Posts Tagged ‘Defesa da vida’

* ONU deveria rechaçar aborto e não impô-lo aos pobres, afirmam líderes pró-vida.

sexta-feira, março 12th, 2010

Representantes de diversas organizações de defesa da vida presentes na reunião da Beijing+15, recordaram que a ONU foi criada para defender os direitos humanos, e portanto deveria denunciar a indústria do aborto e não promover sua legalização nos países pobres.

Carmen Cruzsanto, da Instituição de Formação Investigação e Estudos da Mulher e Famíla do Chile; Mari Carmen Mateo Villanueva, do Instituto de Política Familiar da Espanha (IPF); Sophie Kuby, do European Dignity Watch; Sharon Slater, do Family Watch; e o Sr. Sonnie Ekwowusi, do Project for Human Development da Nigéria, coincidiram em que a função da ONU é proteger os direitos humanos, como os das mulheres e os não nascidos, e não promover políticas anti-vida nas legislações das nações de menos recursos.

Nesse sentido, recordou-se que cada país é soberano e isso deve ser respeitado pelos organismos internacionais como a ONU. “A ONU nasceu para defender os direitos humanos e não a morte”, afirmaram.

Conforme recolheu a imprensa, as organizações civis denunciaram a perseguição por parte das feministas, que em cada reunião passam “vaiando as pessoas que falam a favor da vida”.

Por sua parte, o nigeriano Sonnie Ekwowusi coincidiu em que a ONU deve respeitar a legislação e a cultura de cada país, e indicou que meter-se nas políticas internas é um “abuso”.

O advogado também exigiu que se esclarecesse qual é a suposta relação entre a mortalidade materna com a promoção do aborto. “Na África, a mulher está morrendo porque em um parto de alto risco não tem acesso a clínicas próximas nem aos medicamentos para evitá-lo. Nisso se deveria trabalhar. Isto é o que necessitamos, não a legalização do aborto, afirmou.

ACI

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* Imagens da marcha a favor da vida – contra o aborto, na Espanha.

terça-feira, março 9th, 2010

Bravos irmãos !


600 mil cidadãos, na maioria mulheres, festejaram a vida humana pelas ruas de Madri, na Espanha, no domingo, 07 de março, em uma grande marcha com o lema España Vida Sí.

Um dia antes do Dia Internacional da Mulher as espanholas exigiram a revogação da Lei de Saúde Sexual e Reprodutiva e da Interrupção Voluntária da Gravidez, aprovada em fevereiro deste ano e que, em julho, entra em vigor naquele país legalizando o aborto até a 22ª semana de gestação, permitindo que adolescentes de 16 anos também o façam sem o consentimento dos pais e tornando obrigatória a doutrinação pró-aborto nas escolas e nas faculdades de medicina do país.

A multidão foi convocada por 270 entidades pró-vida e também teve como objetivo apresentar um manifesto aos políticos espanhóis para que promovam leis que protejam o direito de nascer, leis que respeitem os direitos dos pais de formar seus filhos em matéria de educação sexual e que também protejam o direito de objeção de consciência dos profissionais de saúde.

Na mensagem às mulheres que participaram da marcha-cidadã, a médica pediatra e mãe de três filhos, Gádor Joya (foto acima), porta-voz do movimento Derecho a Vivir afirmou que a lei do aborto espanhola “ultraja as mulheres, deixa-as jogadas às portas dos abortadouros e é o maior atentado contra a mulher que já se cometeu na história da Espanha“.

Fazendo menção ao Dia Internacional da Mulher, ela continuou: “As mulheres espanholas, que estamos aqui hoje e em toda a Espanha, somos as que, amanhã, no Dia Internacional da Mulher, nos sentiremos orgulhosas de ser mulheres e celebrarmos a maternidade como algo que nos engrandece e nos dignifica de verdade”.

Marchas-irmãs foram realizadas em mais de cem locais tanto internacionalmente como em outras cidades espanholas como Saragoça, Salamanca, Sevilha, Valência e Barcelona, entre outras. Os manifestantes enfrentaram a chuva e o frio nas principais praças dessas cidades para exigir apoio às mulheres grávidas em vez de promoção do aborto. Elas também denunciaram que o primeiro-ministro espanhol, Zapatero, ignora voluntariamente mais de um milhão de assinaturas de cidadãos que rechaçam a nova lei do aborto na Espanha.

A mídia deu ampla cobertura ao evento que teve a presença de 250 jornalistas espanhóis e estrangeiros somente na marcha de Madri – os fotógrafos ganharam um ônibus de dois andares, sem teto, para facilitar o trabalho (foto acima). Todos os quatro maiores jornais da Espanha noticiaram a marcha:

El País: Miles de personas piden en Madrid la derogación de la ley del aborto
ABC: Madrid se tiñe de rojo en favor de la vida
El Mundo: Miles de personas piden en la calle la derogación de la Ley del Aborto
La Rázon: Miles de personas piden la derogación de la ley del aborto

Os participantes e organizadores do evento também fizeram registros fotográficos (mais de 4 mil imagens), já disponíveis numa grande galeria digital.

O presidente de uma das entidades responsáveis pela marcha, Ignacio Arsuaga (foto acima), presidente da Haz te Oirafirmou que a luta dos espanhóis não é apenas contra uma lei, mas pela abolição do aborto provocado: (HO),

Queridos amigos, queridos cidadãos militantes:

Não estamos sozinhos!

Na Europa, nas Américas, na África, na Asia e na Oceania, grupos de cidadãos, como os nossos, estão se organizando para abolir o aborto e reestabelecer o direito de viver e o direito de ser mãe. Cada dia são mais audaciosos. Cada ano saem à rua.

E nós nos unimos a este movimento internacional. Juntos conseguiremos mudar os corações de nossos vizinhos, conseguiremos abrir-lhes os olhos, até que uma imensa maioria das sociedades de todo o mundo exijam a abolição do aborto.

Então, quando esse dia chegar, nós celebraremos.

Portanto, que escute Zapatero [o presidente do governo Espanhol], que escutem todos os políticos, não vamos parar até alcançarmos isso.

***

Louvado seja Deus, senhor da vida, pela coragem e ousadia de nossos irmãos Espanhóis.

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* Não existe aborto seguro em nenhuma parte, diz congressista pró-vida nos EUA

terça-feira, março 9th, 2010

Christopher Smith

Em audiência para determinar o orçamento do próximo ano, o congressista republicano Christopher Smith, criticou a decisão de incluir o aborto no plano de “saúde” e explicou que esta prática anti-vida nunca é segura porque sempre acaba com a vida de uma criança e deixa uma profunda ferida na mãe.

Smith explicou que para a Iniciativa Global da Saúde (GHI), as gravidezes não desejadas são consideradas como uma enfermidade. “A gravidez não é uma enfermidade. A criança no ventre não é um tumor ou um parasita que deve ser eliminado”, diz o congressista.

