Posts Tagged ‘Fé e Ciência’

* Santo Sudário é do primeiro século, SIM! Experimentos científicos confirmam aquilo que a fé nos afirma!

terça-feira, junho 11th, 2013

Rádio Vaticano

O Santo Sudário se formou com uma poderosíssima descarga elétrica e a sua datação encontra novas relevâncias científicas que o colocam na época de Cristo. Esses são os dois dados que emergem da apresentação do estudioso do Lençol Sagrado, professor Giulio Fanti, por ocasião do Congresso Eucarístico Nacional alemão, realizado de 5 a 9 de junho, em Colônia, na Alemanha.

Quais as últimas experiências realizadas sobre o Sudário?
Professor Fanti: “Através do financiamento de algumas escolas fizemos um estudo de datação baseado nas análises RAMAN e IF-TR – que são duas análises específicas de espectrometria e química – e uma análise mecânica “multiparamétrica”. Todas essas análises foram realizadas sobre uma amostra original proveniente do Sudário, após ter determinado uma escala de valores, utilizando uma série de amostras antigas partindo de 3.000 a.C. até os nossos dias. Todas as três datações evidenciaram datas ao redor do século I d.C., e como resultado final, veio fora que a data mais provável do Sudário com uma certeza de 95% é de 33 a.C. Portanto, compreende precisamente a época na qual viveu Jesus Cristo”.

E quais particularidades do Sudário chamaram a sua atenção, o senhor que o estuda há mais de 15 anos muito de perto?

Professor Fanti: “Há uma particularidade que é extremamente importante, e é a da imagem corpórea. A imagem corpórea ainda hoje não é possível reproduzir. Há vários estudiosos de várias entidades mundiais, que estão procurando dar uma explicação de como se formou essa imagem. Eu também, com vários colaboradores, cheguei à hipótese, creio a mais provável, que esta imagem tenha se formada após uma intensa explosão de energia, muito intensa, mas breve. Muito provavelmente, essa explosão de energia é de tipo elétrico, ligada a fortes campos elétricos da ordem de 50 milhões de volts. Quem diz isso é o cientista Igor Bensen, estadunidense, que por primeiro fez análises neste sentido; 50 milhões de volts significa concentrar no mesmo instante 50 raios, essa é a entidade da energia que seria necessária para formar uma imagem semelhante a do Sudário. Eis porque ainda hoje, também em laboratório, não se conseguiu reproduzir algo desse gênero”.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* A Igreja tem como provar a existência de Deus?

sexta-feira, junho 7th, 2013


José Frazão Correia, sj

Que provas dá a Igreja da existência de Deus?, perguntaram-me há dias.

Como responder a uma pergunta, imagino que sincera, mas, em si mesma, tão insidiosa? Que dizer de significativo se, à partida, Deus fosse colocado como simples objeto de uma prova científica ou como demonstração de tipo matemático?

Existirá, na história do cristianismo, uma única pessoa que tenha chegado à fé, só porque alguém, particularmente inteligente e claro, lhe provou que Deus, de fato, existe? Ou, ao invés, haverá alguém que deixe de crer, simplesmente porque outro, igualmente inteligente e muito esclarecido, lhe prova que Deus, afinal, não existe?

Bastaria abrir uma só vez qualquer página da Escritura para perceber que, na tradição hebraico-cristã, a existência de Deus se coloca num registo totalmente diferente. Antes de mais, porque é o Deus de um povo, de homens e de mulheres de carne e osso.

Ou bastaria recordar que o cristianismo não se compreende sem a encarnação de Deus na história de Jesus. Portanto, que Deus não diz de Si senão enquanto Se dá a nós, dando-Se a reconhecer por dentro dos cumes e dos abismos da nossa humanidade, das nossas linguagens, dos nossos ritmos e lugares.

A fé cristã não professa simplesmente que Deus existe (seria tão pouco ou quase nada), mas, sim, que a Sua existência é radicalmente relevante para a nossa. Em Jesus, sim, professa que Deus existe, mas enquanto existe desde sempre para nós e que é para sempre connosco. Deus é enquanto Se dá e dá-Se enquanto Se dá ao reconhecimento dos nossos afetos e da nossa inteligência. No fundo, da nossa liberdade.

É verdade que o tema das provas da existência de Deus é muito antigo no pensamento cristão. Diz respeito ao «conjunto de procedimentos intelectuais pelos quais a razão humana se eleva até à formulação de Deus». Sobre ele escreveram pensadores de tanta relevância como S. Agostinho, S. Anselmo, S. Tomás, Kant ou Hegel.

Em 1870, foi um Concílio, o Vaticano I, a afirmar que Deus, princípio e fim de todas as coisas, pode ser conhecido e, portanto, demonstrado a partir «das obras visíveis da criação», tal como uma causa é conhecida pelos seus efeitos. Não é pouco o que aqui se declara. Trata-se da relação íntima e inseparável que, no cristianismo, se estabelece entre criação, fé, inteligência e procura da verdade. Ou, de outro modo, da afirmação de que Deus, Aquele que na fé Se professa e Se adora, não é estranho à razão que partilhamos enquanto seres humanos.

O Papa Bento XVI não se tem cansado de o recordar. Sabemos, porém, que colocar, hoje, a questão de Deus em termos de provas irrefutáveis, ilude, antes de mais, a dinâmica e a
fecundidade existencial da fé que é sempre visceral e dramática. Sendo questão de vida, não pode não implicar a totalidade de uma vida e uma vida toda. Além disso, não é difícil encontrar quem, por meio de provas irrefutáveis, pretenda argumentar a não existência de Deus. Basta recordar R. Dawkins (A ilusão de Deus) – autor que recentemente escreveu sobre as «razões para não crer». Colocando-se no campo das provas, pretendeu provar, finalmente, que Deus é apenas uma ilusão. Mas, dito isto, sobre Deus e sobre a fé, não ficou ainda (quase) tudo por dizer?

Voltando à pergunta inicial – que provas dá a Igreja da existência de Deus? – responderei que a Igreja não prova, testemunha. A primeira testemunha é o próprio Jesus que, na história da sua vida entre nós, realiza a reciprocidade mais perfeita que um homem pode desejar ter com a sua própria origem. A esta chamou Pai. Assim é para cada cristão. Pela configuração da sua vida ao Evangelho de Jesus, cada qual, segundo a sua medida, diz quem Deus é, garantindo que quer ser para nós, mas não sem implicar a nossa liberdade. Depois, por serem testemunhas, nem os cristãos, nem os mártires entre eles, são cópias ou repetidores. Por darem uma configuração particular e única à «verdade que é a vida de todos e de sempre»; por lhe darem corpo e biografia, cada qual testemunhará sempre a originalidade de um encontro único, dizendo, por isso, algo de singular sobre a infinita riqueza de Deus que é para nós.

Para aprofundar este tema:
J. I. G. FAUS – I. SOTELO, Deus e a Fé, Casa das Letras, 2005.
E. SALMANN, La palabra partida: Cristianismo y cultura postmoderna, PPC, 1999.
P. SEQUERI, La idea de la fé, Sigueme, 2007.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Seria Deus e a experiência religiosa “apenas” uma criação do cérebro humano?

quarta-feira, junho 5th, 2013


Experiências ‘estranhas’, ‘sobrenaturais’, são frequentemente narradas por pessoas afetadas por doenças mentais. Para alguns neurocientistas que se têm pronunciado sobre esta questão em décadas recentes, as experiências fora do comum, relacionadas com Deus, anjos e demônios, relatadas pelos seus pacientes afetados de perturbações mentais, são por eles acriticamente identificadas como experiências religiosas, e com base nelas consideram que se pode proceder a uma análise clinica e cientificamente objetiva da experiência religiosa em geral. Esta corrente tem sido denominada ‘neuroetologia’.

É no contexto da neuroteologia que surgem quatro afirmações sobre a experiência religiosa.

A primeira é a de que ela acontece nos estreitos limites do cérebro humano.

A segunda, é a de que a experiência religiosa é algo de extraordinário, não comum, e está com frequência associada a perturbações mentais.

A terceira é a de que tal experiência é essencialmente emocional e não cognitiva.

A quarta, consequência das três primeiras, é a de que o conteúdo da experiência religiosa nada tem a ver com qualquer realidade divina existente fora dos percursos neuronais do cérebro humano.

Michael Persinger é um dos neurocientistas que primeiro defendeu desde a sua primeira obra Neuropsychological Basis of Human Belief (1987), as teses hoje integradas na neuroteologia, afirmando: “as experiências de Deus são fenómenos transitórios, carregados de referências emocionais. A natureza dessas experiências é influenciada pela zona específica do cérebro na qual tem a sua origem”.( Michael Persinger, Neuropsychological Basis of Human Belief, New York: Praeger Publishers, 1987, p. 1.)

