Posts Tagged ‘Muçulmanos’

* Atenção! mais de 70 igrejas já foram destruídas na Nigéria por fundamentalistas islâmicos.

segunda-feira, abril 29th, 2013

Rádio Vaticano

É um balanço triste aquele divulgado pela Igreja Católica no Estado de Benue, na Nigéria central: na crise social e religiosa que atravessa a região, mais de 70 igrejas foram destruídas, e milhares de fiéis, especialmente em vilarejos distantes, ficaram sem um lugar de culto. É quanto refere, em uma nota enviada à agência Fides, Felix Apine, coordenadora da Comissão “Justiça, Desenvolvimento e Paz” da Diocese de Makurdi, capital do Estado de Benue.

A nota informa que 30 igrejas que se encontravam na área de Gwer ocidental foram queimadas ou completamente destruídas, e os fiéis fugiram para outros vilarejos. Outras 40 foram destruídas na área de Guma. A destruição toca também algumas escolhas primárias e secundárias pertencentes à diocese, enquanto voluntários e catequistas estão circulando pela região para levantar os danos.

O Arcebispo protestante Yiman Orkwar, Presidente da “Associação cristã da Nigéria”, confirmando a destruição de igrejas e escolas, disse que o balanço dos edifícios destruídos poderia ainda aumentar. No Estado de Benue, criadores de etnia Fulani, na maioria muçulmana, atacaram vilarejos habitados por agricultores de etnia Tiv, na maioria cristã.

Sobre o aumento dos ataques dos Fulani contra os agricultores Tiv, que causou a morte de outras 30 pessoas, o arcebispo observou “com tristeza a destruição de vidas humanas e de propriedades, por parte de pastores Fulani e de homens desconhecidos, com armas sofisticadas”.

O que está ocorrendo aos cristãos “não são simples incidentes, mas é fruto da ação de membros radicais do Boko Haram e de Fulani”, afirmou, convidando as instituições a defenderem a população.

“Não se trata de conflitos – reafirmou – mas de verdadeiros ataques contra agricultores cristãos”. (SP)

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* Papa fez gesto sem precedentes ao lavar os pés de dois muçulmanos na Quinta-feira Santa.

terça-feira, abril 2nd, 2013

Jean-Louis DE LA VAISSIERE

O papa Franciso voltou a inovar, ao lavar os pés de dois jovens muçulmanos, na Quinta-feira Santa, valorizando a fraternidade e rejeitando a discriminação, asseguram os vaticanistas.

“Não é uma ruptura, também não é uma contradição com a doutrina. Francisco não desrespeitou uma regra, já que o lava-pés é um rito que não tem valor sacramental. Teria sido diferente se tivesse dado a comunhão a algum desses jovens”, comentou à AFP o vaticanista Sandro Magister, lembrando que as celebrações nas igrejas “são abertas a todos”.

O papa argentino reproduz um gesto de Cristo com os apóstolos. Na prisão de menores “Casal del Marmo” com jovens de diferentes condições, nacionalidades e origens, simplesmente quis mostrar que o amor de Cristo não tem fronteiras, acrescentou.

“Esse gesto não tem um significado religioso. Poderiam ser jovens budistas o sikhs. Lavou seus pés porque são jovens isolados, não quis diferenciar”, afirmou o vaticanista Marco Tosatti.

Para o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, esses dois jovens “são um componente importante da comunidade” da prisão de menores. “Seria estranho se não tivessem feito parte do grupo”, considerou ele nesta sexta-feira em uma entrevista coletiva à imprensa.

As imagens captadas pelas câmeras do Vaticano, as únicas autorizadas a entrar na penitenciária, mostram apenas os pés dos jovens.

De qualquer formas, ninguém os obrigou a participar da cerimônia, que deixou a todos emocionados no local, o que chegou a fazer com que um dos jovens que ia fazer parte da cerimônia tivesse que ser substituído na última hora.

Embora considerem Cristo um profeta, nem todos os muçulmanos podem ter apreciado o gesto do Papa. Os imãs são contra qualquer tentativa dos cristãos de cooptar muçulmanos para a sua religião. A apostasia continua sendo anátema no Islã.

O ex-cardeal e arcebispo de Buenos Aires Jorge Bergoglio já deixou clara a importância que concede às relações respeitosas com o Islã na homilia que pronunciou em sua missa de entronização.

As autoridades muçulmanas, sobretudo a universidade sunita Al-Azhar do Cairo, receberam favoravelmente a renúncia de Bento XVI e a escolha do papa argentino, considerando que os problemas se devem às más relações com o “papa alemão”.

Mas a delegação muçulmana foi bastante reduzida na missa de inauguração do papado de Francisco, com personalidades de segundo escalão.

Depois dessas declarações, Bento XVI multiplicou os gestos para demonstrar seu respeito pelo Islã, chegando inclusive a rezar em uma mesquita de Istambul.

