Posts Tagged ‘Defesa da vida’

* Mais casos de infanticídio na indústria abortista dos EUA.

sexta-feira, maio 17th, 2013

Nem bem o médico-monstro Kermit Gosnell – Foto-  ( veja reportagem no link abaixo)

http://contra-o-aborto.blogspot.com.br/2013/04/dr.html começa a passar o resto de sua vida na cadeia, mais um caso sobre infanticídio surge nos EUA. O acusado agora é o médico Douglas Karpen, proprietário de três clínicas abortistas no estado do Texas.

Ex-funcionárias de uma das clínicas vieram a público contar o que acontece por lá. Os detalhes podem ser lidos no site da Operation Rescue, mas fica o aviso que as imagens no documento disponível na página não são fáceis de serem vistas, mesmo para quem tem estômago forte.

Estas novas denúncias confirmam o que muitos grupos pró-vida norte-americanos já diziam ao comentar sobre o caso do dr. Kermit Gosnell: suas práticas hediondas não são incomuns. A recente condenação daquele médico talvez tenha criado o terreno necessário para que mais denúncias deste tipo venham a público, como vem sendo já trazido pelos integrantes do grupo Live Action, que com sua série de vídeos “Inhuman” vem mostrando a verdadeira perversão que é a indústria do aborto nos EUA, principalmente entre os médicos que lidam com abortos em gestação já avançada.

O que tais fatos vão mostrando, aos que querem ver, é que mesmo em países onde a força policial e o sistema judiciário funciona razoavelmente não falta gente para burlar os tais limites legais ao aborto, e é por isto que sequer permitir o aborto a partir de determinado número de semanas não apenas vai contra o fato de que já existe uma vida humana, isto mostra-se também inútil para uma indústria que se alimenta do desespero dos pais e da morte de seres humanos inocentes e indefesos. Legalizar o aborto é abrir uma Caixa de Pandora de onde com certeza sairá até mesmo o infanticídio puro e simples, como estes casos vêm demonstrando.

Imagine-se agora um Brasil com o aborto legalizado como querem o governo, o PT, seus partidos aliados e muita gente que se diz “progressista”, imagine-se o que aconteceria por aqui. Aqui não se consegue nem mesmo colocar gente já condenada pelo Supremo Tribunal Federal na cadeia… Não está totalmente errado quem pense que um dr. Gosnell entre nós estaria ainda retalhando a coluna vertebral de recém-nascidos enquanto seria aplaudido por um monte de gene boa.

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* A Genética afirma e reafirma: a vida começa na fecundação!!

sexta-feira, maio 10th, 2013

ACI

Os dados da ciência estão aí, o que deveriam fazer é atendê-los”, exortou o Doutor em Ciências Biológicas, Membro do comitê de bioética da Espanha e Consultor do Pontifício Conselho para a Família no Vaticano, o espanhol Nicolás Jouve de la Barreda, ao afirmar que a vida começa na concepção e é fundamental que os legisladores se baseiem nesta verdade para estabelecer as leis.

O perito ressaltou que “a ciência foi o motor do bem-estar humano, a que impulsionou todas as comodidades que nos rodeiam, na saúde, no transporte –entre outros–e se para todo este bem-estar se teve em conta os avanços científicos e tecnológicos, porque não o ter em conta em algo tão importante e tão necessário como o é o respeito da vida humana”.

Jouve em diálogo com o grupo ACI em 2 de maio, sublinhou que é “chave ter muito claro que a vida começa desde o momento da fecundação”.

Desta maneira se dá a “importância que deve ter o aspecto moral e o aspecto ético onde devem estar os limites do que eu posso fazer com este conhecimento que tenho, para logo a sua vez desenvolver leis que sejam justas”.

Desde que “a fusão dos complementos cromossómicos e genéticos dos dois gametas paterno e materno, desde esse instante se origina uma célula que é o zigoto e essa é a primeira realidade corporal humana. (…) Aí está já o ser humano novo que vive a partir desse instante, é a nova realidade que é diferente ao pai e à mãe, essa é a nova vida”, assinalou o doutor.

O também catedrático de genética que desde 1977 ensina em diferentes universidades da Europa e América Latina enfatizou que a verdade científica reconhece que a “nova combinação genética que constitui a identidade de um novo ser, começa na concepção (…) e o que não há dúvida é que é uma vida, e é um ser humano porque tem genes humanos, tem uma combinação, uma identidade genética humana”.

Ao falar da situação do aborto na Espanha, Jouve indicou que “desgraçadamente se promoveu durante os sete anos que durou o governo anterior até agora, uma espécie de feroz campanha deixando de lado tudo o que podia ser a defesa da vida para substitui-lo em minha opinião incondicionada a uma ideologia de gênero”.

Esta ideologia “sem nenhum tipo de condicionamentos, não respeita a vida do ser nascente, mas concede tudo ao capricho, ou ao desejo da mãe de seguir adiante ou não com a sua gravidez (…) dar direitos à mãe esquecendo-se que também tem direito o nascituro, o ser que está crescendo em seu seio (…)”, expressou Jouve.

Sobre o futuro da defesa da vida no país europeu, o doutor assinalou que “agora há um movimento que durante todo este tempo na Espanha está a favor disto (aborto) e há uma grande esperança e grande expectativa que o governo atual faça logo uma lei que volte atrás em toda esta dimensão que houve contra a vida e que tenha em conta também ao nascituro”.

Jouve falou também da importância de se abrir “caminho a uma cultura da vida que sempre será melhor que esta cultura da morte ao desfazer-se simplesmente (do bebê) por algum desconforto por um momento determinado. Há esperança que se façam novas leis que permitam a adoção para que não haja perdas de vidas humanas”.

