Posts Tagged ‘homossexualidade’

* Malhação: Surge personagem ” gay e fixo” na série global.

segunda-feira, março 1st, 2010

Na quarta-feira (24/02) a série “Malhação ID” exibiu capítulo onde o personagem Alê (William Barbier), após uma noite frustrada com a sua namorada, Maria Claudia (Isabela Dionísio), resolve assumir a sua homossexualidade para ela.

À Maria Claudia ele disse que “estava na hora de parar de mentir para si mesmo” e que “não curte garotas”.

Assim, de forma muito clara o seriado adolescente abordou um tema bem delicado, principalmente ao seu público alvo: jovens com idade entre 12 e 18 anos.

Não é a primeira vez que “Malhação” trata doassunto.

Nos anos 90 o personagem vivido pelo ator Thierry Ferreira também se assumiu para a namorada. A diferença é que, o personagem de Thierry logo saiu da trama. Já Alê, da temporada atual da série, é personagem fixo da trama, o que lhe deve render outras histórias em relação a sua sexualidade.

Também não há como se esquecer do personagem vivido por Bruno Cagliasso, o Junior da novela “América”. Na trama ele era filho de uma fazendeira matriarcal que sonhava vê-lo entrar na igreja para se casar com uma mulher. Mas, no decorrer da história ele se assume para a mãe e acaba apaixonado por um dos peões da fazenda.

Fonte: CAPA

***

Você assiste Malhação?

Surge a questão:

Devo assitir tudo que passa na televisão, já que posso – assistindo – criticar e filtrar, ficando com o que é bom.

Ou

Devo- sabendo já o tipo de programação de determinados programas, como malhação, não aceitar nem estimular pela audiência essa programação, me recusando assistir e buscar alternativas mais saudáveis para meu lazer televisivo?

O que você pensa a respeito?

A questão básica é se a televisão é chamada em sua responsabilidade social – como concessão do Estado que  é – a refletir a realidade para mudá-la ou se ela apenas reforça mediocremente essa realidade.

Não se muda a realidade sem conhecê-la, é verdade, porém julgar conhecê-la tendo como referência apenas aquilo que de pior o homem é capaz de produzir como a violência, a imoralidade, o relativismo moral,etc, é supor que a realidade seja apenas essa, nivelando a sociedade por baixo, e perdendo assim a oportunidade para mostrar o que pode ser feito de positivo e construtivo a partir daquilo que é verdade (não absoluta)- não se nega – mas é errado !

Os programas que mostram as entranhas daquilo que nós homens somos capazes de produzir de mais nefasto é reconhecido por todos como “baixaria” e destrói mais do que constrói ,além de  não refletir TODA a verdade de nossa sociedade doente,que tem também muita coisa boa  e construtiva.

Sociedade doente , porém capaz de reagir !

É ai que entram os meios de comunicação social chamados a educar, formar ,informar, defender a verdade, servir aos homens e a sociedade. colocar  a sociedade para cima-  sem negar a realidade – mas a ultrapassando e transformando-a,tendo como referência o homem e sua dignidade e não o lucro e busca da audiência a qualque preço.

No caso especifico do post, penso que não se tem como não se abordar esse tema, porém se sabe que em programas como esse só se mostra o lado afirmativo e normativo, dando a entender que é natural e normal – porque  comum na sociedade atual- esse profundo engano de negar a verdade da lei natural criada por Deus.

Comum quer dizer frequente e não significa necessariamente correto, já que existem muitas coisas em nossa sociedade comuns, porém erradas, como mentir, não se respeitar filas, se atrasar nos compromissos (de tal forma que esse atraso parece ser no Brasil intrínseco à nossa cultura. Com exceções,claro.
- O fato de existirem excessões apenas confirma isso.)

No entanto, relação homem com homem não é natural nem reflete a norma da sociedade humana, construida desde sempre, na união do homem e da mulher e no fruto natural dessa união que são os filhos.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Fortaleza: Travestis e transexuais agora podem usar nome social em escolas.

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010
Kamila Fernandes
UOL Notícias

Travestis e transexuais matriculados nas escolas municipais de Fortaleza ou cadastrados em projetos sociais do município poderão ser agora oficialmente tratados por seu nome social no lugar daquele que consta no registro de nascimento.

Isso é possível com a publicação de duas portarias, uma da Secretaria de Educação e outra da Secretaria de Assistência Social.

As escolas municipais que devem concentrar a maior parte dos beneficiados pela portaria são as do EJA (Educação de Jovens e Adultos), segundo Martír Silva, consultora jurídica da Secretaria de Educação de Fortaleza. A medida garante que, logo no início das aulas, ao se apresentar, o aluno tenha respeitada sua vontade de ser chamado pelo nome social, apresentando isso ao professor ou ao diretor da escola, que fará a anotação em todos os seus documentos.

“Essa é uma medida de acolhida. Afinal, o poder público não tem apenas o dever de dar acesso à escola, mas também de buscar a permanência do aluno e seu desenvolvimento. E o nome, muitas vezes, tem sido um empecilho para isso”, disse Silva. Também já existe um projeto de lei complementar na Câmara Municipal que prevê estender o benefício para outras repartições públicas do município.

A Prefeitura de Fortaleza não sabe ao certo qual será o alcance da medida já que as matrículas ainda estão acontecendo nas escolas.

Para Dediane Souza, diretora do grupo de Resistência Asa Branca (Grab), movimento de luta pelos direitos dos homossexuais, as portarias não devem favorecer a grande maioria dos estudantes travestis e transexuais da capital cearense, já que grande parte deles estuda nas escolas de ensino médio administradas pelo Estado, que ainda não adotou a medida. Ainda assim, para ela, que também é travesti, esse é um bom começo.

“Essa questão do nome social é uma das principais bandeiras do nosso movimento e agora esperamos que outros entes públicos tomem a mesma medida como forma de possibilitar que o sujeito travestido também seja reconhecido como um sujeito social, um indivíduo, tenha uma identidade que não o constranja, e não só no ambiente escolar”, afirmou Souza.

Segundo Mártir, a portaria é destinada apenas às pessoas que já estejam aptas para praticar seus atos civis e demonstrem vontade de ser chamadas por outro nome.“Certamente, em casos de menores de idade que demonstrem essa vontade, a orientação é que o diretor da escola faça um acompanhamento com a família para que se adote a decisão de melhor bom senso, sempre no sentido de acolher e respeitar.”

