Posts Tagged ‘Conversão’

* Ex-abortista convertida em líder pró-vida questiona aqueles que pedem a pena de morte para Gosnell.

sexta-feira, maio 17th, 2013

ACI

Abby Johnson, quem faz poucos anos deixou seu trabalho como diretora de uma clínica abortista para converter-se em líder pró-vida, criticou a “hostilidade” daqueles que pedem a pena de morte para o médico abortista Kermit Gosnell.

“O que é o que eu mereço?”, questionou Johnson em uma coluna publicada na sua página Web depois do veredicto do jurado que encontrou Gosnell culpado por ter assassinado três bebês nascidos vivos depois de um aborto fracassado. Gosnell lhes cortou a coluna vertebral.

Johnson recordou que ao abraçar a fé católica, escolheu Maria Madalena como sua santa para o sacramento da Crisma, pois sentiu “uma conexão imediata com ela. Ela tinha pecado muito… e foi perdoada em proporções ainda maiores”.

“Ela sabia que não merecia o perdão… mas o recebeu de todas as formas. E devido a isto, ela se agarrou a Cristo. Ela sabia que não era nada sem Ele”.

Johnson assinalou que ela também fez sua “parte de pecado. E também fui perdoada muito mais do que mereço”.

“Não sou melhor que Kermit Gosnell”, escreveu a agora líder pró-vida.

“Abusei e traí mulheres da pior forma possível. Convenci-as de matar seus filhos. Cortei o pescoço das crianças depois que nasceram? Não. Mas fui uma cúmplice no assassinato”.

Johnson recordou que ela também abortou em duas ocasiões, “não foi porque fui coagida. Não foi por não ter mais informação. Mas sim porque pensei que as crianças seriam um inconveniente para meu estilo de vida. Eu sou responsável pelas suas mortes, ninguém mais”.

“Assim quando alguém fala sobre Gosnell e diz coisas como ‘os assassinos e as pessoas como ele não merecem respirar o mesmo ar que eu’ ou ‘espero que se queime no inferno’, fere um pouco. Porque essa fui eu. Mas ainda estou aqui… respirando o mesmo ar… e tentando passar o resto de minha vida corrigindo meus erros”.

E essas palavras não ferem somente a ele, assinalou, pois “ferem outros como eu, também. Pessoas que deixaram a indústria do aborto e que trabalharão cada dia para recuperar-se de seus pecados. Pessoas que ainda estão na indústria e pensam que serão rejeitadas pelo movimento pró-vida… provavelmente eles iriam nos procurar se soubessem que os aceitaríamos”.

“Sempre tenho medo de que os trabalhadores das clínicas vejam algumas das palavras dos pró-vida. Vários ex-trabalhadores me falaram que nunca virão diretamente a nós com suas histórias porque estão tão atemorizados com como serão tratados por nós… por nós… o suposto movimento ‘cristão’”.

“Sei que alguns dirão ‘mas você se arrependeu, aí está a diferença’. Mas, o que teria acontecido se não o tivesse feito… não ainda? O que teria sido se ainda estivesse dentro da indústria do aborto? O que teria sido se ainda fosse uma cúmplice do assassinato? O que aconteceria se levasse mais tempo para me dar conta da verdade? Mereço morrer?”, questionou.

“As pessoas as que me dirigi me aceitaram, com tudo o que levava. Eles sabiam que era uma pessoa destroçada, e me amaram de igual maneira”.

“Foi Cristo quem mudou a minha vida. Foram as palavras misericordiosas e compassivas de Suas pessoas. Não foi a condenação. Não foram as orações para que eu arda no inferno. Não foram aqueles que me gritavam e me insultavam”, assinalou.

A líder pró-vida advertiu que “o ódio vem do inferno”, enquanto que “a misericórdia vem de Cristo”. “Quando odiamos, não somos melhores que aqueles que matam”, assinalou e assegurou que espera “ansiosamente o dia quando possa chamar Kermit Gosnell de um ex e arrependido abortista”.

“Que vitória tão celestial será essa! Poderá acontecer? Se me disserem que não, então vocês não conhecem o Deus que eu conheço”.

Abby assegurou que “meu Deus está no negócio dos milagres. E meu Deus não quer que ninguém sofra no inferno. Ele quer que todos seus filhos venham a Ele… sim, inclusive aqueles de nós ‘monstros’ que estão ou estiveram na indústria do aborto”.

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* Testemunho de ex protestante da Congregação Cristã no Brasil hoje católico!

sábado, abril 13th, 2013

Fonte

www.padrepauloricardo.org


Salve Rainha!

A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo a todos!


Olá pessoal do suporte do blog [do Pe. Paulo Ricardo],


Chamo-me Dênis, tenho 26 anos e sou da cidade de São José de Rio Preto/SP. Estou enviando este e-mail para contar sobre a minha conversão. Ainda não sei bem ao certo os motivos que me levaram a querer escrever o testemunho, mas, em parte, sinto muita vontade de agradecer ao Padre Paulo e a toda a equipe por esse belíssimo trabalho de evangelização e esclarecimento dos cristãos.


Nasci sob uma educação cristã, meus pais eram da Congregação Cristã no Brasil, mas, com o passar dos anos, a rotina aos cultos da igreja foram diminuindo e mais precisamente quando tinha 12 anos, quando meu pai foi assassinado, sofremos a maior queda de nossas vidas. Desse momento em diante, eu, minha mãe e meu irmão só fomos nos afastando, cada vez mais, da graça e da convivência perto de Deus. Com o passar dos anos, o coração só foi sendo contaminado cada vez mais, com raiva e ódio por ter perdido meu pai de tal maneira. As brigas aumentavam em casa, a desunião tomou conta da família por muitos anos, até que o mínimo de respeito e compreensão começassem a ser restabelecidos novamente.


Então, com 18 para 19 anos, fui para São Paulo estudar. Profissionalizei-me, comecei a trabalhar e eis que tudo parecia começar a tomar rumo na minha vida. Bom, ao menos era o rumo que eu queria.


Minha vida começou a ser o trabalho, horas exaustivas de trabalho, pois achava que seria isso o que traria um bom fundamento em todas as outras áreas, se fosse alguém bem sucedido e com uma vida financeira estabilizada conseguiria ajeitar todo o resto facilmente. Tinha uma namorada que pensava da mesma forma, e caminhávamos juntos sobre esses preceitos. Mas por todos esses anos, o meu coração sempre estava inquieto, nunca batia na mesma direção que meu raciocínio e minhas condutas estavam me levando.

Por mais que minha vida material avançasse e fosse agregando bens a ela, nunca me sentia completo, ainda sim me permanecia um aspecto de morte interior. Quando completei 24 anos, foi aí que caí do cavalo bonito. Descobri que tinha um tumor no intestino e precisei me afastar do trabalho. Morava em São Paulo, mas só tinha condições de me tratar em Rio Preto e nessas condições minhas economias foram se acabando, meu antigo relacionamento foi se dificultando ao ponto de tudo na minha vida zerar. Meu dinheiro tinha se acabado em virtude dos tratamentos e tantas outras despesas, minha vida profissional ficou paralisada, meu antigo relacionamento se acabou.


Bom, em vista de todas essas dificuldades, não me vinha outra coisa na cabeça senão buscar a Deus para encontrar forças para suportar essa fase. Então comecei a frequentar novamente a Congregação Cristã no Brasil, pois era a única igreja a qual eu era familiarizado, nunca tinha frequentado nenhuma outra. E foi então que comecei a viver esta experiência através da oração e sentir a consolação Divina, foi então que meu coração já não mais batia em outra direção, mas adorava repousar nas mãos do Pai, foram momentos maravilhosos e breves esses que duraram por alguns dias, aconteceram outros episódios também, mas de maneira tão pessoal que nem sei como poderia explicá-los, mas tenho certeza que vocês me entendem, vocês devem ser todos santos aí, devem trabalhar recitando o rosário…em LATIM! Mas, enfim, a história não acaba aí: comecei então a querer me batizar, pois como vocês sabem os evangélicos não batizam crianças e quando eu tinha idade para o fazer, já me encontrava bem afastado.


Comecei então a rezar pedindo a Deus que me desse a graça de me levar às águas do batismo quando fosse do agrado d’Ele, pois interiormente me sentia confuso com certos preceitos da Congregação Cristã no Brasil e, sinceramente, nunca consegui ver sentido nas pessoas que saem pulando de uma religião para outra, de um batismo para outro, como se o Deus que ela tivesse encontrado fosse falso, mesmo a maioria das igrejas protestantes sendo o batismo pela Santíssima Trindade, isso nunca entrou na minha cabeça!


E sempre pedi a Deus que queria conhecê-lo verdadeiramente, para que não me deixasse ser enganado por falsas doutrinas ou doutrinas incompletas. Então grandes dúvidas começaram a assaltar meu coração, dúvidas de toda alma, do pecado original. Porque eu ouvia testemunhos de evangélicos que se tornavam católicos em vista de milagres e vice-versa, então eu pensava: “oras, isso tudo é uma maçaroca só, Deus age em todos, basta buscar sinceramente!”


Foram dúvidas que me traziam a dificuldade para crer em Deus, porque pensava: “ora, se Deus é perfeição e não erra em seus julgamentos, nunca teria deixado mais de uma igreja verdadeira e se os milagres são de certa forma, Deus falando mais grosso para dar uma direção pra gente aqui na terra, bom, então, haveria de se dar créditos visto que se tem testemunhos de milagres extraordinários em igrejas protestantes. Ao menos eu os escutava na Congregação Cristã no Brasil”.


Bom, em vista disso ao menos eu não deixava de perseverar nas orações e na busca do entendimento das Sagradas Escrituras. E no meu coração eu começa a me sentir sugestionado a estudar…e foi o que fiz.

Comecei a estudar primeiramente a história da Congregação Cristã no Brasil, pois eu frequentava a igreja e nem ao menos sabia da história dela. Tamanha ignorância! Logo em seguida comecei a estudar a Santa Igreja Católica e a Reforma Protestante e comecei a entender a desfragmentação da coisa e a distorção que foram acarretando o surgimento de tantas denominações.


Nessa época já acompanhava seu blog, e obtinha muitas respostas através de seus programas, mesmo frequentando igreja evangélica na época, não ia atrás nem tinha o desejo de ofender outros credos, acusando-os de idólatras e outras coisas, mas simplesmente queria respostas e entender a fundo o porquê das coisas!


