Posts Tagged ‘Defesa da vida’

* Impressionante. Fetos chutam tumor de útero e salvam a vida da mãe.

sábado, agosto 28th, 2010

Foto: Cancer Research UK/Divulgação

Michelle Stepney e suas filhas Alice e Harriet (Foto: Cancer Research UK/Divulgação)

Uma britânica que descobriu um câncer durante a gravidez foi salva pelos chutes dos fetos, que expulsaram parte do tumor.

Michelle Stepney, de 35 anos, estava grávida de gêmeas quando foi levada para o hospital com um sangramento.

No início, os médicos suspeitaram de um aborto, mas logo descobriram que ela estava com câncer cervical e que acabara de expelir um pedaço do tumor do colo do útero.

“Eu não poderia imaginar que os chutes que eu sentia seriam tão importantes. Eu mal pude acreditar quando os médicos disseram que os movimentos tinham expulsado o tumor”, diz Michelle.

Os oncologistas sugeriram que ela fizesse quimioterapia e retirasse o útero para remover o câncer por completo, o que significaria o fim da gravidez.

Michelle conta que, depois de muito refletir, decidiu seguir em frente com a gestação e foi submetida a doses limitadas de quimioterapia, aplicadas a cada 15 dias.

As gêmeas, Alice e Harriet, nasceram na 33ª semana de gravidez de cesariana. As meninas estavam em perfeito estado de saúde, mas nasceram sem cabelo por causa dos efeitos da quimioterapia.

Quatro semanas depois do parto, Michelle foi submetida a uma cirurgia para retirada do tumor e do útero. Os médicos acreditam que ela esteja curada.

A britânica disse que deve “a vida às filhas”.

No dia 12 de fevereiro, Michelle receberá o prêmio “Mulher de Coragem” do Cancer Research UK, um centro na Grã-Bretanha dedicado a pesquisas sobre o câncer.

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* Ser pai até o fim! A anencefalia e a Liberdade.

sábado, agosto 7th, 2010

Após ter um filho anencéfalo no ano passado, é com pesar que vejo como o tema tem sido tratado desde a recente decisão de um dos ministros do STF, na qual se assegura às mães o direito de dispor da vida daqueles que venham a gerar. É interessante notar como apenas de modo passageiro se faz referência a estas pequenas pessoas, ficando a tônica da discussão sobre um tal ”direito à liberdade de escolha” dos adultos envolvidos no caso. Como se a gravidez correspondesse apenas a uma vida – a da mãe -, podendo prescindir da existência do filho.

Este enfoque parece ilustrar como o egoísmo impera em nossa sociedade. Sempre tinha ouvido falar no amor da mãe por seus filhos como o mais excelso tipo de amor possível. E desde os antigos gregos, este costumava ser indicado, para todos, como um ideal a ser alcançado, na relação com os demais.

Hoje, o que parece preponderar como meta é outra espécie de ”amor”, verdadeiro culto religioso, por uma triste caricatura de ”liberdade”, entendida como absoluta falta de compromissos. Não mais se aceita, nem mesmo, o compromisso de se preservar a vida de um filho, se este não puder corresponder às expectativas de seus pais ou – o que é pior – da maioria da sociedade. Neste quadro, fica claro que, para alguns, só se
tem filhos para uma satisfação da auto-estima, como parte de um projeto pessoal ou para que possam, de certa forma, ”divertirem-se” com as crianças, utilizando-os, como se fossem um objeto qualquer.

Se não há a perspectiva de que uma criança venha a proporcionar alegrias aos pais, então é melhor descartá-la o quanto antes – no ventre da mulher, de preferência -, pois assim termina logo esta existência ”insuportável e sem sentido”!

Uma pessoa não pode ser eliminada simplesmente porque não é como nós gostaríamos que fosse. Criam-se teorias e mais teorias para tentar encobrir o óbvio: está se matando uma pessoa, em nome de se ”eliminar os terríveis sofrimentos, verdadeira tortura”, que sua existência causa a sua mãe, a seu pai. Além do mais, dizem, esta criança está condenada à morte, de qualquer forma. Assim, apenas se está antecipando aquilo que naturalmente iria ocorrer em pouco tempo.

Amigos, a criança já terá uma vida breve. Que saibamos respeitá-la. Posso assegurar, por experiência própria, que este caminho conduz a um crescimento grande no amor entre os cônjuges, e na capacidade de se doar aos demais filhos. Filhos que virão, com certeza, como veio para nós neste ano o pequeno Rafael, talvez a demonstração mais palpável de que não há qualquer ”trauma” no caso, se os pais souberem agir com serenidade.

Se realmente desejam ajudar aos que passam por tais situações, saibam tratar do tema com um enfoque prático que não distorça a realidade mais óbvia, querendo criar teorias para esconder uma vida ou afirmar cegamente que este filho nunca existiu. O problema de saúde, a má formação da criança, é um fato que atualmente não se pode reverter. A questão não está apenas no que se deve fazer durante a gestação. O grande problema, para os pais – e para a mãe, em especial – é como lidar com o fato ocorrido, depois de este período ter acabado. Porque não é possível se esquecer de um filho: ficará para toda a vida a recordação destes dias. E então, ou a mãe irá se lembrar de que, não podendo ajudar seu filho, matou-o, porque ele não era nem poderia vir a ser como se desejava que ele fosse; ou irá se lembrar, com carinho e ternura, de que seu filho, que teve uma breve existência, foi sempre amado e respeitado.