Em setembro, durante uma viagem ao Líbano, exortou cristãos e muçulmanos do Oriente Médio a coexistirem pacificamente sem tentar impor sua hegemonia sobre o outro.

Mas as relações com o Islã são tensas em diversos países do mundo, devido ao crescimento do islamismo. Bento XVI condenou todos os fundamentalismos religiosos, sejam cristãos ou muçulmanos e estendeu a mão ao Islã moderado, pedindo que esclarecesse sua associação às vezes ambígua com o Islã radical e violento.

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* Igreja cristã divide templo com muçulmanos.

quarta-feira, março 20th, 2013

A Igreja Episcopal de São João, na cidade de Aberdeen, Escócia, recebe centenas de muçulmanos que entram por suas portas para fazer suas orações cinco vezes ao dia.  O responsável pela igreja, pastor Isaac Poobalan, entregou parte da nave do templo ao imã Ahmed Megharbi.

Como a mesquita usada por eles ficou pequena, muitos eram forçados a ficar do lado de fora, muitas vezes fazendo suas cinco rezas diárias expostos ao vento, chuva e até neve.

Poobalan disse “Eu sabia que não podia permitir isso, pois estaria ignorando o que a Bíblia nos ensina sobre como devemos amar ao próximo. Quando falei com as pessoas da igreja sobre a situação, a maioria não achou que isso seria um problema”.

Ele conta que certa vez passou pela mesquita, que fica próxima à sua igreja e “Eles estavam do lado de fora orando e caiu a primeira neve deste inverno, foi muito difícil apenas assistir. Eu me senti mal, principalmente porque nossa Igreja está bem ao lado, é um edifício grande e permanece vazia durante as sextas-feiras, o dia que eles precisam de mais lugares”.

Como a sexta é o dia sagrado para os muçulmanos, é difícil não estranhar dezenas deles entrando numa igreja evangélica para orar várias vezes durante o dia.

Poobalan acredita que sua atitude servirá para ajudar a construir pontes entre os cristãos e os muçulmanos, mesmo que algumas pessoas de sua congregação tenham se oposto.  ”A divisão religiosa não deveria nos dividir como pessoas. No início foi estranho e novo. Havia alguma ansiedade natural. Mas depois os membros perceberam que há muito em comum entre nós [cristãos e muçulmanos]. Quando falei com o imã houve alguma hesitação por parte deles também, pois isso nunca fora feito antes. Contudo, eles aceitaram nosso convite e tem sido uma relação positiva.”

Essa é a primeira vez que cristãos e muçulmanos dividem oficialmente um templo no Reino Unido. Iniciativas parecidas já ocorreram nos Estados Unidos.

O xeque Ahmed Megharbi, líder espiritual da mesquita disse: “O que acontece aqui é algo especial e não vejo nenhum problema se isso se repetir em todo o país. Nossa relação é amigável e respeitosa.”

O bispo de Aberdeen e Orkney, Robert Gillies, disse que essa relação pode marcar o início de uma mudança na dinâmica entre as duas religiões. “Seria bom pensar que podemos mudar o mundo. Mas, às vezes, alguém percebe que podemos fazer algo de importância global em uma escala local”.

Para Gillies, os ‘olhos do mundo’ foram voltados para a maneira pacifica que as duas religiões convivem naquela comunidade. Embora lembre que a igreja cristã considera Jesus como filho de Deus, ressalta que a fé muçulmana o vê apenas com um profeta.

Com informações Daily Mail.

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* Número global de muçulmanos deve aumentar cerca de 35% nos próximos 20 anos, passando dos atuais 1,6 bilhões para 2,2 bilhões até 2030.

quarta-feira, março 20th, 2013
O número global de muçulmanos deve aumentar cerca de 35% nos próximos 20 anos, passando dos atuais 1,6 bilhões para 2,2 bilhões até 2030. As projeções são do instituto de pesquisas norte-americano Pew Research Center.

Segundo relatório divulgado, no mesmo período, a população muçulmana no mundo deverá crescer cerca de duas vezes mais que a das outras religiões, atingindo uma taxa média de crescimento anual de 1,5%, em comparação com 0,7% para os não-muçulmanos.

Segundo o instituto, se as tendências atuais continuarem, os muçulmanos serão 26,4% da população mundial projetada de 8,3 bilhões em 2030. Em 2010, são 23,4% de 6,9 bilhões. No entanto, esse crescimento é menor do que o que aconteceu nos últimos 20 anos: de 1990 a 2010, a taxa de crescimento do número de muçulmanos no mundo foi de 2,2%.

Outros números da pesquisa revelam que, no continente americano, a projeção é de haver um aumento do número de religiosos islâmicos dos atuais 5,2 milhões para aproximadamente 11 milhões daqui a 20 anos.

