Shalom

Dom José Aparecido: O Shalom precisa atingir o coração do povo de Brasília

No aniversário de 18 anos da missão da Comunidade Shalom em Brasília, o bispo destacou que o entusiasmo juvenil deve se transformar em compromisso permanente

A Comunidade Católica Shalom completa 18 anos de presença na capital federal nesta segunda-feira (22). A data converge com o aniversário da própria cidade, Brasília celebrou no domingo, (21), 59 anos, uma cidade ainda jovem, mas cheia de desafios no campo da evangelização. Na missa da Páscoa do Senhor, que encerrou o Retiro de Semana Santa, o bispo auxiliar da Arquidiocese de Brasília, Dom José Aparecido, defrontou as duas datas e exortou a comunidade a “atingir os corações das pessoas de Brasília com o sinal do carisma Shalom”. 

“É preciso que o encontro entre a Arquidiocese e a missão [Shalom] seja de uma maturidade cada vez mais profunda, em que a comunidade, há 18 anos presente aqui, renove o fôlego juvenil da Igreja de Brasília”, encorajou o bispo. 

Para ele, não devemos deixar a inércia e a preguiça espiritual ganharem força ao longo dos anos. “É preciso que o vigor, o entusiasmo juvenil se transforme cada vez mais em maturidade, constância e perseverança. É um tesouro precioso que Deus derramou na Igreja Católica através da comunidade, mas que passe do entusiasmo ao compromisso permanente. Cada dia maior, mais intenso e mais fecundo”, disse Dom José Aparecido.

Jesus é a luz do mundo

O bispo destacou um tesouro da Páscoa: Deus não se cansa de correr atrás de Seu povo, mesmo quando O abandonam em busca dos ídolos, Deus sempre volta a procurar pelos que clamam por Ele. “Quando nos afastamos de Deus para estarmos com os ídolos, sejam eles quais forem, os nossos pecados têm consequências que são uma frustração muito grande para a nossa vida e vocação, sobretudo o que é próprio da santidade, nós perdemos a alegria de viver. A santidade é aquela alegria, a exultação da amizade com Cristo que se torna cada vez mais profunda e é compatível com o sofrimento da cruz. Cristo não perdeu a visão do Pai enquanto estava crucificado”. 

Ele explicou ainda que a ressurreição de Cristo é o acabamento de toda prova de redenção. “Jesus é a ponte entre o céu e a terra para escancarar as portas do paraíso por nós, onde está o trono da graça o qual nós recorremos cada vez que precisarmos de misericórdia e de renovar a nossa amizade com Deus.” O Senhor é a luz do mundo, iluminou as trevas do sepulcro, Ele está no meio de nós e continua a iluminar a nossa vida. “Nós precisamos pedir para que Ele cure os nossos olhos. Quando nós não conseguimos ver a luz na nossa vida é preciso pedir como o cego Bartimeu ‘Senhor, que eu veja’ para que a luz de Cristo ilumine os nossos passos, que a Sua Palavra seja lâmpada para os nossos pés e luz para o nosso caminho”.


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