Posts Tagged ‘Jesus’

* Paróquia católica americana apresenta Jesus como o primeiro “hipster”. Entenda.

quinta-feira, abril 25th, 2013

Uma Paróquia católica do bairro do Brooklyn, em Nova York, Estados Unidos, fez uma campanha diferente para atrair fiéis. Em propagandas espalhadas pelo bairro, a diocese colocou cartazes em pontos de ônibus, bares, restaurantes e telefones públicos com os dizeres: “O hipster original”. “Hipster” é um termo usado para designar pessoas modernas e inovadoras.

A imagem mostra os pés de um homem usando uma túnica branca e um par de tênis vermelhos. Segundo o Huffington Post, Jesus poderia ser o tipo de homem que usaria óculos com aros de tartaruga, barba por fazer e que ouve bandas que ninguém conhece, assim como os “hipsters”.

O porta-voz da diocese, monsenhor Kieran Harrington, essa noção de Jesus não deveria ser uma surpresa. “Historicamente, as representações de Cristo refletem a população que adorava”, afirmou o monsenhor ao Huffington Post.

“Não me parece tão absurda que a representação de Cristo seja de um hipster”, disse Harrington. “Mais do que isso, Jesus se contrastava com a cultura da sua época. É isso que os hispters fazem”, continuou.

O monsenhor ainda explicou que a campanha foi criada para que os novos moradores do bairro – região conhecida por ser o lar dos descolados de Nova York – encontrem uma paróquia que os interesse.

“Queríamos facilitar para as pessoas a procura de igrejas para freqüentarem aos domingos”, afirmou o monsenhor. “A diocese é como a cidade, sempre se reinventando”, completou.

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* Uzbequistão, país muçulmano, restringe a divulgação de feriados cristãos como Natal e Ano Novo.

quinta-feira, dezembro 13th, 2012

O Uzbequistão é ex-república soviética, localizada na Ásia Central, e de maioria muçulmana. É liderado desde 1990 pelo presidente Islom Karimov e seu governo já adota, há alguns anos, uma “política de restrição às influências estrangeiras”.

Os principais alvos dessas políticas são o Natal e o Ano Novo, bem como a figura do Papai Noel, considerados “ideias cristãs”.

Desde 2005 existe uma proibição do governo de celebração do Natal e do Ano Novo nas escolas do país. Neste ano também foi proibida a comemoração do “Dia dos Namorados”.

A ideia do governo é “conter a propagação da cultura de massas”. A imagem do Papai Noel, por exemplo, é considerada uma influência negativa para as crianças uzbeques.

As emissoras de TV do país não poderão exibir nenhuma menção às festas de fim de ano características do Ocidente, mas é permitido comprar árvores de Natal para festas privadas.

O Uzbequistão tradicionalmente não comemora o final de ano em 31 de dezembro. A data mais marcante é o Noruz, festa de novo ano do calendário persa, celebrada em 21 de março. Essa celebração é característica do Irã e das ex-repúblicas soviéticas, como o Tadjiquistão, Cazaquistão, Azerbaidjão e Quirguistão, além de comunidades curdas.

Opera Mundi.

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* Propaganda “sem noção” de energético apresenta um Jesus apenas humano e “malandro”.

sexta-feira, fevereiro 10th, 2012

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* Jesus nasceu mesmo no dia 25 de Dezembro, afirma estudo.

terça-feira, dezembro 6th, 2011

O primeiro testemunho indireto de que a natividade de Cristo foi em 25 de dezembro partiu de Julio Africano no ano 221.

A primeira referência direta de sua celebração aparece no calendário litúrgico filocaliano do ano 354 (MGH, IX, I, 13-196): VIII kal. Ian. natus Christus in Betleem Iudeæ (“no dia 25 de dezembro nasceu Cristo em Belém da Judéia”). A partir do século IV, os testemunhos deste dia como data do nascimento de Cristo tornam-se comuns na tradição ocidental. Na oriental, prevalece a data de 6 de janeiro.

Coincidentemente, em 25 de dezembro, celebra-se em Roma o die natalis Solis invicti, o dia do nascimento do Sol invicto, a vitória da luz sobre a noite mais longa do ano. A liturgia de Natal e os Padres da época estabeleciam um paralelismo entre o nascimento de Jesus Cristo e expressões bíblicas como “sol de justiça” (Ml 4, 2) e “luz do mundo” (Jo 1, 4ss.)

NOVAS DESCOBERTAS CONFIRMAM A TRADIÇÃO CRISTÃ

Nos dias de hoje, graças aos documentos de Qumran*, podemos estabelecer o dia 25 de Dezembro como o dia preciso do nascimento de Jesus. Essa é, de fato, uma descoberta extraordinária feita por Shemarjahu Talmon, docente judeu, da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Procuremos compreender o mecanismo, que é complexo, mas fascinante. Se Jesus nasceu no dia 25 de Dezembro, a sua concepção virginal ocorreu, obviamente 9 meses antes. E, com efeito, os calendários cristãos colocam no dia 25 de Março a Anunciação do Anjo S. Gabriel a Maria.