No caso da Secretaria de Assistência Social, o nome social será anexado ao cadastro daqueles que são atendidos por programas sociais ou cursos.

Souza lembra que já existe uma iniciativa nacional semelhante. A deputada federal Cida Diogo (PT-RJ) propôs acrescentar no registro civil de travestis, ao lado do nome original, o nome social. O projeto, apresentado em 2008, ainda tramita na Câmara dos Deputados.

Possíveis conflitos

Luma Andrade, doutoranda em educação pela UFC (Universidade Federal do Ceará) e coordenadora do Crede (Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação) da cidade de Russas (a 165 km de Fortaleza) é responsável por 28 escolas em 13 municípios.

Ela concorda que, quando há um descompasso entre o nome e o corpo de estudantes travestis e transexuais, acaba por se reforçar um intenso conflito interno que, na maioria das vezes, leva o jovem a deixar a escola. Porém, na opinião dela, que também é travesti, a medida não soluciona o problema.

“Quando você está na escola e o professor o chama pelo nome de registro, vira chacota, brincadeira, uma situação que eu já vivi e que todos os travestis vivem. Mas, ao mesmo tempo, impor o nome social pode até criar uma impressão de que os preconceitos acabaram, mas só dentro da escola.

Do lado de fora, isso pode gerar ainda mais conflitos, represálias. É algo muito perigoso”, disse. “Imagina para um professor homofóbico chamar um estudante travesti pelo nome feminino. Deve haver antes uma formação para tratar as questões de gênero com os professores, e isso não tem acontecido.”

Luma iniciou um trabalho de conscientização com os diretores das escolas que coordena, mas ainda encontra obstáculos. “Essa semana mesmo ouvi de um diretor que ele é preconceituoso mesmo. Há quase um fundamentalismo religioso em várias escolas, o que cria no ambiente escolar, que deveria ser agradável para todos, algo insuportável para as diferenças. Deve-se buscar também uma outra forma de avaliar esses gestores, pois é inconcebível que ainda exista discriminação dessa forma em pleno século 21.”

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Elton John esclarece controversia sobre Jesus.

segunda-feira, fevereiro 22nd, 2010

Related Posts with  Thumbnails

“Na cruz, ele perdoou as pessoas que o crucificaram. Jesus queria que fôssemos amorosos e magnânimos (…) Não sei o que faz com que as pessoas sejam tão cruéis. Tente ser uma mulher gay no Oriente Médio – é como se você morresse,” acrescentou o cantor.

A declaração de Elton John foi criticada por representantes religiosos, a exemplo da Igreja Anglicana que pediu para que o cantor guardasse as opiniões controversas para si próprio.

ESCLARECENDO A CONTROVERSIA

Elton John voltou a tocar no assunto e decidiu esclarecer a polêmica em uma entrevista para o canal americano WGN.

Eu acho que a fé das pessoas é uma questão pessoal, e eu acredito em Jesus e acredito que ele tinha compaixão, e no meu ponto de vista, e é apenas o meu ponto de vista, uma pessoa compassiva é alguém que foi perseguido e alguém que perdoou. É assim que o vejo… e eu me identifico como uma pessoa compassiva… eu não estou dizendo por aí que com certeza ele foi gay. É assim que o vejo. Essa é a minha idéia de fé.”

***

Outras controvérsias de “Artistas”.

” Eles não tem papas na língua, falam do mundo e de Deus. Referências a Jesus Cristo são corriqueiras e controversas no universo pop.

Madonna comprou briga com a Igreja Católica ao dançar sensualmente com um Jesus negro no clipe de “Like a Prayer”.

Já a irlandesa Sinead O”Connor foi banida da TV americana quando se apresentou no programa “Saturday Night Live”, em 1992, e rasgou uma foto do papa João Paulo 2º, dizendo: “Lute contra o verdadeiro inimigo”.

Na semana passada foi a vez de Elton John declarar que Jesus Cristo “era  Gay.”

Para Cônego Severino Martins, Católico, “os homossexuais devem ser respeitados, amados e ter seus direitos respeitados. Mas é um absurdo e uma loucura tentar justificar isso na figura de Jesus Cristo.”

Em março de 1966, John Lennon declarou que os Beatles eram mais famosos do que Jesus Cristo e que o Cristianismo iria acabar. A declaração chocou principalmente os EUA, onde ultraconservadores queimaram pilhas de álbuns da banda.

Jornal Folha de São Paulo

***

As pessoas acham que podem sair por aí dizendo o que pensam e acham não ter consequência nenhuma no que dizem.

Como se os ouvintes e leitores também não pensassem nem fossem capazes de discordar do que foi dito e ter uma idéia oposta às suas Infelizes afirmações.

lamentável.


Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Tendências suicidas e estresse: Mais comuns em crianças adotadas por homossexuais.

sábado, fevereiro 20th, 2010

Um estudo apresentado no Simpósio “Adoção Homossexual. O que a Ciência Descobriu” realizado no México, revelou que a maioria das crianças

O Simpósio foi organizado pelo Instituto Mexicano de Orientação Sexual, “Renascer”, com o fim de prover informação científica sobre a homossexualidade, as adoções homoparentais e seus impactos no desenvolvimento infantil.

Neste sentido se apresentou o estudo “Investigação Relativa à Paternidade e Adoção Homossexual” do professor da Neuropsiquiatria e Ciências do Comportamento na Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Sul (EE.UU), George A. Rekers, que expõe que “as meninas e meninos adotados por casais de lésbicas e homossexuais registram um maior nível de estresse ao qual já de por si gera neles sua condição de órfãos ou abandonados por seus pais biológicos” e que tal situação “provoca nos menores diversos traumas e transtornos do comportamento que chegam inclusive a tendências e tentativas suicidas”.

“De acordo com diversos estudos que contêm testemunhos de filhos de pais homossexuais, a maioria destes reconheceu ter padecido fortes emoções, tais como medos, ansiedade, apreensão, vergonha e irritação ao tratar de esconder, ante seus companheiros e familiares, a homossexualidade de seu pai ou mãe”, adiciona.

Sistemas de Adoção

Do mesmo modo, ao referir-se aos “matrimônios” homossexuais, o estudo assinala que “são significativa e substancialmente menos estáveis e mais curtos em média, comparados ao matrimônio entre homem e uma mulher” por isso “os lares com um adulto homossexual contribuem indevidamente a um índice substancialmente maior de mudanças nos lares de adoção”.