Na mesma linha de Persinger, Rawn Joseph afirma mais especificamente: “a intensa ativação do lobo temporal, do hipocampo e da amígdala, têm sido entendidas como fonte de intensas experiências sexuais, religiosas e espirituais, e a sua hiperestimulação contínua pode levar o indivíduo a estados de hiper religiosidade ou à visualização e experiência de fantasmas, demônios, anjos, e até mesmo de Deus, a afirmar-se possuído por anjos ou demônios, ou ter a experiência de deixar o seu próprio corpo.” (R. Joseph, “Dreams, spirits, and the soul” in R. Joseph (org), Neurotheology. Brain, Science, Spirituality, Religious Experience, San Jose, Califórnia, California University Press, 2003, p. 412.)

Um outro neurocientista, V.S. Ramachandran, afirma, referindo-se às experiências religiosas dos pacientes que sofrem de epilepsia no lobo temporal esquerdo, que “todos os estudantes de medicina aprendem que os pacientes com crises de epilepsia nesta parte do cérebro, podem experimentar fortes experiências espirituais durante as crises, e preocupam-se frequentemente com problemas espirituais e morais, mesmo durante os períodos entre uma crise e outra.” (V.S.Ramachandran – S. Blakeslee, Phantoms in the Brain, New York: Quill William Morrow, 1998, p. 175)

Tais pacientes “vivem experiências espirituais profundas e impressionantes, como o sentimento de uma presença divina e a sensação de se encontrarem em direta comunicação com Deus, e afirmarem-se possuídos por anjos ou demônios, ou a terem a sensação de saírem do próprio corpo.”( Ibid., p. 179)

Observando o lobo parietal posterior superior durante o estado de profunda meditação de um monge budista, Andrew Newberg, um dos mais conhecidos e reputados ‘neuroteólogos’ verificou que existia naquela área cerebral, responsável pela percepção dos limites do próprio corpo e do seu movimento no espaço, uma atividade particularmente baixa. O sentimento de perda da percepção dos limites do próprio corpo e de união com o universo experimentado pelo monge, é o simples resultado da diminuição de atividade neuronal naquela zona do cérebro. O autor afirma que encontrou o mesmo gênero de correlação em religiosas franciscanas que entravam em profunda oração. Newberg apresenta a sua teoria como uma metateologia, que revela as condições neurobiológicas de possibilidade da experiência religiosa.

Sem negar o interesse dos estudos de Newberg e dos neuroteólogos em geral, deve dizer-se que há em todos eles um esquecimento da natureza relacional do ser humano, e da dimensão comunitária da experiência religiosa, entre outros elementos.

Além disso, as experiências acima apresentadas pelos neurocientistas, são em geral, fonte de prazer. Como afirma mais explicitamente Persinger, “normalmente a experiência de Deus inclui emoções eufóricas e positivas. A pessoa fala de uma extraordinária experiência de Deus que é caracterizada por um profundo sentimento de paz, de serenidade cósmica e do significado de tudo. Trata-se sempre de um estado que inclui a redução da ansiedade acerca da morte.” (Neuropsychological Basis of Human Belief, p. 2)

Ora, a experiência religiosa não tem que ser necessariamente caracterizada por uma paz silenciosa, ou sequer por uma agitada euforia. Há pessoas cujas experiências religiosas passam por períodos, por vezes longos, de aridez e sofrimento. Como afirma Woodward, “um dos principais erros dos neuroteólogos consiste em identificar a religião com experiências e sentimentos específicos. Perder-se na oração pode ser agradável e excitante, mas estas emoções não têm nada a ver com a qualidade da nossa relação com Deus. De fato, muitas pessoas rezam melhor quando sentem vergonha ou dor, e o sentimento da ausência de Deus não é menos válido que a experiência da presença divina.” (“Faith is more than a feeling”, Newsweek, 7, May 2001, p. 58.)

Os autores que associam as experiências religiosas à activação neuronal do lobo temporal esquerdo durante episódios de epilepsia não fazem qualquer distinção entre experiências religiosas normais e patológicas, com excepção de Andrew Newberg. O autor reconhece que é um erro estabelecer uma associação necessária entre experiência religiosa e patologia: “nem todas as pessoas com epilepsia no lobo temporal esquerdo têm experiências religiosas, e certamente nem todas as experiências religiosas estão relacionadas com a atividade epiléptica no lobo temporal esquerdo. … Por conseguinte, o estudo neurocientífico das experiências espirituais deve, em parte, incluir uma ulterior distinção entre experiências espirituais que ocorrem em pessoas sem perturbações neuropsiquiátricas e experiências espirituais associadas com patologia.” (A. Newberg, “Pathological and normal spiritual experiences”, in The Global Spiral, 2001.12.10, em www.metanexus.net.)

Persinger e os demais neurocientistas citados não estabelecem a necessária distinção entre a condição necessária para que se verifique a experiência religiosa, ou qualquer outra experiência, – a actividade neuronal -, e a condição suficiente para que se verifiquem tais experiências.

Uma condição necessária não é sempre condição suficiente e, no caso da experiência religiosa, a actividade neuronal só poderia ser considerada condição suficiente se aquela experiência fosse fundamentalmente causada pelo cérebro. Ora, isso é o que se pretende provar. Não se pode partir desse pressuposto. A experiência religiosa tem a ver não apenas com a ativação cerebral, mas também com a cultura em que a pessoa se encontra – não necessariamente aquela em que nasceu ou em que foi educada – e tem a ver com opções livres e racionais no contexto da vida quotidiana, opções que são o resultado da interação de complexos fatores, internos e externos. Para os crentes, entre estes fatores está, tanto interna como externamente, Deus. Por conseguinte, a ativação neuronal é condição necessária mas não suficiente da experiência religiosa.

P. Alfredo Dinis, sj

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Um milagre eucarístico impressionante na Itália.

sexta-feira, maio 31st, 2013


Zenit

O sacerdote franciscano Paolo Spring tem desde 1997 uma missão que está plenamente relacionada com sua vocação: cuidar do milagre eucarístico que se encontra na basílica de São Francisco na cidade de Siena, localizada na região da Toscana, ao norte da Itália.

Semanalmente, recebe dezenas de grupos de peregrinos, desde crianças que se preparam para a primeira comunhão, até estrangeiros que aproveitam sua viagem para visitar essa cidade cheia de arte, história e espiritualidade, para ver um dos milagres eucarísticos mais impressionantes, o milagre das 223 hóstias consagradas há 280 anos que até agora estão intactas em uma das capelas laterais da basílica.

Ao acolher os fiéis, o padre lhes conta a história do milagre em inglês ou italiano, e ele mesmo, ao narrá-la, maravilha-se diante desse feito, como se fosse a primeira vez que escuta a história.

“Eles vêm de todo o mundo, onde há católicos. Vêm para ver o milagre. Quando chegam, cantam, comovem-se e choram de alegria”, disse o sacerdote.

Uma alegria que contagia e renova até mesmo o sacerdote, mas ele conhece a história há muito tempo. Ainda recorda a primeira vez que viu estas hóstias: “No final dos anos 70, em uma peregrinação, quando vim aqui e conheci o milagre, pensei: deve permanecer bem protegido, deve ser divulgado, devemos trabalhar para quem vem até aqui entender, e ir embora com esse milagre em seu coração”.

Milagre diário

Foi em 1730. Em 14 de agosto, véspera da festa da assunção da Virgem Maria, em todas as igrejas de Siena, os sacerdotes consagraram hóstias adicionais para quem quisesse receber o Corpo de Cristo no dia seguinte.

À noite, todos os sacerdotes de Siena se reuniram na catedral principal dessa cidade para fazer uma vigília e deixaram suas respectivas igrejas sozinhas. Alguns ladrões aproveitaram e entraram na basílica de São Francisco para roubar o copo de ouro com as hóstias consagradas.

Na manhã seguinte se deram conta de que as hóstias não estavam e, no meio da rua, um paroquiano encontrou a parte de cima do copo. Confirmou assim que o corpo de Cristo havia sido roubado. Os habitantes de Siena começaram a rezar para que aparecessem as hóstias.

Três dias depois, enquanto um homem estava orando na igreja de Santa Maria em Provenzano, muito próximo da Basílica de São Francisco, notou que havia algo de cor branca dentro de uma caixa destinada para doação dos pobres. Imediatamente informaram ao arcebispo e chegaram para ver do que se tratava.

Abriram a caixa, eram as 351 hóstias consagradas – o mesmo número de hóstias que foram roubadas. “Esses três dias foram como os dias entre a Crucificação e a Ressurreição”, disse o padre Spring. Estavam cheias de poeira e teia de aranha. Os sacerdotes as limparam cuidadosamente.

Então houve um dia de adoração e reparação. Milhares de fiéis foram até a basílica para agradecer a descoberta. Essas não foram distribuídas, ao que parece, porque os franciscanos queriam que os peregrinos as adorassem até o momento em que se deteriorassem (porque ao se deteriorar, desaparece a presença real de Cristo).

