Posts Tagged ‘Inverno Demográfico’

* Para onde caminhamos?

segunda-feira, fevereiro 22nd, 2010

João José Brandão Ferreira

A Demografia é das questões menos estudadas a nível da sociedade e aquela a que os poderes públicos e o comum dos mortais deixou de prestar a mínima atenção.

Preocupados todos com a crise económica; vinculados ao consumismo e à cultura do prazer; anestesiados pela segurança social; sobrevalorizados no nosso ego pelo primado do individualismo e inundados de muitos outros “ismos” com que a comunicação social nos inunda o coração e a cabeça, deixamo-nos possuir por perigosos mitos de fundamento néscio – mas apelativos – e somos postos à beira de precipícios cada vez mais perigosos.

Reduzida a mortalidade infantil, instituída a pílula e outros métodos contraceptivos; quebrados os laços familiares tradicionais; caídos aos pés dos arautos da libertação da mulher; instituída a quase obrigatoriedade social daquela trabalhar fora de casa; consolidada a ditadura dos direitos face aos deveres e mais uma quantidade de coisas que seria ocioso enumerar – e de que todos temos sido relapsos a reflectir nas consequências – veio a originar-se uma brutal redução no número de nascimentos. Esta redução teve especial incidência nos países da Europa Ocidental.

Ora a redução da natalidade que a nível europeu desceu para uma média de 1,4 nascimentos por mulher veio colocar a questão da sobrevivência destas sociedades no futuro.

De fato sabe-se através de estudos sérios, que uma população para se renovar, cada mulher precisa de conceber 2,1 filhos, em vida e que a mesma população deixa de se poder manter em termos culturais quando esse número chega aos 1,9. Já se sabe isto há muito tempo, mas ninguém liga coisa nenhuma, como se governos e pessoas tivessem sido atacados por um desejo de suicídio coletivo. Faltam braços para o trabalho, jovens para os Exércitos, fecham escolas e passou a existir assimetrias etárias cada vez mais assinaláveis.

O avanço da medicina tem aumentado a esperança de vida das pessoas o que faz com que a população idosa seja cada vez maior, com o aumento de custos para a Segurança Social. E tem sido por esta via – que não é a mais crítica, mas aparenta ser a mais sensível – que alguns governantes se começaram a preocupar: falta-lhes o dinheiro!

A tudo isto é necessário juntar os fluxos emigratórios e imigratórios. Isto é, por um lado os países ocidentais vêm chegar ao seu território milhões de seres de outros continentes  e vêm partir, por outro lado, os seus melhores cérebros, que procuram realizações pessoais em países mais avançados, ou de oportunidade.

A demografia tem sido escamoteada com os nascimentos de filhos de emigrantes o que não é propriamente a mesma coisa que nascerem nacionais. A propaganda que favorece e escamoteia tudo isto tomou o nome de “multiculturalismo”.

Não estamos a defender ideias racistas, mas a tentar preservar justas aspirações de individualidade cultural (e soberana) e a tentar evitar futuras convulsões sociais graves. Acresce a isto a vontade de organizações internacionalistas em quererem acabar com as Nações…

Face a este descalabro social e nacional, os poderes públicos eleitos justamente para cuidarem do governo da cidade, em vez de colocarem travões às quatro rodas a esta tragédia que fará o holocausto parecer uma coisa menor; restaurarem o cimento familiar e promoverem a fecundidade, optam justamente por fazer o contrário. Satanás não faria melhor…

Em vez de se promover a vida, aposta-se na cultura da morte, de que as leis abortivas e a eutanásia são exemplos maiores; em vez de se organizar a educação e a estrutura da sociedade para a harmonia familiar, tudo se faz para facilitar a dissolução do casal e o afastamento de ascendentes e descendentes; em vez de se apostar nos incentivos à natalidade, preocupam-se em dar subsídios a quem não trabalha, a dar a mão (e seringas) a drogados e em melhorarem as condições a quem se porta mal e está preso (por ex.).

Em vez de haver preocupação em educar para uma natalidade consciente e para o desenvolvimento de uma sexualidade madura, a única coisa em que se pensa é em impôr aulas de educação sexual nas escolas, de gosto mais do que duvidoso, distribuir preservativos a esmo, etc., e acham que o “vale tudo” é o que está bem, havendo apenas que limitar os estragos.

