Posts Tagged ‘jovem’

* O noivado cristão.

sábado, janeiro 16th, 2010

Novo ano, vida nova é o que se aspira. Entretanto tudo depende da consciência e opções que faremos. Durante o ano refletiremos sobre o amor cristão. Um bom começo é sempre uma escolha sábia para o segredo da felicidade.

O noivado na Igreja católica não é uma tradição ou simples etapa na preparação da consagração do amor cristão de um homem e mulher, mas deve ser compreendido, vivido e assumido como um período importante de diálogo, de conhecimento, de partilha de vidas entre os noivos em vista de um planejamento consciente e responsável para a vida futura de casados. É um tempo forte de conhecimento mútuo, de oração, de discernimento e de abertura a nível pessoal e a dois diante de Deus, da Igreja e dos irmãos.

Casar-se na Igreja não é a decisão de um dia, ou a opção por um tempo determinado, mas é e deve ser uma opção de vida e para vida toda. Na vontade de Deus o homem e a mulher são chamados a viver segundo sua imagem e semelhança. São chamados a viverem e existirem em comunhão e partilha de vidas. A partir de Cristo o amor de um homem e de uma mulher vai além da atração, da realização e da complementação mútua. Torna-se pelos méritos da redenção de Cristo na ação do Espírito Santo em fonte de santificação e de salvação humano-divino, um grande bem não somente para os noivos, mas para a família e para toda a Igreja.

Costumo dizer que o verdadeiro casamento cristão começa na primeira piscada que os namorados se dão, amadurece através de um namoro responsável, se torna compromisso de partilha e de planejamento no tempo do noivado e se transforma em sacramento de vida, de salvação e de santificação no dia em que os noivos se consagram pelo amor mútuo diante de Deus e da Igreja gerando um compromisso de vida que somente terminará quando um dos dois falecer.

Hoje as pessoas se preparam para tudo, menos para casar-se. Não basta a atração, o ajustamento e planejamento a dois, uma profissão estável, a realização sexual em si, se requer antes de tudo a descoberta do verdadeiro valor e do sentido maior da vida humana como um bem que pertence a Deus antes de tudo.

Casar-se exige a consciência de que não se escolhe alguém para amar e nem apenas para que nos ame, casar-se exige um compromisso de assumir alguém diante de si, da comunidade e de Deus para o realizar como pessoa humana no tempo em vista de seu destino terreno.

O noivado cristão é e deve ser por excelência o tempo da evangelização dos que desejam consagrar seu amor como cristãos perante si, perante Deus e os irmãos. Sem um sólido conhecimento do que consiste viver o sacramento do amor cristão os noivos não possuirão o preparo necessário, e por isto mesmo, faltará a solidez de uma espiritualidade amadurecida para viver uma escolha livre de amor a dois, opção essa que é praticamente impossível de se viver sem o horizonte do olhar de Deus, de Cristo, dos Evangelhos e da comunhão com  a Igreja de Cristo.

Fonte: AIS

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* Avatar, o filme. A fé cristã tem algo a dizer ?

terça-feira, janeiro 5th, 2010

Com muita frequência recebemos e-mail s de irmãos nos fazendo perguntas sobre determinados filmes lançados pelo cinema.

Avatar, claro, não poderia ficar de fora.

A análise abaixo é uma reflexão interessante sobre o filme, em uma ótica Cristã, não se trata de uma palavra oficial da igreja mas a opinião de um irmão que assistiu o filme e partilha conosco suas impressões.

Muito do que ele colocou tem sentido.

Pretendo assistir o filme para  fechar minha opinião, como já fiz com o “2012″ que, de fato, procura deixar claro em um eventual fim do mundo, que Deus não poderá nos ajudar, pois ele “não existe”.

A queda do Cristo Redentor, o papa, a queda drámatica da Igreja de São Pedro, caindo em cima dos orantes na praça, o rompimento pela rachadura do dedo de Deus e do dedo do homem na famosa obra de michelangelo transmite a mesma mensagem; “Não há salvação em Deus, em nenhum deus, nem allah, nem buda..é o fim.”

