Posts Tagged ‘Testemunho’

* Ser católico hoje. Fala-nos escritor e jornalista Vittorio Messori.

quinta-feira, março 11th, 2010

Crente e ao mesmo tempo inconformista, o escritor e jornalista católico Vittorio Messori casou-se com o Evangelho porque, simplesmente, era inevitável. Ele mesmo explicou isso no dia 26 de fevereiro, em um encontro em Roma promovido pela Libreria Editrice Vaticana.

Apresentando a nova edição da obra Cose della vita, último dos quatro volumes da casa editorial – junto a Pensare la storiaLa sfida della fedeEmporio Cattolico –, Messori relatou as razões de sua fé, apesar de todo peso que a razão teve em sua formação.

Nascido em Sassuolo, e licenciado em Turim com Alessandro Galante Garrone (“que não me perdoou ter-me tornado católico”), pupilo de Norberto Bobbio (“grande nome do laicismo puro”), após a descoberta da fé nos anos universitários, Messori dedicou sua atividade literária à busca da verdade do Evangelho.

Com mais de um milhão de exemplares vendidos na Itália, o primeiro de seus livros, Hipóteses sobre Jesus, foi traduzido a dezenas de idiomas e ainda hoje é reeditado. Muitos outros best seller internacionais vieram com o tempo.

Um dos fatores do êxito editorial de Messori é devido a sua capacidade de captar as dúvidas e as perguntas de muitos católicos e também de muitos ateus. “O ateu é um crente – explica –, faz todo o possível para demonstrar que Deus não existe”. O ateu “sempre corre o risco da conversão”, enquanto que ele, nos tempos de agnosticismo, não tinha nada “contra” a religião. “Era uma subcultura da qual não me ocupava”.

De formação anticlerical, “à maneira emiliana” (da Emilia Romagna, região italiana), a primeira pessoa a quem Messori, em 1976, teve de explicar sua “iluminação” foi sua mãe. Muitos se surpreendiam do Messori religioso. “Não me convinha ser católico. Tratava-se de começar do zero. Foi algo a que tentei resistir, mas, já se sabe, o homem propõe e Deus dispõe. Assim, rendi-me à evidência”.

Messori estava tão longe das coisas sagradas que “para buscar a paróquia à qual pertencia minha casa tive de recorrer às páginas amarelas”. Desde então, abriu-se o caminho até se converter em incômodo, em politicamente incorreto. Um episódio para todos: “na metade dos anos 70, lançar um livro como o meu significava no máximo terminar na estante secundária das Paulinas. Nos mostradores principais estavam o manual do bom sindicalista e o Jesus revolucionário”.

Ninguém se perguntava sobre as origens da fé. Ao contrário, o debate voltava-se sobre suas consequências e, portanto, perguntava-se como enfrentar os problemas econômicos à luz do Evangelho. Como apologeta, Messori pretendeu em contrapartida explicar os motivos de crer. “A apologética é um dom de Deus, como a razão, da qual não há que renegar. No fundo, o último passo da razão está precisamente em compreender que muitas coisas a superam”.

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* Nicolae, o intelectual que Jesus venceu na prisão.

sábado, março 6th, 2010

Nicolae Steinhardt (1912 – 1989)

Nicu Aurelian Steinhardt, filho de mãe romena e pai judeu, nasceu na Romênia em 29 de julho de 1912. Pelo lado materno, Nicolae era parente do psicanalista austríaco Sigmund Freud, a quem costumava visitar em sua juventude.

Formado em Direito, freqüentou também o curso de Letras na Universidade de Bucareste. Estreou cedo no universo literário e conviveu com a elite da intelectualidade romena, depois exilada na França, como Constantin Noica (cujas preocupações abrangeram todos os campos da filosofia), Emil Cioran (filósofo e literato angustiado pela vida: “Seria a existência o nosso exílio e o vazio a nossa pátria?” Para ele, a existência da música de Bach era a única prova de que a criação não fora obra do acaso), Eugène Ionesco (o maior dramaturgo do Teatro do Absurdo; suas peças teatrais retratam de uma forma tangível a solidão do ser humano e a insignificância da sua existência), Mircea Eliade (um dos mais importantes e influentes historiadores e filósofos das religões do século XX), enfim, o que a Romênia melhor produziu no século XX no campo do pensamento.

O regime comunista instaurado em 1947 com a abolição da monarquia, cujas bases eram uma ditadura que vigiava e ouvia a tudo e a todos, não o privou da liberdade de pensar.

Seu caráter se manifestou claramente em 1960 quando, interrogado pela polícia ideológica do regime comunista romeno, recusou-se a colaborar como testemunha de acusação no processo movido contra um grupo de intelectuais, entre eles seu melhor amigo, o filósofo Constantin Noica.

Sua recusa lhe custou a condenação a doze anos de trabalhos forçados, dos quais cumpriu quatro nos cárceres comunistas de Jilava, Gherla e Auid..

Jesus  liberta Nicolae das falsas certezas

Há mais tempo, Nicolae repensava sua vida e suas convicções. Tocava-o profundamente a espiritualidade ortodoxa, o heroísmo dos cristãos. Não recebera educação religiosa na família, fora criado num ambiente hostil à fé, mas Deus não se fez de rogado e o perseguiu do mesmo modo que perseguiu a Agostinho: passo a passo, convicção a convicção, Deus foi demolindo suas falsas certezas.

Como Santo Agostinho, Nicolae chegou à confissão cristã do abrir-se totalmente diante d’Aquele que tudo sabe para que possamos saber ainda mais acerca de nós mesmos pois, conhecendo a Deus nos conhecemos. Mergulhava na rica espiritualidade cristã ortodoxa.

E assim, escolhendo o nome de Nicolae Steinhardt encontrou a felicidade da fé cristã. Para ele, a prisão foi a grande graça de Jesus. Foi batizado no cárcere em 15 de março de 1960 pelo companheiro de condenação Mina Dobzeu, conhecido teólogo e eremita da Bessarábia que ainda vive. Invocou o Espírito Santo para que santificasse a água poluída que, desse modo, tornou-se água da Vida, e depois foi três vezes derramada sobre sua cabeça: Servo de Deus Nicolae, eu te batizo em nome do Pai. Amém. Em nome do Filho. Amém. Em nome do Espírito Santo. Amém.

Uma celebração luminosa realizada numa cela fétida e nas condições mais precárias. Pela graça, Nicolau era agora verdadeiro filho de Deus. As trevas da prisão cederam posto à luz da liberdade interior.

Chegara à conclusão de que a principal condição para ser cristão é a coragem e que a pessoa, entregando-se a Nosso Senhor Jesus Cristo, é capaz de transcender o tempo e o sofrimento, chamando de felizes, interiormente, os momentos mais cruéis a que foi submetido em sua vida.

Ele mesmo descreve o estado de inaudita felicidade e liberdade que dele tomou conta: Entrei cego na prisão (com vagos fulgores de luz, não acerca da realidade, mas interiores, fulgores autógenos de trevas, que fendem a escuridão sem dispersá-la) e saio com os olhos abertos; entrei mimado, luxento, saio curado de caprichos, afetações, presunções; entrei insatisfeito, saio conhecendo a felicidade; entrei nervoso, impaciente, ultra-sensível a bobagens, saio sereno; o sol e a vida diziam-me pouco, agora sei apreciar o menor pedacinho de pão; saio admirando mais do que tudo a coragem, a dignidade, a honra, o heroísmo; saio reconciliado: com aqueles com quem errei, com os meus amigos e inimigos…”.

Libertado em 1964, continuou sua atividade literária e amadureceu sempre mais a fé cristã. Destacou-se na intelectualidade romena por notável e fecunda atividade de tradutor, editor e crítico literário.

No mosteiro, Nicolae recebe a liberdade e felicidade totais

Mas, Cristo não o deixava em paz: queria oferecer-lhe muito mais, uma maior liberdade e felicidade. E assim, Nicolae descobriu seu caminho: a vida monástica. Em 1980 foi aceito como monge no Mosteiro de Rohia. Trabalhava como bibliotecário e ao mesmo tempo se dedicava à escrita.

Ordenado padre, sua fama como conselheiro e confessor aumentava, atraindo semanalmente dezenas de visitantes a Rohia, para raiva da polícia secreta comunista.

Narra seu processo de amadurecimento na fé e conversão no livro “Diário da Felicidade” (publicado pela É Realizações – 554 páginas -, traduzido por Elpídio Mário Dantas Fonseca): Nicolae Steinhardt queria que essa obra fosse suas “Confissões”, como Agostinho fizera as suas. Era seu modo de testemunhar a gratidão a Jesus que o encontrara e lhe dera o dom da felicidade.

Antes de morrer em testamento verbal falou a seu amigo Virgil Ciomoş a respeito do Diário da Felicidade: “Sabe, meu caro, faço enorme questão que este Diário apareça. Sem este testemunho público, eu me sentiria culpado diante de Jesus. … Dize a todos que tive fé, de todo o meu coração, em Jesus Cristo, nosso Salvador. Cristo é um grande poder, irmão Virgil, uma grande alegria e uma felicidade ainda maior. A única coisa que ele deseja para nós é fazer-nos felizes. Houve um instante em que se apiedou também de mim – o inútil – e me tomou para dizer-me que me perdoara”.