Os países “mais avançados” do que nós, que apostaram nestas modernices, andam agora a verificar que nenhuma destas avançadíssimas atitudes, melhorou a saúde pública; evitou as gravidezes indesejadas; o número de filhos sem pai; as adolescentes grávidas; o número de abortos feitos em condições clínicas ou outras e toda a parafernália de desarranjos e dramas sociais correlativos. A única coisa que se conseguiu foi a sofisticação da prostituição, o aumento da pedofilia e a prosperidade do negócio pornográfico.

Para onde caminhamos ?

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* Onde estão as Crianças? População mundial: do auge ao fracasso

segunda-feira, fevereiro 8th, 2010

Por Pe. John Flynn, L.C.

As Nações Unidas acabaram de publicar um relatório chamando atenção sobre o rápido envelhecimento da população mundial. Pouco depois do começo do ano, o Departamento de Assuntos Econômicos publicava seu relatório “Envelhecimento da População Mundial 2009”.

Entre os principais resultados do relatório estavam os seguintes pontos:

-   O envelhecimento atual não tem comparativos com a história. É esperado que, para o ano de 2045, o número de pessoas com mais de 60 anos supere o número de menores de 15. Nas regiões mais desenvolvidas, onde se tem avançado o envelhecimento, essa situação já aconteceu em 1998.

-   A idade média atual do mundo é de 28 anos, com a metade da população mundial acima dessa idade e outra metade abaixo. Na metade do século a idade média chegará provavelmente aos 38 anos.

-   O envelhecimento está afetando quase todos os países do mundo, devido à diminuição de fertilidade que tem se tornado quase universal.

-   O envelhecimento terá uma forte impacto no desenvolvimento econômico, investimentos, mercados trabalhistas e fiscais.

-   Dado que a taxa de fertilidade é pouco provável que suba novamente para os níveis elevados do passado, o envelhecimento é irreversível e as populações jovens, algo até recentemente comum, serão mais raras no século XXI.

- No âmbito mundial, existe atualmente cerca de 9 pessoas na idade de trabalho que sustentam cada pessoa idosa. Em 2050, cairá para 4, com consequências graves para o sistema de pensões. Além disso, a atual crise econômica trará um grave declínio do valor dos fundos de pensão.

Mais relatórios

Outros relatórios recentes da ONU examinam em maior profundidade os problemas demográficos de cada país. Um estudo do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (UNDP), nomeado “Rússia frente aos Desafios Demográficos”, previu que a população vai continuar a diminuir, informou em 4 de outubro Associated Press.

Segundo a UNDP, a população da Rússia baixou 6,6 milhões desde 1993, apesar do afluxo de milhões de imigrantes. O relatório advertiu que em 2025 o país poderia perder outros 11 milhões de pessoas.

As consequências de tal redução serão, segundo a UNDP, o corte de mão de obra, o envelhecimento da população e o menor crescimento econômico. Em 2007 a Russía era o nono país do mundo em população. Em 2050, as Nações Unidas estimam que a Rússia irá ocupar o posto de décimo quinto na lista, com uma população menor do que o Vietnã.

A Rússia necessita reduzir seu alto índice de abortos para contrapor a tendência de diminuição da população, advertia a ministra da Saúde do país, Tatyana Golikova, informou em 18 de janeiro France Presse.

Golikova declarou que em 2008 houve 1.714.000 nascimentos na Rússia e 1.234.000 abortos.

Em sua análise de 20 de janeiro às declarações de Golikova, o centro de geopolítica Strarfor observava que, ainda que a ministra anuncie que em 2009 houve um ligeiro aumento da população da Rússia entre 15 a 25 mil habitantes, isso se deve a causas extraordinárias.

O aumento se deve, em parte, aos incentivos do governo para que os russos voltem a seu país desde as antigas repúblicas soviéticas. Depois de vários anos desse fluxo migratório, o número de russos que querem voltar diminuiu com rapidez.

Outra causa do ligeiro aumento da população é que o grupo de idade entre 20 e 29 anos soma cerca de 17% da população e se demonstra bastante fértil. A geração nascida antes dessa, no entanto, foi muito menos.

Falta de meninas

Ainda que o Vietnã esteja a ponto de superar a Rússia, o excesso de abortos naquele país está causando graves problemas, segundo o relatório de agosto de 2009 publicado pelo Fundo de População das Nações Unidas.