Mas as hóstias permaneciam intactas e com um odor muito agradável. As pessoas começaram a considerá-las milagrosas e cada vez iam mais peregrinos para orar diante delas. Algumas poucas foram distribuídas em ocasiões especiais.

Hoje, 280 anos depois, permanecem 223 hóstias que apresentam o mesmo estado que tinham no dia em que foram consagradas. “Em diversas etapas foram examinadas e fisicamente conservam todas as características de uma hóstia recém-feita”, explica o padre Paolo.

Em 1914, foi feito um exame mais rigoroso desse milagre, por disposição do Papa São Pio X. “As Sagradas Partículas resultaram em perfeito estado de consistência, lúcidas, brancas, perfumadas e intactas”, disse padre Spring.

Também foi concluído nesse exame que as hóstias roubadas foram preparadas sem precauções científicas e guardadas em condições normais, e em circunstâncias normais a deterioração deveria ter sido rápida.

Em 14 de setembro de 1980, o Papa João Paulo II viajou a Siena para celebrar os 250 anos desse Milagre Eucarístico. Ao ir, disse: “é a Presença”. Também foram orar diante dessas hóstias santas, personagens como São João Bosco e o beato Papa João XXIII.

Para o padre Spring, o Milagre Eucarístico de Siena “representa uma prova do amor de Deus para nós e a presença para nos sustentarmos contra as dúvidas e dificuldades, o milagre com o qual Deus Pai está ajudando a Igreja a não ter medo, para viver a presença de seu fundador enviado pelo Pai para fazer sua vontade”.

“Aqui existem duas coisas milagrosas”, diz o padre Spring, apontando as hóstias consagradas há quase três séculos. “O tempo não existe, se deteve”. E o sacerdote explica o segundo milagre: “os corpos compostos e as substâncias orgânicas estão sujeitos a murchar”. É um milagre vivo, contínuo, não sabemos até quando o Senhor o permitirá”, conclui o sacerdote.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Para que serve uma Universidade, afinal, se ela não tem como FUNDAMENTO a VERDADE?

quinta-feira, maio 30th, 2013

Cada vez fica mais evidente a atual crise das Universidades.

Essa não se refere a fatores econômicos, nem mesmo ao fato dos jovens chegarem ao ensino superior com um nível de aprendizagem cada vez mais baixo, mas sim a uma verdadeira crise de identidade. A pergunta séria, que muitos querem silenciar, é simplesmente: para que serve uma Universidade? É interessante a questão sobre o que deveria inspirar uma Universidade, algo que não é de hoje, pois foi colocada por diversos pensadores do século passado. Damos uma resposta aqui a partir das reflexões do filósofo e teólogo alemão Romano Guardini, que se dedicou ao ensino universitário por mais de 60 anos, desde o início do século XX[i].

Para ele, a Universidade é o lugar por excelência onde se pode dizer e escutar a verdade. De modo que essa instituição «adoece quando a verdade deixa de ser o ponto de referência principal do saber universitário» (pg. 40).

Quando Guardini defendeu essa tese, trazia na memória as experiências sofridas durante a tirania nazista, na qual muitos intelectuais se comprometeram com uma ideologia que aparentemente queria aplicar uma verdade, mas que vivia da mentira e da violência. Para ele, a causa da traição de vários intelectuais daquele período foi a tese de que a verdade existe para servir à vida. O filosofia vitalista de F. Nietzsche, de fato, defendia que a verdade nada mais era do que um conjunto de metáforas, uma invenção dos débeis para dominar os mais fortes.

Para a dita filosofia a verdade deve servir à vida, à produção, ao sucesso (também do Estado), em uma palavra, a tudo o que é útil à vida. E o que seria útil à vida? Isso seria decidido pela vontade mesma. Surgia assim a tirania da «vontade de poder», uma vontade forte desligada do compromisso para com a verdade e para com o bem de todos. Nesse contexto, a Universidade nada mais seria do que uma peça da engrenagem da máquina estatal para transmitir os “novos valores” ao povo alemão. O Estado seria o detentor único de uma filosofia superior que afirmaria a supremacia da vida do novo homem.

Para Guardini, essa doutrina é falsa e destrutiva, e isso pode ser demonstrado não só filosoficamente, mas também através da história. Pois o homem vive daquilo que está acima dele. O homem é como uma árvore invertida, que possui suas raízes no Céu, como bem viu Platão[ii]. A vida não pode ser o valor supremo, pois essa tem em si aspectos contraditórios. Os animais são governados pelo instinto, mas o homem pode dizer não a eles. O homem é um ser livre e pode querer inclusive o que vai contra a sua própria vida própria e a do seu próximo. No ser humano há não só a vontade de viver, mas também o instinto de morte. Como poderia, pois, a verdade servir à vida, sendo que essa possui um caráter contraditório?

Historicamente se viu que quando a vida é colocada acima da verdade, paradoxalmente, surge todo tipo de atrocidade. Quando uma vida ideal – a ideologia da segurança e do bem-estar a todo custo – é buscada independentemente da verdade, os homens reais correm o risco de sofrer todo tipo de brutalidade. A busca por um “super-homem” foi uma ilusão que causou o extermínio de milhões de seres humanos reais, e deveríamos aprender algo com a história.

Sendo assim, o único modo de se defender a vida é, por incrível que pareça, afirmar o primado da verdade sobre ela. Somente em relação à verdade a vida humana se torna justa e reta. «Acima da vida deve estar algo que não depende dela, que não a serve, mas que tem em si mesmo uma excelência: a verdade. Saber isso, descobrir isso em modo sempre novo, experimentá-lo, anunciá-lo: eis o papel das Universidades. Se isso é esquecido, a Universidade perde o seu sentido. Torna-se uma escola profissionalizante entre outras, que possui um significado prático, mas não um valor espiritualmente essencial» (p. 27).

A Universidade deve servir à busca da verdade por si mesma. A razão da crise de identidade das Universidades atuais consiste no fato de que as ciências busquem a verdade, mas culturalmente somos levados a crer que a verdade não existe. Muitas vezes o dogma da inexistência da verdade é “ensinado” nas mesmas Universidades, as quais deveriam alimentar nos alunos o desejo de descobrir e de servir à verdade. Surge assim uma tensão na comunidade acadêmica: entre os que buscam a verdade por si mesmo e os que se deixam seduzir pelo ceticismo, o qual se manifesta em uma destrutiva «vontade de poder».

Certamente, só quando a Universidade busca a verdade por si mesma pode contribuir para salvaguardar a dignidade inalienável da pessoa humana e a sua própria identidade. O risco da Universidade é o de colocar-se ao serviço de algo que seja inferior à verdade mesma: seja ao Estado, seja aos interesses de mercado. Uma Universidade digna desse nome deve guiar-se pela vontade sincera de verdade e não pela «vontade de poder», de sucesso político ou de lucro. Só assim ela continuará sendo um verdadeiro caminho verso algo de único (uni-versus), a verdade, que é objetiva e a única a garantir realmente a defesa da dignidade da vida humana.

Pe. Anderson Alves, sacerdote da diocese de Petrópolis – Brasil. Doutorando em Filosofia na Pontificia Università della Santa Croce em Roma.

[i] R. Guardini, Tre scritti sull’università, Morcelliana, Brescia 1999. O terceiro texto do livro é uma das últimas conferências de Guardini e tem o título: “Vontade de poder ou vontade de verdade? Um interrogativo para a Universidade”.

[ii] Platão, Timeo, 90a. O filósofo francês Rémi Brague (1947), vencedor do prêmio Ratzinger 2012 retormou recentemente esse tema platônico, dizendo que o homem tem suas âncoras no céu. Cfr. R. Brague, Ancore nel cielo. L’infrastruttura metafisica, Vita e Pensiero, Milano 2011.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Milagre eucarístico de Buenos Aires e o Papa Francisco.

quinta-feira, maio 30th, 2013

Em 1996, o Papa Francisco, então Cardeal Jorge Bergoglio, Arcebispo de Buenos Aires, conduziu verificação para comprovar milagre eucarístico acontecido na capital argentina. O chamado milagre eucarístico de Buenos Aires ocorreu quando uma hóstia consagrada tornou-se carne e sangue, o Cardeal ordenou que se chamasse um fotógrafo profissional para tirar fotos do acontecimento para que os fatos não se perdessem. Depois foram conduzidas pesquisas de laboratório coordenadas pelo Dr. Castañón.

“Os estudos mostram que a matéria colhida da hóstia era uma parte do ventrículo esquerdo, músculo do coração de uma pessoa com cerca de 30 anos, sangue tipo AB, que tivesse sofrido muito com a morte, tendo sido golpeado e espancado. Os cientistas que realizaram o exame não sabiam que era material proveniente de uma hóstia consagrada, isso só lhes foi revelado após a análise, e foram surpreendidos porque haviam encontrado glóbulos vermelhos e brancos pulsando durante a análise, como se o material tivesse sido colhido direto de um coração ainda vivo.”