“Devido à alta incidência de transtornos psicológicos das crianças que entram em sistema de cuidados adotivos estas crianças são especialmente vulneráveis a um dano psicológico e a uma crescente desadaptação quando se impõe a elas um estresse significativamente maior pela presença de um adulto com práticas homossexuais no lar adotivo”, acrescenta.

Por sua parte, Oscar Rivas, presidente de Renascer, sublinhou que “de acordo à experiência internacional e apoiados com diversos estudos e investigações, conclui-se que em matéria de adoções o que deve prevalecer é o direito dos meninos ou meninas com possibilidade de ser adotado, não o dos pais”.

O Simpósio se realizou logo depois de que os Deputados da Assembléia Legislativa do Distrito Federal aprovaram reformas sobre a adoção homossexual, sem considerar a posição de diversos setores envoltos no tema. O estudo do professor George A. Rekers serve de apoio para proibir a adoção de casais do mesmo sexo na Florida, logo depois de um litígio na Corte desse Estado. adotadas por casais formados por pessoas do mesmo sexo registram “um maior nível de estresse”, chegam a “tendências e tentativas suicidas” e além disso mostram “vergonha e raiva ao tratar de esconder, dos seus companheiros e familiares, a homossexualidade do seu pai ou sua mãe”.

ACI
Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Jesus ‘era gay superinteligente’, diz Elton John em entrevista.

sexta-feira, fevereiro 19th, 2010

O cantor e compositor britânico Elton John afirmou em uma entrevista publicada nesta sexta-feira que Jesus era um “homem gay superinteligente”.

Na entrevista, publicada na revista americana Parade, Elton John também afirmou que Jesus era “piedoso”, magnânimo e “compreendia os problemas humanos”.

“Na cruz, ele perdoou as pessoas que o crucificaram. Jesus queria que fôssemos amorosos e magnânimos”, afirmou o cantor.

“Não sei o que faz com que as pessoas sejam tão cruéis. Tente ser uma mulher gay no Oriente Médio – é como se você morresse”, acrescentou.

Críticas

Em resposta às afirmações publicadas na entrevista, um porta-voz da Igreja Anglicana afirmou que algumas declarações feitas pelo artista deveriam “ficar restritas aos acadêmicos”.

“As reflexões de Elton John, de que Jesus nos convoca a amar e perdoar, são compartilhadas por todos os cristãos”, disse. “Mas as reflexões a respeito de aspectos de Jesus como personagem histórico talvez devam ficar restritas aos acadêmicos”, finalizou.

Na entrevista, Elton John também falou que não gosta mais de ser uma celebridade, pois a “fama atrai loucos”.

“Princesa Diana, Gianni Versace, John Lennon, Michael Jackson, todos mortos. Dois deles, mortos a tiros em frente de suas casas.

Nada disso teria acontecido se eles não fossem famosos. Nunca tive um guarda-costas, nunca, até a morte de Gianni (Versace)”, disse.

BBC Brasil

***

Veja mais essa..

Imagem de Jesus fumando e com cerveja causa indignação na Índia

O porta-voz da Arquidiocese de Mumbai, Anthony Charanghat, protestou hoje pela inclusão de uma imagem de Jesus Cristo fumando e segurando uma lata de cerveja em um livro-texto usado nas salas de aula do primário no nordeste da Índia.

“Deveriam proibir o livro, porque fere os sentimentos dos católicos e representa uma falta de respeito”, disse à Agência Efe por telefone Charanghat.

A fonte disse não ter visto o desenho em questão, mas assegurou estar sabendo da polêmica.

O porta-voz da Conferência Episcopal da Índia (CBCI), o irmão Babu Joseph, pediu nesta semana ao Governo que tome medidas contra a editora que publicou o livro, Skyline Publication.

Joseph informou que a CBCI ordenou aos colégios católicos da Conferência Episcopal da Índia que proíbam os livros desta editora nas salas de aula.

“Jesus Cristo, como uma divindade, é central na fé e na vida cristã. É errada a tentativa de macular a imagem de Jesus Cristo é um ato censurável e inclusive condenável”, disse em declarações à agência de notícias “Ians”.

Segundo o porta-voz, Jesus Cristo aparece “caricaturizado” em um livro-texto para os alunos do primário do estado indiano de Meghalaya, onde a fé cristã é majoritária, ao aparecer “com um cigarro em uma mão e uma lata de cerveja na outra”.

Curiosamente, em 2007 um jornal tâmil – grupo étnico de fé hindu – gerou uma polêmica religiosa na Malásia ao publicar um desenho de Jesus Cristo na mesma posição.

EFE

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Peça com Jesus transexual provoca protestos na Escócia.

quinta-feira, fevereiro 18th, 2010
Jesus, Queen of Heaven

Cerca de 300 manifestantes realizaram um protesto portanto velas do lado de fora de um teatro em Glasgow, na Escócia, no dia da estreia de uma peça que retrata Jesus como um transexual.

O protesto foi realizado na terça-feira à noite em frente ao Tron Theatre, onde a peça Jesus Queen of Heaven (Jesus, a Rainha do Paraíso, em tradução livre) está em cartaz, como parte do festival de artes Glasgay! Que celebra a cultura gay, bissexual e transexual da Escócia.

Os organizadores do festival afirmaram que não têm a intenção de incitar reações ou ofender ninguém.

A peça Jesus, Queen of Heaven, foi escrita e é encenada pelo autor transexual Jo Clifford.

Os manifestantes cantaram hinos religiosos e levantaram cartazes. Um deles dizia: “Jesus, Rei dos Reis, Não Rainha do Paraíso”.

Outro dizia: “Deus: Meu Filho Não É Um Pervertido”.

Os organizadores do festival classificaram os cartazes de “provocativos” e disseram que eles podem ser vistos como incitação à homofobia.

O produtor do Glasgay! Steven Thomson disse que “Jesus, Queen of Heaven é um trabalho de ficção literária explorando a viagem pessoal de fé do artista como um transgênero”.

“O Glasgay! Apoia o direito de liberdade de expressão das artes e oferece ao público uma visão diversa da vida GLBT (gays, lésbicas, transexuais e bissexuais).”

“Este trabalho não tem a intenção de incitar ou ofender ninguém de nenhuma crença, mas respeitamos o direito dos outros de discordar desta opinião.”