Em sua intervenção, Chris Smith criticou o termos “aborto seguro” como uma absoluta contradição, já que em nenhum caso o aborto pode ser seguro. Além do fato de que se elimina uma vida, se não é que não chega a haver dano físico para a mãe, sempre restam conseqüências psicológicas.

Mais de 100 estudos demonstram que como conseqüência do aborto, existe um significativo dano psicológico, além disso, em comparação com aquelas mulheres que não abortaram, as que o fizeram mostram um aumento de depressão e também de tentativas de suicídio. O aborto também aumenta a possibilidade de câncer de mama em um 30 a 40 por cento. Os mal chamados abortos seguros, causam outros danos como a perfuração uterina, hemorragias, infecções, esterilidade e inclusive a morte.

O congressista adicionou que “as mães que abortaram, logo tendem a ter filhos prematuros”. Os nascimentos prematuros são a segunda causa de mortalidade infantil depois das má formações genéticas.

Chris Smith mencionou que a melhor maneira para acautelar a mortalidade materna é outorgar à mãe o serviço necessário de saúde. “O aborto por outro lado não resolve nada; mata a meninos, machuca a mulheres, e por nenhum motivo [o aborto] deveria ser incluído por qualquer país como estratégia específica para reduzir a mortalidade maternal”, acrescenta.

O republicano logo mencionou o caso da China, onde desde 1979 está proibido ter mais de um filho. Uma mulher sem autorização para dar à luz, está obrigada a abortar pelo governo, o mesmo acontece em qualquer caso com mulheres fora do matrimônio As conseqüências vão desde grandes multas, cárcere, tortura, perda de propriedades, emprego e inclusive a oportunidade de receber educação. “Não é surpresa que 500 mulheres se suicidem diariamente na China”, alertou o congressista.

Diante disto se pergunta: “por que a Fundação da População das Nações Unidas defende as medidas abortistas da China? Estas leis trazem ademais como conseqüência o aborto seletivo, prejudicando assim as meninas não-nascidas”.

Como exemplo pôs o caso de uma jovem chinesa estudante dos Estados Unidos, quem compartilhou seu testemunho: “o quarto estava cheio de mães que acabavam de submeter-se a um aborto forçado. Algumas mães choravam, outras estavam de luto, algumas inclusive chiavam, e uma estava no chão gritando de dor”. Logo, foi o turno da jovem. Ela descreveu esse momento como “o caminho ao inferno”.

ACI

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* Colossal Marcha de 300.000 manifestantes anti-aborto em Washington.

sábado, fevereiro 20th, 2010
Em sua 37ª edição, a Marcha Pela Vida ocupou completamente grandes avenidas da capital americana, no dia 22 de janeiro último, neste primeiro ano do governo precocemente envelhecido de Barack Hussein Obama, insensível ao “grito silencioso” dos nascituros assassinados no ventre materno.Já nos seus primeiros dias (em 23-1-09), ele revogou a proibição de se financiar com verbas federais organizações que fomentam a prática abortiva no mundo inteiro. E agora, com sua abstrusa e controvertida “Reforma da Saúde”, pretende abrir ainda mais as portas para oficializar o “morticínio dos inocentes”.


A política abortista da administração Obama contribuiu para indignar ainda mais a maioria dos norte-americanos e engrossar assim a March For Life deste ano, que contou com aproximadamente 300 MIL manifestantes, que a grande mídia do Brasil fingiu não ter visto.

Nossa mídia parece insensível a esse lancinante “grito silencioso”, pois sabotou
essa gigantesca manifestação (segundo informou os organizadores, quase a metade dos participantes eram jovens com menos de 25 anos). Insisto no que neste blog certa vez afirmei: evidentemente, se fosse uma passeata de meia-dúzia de abortistas, a grande mídia brasileira publicaria grandes manchetes em letras garrafais, com fotos e entrevistas com os seis gatos-pingados. Nossa mídia parece ter um sofisticadíssimo GPS para “farejar” e descobrir qualquer manifestaçãozinha de abortistas, homossexuais, sem-terras, quilombolas, índios etc., para dar-lhes notoriedade e fazer ecoar pelo mundo suas reivindicações que o Brasil inteiro rejeita.

Recebi de um colega  que participou  daquela monumental Marcha, um CD com muitas e excelentes fotos  bem como um comunicado distribuído durante a manifestação.

Estou postando no final desta notícia a tradução integral desse documento, intitulado “Um apelo à insistência”. Pareceu-me interessantíssimo tal comunicado, pois mostra claramente que a questão do aborto não uma mera demanda pelos “direitos reprodutivos da mulher”, mas é uma questão ideológica indispensável para a revolução sexual, que arruína a família. Com o fim do aborto, a “coluna” da revolução sexual é que seria arruinada.
Muito mais se poderia falar desse grandioso acontecimento e de vários outros eventos paralelos — como vigílias e conferências — realizados naquela gelada (0°) sexta-feira em Washington, mas as fotos falam por si.
“Um apelo à insistência”

Por ocasião da 37ª Marcha Anual pela Vida, se unem novamente as legiões de americanos anti-abortistas de toda a nação.

Para os que têm participado deste importante combate, a palavra “novamente” é dolorosa. A cada ano protestamos, esperando que não haja outro “novamente”. E a cada ano o continuado massacre de inocentes torna este “novamente” ainda mais necessário.

Por que insistimos? Porque nosso amor a Deus e nossas consciências não nos permitem agir de maneira diversa. Entretanto, insistimos porque o outro lado também insiste com veemência.
A causa do aborto
A batalha sobre o aborto tem provado ser este um dos temas que mais polarizam a história de nossa nação. A minoria pró-aborto tem insistido tanto neste ponto, que somos levados a perguntar o porquê de tanta insistência.

Por que políticos arriscam sua carreira para apoiar esta prática da morte, quando poderiam tirar maior proveito simplesmente ignorando o tema? Por que alienam tantas mulheres e mães, as quais dizem defender?

A causa esquerdista lucraria muito se abandonasse temporariamente esse problema tão espinhoso, que divide a Nação. Eles ainda insistem em defender suas posições mais horríveis, como o aborto por nascimento parcial ou a morte dos abortados que nasceram vivos.

Além disso, esses defensores de “direitos” tolhem os direitos civis dos pró-vida, impondo regras-mordaça e cinturões de proteção em torno de clínicas de aborto. Alguns levam sua adesão ao aborto a ponto de deliberadamente deixar de relatar casos em que as menores sofrem abuso e tornam-se vítimas de adultos.

É óbvio que se trata de algo muito mais profundo do que apenas uma questão de “direitos da mulher”.
Aborto: coluna necessária da revolução sexual

Existe claramente algo muito maior, não se trata apenas dos “direitos reprodutivos da mulher”. Há uma ideologia por trás dessa insistência.

