Posts Tagged ‘Hedonismo’

* Alemanha enfrentará declínio econômico por conta de sua baixa natalidade e envelhecimento de sua população.

quarta-feira, dezembro 16th, 2009

A Alemanha, o ídolo do cenário econômico europeu, poderá enfrentar grave declínio econômico nas próximas cinco décadas por causa de seu índice de natalidade que está caindo dramaticamente e sua população em declínio, disse um novo relatório do governo. O declínio e envelhecimento da população resultarão na eventual desintegração dos generosos programas de assistência social da Alemanha, inclusive pensão para idosos, alerta o relatório.

A Agência Federal de Estatísticas projetou uma queda na população de 82 milhões em 2008, a maior da União Européia, para entre 65 e 70 milhões. Em 2060, 34 por cento da população terá mais de 65 anos e 14 por cento terá 80 anos ou mais, um aumento de 20 por cento e 5 por cento respectivamente no ano passado.

“Embora o número de idosos vá aumentar, haverá menos e menos pessoas em idade de trabalho”, Roderich Egeler, o diretor da Agência Federal de Estatísticas, disse no relatório. “Isso terá conseqüências para o sistema de seguridade social”.

Os 82 milhões de cidadãos da Alemanha a tornam o país mais populoso da UE, perfazendo 16.4 por cento da população européia total. Em seguida vem a França, com 64 milhões, o Reino Unido, com 61 milhões, e a Itália, com 60 milhões. Nenhum desses países tem um índice de natalidade que permita que a população permaneça estável e todos dependem da imigração para manter a população e a força de trabalho.

A Alemanha, a Letônia, a Eslovênia e a Itália estão entre os países da UE com a percentagem mais baixa de jovens. Nesses países, só 1 de cada 8 habitantes tem menos de 14 anos. Esses números contrastam com países na África que têm, em média, algumas das populações mais jovens do mundo.

No Burundi, a idade média dos homens é 16.5 anos e das mulheres é 17 anos com o índice de natalidade em 41.42 nascimentos/1.000 habitantes. Cada mulher tem 6.33 filhos. A expectativa de vida é baixa, porém em média é 51.2 anos para os homens e 53.01 anos para as mulheres.

Na Alemanha, a idade média dos homens é 42.6 anos, para as mulheres é 45.2 anos com 8.18 nascimentos/1.000 habitantes e um índice total de fertilidade de 1.41 filhos nascidos por mulher. As aposentadorias terão de subir para uma expectativa média de vida de 76.26 para os homens e 82.42 para as mulheres.

O relatório do governo veio depois de um relatório de outro instituto de pesquisa que na semana passada disse que a Alemanha tem uma das populações mais idosas dos 27 países da Europa e está enfrentando eventual “catástrofe” demográfica e falência de seus programas de assistência social.

O relatório da Agência Federal de Estatísticas disse que o número de pensionistas que terão de ser sustentados pelas pessoas em idade de trabalho poderá ser quase o dobro em 2060.

***

A politica antinatalista, fruto de uma mentalidade relativista e hedonista,onde os filhos são vistos como “fardos” atinge países ricos como a Alemanha e tem repercussões em toda a nação.

Aqui no Brasil, dentre vários argumentos, se usa as dificuldades economicas como fator para justificar os poucos filhos… Lá não se pode usar esse argumento.

O que eu não entendo também é baixa natalidade dentre os Brasileiros de melhor condição  financeira.. Por que será??

É questão de tempo o egoísmo vir cobrar seu preço.

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* Apoio à nova evangelização na América Latina.

segunda-feira, novembro 30th, 2009

Pouco mais de 150 arcebispos e bispos da América Latina reuniram-se este mês no Centro Internacional Domus Galilaeae, na Terra Santa, para o Congresso sobre a nova evangelização em seus respectivos países.

O encontro, organizado por uma equipe responsável do Caminho Neocatecumenal, formada por Kiko Argüello, Carmen Hernández e Pe. Mario Pezzi, abordou a situação da Igreja no mundo e compartilhou, com os bispos, experiências pastorais.

Esta é a primeira reunião deste tipo realizada com os bispos da América Latina, embora não seja a primeira a ser realizada na Domus Galilaeae. Na primavera de 2008, houve uma similar, com 170 bispos da Europa. Em 2007, esta mesma reunião foi realizada com bispos da África e, em 2006, com bispos da Ásia e da Oceania.

Entre outros, o cardeal Pedro Rubiano Sáenz, arcebispo de Bogotá e Nicolás de Jesús López Rodríguez, arcebispo de Santo Domingo, estiveram presentes, além de muitos bispos de Colômbia, Brasil, Venezuela, Bolívia.

Os bispos também se reuniram com autoridades civis e com os pastores de igrejas locais, incluindo Elias Chacour, arcebispo de Akka dos greco-melquitas católicos, o vigário geral do Patriarcado Latino, Dom Giacinto Boulos Marcuzzo, o custódio da Terra Santa, Pe. Pierbattista Pizzaballa, e o núncio apostólico, arcebispo Antonio Franco.

O cardeal Lopez Rodriguez destacou que no congresso se compartilharam experiências e dificuldades pastorais. “Santo Domingo foi a primeira terra americana que recebeu o anúncio do Evangelho. Preparamos para celebrar em 2011 o 500º aniversário da fundação da primeira diocese americana”, disse o arcebispo.

Desafios e dificuldades

No encontro se destacaram alguns fenômenos preocupantes, como a difusão das seitas e de utopias enganosas, fundadas em antropologias que negam a alma e o pecado original, além da volta ao indigenismo.

Destes fenômenos e das palavras dos bispos ficou evidente a urgência da nova evangelização, de uma pastoral missionária que coloque em um movimento virtuoso e dinâmico toda Igreja.

Para Dom Víctor Manuel López Forero, arcebispo emérito de Bucaramanga (Santander, Colômbia), a nova evangelização “deve ser uma característica da nossa missão pastoral”, com “novo ardor, nova inspiração mística e buscando um novo rosto para a Igreja, como nos ensinou João Paulo II. “

Nova ardor

Para o bispo José Luis Escobar Alas, arcebispo de San Salvador, “é evidente que a nossa sociedade, em geral, está perdendo a fé e se torna progressivamente mais atéia, assim como a Europa: este processo está também presente cada vez mais na América Latina”.

As vocações diminuem e a família é atacada nos seus princípios e valores. Há também o flagelo das seitas protestantes, que são um autêntico acúmulo de heresias, um sistema que ameaça destruir a fé católica”.

Segundo o prelado, nesse contexto, é “extremamente necessária uma resposta, e esta deve ser a evangelização e a missão, como disse o Documento de Aparecida”.

“Esta reunião quis nos animar na a fé, a fim de tomar a melhor decisão, para que possamos proclamar Cristo como a verdadeira escolha, num mundo cada vez mais materialista e desprovido de fé”.

Para Dom Angelo Pignoli, bispo de Quixadá (Brasil), o grande desafio de sua diocese “é combater os problemas que afetam as famílias e os jovens”. Ele assinalou ainda a falta de formação do povo. Desejou uma “evangelização mais profunda, para chegar às consciências das pessoas e ter um cristianismo mais autêntico e eficaz”.

Família

Para Dom Hugo Barrantes, arcebispo de San José e presidente da Conferência Episcopal da Costa Rica, em país, vê-se “anticultura da morte: as pessoas não querem ter filhos, querem o casamento entre homossexuais. A família sofre assédio”.

“Os bispos da Costa Rica há oito anos estão trabalhando duramente para defender a família. Neste novembro vamos marchar pelas ruas de San José por esta causa”.

“Queremos dizer aos governantes que estamos com a família, que não queremos a morte, queremos que as crianças nasçam, queremos o futuro da pátria. Este é o desafio mais importante para nós hoje”.

Sobre o desafio das seitas, Dom Barrantes disse que em seu país há seitas, mas sobretudo as pessoas abandonam a religião e não se apegam a nada, tornam-se indiferentes. “Por isso é necessário evangelizar. E colocamos nossa diocese em estado permanente de missão”.

(Por Sara Fornari)

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* Doceria britânica oferece ‘bolos do divórcio’

quarta-feira, novembro 25th, 2009

Empresa de Brighton diz que guloseimas atendem a demanda crescente por festas pós-separação.

Uma doceria britânica está propondo colocar bom humor nos processos de separação judicial elaborando bolos coloridos e apetitosos para as chamadas “festas de divórcio”.

Com sede em Brighton, na costa do sudeste da Inglaterra, a Pink Rose Cakes oferece desenhos personalizados que incluem bonequinhos de uma noiva empurrando um noivo de um bolo de três andares, um noivo chutando uma camada de pão-de-ló sob os dizeres “Enfim livre!”, e dois ex-pombinhos portando rifles e atirando um no outro.