Concluindo uma vida que perpassou o pensamento e os pensadores do século XX, Cristo o chamou aos 77 anos para que mergulhasse na Luz transfigurada, em 30 de março de 1989.

Em 21 de dezembro daquele ano ruiu o regime comunista e os romenos passaram a respirar liberdade civil e religiosa.

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* Banda Korn: Mais um integrante da banda se converte ao Cristianismo.

sexta-feira, março 5th, 2010

O baixista do Korn, Reginald Arvizu´s, mais conhecido como Fieldy, publicou um livro intitulado “Got the Life: My Journey of Addiction, Faith, Recovery and Korn”, que contém cartas que Fieldy escreveu para os demais integrantes da banda para se desculpar por seu comportamento no passado.

O livro conta detalhes dos problemas do baixista com drogas e álcool durante todos os anos de banda e conta também, como ter se tornado cristão o ajudou a enfrentar todos os seus vícios.

Fieldy deu uma cópia de seu livro para o vocalista Jonathan Davis e o guitarrista James “Munky” Shaffer, porém ainda não recebeu um retorno de ambos com suas respectivas opiniões.

Ele é o segundo membro do Korn a se converter ao cristianismo, o primeiro foi o guitarrista Brian “Head” Welch que optou por deixar a banda e se dedicar a sua nova vida.

Segundo o músico, sua opção por ficar longe das drogas e adotar uma religião não tem relação com o KORN. “Não vou sair e simplesmente largar algo. Continuo sendo a mesma pessoa, então não sei se alguém quer me criticar. Ainda sou eu. Fiz algumas mudanças, não saí por aí falando para todo mundo que estava pronto para essas mudanças, continuei sendo eu”, afirma o baixista.

Fonte: Whiplash

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* Coréia do Sul: Testemunho de um missionário Católico.

sábado, fevereiro 6th, 2010

 Pe. Álvaro, pároco e fiéis da paroquia de Wasudong

A Igreja Católica da Coreia do Sul é tipicamente diocesana, caracterizada pela abundância de vocações e o crescente número de novas paróquias.

Quanto à percentagem de católicos, está já nos 10%, ou seja, um entre 5 coreanos é católico. Em várias dioceses, incluindo a nossa de Incheon, são muitas as paróquias com dois sacerdotes para um número de fiéis que não ultrapassa os 3 mil. Em Seul há paróquias com 3 sacerdotes para cerca de 8 mil fiéis.

No passado dia 12 de Janeiro deste ano, o bispo de Incheon ordenou 29 novos sacerdotes, dos quais só cindo são religiosos, e 19 diáconos (dois deles religiosos).

A vida religiosa e missionária é ainda muito desconhecida pela maior parte dos fiéis coreanos; ao mesmo tempo, restam poucos dos muitos missionários que há 50 e 60 anos atrás trabalharam arduamente nesta nação. Ao mesmo tempo, apesar do número de missionários que trabalham no estrangeiro ter aumentado nestes últimos anos, a vertente missionária da Igreja sul-coreana é ainda muito “pobre”.

Basta notar que os missionários protestantes são mais de 11 mil, contra os cerca de 680 católicos.

É neste contexto que a nossa presença missionária se insere e justifica. Os Missionários da Consolata chegaram aqui a 29 de Janeiro de 1988. São três as áreas da nossa actividade: animação missionária e vocacional, diálogo inter-religioso e trabalho com os mais pobres (actualmente, temos uma comunidade dedicada à assistência dos emigrantes ilegais).

Um dos elementos fundamentais da nossa actividade missionária é a revista “Consolata”, da qual sou editor. Nasceu em Abril de 1995, com o objectivo de trazer a missão universal da Igreja e do nosso Instituto ao coração e interesse dos sul-coreanos. No verão de 1998, um ano e meio após a minha chegada à Coreia, foi-me atribuída a direcção da revista. Como tal, contamos com a colaboração de tradutores, sem os quais seria impossível elaborá-la.

A revista apresenta um leque variado de temas, que vão desde a apresentação de países onde a Igreja está presente até várias experiências de missionários, passando por assuntos de carácter ético e sociocultural à apresentação do nosso carisma. Temos também um boletim, dado que a revista é bimensal; do trabalho editorial fazem também parte o calendário missionário e o livro de meditações para a Quaresma.

A partir deste ano temos também a colaboração dos nossos primeiros missionários da Consolata coreanos, ordenados a 8 de Outubro de 2009. O Pe. Martinho está em Espanha, enquanto que o Pe. Pedro foi destinado ao Brasil.

Sou também o responsável pela angariação de novos benfeitores e assinantes da revista. Exerço também o meu sacerdócio através da colaboração numa paróquia aos domingos, na paróquia internacional com a missa em português para a comunidade brasileira, numa outra paróquia com a missa em inglês e em três comunidades religiosas. Mas é com a revista que ocupo a maior parte do meu tempo. Esta oferece-me, por um lado, a possibilidade de comunicar e partilhar a missão com os nossos benfeitores e, por outro, o de aprender mais sobre a missão, através do exemplo de outros missionários e do contacto com os amigos coreanos que ao longo destes 13 anos Deus me foi oferecendo. É de salientar o interesse e amor com que os nossos benfeitores sempre nos apoiaram.

Destaco a “campanha missionária” que lhes apresentamos uma ou duas vezes por ano na revista: com eles apoiamos projectos vários do nosso Instituto, desde a África à América Latina, passando pela Mongólia.

Não me canso de agradecer a Deus pelo dom da missão na Coreia, um desafio mais fascinante que difícil.

Pe. Álvaro Pacheco, IMC

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* Testemunho de uma católica na Luterana Suécia.

segunda-feira, fevereiro 1st, 2010
Sandra Paulsen

A gente está tão acostumada, no Brasil, a pensar a vida em termos católicos, que nem pensa nas diferenças entre religiões. Mesmo aqueles que professam outras religiões, estão “acostumados” à vida em um país ainda de maioria católica.

Agora vire tudo de cabeça para baixo! Pois é, a Suécia é um país luterano, se é que se pode dizer isso de uma sociedade tão secularizada. Mas as tradições, os costumes, são protestantes. O que quer dizer que eu sou parte de uma minoria!

Somos cerca de 85.000 fiéis no país todo (compare com os 7 milhões de luteranos), freqüentando 42 paróquias. Temos um bispo. Isto mesmo, unzinho!

Imagino que, dado o pequeno número de fiéis, não deve haver razão para o Papa nomear mais bispos.
O fato é que toda a Suécia é uma só diocese, e isto a partir de 1953! Antes, a partir de 1783, estamos falando apenas de um Vicariato Apostólico, com um vigário, e não um bispo, como líder.

Nosso bispo, Anders Arborelius, é o primeiro bispo sueco na Suécia! Os onze anteriores vinham de outros países, e só os últimos cinco residiam em Estocolmo.
Outra das curiosidades do ser católico aqui é que a participação na igreja é oficial, ou seja, requer uma inscrição individual e formal.

Individual, porque a liberdade de culto na Suécia exige que cada um possa optar por ter ou não uma religião. Ou seja, em princípio, é ilegal “forçar” a adoção de uma religião pelas crianças. A educação religiosa é praticamente proibida nas escolas e, para muitos, batizar os filhos numa igreja é um desrespeito à liberdade da criança. Assim, não há famílias católicas, mas indivíduos católicos…

Formal, porque inscrever-se em uma paróquia implica aceitar o pagamento mensal do dízimo. A inscrição na Igreja Católica local significa que, mensalmente, 1% da sua renda bruta será automaticamente descontado pelas autoridades fiscais, da mesma forma que se coleta o imposto de renda, e destinado à Igreja. Funciona da mesma forma para os inscritos na Igreja Sueca. Só assim, em princípio, uma pessoa tem direito a receber os sacramentos.

Essa foi das coisas mais difíceis para mim. Acostumada à nossa informalidade e a participar da coleta nas missas, ou de contribuir voluntariamente para a Igreja de acordo com minha consciência, o desconto do dízimo no salário foi uma surpresa agora já digerida.

Ocorre que a solidariedade cristã exige a contribuição de todos. Custa caro realizar uma missa aqui, principalmente durante o inverno com a necessidade de aquecimento! E estes custos têm que ser cobertos de alguma forma. Assim, o princípio é que, em benefício dos serviços prestados e das obras da Igreja, todo mundo deve contribuir.

As missas são realizadas em várias línguas e muitos preferem as rezadas em polonês, espanhol, inglês, ou algum outro idioma de origem.

Recentemente, tem-se observado um crescente número de conversões entre os suecos. Muitos se convertem ao islamismo, mas a cada ano são 100 os que se convertem ao catolicismo. É interessante descobrir “novos católicos” entre autoridades e pessoas famosas. O atual Ministro do Meio Ambiente, por exemplo, é católico!

Segundo um recente artigo de jornal, o que leva os suecos a mudarem ou adotarem uma religião é, quase sempre, o amor, o encontro com uma pessoa que professa outra crença. Mas alguns reconhecem que a Igreja Sueca vem perdendo a força e que outras religiões atraem ao oferecer uma imagem mais forte da presença divina.