Devemos compreender que o aborto é a coluna necessária da revolução sexual que abalou o país nos anos 60, e foi assim que se devastou a família desde então.

Pela lógica distorcida desta revolução, a sexualidade humana nunca deve ser contida ou disciplinada. O desejo sexual deve ser satisfeito, e definido como parte inalienável da busca da felicidade. Todas as relações consensuais devem ser permitidas e incentivadas, mesmo em idade precoce e com grande freqüência.

Para implementar tal ideologia, há um obstáculo que tragicamente se interpõe no caminho: o pequeno bebê indefeso, cujo único crime é o seu desejo de nascer.

Quando a contracepção falha, o aborto torna-se um meio necessário para eliminar os inconvenientes que barram o caminho para a “felicidade”.
O que está em jogo

Os radicais pró-aborto entendem muito bem o que está em jogo. Com o fim do aborto, todo o edifício da revolução sexual pode cair por terra. Relações permissivas não serão mais possíveis. As pessoas serão forçadas a lidar com sua sexualidade da maneira que prescreve a natureza: o casamento tradicional.

Além disso, torna-se particularmente evidente que, quando as relações dissolutas entre homens e mulheres são postas em causa, os efeitos nocivos de outros relacionamentos sexuais destrutivos também devem ser denunciados.

É por isso que os promotores do aborto são tão radicalmente insistentes. Eles percebem que toda limitação do aborto, mesmo em suas expressões mais terríveis, é uma afirmação de que algum tipo de moralidade existe para limitar sua busca desenfreada da “felicidade”.

Não pode haver dúvida. O verdadeiro alvo do lobby pró-aborto é a moralidade — a do cristianismo, que tem por base o direito natural.

A procura da felicidade

Os ativistas pró-aborto não querem admitir o fato de que a satisfação irrestrita dos desejos sexuais não traz felicidade. Não querem reconhecer que no campo de batalha da revolução sexual encontram-se as vidas arruinadas de milhões de americanos que procuraram esta “felicidade” em vão.

Perguntamos: como pode alguém não ver? Quantas vidas inocentes norte-americanas ainda devem ser perdidas no útero? Quantas mulheres devem ainda sofrer com os danos psicológicos causados por relações pré-matrimoniais e abortos? Quantos filhos devem experimentar lares desfeitos, abuso e vida sem a família? Quantas outras almas devem perder-se no pecado, antes de a sanidade voltar para a sociedade?

De fato, as fileiras do movimento pró-vida estão cheias de tais mutilados e feridos nesta batalha terrível. Eles têm sido assaltados pela realidade de que a imoralidade não leva à felicidade.

Eles e seus filhos estão agora na linha de frente, usando todos os meios pacíficos e legais para fazer ouvir sua voz na frente de clínicas de aborto, praças e edifícios do Capitólio. Seus protestos e orações insistentes têm visto dezenas de clínicas de aborto fechar, e milhares de crianças serem salvas. Vozes jovens aderem, dando público e alegre testemunho de continuidade e repúdio a essa vergonha da nossa época.

É nessa luta por Deus e sua moralidade que eles encontraram a felicidade.


A luta pela civilização cristã

É por isso que novamente estamos aqui.

Esta luta pela vida é mais do que simplesmente expor um lado no debate político. Ela toma o centro do palco, em uma luta maior para a nossa civilização cristã.

Temos que insistir, porque nossos adversários insistem sempre. Temos que ter coragem para o fato de que nossa insistência transformou o aborto na coluna vulnerável e instável que sustenta a cultura da morte.

É nossa constante presença em eventos como a Marcha pela Vida que mantém o horror do aborto aos olhos do público.

É por isso que temos de estar aqui novamente.

Na verdade, esta luta em defesa da moralidade foi prevista por Nossa Senhora em Fátima no ano de 1917. Em sua mensagem aos três videntes, Ela falou da falta de modéstia, da impureza e das modas imorais. Chamou os homens ao arrependimento, à reparação e à mudança de vida.

Em face das lutas que enfrentaremos adiante, temos que continuar esta batalha cultural com uma confiança inabalável, determinação e insistência. É uma luta que está longe de terminar. No entanto, Nossa Senhora ajudar-nos-á, como tantas vezes tem feito no passado. No final, temos a certeza confirmada pela própria Virgem Santíssima em Fátima, de que o resultado será o triunfo de seu Imaculado Coração.

Veja outras fotos da marcha.










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* Testemunho pela VIDA no Super Bowl incomoda grupos pro-aborto

quarta-feira, fevereiro 17th, 2010

Criar expectativas sobre um anúncio antes de vir a público é um êxito publicitário. Isto foi o que conseguiu um anúncio pró vida emitido durante o Super Bowl, tendo como protagonista Tim Tebow, um dos jovens mais promissores do futebol americano.

Nos escassos 30 segundos do spot, Pam Tebow relata o nascimento do seu quinto filho. Quando estava grávida, teve uma infecção muito grave. Embora os médicos fossem de opinião que devia abortar, ela decidiu levar até ao fim a gravidez. E assim nasceu Tim Tebow, o brilhante quarterbackFlorida Gators.

A iniciativa da CBS de passar esta mensagem a meio do Super Bowl, a 7 de Fevereiro, foi lançada pela organização Focus on the Family. No ano passado, mais de 98 milhões de pessoas viram esta final em todo o mundo.

Passar um anúncio no Super Bowl custa 2,5 a 3 milhões de dólares. Segundo a Focus on the Family, o dinheiro foi conseguido “graças aos generosos donativos de muitos amigos”.

A reacção do lobby abortista não se fez esperar. Jehmu Greene, presidente da organização Women’s Media Center, pediu à CBS que não pusesse no ar o spot. No seu entender, “um anúncio que usa o desporto para dividir em vez de unir não deveria ser transmitido no evento desportivo mais importante do ano”. E conclui dizendo que o spot de Tebow faz parte de “uma agenda anti-americana”.

A Focus on the Family pensa que as coisas estão a ser mal interpretadas: “O anúncio celebra a família e a vida. Trata-se de uma história pessoal de amor entre uma mãe e o seu filho” explica Gary Schneeberger, porta-voz desta organização.

O próprio Tebow quis entrar na polémica: “Compreendo que nem todos pensem como eu, mas pelo menos que respeitem a minha decisão de defender aquilo em que acredito. A minha mãe foi uma mulher valente, e por isso me meti nesta contenda. Para ajudar quem precisar”.

Perante tantas pressões, a CBS podia sempre voltar atrás. Mas os pró vida conseguiram publicidade suficiente mesmo antes de se passar o anúncio, ao passo que os seus adversários apareceram na incómoda posição de querer silenciar o opositor.

