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* Você é Homem? Leia isso!

quarta-feira, fevereiro 24th, 2010

Você se veste com modéstia?

Vladimir Lachance

Muito se tem discutido sobre a modéstia feminina, frisando, sobretudo, que tipo de traje seria adequado ou não para uma mulher católica. A resposta tem se tornado cada vez mais clara, pois surgem traduções importantes de declarações papais, textos relevantes de grandes santos e teólogos, que vão dando precisão aos argumentos em favor da moralização das vestes femininas.

Vê-se, com grande entusiasmo e esperança cristã, reerguer-se a dignidade da mulher católica. É nesse momento de robustecimento da fé católica, com essa bela reação contra as roupas imorais para as mulheres, que nos aparece nova questão: e para os homens, existe a virtude da modéstia no vestir? E quais seriam as regras a se seguir?

Para responder a estas perguntas é preciso ter claro o fato da diferença psicológica de homens e mulheres, e ter isto em mente significa perceber que existem maneiras específicas de olhar o mundo e o que nele existe que são muito próprias para cada sexo.

Disso decorre que a modéstia deve ser observada por ambos de maneira condizente à sua própria natureza. O homem, assim como a mulher, deve seguir as regras do pudor, da castidade e da higiene, e, além disso, deve ter sempre presente qual é o seu papel e missão na Criação.

O homem é uma das “duas expressões diversas da natureza humana”1; e se existem essas duas expressões, elas não podem ser iguais, pois se fosse assim não seriam duas, portanto devem diferenciar-se em pelo menos alguns aspectos, tendo características inerentes que as tornem únicas, mas ao mesmo tempo complementares – já que formam uma mesma natureza humana.

Para a mulher, podemos, olhando para o exemplo da mulher por excelência, a Virgem Santíssima, recolher traços particulares do seu modo de ser, que seria: humildade, meditação, silêncio, submissão, delicadeza; é, acima de tudo, a força espiritual – como retratou a historiadora Gertud Von Le Fort: a mulher representa a força invisível que move o mundo.

Já para o homem podemos tomar como exemplo o chefe da Sagrada Família, o glorioso São José, que na ladainha composta em sua homenagem é saudado como casto guarda da Virgem, sustentador do Filho de Deus, zeloso defensor de Jesus Cristo, fortíssimo, modelo dos operários, sustentáculo das famílias e protetor da Santa Igreja.

Notem que não se trata de dizer que essas virtudes são somente masculinas ou femininas, pois se poderia objetar que determinadas mulheres se sobressaíram na história exatamente pela firmeza, como foi o caso de Santa Joana D’arc, ou que alguns homens se santificaram exatamente pela submissão e certa docilidade. Quanto a isto não haja dúvida: não se trata de dizer que existem vias exclusivas de santificação para homens e mulheres, mas de fazer nota da existência de atitudes peculiares, enquanto homens e mulheres em geral.

Antes que sejamos capazes de refletir mais sobre as roupas mais adequadas para o homem vestir, temos que definir como se encontra a moda masculina como um todo. Quanto à moda feminina não temos dúvida do seu estado atual, Já para a moda masculina prevalece uma atual presença da cultura relativista na forma como os homens, em geral, se vestem.

Talvez não seja tão claro para um homem ter noção disto – se ele não prestar atenção no que foi sendo incorporado ao seu guarda-roupa: camisetas, regatas (comumente de número abaixo ao que ele deveria estar usando), cores femininas, estampas (anjos, dragões, mulheres, “tribais”, números aleatórios, frases sem sentido…), florais, colares, pulseiras, brincos, cintos estilizados (prateados, rebites, etc.), anéis, calças justas ou de estampas duvidosas, e por aí adiante – se o leitor ainda não se sentir capaz de visualizar o que estou tentando dizer, veja as fotos no fim do artigo e compare como os homossexuais se vestiam décadas atrás e como os homens costumam se vestir hoje. Como chegamos a este ponto?