O estudo “Mudanças recentes na proporção entre os sexos nos nascimentos no Vietnã. Uma Revisão de Evidências”, examinava o problema dos abortos seletivos por sexo.

Normalmente a proporção dos sexos ao nascer (definida como o número de meninos nascidos por cada cem meninas), está entre 104-106/100.

Essa proporção, explicava o informe, é, em circunstâncias normais, bastante estável ao longo do tempo, em regiões geográficas, continentes, países e raças.

Os estudos sobre a porcentagem de sexos revelaram uma mudança inesperada, que começou nos anos oitenta em alguns países asiáticos, comentava a agência das Nações Unidas. “Junto ao declínio de fertilidade, essa tendência está se estendendo por países com grandes populações da Ásia, ameaçando assim a estabilidade demográfica mundial”, continuava o relatório.

No Vietnã, a proporção entre os sexos ao nascer para o ano de 2006 foi de 110/100 crianças do sexo masculino. Segundo o relatório, a mudança na proporção começou faz cerca de uma década e atualmente está aumentando em quase um ponto por ano. Nesse ritmo atual de mudança, a proporção pode superar a marca de 115 em alguns anos, estabelecia o relatório.

Se essa tendência não se inverter, o Fundo de População adverte que em 2025 o Vietnã terá um excesso significativo de população masculina. Isso terá muitas consequências negativas para o país e afetará especialmente a população adulta jovem no momento de se casar.

O fenômeno de “falta de meninas” é bem conhecido na China. Um relatório recente confirmava a prática de abortos seletivos por sexo. A Academia Chinesa de Ciências Sociais afirmou que haverá mais de 24 milhões de homens que não poderão encontrar uma esposa no final dessa década, informou em 12 de janeiro o jornal Times.

A reportagem culpava por esse desequilíbrio a política da chinesa de ter somente um filho.

“O problema é mais grave nas zonas rurais, devido à falta de um sistema de segurança social”, indicava a reportagem. “Os camponeses idosos têm de se confiar na sua descendência”, observava.

Segundo o artigo do Times, um especialista chinês afirma que em 2006 a proporção de sexo havia aumentado para 120/100.

Declínio

No país vizinho, Japão, a população segue diminuindo. Um editorial publicado em 15 de janeiro no jornal Japan Times indicava que as estimativas do ministério de Saúde, Trabalho e Bem Estar da nação calculam que em 2009 a população diminuirá em 75 mil pessoas, que é 1,46 vezes o declínio de 2008.

Segundo o editorial, o Instituto Nacional de Investigação de População e Segurança Social estima que a população do Japão cairá dos 100 milhões em 2046 para 90 milhões em 2055. A população atual se estima em cerca de 128 milhões.

Enquanto surgem cada vez mais elementos de preocupação por envelhecimento de população do mundo e a diminuição dos índices de fertilidade, o governo dos Estados Unidos está no meio de uma dramático aumento de seu apoio à anticoncepção e ao aborto por todo o mundo.

A 8 de janeiro, a secretária de Estado, Hillary Clinton, discursou com ocasião do décimo quinto aniversário da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento que teve lugar em 1994 no Cairo, Egito.

Em sua intervenção, celebrava uma das primeiras atuações do presidente Barack Obama em seu cargo, que foi suspender as restrições de financiamento do governo federal às organizações que financiam o aborto nos países em desenvolvimento.

Também observava que os Estados Unidos renovaram seu financiamento ao Fundo de População das Nações Unidas e que o Congresso destinou 648 milhões de dólares em ajuda ao exterior para programas de planejamento familiar e saúde reprodutiva.

Prometeu ainda mais ajudas no futuro para levar ofertas de anticoncepcionais a todas as mulheres de cada nação. E também destacou o trabalho que o governo dos Estados Unidos está conduzindo junto à International Planned Parenthood Federation, conhecida por realizar milhões de abortos por ano.

O entusiasmo atual por fazer todo o possível para baixar a fertilidade está movido claramente por motivos ideológicos que não param para considerar as consequências econômicas de políticas que conduzem a um rápido declínio de fertilidade em um curto período de tempo.

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* Europa: Continente carente de valores.

sexta-feira, novembro 20th, 2009

Análise triste da situação européia.