Para a colunista Sally Jenkins, que se declara pro choice, o anúncio protagonizado por Tebow e pela mãe não tem nada de intolerante. Na realidade, os únicos exaltados são os críticos.

“Não deixa de ser curioso que passemos o tempo exigindo que os desportistas se preocupem mais com os problemas do seu tempo e menos com o seu livro de cheques e, assim que aparece um disposto a comprometer-se com uma causa, deitemos as mãos à cabeça”, escreve no Washington Post (2-02-2010).

Contrariamente aos seus críticos, “Pam Tebow tem uma autêntica história pro-choice para contar. (…) os médicos preveniram-na de que a sua gravidez podia ser de risco, mas ela exerceu o seu direito de escolha. Vinte anos depois, o fruto dessa escolha converteu-se no vencedor do Heisman Trophy e num cristão convicto.”.

“Agora Pam Tebow e o filho sentem-se felizes por aquela decisão e querem contá-la às pessoas. Mas a National Organization for Women (NOW) crê que é uma mensagem imprópria para os Estados Unidos. A sua presidente, Terry O’Neill, considera o anúncio “extremamente ofensivo e degradante”. E acrescenta um argumento moral sutil: “É ofensivo mostrar uma posição própria como se fosse melhor que a dos outros”.

Certo é que o anúncio não podia ser mais inocente. Com um sorriso encantador, Pam Teebow explica que decidiu ter o seu filho Tim, apesar de os médicos a terem aconselhado a abortar.

Quando acaba de falar, Tim entra em cena: brinca com a mãe, dá-lhe um abraço e agradece-lhe. A mensagem final do spot é: “Celebra a vida, celebra a vida”. É a história de uma escolha. Com uma gravidez de risco, escolheu ter o Tim. Agora os dois se alegram com essa escolha. O facto de Pam ter podido escolher livremente e agora ser feliz não deveria, portanto, ser motivo de alegria para quem apadrinha o direito a escolher?

Uma pró vida no American Idol

Outro spot que está a causar sensação nos Estados Unidos é o de Maddy Curtis, uma jovem pró vida de 16 anos que ganhou a simpatia do júri do programa American Idol contando a história da sua família.

Maddy é a nona de 12 irmãos, quatro deles com síndrome de Down: Jonny, Jesse, Daniel e Justin. Quando nasceu Jonny, os pais decidiram adoptar Jesse. Depois começaram a trabalhar numa agência para pais a braços com o síndrome de Down, e acabaram por adoptar Daniel e Justin.

No vídeo, Maddy explica como se sente orgulhosa da sua família: “Algumas pessoas são um pouco céticas em relação ao síndrome de Down. A minha experiência é que estas quatro crianças conseguem que as pessoas que os conhecem dêem o seu melhor”.

Após o seu testemunho, Maddy interpreta diante das câmaras uma versão da canção Hallelujah de Leonard Cohen. Os quatro membros do júri não pouparam elogios. “Muito bem. Tens uma voz maravilhosa. Nota-se que cantaste com alma, Maddy”, chega a dizer Simon Cowell, que tem fama de ser o juiz mais duro de todos.

Nas declarações a LifeSiteNews (15-01-2010), o padre Ronalda Escalante, pároco da igreja católica frequentada pelos Curtis, sublinha que são “uma família muito, muito pró vida, que não só fala a favor da vida [a mãe tem um popular blog pró vida] mas que o demonstra com o exemplo”.

Cada vez mais jovens

O caso da Maddy é um exemplo do retrocesso geracional que o movimento pró vida está atualmente a viver nos Estados Unidos. Face ao estereótipo do jovem indolente preso à MTV, o certo é que cada vez há mais jovens dispostos a copiar os mais velhos. Assim ficou patente na manifestação pró vida que tem lugar em Washington desde 1974 todos os dias 22 de Fevereiro.

Num blog do Washington Post (24-01-2010), Robert McCartney confessa que assistiu à marcha para escrever uma notícia sobre a irrelevância deste tipo de protestos. Mas depressa mudou de ideias, ao verificar que “quase metade da multidão parecia ter menos de 30 anos”.

Para McCartney, que se declara a favor da sentença Roe vs.Wade, não  compreende que 37 anos depois de o Supremo aprovar esta decisão, haja tanta gente empenhada em revogá-la. “O movimento anti-abortista sabe que está a ganhar força, mesmo que ainda não se vislumbre a vitória final. Entretanto, os partidários de Roe (…) temos razão para estar nervosos”.

McCartney falou com vários destes jovens, que se definem como “a geração pró vida”. Muitos pensam que, ao contrário dos pais, estão na posse de mais informação para saber “por que razão o aborto está mal”.

Esse dia, os ativistas pro choice também fizeram também nesse dia uma manifestação que não reuniu mais de cem pessoas. McCartney constata que até as próprias defensoras do direito ao aborto estão conscientes que a sua causa atrai muito menos jovens.

Fonte: SPE Deus

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* Imperdível! Discurso do Papa à Pontifícia Academia para a Vida.

quarta-feira, fevereiro 17th, 2010
Queridos Irmãos Bispos e sacerdotes,
Ilustres m
embros Da Pontifícia Academia Para a Vida,
Gentis Senhoras e Senhores!

Tenho o prazer de acolhê-los e saudá-los cordialmente por ocasião da Assembleia Geral da Pontifícia Academia para a Vida, chamada a refletir sobre as questões atinentes à relação entre a bioética e a lei moral natural, que se tornam cada vez mais relevantes no contexto atual, devido à evolução constante em tal âmbito científico. Dirijo uma saudação especial ao presidente desta Academia, Dom Rino Fisichella, agradecendo-lhe as amáveis palavras que me dirigiu em nome dos presentes. Desejo, também, estender o meu agradecimento pessoal a cada um de vós, pelo precioso e insubstituível compromisso que desempenham em favor da vida, nos mais diferentes contextos.

As problemáticas que giram em torno do tema da bioética permitem verificar que as questões subjacentes colocam em primeiro plano a questão antropológica. Como afirmo em minha última Carta Encíclica Caritas in veritate: “Um campo primário e crucial da luta cultural entre o absolutismo da técnica e a responsabilidade moral do homem é o da bioética, onde se joga radicalmente a própria possibilidade de um desenvolvimento humano integral. Trata-se de um âmbito delicadíssimo e decisivo, onde irrompe, com dramática intensidade, a questão fundamental de saber se o homem se produziu por si mesmo ou depende de Deus. As descobertas científicas neste campo e as possibilidades de intervenção técnica parecem tão avançadas que impõem a escolha entre estas duas concepções: a da razão aberta à transcendência ou a da razão fechada na imanência” (n. 74).