Isto fará que não “tenham que optar pelo pior dos caminhos que é eliminar essa vida e tentar esquecer-se, coisa que muitas vezes não acontece porque fica uma sequela psicológica e há muitos estudos já realizados no âmbito da dimensão psiquiátrica e psicológica do que se chama a síndrome pós-aborto”, enfatizou.

“A mãe que aborta não fica tranquila, fica com sequelas que permanecem por anos e às vezes toda uma vida porque realmente é traumático o desfazer-se nada menos que de um filho que leva em seu ventre”.

Por outro lado, Jouve falou da fecundação in vitro e disse que “quando surgiu esta tecnologia no ano 85 tinha a finalidade de solucionar problemas de fertilidade”, mas que o “problema veio depois “ao produzir-se embriões fora do ventre materno, que ficam expostos a sua manipulação e instrumentalização”.

Portanto se geraram um leque de problemas éticos “desde a própria conservação e congelamento que é traumática, muitos destes embriões não sobrevivem ao congelamento ou o que pode ser a prática da redução embrionária, (…) implantam-se vários, mas ao final recomenda-se à mãe que se desfaça de todos menos de um para que a gravidez não seja uma gravidez de risco, uma gravidez múltipla”.

Convertendo-o em “um processo realmente abortivo”. Da mesma maneira estamos vendo consequências “negativas para a saúde destes embriões que nascem em fecundação in vitro onde há uma percentagem mais elevada que a população da fecundação natural de alguns tipos de doenças incluindo câncer infantil e uma série de riscos que vão contra a vida” assinalou Jouve.

“A ciência é simplesmente descobrir coisas e dizer a verdade dos fenômenos naturais –portanto dessa verdade – temos a opção por nossa própria liberdade de utilizar estes conhecimentos por uma vertente positiva ou negativa”, expressou o doutor.

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* A Eutanásia e os termos relativos ao fim da existência humana.

quarta-feira, maio 8th, 2013


Artigo publicado pela doutora peruana Maíta García Trovato no site da Federação Internacional de Associações de Médicos Católicos (FIAMC).

*****

Eutanásia é uma palavra que está entrando na moda e que pode significar muitas ações. Por exemplo: dar morte ao recém-nascido deficiente que, pressupõe-se, teria uma existência limitada; ajudar quem quer morrer a consumar o seu propósito; eliminar o ancião que, presume-se, não vive mais uma vida digna; proporcionar a morte sem dor a alguém que sofre; matar o paciente indefenso (caso Terry Schiavo), etc.

A Real Academia Espanhola a define como “ação ou omissão que, para evitar sofrimentos aos pacientes desenganados, lhes acelera a morte com ou sem o seu consentimento”. Por outro lado, constantemente, alude-se ao “direito de morrer com dignidade” e não são casuais as tentativas de nos sensibilizar a esse respeito mediante a premiação de filmes que nos mostram a eutanásia como desejável e praticável: um suposto ato de compaixão.

Diante dela, inevitavelmente, surgem questionamentos que nos fazem levantar questões como a dignidade intrínseca da vida humana (“sacralidade da vida”, Evangelium vitae, João Paulo II). Também se impõem, diante das constantes ameaças, temas como a defesa dessa vida, que é uma responsabilidade individual e das políticas públicas, cujo dever é promover e salvaguardar a vida humana começando pelo nascituro e pelo seu habitat natural: a família.

Existem dois tipos de eutanásia. A chamada ocisiva ou direta e a lenitiva ou indireta. Em ambas, são reconhecidas duas modalidades: a ativa ou “por comissão” e a passiva ou “por omissão”. Devemos ser claros: se o propósito é causar a morte, ambas as modalidades são ilícitas.

A eutanásia ocisiva ou direta vem do latim occidere (matar, matar-se, morrer) e, como dizia um médico amigo, está mais próxima de matar do que de morrer. Considera-se ativa quando é usado um meio que provoca diretamente a morte, e passiva quando se evita um procedimento que poderia salvar a vida. É moralmente inaceitável e poucos países a legalizaram.

Em contrapartida, a eutanásia lenitiva, de lenire (suavizar), é permitida na maioria de países e é lícita. Trata-se de poupar sofrimento em caso de morte inevitável. Ela recupera o verdadeiro sentido de “eutanásia”. Pode ser ativa, quando administramos medicamentos que aliviam a dor e a angústia, ainda que talvez abreviem a vida do paciente (princípio do duplo efeito); ou passiva, ao prescindir de procedimentos que podem aumentar o sofrimento, como suspender a quimioterapia quando ela traz mais mal-estar do que benefícios.

Em oposição à eutanásia lenitiva, existe a chamada “distanásia”, obstinação terapêutica que consiste em atrasar a chegada da morte por todos os meios, proporcionais ou não, ainda que não haja esperança alguma de cura e apesar de significar sofrimentos adicionais aos que o paciente já padece, no intento de esquivar, durante horas, dias ou semanas, uma morte inevitável. Motivações? Geralmente econômicas, acadêmicas ou de prestígio: “Eu não deixo ninguém morrer…”.

Argumentos utilizados nas tentativas de legalização da eutanásia:

1. O direito de cada um de dispor da própria vida, em uso do princípio de autonomia.

2. O direito à morte digna, solicitada por quem padece dor incurável.

3. A necessidade de regulamentar uma situação que já existe de fato.

4. A manifestação de solidariedade social, que significaria eliminar vidas sem sentido e evitar cargas pesadas para os familiares e para a sociedade.