Os dados são alarmantes  e refletem o “progresso” sem Deus, o humanismo ateu,o indiferentismo religioso e a perca do “eixo” cristão que sempre norteou esse continente.

A  Espanha, neste aspecto, possui uma triste liderança.

Lamentável.

***

A Espanha é o país da União Européia onde “mais cresceram” o número de abortos, embora os países nos quais mais mulheres abortam sejam Reino Unido, França, Romênia e Itália, segundo o estudo sobre a evolução dafamilia na Europa 2009 apresentado  no Parlamento Europeu.

Os casos de aborto registraram um forte aumento nos últimos dez anos em todo o território comunitário, até alcançar a cifra de 1,2 milhões de abortos anuais em 2007, o que supõe que “uma de cada cinco gravidezes na UE termina em aborto”, explicou o presidente da federação internacional do Instituto de Política Familiar (IPF), Eduardo Hertfelder, quem assegurou que esta é “a principal causa de mortalidade” na Europa.

Durante a apresentação dos dados do relatório, Hertfelder alertou que embora a Espanha não seja o primeiro país em número de casos, poderia chegar a situar-se em terceiro lugar em apenas “três ou quatro anos” se tivermos em conta sua progressão. Os casos de aborto na Espanha “duplicaram-se em dez anos”, insistiu, já que passaram de 62 mil casos anuais aos mais de 112 mil em 2007.

Os abortos praticados no Reino Unido, França, Romênia, Itália, Alemanha e Espanha somam 75 por cento dos casos da Europa das Vinte e sete comunidades, enquanto que na maior parte dos países da ampliação a cifra se reduziu.

O relatório se refere especialmente aos abortos das jovens européias e adverte que uma em cada sete casos é menor de 20 anos. “A cada três minutos uma jovem aborta na Europa”, lamentou Hertfelder.

Por outro lado, na União Européia se celebram 725 mil matrimônios anuais a menos que há dez anos e, entretanto, o número de divórcios cresce e se produzem mais de um milhão de rupturas a cada ano.Nestes três países, três de cada quatro novos matrimônios acabam em divórcio. Também é na Espanha onde “mais cresceram as rupturas familiares”, apontou Hertfelder, junto à Bélgica e Hungria.

Além disso, os lares cada vez estão “mais vazios”, com uma média de 2,4 pessoas por moradia, e só existem nascimentos em um de cada três lares europeus, enquanto que 25 por cento são unipessoais. O número de matrimônios em primeiras núpcias também se reduz frente aos que se une em segundas núpcias e a população solteira “quase alcança” a população casada.

“Inverno demográfico”

O estudo também critica a falta de políticas européias específicas para a família e reclama que seja considerada como instituição e tratada como uma prioridade da UE no futuro.

A representante do IPF na França, Martha Thes, incidiu em que “não existe nenhum órgão comunitário” que se encarregue das políticas para a família, apesar da necessidade de contar com organismos “adaptados” que desenhem projetos concretos em nível nacional e europeu. Além disso reclamou “mais subvenções” da UE para apoiar as famílias.

À “escalada” de abortos se unem outros problemas como a queda da natalidade (nascem 775 mil meninos menos que há 20 anos na UE), o “desabamento” da nupcialidade, a “explosão da ruptura da família” e o envelhecimento da população. Um contexto que faz a Europa mover-se para uma sociedade “desestruturada” e “carente de valores”, particularizou Hertfelder.

Na UE vivem 500 milhões de pessoas depois de um crescimento populacional “lento” e fundamentalmente apoiado no aumento da imigração. Não em vão, 78 por cento do crescimento da população, segundo o estudo, deve-se aos imigrantes que permitem o crescimento populacional em 80% dos Estados membros. Espanha ocupa o primeiro lugar entre os países nos quais mais cresceu o número de imigrantes e 10% de seus cidadãos são estrangeiros.

Neste contexto, Europa envelhece –com uma idade Média de 40 anos– e o número de maiores de 65 anos já supera o da população menor de 14 anos em 6,5 milhões. Inverteu-se a pirâmide demográfica e, “se (a situação) seguir assim, em 2050 o panorama será catastrófico”, com uma média de idade de 47 anos onde só um cidadão de cada oito terá menos de 15 anos.

A União Européia atravessa um “inverno demográfico”, explicou Hertfelder, com um déficit na natalidade que ameaça o Estado de bem-estar, porque cairão os lucros para cobrir o gasto necessário para atender a uma terceira idade cada vez maior em número e a uma nova ‘quarta idade’ (maiores de 80 anos).