Mas sabemos pelo próprio Evangelho de S. Lucas que, precisamente seis meses antes, tinha sido concebido por Isabel, João, o precursor, que será chamado o Baptista. A Igreja Católica não tem uma festa litúrgica para esta concepção, mas a Igreja do Oriente celebra-a solenemente entre os dias 23 e 25 de Setembro; ou seja, seis meses antes da Anunciação a Maria.

De fato, é precisamente da concepção do Baptista que devemos partir. O Evangelho de S. Lucas abre-se com a história do velho casal, Zacarias e Isabel, já resignado à esterilidade – considerada uma das piores desgraças em Israel. Zacarias pertencia à casta sacerdotal e, um dia, em que estava de serviço no Templo de Jerusalém, teve a visão de Gabriel (o mesmo anjo que aparecerá seis meses mais tarde a Maria, em Nazaré), o qual lhe anunciou que, não obstante a idade avançada, ele e a mulher iriam ter um filho. Deviam dar-lhe o nome de João e ele seria grande «diante do Senhor».

Lucas teve o cuidado de precisar que Zacarias pertencia à classe sacerdotal de Abias e que quando teve a aparição «desempenhava as funções sacerdotais no turno da sua classe». Com efeito, no antigo Israel, os que pertenciam à casta sacerdotal estavam divididos em 24 classes, as quais, alternando-se segundo uma ordem fixa e imutável, deviam prestar o serviço litúrgico no Templo, por uma semana, duas vezes por ano. Já se sabia que a classe de Zacarias – a classe de Abias – era a oitava no elenco oficial. Mas quando é que ocorriam os seus turnos de serviço?

Ora bem, o enigma foi desvendado pelo professor Shemarjahu Talmon, docente na Universidade Hebraica de Jerusalém, utilizando investigações desenvolvidas também por outros especialistas e trabalhando, sobretudo, com textos encontrados na Biblioteca essena de Qumran.

O estudioso conseguiu precisar em que ordem cronológica se sucediam as 24 classes sacerdotais. A de Abias prestava serviço litúrgico no Templo duas vezes por ano, tal como as outras, e uma das vezes era na última semana de Setembro. Portanto, torna-se verossímil a tradição dos cristãos orientais que coloca entre os dias 23 e 25 de Setembro o anúncio a Zacarias.

Mas esta verossimilhança aproximou-se da certeza porque os estudiosos, estimulados pela descoberta do Professor Talmon, reconstruíram a “fileira” daquela tradição, chegando à conclusão que esta provinha diretamente da Igreja primitiva, judaico-cristã, de Jerusalém. Esta memória das Igrejas do Oriente é tão firme quanto antiga, tal como se confirma em muitos outros casos.

Eis, portanto, como aquilo que parecia mítico assume, improvisamente, uma nova feição apodítica – Uma cadeia de acontecimentos que se estende ao longo de 15 meses: em Setembro o anúncio a Zacarias e no dia seguinte a concepção de João; seis meses depois, em Março, o anúncio a Maria; três meses depois, em Junho, o nascimento de João; seis meses depois, o nascimento de Jesus. Com este último acontecimento, chegamos precisamente ao dia 25 de Dezembro; dia que não foi, portanto, fixado ao acaso.

tradução realizada por pensaBEM.net

Nota:

* Os manuscritos de Qumran foram descobertos em 1947, perto das margens do Mar Morto, na localidade de Qumran, onde a seita hebraica dos Essênios tinha, nos tempos de Jesus, a sua sede principal. Os manuscritos foram encontrados em ânforas, provavelmente escondidos pelos monges da seita, quando tiveram de fugir dos romanos provavelmente entre 66 e 70 d.C. Aqueles pergaminhos deram-nos os textos de quase todos os livros da Bíblia copiados de dois a um século antes de Jesus e perfeitamente coincidentes com os que são usados hoje pelos hebreus e pelos cristãos (cfr. Hipóteses sobre Jesus, Porto, Edições Salesianas, 1987, p. 101).

BIBLIOGRAFIA

RATZINGER, Josef  El espíritu de la liturgia. Una introducción (Cristiandad, Madrid, 2001).
TOLLEY, Thomas J. The origins of the liturgical year, 2nd ed., Liturgical Press, Collegeville, MN, 1991 (tradução italiana: Le origini dell’anno liturgico, Queriniana, Brescia, 1991).

Fonte: Corriere della Sera, 9 de Julho de 2003


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* Artista cria Jesus “sarado” e próximo para atrair jovens.

quinta-feira, setembro 22nd, 2011

BBC

Jesus Cristo, herói do século XXI. A reinvenção de quem, para os cristãos, é o filho de Deus gerou um fenômeno artístico nos Estados Unidos.

Com peitoral marcado, braços musculosos e atitude de vencedor, o Cristo chegou inclusive à capa do jornal ‘The New York Times’. ‘Um Chuck Norris de sandálias’, assim definiu-o a publicação.

O autor dos desenhos, o artista Stephen Sawyer, de 58 anos, criou o projeto Art4God para tentar aproximar os jovens da religião.

