo em trevas, serão sal que dá sabor a esta sociedade sem graça e revelarão uma paz e uma alegria de viver que farão os de fora vez por outra perguntar de onde nos vem isto. E os que arriscarem a pergunta haverão de encontrar uma só resposta: vem de Jesus, chamado Cristo! Assim eu vejo esta questão toda… E por isso mantenho minha serenidade…

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* Veja imagens chocantes da agressão com tortas ao Arcebispo Primaz da Bélgica.

quinta-feira, abril 7th, 2011

Trata-se da segunda vez nos últimos meses em que o primaz da Bélgica é objeto de uma ação deste tipo, depois que, em novembro passado, uma pessoa lhe jogou uma torta na cara enquanto presidia uma missa perto da catedral de Bruxelas.

O incidente aconteceu durante uma conferência realizada em uma casa para estudantes na cidade de Lovain-la-Neuve.

O arcebispo de Bruxelas-Malinas levou um “tortaço” na sua chegada à casa dos estudantes, e outros três durante a conferência, apesar da presença de serviços de segurança, segundo informou a rádio pública de língua francesa RTBF.

Um dos autores afirmou que Léonard o merecia “por todos os homossexuais que não se atrevem a dizê-lo aos seus pais e por todas as jovens que querem abortar”, e acrescentou que o arcebispo “poderia voltar a ser o alvo das tortas de creme a qualquer momento”

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* Divulgado relatório sobre as perseguições: 149 ataques anti-cristãos em 2010, só na Índia.

quarta-feira, janeiro 19th, 2011
Agência Fides
149 ataques anti-cristãos foram registrados na Índia em 2010: é o que afirma um relatório da Evangelical Fellowship of India, organização que reúne as comunidades cristãs de diversas denominações protestantes.
De acordo com o relatório, enviado à Agência Fides, a violência perpetrada por grupos extremistas hindus tocou 18 estados da Federação indiana e se verificou especialmente nos estados de Karnataka, Andra Pradesh (Índia meridional), Madhya Pradesh e Chattisgarh (Índia central).
Nos anos passados, os episódios de maior gravidade ocorreram no estado de Orissa. Justamente a atenção dedicada a Orissa pelas crônicas internacionais e pelas autoridades locais fez com que a violência cessasse quase totalmente no estado. Em outras áreas, grupos extremistas hindus – principais autores das agressões – continuaram a agir livremente, na total indiferença e impunidade, mesmo porque quase sempre as autoridades civis no poder pertencem ao partido nacionalista hindu BJP (Baratiya Janata Party), que legitima e protege grupos extremistas.
Segundo o documento enviado à Fides, os ataques incluem violência contra pessoas, locais, instituições ou até comunidades reunidas para liturgias. O texto denuncia de modo especial a violência, inclusive sexual, contra mulheres cristãs, registrada particularmente no estado de Karnataka, por intimidações ou conversões forçadas.
A impunidade dos culpados, afirma o Relatório, é a principal razão do perpetuar-se destas agressões. O Relatório assinala também o uso da propaganda anti-cristã atuada por muitos meios de comunicação para alimentar o ódio religioso e fomentar a violência. As comunidades cristãs indianas reiteram seu apelo às autoridades do governo e da polícia por uma maior proteção, pela liberdade religiosa e pela defesa dos direitos inalienáveis de todos os cidadãos indianos, qualquer que seja sua crença.
Paquistão Existem 10 milhões de potenciais assassinos de Asia Bibi

Asia Bibi está cansada e preocupada. Está abatida moral e psicologicamente. Chora frequentemente e quer ver seus filhos. Sente-se constantemente em perigo. Pede e confia na ajuda de Deus. É o que informam à Agência Fides fontes próximas à família da mulher condenada à morte por blasfêmia e detida no cárcere de Sheikhupura.

Ontem, o marido Ashiq Bibi a visitou na prisão e referiu “o estado de prostração psicológica e de desespero” em que a esposa se encontra. Depois do assassinato do governador do Punjab, Salman Taseer, e após as ameaças de grupos terroristas, as medidas de segurança no cárcere foram reforçadas: as visitas à mulher estão limitadas ao marido.

Ásia definiu Taseer “um homem bom e justo, um aliado em minha luta contra a injustiça e pela abolição da lei sobre a blasfêmia”, afirmando desconsolada: “Quem me protegerá agora? Estamos todos em perigo”.

