Posts Tagged ‘Entretenimento’

* Vem aí novo filme sobre Jesus Cristo.

terça-feira, janeiro 19th, 2010

Após o sucesso de “A paixão de Cristo” em 2004, hollywood está próximo de produzir mais um filme envolvendo Jesus Cristo.

O longa “The Ressurrection of the Christ” será lançado em 2011 e contará a história de Pilatos e a traição de Judas.

O roteiro é assinado por Dan Gordan e sua trama envolve a luta pelo poder e ganância das pessoas envolvidas na crucificação de Cristo: Pilatos, Herodes, Caifás e Judas. No projeto estão o produtor Bill Mckay e direção de Jonas McCord.

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* Big Brother 10.Como cristão, convém assistir?

quarta-feira, janeiro 13th, 2010

+ É sempre prematuro falar sobre o primeiro episódio de qualquer programa em série, especialmente de um reality show, que não tem roteiro muito definido. Mas essa me pareceu a estreia de “Big Brother” com linhas mais claras, definidas.

+ Uma das chaves desta edição foi dada explicitamente por Pedro Bial: “Este BBB tem um novo alfabeto. ABCDEF GLS…” Uma das participantes depois reforçou: “Este é o BBB da diversidade”. Por fim, a animação de Maurício Ricardo mostrou três robozinhos, um deles gay. A direção do programa selecionou um gay, uma lésbica e uma drag queen, todos assumidos – o que demonstra que as questões de gênero sexual terão papel predominante desta vez.

+ A ideia de uma vida dupla é reincidente entre os participantes – muito além da duplicidade inerente aos brothers GLS. Há uma doutora em lingüística que vira perua baladeira, uma policial que solta a franga na praia, um engenheiro agrônomo que foi modelo, um advogado que treina boxe e assim por diante.

+ Como se vê, a “segunda vida” dos participantes está ligada em geral ao corpo. Muitos ganham a vida com atividades físicas: um dançarino, uma dançarina de boate, um personal trainer e assim por diante. Esta parece ser também uma das edições mais homogêneas em termos corporais/hormonais, com uma maioria absoluta de corpos esculpidos, quando não marombados. Pela minha lembrança, havia mais exceções em edições anteriores, como Cida ou Jean, por exemplo.

+ É cedo para dizer, tudo pode mudar nas próximas semanas, mas o “casting” da edição me pareceu bastante inspirado, com vários participantes de personalidade forte. E já deu para identificar claramente uma barraqueira, a jornalista lésbica, que deu uma enquadrada forte e desnecessária, logo no primeiro programa, na dançarina de boate .

Ricardo Calil, critico de cinema.

***

S. Paulo, com muita sabedoria nos disse: ” Tudo nos é lícito mas nem tudo nos convém, tudo nos é permitido mas nem tudo nos edifica”.  (I Cor 10,23)

Convém perder o nosso precioso tempo dando audiência a um programa cujo conceito é francamente anti evangélico em toda sua proposta de estimular com que o pior das pessoas venham à tona e seja objeto de observação 24 horas por dia, pela tv ou internet ?

Sei que tem coisas aproveitáveis na TV, outras, no entanto, não acrescentam nada na vida da gente.

Aliás, se houver algum acréscimo, esse  será na conta bancária do vencedor e na emissora que ganha milhões às custas da curiosidade mórbida das pessoas que tem ânimo para assistir o manjado grande irmão- que de grande só tem os interesse financeiro envolvido dentro da turma escolhida e na audiência ávida por alguma coisa que lhes ofereça mais sentido para a vida!

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* Jornal vaticano critica panteísmo e espiritualismo ecológico do filme Avatar.

terça-feira, janeiro 12th, 2010

L’Osservatore Romano (LOR) dedicou três dos seus artigos da edição do fim de semana ao filme de sucesso de bilheteria dirigido por James Cameron, Avatar, nos quais criticou o sentimentalismo, panteísmo e espiritualismo ecológico do filme.

Em um primeiro artigo se destaca que Cameron faz um paralelo entre o “genocídio” dos brancos contra as populações nativas dos Estados Unidos, apresentando aos humanos do filme, como aos primeiros e aos segundos como aos “na’vi” do filme que habitam no mundo de Pandora, lugar onde transcorre a ficção.

A história do diretor, diz o texto, “tem uma aproximação branda, conta-se sem aprofundar e termina por cair no sentimentalismo”.

“Tudo se reduz –prossegue– a uma parábola anti-imperialista e anti-militarista fácil, logo que esboçada, que não tem a mesma mordente de outros filmes que procuram mostrar estes aspectos”.

O ecologismo de Avatar, diz o LOR, “inunda-se de um espiritualismo ligado ao culto da natureza que pisca o olho a uma das tantas modas do tempo. A mesma identificação dos destruidores com os invasores e dos ambientalistas com os indígenas aparece logo como uma simplificação que menospreza o âmbito do problema”.

O segundo artigo expõe o nascimento de um filme de culto com o Avatar. “Inaugurará, talvez –diz o texto– um novo gênero, criando um imaginário coletivo no qual se refletirá uma vez mais a força atrativa dos mundos alternativos, uma certa forma de espiritualismo ecológico hoje de moda e o temor, muito difundido, a viver uma verdadeira transcendência”.

O terceiro texto, tomado pelo LOR da revista Mondo e Missione (Mundo e Missão) leva por título “A religião de Pandora” e refere a opinião de alguns colunistas sobre este tema. O texto cita o comentarista de assuntos religiosos do New York Times, Ross Duhat, quem considera que Avatar apresenta “uma apologia do panteísmo, uma fé que faz Deus igual à natureza, e chama a humanidade a uma comunhão religiosa com o mundo natural”.

Este comentarista, prossegue o artigo, “recorda que esta visão religiosa é uma espécie de cavalinho de batalha de Hollywood mais recente. Para o Douthat a opção panteísta do Cameron e da indústria cinematográfica dos Estados Unidos em geral, segue através deste caminho porque ‘milhões de americanos responderam a ela de maneira muito positiva’”.

“E como reconhecia –continua– no século XVIII o filósofo francês Alexis de Tocqueville, ‘o credo americano na essencial unidade do gênero humano nos leva a anular toda distinção na criação. O panteísmo abre a porta a uma experiência do divino para as pessoas que não se sentem à vontade na perspectiva escriturística das religiões monoteístas’”.

Depois de fazer algumas comparações do filme com a concepção do hinduísmo, como que a cor azul dos na’vi seja similar ao da deusa Shiva
–uma de suas principais deidades– o artigo sugere, citando a um blogger americano, que Cameron também poderia ter “unido a antiga teologia cristã da graça e da redenção à sua parábola anti-imperialista’. (quando afirma que chegar a ser um na’vi é voltar a nascer)”.

“O debate, como se vê, está mais aberto que nunca”, conclui.

Fonte : ACI

***

Veja… A Igreja não está “proibindo” o filme. Como já falamos anteriormente a igreja com seus comentários ilumina nossa reflexão e nos mostra um lado da questão que, às vezes, passa batido para nós.

Aliás, essa visão de que a Igreja está a proibir não coaduna com sua proposta de formar as consciências e formar o homem maduro,capaz de viver sua fé em diálogo com o mundo, porém, sem ingenuidades e sem perder a capacidade de reter apenas aquilo que corresponde a nossos valores cristãos.

Aqui mesmo no blog já haviamos aberto o debate sobre o filme, com aprovações e reprovações,claro!

Fica mais esse artigo para nos iluminar a inteligência e firmar nossa fé.