Amem seus filhos. Garanto que vale a pena.

Paulo Tominaga, Mestre em Ciência da Computação, engenheiro pela Unicamp, advogado, atualmente é Consultor do Núcleo Jurídico do PRODASEN – Senado Federal. Tem três filhos, sendo que o segundo, já falecido, era anencéfalo.

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* “Ella”: Surge novo anticoncepcional abortista.

quarta-feira, julho 21st, 2010

Por Carmen Elena Villa

Um novo fármaco classificado entre os anticoncepcionais de emergência estará disponível dentro das próximas semanas nas prateleiras das farmácias norte-americanas para qualquer mulher maior de 17 anos.

Trata-se da pílula “Ella” ou “EllaOne”, aprovada em 17 de junho pelo Food and Drug Administration (FDA), agência do governo dos EUA de controle de alimentos e medicamentos.

A pílula é eficaz até cinco dias após o intercurso sexual. Segundo o laboratório farmacêutico francês HRA Pharma, que produz o fármaco, trata-se de uma “versão melhorada” da pílula do dia seguinte.

Como age?

“EllaOne” contém uma substância chamada acetato de ulipristal (CDB-2914), um modulador seletivo dos receptores da progesterona. Atua bloqueando a ação da progesterona, hormônio produzido pelo organismo da mulher para induzir as transformações necessárias para acolher o óvulo fecundado, fixando-o no útero.

O ulipristal é tóxico para o embrião, e pode provocar sua morte no caso de já estar implantado no útero.

A substância tem efeitos semelhantes aos da mifepristona e da pílula RU-486, introduzidos no mercado norte-americano há cerca de 10 anos.

Manipulação

Erin Gainer, diretor da HRA Pharma, declarou que “a contracepção de emergência representa uma necessidade terapêutica real”.

“Nosso objetivo é garantir a disponibilidade do EllaOne para os milhões de mulheres que podem dele necessitar”, acrescentou. “Pretendemos colocar em marcha, mediante nossas estruturas comerciais e de marketing e nossa rede de parceiros privilegiados, projetos que assegurem este objetivo”.

O professor Lucio Romanos, diretor do departamento de ciências obstétrico-ginecológicas , urológicas e de medicina reprodutiva da Universidade de Nápoles “Federico II”, destacou que a campanha de promoção do novo fármaco “apresenta a gravidez, quando não planejada, como uma doença a ser tratada”.

Por sua vez, o Population Research Institute, convida a refletir sobre a possibilidade de um fármaco “impedir a gravidez cinco dias após uma relação sexual”, esclarecendo que “os espermatozóides podem alcançar a trompa e fecundar o óvulo em poucos minutos”.

A HRA Pharma insiste que a pílula não é abortiva. “Segundo seu ponto de vista, a gravidez não se inicia com a concepção, mas com a implantação do embrião no útero da mãe, cinco a sete dias depois”, afirma o comunicado do Population Research Institute.

Para a entidade, a estratégia envolve uma campanha de desinformação, manipulando a linguagem para iludir a consciência das mulheres.

Pontos contrários

Diversos grupos pró-vida nos EUA têm se pronunciado contra o fármaco, defendendo a vida desde sua concepção. Beth Lauver, diretora do apostolado arquidiocesano Respect Life, afirmou que a inovação consiste simplesmente “em outra forma de aborto precoce”.

Para o Dr. Brian Gosser, do Centro Médico Saint Anthony de South County, o principal aspecto de controvérsia em relação ao fármaco reside “na questão moral sobre quando de fato a vida tem início”.

“Se acreditarmos, tal qual ensina a Igreja, que a vida se inicia no momento em que o óvulo e o espermatozóide se unem, então evidentemente qualquer fármaco que atue impedindo a implantação do embrião é abortivo, e portanto, moralmente inaceitável”, afirmou.

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* Justo Aznar: “descriminalizar um delito não é o mesmo que exercer um direito”

quinta-feira, julho 8th, 2010

Membro da Academia Pontifícia para a Vida fala sobre a nova lei do aborto

Entrou em vigor na Espanha a nova lei do aborto que, na opinião do diretor do Observatório de Bioética da Universidade Católica de Valência San Vicente Mártir, Justo Aznar, levanta importantes problemas sociais.

Na seguinte entrevista , o também membro da Academia Pontifícia para a Vida adverte que, com esta norma, as adolescentes poderão abortar sem o conhecimento de seus pais, isso aumentará o número de abortos e a consciência social de que o aborto é um direito. “Descriminalizar um delito não é o mesmo que exercer um direito”, declara.

Também adverte que, para os profissionais de saúde, os problemas éticos e jurídicos recairão na decisão de autorizar estes abortos para menores, e além disso, esses profissionais irão limitar seu direito à objeção de consciência.

Como enfrentar a nova lei do aborto que entra em vigor?