‘Todos somos evangelistas de alguma coisa’, disse Sawyer à BBC. ‘Sou o pregador do homem que viveu há 2 mil anos e continua sendo meu herói.’

O artista sustenta que a imagem de Jesus masculino e forte vem da Bíblia.‘Dificilmente poderiam ter narrado cenas como o ataque de Jesus aos mercadores do templo se o protagonista da história fosse um fracote’, defende Sawyer.

Era um carpinteiro da classe trabalhadora. Com certeza o seu corpo era forte e musculoso, porque essa era a sua ferramenta de trabalho.’

Através de livros, revistas e blogs, o desenhista, que vive em Kentucky, tem viajado os Estados Unidos alimentando o seu movimento.

Apesar do sucesso, as imagens foram questionadas por grupos de conservadores, para quem destacar o físico de Jesus relega o seu aspecto espiritual.

‘Não sei como Cristo era visto há 2 mil anos, nem me importa. Quero criar uma iconografia que seja relevante para hoje.’

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* Belíssimo esposo, nossa razão para te amar é o teu invencível amor!

segunda-feira, agosto 8th, 2011

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* Piedoso Jesus, tende piedade de todos nós e tira o pecado do mundo!

quinta-feira, junho 30th, 2011

Pie Jesu (Tradução)

Piedoso Jesus, piedoso Jesus,
piedoso Jesus, piedoso Jesus
Que tirais o pecado do mundo
Dá-lhes a paz, dá-lhes a paz
Piedoso Jesus, piedoso Jesus,
piedoso Jesus, piedoso Jesus
Que tirais o pecado do mundo
Dá-lhes a paz, dá-lhes a paz
Cordeiro de Deus, Cordeiro de Deus,
Cordeiro de Deus
Que tirais o pecado do mundo
Dá-lhes a paz, dá-lhes a paz
Dá-lhes a paz
Eterna
Dá-lhes a paz
Eterna
Paz
Eterna

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* Jesus Cristo Ressuscitou, Aleluia!!

segunda-feira, abril 25th, 2011

Jorge Ferraz

Este é o dia no qual as nossas lágrimas são enxugadas. Este é o dia no qual os sofrimentos que experimentávamos ainda ontem dão lugar ao mais vigoroso júbilo, à alegria tão grande que sequer poderíamos imaginar. Este é o dia em que a vitória de Nosso Senhor mostra-se completa: o último inimigo a ser vencido era a Morte, e este é o dia em que Cristo ressurge dos Infernos vencedor.

Este é o dia em que o Todo-Poderoso zomba e escarnece dos seus inimigos! Onde está, ó Morte, a tua vitória? Onde o teu Aguilhão? A maldade humana não foi capaz de matar a Misericórdia de Deus, e a frieza do túmulo não conseguiu manter preso o Amor pulsante. O Amor tão forte que nem mesmo todos os pecados do mundo foram capazes de soterrar. O Amor Onipotente, que nem os Infernos puderam manter cativo.

Chegou o Domingo! Coroando a nossa Semana Santa, sobrepujando com Amor Divino toda a maldade humana estampada na Cruz da Sexta-Feira. Parecia que tudo chegava ao fim; parecia que, dessa vez, tínhamos realmente estragado tudo. Mas Deus nos supreende sempre. Da Sua Morte na Cruz, Ele faz redenção. Da sepultura fria, Ele faz o Sepulcro Vazio. O nosso pecado Ele cobre com o Seu Perdão e transforma o horrendo Deicídio em fonte de Graça e de Salvação. Porque Ele é Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal.

Começamos a Quinta-Feira no pérfido beijo de Judas e, na Sexta-Feira, os nossos crimes mataram a Cristo na Cruz. Apercebemo-nos da imensidão do nosso pecado quando O matamos e, não fosse a consoladora presença da Virgem que nos foi deixada, cairíamos em desespero no Sábado terrível. Mas n’Ela encontramos a nossa esperança e, com Ela, aguardávamos ansiosos o dia de hoje. E Ele é o Deus Fiel que cumpre sempre as Suas promessas.

Ressuscitou! Nós o devíamos saber, se não fôssemos tão pecadores, se não fosse tão pequena a nossa Fé. Afinal, Ele disse que ressuscitaria… Mas os nossos crimes nos deixaram cegos para as Suas palavras e, no dia de hoje, mal podemos acreditar nos nossos olhos. É por demais incompreensível este Amor de Deus! Nós O rejeitamos, nós O condenamos, nós O crucificamos e O sepultamos. Nós não O quisemos no nosso mundo, nós O expulsamos daqui! E, mesmo assim, Ele voltou. Mesmo após termos feito tudo o que poderíamos para nos livrarmos d’Ele, Ele retornou. E, por absurdo que isto possa parecer, retornou parecendo amar-nos ainda mais.

Retornou Glorioso, Ressuscitado, tendo vencido a Morte e prometendo-nos também a nós esta vitória! Como é possível? Acaso recebem prêmios os nossos pecados, recompensas tão mais maravilhosas quanto maiores forem os nossos crimes? Qual a lógica das atitudes deste Homem que visivelmente não está disposto a desistir de nós, por mais que nós deixemos claro que não O queremos em nossas vidas?

