Posts Tagged ‘Desenhos animados’

* O uso das HQS ( Histórias em quadrinhos) a favor do relativismo sexual. Afinal, onde se quer chegar?

quarta-feira, junho 27th, 2012



Mercatornet.com


Primeiro veio a revelação por parte da DC de um Lanterna Verde gay,seguida de um circo midiático de publicidade e especulação durante todo o mês. Em maio, a DC anunciou que um dos seus super-heróis mais famosos e antigos em breve sairia do armário. “Seria o Superman gay?” inflamaram as manchetes.

A parceria de Batman e Robin há muito tempo é sujeitada a esse tipo de insinuação; poderia essa ser a revelação final? E, é claro, tem a Mulher Maravilha, a amazona dominadora de quem homem nenhum ganha em uma queda-de-braço, e tampouco o coração.

Como sugere o tabloide hollywoodiano TMZ, a decisão da DC de escolher o Lanterna Verde colocou toda a publicidade em uma espécie de jogo dos copos, considerando que o Lanterna Verde é mais um corpo policial intergalático do que um indivíduo, e que há mais de 7200 Lanternas Verdes no grupo.

O Lanterna Verde mostrado beijando outro homem no segundo número da revista Earth 2 da DC na verdade não é Hal Jordan, o personagem mais associado à franquia, mas uma versão reinventada de outro homem, Alan Scott (que, no entanto, ao ser introduzido pela primeira vez em 1940, era casado e pai de dois filhos).

O Lanterna Verde gay é, portanto, uma reciclagem de uma reciclagem, um personagem reimaginado de um universo DC reimaginado (que, como muitos fãs de HQs lhe dirão, é na verdade um multiverso).

O novo personagem, então, é tão afastado do original que apenas Stephen Hawking poderia teorizar apresentar um ao outro. Quanto à Kate Kane, a atual e lésbica Batwoman introduzida pela DC com igual alardeio em 2009, seu status periférico sugere um propósito altamente comercial.

Para não ser superada, a Marvel Comics irá apresentar seu primeiro casamento gay em Astonishing X-Men número 52, lançada em 20 de junho.

O número, completo com ilustração explícita da cerimônia e todos os seus convidados coloridos, irá exibir as núpcias do super-heroi canadense Estrela Polar e seu parceiro civil, Kyle Jinadu.

Não podendo ser acusada de uma simples debutante, a Marvel pode ampliar sua exibição de temas homossexuais porque personagens gays já são coisa antiga no seu universo.

Embora não tenha o reconhecimento do Lanterna Verde, o Estrela Polar foi introduzido pela primeira vez em 1979, e foi retratado como abertamente gay desde 1992, poucos anos depois que a Associação Americana de Revistas em Quadrinhos derrubou a proibição desse tipo de conteúdo. Ele é o primeiro de uma série de personagens que se podem chamar de “não-heterossexuais”, incluindo os bissexuais transmorfos Mística e Hulkling, assim como pelo menos um humanoide artificial produto de bioengenharia de uma dimensão conhecida como Mojoverso.

O personagem, cujo nome é Shatterstar, deixou claro para os leitores que é anatomicamente equipado e sexualmente funcional. Recentemente ele trocou um beijo com o companheiro de equipe Rictor, um mutante bissexual com a capacidade de gerar terremotos localizados.

O fato de temas e personagens homossexuais já existirem nas HQs de super-heróis (há décadas em alguns casos) pode fazer alguém se perguntar por que essas publicações e suas campanhas estão acontecendo de novo. Uma resposta talvez esteja no fato de que, em grande parte, esses personagens estejam sendo tratados como mascotes sociopolíticos, e não como personagens fictícios.

A maioria dos debates sobre sua validade envolve questões de homossexualismo e casamento gay no mundo real. O vice-presidente da DC Comics, Bob Wayne, fala da decisão de revelar o homossexualismo de um dos seus super-heróis como prova de uma perspectiva evoluída, ecoando as palavras do presidente Barack Obama, que aprovou o casamento gay. Isso é uma reversão de uma política definida ainda no ano passado pelo coeditor da DC, Dan Didio, de que todos os personagens homossexuais seriam novos.

Se a audiência aceita ou não o novo Lanterna Verde, não há como negar que as palavras de Wayne, assim como as de Obama, foram ditas para insultar os que não o aprovam. Ele pode ter falado que a perspectiva estava mudando, desviando-se, ou mesmo se tornando mais compassiva, mas falar no sentido de evolução, isso é um ataque deliberado; duplamente, se você considerar que o alvo foi o público cristão.

Se esse tipo de publicidade será boa ou má para as vendas de HQs e para os movimentos homossexuais, isso é uma questão que, pela sua complexidade, é muito mais fácil de ignorar. Trata-se da própria imaginação: aquela atividade extremamente particular responsável pela própria existência da atração dos super-heróis.

