Posts Tagged ‘Gravidez’

* Sexo para engravidar “será coisa do passado”, afirmam cientistas.

sábado, maio 22nd, 2010

Cientistas dizem que método “natural” de concepção vai ser substituído pela fertilização in vitro em dez anos

Na linha do tempo dos relacionamentos o sexo passou de tabu para uma atividade de lazer.

Agora cientistas australianos dizem que a prática do sexo deve perder até a relevância reprodutiva nos próximos dez anos – uma teoria, no mínimo, polêmica.

O posicionamento, apresentado no jornal Reproductive BioMedicine, aponta que casais que desejam ter filhos vão deixar de fazer sexo para engravidar e confiar mais na fertilização in vitro desde a primeira tentativa. Um dos autores, o veterinário John Yovich, disse ao jornal britânico Daily Mail, que o sexo, em breve, será puramente “recreativo”.

Essa mudança de estratégica é justificada pelo aumento da eficácia da fertilização ao longo do tempo e idade mais avançada dos casais, que esperam mais tempo para engravidar.

Já para parte dos especialistas brasileiros, a reprodução assistida é a última opção e pode apresentar riscos. A confiança cega na fertilização in vitro também pode ser vista como fria e objetiva demais para o casal. “Acho um absurdo, é obrigatório que a espécie humana se reproduza por via sexual”, defende o ginecologista Eliano Arnaldo Pelinni. Ele diz que a técnica deve ser focada em casais com reais dificuldades reprodutivas e que as chances de engravidar são semelhantes à de um casal sadio.

O ginecologista também explica que tentar engravidar altera a vida sexual de qualquer casal, mas pode vir a causar problemas, tanto pelas vias normais como de forma assistida. “Alguns transformam tudo em interesse reprodutivo e não voltam para a atividade normal”, relata.

Pelinni aponta que os casais farão mais sexo por prazer no futuro, independente do desejo de engravidar. “Sexo é da espécie e vai se sofisticar. Mas quem decidir engravidar vai ter uma bela experiência transformando isso em situação reprodutiva”, diz. “Ainda existe uma magia que nunca será substituída”.

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* Você usa contraceptivos? Leia este estudo.

sábado, novembro 21st, 2009

DE QUE MANEIRA ALGUNS MÉTODOS DE CONTROLE DA NATALIDADE COLOCAM EM RISCO A VIDA DE UM BEBÊ NO COMEÇO DE UMA GRAVIDEZ?

A resposta a essa pergunta encontra-se nas informações a seguir, traduzidas integralmente do Glossary of Abortifacients. Esse documento foi originalmente publicado pela organização Concerned Women for America



GLOSSÁRIO DE ABORTIVOS

Por meio de uma pesquisa das informações disponíveis acerca das várias drogas químicas que causam aborto, Concerned Women for American não descobriu nenhuma organização que oferecia um documento que descrevia, numa lista completa, os produtos de planejamento familiar que provocam aborto. Então, CWA compilou um glossário que inclui os produtos abortivos, juntamente com sua descrição, efeitos colaterais e fatores de risco.

Dispositivo Intra-uterino (DIU)

O DIU é um pequeno dispositivo de plástico em forma de T, contendo cobre ou progesterona, com um fino fio de plástico sobressaindo. É inserido no útero e seu objetivo é causar aborto bem no início da gravidez.

Como funciona: A função do DIU é inflamar as paredes do útero e impedir a implantação do embrião humano vivo na camada do útero, abortando assim uma [criança em gestação] de uma semana de vida.

Efeitos colaterais e fatores de risco: Espasmos e manchas durante as primeiras semanas após a inserção; forte fluxo menstrual com o DIU de cobre; fluxo menstrual mais fraco com o DIU de progesterona; dor nas costas; dor durante a ovulação; infecção pélvica que pode levar à esterilidade; penetração dolorosa do DIU na parede do útero; perfuração da parede uterina, colo do útero ou bexiga; lesões no coração; toxicidade de cobre (doença de Wilson) ou envenenamento dos órgãos; anemia; o prosseguimento da gravidez, que pode levar a um nascimento prematuro, aborto espontâneo, endometriose, gravidez ectópica (onde o embrião humano se implanta nas trompas, podendo ser fatal) ou aborto séptico (morte da [criança em gestação] causada por infecção que pode, como conseqüência, terminar em febre alta e outras complicações); nenhuma proteção contra as DSTs [doenças sexualmente transmissíveis] ou AIDS.

Norplant

O Norplant consiste num grupo de seis varas finas de plástico, cada uma medindo 3.5 cm de comprimento, cheias de 36 mg de levonorgestrel (uma droga do tipo da progesterona). Essas varas são implantadas, na forma de leque, no braço da mulher e duram aproximadamente cinco anos.

Como funciona: O Norplant tem três funções. Primeira, suprime a ovulação em pelo menos metade dos ciclos menstruais das mulheres. Mas a ovulação ainda ocorre em até 41 por cento das mulheres. Segunda, engrossa o muco do colo do útero, impedindo o espermatozóide de chegar a qualquer óvulo que for produzido. Terceira, se as primeiras duas ações falham, o Norplantâ impede o desenvolvimento do endométrio ou camada do útero. De acordo com o Centro para a Criação de Leis e Políticas Reprodutivas (Center for Reproductive Law & Policy, que é uma organização a favor do aborto legal), nessa terceira ação, o Norplant cria um ambiente hostil para a [criança em gestação]; portanto, a criança é abortada. Para resumir, nos primeiros anos, a supressão da ovulação é o efeito principal. Do terceiro ao quinto ano, o efeito principal é provocar aborto.

Efeitos colaterais e fatores de risco: Desconforto no local do implante; dificuldade na remoção; sangramento menstrual irregular, inclusive aumento de sangramento; mudanças na pressão arterial; risco de ataque do coração; coágulo sangüíneo; cistos no ovário; dores de cabeça; aumento de peso; mudanças repentinas de temperamento, perda do desejo sexual e depressão; cegueira;aumento de tamanho dos ovários e/ou trompas; nervosismo; náusea; acne; vertigens; dermatite; seios doloridos; crescimento excessivo de pelo; inflamação do colo do útero;dores no peito; espasmos uterinos, e excessivos sintomas de Tensão Pré-Menstrual; nenhuma proteção contra as DSTs ou AIDS.

Implanon

Implanonä é um abortivo que é implantado debaixo da pele, similar ao Norplant,â mas que consiste em uma única vara, de 2 mm x 4 cm, que contém etonogestrel e é envolvida num tipo de plástico Está sendo testado pela empresa Organon de Nova Jersey.

Como funciona: O Implanonä é comparável ao Norplantâ em sua ação. É eficaz nos primeiros três anos.

Efeitos colaterais e fatores de risco: “Potencialmente, [quando se quer removê-la] pode ser difícil localizar essa única vara por causa do seu tamanho pequeno, migração do local da inserção inicial, desenvolvimento de densas fibras ao redor da vara, implante profundo debaixo da pele, grande quantidade de gordura subcutânea ou inexperiência clínica na inserção.”Pelo fato de que seus testes estão em andamento, nada se sabe acerca dos efeitos colaterais, fatores de risco e efeitos de longo prazo do Implanon.

Depo-Provera (depot medroxyprogesterone acetate, ou DMPA)

Depo-Provera é uma progestina de longa ação (hormônio fabricado), administrada por uma injeção de 150 mg de acetato de medroxyprogesterona num músculo a cada três meses.

Como funciona: Semelhante ao Norplant, a Depo-Proveraâ funciona de três maneiras. Primeira, impede a ovulação. Segunda, pode fazer com que o muco do colo do útero mude, impedindo que o espermatozóide entre no colo do útero. Terceira, pode irritar a camada do útero de tal modo que o embrião humano, ou [criança em gestação], não consiga se implantar na parede do útero, sendo assim abortado.

Efeitos colaterais e fatores de risco: Sangramento excessivo; esterilidade temporária ou permanente; danos potenciais aos futuros filhos; aumento no risco de câncer do colo do útero; risco de câncer de mama; dores de cabeça; desconforto abdominal; ansiedade; nervosismo; supressão da glândula supra-renal (diminui a produção de alguns hormônios naturais do corpo); ganho de peso; perda de cabelo; diminuição do desejo sexual; mudanças repentinas de temperamento; vertigens; fadiga; reações alérgicas que causam coceiras ou inflamações avermelhadas na pele; forte depressão mental; gravidez ectópica; aumento na perda mineral dos ossos nos primeiros anos de uso, que traz o risco de fraturas ósseas; aumento no risco de coágulos sangüíneos ou derrame; espasmos nas pernas; vazamento ou irritação vaginal; inchação dos seios ou seios doloridos;mãos ou pés inchados; dores nas costas; insônia; acne; ondas de calor; nenhuma proteção contra as DSTs ou AIDS.

Vacinas Antifertilidade

Essas vacinas tornam as mulheres imunes a seus próprios bebês na barriga.

Como funcionam: A Organização Mundial de Saúde (OMS) está testando dois tipos. A vacina anti-hCG age contra os efeitos naturais de um hormônio chamado gonadotropina coriônica humana, ou hCG, que [a criança em gestação] produz. A vacina faz com que o sistema imunológico da mãe trate [a criança em gestação] como um corpo estranho e a aborta. O segundo tipo de vacina se chama Antígeno Trofoblástico (TBA) e faz com que o corpo da mãe identifique como estranha a camada protetora externa [da criança em gestação]. O sistema imunológico dela destrói a camada externa, abortando assim [a criança em gestação].

Efeitos colaterais e fatores de risco: Pelo fato de que essas vacinas ainda estão na fase de teste, não se sabe suficientemente acerca dos riscos. Nas pesquisas preliminares observaram-se danos potenciais ao sistema imunológico da mulher, com um efeito potencial de longo prazo que poderia tornar ineficaz o sistema imunológico feminino

Methotrexate e Misoprostol (Cytotec)

A agência federal americana Administração de Alimentos e Drogas (FDA) aprovou a Methotrexate para o tratamento de câncer. A FDA aprovou o Misoprostol (Cytotec) para impedir úlceras estomacais e é, sem aprovação oficial, usado como droga adicional para completar um aborto realizado com a RU-486 ou Methotrexate. A FDA não aprovou oficialmente o Cytotecâ como droga suplementar para uso com a RU-486 ou Methotrexate.

Como funciona: No consultório do médico, uma injeção intramuscular de Methotrexate, ou MTX, é administrada. Utilizada também no tratamento de câncer, a MTX pode destruir a camada protetora externa da [criança em gestação]. Uma segunda substância química, Cytotecâ, é inserida, na forma de um supositório, na vagina da mulher quatro ou sete dias mais tarde para provocar contrações que empurrarão a [criança] morta para fora do útero. Depois de receber a dosagem de Cytotecâ, a mulher poderá expelir a [criança] morta em questão de horas. Contudo, uma segunda dose pode ser necessária e pode levar dias ou semanas para que o aborto se realize de modo completo. A mulher poderá sangrar durante semanas, até mesmo necessitando do procedimento de dilatação e curetagem (D&C)ou uma transfusão de sangue. A [criança] morta poderá ser expelida em qualquer lugar fora do consultório do médico. Se durante os exames posteriores no consultório médico se constatar que o aborto não se realizou de modo completo, efetua-se o aborto cirúrgico.

Efeitos colaterais e fatores de risco: Do Cytotec: problemas nos rins; infertilidade (esterilidade); espasmos e sangramento. Da injeção de MTX: potencialmente tóxica para o corpo da mulher; danos no fígado; destruição dos rins; lesões no músculo do coração; insuficiência pulmonar; problemas gastrintestinais; derrame; convulsões;náusea; diarréia; problemas na medula óssea; anemia profunda. Da Methotrexate: provoca o enfraquecimento dos pulmões; possível morte.

RU-486 (mifepristona) e Cytotec (misoprostol)- Pilula do dia seguinte.