“As l0h de 18 de agosto, o padre Alejandro Pezer celebrava a santa Missa em uma igreja no centro comercial de Buenos Aires. Como estava já terminando a distribuição da sagrada comunhão, uma mulher veio até a ele e informou que tinha encontrado uma hóstia descartada em um candelabro na parte de trás da igreja. No lugar indicado, o Padre viu a hóstia profanada. Como ele não pudesse consumi-la, colocou-a em uma tigela com água, como manda a norma local, e colocou-a no Santuário da Capela do Santíssimo Sacramento, aguardando que dissolvesse na água.”

“Na segunda-feira 26, ao abrir o Tabernáculo, viu com espanto que a hóstia havia se tornado uma substância sangrenta. Relatou o fato então ao Arcebispo local, Cardeal Dom Jorge Bergoglio, que determinou que a hóstia fosse fotografada profissionalmente. As fotos foram tiradas em 6 de setembro de 1996. Mostram claramente que a hóstia, que se tornou um pedaço de carne sangrenta, tinha aumentado consideravelmente de tamanho.”

“Durante anos a hóstia permaneceu no tabernáculo e o acontecimento foi mantido segredo. A hóstia não sofreu decomposição visível, o Cardeal Bergólio decidiu mandar analisá-la cientificamente. Uma amostra do tecido foi enviando para um laboratório em Buenos Aires. O laboratório relatou ter encontrado células vermelhas e brancas do sangue do tecido de um coração humano. O laboratório também informou que apresentava características de material ainda vivo, com as células pulsantes como se estivesse em um coração.”

“Em l999, foi solicitado ao Dr. Ricardo Castañón Gomez que realizasse exames adicionais. Em 5 de outubro de 1999, na presença de representantes do Cardeal Bergoglio, o Dr. Castañón retirou amostras do tecido ensanguentado e enviou a Nova York para análises complementares. Para não prejudicar o estudo, propositalmente não foi informado à equipe de cientistas a sua verdadeira origem. O laboratório relatou que a amostra foi recebida do tecido do músculo do coração de um ser humano ainda vivo.”

“Cinco anos mais tarde, o Dr. Gomez chegou à seguinte conclusão: ‘O material é fragmento do músculo cardíaco que se encontra na parede ventrículo esquerdo, bombeia sangue para todas as partes do corpo. O músculo tinha uma condição inflamatória e um grande número de células brancas do sangue, o que indica que o coração estava vivo no momento da colheita da amostra, já que as células brancas do sangue morrem fora de um organismo vivo. Além do mais, essas células brancas do sangue haviam penetrado no tecido, o que indica ainda que o coração estava sob estresse severo, como se o proprietário tivesse sido espancado.’”

“Evidentemente, foi uma grande surpresa para o cardiologista saber a origem do tecido. Dois australianos, o cientista Mike Willesee e o advogado Ron Tesoriero, testemunharam os testes. Ao saberem de onde a amostra tinha sido recolhida, demonstraram grande surpresa. Willesee perguntou ao médico por quanto tempo as células brancas do sangue teriam permanecido vivas se tivessem vindo de um pedaço de tecido humano que permaneceu na água. “Elas deixariam de existir em questão de minutos”, disse o Dr. Zugibe. O médico foi então informado que a amostra fora deixada em água durante um mês e, em seguida, durante três anos água destilada.”

“O Dr. Willesee declarou que não há maneira de explicar cientificamente este fato: “Como e por que uma Hóstia Consagrada pode mudar e tornar-se Carne e Sangue humanos? Permanece um mistério inexplicável para a ciência.”


Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Células-tronco EMBRIONÁRIAS: muita publicidade, nenhuma ética e fracasso monumental em resultados concretos.

segunda-feira, maio 20th, 2013

Zenit

Em face das recentes informações publicadas em uma revista norte-americana sobre a obtenção de embriões humanos mediante clonagem no Estado do Oregon para fins “terapêuticos” , a associação espanhola Profissionais pela Ética divulgou um comunicado em que afirma que os ensaios clínicos feitos até agora com células-tronco embrionárias não deram resultado algum.

O comunicado afirma que, “independentemente da maneira de obtê-las, o fato é que, depois de mais de uma década de pesquisas com células-tronco embrionárias, elas não conseguiram atingir nenhum resultado terapêutico.

Na via contrária, as células-tronco adultas e as células IPs colhem sucessos terapêuticos constantemente. Por esse motivo, no mundo, existem apenas 24 ensaios clínicos com células-tronco embrionárias, contra 4.099 com células-tronco adultas”.

A associação também destaca que, “independentemente do seu objetivo, a clonagem ou transferência nuclear aplicada a seres humanos é expressamente proibida pelo Protocolo Adicional ao Convênio Europeu sobre os Direitos Humanos e a Biomedicina, vigente e aplicável na Espanha.

Especificamente, proíbe-se toda prática que tenha por finalidade criar um ser humano geneticamente idêntico a outro ser humano, vivo ou morto”.

Para Teresa García-Noblejas, secretária geral dos Profissionais pela Ética, “não faz nenhum sentido apostar em células estaminais embrionárias, que não são rentáveis do ponto de vista da eficiência, não dão resultados terapêuticos e envolvem a destruição de embriões humanos transformados em cobaias de laboratório para satisfazer a vaidade de alguns cientistas e levantar fundos públicos de financiamento.

Se juntarmos a isto o fato de que estas células-tronco são obtidas mediante clonagem humana, nos vemos diante de uma grave vulneração da dignidade do ser humano, que em nenhum caso deve ser produzido em laboratório, nem, muito menos, utilizado”.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* O horror nazista não foi “suficiente”?? Ressurge o pesadelo da eugenia nos Estados Unidos

sexta-feira, maio 17th, 2013

Zenit

Não bastou o horror nazista para que a humanidade entendesse o quanto é perigosa a tentativa de manipular embriões humanos a fim de criar formas de clonagem humana.

É notícia, agora, que no Estado norte-americano do Oregon foram clonados embriões humanos com a mesma técnica usada para criar a ovelha Dolly.

Foram usados, nessa clonagem, óvulos femininos e células humanas. Os embriões humanos foram depois destruídos para se extraírem deles as células estaminais.

A denúncia da clonagem foi feita pela associação Family Research Council (http://www.frc.org/stemcells). Esta seria a primeira vez que se clona um embrião humano para depois serem extraídas as suas células-tronco embrionárias.

Uma tentativa no mesmo sentido foi anunciada em 2004 e repetida em 2005 pelo médico sul-coreano Hwang Woo-Suk. Pouco depois, os casos se revelaram uma fraude colossal.

O site journalCell foi o veículo que relatou este novo caso de clonagem humana bem sucedida no Estado do Oregon e a subsequente extração das células-tronco e eliminação dos embriões. Ao relatar a clonagem, o journalCell afirma que “foram usados ​​óvulos de qualidade premium”.

O dr. David Prentice, do Family Research Council (FRC), declara: “É uma grande preocupação ver que alguns cientistas ainda estão atrás da clonagem humana. É uma prática que leva a uma engenharia humana altamente perigosa, prospectando cenários semelhantes aos descritos no romance Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley”.

De acordo com o dr. Prentice, a clonagem de embriões é perigosa e desumana. Quanto ao uso das células-tronco, o expoente do FRC explica que é muito mais fácil e mais eficaz obter as células-tronco pluripotentes a partir da pele ou de tecidos de pessoas adultas.

“As células estaminais adultas”, diz Prentice, “são mais eficazes para o tratamento dos pacientes. Mais de 60.000 pessoas por ano, em todo o mundo, recebem células adultas para transplantes e para o tratamento de pelo menos uma dúzia de doenças graves”.

As técnicas de clonagem, além de serem eticamente inaceitáveis, exigem óvulos produzidos com técnicas de hiper-estimulação que são perigosas para a saúde das mulheres submetidas a tratamentos com hormônios.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* EUA: Caso do jogador de basquete da NBA homossexual rompe o mito do suposto “gene gay”.

sexta-feira, maio 10th, 2013

Jason Collins na capa da Sports Illustrated


O caso do Jason Collins, jogador famoso do time de basquete americano Boston Celtics, quem admitiu sua homossexualidade na edição da revista Sports Illustrated que sairá à venda em 6 de maio, confirma que não existe o “gene gay”, pois tem um irmão gêmeo que não é homossexual, indicou a psiquiatra peruana Maíta García Trovato.

Depois da revelação, publicada em 29 de abril no site da revista, Collins recebeu a felicitação de diversas personalidades, entre eles o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o ex-presidente Bill Clinton, entre outros.

Para a Dra. García Trovato, em um comentário publicado no seu perfil da rede social Facebook, a notícia da homossexualidade do esportista não teria maior importância “salvo por um detalhe que passou despercebido”, embora seja importante: Jason Collins “tem um irmão gêmeo que não é gay”, fazendo referência ao também jogador de basquete Jarron Collins.