Como no caso do aborto, estamos diante de um ponto de partida falso. Ninguém pode falar de “própria vida” porque ela simplesmente não nos pertence. E é melhor que seja assim, porque todo bem próprio pode ser desapropriado. A vida é um dom de Deus, que temos de administrar do melhor modo que soubermos e pudermos. A dor é uma questão que hoje tem grande margem de manejo terapêutico, graças aos avanços nos cuidados paliativos. E os dois últimos argumentos são de uma leviandade e cinismo tais que não resistem à mais superficial das análises.

Os partidários da legalização da eutanásia direta estão introduzindo na mentalidade coletiva uma perigosa distorção: a dignidade da vida humana seria sinônimo ou dependeria da “qualidade de vida”. Certamente, esta ideia não se baseia na verdade. Como dissemos linhas acima, a vida humana tem uma dignidade intrínseca, cuja sacralidade provém do seu Criador. Cabe a nós promover, para todas as pessoas a quem pudermos, uma “qualidade de vida” de acordo com a dignidade que lhes vem do fato de serem filhas de Deus.

Para saber mais: http://www.fiamc.org/bioethics/eutanasia-e-calidad-de-vida/

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* Uma importante vitória sobre a’ cultura da morte’ em um país que já realizou 55 milhões de abortos!

quarta-feira, abril 10th, 2013

O movimento em defesa da vida obteve uma importante vitória sobre a cultura da morte nesta sexta-feira, 05/04.

Com um placar de 90 a 30, a Câmara dos Deputados do Kansas, estado norte americano, aprovou a lei que:

1. Define o estágio inicial da vida na fecundação;

2. Proíbe a associação Planned Parenthood – a maior rede de abortos do mundo – e outros grupos ligados à causa de promoverem aulas de educação sexual nas escolas;

3. Exclui as clínicas de abortos da isenção fiscal;

4. Bane abortos por seleção de sexo;

5. E obriga os médicos a darem maiores detalhes sobre o assunto às gestantes que queiram abortar.

Durante a tarde, o projeto já havia sido aprovado com facilidade pelo senado. Agora, para que a lei entre em vigor, resta a provável assinatura do governador Sam Brownback, reconhecido por sua forte oposição ao aborto.

Os Estados Unidos enfrentam uma grande tensão desde que o presidente Barack Obama iniciou o seu projeto de reforma da saúde pública. O programa, chamado de “Obamacare”, tem recebido fortes críticas de bispos e outros setores da sociedade devido a violações do direito à liberdade religiosa, objeção de consciência, aprovação do aborto e mudança de sexo. Pelo programa, os hospitais católicos serão obrigados a interromper a gravidez de pacientes que decidam pelo procedimento.

O aborto é garantido pela Constituição dos Estados Unidos desde que a Suprema Corte americana, no famoso caso “Roe vs. Wade”, o liberou até o nono mês da gravidez. Após 40 anos da decisão, estima-se que 55 milhões de abortos tenham sido realizados no país. Por outro lado, apesar do lobby das grandes indústrias e da militância abortista, a aprovação do aborto nos EUA têm caído ano após ano.

No final de janeiro de 2013, os americanos fizeram a maior marcha pela vida da história do país. Cerca de 650 mil pessoas, sobretudo jovens, participaram do evento.

Caso o governador Sam Brownback aprove o projeto de lei, o Kansas se tornará um dos primeiros estados pró-vida dos Estados Unidos. Recentemente, Dakota do Norte e Arkansas também aprovaram maiores restrições ao aborto, encaradas como uma verdadeira afronta ao julgamento “Roe vs. Wade”.

A lei do Kansas também é importante pela sua linguagem. Ao decretar que a vida começa na fecundação – ou seja, no momento em que o espermatozóide se une ao óvulo – o projeto elimina qualquer sombra de dúvida a respeito dos direitos do feto, pois não há possibilidade de desvios como ocorria quando o debate era sobre a “concepção”. Assim, o projeto é um primeiro passo para fortalecer a consciência de que o feto é um ser humano e merece tanta proteção do Estado quanto qualquer outro.

Outro aspecto positivo do projeto é a exclusão das aulas de educação sexual, promovidas pela Planned Parenthood, nas escolas.

Uma das táticas da cultura da morte para obter êxito nos seus trabalhos é a doutrinação direta das crianças, para inocular desde cedo um pensamento contrário à lei natural. Destruída a percepção sobre a dignidade da vida humana, abrem-se as portas para todo o tipo de barbaridades, principalmente na temática sexual.

Há anos que instituições como a Planned Parenthood e o SIECUS trabalham para destruir a moral sexual da população por campanhas contra a castidade.

O infame caso “Roe vs Wade” abriu as portas para o aborto nos Estados Unidos através de uma mentira.

Em 1995, Norma McCorvey, a “Jane Roe”, confessou ter inventado o caso de estupro utilizado em seu processo para a legalização do aborto. Após conviver com integrantes pró-vida, McCorvey abandonou a militância feminista e em 2012, apareceu em alguns vídeos contrários à reeleição de Barack Obama para presidência dos Estados Unidos.

O fato é apenas um exemplo em meio a tantos outros de como a estratégia abortista vale-se de meios imorais e ardilosos para conseguir o que quer.

Por isso, é mister romper a hegemonia ideológica do movimento pró-aborto e trazer à tona a farsa que está na base de toda a sua ação. Somente assim, iniciativas como as de Kansas, no Estados Unidos, poderão se espalhar por outros locais e finalmente pôr fim à cultura da morte.

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* Igreja espanhola lança campanha a favor da vida: “Este sou eu: humano desde o princípio”.

quarta-feira, abril 10th, 2013

A Conferência Episcopal Espanhola (CEE) apresentou esta manhã a Campanha pela Vida 2013, que tem como lema “Este sou eu: humano desde o princípio”.