A RU-486 é um esteróide, criado pelo homem, na forma de uma pílula que age contra o progresso natural de uma gravidez. A FDA a aprovou para uso geral em 28 de setembro de 2000.

Como funciona: Um aborto realizado com a RU-486 ocorre em quatro visitas ao médico. Na primeira visita, a mulher passa por um teste de gravidez, um teste de sangue, um exame pélvico e muitas vezes um exame de ultra-som. A RU-486 só é eficaz nos primeiros quarenta e nove dias após a concepção. Na segunda visita, a mulher toma três pílulas de RU-486. Essa droga antiprogesterona impede que o endométrio (a camada do útero) forneça progesterona à [criança em gestação]. (A progesterona é necessária para a nutrição [da criança].) Portanto, [a criança em gestação] acaba morrendo de fome. Na terceira visita, a mulher recebe Cytotecâ, que provoca espasmos a fim de fazer com que o corpo dela expulse [a criança] morta. A quarta visita ocorre uma semana depois para garantir que o aborto tenha se efetuado completamente e para monitorar o sangramento da mulher. Se o aborto não se efetuou com êxito (o que acontece em 5-10 por cento de todos os casos),a mulher passa por um aborto cirúrgico.

Efeitos colaterais e fatores de risco: Náusea; dores abdominais; vômitos; sangramento forte e de longa duração; ataque do coração; hemorragia; perda da fertilidade no futuro; problemas para os futuros filhos; perdas de sangue consideráveis; possível morte (uma mulher na França morreu de RU-486). Não se sabe os feitos de longo prazo para a mulher e para seu sistema imunológico.

A Pílula Anticoncepcional

Há dois tipos básicos de pílulas anticoncepcionais. Uma é a pílula que combina estrógeno e progestina. A outra é a “mini-pílula”, que contém somente progestina.

Como funciona: O funcionamento da pílula envolve três ações. A primeira ação é impedir a ovulação ou a liberação de um óvulo. No entanto, nem sempre se suprime a ovulação.Às vezes a ovulação ocorre até mesmo em mulheres que nunca deixam de usar a pílula, e estima-se que esse tipo de ovulação possa abranger até 20 por cento dos casos. A segunda ação que a progestina realiza é engrossar o muco do colo do útero a fim de impedir que o espermatozóide entre nas trompas. Se as duas primeiras ações falham, a progestina irrita a camada do útero, impedindo assim a implantação [do embrião humano]. A terceira ação é provocar quimicamente um aborto. A mini-pílula é uma pílula de só progestina que permite que a ovulação ocorra de 40 a 60 por cento do tempo.pílula do “dia seguinte” é na verdade uma dose mais elevada da pílula anticoncepcional (estrógeno e progestina), que deve ser tomada até 72 horas após uma relação sexual sem contracepção. A pílula do “dia seguinte” irrita a camada do útero e impede a implantação de um embrião humano de uma semana de vida, acabando com a possibilidade de gravidez.

Efeitos colaterais e fatores de risco: Enfraquecimento do sistema imunológico, que pode levar a infecções bacteriais e maior vulnerabilidade à AIDS; doença infamatória pélvica, que pode levar à esterilidade e à morte; infertilidade; câncer do colo do útero; gravidez ectópica; encolhimento do útero; mudanças súbitas de temperamento e depressão; câncer de mama; coágulos sangüíneos; defeitos congênitos em crianças concebidas enquanto a mãe está usando a pílula; seios doloridos; derrame; ganho de peso.Náusea e vômitos são riscos adicionais do uso da pílula do “dia seguinte”. A pílula anticoncepcional não oferece nenhuma proteção contra as DSTs ou AIDS.



POR QUE ESSES ABORTIVOS SÃO CONSIDERADOS MÉTODOS CONTRACEPTIVOS?

Embora algumas dessas drogas permitam que a mulher à vezes ovule, porém na grande maioria das vezes não permitem que um ser humano recém-concebido consiga se implantar na mucosa do útero. Assim, a mulher não fica “grávida” durante esse tipo de ovulação porque a implantação é impedida. Isso pode corretamente ser qualificado como micro-aborto. Não há dúvida: essas drogas, de um modo ou de outro, têm como uma de suas funções impedir a implantação.

O motivo pelo qual esses dispositivos e drogas são considerados “anticoncepcionais” é porque anos atrás o Conselho Americano de Ginecologia e Obstetrícia mudou o significado da palavra concepção, redefinido-a com um novo sentido: implantação.

Em 1963, o Ministério da Saúde, Educação e Bem-estar dos EUA (U.S. Department of Health, Education and Welfare) definiu como aborto “todas as medidas que prejudicam a viabilidade do zigoto [ser humano recém-concebido], em qualquer momento desde a fertilização até a finalização do parto.” Até meados da década de 60, os cientistas em todo o mundo reconheciam que a concepção ocorre no momento em que, em algum lugar nas trompas, o espermatozóide fertiliza o óvulo. Mas os defensores do aborto já estavam se preparando para efetuar certas mudanças nas palavras anticoncepcional e abortivo.

Com o objetivo de tornar os abortivos aceitáveis para as mulheres e enganar as leis contrárias ao aborto, os defensores do aborto perceberam a necessidade de obscurecer o significado e a diferença entre anticoncepcional e abortivo. Eles só conseguiriam realizar tal distorção mudando a definição de concepção, não mais a classificando como fertilização (a união do espermatozóide com o óvulo), mas apenas como implantação. Com essa nova definição de concepção, se um dispositivo ou droga — tal como o DIU ou a Depo-Provera — impede a implantação, não há nenhuma necessidade de se preocupar com a questão do aborto. De acordo com essa nova definição, só ocorre um aborto quando um dispositivo ou droga mata uma criança que já conseguiu se implantar na parede do útero.

As constantes campanhas dos defensores do aborto para torcer tal terminologia acabaram produzindo resultados em 1965, quando o Conselho Americano de Ginecologia e Obstetrícia publicou seu primeiro Boletim de Terminologias. Esse boletim declara: “A concepção é a implantação de um óvulo fertilizado.”Assim, de acordo com essa definição, um ser humano é concebido não quando o espermatozóide se une ao óvulo, mas uma semana depois quando consegue se implantar na camada do útero.

Apesar dessas fraudes graves na classe médica, o Dr. Richard Sosnowski, presidente da Associação Sulista de Obstetras e Ginecologistas, declarou em 1984:

Não considero algo nobre brincar, numa profissão, de torcer o significado das palavras… Preocupa-me também o fato de que, embora não tivessem nenhuma evidência científica para tornar válida a mudança, tenham redefinido o termo concepção de penetração bem-sucedida do espermatozóide no óvulo para implantação de um óvulo fertilizado. Parece-me que o único motivo para isso foi o dilema criado pela possibilidade de que o dispositivo contraceptivo intra-uterino tinha função abortiva.

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* “Ele está lutando para sobreviver”.Testemunho de uma conversão.

sexta-feira, novembro 20th, 2009


Abby Johnson, ex-diretora de clínica de aborto da Federação de Planejamento Familiar (FPF) que largou seu emprego durante esta recente Campanha 40 Dias pela Vida, descreveu neste final de semana para o entrevistador Mike Huckabee, da TV Fox News, sua experiência de conversão, que ocorreu depois de assistir à luta de um bebezinho em gestação para escapar do aborto a vácuo que acabou tirando sua vida.

O testemunho de Johnson havia recebido ampla atenção desde sua conversão dramática no mês passado na clínica da Federação de Planejamento Familiar de Bryan, Texas — o lugar em que nasceu a popular campanha de oração 40 Dias pela Vida cinco anos atrás.

Johnson diz que recebeu sua primeira oportunidade de testemunhar um aborto quando assistiu a um raro aborto guiado por ultra-som. Enquanto ela estava assistindo ao vídeo de ultra-som, ela diz ter distinguido o perfil da face do bebê de 13 semanas de gestação.

“Vi um perfil completo. Por isso, vi da face aos pés na máquina de ultra-som”, disse Johnson. “Vi a sonda entrando no útero da mulher, e naquele momento vi o bebê movendo e tentando se afastar da sonda”.

“E pensei: ‘Ele está lutando para sobreviver’”, disse Johnson. “E pensei: ‘É vida’. Quero dizer, ele está vivo… Minha mente estava pensando rapidamente, meu coração estava batendo rápido, e eu só estava pensando: ‘Oh, meu Deus, faça isso parar!’ Então de repente estava tudo terminado. Eu vi o bebê acabar de ser despedaçado, e estava tudo terminado”.

Johnson comentou que a imagem da criança a fez lembrar a imagem de ultra-som de sua própria filha de 12 semanas de gestação.

“Se os funcionários de clínicas vissem o que estava acontecendo na tela, eles correriam para fora dessas clínicas”, concluiu Johnson. “É isso o que a indústria do aborto não quer que seus funcionários vejam… eles não querem que as pessoas vejam o que está realmente acontecendo no útero da mulher”.

Fonte : Noticias Pro familia

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* Luta contra AIDS: Igreja é parte do problema ou da solução?

sexta-feira, outubro 16th, 2009

Explicação durante a coletiva de imprensa de apresentação da “Relatio post disceptationem”

Por Chiara Santomiero

“Por que, com relação à AIDS, a mídia continua tratando a Igreja como parte do problema e não da solução?”

Esta foi a pergunta feita nesta quarta-feira pelo arcebispo de Durban (África do Sul), cardeal Wilfrid Fox Napier, aos jornalistas, na segunda coletiva de imprensa de apresentação da Relatio post disceptationem (relação após o debate), por ocasião do Sínodo da África.

O informe recolheu as queixas dos padres sinodais sobre vários aspectos da sociedade africana, em particular sobre a ameaça à instituição familiar derivada de múltiplas causas, entre elas doenças de grande difusão, como a AIDS.

Além da “milagrosa transição do regime de apartheid à democracia – afirmou o cardeal Napier -, o outro fenômeno pelo qual a África do Sul é conhecida é a elevada taxa de pessoas contagiadas pela AIDS, e a Igreja realiza uma função muito importante no tratamento da doença e na qualidade da assistência”.

Em primeiro lugar, as instituições eclesiásticas se envolvem oferecendo informação sobre a enfermidade, a fim de evitar o contágio.

Assim, oferecem um apoio efetivo na assistência e têm relação com as empresas farmacêuticas, intervindo para verificar se os retrovirais comuns se adaptam a todas as pessoas doentes (em algumas, não têm efeito) e para incentivar o desenvolvimento da pesquisa.

“Tentamos fazer isso da melhor forma possível – disse o purpurado -, aplicando programas de prevenção que requerem também vigiar com atenção a causa desta tremenda difusão da doença.”

“Se, em linhas gerais, a causa deve ser buscada em comportamentos sexuais irresponsáveis – prosseguiu -, nós não podemos deixar de dizer que precisamos de comportamentos sexuais responsáveis.”

E isso sobre a base de dois princípios: “Se a pessoa está casada, precisa ser fiel ao próprio cônjuge; se não está casada, é necessário abster-se de práticas irresponsáveis”.

É preciso buscar este resultado com todos os meios possíveis. “Em nossa diocese – destacou -, temos um programa chamado ‘O dom da vida’, que tem como objetivo fazer os adolescentes entenderem, mas também os adultos, a importância de transmitir a vida através do ato sexual”.

“O ato sexual deve conduzir à procriação – concluiu o cardeal Napier – e, ainda que saibamos que no Ocidente existem diversas convicções, para nós é importante que o ato sexual seja o momento da criação da vida.”

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- Grávida inseminada com embrião errado terá que dar bebê a pais

quinta-feira, setembro 24th, 2009


Uma americana de 40 anos, grávida de nove meses, terá de entregar o filho aos verdadeiros pais biológicos, após saber que foi inseminada com os embriões errados.