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* Em lançamento no cinema,Denzel Washington faz o papel de um andarilho que se apóia na Bíblia em uma América devastada pela guerra nuclear.

terça-feira, janeiro 12th, 2010

No filme “The Book of Eli”, Denzel Washington faz o papel de um andarilho que se apóia na Bíblia em uma América devastada pela guerra nuclear.

O ator norte-americano disse que se estivesse nessa situação, faria exatamente a mesma coisa que seu personagem.

O filme, que estreia nesta sexta-feira nos Estados Unidos, mistura elementos de faroestes de Hollywood, na forma de paisagens desoladas e cidades na fronteira, com a espiritualidade do Velho Testamento — uma mudança para os estúdios de Hollywood, que tendem a evitar temas religiosos em filmes de ação modernos e com grandes orçamentos.

O personagem de Denzel Washington é Eli, um homem que gosta de citar Gêneses e os Salmos quando não está desmembrando bandidos com uma espada.

No filme, os norte-americanos queimaram suas Bíblias como retaliação à guerra nuclear, mas uma sobrou. Ela pertence a Eli, que está em uma missão para encontrar pessoas dignas do livro.

O ator, que já ganhou o Oscar duas vezes, disse que tenta ler a Bíblia todos os dias, e que se estivesse em um mundo pós-apocalíptico, o livro seria algo que ele “gostaria de ter”.

“Eu acho que fé é importante, escutar àquela vozinha quieta dentro de você”, disse ele à Reuters.

“Não ser intimidado ou desencorajado por outros e seguir sua missão na vida (…). Minha mãe diz — é interessante — é uma coisa fazer o bem, mas é preciso fazer o bem da maneira certa”, disse Washington.

Como Eli, Washington anda pelo interior desolado dos EUA e finalmente para em uma cidade de fronteira, onde o senhor local, interpretado por Carnegie (Gary Oldman), está desesperado para achar uma Bíblia para que possa usar como arma para influenciar as pessoas.

Quando Carnegie escuta que Eli tem uma Bíblia, ele ordena que ele lhe entregue o livro se não quiser ser morto. Eli luta para defender sua Bíblia antes de poder continuar sua jornada.

NT Notícias

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* Com novo manual, jogadores do Santos não podem falar sobre religião.

quinta-feira, janeiro 7th, 2010

Do Diário OnLine

O Santos deve lançar um manual de conduta que deve causar polêmica em um ponto: os jogadores estão proibidos de falar sobre religião nas entrevistas coletivas. Quem manifestar algum credo será punido. De acordo com o presidente do Peixe, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, não pode misturar futebol com fé.

No ano passado, o volante Roberto Brum, que é evangélico foi dispensado e um dos motivos teria sido a religião. Na época, o técnico Vanderlei Luxemburgo alegou que não trabalharia mais com o atleta por causa de um cartão amarelo que o jogador levou.

No novo manual, ninguém pode levantar a camisa na hora do gol. O presidente lembrou que esse momento é o principal da partida e a marca do patrocinador precisa aparecer.

Outra novidade  é que todos os atletas serão obrigados a conceder entrevista coletiva, pois parte do salário é paga em forma de direitos de imagem. Antes, nem todos queriam falar com a imprensa.

Veja essa complementação.

O presidente do  Santos , Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, explicou o manual com normas de conduta para os atletas alvinegros que está sendo elaborado pela diretoria e será apresentado aos jogadores nos próximos dias. Um ponto específico da cartilha é mais polêmico: os jogadores serão proibidos de falar sobre religião em entrevistas coletivas no clube.

No ano passado, houve conflitos entre atletas de diferentes crenças no CT Rei Pelé. Um dos motivos da dispensa do volante Roberto Brum, no ano passado, teria sido religioso.

- A desculpa para o afastamento (de Brum) não me convenceu até hoje. Futebol é uma coisa e religião, outra. Não se misturam - afirmou Luis Álvaro, em entrevista à rádio “Jovem Pan”.

Para evitar mais mal-estar, o dirigente resolveu interferir nessa questão. No Peixe, agora, todo jogador tem direito a seguir a sua crença, mas não pode usar a sala de entrevistas coletivas, com o uniforme do clube, para pregar.

- Quem tem as suas convicções que o faça na igreja, deixe o campo de futebol para o jogo. Não tem que misturar, pois não existe em empresa alguma setores com comissões religiosas cuidando do trabalho - concluiu.

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* Os 10 melhores filmes atuais do ponto de vista espiritual

quarta-feira, janeiro 6th, 2010

Segundo o diretor do Departamento de Cinema do arcebispado de Barcelona

Como todos os anos, o Prof. Peio Sánchez, diretor do Departamento de Cinema do arcebispado de Barcelona (Espanha), oferece sua avaliação sobre os 10 melhores filmes do ponto de vista espiritual.

Sánchez afirma que, ao fazer este elenco, ele o apresenta “como um material válido para a recuperação educativa e pastoral através do DVD. (…) Parece-nos hoje imprescindível escolher bem o que vemos para sermos pessoas melhores. E acreditamos que esse tipo de cinema convida a aprofundar nos grandes interrogantes, propõe um olhar aberto ao mistério de Deus”.

1. Gran Torino (2008), Clint Eastwood

“Em Gran Torino, Clint Eastwood  soube contar uma história simples com uma enorme força dramática, apresentando temas espirituais de fundo, como o sentido do perdão, a redenção como sacrifício e o caminho da conversão. E do ponto de vista cristão, não somente apresenta uma imagem positiva da Igreja, representada no Pe. Janovich, mas também oferece uma poderosa imagem crítica nas decisões finais do protagonista.”

2. Jornada pela liberdade (2006), Michael Apted

“Esta homenagem a William Wiberforce – um parlamentar da Câmara dos Comuns, que dedicou, desde a sua juventude, sua atividade política à luta contra a escravidão e as injustiças sociais – apresenta-se com uma magnífica produção e uma série de atuações excepcionais. Marcada profundamente pela perspectiva social cristã, é um filme imprescindível para conhecer a força ética do Evangelho e sua herança em nossa cultura.”

3. Katyn (2007), Andrzej Wajda

“Surpreendente filme do mestre polonês Andrezej Wajda. Este testamento fílmico do genocídio de Katyn, perpetrado pelo comunismo soviético em 1940, afetou pessoalmente o diretor, já que seu pai era um dos 20 mil oficiais e cidadãos poloneses assassinados. Narrada a partir da perspectiva dos sobreviventes, especialmente mulheres, é um hino à reconciliação, da memória que busca a verdade. A fé católica é mostrada com intensidade em diversos momentos, mas de forma mais contundente nos últimos minutos.”

4. Quem quer ser um milionário? (2008), Danny Boyle

“O diretor Danny Boyle, de formação e convicções cristãs, soube contar uma dura história sobre a superação da miséria à vitória. Narrado como um conto de fadas, acompanha a história de três garotos que nascem nas barracas de Calcutá e como, a partir do protagonista Jamal, verão o triunfo da bondade e do amor, muito além da injustiça e da violência. A história nos apresenta uma intriga que move o espectador à esperança e que convida a reconhecer a presença da Providência, que acompanha os acontecimentos respeitando a liberdade, mas estimulando a bondade.”

5. O visitante (2007), Thomas McCarthy

“É a história de uma visita gratuita na qual se vê envolvido um obscuro professor universitário, genialmente interpretado por Richard Jenkins, que, após ficar viúvo, vive sem sentido e cuja vida se transformará em seu encontro com Tarek. Este sírio, que carrega a perseguição em seu coração, representa a alegria e a vontade de viver que faltam ao protagonista. Neste itinerário de transformação, veremos como cresce nele a sensibilidade e o compromisso, a capacidade de amar e o exercício responsável da liberdade. Um filme que, além do mais, é um grito contra a injustiça das leis migratórias.”