Justo Aznar: Parece-me que a promoção de uma lei de tão injusta raiz moral motivou um despertar de nossa sociedade em relação à defesa da vida, como se pode comprovar na massiva manifestação de 17 de outubro de 2009 e que está promovendo grande quantidade de ações a favor da vida.

Como você encarou a concentração de 3 de julho em Madri contra esta lei?

Justo Aznar: Sem dúvida, como muitas das coisas que estão ocorrendo neste país, esta lei não responde aos interesses de grande parte dos cidadãos, mas sim das decisões políticas de determinados grupos sociais.

Por isso, acredito que todos os que participaram desta manifestação são conscientes de que a nova lei do aborto não irá parar, mas me parece muito importante que seja manifestada publicamente a opinião dos que não estão de acordo com ela.

Do ponto de vista médico, quais são os principais problemas que essa lei apresenta?

Justo Aznar: Junto à limitação da objeção de consciência dos profissionais, anteriormente comentada, acredito que do ponto de vista médico é inadmissível acabar com a vida de um feto, um ser humano, plenamente desenvolvido.

A cada dia a ciência é mais abundante ao expor que o feto já é um indivíduo humano na gestação. Acredito que, além da dificuldade moral que o aborto significa, também é uma ação contrária aos conhecimentos médicos mais elementares.

Por outro lado, se a viabilização de um feto se estabelece a partir da semana 22, abortar depois dessa data de gestação claramente não será um aborto, mas um infanticídio, algo que do ponto de vista de qualquer médico é absolutamente inadmissível.

Como acredita que isso influenciará no número de abortos na Espanha?

Justo Aznar: Estimo que a nova lei não vá somente propiciar o aumento dos abortos, mas também que as pessoas acreditem que a consciência social do aborto seja um direito, com a carga educativa que ele pode supor em nossa sociedade.

Não é a mesma coisa descriminalizar um delito e exercer um direito, pois grande parte da sociedade tem a consciência, sem dúvida equivocada, de que tudo que é legal também é moral, por isso certamente será ampliada no nosso país a ideia de que o aborto é um ato moralmente aceitável, intrinsecamente ligado às liberdades da mulher e a seus direitos mais elementares.

Em 11 e 12 de junho, a Universidad de San Pablo-CEU de Madri acolheu o I Congresso de Médicos Católicos, do qual você participou. Como foi sua experiência nesse encontro?

Justo Aznar: Muito positiva, não somente no aspecto científico, que foi muito interessante, mas também pela possibilidade de comentar os temas tratados no Congresso com especialistas qualificados.

O que você destacaria no que foi debatido?

Justo Aznar: Tudo me pareceu interessante, mas eu destacaria a Mesa da qual participei, que debateu as práticas eugenésicas, referindo-se especialmente ao diagnóstico genético pré-implantacional.

Esse congresso terá continuidade?

Justo Aznar: Isso não depende de mim, mas seria muito positivo se tivesse.

Zenit

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* 35 mil abortos forçados pelo governo, feitos na China diariamente. Informação choca o mundo!

terça-feira, julho 6th, 2010

Aproximadamente 35 mil abortos são realizados diariamente em mulheres que são vítimas da política coerciva de um só filho da China, disse o parlamentar Chris Smith na terça-feira.

Smith falou num debate intitulado “Proibido Escolher: A Celebração Oca da China ao Dia Internacional das Crianças” em 1 de junho.

O importante parlamentar pró-vida estava junto com outros participantes, inclusive T. Kumar, diretor da Anistia Internacional na Ásia, numa reunião de uma hora que lidou com as sérias conseqüências sistemáticas da política de um só filho da China e as iniciativas que várias organizações estão lançando para falarem publicamente em defesa dos direitos das mulheres e crianças na China.

Uma dessas organizações é a Iniciativa “Todas as Meninas São Permitidas” da Fundação Jenzabar, co-fundada pelo participante Chai Ling, líder dos protestos da Praça da Paz Celestial em 1989, o qual agradeceu a Smith por seu trabalho conhecido em defesa dos direitos das mulheres e da justiça global.“Estamos honrados que o congressista Smith esteja acrescentando sua voz à nossa iniciativa em prol da liberdade e da justiça para essas mulheres e crianças brutalmente abusadas”, disse Chai Ling.Smith é um sólido defensor da vida humana e da liberdade nos EUA e no mundo, e suas iniciativas legislativas foram muito importantes para proteger as mulheres em casos de tráfico humano, estupro, agressão sexual e violência doméstica.

Em sua posição como encarregado do Comitê Executivo Parlamentar sobre a China, Smith presidiu mais de 20 audiências parlamentares sobre a questão de direitos humanos, abortos forçados e direitos das mulheres na China em seus 28 anos de serviço na Câmara dos Deputados dos EUA.

