Posts Tagged ‘Pedofilia’

* Diminuem cada vez mais os abusos sexuais nas dioceses dos Estados Unidos, afirma relatório.

sexta-feira, maio 17th, 2013

Vatican Insider

Estão diminuindo os “abusadores, as denúncias e as vítimas de abusos sexuais” nas dioceses dos Estados Unidos.

Em 2012 houve uma diminuição, segundo o último relatório da Georgetown University de Washington. ONational Reviwe Board da Conferência Episcopal dos Estados Unidos (Usccb) encarregou-a de recopilar os dados sobre os casos de abuso e sobre a aplicação da Carta para a Proteção de Crianças e Jovens, adotada pelos bispos em 2002, depois do escândalo que havia surgido poucos meses antes.

A maior parte dos casos está relacionada a fatos que aconteceram entre os anos 1970 e 1980, “cujos responsáveis, enquanto isso, foram destituídos ou já estão falecidos”, segundo recordou a Rádio Vaticano.

O estudo legal StoneBridge Business Partners também participou do estudo. O relatório indica que, dos 34 casos de 2012, apenas seis foram considerados com fundamento pelo tribunal, 12 foram considerados carentes de fundamento e outros 15 estão esperando maiores investigações. Apenas três das dioceses examinadas não demonstraram que haviam respeitado as diretrizes da Carta.

O relatório está dividido em duas seções. “Uma, confiada à StoneBridge Business Partners, está relacionada à confirmação da correta aplicação das disposições da Usccb”; o estudo legal “realizou averiguações diretas em 71 dioceses e eparquias, além de ter examinado a documentação apresentada por outras 118. Nem todas aceitaram submeter-se à investigação: somente a diocese de Lincoln e 5 eparquias de rito oriental”. Na introdução do relatório declara-se que o objetivo do mesmo é avaliar todas as dioceses e eparquias para poder garantir da melhor forma possível a defesa dos menores.

“A segunda parte do relatório está relacionada, ao contrário, aos dados recopilados sobre as denúncias e os gastos das dioceses com as indenizações das vítimas”. Em 2012, houve 397 denúncias, mas um enorme número referia-se a fatos anteriores a 2000, contra 313 sacerdotes ou diáconos. Este é o número mais baixo desde 2004, ano “em que começou a recopilação sistemática destes dados”.

Em 2012, “as dioceses e as ordens religiosas gastaram mais de 148 milhões de dólares entre gastos legais, gastos para assistir as vítimas e tratar os abusadores”. Além disso, foram usados cerca de 26,5 milhões de dólares “para financiar programas de proteção”.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Cardeal O’Brien deixará Escócia para cumprir penitência, diz Vaticano.

sexta-feira, maio 17th, 2013

Terra

O cardeal Keith O’Brien, que renunciou ao cargo de chefe da Igreja Católica na Escócia após admitir má conduta sexual, vai deixar o país para cumprir meses de “oração e penitência”, disse o Vaticano nesta quarta-feira.

Um breve comunicado do Vaticano não disse para onde vai viajar O’Brien, que já foi o líder católico mais importante da Grã-Bretanha, nem explicou porque ele estava deixando a Escócia.

Mas o Vaticano espera que o anúncio resolva uma questão que contribuiu para uma sensação de crise na Igreja Católica.

O cardeal renunciou ao cargo de arcebispo de St. Andrews e Edimburgo em 25 de fevereiro, depois de três padres e um ex-padre da Escócia terem se queixado de incidentes de má conduta sexual que remontam à década de 1980.

O’Brien inicialmente rejeitou as alegações publicadas em um jornal britânico e disse que estava buscando aconselhamento jurídico. Mas depois ele pediu desculpas pela má conduta.

O Vaticano disse nesta quarta-feira que sua saída foi decidida “de acordo com o Santo Padre”, sem determinar se foi uma ordem do próprio papa Francisco.

O’Brien deixará a Escócia por “vários meses, para o propósito de renovação espiritual, oração e penitência”, acrescentou o Vaticano.

Ele está deixando o país pelas mesmas razões pelas quais decidiu não participar do conclave que elegeu o papa Francisco em 13 de março, segundo o comunicado do Vaticano, sem entrar em mais detalhes.

(Reportagem de Philip Pullella)

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Sacerdote culpado de abusos no Chile foi expulso do estado clerical.

quarta-feira, maio 15th, 2013

ACI

A Arquidiocese de Santiago do Chile informou que depois do devido processo penal feito ao Padre Héctor Valdés Valdés, acusado de abusos sexuais contra dois menores de idade, o presbítero foi culpado e foi condenado à pena perpétua de demissão do estado clerical e foi, além disso, expulso do instituto religioso ao que pertencia.

Em um comunicado de imprensa divulgado pelo Departamento de Comunicações da Arquidiocese de Santiago, informa-se que em maio de 2012 a Congregação para a Doutrina da Fé encarregou ao Arcebispo de Santiago, Dom Ricardo Ezzati, instruir um processo administrativo penitenciário contra o Padre Valdés.

Logo depois de concluído o processo penal e conforme o Direito Canônico e as normas da Santa Sé sobre os delitos mais graves, o “sacerdote Valdés foi declarado culpado do delito de abusos sexuais de menores de idade contra duas vítimas, e de abuso de ministério”.

O texto precisa ademais que “com a autorização da Congregação para a Doutrina da Fé, condenou-se o Padre Valdés à pena perpétua de demissão do estado clerical e de demissão do Instituto religioso ao que pertence. Em consequência, fica retirado por toda a vida do exercício do ministério sacerdotal e da vida religiosa”.

Finalmente o texto assinala que o decreto com esta condenação tem data de 19 de abril de 2013 e se indica que o sacerdote poderá apelar da sentença no lapso de 60 dias hábeis contados a partir de 24 de abril, quando se notificou a Valdés.

A decisão da Arquidiocese de Santiago, como em outros casos similares, é consequente com a política de “tolerância zero” alentada pelo Bispo Emérito de Roma, Bento XVI, quem estabeleceu uma série de normas e procedimentos para sancionar os sacerdotes culpados de abusos sexuais.

Esta política foi reafirmada e alentada pelo Papa Francisco. No último dia 5 de abril, a Congregação para a Doutrina da Fé no Vaticano divulgou um comunicado no que se informou que “o Santo Padre recomendou em particular modo que a Congregação, continuando na linha querida por Bento XVI, atue com decisão no que diz respeito aos casos de abusos sexuais”.

Além de alentar as conferências episcopais a seguir o devido processo com os culpados de abusos, o Papa assegurou “que em sua atenção e em sua oração pelos que sofrem, as vítimas de abusos estão presentes de modo particular”.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Sobre Igreja, celibato e pedofilia.

sexta-feira, abril 19th, 2013

O art. 295, parágrafo único, inciso II, do Código de Processo Civil diz: “Considera-se inepta a petição inicial quando da narração dos fatos não decorrer logicamente a conclusão”.