6. A caixa de Pandora (2008), Yesim Ustaoglu.

“O mal de Alzheimer da avó abrirá a caixa de Pandora da uma família que vive às margens da infelicidade, como se uma maldição caísse sobre eles quando a anciã, uma genial Tsilla Chelton de 89 anos, desaparece de casa. Com esta fuga, começa uma viagem rumo à verdade que envolverá todos eles, quando vão a uma aldeia de montanha na costa do Mar Negro. A lucidez da demência não conseguirá dobrar o desvario dos instalados na comodidade ou no fracasso; mas conseguirá mover os que sentem que a vida vai muito além e que sempre estão dispostos a subir uma montanha, ainda que as forças já sejam escassas. Uma aliança na qual os mais velhos transmitem a esperança aos mais jovens.”

7. A partida (2008), Yojiro Takita

“Daigo, um violoncelista desempregado, descobre sua vocação quando abandona Tóquio com Mika, sua mulher, e vai à cidade e à casa em que viveu sua infância. Um processo lento e surpreendente o converterá em um especialista em nôkan, ritual mortuário japonês que supõe uma recordação do defunto desde o ato de embalsamento. Em sua aprendizagem, vão se cruzando várias histórias de reconciliação dos vivos com os mortos e ele irá, pouco a pouco, abrindo sua própria história a um caminho de pacificação. O filme nos permite contemplar a morte com uma perspectiva diferente.”

8. O curioso caso de Benjamin Button (2008), de David Fincher

“Baseada em uma novela de F. Scott Fitzgerald, conta a vida singular de Benjamin: um estranho bebê que nasce sendo idoso e que, com o passar do tempo, acabará transformando-se em um bebê. Este estranho personagem, que terá um corpo que cresce ao contrário do seu espírito, oferece-nos um personagem que amadurece de uma forma diferente e que também terá que amar Daisy – seu fiel e verdadeiro único amor – de uma forma diferente, ainda que não por isso impossível.”

9. Le Hérisson (2009), Mona Achache

“Adaptação do famoso livro de Muriel Barbery, ‘A elegância do ouriço’, e que supõe o primeiro longa-metragem da diretora francesa Mona Achache. Baseia-se no contraste de dois personagens: por um lado, uma menina com um rico a inteligente mundo interior; por outro, a porteira do número 7 da rua Grenelle, uma mulher descuidada e um pouco antipática. Mas ambas terão um segredo que virá à tona com a chegada de Kakuro Ozu, um elegante viúvo japonês. Esta revelação servirá de desculpa para compreender o segredo profundo das pessoas e como às vezes o essencial não está nas aparências.”

10. Rio congelado (2008), de Courtney Hunt

“História sobre a resistência e a amizade de duas mulheres que começam em conflito, mas que criarão um profundo laço de solidariedade que tem como origem comum uma maternidade transcendida e o desejo de amar inclusive acima de suas forças. Dirigido por Courtney Hunt, apresenta os personagens com grande veracidade. A dureza e a desolação nas imagens nos permitem encontrar na alma das protagonistas uma generosidade desmedida, que devolve a confiança no ser humano, inclusive nas situações de solidão e limite que enfrentam.”

Zenit

***

Aproveitando a deixa..o filme “O caçador de pipas” é imperdível.

Se alguém tiver mais sugestões  de filmes bons, em uma perspectiva cristã,com valores e com conteúdo capaz de nos fazer melhores e mais cristãos,podem indicar..

Talvez devessemos divulgar mais filmes bons,para reforçar a cultura verdadeiramente humana,embasada nos valores cristãos.


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* Avatar, o filme. A fé cristã tem algo a dizer ?

terça-feira, janeiro 5th, 2010

Com muita frequência recebemos e-mail s de irmãos nos fazendo perguntas sobre determinados filmes lançados pelo cinema.

Avatar, claro, não poderia ficar de fora.

A análise abaixo é uma reflexão interessante sobre o filme, em uma ótica Cristã, não se trata de uma palavra oficial da igreja mas a opinião de um irmão que assistiu o filme e partilha conosco suas impressões.

Muito do que ele colocou tem sentido.

Pretendo assistir o filme para  fechar minha opinião, como já fiz com o “2012″ que, de fato, procura deixar claro em um eventual fim do mundo, que Deus não poderá nos ajudar, pois ele “não existe”.

A queda do Cristo Redentor, o papa, a queda drámatica da Igreja de São Pedro, caindo em cima dos orantes na praça, o rompimento pela rachadura do dedo de Deus e do dedo do homem na famosa obra de michelangelo transmite a mesma mensagem; “Não há salvação em Deus, em nenhum deus, nem allah, nem buda..é o fim.”

Claro que não comungo com essa visão. De qualquer forma, pelos efeitos especias.. vá lá. é o que salva, o resto..

Avatar tem também das suas..  quem já assistiu pode lembrar o que viu na ótica dessa partilha, quem ainda vai ver, terá essa reflexão para enriquecer sua posição pessoal.

Uma outra questão: tem pessoas que imaginam que todo e qualquer  filme que passa no cinema a Igreja tem que estar dando opinião, liberando, “proibindo..”

Não é assim. Somente quando o filme tem repercussão e atinge nossa vivência e nossos valores ou a própria a igreja, sua história, o papa, o magistério, etc.. a igreja se pronuncia através de algum de seus membros, um bispo, ou o jornal vaticano (por uma questão de justiça com a verdade dos fatos, como foi com o herético “anjos e demônios”).

A mesma coisa a nivel nacional ou local.

A Igreja não proibe mas, quando é o caso, oferece informações e subsídios para orientar seu povo e iluminar nossa inteligência e fé.

Nós, como filhos da Igreja, é que precisamos conhecer bem a fé católica para filtrarmos de nossas diversões aquilo que é compativel, ou não, com nossa fé. Asssitir com senso critico, ir além dos efeitos, os diálogos, a intenção do diretor, etc. Eventualmente a Igreja fala sobre determinada obra de arte, que deve- claro! nos iluminar e nos fazer refletir com obediência de fé.

A responsabilidade e a conviniência de assistir ou não, é nossa, decisão livre iluminada pela fé no filho de Deus, cabeça da Igreja e pelo amor a verdade!

***

Marcos Soares

O escritor cristão Francis Scheaffer (1912 – 1984) já dizia no início dos anos 80 do século passado que o Século XXI seria marcado pelo misticismo, culto à natureza e hedonismo. Ele acertou em cheio! Nossa geração tem esses traços entremeados na linguagem, nos hábitos, na religiosidade, no comportamento social e, sobretudo, na cultura, dos livros publicados que mais vendem aos filmes de sucesso.

Veja-se o caso da literatura tão ovacionada em nosso tempo: os livros do místico brasileiro Paulo Coelho, um escritor cujo conteúdo não é nada cristão. Pelo contrário, tem uma proposta pautada nos conceitos e práticas das religiões orientais e, para seduzir, de vez em quando ele explora textos bíblicos em suas concepções místico-filosóficas.

Poderíamos discorrer aqui sobre os vários âmbitos da cultura e iríamos presenciar essa miscigenação de conceitos e valores que têm afastado o homem de uma relação pessoal com Deus e de obediência à Sua Palavra.