“Nós vamos dar as boas vindas a membros do público genuinamente interessados que queiram entender a intenção artística por trás deste trabalho”, acrescentou.

O Glasgay! É descrito como “a comemoração anual da cultura gay da escócia” e é financiado pelo Conselho das Artes da Escócia, Event Scotland, pelo Bureau de Marketing da cidade de Glasgow e pelo Conselho da Cidade de Glasgow.

***

Inaceitável!

Essa de que ” não tem a intenção de incitar ou ofender ninguém de nenhuma crença” é velha e supõe que sejamos ingênuos…

Vive-se como se quer, mas não se pode agredir nem desrespeitar desta forma Jesus e a todos nós que o amamos.

Lamentável  e inaceitável.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Pseudo-casamento gay pode “comprometer a civilização”, afirma Professor de direito Constitucional.

quarta-feira, fevereiro 17th, 2010

O professor de Direito Constitucional em Portugal, Jónatas Machado defendeu  que a aprovação do casamento entre homossexuais pode «comprometer toda a civilização».

«A alteração de um pilar fundamental da civilização pode comprometer toda a civilização. Não acontece de imediato, claro. Se se legalizar o casamento homossexual ninguém morre, assim como ninguém morre quando começa a fumar ou quando começa a beber. Mas há certas coisas que podem fazer mal aos indivíduos e às sociedades», disse.
Jónatas Machado, da Plataforma Cidadania e Casamento, foi ouvido esta quarta-feira no Parlamento na comissão de Assuntos Constitucionais, e afirmou ainda que «quando se altera o núcleo da família, é óbvio que tem consequências como o decaimento da sociedade».

O académico afirmou ainda que a legalização do casamento é «uma minoria a impor a sua vontade a uma maioria». «Mas porquê esta minoria?», questionou. «Há mais de vinte orientações sexuais, entre as quais a bissexualidade, a zoofilia. Porque é que só a homossexualidade é que é digna de redefinir o casamento», perguntou ainda.

Jónatas Machado considera ainda que legalizar o casamento homossexual significa retirar desta «instituição multimilenar» a importância do género. «Se o género não importa daqui a pouco vamos também dizer que o número também não importa», afirmou ainda.

O jurista disse ainda que a lei «vai semear o caos no ordenamento jurídico e gerar grandes conflitos sociais». «Noutros países tem havido litígios porque, por exemplo, pessoas que têm restaurantes não quererem servir banquetes para casamentos homossexuais», disse.

A Plataforma Cidadania e Casamento em Portugal apresentou uma petição a pedir que fosse realizado um referendo sobre o casamento homossexual, mas acabou por ser chumbado na comissão por os deputados considerarem que já não tem «cabimento», visto a Assembleia da República já ter votado a questão do referendo, apresentado inclusive pela mesma plataforma.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Secretária de Educação de Brasilia assina portaria que garante uso de nome social. Leia e entenda.

quinta-feira, fevereiro 11th, 2010

Portaria assinada nesta terça-feira (9/2) e que deve ser publicada no Diário Oficial nesta quarta-feira (10/2), pela secretária de Educação, Eunice Santos, garante a travestis e transexuais o uso do nome social nas escolas públicas do Distrito Federal.

Segundo a secretária, esta é uma forma de transmitir aos estudantes, em processo de formação, o senso de aceitação e respeito à diversidade. “A Secretaria de Educação tem o dever de colaborar para combater o preconceito e a discriminação nas escolas”, garante Eunice.

Um estudo entitulado Revelando tramas, descobrindo segredos: violência e convivência nas escolas, realizado pela Rede de Informação Tecnologia Latino Americana (Ritla), mostrou que a discriminação está presente entre os jovens, na rede pública de ensino do DF. Do total, 16,3% dos alunos com mais de 18 anos, não gostariam de ter homosexuais como colegas de classe. Entre estudantes que têm entre 17 e 18 anos, o índice sobe para 20,5%. Entre os mais novos, com menos de 11 anos, o índice fica em 48,7%. A pesquisa foi realizada com 9.937 estudantes, que foram ouvidos no ano de 2008 em 84 escolas das 14 Diretorias Regionais de Ensino.

“Permitir que travestis e transexuais possam ser chamados pelos nomes que efetivamente escolheram é uma demonstração concreta de respeito à individualidade de cada um e também é uma maneira de enfrentar esta violência”, avalia o professor Edilson Rodrigues, gerente de Educação de Jovens e Adultos da SEDF, um dos principais defensores da medida que prevê a inclusão do nome social no Diário de Classe.

De acordo com a portaria, o nome social do aluno deve acompanhar o nome civil em todos os reguistros internos da escola, como histórico escolar, declarações e certificados.

Quem tiver mais de 18 anos deve manifestar por escrito o desejo de ter o nome social incluido. Aos menores, a autorização dos pais ou responsáveis será necessária.

Fonte: Correio Brasiliense

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Igreja protesta diante de campanha que defende a “legitimação” de atos homossexuais em escolas chilenas.

quarta-feira, fevereiro 10th, 2010

Respondendo a um chamado do Dom Cristián Caro, Arcebispo de Porto Montt (Chile), numerosas organizações de defesa da familia no país convocaram a uma campanha para deter a distribuição de material favorável aos atos homossexuais nas escolas de administração municipal.

Recentemente, o auto-denominado “Movimento de Integração e Liberação Homossexual” (MOVILH), que impulsiona uma das retóricas mais anti-católicas do Chile, iniciou uma campanha financiada por organizações homossexuais espanholas e o governo socialista holandês, para introduzir “manuais” encaminhados a apresentar as condutas homossexuais como normais nas escolas de administração municipal.

O manual, apresentado como um texto “anti-discriminação”, propõe os atos homossexuais como totalmente aceitáveis a menores de idade; e já foi aceito em alguns municípios do país, ultimamente em Porto Montt.

Entretanto, o Arcebispo Cristián Caro, assinalou recentemente que os manuais do MOVILH propõem “uma visão ideologizada da sexualidade, completamente afastada da concepção humanista e cristã, que se fundamenta na revelação divina, contida na Escritura e no ensinamento da Igreja”

O manual, portanto, “não deve ser distribuído no ensino de crianças e jovens”, porque “trará mais males neste aspecto, já tão deficitário da educação afetiva e sexual” explicou o Bispo.