A lógica do amor de Deus ultrapassa todas as lógicas humanas. Para Ele, uma lágrima contrita é capaz de cobrir toda uma multidão de pecados; não foi exatamente isto que Ele fez por nós na Cruz da Sexta-Feira, ao oferecer à Majestade Divina a satisfação devida pelos nossos pecados? Enquanto O matávamos, Ele nos perdoava. E, quando chorávamos a nossa loucura, Ele já nos dava Vida. E hoje, Ressuscitado, veio assegurar-nos de que estará conosco. Todos os dias. Até o Final dos Tempos.

E que importam os sofrimentos deste Vale de Lágrimas diante da perspectiva da Ressurreição? Que nos importam a tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, o perigo, a espada, se nenhuma dessas coisas é capaz de nos separar do Amor de Cristo? Nós O matamos e, mesmo assim, Ele nos perdoou! O que tivermos de sofrer agora é lucro. As dores que porventura nos venham por conta de nossos pecados são paga pequena por nossas culpas; e ainda, ao final, a Ressurreição e a Vida Eterna! Como não nos rejubilarmos? Como não nos unirmos a toda a Igreja para cantarmos, neste Domingo Glorioso, a vitória de Cristo que é também a nossa Vitória? Sim, O Felix Culpa! Deus não Se deixa vencer e, desafiado pelo nosso pecado, mostrou-Se Magnânimo para além de qualquer razoabilidade. Nossas culpas foram soterradas pelo infinito Amor de Deus! Como não nos alegrarmos? É Páscoa, é Ressurreição. Cristo venceu e, com Ele, também nós vencemos – Aleluia!

E é do fato histórico da Ressurreição que nasce o vigor da Igreja. Ora, estamos falando de um punhado de homens rudes da Galiléia que saíram mundo afora para anunciar a Cristo Ressuscitado. Foram desprezados, zombados, torturados e mortos – e sustentaram a sua história. E esta pequena Igreja foi perseguida e, produzindo mártires aos milhares, continuou crescendo. Sobreviveu à queda de Jerusalém e à queda do Império Romano. Sobreviveu às invasões bárbaras e, cristianizando os responsáveis pelo caos em que foi lançada a Europa no início da Alta Idade Média, construiu a civilização que nós hoje conhecemos. Atravessou os séculos e pode ser encontrada até hoje, no terceiro milênio, quase dois mil anos após os acontecimentos que nós relembramos na Semana Santa. Sustentando a mesma história! Os pescadores ignorantes da Galiléia conquistaram o mundo para Cristo e a pequena Igreja nascida em Jerusalém está hoje espalhada por todo o mundo, contando com milhões e milhões de adeptos. Ora, todo efeito pede uma causa proporcional a ele. Onde está a causa desta maravilhosa fecundidade da Doutrina de Cristo? Onde, em consciência, a poderemos encontrar, se não for no Sepulcro Vazio que nós hoje celebramos? É claro que Cristo ressuscitou verdadeiramente. Sem a Ressurreição a história não faz sentido. Negá-La é negar as evidências.

Unamos, portanto, a nossa voz à voz dos anjos e dos santos todos que cantam a vitória de Nosso Senhor. Alegremo-nos junto à Virgem Santíssima, junto à Rainha dos Céus – que é o título com o qual Ela será louvada ao longo deste Tempo Pascal. Regina Caeli, laetare! Porque Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Porque os nossos pecados foram perdoados. Porque a Glória foi conquistada para nós. Porque Ele ressuscitou verdadeiramente.

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* Sábado Santo:“Na morte do Filho de Deus na cruz, há o gérmen de uma nova esperança”

sábado, abril 23rd, 2011

Apresentamos as palavras que Bento XVI dirigiu ao final da Via Sacra presidida no Coliseu nesta Sexta-feira Santa.


* * *

Amados irmãos e irmãs,

Esta noite, na fé, acompanhámos Jesus, que percorre o último trecho do seu caminho terreno, o trecho mais doloroso: o do Calvário. Ouvimos o alarido da multidão, as palavras da condenação, o ludíbrio dos soldados, o pranto da Virgem Maria e das outras mulheres. Agora mergulhámos no silêncio desta noite, no silêncio da cruz, no silêncio da morte. É um silêncio que guarda em si o peso do sofrimento do homem rejeitado, oprimido, esmagado, o peso do pecado que desfigura o seu rosto, o peso do mal. Esta noite, no íntimo do nosso coração, revivemos o drama de Jesus, carregado com o sofrimento, o mal, o pecado do homem.

E agora, que resta diante dos nossos olhos? Resta um Crucificado; uma Cruz levantada no Gólgota, uma Cruz que parece determinar a derrota definitiva d’Aquele que trouxera a luz a quem estava mergulhado na escuridão, d’Aquele que falara da força do perdão e da misericórdia, que convidara a acreditar no amor infinito de Deus por cada pessoa humana. Desprezado e repelido pelos homens, está diante de nós o «homem de dores, afeito ao sofrimento, como aquele a quem se volta a cara» (Is 53, 3).