A participante Reggie Littlejohn, presidente de Direitos das Mulheres Sem Fronteiras, uma organização anti-escravidão sexual sem fins lucrativos, disse para os que estavam no encontro que “mais de 400 milhões de crianças não estão vivas na China por causa da política de um filho só. Esse número é mais do que a população dos Estados Unidos”.“Muitas pessoas nos EUA sabem acerca da política de um filho só, mas não sabem que leva a abortos forçados”, Littlejohn disse, e relatou a partir de contato pessoal com as vítimas como as mulheres são levadas contra sua vontade para hospitais e sujeitas a abortos.O debate de mesa redonda, com aproximadamente 70 participantes, foi dirigido pela Fundação Jenzabar, a Associação de Auxílio a China e Direitos das Mulheres Sem Fronteiras.Numa entrevista depois do debate, o Dep. Smith disse que um foco na educação e alfabetismo daria às pessoas na China a oportunidade de decidir ter menos filhos sem coerção governamental.“Mas o controle populacional jamais tem de ser por meio da matança de crianças”, disse Smith, conforme reportagem do Washington Times.

Original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10060302

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* Dez mil jovens equatorianos prometem castidade e fidelidade no casamento.

terça-feira, julho 6th, 2010
Jovens católicos equatorianos prometem castidade e fidelidade

Dez mil jovens equatorianos das cidades de Quito e Cuenca engajaram-se publicamente a ficarem castos até o casamento e, este uma vez realizado, a serem fiéis até a morte, informou a Agência da Igreja Católica Argentina ‒ AICA.

Amparo Medina, membro de Ação Provida, instituição organizadora do ato, os milhares de jovens ouviram “testemunhos sobre a indústria da morte, dos anticonceptivos, o aborto, a mentira do preservativo, as conseqüências da anticoncepção”.

Falaram mulheres que “nas portas de uma clínica de aborto com a ajuda de voluntárias de Provida, puderam ver o que é em verdade um aborto, receberam ajuda e disseram Sim à vida.

Os gritos de emoção dos jovens vendo as criancinhas salvas e sua felizes mães, foram um grande Sim à vida”, acrescentou.

“Voltaremos a repetir atos como este, pela vida de nossos filhos e de nossas famílias. Por um Equador livre do imperio da morte, da anticoncepção e do aborto”, concluiu Amparo Medina.

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* Polônia: Em defesa da família, marcha contra o aborto.

domingo, junho 27th, 2010

  • Leonardo Przybysz

Com a participação de mais de 6.000 pessoas, realizou-se no dia 30 de maio nas ruas centrais da Varsóvia, por iniciativa da Associação pela Cultura Cristã Padre Piotr Skarga, a V Marcha pela Vida e pela Família. Acorreram também muitas organizações anti-aborto provenientes de cidades do interior da Polônia, com jovens portando cartazes contra o “casamento” homossexual. [fotos no final]

Participaram da marcha delegações  dos Estados Unidos e de outras organizações como Acção Família (Portugal), Droit de Naître (França), Ação SOS Leben (Alemanha), Associação dos Fundadores (Brasil). Entre os presentes, dois candidatos à presidência da Polônia, deputados e vários religiosos.

Slawomir Olejniczak, presidente da Associação Pe. Piotr Skarga, ressaltou em discurso aos presentes: “Não tenhamos a ilusão de que a Polônia perdurará como nação, se o Estado continuar com sua ação de solapamento desse verdadeiro fundamento da sociedade, que é a família, atualmente ameaçada pela cultura da morte, que é o aborto”.

“Sex-educação é depravação!” — foi um dos slogans mais repetidos pela multidão, opondo-se à famigerada educação sexual nas escolas, inclusive para crianças a partir de seis anos.

Em nome dos participantes da marcha, foi encaminhada uma carta aos candidatos à presidência do país, pedindo que se definam em relação a um projeto de lei anti-família, que acabaria por privar a família da sua autonomia e independência, que no entanto são necessárias à missão que lhe é própria na sociedade.









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* Eutanásia. Existem vidas e “vidas”?

sexta-feira, junho 25th, 2010
André Gonçalves Fernandes

Etimologicamente, eutanásia procede do grego (“eu” – bem, “thanatos” – morte) e significa morte sem sofrimento. Atualmente, é definida como uma operação voluntária para se propiciar uma morte por motivos de piedade: quer para se evitar sofrimentos fortes aos doentes, quer para se impedir um futuro doloroso a uma vida humana sem valor.

Numa visão panorâmica da história da humanidade, vários povos praticaram diversas formas de eutanásia. Platão, em “A República”, escreveu que “estabelecerás no Estado um disciplina e uma jurisprudência que se limite a cuidar dos cidadãos sãos de corpo e de alma, deixar-se-ão morrer aqueles que não sejam sãos de corpo”. Com exceções, como o juramento de Hipócrates (460 a.C.), base da deontologia médica, na Antiguidade, o respeito pela vida humana ainda engatinhava.

Com o advento do Cristianismo, renovou-se a mentalidade também neste aspecto, contudo, atualmente, vive-se um processo inverso. No segundo quarto do século XX, fundaram-se as primeiras organizações a favor da eutanásia. Por volta da década de 70, propagou-se a prática do “living will” (testamento biológico), uma declaração de última vontade, na qual o interessado manifestava que, no caso de padecimento de uma doença incurável e dolorosa, ele renunciaria a todos os meios terapêuticos extraordinários para o prolongamento de sua vida, em favor de uma “morte suave”.