E devo dizer, Padre Paulo, que todo programa quando ouvia o senhor dizendo: “Pois bem, meu amiguinho protestante”… Eu, então, fazia de tudo para que os protestantes entendessem o pensamento da Santa Igreja, devo dizer que sempre caía na risada, porque eu era um amiguinho protestante na época.


Em certo tempo recebi um convite de um amigo que era católico e que hoje é meu padrinho. Um convite para irmos a um retiro espiritual num Carmelo em Minas Gerais, no qual Deus veio me dar a graça de conhecer os frades, e lá poder esclarecer minhas dúvidas, poder entender as riquezas da Santa Igreja também. Foi quando comecei a ter um contato mais próximo com o Santíssimo Sacramento enquanto fazíamos a Liturgia das Horas. Quando voltei já estava bem saturado de tudo, tinha estudo a história, tinha lido vários livros de Santos, alguns me marcaram bastante como Santa Edith Stein, “Ciência da Cruz”, Santa Faustina, Padre Pio, Santa Teresa de Jesus, Madre Teresa Calcutá etc…


E já se havia passado um ano dessa busca lendo refletindo e principalmente pedindo a Deus em oração a graça do Batismo, então eu cessei, tinha me cansado de buscar e ler tantas coisas e não chegar num parecer sobre qual religião eu seguiria e me batizaria.


Parei totalmente, já não lia nem via mais nada ligado à religião, pois já se tinha passado um ano pedindo o Batismo a Deus e nada acontecia, ao invés disso, as minhocas só pareciam crescer na minha cabeça.


Então, dias depois, quando estava em oração, quando eu insistia em pedir o Batismo a Deus, comecei a sentir uma alegria no coração, eu simplesmente sabia que era em relação ao Batismo, mas não sabia a maneira que se daria. Então eu dizia a Deus: “Mas Senhor, eu não vejo luz, estou confuso mais do que nunca e não vejo como poderia se dar o Batismo em certa altura!


E em sua doçura e amor, Deus me dava esse sentimento de alegria acerca do Batismo que estava chegando, era tudo que sentia, nem sei explicar, eu sabia que se daria, mas não sabia quando, nem como, nem onde!

Dias depois de estar mergulhado nessa sensação, era por volta de 15h, senti um desejo incontrolável de ir à Capela do Santíssimo, um desejo tão forte de me ajoelhar em frente ao Santíssimo e apenas ficar ali, adorando o Senhor! Bem, o desejo foi tanto, que larguei o trabalho e corri para a paróquia, isso era uma tarde de quinta-feira.


Depois de uma breve adoração, me dirigi à secretaria e disse que gostaria de fazer as aulas de Catecismo para me Batizar, e então, pela Divina Providência, talvez para não me restarem dúvidas a secretária me disse: “Olha você buscou na hora certa, porque vamos começar uma turma na segunda-feira, essa será a última turma do ano”.


Então, irmãos, no dia 10/11/2012 recebi com grande alegria o sacramento do batismo e logo no dia seguinte Crisma e 1a. Comunhão! Bom, Padre Paulo e todos os que lerem isto, não consigo nem descrever a alegria que tenho em meu coração de ser Católico, a certeza que tive no coração com tudo isso é de que só existe plenitude da vida cristã dentro da Igreja Santa Católica e praticando seus sacramentos.


Eu acredito que não seja o único que já tenha lhe escrito pra te contar isso e muito menos que serei o último. Mas escrevo para agradecer, pois me lembro bem que disse certa vez que orava todas as noites pela conversão dos evangélicos, bem estou te agradecendo pois uma dessas orações me atingiu rsss…. e também para dar testemunho na esperança que lhe sirva como combustível para continuar na luta!


Um grande abraço, que Deus o abençoe e guarde todos vocês! E, Padre, se algum dia for vir pra Rio Preto, espero que Deus me dê a graça de conhecê-lo.

Paz e Bem!

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* “A Igreja foi posta, mais uma vez, como espetáculo diante do mundo..”O que Deus quer nos dizer com os fatos?

sábado, março 2nd, 2013

A Igreja foi posta, mais uma vez, como espetáculo diante do mundo. Todos os olhos estão voltados para ela e proclama-se, especialmente quando vista de fora, uma grande crise. Aproveita-se a oportunidade para que as muitas bandeiras de uma parcela permissiva da sociedade sejam levantadas. Na cabeça de muitos, vale apostar tudo para ver o que se pode colher, como se a Igreja de Jesus Cristo fosse um balcão de informações turísticas, ou, quem sabe, um parlamento democrático aberto a todos ou as orientações morais viessem a ser decididas pelo voto da maioria. A grande renovação da Igreja, ou acontece a partir da ação do Espírito Santo que atua dentro do coração de cada cristão, com a força da permanente conversão, ou será indevida e mentirosa, pois ela não pode ser infiel ao seu Senhor.

Ser cristão incomoda e muito, começando mesmo por aqueles que desejam professar sua fé com coerência, em tempos nos quais a perseguição se volta furiosa, especialmente contra os católicos. Não estamos mais em época de cristandade! Com certeza os cristãos católicos devem tomar consciência de sua responsabilidade e se decidirem a ser sal, luz e fermento, com qualidade de vida e testemunho, indo além das valiosas e reconhecidas devoções, para serem presenças qualificadas, capazes de transparência da inigualável mensagem evangélica, dispostos a superar os próprios limites e pecados.

Sabemos que o mistério da iniquidade está presente onde quer que existam pessoas humanas. Falta muito para que todos os homens e mulheres, de qualquer religião ou fé, vejam vencidos em si ou na vida social a maldade que se espalha. Também para nós vale o chamado contínuo à conversão, tanto que, nos dias da Quaresma, a Igreja inteira, consciente de que foi resgatada pelo Sangue do Cordeiro imolado, canta em sua oração: “Humildes, ajoelhados na prece que a fé inspira, ao justo Juiz roguemos que abrande o rigor da ira. Ferimos por nossas culpas o vosso infinito amor. A vossa misericórdia  do alto infundi, Senhor. Nós somos, embora frágeis, a obra de vossa mão; a honra do vosso nome a outros não deis, em vão. Senhor, destruí o mal, fazei progredir o bem; possamos louvar-vos sempre, e dar-vos prazer também. Conceda o Deus Uno e Trino, que a terra e o céu sustém, que a graça da penitência dê frutos em nós. Amém” (Hino de Laudes para os Domingos da Quaresma). É bom que o mundo saiba que nos reconhecemos pecadores, suplicamos a misericórdia de Deus, somos continuamente chamados à conversão e nos empenhamos em buscar as formas de vida cristã e as estruturas necessárias ao testemunho autêntico de Jesus Cristo.

No terceiro domingo da Quaresma, a Igreja proclama e medita o Evangelho de São Lucas, no capítulo treze, versículos um a nove. Jesus forma seus discípulos e as pessoas que dele se aproximam. Cabe-lhes estar atentos aos acontecimentos. O primeiro deles é de ordem religiosa no qual alguns galileus são mortos por Pilatos, quando ofereciam sacrifícios. O segundo é um acidente, quando uma torre cai sobre algumas pessoas. É mais ou menos como as notícias novas ou requentadas, que correm pelo mundo afora e também no boca a boca das conversas.

Em nossos dias, pululam acusações de toda ordem contra a Igreja e os católicos. Os fatos negativos tenham sua devida apuração e, quando comprovados, as pessoas sejam devidamente responsabilizadas. Também os desastres públicos são passíveis de verificações e providências cabíveis. No entanto, envolvidos diretamente ou não nos dois tipos de eventos, todos sejam provocados a tirar as lições devidas. Trata-se de perguntar o que Deus quer nos dizer com os fatos.

Jesus propõe a conversão nos dois casos. Se existem cristãos que agem mal, que comecem uma vida nova, transformem sua mentalidade e suas práticas. Se qualquer um de nós se encontra distante dos fatos e responsabilidades, pergunte-se como pode ser melhor e viver melhor, mesmo em áreas totalmente diferentes. Quando na sociedade uma obra desaba, um incêndio se alastra, as ruas estão esburacadas ou os serviços são de baixa qualidade, mesmo quem não tem poder para mudar tudo, pode começar por si mesmo ou perto de sua casa. O lixo que cada um recolhe de forma adequada pode ser uma pequena, mas indispensável ajuda, como também a direção segura e defensiva no trânsito e outras práticas. Vale, como sempre, ouvir Jesus: “Pensais que esses galileus eram mais pecadores do que qualquer outro galileu, por terem sofrido tal coisa? Digo-vos que não. Mas se vós não vos converterdes, perecereis todos do mesmo modo. E aqueles dezoito que morreram quando a torre de Siloé caiu sobre eles? Pensais que eram mais culpados do que qualquer outro morador de Jerusalém? Eu vos digo que não” (Lc 13,2-5). Os frutos da conversão se manifestem em nova mentalidade e novas práticas de vida!

A Igreja tem a alegria de oferecer ao mundo, depois de oito anos de trabalho intenso, o exemplo luminoso  do até agora Papa Bento XVI, que acaba de renunciar. Certamente incomodou muita gente, mas edificou crianças, jovens e adultos, homens e mulheres de todos os quadrantes do mundo. Sua palavra e seu comportamento foram retilíneos, coerentes com o lema escolhido, “colaborador da verdade”, um cristão autêntico, apaixonado pela Verdade, que é Jesus Cristo. É a esta verdade que queremos converter-nos! É a esta verdade que estará a serviço o novo Papa a ser eleito!

Unindo-se às preces de todo o mundo, a Arquidiocese de Belém reza assim: “Senhor Jesus, Pastor eterno, fundastes a Igreja para ser no mundo o Sacramento da Salvação, na perfeita comunhão de amor, e destes a Pedro a tarefa de criar a unidade entre vossos filhos e filhas. Amparai, Senhor, a vossa Igreja que, sustentada pelo vosso Santo Espírito, espera confiante a escolha do Sucessor de Pedro, que nos sustentará na mesma fé que da mesma Igreja recebemos no Batismo. Não permitais, Senhor, que ventos de doutrinas contrárias venham a nos confundir. Sustentai a nossa fé e mandai, sem demora, aquele que conduzirá a Barca da Igreja pelos caminhos da história em nosso tempo, para a honra e glória do vosso nome, vós que sois caminho, verdade e vida. Amém!”