Eu assisti ao filme Avatar e pude perceber que ele simboliza de forma impressionante a filosofia de vida que vem sendo amplamente defendida e divulgada nos vários campos do conhecimento, da ciência, da cultura e na mídia de massa de nossa geração: a falsificação da verdade proposta na Palavra de Deus e a deusificação da Ciência e da Natureza.

A proposta não tem nada de novo em termos filosófico religiosos. Trata-se de uma concepção que mistura (veja-se aí o misticismo) religião hindu, práticas indígenas de adoração aos entes naturais e culto a extraterrestres.

O título do filme diz respeito ao conceito hindu de que todo ser humano é um avatar de que cada um seria uma centelha do Deus Único, manifestada no plano material. Ou seja, o hinduísmo defende que todos os seres humanos são Amsha Avatar (encarnações parciais do Divino).

Na verdade, Avatar apresenta conteúdos ultrapassados e alienantes. Em termos históricos (óbvios), é aquela “velha” temática do capitalismo destruindo os índios e a natureza em nome da posse da riqueza existente na floresta – o filme mostra que os humanos querem explorar o minério raro unobtanium existente em Pandora que pode ser a chave para solucionar a crise energética da Terra.

No sentido teológico propõe o fim da adoração a Deus e o advento da “nova era” onde a ”mãe” natureza pode tudo e o ser humano não passa de uma peça nessa engrenagem alienante.

O que tem de novo é o aspecto tecnológico. Aliás, é isso que atrai, é isso que “salva” o filme. Para quem o assistiu em 3-D pode presenciar a nova tendência do cinema mundial cuja força da tecnologia, muitas vezes, dará emoção e qualidade a propostas pouco criativas e sem qualidade textual.

Com base nesse “pano de fundo”, proponho uma reflexão para nos protegermos dessa perigosa síndrome de Avatar que tem “dominado” parte de nossa geração.

Primeiro, o Deus cristão não está longe como o hinduísmo ensina. Nosso Deus é real e pessoal. Jesus Cristo veio ao mundo e viveu entre nós para demonstrar de forma inequívoca que Deus pode e se relaciona pessoalmente conosco. Não é uma relação alienante, nem subjetiva. Mas, um relacionamento com base no amor, na verdade e na obediência.

Segundo, o ser humano é superior à natureza. Veja o que o próprio Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem, à nossa semelhança, e domine ele sobre os peixes do mar e as aves do céu, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra, e sobre todas as criaturas que se movem ao longo da terra.” (Gênesis 1,26). O filme Avatar tenta induzir o espectador a pensar que aqueles bichos e as árvores estão no mesmo plano do ser humano. Não é verdade. O homem é mais importante do que aves, animais, peixes e árvores. Devemos, sim, cuidar e proteger a natureza, mas não há nenhuma base cristã que justifique as relações entre os avatares e a natureza proposta no filme. A natureza não é Deus.

Terceiro, o verdadeiro poder de libertar o ser humano vem de Deus, não da ciência, da mentalização humana ou da energia cósmica. As “ligações” entre os avatares e os animais apontam tanto para a proposta de que essa “energia” cósmica coloca a todos no mesmo plano, quanto atribui à natureza poderes que ela não tem. O poder de mudar a nossa vida vem de Deus, o poder de libertar uma pessoa deprimida e angustiada vem de Deus. O apóstolo Paulo afirma que “o Evangelho é o Poder de Deus” (Romanos 1:16). Essa palavra divina é que liberta o ser humano de todas as amarras. Deus pode libertar você hoje de todas as amarras que o prendem. O verdadeiro poder que liberta vem de Deus, não da natureza.

A ciência também não pode resolver dos os mistérios da vida. O filme Avatar propõe esse poder que a ciência julga ter de resolver todos os problemas humanos, de fazer um paraplégico andar, correr, pular, voar sem limites. Isso está simbolizado na figura de Jake Sully, um ex-fuzileiro naval confinado a uma cadeira de rodas que pode experimentar a cura não através do poder de Deus, mas do Programa Avatar onde os “condutores” humanos passam a ter uma consciência ligada a um avatar, um corpo biológico controlado à distância capaz de sobreviver no ar letal de Pandora. Um milagre da ciência e da natureza.

Essa síndrome Avatar tem sido uma tentativa da cultura e da ciência de neutralizar a obra de Deus na vida humana. Escritores, pesquisadores, produtores culturas, professores, âncoras midiáticos, líderes do movimento Nova Era, todos têm procurado alternativas para falsificar a verdade sobre Deus, o homem e a natureza. O ser humano tem sido levado a pensar que pode tornar-se, com a força da natureza ou de entidades extraterrestres, um “super homem” quando, de fato, a verdadeira identidade humana restaurada, curada e feliz é aquela que se relaciona com o Deus cristão, autor e sustentador de todas as coisas.

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* Artigo em jornal do Vaticano elogia ‘Os Simpsons’.

quarta-feira, dezembro 23rd, 2009

O “L’Osservatore Romano” desta terça-feira (22/12) parabenizou o programa pelo seu 20º aniversário, elogiando os questionamentos filosóficos do desenho e a sua visão irreverente da religião.

Sem Homer Simpson e os outros personagens de pele amarelada, “muitos hoje não saberiam rir”, diz o artigo, chamado “As virtudes de Aristóteles e o donut de Homer”.

O texto lembra que “Os Simpsons” – a animação há mais tempo no ar na TV norte-americana – abriram espaço para desenhos voltados a uma audiência adulta.

O programa é baseado em “textos inteligente e realistas”, continua o artigo, dizendo ainda que ele pode ser criticado pela “linguagem excessivamente rude, pela violência de certos episódios e por algumas escolhas radicais por parte dos roteiristas”.

Teologia

A religião, dos sermões soporíferos do Reverendo Lovejoy às conversas cara-a-cara de Homer com Deus, aparece com tanta frequência no desenho que seria possível criar uma “teologia simpsoniana”, segundo o texto.



A confusão religiosa de Homer seria “um espelho da indiferença e das necessidades que o homem moderno sente em relação à fé”, complementa o artigo.

O texto comenta também vários episódios do programa relacionados à religião, incluindo um em que Homer pede por intervenção divina gritando que “eu não sou normalmente um homem religioso, mas se você estiver aí em cima, me salve, Superman!”.

“Homer encontra Deus em seu último refúgio, apesar de às vezes errar o Seu nome sensacionalmente”, conclui o “L’Osservatore”. “Mas esses são apenas pequenos enganos, afinal, os dois conhecem muito bem um ao outro”.

***

O artigo não está dando uma aprovação irrestrita à série mas cita aspectos positivos do progama, sem deixar de fazer suas ressalvas.

Fica sempre a atitude permanente de atenção aos programas televisivos sob a ótica da fé.

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* Sangue,sexo e …vampiros.O cristão pode ir nessa onda??

sábado, dezembro 19th, 2009
Não há como negar que 2009 foi o “ano dos vampiros”, nas telas e nas prateleiras.
A febre das criaturas sedentas de sangue começou a ganhar contornos claros por aqui com a estreia da saga “Crepúsculo” nos cinemas brasileiros, há exatamente um ano.

O primeiro filme custou US$ 37 milhões e faturou US$ 385 milhões em todo o mundo, o suficiente para que a Summit Entertainment, estúdio responsável pela adaptação, produzisse a toque de caixa dois novos capítulos. O que se viu a partir daí foi uma overdose de reportagens, entrevistas e capas de revista que culminaram, no final de novembro, no segundo filme, “Lua Nova”. O resultado dessa superexposição só podia ser um: sucesso.