Em resposta, diversas organizações solicitaram ao prefeito de Porto Montt, Rabindranath Sitiantes, assim como aos vereadores dessa comuna, reverter a “Regulamento contra a Discriminação”, que permitiu que os manuais do MOVILH, que inclui material moralmente inaceitável para menores, siga sendo distribuídos nos colégios municipais.

***

O tema é recorrente. Infelizmente a defesa dos valores humanos e cristãos precisa ser defendida com “unhas e dentes”.

Não é questão de impor a fé católica a todos, mas a defesa de valores humanos essenciais como o devido respeito à lei natural na vivência da sexualidade humana, que independe da fé.

No fundo é uma questão antropologica mais do que de fé, pois não se sabendo profundamente quem é o homem tudo é aceito como “normal” e relativo.

A perca do sentido de Deus imediatamente repercute na perca do sentido do homem, Que fica assim comprometido e vai “para um lado a outro”, de acordo com os tempos, modas, ideologias, lobbys politicos, conveniências e decisões politicas como essas no Chile.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Palavras do Papa Bento XVI sobre Homossexualidade não foram compreendidas adequadamente.

terça-feira, fevereiro 9th, 2010
Esclarecimento do porta-voz vaticano
O discurso que Bento XVI pronunciou no dia 1º de fevereiro aos bispos da Inglaterra e Gales despertou muitas críticas em jornais e blogs, que acusam o Papa de ingerência, por falar de um projeto de lei britânico sobre igualdade dos homossexuais.

O porta-voz da Santa Sé considera que as palavras do pontífice não foram compreendidas adequadamente, pois “assegurar que a igualdade de oportunidades para todos é um objetivo nobre. No entanto, em certos casos, tenta-se alcançar isso com leis que impõem limites injustos à liberdade das comunidades religiosas para atuar segundo suas próprias convicções”.

“Se estas leis contradizem a lei natural, compromete-se o fundamento que garante a igualdade e, portanto, o direito de desfrutar da igualdade de oportunidades”, esclarece o padre Federico Lombardi, S.J., no último editorial de Octava Dies, semanário do Centro Televisivo Vaticano.

O Papa explicou aos bispos britânicos que o país deles “é bem conhecido por seu firme compromisso com a igualdade de oportunidades para todos os membros da sociedade. No entanto, o efeito de algumas das leis destinadas a alcançar esse objetivo tem imposto limitações injustas à liberdade das comunidades religiosas para atuar de acordo com suas crenças”.

Quando o pontífice pronunciou suas palavras, os parlamentares britânicos estavam analisando uma lei radical de igualdade que provocou críticas de vários setores.

Algumas instituições, não só católicas, denunciaram que esta lei, por exemplo, busca que as paróquias os escolas contratem professores de religião que promovam abertamente os comportamentos homossexuais.

As palavras do Papa, segundo o padre Lombardi, “tocam um ponto crítico dos debates sobre a igualdade dos direitos, sumamente atuais em muitos países do mundo; debates que envolvem aspectos fundamentais da visão de homem: o direito à vida, sexualidade, família…”

O sacerdote jesuíta considera que o magistério do Papa “não é uma intromissão da Igreja na dinâmica social e política, mas uma devida – e portanto valente – manifestação de suas posições a serviço do bem comum”.

O porta-voz vaticano cita o rabino chefe das Congregações Judaicas Unidas de Commonwealth, Lord Jonathan Sacks, que, alertando do uso ideológico do tema da igualdade dos direitos, denuncia que pode ser utilizado para atacar as religiões.

No The Times, o rabino escreveu que, “em vez de ver as palavras do Papa como uma intervenção inadequada, deveríamos utilizá-las como estímulo para empreender um debate honesto sobre onde há que situar a linha que separa nossa liberdade como indivíduos de nossa liberdade como membros de comunidades de fé. Uma não se pode alcançar sacrificando a outra”.

Por esse motivo, o padre Lombardi conclui: “não só os católicos veem o problema; é um problema para todos, que se deve enfrentar com honestidade, se quisermos construir juntos uma sociedade melhor”.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Governo da Inglaterra recua diante da “lei de igualdade”, recentemente criticada pelo Papa.

terça-feira, fevereiro 9th, 2010

O governo da Inglaterra deu marcha atrás em uma cláusula da chamada “lei de igualdade” que o Papa Bento XVI qualificou como uma “injusta” aplicação que atenta contra a liberdade religiosa, há alguns dias em seu discurso aos Bispos este país europeu, que poderia ter obrigado os católicos a admitirem homossexuais como professores de suas escolas, entre outras medidas.

O Papa  disse na segunda-feira passada que a Inglaterra é conhecida “pelo seu firme compromisso na igualdade e oportunidade de todos os membros da sociedade”, entretanto, “o efeito de alguma das leis cujo fim era alcançar este objetivo foi impor limitações injustas à liberdade das comunidades religiosas para atuar segundo suas crenças”.

Deste modo animava os bispos a “assegurarem, como pastores, que o ensinamento moral da Igreja se apresente sempre em sua integridade e se defenda com convicção. A fidelidade ao Evangelho não limita em modo algum a liberdade de outros; pelo contrário, serve a sua liberdade, oferecendo aos fiéis a verdade”.

O Partido Trabalhista, que atualmente está no poder, decidiu não prosseguir com a mencionada cláusula e fontes da Downing Street (a Casa de Governo) indicaram sua disposição a “continuar em cordiais relações. “Fica claro que estas partes da Lei de Igualdade não podem seguir adiante. A intervenção do Papa foi sentida”, indicaram ao Daily Telegraph.

A respeito, o Arcebispo de Canterbury e Presidente da Conferência Episcopal da Inglaterra e Gales, assinalou à BBC que o Santo Padre certamente “não se estava misturando na política partidária” mas sim estava assegurando-se de que se ouvisse “sua razoável voz” no debate público.

“Acredito que as palavras (do Papa) encontrarão um eco em muitos de nosso país que não consideram que talvez uma das conseqüências da recente legislação seja fazer que as crenças religiosas e a prática se limitem apenas à esfera do privado”.

ACI

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* A Igreja Católica é Homofóbica?

quarta-feira, fevereiro 3rd, 2010

Quantcast

Lê-se no G1:

Papa critica projeto de lei britânico contra a discriminação de homossexuais.