Dom Alberto Taveira Corrêa

Arcebispo Metropolitano de Belém

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* Soldados se convertem ao catolicismo em linha de combate graças a sacerdote.

quinta-feira, janeiro 10th, 2013

ACI

O Pe. Francisco Muñoz, capelão da Brigada Paraquedista espanhola destacada no Afeganistão, vai celebrar 35 batismos, comunhões e crismas nos próximos meses entre os militares espanhóis. Ao ser perguntado sobre este ato respondeu com humildade: “Sou um sacerdote muito normal. Isto também faz qualquer padre de povoado”.

Oriundo de Ribera del Fresno, na Extremadura, e capelão desde 1983, o Pe. Francisco se tornou capelão militar faz doze anos. “Eu sempre quis ser missionário, monge ou mártir, e fiquei em militar, que também começa por ‘m’ e tenho algo dos três”, relata desde a província afegã de Badghis.

Conforme informou o jornal espanhol El Mundo, o sacerdote é conhecido entre os militares por seu grande carisma e capacidade para chegar ao próximo. “Deus me deu o dom da simpatia”, limita-se a responder.

Esta capacidade de “ser simpático” lhe ajudou a conseguir faz quatro anos, que 37 soldados, também no Afeganistão, se batizassem e recebessem a Comunhão. E faz dois anos, quando esteve no Líbano, foram cinquenta e cinco os que mostraram sua fé.

Nesse sentido, o capelão rechaça que na Espanha haja uma crise de fé. Indicou que o problema está na forma de chegar às pessoas, pois “o espanhol normal é discretamente religioso (…), e aqui, no Afeganistão, há mais tempo para refletir”.

Uma anedota lhe ocorreu no ano passado devido ao seu afã de converter mais pessoas. Aos seus 54 anos o Pe. Francisco fez o curso de paraquedista porque um militar lhe prometeu batizar-se se ele fizesse o curso. “Foi uma experiência religiosa porque se reza muito”, recorda com humor ao referir-se às aulas nas quais inclusive terminou machucado.

“Tem que ser um “descerebrado” para fazer o curso com essa idade”, afirmou, e recordou que ao terminar o curso, disse ao militar: “Se você já tem fé ou não, não me importa, mas agora você vai se batizar!”.

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* Testemunho de um pastor da Assembleia de Deus convertido ao catolicismo. Imperdível.

sexta-feira, janeiro 4th, 2013

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* Veja quem se converteu ao catolicismo.

segunda-feira, dezembro 3rd, 2012

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* Ator de “Two and a Half Men” se converte e faz campanha contra a série.

quarta-feira, novembro 28th, 2012

Angus T. Jones

Angus T. Jones, o jovem Jake do seriado “Dois homens e meio” [Two and a Half Men] tornou-se cristão e agora critica sua vida passada, incluindo seu papel na famosa série de TV.

Jones nasceu em Austin, Texas, e narra ao longo de 30 minutos um testemunho disponível no site da Igreja Forerunner.


Ele começou como ator aos 4 anos. Aos 9, foi convidado para estrelar ao lado de Charlie Sheen e Jon Cryer o seriado “Dois Homens e meio”, que se tornou um sucesso mundial.

Dez anos depois, ele recomenda que as pessoas parem de assistir a série. “Se você assiste ‘Two and a Half Men’, por favor, pare de assistir e encher a sua cabeça com sujeira. As pessoas dizem que é só entretenimento. Faça uma pesquisa sobre os efeitos da televisão no seu cérebro e eu tenho certeza que você terá que tomar uma decisão quanto ao que você assiste…”

A declaração surpreendente vem de quem hoje é uma das estrelas jovens mais bem pagas de Hollywood, recebendo 300 mil dólares por episódio (aproximadamente R$ 600 mil). Apesar de ser obrigado pelo contrato a fazer parte do elenco, ele diz não querer estar mais na atração.

No vídeo ele declara ainda que sua vida pessoal não estava nada bem e estava se envolvendo com drogas como maconha e ‘ácido’. Ele conta como foi seu encontro com Cristo e lamentou a influência mundana do entretenimento.

“Eu estava vivendo para mim… era uma celebridade estereotipada”, conta. No entanto, um incidente em dezembro de 2011, durante uma conversa com um amigo cristão, ele diz que percebeu que “Deus é a razão para tudo isso.”

Anuncia ainda que sua interpretação de Jake Harper tornou-se um peso espiritual e ele alerta. “Não há como brincar quando se trata da eternidade”, acrescentou. “O nome do jogo agora é compromisso… De acordo com a Bíblia, quando isso acontece, nós devemos estar ao lado da verdade. Um pouco de fermento leveda toda a massa”, enfatiza Jones, citando Gálatas 5:9, que é um alerta contra falsos ensinamentos.

“Você não pode ser uma pessoa temente ao Deus verdadeiro e estar em um programa de televisão assim. Eu sei que não posso…. É tudo ou nada”, disse ele.


O jovem Jones não anunciou quando termina seu contrato, que deveria durar ainda mais uma temporada. A Warner Bros, que produz o sitcom, não comentou o caso.

Desde setembro do ano passado, a série, uma das mais vistas da televisão americana, conta com Ashton Kutcher como estrela do elenco e Jon Cryer no papel do problemático Alan, pai de Jake.


Traduzido de The Christian Post.
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* Testemunho: Filho de Pastores protestantes converte-se ao Catolicismo.

domingo, novembro 25th, 2012

Apostolado SCR

Chamo me, Manuel da Costa, tenho 31 anos e sou  filho de Pais Pastores, desde infância  os meus Pais colocaram nos na Igreja e nos ensinaram a temer  á Deus. Durante 22 anos vivi na Província de Cabinda (Angola) depois fui para a Capital Luanda (Angola) para fazer a faculdade de Engenharia Informática. A minha irmã que me recebeu na Capital era da Igreja Pentecostal, ela tinha um carinho aos Pastores Adventistas ela comprava Pregações e estudos de profecias sobre o apocalipse.

Mesmo não sendo Adventista achei interessante destas aulas, comecei a estudar grandemente estas matérias, até que  no ano 2008 tomei decisão de receber o Batismo por imersão na Igreja onde o meu Pai era Pastor. Comecei a participar ativamente na Igreja e a ocupar alguns cargos como secretário  da Paróquia, comecei  a ter um fanatismo aos pastores Adventista e repetia como um Papagaio  de que o Santo Padre é a besta do Apocalipse 13 e a Igreja Católica  era a babilônia descrito no apocalipse 17. Cheguei  a pensar que a Igreja Adventista é que prega a verdade, eu sinceramente comecei a desprezar todas Igrejas protestantes inclusive onde eu era membro, isto porque os estudos adventistas me convenceram do Sábado e da Mortalidade da Alma. Muitas coisas sobre o Catolicismo que eu não sabia muito bem eu repetia sem que primeiro  ter estudado o problema.

Conheci uma jovem  Católica que atualmente é a minha esposa, eu a atacava sempre ,e ela  humildemente não conseguia se defender mesmo tendo os sacramentos. Me lembro uma vez fui a uma feira de livros da Religião ISLÂMICA onde encontrei um livro que mostrava a diferença entre o Cristianismo e o Islão, tentei debater com um Islâmico ele me derrubou com seus argumentos e fiquei sem respostas para defender o Cristianismo, ele me perguntou porque é que os cristãos tem bíblias diferentes? Será que foi  inspiração de Deus?” me falou dos concílios  eu nem sabia o que era.

Esta vergonha que eu passei de não defender o cristianismo,me levou a estudar para saber como defender a religião cristã,surgiram muitas dúvidas na minha cabeça.

Comecei a procurar na Internet sites para estudo do cristianismo e comecei a ler a história do cristianismo,a historia do Cânon bíblico.

O que me surpreendeu mais é o nível de argumentos dos ex-protestantes, comecei a encarar que  os testemunhos de ex-protestantes eram mais sábios e  com argumentos bíblicos e histórico, eu nem sabia o que era  a Patrística… O testemunho do Ex-Pastor Casanova me deixou perplexo com tamanha argumentação bíblica e da história do Cristianismo.

O vídeo que roda na Internet onde o Pe. Paulo Ricardo responde a um protestante que diz sobre a Babilônia descrito no Apocalipse, me lavou  de toda ignorância que eu tinha aprendido dos Adventistas sobre o Apocalipse 17.

Naquele  momento comecei a encarar o Protestantismo como uma religião caluniadora, que confunde a Igreja com os membros da Igreja.

Graças a Deus no dia 19 Agosto de 2011, casei na Igreja Católica  com a minha esposa durante a celebração do matrimônio fiz a profissão de fé e pela primeira vez recebi a sagrada hóstia.

Meus queridos irmãos Protestantes  e Católicos,  só existe uma verdade que vêem de Deus,pra saber esta verdade só é possível no Magistério da Igreja que são Paulo chama de Coluna da Verdade(I Timotéo 3:15-17).

  • Dizer que não existiu Igreja depois dos Apostólos, e negar a história Cristã  e negar todos os Pais da Igreja dos primeiros séculos.

“Papias, Policarpo, Inácio, Tertuliano, Justino, Irineu, Cipriano, Dionísio, Clemente, Euzébio de Cesaréia, Agostinho, Jerônimo entre outros”

  • Dizer que o Constantino fundou a Igreja Católica como eu pensava é ignorar a História do Cristianismo e jogar a bíblia  no lixo.

“Antes do Edito de Milão de 313 já havia passado 32 Papas na História da Igreja, e o Papa do ano 313 era o PAPA Melcíades”

  • Dizer que a bíblia é palavra de Deus, só é possível pela Igreja,porque ela não veio do céu por fax, foi discutido e confirmado nos concílios da Igreja Católica pelos Bispos (Concilio de Hipona 393, Cartago III 397)
  • Dizer que a Igreja apostatou é negar a Palavra do Nosso Senhor Jesus Cristo (Mateus 16:18“As portas do inferno não prevalecer contra a Igreja”.
  • Dizer que todos podem interpretar a bíblia é falta de respeito  a bíblia (2Pedro 1:20-21) “Nenhuma profecia é particular Interpretação ”.
  • Dizer que  Lutero foi contra a Igreja é ser ignorante com a  realidade da história, nas 95 teses Lutero não condena a Igreja nem tão pouco o Santo Padre,mas ele condenou os abusos que eram feito pelo alguns sacerdotes

Vejamos  os seguintes pontos das 95 teses  de Lutero

42. Deve-se ensinar aos cristãos que não é pensamento do papa que a compra de indulgências possa, de alguma forma, ser comparada com as obras de misericórdia.

