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Membros do Shalom participam da canonização de Irmã Dulce, primeira santa brasileira

Entre os padres brasileiros que concelebram a Santa Missa de canonização de Irmã Dulce, está Padre Karlian Vale, missionário da Comunidade Católica Shalom. Além dele, a médica baiana consagrada na Comunidade de Aliança, Nélia Dourado, está em Roma para esse momento especial.

Milhares de brasileiros estão em Roma para a cerimônia de canonização de Irmã Dulce, celebrada neste domingo, 13 de outubro, pelo Papa Francisco no Vaticano. Além da religiosa, outros quatro beatos se tornam santos veneráveis no altar. Entre os padres brasileiros que concelebram a Santa Missa, está Padre Karlian Vale, missionário da Comunidade Católica Shalom. O sacerdote partilhou sobre a importância do momento e sua expectativa.

Para o missionário, participar de um celebração de canonização é sempre uma oportunidade de renovar a graça do chamado à santidade. A expectativa dele é que o reconhecimento da freira nordestina como santa alcance a todos no Brasil, despertando nas pessoas o desejo de seguir Jesus Cristo. Padre Karlian ainda falou sobre o testemunho de Irmã Dulce na vivência da caridade de maneira intensa, sacrificial e alegre.

“É uma santa que me impressiona pela sua força, pelo seu fervor, pelo seu entusiamos em viver a caridade, pela alegria de ir ao encontro dos que realmente precisavam dela, que nós façamos essa experiência de tocar o pobre e amar o pobre”.

A médica baiana consagrada na Comunidade de Aliança, Nélia Dourado, é uma das brasileiras que está em Roma para a celebração dos novos santos. Ela conta que a devoção pela religiosa começou ainda quando acompanhava seu trabalho social no hospital em Salvador. “Como eu sou médica, pude ver de perto a forma como ela ia se doando em vista da saúde dos mais pobres e excluídos”. Para Nélia, além de uma alegria, ter uma santa baiana é um orgulho. O testemunho de Irmã Dulce atesta que a santidade no dia a dia é possível.

Irmã Dulce Lopes Pontes

Maria Rita nasceu, em Salvador, Bahia, em 1914. Tinha 6 anos quando sua mãe faleceu. Aos 18, entrou para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, onde recebeu o nome de Dulce. Fundou a União dos Trabalhadores de São Francisco, um movimento operário cristão, e o hospital Santo Antônio.

Irmã Dulce faleceu na capital baiana em 1992. Foi beatificada em 2011, durante o Pontificado de Bento XVI. O milagre que a levou à canonização é a cura milagrosa de José Maurício Bragança Moreira, que ficou cego por causa de um glaucoma grave. Ao sofrer de conjuntivite, colocou uma pequena imagem da Irmã Dulce sobre os olhos, pedindo a sua intercessão. Quando acordou, voltou a ver de novo.

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