“Esta é a profunda e suprema pobreza, pensava o Irmão: viver como uma mãe,
desprendido de si e voltado para o outro. Francisco dispunha de uma rica sensibilidade
por natureza, era verdade. Mas se tivesse guardado essa riqueza dentro de si mesmo,
teria sido um tipo suscetível, hipersensível e egocêntrico no mais alto grau. A pobreza
libertou essas riquezas. Para lembrar-se do outro é preciso esquecer-se de si mesmo.”

(Livro Orando com a Bíblia e São Francisco de Assis)

 

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