Foto: Cortesia Pink Rose Cakes/BBC


Bolo para divórcio. (Foto: Cortesia Pink Rose Cakes/BBC)

Foto: Cortesia Pink Rose Cakes/BBC


Bolo para divórcio. (Foto: Cortesia Pink Rose Cakes/BBC)

Foto: Cortesia Pink Rose Cakes/BBC

Bolo para divórcio (Foto: Cortesia Pink Rose Cakes/BBC)

“Algumas pessoas podem achar a proposta meio insensível, mas outros a veem como um final apropriado para um período de sua vida – e também uma oportunidade de fazer uma festa”, disse a proprietária da doceria, Fay Miller.

Os bolos custam entre 300 e 500 libras esterlinas (algo entre R$ 850 e R$ 1.500) e, segundo Miller, têm como finalidade incentivar uma “atitude positiva” diante da adversidade.

“Prefiro o humor a algo sóbrio ou vingativo, por isso eu uso várias figurinhas interagindo umas com as outras.”

A empresária diz que quer surfar na onda de produtos feitos sob medida para quem está colocando um ponto final no seu período matrimonial.

Em países como a Grã-Bretanha e a Áustria já existem inclusive as chamadas “feiras do divórcio”, em que advogados e empresas expositoras colocam seus produtos à mostra para ajudar os ex-casados a ter um processo o mais pacífico possível.

Segundo Miller, depois de virar moda nos Estados Unidos, as “festas de divórcio” são cada vez mais comuns em outros lugares do mundo.

“Acho que as pessoas estão definitivamente se dobrando à idéia de gritar para o mundo que elas estão de volta no mercado”, disse a doceira.

Fonte : G1

***

Cômico? se não fosse trágico.

Afinal, como disse a dona do negócio: “Acho que as pessoas estão definitivamente se dobrando à idéia de gritar para o mundo que elas estão de volta no mercado“.


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* Adiada votação de projeto que criminaliza preconceito contra idosos, deficientes e homossexuais.

quinta-feira, novembro 19th, 2009


Foi concedido pedido de vista coletiva ao substitutivo da senadora Fátima Cleide (PT-RO) ao PLC 122/06, que torna crime a discriminação contra idosos, deficientes e homossexuais. A expectativa é que a proposição entre novamente em pauta na reunião da próxima semana.

O projeto divide opiniões: os senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Magno Malta (PR-ES), por exemplo, temem que os religiosos possam ser punidos por ensinar a seus filhos que a homossexualidade é um pecado, de acordo com valores religiosos. Malta afirma temer que se crie uma “casta” ao proteger pessoas que, segundo afirma, já tem direitos como cidadãos garantidos na Constituição.

Já a relatora da proposta, senadora Fátima Cleide, salienta que a sociedade brasileira “não pode mais continuar se omitindo” diante da violência, física e psicológica, a que são submetidos os homossexuais. O presidente da CDH, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), afirmou que o projeto já não se trata mais de homofobia, mas sim de “sociofobias”.

A CDH deverá realizar uma audiência pública para discutir o tema.

Fonte: Agência Senado

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* Cultura relativista manipula as consciências,adverte Papa.

quinta-feira, novembro 19th, 2009

Mensagem pontifícia à Congregação para a Evangelização dos Povos

O Papa advertiu que a cultura relativista contamina a família, a educação e outros âmbitos da sociedade, manipulado as consciências. Bento XVI tocou nessa questão em uma mensagem dirigida ao prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, o cardeal Ivan Dias, com motivo da assembleia plenária da Congregação, que começou na Universidade Urbaniana de Roma, com o tema “São Paulo e os novos areópagos”.

O Santo Padre destacou que, como São Paulo anunciou o Evangelho em Atenas usando uma linguagem inculturada, a Igreja deve proclamar hoje o Evangelho aos novos ambientes, afirmou o Papa.

Mas “não se trata apenas de pregar o Evangelho, mas de alcançar e quase sacudir com a força do Evangelho os critérios de juízo, os valores determinantes, os pontos de interesse, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras e os modelos de vida da humanidade, que estão em contraste com a Palavra de Deus e com o desígnio de salvação”, disse, citando Paulo VI.

“A atividade missionária da Igreja deve portanto se orientar para estes centros neurálgicos da sociedade do terceiro milênio”, continuou.

Sobre as necessidades particulares da sociedade atual por evangelizar, o Papa indicou que “não se deve menosprezar a influência de uma difundida cultura relativista, a maioria das vezes carente de valores, que entra no santuário da família, infiltra-se no âmbito da educação e em outros âmbitos da sociedade e os contamina, manipulando as consciências, especialmente as juvenis”.

Para Bento XVI, “como em outras épocas de mudanças, a prioridade pastoral é mostrar o verdadeiro rosto de Cristo”, o qual “exige que cada comunidade cristã e a Igreja em seu conjunto ofereçam um testemunho de fidelidade a Cristo”.

E isso “construindo pacientemente essa unidade querida por Ele”, porque “a unidade dos cristãos fará, de fato, mas fácil a evangelização e a confrontação com os desafios culturais, sociais e religiosos de nosso tempo”.

“Nesta empreitada missionária podemos olhar o apóstolo Paulo, imitar o ‘estilo’ de vida e o mesmo ‘espírito’ apostólico centrado totalmente em Cristo”, propôs.

E seguidamente assegurou: “com esta completa adesão ao Senhor, os cristãos poderão mais facilmente transmitir às futuras gerações a herança da fé, capaz de transformar também as dificuldades em possibilidades de evangelização”.

Na mensagem, o Santo Padre dedicou palavras de “apreço e de gratuidade” ao cardeal Dias e a toda Congregação para a Evangelização dos Povos, “pelo serviço que se faz à Igreja no âmbito da missão ad gentes”.

Também considerou a assembleia que estão celebrando um “convite urgente a saber valorizar os “areópagos” de hoje, onde se enfrentam os grandes desafios da evangelização”.

“Quer-se analisar este tema com realismo, tendo em conta as muitas mudanças sociais ocorridas –reconheceu. Um realismo apoiado pelo espírito de fé, que vê a história à luz do Evangelho, e com a certeza que tinha Paulo da presença de Cristo ressuscitado”.

E assegurou que, perante essa missão da Igreja, apesar dos problemas, o “Espírito Santo está sempre em ação”.

Bento XVI afirmou que atualmente “se abrem de fato novas portas ao Evangelho e se vai estendendo no mundo o desejo de uma autêntica renovação espiritual e apostólica”.

Referindo-se à encíclica Caritas in veritate, destacou que o desenvolvimento econômico e social da sociedade contemporânea precisa recuperar a atenção à vida espiritual”.

Recuperar também, acrescentou, uma “séria consideração das experiências de confiança em Deus, de fraternidade espiritual em Cristo, de confiança na Providência e na Misericórdia divinas, de amor e de perdão, de renúncia a si mesmo, de acolhida ao próximo, de justiça e de paz”.

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* O que é “Halloween” e o que se celebra realmente nesta data?

sexta-feira, outubro 30th, 2009

1. Significado
2. Origens
3. Abóbora, guloseimas, disfarces…
4. Festividade de todos os Santos
5. Cultura e negócio do terror
6. Pensando a partir da fé
7. Sugestões para os pais de família

8. Idéias criativas de como dar as crianças um ensino positivo nestas data

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1. Significado

Halloween significa “All hallow’s eve”, palavra que provém do inglês antigo, e que significa “véspera de todos os santos”, já que se refere de noite de 31 de outubro, véspera da Festa de Todos os Santos. Entretanto, o antigo costume anglo-saxão lhe roubou seu estrito sentido religioso para celebrar em seu lugar a noite do terror, das bruxas e dos fantasmas. Halloween marca um triste retorno ao antigo paganismo, tendência que se propagou também entre os povos espanos.

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2. Origens

A celebração do Halloween se iniciou com os celtas, antigos habitantes da Europa Oriental, Ocidental e parte da Ásia Menor. Entre eles habitavam os druidas, sacerdotes pagãos adoradores das árvores, especialmente do carvalho. Eles acreditavam na imortalidade da alma, a qual diziam se introduzia em outro indivíduo ao abandonar o corpo; mas em 31 de outubro voltava para seu antigo lar a pedir comida a seus moradores, que estavam obrigados a fazer provisão para ela. O ano celta concluía nesta data que coincide com o outono, cuja característica principal é a queda das folhas. Para eles significava o fim da morte ou iniciação de uma nova vida. Este ensino se propagou através dos anos junto com a adoração a seu deus o “senhor da morte”, ou “Samagin”, a quem neste mesmo dia invocavam para lhe consultar sobre o futuro, saúde, prosperidade, morte, entre outros. Quando os povos celtas se cristianizaram, não todos renunciaram aos costumes pagãos. Quer dizer, a conversão não foi completa. A coincidência cronológica da festa pagã com a festa cristã de Todos os Santos e a dos defuntos, que é o dia seguinte, fizeram com que se mesclasse. Em vez de recordar os bons exemplos dos santos e orar pelos antepassados, enchia-se de medo diante das antigas superstições sobre a morte e os defuntos. Alguns imigrantes irlandeses introduziram Halloween nos Estados Unidos aonde chegou a ser parte do folclore popular. Acrescentaram-lhe diversos elementos pagãos tirados dos diferentes grupos de imigrantes até chegar a incluir a crença em bruxas, fantasmas, duendes, drácula e monstros de toda espécie. Daí propagou-se por todo mundo. Em 31 de outubro de noite, nos países de cultura anglo-saxã ou de herança celta, celebra-se a véspera da festa de Todos os Santos, com toda uma cenografia que antes recordava aos mortos, logo com a chegada do Cristianismo às almas do Purgatório, e que agora se converteram em uma salada mental em que não faltam crenças em bruxas, fantasmas e coisas similares. Em troca, nos países de cultura mediterrânea, a lembrança dos defuntos e a atenção à morte se centram em 2 de novembro, o dia seguinte à celebração da ressurreição e a alegria do paraíso que espera à comunidade cristã, uma família de “Santos” como a entendia São Pablo. Diversas tradições se unem, mesclam-se e se influem mutuamente neste começo de novembro nas culturas dos países ocidentais. Na Ásia e África, o culto aos antepassados e aos mortos tem fortes raízes, mas não está tão ligado a uma data concreta como em nossa cultura.