Fontes da Fides notam a situação de extrema tensão e polarização no país: depois das recentes manifestações de grupos islâmicos radicas que elogiaram e definiram o assassino do governador como um “herói”, convidando seus correligionários a matar Asia Bibi e todos os que querem modificar a normativa sobre a blasfêmia, a família de Asia corre perigo de vida e vive em um esconderijo.

Os advogados e pessoas que fornecem ajuda material à família também estão em risco.
Haroon Bsrket Masih, líder da “Masihi Foundation”, que garante assistência a Asia Bibi e à sua família, declarou à Fides. “Hoje, existem 10 milhões de potenciais assassinos de Asia. Taseer foi morto; o ministro Shahbaz Bhatthi o ex- ministro Sherry Rehman foram condenados à morte pelos extremistas.

Enquanto isso, o governo, com o premiê Gilani e o ministro da justiça, já disse abertamente que não tem intenção de alterar em nenhuma maneira a lei sobre a blasfêmia. O executivo é refém dos fundamentalistas: deste modo, afasta-se dos princípios e da visão democrática e autoriza evidentes violações dos direitos humanos. Eu me pergunto: “Quem está no poder hoje no Paquistão? O governo e os líderes religiosos radicais?”.

Entretanto, os advogados de Asia Bibi informam a Fides que a Alta Corte de Lahore provavelmente não vai fixar em breve a data da primeira audiência do processo de apelo, devido à alta tensão social, política e religiosa que domina o país. Teme-se que se Asia Bibi for chamada a comparecer no Tribunal ela possa se transformar num alvo fácil e se somar às 35 vítimas de homicídios extra-judiciais de pessoas acusadas de blasfêmia.

Em blogs e na rede Internet no Paquistão, centenas de fundamentalistas oferecem-se espontaneamente para matar Asia Bibi, na certeza de conquistar o paraíso. Em um comunicado enviado à Fides, a Asian Human Rights Commission (AHRC) também pede a incriminação oficial dos líderes da “Tahaffauz-e-Namoos-e-Risalat” (“Aliança para a defesa da honra do Profeta”) que em manifestações nos dias passados, “instigaram publicamente ao homicídio de pessoas inocentes”. “Aonde está o governo que deveria proteger os cidadãos e impor o respeito do estado de direito?” – interpela o texto.

A AHRC pede de modo especial a incriminação de líderes religiosos islâmicos como Maulana Fazlur Rehman, líder da “Jamiat Ulema-e-Islam”; Munawar Hassan, líder da “Jamat-e-Islami”; Sahinzada Abul Khair Zubai, presidente da “Jamiat Ulema-e-Pakistan” e outros.

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* Oposição católica obriga museu a retirar obra blasfema.

terça-feira, janeiro 18th, 2011

Luis Dufaur

National Portrait Gallery da grande Smithsonian Institutionde Washington retirou um vídeo blasfemo que apresentava um Cristo por terra devorado por formigas gigantes, dentro de uma série de “obras de arte contemporâneas” sobre temas sexuais.

O grande museu desanimou da exibição por causa dos ativos protestos católicos, informou o “Washington Post”.

A Liga Católica acusou a obra de incitar ao ódio e anunciou que conversaria a respeito com o provável futuro líder da Câmara dos Representantes John A. Boehner (R-Ohio).

Posta a ascensão conservadora na política americana, o museu logo percebeu que poderia perder verbas oficiais, habitualmente polpudas. Kevin Smith, porta-voz do deputado Boehner disse que “as famílias americanas têm o direito de esperar um melhor uso de seus impostos”.

A exibição blasfema era apoiada por fundações de lésbicas e homossexuais.

A militância católica, dinâmica e inteligente, frustrou a manobra. Face ao mal e à blasfêmia o “diálogo” mole nada consegue, É preciso firmeza.


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* “Cristãofobia” no Oriente assusta e preocupa Papa Bento XVI.

terça-feira, dezembro 21st, 2010


O Papa Bento XVI fez um enérgico chamado a cessar a cristãofobia, especialmente no Oriente Médio, e para que as autoridades protejam os refugiados e animem o processo de reconciliação.