71.  Seja excomungado e maldito quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas.

  • Se Lutero era inspirado por Deus, porque os protestantes reprovam as indulgências, que ele mesmo afirma que é um verdade apostólica?
  • A premissa de que Lutero estava certo, isto abre margem de  colocar Arius, Nestório, Pelagius, Montanu, Marcião como também homens inspirados. Felizmente são tido como hereges pelo cristãos  Protestantes e quem os condenou foram os Papas.
  • Dizer que as 33 mil Igrejas existente  são verdadeiras é falta de respeito a própria palavra de Deus (Efesios 4:1-6, I corintios 12-13, João 10:16, João 17:21-23).
  • Dizer que o concilio é uma obra dos homens e falta de respeito a palavra de Deus porque os apóstolos resolveram contradições doutrinárias  nos concílios (Atos 15).
  • Dizer que todos são inspirado pelo espirito Santo é falta de respeito a palavra de Deus. (Joao 16:13).
  • Dizer que não existe a primazia Petrina e Apostólica e falta de respeito a bíblia.

Mateus 16:16-18.(Decidir sobre a fé e a moral)

Mateus 18:18(decisão apostólica)

Lucas 22:31-32(Confirmar na fé os irmão=os irmão da Igreja).

Joao 21:15-17(Apascentar o rebanho =dirigir a Igreja).

  • Dizer que Deus Pai, Deus Filho e Deus Espirito Santo são a favor a divisão é falta de respeito a Bíblia. (Romanos 16:17-18,Efesios 4:14).

Hoje sou Católico graças á Deus, com muita convicção, não duvido daquilo que o Magistério  da Igreja. Para não cair em heresias só dou ouvido ao que o Magistério ensina no Catecismo, documentos oficias da Igreja ,nas enciclias dos Papas,no missal ,porque Jesus disse “ Quem ouve o Magistério  a Jesus ouve,e quem rejeitar o Magistério rejeita Jesus Cristo e consequentemente rejeita ao Deus Pai”(Lucas 10:16).

Agradeços a todos os Cristãos que me levaram  a amar a Palavra de Deus e de conhecer a Santa Igreja Católica,os meus agradecimentos especias ao Professor Felipe Aquino, Cris Macabeus do site (asmentirasdoapocalipse), Helen do site (igrejamilitante), Rafael do Site (sadoutrina)

“Quem houve a Igreja jamais caíra no erro”,porque a Igreja é a coluna da Verdade (I Timotéo 3:15-17).

Feito em Luanda-Angola , aos 30-07-2012
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* Jogador de futebol italiano: Encontro com Deus me livrou do vício do sexo!

quarta-feira, outubro 24th, 2012

O jogador de futebol do Catania, Nicola Leggrottalie, afirmou que seu encontro com Deus o ajudou a deixar o vício do sexo e agora deseja servir a Cristo e anunciá-lo aproveitando sua popularidade de atleta.

“Amando Deus eu sinto que o desejo sexual diminui, posso resistir sem ele. Sei que Deus escolheu para mim a pessoa certa, estou somente esperando-a”, afirmou o jogador de futebol , que recordou que logo depois de seus encontros ocasionais com diferentes mulheres se sentia vazio.

“Eu via uma mulher e a desejava sexualmente”, mas logo depois de havê-la conseguido “não me preocupava com ela e isto me levava a me sentir mal”.

“Possivelmente não teria encontrado Deus se não houvesse ido até o fundo do poço”, acrescentou.

Leggrottalie, que também jogou pela Juventus, disse que aprendeu que o dinheiro e a fama não são suficientes para ser feliz. “Sentia-me incompleto, eu não gostava mesmo. Aprendi por experiência que a dor é um caminho para chegar à felicidade”, afirmou.

Nesse sentido, contou que a mudança chegou graças ao apoio do também jogador de futebol Tomas Guzman e sua esposa, que o ajudaram a olhar atrás. “Comecei a rezar, a ler a Bíblia, e passo a passo percebia que, seguindo as palavras do Evangelho, esse vazio ia sendo preenchido”, expressou.

Leggrottalie relatou que agora suas noites de farra foram trocadas por encontros de amigos para ler a Bíblia e que vive a castidade esperando a mulher que Deus escolheu para ele.

“Eu percebi, durante meu crescimento espiritual, que no futebol não há lugar para Deus e, sobre tudo, que há pouca valentia para sair à luz e dizer o que se pensa. É muito cômodo ser igual a outros para não ter problemas e para que não caçoem de você”, acrescentou.

O jogador de futebol italiano disse que agora deseja aproveitar sua popularidade para “levar a palavra de Deus por todo mundo” e ajudar a duas associações que trabalham na adoção de crianças na África.

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* Blogueira militante ateia encontra a verdade e se faz católica “chocando” seus seguidores ateus.

terça-feira, setembro 11th, 2012
Leah Libresco antes: "sou uma ateia"  procurava mas não achava argumento contra a Moral
Leah Libresco antes: “sou uma ateia”
procurava mas não achava argumento contra a Moral

Leah Libresco é uma blogueira americana que foi popular pelo seu ateísmo militante, expresso no “Patheos Atheist Portal”, de sua responsabilidade.

Formada em Yale e colaboradora do Huffington Post, a jovem filósofa deixou pasmos seus leitores, ateus como ela: tornou-se uma católica convicta e passou a militar pela Cristandade, segundo noticiou a agência Zenit.

“Esta é a minha última postagem”, anunciou no título do artigo onde ela explicava haver finalmente encontrado a resposta para um impulso ditado por uma “moral interna” para o qual o ateísmo não tinha explicação.

A resposta é uma só: o catolicismo. Esse catolicismo que Leah durante anos refutava e rejeitava com explicações naturalistas a conquistara racional e emotivamente.

“Durante anos eu tentei argumentar a origem da lei moral universal que reconhecia presente em mim”, explicou a blogueira; uma moralidade “objetiva como a matemática e as leis da física”.

Na busca contínua de respostas, Leah se refugiou, por exemplo, na filosofia ou na psicologia evolutiva.

“Eu não pensava que a resposta estivesse ali”, admite, mas ao mesmo tempo
“não podia mais esconder que o cristianismo demonstrava melhor do que qualquer outra filosofia aquilo que eu reconhecia já como verdadeiro: uma moral dentro de mim que o meu ateísmo, porém, não conseguia explicar”.

Os primeiros “sinais” de conversão vieram no Domingo de Ramos, num debate com alunos de Yale para explicar de onde deriva a lei moral.

Leah procurava qualquer argumento para negar a moral
Leah procurava qualquer argumento para negar a moral

Leah foi interrompida por um jovem que “buscava fazer-me pensar – como ela mesma lembra –, pedindo-me para não repetir a explicação dos outros, mas para dizer o que eu pensava sobre isso”.

Chega de papagaiar, diga o que pensa, teria sido a mensagem do aluno.

“Não sei, não tenho uma ideia”, foi a resposta da Leah diante de uma pergunta tão simples.

O aluno insistiu:

– “E a sua melhor hipótese?”

– “Não tenho uma”, reconheceu ela.

– “Terá talvez alguma ideia”, continuou ele.

– “Não o sei… mas acho que a moral se apaixonou de mim ou algo parecido”, tentou explicar, sem dar continuação às suas palavras.

Mas Leah ficou refletindo.

Leah Libresco fica católica e desconcerta as esquerdas
Leah Libresco fica católica e desconcerta as esquerdas

“Percebi que, como ele, eu acreditava que a moral fosse objetiva, um dado independente da vontade humana”. Leah descobriu que no fundo acreditava “numa ordem, que implica alguém que o tenha pensado”, e “na existência da Verdade, na origem divina da moral”.

“Intuí – explica ainda – que a lei moral como a verdade pudesse ser uma pessoa. E a religião católica me oferecia a estrada mais razoável e simples para ver se a minha intuição era verdadeira, porque diz que a Verdade é vivente, que se fez homem.”

Sem rumo, a professora ateia procurou o jovem para ver o que lhe sugeria fazer.

Foi assim que a filósofa, uma ateia convicta, começou a recitar o Livro dos Salmos, e continua “a fazê-lo sempre, também sozinha”.

Anos e anos de teorias, provas, convicções, caíram em pedaços diante da única Verdade: o Deus dos Evangelhos.

Leah publicou toda a história em seu portal. Provocou reações diversas e milhões de comentários. A história foi postada 18 mil vezes no Facebook e sua página web teve, segundo o diretor do blog, Dan Welch, cerca de 150 mil acessos.

Leah: “é o melhor período que você pode viver”

Muitos comentários são acusadores, de pessoas ateias que se sentem “traídas” por aquela que era para eles uma líder. Muitos outros, ao contrário, são de católicos que, como muitos não-crentes, seguiam o blog.

Alguns expressam as suas felicitações e dizem: “Estou tão feliz por você. Rezei tanto. A aventura está apenas começando”.

Depois da conversão, Leah procurou também uma comunidade católica, “escandalizando os amigos” mais incrédulos.

“Se me perguntarem como estou hoje, respondo que estou feliz – diz a blogueira –, o melhor período que você pode viver é quando você se dá conta de que quase tudo o que você pensava que fosse verdadeiro, na verdade era falso”.


Falando para a CNN, a blogueira contou que se sentia “renascida uma segunda vez”.

– “É ótimo participar da Missa e saber que ali está Deus feito carne – declarou –, um fato que explica tantas outras coisas inexplicáveis”.

O que fez Leah do seu popular blog ateu?

– “Parar de escrever? – explica na sua postagem – continuar em um estilo cripto-católico, esperando que ninguém perceba (como fiz no último período)?”.

Nada de bobagens nem pusilanimidade: profissão destemida do catolicismo!

Após um exame demorado, decidiu:

Leah Libresco católica:  “é ótimo ir à Missa e saber que ali está Deus feito carne”
Leah Libresco católica:
“é ótimo ir à Missa e saber que ali está Deus feito carne”

– “A partir de amanhã, o blog será chamado “Patheos Catholic channel” e será usado para discutir com os ateus convictos, como fazia antes com os católicos”.