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3. Abóbora, guloseimas, disfarces…

A abóbora foi acrescentada depois e tem sua origem nos países escandinavos e em seguida retornou a Europa e ao resto da América graças à colonização cultural de seus meios de comunicação e os séries e filmes importados. Nos últimos anos, começa a fazer furor entre os adolescentes mediterrâneos e latino-americanos que esquecem suas próprias e ricas tradições para adotar a oca abóbora iluminada. No Hallowe’em (do All hallow’s eve), literalmente a Véspera de Todos os Santos, a lenda anglo-saxã diz que é fácil ver bruxas e fantasmas. Os meninos se disfarçam e vão -com uma vela introduzida em uma abóbora esvaziada em que se fazem incisões para formar uma caveira- de casa em casa. Quando se abre à porta gritam: “trick or treat” (doces ou travessuras) para indicar que gastarão uma brincadeira a quem não os de uma espécie de propina em guloseimas ou dinheiro. Uma antiga lenda irlandesa narra que a abóbora iluminada seria a cara de um tal Jack Ou’Lantern que, na noite de Todos os Santos, convidou o diabo a beber em sua casa, fingindo um bom cristão. Como era um homem dissoluto, acabou no inferno. Com a chegada do cristianismo, enquanto nos países anglo-saxões tomava forma a procissão dos meninos disfarçados pedindo de porta em porta com a luminária em forma de caveira, nos mediterrâneos se estendiam outros costumes ligados a 1º e 2 de novembro. Em muitos povos espanhóis existe uma tradição de ir de porta em porta tocando, cantando e pedindo dinheiro para as “almas do Purgatório”. Hoje em dia, embora menos que antigamente, seguem-se visitando os cemitérios, arrumam-se os túmulos com flores, recorda-se os familiares defuntos e se reza por eles; nas casas se falava da família, de todos os vivos e dos que tinham passado a outra vida e se consumiam doces especiais, que perduram para a ocasião, como na Espanha os pastéis redondos de vento ou os ossos de santo. Enquanto isso, do outro lado do oceano e ao sul dos Estados Unidos, a tradição católica levada por espanhóis e portugueses se mesclava de acordo com cada país americano, mescla dos ritos locais pré-coloniais e com folclore do lugar. Certamente na Galicia se unem duas tradições: a celta e a católica, por isso é esta a região da Espanha em que mais perdura a tradição da lembrança dos mortos, das almas do Purgatório, muito unidas ao folclore local, e as lendas sobre aparições e fantasmas. Em toda a Espanha perdura um costume sacrossanto que se introduziu nos hábitos culturais: a de representar nesta data alguma peça de teatro ligada ao mito de Dom Juan Tenorio. Foi precisamente este personagem, “o gozador de Sevilha ou o convidado de pedra”, criado pelo frade mercedário e dramaturgo espanhol Tirso de Molina, que se atreveu a ir ao cemitério, nesta noite, para conjurar as almas de quem havia sido vítimas de sua espada ou de sua possessividade egoísta. Em todas estas representações ritos e lembranças resiste um desejo inconsciente, pagão, de exorcizar o medo à morte, subtraindo a sua angústia. O mito antigo do retorno dos mortos converteu-se hoje em fantasmas ou dráculas com efeitos especiais nos filmes de terror.

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4. Festividade de todos os Santos

Entretanto, para os crentes é a festa de todos os Santos a que verdadeiramente tem relevância e reflete a fé no futuro para quem espera e vivem segundo o Evangelho pregado por Jesus. O respeito aos restos mortais de quem morreu na fé e sua lembrança, inscreve-se na veneração de quem fora “templos do Espírito Santo”. Como assegura Bruno Forte, professor da Faculdade teológica de Nápoles, ao contrário de quem não acredita na dignidade pessoal e desvalorizam a vida presente acreditando em futuras reencarnações, o cristão tem “uma visão nas antípodas” já que “o valor da pessoa humana é absoluto”. É alheio também ao dualismo herdeiro de Platão que separa o corpo e a alma. “Este dualismo e o conseguinte desprezo do corpo e da sexualidade não forma parte do Novo Testamento onde a pessoa depois da morte segue vivendo, pois é amada por Deus”. Deus, acrescenta o teólogo, “não tem necessidade dos ossos e de um pouco de pó para nos fazer ressuscitar. Quero destacar que em uma época de “pensamento débil” em que se afirma que tudo cai sempre em um nada, é significativo afirmar a dignidade do fragmento que é cada vida humana e seu destino eterno”. A festa de Todos os Fiéis Defuntos foi instituída por São Odilon, monge beneditino e quinto Abade de Cluny na França em 31 de outubro do ano 998. Ao cumprir o milenário desta festividade, o Papa João Paulo II recordou que “São Odilon desejou exortar a seus monges a rezar de modo especial pelos defuntos. A partir do Abade de Cluny começou a estender o costume de interceder solenemente pelos defuntos, e chegou a converter-se no que São Odilon chamou de Festa dos Mortos, prática ainda hoje em vigor na Igreja universal”. “Ao rezar pelos mortos -diz o Santo Padre-, a Igreja contempla sobre tudo o mistério da Ressurreição de Cristo que por sua Cruz nos dá a salvação e a vida eterna. A Igreja espera na salvação eterna de todos seus filhos e de todos os homens”. Depois de destacar a importância das orações pelos defuntos, o Pontífice afirma que as “orações de intercessão e de súplica que a Igreja não cessa de dirigir a Deus têm um grande valor. O Senhor sempre se comove pelas súplicas de seus filhos, porque é Deus de vivos. A Igreja acredita que as almas do purgatório “são ajudadas pela intercessão dos fiéis, e sobre tudo, pelo sacrifício proporcionado no altar”, assim como “pela caridade e outras obras de piedade”. Por essa razão, o Papa pede aos católicos “para rezar com ardor pelos defuntos, por suas famílias e por todos nossos irmãos e irmãs que faleceram, para que recebam a remissão das penas devidas a seus pecados e escutem o chamado do Senhor”.

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5. Cultura e negócio do terror

Uma cultura de consumo que propícia e aproveita as oportunidades para fazer negócios, sem importar como. Hollywood contribuiu à difusão do Halloween com uma série de filmes nas quais a violência gráfica e os assassinatos criam no espectador um estado mórbido de angústia e ansiedade. Estes filmes são vistos por adultos e crianças, criando nestes últimos, medo e uma idéia errônea da realidade. O Halloween hoje é, sobre tudo, um grande negócio. Máscaras, disfarces, doces, maquiagem e demais artigos necessários são um motor mais que suficiente para que alguns empresários fomentem o “consumo do terror”. Busca-se, além disso, favorecer a imitação dos costumes norte-americanos por considerar-se que isto está bem porque este país é “superior”.