Dentre os vários pontos relevantes, destacamos:

1 – De acordo com certa ideologia corrente nos nossos dias, “ninguém nasce homem ou mulher”, mas sua identidade é construída na vida em sociedade, e essa identidade seria supostamente arbitrária. Estas pessoas pretendem dizer que não existe diferença ontológica alguma entre homens e mulheres, mas que tudo é construção;

2 – Esta mesma ideologia, por ser desconstrucionista – e por isso mesmo destrutiva de toda ordem natural -, postula que estas mesmas identidades não podem ser classificadas apenas como identidades de mulher ou de homem: há uma multiplicidade de identidades de “gênero” – as quais definem como: gay, lésbica, transexual, travesti, etc.; completam a abominação dizendo que nenhuma destas identidades são fixas, mas que as pessoas transitam, durante a vida, por várias delas;

3 – É este tipo de ideologia que está sendo utilizado para eliminar as diferenças sexuais estabelecidas e queridas por Deus-4; todos os aspectos da psicologia humana e todos os âmbitos da sociedade são atingidos quando este tipo de pensamento se alastra. Quando isto acontece, tudo aquilo que é produzido nesta sociedade está contaminado por tal concepção, de modo que desde a propaganda de eletrodomésticos, passando pela moda, e principalmente pela forma que as pessoas se relacionam entre si, apresentam resultados do esforço ideológico destrutivo.

Todo este pensamento, no entanto, pode ser definido em uma palavra: igualitarismo. Tendência de tudo igualar, de abolir as diferenças – principalmente aquelas queridas por Deus: Quer abolir as diferenças entre os sexos, as idades, as culturas e transformar tudo numa massa uniforme, onde ninguém é mais ou menos que ninguém, todos valem o mesmo.

Na moda masculina, a tendência igualitária procurou o mesmo caminho descrito acima para alcançar o seu fim último, que neste caso vem a ser a abolição da diferença entre os sexos. Desde a sua primeira intervenção na moda, o igualitarismo já tinha em si o poder de confundir os sexos, de destruir toda a indumentária que deixasse marcada a diferença existente entre o homem e a mulher.

Quando a calça é introduzida no guarda-roupa feminino, isto também traz graves conseqüências para os homens, pois uma peça que era claramente masculina se tornou unissex – e esta palavra que também virou moda: a moda unissex; inconcebível há pouco tempo atrás.

Moda unissex não se trata somente de uma mesma peça que pode ser usada por homens e mulheres (uma camiseta branca que você compra e pode presentear tanto a João quanto a Maria), mas o fato de que quase toda espécie de vestimenta hoje é produzida para ambos os sexos. Exemplos: a camisa pólo masculina e feminina, a calça, a jaqueta, o colete, a camisa social, o terno, a bermuda, e por aí vai. E o que diferencia estas peças é algo muito tênue, é certa tendência para cores ou estampas (fato que tende a diminuir a cada ano), é uma mudança mínima no corte.

Se por um lado o fato de que as mulheres incorporaram o uniforme de trabalho (a camisa masculinizada e as calças) no seu guarda-roupa contribuiu para o igualitarismo, o caminho oposto – ou seja, o homem incorporar indumentárias femininas -, estava facilmente definido e fadado a acontecer. Este caminho se encontrava na maneira como os homossexuais se vestiam, pois eles já usavam roupas e acessórios afeminados. O caminho mais fácil não era ligar este homem à moda de sua esposa, mas estender a cultura relativista para todos os homens. E esta cultura, de fato, fez duras investidas contra as vestes masculinas

Este igualitarismo (5) é o primeiro mal do qual o homem católico deve fugir ao escolher que roupa irá usar. E para isso, é necessário que ele reconheça sua dignidade como filho de Deus, cuja missão é, antes que qualquer outra, refletir a paternidade divina.