Claro que não comungo com essa visão. De qualquer forma, pelos efeitos especias.. vá lá. é o que salva, o resto..

Avatar tem também das suas..  quem já assistiu pode lembrar o que viu na ótica dessa partilha, quem ainda vai ver, terá essa reflexão para enriquecer sua posição pessoal.

Uma outra questão: tem pessoas que imaginam que todo e qualquer  filme que passa no cinema a Igreja tem que estar dando opinião, liberando, “proibindo..”

Não é assim. Somente quando o filme tem repercussão e atinge nossa vivência e nossos valores ou a própria a igreja, sua história, o papa, o magistério, etc.. a igreja se pronuncia através de algum de seus membros, um bispo, ou o jornal vaticano (por uma questão de justiça com a verdade dos fatos, como foi com o herético “anjos e demônios”).

A mesma coisa a nivel nacional ou local.

A Igreja não proibe mas, quando é o caso, oferece informações e subsídios para orientar seu povo e iluminar nossa inteligência e fé.

Nós, como filhos da Igreja, é que precisamos conhecer bem a fé católica para filtrarmos de nossas diversões aquilo que é compativel, ou não, com nossa fé. Asssitir com senso critico, ir além dos efeitos, os diálogos, a intenção do diretor, etc. Eventualmente a Igreja fala sobre determinada obra de arte, que deve- claro! nos iluminar e nos fazer refletir com obediência de fé.

A responsabilidade e a conviniência de assistir ou não, é nossa, decisão livre iluminada pela fé no filho de Deus, cabeça da Igreja e pelo amor a verdade!

***

Marcos Soares

O escritor cristão Francis Scheaffer (1912 – 1984) já dizia no início dos anos 80 do século passado que o Século XXI seria marcado pelo misticismo, culto à natureza e hedonismo. Ele acertou em cheio! Nossa geração tem esses traços entremeados na linguagem, nos hábitos, na religiosidade, no comportamento social e, sobretudo, na cultura, dos livros publicados que mais vendem aos filmes de sucesso.

Veja-se o caso da literatura tão ovacionada em nosso tempo: os livros do místico brasileiro Paulo Coelho, um escritor cujo conteúdo não é nada cristão. Pelo contrário, tem uma proposta pautada nos conceitos e práticas das religiões orientais e, para seduzir, de vez em quando ele explora textos bíblicos em suas concepções místico-filosóficas.

Poderíamos discorrer aqui sobre os vários âmbitos da cultura e iríamos presenciar essa miscigenação de conceitos e valores que têm afastado o homem de uma relação pessoal com Deus e de obediência à Sua Palavra.

Eu assisti ao filme Avatar e pude perceber que ele simboliza de forma impressionante a filosofia de vida que vem sendo amplamente defendida e divulgada nos vários campos do conhecimento, da ciência, da cultura e na mídia de massa de nossa geração: a falsificação da verdade proposta na Palavra de Deus e a deusificação da Ciência e da Natureza.

A proposta não tem nada de novo em termos filosófico religiosos. Trata-se de uma concepção que mistura (veja-se aí o misticismo) religião hindu, práticas indígenas de adoração aos entes naturais e culto a extraterrestres.

O título do filme diz respeito ao conceito hindu de que todo ser humano é um avatar de que cada um seria uma centelha do Deus Único, manifestada no plano material. Ou seja, o hinduísmo defende que todos os seres humanos são Amsha Avatar (encarnações parciais do Divino).

Na verdade, Avatar apresenta conteúdos ultrapassados e alienantes. Em termos históricos (óbvios), é aquela “velha” temática do capitalismo destruindo os índios e a natureza em nome da posse da riqueza existente na floresta – o filme mostra que os humanos querem explorar o minério raro unobtanium existente em Pandora que pode ser a chave para solucionar a crise energética da Terra.

No sentido teológico propõe o fim da adoração a Deus e o advento da “nova era” onde a ”mãe” natureza pode tudo e o ser humano não passa de uma peça nessa engrenagem alienante.