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6. Pensando a partir da fé

Uma proposta de temas para considerar atentamente nossa fé católica e a atitude que devemos tomar ante o halloween. Diante de todos estes elementos que compõem hoje o Halloween, vale a pena refletir e fazer as seguintes perguntas: É que, contanto que se divirtam, podemos aceitar que as crianças ao visitar as casas dos vizinhos, exijam doces em troca de não lhes fazer algum dano (danificar muros, quebrar ovos nas portas, etc.)? Com relação à conduta dos demais pode ser lido o critério de Nosso Senhor Jesus Cristo em Lc 6,31. Que experiência (moral ou religiosa) fica na criança que para “se divertir” usando disfarces de diabos, bruxas, mortos, monstros, vampiros e demais personagens relacionados principalmente com o mal e o ocultismo, sobre tudo quando a televisão e o cinema identificam estes disfarces com personagens contrários à moral sã, à fé e aos valores do Evangelho.? Vejamos o que diz Nosso Senhor Jesus Cristo do mal e o mau em Mt 7,17. Mt 6,13. A Palavra de Deus nos fala disto também em 1ª Pe 3, 8-12. Como podemos justificar como pais de uma família cristã a nossos filhos, que o dia do Halloween façam mal às propriedades alheias? Não seríamos totalmente incoerentes com a educação que viemos propondo na qual se deve respeitar a outros e que as travessuras ou maldades não são boas? Não seria isto aceitar que, pelo menos, uma vez ao ano se pode fazer o mal ao próximo? O que nos ensina Nosso Senhor Jesus Cristo sobre o próximo? Leiamos Mt 22, 37-40 Com os disfarces e a identificação que existe com os personagens do cinema… Não estamos promovendo na consciência dos pequenos o mal e o demônio são apenas fantasias, um mundo irreal que nada tem que ver com nossas vidas e que, portanto não nos afetam? A Palavra de Deus afirma a existência do diabo, do inimigo de Deus em Tia 4,7 1ª Pe 5,18 Ef 6,11 Lc 4,2 Lc 25, 41 Que experiência religiosa ou moral fica depois da festa de halloween? Não é Halloween outra forma de relativismo religioso com a qual vamos permitindo que nossa fé e nossa vida cristãs se vejam debilitadas? Se aceitarmos todas estas idéias e tomamos palavras levianas em “altares de diversão de crianças”. O que diremos aos jovens (a quem durante sua infância lhes permitimos brincar o Halloween) quando forem aos bruxos, feiticeiros, médiuns, e os que lêem as cartas e todas essas atividades contrárias ao que nos ensina a Bíblia? É que nós, como cristãos, mensageiros da paz, o amor, a justiça, portadores da luz para o mundo, podemos nos identificar com uma atividade aonde todos seus elementos falam de temor, injustiça, medo e escuridão? Sobre o tema da paz podemos ler Fil 4,9 Gál 5,22. Ver o que diz Jesus sobre isto em Mt 5,14 Jo 8,12 Se formos sinceros conosco mesmos e procurarmos sermos fiéis aos valores da Igreja Católica, chegaremos à conclusão de que o halloween não tem nada que ver com nossa lembrança cristã dos Fiéis Defuntos, e que todas suas conotações são nocivas e contrárias aos princípios elementares de nossa fé.

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7. Sugestões para os pais de família

Como lhe dar aos filhos um ensino autêntico da fé católica nestas datas? Como fazer que se divirtam com um propósito verdadeiramente católico e cristão? O que podemos ensinar às crianças sobre esta festa? Ante a realidade que alaga nosso meio e que é promovida sem medida pelo consumismo nos perguntamos o que fazer? Fechar os olhos para não ver a realidade? Procurar boas desculpas para justificar sua presença e não dar maior importância a esta “brincadeira”? Devemos proibir a nossos filhos de participar do halloween enquanto que seus vizinhos e amigos se “divertem”? Seriam capazes as crianças de entender todos os perigos que correm e por que de nossa negação a participar disto? A resposta não é simples, entretanto acreditam que sim há algumas coisas que podemos fazer: O primeiro é organizar uma catequese com os meninos nos dias anteriores ao halloween, com o propósito de ensinar o por que da festividade católica de Todos os Santos e os Fiéis Defuntos, fazendo ver a importância de celebrar nossos Santos, como modelos da fé, como verdadeiros seguidores de Cristo. Nas catequeses e atividades prévias a estas datas, é boa idéia que nossos filhos convidem a seus amigos, para que se atenue o impacto de rechaço social e seus companheiros entendam por que não participam da mesma forma que todo mundo. Devemos lhes explicar de maneira simples e clara, mas firme, quão negativo há no Halloween e a maneira em que se festeja. É necessário lhes explicar que Deus quer que sejamos bons e que não nos identifiquemos nem com as bruxas nem com os monstros, pois nós somos filhos de Deus. Propomos aos pais de família uma opção para seus filhos, pois certamente as crianças irão querer sair com seus amigos na noite do Halloween: As crianças podem disfarçar-se de anjos e preparar pequenas bolsas com doces, presentes ou cartões com mensagens e passar de casa em casa, e em lugar de fazer o “doces ou travessuras” ou de pedir doces, dar de presente aos lares que visitem e que expliquem que entregam doces porque a Igreja Católica terá muito em breve uma festa muito importante em que se celebra a todos aqueles que foram como nós deveríamos ser: os Santos. Embora esta mudança não será simples para as crianças, é necessário viver coerentemente com nossa fé, e não permitir que os menores tomem como algo natural a conotação negativa do halloween. Com valor e sentido cristão, os católicos podem dar a estas datas, o significado que têm no marco de nossa fé.

Fonte: Cleófas

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* Imagens Sacras ” transexuais”.Como é ??

segunda-feira, outubro 19th, 2009

Associações espanholas de defesa dos direitos dos homossexuais lançaram um calendário com imagens baseadas em conhecidas obras de arte sacra, especialmente aparições da Virgem Maria, mas interpretadas por transexuais.

No chamado Calendário Laico, cada mês está representado por uma livre interpretação de cenas famosas do imaginário católico, como a de Nossa Senhora de Fátima diante dos três pastores. Mas redecorada com a estética gay.

As imagens mostram santas em versões drag queen, usando mantos, coroas, colares, braceletes, tendo preservativos coloridos como aplique e até vibradores no alto das coroas.

Depois do sucesso de uma experiência-piloto – com 500 cópias esgotadas na parada do orgulho gay, em junho -, o calendário laico começa a circular em Madri nesta semana com tiragem de 10 mil exemplares.

Para o Coletivo de Gays, Lésbicas, Transexuais e Bissexuais de Madri (Cogam), autores do polêmico calendário, a publicação tem como objetivo reivindicar que, em um país laico, os feriados santos sejam substituídos por eventos sociais.

O grupo sugere, por exemplo, que 25 de dezembro seja declarado oficialmente o dia da democracia em lugar do Natal.

“E porque não?”, questionou o presidente do Cogam, Miguel Ángel González, em entrevista à BBC Brasil.

“Talvez muita gente prefira comemorar coisas com as que se sente mais identificada, como o dia do meio ambiente ou dia da diversidade.”

‘Provocação’

O calendário deve ser interpretado como provocação ao clero, em um país onde a Igreja, influente, difunde doutrinas contrárias ao homossexualismo e ao uso de preservativos.

“Pode ser que alguém se chateie. Esperamos que nenhum fiel se sinta ofendido, porque não era a intenção, nem vemos nada de vulgar nas fotos”, afirma o ativista.

“Mas também não é uma provocação a onipresença da igreja e a negação da homossexualidade por parte do clero, fazendo uso dos seus ícones? A arte está para isso: para romper os esquemas.”

Alguns fiéis já se sentem ofendidos. O grupo católico Religião e Liberdade, fervente, disse à BBC Brasil que o calendário é uma “ofensa clara e inconstitucional”.

Citando o Código Penal, o vice-presidente da associação, Raúl Mayoral, alega que a publicação vulnera o artigo que prevê penas de oito a doze meses de prisão para quem ofenda os sentimentos dos membros de uma confissão religiosa.

Para os representantes da Plataforma Hazte oír (Faz-te ouvir), uma das organizadoras dos protestos nas ruas de Madri contra o aborto e contra o casamento entre gays, o calendário laico ataca os ícones e valores católicos, mas não surpreende.

“Estamos fartos de ver estes tipos de agressões. Essa inquisição rosa é constante porque os homossexuais espanhóis aproveitam qualquer oportunidade para soltar qualquer barbaridade em nome da liberdade de expressão”, disse à BBC Brasil Nicolás Susena, coordenador da plataforma.

“Depois de ver cartazes na parada do orgulho gay com fotos do Papa Bento 16 e a frase ‘cuidado com o pastor alemão’ o que vamos esperar desta gente? É revoltante e me dá vergonha de ser espanhol numa sociedade deste nível.”

Fonte : BBC Brasil

***

A exigência de respeito e tolerância só funciona em uma mão?

Tanto a compreensão do “estado laico” como a compreensão da liberdade estão equivocadas para esses ativistas e refletem uma visão de mundo pequena e interpretada sempre a partir da ideologia Gay.

Não é só a questão da homossexualidade mas da ideologia, que tem por princípio um sistema politico fechado de idéias onde quem pensa diferente deve ser agredido e desrespeitado.

É o caso aqui.

“A única visão de mundo válida é a minha ,por isso desrespeito e agrido quem pensa diferente”.

Uma visão que apenas reflete a pobreza de quem, não tendo forças para argumentar inteligentemente nem destruir a verdade,parte para a saida dos fracos: a g r e d i r !!

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O vazio Europeu.

segunda-feira, setembro 7th, 2009

Imagem da cidade de Cracóvia,Polonia,em Missa campal na morte de João Paulo II.

A Polônia seria uma excessão?

Durante os últimos dez séculos, um fluxo caudaloso de peregrinos manteve agitadas as grandes catedrais da Europa Ocidental. É irônico que no momento em que o cristianismo celebrou seu segundo milênio o coração da civilização cristã esteja passando por um fenômeno bem diferente: a ausência de fiéis nos cultos, sejam católicos ou protestantes. Basta entrar numa catedral para perceber que há mais turistas fascinados pela arquitetura do que com fervor religioso. Enquanto os teólogos debatem as causas da debandada do rebanho cristão, os números comprovam que, se os europeus ainda rezam, o fazem longe da instituição.