Carolyn Savage, da cidade de Sylvania, em Ohio, havia recorrido à inseminação artificial para ter seu quarto filho, mas logo após receber a notícia da gravidez foi informada de que a clínica havia cometido um engano e que o embrião não era o seu.

Ela e o marido, Sean, se viram diante da decisão de interromper a gestação ainda no início ou entregar o bebê aos pais biológicos após o parto.

“Foi a pior notícia que recebemos em toda a nossa vida”, disse Sean ao programa Today, do canal NBC.

Parto

O casal esperou até as 14 semanas de gestação para entrar em contato com os pais biológicos da criança, sempre por meio de advogados e anonimamente.

Apenas no meio da gravidez é que os dois casais se encontraram pessoalmente, e vêm mantendo uma relação descrita pelos Savage como “cordial”.

Segundo Carolyn, o outro casal agradeceu por sua decisão de não fazer um aborto.

“Tem sido difícil, mas tínhamos que colocar as necessidades da criança em primeiro lugar”, afirmou ela.

“Acho que o mais duro será o parto”, disse. “É claro que vamos pensar nesta criança pelo resto da vida. Mas eles são os pais dela e só vamos querer saber se ela é feliz e tem saúde.”

Planos

Carolyn e Sean Savage já têm outros três filhos, mas apenas o primeiro nasceu de uma gravidez saudável. O segundo filho foi prematuro e a terceira acabou sendo concebida dez anos depois, por meio de uma inseminação artificial.

Foi nesta ocasião que o casal decidiu congelar vários embriões, que ainda estão guardados.

Os Savage planejam tentar ter outro filho com estes embriões, por meio de uma “barriga de aluguel”.

“Sentimos que temos que dar a cada embrião desses uma chance de viver”, disse Carolyn.

Os advogados do casal estão tentando fazer com que a clínica reconheça a responsabilidade pelo erro, mas não há detalhes sobre um possível processo judicial.

***

Parece coisa de filme. Lembra do “O médico e o monstro”?

É surreal!

É a velha questão.O desenvolvimento cientifico não é um bem absoluto.Esse desenvolvimento deve estar a serviço da vida e do homem.

Ciência pela ciência sem uma aplicação verdadeiramente ética para o homem é perigosa e contraproducente.

A pouco tempo, na Inglaterra, uniram óvulo humano com sêmem animal.Depois destruiram..

nem ..” tudo nos é licito mas nem tudo nos convem..” (S.Paulo)

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Aborto e leis iníquas:A cultura da morte.

domingo, setembro 13th, 2009

O assassinato de um bebê não nascido é produzido, além de por meio de alguns métodos domésticos, através dos seguintes métodos:

- Por envenenamento salino

Extrai-se o líquido amniótico dentro da bolsa que protege o bebê. Introduz-se uma longa agulha através do abdômen da mãe, até a bolsa amniótica e injeta-se em seu lugar uma solução salina concentrada. O bebê ingere esta solução que lhe causará a morte em 12 horas por envenenamento, desidratação, hemorragia do cérebro e de outros órgãos.

Esta solução salina produz queimaduras graves na pela do bebê. Algumas horas mais tarde, a mãe começa “o parto” e da a luz a um bebê morto ou moribundo, muitas vezes em movimento.
Este método é utilizado depois da 16o semana de gestação.

- Por Sucção

Insere-se no útero um tubo oco que tem uma ponta afiada. Uma forte sucção (28 vezes mais forte que a de um aspirador doméstico) despedaça o corpo do bebê que está se desenvolvendo, assim como a placenta e absorve “o produto da gravidez” (ou seja, o bebê), depositando-o depois em um balde. O abortista introduz logo uma pinça para extrair o crânio, que costuma não sair pelo tubo de sucção. Algumas vezes as partes mais pequenas do corpo do bebê podem ser identificadas. Quase 95% dos abortos nos países desenvolvidos são realizados desta forma.

- Por Dilatação e Curetagem

Neste método é utilizado uma cureta ou faca proveniente de uma colher afiada na ponta com a qual vai-se cortando o bebê em pedaços com o fim de facilitar sua extração pelo colo da matriz. Durante o segundo e terceiro trimestre da gestação o bebê é já grande demais para ser extraído por sucção; então utiliza-se o método chamado dilatação e curetagem.

A cureta é empregada para desmembrar o bebê, tirando-se logo em pedaços com ajuda do fórceps. Este método está se tornando o mais usual.

- Por “D & X” às 32o semanas

Este é o método mais espantoso de todos, também é conhecido como nascimento parcial. Costuma ser feito quando o bebê se encontra já muito próximo de seu nascimento. Depois de ter dilatado o colo uterino durante três dias e guiando-se por ecografia, o abortista introduz algumas pinças e agarra com elas uma perninha, depois a outra, seguida do corpo, até chegar aos ombros e braços do bebê. Assim extrai-se parcialmente o corpo do bebê, como se este fosse nascer, salvo que deixa-se a cabeça dentro do útero. Como a cabeça é grande demais para ser extraída intacta; o abortista, enterra algumas tesouras na base do crânio do bebê que está vivo, e as abre para ampliar o orifício. Então insere um catéter e extrai o cérebro mediante sucção.

Este procedimento faz com que o bebê morra e que sua cabeça se desabe. Em seguida extrai-se a criatura e lhe é cortada a placenta.

- Por Operação Cesárea

Este método é exatamente igual a uma operação cesárea até que se corte o cordão umbilical, salvo que em vez de cuidar da criança extraída, deixa-se que ela morra. A cesárea não tem o objetivo de salvar o bebê mas de matá-lo.

- Mediante Prostaglandinas

Esta droga provoca um parto prematuro durante qualquer etapa da gravidez. É usado para levar a cabo o aborto à metade da gravidez e nas últimas etapas deste. Sua principal “complicação” é que o bebê às vezes sai vivo. Também pode causar graves danos à mãe. Recentemente as prostaglandinas foram usadas com a RU- 486 para aumentar a “eficácia” destas.

- Pílula RU-486

Trata-se de uma pílula abortiva empregada conjuntamente com uma prostaglandina, que é eficiente se for empregada entre a primeira e a terceira semana depois de faltar a primeira menstruação da mãe. Por este motivo é conhecida como a “pílula do dia seguinte”. Age matando de fome o diminuto bebê, privando do de um elemento vital, o hormônio progesterona. O aborto é produzido depois de vários dias de dolorosas contrações.

***

E pensar que existem pessoas que defendem esse tipo de prática,os “defensores do aborto alheio” e que acham correto tal procedimento é inimaginável.

Pesquisas recentes afirmam que a maioria esmagadora da população Brasileira é contra o aborto, o que nos enche de esperança!

Graças a Deus!

À proposito..veja que absurdo!

“Um Bebê abandonado à morte”

A luta contra o aborto é atualmente revestida da maior importância principalmente porque esta é uma das formas de enfrentarmos o avanço da Cultura da Morte em nossa sociedade. E um dos efeitos mais devastadores desta cultura maligna é exatamente entorpecer as consciências de muitos tanto para o drama da morte quanto para a beleza da vida.

Quando tal descaso em relação à vida humana atinge os profissionais da área médica temos então o pior dos mundos à nossa frente.

Foi divulgada  pelo jornal Daily Mail a história de uma mãe que assistiu seu filho morrer sem qualquer cuidado médico.

Sarah Capewell, a mãe, implorou para os médicos para que atendessem a seu filho. Apesar de seu filho respirar sem aparelhos e ter batimentos cardíacos normais, e até mesmo mover seus braços e pernas, apesar de tudo isto, os médicos recusaram-se a prestar-lhe quaisquer cuidados.

O motivo? Este: Jayden, como foi chamado por sua mãe, nasceu com 21 semanas e 5 dias. Pelos protocolos médicos ingleses, apenas crianças com 22 semanas de gestação devem receber cuidados médicos. Ou seja, os médicos abandonaram Jayden à morte por causa de 2 dias.

Por causa destes 2 dias, os médicos forçaram Sarah a assistir impotente à morte de seu filho. Deixaram-na ver seu filho respirar com dificuldade, debatendo-se por uma vida que lhe era negada por médicos que tinham por ele apenas indiferença.

A mãe conta que a parteira que a assistiu no parto chamou Jayden de “pequeno guerreiro”, devido a estar respirando por si próprio e por seu coraçãozinho bater normalmente.

Diante de sua insistência para que os médicos viessem em socorro de seu filhinho, Sarah recebeu esta resposta da parteira:

“Eles não virão para ajudar, querida. Aproveite todo o tempo que você tem com ele.”

Sarah abraçou seu pequenino filho e tirou preciosas fotos do menino que vão nesta página. Jayden faleceu em seus braços menos de 2 horas após seu nascimento.

Ela também conta que devido a gestação não ter atingido 22 semanas, foi-lhe negado o medicamento que serviria para atrasar o momento do nascimento. Negaram-lhe também as injeções de esteróides que fariam com que os pulmões do pequenino Jayden fossem fortalecidos para o eventual nascimento prematuro.


Negaram-lhe tudo… Medicamentos, cuidados, tratamento digno para seu filho. Jayden veio e foi-se deste mundo apenas com o amor de sua mãe.

Hoje, Sarah Capewell está lutando para que os protocolos que serviram de sentença de morte para seu filho sejam alterados:

“Milhares de mulhes passam por esta experiência. Os médicos dizem que os bebês não sobreviverão, mas como eles sabem disto se não lhes dão uma chance?”

A verdade é que os médicos não sabem… E não sabem porque a Cultura da Morte que lhes embota o pensamento já vai tomando-lhes por completo. Somente assim eu posso imaginar que uma pessoa possa ver uma mãe abraçada a seu filho implorar por ajuda e virar-lhe as costas.

Fonte:
‘Doctors told me it was against the rules to save my premature baby’

Justice for Jayden

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Escândalo médico vai virar CPI,em São Paulo

quinta-feira, setembro 10th, 2009


O escândalo do médico especialista em reprodução assistida Roger Abdelmassih, preso no mês passado em São Paulo acusado de crimes sexuais contra pacientes, deve virar CPI na Assembleia Legislativa paulista.

Os deputados não pretendem investigar as denúncias de estupro e assédio, mas sim os procedimentos adotados na clínica de reprodução. Nessa e em diversas outras.

Segundo a “Folha de São Paulo”, serão convocadas associações de médicos e pacientes para falar sobre  práticas polêmicas como a sexagem (definição do sexo do bebê) e a turbinagem (quando o citoplasma de óvulos de mulheres jovens é colocado em óvulos de mulheres mais velhas).

Os deputados acreditam que a clínica de Abdelmassih, que foi suspenso pelo Conselho Regional de Medicina por estas e outras questões éticas, é apenas a ponta do iceberg.

***

Entende porque a Igreja é critica aberta destes procedimentos?

A questão ética e humana envolvida nestes procedimentos é muitissimo delicada e traz a tona temores concretos e-como se vê nesse caso,REAIS!

A Ciência já foi usada muitas vezes para encobrir supostos avanços humanos com um preço altíssimo para a humanidade.

A Igreja não é contra o verdadeiro progresso nem ao avanço tecnólogico;ela defende a vida e a dignidade humana,muitas vezes desprezada nestes procedimentos,como se a vida fosse manipulável e descartável,a serviço dos “cientistas” e dos interesses econômicos de grupos e pessoas inescrupulosas,sem esquecer aqueles que são capazes de fazer “qualquer coisa” para realizar o legitimo sonho de ser mãe,não importando o preço financeiro ou ético envolvido.

Este caso deve servir de alerta e nos fortalecer ainda mais na certeza de como a Igreja tem sua razão em questionar determinados “avanços”.

Avanços que devem ser postos a serviço do homem em sua verdade e  não a serviço do egoísmo disfarçado de “progresso”.