Mediante questões similares, que afetam de modo tão crucial a vida humana na sua perene tensão entre imanência e transcendência, e que têm grande relevância para a cultura das futuras gerações, é necessário dar forma a um projeto pedagógico integral, que permita lidar com estas questões a partir de uma visão positiva, equilibrada e construtiva, sobretudo na relação entre a fé e a razão.

As próprias questões de bioética, muitas vezes, colocam em primeiro plano um chamado à dignidade da pessoa, um princípio fundamental que a fé em Jesus Cristo Crucificado e Ressuscitado sempre defendeu, sobretudo quando não é considerada em relação aos sujeitos mais simples e indefesos: Deus ama cada ser humano de modo único e profundo. Também a bioética, como qualquer outra disciplina, necessita de um direcionamento capaz de garantir uma leitura coerente das questões éticas que, inevitavelmente, surgem diante dos eventuais conflitos de interpretação. Neste espaço é que se abre o chamado à lei moral natural. O reconhecimento da dignidade humana, de fato, enquanto direito inalienável, encontra seu primeiro fundamento naquela lei que não é escrita por mãos humanas, mas escrita por Deus Criador no coração humano, a que todo sistema jurídico é chamado a reconhecer como inviolável e a que toda a pessoa humana é obrigada a respeitar e promover (cf. Catecismo da Igreja Católica, nn. 1954-1960). Sem esse princípio fundador da dignidade humana, seria difícil encontrar uma fonte para os direitos da pessoa e impossível alcançar um juízo ético diante das conquistas da ciência, que intervêm diretamente na vida humana.

É necessário, portanto, repetir com firmeza que não existe uma compreensão da dignidade humana ligada apenas aos elementos exteriores, como o progresso da ciência, a gradualidade na formação da vida humana ou o sentimento de piedade fácil diante de situações extremas. Quando se invoca o respeito pela dignidade da pessoa, é essencial que ele seja pleno,  total e irrestrito, baseado no reconhecimento de que sempre se está diante de uma vida humana. É claro, a vida humana conhece um desenvolvimento próprio e o horizonte de investigações da ciência e da bioética está aberto, mas devemos reiterar que, quando se trata de questões relativas ao ser humano, os cientistas não podem mais pensar ter em suas mãos apenas uma matéria inanimada e manipulável. De fato, desde o primeiro momento, a vida do homem é caracterizada por ser vida humana e, por isso, sempre traz consigo, em toda parte e apesar de tudo, sua dignidade própria (cf. Congregação para a Doutrina fé, Instrução Dignitas personae, sobre algumas questões de bioética, n. 5). Ao contrário, estamos sempre na presença do perigo de um uso instrumental da ciência, com a consequência inevitável de cair facilmente na arbitrariedade, na discriminação e no interesse econômico do mais forte.

Conjugar a bioética e a lei moral natural nos permite verificar melhor o necessário e inevitável chamamento à dignidade que a vida humana possui, desde a concepção até o seu fim natural. Ao invés disso, no contexto moderno, ao mesmo tempo que emerge sempre com mais insistência o justo reconhecimento dos direitos que garantem a dignidade da pessoa, se percebe que nem sempre tais direitos são reconhecidos para a vida humana em seu desenvolvimento natural e nos estágios de maior debilidade. Tal contradição torna claro o compromisso em assumir, nas diferentes esferas da sociedade e da cultura, a defesa de que a vida humana seja sempre reconhecida como direito inalienável e nunca como objeto sujeito à arbitrariedade do mais forte.

A história mostrou o quanto pode ser perigoso e danoso um Estato que legisle sobre questões que afetem o indivíduo e a sociedade, pretendendo ser ele mesmo fonte e princípio da ética. Sem o princípio universal que permite verificar um denominador comum para toda a humanidade, o risco de que daí derive um relativismo em nível legislativo não deve ser subestimado (cf. Catecismo Igreja Católica, n. 1959). A lei moral natural, forte em seu próprio caráter universal, permite evitar tal perigo e , sobretudo, oferece ao legislador a garantia para um autêntico respeito, seja da pessoa, seja de toda a ordem de coisas criadas. Tal lei se apresenta como fonte catalisadora de um consenso entre pessoas de diferentes culturas e religiões, permite ir além das diferenças, porque afirma a existência de uma ordem impressa pelo Criador na natureza e é reconhecida como uma instância de verdadeiro juízo ético racional para se perseguir o bem e evitar o mal. A lei moral natural “pertence ao grande patrimônio da sabedoria humana, que a Revelação, com sua luz, ajudou a purificar e desenvolver ulteriormente” (cf. João Paulo II, Discurso à Plenária da Congregação para a Doutrina da Fé, 6 de fevereiro de 2004).

Ilustres Membros da Pontifícia Academia para a Vida, no contexto atual o vosso empenho se torna cada vez mais delicado e difícil, mas a crescente sensibilidade no que diz respeito à vida humana encoraja a continuar com sempre maior ímpeto e coragem neste importante serviço à vida e à educação nos valores evangélicos das gerações futuras. Desejo que todos vós continueis o estudo e a pesquisa, para que a obra de promoção e defesa da vida seja sempre mais eficaz e fecunda. Acompanho-vos com a Bênção Apostólica, que, com prazer, estendo a todos quanto dividem convosco esta tarefa cotidiana.

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* Espanha reage : Marcha pela Vida pede retirada da lei do aborto e apoio à maternidade.

quarta-feira, fevereiro 10th, 2010

As mais de 80 organizações que já se uniram à convocatória da Marcha pela Vida “Espanha Vida Sim” do próximo 7 de março, publicaram um manifesto no qual solicitam ao governo a retirada da lei do aborto, o apoio à maternidade e o respeito à liberdade dos pais para educar sexualmente a seus filhos assim como o respaldo à objeção de consciência.

No manifesto se recorda que atualmente “existe a evidência científica de que do momento da fecundação aparece uma nova vida humana digna de ser respeitada e protegida. Assim o ratificou o Manifesto de Madrid, apresentado em março de 2009 e assinado por mais de 3000 cientistas espanhóis”.

Ante esta certeza, indicam, “pode-se afirmar que o aborto supõe a morte violenta de um ser humano e um terrível drama para a mulher que o sofre”.

Por isso e ante o sombrio panorama que expõe a ampliação da lei do aborto, estas organizações exigem “que o Governo escute à sociedade espanhola e retire o projeto de lei do aborto que pretende passar”.

Deste modo pedem “que nossos políticos promovam leis que protejam o direito a viver e ser mãe, amparando a vida em todo momento e ajudando as mulheres grávidas a superarem qualquer problema que uma gravidez imprevista pode gerar”.

“Que se respeite o direito dos pais a formar os seus filhos em matéria de educação sexual segundo suas próprias convicções”, exortam.

Finalmente solicitam que “que se respeite o direito à objeção de consciência do pessoal da área de saúde para que possa cumprir seu compromisso de defender e cuidar a vida e a saúde desde o mesmo instante da concepção”.