Embora o texto acima transcrito seja oriundo de uma norma legal, do específico mundo do Direito, a ideia nele contida é perfeitamente aplicável à ideológica correlação que se faz entre o celibato dos padres e os crimes de pedofilia praticados por alguns deles.

Há alguns dias, Carlos Alberto Di Franco publicou no “Estado de São Paulo” um excepcional artigo intitulado “Igreja, uma megacobertura”. Do seu texto, extraem-se essas valiosas informações:

“O conhecido sociólogo italiano Massimo Introvigne mostrou que, num período de várias décadas, apenas 100 sacerdotes foram denunciados e condenados na Itália, enquanto 6 mil professores de educação física sofriam condenação pelo mesmo delito.

Na Alemanha, desde 1995, existiram 210 mil denúncias de abusos. Dessas 210 mil, 300 estavam ligadas ao clero, menos de 0,2%. Por que só nos ocupamos das 300 denúncias contra a Igreja? E as outras 209 mil denúncias? Trata-se, como já afirmei, de um escândalo seletivo.”

Linhas acima do seu trabalho, Di Franco havia afirmado:

“O exame sereno, tecnicamente responsável, mostraria, acima de qualquer possibilidade de dúvida, que o número de delitos ocorridos é muitíssimo menor entre padres católicos do que em qualquer outra comunidade.”

Em um sentido diametralmente oposto ao de Di Franco, mas também no “Estadão”, li no dia último dia 26 o curioso artigo de Arnaldo Jabor: “Teologia da libertação sexual”. Embora eu me condoa e lamente profundamente o episódio por ele narrado e no qual figura como vítima (a Igreja realmente tem de ter tolerância zero com a pedofilia, cortando na própria carne), o texto de Jabor abusa dos lugares comuns, revela leitura ligeira e compreensão superficial da teologia católica e evidencia a inépcia com que a imprensa tantas vezes tem tratado do assunto. Da narração dos fatos não decorre logicamente a conclusão. Jabor acusa a Igreja de medievalismos, só que não se deu ao cuidado de ler Santo Agostinho. Santo Agostinho é mais moderno do que a ideia que Jabor tem da Igreja. Os estudos teológicos de Arnaldo Jabor não chegaram ao século IV!

Por que o Arnaldo não propõe acabar com o celibato dos professores de educação física? Seria mais lógico. Ou, se os professores de educação física da Itália não são celibatários, por que razão vincular o celibato com a pedofilia? E na Alemanha: qual é o grupo que responde pela maior parte dos casos de denúncias de pedofilia?

Façamos um exercício de raciocínio. Dentre os padres católicos, a maior parte vive o celibato, que por sinal atravessou séculos isento dessa avalanche denuncista. Uma mínima parcela cometeu crimes de pedofilia. Esta parcela vivia o celibato? Era homossexual ou heterossexual? Pelo que se tem notícia, a maior parte dos casos de pedofilia no interior da Igreja deu-se entre pessoas do mesmo sexo.

Do nada, nada surge. Da abstinência sexual não pode surgir uma prática sexual. A prática sexual depravada só pode surgir entre os que têm vida sexual ativa, seja ela evidente ou oculta. É preciso distinguir o celibato real, verdadeiro, exercitado, do celibato aparente, simulado, fictício, irreal. Deve-se separar o celibato autêntico do falso. E a seleção dos candidatos ao sacerdócio deve ser capaz de distinguir os celibatários autênticos dos dissimulados.

O celibato mete medo, causa pavor. A castidade e a pureza dos padres e das freiras humilham-nos, desconcertam-nos. Não nos sentimos capazes de imitá-los. Estas acusam a nossa sociedade encharcada de sexo. A mesma TV que promove a impureza, hipocritamente, condena a pedofilia. O celibato é um incômodo feixe de luz atirado aos olhos de quem está no breu, cambaleando, trôpego, embriagado pelo prazer dos sentidos (gostaria de perguntar a Arnaldo Jabor se prazer e alegria são a mesma coisa). A luz em si é boa, mas incomoda a quem está nas trevas. A continência sexual em si é um bem, mas agride quem quer comer o alimento dos porcos. Quem deplora o celibato é porque se sente incapaz de vivê-lo. Julga impossível aos outros o que é impossível para si. O inepto julga os demais ineptos.

Texto de Paul Medeiros Krause, Procurador do Banco Central em Belo Horizonte.

Artigo completo na Fonte: http://revistavilanova.com/sobre-igreja-celibato-e-pedofilia/

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Para ONDE caminha a humanidade? Corte holandesa aprova Associação de Pedófilos.

sexta-feira, abril 5th, 2013

Martijn Uittenbogaard, presidente da associação Martijn

ACI

Em uma decisão controvertida, um Tribunal de recurso na Holanda aprovou a existência de uma associação de pedófilos, que, em primeira instância, havia sido dissolvido no ano passado, considerando que esta não seria “uma ameaça para a desintegração da sociedade”.

De acordo com o jornal ABC de Madri, a associação Martijn, que defende o sexo consensual entre crianças e adultos, poderá continuar suas funções, uma vez que o Tribunal de apelação de Arnhem, Leeuwarden, salientou que “o trabalho da associação é contrário à ordem pública, mas não há uma ameaça de desintegração da sociedade”.

Apelando para a “liberdade de expressão”, o Presidente da Associação Martijn Uittenbogaard, apelou a decisão de um tribunal em Assen, que ordenou a dissolução do grupo de pedófilos em junho de 2012.

Fundada em 1982, a associação Martijn, cuja sede era no distrito judicial de Arnhem, Leeuwarden, diz que ele é a favor da aceitação do sexo consentido entre adultos e crianças, mas indica que eles são contra qualquer tipo de abuso sexual.

O recurso levantado contra a associação afirmava que os antecedentes criminais de alguns membros do abuso sexual poderiam estar relacionados com a associação, mas que eles nunca haviam cometido um crime tipificado como pedofilia.

“O texto e imagens publicadas no site de Martijn são legais e nunca estimularam adultos a terem relações sexuais com crianças”, acrescenta o Tribunal que proferiu a controvertida decisão.

O Tribunal porém assinalou que a associação é contrária a certos princípios da lei dos Países Baixos, porque “banaliza os perigos do contato sexual com crianças e fala bem destes contatos”.

Por sua parte, o Presidente da associação, através de sua conta no Twitter, escreveu que “ainda existem sábios juízes, felizmente”.

No dia 21 de novembro de 2011, o Tribunal de Leeuwarden rejeitou abrir um processo contra a associação. No entanto, o ex-presidente do mesma entidade, Ad van den Berg, foi condenado em 18 de outubro de 2011 na cidade de Haarlem a três anos de prisão, por posse de fotografias, filmes e revistas de pornografia infantil.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Tribunal Constitucional do Peru é criticado por despenalizar sexo com MENORES.

quinta-feira, janeiro 10th, 2013

O Presidente da Comissão da vida  e  família do Episcopado do Peru, Dom José Antonio Eguren, (foto) criticou ao Tribunal Constitucional (TC), por avalizar as relações sexuais entre menores de 14 a 18 anos e destes com um maior de idade, abrindo inclusive as portas a uma futura despenalização da prostituição infantil.

