Relíquias de São João Paulo II e Santa Teresinha estão expostas no Congresso de Jovens Shalom

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Momentos de contemplação e veneração também fazem parte do Congresso de Jovens Shalom, que ocorre no Net Live Brasília. As relíquias de Santa Teresinha e São João Paulo II estão expostas para visitação neste sábado (24) e domingo (25). As relíquias são restos mortais, assim como objetos, de santos, beatos e mártires. A devoção das relíquias é uma maneira de honrar os restos mortais dos santos e ocorre desde o início da Igreja.

“Eu tive uma experiência muito forte com as relíquias de Santa Teresinha e São João Paulo II. Quando a gente vai rezar com a relíquia, na verdade estamos rezando com aquela pessoa, que já contempla a glória de Deus, pois viveu e buscou a santidade e com seu exemplo nos ensina a viver”, diz Vinicius Cordeiro Ribeiro, consagrado da Comunidade Aliança Shalom, de Fortaleza, responsável pelas relíquias.

dsc_0007Santa Teresinha do Menino Jesus

Santa Teresinha foi uma carmelita descalça, porque queria imitar a vida de Cristo. A religiosa também era conhecida como a Santa Face, por entender que Jesus se encarnou para morrer e ressuscitar em prol da salvação do homem. Ela se doou inteiramente às vontades de Deus. Escolheu a infância de Jesus Cristo como modelo de sua vida espiritual, tornando-se uma pessoa humilde de coração e inabalável na fé e esperança. A Santa é a padroeira da juventude Shalom.

São João Paulo II

São João Paulo II, eleito Papa da Igreja Católica em 1978, dono de uma personalidade carismática e comunicativa, dsc_0009lutou pela paz entre os povos e os direitos do homem. Voltando o olhar para a juventude e a família, o santo criou os Encontros Mundiais da Família e a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), cuja a última edição aconteceu este ano na Polônia.

O Concílio de Trento nos convida a venerar as relíquias como um reconhecimento às pessoas que testemunharam o Cristo. O respeito pelos símbolos é uma devoção com raízes bíblicas. A Bíblia conta que os ossos de Eliseu, postos em contato com um cadáver, tornaram-se instrumentos para a ressurreição do mesmo. “Eliseu morreu e foi sepultado. Guerrilheiros moabitas faziam cada ano incursões na terra. Ora, aconteceu que um grupo de pessoas, estando a enterrar um homem, viu uma turma desses guerrilheiros e jogou o cadáver no túmulo de Eliseu. O morto, ao tocar os ossos de Eliseu, voltou à vida, e pôs-se de pé.” (2Rs 13,21).

Raíra Oliveira

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