Posts Tagged ‘Células tronco embrionárias’

* Avanço de cientistas norte-americanos poderá tornar obsoleta a pesquisa em células estaminais embrionárias.

terça-feira, fevereiro 9th, 2010

Recentemente alguns cientistas fizeram uma grande descoberta usando o processo conhecido como reprogramação direta que torna ainda mais obsoletas as pesquisas com células-tronco embrionárias. Pesquisadores da Universidade Stanford School of Medicine em Palo Alto, no estado da Califórnia nos EUA, conseguiram transformar células da pele de um rato diretamente em células nervosas funcionais.

Com a aplicação de apenas três genes, as novas células fazem a mudança sem primeiro se tornar um tipo de células-tronco pluripotentes – como uma célula-tronco embrionária. Esse é um passo que há muito se considerava necessário para que as células adquiriram novas identidades.

“Nós induzimos ativa e diretamente um tipo de célula para torná-la um tipo de célula completamente diferente”, afirmou o Dr. Marius Wernig, MD, professor adjunto de patologia e um membro do instituto de Stanford para Biologia de Células estaminais e Medicina Regenerativa. “Esses neurônios são totalmente funcionais. Podem fazer todas as principais coisas que os neurônios no cérebro fazem.”, afirmou.

O Dr. David Prentice, um ex-professor de biologia da Universidade Estadual de Indiana agora associado com o Family Research Council, conversou com a agência dedicada à causa pró-vida“LifeNews.com” sobre a descoberta. Na entrevista ele afirma que “este é um avanço impressionante na capacidade de transformar as células em tecidos funcionais desejados”.

Ademais o Dr. Prentice assinalou que “células pluripotentes como as células-tronco embrionárias são difíceis de controlar, e há problemas de tumores para obter o tipo de célula final desejado, bem como os problemas éticos da destruição dos embriões humanos para obter as células pluripotentes”. “Com esta técnica de reprogramação direta indo diretamente de uma célula da pele à uma célula especializada do funcionamento do nervo, o processo evita a problemática intermédia e vai direto ao tipo de célula necessária. Eventualmente determinando as misturas corretas, qualquer célula disponível poderia ser transformada em outra célula”, disse ele à agência LifeNews.com. “Estes resultados são emocionantes.”, concluiu.

O Bioeticista Wesley J. Smith também teve coisas boas a dizer sobre o progresso ético. “Observe – este não é um sucesso de células-tronco adultas. É a programação direta de um tipo de célula diretamente em outro”, adverte. “Ainda há muito trabalho a ser feito antes que seja demonstrado que a técnica pode ser usada no trabalho clínico humano, alguns cientistas manifestam dúvidas, mas é um grande passo adiante. Boa ética produz boa ciência”, escreveu em seu blog Secondhand Smoke.

O Artigo original em inglês está em: http://www.lifenews.com/bio3043.html

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* Estudo de cientistas norte-americanos poderia tornar obsoleta a pesquisa em células estaminais embrionárias.

domingo, fevereiro 7th, 2010

Recentemente alguns cientistas fizeram uma grande descoberta usando o processo conhecido como reprogramação directa que torna ainda mais obsoletas as pesquisas com células-tronco embrionárias. Pesquisadores da Universidade Stanford School of Medicine em Palo Alto, no estado da Califórnia nos EUA, conseguiram transformar células da pele de um rato directamente em células nervosas funcionais.

Com a aplicação de apenas três genes, as novas células fazem a mudança sem primeiro se tornar um tipo de células-tronco pluripotentes – como uma célula-tronco embrionária. Esse é um passo que há muito se considerava necessário para que as células adquirissem novas identidades.

“Induzimos ativa e diretamente um tipo de célula para torná-la um tipo de célula completamente diferente”, afirmou o Dr. Marius Wernig, MD, professor adjunto de patologia e um membro do instituto de Stanford para Biologia de Células Estaminais e Medicina Regenerativa. “Esses neurónios são totalmente funcionais. Podem fazer todas as principais coisas que os neurónios no cérebro fazem.”, afirmou.

O Dr. David Prentice, um ex-professor de biologia da Universidade Estadual de Indiana agora associado com o Family Research Council, conversou com a agência dedicada à causa pró-vida “LifeNews.com” sobre a descoberta. Na entrevista ele afirma que “este é um avanço impressionante na capacidade de transformar as células em tecidos funcionais desejados”.

O Dr. Prentice assinalou ainda que “células pluripotentes como as células-tronco embrionárias são difíceis de controlar, e há problemas de tumores para obter o tipo de célula final desejado, bem como os problemas éticos da destruição dos embriões humanos para obter as células pluripotentes”. LifeNews.com. “Estes resultados são emocionantes.”, concluiu. “Com esta técnica de reprogramação direta indo diretamente de uma célula da pele à uma célula especializada do funcionamento do nervo, o processo evita a problemática intermédia e vai directo ao tipo de célula necessária. Eventualmente determinando as misturas correctas, qualquer célula disponível poderia ser transformada em outra célula”, disse ele à agência

O Bioético, Wesley J. Smith, também teve coisas positivas a dizer sobre o progresso ético. “Observe – este não é um sucesso de células-tronco adultas. É a programação direta de um tipo de célula diretamente em outro”, adverte. “Ainda há muito trabalho a ser feito antes que seja demonstrado que a técnica pode ser usada no trabalho clínico humano, alguns cientistas manifestam dúvidas, mas é um grande passo em frente. Boa ética produz boa ciência”, escreveu no seu blog Secondhand Smoke.