Divulgação

“Lua Nova” teve a terceira melhor estreia de todos os tempos nos Estados Unidos

Em menos de um mês, “Lua Nova” arrecadou US$ 628 milhões em bilheteria  e entrou para a história como a terceira melhor estreia de todos os tempos nos Estados Unidos. O evidente avanço nos efeitos especiais – fruto do orçamento vitaminado – e o início de um triângulo amoroso entre Bella (Kristen Stewart), o vampiro Edward (Robert Pattinson) e o lobisomem Jacob (Taylor Lautner) atiçou as mulheres a correrem para as salas e assistirem mais de uma vez o longa-metragem.

E aí reside parte do fascínio da série. A trama criada pela escritora Stephanie Meyer tem especial apelo para as adolescentes, que encontram uma variação romance clássico esquecido no dia-a-dia moderno. Gentil, misterioso, leal e conservador, Edward ama Bella sem limites, mas ao mesmo tempo procura nem beijá-la, receoso de que possa feri-la de alguma forma. Ele nem mostra os caninos. Sexo, então, está fora de questão. Um amor casto, idealizado, que arranca lágrimas das românticas de plantão – não por acaso, 75% do público do primeiro filme era feminino. Não é difícil prever que boa parte dessas garotas levou o namorado para ver a sequência e voilà, temos um campeão de bilheteria.

Mas não é só no cinema que “Crepúsculo” encontra seus fãs, muito pelo contrário. A quarta e última parte da série, “Amanhecer”, chegou em junho às livrarias brasileiras com uma tiragem de 400 mil exemplares e desde então segue firme no pódio dos livros mais vendidos no país, acompanhada pelos outros três episódios, todos no Top 10. No total, 85 milhões de cópias da saga foram comercializadas ao redor do planeta.

E não para por aí. Mesmo com a tetralogia oficialmente encerrada, Stephanie Meyer tem mais cartas na manga para manter a franquia viva: o guia oficial da série de livros, previsto para o final de 2010, e “Sol da Meia-Noite”, a primeira obra recontada do ponto de vista de Edward, embora o projeto tenha sido temporariamente interrompido porque os capítulos iniciais vazaram na internet. Sem contar a continuação nos cinemas – aguente firme que “Eclipse”, a terceira parte, estreia em junho.

Sangue, suor e sexo

Se a castidade é uma das características de “Crepúsculo”, o sexo ajudou a construir a fama de “True Blood”, o mais bem-sucedido programa do segmento na televisão norte-americana. Baseado na série de livros “The Southern Vampire Mysteries”, de Charlaine Harris, o seriado se passa no sul dos EUA, na fictícia cidade de Bons Temps, em Louisiana, e traz uma novidade: os vampiros saíram do armário e andam livremente pelas ruas.

Divulgação

O casal Anna Paquin e Stephen Moyer, garçonete e vampiro em “True Blood”

Tudo porque os japoneses criaram um sangue sintético chamado True Blood, vendido em garrafas estilosas disponíveis em qualquer posto de conveniência, que permite aos vampiros se alimentar sem sair por aí dilacerando gargantas. Na história, que já teve duas temporadas, a garçonete telepata Sookie Stackhouse (Anna Paquin, ganhadora do Globo de Ouro pelo papel) começa a se relacionar com o centenário vampiro Bill Compton (Stephen Moyer), de volta à casa de seus antepassados. O clima quente do Mississipi é cenário para muita nudez, suspense e política.

Divulgação

Versão em refrigerante, 0+, de Tru Blood

Sim, política, porque um dos panos de fundo da série é a luta pelos direitos constitucionais dos vampiros, discriminados por uma parcela da sociedade e perseguidos por grupos religiosos de extrema direita, paramilitares no caso mais extremo. Os diálogos pedindo igualdade são uma alegoria evidente da causa homossexual, e não por acaso o criador e roteirista de “True Blood”, Alan Ball (”A Sete Palmos”), é reconhecido como um ativista do movimento GLBT.Isso não ofusca, no entanto, a diversão e o sucesso do programa, que driblou o marketing convencional ao lançar no mercado uma versão da bebida que lhe dá nome – “Tru Blood” é um refrigerante sabor laranja, mas vermelho, espesso e com um esclarecedor “O Positivo” estampado no rótulo. No Brasil, até agora estão disponíveis apenas os dois primeiros volumes da série de livros (que está indo para o 11º lá fora): “Morto Até o Anoitecer”, da Record, e “Vampiros em Dallas”, pela Arx.

Enxurrada nas livrarias

A televisão também teve este ano a estreia de outra telessérie baseada na literatura, mais uma vez pelo viés adolescente. “The Vampire Diaries” chegou em setembro à progração do canal CW e de cara conquistou a melhor audiência da rede. Na trama, o vampiro Stefan Salvatore retorna à pequena cidade de seus ancestrais e tem de enfrentar seu malévolo irmão enquanto se relaciona com a jovem Elena, ainda no colégio, idêntica a um grande amor do passado.

O seriado está nas mãos de Kevin Williamson, um dos responsáveis pela retomada do terror na década de 1990, com a trilogia “Pânico” e “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, além do sucesso “Dawson’s Creek”.

Dos livros de “Vampire Diaries”, escritos por L.J. Smith, dois foram lançados no mercado nacional como “Diários do Vampiro” – “O Despertar” e “O Confronto”.

Divulgação

O trio protagonista da série “The Vampire Diaries”, série de livros que chegou ao país

Outro representante desse fenômeno editorial a respingar no Brasil é a “A Casa da Noite” (”House of Night”), que já vendeu 5,5 milhões de cópias. P.C. Cast e sua filha, Kristin Cast, a princípio pretendiam escrever nove capítulos da série, mas, graças à boa aceitação, aumentaram esse número para 12.

Os livros seguem uma garota de 16 anos que descobre ser uma vampira e passa a frequentar a Casa da Noite, escola para jovens sugadores de sangue, onde precisa se acostumar à nova realidade, seus poderes e se afastar dos antigos amigos, em um argumento que lembra bastante o Harry Potter de J.K. Rowling. “Marcada” e “Traída”, os dois primeiros volumes, estão disponíveis em português pela editora Novo Século.Por falar em Harry Potter, que conquistava fãs antes mesmo de ser traduzido, outras duas séries já vem garantindo seu nicho nos originais em inglês. Trata-se de “Vampire Kisses”, de Ellen Schreiber, cujo sexto volume, “Royal Blood”; e “The Morganville Vampires”, de Rachel Caine, que já tem sete livros, três deles lançados em 2009.

Nada de parar tão cedo

As prateleiras podem estar cheias, mas os cinemas ainda vão continuar recebendo em 2010 toda a influência deste momento fértil para os dentuços. O primeiro deles é o filme infanto-juvenil “Cirque du Freak: O Aprendiz de Vampiro”, que estreia em 15 de janeiro. A história é baseada na série de livros “Circo dos Horrores”, editada pela Rocco, e conta como um vampiro de circo (John C. Reilly) convence um garoto de 14 anos a ser seu assistente. Ainda no elenco, Salma Hayek, Ken Watanabe, Willem Dafoe e Patrick Fugit.

Outra novidade é a refilmagem do longa sueco Deixa Ela Entrar”, um dos melhores filmes do ano, que vai ganhar uma versão em Hollywood. No original, dirigido por Tomas Alfredson, um menino de 12 anos tem problemas em fazer amigos e acaba se aproximando de uma misteriosa vizinha do bairro, jovem como ele, mas uma vampira. Sem abrir mão do suspense, a produção revela, desprovida qualquer pieguice, como a relação dos dois evolui. O remake está a cargo de Matt Reeves (”Cloverfield”) e deve ficar pronto até o fim de 2010.