O TC emitiu ontem uma sentença que declarou inconstitucional o inciso 3 do artigo 173 do Código Penal, que condenava de 25 a 30 anos de prisão a todo adulto que estuprasse a um menor de 14 a 18 anos idade.

“Agora o menor fica totalmente desprotegido frente a um maior de idade que, em certa situação de domínio e obviamente exercendo uma capacidade de sedução, pode terminar abusando dele, e o que é mais terrível, agora será o menor de idade o que terá que demonstrar que sofreu um abuso”, declarou o também Arcebispo de Piura e Tumbea a uma rádio local.

Dom Eguren recordou que no caso das relações consentidas entre menores de idade, estas eram reguladas pelo Código de Menores que o considerava como uma infração “e quando aconteciam esses casos nunca recebiam uma pena”.

Do mesmo modo, o Arcebispo advertiu que uma das consequências desta sentença é que no futuro queiram legalizar a prostituição de menores. “Se agora os menores de idade ‘têm o direito’ a manifestar sua vontade para ter relações sexuais, também no futuro se poderá invocar que têm o direito para ter relações sexuais pagas (…), os exploradores sexuais de menores estarão também felizes com esta sentença do TC, e obviamente todos aqueles que realizam o tráfico de pessoas”, assinalou.

Por sua parte, fontes consultadas pelo grupo ACI  explicaram que “com a despenalização das relações com adolescentes se busca abrir o mercado dos anticoncepcionais a menores de idade, o que pode ocasionar que em muitos casos, trate-se de métodos contraceptivos invasivos (por exemplo, o DIU ou injeções), sem medir os potenciais riscos para sua saúde devido à idade precoce na qual começam a utilizá-los”.

“Isto se contrapõe ao exercício da pátria potestade que exercem os pais sobre seus filhos com respeito ao dever e direito que têm de cuidar da pessoa de seus filhos”, indicaram.

Dom Eguren acrescentou que os que promovem estas medidas “falseiam muito a realidade do que acontece no Peru”.

Disse que “outra coisa que me parece incrível é a dupla moral que está tendo a sociedade peruana”, pois por um lado permite este tipo de medidas e por outro pede restringir a venda de bebidas alcoólicas a menores.

“Que tipo de adolescentes queremos? Queremos uns adolescentes que sejam arrastados pelo mundo das baixas paixões ou queremos adolescentes que tenham um domínio de si mesmos, que sejam formados em valores, no respeito aos outros, em uma valorização correta do corpo, em um exercício para o futuro de uma reta sexualidade e educados no amor ou queremos justamente o contrário?”, perguntou.

O Arcebispo advertiu que com sentenças como a do TC “estamos adoecendo a malha social, estamos adoecendo os nossos adolescentes que são o futuro da sociedade”.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Caminhamos para a pedofilia e a bestialidade?

sexta-feira, novembro 30th, 2012

Nilo Fujimoto

Chegamos ao paroxismo de maldades inauditas. Já assistimos a aprovação de um partido promotor da pedofilia na Holanda2 e o aparecimento de termos como “amor intergeneracional”3 para dar ares de legitimidade à pedofilia.

Mas, quando pensamos que já não se poderia ofender mais a Deus, surge a ponta de um novo iceberg feito de águas imundas. Leiam a notícia abaixo, que fala por si.

Quem não acredita no processo revolucionário que faz da tolerância a palavra de ordem, um talismã para alcançar a mudança das mentalidades, não percebeu nada dos verdadeiros métodos e objetivos dos inimigos de Deus e dos homens.

Há ativistas que querem que a lei proteja a bestialidade? E tudo em nome da liberdade e da tolerância.

Alemanha tenta mudar lei para proibir sexo com animais

Ativistas pró-bestialidade prometem recorrer na Justiça se proibição foraprovada: ‘Animais são mais fáceis de ser compreendidos do que mulheres’, diz defensor

BBC Brasil | 28/11/2012 11:14:27

A coalizão de partidos que governa a Alemanha está tentando aprovar modificações na legislação do país para proibir bestialidade – a prática de sexo com animais.

O comitê de agricultura do Parlamento alemão está considerando emendas que estabelecem multas de até 25 mil euros (mais de R$ 65 mil) para quem praticar bestialidade. A votação final sobre o tema acontecerá no dia 14 de dezembro no Bundestag, a câmara baixa do Parlamento alemão.

A bestialidade foi legalizada na Alemanha em 1969 para casos em que o animal não seja maltratado “de forma significativa”. Esta lei era alvo de ativistas pró-direitos dos animais.

O diretor do comitê parlamentar alemão, Hans-Michael Goldmann, disse ao jornal Tageszeitung que o objetivo da nova lei é esclarecer quais práticas não são permitidas. “Com esta proibição explícita, ficará mais fácil impor penas que melhorem a proteção aos animais”, disse ele. O projeto de lei estabelece multas para quem pratica “ações que não são da natureza das espécies”.

Alguns alemães são contrários à mudança na lei. Um grupo de ativistas chamado Engajamento Zooófilo pela Tolerância e Informação (Zeta, na sigla em alemão) diz que vai entrar na Justiça contra a nova lei, caso ela seja aprovada.

“É impensável que qualquer ato sexual com animal seja punido, mesmo sem provas de que o animal tenha sido maltratado”, disse Michael Kiok, diretor do Zeta. Para ele, os animais são capazes de expressar de diversas formas o que gostam ou não gostam. “Nós vemos animais como parceiros, e não apenas como meios para obter satisfação. Nós não os obrigamos a fazer nada. Animais são mais fáceis de ser compreendidos do que mulheres”, disse Kiok

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* ‘Foi um alívio ser desmascarado’, diz pedófilo em tratamento.

terça-feira, agosto 14th, 2012

Amanda Lourenço, Folha de São Paulo.

“Minha irmã foi chamada à delegacia quando fui detido por possuir material de pornografia infantil no computador. Foi paradoxal, porque sempre temi esse dia, mas ao mesmo tempo foi um alívio ser desmascarado.

Minha prisão foi um ‘clique. Antes, eu minimizava o caso, fingia que não era nada demais. Antes, não seria capaz de pedir ajuda.

Minha irmã tem filhas pequenas, poderia ter virado as costas para mim. Mas, felizmente, decidiu me ajudar.

Consegui uma suspensão condicional da pena por ter um bom emprego e um bom advogado. Minha irmã me encaminhou para a associação L’Ange Bleu [na França]. Seu apoio foi essencial.

Hoje, na terapia, tento não só reprimir meu desejo, mas entender por que sinto isso. O foco do tratamento é nas minhas relações sociais, nos meus bloqueios. Aos poucos, vamos descobrindo coisas reveladoras, surgem respostas.