A presença da campanha nas principais redes sociais terá amplo destaque: no Facebook, os usuários serão convidados a trocar seu avatar por uma ecografia durante o mês de abril; no Twitter, será difundida a hashtag #estesoyyo [este sou eu].

A CEE também criou o hot site www.estesoyyo.com, ligado ao site www.conferenciaepiscopal.es, para pôr à disposição todos os materiais, incluindo uma lista de instituições que dão apoio à vida, em particular às mulheres grávidas, além de um vídeo testemunhal de dois minutos.

Os bispos espanhóis devem lançar ainda um concurso para pessoas de todas as partes do mundo: elas deverão gravar um vídeo em que contam, em 59 segundos, quem são “desde o princípio”. O vídeo deve ser enviado para www.estesoyyo.com até 30 de abril. Um júri selecionará os melhores trabalhos, que serão publicados no site. Da seleção sairão os três ganhadores, cujos prêmios serão um tablet, um e-book e diversos pacotes de livros.

Viver, o primeiro direito humano

Por ocasião da Jornada pela Vida 2013, celebrada nesta segunda-feira, a Subcomissão Episcopal Espanhola de Família e Vida publicou a mensagem “Humano desde o princípio”, em que denuncia que a legislação atual na Espanha sobre o aborto é “gravemente injusta” e precisa ser modificada “urgentemente”.

“Viver é o primeiro dos direitos humanos, raiz e condição de todos os outros. O direito à vida se mostra com ainda mais força quanto mais inocente ou indefeso é o seu titular, como no caso de um filho no ventre materno”.

Para os bispos espanhóis, a tutela do bem fundamental da vida humana e do direito de viver é “a base da segurança jurídica e da justa convivência” e “faz parte essencial das obrigações da autoridade”, que tem de “acatar a demanda presente na sociedade”. “O direito à vida não é uma concessão do Estado, mas um direito anterior ao próprio Estado. Este tem sempre a obrigação de tutelá-lo”, acrescentam, convidando os cristãos a não favorecer com o voto os programas políticos e as leis contrárias à fé e à moral.

Os prelados explicam também que “a vida humana é sagrada” porque “só Deus é Senhor da vida desde o seu começo até o seu fim”, e “ninguém, em nenhuma circunstância, pode se atribuir o direito de matar de modo direto um ser humano inocente”.

Para a Jornada pela Vida, serão distribuídos 12.000 exemplares do comunicado dos bispos, 50.000 folhetos informativos, 15.300 cartazes, 100.000 santinhos com uma oração e 15.000 livretos litúrgicos. Durante as próximas semanas, de 8 a 21 de abril, o cartaz da campanha será exibido em 1.300outdoors de toda a Espanha.

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* França: “nenhuma investigação com embriões humanos”, Assembleia Nacional mantém a proibição estabelecida pela lei de bioética.

sexta-feira, abril 5th, 2013
Zenit
Pelo menos por enquanto, a proibição de pesquisa com embriões na França é segura. Quinta-feira, 28 de março, a Assembleia Nacional rejeitou um projeto de lei, que se destina a autorizar a investigação controversa que envolve a supressão de embriões humanos.

De acordo com os movimentos pró-vida, incluindo a  Alliance Vita, se aprovado, o texto proposto aos membros da Câmara baixa do parlamento francês alteraria radicalmente as condições para a investigação em embriões e células-tronco provenientes de embriões humanos, substituindo a atual proibição com um quadro muito mais amplo e vago.

Como observou a Alliance em um comunicado divulgado 29 de março, a discussão foi realizada sem a consulta prévia dos cidadãos franceses através dos Estados Gerais, cujo mecanismo está escrito na lei de bioética de 07 de julho de 2011.

No mesmo comunicado, o presidente do movimento, Xavier Mirabel, expressou sua satisfação com o resultado. “Congratulo o determinado compromisso dos membros”, disse.

De acordo com o presidente da Alliance, o texto teria causado “uma regressão ética e cientifica absurda”. “Não há nenhuma razão científica para tratar o embrião humano como cobaia”, disse Mirabel, lembrando que o Prêmio Nobel de Medicina 2012 foi concedido em outubro passado ao japonês Shinya Yamanaka e ao britânico John Gurdon justamente por suas pesquisas sobre a reprogramação nuclear”, que é uma técnica ética da técnica”.

“Autorizando explicitamente a pesquisa com embriões, levando à sua destruição, a proposta de lei desestrutura um importante princípio bioético que confere uma proteção simbólica ao embrião humano”, disse Mirabel, que observou também que “a investigação em embriões não deu nenhum resultado convincente até agora “, e que outros países já decidiram promover a pesquisa com células-tronco reprogramadas (IPS).

Por esta razão, a Alliance convidou o Parlamento e o governo francês a priorizar a investigação ética e fazer cumprir rigorosamente a lei sobre bioética, limitando as exceções à regra concedidas com muita facilidade.

Alliance apoia a iniciativa europeia “One of us” (Um de nós). A França está em total contradição com as orientações europeias que proíbem patentes a partir de embriões humanos e com a Convenção de Oviedo, que no Artigo 18 pede uma “proteção adequada” para os embriões in vitro.

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* Esperança! Abortos diminuem e 70% das clínicas da morte fecham nos EUA

terça-feira, abril 2nd, 2013

Terço pela vida diante de cíinica da morte em Michigan.

Terço pela vida diante de clínica da morte em Michigan.

Segundo o Center for Disease Control, os números de assassinatos por aborto nos EUA estão em franca queda: de 2009 a 2011 eles diminuíram 5%, o maior declínio ocorrido na última década, informou a agência LifeNews.