O motivo?

“Se a pessoa é honesta – explica – não tem medo de entrar em diálogo. Eu recebi uma resposta sobre o que buscava porque aceitei colocar-me em diálogo. O interessante de muitos ateus é que fazem críticas e pedem provas. Uma coisa utilíssima à Igreja, que não deve ter medo, porque está do lado dos fatos e da razão”.


Como despedida aos seus muitos leitores ateus, Leah escreveu:

– “Quaisquer que sejam suas crenças sobre religião, parem e pensem no que vocês acreditam ser uma boa ideia; e se percebem algo que os obriga a mudar de ideia, não tenham medo e lembrem de que a sua decisão pode somente melhorar sua visão das coisas”.

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* DECIDA-SE! ou fique ou vá!: “não necessitamos decidir pelo mal para acabarmos mal, porém, necessitamos sim decidirmos pelo bem para acabar bem”

domingo, setembro 2nd, 2012

Dom Pedro Pablo Elizondo, Bispo de Cancún-Chetumal, no México, em artigo publicado recentemente, afirmou que Nosso Senhor Jesus Cristo pede a todo católico que, no mundo de hoje, opte radicalmente por Ele porque diante do Senhor não a opção para ser medíocre ou indiferente.

O artigo intitulado “Defina-se, ou fique ou se vá” foi publicado no último dia 27 no site da Conferencia Episcopal Mexicana. Nele o Bispo faz uma reflexão das palavras de Cristo sobre a Eucaristia e a pouca compreensão dos que o ouviram e que qualificaram suas palavras como sendo duras.

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Diante da rejeição de seus seguidores, Nosso Senhor não se assusta
nem desanima mas, pede uma opção radical.

Dom Elizondo mostra que “diante do rejeição de seus seguidores, Nosso Senhor não se assusta nem desanima, apenas pede que diante dEle seja tomada uma opção radical, pede ao homem que o admira que se defina, com Ele o contra Ele. Diante de Cristo no se pode ficar indiferente, tem se que definir-se: crês ou não crês, ficas ou vás. Comigo ou contra mim.”

“Se não nos definimos pelo bem, seremos arrastados pelo mal; não necessitamos decidir pelo mal para acabarmos mal, porém, necessitamos sim decidirmos pelo bem para acabar bem”, escreve o prelado.

E o Bispo continua: “o ser humano é frágil e insuficiente para ser feliz, necessita decidir-se pelo bem e procurar ajuda para poder consegui-lo, porém sua soberba não permite reconhecer isto e nem procurar ajuda”.

“Nosso Senhor Jesus Cristo não gosta das indefinições, as dúvidas, as meias tintas. Cristo é radical diante dos que duvidam em segui-lo”, acrescenta.

Referindo-se ao mundo de hoje, Dom Pedro Pablo afirma que ele “nos envolve facilmente na confusão e na dúvida. O mundo em vivemos nos favorece com uma vida cômoda e medíocre; o mundo em que vivemos oferece uma dupla face, a incoerência”.

“O mundo gosta que vivamos de aparências, que digamos que cremos porém que vivamos como se não crêssemos. Muita gente se diz crente mas, não praticante, como se si pudesse crer uma coisa e viver outra, como si se fosse possível seguir a Jesus Cristo, porém, na realidade estivesse seguindo as apetências do mundo e de nossas paixões desordenadas”. Por isso, adverte o Bispo de Cancún-Chetumal, “hoje mais que nunca é tempo de decidirmos radicalmente: segui-lo ou deixá-lo, com Ele ou contra Ele.

Não podemos acender uma vela para Deus e outra para o diabo. Cristo nos volta a perguntar: “você também não queres ir?”.

Oxalá, respondamos como São Pedro, finaliza Dom Elizondo, “a quem iremos, Senhor, se só Vós tendes palavras de vida eterna?”. (JSG)

Com informações www.cem.org.mx

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* “Por que céus, um judeu como você, haveria de se tornar Católico?” – testemunho de um judeu convertido.

domingo, setembro 2nd, 2012

Extraído das cartas de Goldstein, por David Goldstein (um judeu convertido ao Catolicismo).

Caro Sr. Salomão,

As mentes dos homens têm sido retratadas, “como uma folha de papel, onde de fato  as impressões que recebem com mais freqüência, e mantém por mais tempo, são as mais obscuras.” Isso se aplica a você, meu caro senhor, bem como a outros judeus, que não conseguem ver a Igreja Católica como ela é, o cumprimento de tudo que é grande e glorioso no Judaísmo Antigo Testamento. Infelizmente, a impressão mental  ”obscura” deixada em você pela história da Inquisição espanhola, tal como interpretada anuvia a visão.

Sua pergunta apaixonada: – “Por que Céus,  um judeu como você,  haveria de se tornar Católico?” Poderia ser respondida em uma palavra: -O Messias, o judeu de judeus, Jesus Cristo, agora a reinar nos “Céus”. Essa terça resposta  à sua consulta incorpora tudo o que pode ser dito para justificar a graduação do judaísmo ao catolicismo. Mas eu não vou descartar a sua consulta de forma tão abrupta, considerando que eu vou publicar as razões para me tornar Católico no ‘The Pilot’. Assim, que minha resposta seja susceptível de ser lida não só por você, mas por outros judeus que também “vierem a ler o The Pilot agora e, em seguida, na Biblioteca Pública.”

Sua segunda consulta: – “Como pode um judeu se tornar um membro de uma Igreja que perseguia os judeus na Espanha?” Será tratada após a resposta à sua primeira consulta aparecer publicada. Basta dizer, neste momento, que os judeus se tornam os católicos de hoje, pelas mesmas razões que levaram os judeus a tornarem-se católicos por mais de 15 séculos antes da Inquisição espanhola.

A Igreja Católica, que poderia ser chamada de  Igreja Judaica Glorificada, é uma Igreja de convertidos, e dos descendentes dos convertidos. Primeiro veio Cristo, o judeu de judeus, depois vieram os apóstolos, todos os judeus e, depois, veio os milhares de primeiros membros da Igreja Católica, todos judeus, depois entraram os convertidos dentre os gentios ou pagãos. Na verdade, não teria havido uma Igreja Católica, se não fosse pelos judeus. Assim, ao me tornar  Católico, a  ser incorporado no Corpo Místico de Cristo, eu me tornei um membro da Sociedade Espiritual a qual originalmente pertenciam, em sua totalidade, aos filhos de Israel.

Por que me tornei CATÓLICO?

Porque eu acreditava em Deus, um Deus pessoal monoteísta, o Deus de Abraão, Isaac e Jacob.

Porque eu acreditava no Antigo Testamento; firmemente convicto de que os princípios e as previsões de Moisés e os profetas aí contidos, são revelações de Deus, como fizeram os meus antepassados ​​judeus.

Porque eu acreditava que o Novo Testamento é um registro Divino aperfeiçoado, elevadas manifestações de princípios do Velho Testamento, um registro do cumprimento das profecias do Velho Testamento.

Porque eu acreditava que Deus, o Criador, fez Adão e Eva, os primeiros pais da raça humana, de quem o homem recebeu a sua natureza humana: Que Adão, pelo pecado, trouxe um sofrimento para si e seus descendentes, causados ​​a nascer com a mancha deste “Pecado Original” em suas almas: Que esse pecado de Adão fechou as portas do céu para o homem (Gen. 3).

Porque eu acreditava que o Deus todo-misericordioso prometeu enviar um Salvador, um Messias (Gen. 3:15), para reparar o pecado de Adão, portanto, para reabrir as portas do Céu que foram fechadas ao homem. Também que o Messias havia de nascer, de uma virgem (a Virgem Maria), no clã que está na família de um descendente do Rei Davi, na Cidade de Davi.

Porque eu acreditava que a existência do único Deus verdadeiro, significa a existência de uma só religião verdadeira, uma  Verdadeira Igreja de Deus.

Porque eu acreditava que essa religião, essa Igreja de Deus, foi a religião e a Igreja dos judeus. Ela veio de Deus, através de Moisés, aos filhos de Israel.

Porque eu acreditava que essa religião seria uma  religião  orgânica, visível, sacerdotal, de autoridade e sacrifício, como uma religião feita por Deus deve ser. Que seu sacerdócio era do sacerdócio de Deus; seu templo era o templo de Deus, que continha a um, e único altar sobre o qual os sacrifícios que Deus mandou (A Sagrada Eucaristia), registrado nos Livros de Moisés, foram e poderiam ser oferecidos ao Único e Verdadeiro Deus (Êxodo 20:24-26).

Porque eu acreditava que a autoridade da religião de Israel veio de Deus e foi centrada no sumo sacerdote (Dt 17:9-11), o único que é comissionado na Lei Mosaica para oferecer sacrifícios (Levit. capítulos 1-7, inc.). O primeiro sumo sacerdote foi Aarão, irmão de Moisés, ordenado por Moisés (Êxodo 28), que após a morte foi seguido por um descendente do clã e da família de Aarão. O sumo sacerdote era “a suprema autoridade da Igreja e representante-chefe de Israel diante de Deus”, como a Enciclopédia Judaica Vallentine diz (p. 284). Uma lista de 82 sucessivos sumos sacerdotes, de Aaron até a época da destruição do Templo, esta registrada na Enciclopédia Judaica (Vol. VI, p. 391). Phineas, filho de Samuel, foi o último sumo sacerdote judeu (67-70 aC). Ele é citado na Enciclopédia judaica como “um homem indigno” (Vol. 1, p. 381), porque, como a Enciclopédia do Conhecimento judaica diz que ele foi escolhido como o resultado de intrigas políticas. Ele não era da linhagem do sumo sacerdote, nem foi descrito de forma alguma como digno do cargo “(p. 428). (Isto é cumprido nos de 2000 anos de sucessão apostólica da RCC).

Porque eu acreditava que, com o fim do sacerdócio Aarônico, a destruição do Templo, que acabou com a oferta dos sacrifícios mosaica, o judaísmo do Antigo Testamento, do judaísmo de Deus, chegou ao fim. Por isso os judeus não tinham um mediador com Deus delegado divinamente, um juiz, um intérprete da lei divina, moral e religiosa, uma Igreja de Deus, como é chamada no livro de Deuteronômio (17:8-12), por cerca de dezenove séculos. Foi-se para sempre o judaísmo, que, como a Enciclopédia Judaica diz, permitiu aos judeus  verem “no santuário a manifestação da presença de Deus entre o Seu povo, e o sacerdote, o veículo da graça divina, o mediador, através do ministério do qual os pecados  tanto da comunidade como dos indivíduos, podiam ser expiados”(Vol. 4, p. 125). Daí porque ninguém no judaísmo atual atua com autoridade divina,  como os sacerdotes nos tempos pré-cristãos.