O medo de me relacionar com adultos está desaparecendo devagar. Ainda não consigo me relacionar amorosamente com ninguém. Sou tímido com as mulheres.

As reuniões de grupo da associação também são muito úteis. Além de poder conversar com pessoas na mesma situação que eu, posso ajudar quem acabou de chegar.

Jamais pensei em abusar de uma criança, meu desejo nunca saiu da penumbra do meu apartamento. Já tive oportunidade de agir, e não fiz nada.

Apesar do tratamento, não acredito que serei curado. Espero encontrar uma pessoa bacana e viver uma vida normal de casal, mas mantendo minha fantasia escondida. Isso é bem frequente.

Condeno os agressores sexuais. Se consigo me controlar, por que não eles?”

Hugo*, 35, é francês e trabalha em uma empresa de transportes

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Seria a pedofilia um comportamento “normal”, mesmo que se provasse sua suposta origem genética?

sexta-feira, julho 13th, 2012

Chelsea Schilling

Indivíduos que estupram crianças ou que fantasiam abusar delas sexualmente merecem simpatia pelo motivo de terem nascido com cérebros de pedófilos?Essa é a questão levantada por um cientista e âncora famoso da CNN após o recente escândalo envolvendo Jerry Sandusky.

A CNN recentemente publicou uma reportagem de James Cantor , um psicólogo e cientista homossexual do Centro de Dependência e Saúde Mental da Clínica de Comportamento Sexual, que trabalha como professor associado de psiquiatria na Universidade de Toronto.“Parece que é possível nascer com um cérebro predisposto a experimentar um estímulo sexual em resposta a crianças”, escreve ele em seu artigo para a CNN.

E continua: “Casos de abuso sexual de crianças que envolvem uma longa sequência de vítimas ao longo de anos ilustram o que pode acontecer quando alguém se rende aos seus interesses sexuais, ou deliberadamente os estimula, independente do dano potencial às outras pessoas. São esses casos que dominam as manchetes e provocam repulsa com relação aos pedófilos. Mas eles são raros. Um número incontável de casos merece simpatia. A ciência sugere que eles são indivíduos que, involuntariamente, nasceram com um impulso sexual ao qual devem resistir continuamente, sem exceção, ao longo da vida toda. Pouca ou nenhuma assistência está disponível para eles”.

De acordo com a Associação Americana de Psicologia , Cantor é entusiasmado pelas bases neurológicas do comportamento sexual, e brinca, “Sinto-me sortudo de ter encontrado uma maneira de estimular meu cérebro intelectualmente permitindo-me pensar em sexo o tempo todo”. Ele estudou os cérebros de homens pedófilos por meio de ressonância magnética.

Cantor explica suas descobertas:“Homens pedófilos possuem uma quantidade consideravelmente menor de substância branca, que é o tecido conjuntivo responsável pela comunicação entre diferentes regiões do cérebro. Os pedófilos executam com desvantagem diversos testes de função cerebral, tendem a possuir estatura mais baixa e são três vezes mais propensos a serem canhotos ou ambidestros (características observáveis antes do nascimento). Embora características não biológicas possam se mostrar relevantes, é difícil, se não impossível, explicar as descobertas da pesquisa descartando um forte papel da biologia”.

Ele explica, da sua experiência com esses indivíduos, que os pedófilos agem com base nos seus impulsos sexuais e estupram crianças “quando se sentem mais desesperados”.“No entanto, boa parte do que a sociedade faz tem ajudado a aumentar em vez de reduzir esse desespero”, escreve.

Nos EUA, observa Cantor, o foco tende a cair sobre as punições exigidas depois que o abuso sexual aconteceu, em vez de se implantar políticas sociais com foco na prevenção.“Se são as conexões cerebrais que no fim das contas determinam quem irá desenvolver a pedofilia, poderíamos detectá-las cedo o suficiente para evitar o processo?” pergunta. “Até que descubramos mais informações, faremos um bem maior tornando mais fácil para os pedófilos buscarem ajuda do que forçá-los à discrição solitária”.

Enquanto isso, o âncora da CNN se intromete para expressar simpatia por Sandusky, considerado culpado de 45 das 48 acusações de abuso sexual depois de ter estuprado 10 garotos ao longo de 15 anos.Don Lemon, da CNN, um homossexual assumido que revelou que foi estuprado quando criança, entrevistou Cantor sobre as suas descobertas. No trecho, ele afirma:“Sei que muitas pessoas irão me enviar mensagens de ódio por isso. Nunca fui o tipo de pessoa que se alegra com a desgraça dos outros, e quando vi Jerry Sandusky sair algemado, senti um pouco de pena dele, mesmo que saiba que o júri havia descoberto que ele havia feito coisas terríveis, pensei: ‘A vida dele acabou’. Todos esses meninos, foi terrível para eles também. Não há vencedores”.

Enquanto isso, alguns especialistas alertam sobre campanhas bastante controversas nos últimos anos que buscam a simpatia, e até a normalização, da pedofilia.No ano passado, a Dra. Judith Reisman, que lidera uma investigação do Ministério de Justiça dos EUA sobre o abuso sexual de crianças, afirma que os defensores da pedofilia estão utilizando a mesma estratégia aplicada com sucesso para tornar o homossexualismo um assunto de sala-de-aula para crianças pequenas nas escolas públicas do país.

Conforme noticiado pelo WND, Reisman esteve em uma conferência feita pelo grupo de defesa das “pessoas que sentem atração por menores” B4U-ACT , cujo objetivo era o de disseminar “informações precisas” sobre a posição de que a pedofilia é nada mais do que uma orientação sexual alternativa.“Se um país estrangeiro viesse e fizesse isso em nosso país, todos ficariam escandalizados”, disse Reisman a respeito do evento do B4U-ACT, em que também esteve presente Matt Barber, vice-presidente do Liberty Counsel Action.

Os palestrantes pediram a remoção da pedofilia da lista de distúrbios mentais da Associação Americana de Psiquiatria no seu Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDEDM).

Reisman explica que a mesma estratégia foi utilizada pelos ativistas homossexuais na década de 1970, quando a atração pelo mesmo sexo foi removida da lista de distúrbios da Associação. Mais tarde, seguiu-se a legalização do “casamento gay”, as aulas obrigatórias sobre o homossexualismo nas escolas públicas e a política que permite o homossexualismo assumido nas forças armadas dos EUA.

“O Dr. John Sadler (Universiade do Texas) argumentou que critérios diagnósticos para distúrbios mentais não deveriam ser baseados em conceitos de vício, uma vez que tais conceitos estão sujeitos a mudanças de atitudes sociais, o que desvia os profissionais de saúde mental do seu papel como terapeutas”, disse a organização B4U-ACT em um relatório sobre sua conferência em Baltimore.

Outra celebridade foi Fred Berlin, da Universidade de Johns Hopkins, que argumenta em favor da “aceitação e da compaixão por pessoas que sentem atração por menores”, continua o relatório.O relatório se refere enfaticamente a “pessoas que sentem atração por menores” em referência aos pedófilos, e explica que as questões podem ser resolvidas com “informações precisas”.