Baseada nesses dados oficiais, a associação pela vida National Right to Life Committee (NRLC) mostrou que os abortos estiveram em constante aumento nas décadas de 70 e 80, atingindo até o início dos 90 a marca anual de cerca de 1,55 milhão de execuções.

Nessa data, a criação de centros com ultra-som para atender às mães em risco de abortar, a gradual entrada de legislação estadual protegendo a vida e as campanhas de grupos antiabortistas na Internet inverteram a tendência.

“Após atingirem um teto de mais de 1,6 milhão em 1990, o número anual de abortos efetivados nos EUA caiu a níveis nunca vistos desde o fim dos anos 70”, explicou o NRLC.

O Guttmacher Institute, dependente da mal-afamada multinacional da morte Planned Parenthood, confirmou a tendência positiva ao reconhecer que de 1,6 milhões de abortos em 1990 se passou a 1,2 milhão em 2005.

“Entretanto, nos últimos vinte anos, vimos os esforços pela vida produzir a diferença e o número de abortos cair de 1,6 a 1,2 milhão por ano. Temos obviamente muito caminho pela frente, mas vemos que a legislação pela vida pode salvar centenas de milhares de vidas cada ano. Nossa tarefa é grande, mas nossa causa é justa”, acrescentou.

Outro resultado positivo da luta pela vida é que o número de clínicas de aborto reduziu acentuadamente.

De acordo com a associação Operation Rescue, em 1991 havia mais de 2.176 dessas clínicas nos EUA. Hoje elas não passam de 663. O que equivale a dizer que nesse período 70% fecharam.

“Entretanto, nos últimos vinte anos, vimos os esforços pela vida produzir a diferença e o número de abortos cair de 1,6 a 1,2 milhão por ano. Temos obviamente muito caminho pela frente, mas vemos que a legislação pela vida pode salvar centenas de milhares de vidas cada ano. Nossa tarefa é grande, mas nossa causa é justa”, acrescentou.

De acordo com a associação Operation Rescue, em 1991 havia mais de 2.176 dessas clínicas nos EUA. Hoje elas não passam de 663. O que equivale a dizer que nesse período 70% fecharam.

“O aborto fez um massacre tremendo nos EUA. Já perdemos mais de 54 milhões de nossos filhos, filhas, amigos e vizinhos, e por causa disso somos uma nação muito mais pobre”, disse o Dr. Randall K. O’Bannon, diretor do setor educacional do NRLC.

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* Campanha “Escolhe a Vida” faz parte da JMJ. Entenda.

terça-feira, março 26th, 2013

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* Está desanimado e se acha infeliz? bem, conheça a História de Nick Vujicic.

quinta-feira, março 21st, 2013

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* Conheça Eliot e entenda os 99 balões! IMPERDÍVEL!

quinta-feira, março 21st, 2013

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* Pais assumem filho “imperfeito” e recusam aborto proposto por hospital.

quarta-feira, fevereiro 6th, 2013
Logo quando seu filho Aidan veio à luz, Jodi Peterson e seu marido Quentin sabiam que havia algo errado com ele. Ao invés de colocarem o recém-nascido Aidan junto de sua mãe, os médicos o tiraram de sua vista e sussuravam entre si. O problema do pequenino Aidan? Este: fissura bilateral dos lábios e do palato.

É evidente, assim como é natural, que os pais ficaram surpresos com a condição de seu filho, que nos primeiros dias após o nascimento teve ainda que enfrentar uma desidratação porque não conseguia ser amamentado no peito e o hospital não tinha as mamadeiras especiais para alimentar bebês com sua condição.

Mas mesmo a maior surpresa que pudessem ter tido com a condição de seu filho poderia superar a que tiveram quando o pediatra do hospital lhes chamou para uma conversa, o que pode ser lido abaixo nas palavras da própria Jodi:

“O pediatra do hospital chamou meu marido para a enfermaria e nos aconselhou a deixarmos a responsabilidade de nosso filho com o hospital. Ele nos disse que ainda éramos bem jovens, que poderíamos ter outros filhos e que tais crianças (crianças com a condição de Aidan) têm a tendência a ter problemas neurológicos; ele necessitaria de inúmeras cirurgias, o que nos levaria à falência, e que se nós fôssemos tolos ao ignorar seu conselho médico e levar nosso bebê para casa ele acabaria retornando devido a algum problema de desenvolvimento.

O “tratamento” que o médico se dispunha a dar a nosso filho era dar remédios para a dor e deixá-lo morrer (de fome e desidratação). Jodi começou a chorar e recusou o conselho do médico, ao que o médico virou-se para Quentin e disse-lhe: “Tire-a daqui, pois ela está sendo irracional”. Ele pensava que teria uma chance maior de convencer Quentin a abandonar seu bebê.

Ele estava errado. Quentin também recusou-se a assinar os papéis que dariam ao hospital a responsabilidade sob seu filho. Nós não tínhamos planejado nada ainda e nem sabíamos onde procurar ajuda, mas nós não podíamos sequer imaginar abandonar nosso filho e deixá-lo sozinho para uma morte certa. Foi a graça de Deus que nos deu coragem para escolher a vida quando a autoridade médica daquele hospital nos dizia para fazermos o contrário do que estávamos fazendo. E isto foi para ambos a época mais assustadora de nossas vidas.”

Como a Providência Divina nunca falha aos que em Deus esperam, Jodi e Quentin conseguiram contato com um grupo de apoio a pessoas com a condição de Aidan e que lhes forneceu a mamadeira necessária para finalmente poderem alimentá-lo e levá-lo para casa.

Atualmente, Aidan já está com 15 anos e passou por 8 cirurgias para corrigir seu problema. Ele está no colegial e seu desempenho é normal para um garoto de sua idade. Aidan tem dois irmãos, um menino de 13 anos, Devin, e uma menina de 10, Kiera. Os Petersons são uma família normal e muito feliz, cujas dificuldades serviram para uní-los cada vez mais.