Numa época cuja nobreza da vocação paterna e materna é colocada permanentemente em dúvida e ridicularizada(6), sendo utilizado para isto também a moda, significa que passou da hora de uma reforma moral. Esta reforma começa com o nosso “fiat” a Deus e tem uma repercussão direta no momento em que formos à nossa próxima compra de roupa.


1-Dietrich Von Hildebrand. O Amor Entre o Homem e a Mulher.

2 Cf. CIC 369-371

3- Cf. Carta aos bispos sobre a moda imodesta (1954) e discurso de Pio XII, às garotas da Ação Católica, 22 maio 1941: “Enquanto certos modos provocantes de vestir permanecem como triste privilégio de mulheres de reputação duvidosa e são quase um sinal que as faz reconhecer, não se ousará, pois, usá-los para si; mas no dia em que aparecerem como ornamentos de pessoas acima de quaisquer suspeita, não se duvidará mais de seguir tal corrente, corrente que arrastará talvez para dolorosas quedas”.

4-Tal como a autora feminista Shulamith Firestone escreveu na “Diáletica do Sexo” (The Dialectic of Sex): “Assim como a meta da revolução socialista era… a eliminação da… distinção da classe econômica como tal, assim a meta da revolução feminista deve ser a eliminação da… distinção do sexo como tal [de forma que] a diferença genital entre seres humanos não teriam mais nenhuma importância culturalmente. Citado em: http://christopherwest.com/page.asp?ContentID=120

5- “Devemos acentuar a diferença, ao menos como tática de argumentação, porque um dos vícios de nosso tempo consiste precisamente em procurar a simplificação da uniformidade. A desordem de nosso tempo consiste em tender para o amálgama, para o informe, para a massa, para a sociedade sem classe, para um mundo sem limites, para uma vida sem regras, para uma humanidade sem discriminações. Ao contrário disto, a sociedade que desejamos construir é uma sociedade ricamente diferenciada, e nitidamente hierarquizada.(…) E, quanto mais infantil for a criança, e quanto mais mulheril a mulher, e quanto mais varonil o homem, tanto melhor realizaremos em cada situação concreta a ordem, cambiante mas verdadeira, que é o fundamento da felicidade dos povos. O bem, a perfeição da sociedade, está na infantilidade da infância, na feminilidade da mulher, na masculinidade do homem”. (Gustavo Corção, Vocação da Mulher)

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* Você se veste com modéstia?

terça-feira, junho 30th, 2009


Jason Evert

Perguntam as mulheres…

” Eu não entendo a questão da modéstia. Se um cara tem uma imaginação má, isso é problema dele e não meu. Porque é que tenho de me vestir de uma certa forma por causa dele? “

Se você for uma mulher jovem que tenha se cansado do modo como os caras muitas vezes tratam as mulheres, e perguntou o que poderia ser feito para restaurar um sentimento de respeito, saiba que sua arma número um para reformar o mundo é a modéstia.

O problema é este: Muitos homens hoje não sabem como se relacionar com as mulheres. Mas, o remédio para esta doença está nas mãos das mulheres. “Em última análise, parece que só os homens podem ensinar outros homens como se comportar em torno de mulheres, mas os homens têm de ser inspirados pelas mulheres em primeiro lugar, inspirados o bastante para pensar que vale a pena serem corteses com as mulheres”. (1)

Como isso vai acontecer? Bem, as mulheres jovens tendem a estar conscientes de que têm o poder de seduzir um homem. Mas algumas meninas estão conscientes de que a sua feminilidade pode ser usada para educar um rapaz. Pela forma como se veste uma menina (para não falar do jeito que ela dança), ela tem uma extraordinária capacidade para moldar um homem em um cavalheiro ou em uma besta.