Mais informação: vgago@hazteoir.org

Fonte : ACI

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* Comissão retomará debate sobre o Programa de Direitos Humanos.

quarta-feira, fevereiro 3rd, 2010

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias realiza na quinta-feira (4) nova audiência pública para debater o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3).

O plano prevê medidas consideradas polêmicas, como a abertura dos arquivos do regime militar (1964-1985), o fortalecimento da reforma agrária e a prioridade para a aplicação de penas alternativas no sistema penitenciário.

Para efetivar as medidas do plano, o governo prevê o envio de 27 projetos de lei ao Congresso, ao longo dos próximos 11 meses.

No último dia 18, a comissão promoveu audiência com organizações defensoras dos direitos humanos para rebater as críticas que o plano vem recebendo desde que foi lançado por meio de decreto pelo presidente da República, em dezembro.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Luiz Couto (PT-PB), disse que as críticas partem de setores conservadores. “O programa tem sido alvo dos mais duros ataques desses setores, com o aval de parte dos meios de comunicação. As críticas ao plano têm ignorado o seu caráter propositivo. O texto esteve sob consulta pública e disponível à apreciação crítica da sociedade e da imprensa durante quase um ano”, afirmou o deputado, durante a audiência.

Convidados

Foram convidados para o debate de quinta-feira:

– o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Brito;
– o coordenador do Movimento Nacional de Direitos Humanos, Gilson Cardoso;
– Alexandre Ciconello, representante do Fórum de Entidades Nacionais de Direitos Humanos;
– o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Alberto Broch;
– o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Pimentel Slaviero;
– o reitor da Universidade de Brasília (UnB), José Geraldo de Souza Júnior;
– o professor Fernando Paulino, da UnB;
– o presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Geraldo Lírio Rocha.

A audiência está marcada para as 9 horas, no plenário 9.

***

“Forças conservadoras”? Sim! da vida, da dignidade humana, do perdão,do respeito a propriedade privada, do respeito a liberdade de expressão,do respeito a lei natural,do respeito às crianças que tem o direito de terem um pai (homem) e uma mãe ( Mulher) etc..

Se conservador for defender esses valores, somos sim,com orgulho!

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* Nova constituição da República Dominicana defende vida desde a concepção. Ponto para a Vida!

terça-feira, fevereiro 2nd, 2010

Logo depois de um debate de quase sete meses no Parlamento dominicano convertido em Assembléia Nacional Revisora, concretizou-se a Nova Constituição dominicana que respalda e “defende a vida desde a concepção até sua morte natural”.

A nova constituição dominicana que penaliza o aborto entrou em vigor o passado 26 de janeiro, dia de Juan Pablo Duarte (principal Pai da Pátria Dominicana) e foi proclamada pelo Congresso Nacional Dominicano.

Logo do anúncio oficial realizado pelo presidente da Assembléia, Reinaldo Pared Pérez, o presidente de República Dominicana, Leonel Fernández, considerou que a nova carta magna é “a Constituição do século XXI”.

A defesa da vida foi um dos temas mais controvertidos durante a assembléia, definindo-se finalmente o artigo 37 da constituição que assinala que “o direito à vida é inviolável desde a concepção até a morte. Não poderá estabelecer-se, pronunciar-se nem aplicar-se, em nenhum caso, a pena de morte”.

ACI

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* Marcha pela Vida enche avenidas de Washington: 300 mil contra o aborto!

segunda-feira, fevereiro 1st, 2010

Por volta de 300 mil pessoas participaram, na sexta-feira, 22 de janeiro, na passeata anual pela vida na capital dos EUA, March for Life, informou a agência ACI.

No 37° aniversário da sentença Roe vs. Wade que legalizou o aborto nesse país, a multidão a cada ano mais numerosa protestou contra esse crime de massa expressando sua firme defesa da vida.

Neste ano, o morticínio das crianças não nascidas indignou especialmente os EUA pelo propósito da administração Obama de incluí-lo numa polêmica reforma do sistema previdenciário, ou reforma da saúde.

O evento, sistematicamente ignorado pela grande mídia, entretanto foi transmitido ao vivo pelo canal EWTN, o maior canal católico do mundo.

No dia anterior, uma nova pesquisa nacional encomendada pelos Cavalheiros de Colombo e o Marist College indicou a irrefreável tendência pró-vida dos Estados Unidos.

Segundo os dados da consulta, 58% por cento dos jovens, entre 18 e 29 anos, acha que o aborto é “moralmente errado”.

Quase metade dos manifestantes, em Washington, tinha menos de 25 anos, acrescentou o Pe Thomas Euteneuer, presidente de Human Life International.

A presença da fanfarra da American Society for the Defense of Tradition, Family and Property – TFP foi particularmente animadora num frio de 0ºC.

Além dos 300 mil que foram à rua em Washington, mais outras 75 mil pessoas, impossibilitadas de caminhar ou comparecer, participaram de uma “Marcha pela Vida virtual”, informou a agência Zenit.

Diversos políticos de relevância – governadores, ex-governadores, deputados e outras personalidades – se inscreveram nesta Marcha Virtual.

Num momento em que a respeitabilidade dos políticos em geral toca seu mais baixo nível histórico e, em sentido contrário, a defesa da vida vai atingido patamares cada vez mais altos, as personalidades acorrem visando atrair simpatias.

O fato mostrou o poder e a influência que está tendo a luta contra o aborto, e a capacidade dos simpatizantes pró-vida de fazerem valer suas justas reivindicações.

Também na vigília na Basílica Nacional de Washington que precedeu a passeata, o comparecimento de religiosos foi excepcional. LifeSiteNews estimou um total na ordem de 5 cardeais, 45 bispos, 350 sacerdotes, 65 diáconos e 550 seminaristas, além de muitas religiosas.

Fonte: Valores Inegociáveis.

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* Felicitam o PGR por impugnar lei de “matrimônio” homossexual, no México.

domingo, janeiro 31st, 2010

Líderes pró-família e pró-vida do México expressaram sua satisfação pela decisão da Procuradoria Geral da República (PGR), de impugnar perante a Suprema Corte de Justiça da Nação a lei de matrimônio entre pessoas do mesmo sexo e a possibilidade de adotar menores, pois se trata de uma norma que viola a Constituição do país.

Líderes como o dirigente de Pró Vida, Jorge Serrano Limón; o ex-presidente da União Nacional de Pais de Família, Guillermo Bustamante; o presidente do Colégio de Advogados Católicos, Armando Martínez; entre outros, assinalaram que a norma aprovada pela Assembléia Legislativa do Distrito Federal (ALDF), representa “uma séria ameaça para o país”, vai contra a Carta Magna e não escuta os 75 por cento de habitantes do Distrito Federal (DF) que se opõem a que este tipo de casais adotem crianças.