E é o próprio Aidan que manda um recado aos que têm a mentalidade daquele médico que queria condená-lo a uma lenta e cruel morte por fome e sede apenas porque ele não se encaixava em algum padrão de perfeição:

“Ponha-se no lugar daquela criança. Se você tivesse um dia para viver, o que seria melhor: passar aquele dia com seus pais amorosos ou morrer de fome enquanto médicos indiferentes passam por você, não se importando com a sua situação? Responda a esta pergunta e só então decida sobre a vida de seu filho”

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* 50 mil em marcha a favor da vida em São Francisco, EUA.

quinta-feira, janeiro 31st, 2013

ACI

O Papa Bento XVI saudou os 50 mil participantes na “Caminhada pela Vida da Costa Oeste” realizada neste sábado 26 de janeiro em São Francisco, Estados Unidos.

O Núncio Apostólico nos Estados Unidos., Arcebispo Carlo Maria Viganò, leu perante os milhares de presentes uma mensagem enviada pelo Papa, que qualificou o evento como “expressão extraordinária de testemunho público a favor do direito fundamental à vida”.

Em sua mensagem, o Papa recorda a necessidade de defender a “moral imperativa que defende a dignidade inviolável de cada membro de nossa família humana, especialmente os mais pequeninos e mais indefesos de nossos irmãos e irmãs”.

Bento XVI enviou ademais sua saudação e manifestou aos participantes “sua proximidade na oração”.

Em declarações ao grupo ACI no dia 28 de janeiro, a Co-presidente da Caminhada pela Vida da Costa Oeste, Eva Muntean, disse estar admirada ao ver como os participantes escutavam as palavras do Santo Padre em absoluto silêncio.

“Podia-se escutar um alfinete cair. Estava tão silencioso, todo mundo prestava atenção. Isso foi muito especial para nós”, comentou.

A multidão se congregou em frente à prefeitura de São Francisco antes de começar o percurso de pouco mais de três quilômetros pelo distrito financeiro e comercial da cidade, até chegar ao destino final no Ferry Building.

Muntean manifestou que o evento deste ano foi “o maior já tido em nove anos” e descreveu que a Praça do Centro Cívico estava repleta de jovens e adultos que animaram e sustentaram cartazes que mostravam de que lugar vinham.

Era “muito, muito alentador” ver a população em geral observar a passagem dos participantes através da cidade.

O Arcebispo de São Francisco, Dom Salvatore J. Cordileone abençoou os participantes e lhes disse “vocês são um testemunho poderoso de que a verdade de Deus não pode ser silenciada. Estamos aqui para ficar, porque a vida é boa e é sagrada”.

Os participantes escutaram distintos testemunhos a favor da vida e contra o aborto, entre eles o de Lacey Buchanan, mãe de um filho deficiente físico; também Elaine Riddick, vítima de esterilização forçada pelo estado da Carolina do Norte, e do casal Mateo e Kelly Clinger, que expressaram estar arrependidos pelos abortos que realizaram.

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* Iniciativa popular poderá tornar o Estado de São Paulo o primeiro a blindar a defesa da vida legalmente.

segunda-feira, janeiro 28th, 2013

ACI

A Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté, promoverá de fevereiro a abril, mutirões pela vida, em algumas cidades do Estado de São Paulo, para a fase final da Campanha São Paulo pela Vida, recolhendo assinaturas para pedir a garantia legal do direito à vida na constituição do Estado de São Paulo, assegurando assim a inviolabilidade da vida humana (art. 5º da Constituição Federal) e explicitando o que hoje está omisso na Carta Magna do Brasil: “desde a concepção até a morte natural”.

A iniciativa se justifica tendo em vista a omissão da Constituição Federal sobre o exato momento do início da vida humana, que a Igreja declara ser “desde a concepção”, amparada em dado científico, constatado desde o século 19, pela embriologia.

Apesar do Código Civil brasileiro reconhecer o embrião humano como pessoa, e com direitos, o Supremo Tribunal Federal, na Sessão de 28-29 de maio de 2008, quando deliberou sobre o uso de células-tronco embrionárias optou pelo argumento jurídico, validando a tese da teoria natalista que só reconhece a personalidade civil (e os direitos da pessoa) só depois do nascimento. Tudo isso para justificar a legalização do aborto, até o 9º mês; como pretendia o projeto de lei 1135/91, que visava despenalizar o aborto no Brasil. O referido PL 1135/91 tramita no Congresso Nacional desde 1991, e já foi rejeitado três vezes. Os deputados federais que repeliram o PL 1135/91 votaram pela vida e contra o aborto, correspondendo assim ao que deseja a maioria do povo brasileiro.

Diante da perspectiva de aprovação do novo Código Penal (que amplia os casos de aborto não punidos pela lei, até chegar a total legalização do aborto no Brasil) a Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté, em conjunto com outras dioceses e organismos da sociedade, entregará 330 mil assinaturas à Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, uma emenda constitucional, garantindo o direito á vida, desde a concepção, tornando o Estado de São Paulo o primeiro pró-vida do País, a exemplo do que já aconteceu, em nível municipal, com a cidade de São Bento do Sapucaí, ou no México onde estados da união reforçaram políticas públicas em defesa da estrutura natural da família e do direito à vida, desde a concepção até a morte natural.

O Coordenador da campanha, Prof. Hermes Rodrigues Nery, assinalou a ACI Digital que “a defesa da vida é hoje um apelo da Igreja e de todos os homens e mulheres de boa vontade, que aceitam ser efetivamente discípulos e missionários de Jesus Cristo”.