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Desprezo pela vida,sintoma do Paganismo

quarta-feira, agosto 19th, 2009

O vaticanista italiano Sandro Magister assinala que o paganismo, especialmente em países como a China e Índia onde a evangelização é ainda incipiente, gera o desprezo pela vida de maneira concreta com o aborto e o assassinato de recém-nascidos. Para explicá-lo apresenta um artigo e um livro sobre a política abortista que na China exige que as famílias tenham um só filho.

Em sua habitual coluna, Magister se refere a um livro escrito pelo chinês Harry Wu, que atualmente vive nos Estados Unidos e preside a Laogai Research Foundation, que acaba de aparecer na Itália, “precisamente quando o parlamento aprovou, em 15 de julho, uma moção que comprometia ao governo italiano a apresentar à assembléia geral da Organização das Nações Unidas uma resolução contra o aborto como instrumento de controle demográfico e para confirmar o direito de toda mulher a não ser obrigada a abortar”.

O livro, que em sua versão em italiano se chama “Matança de inocentes: A política do filho único na China”, faz um balanço desta política anti-vida que se instaurou no país asiático em 1979, quer dizer há 30 anos.

Seguidamente Magister explica que “sobre tudo fizeram eco do livro na Itália dois jornais: o Avvenire, de propriedade da Conferência Episcopal, e o jornal Il Foglio, dirigido por Giuliano Ferrara, um intelectual não católico, muito comprometido na defesa da vida da criança por nascer e em promover uma moratória internacional contra o aborto”.

Magister comenta logo que o interessante artigo “mostra que a matança das crianças por nascer e dos infantes não é prerrogativa só da China das últimas décadas, mas sim a acompanham muitas civilizações no lapso de milênios. Existia na antiga Roma pagã. Existia na China dos séculos passados. Existe na Índia de hoje. A expansão missionária do cristianismo freqüentemente o encontrou em seu próprio caminho”.

Hoje, prossegue, “o aborto e o infanticídio voltam a ganhar terreno também no Ocidente. São moeda corrente do ‘novo mundo’ propugnado por especialistas em bioética como Peter Singer. Aparece em leis como a da eutanásia para crianças até os doze anos na Holanda”.

“Os êxitos e os fracassos da expansão do cristianismo freqüentemente têm seu revés precisamente na prática desta matança”, conclui.

Fonte:Zenit

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Greenpeace não tem nada a ver com ‘navio do aborto’

terça-feira, agosto 4th, 2009

Esclarecimento da Ong Greenpeace

Roda em alguns sites brasileiros a informação de que o Greenpeace apóia a organização não governamental WOW - Women on Waves, basicamente um navio que roda a mundo promovendo a interrupção da gravidez.

Essa informação está completamente errada.

O Greenpeace não tem nenhuma posição a respeito dessa organização. O trabalho do WOW não tem nada a ver com defesa do meio ambiente. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

A ligação foi feita em um post – equivocado, para falar o mínimo – que saiu ontem, dia 3, no blog Sem fronteiras, do jurista Wálter Maierovitch, integrante do site Terra Magazine.( e reproduzido aqui no nosso blog)

O blogueiro errou duas vezes. Primeiro, postou sem citar nenhuma fonte e sem entrar em contato com a gente para esclarecer a informação. Quando a gente ligou ontem, para o Terra Magazine, para polidamente dizer que a informação estava errada, a equipe incluiu nosso esclarecimento no post e a fonte do blogueiro.

E aí ficou patente o segundo erro do jurista. Ele teria tirado esse dado de uma reportagem publicada no periódico britânico Independent. Lendo o texto original, em nenhum momento é dito que o Greenpeace dá apoio à organização. . É dito apenas que a principal articuladora do WOW foi médica, no passado, do navio Rainbow Warrior II – o que, de forma nenhuma, significa que o trabalho das duas organizações está ligado.

O Terra Magazine colocou um segundo esclarecimento no ar, a nosso pedido.

***

Estamos também aqui no blog corrigindo o mal entendido que já causava mal estar em muita gente sensata que via uma contradição enorme no Greenpeace defender o planeta terra e não defender a vida humana- inocente!- que habitará essa terra.

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Sexo com criança é crime ou não?

quarta-feira, julho 22nd, 2009

Superior Tribunal de Justiça decide que sexo com crianças não é
necessariamente crime

O Superior Tribunal de Justiça e um tribunal
inferior  anularam duas sentenças contra homens que abusaram sexualmente de
meninas  em  meses  recentes,  alegando  que a conduta deles não constituiu
crime sob a lei brasileira, despertando um protesto da ONU.
Em  23  de  junho  o  Superior Tribunal de Justiça sustentou a inocência de
vários  homens  que  haviam  pagado duas meninas, de 12 e 13 anos de idade,
para  ter  relações  sexuais  com  elas, alegando que os estatutos de abuso
sexual de crianças não englobam a prostituição.

Os  homens, um dois quais foi identificado como uma celebridade do esporte,
tiraram fotos do encontro.
Embora  não  haja  a menor dúvida de que os homens tiveram relações sexuais
com as meninas, o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul havia
decidido   que   não  é  crime,  pois  as  meninas  estavam  envolvidas  em
prostituição.  O  Superior  Tribunal  de  Justiça  concordou, sustentando a
decisão do tribunal inferior.
“As  prostitutas  esperam  o  cliente  na rua e já não são mais pessoas que
gozam  de  uma  boa  imagem  perante  a  sociedade”, o juiz decidiu no caso
original,  acrescentando que a “prostituição é uma profissão tão antiga queé  considerada no meio social apenas um desregramento moral, mas jamais umailegalidade penal”.
Ariel  de Castro Alves, membro do Conselho Nacional dos Direitos da Criança
e do Adolescente, expressou horror à decisão.
“A  decisão  é  quase  uma  licença para  que o abuso e a exploração sejam
cometidos  sem  punição.  Atualmente,  casos  como  esses  dificilmente são
punidos”,  ela disse ao jornal O Globo. “É um processo difícil, que envolve
constrangimentos  e,  muitas  vezes,  ameaças  às  vítimas e aos familiares
delas. Quando se pode punir, temos uma decisão absurda dessas”.
A  decisão  foi  também  denunciada  pelo  Fundo  das  Nações Unidas para a
Infância (UNICEF).
“Por  incrível  que possa parecer, o argumento usado é o de que os acusados
não  cometeram  um crime, uma vez que as crianças já haviam sido exploradas
sexualmente  anteriormente por outras pessoas”, a organização comentou numadeclaração pública.
“Além  disso,  a  decisão causa indignação, por causa da insensibilidade do
Judiciário  para  com  as  circunstâncias  de  vulnerabilidade  às quais as
crianças  estão  submetidas”
, continuou a declaração. “O fato resulta ainda
num  precedente  perigoso:  o de que a exploração sexual é aceitável quando
remunerada,  como se nossas crianças estivessem à venda no mercado perverso
de poder dos adultos”.

Num segundo caso, noticiado no Brasil em 5 de junho pelo comentarista legal
Renato  Pacca,  o  Tribunal  de  Justiça  do  Rio Grande do Sul invalidou a
condenação  de  um  homem  de 30 anos que confessou que teve relação sexual
com seu irmão de 13 anos.
De  acordo  com  o  Ministério  Público,  o  acusado, que não teve seu nome
revelado  na  imprensa  brasileira,  ”mediante  violência  real e violência
presumida,   constrangeu   os   seus   três  irmãos  menores  que  contavam
respectivamente com 9, 12 e 13 anos de idade, na época dos fatos a praticar
e  permitir  que,  com  eles,  se  praticassem atos libidinosos diversos da
conjunção   carnal,   consistentes  em  exibir-lhes  filmes  pornográficos,
submetê-los a sevícias sexuais diversas”.
Embora  o acusado tivesse confessado que abusou sexualmente de seu irmão de
13  anos,  e  embora  tivesse sido sentenciado a 12 anos de prisão, ele foi
absolvido  por  um  recurso na 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do
estado, porque o menino havia “pedido isso”.
De  acordo  com o texto da decisão, “a promiscuidade sexual era a tônica da
convivência doméstica, bastando para atestar esta realidade, a naturalidade
com o que o tema foi enfrentado pelas supostas vítimas”.
O menino de 13 anos “assentou efetivamente ter mantido relações sexuais com
seu  irmão”,  disse o tribunal, “sentando-se no colo do irmão, argumentando
’sabia  que isso era errado’ e que na ação, teve papel de mulher e o réu de
homem”.
O Ministério Público interpôs recurso no Superior Tribunal de Justiça, que,
em  contraste  com  o  outro  caso  semelhante  envolvendo as duas meninas,
invalidou a decisão do tribunal inferior e restaurou a sentença original.

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Aborto “legalizado” e morte materna.

sábado, junho 13th, 2009

Abaixo segue uma tradução livre de um documento divulgado pela organização Minnesota Citizens Concerned for Life no qual é demonstrado que o argumento de que a legalização do aborto leva à redução da mortalidade materna só faz sentido na cabeça de abortistas.

As evidências indicam justamente o contrário. O que diminui mesmo a mortalidade materna é assistência médica de qualidade amplamente disponível para as mulheres, principalmente as que estão passando por uma gestação.

***

A legalização do aborto protege a saúde da mulher?

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que são feitos 42 milhões de abortos a cada ano, e, destes, 20 milhões são ilegais ou executados clandestinamente. Segundo a OMS, abortos inseguros causam por volta de 65.000 a 70.000 mortes maternas a cada ano(1), 99% das quais ocorrendo nos países em desenvolvimento(2).

Baseados nestes números (que são altamente questionáveis e não confiáveis)(3), alguns grupos argumentam que, acabando com leis que proíbem ou restringem o aborto, isto ajudaria a prevenir que muitas mulheres morressem ou sofressem seqüelas resultantes de abortos ilegais. “A legalização do aborto e a disponibilização de serviços de planejamento familiar causam considerável queda de mortes relacionadas ao aborto”, declara a International Planned Parenthood Federation(4).

Porém tal conclusão é contrária à evidência disponível. A falta de modernos tratamentos médicos e assistência médica de qualidade, e não a proibição do aborto, resulta em altas taxas de mortalidade materna. A legalização do aborto na verdade leva a mais abortos — e nos países em desenvolvimento, onde a assistência médica às mães é deficiente, isto aumentaria o número de mulheres que morrem ou sofrem seqüelas por causa de abortos.

O Problema da mortalidade materna

Condições maternas, relacionadas ao aborto ou não, causam 1.9% das mortes mundiais para mulheres e meninas(5). A mortalidade materna permanece um sério problema nos países em desenvolvimento.

Em muitos casos, faltam a mais básica assistência médica ou cuidados pré-natais. Muitas vezes não há atendimento ao parto, o ambiente hospitalar não tem condições sanitárias mínimas, instalações de emergência e suprimentos são inexistentes ou inadequados, médicos não são treinados ou não possuem equipamentos para lidar com situações que envolvam trauma, e suprimentos médicos e cirúrgicos básicos tais como antibióticos e luvas esterilizadas são insuficientes ou inexistentes. Tais perigos para uma mulher grávida estão presentes se uma gravidez é terminada por aborto ou pelo nascimento da criança.

A solução: melhor assistência

A maioria das mortes maternas podem ser prevenidas através de nutrição adequada, assistência médica básica e um bom acompanhamento obstétrico durante a gestação, parto e pós-parto. Nos países desenvolvidos, o declínio nos índices de mortalidade materna coincidem “com o desenvolvimento de técnicas obstétricas e a melhora na saúde em geral da mulher” (de 1935 a 1950), de acordo com a OMS(6). Isto ocorreu bem antes da legalização do aborto se espalhar por todo o mundo desenvolvido.

Nos EUA o aborto era um procedimento relativamente seguro bem antes que ele se tornasse legal, em 1973 (Figs. 1 e 2). Dra. Mary Calderone, que foi diretora médica da Planned Parenthood, concluiu, em 1960, que “o aborto, seja terapêutico ou ilegal, não é mais perigoso, devido a estar sendo feito por médicos”(7).