Dentro de um processo de evolução das argumentações, muitas vezes defendidas por laureados pela Academia de Estocolmo, em prol do “homicídio por piedade”, não existe um marco objetivo e seguro que distancie a defesa deste tipo de morte da necessidade de eliminação de vidas “inúteis”, pois a premissa é igual: a negação do caráter sagrado de qualquer vida humana.

O nazismo foi um caso paradigmático das consequências da mentalidade eutanásica. Os programas de eutanásia não foram simples resultante da doutrina nazista, mas o ápice de um movimento intelectual iniciado nos anos vinte, com a publicação das obras do psiquiatra do Holocausto, Alfred Hoche, e do jurista do Holocausto, Karl Binding.

Ambos sustentavam a tese de que há seres humanos sem qualquer valor vital e preconizavam a eliminação pura e simples dos incuráveis, ressaltando os benefícios financeiros daí decorrentes, diante da carga econômica que tais pessoas representavam. Não admira que as atrocidades nazistas, maquinadas pelos pensadores do regime, tiveram seu pedestal teórico nas obras daqueles que especularam sobre a vida sem qualquer valor vital.

A primeira aplicação da aludida tese veio com a lei para a prevenção de doenças hereditárias (1933), a justificar a esterilização obrigatória para a prevenção da imbecilidade, da loucura, da surdez, da cegueira e do alcoolismo. Foi o começo do assassinato em massa dos pacientes psiquiátricos, já que era mais barato matá-los a manter as casas de recuperação e hospitais de tratamento.

Muitos médicos alemães daquela época foram influenciados por argumentos utilitaristas, que rejeitavam qualquer vetor ético que impusesse valores absolutos como o da vida humana. Aceitavam a doutrina sociológica de que o controle da vida é função indelegável da sociedade, a qual deve julgar e atuar com base em critérios estritamente materialistas, como a explosão demográfica e as necessidades sócio-econômicas de um povo.

Assim, tudo começou com o endosso da premissa da teoria eutanásica: existem vidas dignas de serem vividas e outras não. O que se referia, no início, aos doentes crônicos, ampliou-se para os socialmente improdutivos, os ideologicamente não alinhados, os indesejados racialmente e, ao cabo, atingiu todos os não alemães. Eis a lógica macabra da eutanásia.

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* Luxemburgo: apelo para salvar a vida de nascituros com um clique! Participe.

terça-feira, junho 22nd, 2010


A associação SOSvita (conheça mais) desde o Luxemburgo pede nosso apoio moral para salvar incontáveis vida ameaçadas pelo aborto.

A sorrelfa o Parlamento do Luxemburgo planeja levar a cabo uma ampla liberalização do aborto.

A introdução de uma assim chamada “indicação social” nada mais é que um Aborto a Pedido, deixando assim as crianças nascituras inteiramente desprotegidas.

Os políticos afirmam desejar deste modo uma redução do número de abortos.

Contudo apenas uma proibição – e não uma liberalização – dos abortos é que poderá diminuir o derramamento do sangue de crianças inocentes.

Todos podemos agir e impedir esse crime. Sim, do Brasil também! Imagine a impressão dos legisladores de Luxemburgo quando perceberem que até do Brasil chegam protestos!

É necessário que empreendamos uma reação enérgica, e especialmente importante:

Mande seu e-mail de protesto. Já são mais de 50.000 no mundo todo!

Quero agir agora em prol da defesa dos nascituros!

Juntamente com a introdução da Indicação Social está planejada também a aprovação de um aconselhamento obrigatório. Este aconselhamento obrigatório não impedirá a matança de crianças nascituras e não passa de um mero disfarce. Todos devemos protestar contra esta planejada liberalização do aborto.

Por isso a SOSvita exige e nós apoiamos também:

Inicialmente: Nenhuma espécie de indicação para abortos!

E a meio prazo: Total proibição dos abortos!

Os deputados têm a livre escolha de se tornarem defensores dos nascituros ou seus carrascos.

Participe desta importante iniciativa e torne-se uma voz dos nascituros. Devemos isso a nossos filhos!

Leia por favor o que acontecerá, se você não reagir ou protestar agora.

Quero agir agora e participar desta campanha de protesto mundial. CLIQUE AQUI

Os políticos de Luxemburgo decidiram já em 2008 apoiar a expansão da cultura da morte, quando introduziram eutanásia com toda forca e contra a vontade do Grão-Duque Henri.

Esta expansão deve ser agora levada adiante. E só se deterá quando tiver alcançado tudo.

Isso não pode acontecer. Reaja agora e envie seu protesto aos deputados do Parlamento luxemburguês.

Faça sua parte.

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* Promotores do aborto e da anticoncepção se reúnem para impulsionar agenda anti-vida.

quarta-feira, junho 2nd, 2010

Representantes de organismos internacionais e ONGs se reuniram em Lima, capital do Peru com os Ministros de Saúde e da Mulher deste país durante a chamada “Conferência de Mulheres Líderes: Pela vida das Mulheres”, uma entrevista organizada pelo Grupo de Trabalho Regional para a Redução da Mortalidade Materna (GTR) que insiste em promover o aborto e a anticoncepção da região.