“Se bem a Constituição Federal não permite emendas por via de iniciativa popular, apenas por meio de PECs apresentadas pelos próprios deputados, o Estado de São Paulo, sim permite que sejam feitas emendas constitucionais por meio de iniciativa popular. Daí o motivo pelo qual a Diocese de Taubaté (que está no estado de São Paulo) apresenta o referido projeto”, explicou também o Prof. Hermes, Coordenador também da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e do Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté.

Para mais informações e para aderir-se à campanha, visite:
http://www.saopaulopelavida.com.br/

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* 650 mil pessoas! A maior “Marcha pela Vida” da história dos EUA.

segunda-feira, janeiro 28th, 2013

Segundo cálculos da agência ACIPrensa e da rede de TV e imprensa EWTN, por volta de 650.000 pessoas marcharam em 25 de janeiro de 2013 na “Marcha pela Vida” em Washington D.C., protestando contra a legalização do aborto no país.

Milhares de pessoas, na sua maioria jovens, marcharam contra o aborto na capital americana, Washington D.C., na última sexta-feira, 25/01. A Marcha pela vida, que marcou os 40 anos da aprovação da lei Roe x Wade – julgamento que legalizou o aborto nos EUA – aconteceu cinco dias após a posse do presidente Barack Husseim Obama, notório defensor do aborto. Estima-se que mais de 600 mil manifestantes tenham participado da Marcha, que contou com o apoio de inúmeras instituições, inclusive com o do Santo Padre Bento XVI.

“Uno-me à distância a todos os que se manifestam pela vida, e rezo para que os políticos protejam ao não-nascido e promovam a cultura da vida”, declarou o Papa através de sua conta no Twitter.

Sob baixa temperatura e neve, os pró-vida percorreram várias ruas até finalmente chegarem à Corte Suprema dos Estados Unidos. Portando cartazes e proferindo preces espontâneas, as centenas de milhares de pessoas expuseram claramente o seu sim à vida. Durante todo o percurso, marcado por hinos e muita música, era possível ver dezenas de faixas com as seguintes palavras: “40 Anos = 55 milhões de bebês mortos como produto do aborto”. Foi a maior marcha pró-vida realizada em solo americano desde o seu surgimento em 1973.

Além dos manifestantes, importantes figuras públicas do país estiveram na Marcha, como o ex-presidenciável do Partido Republicano, Rick Santorum. Junto a sua mulher e quatro dos seus oito filhos, o político pediu o fim do aborto no país. “Um dia nós estaremos aqui e triunfaremos, porque o amor e a verdade sempre triunfam”, afirmou Santorum. O teólogo Scott Hahn, autor do livro “O Banquete do Cordeiro” e professor da Universidade Franciscana de Steubenville, também esteve presente na manifestação. Durante seu depoimento, o teólogo afirmou que “a Marcha pela Vida é a maior expressão de solidariedade cristã e em especial para os católicos americanos, que vem aqui e expressam a nossa convicção sobre a santidade da vida”.

O aborto tornou-se legal nos Estados Unidos depois do julgamento do caso Roe x Wade, no qual a personagem principal, Norma McCorvey – a “Jane Roe” – exigia o direito a abortar seu filho, após supostamente ter sido estuprada. Anos mais tarde, a notória ativista viria a desmentir o alegado e revelar que tudo não passava de uma farsa montada por pressão de seus advogados para conseguirem legalizar o aborto nos EUA. Hoje, McCorvey milita a favor da vida e teve destaque nas eleições passadas, quando gravou vários vídeos contra a candidatura do presidente Obama. Desde a aprovação, calcula-se que os EUA tenham permitido o abortamento de mais de 50 milhões de bebês.

Apesar dos números, a causa abortista vem perdendo força a cada ano. A Revista Time, na sua edição de 04/01, publicou uma enorme matéria sobre a derrocada da agenda abortista nos EUA. Conforme a reportagem, “em muitas partes do país, atualmente, recorrer a um aborto é mais difícil que em muitos lugares desde a década de 1970”. Além disso, segundo um artigo do professor de Ciência Política da Universidade Michigan, Michael J. New, a respeito da cobertura da imprensa americana sobre os 40 anos da aprovação do aborto – publicado na revista National Revew – a mídia americana não teve como esconder o pessimismo sobre a causa do aborto, especialmente devido à falta de engajamento dos jovens. De acordo com jornais como The New York Times e Washington Post, a juventude americana está cada vez mais pró-vida. A própria Nancy Keenan, importante feminista já aposentada, admitiu a preocupação quanto ao futuro do chamado movimento “pró-escolha” devido ao desinteresse dos jovens pela causa.

Embora a mídia de outros países, como a brasileira, tenha dado pouca atenção à Marcha pela Vida realizada nos EUA, o Presidente da Pontifícia Academia para a Vida, Dom Ignacio Carrasco de Paula, acredita que essa manifestação estadunidense tenha uma importância fundamental para luta contra o aborto nas demais nações. De acordo com o prelado, eventos como estes que “estão a favor da vida humana desde a concepção até a morte natural, converteram-se em uma importante referência histórica para outros católicos ao redor do mundo”. De fato, o movimento pró-vida tem crescido em inúmeros outros países. Prova disso foram as majestosas marchas contra o casamento gay realizadas na França no começo do mês e as marchas contra o aborto na Irlanda, tidas como as maiores manifestações populares dos últimos 20 anos.