Richard Kramer, que representou o B4U-ACT no evento, sustentou que listar a pedofilia como uma desordem estigmatiza as “vítimas” dessa escolha de estilo de vida.De acordo com Barber, os palestrantes da conferência disseram que o Manual Diagnóstico deveria “se concentrar nas necessidades” dos pedófilos e deveriam ter “um foco mínimo no controle social” em vez de um foco na “necessidade de proteger as crianças”.

Barber, defensor veemente dos valores judaico-cristãos e da família tradicional, disse ao WND que a conferência foi “a Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos [conhecida pela sigla em inglês NAMBLA] disfarçada da linguagem pomposa de Ph.Ds elitistas”.A NAMBLA defende abertamente a legalização das relações sexuais entre adultos e crianças.“Isso é um monte de relativistas morais bem-educados da comunidade de saúde mental tentando atingir a tolerância absoluta”, afirma Barber.

Barber disse que os temas da conferência se tornaram claros rapidamente:* Os pedófilos são injustamente “demonizados” na sociedade.* O conceito de “errado” não deveria ser aplicado a “pessoas que sentem atração por menores”.* “Crianças não são inerentemente incapazes de consentir” à relação sexual com um adulto.* “O desejo de uma adulto de ter relação sexual com crianças é ‘normativo’”.* E o Manual Diagnóstico “ignora que os pedófilos ‘possuem sentimentos de amor e romance por crianças’ da mesma forma que adultos heterossexuais possuem uns pelos outros”.

Barber observa que o palestrante autointitulado “ativista gay”, Jacob Breslow, afirma que é natural que as crianças sejam “o objeto da nossa atração”. Breslow sustenta que os pedófilos não deveriam precisar de consentimento de uma criança para ter relações sexuais da mesma forma que não precisam de consentimento de um sapato para calçá-lo, de acordo com Barber.Berlin havia noticiado anteriormente que 67% dos pedófilos e estupradores de crianças tinham recaídas após serem tratados do distúrbio. Mas os poucos que não tiveram recaídas foram monitorados por apenas dois anos, e qualquer reincidência depois disso não foi relatada. E Reisman observa que mesmo suas “histórias” de sucesso eram anônimas e “não verificadas de forma alguma”.

Em um comentário relaciotado feito para o WND, Reisman afirma que “O caminho da Associação Americana de Psiquiatria para normalizar a pedofilia segue o sucesso da campanha do anarquismo homossexual. Possivelmente o lobby da mídia pedófila orientou os beijos apaixonados entre meninos na série de TV ‘Glee’ para permitir que seus amigos “que sentem atração por menores” possam ser vistos cada vez mais como ‘amigos’ sexuais de meninos’.“O B4U-ACT alega estar ‘ajudando profissionais de saúde mental a aprenderem mais sobre a atração a menores e considerar os efeitos dos estereótipos, dos estigmas e do medo’. Enquanto o grupo alega querer ensinar aos pedófilos ‘como viver plenamente e se manter dentro da lei’, ninguém sugeriu como parar com seu desejo sexual por crianças ou com os abusos sexuais”, escreveu.

No entanto, em 2010, quando o Cardeal Tarcisio Bertone, secretário de estado do Vaticano, associou o homossexualismo aos abusos sexuais, Cantor rejeitou a alegação de que haveria uma ligação entre o homossexualismo e a pedofilia. “A literatura científica é solidamente clara que não há absolutamente nenhuma associação entre ser gay e ser um pedófilo”, disse à CNN.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Advogado que denunciou o papa não apresenta provas e retira o caso. Depois do escândalo midiático, a imprensa silencia diante da retirada da acusação.

quarta-feira, fevereiro 22nd, 2012

A denúncia do advogado norte-americano Jeff Anderson(foto) contra Bento XVI pretendia até mesmo que o papa fosse convocado a depor nos Estados Unidos, mas terminou com a retirada do processo por parte do próprio Anderson.

O caso “John Doe 16 contra a Santa Sé” foi apresentado em abril de 2010 e provocou grande escândalo na mídia. O papa e o Vaticano eram acusados de ter encoberto o padre Lawrence Murphy, de Wisconsin, que havia abusado sexualmente de centenas de menores entre 1950 e 1974, em uma escola para surdos em Milwaukee.

Quando os advogados da Santa Sé pediram que as provas fossem apresentadas, Jeff Anderson considerou mais prudente retirar a denúncia. No último 10 de fevereiro, ele apresentou um pedido de arquivamento da ação, que tem efeito “imediato e sem que seja necessária uma sentença da corte”, explicou o advogado da Santa Sé, Jeffry S. Lena.

O advogado da Igreja afirma que o processo pretendia que a Santa Sé e o seu líder, o papa, fossem responsabilizados por todas as ações dos quatrocentos mil sacerdotes que existem no mundo. Mesmo que a responsabilidade penal não fosse individual, esses clérigos dependem primeiramente dos próprios bispos ou superiores religiosos, e não do Vaticano

Os advogados da parte acusadora “retiraram o caso porque sabiam que iriam perder se prosseguissem”, declarou Lena à agência de notícias ACI Prensa. A mesma agência informa que, em cada processo que ganhou contra a Igreja, Anderson embolsou de 25 e 40% do montante definido nos acordos.

Jeff Anderson não é novo em casos desse tipo. Ele apresentou em sua vida profissional mais de 1.500 processos contra instituições eclesiásticas.

A Rádio Vaticano recordou o enfático anúncio que Anderson fizera, avisando que tinha informações que provavam a existência de “uma ação conjunta de nível mundial” dentro da Igreja, conectada aos abusos sexuais e dirigida diretamente pelo Vaticano.

O advogado da Santa Sé considera que a teoria da acusação foi cuidadosamente montada para levantar um escândalo midiático. “Em cima de uma teoria tão velha quanto desmentida, foi criada para os meios de comunicação uma sequência de eventos que transformou um fato gravíssimo, que é a violência sexual contra um menor, num instrumento de falsidade sobre a suposta responsabilidade da Santa Sé”.

O representante vaticano lembra ainda o empenho da Igreja na luta contra os abusos: “Foi principalmente o direito canônico, e não o civil, que instituiu a obrigação da denúncia”. E considerou que o caso “não passa de mera instrumentalização”.

“Não temos que esquecer”, completa o advogado de defesa, “que, muitos anos atrás, John Doe 16, um jovem indefeso e com necessidades especiais, foi objeto de terríveis abusos. E que Bento XVI deixou claro que cada abuso, seja em uma instituição pública ou privada, cometido por qualquer pessoa, do credo ou da afiliação religiosa que for, é um pecado e um crime.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Pedofilia: Vítima identifica “mudança de direção” da Igreja no trato da questão.

sábado, fevereiro 11th, 2012

A entrevista é de Gerard O´Connell e está publicada no sítio Vatican Insider

Marie Collins, da Irlanda, foi a única vítima de abuso de menores, por parte dos sacerdotes, que falou sobre o tema no Simposio internacional acontecido na Pontifícia Universidade Gregoriana, entre os dias 6 e 9 de fevereiro, com o apoio do Vaticano.