No Brasil, o aumento é moderado, de 204 para 227 mil, cerca de 0,1 % da população. O país está entre o grupo de 105 países do mundo com menos de 1% da população professando a fé islâmica. No outro extremo, há 32 países em que mais de 90% da população é muçulmana. Em 2030, serão 33. Na lista, Marrocos lidera com 99,9%, seguido de perto por Afeganistão e Tunísia, com 99,8%. Territórios Palestinos tem 97,5% de seus moradores desta religião.

O estudo é parte do projeto The Pew-Templeton Global Religious Futures (o futuro das religiões globais) que analisa as transformações por que passam as religiões e o impacto destas mudanças sobre as sociedades ao redor do mundo. A metodologia utilizada inclui técnicas de ciências sociais como pesquisas de opinião, análises demográficas e políticas.
Fonte:Soma
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* Islã alcançando o Catolicismo como religião dominante da França.

quinta-feira, janeiro 31st, 2013

Fonte: Soeren Kern

“Ao mesmo tempo, o governo socialista na França recentemente inaugurou uma mega-mesquita em Paris como um primeiro passo rumo a “progressivamente construir uma França Islâmica.”

A maioria do povo na França, de acordo com uma nova pesquisa, acredita que o Islã é influente demais na sociedade francesa, e quase metade vê os muçulmanos como uma ameaça à sua identidade nacional.

A pesquisa revela uma significante degradação da imagem do Islã na França.  Os resultados também demonstram que os eleitores franceses estão ficando crescentemente constrangidos com a imigração em massa proveniente dos países muçulmanos, que foi encorajada por uma geração de elites políticas e culturais na França, dedicadas a criar uma sociedade multicultural.

A pesquisa conduzida pelo Instituto Francês de Opinião Pública (ou Ifop, como é usualmente chamado) e publicada pelo jornal de centro-esquerda Le Figaro em 24 de outubro de 2012, demonstra que 60% dos franceses acreditam que o Islã se tornou “visível e influente demais” na França – mais do que os 55% em uma sondagem anterior dois anos atrás.

A pesquisa também revela que 43% dos franceses consideram a presença de imigrantes muçulmanos uma ameaça à identidade nacional francesa, comparados aos apenas 17% que disseram que ele enriquece a sociedade.

Em acréscimo, 68% dos franceses culpam os problemas associados com a integração muçulmana nos imigrantes que recusam a se integrar (mais do que os 61% de dois anos atrás), e 52% culpam as diferenças culturais (mais do que os 40% de dois anos atrás).

A pesquisa também demonstra uma crescente resistência aos símbolos do Islã. Aproximadamente dois terços (63%) dos franceses dizem que se opõem às muçulmanas vestirem-se com véus ou lenços de cabeça islâmicos em público, comparados aos 59% de dois anos atrás.

Além disto, a sondagem demonstra que somente 18% dos franceses disseram apoiarem a construção de novas mesquitas na França (comparados aos 33% em 1989, e 20% em 2010).

“Nossa pesquisa demonstra um endurecimento maior nas opiniões dos franceses”, contou Jerome Fourquet, presidente do departamento de opinião do Ifop. “Em anos recentes, houve uma semana que o Islã não tinha estado no coração das notícias por razões sociais: o véu, a comida halal, as notícias dramáticas como ataques terroristas ou razões geopolíticas”, disse ele.

A França, que é o lar de cerca de seis milhões de Muçulmanos e tem a maior população muçulmana na União Européia.  Eles são hoje na França, em verdade, Muçulmanos mais praticantes do que são os Católicos Romanos.

Embora 64% da população francesa (ou 41,6 milhões dos 65 milhões de habitantes na França) identifiquem-se como Católicos Romanos, somente 4,5% (ou 1,9 milhões) desses são realmente Católicos praticantes, de acordo com uma sondagem separada sobre o Catolicismo na França, publicada pelo em Julho de 2009.

Com o objetivo de comparação, 75% (ou 4,5 milhões), destes estimados seis milhões, geralmente Muçulmanos do Norte da África ou subsaarianos, identificam-se como “crentes”; e 41% (ou 2,5 milhões) dizem serem Muçulmanos “praticantes”, de acordo com uma reportagem de pesquisa aprofundada sobre o Islã na França, publicada pelo Ifop em Julho de 2011.

Tomada conjuntamente, os dados da pesquisa fornecem evidência empírica que o Islã está bem no caminho de alcançar o Catolicismo Romano como a religião dominante na França.

Essa tendência é também refletida no fato que as mesquitas estão sendo construídas mais freqüentemente na França do que as igrejas Católico-Romanas; aproximadamente 150 novas mesquitas estão sob construção na França.