Enquanto os organizadores anunciaram que o objetivo principal da entrevista é “posicionar a saúde materna como prioridade política regional” e combater a mortalidade materna, o diretor para a América Latina do Population Research Institute, Carlos Pólo, explicou que o GTR só repete fórmulas fracassadas.

“O GTR não é outra coisa que uma cara mais do mesmo grupo de organizações internacionais que levam 40 anos promovendo os anticoncepcionais na América Latina. O UNFPA, Population Council, a OPS e demais sócios nos disseram que o acesso massivo aos métodos anticoncepcionais ia eliminar as gravidezes adolescentes, os filhos fora do matrimônio e os abortos clandestinos. Eles vêm repetindo desde a década de 70 que seu modelo nos levaria à estabilidade matrimonial e familiar, a eliminar os lares pobres e em geral ao desenvolvimento da América Latina. E nada disso aconteceu senão justamente o contrário”, sustenta Pólo.

Segundo o analista, o GTR “postula que esta mesma receita fracassada de anticoncepção e aborto diminuirá a morte materna” e isso implica “ignorar completamente as causas atuais de mortalidade materna na América Latina, onde quase 80% das mortes maternas ocorrem pelas condições deficientes de atenção do parto que provocam hemorragias e infecções”.

Do mesmo modo, assinalou que estas entrevistas ignoram “como os países desenvolvidos diminuíram a mortalidade materna. Por exemplo os Estados Unidos levou as taxas de mortalidade materna a níveis mínimos na década de 60´s simplesmente por melhorar as condições do parto. Nem existiam as pílulas anticoncepcionais nem se legalizou o aborto”.

“A receita que funcionou historicamente é o treinamento ao pessoal de saúde e equipamento de instalações para atender as mulheres antes e depois do parto, antibióticos, transfusões de sangue, etc. O GTR pretende hoje falar de saúde materna mas despacha as mulheres com sua caixa de pílulas ou preservativos“, concluiu.

ACI

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* Precisamos assistir e divulgar esse filme!

terça-feira, junho 1st, 2010

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* Santa Sé: Investigação com células tronco adultas.

quarta-feira, maio 26th, 2010

ACI

O Pontifício Conselho para a Cultura e a sociedade bio-farmacêutica NeoStem Inc. anunciaram hoje uma iniciativa conjunta para ampliar a investigação e sensibilizar a opinião pública sobre as terapias com células estaminais  adultas, que são moralmente corretas pois não geram a destruição de embriões humanos como no caso das células estaminais células tronco embrionárias.

Conforme informa um comunicado publicado hoje, a Stem for Life Foundation, da NeoStem Inc., foi criada para sensibilizar sobre a possibilidade do uso de células estaminais adultas no tratamento de enfermidades, enquanto que STOQ International (Science, Theology and the Ontological Quest), dependente do Pontifício Conselho da Cultura, trabalhará para fomentar a investigação desse tipo de células, explorar sua aplicação clínica no âmbito da medicina regenerativa e analisar a importância cultural dessa investigação, sobre tudo de suas repercussões em matérias teológicas e éticas.

A colaboração do laboratório NeoStem Inc. e do Pontifício Conselho da Cultura, assinala o texto, “centrar-se-á no desenvolvimento de programas educativos, publicações e cursos acadêmicos com um enfoque interdisciplinar nas faculdades de teologia e filosofia, além daquelas dedicadas à bioética, em todo mundo”.

Uma das iniciativas será uma conferência internacional no Vaticano sobre a investigação de células estaminais adultas –incluída a tecnologia VSELTm (caracterizada pelo emprego de diminutas células estaminais, parecidas com as dos embriões)–, centrada na apresentação de investigações médicas e nas implicações teológicas e filosóficas dos progressos científicos.

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* Igreja Católica Inglesa condena comercial de TV sobre aborto.

terça-feira, maio 25th, 2010

ACI

A Conferência Episcopal da Inglaterra e Gales deplorou um anúncio publicitário da organização anti-vida Mary Stopes International que promove o aborto e que será transmitido a partir deste 24 de maio no conhecido Channel 4. Em uma nota, os bispos  advertem que esta prática infanticida “não pode ser um produto de consumo”.

Apresentar ao aborto desta maneira, indicam, “falta-se ao respeito da vida e é altamente daninho para as mulheres que poderiam sentir a pressão, até o ponto de tomar uma decisão rápida que logo não poderiam alterar jamais”.

Por isso, precisam, “não deveria estar permitido anunciar nos meios de comunicação serviços que proponham ou que façam referência ao aborto, seja de natureza comercial ou relativos a organizações sem fins de lucro”.

Finalmente os bispos ingleses “alentam e sustentam as mulheres para que optem de maneira informada procurando sempre seu bem-estar psíquico e físico”.

Além dos prelados, diversos grupos pró-vida levantaram sua voz de protesta ante o anunciado comercial televisivo, como o Christian Institute. O porta-voz deste grupo, Simon Calvert, assinalou que o Channel 4 “é uma emissora pública financiada com dinheiro público. Portanto deve assegurar aos telespectadores que, permitindo a transmissão do mencionado comercial, não tome posição alguma sobre um dos temas mais delicados de nossa sociedade”.