Seguindo o caminho dos tijolos amarelos, a produtora de “Crepúsculo” vai continuar investindo no filão e pretende realizar ao longo do ano um filme de ação baseado na vida do príncipe romeno Vlad Tepes, O Empalador, que viveu no século 15 e inspirou Bram Stoker a escrever “Drácula”. Segundo o autor do roteiro, Charlie Hunnam, a história deve ser mais realista, mostrando os fatos que deram origem à lenda do Conde Drácula.

O projeto mais animador, no entanto, está na oitava colaboração entre o diretor Tim Burton e o astro Johnny Depp. A dupla vai encabeçar uma adaptação do seriado “Dark Shadows”, famoso na televisão norte-americana na década de 1960 ao levar para as telas um universo similar a “Além da Imaginação”, mas privilegiando ambientes soturnos e criaturas como fantasmas, bruxas e lobisomens. Depp interpretará o vampiro Barnabas Collins, personagem recorrente e uma das figuras mais célebres do seriado. O início das filmagens está previsto para setembro  e pode se esperar o que sempre acontece quando os dois se juntam – apuro visual, grandes interpretações e muita originalidade.

Fonte : Último minuto

***

Essa enxurrada de literatura, filmes e séries endereçada aos jovens com temática ocultista revela que o assunto atrai a juventude  e revela a sede de transcendência que eles trazem dentro de sí.

As figuras miticas como lobisomens e vampiros são simbolicamente relacionadas com o terror e, mesmo em suas versões ligths, não deixam de fazer referência a uma abertura preocupante de nossos jovens e, em alguns casos até em conduzí-los a ultrapassarem a fronteira da ficção para a vida , na medida em que séries como essas podem referendar a perca do senso do Mal,identificado com o demônio e com o terror, cada vez mais visto como figura inexistente e inofensiva, ( afinal, será que ele existe?)

Os jovens não evangelizados não percebem desta forma e até acham  exagero esse tipo de preocupação nos dias de hoje pois, segundo dizem, sabem separar bem a ficção da vida.Talvez..

No entanto, quando a gente encontra jovens cristãos, de Igreja, igualmente encantados com a temática ocultista que essas obras reforçam ou despertam, aí o negócio complica.

Esse tema, a meu ver, abre para nós cristãos uma oportunidade de evangelização e de testemunho de uma transcendência saudável, de um amor verdadeiro, de um sangue – sagrado – derramado na cruz. Não se trata de sair por aí a criticar quem gosta, mas partindo do tema, abrir um canal de evangelização e testemunho.

Urge evangelizar!!  Nossos jovens se encantam com esses temas porque não lhes apresentaram – ainda !- temas mais consistentes e duradouros, ainda não lhes falaram do verdadeiro amor Divino e da beleza do amor humano.

No fundo,eles eles estão a procura de verdade e de um amor verdadeiro.

Nós sabemos onde esse amor está. Agora.. Será que teremos coragem de lhes apresentar?

Você tem?

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* Comunhões e batismos online: bem-vindo às “igrejas” na internet.

sexta-feira, dezembro 4th, 2009

Fatos como estar viajando ou longe da paróquia serviam de desculpas para não ir à missa, mas os membros de igrejas americanas protestantes como a Granger Comunity Church e a Flamingo Road vão precisar buscar outros pretextos, porque estes já não valem mais.

Nestas congregações, muitos serviços religiosos já são oferecidos pela internet, com fiéis comungando com seu próprio pão e vinho a partir de casa, frequentemente, a milhares de quilômetros de distância uns dos outros.

Apesar das reservas que o assunto gera entre os cristãos tradicionais, as igrejas na internet configuram um fenômeno cada vez mais popular nos EUA e uma forma de trazer para os templos os jovens, acostumados a ficar horas em redes sociais.

Organização como a Leadership Network, que estuda e promove a inovação dentro da Igreja, assinala que há pelo menos 40 congregações religiosas de fé protestantes conhecidas como “campus interativos online”. As que já oferecem os serviços afirmam que recebem pedidos de outros pastores querendo adotar iniciativas similares.

A oferta vai além de simplesmente transmitir o sermão dominical por meio de câmera web e criar fóruns de fiéis.

Os portais são completamente interativos, com um pastor dedicado totalmente aos seguidores na rede, no chat ao vivo, e funções adicionais como comungar à distância ou confessar os pecados por meio de um software.

Algumas congregações como a Flamingo Road Church, na Flórida, realizam inclusive batismos na rede. Todas têm grande presença em redes sociais como Facebook, onde contam com grupos de apoio, e dispõem de inúmeros voluntários que, entre outras atividades, controlam para que os conteúdos dos chats e dos fóruns sejam adequados.

LifeChurch.tv, veterana do ramo com 60 mil visitantes por semana, transmite para 140 países, mas não deixa de buscar novos fiéis.

Para captar novos fiéis, a congregação compra publicidade contextual no Google. Cada vez que os internautas digitam termos como “sexo” ou “mulheres nuas” surge na tela uma opção convidando o usuário para entrar em sites religiosos em vez de pecar.

Grande parte da popularidade conquistada pelas igrejas se deve aos jovens ou aqueles que por motivos trabalhistas viajam com frequência e nem sempre podem assistir à missa na paróquia habitual.

Flamingo Road Church, cujo campus na internet reúne a cada final de semana 2,3 mil pessoas, começou a oferecer os serviços em 2007 como uma maneira de expandir internacionalmente o tamanho de sua paróquia.

“Vimos o campus na internet como uma oportunidade de alcançar fiéis em todo mundo, para levar a experiência completa da igreja a pessoas que de outra maneira não conseguiriam ou são reticentes de assistir aos serviços em um prédio físico”, disse à Efe, Troy Gramling, pastor de Flamingo Road.

“Pode ser que não estejamos fisicamente com eles, mas vamos dirigir o amar com o coração de Cristo onde quer que as pessoas estejam conectadas com Deus online”, assinalou.

Para outros membros de diferentes igrejas protestantes dos Estados Unidos, no entanto, esta experiência é deturpada demais e inclusive membros de congregações com serviços na internet discordam sobre até onde se pode chegar com isso.

Gramling diz que os contatos na internet não podem substituir os do mundo real, mas acredita que uma experiência cristã real não precisa ocorrer sempre em um espaço físico.

“Milhões de pessoas experimentam diariamente conexões autênticas por meio de páginas como Facebook”, disse.

“Acreditamos que a linha entre os amigos de alguém na internet ou na cafeteria da esquina é superficial”.

“E quando a interação física é impossível devido à saúde, à distância ou por outra circunstância, por que não oferecer um encontro virtual que permita ao corpo de Cristo crescer”, acrescentou. EFE

Fonte : Yahoo

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* Videogames ofensivos às religiões agora serão punidos.

quarta-feira, dezembro 2nd, 2009

Os senadores da Comissão de Educação e Cultura aprovaram projeto de lei que torna crime fabricar, importar ou distribuir jogos de videogames que difundam preconceito por etnia, orientação sexual, credo ou religião. A punição, nesse caso, pode chegar a três anos de prisão e multa.

A proposta aprovada também prevê punição com até cinco anos de prisão e multa para os autores ou distribuidores de jogos que utilizarem a cruz suástica, símbolo do nazismo. A proposição segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde será analisada em caráter terminativo, ou seja, só passará pelo Plenário se houver recurso por parte de nove senadores.

O Projeto de Lei 170/06, do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), equipara a divulgação de conteúdo discriminatório em videogames ao crime de preconceito, previsto na Lei 7716/89.