O número total de mesquitas na França já duplicou para mais de 2.000 durante apenas os últimos dez anos, de acordo com uma reportagem de pesquisa: “Mesquitas em construção: O Controle do Islã na França e na Holanda.” O reitor da Grande Mesquita de Paris, Dalil Boubakeur, tem pedido para o número de mesquitas no país ser duplicado novamente – para 4.000 – para se adequar à demanda crescente.

Em contraposição, a Igreja Católica Romana construiu somente 20 novas igrejas na França durante a última década, e fechou formalmente mais de 60 igrejas, muitas das quais estão destinadas a se tornarem mesquitas, de acordo com pesquisa conduzida pelo La Croix, um diário Católico Romano baseado em Paris.

Em semanas recentes, as tensões se incendiaram sobre a proposta de conversão de uma igreja vazia em uma mesquita na cidade central francesa de Vierzon. A controvérsia envolve Saint-Eloi, uma pequena igreja situada em uma vizinhança operária que foi tomada por imigrantes do Marrocos e Turquia.

Com seis igrejas para serem mantidas e menos fiéis cada ano, as autoridades Católico-Romanas em Vierzon dizem que dificilmente possam manter Saint-Eloi. Eles agora querem vender a construção por €170,000 ($220,000) para uma organização muçulmana marroquina que quer converter a igreja em uma mesquita.

Em uma entrevista com o semanário Francês Le Nouvel Observateur, Alain Krauth, o padre da paróquia da maior igreja Católica em Vierzon disse: “A comunidade Cristã não é tão importante como costumava ser no passado.  Se muçulmanos moderados compram Saint-Eloi, nós somente podemos ficar felizes que os Muçulmanos de Vierzon são capazes de celebrar sua religião.” Seus comentários foram recebidos com horror pelos cidadãos locais que estão hoje tentando impedir a igreja de se tornar uma mesquita.

Cenas similares estão sendo exauridas de lado a lado na França.

Na cidade próxima de Poitiers, perto de 70 membros de um grupo de juvenil conservador conhecido como Geração Identidade recentemente ocupou uma mesquita (FOTO ACIMA) que está sendo construída no maciçamente Muçulmano distrito da cidade de Buxerolles. A incursão no dia 21 de Outubro de 2012 tinha a intenção de protestar contra o crescimento da influência islâmica na França.

Os manifestantes subiram no telhado da mesquita e estenderam uma faixa com a simbólica frase “732 Geração Identidade”, uma referência ano ano de 732, quando Carlos Martel barrou o avanço do exército muçulmano ao norte de Poitiers (também conhecido como a Batalha de Tours).

Ao mesmo tempo, o governo socialista na França recentemente inaugurou uma mega-mesquita em Paris como um primeiro passo rumo a “progressivamente construir uma França Islâmica.”A nova mesquita, localizada no norte do subúrbio de Paris de Cergy-Pontoise, não é somente vasto em dimensões, mas é também altamente visível e simbólica: seu minarete da torre, que foi intencionalmente desenhada para mudar o horizonte do subúrbio por ser mais alta do que qualquer campanário de igreja na vizinhança, é provável que se torne o “novo símbolo do Islã na França.”

Falando em nome do Presidente Francês François Hollande na cerimônia de inauguração da mesquita em Cergy, o Ministro do Interior da França, Manuel Valls, articulou a política do governo Socialista vis-à-vis à construção de novas mesquitas na França.  Ele declarou: “Uma mesquita, quando é erguida na cidade, significa uma coisa simples: o Islã tem seu lugar na França.”

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* Egito: família presa por converter-se ao cristianismo.

segunda-feira, janeiro 14th, 2013

A Corte Penal de Beni Suef – 115 km ao sul do Cairo -, condenou à prisão toda uma família por ter se convertido ao cristianismo.

Nadia Mohamed Ali e seus filhos Mohab, Maged, Sherif, Amira, Amir, e Nancy Ahmed Mohamed abdel-Wahab, foram condenados a 15 anos de prisão. Outras sete pessoas envolvidas no caso pegaram penas de cinco anos.

O caso de Nadia Mohamed teve início em 2004 quando, após sua conversão, ela e seus filhos decidiram trocar os nomes muçulmanos por nomes cristãos, com a ajuda de 7 funcionários do Escritório de Identificação, além de mudar de residência.

Nascida cristã, Nadia mudou de religião devido ao seu casamento. Com a morte do marido em 1991, decidiu retornar à religião de origem, incentivando seus 7 filhos a fazerem o mesmo. Em 2006 ela foi levada a um centro de informações da cidade, onde, após longo interrogatório, confessou a sua conversão e a mudança de nome. Foi então presa, junto com seus filhos e os 7 funcionários, responsáveis pela mudança no documento.