Igreja homofóbica? Não é bem assim. A mídia, claro, conta a parte da história que lhe é favorável, distorce a notícia da maneira que lhe apraz. Gostaria, inclusive, de fazer uma analogia para mostrar o quanto é reducionista a notícia da maneira que foi publicada pelo jornalismo da Globo.

Há alguns dias notícia foi publicada na Internet falando dos projetos que andam tentando legalizar na Inglaterra de se ensinar obrigatoriamente educação homossexual. A medida é, sem sombra de dúvida, intolerante.

Veja: não estamos falando aqui duma tentativa sadia de pedir respeito aos homossexuais. Estamos falando de uma medida autoritária que visa impor – atesta esta outra notícia – valores homossexuais. Não é mais um combate à homofobia, é uma tentativa clara e objetiva de se ensinar o homossexualismo em nossas escolas, como se fosse perfeitamente natural e aceitável! Em suma, o combate aqui não é ao preconceito, como expôs o G1, mas à heteronormatividade, ou seja, à idéia de que as relações sexuais moralmente corretas são as que são praticadas entre homem e mulher. aos alunos de todas as escolas – inclusive as religiosas.

É autoritário? Sem dúvida. E são essas medidas que o Papa Bento XVI condena. Do jeito que o G1 publicou, ficou implícita a idéia de homofobia quando, na verdade, o Papa é contra a iniciativa de ensinar e propagar a homossexualidade deliberadamente, não contra os homossexuais.

A Igreja mesmo não é homofóbica. Qualquer um pode atestar essa informação lendo o Catecismo da Santa Sé, que diz:

“[Os homossexuais] devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição” (n. 2358).

Então, imprensa, deixe de repetir aquilo que não é verdade! Deixe de insistir numa mentira. O que o Papa condenou, ao se dirigir à Conferência Episcopal da Inglaterra e Gales, foi a medida de se impor o homossexualismo como relacionamento sexual correto e moralmente aceitável que, em si, não combate a homofobia, mas os valores cristãos de educação. As palavras do Papa aos bispos do Reino Unido são, nesse sentido, importantes:

http://www.dolado.com.br/wp-content/uploads/2009/09/papa-bento.jpg

” Vosso país é conhecido pelo firme compromisso com a igualdade de oportunidades para todos os membros da sociedade. No entanto, como vós observastes com razão, o efeito de algumas das legislações destinadas a alcançar este objetivo tem sido impor limitações injustas à liberdade de comunidades religiosas para agir de acordo com suas crenças. Em alguns aspectos, isso realmente viola a lei natural, sobre a qual a igualdade de todos os seres humanos está alicerçada e pela qual é garantida. Exorto-vos, como Pastores, a garantir que o ensino moral da Igreja seja sempre apresentado em sua totalidade e defendido de modo convincente. A fidelidade ao Evangelho em nada restringe a liberdade dos outros – pelo contrário, ela serve à liberdade oferecendo-lhe a verdade. Continueis a insistir no vosso direito de participar no debate nacional, através de um diálogo respeitoso com os outros setores da sociedade. Ao fazer isso, vós não estais apenas mantendo uma longa tradição britânica de liberdade de expressão e intercâmbio honesto de opiniões, mas dando voz às convicções de muitas pessoas que não dispõem dos meios necessários para se expressar: quando muitos da população se declaram cristãos, como alguém poderia contestar o direito de o Evangelho ser ouvido?”

(Papa Bento XVI, Discurso à Conferência Episcopal da Inglaterra e Gales, § 2; 1º de fevereiro de 2010)

O Papa se manifesta aos bispos deixando bem claro que não concorda de modo algum com as medidas laicistas totalitárias queo governo civil anda tentando implantar no país, e que também não pode concordar com a invasão que o Estado inglês tenta fazer na Igreja, quebrando a idéia de laicidade (Estado, corpo totalmente independente da Igreja; e vice-versa).

Se o povo é tão desinformado quanto à Igreja e quanto aos valores por ela promovidos, certamente parte dessa culpa é da mídia, que distorce aquilo que é verdadeiro para poder divulgar suas idéias mesquinhas.

Rezemos pelo Santo Papa e por sua autoridade de apóstolo da mensagem do Evangelho.

Fonte: Ecclesia Una

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Papa critica projeto de lei britânico contra discriminação de gays.

terça-feira, fevereiro 2nd, 2010

da BBC Brasil

O papa Bento 16 criticou, nesta segunda-feira, um projeto de lei do governo britânico que pode, entre outras medidas, tornar ilegal a descriminação de homossexuais. A legislação, chamada de Equality Bill, está sendo discutida por parlamentares britânicos e pode impedir, por exemplo, que igrejas rejeitem empregar pessoas que se declarem homossexuais ou transexuais.

“Seu país é conhecido pelo forte compromisso com a igualdade de oportunidades para todos os membros da sociedade”, disse Bento 16 um grupo de bispos britânicos que visitaram o Vaticano. “Ainda assim, o efeito de algumas leis criadas para atingir esses objetivos tem sido impor limites injustos à liberdade das comunidades religiosas para agir de acordo com suas crenças”, disse ele.

Bento 16 estimulou os bispos a defender “convincentemente” os ensinamentos morais católicos. “Continuem a defender seu direito de participar no debate nacional por meio de um diálogo respeitoso com outros elementos da sociedade”, disse ele.

Um porta-voz do governo britânico disse que as declarações do Papa sugerem que ele reconheceu “o compromisso firme com a igualdade para todos os membros da sociedade” exercido pelo governo britânico. “Acreditamos que todos devem ter chances justos na vida e não sofrer discriminação. A Equality Bill tornará o Reino Unido um país mais justo e igualitário”, disse um porta-voz do governo.

A Igreja Anglicana britânica se mostrou preocupada com a legislação, argumentando que seus padres podem se ver forçados a celebrar casamentos nos quais um dos noivos sofreu uma mudança de sexo.

Bento 16 anunciou ainda que deve visitar o Reino Unido neste ano, na primeira visita de um papa ao país desde 1982.

Fonte : UOL

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Relações Homossexuais,bi,Trans e Heterossexuais são equivalentes sob o ponto de vista da natureza e da moral?

quarta-feira, janeiro 27th, 2010

A sexualidade humana é uma atividade, não uma identidade.

Por Jesús Colina

Duas resoluções serão submetidas a exame e votação no Parlamento Europeu esta semana, explica o especialista em Direito Europeu Grégor Puppinck nesta entrevista.