Ao contrário da crença popular, a literatura (e isso inclui histórias em quadrinhos) não é simplesmente um conduto pelo qual os autores podem infundir valores nos seus leitores. Ao contrário, ela é um meio de comunicação cuja importância, qualquer que seja a intenção do escritor, é moldada em grande parte pelas experiências e posições atuais do leitor. Não somos escravos do que lemos; um trabalho de literatura pode, afinal, levar à mudança das crenças pré-existentes de alguém, mas esse poder não está dentro da literatura mais do que o poder de mudar a realidade está dentro de um único leitor.

Introduzir personagens gays tais como o Lanterna Verde pode não “transformar os leitores em gays”, como observaram sarcasticamente alguns defensores, mas essa introdução também não vai simplesmente cair no vazio. Por estarem na periferia da cultura pop, revistas de super-heróis não são tão relevantes, e as razões dadas pelas editoras e pelos escritores para apresentar personagens gays (as de que são mais como o mundo real, mais atuais, ou que irão estimular aceitação e mentes mais abertas) não respeitam sequer as tão modestas limitações do seu tão modesto meio. Embora os leitores de quadrinhos sejam considerados alternativos (mundos de HQs exploram múltiplas realidades, e é preciso ter a mente aberta no sentido mais básico para se ter uma boa imaginação), eles não ficam sem uma identidade própria. Eles podem, como alegaram as editoras, não ter nada contra o fato de o Lanterna Verde ser gay, mas não porque estão sendo sugestionados pela DC.

Segundo, e mais importante, a imaginação é metafísica. A sexualidade, por outro lado, é fundamentalmente física. Embora a imaginação e a sexualidade possam cooperar de várias formas, demonstrações sexuais explícitas em HQs continuam sendo um tabu vergonhosamente periférico na subcultura das HQs; basicamente, uma nerdice entre os nerds. Animes eróticos, ou hentais, estão em um canto isolado das lojas de histórias em quadrinhos, assim como está a pornografia em uma locadora de filmes ou banca de revista. As editoras de histórias em quadrinhos não são cegas a essa segregação. Elas reconhecem que a maioria dos leitores de HQs, apesar das suas imaginações vívidas, ainda preferem relacionamentos com pessoas de carne e osso.

Revistas em quadrinhos podem mostrar beijos, abraços, e ocasionalmente alguma nudez, mas elas ainda estão no ramo de salvar a Terra de aliens transmorfos, e não o de explorar os potenciais Kama Sutras de monstros com tentáculos. No filme Barrados no Shopping, de 1995, quando o personagem Brodie (Jason Lee) incomoda o quadrinista Stan Lee falando a respeito das capacidades eróticas de vários super-heróis, isso se mostra ridículo e patético. “Antigamente, nós não pensávamos nesse tipo de coisa”, responde o ícone dos quadrinhos, cortando as perguntas. Mesmo hoje em dia, apesar das ocasionais manchetes, isso ainda não acontece. Stan Lee diz depois a um amigo de Brodie: “acho que ele precisa de ajuda. Ele parece ser bastante obcecado com os órgãos sexuais dos super-heróis. Mas ele vai superar isso”.
A ironia é que, se há uma coisa em tudo isso pela qual a indústria pode ser condenada, é por não retratar a diversidade do mundo real. Por exemplo, o Lanterna Verde já abordou questões homossexuais antes. Em 2000, a série introduziu Terry Berg, um assistente de 17 anos abertamente gay de uma outra vesão do Lanterna Verde, Kyle Rayner.

Quando Berg foi espancado por uma gangue de ódio, até Lex Luthor condenou o ataque e sua motivação, sugerindo que é muito pior ser um agressor de gays no universo DC do que um supervilão que frequentemente planeja a morte de milhões (dentre os quais, sem dúvida, também estão alguns gays). A Marvel, enquanto isso, tem seus próprios exemplos.

Entre os convidados do casamento gay na capa da revista Astonishing X-Men número 52, o super-herói Wolverine está em destaque. Vindo do norte do Canadá, e em quase todos os aspectos um estereótipo do homem de fala grossa, peito cabeludo, camisa regata, bebedor de cerveja, ele, no entanto, aceita tudo isso perfeitamente bem. De alguma forma, suas garras de adamantium parecem mais razoáveis. Mostrar perspectivas divergentes em heróis e vilãos, mesmo em nome da diversidade e da credibilidade, é simplesmente fora de moda. Para os que estão no ramo do super-heroismo, parece tudo uma covardice.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do LifeSiteNews: “The latest trend in comic books—gay superheroes”

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* Evangelizando os pequenos através de desenhos animados.

domingo, março 18th, 2012

A produtora de televisão TDPress Serviços Audiovisuais e o estúdio de animação Animatek lançaram a série de desenhos animados “Na aula com Jesus”.

Única no conceito, a série de animação em 3D está sendo distribuída em colégios como material de apoio para as aulas de religião, com foco nas virtudes explicadas para as crianças. A iniciativa tem o aval das Obras Missionárias Pontifícias de Madri, seção Infância.

As Missionárias das Escolas Católicas, que viram a série como um recurso didático, afirmam que o projeto é “muito conveniente para os centros educativos de âmbito público e privado”.