“O assunto dos gêmeos univitelinos sempre foi uma problema para o lobby homossexual ansioso por encontrar o ‘gene gay’ que normalize a homossexualidade, pois esta seria assim inata”, assinalou a médico psiquiatra.

Porém, “os gêmeos idênticos invariavelmente defraudaram o ‘gene gay’”.

A doutora assinalou que “por compartilhar sua dotação genética, caso um fosse homossexual, ambos deveriam”, mas evidentemente “não é assim”, tal como evidência o caso do Jason Collins.

García Trovato indicou também que “estudos realizados há muito tempo sobre esse tipo de gêmeos evidenciam que ocorrem casos de homossexualidade em ambos somente quando viveram juntos durante toda sua vida em um mesmo ambiente”.

“Quando por circunstâncias excepcionais os gêmeos monozigóticos foram criados separados, nunca ocorreu a homossexualidade simultânea em ambos”, indicou.

A conclusão a esta evidência, assinalou a psiquiatra, é que ” a pessoa adquire e também pode sair”

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* A Genética afirma e reafirma: a vida começa na fecundação!!

sexta-feira, maio 10th, 2013

ACI

Os dados da ciência estão aí, o que deveriam fazer é atendê-los”, exortou o Doutor em Ciências Biológicas, Membro do comitê de bioética da Espanha e Consultor do Pontifício Conselho para a Família no Vaticano, o espanhol Nicolás Jouve de la Barreda, ao afirmar que a vida começa na concepção e é fundamental que os legisladores se baseiem nesta verdade para estabelecer as leis.

O perito ressaltou que “a ciência foi o motor do bem-estar humano, a que impulsionou todas as comodidades que nos rodeiam, na saúde, no transporte –entre outros–e se para todo este bem-estar se teve em conta os avanços científicos e tecnológicos, porque não o ter em conta em algo tão importante e tão necessário como o é o respeito da vida humana”.

Jouve em diálogo com o grupo ACI em 2 de maio, sublinhou que é “chave ter muito claro que a vida começa desde o momento da fecundação”.

Desta maneira se dá a “importância que deve ter o aspecto moral e o aspecto ético onde devem estar os limites do que eu posso fazer com este conhecimento que tenho, para logo a sua vez desenvolver leis que sejam justas”.

Desde que “a fusão dos complementos cromossómicos e genéticos dos dois gametas paterno e materno, desde esse instante se origina uma célula que é o zigoto e essa é a primeira realidade corporal humana. (…) Aí está já o ser humano novo que vive a partir desse instante, é a nova realidade que é diferente ao pai e à mãe, essa é a nova vida”, assinalou o doutor.

O também catedrático de genética que desde 1977 ensina em diferentes universidades da Europa e América Latina enfatizou que a verdade científica reconhece que a “nova combinação genética que constitui a identidade de um novo ser, começa na concepção (…) e o que não há dúvida é que é uma vida, e é um ser humano porque tem genes humanos, tem uma combinação, uma identidade genética humana”.

Ao falar da situação do aborto na Espanha, Jouve indicou que “desgraçadamente se promoveu durante os sete anos que durou o governo anterior até agora, uma espécie de feroz campanha deixando de lado tudo o que podia ser a defesa da vida para substitui-lo em minha opinião incondicionada a uma ideologia de gênero”.

Esta ideologia “sem nenhum tipo de condicionamentos, não respeita a vida do ser nascente, mas concede tudo ao capricho, ou ao desejo da mãe de seguir adiante ou não com a sua gravidez (…) dar direitos à mãe esquecendo-se que também tem direito o nascituro, o ser que está crescendo em seu seio (…)”, expressou Jouve.

Sobre o futuro da defesa da vida no país europeu, o doutor assinalou que “agora há um movimento que durante todo este tempo na Espanha está a favor disto (aborto) e há uma grande esperança e grande expectativa que o governo atual faça logo uma lei que volte atrás em toda esta dimensão que houve contra a vida e que tenha em conta também ao nascituro”.

Jouve falou também da importância de se abrir “caminho a uma cultura da vida que sempre será melhor que esta cultura da morte ao desfazer-se simplesmente (do bebê) por algum desconforto por um momento determinado. Há esperança que se façam novas leis que permitam a adoção para que não haja perdas de vidas humanas”.

Isto fará que não “tenham que optar pelo pior dos caminhos que é eliminar essa vida e tentar esquecer-se, coisa que muitas vezes não acontece porque fica uma sequela psicológica e há muitos estudos já realizados no âmbito da dimensão psiquiátrica e psicológica do que se chama a síndrome pós-aborto”, enfatizou.

“A mãe que aborta não fica tranquila, fica com sequelas que permanecem por anos e às vezes toda uma vida porque realmente é traumático o desfazer-se nada menos que de um filho que leva em seu ventre”.

Por outro lado, Jouve falou da fecundação in vitro e disse que “quando surgiu esta tecnologia no ano 85 tinha a finalidade de solucionar problemas de fertilidade”, mas que o “problema veio depois “ao produzir-se embriões fora do ventre materno, que ficam expostos a sua manipulação e instrumentalização”.

Portanto se geraram um leque de problemas éticos “desde a própria conservação e congelamento que é traumática, muitos destes embriões não sobrevivem ao congelamento ou o que pode ser a prática da redução embrionária, (…) implantam-se vários, mas ao final recomenda-se à mãe que se desfaça de todos menos de um para que a gravidez não seja uma gravidez de risco, uma gravidez múltipla”.

Convertendo-o em “um processo realmente abortivo”. Da mesma maneira estamos vendo consequências “negativas para a saúde destes embriões que nascem em fecundação in vitro onde há uma percentagem mais elevada que a população da fecundação natural de alguns tipos de doenças incluindo câncer infantil e uma série de riscos que vão contra a vida” assinalou Jouve.

“A ciência é simplesmente descobrir coisas e dizer a verdade dos fenômenos naturais –portanto dessa verdade – temos a opção por nossa própria liberdade de utilizar estes conhecimentos por uma vertente positiva ou negativa”, expressou o doutor.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Antropólogo americano “constata” benefícios da religião na vida concreta das pessoas que creem!

terça-feira, maio 7th, 2013


The New York Times e reproduzido pelo Portal Uol

“Certamente muitos fiéis lutam com comportamentos que gostariam de mudar, mas, em média, os frequentadores regulares de igrejas bebem menos, fumam menos, usam menos drogas recreativas e são menos sexualmente promíscuos do que os outros”, afirma T. M. Luhrmann, professor de antropologia na Universidade de Stanford e autor do livro When God Talks Back: Understanding the American Evangelical Relationship with God (”Quando Deus responde: Entendendo a relação dos evangélicos norte-americanos com Deus”, em tradução livre)

***

Uma das descobertas científicas “mais impressionantes” sobre religião nos últimos anos é que ir à igreja uma vez por semana faz bem. Frequentar a igreja – e no mínimo, a religiosidade – melhora o sistema imunológico e diminui a pressão arterial. Isso pode acrescentar até dois ou três anos de vida. A razão para isso não está inteiramente clara.

O apoio social é sem dúvida uma parte da história. Nas igrejas que estudei como antropólogo, as pessoas realmente parecem cuidar umas das outras. Elas apareciam com o jantar quando os amigos estavam doentes e se sentavam com eles quando estavam tristes.

A ajuda às vezes era surpreendentemente concreta. Talvez um terço dos membros da igreja pertencia  a pequenos grupos que se encontravam semanalmente para falar sobre a Bíblia e suas vidas. Uma noite, uma jovem de um grupo no qual eu tinha entrado começou a chorar. Seu dentista tinha dito que ela precisava de um procedimento de US$ 1.500, e ela não tinha o dinheiro. Para meu espanto, nosso pequeno grupo – cuja maioria era de estudantes – simplesmente cobriu os custos, com doações anônimas.

Um estudo realizado na Carolina do Norte descobriu que fiéis frequentes tinham redes sociais maiores, com mais contatos, mais afeição e mais tipos de apoio social do que as pessoas que não frequentavam igrejas. E nós sabemos que o apoio social está diretamente ligado a uma saúde melhor.

O comportamento saudável é, sem dúvida, outra parte. Certamente muitos fiéis lutam com comportamentos que gostariam de mudar, mas, em média, os frequentadores regulares de igrejas bebem menos, fumam menos, usar menos drogas recreativas e são menos sexualmente promíscuos do que os outros.

Isso corresponde às minhas próprias observações. Numa igreja que eu estudei no sul da Califórnia, a história de conversão mais comum parecia ser ter encontrado Deus e nunca mais ter tomado metanfetaminas. (Uma mulher me disse que ao esquentar sua dose, ela desencadeou uma explosão no apartamento de seu pai que estourou as portas de vidro. Ela me disse: “Eu sabia que Deus estava tentando me dizer que eu estava indo pelo caminho errado.”) Na igreja seguinte, lembro-me de ter ido a um grupo que ouvia uma mulher falar sobre um vício que ela não conseguia largar. Assumi que ela estava falando sobre sua própria batalha contra a metanfetamina. No fim, ela achava que lia romances demais.