Mas fixemos bem aquele homem crucificado entre a terra e o céu, contemplemo-lo com um olhar mais profundo, e descobriremos que a Cruz não é o sinal da vitória da morte, do pecado, do mal, mas o sinal luminoso do amor, mais ainda, da imensidão do amor de Deus, daquilo que não teríamos jamais podido pedir, imaginar ou esperar: Deus debruçou-Se sobre nós, abaixou-Se até chegar ao ângulo mais escuro da nossa vida, para nos estender a mão e atrair-nos a Si, levar-nos até Ele. A Cruz fala-nos do amor supremo de Deus e convida-nos a renovar, hoje, a nossa fé na força deste amor, a crer que em cada situação da nossa vida, da história, do mundo, Deus é capaz de vencer a morte, o pecado, o mal, e dar-nos uma vida nova, ressuscitada. Na morte do Filho de Deus na cruz, há o gérmen de uma nova esperança de vida, como o grão de trigo que morre no seio da terra.

Nesta noite carregada de silêncio, carregada de esperança, ressoa o convite que Deus nos dirige através das palavras de Santo Agostinho: «Tende fé! Vireis a Mim e haveis de saborear os bens da minha mesa, como é verdade que Eu não recusei saborear os males da vossa mesa… Prometi-vos a minha vida… Como antecipação, franqueei-vos a minha morte, como que para vos dizer: Convido-vos a participar na minha vida… É uma vida onde ninguém morre, uma vida verdadeiramente feliz, que oferece um alimento incorruptível, um alimento que restabelece e nunca acaba. A meta a que vos convido… é a amizade como o Pai e o Espírito Santo, é a ceia eterna, é a comunhão comigo … é participar na minha vida» (cf. Discurso 231, 5).

Fixemos o nosso olhar em Jesus Crucificado e peçamos, rezando: Iluminai, Senhor, o nosso coração, para Vos podermos seguir pelo caminho da Cruz; fazei morrer em nós o «homem velho», ligado ao egoísmo, ao mal, ao pecado, e tornai-nos «homens novos», mulheres e homens santos, transformados e animados pelo vosso amor.

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* “Qual” Jesus você segue e ama?

sábado, abril 23rd, 2011


O arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, convida os católicos a não se contentaram “com qualquer imagem de Jesus Cristo”.

Em artigo desta semana do jornal ‘O São Paulo’, Dom Odilo adverte para não se contentar com as imagens de Jesus “que só prometem milagres e não pedem a conversão do coração, ou escondem o caminho da cruz”.

“São tantas as imagens distorcidas e fantasiadas sobre Jesus, ao longo da história e também hoje”, afirma.

A Igreja – assinala o arcebispo –, “comunidade dos discípulos de Jesus Cristo, sofreu muito no seu início para afirmar e preservar a imagem fidedigna de Jesus Cristo e para transmiti-la, de modo fiel, através dos séculos”.

Ela “nunca assumiu interpretações discordantes com o testemunho dos apóstolos, aqueles que ‘viram’ Jesus, estiveram com ele e o encontraram depois de sua morte e ressurreição – ‘não podemos deixar de falar do que vimos e ouvimos’ (At 4,20)”.

Dom Odilo considera que as celebrações da Semana Santa e da Páscoa suscitam algumas perguntas para as quais se devem buscar respostas sinceras.

“Afinal, quem é Jesus Cristo? Quais foram seus ensinamentos? Por que foi condenado à morte de cruz? O que dizem os testemunhos do Novo Testamento sobre os fatos recordados na celebração da Páscoa? Que significado tem sua vida, paixão e morte para a humanidade e para cada um de nós? Qual é minha relação pessoal com Jesus Cristo?”

Recentemente – recorda o arcebispo –, “foi publicada a tradução portuguesa da 2ª parte do livro do papa Bento 16 – Jesus de Nazaré – que se ocupa, justamente, da entrada de Jesus em Jerusalém até a ressurreição. Seria ótimo ler esse livro no tempo pascal”.

Segundo o cardeal, uma das preocupações do Papa “é a de proporcionar aos leitores o acesso ao ‘verdadeiro Jesus’ e o encontro com ele, como nos é dado a conhecer pela Escritura e pela fé da Igreja”.

“É isso mesmo: o ‘verdadeiro Jesus’ não é aquele que cada um se constrói, conforme suas conveniências, sentimentos ou preconceitos, mas aquele que nos é dado a conhecer por aqueles que estiveram com ele e deixaram isso relatado no Novo Testamento.”

“E também pela fé da comunidade dos fiéis, na Igreja, que persevera ‘no ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações’ (cf At 2,42); ali, o próprio Ressuscitado continua presente e se manifesta aos seus, como fez após a ressurreição”, afirma

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* Vinde a mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei.

domingo, março 27th, 2011

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* Papa Bento XVI irá à televisão italiana para falar de Jesus.

terça-feira, março 8th, 2011

O papa Bento XVI irá à televisão italiana para responder a perguntas sobre Jesus na Sexta-feira Santa (22 de abril), na mesma hora em que Cristo morreu na cruz, segundo a tradição cristã, indicou nesta terça-feira o Vaticano.