Na carteira de identidade egípcia é indicada a religião. Os cristãos convertidos ao islamismo e que posteriormente tentam retornar às suas religiões de origem, encontram enormes dificuldades para alterar seus nomes nos documentos, muitas vezes com ameaças de prisão. Já o processo inverso, isto é, passar do cristianismo ao Islã, não encontra nenhum obstáculo. (JE)

http://www.asianews.it/news-en/Egypt,-15-years-in-prison-for-mother-and-seven-children,-converts-to-Christianity-26860.html

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* “Circuncisão ritual” é, após crise, reconhecida na Alemanha.

sexta-feira, dezembro 21st, 2012

Rádio Vaticano

“É o fim de um pesadelo”. Com esta frase as comunidades judaica e muçulmana saudaram o fim da polêmica envolvendo a legitimidade da circuncisão ritual na Alemanha.

Após duas votações o Parlamento alemão colocou um ponto final na polêmica iniciada em maio passado, quando uma sentença do Tribunal de Colônia condenou um médico, colocando assim na ilegalidade a circuncisão ritual. Segundo os juízes, não havia uma legislação clara à respeito da prática, por isto a consideraram potencialmente lesiva à integridade da pessoa.

Com a dupla votação parlamentar, a proposta de lei apresentada pelo governo da Chanceler Angela Merkel passa a vigorar definitivamente. O governo havia manifestado nos meses passados sua intenção de agir rapidamente para dar a certeza do direito ao rito religioso. Sem esta lei, a Alemanha seria o único país no mundo a proibir uma prática que os judeus e alguns muçulmanos consideram como parte integrante da própria cultura.

A partir de agora, portanto, passa a ser legítimo realizar a circuncisão na Alemanha, com critérios médicos que minimizem o sofrimento dos menores. A “cirurgia” poderá ser realizada também por não-médicos, desde que devidamente preparados, em crianças a partir dos seis meses de idade. Os preceitos do judaísmo, por outro lado, defendem a realização da circuncisão nos primeiros dias após o nascimento.

A aprovação da lei agradou os 4 milhões de muçulmanos e 200.000 judeus que vivem na Alemanha. Para o Presidente do Conselho Central dos Judeus da Alemanha, Dieter Graumann, a lei é um sinal político importante: “significa que a comunidade islâmica e judaica são bem vindas na Alemanha”. O Conselho Central Islâmico, por sua vez, enfatizou o “fim do pesadelo” provocado pela sentença dos juízes de Colônia.

Durante as polêmicas, o Presidente de Israel, Shimon Peres, em carta endereçada ao Chefe de Estado alemão, Joaquim Gauck, havia salientado “o quanto a circuncisão é parte inseparável da identidade judaica”. Já o Presidente da Sub-comissão para as Relações com o Judaísmo, Dom Heinrich Mussinghoff, afirmou que a sentença pronunciada pelo Tribunal de Colônia era “surpreedente, pois não se adequava à liberdade religiosa dos pais que tinham o direito de escolher a educação de seus filhos, direito este consagrado na constituição.

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* Líder encarcerado e deportado por LER livros cristãos nas Maldivas.

domingo, dezembro 9th, 2012

Se estiver de viagem às ilhas Maldivas (arquipélago ao sudoeste do Sri Lanka e da Índia constituído por 1.196 ilhas, veja foto acima) saiba que você não encontrará igreja alguma onde rezar pois só está permitida a religião muçulmana, e não considere levar na bagagem livro cristão algum pois você pode ser preso e deportado.

No dia 27 de setembro Jathish Biswas, o dirigente da Way of Life Trust -uma organização cristã com fins sociais -, foi detido no aeroporto de Malé (Maldivas) por levar consigo livros de temática cristã no idioma local do país.

“As autoridades me perguntaram se queria destruir seu país por levar livros cristãos”, e “os policiais me fizeram pergunta depois de pergunta e me negaram uma refeição adequada”, explicou Biswas ao jornal Morning Star News.

Biswas, natural de Bangladeh esteve preso por 23 dias e foi libertado e expulso do país no último 19 de outubro. Junto a ele, um cidadão cristão de nacionalidade norte-americana cuja identidade não foi revelada por razões de segurança, também foi preso por estar relacionado com o caso, embora Biswas assegure de que jamais o conheceu nem sabia de sua prisão.

Este não é o único caso de discriminação religiosa, no ano passado Shijo Kokkattu, um professor da Índia, foi denunciado por um colega de trabalho por descarregar uma imagem da Virgem e alguns cantos marianos no computador de uma escola do país.

As ilhas Maldivas são o único país do mundo junto com a Arábia Saudita onde o governo assegura ter uma população 100 por cento muçulmana. Não existe a liberdade religiosa e a lei proíbe falar de outras religiões que não seja a muçulmana, tampouco estão permitidas as igrejas ou lugares de culto assim como a oração em público e a importação ou distribuição de material de caráter cristão, como por exemplo uma Bíblia.