Abusada por um sacerdote aos 13 anos, enquanto era paciente de um hospital infantil, em Dublin, não pôde falar de sua terrível experiência até os 47 anos. Atualmente, casada e com um filho, fez campanha durante muitos anos pela proteção das crianças e justiça para os sobreviventes de abusos sexuais por parte de clérigos.

No dia 7 de fevereiro, falou diante dos bispos de 110 conferências episcopais e superiores de 30 Ordens Religiosas sobre o problema a partir da perspectiva da vítima. Depois de participar de todos os eventos do simpósio, “Rumo à Cura e à Renovação”, ao final, compartilhou suas impressões.

Eis a entrevista.

Você esteve presente durante todo o simpósio. Qual é sua impressão geral?

Vim aqui sem estar segura do quanto era sincero tudo isso, somente com a esperança de que haveria sinceridade. Depois de ouvir conversas, observado reações, escutado os bispos e de participar nas sessões, creio que há, definitivamente, uma mudança de atitude.

Os bispos disseram de forma bastante explícita o que se espera deles. Creio que haja uma mudança de direção a partir da cúpula.

Já parecia ser assim antes, mas assistindo a todos os eventos e escutado tudo, sinto que há uma mudança genuína de direção. Espero não me equivocar.

Vi esta mudança, em particular, ao escutar dom Scicluna ontem (8 de fevereiro). Scicluna não deixou dúvidas a todos os presentes e, especialmente, aos bispos e superiores das Ordens Religiosas sobre quais são as prioridades: a criança é e deve ser a prioridade. Não há espaço para segredos, para o encobrimento, nem para a proteção do acusado. Ele deixou muito claro. E, ao falar sobre a cooperação com as autoridades civis, disse que a denúncia era somente o início: a cooperação deve começar por aí. Senti-me muito animada.

Depois, após seu discurso, ouvi que havia normas no Direito Canônico que permitem que os bispos sejam penalizados, caso forem negligentes, de alguma forma, ao tratar sobre esse tema. Isso também me deu esperança porque não teria sentido introduzir essas diretrizes se, depois, não houver consequências caso um bispo as ignorar.

Definitivamente, tive a impressão de que mesmo que este simpósio não seja organizado diretamente pelo Vaticano, não obstante, ele se encontra por trás e o apoia na sua totalidade.

Então, você volta para casa com a convicção de que a Igreja tem mudado e está mudando?

Sem dúvida, volto para casa com a esperança de que há uma mudança real. Não acredito que tivemos algo assim, há alguns anos, quando recebíamos todo tipo de desculpas: que era a homossexualidade, a sociedade secular, os problemas depois do Concílio Vaticano II (que levaram a cometer todos esses abusos); todas essas desculpas, que lançavam a culpa nos outros.

Então, você pode ver evidenciado, nesse simpósio, uma mudança de atitude e de pensamento na Igreja?

Foi o que pude perceber na noite de terça-feira (7 de fevereiro), durante a vigília de penitência na Igreja, presidida pelocardeal Ouellet, prefeito da Congregação dos Bispos. No centro da celebração estava o fato fundamental de que a Igreja estava pedindo perdão pelo que fez no passado. Senti, realmente, que não estava apenas pedindo perdão pelo que fizeram os pedófilos, mas também pelo que os próprios bispos fizeram, aqueles que encobriram e protegeram os pedófilos, etc.

Senti que ver isso, nesse contexto, com o apoio do Vaticano, era importante. Muitos sobreviventes, provavelmente, não estão de acordo comigo sobre isso, porém é o que senti.

Mesmo assim, não significa que devemos esquecer o passado, só porque aparentemente estão mudando o rumo e estão começando a fazer melhor as coisas. Ao reconhecer isto, não estamos dizendo que o passado não existiu e que agora podemos esquecê-lo. Ainda é necessário que haja explicações sobre o passado, ainda tem que haver justiça para as pessoas que seguem sofrendo. Jamais diria que, por começar a existir uma nova atitude e as coisas poderem melhorar, podemos esquecer de todo o restante. Jamais!

Acredito, não obstante, que há uma mudança. E creio que se as pessoas como dom Scicluna podem continuar fazendo o que fazem, a mudança também continuará.

Se Dom Scicluna pode falar do modo como você relata, é porque sabe que está refletindo o pensamento de Bento XVI e que conta com o apoio total do Papa.

Esse é o ponto. Ele não poderia dizer as coisas que disse ontem se não contasse com o apoio do Papa, porque foi muito, mas muito claro diante dos bispos sobre as expectativas que há para o futuro e do que não pode voltar a acontecer.

Além disso, quando escutamos o cardeal Levada e os demais cardeais falarem, nesta semana, todos tivemos a sensação de que isto não é simplesmente uma fachada, não é um exercício de relações públicas. É realmente sinal de mudança.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Igreja continua reagindo para que abusos sejam superados e não repetidos.

sábado, fevereiro 11th, 2012

Como o ato final de uma reunião de cúpula de quatro dias no Vaticano sobre a crise dos abusos sexuais, um novo“Centro de Proteção à Criança”, sediado na Internet, foi apresentado na tarde desta quinta-feira, em Roma, projetado para formar padres, diáconos e outros membros da Igreja na luta contra o abuso infantil.

Fonte: National Catholic Reporter

De acordo com o diácono alemão Hubert Liebhardt
Com um orçamento de 1,6 milhão de dólares ao longo dos seus três primeiros anos, o centro irá fornecer programas online de formação e de certificação em alemão, inglês, italiano e espanhol. É um projeto conjunto da universidade jesuíta
Gregoriana, de Roma, a arquidiocese de Munique e da Universidade de Ulm, na Alemanha.

Mais informações sobre o centro podem ser encontradas aqui:elearning-childprotection.com.

O lançamento do centro fez parte da conclusão da cúpula do Vaticanoentre os dias 6 a 9 de fevereiro, intitulada Rumo à cura e á renovação.. O evento reuniu mais de 100 bispos e superiores religiosos de todo o mundo para discutir a resposta da Igreja aos escândalos de abuso do clero.

Liebhardt explicou que o currículo online será composto por cerca de 30 horas de formação, com tópicos que vão desde a detecção de sinais de alerta de abuso aos requerimentos para a denúncia em diversos países. Além de exames e de outras formas de avaliação, os empregados da Igreja que concluírem a formação receberão um certificado da Gregoriana.

No lançamento desta quinta-feira, o
cardealReinhart Marx (foto), de Munique, que contribuiu com parte do financiamento para a cúpula desta semana, disse que o impulso surgiu a partir da massiva crise de abusos sexuais que abalou a Igreja Católica na Alemanha em 2010.

“2010 foi o pior e mais amargo ano da minha vida”, disse Marx. “A percepção da extensão dos abusos sexuais e dos maus-tratos às crianças na Igreja chocou profundamente muitas pessoas no mundo, e isso me chocou”.