Parece que, modernos ou não, secularizados ou não, nós seres humanos buscamos sempre algo mais. E alguns, principalmente quando desprovidos da família e dos amigos, da cultura, do clima e das paisagens do país de origem, encontramos consolo no Pai Nosso, mesmo quando rezado em outro idioma…

***

Sandra Paulsen,casada, mãe de dois filhos, é baiana de Itabuna. Fez mestrado em Economia na UnB. Morou em Santiago do Chile nos anos 90. Vive há oito anos em Estocolmo, onde concluiu doutorado em Economia Ambiental.
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* Testemunho de uma conversão, através de Maria, à Igreja Católica.

terça-feira, janeiro 26th, 2010

Em síntese: Susan, filha do ex-pastor Francisco Almeida Araújo, narra como se converteu ao Catolicismo após um sinal portentoso atribuído à Virgem Santíssima. Desejava um “Marron glacê”, … e este lhe foi obtido pela Mãe do céu, que ela invocara. Daí o nome de “Menina do Marron Glacê”.

“Se é bom conservar escondido o segredo do rei, é coisa louvável revelar e publicar as obras de Deus”. Tobias 12,7 –

***

Oi, tudo bem? Meu nome é Susan e muitos me conhecem como A Menina do “Marron Glacê”.

Sou a Sexta filha do Diácono Francisco. Vou falar um pouco de mim, das experiências por que passei, saindo da Igreja Protestante e indo para a Igreja Católica, e também dos milagres que aconteceram comigo e minha família.

Naquela época eu tinha 8 para 9 anos. Tive uma infância muito boa e feliz. Ia todos os domingos para a igreja; morávamos em Atibaia, interior de São Paulo. Em certa ocasião meu pai e minha mãe estavam se afastando da igreja e o pastor me perguntou por que meus pais não estavam freqüentando o culto aos domingos. Eu, assustada, não soube responder.

Quando cheguei em casa, disse aos meus pais que o pastor havia perguntado por eles. Interroguei: – “Pai, por que o senhor não está indo mais à igreja?” Ele, na mesma hora, mudou de assunto. Eu, menina quer era muito esperta, fiquei quieta. A semana passou … Chegou o Domingo! Quando acordei, vi que estava atrasada para o culto e achei muito estranho, porque meu pai sempre acordava os filhos para irem à igreja. Naquele Domingo meu pai não havia chamado ninguém para se levantar. Eu, como gostava de ir ao culto, corri depressa para me aprontar. Meus pais estavam na casa, lendo a Bíblia e eu disse: “Bênção, pai! Bênção, mãe! Vou correndo para o culto. Quando voltar, quero saber por que o senhor fica inventando desculpas para não ir ao culto, e também agora nem me acorda mais, nem a meus irmãos!?”

Quando cheguei à porta da igreja, lá estava o pastor cumprimentando a todos. Eu pensei assim: “Que mais vou inventar para dizer ao pastor por que meus pais e meus irmãos não vem mais à igreja? Lá vou eu”. O pastor falou: “Oi, minha filha, o que aconteceu com seu pai, que não veio desta vez?” Respondi: – “Pastor, o senhor não sabe da maior: meu pai está doente, está de cama”. Ele respondeu: – “Vou pedir oração para o pastor Francisco e à tarde vou fazer uma visita a seu pai”. Na mesma hora fiquei assustada porque sabia que meu pai não estava doente. Mas eu não entendia por que meus pais não estavam indo mais ao culto. Quando terminou o culto, voltei para casa e disse a meus pais que o pastor novamente perguntou por eles e que eu havia respondido que o pai estava doente, sendo que o pastor disse que viria fazer-lhe uma visita.

Meu pai tranqüilizou-me, dizendo que eu não havia mentido, pois ele estava com a garganta inflamada. Olhou para minha mãe e falou: – Não é, Didi?” Minha mãe respondeu: – “É verdade, Susan”. Naquele momento fiquei muito aliviada, minha cabecinha não estava mais confusa.

O pastor veio visitá-lo, orou e disse que no próximo domingo o culto seria celebrado por ele. Meu pai respondeu: – “Tudo bem!” A semana passou, chegou o Domingo e meu pai mandou uma carta para o pastor. Eu não sabia o que estava escrito, mas meus irmãos, sim. Um mês se passou, 3 meses, 6 meses e assim por diante.

Certa ocasião ouvi meus pais rezando a Ave-Maria, na sala. Eu ouvi e comecei a chorar porque eu tive sempre na minha cabeça, e a igreja falava, que a Virgem Maria não ouvia orações, que teve vários filhos e que era pecado rezar a sua oração. Entrei na sala. Meu pai falou: – “Meus filhos, faz dois anos que estou estudando a Bíblia e livros de outras religiões com sua mãe e descobrimos que a Igreja verdadeira é a Igreja Católica”.

Na mesma hora meus irmãos concordaram em ir para a Igreja Católica. Eu não. E falei: – “Pai, o senhor vai para o inferno e vai levar os meus irmãos e minha mãe juntos. Sempre o senhor disse que a Igreja Católica é coisa do inimigo”. Daí meu pai explicou por que estava mudando de religião. Falou sobre a Eucaristia e também sobre a Assunção de Nossa Senhora ao Céu.

Ficou mais de quatro horas conversando e explicando que a Igreja Católica é a Igreja verdadeira. Quando ele terminou, eu disse que não ia sair da igreja protestante. O pastor despediu meu pai. Enfim, o dinheiro estava acabando e começamos a passar fome, comendo apenas mandioca no café, no almoço e no jantar .. A família estava parecendo cara de mandioca. Era todo santo dia.

Uns dias depois eu disse a meu pai que queria tanto comer doce de “marron glacê”. Meu pai olhou para mim, segurou minha mão e respondeu: – “Vá para seu quarto, ajoelhe-se e peça à Virgem Maria, ela vai lhe dar”. Olhei com os olhos cheios de lágrimas para meu pai e disse: – “Papai, vou pedir; se ela me der amanhã, às 9 horas da manhã, eu vou acreditar que a Virgem Maria ouve realmente as orações”.

Então fui para meu quarto e comecei a orar: senti uma sensação diferente, parecia que havia uma pessoa do meu lado. E esta sensação era muito gostosa, tão gostosa que não consigo explicar. Só quem já passou por esse momento entende. Hoje eu entendo: aquela sensação que eu senti era minha querida Mãezinha do Céu que estava perto daquela menininha que tinha apenas 8 anos de idade. Realmente nossa Mãezinha do Céu trouxe a lata de “marron glacê”, através de uma senhora da Igreja Católica e por sinal essa senhora é muito católica e amada pela Virgem Maria. Trouxe exatamente às 9 horas da manhã e me disse: – “Esta lata de doce, menininha, Nossa Senhora mandou para você. Ela a ama muito”. Eu comecei a chorar e agradecer à Virgem Maria. Na mesma hora o relógio tocou. Fui para meu quarto e pedi perdão à Mãezinha do Céu. Daí então fui para a Igreja Católica e fiz minha Primeira Comunhão.

Fonte: Repórter de Cristo.

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* Editora de famosa revista “gay” americana se converte e muda rumo de sua publicação.

sábado, janeiro 2nd, 2010

Charlene Cothran, uma das mais proeminentes lésbicas afro-americanas dos Estados Unidos, fundadora e editora da revista homossexual “Vênus”, anunciou surpreendentemente sua conversão ao cristianismo no último número da revista, e sua decisão de mudar o rumo da publicação para ajudar, adiante, à recuperação de homossexuais.

Considerada como uma das mais famosas e bem-sucedidas lésbicas de cor nos Estados Unidos, Cothran surpreendeu a sua audiência com sua última edição de “Vênus”, cuja história principal anuncia: ” Redimida! 10 maneiras de deixar ‘a vida ‘ (homossexual) se querem sair dela”.

No artigo, a editora revela que a conversação com um cristão, que insistiu sem cansaço a utilizar seus talentos para o bem em vez do mal, levaram-na a “render totalmente meu coração a Jesus”.

“Embora tenha vivido como lésbica ao longo de toda minha vida adulta –diz Cothran-, não tenho dúvida alguma de que o propósito de minha alma é o de usar meus dons para AMOROSAMENTE  (em altas no original) compartilhar a verdade de como chegamos aqui: como nos convertemos em um gay ou uma lésbica, como chegamos a desfrutar de nosso ‘estilo de vida’ e como chegamos a acreditar que isto estava OK com Deus“.

No artigo escrito com estilo e paixão, Cothran transmite esperança a ” meus irmãos e irmãs homossexuais que realmente procuram a paz“  e afirma que “é mais simples do que pensa adquirir [a verdadeira paz] e não há condenação alguma uma vez que entre nela”.

Aos quase 40.000 assinantes da revista, a grande maioria homossexual de raça negra nos Estados Unidos e Canadá, e às centenas de leitores de sua página Web, Cothran informa que decidiu “entregar todos meus dons de novo ao Senhor,  incluindo a revista Vênus. O público será o mesmo, mas a missão foi renovada: Nossa nova missão é animar, educar e assistir a todos aqueles na vida que querem mudar, mas não encontraram uma saída. Meu irmão, minha irmã, por favor, me siga no caminho de saída para tudo isto”, escreve Cothran, com seu habitual estilo persuasivo.