O jornal Corriere della Sera, que divulgou a informação, afirmou que “esta é a primeira vez que um Papa irá responder a perguntas dos espectadores na televisão”. O programa será gravado com antecedência.

O porta-voz do Vaticano, padre Ciro Benedettini, confirmou a entrevista à AFP, afirmando que o programa no qual o Papa irá falar é “gerido pela Conferência Episcopal Italiana” (CEI).

As três perguntas às quais Bento XVI responderá serão selecionadas entre dezenas enviadas pelos ouvintes ou inspiradas por algumas delas. As respostas do Papa serão gravadas alguns dias antes da transmissão por uma equipe do Centro de Televisão do Vaticano, o único órgão autorizado a filmar no Vaticano, e serão transmitidas em 22 de abril às 14:10 na rede de televisão pública Rai Uno.

Bento XVI foi o primeiro Papa a dar entrevistas na televisão. Em 2005 e 2006, ele recebeu em sua residência de verão, Castel Gandolfo, televisões polonesas e alemãs, na véspera de sua viagem aos dois países.

Anteriormente, João Paulo II foi entrevistado por telefone durante a transmissão de um conhecido programa de notícias, no dia 14 de outubro de 1998.

Em 1961, a televisão pública italiana foi autorizada excepcionalmente a filmar no interior do Vaticano para contar um dia de João XXIII.

Leão XIII foi o primeiro Papa a ser filmado, em 1896.

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* Você sabe as origens do clássico natalino “Noite Feliz”?

quinta-feira, dezembro 16th, 2010


Em 24 de dezembro de 1818, a canção “Stille Nacht” (“Noite Feliz”) foi ouvida pela primeira vez na aldeia de Oberndorf (Áustria). Foi na Missa de Galo na minúscula capelinha de São Nicolau.

Estavam presentes o pároco Pe José Mohr, o músico e compositor Franz Xaver Gruber com seu violão, e o pequeno coro da esquecida aldeia. No fim de cada estrofe, o coro repetia os dois últimos versos.

Naquela véspera de Natal nasceu a música que passou a ser como um hino oficial do Natal no mundo todo. Hoje se canta nas capelas dos Andes e no Tibete, ou nas grandes catedrais da Europa.

Há muitas histórias sobre a origem dessa canção. Entretanto, a verdadeira é simples e risonha como a canção ela própria.

O Pe. Joseph Mohr, jovem sacerdote, compôs a letra em 1816. Ele estava encarregado da igreja rural de Mariapfarr, Áustria. Seu avô morava perto e é fácil imaginar que ele criou o texto enquanto caminhava para visitar seu ancião parente.

Nenhum evento particular inspirou o Pe. José para escrever a poética canção do nascimento de Jesus.

Em 1817 ele foi transferido para Oberndorf.

Na véspera do Natal de 1818 o Pe. José visitou seu amigo, o professor de música Franz Gruber, que morava num apartamentinho acima da escolinha da vizinha aldeia de Arnsdorf. Mostrou-lhe o poema e pediu-lhe uma melodia para a Missa de Galo daquela noite.

Quando aqueles dois homens acompanhados pelo coro cantavam por vez primeira em pé diante do altarzinho da capela de São Nicolau, o Stille Nacht! Heiligen Nacht! não faziam idéia da repercussão que o fato teria no mundo.

Karl Mauracher, mestre construtor e reparador de órgãos viajou várias vezes a Oberndorf para consertar o órgão. Numa das viagens obteve a partitura e a levou para sua terra. Foi assim, também despretensiosamente, que começou a difusão.

De início, nem tinha nome e era chamada de “canção folclórica tirolesa”.

Duas famílias que viajavam cantando canções populares do vale de Ziller incorporaram a peça a seu repertório e a entoaram em dezembro de 1832 em Leipzig num concerto de música folclórica. A partir de então a difusão progrediu como mancha de azeite.

Por fim, a família Rainer cantou o Stille Nach na presença do imperador da Áustria Francisco I e do czar da Rússia Alexandre I. A canção natalina passou a ser a preferida do rei Frederico Guilherme IV da Prússia.

O Pe. José morreu pobremente na cidadinha de Wagrain, nos Alpes, como pároco. Ele doou todos os seus bens para a educação das crianças.

O inspetor escolar de São Johann, num relatório ao bispo, descreve o Pe. José como um amigo dos fiéis, sempre perto dos pobres e um pai protetor. Seu nome foi esquecido por todos até ser recuperado posteriormente.

A família de Franz Xaver Gruber conservou alguns dos humildes móveis do músico e o violão daquela noite abençoada, hoje peça histórica. O túmulo de Franz é decorado com uma árvore de Natal todos os meses de dezembro.

A imagem dos dois co-autores está nos vitralzinhos da capelinha de São Nicolau.

Assim é a riqueza insondável da Igreja: faz nascer no coração dos humildes e despretensiosos frutos de graça, perfeição e beleza que os gênios naturalmente mais dotados do mundo jamais conseguem superar.