O que tem de novo é o aspecto tecnológico. Aliás, é isso que atrai, é isso que “salva” o filme. Para quem o assistiu em 3-D pode presenciar a nova tendência do cinema mundial cuja força da tecnologia, muitas vezes, dará emoção e qualidade a propostas pouco criativas e sem qualidade textual.

Com base nesse “pano de fundo”, proponho uma reflexão para nos protegermos dessa perigosa síndrome de Avatar que tem “dominado” parte de nossa geração.

Primeiro, o Deus cristão não está longe como o hinduísmo ensina. Nosso Deus é real e pessoal. Jesus Cristo veio ao mundo e viveu entre nós para demonstrar de forma inequívoca que Deus pode e se relaciona pessoalmente conosco. Não é uma relação alienante, nem subjetiva. Mas, um relacionamento com base no amor, na verdade e na obediência.

Segundo, o ser humano é superior à natureza. Veja o que o próprio Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem, à nossa semelhança, e domine ele sobre os peixes do mar e as aves do céu, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra, e sobre todas as criaturas que se movem ao longo da terra.” (Gênesis 1,26). O filme Avatar tenta induzir o espectador a pensar que aqueles bichos e as árvores estão no mesmo plano do ser humano. Não é verdade. O homem é mais importante do que aves, animais, peixes e árvores. Devemos, sim, cuidar e proteger a natureza, mas não há nenhuma base cristã que justifique as relações entre os avatares e a natureza proposta no filme. A natureza não é Deus.

Terceiro, o verdadeiro poder de libertar o ser humano vem de Deus, não da ciência, da mentalização humana ou da energia cósmica. As “ligações” entre os avatares e os animais apontam tanto para a proposta de que essa “energia” cósmica coloca a todos no mesmo plano, quanto atribui à natureza poderes que ela não tem. O poder de mudar a nossa vida vem de Deus, o poder de libertar uma pessoa deprimida e angustiada vem de Deus. O apóstolo Paulo afirma que “o Evangelho é o Poder de Deus” (Romanos 1:16). Essa palavra divina é que liberta o ser humano de todas as amarras. Deus pode libertar você hoje de todas as amarras que o prendem. O verdadeiro poder que liberta vem de Deus, não da natureza.

A ciência também não pode resolver dos os mistérios da vida. O filme Avatar propõe esse poder que a ciência julga ter de resolver todos os problemas humanos, de fazer um paraplégico andar, correr, pular, voar sem limites. Isso está simbolizado na figura de Jake Sully, um ex-fuzileiro naval confinado a uma cadeira de rodas que pode experimentar a cura não através do poder de Deus, mas do Programa Avatar onde os “condutores” humanos passam a ter uma consciência ligada a um avatar, um corpo biológico controlado à distância capaz de sobreviver no ar letal de Pandora. Um milagre da ciência e da natureza.

Essa síndrome Avatar tem sido uma tentativa da cultura e da ciência de neutralizar a obra de Deus na vida humana. Escritores, pesquisadores, produtores culturas, professores, âncoras midiáticos, líderes do movimento Nova Era, todos têm procurado alternativas para falsificar a verdade sobre Deus, o homem e a natureza. O ser humano tem sido levado a pensar que pode tornar-se, com a força da natureza ou de entidades extraterrestres, um “super homem” quando, de fato, a verdadeira identidade humana restaurada, curada e feliz é aquela que se relaciona com o Deus cristão, autor e sustentador de todas as coisas.

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* Reação espanhola diante do ” o prazer está em suas mãos”.

quarta-feira, novembro 25th, 2009
Para entender melhor este post, sugiro que leia aqui no blog o que já foi publicado sobre o assunto.

Veja o índice ao lado.

***
Mais de 14 mil espanhóis pedem demissão dos responsáveis pela campanha “O Prazer está em suas mãos”

Em poucos dias 14 mil espanhóis assinaram o pedido da seção juvenil da plataforma cidadã Hazteoir.org (HO Jovens), que solicitou a mudança da política educativa do governo da Extremadura e o afastamento dos responsáveis pela polêmica campanha “O prazer está em suas mãos” na qual se promove a masturbação entre escolares.