Entre os dez meios que a editora menciona para combater a homossexualidade figuram: ” busca a verdade sobre a homossexualidade nas Escrituras“; “não resista ao chamado de Deus em sua vida”; e não esconder a decisão de mudar uma vez que esta foi tomada porque “este é um truque que usa o inimigo para ganhar tempo enquanto trata de te atrair de volta a sua vida passada”.

Cothran responde com serenidade às reações negativas a sua conversão entre alguns líderes “gay”. “Compreendo perfeitamente muitas das respostas, por mais iracundas que sejam. Há um ano, eu teria reagido exatamente da mesma maneira”, responde.

Por isso, a editora respondeu pessoalmente aos ataques de alguns dirigentes de grupos homossexuais que a acusam de haver-se convertido em uma “abusadora de gays”, explicando que sua conversão a animou apoiar com verdadeiras soluções, não a apontar o dedo, aos homossexuais.

“Sabemos que muitos dos novos e antigos assinantes de Vênus foram influenciados por um sistema de crenças em consonância com esta convicção (que a homossexualidade não é uma forma de vida desejada por Deus) mas permanecem ainda na vida (homossexual)’. Muitos querem mudar e se perguntam se podem ser aceitos na familia de Deus ‘tal como são’. A resposta é SIM! Estes leitores encontrarão que a nova Vênus é uma ferramenta refrescante e bendita para o trabalho do reino”, conclui Cothran.

Clique no link abaixo  para vê  e ouvir seu testemunho.

http://eoqha.net/entrevistas/homossexualismo-entrevista-charlene-cothran/

Fonte : ACI

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* Médico coreano enfrenta ameaças de morte depois de conversão pró-vida.

segunda-feira, dezembro 28th, 2009

Depois de duas décadas vendo um grande número de pacientes chorando muitas lágrimas, já bastava para o obstetra Shim Sang-duk, que jurou que nunca mais realizaria abortos, um negócio financeiramente lucrativo na Coréia do Sul, noticiou o jornal Los Angeles Times. Mas recusar realizar abortos num país apelidado de “República do Aborto” carrega um preço excessivo para este médico: Shim tem de viver com ameaças de morte de mulheres que buscam aborto e não são atendidas. Ele também tem de viver sabendo que a perda de lucros provenientes de abortos poderá levar ao encerramento de suas atividades médicas.

Apesar disso, Shim continua fiel à sua decisão e está liderando um movimento de obstetras e ginecologistas para acabar com a prática do aborto na Coréia, transformando a profissão médica e incentivando o governo a impor uma antiga proibição ao aborto que é rotineiramente ignorada desde a década de 1970.
“Com o tempo, parei de sentir emoções”, Shim disse para o Los Angeles Times. “Vim a ver os resultados do meu trabalho exatamente como um pedaço de sangue. Durante a operação, eu sentia da mesma forma como se estivesse tratando cicatrizes e curando doenças”.

Shim atribuiu sua própria mentalidade pró-aborto em parte à antiga política de controle populacional da República da Coréia que durante décadas incentivava a profissão médica a fornecer aborto e contracepção às mulheres coreanas por motivos patrióticos.

“Eu apoiava o argumento do governo de que era certo fazer isso”, continuou Shim. “Era bom para o país. Estimulava a economia”.

O governo agora abandonou essa política, e está freneticamente agindo em direção oposta para salvar a nação de uma implosão demográfica provocada pelos próprios coreanos. Essa implosão ameaça minar a sobrevivência econômica e social da nação.

Contudo, a própria conversão de Shim na questão do aborto ocorreu porque ele observava a conduta das mulheres que haviam feito aborto. Ele notou que a maioria dessas pacientes chorava depois do aborto, mas as lágrimas o perturbavam porque elas eram bem diferentes das lágrimas das mães que haviam dado a luz. “Esse era um tipo diferente de lágrimas”, disse ele.
Shim realizou seu ultimo aborto a pedido de uma paciente antiga que lhe implorou que matasse seu bebê em gestação, muito embora ele já tivesse parado de realizar abortos. Depois de dar a ela aconselhamento extensivo, Shim cedeu, mas a mulher chorou como as outras mulheres, vistas por ele, que haviam feito aborto propositado, e essa foi a última vez que ele quebrou sua regra.
As pacientes que entram no salão de entrada da clínica de Shim podem ler um quadro que explica sua nova perspectiva pró-vida e sua posição na questão do aborto. “Os abortos, que rejeitam a valiosa vida de um feto, são a própria desgraça para o país e para a sociedade, bem como para as mulheres grávidas, famílias e médicos pediatras e ginecologistas”.

O aborto é um negócio lucrativo para os obstetras da Coréia do Sul. Considerando a taxa de natalidade excessivamente baixa (1.09) e a mentalidade de aborto do país, a prática se torna quase necessária do ponto de vista financeiro para os mais de 4.000 médicos pediatras e ginecologistas, pois aproximadamente de 43 por cento a três quartos das gravidezes acabam em abortos propositados, não nascimentos.

O Ministério da Saúde dá as estatísticas oficiais para o aborto em 350.000 bebês abortados por ano, enquanto os partos chegam a 450.000 bebês por ano. Contudo, um exame da Assembléia Nacional revelou em outubro que o número de abortos na Coréia pode ser muito mais elevado: 1.5 milhão por ano.
Aliás, mais de um terço das clínicas de obstetrícia e ginecologia são projetadas para realizar abortos.

A Associação Coreana de Obstetrícia e Ginecologia calcula que 60 por cento das clínicas de obstetrícia e ginecologia têm o equipamento para lidar com partos, enquanto o número de clínicas de obstetrícia e ginecologia em funcionamento continua a diminuir sem parar com mais de 200 clínicas tendo fechado suas portas entre 2005 e 2008.

A clínica de obstetrícia e ginecologia de Shim fazia um quarto de seus lucros da realização de abortos, e agora que ele parou de realizá-los, ele diz que muitas pacientes pararam de se consultar com ele — tantas que ele poderá também ter de fechar seu negócio. Algumas fizeram ameaças contra sua vida pelo fato de que ele recusou fazer um aborto nelas.

Apesar disso, Shim disse para o Times que sem aborto, ele se sente como “um jovem médico de novo”.

A fim de lutar contra o aborto tanto nas leis quanto na cultura, Shim fundou uma associação chamada Associação Coreana de Médicos Ginecologistas, que está incentivando outros médicos a abandonarem a prática de abortos e está exortando o cumprimento rigoroso da lei de aborto, com penas para os médicos que violam a lei.

Aproximadamente, 700 médicos deram seu apoio à nova organização, embora Shim tenha dito ao Times que até agora só 30 médicos concordaram em abandonar suas atividades de aborto.

Mesmo assim, a organização tem um site, que destaca as clínicas que não realizam abortos, e recentemente enviou panfletos informativos para 3.400 médicos coreanos lembrando-lhes que a criança em gestação ou “feto” tem o “direito de viver”.

Os esforços de Shim se juntam aos esforços oficiais do governo, que está finalmente aceitando as conseqüências de suas campanhas míopes de controle de população. Na semana passada, o Conselho Presidencial para o Futuro e Visão anunciou um projeto “Aumente o Número de Coreanos”, que dá privilégios e subsídios econômicos para mulheres que têm mais de dois filhos, e considera impor com um grau maior a lei que proíbe quase que totalmente os abortos, a fim de aumentar a taxa de natalidade da Coréia.

“Temos visto uma sociedade que promovia o aborto”, Kwak Seung-jun, líder do Conselho Presidencial, disse para os jornalistas na semana passada. “Há poucas pessoas que percebem que o aborto é ilegal. Temos de trabalhar para criar uma disposição onde o aborto seja desestimulado”.

Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
Demographic Implosion Spurs Panicked South Korea to Enforce Abortion Law
www.lifesitenews.com/ldn/2009/nov/09112512.html
Shanghai Starts Backpedaling One-Child Policy in Face of Demographic Implosion
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09072411.html

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* Testemunho de ex-líder Gay convertido.

sexta-feira, dezembro 11th, 2009

Dois anos atrás Michael Glatze provocou ondas de choque em toda a elite homossexual quando declarou publicamente que ele havia abandonado sua vida como proeminente ativista homossexual, se tornado cristão e abraçado a “sexualidade humana normal”.

Contudo, depois de ser vítima de intensas críticas e zombaria após sua conversão, Glatze decidiu “se retrair”, “ficar em silêncio” e “se preparar” por um tempo, mas agora diz que se sente compelido a dar seu testemunho de novo.

Numa entrevista com LifeSiteNews.com (LSN), Glatze disse que, longe de ter voltado a seu velho estilo de vida (como muitos de seus críticos da comunidade homossexual disseram que ele faria), ele está “extremamente feliz, e apto a ter uma vida muito boa, normal e saudável”.

Glatze começou a se identificar como homossexual com a idade de 20 anos. Depois disso ele fundou uma popular revista homossexual para jovens — Young Gay America — com pouco mais de 20 anos, e se tornou uma fonte para os meios de comunicação nacionalmente reconhecida em questões homossexuais aos 30 anos.

Durante esse tempo, porém, ele começou a ter dúvidas sobre a homossexualidade, e em 2005, depois de uma década trabalhando no movimento homossexual, ele desistiu de tudo, decidindo que era “errado e imoral”. Pouco antes de deixar sua posição na revista, conforme ele relatou em 2007 quando revelou pela primeira vez acerca de sua conversão, ele escreveu em seu computador de escritório: “Homossexualidade é morte, e eu escolho vida”.