Eu tenho lido dezenas de milhares de páginas sobre teologia e sexo, mas eu nunca aprendi como tratar uma mulher até que eu tive um encontro com uma que se vestia modestamente. Foi cativante, e eu percebi pela primeira vez que a roupa imodesta impede de ver uma mulher por quem ela é. Trajes imodestos podem atrair um homem pelo corpo da garota, mas desviá-lo de vê-la como uma pessoa. Nas palavras de um homem, “Se você quer um homem para respeitar-te, e talvez até se apaixonar por você, então você deve mostrar a ele que você se respeita e que você reconhece a sua dignidade diante de Deus“. (2)

Quando uma mulher veste-se modestamente, inspira o homem de uma forma que eu não estou envergonhado de dizer que eu não consigo explicar. Eu suponho que é seguro dizer que isso transmite o seu valor para nós. Quando uma mulher veste-se modestamente, eu posso levá-la a sério como uma mulher porque ela não está preocupada com clamar por atenção. Tal humildade é radiante. Infelizmente, muitas mulheres estão tão preocupadas em virar a cabeça dos homens que elas ignoram o seu poder de transformar os nossos corações.

Às vezes feminilidade é confundida com fraqueza, mas nada poderia estar mais longe da verdade. Uma mulher que é verdadeiramente feminina está bem ciente de que ela poderia se vestir como uma coleção de partes do corpo, e receber inúmeros olhares dos rapazes. Mas ela tem a força para deixar algum espaço para o mistério. Ela vale esperar para ver, e ela sabe disso. Ela confia no tempo de Deus, e ela sabe que não precisa embasbacar homens, a fim de capturar a atenção do homem que Deus tem planejado para ela.

O Papa João Paulo II disse na sua carta sobre a dignidade das mulheres, “Está chegando a hora em que a vocação da mulher será reconhecida em sua plenitude, a hora em que as mulheres adquirem no mundo uma influência, um efeito e um poder até então nunca alcançado. É por isso que, neste momento, quando a raça humana está sofrendo uma transformação tão profunda, as mulheres imbuídas de um espírito do Evangelho podem fazer muito para ajudar a humanidade a não cair.” (3)

Então, o que é modéstia? Para começar, não é sobre parecer tão feio quanto possível. Trata-se de tomar a beleza natural da mulher, e utilizá-la para irradiar uma mensagem mais profunda sobre a sua identidade. Ela é uma filha do rei do céu, e os seus trajes, posturas, maneirismos não devem distrair disso. Ela está consciente de que seu corpo é um templo do Espírito Santo, e que seu ventre (e seu corpo inteiro) é sagrado. Isto traz uma certa humildade do corpo, uma vez que humildade é a atitude correta perante a grandeza. Neste caso, é a grandeza de ser feita à imagem e semelhança de Deus.

Isso não é um “eu sou mulher, ouça-me rugir!”, mas um sentimento sereno de não necessitar buscar cegamente a atenção. Claro, a maioria dos caras vai ficar de boca aberta para a mulher que se veste de maneira provocante, mas no seu coração, você quer atrair olhares estúpidos ou quer ser amada? Você quer amor verdadeiro. Mas quando uma menina se veste imodestamente ela muitas vezes não percebe que está atirando no próprio pé, para encontrar a intimidade que ela anseia. Quando uma mulher usa roupas que não podem ser mais apertadas sem que cortem a circulação sanguínea, ela está enviando uma mensagem clara aos rapazes. Esta mensagem diz: “Ei rapazes, a melhor coisa sobre mim é o meu corpo.” Eles olham, e provavelmente irão concordar. Portanto, se o seu corpo é a melhor coisa sobre ela, toda sua essência está decaída. Se isso é o melhor que ela tem para oferecer, então por que ele deveria querer conhecer o seu coração, seus sonhos, seus medos, e sua família? Ele quer conhecer o seu corpo.