Dr. Bernard Nathanson, que foi um líder abortista e co-fundador da NARAL Pro-Choice America, escreveu em 1979 que o argumento que mulheres nos EUA poderiam morrer devido a abortos ilegais e inseguros “é agora totalmente inválido e obsoleto” porque “antibióticos e outros avanços diminuíram dramaticamente a taxa de mortes devidas a abortos”(8).

Na Inglaterra e no País de Gales, a taxa de mortalidade materna caiu de um pico de 550 (mortes maternas por 100.000 nascimentos vivos) em 1931 para menos de 50 em 1960. Esta queda considerável é devida ao uso de antibióticos, transfusões de sangue e ao tratamento da hipertensão durante a gravidez(9).

De acordo com o Relatório dos Países em Desenvolvimento, do Banco Mundial, Malásia e Sri Lanka reduziram consideravelmente as taxas de mortalidade materna através da ampla disponibilização de parteiras e enfermeiras nas áreas rurais e também pela disponibilização de medicamentos apropriados e equipamentos, melhorias na comunicação, transporte e serviços de apoio. No Sri Lanka, a taxa mortalidade materna — o número de mortes maternas por 100.000 nascimentos vivos — caiu de 2.136 em 1930 para 24 em 1996. Na Malásia, ela caiu de 1.088 em 1933 para apenas 19 em 1997(10).

Dr. Neelam Dhingra, da OMS, atestou que hemorragias severas contribuem para até 44% das mortes maternas na África, muitas das quais podem ser prevenidas simplesmente através do acesso a sangue de qualidade(11). A moderna Medicina e uma melhor assistência médica são a chave para proteger as vidas e a saúde das mulheres.

Aborto legalizado não significa aborto seguro

Contrário ao que declara a International Planned Parenthood Federation e outros grupos pró legalização do aborto, não existe uma relação direta entre leis permissivas ao aborto e taxas de mortalidade materna. Na verdade, a legalização do aborto nada faz para resolver o problema da falta de assistência médica dos países em desenvolvimento.

De acordo com a United Nations Population Division (UNPD), não tem havido substancial decréscimo na mortalidade materna ou mortalidade infantil desde a Conferência Internacional para População e Desenvolvimento no Cairo, em 1994, e a 4a. Conferência Mundial sobre as Mulheres em Pequim, em 1995(12). Isto é verdade apesar de sabermos que, no mesmo período, mais mulheres tiveram acesso ao aborto do nunca antes na história.

Os exemplos de Rússia, EUA, Irlanda e Polônia demonstra que nações com severas restrições ao aborto têm, na verdade, taxas mais baixas de mortalidade materna do que países onde o aborto é totalmente liberado. Os dados da Figura 3 foram tirados do Relatório da Mortalidade Mundial de 2005, publicado pela UNPD(13).

Na Índia, o aborto é amplamente permitido, mas mortes maternas são comuns devido a inseguras condições médicas. De acordo com “Políticas sobre Aborto: Um Relatório Global”, da UNPD, “Apesar da liberação do aborto, abortos inseguros têm contribuído para as altas taxas de mortalidade materna na Índia (570 mortes maternas por 100.000 nascimentos vivos em 1990)”(14).

Em contraste a isto, a taxa de mortalidade materna no Paraguai é muito menor, apesar da proibição da maioria dos abortos e do fato que “abortos clandestinos são comuns”. A taxa está em declínio — “de 300 mortes por 100.000 nascimentos vivos em 1986 para a mais recente estimativa governamental, em 1995, de 190 mortes por 100.000 nascimentos vivos”(15).

A evidência mostra que a taxa de mortalidade materna de um país é determinada mais pela qualidade da assistência médica do que pelo status legal do aborto. Complicações no aborto não são uma conseqüência da legalidade do procedimento, mas das condições médicas em que o aborto é feito.

Aborto legalizado significa mais abortos

A legalização do aborto pode não tornar o procedimento menos arriscado, mas ela tem uma clara conseqüência: a legalização do aborto aumenta o número de abortos. Nos EUA, o número de abortos saltou de estimados 98.000 por ano para um pico de 1,6 milhões após a total legalização em 1973(16). É o que explica Stanley Henshaw do Guttmacher Institute (entidade militante pelo aborto legalizado): “Na maioria dos países, é comum após a legalização que o número de abortos cresçam acentuadamente por vários anos, seguida de uma estabilização, exatamente como vimos acontecer nos EUA”(17).

Na África do Sul, por exemplo, o número de abortos cresceu de estimados 1.600 em 1996, o ano anterior ao qual o aborto foi legalizado, para 85.621 em 2005.(18) Em contraste a isto, quando a Polônia finalmente proibiu a maioria dos abortos após décadas de liberação e financiamento governamental, as evidências sugerem que o número total de abortos (legais e ilegais) diminuiu drasticamente.(19)

É plausível concluir que dado o substancial aumento no número total de abortos em seguida à legalização, o número (assim como a taxa) de mortes maternas relacionadas ao aborto devem na verdade aumentar, e não diminuir.

Aborto legalizado é uma grave ameaça

Nos países em desenvolvimento, o perigo da legalização do aborto é especialmente sensível. Jeanne E. Head, enfermeira, representante da ONU junto ao National Right do Life Committee, explica: “As mulheres, que em geral correm risco antes de um aborto porque lhes faltam acesso a médicos, a hospitais ou a antibióticos, sofrerão dos mesmos males após a legalização do aborto. E se a legalização cria uma maior demanda por abortos, como acontece na maioria dos países, mais mulheres estarão competindo pelos já limitados recursos médicos”.(20)

Mesmo nos EUA, país de ponta na Medicina Moderna, por volta de 400 mulheres morreram devido ao aborto desde que o procedimento foi amplamente legalizado em 1973.(21)

O aborto jamais é inteiramente seguro. Mas nos países em desenvolvimento sem a devida assistência médica às mulheres grávidas, o aumento de abortos que resultaria da legalização não apenas aumentaria a mortalidade materna, como também teria um efeito devastador na vida e saúde de mulheres e meninas.

Leis contrárias ao aborto são necessárias para proteger não apenas a criança não-nascida, mas também a vida de suas mães. As mulheres necessitam de apoio e cuidados médicos, e não de abortos.

Uma questão de justiça

A Justiça requer que leis protejam a dignidade e direitos de cada membro da família humana, tanto os não-nascidos quanto suas mães. O argumento da “mortalidade materna” para a liberação do aborto é completamente falho — legalização do aborto apenas leva a mais abortos, e, como resultado disto, mais complicações relacionadas ao aborto para as mulheres. Uma melhor assistência médica, e não abortos, é a solução para o problema de mortes maternas nos países em desenvolvimento.

William Murat

***

Notas

1) Fifty-Seventh World Health Assembly, Report by the Secretariat on Reproductive Health, A57/13 (15 April 2004).

2) World Health Organization, Unsafe Abortion: Global and Regional Estimates of the Incidence of Unsafe Abortion and Associated Mortality in 2003, 5th ed. (Geneva: World Health Organization, 2007).

3) Em seu relatório sobre Aborto Ilegal, de 2007, a OMS admite: “Onde o aborto é restrito e largamente inacessível, ou mesmo legal mas de difícil acesso, pouca informação está disponível para a prática do aborto. Em tais circunstâncias, é difícil quantificar ou classificar o aborto. Qualquer informação disponível é inevitavelmente não confiável”. A United Nations Population Division (UNPD) declara que estas estimativas são “muito especulativas, já que dados confiáveis faltam para a grande maioria dos países”. Nações Unidas, Monitoramento da População Mundial, 2002 (New York: United Nations, 2004), Sales No. E.02.XIII.14. Jeanne E. Head, enfermeira, assim resume: “Dados insuficientes tornam uma acurada idéia do status do aborto e de legislações favoráveis ao aborto em todo o mundo uma tarefa virtualmente impossível. As estimativas da OMS são largamente produzidas por estimativas estatísticas, baseadas em dados insuficientes, e em premissas sem qualquer fundamentação”. – Jeanne E. Head e Laura Hussey, “O acesso ao aborto protege a saúde da mulher?”, The World & I, June 2004, 52-57.

4) “Abortion,” International Planned Parenthood Federation, (20 April 2009).

5) World Health Organization, World Health Report 2002 (Geneva: World Health Organization, 2002).

6) World Health Organization, Maternal Mortality: A Global Factbook (Geneva: World Health Organization, 1991).

7) Mary S. Calderone, “Illegal Abortion as a Public Health Problem”, American Journal of Public Health 50 (July 1960): 949.

8) Bernard N. Nathanson and Richard N. Ostling, Aborting America (New York: Doubleday, 1979), 194.

9) World Health Organization, Maternal Mortality: A Global Factbook.

10) The World Bank, World Development Report 2006 (July 2004).

11) Representative Smith (NJ), “Reducing Maternal Mortality Both at Home and Abroad,” Congressional Record 154: 82 (19 May 2008), H4125.

12) United Nations, World Mortality Report 2005 (New York: United Nations, 2006), Sales No. E.06.XIII.3.

13) Ibid.

14) United Nations, Abortion Policies: A Global Review (New York: United Nations, 2002), Sales No. E.01.XIII.18, 56-58.

15) United Nations, Abortion Policies: A Global Review (New York: United Nations, 2002), Sales No. E.02.XIII.5, 29-31.

16) Uma equipe de pesquisas, em 1981, utilizou um confiável modelo matemático para estimar uma média de 98.000 abortos ilegais a cada ano nos 32 anos precedentes à legalização. Barbara J. Syska, Thomas W. Hilgers, M.D., and Dennis O’Hare, “An Objective Model for Estimating Criminal Abortions and Its Implications for Public Policy,” in New Perspectives on Human Abortion, ed. Thomas W. Hilgers, M.D., Dennis J. Horan and David Mall (Frederick, MD: University Publications of America, 1981).

17) Stanley Henshaw, Guttmacher Institute (16 June 1994), Press release.

18) Wm. Robert Johnston, “Historical abortion statistics, South Africa,” Johnston’s Archive, 26 October 2008, (22 April 2009).

19) Wm. Robert Johnston, “Data on abortion decrease in Poland,” Johnston’s Archive, 26 May 2008, (22 April 2009).

20) Jeanne E. Head and Laura Hussey, 56.

21) Centers for Disease Control and Prevention, “Abortion Surveillance-United States, 2005,” Morbidity and Mortality Weekly Report 57, no. SS-13 (28 November 2008

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“Sobrevivi a meu aborto!”

domingo, junho 7th, 2009

Testemunho de Rebecca Kiessling,sua mãe foi vitima de um estupro e ela sobreviveu a seu aborto.
É uma importante reflexão. Sobretudo porque, no Brasil, o aborto em caso de  estupro é permitido por lei. Aliás, uma portaria do Ministério da Saúde autorizou, há alguns anos, que qualquer hospital realizasse um aborto sob a alegação de estupro, mesmo sem qualquer comprovação.

Os grifos são meus.
***

Eu fui adotada assim que nasci. Aos 18 anos soube que fui concebida a partir de um estupro brutal sob ameaça de faca por um estuprador em série. Assim como a maior parte das pessoas, eu nunca pensei que o assunto aborto estivesse relacionado à minha vida, mas assim que recebi esta notícia percebi que não só está relacionado à minha vida, mas está ligado à minha própria existência. Era como se eu pudesse ouvir os ecos de todas as pessoas que, da forma mais simpática possível, dizem: “Bem, exceto nos caso de estupro…” ou que dizem com veemência e repulsa: “Especialmente nos casos de estupro!!!”. Existem muitas pessoas assim por aí. Elas sequer me conhecem, mas julgam a minha vida e tão prontamente a descartam só pela forma como fui concebida. Eu senti como se a partir daquele momento tivesse que justificar minha própria existência, tivesse que provar ao mundo que não deveria ter sido abortada e que eu era digna de viver. Também me lembro de me sentir como lixo por causa das pessoas que diziam que minha vida era um lixo, que eu era descartável.