Essa é a causa sobrenatural do insondável mistério que faz da Civilização Cristã a obra prima por excelência sobre a face da Terra e o bem supremo dos homens logo abaixo, e só abaixo, da Igreja Católica, Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo, única Igreja verdadeira.

Fonte: Valores inegociáveis

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* Jesus, quase sempre esvaziado de sí nos filmes que o retratam.

domingo, dezembro 5th, 2010

Um dia o cinema ligou seus projetores e o homem mais importante da cultura ocidental deixou de ser exclusividade dos religiosos. Foi então que a figura do diretor de cinema o despregou do posto de ícone intocado, sagrado, e o colocou na vitrine como um personagem de carne e osso, sujeito a todos os problemas humanos. Cada vez mais afastado de seu significado transcendental, passou a ser retratado como palhaço, adolescente irritadiço, sofreu com dramas existenciais e se contrapôs a Deus , só para citar alguns roteiros. Não foi tranquila essa mudança, pelo contrário. Os cineastas conquistaram a duras penas a liberdade para retratar Jesus sem amarras.

O impacto da disputa entre o Jesus catequizado pela Igreja e o comercializado pelos estúdios vem sendo analisado pelo historiador André Chevitarese, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que confecciona um livro sobre o tema a ser lançado em 2011. “Aquela imagem chapada de Cristo, relatada por padres ou descrita pelos Evangelhos, ganhou movimento com o cinema. Foi assim que aprendemos com quem ele conversava, o tom de sua voz, a cor de sua barba, o que comia e onde morava”, diz Chevitarese. Com Jesus nas mãos de roteiristas, homens e mulheres, com crenças diversas e até ateus, não tardou para que grupos religiosos tentassem frear a exploração de sua imagem.

Entre 1915 e 1945, o parlamento inglês, sob pressão de fundamentalistas cristãos, proibiu as produções cinematográficas de exibir cenas frontais de Cristo. Nos Estados Unidos, Holly­wood também cedeu ao lobby da Igreja e assinou um acordo semelhante que durou de 1932 até o início dos anos 1960. Nele, ficou estabelecida a criação de uma comissão responsável por fazer uma espécie de censura prévia das películas. Em “Ben-Hur”, épico de 1959, por exemplo, há apenas uma cena de Jesus Cristo – e nela ele está de costas.

Durante pouco mais de três décadas, portanto, o filho de Deus foi obrigado a deixar o posto de popstar da indústria. Histórias romanceadas que gravitavam ao seu redor passaram a ser produzidas, principalmente nos anos 1930, 1940 e 1950. Ao retornar à cena principal em 1961, com o lançamento de “Rei dos Reis”, viu-se sujeito a todo tipo de interpretação de sua trajetória.

É o que afirma o historiador Luiz Vadico, que acaba de lançar o livro “Filmes de Cristo – Oito Aproximações” (editora a Lápis). “Desde o casamento com Maria Madalena e outras duas mulheres, e ser pai, até ser esquartejado vivo por Mel Gibson”, diz o professor, referindo-se aos filmes “A Última Tentação de Cristo” (1988), de Martin Scorsese, e “A Paixão de Cristo”, de 2004, dirigido pelo famoso ator americano.

Ligado ao grupo de pesquisa sobre religião e sagrado no cinema e no audiovisual do mestrado em comunicação da Universidade Anhembi-Morumbi, Vadico examinou a produção cinematográfica cristológica entre 1895 e 2004 para sua tese de doutorado, defendida na Universidade de Campinas, em 2005. Segundo ele, são 21 os principais filmes sobre a vida de Cristo. Essa espécie de teologia feita pelos diretores de cinema alterou sensivelmente o imaginário das pessoas. “Hoje, o público não possui uma imagem unívoca de quem seja Jesus”, afirma ele. No Brasil, “Maria, Mãe do Filho de Deus”, produzido pelo padre Marcelo Rossi, foi o que mais se aproximou de um filme de Cristo, apesar de não focar especificamente a vida dele. Nessa produção, o Nazareno retratado remete à imagem cultivada pelo brasileiro: a de um povo cordial. “Mostro Jesus dançando e se surpreendendo com suas manifestações divinas. É mais próximo ao homem”, conta o diretor Moa­cyr Góes. É mais uma das várias interpretações construí­das sobre a vida Cristo.

PELAS LENTES DOS DIRETORES
Algumas versões de Jesus Cristo no cinema

img1.jpg
AMERICANIZADO
O diretor de “Rei dos Reis”, Nicholas Ray, foi acusado por católicos de criar um Cristo americano. Lançado em 1961, após duas grandes guerras, o embate entre o bem e o mal é personificado por Jesus e Barrabás

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ADOLESCENTE
O Cristo retratado por Norman Jewison, em 1973, em “Jesus Cristo Superstar”, se enerva toda vez que alguém discorda dele. Além de egocêntrico, é contrário às vontades de Deus. É a antítese do que os Evangelhos ensinam sobre Jesus

img5.jpg
PALHAÇO
Jesus aparece caracterizado de palhaço em “Godspell”. O filme de David Greene, de 1973, varia entre o sério e o ridículo. Mas é inocente e parece ser direcionado ao público infantil