Porque eu não acredito que Deus deixou o homem sem um guia espiritual, um mediador divinamente autorizado, sem um intérprete de sua vontade, tão necessário para ajudar o homem na batalha da vida, para uma eternidade de felicidade.

Porque eu acreditava na vinda de um Messias pessoal, como acreditavam os santos em Israel, como o fazem os judeus ortodoxos de hoje que, infelizmente, são como pessoas esperando pelo barco no qual velejar, mas que já está a caminho de seu destino sem elas  a bordo. Eles não percebem que Ele veio na pessoa de Jesus, que Ele é “o próprio Deus:” Quem Isaías, mais expressivo profeta messiânico de Israel, disse que “virá vos salvar” (35:4).

Razões adicionais

Caro Sr. Salomão: Eis aqui outros motivos apresentados em resposta à sua consulta: – “Por que  Céus você, um judeu, havia de se tornar Católico?”

1- Porque eu acreditava que Jesus provou ser o Messias que afirmava ser, em resposta à demanda apaixonada do Sumo Sacerdote Caifás no julgamento perante o tribunal judaico, quando o sinistro fez com que fosse condenado por blasfêmia (St. Matt. 26:63 ).

2- Porque eu acreditava que Jesus provou ser o Messias por seus ensinamentos, obras, vida, morte, ressurreição e no cumprimento de suas profecias.

3- Porque eu acreditava que Jesus fosse o personagem como Isaías disse, que o Messias seria o “Emanuel, Deus conosco” (7:14): “Deus, o Poderoso, o Pai do mundo vindouro, o Príncipe da Paz” (cap. 9). O “preexistência da (breve) Messias antes da criação” e “depois da criação do mundo”, a Enciclopédia Judaica afirma ser ensinamentos judaicos (Vol. 10, p. 183).

4- Porque eu acreditava no “Deus conosco”, o Messias preexistente, que Maria, o Lírio de Israel, trouxe ao mundo, como o verdadeiro Deus, assim como verdadeiro homem, a segunda pessoa do Deus Uno e Trino. Isso significa para os Católicos, e, portanto, para mim, que Deus é uma substância em três Pessoas distintas: Pai, o Criador, o Redentor Filho e do Espírito Santo, o Santificador. Este conceito plural do Único e Verdadeiro Deus, eu acreditava ter estado na mente de Moisés, quando, no livro de Gênesis, ele registrou que “Deus disse deixe NOS (Elohim) fazer o homem à NOSSA imagem e semelhança.” Este nome plural de Deus aparece 2.570 vezes na Bíblia, enquanto que o singular (Eloah) é rara.

5- Porque eu acreditava nas seguintes passagens do Antigo Testamento, que devem ser aceitas como vindas de Deus para alguém ser um judeu no sentido religioso do termo. Elas são as “escrituras” das quais Jesus falou aos judeus de Jerusalém, dando “testemunho” que Ele é o Messias (João 5:39).

6- Porque eu acreditava na descrição de Velho Testamento sobre a vinda do Messias Jesus montado, e Ele só. Ele nasceu em Belém, a Cidade de Davi (Michaes 5:2), sob a estrela de Jacó (Nm 24:17); da família de David (Paril. 17]: 1-14), na tribo de Judá (Gênesis 49:10), no momento exato predisse a vinda do Ungido, no capítulo 9 de Daniel. Jesus estava para ser adorado por Reis, que viriam trazendo presentes (Sl 71:10), Ele foi saudado com hosanas ao montar em um jumento (Zach. 9:9); falsamente acusado (Sl 108:2-3) ; traído (Sl 40), flagelado e cuspido (Is. 50:6); fel e vinagre dado a beber (Sl 68:22); levado como ovelha para o abate (Sl 40:10); Suas mãos e os pés seriam perfurados (Sl 21:17); e crucificado (Sl 21:14-17). No entanto, seu túmulo foi glorioso, pois, como disse Isaías, Ele ressuscitou dentre os mortos (Isaías 11:10), como Ele fez.

7- “Por que Céus eu, um judeu, me tornei Católico?”: Deus é a resposta; Aquele que, falando através de Moisés, chamou a mim, a você, e a todos os outros israelitas em todo o mundo, para “escutarem o profeta da Nação (Israel), “que seria” semelhante a mim “(Dt 18:15). Esse profeta é Cristo, que provou ser mais semelhante a Moisés do que qualquer outra pessoa na história de Israel. Ambos expuseram princípios religiosos básicos, ambos foram os legisladores, ambos operaram milagres, ambos eram mediadores entre o homem e Deus, o Pai do Céu, ambos foram rejeitados pelo seu povo, e ambos terminaram suas vidas em aparente fracasso.

No entanto, Jesus era maior do que Moisés, em que muito ensinado por Moisés era de natureza temporária, sendo obrigatório apenas até o seu cumprimento pelo profeta vinda, Cristo. Moisés ensinou aos pobres os não farás; Cristo ensinou as bem-aventurancas, [um contraste que] pode ser chamado de negativos e positivos dos ensinamentos divinos. Moisés falou com Deus Pai em uma nuvem; Cristo viu O cara a cara. Moisés revelou a natureza de Deus, o “Eu Sou Quem Sou:” Considerando que Cristo reivindicou ser o “EU SOU”, e provou-o pelos ensinamentos de Sua vida e obra. Moisés declarou os terrores do pecado, Cristo salvou do pecado; Moisés pecou, Cristo não tinha pecado, Moisés ofereceu o sangue de animais para sacrifício, Cristo ofereceu seu próprio sangue para sacrifício; Moisés selecionou 12 espias (Nm 13); que Cristo selecionados 12 apóstolos, Moisés selecionou Josué como seu sucessor e  Cristo designou Pedro como seu Embaixador Plenipotenciário.

Moisés fez uma aliança com Deus obtida no Monte Sinai para os filhos de Israel, e que Cristo, o “Um só pastor” quem Ezequiel disse que viria para pastorear o rebanho de todas as partes da terra (34:23), instituiu a nova aliança anunciada por Jeremias, uma aliança universal (31) .

Esta nova aliança, que veio para suceder a aliança mosaica, encarna uma Igreja de caráter universal, que é a Igreja Católica que Cristo estabeleceu. Ele tomou o lugar da Igreja, de um povo exclusivo, os filhos de Israel. Cristo instituiu o sacerdócio para a Sua Igreja, o sacerdócio predito para estar de acordo com a Ordem de Melquisedec (Sl 109). Era para ser e é um sacerdócio, sem levar em conta a linhagem dos seus membros. Este sacerdócio foi substituiu por Cristo o sacerdócio genealógico de Arão, o poder e a autoridade do sacrifício, que terminou quando o véu azul, púrpura e escarlate, pendurado no Santo dos Santos, ou no lugar Santo, foi providencialmente rasgado de cima para baixo (Êx 26; St. Matt. 28:51).

Proponho, meu caro Sr. Salomão, que um estudo imparcial da longa resposta a sua consulta: “Por que Céus você, um judeu, haveria de se tornar Católico?” Deveria convencê-lo que é a crença no Antigo Testamento Judaísmo e não repúdio do judaísmo. É o amor da fé de Moisés e dos profetas, que é a base intelectual e moral para se formar na Sinagoga da Igreja. O assunto apresentado em anexo, tiradas em grande parte a partir de fontes judaicas da ordem mais elevada, deve convencê-lo de anomalia de restantes ovelhas perdidas de Israel, ao invés de serem incorporados ao redil místico, a Igreja Católica, em que tudo o que é grande e gloriosa no Antigo Testamento judaísmo, em princípio e de previsão, se manifesta em sua plenitude.

Traduzido por Helen Walker – Ecclesia Militans

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* “Todos os Caminhos vão dar a Roma”, testemunho de um ex pastor protestante e de sua esposa.

sábado, setembro 1st, 2012

O livro “Todos os Caminhos vão dar a Roma” foi editado em Portugal e narra o processo de conversão do casal Scott e Kimberly Hahn ao Catolicismo. Scott Hahn era um pastor protestante de grande ativismo e dedicado nos estudos bíblicos que passou por um duro processo de conversão onde a Santa Missa e a Eucaristia tiveram papel central. Depois de convertido ainda viveu anos com sua esposa sem que esta abraçasse a verdade Cristã do Catolicismo.

***

Ainda falando sobre o Scott Hahn, a leitura do “Todos os caminhos vão dar a Roma” (DIEL, 5ª Edição, Lisboa, 2005) revelou-me uma coisa interessante e completamente inusitada: a primeira aproximação que o casal Hahn teve da Doutrina Católica foi justamente num dos temas mais controversos e impopulares mesmo entre os que se dizem católicos: o controle de natalidade. Quando ainda eram protestantes, os dois renderam-se à força dos argumentos católicos sobre o assunto! Vale muitíssimo a pena transcrever – embora longas – as passagens mais relevantes desta narrativa:

Scott: Perguntei-lhe [a Kimberly, sua esposa] que coisa era essa tão interessante que tinha descoberto sobre a contracepção. Disse-me que até 1930 a posição de todas as Igrejas Cristãs em relação a este tema tinha sido unânime: a contracepção estava mal em qualquer circunstância.

O meu argumento foi:

- Se calhar demoraram todo esse tempo a libertarem-se dos últimos vestígios do catolicismo.

A Kimberly avançou um pouco mais:

- Mas sabes que razões eles dão para se oporem ao controlo de natalidade? Têm argumentos mais sérios do que possas pensar.

Tive que admitir que não conhecia as suas razões. A Kimberly perguntou-me se estava disposto a ler um livro sobre o tema e deu-me “O controle da natalidade e a aliança matrimonial”, de John Kippley (obra que foi posteriormente revista e intitulada O sexo e a aliança matrimonial). Eu era um especialista em teologia da Aliança e pensava que tinha lido todos os livros em que a palavra aliança figurava no título; por isso, descobrir um que não conhecia espicaçou-me a curiosidade.