Anthony Ozimic, da Sociedade para o Amparo das crianças Não Nascidas, considera que o comercial sobre o aborto “é um insulto para as centenas de mulheres que dia a dia sofrem as conseqüências de suas más opções”. Para Norman Wells do Fundo para a Educação das Famílias, todo aborto “suporta uma tragédia familiar”.

Veja nesse link a propaganda. http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2010/05/100524_aborto_comercial_video_ir.shtml

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* Confissão de um ex-Abortista: Eu sou pessoalmente responsável por 75.000 abortos.

domingo, maio 23rd, 2010
Eu sou pessoalmente responsável por 75.000 abortos.
Isto legitimiza minhas credenciais para falar com alguma autoridade sobre este assunto. Eu fui um dos fundadores da NARAL (National Association for the Repeal of the Abortion Laws) nos EUA, em 1968.
Nesta época, uma confiável pesquisa de opinião descobriu que a maioria dos americanos eram contra o aborto permissivo. Em cinco anos nós tínhamos convencido a Suprema Corte a promulgar a decisão que legalizou o aborto nos EUA em 1973 e tornou legal o abortamento até o momento anterior ao nascimento. Como fizemos isto? É importante entender as táticas utilizadas porque as mesmas têm sido usadas em todo o Ocidente com algumas pequenas mudanças, sempre com o intuito de mudar leis anti-aborto

A 1ª TÁTICA ERA GANHAR A SIMPATIA DA MÍDIA

Nós persuadimos os meios de comunicação que a causa de permitir o aborto era uma causa liberal, esclarecida, sofisticada. Sabendo que uma pesquisa confiável havia sido feita, o que muito nos prejudicaria, nós simplesmente fabricamos resultados de pesquisas fictícias. Anunciamos aos meios de comunicação que havíamos feito pesquisas e que 60% dos americanos eram favoráveis à permissibilidade do aborto. Esta é a tática da mentira bem fundamentada. Poucas pessoas gostam de fazer parte da minoria.
Nós adquirimos muitos simpatizantes para divulgarmos nosso programa de permissibilidade do aborto ao fabricarmos o número de abortos ilegais feitos no EUA anualmente. Enquanto este número era de aproximadamente 100.000, nós dizíamos repetidamente aos meios de comunicação que o mesmo era de 1.000.000. A repetição de uma grande mentira várias vezes convence o público. O número de mulheres morrendo em conseqüência de abortos ilegais era em torno de 250, anualmente. O número que constantemente dávamos aos meios de comunicação era 10.000. Estes números falsos criaram raízes nas consciências dos americanos, convencendo muitos da necessidade de revogação da lei contra o aborto. Um outro mito que demos ao público através da mídia era que a legalização do aborto seria a única forma de tornar legais os abortos que então eram feitos ilegalmente. O aborto está sendo atualmente utilizado como o principal método de controle de natalidade no EUA e o número de abortos feitos anualmente cresceu em 1500% desde a legalização.
A 2ª TÁTICA ERA ATACAR O CATOLICISMO

Nós sistematicamente difamamos a Igreja Católica e suas “idéias socialmente retrógradas” e colocamos a hierarquia católica como o vilão que se opunha ao aborto. Esta música foi tocada incessantemente. Nós divulgávamos à mídia mentiras tais como: “todos sabemos que a oposição ao aborto vem da hierarquia e não da maioria dos Católicos” e “pesquisas comprovam que a maioria dos Católicos quer uma reforma na lei contra o aborto”. E a mídia martelava tudo isto sobre os americanos, persuadindo-os que qualquer um que se opusesse ao aborto permissivo deveria estar sobre a influência da hierarquia Católica e que Católicos favoráveis ao aborto são esclarecidos e progressistas.
Uma inferência desta tática foi que não havia nenhum grupo não-Católico oposto ao aborto. O fato de que outras religiões Cristãs e não-Cristãs eram (e ainda são) monoliticamente opostas ao aborto foi constantemente suprimida, assim como as opiniões de ateístas pró-vida.

A 3ª TÁTICA ERA DENEGRIR E SUPRIMIR TODA EVIDÊNCIA DE QUE A VIDA SE INICIA NA CONCEPÇÃO

Muito me perguntam o que me fez mudar de pensamento. Como fui transformado de um proeminente abortista a advogado pró-vida? Em 1973 eu me tornei Diretor de Obstetrícia de um grande hospital na cidade de New York e tive que iniciar uma unidade de pesquisa pré-natal, apenas como início de uma nova tecnologia que usamos agora para estudar o feto no útero. Uma tática pró-aborto favorita é insistir que a definição de quando a vida inicia é impossível; que esta questão é uma questão teológica, moral ou filosófica, nada científica. A Fetologia tornou inegável a evidência de que a vida se inicia na concepção e requer toda proteção e cuidado que qualquer em de nós necessita. Por que, vocês podem perguntar, alguns médicos americanos, cientes das descobertas da Fetologia, desacreditam a si mesmos fazendo abortos? Simples aritmética: a US$ 300,00 cada, 1,55 milhões de abortos significam uma indústria de US$ 500.000.000,00 anuais, dos quais a maior parte vai para o bolso do médico que faz o aborto.
É claro que a permissibilidade do aborto é claramente a destruição do que é, inegavelmente, uma vida humana. É um inadmissível ato de violência. Todos devem reconhecer que uma gravidez não planejada é um dilema muito difícil. Mas, procurar por sua solução num deliberado ato de destruição é desprezar a vasta quantidade de recursos do gênio humano e abandonar o bem-estar da população a uma clássica resposta utilitarista aos problemas sociais.