Ao final da Marcha, o presidente do Movimento Pró-vida americano, Chris Smith, fez um forte discurso dirigido ao presidente Barack Obama. “Saiba disso”, disse Smith a Obama, “o movimento pró-vida é composto de pessoas nobres, zelosas, inteligentes e altruístas. É extremamente poderoso, não violento, cheio de fé, luta pelos direitos humanos e está crescendo em apoio popular, intensidade, compromisso e esperança. Somos a geração que vai abolir a lei do aborto”, encerrou o ativista pró-vida.v

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* Aborto perde terreno nos EUA: Cerca de 130 leis nos estados criam restrições que dificultam procedimento homicida.

terça-feira, janeiro 22nd, 2013


Folha de São Paulo

Quatro décadas depois da histórica e polêmica decisão da Suprema Corte que descriminalizou o aborto nos EUA, Estados cujos Legislativos são dominados pelo Partido Republicano aprovaram, desde 2010, cerca de 130 leis para restringir o acesso das mulheres a esse procedimento.

Em 22 de janeiro de 1973, quando julgou o caso conhecido como Roe x Wade o Supremo norte-americano decidiu, por 7 votos a 2, que o Estado não pode negar à mulher o direito de decidir sobre a interrupção de sua gravidez.

A sentença, que desde então dividiu boa parte do país nas facções “pró-vida” (contrária ao aborto) e “pró-escolha” (favorável), permitia aos Estados proibir o aborto só depois que o feto atingisse a “viabilidade” -em decisão posterior, de 1992, essa viabilidade seria fixada por volta da 22ª semana de gestação.

Embora legalmente não possam vetar o procedimento, Estados em que os republicanos têm maioria na Assembleia (hoje, 28 dos 50 do país) já introduziram várias leis para dificultar ou desestimular o acesso à operação.

Elas incluem aconselhamento e exames de ultrassom obrigatórios para mulheres que queiram abortar, restrições à cobertura provida por seguradoras e limitações ao funcionamento de clínicas.

Na Virgínia (sul dos EUA), por exemplo, a Secretaria da Saúde obriga as clínicas a terem o mesmo padrão arquitetônico de hospitais -incluindo corredores de 1,50 m de largura-, e o Texas hoje discute uma norma que impõe realizar todas as operações em centros cirúrgicos ambulatoriais.

Outros Estados propuseram leis para banir o aborto após a 20ª semana de gravidez, que são contestadas na Justiça por entidades “pró-escolha”.

No Mississippi, também no sul, a única clínica de aborto do Estado ameaça fechar em razão de lei que exige dos médicos que trabalham nela autorização para operar em hospitais locais -a qual os hospitais se recusam a fornecer.

Em entrevista recente, o governador do Mississippi, o republicano Phil Bryant, afirmou que sua meta é fechar a clínica. “Se eu tivesse o poder de fechá-la legalmente, faria isso amanhã mesmo”, disse.

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Comentários
  • •"A quem iremos recorrer?" !!!...
    em * Senador da República REAGE a
  • •Blasfemia, aborto. Ô serpente perseguidora,derrotada, desesperada. Somente Tu Senhor, tens palavra de vida eterna....
    em * Espanha: Socialistas usam imagem
  • •CARÍSSIMA MONALISA, As crianças dos abrigos seriam "penalizadas" pela segunda vez ao não terem direito a um pai e a uma mãe. Caso pudessem escolher, sem dúvida...
    em * Comunicado da “Federação
  • •mas sera que muitas crianças nao preferem ser adotadas por casais gays do que continuarem em abrigos?...
    em * Comunicado da “Federação
  • •Obrigada pela presteza,Carmadélio.Para quem entende de ciências é sempre bom analisar as pesquisas em si e o modo como os dados foram obtidos e estatisticamente tratados.Talvez...
    em * França e Nova Zelândia aprovam o
  • •Fui "little monster" por 4 anos, sempre amei ela, só que eu não posso ser morno, ela já fez a primeira comunhão, era católica, não sei o pq dela virar isto, como eu conheço...
    em * Você é cristão e curte Lady
  • •O que tem que ser feito é o seguinte: O casamento civil é um contrato que pode ser desfeito no outro dia enquanto o sacramento do matrimônio é eterno, pois o que Deus uniu o...
    em * Mais uma tentativa de impor o
  • •Neste artigo dá para entender bem a diferença: http://www.deuslovult.org/2013/05/02/pedofilos-nao-sao-excomungados-mas-eu-fui/...
    em * Sacerdote culpado de abusos no
  • •Qual é a diferença entre EXCOMUNHÃO, e expulsão do estado clerical???? Gostaria que alguem me explicasse isso....
    em * Sacerdote culpado de abusos no
  • •Como posso falar do meu direito enquanto mulher se não respeito o primeiro direito do outro que é o direito a vida, todos temos direito de nascer mesmo se não fomos concebido em...
    em * Espanha: Socialistas usam imagem
  • •Que essa "ministra" diga isso para a sua descendência porque o coração duro ainda continua nas pessoas, como disse na carta de divórcio admitida por Moisés.Que ela leia o...
    em * Ministra da igualdade da Espanha
  • •esse livro so fala de heresias, e quem e catolico de verdade nao leria este livro horrivel...
    em * A Cabana, o livro. Heresias
  • •eu ja tinha percebido que o livro nao prestava, pois antes de participar do shalom, eu participava de outra comunidade que apoiva totalmente o livro, mas depois do shalom mudei...
    em * A Cabana, o livro. Heresias
  • •Triste como essa 'ditadura do relativismo' tem acorrentado e cegado tantos. Se declarando livres e tolerantes não percebem que estão sendo enganados. Um dia, também já me achei...
    em * Por que o ateísmo é tão comum
  • •CARÍSSIMA ELOÁ http://www.washingtontimes.com/news/2012/jun/10/study-suggests-risks-from-same-sex-parenting/ Pesquisa revela os perigos de famílias com...
    em * França e Nova Zelândia aprovam o
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