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- Taxa de fecundidade chega ao menor nível, revela IBGE

sexta-feira, setembro 18th, 2009

A taxa de fecundidade do País atingiu em 2008 o menor nível da história, chegando a 1,89 filho por mulher, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada nesta sexta-feira, 18, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2007, o índice era de 1,95 filho por mulher.

O gerente da pesquisa, Cimar Azeredo, mostrou dados que apontam que, em 1940, a taxa de fecundidade chegava a 6,16 filhos, passando para 4,35 filhos em 1980 e para 2,85 filhos em 1991.

À Proposito..

Leia a noticia abaixo.

O Brasil ganhou um novo método de laqueadura, que tem mais chance de ser revertido caso a mulher se arrependa da cirurgia. O método, que tem eficácia de 99,76%, consiste em usar um clipe de titânio e silicone para comprimir as tubas e evitar a fecundação.

Isso diminuiu o tamanho da lesão, o que aumenta a taxa dereversão para 90% – contra no máximo 70% do método tradicional.

De acordo com dados da reportagem da Folha, o Brasil é um dos países que mais  fazem esterilizações- 40% das mulheres optam por ela. E cerca de um terço delas se arrependem.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o clipe de titânio há dois meses, o que torna o Brasil o primeiro país da América Latina a usá-lo. No mundo, o método é praticado desde 1975.

***

Com o envelhecimento da população Brasileira e a queda nos nascimentos, fruto de politicas públicas desistimuladoras,em breve talvez o Brasil faça com a França,Alemanha,dentre outros,que PAGAM para os casais terem filhos.

Enquanto isso os Muçulmanos com taxa de natalidade de 6 filhos,em média por casal,faz sua revolução silenciosa.

Qual será a média dos casais Católicos no Brasil ?

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Controle populacional,suas raizes históricas

quinta-feira, agosto 20th, 2009

O movimento de controle da natalidade, que deu à luz o movimento de controle populacional, era um movimento espiritual, não secular.

A primeira pessoa a pregar a redução do número de bebês nascidos para famílias cristãs foi a lésbica Annie Besant (1847-1933), que era uma líder teosófica, espiritualista, feminista e socialista radical na Inglaterra. O público da pregação dela era uma Inglaterra predominantemente protestante.

Mais tarde, a promíscua Margaret Sanger (1883-1966), que inventou o termo “controle da natalidade” e era igualmente uma socialista, teósofa e feminista revolucionária nos EUA, lançou o desafio da liberação da mulher por meio da contracepção.

Ela fundou o movimento de controle da natalidade na nação americana predominantemente protestante e organizou a pioneira Conferência de População Mundial em Genebra, na Suíça, em 1927. Essa primeira conferência de controle populacional foi a precursora das grandes conferências modernas de população da ONU.

Hoje, a Federação Internacional de Planejamento Familiar (cuja sigla em inglês é IPPF), fundada por Sanger em 1952, é a mais importante aliada e inspiradora da ONU e é há várias décadas a maior promotora de aborto, planejamento familiar e educação sexual do mundo.

Em seu primeiro jornal The Woman Rebel (A Mulher Rebelde), Sanger confessou: “O controle da natalidade atrai os radicais mais avançados do socialismo porque sua prática mina a autoridade das igrejas cristãs. Algum dia espero ver a humanidade livre da tirania do Cristianismo…”

Ela estava certa. As nações hoje mais pró-aborto, pró-homossexualismo, pró-contracepção e pró-feminismo tinham outrora culturas predominantemente protestantes. Elas agora são nações pós-cristãs, onde sob a dominante cultura contraceptiva — com suas mulheres em liderança masculina, homens no homossexualismo e poucas e pequenas famílias — a população européia está diminuindo drasticamente e os muçulmanos na Europa estão — com suas esposas em casa gerando filhos — experimentando um crescimento populacional explosivo por meio de suas muitas famílias grandes.

O controle da natalidade garantiu para futuro bem próximo a extinção da civilização européia e a dominação muçulmana sem precedente na Europa.

(Sobre esse assunto, veja este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=e8mFeWLwJx8)

Recomendo FORTEMENTE que você veja esse vídeo e o divulgue.É impressionante!

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