Nicolás Susena, coordenador da HO Jovens, agradeceu pela resposta massiva “que demonstra a rebelião cívica frente à nova tentativa de doutrinação socialista, em defesa dos direitos de pais e menores, que não estão dispostos a submeter-se ao reducionismo avassalador com qual tentam minar os valores e suas consciências”.

“Nessas mais de 14 mil pessoas que já assinaram nosso alerta cívico (http://www.hazteoir.org/node/25413) está refletida a firme crença de que este curso é um autêntico esbanjamento econômico –principalmente na comunidade com maior índice de desemprego da Europa-, que vulnera a dignidade da pessoa e representa uma das centenas de atos do falso e pejorativo ‘progressismo’ que tentam consolidar entre nossa ilustrada sociedade, a qual aparenta que apagou a sua lâmpada das idéias”, indicou.

Explicou que “este curso é, em resumidas contas, um sinal a mais da doutrinação do governo, oculto depois de uma espessa poeirada que levanta nos meios de comunicação para que não se critique o responsável pelo mesmo, mas o êxito de iniciativas como aquela empreendida pelos Jovens do HO demonstra que a sociedade não está disposta a renunciar à sua consciência e aos seus valores, muitos menos os jovens, a quem com esta campanha são reduzidos ao puro hedonismo egocentrista, desprezando a solidariedade e a entrega, também de suas mãos, que demonstram cada dia”.

Fonte : ACI

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* Harry Potter.Influência positiva ou negativa?

quarta-feira, setembro 30th, 2009

A saga de Harry Potter destina-se sobretudo a um público infantil pré-adolescente.

É a idade em que as crianças começam a descobrir o mundo fora do círculo familiar, a idade da introdução à vida em sociedade, quando encontram os primeiros amigos.

O idealismo generoso destes anos aspira a transformar o mundo numa antecâmara do céu, como diziam os medievais.

Porém, ao mesmo tempo em que estas almas se abrem às realidades sociais, com aspirações de heroísmo e de santidade, elas são ainda muito imaturas, e as influências que recebem do novo mundo, no qual começam a entrar, freqüentemente são decisivas na sua formação.

A literatura do gênero Harry Potter mostra um mundo povoado de demônios e de homens perversos, escravos do mal. Esse mundo está em contínuo contato com o mundo dos trouxas, no qual vivem os meninos normais.

Isso provoca, de modo mais ou menos fatal, uma sensação de impotência ante tais forças superiores. Por outro lado, os meninos bruxos — seres superiores, como Harry Potter e seus amigos — conhecem feitiços, fórmulas mágicas, fetiches de todo tipo para conjurar o perigo.

Ao longo das incontáveis páginas dos livros de Harry Potter, vai-se criando no subconsciente do leitor pré-adolescente um estado de medo e ao mesmo tempo de fascinação. Um instalar-se no horror.

O jovem leitor descobre um mundo de bruxos e de demônios que penetra a toda hora na banalidade de sua vida quotidiana, a qual é bem semelhante à do desprezível trouxa.

E a grande e triste novidade na obra sobre Harry Potter é que se trata não apenas de uma agressão à imaginação infantil (como o são desde há anos os gibis, com toda espécie de monstros), mas também à inteligência conceitual, que começa precisamente a despertar nessa idade. Daí a tão comentada, — e erradamente elogiada — novidade de tratar-se de um longuíssimo texto, sem figuras, que apela diretamente à inteligência.

Uma das características mais graves da sociedade atual é a ausência crescente de uma formação religiosa da infância. Começam a manifestar preocupação sobre isso até mesmo alguns membros da Hierarquia eclesiástica em diversos países. Fala-se cada vez mais de uma volta ao paganismo.

Porém, por mais carente de formação religiosa que uma alma possa estar, não se apaga nela o instinto natural que as faz voltarem-se para Deus.

O paganismo não é ausência de religião, mas sim ausência da verdadeira Religião. E na presença do demoníaco e do preternatural, é próprio da psicologia imatura das crianças retroceder a uma atitude de fatalismo pagão, ante forças superiores que não consegue dominar.