No entanto, acho que pode haver outro fator. Qualquer religião demanda que você vivencie o mundo como algo mais do que é apenas material e observável. Isso não significa que Deus é imaginário, mas que, como Deus é imaterial, os que creem nele precisam usar sua imaginação para representar Deus. Para conhecer Deus numa igreja evangélica , você deve experimentar o que só pode ser imaginado como real, e você deve experimentar isso como algo bom.

Quero sugerir que esta é uma habilidade e que pode ser aprendida. Podemos chamá-la de absorção: a capacidade de se envolver em sua imaginação, de uma maneira que você goste. O que eu vi na igreja como um observador antropológico foi que as pessoas eram incentivadas a ouvir a Deus em suas mentes, mas apenas para prestar atenção às experiências mentais que estavam de acordo com o que elas considerassem ser o caráter de Deus, que elas consideram bom. Vi que as pessoas eram capazes de aprender a vivenciar Deus dessa forma, e que aquelas que eram capazes de vivenciar um Deus amoroso de forma vívida, eram mais saudáveis – pelo menos, julgando por uma escala psiquiátrica padronizada. Cada vez mais, outros estudos confirmam esta observação de que a capacidade de imaginar um Deus amoroso vividamente leva a uma saúde melhor.

Por exemplo, num estudo, quando Deus era experimentado como algo mais remoto não  amoroso, quanto mais alguém rezava, mais sofrimento psiquiátrico parecia ter; quando Deus era experimentado como próximo e íntimo, quanto mais alguém orava, menos doente ficava. Em outro estudo, numa faculdade cristã particular no sul da Califórnia, a qualidade positiva de um apego a Deus diminuiu significativamente o estresse e fez isso de forma mais eficaz do que a qualidade das relações da pessoa com outras pessoas.

Eventualmente, isso pode nos ensinar como aproveitar o efeito “placebo” – uma palavra terrível, porque sugere uma ausência de intervenção em vez da presença de um mecanismo de cura que não depende de produtos farmacêuticos nem de cirurgia. Nós não entendemos o efeito placebo, mas sabemos que é real. Ou seja, temos cada vez mais provas de que o que os antropólogos chamariam de “curas simbólicas” têm efeitos físicos reais sobre o corpo. No cerne de alguns destes efeitos misteriosos pode estar a capacidade de confiar que aquilo que só pode ser imaginado seja real, e seja bom.

Mas nem todos se beneficiam da” cura simbólica”. No início deste mês, o filho mais novo do famoso pastor Rick Warren se suicidou. Sabemos poucos detalhes, mas a perda nos lembra que sentir desespero quando você quer sentir o amor de Deus pode piorar a sensação de alienação. Necessitamos com urgência de mais pesquisas sobre a relação entre doença mental e religião, não só para que possamos compreender mais intimamente essa relação – as formas pelas quais elas estão ligadas e são diferentes –, mas para reduzir a vergonha daqueles que são religiosos e, no entanto, precisam buscar outros cuidados.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Cientistas afirmam que o Santo Sudário cada vez mais “desafia a inteligência humana”

quinta-feira, abril 25th, 2013

O Diretor do Centro Internacional de Sindonología de Turim, Bruno Barberis, assinala que depois de rigorosas investigações e experimentos a ciência não consegue compreender a natureza do Santo Sudário.

O Santo Sudário, também conhecido como a Síndone, é o pano de linho que envolveu o corpo de Jesus Cristo após a sua crucificação. O manto tem o rosto impresso e o corpo maltratados de um homem que coincide com a descrição de sua paixão.

Barberis assinalou em uma entrevista concedida ao Grupo ACI que para ele, a Síndone “é realmente um desafio para a inteligência humana”.

“É um dos objetos mais interessantes do mundo, porque obtivemos grandes avanços, mas frente a um simples manto e à formação de uma imagem, somos incapazes de compreender”, acrescentou.

Os cientistas conseguiram viajar a outros planetas e inclusive clonar seres vivos, mas para eles, o Santo Sudário continua sendo um mistério, e no momento, somente a Igreja e sua história têm a resposta.

Segundo a história da Igreja, os primeiros cristãos levaram consigo o manto para preservá-lo da perseguição. Desde Jerusalém e ao longo dos séculos, atravessaram Edesa, Constantinopla, Atenas, Lirey, Chambery e finalmente, chegaram a Turim, onde hoje em dia, foi objeto de numerosas investigações, e onde encontraram que este percurso descrito pela história da Igreja, coincide com a procedência dos 57 tipos de pólen que aparecem incrustados no tecido.

Está claro que um corpo normal não pode deixar uma imagem deste tipo em um pano, e foram feitas muitas hipóteses com o fim de conseguir a formação de uma imagem do mesmo tipo. Se fizeram muitos experimentos que tentaram reconstruir esta imagem com as mesmas características de formação, mas nenhum deles foi capaz de obter uma imagem com as mesmas características da Síndone”, explica Barberis.

As provas com Carbono 14 (C-14) não são válidas

Durante sua permanência na França, no ano 1632, o manto foi recuperado de um incêndio na França. Isto não permite aos cientistas de hoje em dia datar com segurança sua origem, já que as mudanças químicas que se produzem em uma reação química como a combustão, falseiam os resultados da prova de datação com Rádio C-14.

“O problema da prova de datação do Rádio Carbono é que pode receber poluição biológica e química, e por exemplo um incêndio, pode aumentar a idade de um tecido em vários séculos, portanto, esta prova fica descartada na hora de encontrar sua idade real”.

Estudos em mantos do primeiro século expostos às mesmas condições físicas e químicas que sofreu o Sudário, demonstraram que depois da prova de C-14, variavam sua datação em diversos séculos, além disso, com resultados muito próximos aos provados no Santo Sudário, cuja datação a situariam no décimo quarto século depois de Cristo.

Em base a isto, dar uma explicação científica é o “mais difícil para nós”, refere Barberis.

“Não sei se no futuro se conseguirá dar, mas no momento, as investigações físicas e químicas não podem imaginar sequer a formação de construir de maneira real uma imagem com as mesmas características”.

“Não somos capazes de reproduzi-la”, conclui o perito.

Barberis deu estas declarações no marco do Congresso “Síndone e Fé, um diálogo possível?”, realizado na Pontifícia Universidade Lateranense de Roma no último dia 17 de abril, no que também participaram entre outros o Arcipreste para a Basílica de São Pedro do Vaticano, Cardeal Angelo Comastri; e o Presidente para a Comissão Diocesana da Síndone em Turim, Dom Giuseppe Ghilberti

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Por que a Igreja diz SIM às células-tronco adultas e NÃO às embrionárias?

quarta-feira, abril 24th, 2013

Aleteia

Por que a Igreja insiste em participar de um debate estritamente científico como este, condenando a pesquisa com células-tronco embrionárias?

As células-tronco adultas salvam vidas, as embrionárias não. A Igreja está aberta ao uso de células-tronco adultas, dada a sua comprovada eficácia no âmbito da medicina preventiva e em muitas terapias para salvar vidas, além do fato de não apresentarem problemas éticos. Pelo contrário, não existem – nem sequer em fase de experimentação clínica – terapias que usem células-tronco embrionárias, porque estas são ingovernáveis e muitas vezes causam tumores. Além disso, a Igreja as rejeita porque levam sempre à destruição de vidas humanas nos primeiros estágios do seu desenvolvimento.

Atualmente, as únicas perspectivas realistas de terapia celular no ser humano procedem de linhas de pesquisa com células-tronco adultas, que têm se desenvolvido em muitos hospitais do mundo e que não envolvem questões éticas.

As células dos tecidos do corpo humano envelhecem e se deterioram continuamente, e isso muitas vezes provoca doenças degenerativas. A natureza possui um mecanismo para combater esta deterioração, mediante um tipo de células “somáticas”, conhecidas também como células “tronco” adultas, capazes de proliferar de forma indefinida e de gerar células diferenciadas de tecidos concretos: hemáticas, epiteliais, ósseas etc.

Estas células-tronco adultas procedem do tecido embrionário primitivo, desenvolvem-se nos indivíduos no final da gravidez e foram descobertas no sangue do cordão umbilical, na placenta, na medula espinhal dos adultos, no cérebro e no mesênquima de alguns órgãos. Têm um grande potencial para reparar tecidos e órgãos danificados.

A Igreja sempre se mostrou a favor do uso das células-tronco adultas, porque com elas foram obtidos resultados promissores na cura de numerosas doenças degenerativas, ou até no caso de queimaduras muito extensas, com uma cura completa. Também porque não apresentam nenhum problema ético.