Na justificativa da proposta, Raupp cita pesquisa do Instituto de Pesquisa Social da Universidade de Michigan, que mostra que os “videogames mudam as funções cerebrais e insensibilizam os jovens diante da vida”. “Os jogadores frequentes sofrem danos a longo prazo em suas funções cerebrais e em seu comportamento”, relata o senador.

Desrepeito a credos e violência

Valdir Raupp diz que é cada vez mais frequente o desrespeito aos credos religiosos nos jogos eletrônicos.

“Embora sejam classificados pelo Ministério da Justiça, alguns jogos de videogame desprezam, notadamente, o comportamento correto das crianças, ensinando palavrões. Em outros, os “gays” são mortos e as religiões, tais como , budismo, hinduísmo, judaísmo e o cristianismo, são ofendidas. Sobre o cristianismo, vê-se em alguns jogos alguém bater em anjos, enquanto se escuta um coral católico. É comum um superbandido bater asas pelo inferno antes da batalha final, ou até derrotar Jesus e seus doze apóstolos, embora tenham nomes engraçados”.

Na avaliação do senador, os jogos têm incitado a violência. “Nos últimos tempos, os videogames têm se popularizado junto à sociedade e, paralelamente, alguns crimes têm sido creditados à transposição da violência virtual para o mundo real. Eles têm sido considerados uma educação para o ódio de muitas culturas”, acrescenta.

Fonte: Congresso em foco.

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* Pulseiras do sexo.Seu filho usa?

quarta-feira, novembro 25th, 2009

Virou moda entre muitas meninas britânicas o uso de pulseiras de plástico coloridas, apelidadas de “shag bands” (”pulseiras do sexo”, em tradução-livre).

Cada cor representa um ato afetivo ou sexual que, em teoria, a meninas precisariam fazer caso um menino consiga arrebentar a pulseira. Esses atos vão desde um inocente abraço até sexo oral e relações sexuais completas.

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A moda está causando enorme polêmica entre pais e professores e chegou até a secretaria da Criança do país.

Com meninas a partir de oito anos de idade aparecendo com as pulseiras, algumas escolas já proibiram o uso.

Muita gente acha que trata-se apenas de brincadeira de criança, que as pulseiras não significam que as meninas irão realmente fazer o que as cores determinam e que jogos com fundo sexual não são novidade no parquinho. Quem nunca brincou de pega-pega em que o menino dá um beijinho na menina, perguntam eles.

Por outro lado, há quem acredite que a prática expõe crianças pequenas a termos sexuais que elas não conheceriam de outra forma e promove a erotização infantil.

Há também o temor de que proibir as pulseiras só vai torná-las mais desejáveis.

***

Impressiona a capacidade que o homem tem de descobrir formas inteligentes e malignas de promover o erro e atingir nossos filhos e jovens.

Parece apenas uma brincadeira,mas esconde intenções desrespeitosas e preocupanntes.

Sem neurose mas com firmeza, os pais e responsáveis devem dar uma rasteira nesta inspiração maligna e aproveitar para orientar e conversar com os filhos sobre o assunto e oferecer razões que ajustem a vivência sexual para a época e o momento certo,dentro do Matrimônio, como expressão do belo amor humano.

Não tem como evitar que nossos filhos sejam atingidos por essas novidades. A educação e a formação nos valores é um antídoto para responder a essas abordagens redutivas e precoces.

Um filho bem formado responderá a isso com firmeza.

O diálogo franco, tranquilo e firme,não  apenas moralista ( deve-se dar o sentido, senão fica apenas na proibição pela proibição, o  que acaba tendo efeito contrário) ajuda MUITO.

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* Lua nova, o filme. Jornal vaticano emite opinião.

terça-feira, novembro 24th, 2009

O jornal L’Osservatore Romano (LOR) publicou em sua edição desta sexta-feira um artigo no qual critica a nova produção “Lua Nova (New Moon)”, saga de “Crepúsculo”, uma história que relata o triângulo amoroso entre um vampiro vegetariano, um lobisomem e uma adolescente solitária que não encaixa em seu ambiente.

Esta segunda parte da saga mostra a protagonista Bela Swan, deprimida pela partida de seu noivo Edward Cullen, o vampiro, que a deixa para não colocar a vida de sua amada em perigo. Assim se aproxima de seu amigo Jacob Black, quem na realidade é um lobisomem.

“Em Lua Nova –diz LOR– Bela acaba de cumprir 18 anos mas está cheia de cicatrizes não curadas, não só exteriores, é uma moça próxima aos lobisomens que vive em equilíbrio entre dois mundos e foi ferida por quem deveria tê-la protegido”.

O jornal vaticano assinala que este filme “já gerou comentários de muitos (críticos profissionais e não profissionais, bloggers e outros) e a repetição até o cansaço do já foi dito e ouvido sobre o primeiro episódio: se trataria de pura propaganda moralmente perigosa, de um ‘elogio à repressão sexual em si mesma’, de uma espécie de anúncio cristão camuflado como best seller juvenil”.

Com esta tendência, diz o artigo, “terei que tirar o chapéu” para a autora Stephanie Meyers, que escreveu a saga e “que foi capaz de dourar a pílula para encobrir o severo alerta obscurantista com alguns” clichês “para ir criando uma máquina de dinheiro que funciona à toda potência em todo o mundo”.

Depois de comentar o tratamento pouco claro da produção sobre a sexualidade, LOR descreve que no filme “existe uma zona escura, uma hostil ansiedade comum a todos os personagens principais, assim como o medo a serem divididos pelo tempo que passa (apenas para Bela, a protagonista, pois Edward, o vampiro, terá sempre 17 anos) e o terror de decepcionar a pessoa amada, de perdê-la para sempre ou de causar-lhe um mal irremediável, como sucedeu com o Romeu” de Shakespeare.

Como em Crepúsculo, “a opção por fazer que os ‘monstros’ assim como os vampiros e os lobisomens falem é um eficaz instrumento expressivo fazendo que a própria pessoa esteja diante do enigma da liberdade e do misterioso impulso de morte que envenena a vida gerando violência, infelicidade e caos no mundo dos humanos, a ‘ferida original’ que todos têm dentro”.

É melhor, prossegue o artigo do LOR, “evitar chamar ‘pecado’ (seu aroma a incenso poderia alarmar aos laicistas) à ‘ferida original’ que pode ser traduzida como a sombra que envolve as relações de amizade ou amor, que transforma à chamada sociedade civil em uma instância de crueldade e ferocidade”.

Pode-se ver, ademais, “a facilidade com a que um afeto profundo ou inclusive uma relação de simples empatia se transforma em uma relação de poder, e o gosto amargo da ‘espinhosa realidade’, como escrevia Rimbaud, que se revela na contínua repetição do mecanismo de ‘tensão para o cumprimento, desilusão, reação violenta’”.

O texto assinala também que a “cada certo tempo o registro constantemente alto do roteiro faz tropeçar os diálogos em qualquer ingenuidade e não faltam algumas estupidezes e quedas da tensão, sobre tudo nas cenas rodadas na Itália, em Montepulciano (…) mas os intérpretes parecem convincentes (ao menos até agora) e irônicos inclusive fora do set: ‘75 por cento do mérito é dos cabelos’, responde Robert Pattinson (Edward) ao ser perguntado pelo êxito planetário do bom vampiro, um pouco James Dean, um pouco ícone dark de quem vive na cidade mais chuvosa dos Estados Unidos”.