COMO CIENTISTA EU SEI AGORA – NÃO APENAS ACREDITO – QUE A VIDA HUMANA SE INICIA NA CONCEPÇÃO

Embora eu não seja um religioso praticante, eu acredito de todo o meu coração que há uma Divindade que nos leva a desejar um fim completo a este infinitamente triste e vergonhoso crime contra a humanidade.

Dr. Bernard Nathanson desde então converteu-se ao Catolicismo, sendo batizado em 1996.
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* “Nasci depois de um estupro. Não posso ser a favor do aborto!”, afirma deputada.

sexta-feira, maio 21st, 2010

Deputada cuja mãe optou por não abortar, hoje se dedica à defesa da vida.

A Deputada Fátima Pelaes durante reunião que aprovou o Estatuto do Nascituro na Comissão de Seguridade e família na última quarta-feira, 19, comoveu os deputados na Comissão de Seguridade e Família que aprovou o texto substitutivo deste projeto ao compartilhar que ela mesma foi concebida depois de um estupro e ainda assim sua mãe optou por não abortá-la.

Por isso, hoje Fátima luta pelo direito à vida desde a concepção, seja qual for a circunstância em que esta seja ocasionada.

O projeto define o direito à vida desde a concepção e protege o nascituro contra qualquer forma de discriminação que venha privá-lo do seu direito a nascer.A deputada conta que veio à luz num presídio misto e viveu aí por três anos após um ato de violência sexual sofrido por sua mãe.

Fátima Pelaes, deputada pelo Estado do Amapá, militante pelas causas das mulheres, das crianças e dos adolescentes foi quem relatou a CPI sobre o extermínio de crianças e adolescentes (1992), presidiu a CPI que investigou a mortalidade materna no Brasil (2000/2001) e criou a lei, de 2002, que estendeu a licença-maternidade para mães adotivas.Ontem, durante a sessão da Comissão de Seguridade e Família na Câmara dos Deputados em Brasília, quando ainda estava em pauta o Estatuto do Nascituro, Fátima tomou do microfone e contou ser fruto de um estupro realizado dentro da prisão.

Sua mãe quis abortá-la, a princípio, mas decidiu por sua vida e para isto ela nasceu: para que sua história pudesse salvar a história de muitos outros, muitas outras.

“Nasci depois de um estupro. Não posso ser a favor do aborto , relatou.

Quando ela acabou de falar, todos estavam chorando, emocionados. O deputado Arnaldo Faria de Sá tomou o microfone e convocou uma resposta à altura do depoimento de Fátima: “Senhores, depois deste testemunho como não ser a favor da vida dos nascituros?”

Os deputados pró-vida defenderam a urgência da aprovação do projeto durante a acalorada votação.

Os deputados abortistas denunciavam falsamente que o Estatuto do Nascituro tinha por objetivo criminalizar as mulheres e revogar o Artigo 128 do Código Penal, que autoriza o aborto praticado por médico em casos de estupro e de risco de vida para a mãe.


Mesmo assim, depois de quatro horas de discussão foi finalmente aprovado, por esta comissão, o texto substitutivo do Estatuto do Nascituro.

O projeto define o direito à vida desde a concepção e protege o nascituro contra qualquer forma de discriminação que venha privá-lo do seu direito a nascer, mesmo em razão de deficiência física ou mental, ou ainda por causa de delitos cometidos por seus genitores.Agora o projeto de lei inicialmente formulado pelos deputados Luiz Bassuma e Miguel Martini segue para a Comissão de Finanças e Tributação e depois para a Comissão de Constituição.


Sendo aprovado por lá o projeto será encaminhado para votação no plenário e por último é entregue para a sanção do presidente da república.Fontes do Movimento Defesa da Vida de Porto Alegre contam o voto da relatora do projeto, a deputada Solange Almeida na sessão de ontem:

“Portanto, o projeto de lei em exame, com os aperfeiçoamentos constantes do presente substitutivo, pretende tornar realidade esses relevantes objetivos, quais sejam, os de proteção e promoção da pessoa humana em sua fase de vida anterior ao nascimento, quando é designada pelo termo “nascituro”, com todas as benéficas repercussões para o futuro de sua vida. Isso interessa não só ao indivíduo e sua família, mas também à nação. Parece evidente, pois, sua plena compatibilidade com os objetivos fundamentais da República, nos termos estabelecidos no art. 3º, itens I a IV, da Constituição Federal”.Apesar desta primeira vitória pró-vida os membros do MDV encorajam a seguir a mobilização dos deputados e parlamentares que votarão o projeto nas seguintes sessões.

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