Depois de anunciar sua conversão, Glatze diz que foi “duramente criticado por pessoas que não me conheciam ao ponto em que eu precisava me retrair, para entender melhor tudo o que eu estava discutindo”.

“A fúria que vem dos indivíduos ‘gays’ contra pessoas como eu pode ser cruel e vil, e pode machucar”, ele disse para LSN. “Eles não param por nada para fazer me sentir envergonhado por minha atual posição acerca da homossexualidade, e tentar me fazer duvidar do que experimentei em minha vida”.

“Cheguei ao ponto em que decidi ficar em ‘silêncio’, e recusar ofertas para falar, e me preparar”, disse ele.

Desde então ele diz que “está confiando em Deus, e somente em Deus”. “Venho adorando viver uma vida relativamente normal”, disse ele. “Vou à igreja. Tenho namorado moças. E, continuo a entender as ramificações do pecado homossexual de forma cada vez mais profunda, e à medida que encontro outros presos nesse pecado, aprendo mais sobre a natureza humana, e observo minhas próprias experiências — comparando-as com o modo como eu poderia ter respondido ou reagido em certas situações apenas alguns anos atrás”.

Agora pronto para compartilhar seu testemunho de novo, ele diz que insiste em fundamentar sua identidade em Deus, em vez de se definir de acordo com sua condição de “ex-gay”. “Não quero ser algum tipo de porta-voz que faz essa questão parecer exagerada acerca de mim”, ele explicou.

“Há inúmeras pessoas que saíram do estilo de vida homossexual com êxito, largaram os hábitos do pecado homossexual e que têm vidas felizes e saudáveis”, ele continuou.

Ele diz que foi edificado por “muitos, muitos e-mails de pessoas de várias partes do mundo que se identificaram com meu testemunho… que me incentivaram a prosseguir nesta caminhada, que estão felizes, que abandonaram a homossexualidade, deixando-a bem para trás, que têm filhos e que têm belas esposas”.

Parte do problema em ‘divulgar o testemunho’ é que estamos realmente apenas falando sobre a experiência humana normal”, disse ele. “Não é o tipo de coisa onde você sente a necessidade de investir horas de sua vida, correr e gritar ‘Gente, vocês precisam respirar o ar!’”

A verdade é “óbvia”, explicou ele. “A heterossexualidade é a sexualidade humana normal, enquanto a homossexualidade é um desvio. Essas são coisas óbvias. O que é tão inovador é o modo como os ativistas estão tendo sucesso em turvar a realidade”.

“Penso que enquanto os meios de comunicação perpetuarem o mito de que a homossexualidade não pode ser curada… quero continuar a espalhar a mensagem da verdade em oposição a essa mentira”, disse ele, “sustentado pelo fato de que estou mais feliz, mais confiante e muito mais saudável — e muito, muito menos gay — desde 2007 e os anos anteriores”.

Veja informação, em inglês,  Aqui

Veja mais no link  abaixo.

Prominent U.S. Gay Activist Now Publicly Speaking Out Against Homosexuality

Veja testemunho de Michael Glatze

A homossexualidade me veio fácil, pois eu já era fraco.

Minha mãe morreu quando eu tinha 19 anos.

Meu pai morreu quando eu tinha 13.

Bem novo, eu já estava confuso sobre quem eu era e como eu me sentia acerca dos outros.

Minha confusão sobre “desejo” e o fato de que eu percebia que me sentia “atraído” aos rapazes fez com que eu me colocasse na categoria “gay” com a idade de 14.

Com 20 anos, saí do armário diante de todos ao redor de mim.

Com 22, me tornei editor da primeira revista dirigida ao público gay jovem.

Seu conteúdo fotográfico era quase pornográfico, mas eu imaginava que eu poderia usá-la como plataforma para coisas maiores e melhores.

Em seguida, nasceu a revista Young Gay America (América Gay Jovem).

Seu objetivo era preencher a lacuna que a outra revista (para a qual eu havia trabalhado) havia criado — isto é, qualquer coisa não tão pornográfica, dirigida à população de americanos gays jovens. A revista Young Gay America decolou.

Os gays reagiram com alegria à revista Young Gay America, que recebeu prêmios, reconhecimento, respeitabilidade e grandes honras, inclusive o Prêmio Nacional Papel Modelo da grande organização gay Equality Forum (Fórum da Igualdade) — que foi dado ao Primeiro Ministro do Canadá Jean Chrétien um ano depois — e muitas oportunidades para aparecer nos meios de comunicação, do canal da TV pública até a capa da revista Time.

Produzi, com a assistência da TV pública e do Fórum Igualdade, o primeiro filme documentário a lidar com a questão do suicídio entre adolescentes gays, “Jim In Bold”, que viajou o mundo e foi premiado em muitos festivais.

Young Gay America criou uma exposição de fotos e estórias de jovens gays da América do Norte, que foi levada em viagem pela Europa, Canadá e partes dos Estados Unidos.

Young Gay America lançou a Revista YGA em 2004, para fingir ser um complemento puro para as revistas de bancas dirigidas aos jovens gays.

Eu digo “fingir” porque a verdade era, YGA era tão prejudicial como todas as outras revistas do tipo no mercado, mas era mais “respeitada”, porque não era explicitamente pornográfica.

Levou quase 16 anos para eu descobrir que o homossexualismo em si não é exatamente uma “virtude”. Era difícil eu explicar meus sentimentos acerca da questão, considerando que minha vida estava muito envolvida no homossexualismo.

O homossexualismo, apresentado às mentes jovens, é por sua própria natureza pornográfico. Destrói mentes facilmente influenciáveis e confunde sua sexualidade em desenvolvimento, porém só vim a reconhecer isso quando eu tinha 30 anos.

A Revista YGA esgotou a venda da sua primeira edição em várias cidades da América do Norte. Havia apoio extremo, de todos os lado, para a Revista YGA; escolas, grupos de pais, bibliotecas, associações governamentais, todo o mundo parecia querer a revista. Atingiu em cheio a tendência de “aceitar e promover” o homossexualismo, e eu era considerado líder. Fui convidado para dar palestra no prestigioso Fórum JFK Jr. na Faculdade Kennedy de Governo da Universidade de Harvard em 2005.

Foi depois de ver minhas palavras numa fita de vídeo dessa atuação que comecei a ter dúvidas sérias quanto ao que eu estava fazendo com minha vida e influência.

Não conhecendo ninguém de quem eu poderia me aproximar com meus questionamentos e dúvidas, voltei-me para Deus.

Desenvolvi um relacionamento crescente com Deus, graças a uma crise debilitante de dores intestinais provocadas pelas condutas em que eu estava envolvido.

Logo, comecei a entender coisas que eu jamais tinha sabido que poderiam ser reais, tais como o fato de que eu estava liderando um movimento de pecado e perversão, e minha descoberta não foi baseada em dogmas religiosos.

Cheguei a essa conclusão por mim mesmo.

Ficou claro para mim, enquanto eu pensava sobre isso — e realmente orava sobre isso — que o homossexualismo nos impede de achar nossa verdadeira personalidade. Quando estamos na cegueira do homossexualismo, não conseguimos ver a verdade.

Cremos, sob a influência do homossexualismo, que a cobiça sexual não só é admissível, mas também que é uma virtude. Contudo, não existe nem um só desejo homossexual que seja desligado dessa cobiça sexual.

A fim de negar esse fato, eu havia lutado para apagar tal verdade custasse o que custasse. Eu me atirava às tentações da cobiça sexual e outras condutas usando as muitas desculpas populares que alegam que não somos responsáveis pelo que fazemos, mas somos vítimas de situações, ou nascemos assim, etc. Eu tinha plena convicção — graças ao clima social e aos líderes mundiais — de que eu estava fazendo a coisa certa.

Movido a buscar a verdade, pelo fato de que nada me fazia sentir bem, busquei dentro de mim mesmo. Jesus Cristo várias vezes nos aconselha a não confiar em ninguém além dEle. Eu fiz o que Ele disse, sabendo que o Reino de Deus realmente reside no coração e mente de todo ser humano.

O que eu descobri — o que aprendi — sobre o homossexualismo é estupendo. Minha “descoberta” inicial dos desejos homossexuais ocorreu no colégio, quando reparei que eu olhava para os outros rapazes. Minha cura ocorreu quando ficou decididamente claro que eu deveria — a fim de não arriscar prejudicar mais pessoas — prestar atenção a mim mesmo.

Toda vez que sentia a tentação de cobiçar outros homens, eu pegava a tentação e lidava com ela. Eu a chamava pelo seu nome, e então simplesmente a deixava sumir por si mesma. Existe uma diferença imensa e vital entre admiração artificial — de nós mesmos ou de outros — e admiração total.

Ao nos amar completamente, não mais precisamos de nada do mundo “de fora” com seus desejos e cobiças sexuais, reconhecimento dos outros ou satisfação física. Nossos impulsos se tornam intrínsecos à nossa própria essência, sem os impedimentos provocados por nossas distrações obsessivas.

O homossexualismo permite que evitemos nos aprofundar em nós mesmos. Ficamos na superficialidade e atrações inspiradas por cobiças sexuais — pelo menos, enquanto a lei “aceita” o homossexualismo.