São inúmeros os fatores positivos ligados às células-tronco adultas: em primeiro lugar, ao ser replicadas in vitro a partir de células do próprio paciente e serem, portanto, geneticamente compatíveis, não são rejeitadas por ele. Além disso, sua extração não comporta nenhum risco para a integridade física ou para a vida dessa pessoa. Tampouco há rejeição, ainda que o doador seja diferente.

Concretamente, as células-tronco da medula são a base de mais de 80 aplicações terapêuticas (regeneração do miocárdio, do músculo estriado, correção de alterações do sistema nervoso central etc.) e de aproximadamente 300 experimentos clínicos.

As mais utilizadas são as células-tronco do cordão umbilical, especialmente para as doenças do sangue em crianças. Um dos problemas existentes é que são escassas e sua obtenção e conservação poderia ser objeto de especulação comercial. Uma forma de solucionar isso é criar bancos públicos sem fins lucrativos.

As células-tronco embrionárias, no entanto, até agora não produziram resultados terapêuticos significativos, nem sequer em animais. Além disso, sua obtenção exige o sacrifício consciente e pré-meditado de embriões humanos, a quem a razão e a ciência reconhecem uma dignidade.

As células-tronco embrionárias têm mais “plasticidade” que as adultas e são capazes de diferenciar-se espontaneamente em tipos diversos, pois a sua função é criar um indivíduo completo.

Para obtê-las, é preciso produzir embriões ou utilizar embriões supranumerários, ou seja, sobrantes da fecundação in vitro (FIV); é necessário deixar que se desenvolvam até a etapa de blastócito (entre 80 e 160 células), e nesse momento extrair cerca de 30-40 células, operação que necessariamente leva à destruição do embrião. Estas células extraídas são cultivadas para formar “linhagens celulares”, capazes de multiplicar-se indefinidamente durante meses, inclusive anos.

As primeiras células embrionárias de coelho foram obtidas em 1961. Mas até hoje não se conseguiu nenhuma aplicação terapêutica com elas. Apesar dos anos transcorridos, da grande quantidade de fundos investidos e das muitas linhas de pesquisa abertas por grandes empresas farmacêuticas, neste campo anda não se superou a fase de experimentação com animais.

Seu uso tem demonstrado ser muito perigoso. Em experimentos com ratos portadores do Mal de Parkinson, por exemplo, observou-se que, poucas semanas depois, estas células se reproduziam de forma incontrolada, formando tumores. Além disso, estas células embrionárias são normalmente rejeitadas pelo receptor, ao não serem identificadas pelo sistema imunológico.

Estes problemas aumentam ainda mais quando são considerados os altos riscos de defeitos e alterações no desenvolvimento dos embriões humanos produzidos em laboratório, pois já se documentou um alto índice de instabilidades e alterações genéticas com relação aos embriões fecundados de forma natural. O embrião, em sua etapa de blastócito, se tiver anomalias, já as terá desenvolvido.

Além disso, o uso de células embrionárias apresenta muitos problemas de cunho prático: são necessários muitos embriões supranumerários e muitos óvulos para poder realizar a clonagem – e garantir assim a reserva embrionária. Outro problema é o que fazer com os embriões que não foram utilizados na pesquisa. Este problema não tem uma solução fácil e há quem aposte na adoção; outros optam por descongelá-los e deixá-los morrer, ou inclusive conservá-los por tempo indeterminado.

Estes aspectos éticos têm a ver com o estatuto do embrião humano a partir do momento da concepção. Até o presente momento, os biólogos do desenvolvimento são quase unânimes em afirmar que, desde o momento da fusão dos dois gametas, já se origina um novo indivíduo, que tem inscrito em si um novo projeto de vida bem definido e que, desde os primeiros instantes e de maneira autônoma, passo a passo e sem descontinuidade, desenvolve-se segundo o plano contido em seu genoma.

Portanto, trata-se de um indivíduo humano, a quem devem ser reconhecidos os direitos fundamentais de que goza todo ser humano, entre eles o direito à vida, à integridade física, aos cuidados, à intimidade. Finalmente, o uso dos embriões para a pesquisa exigiria o consentimento informado de quem se submete ao experimento. Mas, neste caso, quem seria o sujeito que deve consentir?

No entanto, a extração de células-tronco embrionárias de embriões mortos naturalmente, ou inclusive daqueles produzidos pela FIV que morrem antes de ser implantados, não suscita problemas morais, como recorda o ponto 32 da instrução Dignitas Personae, da Congregação para a Doutrina da Fé. A única objeção seria a obrigação de excluir que esse embrião tenha sido abandonado à morte para que se pudessem extrair dele tais células.

Neste compromisso a favor das células-tronco adultas, a Igreja, portanto, não parte de dogmas de fé, mas do interesse em proteger a vida mais frágil e de acompanhar o caminho do progresso tecnológico para realizar o verdadeiro bem-estar do homem.

A postura que a Igreja Católica sempre assumiu frente à pesquisa que aceita a produção e destruição de embriões humanos não é, portanto, uma questão de dogmas de fé, segundo esclarece a Donum Vitae, mas sua intervenção “está inspirada no amor que a Igreja deve ao homem, ajudando-o a reconhecer e respeitar seus direitos e deveres”.

Para a Igreja, os embriões não podem ser relegados a material de laboratório, em uma lógica utilitarista, que considera o ser humano em suas primeiras fases como um simples punhado de células; por isso, subordina as exigências da pesquisa científica à dignidade absoluta e incondicional de todo ser humano.

A Academia Pontifícia para a Vida, em sua “Declaração sobre a produção e o uso científico e terapêutico das células estaminais embrionárias humanas”, afirma que o embrião humano vivo resultante da união dos gametas é um ser humano com uma identidade própria, que tem direito à vida. Nenhuma finalidade, por melhor que for, pode justificar sua destruição.

Bento XVI, na audiência concedida em novembro de 2011 aos participantes de uma conferência internacional sobre “Células estaminais adultas: a ciência e o futuro o homem e da cultura”, quis alertar sobre alguns perigos: “A mentalidade pragmática que muitas vezes influencia a tomada de decisões no mundo de hoje está sempre pronta para aprovar qualquer instrumento disponível para alcançar o objetivo desejado, apesar das amplas evidências das consequências desastrosas desta maneira de pensar.

Quando o objetivo estabelecido é tanto desejável quanto a descoberta de uma cura para as doenças degenerativas, os cientistas e os políticos sentem-se tentados a ignorar todas as objecções éticas e a prosseguir com qualquer pesquisa que ofereça a perspectiva de sucesso”.

No entanto, afirmou, a liberdade da ciência não pode ser absoluta e, por isso, “o diálogo entre ciência e ética é de grande importância para garantir que os progressos médicos nunca sejam realizados pagando um preço humano inaceitável”.

Referências:

Consultados: Angelo Vescovi, cientista internacionalmente reconhecido, que realiza pesquisas com células-tronco há mais de 30 anos; Carlo Petrini, responsável pela Unidade de Bioética do Istituto Superiore di Sanità italiano.

O texto foi revisado por Carlo Ventura, professor de Biologia Molecular da Universidade de Bolonha, e pelo Pe. Maurizio Faggioni, professor de Bioética na Accademia Alfonsiana de Roma e consultor de vários dicastérios vaticanos.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* A ciência deve estar a serviço do homem! “Ser intelectual traz o risco de pensar que estamos acima das pessoas, confinadas em nosso cérebro”.

sábado, abril 13th, 2013


Cardeal Ravasi abre conferência internacional sobre células-tronco adultas

A conferência de três dias sobre células estaminais adultas na Sala Paulo VI, Vaticano. O evento foi organizado pelo Conselho Pontifício para a Cultura e pela NeoStem,  líder no campo da terapia celular

O evento foi aberto pelo cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, que saudou os cientistas, pesquisadores, estudantes, médicos e pacientes presentes. A pesquisa que será objeto de muita discussão, disse o cardeal, “terá um profundo impacto na vida das pessoas”.

“Esta pesquisa está deixando vestígios positivos não só na vida dos pacientes, mas também na de suas famílias”, disse.

Em seu discurso de abertura, o Cardeal Ravasi refletiu sobre três definições: antropologia, cultura e fé. Com relação à cultura, o cardeal apontou para o debate sobre o papel das células-tronco adultas, em contraposição à embrionária, dizendo que “é um problema essencial no contexto da nossa cultura”, que criou um abismo entre a ciência e a humanidade.

“A ciência e a pesquisa antropológica: duas realidades que estão realmente relacionadas. Caso contrário, a ciência pode tornar-se cega e, às vezes, violenta”, acrescentou. “Pensemos na humanidade. Ser intelectual comporta o risco de pensar que estamos acima das pessoas, confinadas em nosso cérebro”.

Incidindo sobre este ponto, o Cardeal Ravasi citou o famoso ditado de Albert Einstein, em sua mensagem para a humanidade, representando a comunidade científica: “Lembre-se de sua humanidade e esqueça o resto …”.
“Temos de redescobrir a importância que a ciência tem, para o enriquecimento do nosso pensamento”, disse Ravasi.