Sessenta e sete por cento dos jovens espanhóis jamais vão a uma missa.  A cada ano, diminui em 50.000 a quantidade de ingleses que assistem às missas de domingo. Em vários países faltam padres por causa da queda do número de ordenações.

Entre os protestantes, o cenário é igualmente desolador. Somente 3% da população comparece aos cultos nos países escandinavos. A cúpula da Igreja Reformada Holandesa está transformando parte de seus complexos religiosos em hotel para pagar despesas de manutenção. A Catedral de Canterbury, de importância central na fé anglicana, fica vazia na manhã de domingo, o dia mais movimentado em qualquer templo cristão.

O sínodo de bispos europeus convocado pelo Vaticano para discutir o assunto, há dois anos, observou, com alarme, que são batizados menos da metade dos recém-nascidos nas grandes cidades da Europa. “Os europeus são agora uma das populações menos religiosas do mundo”, diz o reverendo anglicano Timothy Bradshaw, professor de teologia da Universidade de Oxford.

O fenômeno é exclusivo da Europa Ocidental. A religião católica está em expansão na América Latina e na África. As igrejas protestantes e pentecostais estão conquistando multidões não apenas nos países pobres, mas também nos Estados Unidos. “Os rituais na Igreja européia são mais formais que na da América”, observa o teólogo paulista Márcio Fabri. “Isso afasta os fiéis.”

Os europeus que deixam de ir aos cultos cristãos não mudam de religião nem viram ateus, o que explica o fato de o número de pessoas que acreditam em Deus (50% da população européia) ser muito maior que o das que freqüentam uma igreja. Só 4% se declaram completamente ateus. Da mesma forma, a ética cristã ainda orienta a moralidade pessoal da maioria das pessoas. Sessenta por cento dos holandeses deram adeus à igreja, mas continuam reservando uma enorme quantidade de dinheiro para a caridade.

A perda de influência formal da Igreja pode ser percebida, contudo, por mudanças na vida familiar e social que a Santa Sé condena: controle de natalidade, aborto, divórcio e eutanásia. Algumas dessas novidades foram adotadas até nos países do sul da Europa, bem mais religiosos. Já a eutanásia só é aceita na Holanda. O quadro é complexo e não há uma explicação única para a falta de interesse pelas religiões tradicionais. É possível que parte da explicação esteja na tradição racionalista do continente, que deu ao mundo a Revolução Industrial, a física quântica e a genética moderna. A ciência hoje pode explicar coisas sobre as quais no passado só a religião tinha algo a dizer. Há quem cite o consumismo exagerado e a estabilidade do Velho Continente como determinantes. Seria porque a maioria da população tem um padrão de vida elevado e está menos suscetível a questões que atormentam outros continentes, como violência, miséria ou tensões raciais. “Um europeu médio pode passar a vida inteira sem enfrentar uma crise financeira ou emocional aguda”, observa o sociólogo dinamarquês Jorgen Goul Andersen. Assim, tende a ir menos aos cultos, onde outros fazem promessas, e tampouco educa os filhos a fazê-lo.

Durante 1.000 anos, o cristianismo foi um elemento central na identidade européia. A tradição é forte demais para ser dissolvida de uma hora para outra. Impressiona a continuidade das aulas de religião nas escolas da maior parte dos países, com o apoio dos pais. Na Suíça, é comum freiras lecionarem em escolas públicas. O clero anglicano ainda tem cadeiras com direito a voto no Parlamento inglês. Uma parte da justificativa para a educação religiosa – o que na maioria da Europa significa educar para o cristianismo – é a inseparável conexão entre a fé cristã e a cultura européia. “Não se pode entender a arte, a literatura ou a arquitetura ocidental sem conhecer a religião cristã”, diz Jean-François Mayer, professor de religião na Universidade de Fribourg, na Suíça. É interessante que o islamismo, praticado principalmente pelos imigrantes, demonstre vitalidade na Europa. Os muçulmanos somam 3% da população do continente, mas representam 9% dos europeus que efetivamente professam uma religião. Ainda assim, já se vêem sinais de que estão aderindo aos costumes locais. Na Alemanha, na Espanha e na França, entre 30% e 50% dos muçulmanos freqüentam as mesquitas, inseridos em um ambiente menos religioso que em seus países de origem.

Na Inglaterra, apenas 10% da população vai à igreja, e só uma vez por mês

Nos países escandinavos, a freqüência a cultos religiosos católicos ou protestantes é ainda menor: 3% da população

O número de fiéis das igrejas Anglicana e Católica caiu 27% na Inglaterra desde 1980 e apenas 54% dos jovens ingleses de 18 a 24 anos acreditam em Deus

Fonte: Veja

***

O continente Europeu,outrora matriz cultural do Cristianismo,hoje é uma pálida imagem do que já foi.

A tendência é que dentro de algumas décadas a Europa deixe de ser um continente cristão para se tornar um continente Muçulmano,motivado pelo crescimento da imigração e pela alta taxa de natalidade dentro da cultura Islâmica,que,diferentemente de nós católicos,tem filhos com generosidade…

Além do Islamismo,é crescente a quantidade de Europeus que se dizem Ateus e “professam” o indiferentismo religioso.

Coloque em suas intenções de oração a “reevangelização da Europa”

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Indo aos sintomas,Sem “atacar” a origem

quarta-feira, agosto 19th, 2009

DSTs atingem mais de 10 milhões de brasileiros, diz Ministério da Saúde

18% dos homens e 11,4% das mulheres não procuram tratamento.


Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (18) pelo Ministério da Saúde mostra que 10,3 milhões de brasileiros já tiveram algum sinal ou sintoma de doenças sexualmente transmissíveis (DST), como sífilis, HPV, gonorréia e herpes genital. São, no total, 6,6 milhões de homens e 3,7 milhões de mulheres. Segundo o órgão, 18% dos homens e 11,4% das mulheres não procuram nenhum tipo de tratamento.

As complicações dessas doenças aumentam em 18 vezes o risco de infecção pelo vírus HIV, diz a pesquisa.

De acordo com o ministério, a região Norte tem o maior percentual de homens (24,6%) que tiveram algum tipo de DST. Em outras regiões, diz o órgão, o número não passa de 20%. Quando o recorte é feito por raça, a pesquisa mostra que o total de homens negros (19%) que relataram sintomas é maior do que entre os brancos (13,8%).

A pesquisa ainda mostra que homens têm 31,2% mais chance de ter algum sinal ou sintoma de DST em alguma fase da vida. Manter relação com parceiro do mesmo sexo, de acordo com o ministério, mais do que dobra a possibilidade de ter algum sinal relacionado a doenças sexualmente transmissíveis. De acordo com a diretora do Departamento de DST/Aids do ministério, Mariângela Simão, “provavelmente” o maior número de casos é entre homens, mesmo que não seja possível quantificar.

Os números mostram também que pessoas que já tiveram mais de 10 parceiros na vida têm 65% mais chance de ter algum antecedente relacionado às DSTs.

Segundo Mariângela, apenas 30% das pessoas que procuram o serviço de saúde são orientadas para fazer o teste de HIV, e, no caso da sífilis, esse número cai para 24%.

O levantamento, chamado de Pesquisa de Comportamento, Atitudes e Práticas Relacionadas às DST e Aids na População Brasileira de 15 a 64 anos, foi feito em novembro de 2008 e ouviu 8 mil pessoas. Os dados foram todos coletados por autodeclaração dos ouvidos.

“Estamos falando de doenças que, na maior parte dos casos, têm cura, mas ainda estão fortemente presentes na sociedade”, afirmou o ministro José Gomes Temporão.

Automedicação

Segundo o Ministério da Saúde, a automedicação por parte dos homens preocupa. Das mulheres, 99% que tiveram algum sintoma de DSTs procuram primeiro um médico; entre os homens, 25% procuram primeiro uma farmácia.

Para ajudar na prevenção, o ministério lançou nesta terça uma campanha de prevenção às DSTs, voltada especialmente para homens com menor escolaridade. Cantores sertanejos gravaram uma música que será usada no programa e cartazes, folderes e postais serão distribuídos.

A ideia é distribuir esse material inclusive em banheiros de bares e restaurantes, e as pessoas devem ser incentivadas a contar a seus parceiros que têm ou tiveram uma DST. “Para romper essa cadeia de transmissão, a outra pessoa precisa saber”, disse Mariângela.

***

O que rompe a cadeia de transmissão é ir na causa e não nos sintomas.

Uma Politica governamental que não prioriza a educação baseada nos valores morais e éticos gera essa situação.

Uma educação que contemple o homem como um ser inteiro e não fragmentado,que não separe a vivência da sexualidade da responsabilidade advinda do compromisso do amor e da acolhida daquilo que é o fruto natural do amor,os filhos !