Como conseqüência, um número grande de homossexuais não consegue achar sua personalidade mais real, sua personalidade em Cristo que é presente de Deus.

O homossexualismo, para mim, começou aos 13 anos e terminou logo que eu me isolei das influências externas e me concentrei intensamente na verdade interna — quando eu descobri, com a idade de 30, as profundezas da personalidade que Deus me deu.

Muitos que se encontram aprisionados ao homossexualismo ou a outras condutas lascivas vêem Deus como inimigo, pois Ele os faz lembrar quem e o que eles foram realmente criados para ser. Gente apanhada no ato de seu pecado preferiria permanecer numa “ignorância feliz” e silenciar a verdade e os que a falam, por meio de antagonismo, condenação e aplicando-lhes termos como “racista”, “insensível”, “perverso” e “discriminador”.

Não é fácil se curar das feridas que a homossexualidade provoca — obviamente, há pouco apoio para quem busca ajuda.

O pouco de apoio que existe é debochado, ridicularizado e silenciado pela retórica ou criminalizado pela deturpação das leis.

A fim de achar apoio, tive de investigar meu próprio estado de vergonha e as vozes “condenadoras” de todos os que eu havia conhecido.

Parte da agenda homossexual é fazer com que as pessoas achem que nem vale a pena pensar em conversão — e muito menos pensar que a conversão funciona.

Em minha experiência, de sair  da influência da mentalidade homossexual foi a coisa mais libertadora, bela e estupenda que já experimentei na minha vida inteira.

A cobiça sexual nos tira de nosso corpo, “ligando” nossa mente à forma física de outra pessoa.

É por isso que jamais dá para se satisfazer o sexo homossexual — e todas as outras relações sexuais com base na cobiça sexual: É uma rotina de obsessão, não tendo nada de natural e normal. Normal é normal — e se chama normal por uma boa razão.

Anormal significa “aquilo que nos machuca, machuca o que é normal”.

A homossexualidade nos tira de nosso estado normal, de nosso estado de união perfeita em todas as coisas, e nos divide, fazendo com que fiquemos eternamente obcecados por um objeto físico externo que jamais conseguimos possuir.

Os indivíduos homossexuais — como todas as pessoas — anseiam o verdadeiro amor imaginário, que realmente não existe.

O problema com o homossexualismo é que o verdadeiro amor só chega quando não há nada nos impedindo de deixá-lo brilhar do nosso interior. Não conseguimos ser nós mesmos quando nossas mentes estão presas num ciclo de mentalidade grupal de cobiça sexual sancionada, protegida e celebrada.

Deus me visitou quando eu estava confuso e perdido, sozinho, com medo e angustiado. Ele me disse — por meio da oração — que eu não tinha absolutamente nada a temer, e que eu estava “em casa”; tudo o que eu precisava era fazer uma limpeza geral em minha mente.

Creio que todas as pessoas, intrinsecamente, conhecem a verdade.

Creio que é por isso que o Cristianismo deixa as pessoas tão assustadas — por fazê-las lembrar de sua consciência, que todos possuímos.

A consciência nos ajuda a fazer uma diferença entre certo e errado e é uma orientadora por meio da qual podemos crescer e nos tornar seres humanos mais fortes e livres.

Ser curado do pecado e da ignorância é sempre possível, mas a primeira coisa que alguém deve fazer é sair das mentalidades que dividem e conquistam nossa essência humana.

Dá para se achar a verdade sexual, contanto que estejamos dispostos e motivados a aceitar que a sociedade em que vivemos permite condutas que prejudicam a vida.

Não se deve deixar que o sentimento de culpa seja desculpa para evitar as perguntas difíceis.

O homossexualismo roubou quase 16 anos da minha vida e os comprometeu com uma mentira ou outra, perpetuada por meio dos meios de comunicação nacionais dirigidos às crianças.

Nos países europeus, o homossexualismo é considerado tão normal que as crianças do primeiro grau estão recebendo livros sobre crianças “gays” como leitura obrigatória nas escolas públicas.

A Polônia, um país que conhece muito bem a experiência da destruição de seu próprio povo por forças externas, está corajosamente tentando impedir a União Européia de doutrinar suas crianças com a propaganda homossexual.

Em resposta, a União Européia chamou o primeiro ministro da Polônia de “repugnante”.

Por muito tempo, eu era repugnante. Eu ainda lido com toda a culpa que sinto por esse estilo de vida.

Como um dos líderes do movimento homossexual nos Estados Unidos, tive a oportunidade de me dirigir ao público muitas vezes.

Se eu pudesse desfazer algumas das coisas que eu disse, eu desfaria.

Agora sei que a homossexualidade tem tudo a ver com a cobiça sexual e a pornografia. É um pacote completo. Por isso, jamais deixarei que alguém tente me convencer do contrário, não importa que suas estórias sejam doces ou tristes.

Tenho experiência própria. Conheço a verdade.

Deus nos deu a verdade por um motivo.

A verdade existe para que possamos ser nós mesmos.

Existe para que possamos ter parte na nossa própria personalidade individual no mundo, para aperfeiçoar o mundo. Isso não é trama irreal ou ideal estranho — isso é a Verdade.

A nossa cura dos pecados do mundo não acontecerá num instante. Mas acontecerá — se não deixarmos que o orgulho a bloqueie. E, caso você não saiba, no final quem vence é Deus.

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* O mundo ainda não estará perdido enquanto alguém, em algum lugar, lutar pelo que é certo.

segunda-feira, novembro 30th, 2009

Ontem saí de casa mais cedo do que o normal, a temperatura era amena de primavera, o dia estava amarelo e azul, do som do meu carro se evolava o rock suave da Rádio Itapema e eu me sentia realmente bem. Estacionei numa rua quase bucólica do Menino Deus e vi que ali perto um catador de papel puxava sua carrocinha sem pressa.

Era magro e alto, devia andar nas franjas dos 50 anos e tinha a pele luzidia de tão negra. Ao seu lado saltitava um menino de, calculei, uns quatro anos de idade, talvez menos. Devia ser o filho dele, porque o observava com um olhar quente de admiração, como se aquele homem fosse o seu herói… Bem. Ao menos foi o que julguei, certeza não podia ter.

Já ia me afastar quando, por entre as grades da cerca de uma creche próxima, voou um brinquedo de plástico. Um desses robôs cheios de luzes e vozes, que se transformam em nave espacial e prédio de apartamentos, adorado pelas crianças de hoje em dia. Algum garoto devia ter atirado o brinquedo para cima por engano, ou fora uma gracinha sem graça de um amigo.

O menino que era dono do brinquedo colou o rosto na grade como se fosse um presidiário, angustiado. O filho do catador de papel correu até a calçada, colheu o robô do chão e não vacilou um segundo: retornou faceiro para junto do pai, o brinquedo na mão, feito um troféu.. Olhei para o menino atrás da cerca. Estranhamente, ele não falou nada, não gritou, nem reclamou. Ficou apenas olhando seu brinquedo se afastar na mão do outro, os olhos muito arregalados, a boca aberta de aflição.
Muito orgulhoso, o filhinho do catador de papéis mostrou o brinquedo ao pai. O pai olhou. E fez parar a carrocinha. Largou-a encostada ao meio-fio. Levou a mão calosa à cabeça do filho. E se agachou até que os olhos de ambos ficassem no mesmo nível.

A essa altura, eu, estacado no canteiro da rua, não conseguia me mover. Queria ver o desfecho da cena. O pai começou a falar com o menino. Falava devagar, com o olhar grave, mas não parecia nervoso. Explicava algo com paciência e seriedade. O menino abaixou a cabeça, envergonhado, e o pai ergueu-lhe o queixo com os nós do dedo indicador. Falou mais uma ou duas frases, até que o filho balançou a cabeça em concordância.

A seguir, o menino saiu correndo em direção à creche. Parou na grade, em frente ao outro garoto. Esticou o braço. E, em silêncio, devolveu-lhe o brinquedo. Voltou correndo para o pai, que lhe enviou um sorriso e levantou a carrocinha outra vez. Seguiram em frente, o pai forcejando, o filho ao lado, agora não saltitante, mas pensativo, concentrado.

Então, tive certeza: aquele olhar com que o menino observara o pai era mesmo de admiração, ele era de fato o seu herói.

Texto publicado no jornal Zero Hora.

David Coimbra, jornalista

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* CNN escolhe jovem católico filipino como “Herói do Ano”

quinta-feira, novembro 26th, 2009

Efren Peñaflorida

A cadeia de notícias CNN escolheu um jovem católico filipino como ganhador na categoria principal do prêmio “Herói do Ano”. Trata-se de Efren Peñaflorida, quem aos seus 28 anos de idade lidera uma iniciativa para salvar os meninos pobres da delinqüência através da educação.

Efren, filho de um condutor de triciclo e uma dona-de-casa, cresceu perto do depósito de lixo da cidade de Cavite ao sudoeste da Manila, aí decidiu muito jovem que não integraria uma gangue –como a maioria de seus vizinhos- e que superaria a pobreza de seu lar com a educação.

Aos 16 anos de idade prometeu ajudar a que outros meninos tomassem a mesma decisão, por isso criou um programa que oferece tutoria e livros aos menores que vivem em bairros pobres e nas ruas.