Por favor, entenda que quando você se declara “a favor da livre escolha” ou quando abre a exceção para o estupro, o que isso realmente significa é que você pode olhar nos meus olhos e me dizer “eu acho que sua mãe deveria ter tido a opção de abortar você”. Esta é uma afirmação muito forte. Jamais diria a alguém: “Se eu tivesse tido a chance, você estaria morta agora”. Mas essa é a realidade com a qual eu vivo. Desafio qualquer um a dizer que não é. Não é como se as pessoas dissessem: “Bom, eu sou a favor da livre escolha, menos naquela pequena fresta de oportunidade em 1968/69, para que você, Rebecca, pudesse ter nascido”. Não. Esta é a realidade mais cruel desse tipo de opinião e eu posso afirmar que isso machuca e que é uma maldade. Mas sei que muita gente não quer se comprometer sobre esse assunto. Para eles, é apenas um conceito, um clichê que eles varrem para debaixo do tapete e esquecem. Eu realmente espero que, como filha de um estupro, eu possa ajudar a dar um rosto e uma voz a esta questão.

Diversas vezes me deparei com pessoas que me confrontaram e tentaram se desvencilhar dizendo coisas do tipo: “Bem, você teve sorte!”. Tenha certeza de que minha sobrevivência não tem nada a ver com sorte. O fato de eu estar viva hoje tem a ver com as escolhas feitas pela nossa sociedade: pessoas que lutaram para que o aborto fosse ilegal em Michigan naquela época ─ mesmo em casos de estupro ─, pessoas que brigaram para proteger a minha vida e pessoas que votaram a favor da vida. Eu não tive sorte. Fui protegida. E vocês realmente acham que nossos irmãos e irmãs que estão sendo abortados todos os dias simplesmente são “azarados”?

Apesar de minha mãe biológica ter ficado feliz em me conhecer, ela me contou que foi a duas clínicas de aborto clandestinas e que eu quase fui abortada. Depois do estupro, a polícia indicou um conselheiro que simplesmente disse a ela que a melhor opção era abortar. Minha mãe biológica disse que naquela época não havia centros de apoio a grávidas em risco, mas me garantiu que, se houvesse, ela teria ido até lá pelo menos para receber um pouco mais de orientação. O conselheiro foi quem estabeleceu o contato entre ela e os abortistas clandestinos. Ela disse que a clínica tinha a típica aparência de fundo de quintal, como a gente escuta por aí, e lá “ela poderia ter me abortado de forma segura e legal”: sangue e sujeira na mesa e por todo o chão. Essas condições precárias e o fato de ser ilegal levaram-na a recuar, como acontece com a maioria das mulheres.

Depois ela entrou em contato com um abortista mais caro. Desta vez, se encontraria com alguém à noite no Instituto de Arte de Detroit. Alguém iria se aproximar dela, dizer seu nome, vendá-la, colocá-la no banco de trás de um carro, levá-la e então me abortar… Depois vendá-la novamente e levá-la de volta. E sabe o que eu acho mais lamentável? É que eu sei que existe um monte de gente por aí que me ouviria contar esses detalhes e que responderia com uma balançada de cabeça em desaprovação: “Seria terrível que sua mãe biológica tivesse tido que passar por tudo isso para conseguir abortar você!”. Isso é compaixão?!!! Eu entendo que eles pensem que estão sendo compassivos, mas para mim parece muita frieza de coração, não acha? É sobre a minha vida que eles estão falando de forma tão indiferente e não há nada de compaixão neste tipo de opinião. Minha mãe biológica está bem, a vida dela continuou e ela está se saindo muito bem, mas eu teria morrido e minha vida estaria acabada. A minha aparência não é a mesma de quando eu tinha quatro anos de idade ou quatro dias de vida, ainda no útero da minha mãe, mas ainda assim era inegavelmente eu e eu teria sido morta em um aborto brutal.

De acordo com a pesquisa do Dr. David Reardon, diretor do Instituto Elliot, co-editor do livro “Vítimas e vitimados”: falando sobre gravidez, aborto e crianças frutos de agressões sexuais, e autor do artigo “Estupro, incesto e aborto: olhando além dos mitos”, a maioria das mulheres que engravidam após uma agressão sexual não querem abortar e de fato ficam em pior estado depois de um aborto. Sendo assim, a opinião da maioria das pessoas sobre aborto em casos de estupro é fundamentada em falsas premissas: 1) a vítima de estupro quer abortar; 2) ela vai se sentir melhor depois do aborto; e 3) a vida daquela criança não vale o trabalho que dá para suportar uma gravidez. Eu espero que a minha história e as outras postadas neste site ajudem a acabar com este último mito.

Eu queria poder dizer que minha mãe biológica não queria me abortar, mas de fato ela foi convencida a não fazê-lo. Porém, o aspecto nojento e o palavreado sujo deste segundo abortista clandestino, além do receio por sua própria segurança, levaram-na a recuar. Quando ela lhe contou por telefone que não estava interessada neste acordo arriscado, este homem a insultou e a xingou. Para sua surpresa, ele ligou novamente no dia seguinte para tentar convencê-la a me abortar, e mais uma vez ela não quis prosseguir com o plano e ouviu mais uma série de insultos. Depois disso, ela simplesmente não podia mais prosseguir com essa idéia. Minha mãe biológica já estava entrando no segundo trimestre da gestação, quando seria muito mais perigoso e muito mais caro me abortar.

Sou muito grata por minha vida ter sido poupada, mas muitos cristãos bem intencionados me diziam coisas como “olha, Deus realmente quis que você nascesse!” e outros podem dizer “era mesmo pra você estar aqui”. Mas eu sei que Deus quer que toda criança tenha a mesma oportunidade de nascer e não posso me conformar e simplesmente dizer “bem, pelo menos a minha vida foi poupada”. Ou “eu mereci, veja o que eu fiz com a minha vida”. E as outras milhões de crianças não mereciam? Eu não consigo fazer isso. Você consegue? Você consegue simplesmente ficar aí e dizer “pelo menos eu fui desejado… pelo menos estou vivo…” ou simplesmente “sei lá”? Esse é realmente o tipo de pessoa que você quer ser? De coração frio? Uma aparência de compaixão por fora e coração de pedra e vazio por dentro? Você diz que se importa com os direitos das mulheres, mas não está nem aí pra mim porque eu sou um lembrete de algo que você prefere não encarar e que você detesta que outros se importem? Eu não me encaixo na sua agenda?

Na faculdade de direito eu tinha colegas que me diziam coisas como “se você tivesse sido abortada, não estaria aqui hoje e de qualquer forma não saberia a diferença, então por que se importa?”. Acredite ou não, alguns dos principais filósofos pró-aborto usam esse mesmo tipo de argumento: “O feto não sabe o que o atingiu, então não percebe que perdeu a vida”. Sendo assim, acho que se você esfaquear alguém pelas costas enquanto ele estiver dormindo, tudo bem, porque ele não sabe o que o atingiu?! Eu explicava aos meus colegas como a mesma lógica deles justificaria que eu “matasse você hoje, porque você não estaria aqui amanhã e não saberia a diferença de qualquer forma. Então, por que se importa?”. E eles ficavam com o queixo caído. É incrível o que um pouco de lógica pode fazer, quando você pára para pensar – que é o que devemos fazer numa faculdade de direito – e considera o que nós realmente estamos falando: há vidas que não estão aqui hoje porque foram abortadas. É como o velho ditado: “Se uma árvore cai na floresta e não há ninguém por perto para ouvir, será que faz barulho?”. Bem, sim! E se um bebê é abortado e ninguém fica sabendo, tem importância? A resposta é SIM! A vida dele importa. A minha vida importa. A sua vida importa e não deixe ninguém te dizer o contrário!

O mundo é um lugar diferente porque naquela época era ilegal a minha mãe me abortar. A sua vida é diferente porque ela não pôde me abortar legalmente e porque você está sentado aqui lendo as minhas palavras hoje! Mas você não tem que atrair platéias pra que a sua vida tenha importância. Há coisas que fazem falta a todos nós aqui hoje por causa das gerações que foram abortadas e isso importa.

Umas das melhores coisas que eu aprendi é que o estuprador NÃO é meu criador, como algumas pessoas queriam que eu acreditasse. Meu valor e identidade não são determinados por eu ser o “resultado de um estupro”, mas por ser uma filha de Deus. O Salmo 68, 5-6 declara: “Pai dos órfãos… no seu templo santo Deus habita. Dá o Senhor um lar ao sem-família”. E o Salmo 27, 10 nos diz: “Mesmo se pai e mãe me abandonassem, o Senhor me acolheria”. Eu sei que não há nenhum estigma em ser adotado. O Novo Testamento nos diz que é no espírito de adoção que nós somos chamados a ser filhos de Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Sendo assim, Ele deve ter pensado na adoção como símbolo do amor dEle por nós!

E o mais importante é que eu aprendi, poderei ensinar aos meus filhos e ensino aos outros que o seu valor não é medido pelas circunstâncias da sua concepção, seus pais, seus irmãos, seu parceiro, sua casa, suas roupas, sua aparência, seu QI, suas notas, seus índices, seu dinheiro, sua profissão, seus sucessos e fracassos ou pelas suas habilidades ou dificuldades. Essas são as mentiras que são perpetuadas na sociedade. De fato, muitos palestrantes motivacionais falam para suas platéias que se elas fizerem algo importante e atingirem certos padrões sociais, então elas também poderão “ser alguém”. Mas o fato é que ninguém conseguiria atingir todos esses padrões ridículos e muitas pessoas falhariam. Isso significa que elas não são “alguém” ou que elas são “ninguém”? A verdade é que você não tem que provar o seu valor a ninguém e se você quiser realmente saber qual é o seu valor, tudo o que precisa fazer é olhar para a Cruz, pois este é o preço que foi pago pela sua vida! Esse é o valor infinito que Deus colocou na sua vida! Para Ele você vale muito e para mim também. Que tal se juntar a mim para também proclamar o valor dos outros com palavras e ações?

Para aqueles que dizem “bem, eu não acredito em Deus e não acredito na Bíblia, então sou a favor da livre escolha de abortar ou não”, por favor, leia meu artigo “O direito da criança de não ser injustamente morta – uma abordagem da filosofia do direito”. Eu garanto que valerá o seu tempo.

Pela vida,
Rebecca

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Mentiras e Verdades sobre o Aborto

quinta-feira, junho 4th, 2009

Para justificar este crime abominável, os abortistas inventaram uma grande quantidade de falsos argumentos que foram difundidos insistentemente, especial naqueles países onde, por qualquer motivo, tentam buscar a legalização do aborto ou ampliá-lo onde já foi legalizado alguma de suas formas. Revisemos algumas destas mentiras e qual é a verdade.

Mentira 1: É desumano não legalizar o “aborto terapêutico” que deveria ser realizado quando a gravidez põe a mulher em risco de morte ou de um mal grave e permanente.

A Verdade: neste caso o termo “terapêutico” é utilizado com o fim de confundir. “terapia” significa curar e neste caso o aborto não cura nada. Atualmente, a ciência médica garante que praticamente não há circunstâncias em que se deva optar entre a vida da mãe ou do filho. Esse conflito pertence à história da obstetrícia. Já em 1951, o Congresso de Cirurgiões do American College disse que “todo aquele que faz um aborto terapêutico ou ignora os métodos modernos para tratar as complicações de uma gravides ou não quer dispor de tempo para usá-los” o temido caso das gestações “ectópicas” ou que desenvolvem-se fora do útero materno estão sendo dirigidas medicamente cada vez com maior facilidade. Por outro lado, o código de ética médica afirma que em caso de complicações na gravidez devem ser feitos os esforços proporcionados para salvar a mãe e filho e nunca ter como saída a morte premeditada de um deles.