Conforme informou o jornal italiano Avvenire, depois de 1998 todos os missionários do país foram expulsos e os visitantes só podem praticar sua fé de maneira privada e individual.

A mínima suspeita sobre a introdução de identidades religiosas distintas à muçulmana leva automaticamente à expulsão e à prisã

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* Mulheres muçulmanas monitoradas por chip gera perplexidade no mundo.

domingo, novembro 25th, 2012

Notícias Gospel Prime

Além de não terem o direito de viajar sem o consentimento de seus responsáveis masculinos e proibidas de dirigir, as mulheres da Arábia Saudita são agora monitoradas por um sistema eletrônico que controla os movimentos se elas atravessarem as fronteiras.

Os responsáveis masculinos pelas mulheres da Arábia começaram a receber mensagens de texto em seus celulares informando quando as mulheres sob sua custódia deixam o país, mesmo que estejam viajando juntos.

Manal al-Sherif, a ativista que se tornou símbolo de uma campanha lançada no ano passado, exortando as mulheres sauditas a desafiarem a proibição de dirigir, começou a espalhar a informação no Twitter, depois que foi alertada por um casal.

O marido, que estava viajando com sua esposa, recebeu uma mensagem de texto das autoridades de imigração informando-o que sua mulher havia deixado o aeroporto internacional de Riad.

“As autoridades estão usando a tecnologia para monitorar as mulheres”, disse o colunista Badriya al-Bishr, que criticou o “estado de escravidão em que as mulheres são mantidas” no pais muçulmanos ultraconservador. “Esta é uma tecnologia usada para o atraso, e assim manter ae mulheres presas”, disse Bishr.

Para que uma mulher saia da Arábia Saudita sem permissão de seu guardião masculino, ele deve dar o seu consentimento ao assinar o que é conhecido como a “folha amarela” no aeroporto ou no posto de fronteira. A nova tecnologia emite o alerta após a leitura de um chip instalado no passaporte que se comunica com a internet. Há rumores para a futura implantação de chips similares sob a pele, algo não confirmado pelo governo saudita.

A medida das autoridades sauditas foi rapidamente condenada nas redes sociais, embora o acesso do mundo árabe a esses meios ainda seja bem restrito.

A Arábia Saudita, onde fica Meca, vive sob uma interpretação radical da sharia, ou lei islâmica. É o único país do mundo onde as mulheres não têm permissão para dirigir. O reino impõe regras rígidas que restringem a convivência entre os sexos. Pela lei, as mulheres são obrigadas a usar um véu e um manto preto, ou abaya, que as cobre da cabeça aos pés, exceto para as mãos e o rosto.

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* Papa Bento XVI batiza o eurodeputado convertido do islã Cristino Magdi.

domingo, outubro 28th, 2012




Publicamos abaixo a íntegra da carta do eurodeputado Cristiano Magdi Allan direcionada ao Papa Bento XVI suplicando que a Igreja acolha os muçulmanos que, como ele, se converteram ao catolicismo.

A missiva foi publicada no jornal Il Giornale.

“Caro Papa, acolhei no Vaticano os muçulmanos convertidos a Jesus”

“Peço ao Papa que teve a coragem de conceder-me o batismo, vencendo o medo da vingança islâmica e a resistência interna da Igreja, de acolher-me junto com uma delegação de muçulmanos convertidos ao cristianismo na Europa e no mundo.

A ideia, que eu aceitei imediatamente com entusiasmo, é de Mohammed Christophe Bilek, franco-argelino que fundou a associação Notre Dame de Kabyla.

Através do site www.notredamedekabylie.net, ele promove uma missão para a conversão dos muçulmanos ao cristianismo por meio de um diálogo baseado na certeza da nossa fé e na exortação constante de Jesus: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15-18).
Embora o fenômeno esteja envolto na discrição, tornando, portanto, difícil dizê-lo com certeza, pode-se afirmar a partir de diversas fontes que seriam muitíssimos os muçulmanos que abraçam a fé de Jesus Cristo.

Em 2006, entrevistado pela [televisão] Al-Jazeera, o xeque Ahmad al-Qataani deu estes números: “A cada hora, 667 muçulmanos se convertem ao cristianismo. A cada dia, 16 mil muçulmanos se convertem ao cristianismo. A cada ano, 6 milhões de muçulmanos se convertem ao cristianismo”.

Até na Arábia Saudita, berço do Islã e reduto dos dois principais lugares de culto islâmicos, haveria 120.000 muçulmanos convertidos ao cristianismo.