Neste tempo, sua organização chamada Dynamic Teen CO, que é integrada por voluntários, pôde melhorar as condições de leitura, escritura e saúde de uns mil e 500 meninos.

Efren se converteu em um dos modelos da Jornada Juvenil Asiática organizada pela Igreja Católica no país.

Segundo Dom Joel Baylon, presidente da Comissão Episcopal de Juventude, Efren é um modelo inspirador para os jovens locais e o prêmio comprova que é possível marcar a diferença na vida cotidiana.

Fonte: ACI

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* Líder da banda “Megadeth” se converte.

sexta-feira, novembro 20th, 2009

Dave Mustaine, líder do Megadeth, recentemente concedeu uma entrevista ao TheDailyTimes.com e falou sobre religião, metal e calúnias pela internet. Abaixo seguem alguns trechos da conversa.

Sobre ter se tornado cristão:

Mustaine: “Houve um momento de ajuste de contas quando o meu escudo estava destruído, e eu estava nesta montanha e não havia nenhuma cruz no topo dela. Foi apenas um daqueles pensamentos – Eu fui batizado luterano, criado como Testemunha de Jeová, me envolvi com a feitiçaria e satanismo e pratiquei Magia Negra. Minha esposa estava em outra coisa, e eu estava pensando que era um culto, então eu voltei a ser um Testemunha de Jeová, mas eu não estava feliz.

Olhando para aquela cruz, eu disse seis simples palavras — ‘O que eu tenho a perder?’ E minha vida toda mudou. Têm sido difícil, mas eu não mudaria isso por nada.

Eu prefiro… viver minha vida inteira acreditando que existe um Deus e descobrir que não há nenhum, do que viver a minha vida inteira pensando que não existe um Deus e então descobrir, quando eu morrer, que existe”.

Sobre como o Metal se espalhou em dezenas de diferentes sub-gêneros, os quais devem um pouco ao Megadeth – ou, de acordo com Mustaine, devem muito ao MEGADETH:

Mustaine: “Muitos desses sub-gêneros são desenvolvidos para posicionar as pessoas que não podem fazer nada melhor do que estar em segundo lugar. Se você tem um sub-gênero, todas as mediocridades tem um lugar para se mostrar. Se você tiver sub-gêneros, todo mundo consegue seu lugar ao sol, mas é confuso devido a toda essa fragmentação. Eu quero dizer, devemos colocar todas essas sub-categorias de volta no Hard Rock e no Metal e ver onde nos encaixamos.

Estamos sempre sendo rotulados — as pessoas nos chamam de Power Metal, Thrash, Speed; nos Grammys, eles nos chamam [MEGADETH] de Metal Antigo. Pessoalmente, não me importo como as pessoas nos chamam. Esta é uma banda com um guitarrista que cresceu ouvindo a invasão britânica do Punk Rock, Música Clássica, Jazz — e tudo isso se faz presente na minha música.”

Sobre as pessoas que ridicularizaram sua conversão para o cristianismo dizendo que você se “vendeu”:

Mustaine: “As pessoas falaram mal de mim, dizendo que eu era fraco ou que eu estava tentando ser legal. As pessoas diziam coisas sobre as bandas com as quais eu escolhia tocar. A questão é que, eu não queria começar com o pé esquerdo — eu queria viver como no velho ditado ‘Se lhe traz dúvida, então não faça’.

Eu não queria continuar com isso e viver minha vida como era antes. Quando eu encontrei Jesus, eu realmente queria mudar. Agora eu entendo que as coisas não são tão difíceis como eu imaginava, mas estou feliz por ter me protegido (no começo).

Não é nenhum segredo que há um grande número de pessoas que são inimigos – pessoas que fazem calúnias pela Internet, tentando machucar a mim e a minha banda. A única razão pela qual isso me machuca é porque a minha filha lê essas coisas, e eu acho que se eu sentar com eles e conversar eles dirão ‘Ei, eu nunca tinha pensado nisso.’

Todas essa pessoas que postam essa coisas negativas em todos esses websites, eles pertencem a mim pois eles não seriam nada sem mim. Eu sou todo o maior poder deles. Eu tenho controle total sobre eles, pois eles não podem ficar um dia sem falar sobre mim. Eu não estou machucando ninguém, estou sendo um cara legal. Se ser cristão é levar minha música por água abaixo, então o ‘Endgame’ [novo álbum do MEGADETH] deve ter escorregado pelas frestas não é?”

Para ler a entrevista completa (em inglês) acesse este link.

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Encontrando a verdade da fé em um canto gregoriano

domingo, agosto 23rd, 2009

Descrição de Paul Claudel sobre seu retorno ao catolicismo depois de ouvir o Magnificat na catedral de Notre-Dame de Paris.

Nasci em 6 de agosto de 1868. Minha conversão ocorreu em 25 de dezembro de 1886. Eu tinha, portanto, dezoito anos. Mas o desenvolvimento de meu caráter, nesse momento, já estava muito avançado. Fui educado, ou melhor, instruído, primeiramente, por um professor livre, em colégios (leigos) de província, e por fim no Liceu Louis-le-Grand.

Desde meu ingresso nesse estabelecimento, tinha perdido a fé, que me parecia irreconciliável com a pluralidade dos mundos. A leitura de um livro de Renan, forneceu novos pretextos a esta mudança de convicções que, aliás, tudo que havia em torno de mim facilitava ou encorajava.

Todos os pretensos grandes homens deste século em ocaso se tinham distinguido por sua hostilidade à Igreja. Renan imperava.

Aos dezoito anos, portanto, eu acreditava no que cria a maioria das pessoas cultivaddas desse tempo. Este mundo seria um encadeamento rígido de efeitos e causas, que a ciência depois de amanhã iria desvendar perfeitamente.

Aliás, eu vivia na imoralidade e, pouco a pouco, eu cai num estado de desespero. Este era o infeliz menino que, no dia 25 de dezembro de 1886, foi a Notre-Dame de Paris, para acompanha os ofícios natalinos. Eu começava, então, a escrever, e me parecia que, nas cerimônias católicas, consideradas com um diletantismo superior, eu encontraria um excitante apropriado e matéria para alguns exercícios decadentes. Foi nessas disposições que, acotovelado e empurrado pela multidão, eu assistia à missa solene.

Depois, não tendo nada de melhor para fazer, voltei à recitação das Vésperas. Os meninos da matriz em seus trajes brancos, e os alunos do pequeno seminário de Saint-Nocolas-du-Chardonnet que os assistiam, estavam cantando o que mais tarde soube ser o Magnificat. Eu estava de pé dentro da multidão, perto da segunda coluna, à entrada do coro, à direita do lado da sacristia. E então ocorreu o acontecimento que domina toda a minha vida.

Em um instante, meu coração foi tocado, e eu acreditei. Acreditei, com tal força de adesão, com tal elevação de todo o meu ser, com uma convicção tão possante, com tal certeza que não deixava espaço para nenhuma espécie de dúvida que, depois, nenhum livro, nenhum raciocínio, nenhum acaso de uma vida agitada puderam abalar minha fé, nem, a bem dizer, tocar nela. Tive de repente o sentimento dilacerante da inocência, da eterna infância de Deus. Uma revelação inefável.

Tentando – como o fiz freqüentemente – reconstituir os minutos que se seguiram a este instante extraordinário, encontro os elementos seguintes que, entretanto, formavam um só raio, uma única arma de que a Providência divina se servia para atingir, por fim abrir, o coração de uma pobre criança desesperada: «Como são felizes as pessoas que crêem! Mas, e se fosse verdadeiro? É verdadeiro! Deus existe, Ele está lá. É como eu sou, é um ser tão pessoal como eu! Ele me Ama! Ele me chama.» As lágrimas e soluções tionham vindo e o cântico tão tenro do «Adeste Fideles» aumentava ainda minha emoção.

Fonte: Ecclesia, Lectures chrétiennes, Paris,, nº 1, abril de 1949, PP. 53-58.

Quem Foi Paul Claudel?

Poeta francês, dramaturgo e diplomata, cujo trabalho mostra a influência do Catolicismo, de S. Tomás de Aquino e Dante. De todos os seus trabalhos é de destacar Cinq Grandes Odes – Cinco Grandes Odes – (1910) e Les Soulier de Satin – O Sapato de Santanás - (1929).

Nasceu em Villeneuve-sur-Fère-en-Tardenois, em Aisne (cidade onde se desenrola a peça), no seio de uma família de fazendeiros de classe média.
Após terminar os seus estudos, em Paris, tornou-se diplomata em 1898. Dois anos depois entrou para a Abadia de Ligugé como oblata da ordem Beneditina.

Casou-se em 1906 com Sainte-Marie Perrin e dado que era diplomata passou a maior parte dos anos, até 1934, fora de França: América, China, Brasil, Itália, entre outros, e já como embaixador em Tóquio e Washington (1927-1933) e, finalmente, em Bruxelas. Em 1935 retirou-se para o seu castelo em Brangues (Isêre).

Apesar da oponência Nazi, Paul Claudel consegue escrever uma Ode triunfal para Pétain, em 1940, e outra, mas desta vez para o General De Gaulle, em 1944, sem ser acusado de oportunismo. Em 1944 foi eleito para a Academia Francesa e no dia 1 de Maio de 1950 foi honrado pelo Papa numa cerimónia pública e inaudita.
Morreu em Paris em Fevereiro de 1955.