De outro lado, o perito em cinema do Pontifício Conselho para a Cultura, Dom Franco Perazzolo, assinalou que a esta produção constitui “um vazio mais perigoso que qualquer tipo de mensagem desviada”.

O gênero vampiresco combina uma série explosiva de imagens que sempre atrai às jovens gerações para os extremos, depois do qual se encontra o vazio“, disse.

Fonte : ACI

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* Mickey “mau”? Para atrair mais público, Disney cria uma versão egoísta do ratinho em jogo de videogame.

segunda-feira, novembro 23rd, 2009
FOTOS: GAMEINFORMER; DIVULGAÇÃO
SOMBRIO No jogo, o ratinho circula por um mundo estranho e sombrio

Nas últimas oito décadas o mundo se acostumou com a agradável presença do ratinho Mickey Mouse, um sujeito boa-praça, bem intencionado e ingênuo. Com a força que emanou de Mickey a Walt Disney Company se firmou como uma das maiores produtoras de conteúdo infantil do planeta. Estima-se que, em 2008, só a marca Mickey tenha movimentado US$ 5 bilhões, o equivalente a 13% do faturamento total do grupo, estimado em US$ 37,8 bilhões anuais.

Mas a Disney quer que ele renda ainda mais. E, para isso, a empresa arquiteta mudanças para o personagem em 2010. O marco zero da nova fase será o lançamento do jogo Epic Mickey, que apresentará um ratinho mais complexo, cujas atitudes não se esgotam no bom-mocismo.

“Queremos trazer o heroismo e até um pouco de mau comportamento de volta”, diz Warren Spector, diretor criativo do game. “Hoje ele é lembrado apenas como estampa de camiseta, ou como brinquedo de criança. Queremos mudar isso.”

A superprodução Epic Mickey chegará ao Wii, da Nintendo. No game, caberá ao jogador decidir como ele se comportará – se ele será bonzinho e polido, como de costume, ou egoísta e até mau. O jogador deve guiar o ratinho por uma terra de ninguém habitada por personagens criados pela Disney em seus 81 anos de existência, mas que, por alguma razão, não fizeram sucesso e hoje se ressentem da fama que Mickey parece não querer dividir.

Armadilhas criadas a partir de atrações de parques como o Walt Disney World, nos Estados Unidos, também compõem o cenário. E a autorreferência não para por aí. No jogo, as principais ferramentas do herói são um pincel e um pote de tíner, para diluir a tinta que cria o estranho mundo por onde Mickey circula. “O jogador pode decidir que tipo de herói ele quer ser”, explica Spector. “E as decisões que ele toma moldam o Mickey, tanto em sua aparência quanto em suas habilidades”, diz.

Com o ingresso em escala épica de Mickey Mouse nos games, a Disney se arrisca para inovar com o que tem de mais tradicional.

“Não é um novo personagem, mas as pessoas vão conhecer um lado novo do Mickey”, diz Marcelo D’Emidio, da Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo (ESPM-SP). Mas o risco é controlado.

“A Disney não começou a mudança na parte de filmes ou de programas de televisão”, ressalta André Galiano, da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap).

Para ele, o mundo dos videogames é bastante segmentado, tem impacto principalmente no universo adolescente e pode servir de tubo de ensaio para um Mickey menos bonzinho. “Mas é sempre difícil e arriscado mexer com um clássico”, afirma Galiano. Ainda mais quando ele é um sucesso que encanta e rende bilhões.

Fonte: Revista Isto É

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- Britânico ‘Jedi’ diz que foi discriminado em loja por usar capuz

domingo, setembro 20th, 2009
Yoda
Loja alegou que Jedis famosos, como Yoda, nem sempre usam capuz

Um jovem britânico que se declara seguidor da religião Jedi disse que um supermercado do país discriminou sua religião ao pedir que ele deixasse a loja por estar vestindo um capuz.

O britânico Daniel Jones, do País de Gales, diz ter fundado sua própria versão da religião Jedi, inspirada na série de filmes Guerra nas Estrelas. Segundo sua crença, ele teria que se vestir como um cavaleiro Jedi.

Nos filmes, os Jedis são cavaleiros que usam roupas parecidas com as de monges. A indumentária inclui o uso do capuz.

Daniel Jones estava fazendo compras em uma loja da cadeia de supermercados Tesco na cidade de Bangor, no norte do País de Gales, vestido com seu traje inspirado nos Jedis.

No entanto, ele foi alertado que a loja não permite o uso de capuz, alegando questões de segurança. Jones, que se diz fundador da Igreja do “Jedi-ismo”, recusou-se a remover seu capuz e foi convidado a se retirar do estabelecimento. Ele comparou o uso de capuz de seus correligionários ao uso da burqa por muçulmanos.

O jovem diz que o Tesco desrespeitou seu direito à crença e insiste que sua fé o obriga a se vestir como um cavaleiro Jedi.

“Nós usamos capuzes em lugares com muitas pessoas quando nos sentimos intimidados, ou quando nos sentimos desconfortáveis. É um ato simbólico da nossa religião, da nossa crença, para mostrar quem somos e no que acreditamos”, disse Jones à BBC.

‘Bem-vindos’

O jovem de 23 anos afirma que sua escolha religiosa merece o mesmo respeito que a de outras pessoas. Ele reclamou que os funcionários da loja foram grosseiros e caçoaram da sua crença.

O supermercado preferiu reagir com humor à reclamação do jovem. Um porta-voz do Tesco disse que os três cavaleiros Jedis mais famosos – Yoda, Obi-Wan Kenobi e Luke Skywalker – nem sempre usam capuz e que Jedis sem capuz são bem-vindos em suas lojas.

“Se eles caminharem usando seus capuzes, eles perderão muitas das nossas ofertas”, disse o porta-voz.

Daniel Jones diz que apesar de sua crença ser baseada nos filmes, a Igreja não segue necessariamente os mesmos princípios e condutas dos cavaleiros fictícios.

“Eles não são reais. Eu sou real e esta é a minha religião, isso é algo completamente separado do filme”, disse Jones.

Daniel Jones diz ter criado sua versão da Igreja do “Jedi-ismo” no ano passado, mas no começo desta década muitas pessoas já se declaravam Jedis ou “cavaleiro Jedi” em questionários de censos em países como Grã-Bretanha e Estados Unidos.

O censo de 2001 na Inglaterra e no País de Gales afirma que mais de 390 mil pessoas se declararam da religião Jedi naquele ano.

Segundo o jornal britânico The Guardian, Daniel Jones está considerando a possibilidade de processar a cadeia de supermercados.

Fonte: BBC Brasil

***

O que me preocupa em noticias como essa é que, mesmo querendo acreditar que as pessoas sabem separar a realidade da ficção, ainda tem pessoas que absorvem de tal forma o conteúdo que acabam gerando essas loucuras…

Isso não funciona apenas na área do entretenimento.

Isso comprova o vazio da presença dos pais na vida destes jovens.Ausência ou fraqueza.Os pais não tiveram força para mudar e isso evidencia que houve falha no processo educativo.

Mesmo já “adultos”, os jovens tem como “pano de fundo” em suas decisões o que aprenderam de seus pais que ,de alguma forma, ainda os influência.

A Grã Bretanha é uma nação historicamente identificada com as raizes cristãs.

Lamentável que a expressão cristã desta nação,pelo menos nesse caso, não tenha sido capaz de preencher o vazio de transcendência que todo os seres humanos tem.

Na falta de apresentação de nosso amado salvador Jesus,”serve “ser Jedi.

Lamentável.

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Formando personalidades cristãs maduras à luz da Verdade,a serviço da Igreja e dos homens de boa vontade.
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