O comprometer-se com a outra pessoa,rompendo assim com a cadeia da libertinagem socialmente promovida e desculpada pela politica amoral que não quer entrar no mérito das escolhas pessoais mas não orienta de forma adequada para que essa escolha pessoal seja de fato responsável e madura e não sintoma da ausência de educação humana básica.

A impressão que a politica do Governo nessa área é:’ viva intensamente sua sexualidade sem freios e ,caso fique doente,procure um posto médico e..ah! avise a todos os seus parceiros que você está doente  e que ele procure também ajuda.Use camisinha da próxima vez.”

Enquanto isso os números não param de crescer e “a caravana segue..

A Propósito,leiam abaixo essa notícia..

A Fundação Mexicana para o Planejamento Familiar (Mexfam), organismo dedicado à promoção da anticoncepção, expressou seu mal-estar por que ao menos 40 por cento dos professores lhes pedem promover a abstinência entre os escolares em vez de alentá-los a ter uma vida sexual ativa.

Em declarações ao jornal El Universal, Ivón Silva, coordenadora do programa Gente Jovem do Mexfam assinalou que muitos diretores e professores “pedem-lhe promover a abstinência antes que o uso do preservativo e que preferivelmente não falem de erotismo durante a repartição das conversas de orientação sexual”.

Mexfam leva 40 anos promovendo a anticoncepção no México e admite que esta é a época em que mais acesso existe aos preservativos, entretanto as cifras da Pesquisa Nacional de Juventude demonstram que ao menos 35 por cento dos adolescentes começam precocemente a ter relações sexuais não usa preservativo por uma singela razão: não querem fazê-lo.

Apesar de que as cifras demonstram que a abundância de informação e o acesso maciço aos preservativos no país existem dezenas de campanhas que dão profiláticos grátis não dão os resultados esperados, Mexfam e outros grupos que compartilham a agenda anti-vida não pretendem escutar os professores.

Enquanto os professores pedem campanhas que alentem os jovens a pospor o início de sua vida sexual até a maturidade, estes grupos insistem em transmitir a mesma mensagem: tenham relações sexuais mas usem preservativo. Desde 1997, o fracasso destas campanhas causou milhares de gravidezes precoces e ao menos 35 mil jovens infectados com o HIV.

Fonte ACI

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Descoberta “inédita” !

domingo, agosto 16th, 2009

Música estimula vida sexual dos jovens, diz estudo

casal jovem se abraçando

Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que adolescentes que escutam músicas de conteúdo sexual depreciativo têm uma vida sexual mais ativa.

A equipe da Universidade de Pittsburgh entrevistou 711 jovens dos 13 aos 18 anos de idade sobre suas vidas sexuais e hábitos musicais.

Eles perceberam que os que ouviam músicas com versos sobre sexo explícito e agressivo regularmente, cerca de 17h por semana, tinham o dobro das chances de fazer mais sexo do que os que ouviam músicas apenas 2,7h no mesmo período.

Os especialistas classificaram como letras vulgares as que descrevem o sexo como um ato puramente físico e relacionado a relações de poder, diz o estudo divulgado na publicação especializada American Journal of Preventative Medicine.

Papel dos pais

Os pesquisadores se recusaram, no entanto, a nomear as canções que consideraram depreciativas.

O coordenador da pesquisa, Brian Primack, disse que apesar de a pesquisa ter encontrado um elo entre música e sexo, “é difícil afirmar que canções de sexo contribuam diretamente para que os jovens façam sexo mais cedo”.

“Eu acredito, no entanto, que os pais devam considerar os resultados. É tentador dizer que música é só ‘coisa de jovem’”.

“Eu não estou dizendo que os pais devam tentar banir este tipo de música. Isso não vai ajudar. Mas eles devem falar com seus filhos sobre sexo e colocar este tipo de música no contexto correto”, completou.

***

Ué..só agora eles descubriram o que todo mundo já sabia?? bastavam ter vindo ao Brasil e de maneira especial aqui no Nordeste e ter estômago para ouvir músicas dessas decadentes bandas de forró que destruiram e esvaziaram uma bela expressão de nossa cultura nordestina.

Aliás, para aqueles que duvidam,basta pegar na Internet as letras das músicas e para os que não tem tempo,fiquem só com os “criativos” nomes das bandas.

Sei que tem excessões,mas são a minoria.

Os jovens americanos aqui no Nordeste ficariam embasbacados com o baixo nível de nossas composições de forró,com suas expressões chulas e ficariam desorientados pelas danças e dançarinos que acompanham essas manifestações que rivalizam entre si pelo mau gosto e baixaria.

Como diz um grande amigo meu: é de sentar e chorar..

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Como é que é??

sábado, agosto 15th, 2009

Embora os índices de gravidez e aborto entre adolescentes estejam subindo na Inglaterra, o Ministério da Saúde inglês está dizendo aos adolescentes que “um orgasmo por dia mantém você longe do hospital”. Intitulado “Prazer”, um novo livreto planejado para distribuição em escolas públicas foi aprovado pelos maiores grupos governamentais promotores de sexo, a Brook e a Associação de Planejamento Familiar.

O livreto, que foi distribuído para professores, pais e assistentes sociais de jovens na cidade industrial de Yorkshire, em Sheffield, diz que os adolescentes podem reduzir seu risco de ataque do coração fazendo mais sexo.

O livreto pergunta: “Que tal fazer sexo duas vezes por semana? Os especialistas de saúde recomendam cinco porções de frutas e vegetais por dia e 30 minutos de atividade física três vezes por semana”.

O livreto foi feito para adolescentes acima de 14 anos, que são os principais alvos das tentativas do governo para reduzir o índice de gravidez. Diz que alguns especialistas focalizam demais em propaganda de “sexo seguro” e não enfatizam o prazer sexual.

O livreto aconselha que os professores e educadores “promovam masturbação para moças e rapazes. A masturbação pode ajudar a dar sensações boas e prazerosas e ajuda a explorar e descobrir o próprio corpo”.

O livreto continua: “Inicie debates com os jovens. Esses debates devem tratar da experimentação em relacionamentos sexuais para tentar dissipar o mito de que há só um jeito de ter sexo ‘adequado”.

Steve Slack, diretor do Centro de HIV & Saúde Sexual da Secretaria de Saúde de Sheffield, disse aos meios de comunicação que enquanto os adolescentes estão plenamente informados sobre sexo e estão fazendo decisões livremente como parte de seus “relacionamentos amorosos”, eles têm tanto direito ao sexo quanto os adultos.

Em 2006, quando Sheffield ficou conhecida por ter um dos índices mais elevados de gravidez entre adolescentes na Inglaterra, Slack disse aos meios de comunicação que “muitas iniciativas” haviam sido planejadas para reduzir concepções entre moças menores de idade.

Ele disse que estava confiante em que a cidade cumpriria as metas estabelecidas em 1999 pelo governo de Blair para cortar seus índices de gravidez entre adolescentes em 2010.

Contudo, em 2006 os programas patrocinados pelo governo que envolviam mais educação sexual para idades mais novas, haviam provocado um aumento recorde de índices de gravidez entre adolescentes. Esse aumento foi registrado numa época em que outros municípios de Yorkshire estavam registrando índices mais baixos de gravidez de moças solteiras de menos de 18 anos.

O Dr. Trevor Stammers, diretor da Associação Médica Cristã, disse para o jornal Daily Mail: “É inacreditável que esse livreto esteja sendo enviado às escolas”.

Falando em nome do grupo cristão de lobby Preocupação pela Família e pelos Jovens, o Dr. Stammers disse: “Gostaria de saber qual prova científica há para apoiar isso. Há um número enorme de assistentes sociais que promovem saúde. Esses assistentes, cujos salários são elevados e que mal têm o que fazer, estão obcecados com sexo”.

Incentivar sexo para menores de idade, disse ele, é “nada menos do que incentivar abuso contra as crianças”. “Se o Ministério da Saúde quer promover um coração saudável, como diz que quer no livreto, deveria investir o dinheiro na redução do consumo de álcool e fumo”, disse ele.

Mas Sue Greig, assessora de saúde pública da Secretária de Saúde de Sheffield, repudiou as preocupações de que o livreto incentivará os jovens a ter sexo.

Ela disse que em países em que há mais “abertura sobre sexo”, como a Holanda, os jovens aguardam mais do que os adolescentes ingleses antes de “ter sua primeira experiência”.

Apesar de tais garantias, a insistência do governo em incentivar sexo entre os adolescentes está começando a ser rejeitada pela esquerda e pela direita. Na semana passada, Yasmin Alibhai-Brown, colunista que se descreve como de “centro-esquerda”, escreveu no Daily Mail repreendendo o governo trabalhista por continuar sua rota “catastrófica de educação sexual mais e mais explícita para crianças novas que, disse ela, é um fracasso monumental”.

A decisão recente de introduzir educação sexual nas escolas primárias é “um sinal de desespero”, escreveu ela. Essa decisão institucionalizou a “sexualização das crianças novas, indiscutivelmente uma das razões principais para as alarmantes estatísticas de gravidez entre adolescentes”.