***

Deus é maravilhoso e Surpreendente! Que privilégio termos fé,sem nenhum mérito de nossa parte, em um Deus bondoso e próximo como o nosso.

Continuemos a orar pela conversão de nossos queridos e amados.

Acredite,Deus irá honrar sua oração e perseverança.

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Susan Boyle.Você ainda não viu??

domingo, maio 31st, 2009

Susan Boyle,hoje famosa no mundo todo, marca a vida de todos aqueles que a assistem pela primeira vez,Sua performance surpreendente em um programa  inglês de calouros.Sua Pessoa simples e “sem atrativos estéticos” foi um “soco no estômago”(perdão pela força da expressão) no preconceito que todos nós carregamos em relação a tantas coisas,de forma especial em espaços culturais onde a beleza ,o corpo, a apresentação,tem peso-infelizmente-Decisivo.

Sua presença encantou a todos! Se ainda não viu,assista à versão legendada em Português,( Busque no google : Susan Boyle legendado) onde o todo: Ela, a melodia da música, o clima de desconfiança da platéia e dos próprios jurados,sua segurança vocal ,sua origem de um lugarejo perdido da Escócia,a roupa que usa e seu cabelo curto,gordinha,sua voz e..a letra da belíssima música da peça ” Os miseráveis”, falando do “sonho sonhado..”é impressionante ! não tem como você não pensar nos pequenos-tão desprezados pelo mundo e tão queridos por Deus! naqueles que ninguém dá nada por eles,fora dos padrões,sejam eles quais forem.

Os comentários finais feitos pelos jurados e sua admiração por tudo que está acontecendo surpreende até a ela que demonstra uma alegria simples e comovente, como uma criança,embora seja uma senhora de 47 anos,que estava ali “por que sonhava em ser cantora “…

Ela mexeu com todos,dos nossos sonhos “desfeitos pela vida” como fala a letra da música,mas também da esperança de alcançá-los e realizá-los!É um momento inesquecível!

Ela é católica,participante da legião de Maria,valoriza a familia,cuidou da mãe doente até seu falecimento recente e,como afirmou no programa; “nunca foi beijada”, frase que espantou o mundo,Afinal,em nosso mundo,” beijar e ser beijada” é algo “essencial e fundamental” na vida !!,não é verdade?

Ela está fora dos padrões exigentes de nossa sociedade e seu encanto reside exatamente, por ela trazer à tona para todos nós e para o mundo inteiro a percepção daqueles valores ausentes e nostálgicos de beleza interior,humildade,transparência,simplicidade…que ,no fundo,sabemos que é a verdade e que tanto almejamos viver,embora longe da fonte de todo bem autêntico que é Deus, jamais conseguiremos!

Ela foi chamada de ” patinho feio”,referência à  famosa fábula do pato que vira cisne e sua apresentação no you tube está caminhando para ser o mais visto da história! Se puder,assista! se é que você ainda não viu!

Ela foi a final do programa -onde tirou o segundo lugar de forma surpreendente pois era a grande favorita- e ,sem querer canonizá-la,torcemos para que continue encantando o mundo todo,falando daquela saudade que temos da nossa “inocência perdida” e dos valores evangélicos que dão verdadeiro sentido à vida.

Como disse certa ocasião Marcel Proust: “Os verdadeiros paraisos são os paraisos perdidos”.

***

Vejam que bela percepção Padre James,Jesuíta americano,teve sobre Susan.

“Você viu o vídeo da mulher chamada Susan Boyle cantando no programa do tipo American Idol chamado Britain’s Got Talent?

Pode ser o melhor exemplo de como Deus nos vê – e de como o mundo frequentemente não nos vê.

A senhora Boyle, uma mulher desempregada de 47 anos, gorducha e cafona, que de forma tocante se descreveu diante das câmeras como “nunca casada, nunca beijada”, vive num pequeno vilarejo escocês no apartamento em que foi criada, com seu gato, Peebles. Católica devota, ela passou a maior parte dos últimos anos cuidando de sua mãe adoentada, que faleceu recentemente aos 91 anos. Quando ela apareceu no palco de Britain’s Got Talent, você podia ver as caretas de desprezo na platéia. E quando a mulher grandalhona anunciou, sorrindo, que cantaria a vocalmente desafiadora canção I Dreamed A Dream, do musical Les Miserables, você podia ver os juízes (incluindo o onipresente Simon Cowell) literalmente revirar os olhos em mal disfarçada desaprovação. Por favor.

Quando a senhora Boyle abriu a boca, entretanto, surgiu uma voz que silenciou seus críticos.

Seu vídeo no Youtube, na última contagem tinha recebido, contando todas as suas versões, dezenas de milhões de acessos. Por quê? Há algumas razões, umas óbvias e outras não. Primeiro, há o fator choque: que surpresa essa mulher desconhecida cantar tão bem! Onde ela esteva esse tempo todo? Segundo, o fator empatia: nós sentimos compaixão por uma mulher um tanto modesta que parece ter sido tão sem sorte na vida. Terceiro: o fator aparência física: estrelato ou mesmo sucesso em programas como American Idol são tipicamente territórios dos belos e jovens. Não são para pessoas como Susan Boyle. Quarto, o fator Grande Descoberta: a excitação de talvez ver o nascimento de uma nova carreira, uma pessoa desconhecida empurrada para a fama. Além disso, a inexplicável ressonância das letras da música escolhida, por alguém que parece estar passando por um momento bem difícil na vida: “Eu sonhei um sonho no tempo que passou / Quando a esperança era grande / E a vida merecia ser vivida / Eu sonhei que o amor nunca morreria / Eu sonhei que Deus perdoaria”.

Mas deve haver algo mais para explicar nosso prazer e aqueles milhões de acessos.

O jeito como vemos Susan está muito próximo do jeito como Deus nos vê: importantes, especiais, talentosos, ímpares, belos. O mundo geralmente olha desconfiado para pessoas como Susan Boyle, isso quando as vê. Sem a beleza clássica, sem emprego, sem marido, vivendo numa cidade pequena, pessoas como Susan Boyle podem não parecer particularmente “importantes”. Mas Deus vê a pessoa real, e compreende o valor dos dons de cada indivíduo: rico ou pobre, jovem ou velho, solteiro ou casado, matrona ou estrela de cinema, afortunada ou sem sorte na vida. Deus nos conhece. E nos ama.

“Todo mundo é alguém”, disse o arcebispo Timothy M. Dolan na missa de sua posse em Nova Iorque ontem. É outra razão pela qual os jurados sorriram e a audiência explodiu em aplausos.

Porque eles reconheceram uma verdade básica que Deus colocou bem fundo dentro deles: Susan Boyle é alguém.

Todo mundo é alguém!

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Aborto? Não! A vida triunfou!

segunda-feira, abril 27th, 2009

Gianna Vittoria nasceu no Incor em São Paulo após um parto tranquilo e sem complicações – quadro clínico que nem de longe lembra os momentos de aflição da família, que cogitou o aborto.

Em novembro, aos três meses de gestação, a mãe de Gianna, a dentista Gracy Kelly Oliveira Elreda, 31 anos, preparava-se para uma intervenção abortiva no Hospital Universitário (HU) de Londrina, após dois laudos apontarem risco de 75% de morte para mãe e filha caso a gravidez não fosse interrompida.

Gracy é portadora da Síndrome de Eisenmerger, uma cardiopatia que pode misturar o sangue oxigenado pelo pulmão com o venoso – rico em gás carbônico. Até mesmo durante o parto o risco de uma morte súbita era grande, como sugere a história médica de portadores da rara síndrome, que só pode ser resolvida com um transplante conjunto de coração e pulmão.

Mesmo com a indicação para o aborto, uma necessidade apontada pelo HU, o esposo de Gracy, o publicitário Guilherme Elreda, não aceitou. Mudou-se com a esposa para São Paulo e começou uma cruzada pela vida – da filha e da esposa. “Ela tem o direito de escolher. E foi atrás desse direito que viemos para São Paulo. Em Londrina não nos deram esperança”, afirmou o publicitário. “Agora minha filha nasceu!”, comemorou, logo após informar à reportagem que “a luta pela vida ganhou”. De acordo com o pai da criança, Gianna nasceu com quase um quilo, prematura de oito meses – mas com boa saúde.

A busca do casal por respostas que indicassem chances de sobrevivência para ambas ganhou adesões no estado de São Paulo. Políticos, religiosos e instituições como a Pró-Vida – uma das maiores entidades anti-aborto do País. O grupo formou uma rede de ajuda e suporte ao casal: “Todos se emocionaram muito com o caso da Gracy”, afirma o marido. Ontem, ela se recuperava em uma UTI do Incor. Em breve, espera estar com o bebê, que foi transferido para o Hospital de Clínicas da USP.

É emocionante a luta dos pais pela vida da filha.Mesmo com as indicações de “risco de vida” foram até o fim e venceram! foram além das evidências cientificas,dentro da visão parcial,apenas técnica, que possuiam os profissionais que indicaram o aborto.

Imagina se eles tivessem seguido rigorosamente a sugestão?


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