Uma destas resoluções está dirigida a promover os direitos dos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais), entre eles o casamento, a adoção e a inseminação artificial; a outra estimula uma política de redução demográfica que inclui o aborto como meio para isso.

Grégor Puppinck é o diretor do European Centre for Law and Justice*, uma ONG com sede em Estrasburgo, especializada em Direito Europeu.

Ele participou dos trabalhos do “Comitê de especialistas sobre a discriminação por motivo da orientação sexual e da identidade de gênero” (DH-LGBT), do Conselho da Europa.

- Nossa atenção se dirige a dois textos problemáticos que serão submetidos a exame e votação durante a próxima sessão da Assembleia Parlamentar nesta semana. Diversos deputados e ONGs se manifestaram para corrigir ou contra-arrestar estes textos. Do que se trata?

G. Puppinck: Trata-se de dois informes parlamentares elaborados dentro do Conselho da Europa.

Têm como objetivo, por um lado, promover os direitos dos LGBT, entre eles o casamento, a adoção e a inseminação artificial. Por outro, fomentar uma política de redução demográfica, inclusive através – e aqui está o problema – do aborto.

Os informes serão debatidos e votados nesta quarta-feira, dia 27, e na sexta-feira, dia 29 de janeiro, respectivamente, em Estrasburgo.

- Que problemas concretos o informe sobre os direitos dos LGBT apresenta?

G. Puppinck: O informe de M. Andréas Gross, cujo título preciso é “Discriminação por motivo da orientação sexual e da identidade de gênero”, é problemático porque não se limita ao objetivo respeitável de querer proteger as pessoas LGBT da violência e das discriminações injustificadas.

Na realidade, muito além disso, a resolução tende a forçar a opinião e as consciências, impondo a ideia segundo a qual todo tipo de relações (heterossexuais, homossexuais, bissexuais ou transexuais) seriam equivalentes do ponto de vista da natureza e da moral.

Como resultado disso, não se permitiria nenhuma distinção moral, política ou jurídica, por exemplo, em relação ao casamento, à adoção ou à inseminação artificial.

E indo muito além da legítima proteção das pessoas LGBT contra a violência psíquica e as discriminações injustificadas, esta resolução viola vários direitos fundamentais.

Em primeiro lugar, as liberdades de opinião, de expressão e de religião são enfraquecidas, já que não se considerará admissível ter uma opinião moral ou religiosa sobre a homossexualidade.

É simplesmente o direito de não concordar que é retirado em benefício de um pensamento único, em nome da “erradicação da homofobia e da transfobia”.

A liberdade da Igreja e dos crentes está direta e atualmente ameaçada neste âmbito.

Depois, o interesse dos filhos e das famílias também se vê igualmente ameaçado. De fato, a família e os filhos já não são reconhecidos como realidades naturais em si, mas como desejos subjetivos.

Dado que os adultos LGBT têm o desejo, esta resolução conclui que existem “direitos” para eles de casar-se, adotar filhos e fundar uma “família”, como se as realidades naturais não existissem.

Quanto ao interesse superior do filho, faz-se silêncio. Por outro lado, seria conveniente educar os filhos desde a mais tenra idade contra os preconceitos.

- Qual é a filosofia subjacente nesta resolução?

G. Puppinck: A afirmação dos direitos das pessoas LGBT se realiza, por um lado, pela negação das diferenciações objetivas entre a realidade de um casal heterossexual e as relações LGBT.

E por outro lado, sobre o fundamento de uma neutralização moral da sexualidade, especialmente em sua variante LGBT.

Esta resolução se baseia no pressuposto de que a sexualidade é externa à esfera da ação moral.

No entanto, a sexualidade humana, como toda atividade voluntária, possui uma dimensão moral: é uma atividade que põe em marcha a vontade individual ao serviço de uma finalidade; não é uma “identidade”.

Em outras palavras, depende do agir e não do ser, inclusive ainda que as tendências homossexuais pudessem estar profundamente arraigadas na personalidade.

Negar a dimensão moral da sexualidade equivale a negar a liberdade da pessoa na matéria e leva a atentar, em última instância, contra sua dignidade ontológica.

As consequências deste pressuposto aparecem ao longo do texto que é submetido ao exame e à votação da assembleia.

Assim, nele, por exemplo, compara-se o comportamento sexual com critérios como a etnia, a idade ou o sexo, apesar de que estes últimos critérios são comumente aceitos por sua objetividade; caem no “ser”, e não no agir.

Em um sentido mais geral, a principal consequência – e o objetivo, sem dúvida – da exteriorização da sexualidade da esfera da ação moral, é impedir a própria possibilidade de uma avaliação moral do comportamento.

Como resultado, a justificação moral de uma diferença de trato – de uma discriminação – torna-se possível: os diversos tipos de comportamento sexual são presentes in abstracto como neutros e equivalentes entre si.

Assim, torna-se impossível e inclusive se proíbe expressar uma opinião sobre esta questão.

Pelo contrário, a aproximação clássica e propriamente jurídica do conceito de discriminação se baseia na avaliação in concreto das circunstâncias que justificam – ou não – uma diferença de trato.

Atenta-se assim contra o direito de ter uma opinião pessoal sobre um tipo de comportamento determinado, e a agir em consequência na esfera própria.

Proíbe-se avaliar, do ponto de vista moral, a diferença entre as realidades diversas que são um casal heterossexual e as relações LGBT, condenados a adotar um enfoque indiferente, incapaz de responder às reivindicações idealistas de pretendidos “direitos”, como o direito ao casamento, à adoção e à procriação medicamente assistida.

E isso porque existe o imperativo de preservar as liberdades jurídicas de consciência e de religião, de pensamento e de palavra.

- Como trabalha o European Centre for Law and Justice (ECLJ), neste sentido?

G. Puppinck : Como ONG especializada em Direito Internacional e Europeu, o ECLJ escreveu uma memória muito profunda, que detalha, baseando-se em uma análise puramente jurídica, os elementos desta resolução de devem ser corrigidos.

Esta memória está disponível, em inglês, no site do ECLJ.

Preparamos a memória a pedido de um grupo de deputados ativos dirigido pelo dinâmico deputado italiano Luca Volontè.