Feita para crianças de 4 a 12 anos, a série mostra a vida de Jesus menino, que vive experiências muito cotidianas numa escola atual, junto com seus companheiros. O objetivo é aproximar a figura de Jesus das escolas do século XXI, e, através de situações típicas do colégio, como a inveja de um companheiro, a preguiça para fazer as tarefas, a tentação de colar nas provas, levar as crianças a tomarem decisões morais e valorizarem as virtudes como conquistas pessoais.

Cada capítulo se baseia no livro En clase con Jesús. Cuentos sobre las bienaventuranzas, de Miguel Ángel Barbero, um projeto da revista pedagógica Área Educativa que acaba de ser reeditado pela editora Palabra. A série tem página no Facebook e um canal próprio de distribuição.

Cada capítulo tem três partes: a exposição de uma passagem do evangelho que fala de uma virtude determinada, o desenvolvimento narrativo de uma trama que envolve essa virtude e um epílogo com uma série de perguntas que convidam à reflexão. A série foi pensada para que cada episódio seja visto em grupo e comentado por um adulto, que ajuda as crianças a entender o fundo de cada história.

Os criadores contam que a série nasceu como uma necessidade “diante da falta de ferramentas de trabalho inovadoras, tanto nos centros paroquiais como nas escolas, que favorecessem um encontro pessoal com Cristo”. Por isso, as histórias “propiciam virtudes e mostram um modo de viver cristão, voltado a formar mulheres e homem valentes”.

Os títulos editados até o momento são: 1. Os deveres de Jesus, que fala de responsabilidade, fortaleza e serviço aos outros; 2. Colar ou não colar, que apela à sinceridade, ao valor do esforço, à constância e à honra; 3. Carlos, o folgado, que aborda as virtudes do trabalho, da diligência, da entrega e do trabalho em equipe; 4. A vingança de Clara, que estimula os valores da convivência, do perdão, da paciência, de devolver bem por mal e do desejo sincero de construir a paz; 5. Te espero na saída, que mostra o significado da humildade, do diálogo e do amor pelos inimigos; 6. Os sapatos, que encoraja a personalidade e o respeito pelas diferenças.

“As histórias envolvem pelo colorido, pela graça das animações e pelo caráter das pessoas, especialmente Jesus”, opinam os criadores.

Para saber mais: www.tdpress.é / www.enclaseconjesus.com/.


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* Série de “mangá” transforma histórias biblicas em séries de ação.

terça-feira, novembro 23rd, 2010


A Bíblia é recheada de ação, vilões e heróis – ingredientes perfeitos para uma série de mangá de ação, disse uma editora cristã de mangá.
“Mangá, ou o estilo de quadrinhos do Japão, é uma maneira de atrair o interesse da juventude para histórias da Bíblia e de fé, e ao mesmo tempo proporcionar-lhes entretenimento”, disse Jônatas Lin, fundador da Atiqtuq, que publica mangás cristãos.
Atiqtuq, fundada no início de 2010, lançou uma série sobre o apóstolo Paulo. “Eu sempre quis abrir meu próprio negócio e causar impacto na sociedade de uma forma positiva. Essa mídia é tão importante que pode ser usada para chegar aos leitores mais jovens”, disse Lin.
Lin cresceu visitando seus primos que vivem no Japão, onde ele testemunhou o “frenesy” sobre anime e mangá japoneses. Após sair do mundo dos negócios corporativos, Lin sentiu como ele poderia começar uma empresa que combina a popularidade do mangá com as histórias da Bíblia.

A maioria de seus clientes é proveniente dos Estados Unidos, mas tem havido pedidos de lugares tão distantes, como da Austrália, Brasil, Alemanha, Grã-Bretanha e Japão, disse ele. Seus leitores têm, geralmente, entre as idades de oito e 13 anos, o que significa que os pais geralmente são os que compram os livros on-line para seus filhos.

“Eu nunca me senti em paz em outras carreiras até agora”, disse Lin, que começou a compartilhar a empresa com suas próprias economias e trabalha longas jornadas de 14 horas. “Mesmo que o trabalho seja duro e eu não esteja fazendo tanto dinheiro como eu costumava fazer, há uma sensação de paz de saber que estou onde eu deveria estar”.

A palavra Atiqtuq é usada pelo Inuits do Canadá para descrever o momento em que um bebê urso polar sai da toca e segue sua mãe em sua primeira viagem para a Baía de Hudson. A empresa diz que quer levar o leitor a uma viagem através de grandes histórias sobre heróis e heroínas reais.
A empresa planeja lançar série sobre Noé, Davi e Golias, Jacó e Ester, em 2011.
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Sem a alegria da beleza, a verdade se torna fria e até impiedosa e soberba, como vemos que acontece no discurso de muitos fundamentalistas amargurados. Parece que mastigam cinzas ao invés de saborear a doçura gloriosa da verdade de Cristo, que ilumina, com luz mansa, toda realidade, assumindo-a assim como ela é a cada dia.(Papa Francisco)
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