Institucional

Conhecer o Shalom em um intercâmbio foi o divisor de águas da minha vida

Testemunho-Arianne
Sou muito grata por ter conhecido o Shalom, foi a melhor experiência da minha vida

Meu nome é Arianne Ferreira, tenho 23 anos, sou universitária, estudo Engenharia da Computação. Fui a Roma para fazer um intercâmbio e estudar Robótica, foi quando eu conheci o Shalom. No aeroporto de Paris, um rapaz brasileiro chamado Felipe, que também iria estudar em Roma, me falou do Shalom. Ele é da missão de Teresina e me convidou para ir conhecer o Shalom de Roma.

Eu já tinha uma caminhada aqui em São Luís, na minha paróquia e na Renovação Carismática Católica. Participava também de um grupo de oração na minha Universidade e já tinha planos de continuar uma caminhada lá em Roma, imaginando que seria mais fácil encontrar um grupo de oração lá, mas não foi.  Quando o Felipe, ainda no aeroporto, me convidou para conhecer o Shalom, eu fiquei muito feliz.

Na primeira vez que fui ao Centro de Evangelização da Comunidade Shalom, fui muito bem acolhida, amada, me senti em casa. O primeiro contato com eles foi crucial para que eu voltasse, para que eu quisesse estar cada vez mais ali, participar das atividades que eles promoviam. Comecei a participar do único grupo de oração de lá, que infelizmente tinha poucos jovens.

Logo na primeira semana, eles já me convidaram para um evento no Vaticano. Eu não tinha ideia de como fazia para ir aos eventos de lá, mas eles providenciaram tudo o que eu precisava. Nessa oportunidade, eu conheci Emmir Nogueira, cofundadora da Comunidade, mas eu não sabia quem ela era. Conversamos bastante e só depois da cerimônia, o responsável local me explicou quem ela era.

Depois de um tempo, participei de meu primeiro Seminário de Vida no Espírito Santo, fiz um curso de aprofundamento e fiz pela segunda vez o Seminário de Vida. Caminhei no grupo, levei outros amigos e minha vontade de estar cada vez mais com os missionários do Shalom só aumentava. Eu gostava da fraternidade, da alegria do Carisma Shalom. Isso mudou totalmente o sentido do meu intercâmbio.

Através do jeito de amar dos missionários do Shalom, eu vi a face de amor de Jesus. Eles eram minha família, eu gastava muito tempo com eles, vivendo intensamente tudo o que eles viviam e vendo nas atitudes deles o que é ser cristão. Antes, eu via a doutrina da Igreja Católica como um conjunto de regras, mas a convivência com os membros da Comunidade mudou totalmente meu jeito de enxergar a Igreja, de ver a evangelização e de ver o próprio Cristo. Eu olhava para eles e queria ser um deles, como eles eram. Tudo mudou em mim, meu jeito de pensar, de me vestir, meu jeito de agir. Eu parei para olhar mais para o outro.

Toda essa experiência despertou em mim uma vontade maior de conhecer o Shalom, de saber o processo para entrar na Comunidade, saber mais sobre o caminho vocacional. Eu vi que queria aquilo pra mim, mas não sabia de onde vinha aquela vontade. Eu decidi entrar no vocacional e fui sendo moldada.

O intercâmbio serviu para eu despertar e descobrir uma vocação, foi muito mais do que eu esperava, foi um presente maior, o divisor de águas. Conhecer o Shalom em Roma mudou tudo. Passei por momentos incríveis, fiz amizades que sei que vão durar a vida toda e aprendi mais sobre a Igreja. Aprendi a rezar mais.

Em Roma, vivi três momentos especiais: conheci o fundador Moysés Azevedo, participei da canonização de São João Paulo II e do Acamp’s na Hungria.  Moysés foi a Roma para um evento. À época, fizemos uma homenagem a ele, e eu fui escolhida como membro da Obra para falar-lhe, foi algo muito marcante para mim.

O segundo momento foi a canonização de São João Paulo II, durante a qual passamos 25h em pé, sem dormir, com fome, na chuva. Foi muito corrido, tinha uma multidão tão grande que ninguém conseguia se mexer. Mas conseguimos assistir à cerimônia inteira pelo telão e conseguimos comungar. E, mais uma vez, eu vi o Moysés, e ele me reconheceu, falou comigo e agradeceu a homenagem.

A minha terceira experiência foi o Acamp’s na Hungria. Durante todo o meu intercâmbio, eu tinha um sonho de conhecer a Inglaterra e pretendia fazer isso nas férias de julho, quando eu teria mais tempo, mas eu tinha que escolher entre os dois, já que meu tempo em Roma já estava se encerrando. No aeroporto, na última hora, comprei minha passagem para ir à Hungria, um país que eu não conhecia nada.

Foi meu primeiro Acamp’s. Eu não falava inglês, não falava húngaro, meu voo chegou de madrugada e tudo parecia que estava dando errado, mas Deus foi me ajudando, me guiando. Eu consegui chegar à casa da jovem que me acolheria até o Acamp’s. Foi ela que me levou à estação para chegar ao local do acampamento, a capital Budapeste. No trem, conheci um casal jovem que me ajudou e que também iria participar do Acamp’s.

O Acamp’s foi uma experiência fantástica. Fiquei impressionada como cinco missionários conseguiam cuidar de 70 jovens. A alegria em servir era muito grande. Os jovens se entregavam muito nas orações, cantavam em português perfeitamente. As convivências eram maravilhosas. Apesar de não falar húngaro, conseguimos nos comunicar e eu me sentia muito acolhida. Eu fiquei muito grata a Deus por aquilo que recebi no Acamp’s da Hungria. Se eu tivesse ido à Inglaterra, não teria conseguido conquistar tudo o que conquistei na Hungria. Eu fiz amigos, tive uma experiência muito forte com Jesus. Deus havia preparado tudo. Eu fui a Hungria esperando nada e Deus me deu o Tudo.

De volta a São Luís, continuo minha caminhada e vou continuar meu vocacional. Estou recomeçando tudo, já aprendi muito, vejo que aqui é muito fácil evangelizar, pois as pessoas te ouvem e na Europa não, pois são muito fechadas. É muito difícil alcançá-las. Fui para o Halleluya, participei do Seminário de Vida do Halleluya Quero Mais e hoje trilho o Caminho da Paz no meu grupo de oração. Sou muito grata por ter conhecido o Shalom, foi a melhor experiência da minha vida.


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