“As crianças inglesas já sabem o suficiente sobre sexo. O sexo grita para elas dos outdoors, sussurra-lhes nas revistas e jornais, as seduz na internet e na TV e as destrói em modernos livros para crianças, etc. O problema é que essa consciência sexual é recebida e digerida, mas sem nenhuma orientação sobre conseqüências, nem quaisquer costumes sociais preventivos”.

Aproximadamente 40.000 adolescentes ficam grávidas anualmente na Inglaterra, o índice mais elevado da Europa Ocidental. Recentemente, estatísticas divulgadas mostram que mais da metade das gravidezes de adolescentes inglesas terminam em aborto propositado.

Veja abaixo a noticia original, em Inglês.

http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09071506.html

***

Quando a gente pensa que já leu de tudo sempre é surpreendido por noticias horrendas como essa.

É uma visão tão reduzida da pessoa humana e de seus mecanismos naturais,tão distorcida de sua finalidade original que até para aqueles
“desprovidos” de uma mínima visão cristã é ocasião de escândalo.

Não é uma questão “moralista”.

Contemplamos um período da história humana tão carente de referências sérias e fundamentadas no bem estar do homem,independente de  visão “religiosa”..É inacreditável !

Que nosso bom Deus e Salvador Jesus tenha compaixão de nós e nos ajude!

Se no tempo da guerra fria o medo era de uma guerra nuclear que destruisse a terra,hoje o grande perigo é a auto destruição pelo relativismo e pelo hedonismo,pela indiferença e pela vã tentativa de erguer o homem negando-o no entanto em sua humanidade.

Essa semana foi aprovada uma lei na Venezuela que acaba,é isso mesmo, acaba, com o ensino religioso nas escolas do pais,nas escolas públicas e PRIVADAS.( veja onde o socialismo do Hugo Chaves está chegando..)

Agora nossos jovens Venezuelanos serão doutrinados no materialismo,serão formados a se verem como “filhos “do nada !

Que podemos esperar do futuro de um país onde Deus foi banido??

de tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”. ( Rui Barbosa )
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A internet e as crianças.Atenção!

quarta-feira, agosto 12th, 2009

Crianças estão usando a internet para ver vídeos no YouTube, se conectarem com amigos em redes sociais e fazer buscas com as palavras sexo e pornografia, afirmou uma pesquisa divulgada nesta semana.

A companhia de segurança de computadores Symantec Corp identificou os 100 principais termos de buscas realizadas entre fevereiro e julho por meio do serviço de segurança familiar OnlineFamily.Norton, que monitora o uso da internet por crianças e adolescentes.

Estudo indica que "sexo" é o quarto termo mais procurado por crianças na internet
Estudo indica que “sexo” é o quarto termo mais procurado por crianças na internet

A empresa descobriu que o termo mais popular de busca nessa faixa de público foi YouTube, site de vídeos do Google. A estrela da internet Fred Figglehorn, personagem de ficção cujos vídeos no YouTube são populares entre crianças, aparece na nona posição entre as principais pesquisas on-line.

O Google é o segundo termo mais popular, e o Yahoo aparece na sétima posição. Enquanto isso, o site de redes sociais Facebook ficou em terceiro e o MySpace, em quinto.

Mas as palavras “sex” e “porn” também entraram na lista dos 10 termos mais pesquisados, aparecendo nas quarta e sexta posições, respectivamente.

Outros termos populares incluem Michael Jackson, eBay, Wikipedia, a atriz Miley Cyrus, que interpreta a personagem Hannah Montana em um seriado da Disney, Taylor Swift, Webkinz, Club Penguin, e a música “Boom Boom Pow”, da banda Black Eyed Peas.

A representante da Symantec para segurança na internet, Marian Merritt, afirmou que a lista mostra que os pais precisam ter consciência sobre o que seus filhos estão fazendo on-line.

“Também ajuda a identificar momentos em que os pais devem falar com seus filhos sobre comportamento apropriado na internet e outras questões relacionadas à vida on-line de suas crianças”, afirma ela em comunicado da empresa.

A lista foi produzida depois que a Symantec avaliou 3,5 milhões de pesquisas feitas pela ferramenta OnlineFamily.Norton, que permite que os pais vejam o que crianças estão pesquisando e com quem estão falando em mensagens instantâneas e que redes sociais estão usando.

***

A internet precisa ser monitorada pelos pais,isso é óbvio.trata-se de uma atitude prudente e de amor para proteger nossos filhos da parte má deste instrumento maravilhoso que é a internet.

Como tudo aquilo que a mão humana ferida pelo pecado toca, a realidade do mal também encontrou espaço para destruir a vida e roubar sutilmente a alma daqueles que não percebem que, por detrás de imagens deformadas do dom Divino que é a sexualidade humana, se escondem o maligno e o pecado insaciável de preencher o vazio que não está no criado mas no criador!

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Hospital é processado por coagir a aborto.

sexta-feira, julho 24th, 2009

Hospital de NY é processado por obrigar a enfermeira católica a participar de aborto

A organização Alliance Defense Fund (ADF) apresentou uma demanda contra o hospital Mount Sinai de Nova Iorque por obrigar com ameaças legais a uma enfermeira católica a participar de um aborto, contra suas próprias convicções morais.

A enfermeira Catherina Cenzon-DeCarlo recebeu a ordem de ajudar no aborto de uma mulher de 22 semanas de gravidez.

O hospital sabia que a enfermeira não participava de aborto por objeção de consciência desde que a contratou no ano 2004.

Cenzon-DeCarlo recordou a seus supervisores que não podia participar do procedimento, mas lhe disseram que se não o fizesse seria acusada de “insubordinação e abandono do paciente” que poderia resultar em uma ação disciplinadora e a possível perda de seu trabalho e sua licença de enfermeira.

A ADF processou o Mount Sinai por violar o direito à objeção de consciência da enfermeira.

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Sexo com criança é crime ou não?

quarta-feira, julho 22nd, 2009

Superior Tribunal de Justiça decide que sexo com crianças não é
necessariamente crime

O Superior Tribunal de Justiça e um tribunal
inferior  anularam duas sentenças contra homens que abusaram sexualmente de
meninas  em  meses  recentes,  alegando  que a conduta deles não constituiu
crime sob a lei brasileira, despertando um protesto da ONU.
Em  23  de  junho  o  Superior Tribunal de Justiça sustentou a inocência de
vários  homens  que  haviam  pagado duas meninas, de 12 e 13 anos de idade,
para  ter  relações  sexuais  com  elas, alegando que os estatutos de abuso
sexual de crianças não englobam a prostituição.

Os  homens, um dois quais foi identificado como uma celebridade do esporte,
tiraram fotos do encontro.
Embora  não  haja  a menor dúvida de que os homens tiveram relações sexuais
com as meninas, o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul havia
decidido   que   não  é  crime,  pois  as  meninas  estavam  envolvidas  em
prostituição.  O  Superior  Tribunal  de  Justiça  concordou, sustentando a
decisão do tribunal inferior.
“As  prostitutas  esperam  o  cliente  na rua e já não são mais pessoas que
gozam  de  uma  boa  imagem  perante  a  sociedade”, o juiz decidiu no caso
original,  acrescentando que a “prostituição é uma profissão tão antiga queé  considerada no meio social apenas um desregramento moral, mas jamais umailegalidade penal”.
Ariel  de Castro Alves, membro do Conselho Nacional dos Direitos da Criança
e do Adolescente, expressou horror à decisão.
“A  decisão  é  quase  uma  licença para  que o abuso e a exploração sejam
cometidos  sem  punição.  Atualmente,  casos  como  esses  dificilmente são
punidos”,  ela disse ao jornal O Globo. “É um processo difícil, que envolve
constrangimentos  e,  muitas  vezes,  ameaças  às  vítimas e aos familiares
delas. Quando se pode punir, temos uma decisão absurda dessas”.
A  decisão  foi  também  denunciada  pelo  Fundo  das  Nações Unidas para a
Infância (UNICEF).
“Por  incrível  que possa parecer, o argumento usado é o de que os acusados
não  cometeram  um crime, uma vez que as crianças já haviam sido exploradas
sexualmente  anteriormente por outras pessoas”, a organização comentou numadeclaração pública.
“Além  disso,  a  decisão causa indignação, por causa da insensibilidade do
Judiciário  para  com  as  circunstâncias  de  vulnerabilidade  às quais as
crianças  estão  submetidas”
, continuou a declaração. “O fato resulta ainda
num  precedente  perigoso:  o de que a exploração sexual é aceitável quando
remunerada,  como se nossas crianças estivessem à venda no mercado perverso
de poder dos adultos”.