Lei inconstitucional

A PGR apoiou seu recurso de impugnação ao advertir que as reformas aos artigos 146 e 391 do Código Civil do DF vão contra a Constituição nacional.

No caso do artigo 146, a PGR indicou que este transgride o princípio de legalidade porque se separa do fim constitucional de amparo da família concebida expressamente pelo Poder Constituinte Permanente em 1974.

Sobre o artigo 391, que permite aos casais do mesmo sexo adotar crianças, assinalou que é inconstitucional porque não cumpre com o princípio de legalidade ao não tomar em conta o interesse superior do menino, que está por cima de qualquer outro direito. Acrescentou que a criança tem direito ao modelo de família concebido expressamente pelo Poder Constituinte Permanente no juízo da reforma de 1974 a tal dispositivo constitucional.

A PGR também rechaçou o argumento da ALDF, de que aprovou o “matrimônio” homossexual porque não existia amparo legal para o exercício dos direitos dos casais do mesmo sexo e que desejam fundar uma família.

“Isso não é exato, pois no Distrito Federal existe, desde 2006, a instituição jurídica da sociedade de convivência, que tutela virtualmente os mesmos direitos que o matrimônio, salvo os relacionados com a procriação e a descendência”, advertiu a PG

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* Grupos abortistas tentam bloquear anúncio pró-vida que será exibido durante o “Super Bowl”, nos Estados Unidos.

sábado, janeiro 30th, 2010

Diversos grupos abortistas estão tentando bloquear um anúncio pró-vida que será exibido durante o “Super Bowl”, o evento esportivo mais importante do país e o mais sintonizado do mundo, no qual a máxima estrela do futebol americano universitário dos Estados Unidos, Tim Tebow, agradece a sua mãe por não ter praticado um aborto quando o esperava rechaçando assim a “recomendação” de seus médicos.

O anúncio, que será irradiado pela cadeia americana CBS, foi criado pela instituição Focus on the Familiy (Enfoque à Família) e busca recordar o inalienável direito à vida que tem toda pessoa.

Entretanto, para a abortista Jehmu Green, presidenta do Women’s Media Center, “esta campanha coloca um tema muito controvertido em um lugar no qual todos os americanos devem estar unidos, não divididos”.

Do mesmo modo, para a também ativista anti-vida, Erin Matson, vice-presidenta da Organização Nacional de Mulheres (NOW, por suas siglas em inglês) “este comercial é francamente ofensivo” e alega que “é ódio pintado de amor. Envia a mensagem de que o aborto sempre é um engano”.

A respeito, o próprio Tim Tebow comentou que quem rechaça este anúncio o qual defende a vida “devem ao menos respeitar que defendo o que acredito. Sempre estive convencido disto porque essa é a razão pela qual estou aqui. Minha mãe foi uma mulher muito valente”.

Para Gary Schneeberger que trabalha para o Enfoque à Família, o anúncio “celebra a vida e a família” e considera ademais que “não tem nada de político ou controvertido. É uma história pessoal de amor entre uma mãe e seu filho”.

Comprometido com a causa pró-vida
Tebow é atualmente o quarto zagueiro (Quarte Back) dos Florida Gators, equipe ao que o ano passado Tim guiou ao seu segundo campeonato nacional da NCAA (a liga universitária) e já é uma estrela nacional. Tebow nunca ocultou sua profunda fé cristã.

Tebow também manifestou sua alegria pela publicidade dada à história de sua mãe que ajudou a outras mulheres a optarem por não abortar os seus filhos não nascidos. Com efeito, a mãe de Tebow servia como missionária junto ao pai do jogador de futebol nas Filipinas quando estava grávida de Tim, o quinto dos seus filhos.

Durante a gestação, a mãe contraiu uma infecção severa e os médicos propuseram que ela abortasse para salvar as duas vidas. A mulher se opôs e superou a infecção. Tim nasceu com perfeita saúde em 14 de agosto de 1987.

“Há muita gente que decidiu não submeter-se a um aborto, porque escutou a história da minha mamãe, ou que foram animados porque compartilho minha fé na televisão ou nas reportagens”, disse Tebow, quem está acostumado a luzir citas bíblicas no rosto durante os jogos.

Tebow cresceu ajudando os seus pais na missão cristã das Filipinas. Foi educado em casa por sua mãe, quem inculcou em todos seus filhos fortes valores cristãos. Foi além disso o primeiro atleta educado em casa em receber o Troféu Heisman, o máximo galardão para os jovens jogadores de futebol americanos.

Em meados do ano passado, Tim Tebow, de 22 anos, deixou estupefatos a dezenas de repórteres quando admitiu em uma roda de imprensa que decidiu preservar sua castidade e esperar ao matrimônio para ter relações sexuais.

ACI

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* O fruto da pressão: Governo vai retirar descriminalização do aborto do Programa de Direitos Humanos.

sexta-feira, janeiro 29th, 2010

da Agência Brasil

O ministro Paulo Vannuchi (Direitos Humanos) reafirmou nesta sexta-feira que o governo irá alterar o texto que trata da descriminalização do aborto no 3º Programa Nacional dos Direitos Humanos.

Vannuchi admitiu que errou ao incluir no texto a defesa do aborto, o que segundo ele não corresponde à opinião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Vannuchi disse que a nova versão do texto deve estar pronta em duas semanas, após reunião da Secretaria Especial de Direitos Humanos com a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

“A formulação que nós fizemos é a única que nós já anunciamos com humildade e reconhecimento de erro, que é sobretudo meu. A defesa do aborto no texto ela se assenta na autonomia das mulheres para decidir sobre seu próprio corpo. É uma formulação do movimento feminista, mas não corresponde à opinião do presidente Lula“, disse ao visitar a Campus Party Brasil, em São Paulo.

O ministro ressaltou, no entanto, que a nova redação não será um ponto final na discussão sobre o tema. Segundo ele, o texto deverá ter apenas uma linha alterada em relação ao documento atual e deixará o debate em aberto.

“Para fazer a formulação que corrige, sem criar uma nova controvérsia, eu preciso fazer uma discussão com a CNBB, que tomou a iniciativa, e com quem mais queira, desde que não envolva recuar no debate sobre a questão do aborto. Em direitos humanos é preciso valorizar sempre o direito à divergência, a verdade é sempre filha do tempo”, disse.

No último dia 27, o ministro afirmou que a maior polêmica do texto atual é a citação explícita da autonomia feminina sobre o próprio corpo.

“‘Apoiar a descriminalização do aborto’, se terminasse aí, o tema era menos polêmico, mas o que vem em seguida, ‘tendo em vista a autonomia das mulheres para decidir sobre seu próprio corpo’, é uma bandeira do movimento feminista. E o governo, o próprio presidente Lula, não tem essa visão. Se o presidente não tem, isso evidentemente tem que ser mudado”, afirmou Vannuchi.