A partir dessa experiência, Marx concluiu que a crise é “uma oportunidade para a renovação”, e esse centro é “uma parte dessa renovação, do caminho pelo qual a Igreja deve seguir no futuro”.

“Esta hora histórica”, disse Marx, “está praticamente nos forçando a tomar uma atitude de humildade e de ação simultâneas”.

Com relação a essa ampla renovação, Marx a definiu em termos de “recuperar a autenticidade e a credibilidade”. “Não devemos permitir que a aparência e a realidade desmoronem”, disse Marx. “Nossas palavras e nossas ações devem caminhar de mãos dadas”.

“O núcleo de tudo isso não é a sobrevivência da Igreja, nem a sua importância externa, ou a sua influência política”, afirmou. “É saber se ela cumpre a sua missão de mostrar às pessoas o caminho para Deus”.

Marx observou que a Igreja Católica tem uma reputação de ser fortemente pró-vida, e assim é como deve ser, disse. No entanto, o lançamento do Centro de Proteção à Criança, disse Marx, é um lembrete de que o compromisso da Igreja com a vida deve ser abrangente.

“Toda a vida precisa de educação, proteção e amor”, disse.

Marx disse que uma coisa parece estar clara como resultado não só da sua experiência na Alemanha, mas também das discussões do simpósio desta semana: “O trabalho de lidar com a crise dos abusos está longe do fim”, comentou.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Para pede “profunda renovação da Igreja” em congresso de reflexão sobre pedofilia na Igreja.

segunda-feira, fevereiro 6th, 2012

O padre alemão Hans Zollner preside a conferência contra a pedofilia do Vaticano (AFP, Andreas Solaro)

Terra

O Papa Bento XVI defendeu “uma profunda renovação da Igreja” nesta segunda-feira, em Roma, na abertura de um simpósio sem precedentes organizado pela hierarquia católica para combater a pedofilia. “Aliviar as vítimas deve ser um fato da mais alta importância para a comunidade cristã e deve caminhar par a par com uma profunda renovação da Igreja em todos os níveis”, afirmou Bento XVI, na abertura desta conferência, destinada a evitar a repetição de escândalos que abalaram profundamente a religião católica nos últimos anos.

Segundo a declaração, o Papa “apoia e encoraja cada esforço para responder com a caridade evangélica o desafio de proteger crianças e adultos vulneráveis, num meio favorável a seu crescimento humano e espiritual.” Participam do encontro delegados de 110 conferências episcopais e superiores de 33 ordens religiosas.

Cerca de dez anos após a explosão do escândalo de abusos nos Estados Unidos, seguido de revelações em cadeia, da Europa à Austrália, os participantes devem debater, em grande parte, a portas fechadas o tema “Em direção à cura e à renovação”. Sobre as críticas feitas à Igreja, no passado, de proteger os culpados, sem ouvir os jovens feridos, os participantes receberam a recomendação de conversar particularmente com as vítimas, antes de viajar a Roma.

“É uma responsabilidade maior poder olhar esta praga na Igreja com atenção”, declarou nesta segunda-feira na Rádio Vaticano o reitor da Universidade Gregoriana, onde está sendo realizado o simpósio, o bispo francês François-Xavier Dumortier. Este colóquio não visa a “um efeito de visibilidade”, disse ele, em resposta aos que veem nele uma campanha de relações públicas.

Uma vítima convidada ao colóquio, Mary Collins, explicou que via nisso uma “alteração” positiva, um “passo no bom caminho”. Para ela – irlandesa violada aos 13 anos por um padre num hospital de Dublin – o “simpósio parece marcar uma mudança de época, de atitude da Igreja. Um acontecimento extremamente importante para todos, para a Igreja, para os sobreviventes dos abusos e para o futuro. (…) Espero que haja um reconhecimento (por parte dos bispos) que muitas coisas funcionaram mal no passado”.

Para o jesuíta e psicoterapeuta Hans Zollner, organizador do simpósio, a Igreja entende que deve “assumir a responsabilidade pelo mal cometido“. As respostas das vítimas foram diversas: para algumas, “houve muitos feridos, este capítulo da Igreja está fechado”. Outras “desejam ajudar para que estes fatos não se repitam mais”, observou ele à Rádio Vaticano.

Quarenta relatores vão falar sobre todas as dimensões do problema, da influência da pornografia na internet à formação dos sacerdotes. Também vão prestar depoimentos os bispos “que agiram com coragem na defesa das vítimas” nas Filipinas, nos Estados Unidos, México, no Brasil, na Alemanha e na África do Sul, segundo os organizadores.

Uma das dificuldades é, devido às diferenças culturais, contribuir para conscientizar as Igrejas da Ásia e da África sobre a dimensão do problema em suas sociedades. Outras instituições e comunidades devem, também, levar em consideração a extensão dos abusos em suas Casas, para que a Igreja possa mesmo “tornar-se líder na proteção dos menores”, segundo o padre Zollner.

O presidente da Congregação dos Bispos, o canadense Marc Ouellet, presidirá nesta terça-feira, na Igreja de Santa Ignácia uma vigília penitencial, onde os responsáveis da Igreja “vão pedir perdão” às milhares de vítimas. Em relação a medidas concretas, um centro de informação pela internet, amplamente financiado por instituições católicas alemãs, será lançado, para permitir a todos os religiosos do mundo familiarizar-se com as melhores práticas. Haverá ligações com Gana, Quênia, Argentina, Equador, Índia, Indonésia, Alemanha e Itália.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Igreja aprofunda resposta a abusos sexuais em simpósio mundial em Roma. Pedofilia nunca mais!

segunda-feira, janeiro 30th, 2012

Representantes de 110 conferências episcopais e 30 ordens religiosas vão reunir-se em Roma, de 6 a 9 de fevereiro, para um simpósio sobre os casos de abusos sexuais na Igreja, noticiou o Vaticano.

A iniciativa é organizada pela Universidade Pontifícia Gregoriana, de Roma, e conta com o apoio da Santa Sé, em particular da Congregação da Doutrina da Fé (CDF), que em 2011 solicitou aos episcopados católicos de todo o mundo a elaboração de diretivas próprias para tratar os casos de abusos sexuais, a serem entregues até o final de Maio

A indicação foi deixada ‘Carta circular’, na qual, entre outros assuntos, se sublinha a importância de cooperar com as “autoridades civis” e a “atenção prioritária às vítimas”.

“Se bem que as relações com as autoridades civis sejam diferentes nos diversos países, é contudo importante cooperar com elas no âmbito das respetivas competências”, indica o documento em particular seguindo “as prescrições das leis civis no que toca a remeter os crimes às autoridades competentes”.

As diretivas da Conferência Episcopal Portuguesa sobre esta matéria estão em fase de discussão e elaboração, referiu à Agência ECCLESIA o secretário do organismo, padre Manuel Morujão.