Os dados de 2008 indicam que os muçulmanos convertidos somavam 5 milhões no Sudão, 250 mil na Malásia, mais de 50 mil no Egito, de 25 a 40 mil no Marrocos, 50 mil no Irã, 5 mil no Iraque, 10 mil na Índia, 10 mil no Afeganistão, 15 mil no Cazaquistão e 30 mil no Uzbequistão


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* África: Cristianismo ultrapassa islamismo: 46,53% da população africana em comparação a 40,46% de muçulmanos e 11,8% dos membros de religiões tradicionais africanas.

domingo, setembro 23rd, 2012

O Cristianismo é a primeira religião da África e já ultrapassou nitidamente o Islamismo. É quanto emerge dos novos dados apresentados na conferência “Religião em um contexto globalizado”, organizado na Universidade de El Jadida, no Marrocos, pelo CESNUR (Centro de Estudos de Novas Religiões), a rede internacional de estudiosos do pluralismo religioso dirigido pelo sociólogo de Turim Massimo Introvigne.

Segundo dados da conferência – onde se expressam 70 oradores de 18 países de todos os continentes – os cristãos representam 46,53% da população africana em comparação a 40,46% de muçulmanos e 11,8% dos membros de religiões tradicionais africanas. Dos 59 países africanos, 31 têm uma maioria cristã, 21, maioria muçulmana, e 6 de religiões tradicionais. Em 1900, os cristãos na África eram 10 milhões, em 2012 chegaram a 500 milhões.

Em 1900, os africanos eram 2% dos cristãos no mundo, hoje são de 20%, nos próximos dez anos, serão o maior bloco continental dentro do cristianismo, superando a Europa e as Américas. “Estes dados são ainda muito pouco conhecidos – diz Introvigne – mas têm um grande significado histórico, cultural e político. Hoje há mais cristãos praticantes na África do que na Europa. Com o passar do tempo, isso vai mudar não só a África, mas também o cristianismo, como havia entendido João Paulo II, de quem deve ser lembrada a grande atenção à África, retomada por Bento XVI, que visitou o continente duas vezes”.

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* Símbolos religiosos. Universidade islâmica agradece ao Papa.

domingo, setembro 23rd, 2012



Vatican Insider. tradução Cepat.

Numa entrevista, o conselheiro do sheik de al-Azhar, que se ocupa do diálogo inter-religioso, Mahmoud Azab, (foto) agradeceu “a todos os que se colocam em defesa da verdade e do respeito às religiões”, enquanto falava sobre as declarações feitas pelo padre Federico Lombardi, alguns dias atrás.

Depois do ataque ao consulado dos Estados Unidos, provocado pelos protestos contra o filme blasfemo sobreMaoméLombardi, porta-voz da Santa Sé, sublinhava que “o respeito profundo das crenças, dos textos, dos grandes personagens e dos símbolos das diferentes religiões, é uma premissa essencial da convivência pacífica dos povos”.

No entanto, o diálogo entre al-Azhar e a Santa Sé (que foi interrompido depois das “intromissões inaceitáveis” do Papa, quando pediu para proteger aos cristãos coptas no Egito), como declarou um membro do Conselho de Pesquisadores do al-AzharAbdel Muti al-Bayoumi, é “uma questão independente. Nesse momento não tenho nada o que dizer a esse respeito”.

O conselho do al-Azhar também condenou o gesto de um cidadão egípcio, que queimou um Evangelho durante uma manifestação de protesto contra o filme blasfemo a respeito do profeta Maomé. “Al-Azhar pede que todos os mulçumanos respeitem a tradição do profeta Maomé nas modalidades em que expressam sua raiva. O Islã, de fato, não aceita que seja ofendida nem a Torá, nem os Evangelhos ou outros livros sagrados, e estes gestos não representam, de nenhuma forma, os mulçumanos”.

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* Paquistão: Tribunal adia decisão sobre caso de criança acusada de blasfêmia.

quarta-feira, agosto 29th, 2012

Rimsha Masih, de 11 anos, está presa há quase duas semanas

O tribunal de primeira instância de Islamabad adiou para esta quinta-feira a decisão sobre o pedido de libertação de Rimsha Masih, de 11 anos, presa no último dia 16 sob a acusação de “blasfémia”.

A agência Fides, do Vaticano, revela que o adiamento se deve a “causas processuais” e problemas quanto à formação da comissão médica encarregada de examinar a menina.

A criança, de uma igreja protestante, teria alegadamente queimado páginas de um livro com passagens do Corão.

Em causa está o artigo 295 do Código Penal paquistanês: a secção B refere-se a ofensas contra o Corão que são puníveis com prisão perpétua; a secção C refere-se a atos que enxovalham o profeta Maomé, puníveis com prisão perpétua ou com a morte.

A defesa de Masih, menina com a síndrome de Down, espera que os resultados da observação da comissão médica permitam que o juiz anule a acusação.

Um advogado católico paquistanês, contactado pela Fides, afirma que “segundo as disposições da lei, a polícia violou o procedimento e os tribunais mantiveram a jovem detida ilegalmente”.