Em sua saudação de Natal dirigida à cúria do Vaticano, o Santo Padre se referiu ao Sínodo dos Bispos do Oriente Médio celebrado em outubro em Roma e alertou que “Na situação atual, os cristãos são a minoria mais oprimida e atormentada. Durante séculos, viveram pacificamente junto a seus vizinhos hebreus e muçulmanos”.

“No Sínodo escutamos palavras sábias do Conselheiro do Mufti da República do Líbano contra os atos de violência no confronto com cristãos. Ele dizia: com o ferimento dos cristãos, somos feridos nós mesmos”.

Infelizmente, prosseguiu o Papa, “esta e outras vozes da razão, às quais estamos profundamente agradecidos, são muito fracas. Também neste caso, o obstáculo é a conexão entre o afã de lucro e a cegueira ideológica”.

“Com base no espírito da fé e da sua razoabilidade, o Sínodo desenvolveu um grande conceito do diálogo, do perdão e da acolhida mútuas, um conceito que agora desejamos gritar ao mundo. O ser humano é um só e a humanidade é uma só. Aquilo que, em qualquer lugar, é feito contra o homem, por fim, fere a todos”.

“As palavras do Sínodo devem ser um alento para todas as pessoas com responsabilidades políticas ou religiosas para que ponham freio à cristãofobia, ergam-se para defender aos refugiados e os que sofrem e revitalizem o espírito de reconciliação”.

Seguidamente o Papa disse que “pudemos ver a rica cultura cristã do Oriente cristão. Mas vimos também o problema do País dividido. Tornaram-se visíveis culpas do passado e profundas feridas, mas também o desejo de paz e de comunhão que existiam primeiro. Todos são conscientes do fato de que a violência não traz nenhum progresso – esse, de fato, criou a situação atual. Somente por meio do compromisso e da compreensão mútua pode ser restabelecida a unidade. Preparar as pessoas para essa atitude de paz é uma missão essencial da pastoral”.

“No Sínodo, o olhar alargou-se sobre todo o Oriente Médio, onde convivem fiéis pertencentes a religiões diversas e também a muitas tradições e ritos distintos. No que diz respeito aos cristãos, há as Igrejas pré-calcedonesas e aquelas calcedonesas; Igrejas em comunhão com Roma e outras que estão fora de tal comunhão e entre elas existem, uma ao lado da outra, múltiplos ritos. Nos transtornos dos últimos anos, foi abalada a história de partilha, as tensões e as divisões cresceram, de tal modo que, sempre com horror, somos testemunhas de atos de violência nos quais não se respeita mais aquilo que para o outro é sagrado, nos quais também se quebram as regras mais elementares da humanidade “.

Bento XVI disse que no Sínodo também se meditou sobre a necessária unidade que deve existir com a Igreja Ortodoxa: “permanece inesquecível a hospitalidade da Igreja ortodoxa que pudemos experimentar com grande gratidão. Ainda que a plena comunhão ainda não tenha nos sido doada, tivemos, todavia, constatado com alegria que a forma basilar da Igreja antiga une-nos profundamente uns com os outros: o ministério sacramental dos Bispos como portadores da tradição apostólica”.

Elementos de unidade também são “a leitura da Escritura segundo a hermenêutica da Regula fidei, a compreensão da Escritura na unidade multiforme centrada sobre o Cristo, desenvolvida graças à inspiração de Deus e, enfim, a fé na centralidade da Eucaristia na Vida da Igreja”, ressaltou.

ACI

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* INACEITÁVEL! Campanha espanhola relaciona camisinha à hóstia.

segunda-feira, dezembro 6th, 2010

Uma campanha do governo espanhol para incentivar o uso de preservativos vem causando polêmica no país ao relacionar as imagens de camisinha com as de uma hóstia.

Divulgada em cartazes, vídeos e outdoors, a campanha repete uma mesma foto de um sacerdote segurando primeiro uma hóstia e depois uma camisinha.

A iniciativa do setor jovem do partido socialista que governa o país foi lançada durante a semana internacional de luta contra a aids.

BBC
Campanha espanhola causou polêmica com cartaz que relaciona a camisinha à hóstia usada na Igreja Católica
Campanha espanhola causou polêmica com cartaz que relaciona a camisinha à hóstia usada na Igreja Católica

“Bendita camisinha que tira a Aids do mundo” é o título oficial da campanha.