Vestir-se imodestamente também prejudica as chances de uma garota ser amada, devido ao tipo de pessoa que será atraída para ela, e como irá tratá-la. Pela maneira como a garota se veste, ela envia um convite silencioso para os homens para tratá-la do jeito que ela aparenta ser. Por exemplo, considere uma revista que eu vi recentemente em um quiosque no aeroporto: Na capa era uma mulher vestindo uma saia curta que poderia ser confundida com um cinto largo. Seu top hermeticamente apertado era apenas do tamanho de um guardanapo desdobrado, e em grandes letras em negrito em toda a superfície da blusinha estava escrito “Suzie (ou qualquer que seja o seu nome – Não me lembro) quer que os homens a respeitem!”. Eu desejei-lhe boa sorte e caminhei para o meu portão de embarque (depois de cobrir a revista com algumas edições da Quilty Digest. Considero isto uma obra de misericórdia – vestir os nus). Embora uma garota mereça respeito, não importa o que ela use, um rapaz pode dizer o quanto uma garota respeita a si mesma pelo modo como ela está vestida. Se ela não respeita a si própria, provavelmente os homens irão se guiar por sua conduta.

Eu realmente acredito que, no coração de uma mulher, não há desejo de parecer sexy. Existe um desejo de receber atenção, carinho e amor? Certamente. Mas, existe um desejo de ser reduzida a um objeto sexual? Nenhuma garota quer isso, mas muitas o fazem para receber gratificação emocional. Agora, quando uma garota coloca uma blusinha apertadíssima deixando a barriga de fora e mostrando o umbigo, ela não está pensando em como pretende levar os homens ao pecado. A garota pensa, “A mulher na capa da revista usou isso, e isso faz com que os homens virem-se para olhar. Então, se eu usar isso, vão olhar para mim, e eu poderia conhecer um cara legal”. De forma mais simples: “Eu quero ser amada.”

Então, vamos assumir que uma garota vestida provocadoramente atravesse o caminho de um homem realmente bom. O homem que ela anseia encontrar não é melhor por causa da sua roupa. Devido ao fato dos homens serem mais estimulados visualmente do que as mulheres, a falta de pudor pode facilmente acionar pensamentos concupiscentes. Quando um homem impuro abriga estas idéias que vêm à mente, a nossa sensualidade nos separa de Cristo, fonte de amor incondicional. Será que uma mulher realmente deseja separar os homens da fonte do amor incondicional que ela busca? Se não, então porque não optar pela roupa mais modesta? Não há nada de errado em usar coisas que fazem você parecer atraente, mas como uma mulher cristã, roupas sedutoras e sexy não devem ser parte do seu armário. Se o seu coração está dizendo, “Isso é muito curto?” ou “Isto parece muito apertado?” Ouça essa voz, porque ela já respondeu a sua pergunta.

Peço-vos para ouvir esta voz para seu bem e para o nosso. Para o seu bem, saiba que como um fosso rodeia um castelo, a modéstia guarda o tesouro da castidade. Para o nosso próprio bem, lembremos quando Caim matou Abel lá em Gênesis: quando Deus perguntou onde estava seu irmão, Caim respondeu, “Eu sou o guardião do meu irmão?” Da mesma maneira, é muito fácil para os rapazes e as moças eximirem-se da responsabilidade que temos de levar um ao outro para a pureza. Precisamos adotar a atitude de São Paulo Apóstolo, e viver de forma a não fazer nada que provoque o tropeço de seu irmão (Rom. 14,21).

Algumas garotas gastam mais energia tentando fazer com que os rapazes as notem (mesmo que elas não tenham interesse nos caras) do que tentando centrar a atenção de jovens homens em Deus. Como uma mulher de Deus, use a beleza de sua feminilidade para capturar almas para Deus. Não há nenhum problema com parecer atraente. Os problemas surgem, porém, quando o vestuário (ou a falta dele) é usado de uma forma desonesta, ou quando uma pessoa cai em vaidade e excesso de preocupação com parecer perfeita. Seu corpo é precioso aos olhos de Deus, e você não precisa parecer uma deusa para merecer amor.

(1.) Shalit, A Return to Modesty, p. 157.
(2.) Mike Mathews, “Sexy Fashions? What Do Men Think?” Lovematters.com, p. 10.
(3.) João Paulo II, Mulieris Dignitatem (Intro), op. cit., p. 44

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