Mentira 2: É brutal e desumano permitir que uma mulher tenha o filho produto de uma violação, por isso, para estes casos, deveria ser legalizado o aborto chamado “sentimental”.

A Verdade: Em primeiro lugar as gravidezes seguidas de uma violação são extremamente raras. Nos Estados Unidos, por exemplo, a violação é um sério problema, aproximadamente 78.000 casos foram notificados em 1982. Esta cifra é mais importante se tem-se em conta que 40% a 80% das violações não são denunciadas.

Nestes casos as gravidezes são extraordinariamente raras, por várias causas. Por exemplo, as disfunções sexuais em seus violadores, cuja taxa é extremamente alta. Em três estudos foram constatados que 39, 48 e 54% das mulheres vítimas do ataque não tinham ficado expostas ao esperma durante a violação.

Em outro estudo foi comprovado que 51% dos violadores experimentaram disfunções que não lhes permitiam terminar o ato sexual. Outra causa pela qual são extremamente raras as gravidezes por violação: a total ou temporal infertilidade da vítima. A vítima pode estar já grávida ou pode Ter outras razões naturais.

43% das vítimas encontrava-se nestas categorias. A vítima pode estar tomando anticoncepcionais, ter um DIU ou ligadura das trompas, 20% situava-se nesta categoria. Assim, somente uma minoria das vítimas tem um potencial de fertilidade.

Além da infertilidade natural, algumas vítimas estão protegidas da gravidez pelo que é chamado de estresse de infertilidade; uma forma de infertilidade temporal como reação ao estresse extremo. O ciclo menstrual, controlado por hormônios, é facilmente distorcido por um estresse emocional e pode atuar demorando a ovulação; ou se a mulher já ovulou a menstruação pode ocorrer prematuramente.

Um estudo determinou que registraram somente 0,6% de gravidez em 2190 vítimas de violação. Em uma série de 3.500 casos de violação em 10 anos no Hospital São Paulo de Minneapolis, não houve um só caso de gravidez.

Procurar uma legislação baseada em uma exceção em vez de uma regra é totalmente irracional desde o ponto de vista jurídico. É óbvio que o espantoso crime da violação é utilizado para sensibilizar o público a favor do aborto, ao apresentar o fruto inocente de uma possível concepção brutal como um agressor.

É claro que a mulher sofreu uma primeira espantosa agressão, a da violação. Apresentar o aborto como uma “solução” é dizer que um veneno deve ser combatido aplicando-se outro. O aborto não vai tirar nenhuma dor física ou psicológica produzida em uma violação. Ao contrário, vai acrescentar as complicações físicas e psíquicas que o aborte tem por si mesmo.

Por outro lado, o fruto deste ato violento é uma criança inocente, que não carrega para nada com a brutal decisão de seu pai genético. Por outro lado, os legisladores mais especializados afirmam que legalizar o aborto “sentimental” é abrir a porta a sérias complicações jurídicas: praticamente qualquer união, inclusive consensual, poderia ser apresentada como contrária à vontade da mulher, e portanto, uma violação.

Finalmente, o argumento mais importante, é que o aborto por violação não é sequer aceito pelas verdadeiras vítimas, as mulheres violadas.

Mentira 3: É necessário eliminar uma criança com deficiências porque ele sofrerá muito e ocasionará sofrimentos e gastos para os pais.

A Verdade: Este princípio, conhecido como “aborto eugenésico” é baseado no falso postulado de que “os lindos e saudáveis” são os que devem estabelecer o critério de valor de quanto vale uma vida ou não. Com este critério, teríamos motivo suficiente para matar os deficientes já nascidos.
Por outro lado, cientificamente, os exames pré-natais não têm segurança de 100% para determinar malformações ou defeitos. Por exemplo, no caso da rubéola matará a 5 criaturas perfeitamente saudáveis para cada bebê afetado.

Por último, quem pode afirmar que os deficientes não desejam viver? Uma das manifestações contra o aborto mais impressionantes no estado norte americano da Califórnia foi a realizada por um numeroso grupo de deficientes reunidos sob um grande cartaz: “Obrigado mamãe porque não me abortar” . O Dr. Paul Cameron demonstrou perante a Academia de Psicólogos Americano que não há diferença entre as pessoas normais e anormais no que concerne a satisfação da vida, atitude perante o futuro e vulnerabilidade à frustração. “Dizer que estas crianças desfrutariam menos da vida é uma opinião que carece de apoio empírico e teórico”, diz o especialista.
Inclusive são numerosos os testemunhos dos pais de crianças deficientes físicos ou mentais que manifestam o amor e a alegria que esses filhos lhes proporcionaram.

Mentira 4: O aborto deve ser legal porque toda criança deve ser desejada.

A Verdade: Este é um argumento absurdo. O “desejo” ou “não desejo” não afeta em nada a dignidade e o valor intrínseco de uma pessoa. A criança não é uma “coisa” cujo valor pode ser decidido por outro de acordo com seu estado de ânimo. Por outro lado, que uma mulher não esteja contente com sua gravidez durante os primeiro meses não indica que esta mesma mulher não vá amar a seu bebê uma vez nascido. Pode ser comprovado que nos países onde o aborto é legalizado, aumenta-se a violência dos pais sobre as crianças, especialmente a da mãe sobre seus filhos ainda quando são planejados e esperados. A resposta a isto é que quando a mulher violenta sua natureza e aborta, aumenta sua potencialidade de violência e contagia esta à sociedade, a qual vai se tornando insensível ao amor, à dor e à ternura.

Mentira 5: O aborto deve ser legal porque a mulher tem direito de decidir sobre seu próprio corpo.

A Verdade: Mas quando o senso comum e a ciência moderna reconhecem que em uma gravidez há duas vidas e dois corpos. Mulher, segundo definição o dicionário, é um “ser humano feminino”. Dado que o sexo é determinado cromossomicamente na concepção, e mais ou menos a metade dos que são abortados são “seres humanos femininos”, obviamente NÃO TODA MULHER TEM DIREITO A CONTROLAR SEU PRÓPRIO CORPO.

Mentira 6: Com a legalização do aborto terminariam os abortos clandestinos.

A Verdade: As estatísticas nos países “desenvolvidos” demonstram que isto não é assim. Pelo contrário, a legalização do aborto o converte em um método que parece moralmente aceitável e portanto, como uma opção possível que não é igualmente considerada nos lugares onde não é legal. Mas dado que a grande maioria de abortos não são por motivo “sentimental”, “terapêutico” ou “eugenásico”, mas por uma gravidez considerada “vergonhosa”, não é estranho que a mulher – especialmente se é adolescente ou jovem – busque igualmente métodos abortivos clandestinos pela simples razão de que uma lei, ainda que tire a pena legal, não tira a vergonha e o desejo de ocultamento. Por outro lado, esta mentira é baseada no mito segundo o qual os abortos legais são mais “seguros” que os clandestinos. Um exemplo: uma investigação realizada em 1978 nos Estados Unidos constatou que só nas clínicas de Illinois, foram produzidas 12 mortes por abortos legais.

Mentira 7: O aborto deve ser legal porque a mulher tem direito sobre seu próprio corpo.

A Verdade: Tem alguma pessoa direito a decidir sobre seu próprio corpo?
Si, mas até certo ponto. Pode alguém querer eliminar um vizinho ruidoso só porque incomoda a seus ouvidos? Obviamente não. É igual no caso do aborto. A mulher estaria decidindo não sobre seu próprio corpo, mas sobre o de um ser que não é ela, ainda que esteja temporariamente dentro dela.

Mentira 8: O aborto é uma operação tão simples como extrair um dente ou as amígdalas. Quase não tem efeitos colaterais.

A Verdade: as cifras desmentem esta afirmação. Depois de um aborto legal, aumenta a esterilidade em 10%, os abortos espontâneos também em 10%, e os problemas emocionais sobem de 9% para 59%. Além disso, há complicações se houver gravidezes consecutivas e a mulher tem o fator RH negativo. As gravidezes extra-uterinas aumentam de 0,5¨% para 3,5%, e os partos prematuros de 5% até 15%. Também podem ocorrer perfuração do útero, coágulos sangüíneos nos pulmões, infeção e hepatite produzida pelas transfusões, que poderia ser fatal.

Além disso, cada vez mais pesquisas tendem a confirmar uma importante tese médica: que a interrupção violenta do processo de gestação mediante o aborto afeta as células das mamas, deixando-as sensivelmente mais propensas ao câncer. Alguns partidários do aborto inclusive chegaram a argumentar que um aborto é menos perigoso que um parto.

Esta afirmação é falsa: o aborto, especialmente nos últimos meses da gravidez, é notavelmente mais perigoso. Nos países ricos morrem duas vezes mais mulheres por aborto legal do que por disfunções do parto. Por outro lado, algumas mulheres têm problemas emocionais e psicológicos imediatamente depois do aborto, outras os têm anos depois: trata-se da síndrome pós-Aborto.

As mulheres que padecem desta síndrome negam e reprimem qualquer sentimento negativo por um período de ao menos cinco anos. Depois surgem uma variedade de sintomas, desde suores e palpitações até anorexia, alucinações e pesadelos. Os sintomas são surpreendentemente similares aos da Síndrome de tensão pós-traumático que sofreram alguns veteranos, 10 anos ou mais depois de ter combatido em uma guerra.

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O Aborto, o PT e a menina de Alagoinhas.

quinta-feira, maio 21st, 2009

A verdade dos fatos fica cada vez mais clara…

Segundo os dados da Wikipédia (de 2000), a cidade da menina vitima do estupro – Alagoinhas – tem pouco mais de 13 000 pessoas. As condições de vida lá são “tão boas”, que a maioria dos habitantes parte para o além antes de completar 50 anos. Enquanto o Brasil ostentava envergonhado um índice de analfabetismo de 13,63%, aquela cidade, incrustada em um Pernambuco com 24% de analfabetos, carregava o ônus de ter 35% de seus habitantes….analfabetos. Dentre eles, os pais da menina e, quiçá, ela mesma.

Olhando pelo lado materialista de uma nação com quase 190 milhões de habitantes, que nos últimos 7 anos ganhou uma Bahia inteira em habitantes (dados do IBGE), o que a vida de uma menina de 9 anos, de Alagoinhas, significa? N-A-D-A. Ela nem vota ainda! Portanto só serve para lembrar às autoridades locais coisas básicas como a obrigação de ter que lhe oferecer escola, hospital, comida, saneamento, segurança… essas coisas todas que qualquer um que visite o nordeste está cansado de ver que não chegam, ou chegam muito precariamente, até uma cidade tão pequena. Lá, todo dia, deve morrer um bando de outras menininhas, de fome, de doenças que a gente já sabe curar e tratar muito bem, sem que nenhuma autoridade de lá, ou de fora, quanto mais de Brasília, dê a mínima bola.

Bem, então que motivação fez com que tantos “anjos da guarda” partissem em revoada da capital do Estado e até da Capital do País para defender e (dizem eles) arrancar das garras da morte certa tão pobre e desvalida vítima de nossa história com tão aguerrido empenho, embrenhando-se naqueles confins do mundo? Terá sido um bom coração? Terá sido caridade? Terá sido humanidade? Terá sido cidadania? Terá sido o juramento de Hipócrates?

Quem dera! Mas na verdade havia outra motivação. Uma lucrativa indústria de morte deseja instalar-se no nosso país e essa indústria, multinacional, riquíssima, pinçou o caso da garotinha para lançá-lo à mídia e assim causar grande comoção popular que lhe seja favorável a entrar com tudo em nossas terras, subvencionada pelo governo. A indústria do aborto.

Se você ainda não sabe, fique sabendo que o PT tem o compromisso formal, colocado por escrito no atual programa de governo, de aprovar o aborto em nossas terras.