BLASFÊMIA

Diversas associações religiosas consideraram a campanha “blasfema”. A propaganda vai de encontro às recomendações do Vaticano que não aprova o uso de camisinhas.

O vídeo diz que “a Igreja nos diz que os preservativos, em vez de combater a doença, ajudam a expandi-la”.

O anúncio cita que mais de 25 milhões de pessoas já morreram vítimas da Aids até 2009.

A campanha confronta as orientações da Igreja colocando a pergunta, “são estes realmente os que dizem que nos amam? Que não te enganem”, prossegue o audio da peça.

Para Rafael Lozano, porta-voz do grupo católico Forum da Família, o objetivo “é aproveitar a ocasião para atacar toda a comunidade cristã”.

“Uma grande ofensa aos sentimentos religiosos de quem professa esta fé”, disse ele.
O porta-voz das Juventudes Socialistas Juan Carlos Ruiz explicou no site do partido que “a Igreja Católica insiste em confundir os cidadãos” e “que a campanha pretende apenas reafirmar o compromisso com a luta contra a Aids”.

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* Arcebispo belga esbofeteado na missa.Veja vídeo.

segunda-feira, novembro 8th, 2010

O chefe da Igreja Católica belga, o arcebispo André-Joseph Léonard, foi esbofeteado durante uma missa e já está um vídeo com o episódio a circular na Internet.

Segundo o site do jornal flamengo “Het Nieuwsblad”, tudo aconteceu na passada segunda-feira durante a missa de Todos os Santos na Catedral de Saints-Michel-et-Gudule, em Bruxelas.

O chefe da Igreja Católica belga tem estado envolvido numa polémica depois das suas opiniões controversas sobre a sida, a homossexualidade e os padres pedófilos.

O jornal adianta que a bofetada foi confirmada pela porta-voz do arcebispo, Claire Jonard, e pelo mestre das cerimónias da catedral, Patrick Vanderhoeven.

André-Joseph Léonard suscitou recentemente a indignação em muitas pessoas ao afirmar que a primeira propagação do vírus da Aids  foi uma “espécie de justiça perdurável”.

Sobre a homossexualidade, o arcebispo disse que “não está em coerência com a lógica objetiva da sexualidade”.

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* Muçulmanos Indonésios tentam deter o ‘Cristianismo’ evangélico.

quarta-feira, julho 28th, 2010

Em uma assembléia na grande mesquita Al Azhar, os líderes das nove organizações muçulmanas anunciaram os resultados do Congresso Islâmico de Bekasi que aconteceu em 20 de Junho de 2010, onde eles concordaram em estabelecer um centro de missões para a paralisação do “Cristianismo”; formar um exército jovem Laskar Pemuda e pressionar a aplicação da Sharia (lei muçulmana) na região, reportou o jornal Jakarta Post.

Observando um aumento no número de Igrejas em casas, organizações muçulmanas acusaram cristãos de Bekasi de proselitismo agressivo.

O Reverendo Simon Timorason do Fórum de Comunicação Cristão de Java Ocidental (FKKB), no entanto, relatou a CDN que os cristãos naquela área não evangelizam e se encontram em pequenas reuniões caseiras devido à falta de um local oficialmente reconhecido para devoção.

Muitos seminaristas cristãos formados preferem ficar em Java a mudar-se para ilhas distantes, Timorason adicionou, fazendo Java Ocidental o lugar ideal para lançar novas reuniões caseiras de denominações diferentes. Mas a vizinhança somente vê a multiplicação de Igrejas, ele diz, e por isso suspeitam que os muçulmanos estejam se convertendo ao cristianismo.

Cerca de 200 pessoas participaram do Congresso que aconteceu no dia 20 de Julho, representando organizações locais assim como o Fórum de Discussão Inter-religioso de Bekasi (Bekasi Interfaith Dialogue Forum), Movimento contra Apostasia (muçulmana) de Bekasi ( Bekasi Movement Against Apostasy), Assembléia Muçulmana Local e o Conselho Indonésio de Ulema (Muhammadiyah and the Indonesian Ulema Council - MUI) – duas das maiores organizações Muçulmanas da Indonésia – e a Frente Defensora Islâmica (Islamic Defenders Front - FPI), conhecida por sua oposição agressiva contra Cristãos e outros grupos não-muçulmanos

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