A polícia prendeu Rimsha “sob pressão de uma centena de radicais islâmicos”, sublinha a agência de informação ligada ao Vaticano, acrescentando que cerca de 600 famílias cristãs do bairro Mehra Jafar, onde morava a família da criança, tiveram de fugir, “com medo de represálias dos extremistas”.

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* Perseguição religiosa: bairro cristão é incendiado no Egito.

terça-feira, agosto 7th, 2012

Extremistas muçulmanos incendiaram uma igreja e vários edifícios do povoado de Dashur, situado ao sul do Cairo (Egito), provocando a fuga de mais de 100 famílias cristãs, temerosas por novos ataques.

O pároco do local afirmou que a polícia só decidiu intervir quando os cristãos abandonaram suas casas e os edifícios já estavam em chamas.

Houve um confronto que resultou em 16 pessoas feridas, dentre elas 10 policiais.

Este é o primeiro caso grave de violência entre cristãos e muçulmanos no Egito, após a eleição do presidente Mohamed Morsi.

Atualmente os cristãos encontram muitas dificuldades para viver livremente a sua fé. (EPC)

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* Um muçulmano abraça a Igreja atraído pela beleza da verdade!

sexta-feira, agosto 3rd, 2012

Salvatore Cernuzio

Existem muitos muçulmanos que gostariam de renunciar ao islã para abraçar o cristianismo. Entretanto, na maioria dos casos, o medo da perseguição os impede de se converter. Mesmo assim, existem aqueles que têm a coragem de fazer essa escolha não só na intimidade do coração, mas afirmando-a publicamente no site do jornal National Catholic Register.

É o caso de Ilyas Khan, filantropo britânico, nascido de pais muçulmanos, crescido na Grã-Bretanha, banqueiro de formação, dono do clube de futebol Accrington Stanley e presidente do Leonard Cheshire Disability, a maior organização mundial de assistência às pessoas com necessidades especiais.

“A minha fé conta com a grande contribuição da educação que eu recebi até os meus 4 anos”, revela Ilyas ao entrevistador, que lhe pergunta o que o levou à fé católica. “A minha mãe estava muito doente. Quem me criou naqueles primeiros anos foi a minha avó, que era profundamente católica. Eu não tinha como não me considerar cristão”.

Dos 4 aos 17 anos, porém, Ilyas foi criado e educado como muçulmano. Ele conta: “Na faculdade, a divina providência interveio novamente. Eu fui morar na Netherhall House, que é uma casa de estudantes do Opus Dei”.

O tempo que passou naquela casa de estudantes o aproximou da espiritualidade e da fé católica. Ele mesmo afirma: “Eu não posso dizer que fui induzido à fé inconscientemente. Pelo contrário. Lá pelos 18 ou 19 anos, eu descobriu pessoas como Hans Urs von Balthasar, e comecei a ler muito os textos da biblioteca. Fiquei interessado na teologia, em Santo Agostinho e Orígenes”.

Essas leituras provocaram no jovem Ilyas um movimento interior que já então o empurrava a proclamar as próprias crenças abertamente, mas o medo de causar uma dor profunda nos pais, ainda vivos, o sufocava.

A virada decisiva, lembra Khan, foi um “grau maior de consciência de toda a minha vida e das minhas bases morais”. “O desejo de abandonar o islã era profundo, mas foi o impulso de Cristo que me levou à decisão”.

A contribuição fundamental veio da rotina de “viver a vida da Igreja” durante uma estadia em Hong Kong, aos 25 anos. A igreja chinesa de São José “foi o lugar onde eu descobri o catolicismo tradicional. Dos 25 anos em diante, eu não tive mais nenhuma dúvida: eu era católico”.

Mas houve um momento em particular que marcou indelevelmente a fé de Ilyas: uma “visão” durante uma visita à basílica de São Pedro. “Eu estava caminhando pela basílica e me lembro de ter sido ‘arrebatado’ ao ver a Pietá de Michelangelo. Me vieram mil perguntas enquanto eu olhava para aquele rosto de Maria que contempla o seu Filho. E eu disse para mim mesmo: ‘Este é Deus! Não pode não ser Deus’. Para o islã, dizer que Deus se fez homem é uma heresia. Foi ali que me caíram por terra todas as dúvidas. A beleza e a atmosfera em torno daquele espetáculo foram a grande virada”.

O testemunho de Ilyas Khan, por um lado, serve como estímulo para todos aqueles que ainda têm dúvidas ou medos quanto às próprias crenças. Por outro lado, no entranto, a conversão despertou reações negativas, traduzidas em demonstrações de ódio e em ameaças diretas de morte.

Ilyas não tem medo de expressar a sua fé nem de proclamar publicamente a sua beleza. Ele é considerado hoje, na Grã-Bretanha, como “o mais importante neo-converso ao catolicismo”.

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