A estratégia da ação empreendida é clara: para calar quem é contra o aborto, vamos criar um clamor mais alto que abafe as vozes dos nossos adversários. Foi o que foi feito. A garota, o Bispo, são apenas peças usadas em uma grande jogada de marketing que está prosperando, porque a grande maioria das pessoas está presa no terreno das emoções, da pena dagarotinha, e está desatenta às coisas que estão acontecendo em paralelo.

É preciso que você saiba que entre os que são contra o aborto – em todo o mundo ─ existem excelentes advogados, excelentes médicos e cientistas de primeira linha, que provam, pela ciência e pela lei, que todo ser humano tem direito à vida desde o momento em que é gerado na barriga de sua mãe até o momento de sua morte natural.

Os advogados mostram que as leis que o nosso país tem que obedecer ─ tratados internacionais e a nossa Constituição ─ asseguram direitos à criança já na barriga de sua mãe.

Os cientistas também mostram que os fetos sentem dor, guardam lembranças, riem e sonham na barriga de suas mães. A lógica mais elementar nos diz, claramente, que nunca fomos ou seremos um ser não humano. Somos, desde que os gametas de papai e mamãe se juntaram, um ser humano. De início, bem pequeno, mas já com todo o nosso código genético prontinho a desabrochar para o mundo. Primeiro, um ser humano em gestação, depois, um ser humano em desenvolvimento e, afinal, um ser humano em decadência, conforme o nosso ciclo vital, mas sempre um SER HUMANO. Isso é ciência, não é religião.

Logicamente, os seres humanos não nascidos não podem ser cortados, triturados, esmagados, cruelmente assassinados como se fossem um tumor. Pois não são uma parte má do corpo de suas mães, são uma outra pessoa que ali se instalou apenas por 9 meses. Uma pessoa que tem vários direitos, dentre os quais, o mais elementar é o direito à vida. Portanto, como pessoas, devem ser tratados com dignidade. E TODAS AS TÉCNICAS ABORTIVAS SÃO MONSTRUOSAS E INDIGNAS, bem mais monstruosas até do que um estupro. Porque de um estupro saímos vivos, mas de um aborto, não. Depois de um estupro coisas boas ainda podem suceder na vida da vítima. Depois de um aborto, a vítima talvez vá para o lixo, talvez seja queimada, ou talvez seja vendida, aos pedaços, a preços altíssimos para a indústria que vive do aborto.

Você duvida que vendam partes de fetos abortados para alguém? Então dê uma olhada na página
http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=ESTEVAO&id=deb0035
ou leia o livro “Cobaias Humanas – a história secreta do sofrimento provocado em nome da ciência” (Andrew Goliszek). Do original “in the name of Science” - Editora Ediouro Publicações S/A. Segundo uma lista publicada nesse livro, em 1999 os preços de várias partes variavam de 35 dólares (a medula espinhal) a quase 1000 dólares (um cérebro de menos de 8 semanas).

Porém, a voz mais forte contra o aborto, no mundo todo, não é a de excelentes advogados nem a de médicos e cientistas maravilhosos. A voz mais forte contra o aborto é a da Igreja Católica. Portanto, os que estão a favor do aborto fazem de tudo e até inventam mentir ias para colocar o povo contra a Igreja Católica. Pois colocando a massa contra os católicos fica mais fácil aprovar o aborto no Brasil.

É aí que entra a pobre menina de Alagoinhas: a vítima perfeita para um grande golpe midiático construído a partir de uma grande mentira: a afirmação de que a menina de 9 anos, estuprada e grávida de gêmeos, NÃO TINHA OUTRA ESCOLHA senão fazer o aborto. Pretendem, com isso, fazer com que as pessoas acreditem que o aborto que ela fez foi muito certo e a que Igreja Católica é atrasada e está contra a menina. ISSO É MENTIRA!

Se você costuma usar a Internet, faça a seguinte experiência: Coloque no buscador Google a seguinte frase: “MENINA DEU À LUZ”. Você verá, com surpresa, que existem 4.950.000 resultados para essa pesquisa. Isso apenas em português. São notícias de casos parecidos de outras crianças que também engravidaram e, assistidas por médicos de verdade (e não aborteiros), tiveram seus filhos apesar de muito novas e despreparadas para isso.

Se você mudar a pesquisa para “MENIDA DE NOVE ANOS DEU À LUZ” verá que aparecem 565.000 resultados. Isso mostra que é mentira a tese de que a menina certamente iria morrer se levasse adiante a sua gravidez.

O que é certo, mesmo, é que ela ia precisar de ajuda, apoio médico, um acompanhamento especial. Assistência. O resto, é pura especulação.

A Igreja católica não é a favor do estupro, nem a favor do sofrimento de ninguém, mas tem a obrigação de defender a verdade. E a verdade é que uma pessoa que faz um aborto, LEGALMENTE viola a CONSTITUIÇÃO do Brasil e o tratado internacional chamado PACTO DE SÃO JOSÉ, que garantem a todo cidadão brasileiro o direito de viver e de ser BEM tratado PELO ESTADO quando ficar doente. E, CIENTÍFICAMENTE, assassina um ser humano em gestação.

Além disso, a fé cristã vê neste ato a violação ao quinto mandamento da lei de Deus: Não Matar. Os cristãos acreditam que quem mata alguém, dentro ou fora da barriga de sua mãe, comete, além de um crime, um pecado mortal.  Essa é a fé cristã.  A Igreja, com base na lei de Deus, deixou claro que esse pecado também acontece quando a pessoa ainda mora na barriga de sua mãe e por isso o CÓDIGO CANÔNICO estabelece que uma pessoa que CONSCIENTEMENTE faz o aborto, ou ajuda, incentiva, paga, etc… está automaticamente EXCOMUNGADA.

Há casos e casos, há exceções, há atenuantes que não comporta discutir aqui, mas o fato é que quando o Bispo pernambucano falou que as pessoas que levaram a menina ao aborto estavam excomungadas, ele não estava excomungando ninguém. Ele estava lembrando uma verdade de fé que JÁ HAVIA ACONTECIDO no momento em que as pessoas mataram as duas criancinhas não nascidas dentro daquela outra criancinha estuprada.

Ele podia ter ficado calado e estava todo mundo que concorreu, pressionou, financiou e fez o aborto excomungado do mesmo modo. Como estão todos os aborteiros que estão por aí, todos os maridos e amantes que já obrigaram as suas caras-metades a se desfazerem das suas barrigas indesejadas, e todas as mulheres que já jogaram seus filhos nas lixeiras hospitalares ou não pelos mais variados motivos fúteis.

Isso é fé cristã. Por que a celeuma por causa da excomunhão? Qual o problema de nós, católicos, professarmos publicamente nossas crenças? Qual o problema de o Bispo declarar que A, B e C não mais pertencem à comunhão cristã? Acredita quem quiser e quem não quiser segue seu rumo.

É preciso ver que a religião, aqui, é apenas a cortina de fumaça bem usada para distorcer a verdade e nos enganar a todos. Católicos e não católicos.

Com toda essa onda, o que o governo Lula pretende é colocar a opinião pública a favor da aprovação de um projeto de lei que dá direto a qualquer mãe de fazer aborto sem justificativa, em qualquer estágio da gravidez, pelo SUS.

Em 07 de maio de 2008, o Projeto de Lei que tem o número 1135/91, foi derrotado por 33 votos contra zero, na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados. Como se isso não bastasse, em 09 de julho de 2008 o mesmo projeto foi derrotado por 57 votos contra 4 na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), apesar de todo o esforço do deputado José Genoíno (PT-SP) de impedir a votação. O Projeto de Lei, porém, não foi ainda arquivado, pois em 13/08/2008 Genoíno apresentou ao presidente da Câmara o Recurso 0201/08, solicitando que o projeto abortista fosse apreciado pelo plenário da Câmara,62 deputados assinaram o recurso do Deputado Genoíno. A grande maioria, desses deputados (49,20 %), é do PT.

É AÍ QUE MORA O PERIGO, nesse julgamento, que está prestes a ocorrer. Se o Brasil não se levanta e clama CONTRA uma monstruosidade dessas, ela vai passar. Porque há muito dinheiro envolvido no assunto.

INTERESSA À INDÚSTRIA ABORTISTA QUE A IGREJA ESTEJA DIVIDIA E A OPINIÃO PÚBLICA TRANSTORNADA, PARA QUE SE PENSE QUE A DESCRIMINAÇÃO DO ABORTO NO BRASIL É UM BEM PARA TODOS OS BRASILEIROS.

MAS A VERDADE, PELA QUAL A IGREJA, ADVOGADOS, MÉDICOS E TODOS OS QUE TÊM AMOR À VIDA BRADAM É QUE TODO CIDADÃO BRASILEIRO TEM DIREITO À VIDA.

É DEVER DO ESTADO cuidar para que não haja violência nas ruas ou violência doméstica e para que as pessoas tenham UMA BOA assistência médica, financeira e psicológica sempre que sejam vítimas de atos violentos.

Defender o aborto é querer fugir dessa obrigação, pelo extermínio, puro e simples, de mais um brasileiro que possa exigir isso.

O aborto não é solução de nada. O aborto é crime. O aborto é violência. O aborto é morte. Todo ser humano tem direto à vida. É o mais básico de todos os direitos. Temos que exigir isso, assim como temos que exigir uma assistência médica de boa qualidade, escola, emprego, etc…. É o que a nossa lei nos garante. Essa é a verdade.

O governo brasileiro TEM QUE ENTENDER QUE NÓS TEMOS DIREITO DE VIVER BEM. Todos nós. Nascidos e não nascidos, válidos, inválidos, jovens e velhos. Quanto mais não seja, porque nós pagamos os impostos mais altos do mundo. O mínimo que o governo tem que nos dar, em retribuição, é o direito à vida.

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Celia Paravato (54),autora do artigo, é Engenheira Eletrônica formada pela UFRJ, pós-graduada em finanças pelo IBMEC, servidora aposentada do Banco Central do Brasil, mãe de 3 filhos, e pertence à “Associação de Maria Imaculada”.

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Sinal de esperança a favor da vida!

terça-feira, maio 19th, 2009

O  Instituto de Pesquisa Gallup confirma que maioria de americanos se declara pró-vida.

Pela primeira vez uma pesquisa revelou que a maioria dos americanos com uma ligeira diferença se declara ” pró-vida”.

A Pesquisa do Gallup foi realizada entre os dias 7 e 10 de maio e mostrou que 51 por cento dos americanos se consideram a favor da vida, enquanto que 42 por cento se declara “pro-choice” (pró-eleição em favor do aborto).

Os que se descrevem a si mesmos como pró-vida nunca tinham alcançado a maioria em uma pesquisa do Gallup desde que a agência começou a incluir esta pergunta em suas pesquisas em 1995.

Faz um ano, 50 por cento dos americanos se declaravam “pro-choice” e só 44 por cento pró-vida. No ano 2001, a cifra de pró-vida alcançou seu último auge ao chegar a 46 por cento.

Os resultados formam parte da pesquisa anual do Gallup sobre Valores e Crenças, que entrevista a 1,015 adultos em todo o país. Sua margem de erro é de três por cento.

53 por cento dos pesquisados acredita que o aborto deve ser legal somente em certas circunstâncias; 23 por cento acredita que sempre deve ser ilegal e só 22 por cento acredita que deve ser legal em todos os casos.

Sinal de esperança! Sendo os Estados Unidos a matriz cultural do mundo,uma mudança nesta nação tenderá a se espalhar pelo mundo todo.

A maior parte das entidades a favor do aborto no Brasil são financiadas pelos americanos,como a famigerada “Católicas pelo direito de decidir” que não tem absolutamente NADA de Católica,sendo uma das mais atuantes entidades feministas do mundo com um rastro triste e vergonhoso de apoio à morte de inocentes.

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