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PSICÓTICO
Covarde e indeciso, o Jesus de Martin Scorsese sempre necessita de alguém para ampará-lo. É com esse Cristo, fraco e neurótico, que Maria Madalena se casa em “A Última Tentação de Cristo”, de 1988

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CORDEIRO DE DEUS
A imagem do servo sofredor, daquele que suporta a dor e a humilhação para eliminar os pecados do mundo, é explorada em “A Paixão de Cristo”, de Mel Gibson, de 2004, e “Gólgota”, assinado por Julien Duvivier, em 1935

Fonte: Isto É

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* Quadros de Jesus sem camisa e usando jeans causam polêmica no Rio grande do Sul.

quarta-feira, dezembro 1st, 2010

Uma série de obras de arte que apresenta um Jesus Cristo moderno, vestindo calça jeans e sem camisa está causando polêmica entre fiéis e internautas do Rio Grande do Sul. As imagens, feitas a pedido de moradores de Carazinho, no norte do Estado, devem ser inauguradas no dia 15 de janeiro de 2011. Por meio de um mural, zerohora.com recebeu manifestações adversas por parte de internautas.

O que você acha da modernização da Via Sacra proposta pela artista de Carazinho?

O leitor João Paulo Ferreira, de Cachoeirinha, foi enfático:

— Se isso for verdade mesmo, acho que o mundo vai acabar logo, logo. Daqui uns dias, Judas estará usando roupa de surfista.

Das 15 obras previstas, 11 já estão prontas. Outras quatro ainda estão sendo feitas pela artista Ilse Ana Piva Paim, 54 anos de idade e quatro décadas de trabalho artístico.

A maioria do internautas demostrou a mesma opinião de Ferreira, e acredita que as obras sejam uma forma de desrespeito.

— É simplesmente rídiculo, não sou um cristão devoto, mas o respeito é essencial, principalmente com a fé alheia — afirma o porto-alegrense Paulo Souza.

Maria Isabel Cañete, também da Capital, foi categórica:

— É inaceitável, um abuso satânico sem dúvida. É também inconstitucional porque desrespeita a fé alheia, já que certamente essa ideia monstruosa não vem de quem tem fé em Jesus Cristo, o Filho de Deus, único Salvador. Há que respeitar Deus e a Via Crucis, ato supremo de amor. No dia da retribuição de Deus, haverá mesmo muito choro e muito ranger de dentes. No entanto, do alto da cruz, Jesus disse “Pai, perdoai-os porque não sabem o que fazem.” De fato, ontem, como hoje essa gente não sabe o que faz.

— Só falta colocar um tênis Nike, um M amarelo bem grande ao fundo e uma tatuagem I LOVE NY. Apesar que imagem distorcida é o que está no coração deste “artista” — afirma Jorge Bassani, de Caxias do Sul.

Em entrevista, o pároco da Igreja Nossa Senhora da Glória, padre Ivo Barth, no entanto, fez juízo contrário.

— Todo mundo diz que a Igreja tem que se adaptar aos dias de hoje e a maioria dos fiéis aplaudiu as obras. Cristo está presente nas pessoas que se doam pela comunidade e elas também estão retratadas nas telas — afirma.

Fonte: Zero Hora

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Comentários
  • •Blasfemia, aborto. Ô serpente perseguidora,derrotada, desesperada. Somente Tu Senhor, tens palavra de vida eterna....
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  • •CARÍSSIMA MONALISA, As crianças dos abrigos seriam "penalizadas" pela segunda vez ao não terem direito a um pai e a uma mãe. Caso pudessem escolher, sem dúvida...
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  • •mas sera que muitas crianças nao preferem ser adotadas por casais gays do que continuarem em abrigos?...
    em * Comunicado da “Federação
  • •Obrigada pela presteza,Carmadélio.Para quem entende de ciências é sempre bom analisar as pesquisas em si e o modo como os dados foram obtidos e estatisticamente tratados.Talvez...
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  • •Fui "little monster" por 4 anos, sempre amei ela, só que eu não posso ser morno, ela já fez a primeira comunhão, era católica, não sei o pq dela virar isto, como eu conheço...
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  • •O que tem que ser feito é o seguinte: O casamento civil é um contrato que pode ser desfeito no outro dia enquanto o sacramento do matrimônio é eterno, pois o que Deus uniu o...
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  • •Qual é a diferença entre EXCOMUNHÃO, e expulsão do estado clerical???? Gostaria que alguem me explicasse isso....
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  • •Como posso falar do meu direito enquanto mulher se não respeito o primeiro direito do outro que é o direito a vida, todos temos direito de nascer mesmo se não fomos concebido em...
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  • •esse livro so fala de heresias, e quem e catolico de verdade nao leria este livro horrivel...
    em * A Cabana, o livro. Heresias
  • •eu ja tinha percebido que o livro nao prestava, pois antes de participar do shalom, eu participava de outra comunidade que apoiva totalmente o livro, mas depois do shalom mudei...
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