O Artigo original em inglês está em: http://www.lifenews.com/bio3043.html

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* “Pai” de célula embrionária diz que uso é sonho

segunda-feira, outubro 19th, 2009

Cauteloso, James Thomson, considerado o “pai” das células-tronco embrionárias humanas, afirma que nos próximos dez anos a grande aplicação delas será em testes de novas drogas.

O resto, como o uso contra doenças, por exemplo, ainda é um “sonho”, afirma ele.

Thomson está no Recife participando de um simpósio sobre o tema. Ele disse que não sentia que estava fazendo história no fim dos anos 1990, quando isolou pela primeira vez as células embrionárias.

“Durante um ano havia muito estresse. Para obter os resultados e publicar logo”, comentou Thomson.

Sobre as células iPS (células-tronco adultas que, reprogramadas, voltam ao estado embrionário), Thomson disse que “são um caminho forte para o futuro”, mas que ainda não se conhece o verdadeiro potencial delas.

***

Não seria mais um pesadelo, Sr James, pagar preço tão alto- mesmo em nome de algo licito e bom como salvar uma vida,matar uma outra??

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É legitimo matar para salvar?

terça-feira, julho 14th, 2009

da BBC Brasil

Uma equipe de cientistas de Newcastle, na Inglaterra, anunciou ter criado espermatozoides em laboratório pela primeira vez no mundo.

Os pesquisadores acreditam que, eventualmente, seu trabalho poderia ajudar homens com problemas de fertilidade.

espermatozoide Outros especialistas, no entanto, não se convenceram com os resultados. Em um artigo publicado pela revista especializada Stem Cells and Development, a equipe de Newcastle diz que seriam necessários pelo menos mais cinco anos até que a técnica seja aperfeiçoada.

Os cientistas começaram a pesquisa com linhagens de células tronco derivadas de embriões humanos doados após tratamentos de fertilização artificial.

As células tronco foram removidas dos embriões masculinos com poucos dias de vida e armazenadas em tanques de nitrogênio líquido.

As células tronco então foram trazidas à temperatura do corpo e colocadas em uma mistura química que estimulou seu crescimento. Elas foram “rotuladas” com um marcador genético para que os cientistas pudessem identificar e separar aquelas que dão origem a óvulos e espermatozoides.

As células tronco masculinas passaram pelo processo de meiose, dividindo pela metade seu número de cromossomos. As células sexuais (óvulos e espermatozoides) tem apenas 23 cromossomos, enquanto todas as outras células do corpo têm 23 pares de cromossomos, num total de 46.

O processo de criar e desenvolver os espermatozoides durou de quatro a seis semanas.

Os cientistas da Universidade de Newcastle afirmam que os espermatozoides criados no processo alcançaram maturidade e mobilidade, e produziram um vídeo documentando os resultados.

O professor Karim Nayernia, da Universidade de Newcastle e do NorthEast England Stem Cell Institute disse que “este é um avanço importante, já que vai permitir aos pesquisadores estudar em detalhes como os espermatozoides se formam e levar a uma melhor compreensão sobre a infertilidade entre os homens “ por que ocorre e o que a causaria”.

“Esta compreensão poderia nos ajudar a desenvolver novas formas de ajudar casais que sofrem de infertilidade para que possam ter um filho que seja geneticamente deles.”
“Isto também permitiria aos cientistas estudar como as células envolvidas na reprodução são afetadas por toxinas, por exemplo, ou por que meninos jovens com leucemia que passam por quimioterapia podem ficar inférteis para o resto da vida “ e possivelmente levar a uma solução.”

Mas o biólogo Allan Pacey, especialista em espermatozóides da Universidade de Sheffield, disse que não estava convencido de que os espermatozoides tenham se desenvolvido totalmente.

“A qualidade das imagens não tem resolução suficientemente alta e eu precisaria de mais dados. Eles são espermatozoides jovens, mas seriam necessários testes funcionais para saber exatamente o que foi alcançado.”

Os espermatozoides produzidos em laboratório não podem ser usados em tratamento de infertilidade, já que isso é proibido pelas leis britânicas. Os cientistas de Newcastle afirmam que são necessários pelo menos mais cinco anos para que a técnica seja aperfeiçoada.

A pesquisa também levantou algumas questões éticas. Josephine Quintavalle, do grupo Comment on Reproductive Ethics (Corethics), afirmou que “este é um exemplo de loucura imoral. Embriões humanos perfeitamente viáveis foram destruídos para a criação de espermatozoides sobre os quais haverá grandes questões sobre sua saúde e viabilidade”.

É tirar uma vida em ordem para, talvez, criar outra. Sou muito a favor de curar a infertilidade, mas não acho que você possa fazer o que quiser.”

***

É o que nós já sabemos: Com a “legalização” das experiências com células tronco embrionárias,qualquer coisa é possível e aceitável,infelizmente.

A Igreja não é contra o autêntico progresso,claro!

Porém não consiste progresso a “liberdade”,mesmo que amparada pela lei,para destruir embriões,com o fim de salvar vidas.Um meio mal não pode ser usado para um fim bom.

Essa é a verdade!

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Formando personalidades cristãs maduras à luz da Verdade,a serviço da Igreja e dos homens de boa vontade.
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