Ciência e Fé

O presidente do Conselho Pontifício para a Cultura continuou seu discurso destacando o segundo aspecto de seu pensamento: a antropologia. Cardeal Ravasi falou das obras de Aristóteles e Platão sobre a divisão entre corpo e alma.

A imagem usada por Aristóteles em suas obras menores explica que a alma está ligada aos membros do corpo, assim como os prisioneiros em Etruria. “Os etruscos bárbaros – disse Ravasi – puniam seus prisioneiros, amarrando-os frente a frente um com o outro”.

O cristianismo, no entanto, acrescentou algo de novo: a Encarnação, a Palavra de Deus e a carne do homem”, acrescentou o cardeal. Refletindo sobre a sacralidade do corpo humano, Ravasi disse que “nós somos um corpo, não possuímos um corpo, nós somos um corpo”.

“O trabalho que fazemos para o corpo é o que fazemos para todos os homens. Nosso corpo é o elo fundamental. Tudo o que fazemos para o nosso corpo é para todas as pessoas”, destacou o cardeal.

Falando do terceiro ponto, a Fé, o cardeal Ravasi refletiu sobre a importância da conferência que teve lugar na Sala do Sínodo, onde há um mês, o Colégio dos Cardeais reuniu-se para as Congregações Gerais que precederam o Conclave.

“Cada cardeal tinha o seu lugar próprio e fizemos a experiência de muitos momentos ‘colegiais’”, disse ele. “O tema da fé está no ar neste ambiente, mas, mais ainda, nesta conferência, promovida pela Santa Sé”.

“E, de fato, – disse Ravasi – o cisma que precisamos reconstruir é entre a ciência e a fé. Hoje mais do que nunca, a pessoa humana já não tem apenas um único tipo de conhecimento”.

“Pensemos no conhecimento do amor, o enamorar-se tem sua própria gramática e sintaxe, a sua maneira de se expressar. Pense na linguagem das artes que nos ajuda a compreender a ciência através da intuição”.

O Cardeal Ravasi expressou a esperança de que o encontro vai mostrar o quanto é necessário a união entre fé e ciência. A ciência sem a fé é aleijada”, disse.

O conhecimento de uma pessoa é o encontro de dois caminhos, por vezes, este encontro leva à tensão e esta é a razão pela qual eu gostaria de evocar uma imagem. O Cardeal mostrou a imagem de um detalhe da Capela Sistina: a mão de Deus tocando a mão de Adão. A imagem, segundo ele, mostra “a união entre a figura transcendente de Deus e a mão fraca da natureza humana”.

Ravasi concluiu dando a imagem com um prêmio de reconhecimento à Dra. Robin Smith, presidente da Fundação para a Stem for life e diretora executiva da NeoStem, expressando sua gratidão pelos esforços da estudiosa na aproximação entre ciência e fé, através de seu trabalho de pesquisa com células-tronco adultas.

Fonte: Zenit

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* França: “nenhuma investigação com embriões humanos”, Assembleia Nacional mantém a proibição estabelecida pela lei de bioética.

sexta-feira, abril 5th, 2013
Zenit
Pelo menos por enquanto, a proibição de pesquisa com embriões na França é segura. Quinta-feira, 28 de março, a Assembleia Nacional rejeitou um projeto de lei, que se destina a autorizar a investigação controversa que envolve a supressão de embriões humanos.

De acordo com os movimentos pró-vida, incluindo a  Alliance Vita, se aprovado, o texto proposto aos membros da Câmara baixa do parlamento francês alteraria radicalmente as condições para a investigação em embriões e células-tronco provenientes de embriões humanos, substituindo a atual proibição com um quadro muito mais amplo e vago.

Como observou a Alliance em um comunicado divulgado 29 de março, a discussão foi realizada sem a consulta prévia dos cidadãos franceses através dos Estados Gerais, cujo mecanismo está escrito na lei de bioética de 07 de julho de 2011.

No mesmo comunicado, o presidente do movimento, Xavier Mirabel, expressou sua satisfação com o resultado. “Congratulo o determinado compromisso dos membros”, disse.

De acordo com o presidente da Alliance, o texto teria causado “uma regressão ética e cientifica absurda”. “Não há nenhuma razão científica para tratar o embrião humano como cobaia”, disse Mirabel, lembrando que o Prêmio Nobel de Medicina 2012 foi concedido em outubro passado ao japonês Shinya Yamanaka e ao britânico John Gurdon justamente por suas pesquisas sobre a reprogramação nuclear”, que é uma técnica ética da técnica”.

“Autorizando explicitamente a pesquisa com embriões, levando à sua destruição, a proposta de lei desestrutura um importante princípio bioético que confere uma proteção simbólica ao embrião humano”, disse Mirabel, que observou também que “a investigação em embriões não deu nenhum resultado convincente até agora “, e que outros países já decidiram promover a pesquisa com células-tronco reprogramadas (IPS).

Por esta razão, a Alliance convidou o Parlamento e o governo francês a priorizar a investigação ética e fazer cumprir rigorosamente a lei sobre bioética, limitando as exceções à regra concedidas com muita facilidade.

Alliance apoia a iniciativa europeia “One of us” (Um de nós). A França está em total contradição com as orientações europeias que proíbem patentes a partir de embriões humanos e com a Convenção de Oviedo, que no Artigo 18 pede uma “proteção adequada” para os embriões in vitro.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo
Sem a alegria da beleza, a verdade se torna fria e até impiedosa e soberba, como vemos que acontece no discurso de muitos fundamentalistas amargurados. Parece que mastigam cinzas ao invés de saborear a doçura gloriosa da verdade de Cristo, que ilumina, com luz mansa, toda realidade, assumindo-a assim como ela é a cada dia.(Papa Francisco)
  Assine o RSS
_______________________
Comentários
  • •Seria legal a referência dessas estatísticas da Planned Parenthood e British Medical Journal...
    em * Atriz de Bollywood se suicida ao
  • •vamos juntos...
    em * Cardeal de São Paulo, Dom Odilio
  • •Até que enfim alguém mexeu os pauzinhos para processar este pessoal que difamou a Igreja Católica e a todos nós católicos. Se há leis que punem profanações religiosas, que...
    em * Instaurado inquérito policial
  • •Huuummm! Entendi o que o Anderson quis dizer, Claudio! Valeu! rs...
    em * Seria só “a bíblia e sua
  • •realizações do comunismo pelo mundo 1)estupro de 5.000.000 de mulheres pelos comunas(comunistas) 2)assassinato de 100.000.000 de pessoas pelos comunistas só isso é o...
    em * O que distingue um caso de
  • •O livro do Padre Laburu é muito bom e foi relançado pela editora Cleofas do Prof. Felipe Aquino. Vale a pena ler!...
    em * “A questão, senhores, não é
  • •INCRÍVEL: A RUSSIA EXTERMINA DE FORMA CONTUNDE O GAYZISMO DO PAÍS! Vários jornais aproveitam dessa noticia e espalham-na, confundindo o Ocidente, parte já dopado pelo gayzismo...
    em * Apesar da mídia, 49,7% dos
  • •CARÍSSIMA ANA, A comunidade Shalom não usa em seu caminho formativo o ENEAGRAMA. Publiquei aqui no Blog um artigo abordando esse tema, veja se pode...
    em * “Eneagrama”.
  • •Boa noite Carmadélio! a comunidade católica shalom já emitiu algum posicionamento sobre o eneagrama ?...
    em * “Eneagrama”.
  • •É lamentável observar que muitos dos que se dizem católicos nada fizeram à respeito da profana apresentação na PUC-SP. Existe um cheiro de irenismo no ar... Falsa tolerância...
    em * Instaurado inquérito policial
  • •Elton, concordo plenamente com tudo que você escreveu! A Rússia de outrora aprendeu a duras penas sobre a probreza espiritual que o marxismo levou o país. Pena que o veneno se...
    em * Apesar da mídia, 49,7% dos
  • •Nós católicos esperamos que a justiça se faça presente neste puro ato de violência. Que as PUC´s não se tornem palco de anti cristãos católicos. Paz e Bem...
    em * Instaurado inquérito policial
  • •Após o socialista Obama entrar nos EUA a violência e desagregação social só aumentam, pois onde adentra o comunismo temos destruição, alienação e morte via lutas de...
    em * Astro do futebol americano,
  • •Os comunistas odeiam grande Papa Bento XVI por ter desmascarado suas farsas de diversas modalidades, sendo no tempo de pontificado o gigante que impediu em muito o avanço da...
    em * Instaurado inquérito policial
  • •Maria Madalena, cantar salmo acompanhado de instrumentos é uma coisa, se promover as custas de igreja e da inocência dos seus seguidores é outra coisa muito diferente! Basta...
    em * Seria só “a bíblia e sua
Categorias
Artigos – Dia a dia
junho 2013
D S T Q Q S S
« mai    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30