Num segundo caso, noticiado no Brasil em 5 de junho pelo comentarista legal
Renato  Pacca,  o  Tribunal  de  Justiça  do  Rio Grande do Sul invalidou a
condenação  de  um  homem  de 30 anos que confessou que teve relação sexual
com seu irmão de 13 anos.
De  acordo  com  o  Ministério  Público,  o  acusado, que não teve seu nome
revelado  na  imprensa  brasileira,  ”mediante  violência  real e violência
presumida,   constrangeu   os   seus   três  irmãos  menores  que  contavam
respectivamente com 9, 12 e 13 anos de idade, na época dos fatos a praticar
e  permitir  que,  com  eles,  se  praticassem atos libidinosos diversos da
conjunção   carnal,   consistentes  em  exibir-lhes  filmes  pornográficos,
submetê-los a sevícias sexuais diversas”.
Embora  o acusado tivesse confessado que abusou sexualmente de seu irmão de
13  anos,  e  embora  tivesse sido sentenciado a 12 anos de prisão, ele foi
absolvido  por  um  recurso na 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do
estado, porque o menino havia “pedido isso”.
De  acordo  com o texto da decisão, “a promiscuidade sexual era a tônica da
convivência doméstica, bastando para atestar esta realidade, a naturalidade
com o que o tema foi enfrentado pelas supostas vítimas”.
O menino de 13 anos “assentou efetivamente ter mantido relações sexuais com
seu  irmão”,  disse o tribunal, “sentando-se no colo do irmão, argumentando
’sabia  que isso era errado’ e que na ação, teve papel de mulher e o réu de
homem”.
O Ministério Público interpôs recurso no Superior Tribunal de Justiça, que,
em  contraste  com  o  outro  caso  semelhante  envolvendo as duas meninas,
invalidou a decisão do tribunal inferior e restaurou a sentença original.

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As crianças e a ideologia do Gênero

sexta-feira, julho 3rd, 2009

Esta entrevista com o roteirista dos quadrinhos da “turma da Mônica”, o qual afirma que “as crianças já crescem com a visão errada de que o único relacionamento ’sério’ e ‘digno’ é aquele formado entre um homem e uma mulher”.

“Como educador” o roteirista gostaria que se abrisse “uma porta gigantesca (ipsis literis) para a aceitação dos gays na sociedade”.

Tragos aqui alguns trechos dessa entrevista:

Nas histórias da Turma da Mônica também é comum haver inversões de papéis de gêneros, quando a Mônica acorda e virou menino ou os personagens masculinos usam roupas femininas. Acredita que de certa forma isso ajuda a separar a dicotomia de meninos x meninas ou essa inversão é muito mais pra fazer humor?

Na grande maioria das vezes é apenas uma inversão criada para fazer humor. Mas em alguns casos essas histórias são usadas para quebrar aqueles velhos tabus que ditam que só os meninos jogam bola e que lugar de mulher é no fogão. Nos roteiros da turma da Mônica não existe nenhum elemento oculto ou mensagem subliminar escondida, na verdade a mensagem é a mais clara possível.

Infelizmente, na sociedade em que vivemos, qualquer coisa que tiver uma leve conotação gay é tratada como uma ofensa à moral e aos bons costumes. Existem alguns fãs da Denise que acham suas gírias engraçadas, mas quando descobrem que são expressões gays, eles partem para a defensiva. Tentam argumentar dizendo que as gírias não são gays, que esse é apenas o jeito de falar de qualquer patricinha dos dias de hoje… Provavelmente são pessoas que não sabem que essas expressões existem há mais de 13 anos.

O Maurício de Sousa afirmou recentemente em entrevista à Veja que sempre pedem para que ele faça um personagem gay. Acredita ser possível um personagem gay na Turma da Mônica?

Como eu disse anteriormente, não acredito que seja possível, pelo menos não num futuro próximo. Mas, na minha opinião, isso abriria uma porta gigantesca para a aceitação dos gays na sociedade, porque muito do preconceito existente hoje nas famílias brasileiras é moldado desde a infância. As crianças já crescem com a visão errada de que o único relacionamento “sério” e “digno” é aquele formado entre um homem e uma mulher. Quando uma criança assiste aos programas humorísticos da TV (como o “Zorra Total”) ela acaba acreditando que ser gay é ser motivo de piada e de chacota. Não estou falando que criar um personagem gay influenciaria nossos leitores a seguir esse caminho, o que eu estou dizendo é que as outras crianças aceitariam esse amigo “diferente” com muito mais naturalidade.

Se as crianças tivessem um contato mais cedo com as diversas “alternativas” existentes no mundo elas cresceriam muito mais resolvidas com sua própria identidade. E isso não se aplica apenas à aceitação da sexualidade, mas também à aceitação das diferentes religiões, filosofias de vida e quaisquer outras escolhas que elas terão que enfrentar no futuro.

AGORA VEJAM também ESSA …

Pesquisadores da Universidade de Michigan, Estados Unidos, concluíram que as histórias de amor contadas nos clássicos Disney e outros filmes infantis – tais como a Pequena Sereia – são parcialmente culpados da difusão daquilo que eles rotulam como “heteronormatividade“.

“Apesar da suposição de que as crianças usuárias dos meios de comunicação estão livres de conteúdo sexual, nossas análises sugerem que estes meios retratam uma paisagem rica de penetrante heterossexualidade”, escreveram os pesquisadores Kazyak Emily e Karin Martin, em um relatório publicado na última edição dos Sociólogos para a Mulher na Sociedade (SWS) publicação Gender & Society.

Kazyak e Martin disseram que estudaram o papel dos relacionamentos heterossexuais em vários filmes entre 1990-2005.

Os resultados, dizem os investigadores, demonstram que as duas formas infantis dos filmes “construir heterossexualidade”: através de “hetero- representações de amor romântico como excepcional, poderoso, transformador, e mágico”, e “Cenas da interação entre as entidades em que o gênero das personagens femininas é submetida ao olhar dos personagens masculinos.”

A investigação culpou o que chamou de “antigos ideais” de relacionamento romântico, especificamente aqueles encontrados nos contos de fadas dos Irmãos Grimm, que, em muitos casos, inspirou filmes para “tais representações fortemente focadas no gênero e glorificando retratos de relacionamentos heterossexuais.”

“Essas excepcionais construções da heterossexualidade colaboram para normalizar a sua situação, porque se torna difícil imaginar outra coisa senão esta forma de relação social ou qualquer pessoa fora dessas obrigações”, eles concluíram.

“Esses filmes fornecem retratos de uma poderosa e multifacetada heterossexualidade que facilita a reprodução da heteronormatividade”.

***

As duas noticias deixam qualquer pai ou qualquer pessoa de mínimo bom senso de “cabelo em pé”.

A visão Católica sobre o assunto afirma o que a lei natural e a revelação biblica expressam.Não é aceitável o comportamento nem é normal a vivência homossexual.

O normal é o relacionamento masculino feminino.Normal aqui entendido como expressão da vivência que é a norma social aceita e afirmada em quase todas as culturas do mundo,independente de visão religiosa.

As crianças,se inseridas em contexto familiar carente de valores ,podem se tornar presas fáceis desta visão ideológica que tenta normalizar e normatizar o que não é normal nem moralmente aceitável pela grande maioria das expressões religiosas de nosso tempo.

Hoje se vê claramente a ideologização do tema.Na verdade existe diferença entre o homossexual e o gay.O gay indica uma identidade sociopolitica.

O Ativismo gay em nome dos direitos humanos e civis,objetiva ganhar espaço na sociedade defendendo o estilo de vida gay e ,acredite,sendo intolerante até mesmo com homossexuais não “assumidos” ,em sua maioria,que não desejam este estilo de vida para sí nem se identificam politicamente com os gays,mesmo que reconheçam dolorosamente a inclinação e queriam ser ajudados a superar essa dificuldade.

Os gays afirmam que não existe possibilidade de reversão e de mudança.O movimento  tem crescido e tem procurado influenciar os meios de comunicação para gerar uma “nova visão” da questão da homossexualidade,defendendo posições legitimas de não serem assassinados nem perseguidos por seu estilo de vida,mas também oprimindo quem deseja mudar de vida.

Deve-se deixar claro que a posição de rejeição a ideológia gay não pode ser confundida como apoio nem apologia à perseguição ou a intolerância,religiosa ou não.

É um crime, mesmo se- absurdo! – supostamente feito em nome da verdade,ferir a verdade matando,humilhando ou desprezando quem quer que seja,homossexual ou qualquer pessoa objeto de qualquer tipo de discriminação.

As pessoas tem o direito de acreditar e viverem segundo suas crenças,mas ninguém tem o direito de impor essas crenças aos outros.

A Igreja sobre esse assunto manifesta sua opinião a seus fiéis e chama a sociedade à reflexão para ponderar sobre a gravidade da matéria.Talvez por ser uma instituição que – ainda- tem voz audível e respeitada,ela acabe assumindo, na visão de seus criticos o papel de “perseguidora” ou intolerante,quando na verdade ela afirma sua posição coerente com seus valores e com sua missão,outorgada por seu fundador,Jesus Cristo.

Respeita-se as opiniões discordantes da Igreja sobre esse assunto,porém não se pode esperar que a Igreja e os católicos aceitem e aplaudam noticias como essas.Pelo contrário,nos preocupa e nos conduz a uma reflexão critica e orante.

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