Vi-o e pensei: Editorial Litúrgica? Este tipo é um católico! Um papista! O que é que anda a fazer a plagiar a noção protestante da aliança? Senti ainda mais curiosidade por ver o que dizia. Sentei-me a ler o livro. Pensei: “Isto não está certo. Não pode ser… O que este tipo diz faz sentido”. Demonstrava que o casamento não é um mero contrato, envolvendo apenas um intercâmbio de bens e serviços. O casamento é sobretudo uma aliança que implica um intercâmbio de pessoas.

O argumento de Kippley era que qualquer aliança tem um ato pelo qual se consuma e se renova; e que o ato sexual dos cônjuges é um ato de aliança. Quando a aliança matrimonial se renova, Deus utiliza-a para dar nova vida. Renovar a aliança matrimonial e usar contraceptivos para evitar uma potencial nova vida seria tanto como receber a Eucaristia para a seguir a cuspir no chão.

Kippley prosseguia dizendo que o ato conjugal demonstra de modo único o poder doador de vida do amor na aliança matrimonial. Todas as outras alianças mostram e transmitem o amor de Deus, mas só na aliança conjugal o amor é tão real e poderoso que comunica a vida.

Quando Deus fez o ser humano, homem e mulher, o primeiro mandamento que lhes deu foi o de serem fecundos e se multiplicarem. Era assim uma imagem de Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, três em um, a família divina. De maneira que quando “os dois se fazem um” na aliança matrimonial, o “um” torna-se tão real que nove meses depois podem ter que lhe dar um nome! O filho encarna a unidade da sua aliança.

Comecei a compreender que sempre que a Kimberly e eu realizávamos o ato conjugal, realizávamos algo sagrado; e que cada vez que frustrávamos o poder de dar vida do amor com a contracepção, fazíamos algo profano (tratar algo sagrado de forma comum profana-o, por definição).

[...]

Foi então que descobri que todos os reformadores – Lutero, Calvino, Zwinglio, Knox, e todos os outros – tinham mantido sobre esta questão a mesma posição que a Igreja Católica. Isso perturbou-me ainda mais. A Igreja Católica era a única Igreja Cristã em todo o mundo que tinha a valentia e a integridade de ensinar esta verdade tão impopular.

[...]

Kimberly: O pequeno grupo [do trabalho do seminário] que teve que se debruçar sobre a contracepção reuniu-se brevemente no primeiro dia ao fundo da sala. Um autonomeado líder observou:

- Não temos que considerar a posição católica, porque só há duas razões pelas quais os católicos se opõem à contracepção: a primeira é que o Papa não se casa, e por isso não tem que viver com as consequências; e a segunda é que querem encher o mundo de católicos.

- São essas as razões que apresenta a Igreja Católica? – interrompi – Não acredito.

- Então porque é que não estudas o assunto?

- De acordo.

E assim fiz.

Em primeiro lugar, considerei a natureza de Deus e de que forma nós, como membros do casal, estávamos chamados a ser Sua imagem. Deus – Pai, Filho e Espírito Santo – criou o homem e a mulher à Sua imagem, e abençoou-os na aliança matrimonial com o mandato de crescerem e se multiplicarem, enchendo a terra e dominando toda a criação para glória de Deus (cf. Gen. 1, 26-28). A imagem à imitação da qual o homem e a mulher foram criados é a unidade das três Pessoas da Trindade que se entregam totalmente umas às outras numa plena autodoação de amor. Deus reafirmou este mandato da criação na Aliança com Noé e sua família, dando-lhes o mesmo mandamento de serem fecundos e se multiplicarem (cf. Gen. 9, 1 ss). Deste modo a existência do pecado não alterou o apelo dirigido aos casais para serem imagem de Deus através da procriação.

São Paulo esclareceu que, no Novo Testamento, o casamento foi elevado à categoria de imagem da relação entre Cristo e a Igreja (nesse momento não fazia a menor ideia que o casamento fosse atualmente um sacramento). E pelo poder de dar vida próprio do amor, Deus capacitava os esposos para refletirem a imagem de Deus na medida em que a unidade dos dois se convertia em três. A minha questão era a seguinte: O nosso uso do controle da natalidade – que intencionalmente restringe o poder doador de vida do amor, ao mesmo tempo que se goza a unidade e o prazer que dá o ato conjugal – permite que o meu marido e eu reflitamos a imagem de Deus numa total autodoação de amor?

Em segundo lugar, examinei o que a Escritura diz sobre as crianças. O testemunho da Bíblia era arrasador! Todos os versículos que se referiam às crianças, consideravam-nas sempre e só como uma bênção (Sal. 127, 128). Não havia um só provérbio que advertisse que não valia a pena afrontar as despesas que um filho significa. Não havia qualquer bênção para os esposos que adiassem o mais possível a chegada dos filhos, nem para o casal que estivesse o número correto de anos sem filhos antes de assumir o encargo que as crianças representam, nem para o casal que planeasse cada concepção. Tudo isto eram ideias que eu tinha aprendido nos meios de comunicação social, na escola pública ou com a vizinhança, mas não tinham nenhum fundamento na Palavra de Deus.

Na Escritura, a fertilidade é apresentada como algo que se deve apreciar e celebrar, não como uma doença que se deve evitar a todo custo. E embora não tivesse encontrado nenhum versículo que falasse negativamente das pessoas com famílias pequenas, à luz de numerosas passagens bíblicas, não havia dúvida de que as famílias grandes pareciam ter recebido de Deus uma graça maior. Era Deus que abria e fechava o ventre, e quando Ele dava a vida isso era sempre considerado como uma bênção. Em última instância, o que Deus desejava dos fiéis era “uma prole piedosa” (Mal. 2, 15). As crianças eram descritas como “flechas nas mãos de um guerreiro…, bendito o homem cuja aljava está cheia” [cf. Sl 126, 4-5]. Quem iria à batalha apenas com duas ou três flechas se pudesse ir com a aljava cheia? A minha questão era a seguinte: o nosso uso do controle da natalidade refletia o modo como Deus via as crianças ou o modo como as via o mundo?

Em terceiro lugar punha-se a questão do domínio de Jesus Cristo. Como protestantes evangélicos, o Scott e eu tomávamos muito a sério o domínio de Cristo sobre as nossas vidas. No aspecto monetário pagávamos o dízimo regularmente, sem nos importarmos que os nossos fundos fossem escassos, porque queríamos ser bons administradores do dinheiro que Deus nos tinha confiado. Uma e outra vez vimos como o Senhor supria às nossas necessidades com mais do que nós Lhe tínhamos dado. Em termos de tempo, observávamos o Dia do Senhor, pondo de parte o estudo, que era o nosso trabalho, mesmo que tivéssemos exames à segunda-feira. Muitas vezes o Senhor nos premiou por esse dia de descanso, e sempre tivemos excelentes resultados nos exames que fizemos à segunda-feira. Em termos de talentos, aceitávamos que devíamos estar sempre disponíveis para servir Deus com o nosso apostolado e acrescentávamos com gosto obras de serviço ao trabalho abundante do estudo. Ver vidas abençoadas como resultado desse apostolado fortaleceu enormemente a nossa fé e o nosso casamento.

Mas, e os nossos corpos? A nossa fertilidade? O domínio do Senhor estendia-se até aí? Li então em I Cor 6, 19-20: “… não vos pertenceis. Fostes comprados a grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo”. Talvez fosse uma atitude mais americana do que religiosa pensar na fertilidade como algo que podemos controlar como muito bem nos parecer. E eu perguntava-me: o uso que fazemos do controlo da natalidade, demonstra uma fiel vivência do domínio de Jesus Cristo?

[...]

No fundo, sabia bem com que é que estava a lutar: com a autêntica soberania de Deus. Só Deus conhecia o futuro e qual era o melhor modo de formarmos a nossa família com a prole piedosa que Ele desejava que tivéssemos. Certamente, Ele já tinha dado provas de ser digno de confiança de muitos outros modos. Sabia que podíamos confiar em que nos daria a fé que necessitávamos para lhe confiar este aspecto da nossa vida, e para nos dar a confiança de que esta visão fazia parte do Seu plano para nós, e que verteria o Seu amor em nós, e através de nós, em todas as preciosas almas que nos quisesse confiar. Aliás, conhecia muitos casais no seminário que “planeavam” a chegada das crianças, para descobrirem depois que afinal o calendário de Deus era diferente do deles.

[...]

Kippley fazia a seguinte comparação: tal como acontecia na Roma antiga, em as pessoas participavam num banquete e depois iam vomitar o alimento que acabavam de ingerir (para evitar as consequências dos seus atos), o mesmo se passa com os esposos que celebram um banquete no ato conjugal mas se opõem ao poder de dar vida que tem o ato de renovação da sua aliança. Esta ações são contrárias à lei natural e à aliança entre os esposos.

Da perspectiva de Kippley, que era a perspectiva da Igreja Católica, o fim primordial do ato matrimonial era a procriação dos filhos. Quando um casal impede esse fim intencionalmente, atua contra a lei natural. Subverte a renovação da sua própria aliança matrimonial, convertendo numa mentira o compromisso dos esposos de se entregarem totalmente um ao outro.

Agora compreendia por que razão a Igreja Católica se opunha à contracepção. Mas o que dizer dos métodos de planejamento familiar natural? Não eram simplesmente a versão católica do controle da natalidade?

A Primeira Epístola aos Coríntios (7, 4-5) fala de períodos de tempo nos quais os esposos poderiam abster-se de manter relações sexuais para se dedicarem à oração, reatando depois as suas relações, não deixando a Satanás nenhum resquício por onde entrar no seu casamento. Lendo a Humanae Vitae cheguei a apreciar o equilíbrio da Igreja relativamente à contracepção. Havia uma forma religiosa de se levar a cabo o ato conjugal e de ser prudente em circunstâncias graves, praticando a abstinência durante períodos de mútua fertilidade.

Tal como a comida – em que podia haver temporadas nas quais o jejum fosse útil – de modo similar podia haver períodos nos quais o “jejum” do ato conjugal, por razões meditadas na oração, pudesse ser útil. Contudo, a não ser por milagre, ninguém poderia sobreviver se jejuasse a maior parte do tempo. Igualmente, os métodos naturais de planejamento familiar eram uma receita para momentos difíceis, não uma vitamina quotidiana para a saúde geral.