Até agora, a Assembleia Parlamentar agiu com uma relativa indiferença sobre algumas questões, no entanto, muito sensíveis quando suas recomendações têm uma influência real, especialmente na jurisprudência do Tribunal Europeu de Direitos Humanos.

É, portanto, importante acompanhar de perto seus trabalhos. Nos últimos anos, outras ONGs realizaram uma atividade de lobbying direto e clássico, por exemplo, convidando os deputados a escreverem.

Isso funciona muito bem. Os dados dos deputados se encontram no site da Assembleia Parlementar.

- E com relação ao outro texto, sobre a demografia, que será votado também nesta semana?

G. Puppinck: Trata-se de uma resolução intitulada “Quinze anos depois do Programa de Ação da conferência internacional sobre população e desenvolvimento”, em referência à Conferência do Cairo. Será debatida na sexta-feira, dia 29 de janeiro.

O ECLJ expressou sua preocupação pela promoção do aborto como meio de controle demográfico e de planejamento familiar.

Durante a negociação do Programa de Ação do Cairo, os Estados membros das Nações Unidas excluíram explicitamente o aborto dos meios de regulação dos nascimentos, assim como se excluiu a afirmação de um hipotético “direito” fundamental ao aborto.

Por último, o conjunto do informe se baseia em uma ideologia neomalthusiana na qual se insiste na necessidade concreta de limitar os nascimentos nos países pobres.

Também para esta resolução, o ECLJ realizou um estudo de fundo, disponível, em francêsinglês, na internet.

Esta intervenção provocou um primeiro adiamento do exame do texto, previsto inicialmente para a última sessão.

Nesta análise, insistimos muito no fato de que promover o aborto viola os valores fundamentais sobre os quais está construído o Conselho da Europa.

Esta promoção é contrária à proteção da vida humana e da dignidade, assim como ao respeito da soberania nacional.

O Programa de Ação do Cairo não criou o “direito” ao aborto, e deixou aos Estados membros o cargo de decidir o grau de proteção do qual se beneficia a criança por nascer em seus países.

O Programa de Ação indica que a realização das suas recomendações “é um direito soberano que cada país exerce de maneira compatível com suas leis nacionais e suas prioridades em matéria de desenvolvimento, respeitando plenamente as diversas religiões, os valores éticos e as origens culturais do seu povo, e em conformidade com os princípios dos direitos humanos reconhecidos universalmente”.

* O Centro Europeu para a Justiça e os Direitos Humanos (ECLJ) é uma organização não governamental internacional fundada em 1998 em Estrasburgo e tem como objetivo a proteção dos direitos humanos e da liberdade religiosa na Europa. Os juristas do ECLJ intervieram em numerosos casos levados inclusive diante do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos. O ECLJ goza de um Estatuto Consultivo Especial nas Nações Unidas (ONU) e está acreditado no Parlamento Europeu.

Zenit

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Por que homossexuais não devem adotar crianças, aclara Jornal católico mexicano.

quarta-feira, janeiro 20th, 2010

Depois de que diversos meios de comunicação deformassem as declarações de integrantes da Igreja , o jornal “Desde la Fé”, da Arquidiocese de México, explicou as verdadeiras razões pelas quais a Igreja se opõe a que casais homossexuais adotem crianças.

Em um longo artigo, o jornal reafirmou que a Igreja, “fiel à tarefa que foi encomendada por Cristo… expressou sua oposição à lei que permite que casais de homossexuais adotem crianças”. Nesse sentido, criticou que tenham sido deformadas as “declarações de membros da Igreja, citando-las fora de contexto ou inclusive, mentindo desvergonzadamente com o objetivo de desprestigiar-la”.

As razões

Em primeiro lugar, “Desde la Fé” reafirmou que a Igreja não promove a homofobia, senão que ensina que as pessoas homossexuais devem ser acolhidas “com respeito, compreensão e delicadeza, e evitar todo sinal de descriminação injusta”.

“Não é a homossexualidade em si, senão as relações sexuais homossexuais o que a Igreja condena por considerar-las atos intrinsecamente desordenados, contrários à lei natural, que fecham o ato sexual ao dom da VIDA e não procedem de uma verdadeira complementaridade afetiva e sexual. A Igreja convida aos homossexuais, como a toda pessoa solteira, a viver a castidade”, explicou.

Do mesmo modo, indicou que os casos de pederastia não tiram autoridade moral da Igreja para que se oponha à nova lei, pois precisamente por essa “vergonhosa e dolorosa experiência”, pela qual se pediu perdão, é que “tem autoridade para alertar do perigo que correm as crianças que crescem em um ambiente de homossexualidade”.

O jornal aclarou que a Igreja “nunca disse” que os homossexuais não irão ao Céu, porque isso “corresponde somente a Deus determinar quem irá ou não ao Céu. Foi citada fora de contexto uma passagem de uma carta de São Paulo”.

“São Paulo não fala do Céu, senão do Reino de Deus, que começa já neste mundo. Não é arrogância dizer que se fala em nome de Deus ao citar a biblia que é Palavra de Deus”, esclareceu.

Sobre a adoção, o longo artigo agrega que ser bons pais não é só dar as necessidades materiais, senão garantir o “são desenvolvimento físico, mental e moral” das crianças. “Por bem intencionados que fossem uns “pais” homossexuais, seus próprios estilos de vida afetariam de muitos modos à criança”, comentou.

Também comentou que “por outro lado, não é possível deixar de mencionar a grave possibilidade de que um casal de homossexuais queira adotar crianças com o perverso propósito de utilizar-los para a pornografia infantil, abuso sexual, prostituição, etc.”.

Não pode ser benéfico para uma criança desenvolver-se em um ambiente homossexual. Numerosos testemunhos de quem passaram pela traumática experiência de ser criados por homossexuais provam isso.

Um exemplo disso é Dawn Stefanowicz, que indica em uma página web (www.dawnstefanowicz.com) mais de vinte cinco efeitos que, como numerosos expertos comprovaram, sofre uma criança nessas situações”, indicou.

O longo artigo pode ser lido completo em espanhol em http://www.siame.com.mx/index.php?option=com_content&task=view&id=7028&Itemid=1

ACI

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo
Formando personalidades cristãs maduras à luz da Verdade,a serviço da Igreja e dos homens de boa vontade.
_______________________
  Assine o RSS
_______________________
Comentários
Categorias
Artigos – Dia a dia
março 2010
D S T Q Q S S
« fev    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031