Miguel Beccar Varella


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Violência praticada por namorado atinge 25% de jovens britânicas, diz pesquisa

sexta-feira, setembro 11th, 2009

da BBC Brasil

Um terço das adolescentes britânicas se submeteu a atos sexuais indesejados durante relacionamentos e 25% foram alvo de violência nas mãos do namorado, segundo uma pesquisa.

O estudo foi realizado conjuntamente pela Universidade de Bristol, na Inglaterra, e pela NSPCC, entidade beneficente britânica que trabalha para prevenir atos de crueldade contra crianças.

Ao todo, 1.353 jovens com idades entre 13 e 17 anos participaram da pesquisa. Destes, 91 foram entrevistados de forma mais aprofundada.

Entre as jovens participantes, 90% já haviam tido relações íntimas com o namorado.

Deste grupo, uma em seis disse ter sido pressionada pelo namorado para ter relações sexuais e uma em 16 disse ter sido estuprada.

Um quarto sofreu violência física, recebendo tapas, socos ou surras do parceiro.

Rapazes

No que diz respeito à atividade sexual, as estatísticas são bastante diferentes no caso dos rapazes.

Nove entre dez entrevistados disseram ter tido relacionamentos íntimos. Destes, um em cada 17 disse ter sido pressionado ou forçado a manter relações sexuais.

A pesquisa revelou, no entanto, que não apenas jovens do sexo feminino sofrem com a violência nos relacionamentos –um em cada cinco rapazes britânicos também diz que sofreu agressão física nessas situações.

Por outro lado, as garotas tendem a sofrer mais com os tipos de comportamento revelados pelo estudo. Mais de 75% acharam que eles são prejudiciais, em comparação com apenas 10% dos meninos.

O estudo revelou que relacionamentos onde há comportamentos abusivos tendem a acontecer mais vezes na vida da menina e quando ela é mais jovem.

Ao contrário dos rapazes, as jovens tendem a achar que não têm escolha e toleram o abuso porque sentem medo, culpa, ou porque temem perder o namorado.

A pesquisa também revela que ter parceiros mais velhos e uma família onde há comportamentos violentos aumenta o risco para as garotas.

Entre os rapazes participantes, os que tinham amigos violentos apresentaram mais chances de ser vítima de violência, ou ser violentos, em um relacionamento.

Um dos autores do relatório, David Berridge, da Universidade de Bristol, disse ter ficado chocado com os resultados.

“Os índices altos de violência e seu impacto ruim sobre os relacionamentos íntimos dos adolescentes, especialmente para as meninas, é estarrecedor”, disse.

“Foi chocante descobrir que a exploração e a violência nos relacionamentos começa tão cedo. Este é um problema sério que precisa ser priorizado por políticos e profissionais”, recomendou Berridge.

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Jogo “inocente” ensina a montar rede de narcotráfico

sexta-feira, setembro 4th, 2009


Foi lançado em Londres o jogo “The Chaps from Amsterdam” (“Os amigos de Amsterdã”) onde os jogadores devem montar uma rede de compra e venda de drogas ilegais, sem serem descobertos pela polícia, noticiou “La Nación” de Buenos Aires.

Para ganhar, os jogadores devem aprender a organização do narcotráfico.

É bem conhecido o efeito educador dos jogos. Por isso, ele é considerado como uma “iniciação numa das piores formas de criminalidade.

O autor deste jogo é a empresa Hard Impact Board Games Ltd. Ela diz que para montar o jogo precisou de 10 anos de “trabalho duro” em locais noturnos, festivais e cárceres.

Depois não deve causar estranheza que uma criança normal apareça chefiando uma gangue de narcotraficantes. Aprendeu em casa com o presente de algum parente ou amigo!

***

A inteligência,dom de Deus para o homem,infelizmente também ferida pelo pecado, nem sempre é usada para edificar e construir.

Nossa capacidade criadora precisa também ser remida pelo sacrificio de Jesus para criar o bem e defender o homem.

Às vezes de sí mesmo.

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Formando personalidades cristãs maduras à luz da Verdade,a serviço da Igreja e dos homens de boa vontade.
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