Ontem, em entrevista à Agência Brasil, feministas criticaram a revisão do trecho que trata do aborto e classificaram a decisão do governo de retrocesso.

***

Vamos agora torcer e trabalhar para que caiam os outros absurdos dessa proposta…

Nada como um ano eleitoral para renovar a lembrança para os politicos de que eles representam os anseios do povo e não os seus.

Esse ano é ano de eleição!

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* Regional 1 da CNBB contesta “Programa Nacional de Direitos Humanos”.

sábado, janeiro 23rd, 2010

Herodes, aquele que, segundo a Bíblia, ordenou a “matança dos inocentes”, é como a Igreja Católica (regional 1 da CNBB) agora denomina o presidente Lula da Silva, em panfleto distribuído em São Paulo contra pontos dos quais discorda no 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, lançado em dezembro pelo governo.

No livro de São Mateus, Herodes ordena o extermínio de todas as crianças menores de dois anos em Belém, na Judeia, para não perder seu trono àquele anunciado como o recém-nascido rei dos judeus, Jesus Cristo. Para a igreja, o “novo Herodes” autorizará o mesmo extermínio anunciando-se a favor da descriminalização do aborto.

No panfleto, intitulado “Presente de Natal do presidente Lula”, a Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), contesta este e outros pontos do já polêmico plano. “Herodes mandou matar algumas dezenas de recém-nascidos (Mt 2,16). Com esse decreto, Lula permitirá o massacre de centenas de milhares ou até de milhões de crianças no seio da mãe!”, incita o documento.

A comissão que começou a distribuir panfleto divulgou uma nova versão

  • Reprodução

Segundo Dom José Benedito Simão, presidente da comissão e bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo, a igreja não é contra o plano em sua totalidade, mas considera que quatro deles “agridem” os direitos humanos. Além da questão do aborto, são eles: união civil entre pessoas do mesmo sexo, direito de adoção por casais homoafetivos e a proibição da ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.

“Não é uma campanha contra o projeto, mas alguns pontos em que acreditamos que ele agride e extrapola os direitos humanos e o direito à vida”, critica Dom Simão. “O que nós contestamos é a falta de sensibilidade desse decreto, que funciona como um projeto, e não ajuda em nada ao Estado Democrático de Direito em que queremos viver. Não queremos cair em outra ditadura. Esse decreto é arbitrário e antidemocrático”, completa.

Segundo Dom Simão, que também é bispo da Diocese de Assis, no interior de São Paulo, a intenção é ampliar a distribuição e divulgação do panfleto em todas as cidades do Estado e também pela internet. “Ele [o plano] não está a favor do Brasil. Agora vem o presidente dizer que não sabia, que assinou sem ler? Como vai assinar se não leu?”

Sobre a questão da retirada dos crucifixos, o bispo defende que não somente os símbolos da Igreja Católica estejam presentes, como também o de outras religiões. “Nós não queremos que retire, queremos é que se coloquem mais símbolos ainda. A igreja sempre defendeu os direitos humanos e vai apoiar o governo em tudo o que for a favor da vida. Mas esse plano tem que ser revisto sim. O governo só reviu a questão dos militares, mas nesses quesitos não está querendo rever. Que princípios o governo quer defender com esse projeto?”

A CNBB nacional também criticou os mesmos pontos no programa, por meio de nota oficial. Mas sua assessoria de imprensa disse desconhecer a distribuição do panfleto, alegando que o regional tem autonomia para determinadas ações, que não precisam passar pelo seu crivo. A assessoria informou ainda que a CNBB nacional não irá se manifestar sobre o panfleto.

O Regional Sul 1 também informou que a comissão tem autonomia e que o panfleto não precisaria ser aprovado pelo presidente da sede para ser distribuído. O regional coordena oito subregionais: Aparecida, Botucatu, Campinas, Ribeirão Preto 1, Ribeirão Preto 2, São Paulo 1, São Paulo 2 e Sorocaba, cada uma delas englobando pelo menos quatro cidades do Estado.

Fonte: UOL

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* Agência Espanhola de Medicamentos confirma graves efeitos físicos da Pílula do dia seguinte.

quarta-feira, janeiro 20th, 2010

A agencia Espanhola de Medicamentos e Produtos Sanitários, dependente do Ministério de Sanidade, afirmou em um recente informe que existem serias conseqüências físicas no uso da pílula do dia seguinte, como a gravidez ectópica e a aparição de tromboembolismo venoso.

Conforme informou o Jornal La Razón, a Agencia de Medicamentos desmentiu o afirmado pelo próprio Ministério no “Informe de avaliação de remédios com lovonorgestrel autorizados”.

Neste novo informe, ao referir-se as reações adversas, a Agencia de Medicamentos informou que o tromboembolismo venoso é uma perigosa doença caridovascular que se libera pela presença de um coágulo de sangue em uma veia profunda e seu perigo está condicionado pela possibilidade de que se desprenda e viaje a través do fluxo sanguíneo, podendo bloquear incluso uma veia dos pulmões.

A pesar dos distintos informes apresentados sobre os efeitos secundários da pastilha, o Ministério de Sanidade negou que o fármaco seja nocivo para a saúde da mulher.

A revelação da Agencia se deu depois de quase quatro meses de ser aprovada em Espanha a distribuição sem receita médica da pastilha do dia seguinte.

Conforme afirmaram “nestes preparados para a anticoncepção de emergência, a dose que se administra é menor que a que corresponderia a um ciclo de anticoncepção hormonal, porém não pode ser descartado o risco de tromboembolismo venoso em mulheres que fizeram um uso não recomendado dos preparados de anticoncepção de emergência”.

Os números

Os riscos expostos no projeto da pílula do dia seguinte e que aparecem recolhidos em um informe não são menores. O documento faz referencia a um estudo de pivotal, no que se analisa o consumo de 1.500 microgramas de levonorgestrel, justo os que tem o fármaco de venda em farmácias.

Os resultados são eloqüentes: das 1.379 mulheres que consumiram pelo menos uma dose, 426 sofreram sangrados (30,89%); 189 náuseas (13,71%); 184 fadiga (13,34%); 183 dor abdominal baixo (13,27%); 142 cefalea (10,3%) entre outros transtornos como mastalgia ou dor de peito, diarréia, vômitos e enjôos.

Os resultados destas pesquisas foram dados a conhecer no dia 7 de outubro, cinco meses depois de que o Governo anunciasse que dispensaria às pacientes do trâmite vigente até então na Espanha de ir ao médico em busca da receita do fármaco.

Expertes farmacêuticos consultados mostram sua estranheza  sobre a data da elaboração, pois o lógico – assinalam – é que a avaliação dos riscos seja feita antes da mudança do estados de um fármaco e não depois.

ACI


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