[op. cit., pp 43-45. 50-56]

***

Fica, assim, o testemunho do valor da Doutrina Católica, cujos argumentos, de tão claros, conseguiram convencer até mesmo dois protestantes ferrenhamente anti-católicos. Não deixa de ser profundamente irônico que, enquanto existem católicos rejeitando os ensinamentos da Moral da Igreja, dois protestantes tenham se preocupado em defendê-los. Não posso deixar de me lembrar da passagem do Evangelho (Lc 19, 39-40), onde Jesus disse que as pedras falariam se os discípulos se calassem; não consigo deixar de achar que é algo extremamente eloquente que Deus tenha suscitado protestantes para defenderem a Doutrina Católica quando os católicos se envergonham dela.

Fonte: Deus lo Vult

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* Um muçulmano abraça a Igreja atraído pela beleza da verdade!

sexta-feira, agosto 3rd, 2012

Salvatore Cernuzio

Existem muitos muçulmanos que gostariam de renunciar ao islã para abraçar o cristianismo. Entretanto, na maioria dos casos, o medo da perseguição os impede de se converter. Mesmo assim, existem aqueles que têm a coragem de fazer essa escolha não só na intimidade do coração, mas afirmando-a publicamente no site do jornal National Catholic Register.

É o caso de Ilyas Khan, filantropo britânico, nascido de pais muçulmanos, crescido na Grã-Bretanha, banqueiro de formação, dono do clube de futebol Accrington Stanley e presidente do Leonard Cheshire Disability, a maior organização mundial de assistência às pessoas com necessidades especiais.

“A minha fé conta com a grande contribuição da educação que eu recebi até os meus 4 anos”, revela Ilyas ao entrevistador, que lhe pergunta o que o levou à fé católica. “A minha mãe estava muito doente. Quem me criou naqueles primeiros anos foi a minha avó, que era profundamente católica. Eu não tinha como não me considerar cristão”.

Dos 4 aos 17 anos, porém, Ilyas foi criado e educado como muçulmano. Ele conta: “Na faculdade, a divina providência interveio novamente. Eu fui morar na Netherhall House, que é uma casa de estudantes do Opus Dei”.

O tempo que passou naquela casa de estudantes o aproximou da espiritualidade e da fé católica. Ele mesmo afirma: “Eu não posso dizer que fui induzido à fé inconscientemente. Pelo contrário. Lá pelos 18 ou 19 anos, eu descobriu pessoas como Hans Urs von Balthasar, e comecei a ler muito os textos da biblioteca. Fiquei interessado na teologia, em Santo Agostinho e Orígenes”.

Essas leituras provocaram no jovem Ilyas um movimento interior que já então o empurrava a proclamar as próprias crenças abertamente, mas o medo de causar uma dor profunda nos pais, ainda vivos, o sufocava.

A virada decisiva, lembra Khan, foi um “grau maior de consciência de toda a minha vida e das minhas bases morais”. “O desejo de abandonar o islã era profundo, mas foi o impulso de Cristo que me levou à decisão”.

A contribuição fundamental veio da rotina de “viver a vida da Igreja” durante uma estadia em Hong Kong, aos 25 anos. A igreja chinesa de São José “foi o lugar onde eu descobri o catolicismo tradicional. Dos 25 anos em diante, eu não tive mais nenhuma dúvida: eu era católico”.

Mas houve um momento em particular que marcou indelevelmente a fé de Ilyas: uma “visão” durante uma visita à basílica de São Pedro. “Eu estava caminhando pela basílica e me lembro de ter sido ‘arrebatado’ ao ver a Pietá de Michelangelo. Me vieram mil perguntas enquanto eu olhava para aquele rosto de Maria que contempla o seu Filho. E eu disse para mim mesmo: ‘Este é Deus! Não pode não ser Deus’. Para o islã, dizer que Deus se fez homem é uma heresia. Foi ali que me caíram por terra todas as dúvidas. A beleza e a atmosfera em torno daquele espetáculo foram a grande virada”.

O testemunho de Ilyas Khan, por um lado, serve como estímulo para todos aqueles que ainda têm dúvidas ou medos quanto às próprias crenças. Por outro lado, no entranto, a conversão despertou reações negativas, traduzidas em demonstrações de ódio e em ameaças diretas de morte.

Ilyas não tem medo de expressar a sua fé nem de proclamar publicamente a sua beleza. Ele é considerado hoje, na Grã-Bretanha, como “o mais importante neo-converso ao catolicismo”.

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* Um testemunho impactante de uma ex “atéia” convertida à verdade!!

terça-feira, julho 31st, 2012

É uma história maravilhosa de conversão nos nossos dias, aquela de Leah Libresco, a popular blogueira americana atéia responsável do “Patheos Atheist Portal”.

No passado 18 de Junho uma postagem desta jovem filósofa, formada em Yale e colaboradora do Huffington Post, definitivamente chocou muitos seguidores – especialmente ateus – do seu blog, chegando rapidamente a todas as partes do mundo.

“Esta é a minha última postagem” anunciava dramaticamente o título do artigo, onde a blogueira declarava ter finalmente encontrado a resposta para aquela sua “moral interna” que até agora o ateísmo não conseguia satisfazer: o cristianismo. A resposta que durante anos Leah refutava e rejeitava com “explicações que buscam colocar a moralidade no mundo natural.”

“Durante anos eu tentei argumentar a origem da lei moral universal que reconhecia presente em mim” explicou a blogueira; uma moralidade “objetiva como a matemática e as leis da física”. Nesta busca contínua de respostas, Leah se refugiou, por exemplo, na filosofia ou na psicologia evolutiva.

“Eu não pensava que a resposta estivesse ali” admite, mas ao mesmo tempo “não podia mais esconder que o cristianismo demonstrava melhor do que qualquer outra filosofia aquilo que reconhecia já como verdadeiro: uma moral dentro de mim que o meu ateísmo, porém, não conseguia explicar”.

Os primeiros “sinais” de conversão vieram no dia de Domingo de Ramos, quando a blogueira participa de um debate com os alunos de Yale para explicar de onde deriva a lei moral. Durante a explicação, foi interrompida por um jovem que “buscava fazer-me pensar – como ela mesma lembra – pedindo-me para não repetir a explicação dos outros, mas para dizer o que eu pensava sobre isso”.

“Não sei, não tenho uma idéia” é a resposta da Leah diante de uma pergunta simples, mas inquietante. “A sua melhor hipótese?”, continuou o jovem, “não tenho uma”, ela responde.

“Terá talvez alguma idéia”, continua ele; “não o sei… mas acho que a moral tenha se apaixonado por mim ou algo parecido” tenta falar a filósofa, mas o rapaz neste momento diz-lhe o que pensava.

Refletindo, a mulher diz: “Percebi que, como ele, eu acreditava que a moral fosse objetiva, um dado independente da vontade humana”. Leah descobre portanto que também ela crê “numa ordem, que implica alguém que o tenha pensado” e “na existência da Verdade, na origem divina da moral”.
“Intuí – explica ainda – que a lei moral como a verdade pudesse ser uma pessoa. E a religião católica me oferecia a estrada mais razoável e simples para ver se a minha intuição era verdadeira, porque diz que a Verdade é vivente, que se fez homem.”

Pedindo depois àquele jovem o que lhe sugeria fazer, a filósofa atéia convicta, começa a rezar com ele a Completa no Livro dos salmos e continua “a fazê-lo sempre, também sozinha”.

Anos e anos de teorias, provas, convicções, desmoronados diante da única Verdade: Deus. Publicada no portal, a história de Leah provocou reações diversas e milhões de comentários. Basta pensar no fato de que tenha sido postada no Facebook 18 mil vezes e que a sua página web tenha recebido, segundo o diretor do blog, Dan Welch, cerca de 150 mil acessos.

Muitos comentários são acusadores, pessoas atéias que se sentem “traídas” por aquela que era para eles uma líder. Muitos outros, ao contrário, são de católicos que, como muitos não-crentes, seguiam o blog. Alguns expressam as suas felicitações e dizem: “Estou tão feliz por você. Rezei tanto. A aventura está apenas começando.”

Entrevistada pela CNN, a Libresco no entanto, confessou de ter ainda muito a entender e estudar sobre aquilo que sustenta a Igreja sobre questões de moral, como por exemplo a questão da homossexualidade que a deixa ainda “confusa”. “Mas não é um problema” afirmou, em quanto que tudo do que ela se convenceu “é razoável”.

Depois da conversão, a mulher procurou também uma comunidade católica, “escandalizando os amigos” mais incrédulos. “Se me perguntam como estou hoje respondo que estou feliz – diz a blogueira – o melhor período que você pode viver é quando você se dá conta de que quase tudo o que você pensava que era verdadeiro, na verdade era falso”.

Ainda à CNN,( Veja reportagem ao final deste artigo)  a blogueira contou que se sentia “renascida uma segunda vez”: “É ótimo participar da Missa e saber que ali está Deus feito carne – declarou – um fato que explica tantas outras coisas inexplicáveis”.

Neste ponto, a questão que mais causa curiosidade é o que fará Leah do seu popular blog ateu? Uma pergunta que tem assombrado a mesma autora todos os dias depois daquela fatídica tarde em Yale.

“Parar de escrever? – Diz na sua postagem – continuar em um estilo cripto-católico esperando que ninguém perceba (como fiz no último período)?” Após um exame demorado, a solução foi outra: “A partir de amanhã, o blog será chamado “Patheos Catholic channel “e será usado para discutir com os ateus convictos, como fazia antes com os católicos.

O motivo? “Se a pessoa é honesta – explica – não tem medo de entrar em diálogo. Eu recebi uma resposta sobre o que buscava porque aceitei colocar-me em diálogo. O interessante de muitos ateus é que fazem críticas e pedem provas. Uma coisa utilíssima à Igreja, que não deve ter medo porque está do lado dos fatos e da razão”.

Incentivo, finalmente, conclui a postagem, quase uma despedida da Libresco aos seus muitos leitores ateus: “Quaisquer que sejam suas crenças religiosas parar e pensar naquilo que você crê é uma boa ideia e se assim compreende que há algo que te obriga a mudar de ideia, não tenha medo e lembre-se que a tua decisão pode somente melhorar a tua visão das coisas.

http://religion.blogs.cnn.com/2012/06/22/prominent-atheist-blogger-converts-to-catholicism/

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Comentários
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