Segundo a organização do simpósio (www.thr.unigre.it), o evento “vai desempenhar um papel significativo para permitir que os bispos e os superiores maiores religiosos avancem rumo à formulação de uma resposta mundial coerente”.

O portal de notícias do Vaticano apresenta a iniciativa como “uma ocasião para trocar informações sobre os recursos disponíveis a nível global para reagir ao fenómeno [dos abusos sexuais] na Igreja e na sociedade”.

Os trabalhos, que têm como tema ‘Rumo à cura e à renovação’, vão ser inaugurados pelo cardeal William Levada, prefeito da CDF.

Após o simpósio, refere a organização, vai ser lançado um centro de “ensino à distância” destinado à “proteção das crianças”, englobando várias instituições, que estará operacional nos próximos três anos e terá sede em Munique, Alemanha.

No decorrer dos três dias de encontro e reflexão haverá intervenções de especialistas em psicologia, direito canónico, teologia e pastoral da Igreja Católica, bem como um testemunho de uma vítima de abusos que “falará aos delegados sobre a necessidade de escutar as vítimas e das mudanças necessárias para enfrentar melhor o problema”.

As informações e reações da Igreja Católica em relação aos casos de abusos sexuais de menores por parte de membros do clero são atualizadas desde março de 2010 num espaço próprio do site do Vaticano na Internet.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo

* Grécia causa revolta ao colocar pedofilia na lista de “deficiências físicas”

domingo, janeiro 22nd, 2012


A Associated Press noticiou que o governo grego expandiu sua lista de “deficiências físicas” oficialmente reconhecidas para incluir os pedófilos (e também os que gostam de exibir os órgãos sexuais, os cleptomaníacos e os piromaníacos [indivíduos que têm impulso doentio de provocar incêndios]).

Isso significa que os pedófilos na Grécia estão agora em condições de receber salários por deficiência física totalmente pagos pelo governo. Eles vão receber não apesar da pedofilia, mas por causa dela.

Presumo que a classificação de “deficiência física” tenha origem nas iniciativas que identificam a pedofilia como doença mental. Mas nem toda “doença” é uma “deficiência física”. A Wikipédia oferece várias definições de “deficiência física”, mas um conceito central é a existência de uma “restrição na capacidade de realizar uma atividade normal da vida diária”. Os pedófilos não têm uma “restrição na capacidade de realizar uma atividade normal”. Eles têm uma inclinação de realizar uma atividade anormal. Isso não é deficiência física.

Remover a pedofilia da esfera da condenação moral e colocá-la na esfera da saúde mental é um passo a mais para normalizá-la. Alguns defensores da pedofilia, como aqueles que participaram de uma conferência de Baltimore no ano passado, gostariam de ir muito mais longe, removendo a pedofilia totalmente da lista de desordens mentais.

Agora a Grécia esta a beira de efetivamente financiá-la.Levada ao extremo, a atitude do governo grego corre o risco de criar um incentivo realmente pervertido — para que indivíduos saudáveis se tornem (ou finjam ser) pedófilos meramente para obter os pagamentos de assistência do governo.Felizmente, os que defendem os deficientes físicos na Grécia estão condenando a atitude governamental como “incompreensível”.

Yannis Vardakastanis, que é cega, disse: “Não é realmente certo dar aos predadores sexuais uma proporção de 20 a 30 por cento, e só 10 por cento aos diabéticos”.Considerando a crise econômica que vem confrontando a Grécia em anos recentes, é de assustar que eles chegariam ao ponto de considerar dar pagamentos para pedófilos.

Imprimir | Favoritos |Compartilhar
  • Print this article!
  • Google
  • Live
  • YahooMyWeb
  • Favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • Facebook
  • MySpace
  • Rec6
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Technorati
  • Yahoo! Buzz
  • TwitThis
  • Enviar artigo para amigo
A Igreja não é autora da verdade humana, sujeita às revisões de cada tempo, mas depositária da VERDADE revelada por Deus, em Cristo Jesus.
  Assine o RSS
_______________________
Comentários
  • •As orações que o Papa Francisco fez assemelham às orações que os fiéis fazem nas paróquias e comunidades ou orações que os pais fazem pelos filhos, como um sinal de amor e...
    em * Vaticano desmente suposto
  • •Boa tarde, Tenho 36 anos e já sofri um aborto espontâneo, hoje para glória de Deus e de Nossa Senhora estou grávida de 8 semanas, quando eu estava com 5 semanas de gestação...
    em * Aconteceu comigo o milagre que
  • •muito bom o blog, parabéns!...
    em * Número de católicos no mundo
  • •Digno de aplausos....
    em * Polêmico “Kit Gay”
  • •MEU DEUS QUE TANTA MALDADE QUE OCORRE NA CONSCIÊNCIA QUE FAZEM TIPO DE ATO, NÃO DEUS NO CORAÇÃO POR FATO DE NÃO ACREDITAR E AINDA O PIOR SER CONDUZIDO POR ESSAS ONDAS DA...
    em * Satanistas Profanam e roubam
  • •Graças ao Senhor. Amém, o Senhor seja louvado!...
    em * Como deixei de ser protestante e
  • •"A quem iremos recorrer?" !!!...
    em * Senador da República REAGE a
  • •Blasfemia, aborto. Ô serpente perseguidora,derrotada, desesperada. Somente Tu Senhor, tens palavra de vida eterna....
    em * Espanha: Socialistas usam imagem
  • •CARÍSSIMA MONALISA, As crianças dos abrigos seriam "penalizadas" pela segunda vez ao não terem direito a um pai e a uma mãe. Caso pudessem escolher, sem dúvida...
    em * Comunicado da “Federação
  • •mas sera que muitas crianças nao preferem ser adotadas por casais gays do que continuarem em abrigos?...
    em * Comunicado da “Federação
  • •Obrigada pela presteza,Carmadélio.Para quem entende de ciências é sempre bom analisar as pesquisas em si e o modo como os dados foram obtidos e estatisticamente tratados.Talvez...
    em * França e Nova Zelândia aprovam o
  • •Fui "little monster" por 4 anos, sempre amei ela, só que eu não posso ser morno, ela já fez a primeira comunhão, era católica, não sei o pq dela virar isto, como eu conheço...
    em * Você é cristão e curte Lady
  • •O que tem que ser feito é o seguinte: O casamento civil é um contrato que pode ser desfeito no outro dia enquanto o sacramento do matrimônio é eterno, pois o que Deus uniu o...
    em * Mais uma tentativa de impor o
  • •Neste artigo dá para entender bem a diferença: http://www.deuslovult.org/2013/05/02/pedofilos-nao-sao-excomungados-mas-eu-fui/...
    em * Sacerdote culpado de abusos no
  • •Qual é a diferença entre EXCOMUNHÃO, e expulsão do estado clerical???? Gostaria que alguem me explicasse isso....
    em * Sacerdote culpado de abusos no
Categorias
Artigos – Dia a dia
maio 2013
D S T Q Q S S
« abr    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031